ESCOLA SENAI “MANOEL JOSÉ FERREIRA” CFP 5.06 - RIO CLARO – SP PROPOSTA PEDAGÓGICA ABRIL DE 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” SUMÁRIO 1 - Apresentação 2 – Missão 3 – Política da Qualidade e Meio Ambiente 4 – Grupo de trabalho responsável pela elaboração 5 – Histórico da escola e razão da sua criação 6 – Evolução da escola e sua presença na indústria e na comunidade 7 – Problemas e necessidades locais e regionais relacionados à educação profissional 8 – Recursos institucionais, humanos, tecnológicos e físicos da escola 9 – Vocação e capacidade de atendimento 10 – Legislação, normas, políticas e diretrizes públicas e institucionais 11 – Planejamento estratégico institucional 12 – Regimento comum das unidades escolares do SENAI – SP 2 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 1 - Apresentação Esta Proposta Pedagógica expressa os meios pelos quais a Escola SENAI “Manoel José Ferreira” se propõe a cumprir plenamente a missão do SENAI – Brasil, balizada pelas diretrizes emanadas pelo Departamento Regional de São Paulo. Na sua elaboração foram considerados os aspectos educacionais legais e os princípios éticos e humanitários consagrados no Estatuto da Criança e do Adolescente, na Constituição Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Sua validade é indeterminada, devendo, entretanto, ser revisada anualmente e atualizada sempre que as condições econômicas, tecnológicas e sociais o requererem. De sua elaboração participaram representantes de todos os agentes envolvidos diretamente no processo educativo, da indústria, das famílias e da comunidade. Como documento, se propõe a ser o registro dos problemas e necessidades que Rio Claro e região se defrontam na educação profissional, bem como dos recursos com que a escola, a instituição e a comunidade contam para realizar os anseios de inserção produtiva no mercado de trabalho para a população e as empresas terem um diferencial competitivo no mercado por contar com trabalhadores qualificados. 3 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” “Para quem não sabe onde quer chegar, qualquer vento é bom, qualquer porto serve!” 4 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 2 – Missão do SENAI Contribuir para o fortalecimento da indústria e o desenvolvimento pleno e sustentável do país, promovendo a educação para o trabalho e a cidadania, a assistência técnica e tecnológica, a produção e disseminação de informação e a adequação, geração e difusão de tecnologia. 3 - Política da Qualidade e Meio Ambiente O SENAI-SP, cumprimento da sua missão, promove o contínuo aprimoramento dos serviços educacionais e tecnológicos, direcionando esforços para: - Atendimento à legislação aplicável aos seus processos; - Prevenção da poluição e de acidentes no trabalho; - Atendimento às necessidades e expectativas dos clientes. 5 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 4 – Histórico A Escola SENAI “Manoel José Ferreira” iniciou suas atividades no dia 23 de julho de 1973 e foi inaugurada oficialmente em 27 de agosto de 1974, desenvolvendo o Curso de Aprendizagem Industrial nas ocupações de Mecânico Geral ( atual Mecânico de Usinagem ), Eletricista de Manutenção, Mecânico de Automóvel ( atual Mecânico Automobilístico ) e o de Marcenaria ( atual Marceneiro Tapeceiro ). No período noturno e nas mesmas áreas profissionais, eram oferecidas matrículas para jovens acima de 16 anos e adultos. A realização do sonho de ter uma unidade do SENAI em Rio Claro foi fruto da luta dos empresários industriais do município e o apoio do poder público, através da promulgação de leis que facilitassem a implantação da escola. Destaca-se inicialmente entre os primeiros, o Sr Manoel José Ferreira, pioneiro na mobilização de forças visando a criação da escola. Também tiveram atuação destacada os empresários Luis Couto, Benjamin Ferreira e Emilio Beltrati, Diretor Regional do CIESP, no período de sua efetiva implantação. Embora a construção do prédio onde desenvolve suas atividades tenha se iniciado em julho de 1972, o primeiro ato oficial com objetivo de promover a instalação de uma escola do SENAI em Rio Claro é a lei municipal n° 886, de 13 de dezembro de 1963, que dispõe sobre a doação de um terreno para a construção de uma escola técnica na cidade. 6 Mais três leis foram Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” promulgadas sendo que a última data de 16 de fevereiro de 1972 ( Lei nº 1231, que prorroga prazo de início da construção, definidos pelas anteriores). Os motivos que podem justificar o intervalo de 9 anos entre a primeira lei e o efetivo início da construção, podem ser encontrados no pequeno parque industrial da época e também às precárias condições de infra estrutura que a cidade oferecia para a expansão das empresas ( saneamento, energia ), que não justificariam um investimento do SENAI para construir uma escola na cidade. A própria economia brasileira, vivia períodos de crise na década de 60. Do final da década de 60 para o início da de 70, o país viveu um período de grande expansão econômica, notadamente no setor industrial. Um outro fator de mudança foi a interiorização da indústria no Estado de São Paulo que, numa primeira onda, ocupou Jundiaí, Campinas e Sorocaba e vale do Paraíba e posteriormente começou a se expandir para um interior de média distância, como Limeira, Piracicaba, Americana e a própria Rio Claro. O início das atividades da Escola, proporcionou para a indústria local e para o município, a formação profissional de alunos com um perfil de saída mais afinado com as necessidades da indústria local. Hoje, trinta e quatro anos após o início de suas atividades, a escola está passando por grandes mudanças que objetivam modernizar, ampliar e diversificar a capacidade de atendimento. Todas as dependências foram reformadas, sendo feita pintura, troca de instalações elétricas e hidráulicas, colocação de forro em todas as oficinas. Foram construídos um refeitório novo com instalações para cantina, banheiros masculinos, femininos e para PNEs 7 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” em todos os blocos, um novo anexo para a Marcenaria e um novo bloco para acomodar a administração, biblioteca, salas de aulas e biblioteca. A Escola já recebeu praticamente todo o mobiliário previsto na primeira fase do investimento, necessário para trocar os móveis e cadeiras e carteiras antigos, muitos da época da inauguração. Faltam apenas as poltronas do auditório. Os equipamentos de informática obsoletos foram trocados, tanto os da administração como os voltados para os laboratórios. Avaliando as condições atuais por áreas tecnológicas, na Marcenaria faltam ainda os equipamentos da cabine de pintura, uma coladeira de bordas e uma dobradeira. Na Mecânica de Automóvel o investimento foi feito apenas nas instalações, permanecendo os recursos tecnológicos voltados para o ensino os mesmos de antes do investimento, estando portanto bastante defasados em relação às necessidades do mercado. Na última versão do PPRA foi registrada a necessidade de instalação de um sistema de exaustão coletivo para os gases emitidos pelos motores a combustão. A escola já está recebendo novos equipamentos e mobiliário, visando modernizar os recursos para desenvolvimento dos cursos atuais e também para criação de novos, além de ampliar a oferta de vagas. Está em fase de projeto e licitação da construção de um novo bloco com cerca de 2.200 metros quadrados para acomodar salas de aulas e laboratórios para a implantação do Curso Técnico em Revestimento Cerâmico. O início das obras está previsto para 2008. Ainda como parte do investimento está prevista a ampliação do quadro de pessoal docente para atender às novas demandas. Esta ampliação vem atender 8 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” parcialmente a demanda, pois com a expansão do setor industrial, temos nos empenhado em atender ao contingente que nos procura. A Escola manteve praticamente inalteradas as instalações prediais desde a sua inauguração até outubro de 2005, bem como os equipamentos e ambientes de ensino. Algumas mudanças no leiaute; adaptações nas instalações; aquisição de algumas máquinas e a implantação dos laboratórios de informática, hidráulica e pneumática, ferramentaria e solda foram feitas, ao longo do tempo, para melhorar em quantidade e qualidade o atendimento às necessidades da indústria e comunidade de Rio Claro e região de abrangência do CFP 5.06. Em 1975, um ano depois que a Escola foi inaugurada, Rio Claro tinha 7.016 empregados em 359 empresas contribuintes. Hoje, na região de abrangência do CFP, o total de empregados atinge 38.498, em 784 estabelecimentos ( MTE/RAIS - 2005 ) e sabe-se que nos anos de 2006 e 2007, algumas grande empresas aumentaram expressivamente o número de empregados formais. 5 – A Evolução da escola e sua presença na indústria e na comunidade A Escola SENAI “Manoel José Ferreira” sempre marcou presença nos eventos públicos de Rio Claro e região, participando das festas cívicas nacionais e municipais, com a fanfarra formadas pelos alunos do Curso de Aprendizagem Industrial e posteriormente com a Banda Musical, hoje extinta. Outra ação desenvolvida a ser destacada é o da Equipe Ambiental com ações 9 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” de educação ambiental, como plantio e distribuição de mudas e sementes para alunos, familiares e comunidade, em parceria com o Centro de Estudos Ambientais - CEA / UNESP e Prefeitura Municipal de Rio Claro. A Escola também manteve representação eleita no Conselho Municipal da Criança e do Adolescente – CMDCA por 4 mandatos de 2 anos nos últimos 12 anos, tendo participado de vários eventos relacionados à preservação de direitos de crianças e adolescentes. Os convênios firmados com a Prefeitura de Rio Claro e região proporcionaram o desenvolvimento de vários programas de atendimento gratuito à comunidade. Destacam-se dentre estes, um Projeto de Mutirão para formação de mão de obra para construção civil e posteriormente, a supervisão e aplicação de avaliações do Telecurso 2000 em Brotas. Através dos programas PIPM e PCFP foram certificados profissionais em Panificação, Costura, Eletricista Residencial, Pedreiro e Marceneiro. Outro destaque dos programas com a Prefeitura Municipal de Rio Claro e CMDCA foi o Projeto Profissional Cidadão, que proporcionou qualificação profissional para 64 adolescentes de baixa renda nas áreas ocupacionais da Metalmecânica e Elétrica. O SEBRAE – SP é outro parceiro de diversos programas voltados para as micro e pequenas empresas e autônomos em vias de ingressarem na formalidade. Destacam-se nos últimos anos o programa Brasil Empreendedor; o desenvolvimento do marketing com ênfase no desenho industrial para confecções e, atualmente, o Programa de Alimentação Segura, vinculado à ANVISA. Além da participação em eventos e desenvolvimento de programas comunitários, o CFP 5.06 também presta serviços para empresas e 10 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” comunidade, sejam públicas ou não governamentais, assim como para Escolas da rede pública e a Universidade, para as unidades sediadas no campus de Rio Claro. Estes serviços são desenvolvidos nas oficinas e laboratórios da Escola, em caráter eventual e conforme disponibilidade dos ambientes de aprendizagem. 6 – Problemas e Necessidades Locais e Regionais Relacionadas à Educação Profissional 6.1 – Dados demográficos. A população da área de abrangência do CFP 5.06 apresentou crescimento de 13% no período de 2003 para 2006, passando de 192.258 para 217.519 ( Fonte: SEADE – estimativa 2006 ). Dessa população estratificada por faixa etária, destacam-se os jovens de 15 a 19 anos ( 8,2% ); os de 20 a 24 ( 9,5% ) e, já adultos, os de 25 a 34 anos ( 18,3% ) totalizando 36% do total que podem ser considerados como potenciais beneficiários da formação profissional, seja como iniciantes em cursos de qualificação com objetivos de inserção no mercado de trabalho, seja como demandantes de aperfeiçoamento ou de requalificação para os que, já empregados ou que perderam o emprego, buscarem uma evolução funcional ou reintegração no mercado. 11 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 6.2 – Dados do mercado de trabalho Hoje, na região de abrangência do CFP, o total de empregados atinge 38.498, em 784 estabelecimentos ( MTE/RAIS - 2005 ) e sabe-se que nos anos de 2006 e 2007, algumas grande empresas aumentaram expressivamente o número de empregados formais. Essas informações foram corroboradas pelo “ranking” dos municípios pela arrecadação da contribuição das empresas para o SENAI, onde o Município de Rio Claro ocupou a 15ª colocação no Estado de São Paulo, e a 6ª posição entre as cidades do interior. Além do aumento da demanda por formação profissional gerada pelo crescimento da população e o expressivo contingente de adolescentes, jovens e adultos em relação à população total, novas necessidades geradas pelas transformações ocorridas no mundo do trabalho estão a exigir das escolas profissionais um atendimento não só quantitativo mas, principalmente, qualitativo, com a definição de novos perfis de saída para seus alunos, que atendam as novas exigências do mercado de trabalho. 6.3 – Transformações no perfil profissional A partir do início dos anos 90, com a progressiva abertura econômica e o conseqüente acirramento da concorrência, as indústrias brasileiras tiveram que se renovar para sobreviver e competir em condições vantajosas, seja no mercado interno, seja na ampliação ou busca de novos mercados externos. As mudanças que maior impacto causaram na formação profissional foram 12 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” a gerencial, a tecnológica e nas relações de trabalho. Embora interligadas, são distintas, pela sua natureza. A mudança tecnológica gerou a necessidade de as escolas renovarem equipamentos e instalações para acompanhar a evolução na indústria, com a conseqüente elevação dos custos de formação profissional. Além de equipamentos atualizados, torna-se necessário promover no ensino o desenvolvimento da habilidade de transferência de conhecimentos que possibilitem a adaptação às novas tecnologias e processos. Outra mudança de grande impacto foi a gerencial, com a redução de níveis hierárquicos trazendo em conseqüência o aumento de responsabilidades e poder de decisão mais próximos do trabalhador operacional. Células de produção que exigem a habilidade de trabalhar em grupo e também o controle de qualidade do próprio trabalho, são requisitos para que o trabalhador atinja maior autonomia no trabalho. A pressão por menores custos, levou a indústria a se concentrar na sua atividade fim e terceirizar ao máximo atividades que não comprometessem o que não fosse visto como seu negócio . Muitos empregos migraram da grande empresa para as micro, pequenas e médias, não raro, composta por ex funcionários que continuaram a fazer o mesmo trabalho mas, agora, como prestadores de serviço. Essa possibilidade, cada vez mais concreta, torna necessário formar para o trabalho e não para o emprego. Novas competências, tais como negociar contratos, cumprir prazos, ética na relação fornecedor / cliente, respeito ao meio ambiente devem ser desenvolvidas já durante a formação. Não apenas os autônomos necessitam destas competências. O trabalhador empregado deve ser o gerente de sua própria carreira, tomar a iniciativa de 13 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” aperfeiçoar a sua formação e não esperar apenas pelo que a empresa promova por necessidade imediata. O SENAI de Rio Claro, que já enfatiza no desenvolvimento de seus cursos as competências acima descritas, está sendo ampliado ( primeira fase concluída e a segunda, para atender ao setor cerâmico, com investimento aprovado, com início das obras previsto para 2008 ) e recebendo novos equipamentos. Como já evidenciado anteriormente, a região de Rio Claro está passando por um período de grande expansão no número de postos de trabalho em empresas contribuintes. Para atender à esse crescimento industrial acelerado, o CFP 5.06 ofertará 32 vagas anuais no curso Técnico de Manutenção Eletromecânica a partir de janeiro de 2008 pelo Projeto Articulação SESI / SENAI, com metodologia estruturada para o desenvolvimento e avaliação por competência. Deve ser salientado que é um perfil profissional que atende a todos os ramos de atividade do setor industrial. Deve ser destacado que o setor cerâmico de pisos e revestimento está passando por um crescimento inédito em termos percentuais e em porte, tornando-se hoje, o principal polo produtor do país, liderando a produção para o mercado interno e a exportação. Para este setor, foi criado e aprovado o Curso Técnico em Revestimentos Cerâmicos que deverá ter vagas ofertadas assim que for concluído o novo prédio a ser construído para este fim, com oficinas, laboratórios e salas de aulas. Obviamente, um crescimento da atividade industrial traz benefícios para todos os outros setores da economia, por ser um grande gerador de renda, estimulando os setores agrícola, comércio e serviços e até o setor público 14 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” devido ao aumento da arrecadação nos três níveis, municipal, estadual e federal. Este crescimento, naturalmente benéfico para toda a sociedade, traz um aumento de demanda de recursos de infraestrutura, no transporte, saneamento e principalmente de formação profissional. Existe uma carência de pessoal com formação de nível técnico voltado para a indústria, principalmente nas habilitações profissionais que exigem equipamentos e instalações com custo elevado. Nas ocupações de nível básico, esta carência também é sentida, pois as empresas cresceram rapidamente e o número de vagas nas escolas profissionalizantes não acompanhou este crescimento. O setor de móveis estofados, também com rápido crescimento, não tinha no SENAI a qualificação de profissionais que atendesse às suas necessidades. Esta carência também é sentida na área da metalurgia, notadamente soldagem para caldeiraria e de estruturas metálicas. O SENAI-SP, em resposta a solicitações de entidades de representação industrial, inicialmente com o CIESP e na seqüência pelo DEPAR, estruturou e está implantando um projeto de ampliação das instalações da Escola SENAI “Manoel José Ferreira” visando a oferta de novos cursos e melhoria de condições para o desenvolvimento dos atuais. 15 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 7 - Recursos Institucionais, Humanos, Tecnológicos e Físicos da Escola. 7.1 - Recursos Institucionais O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI integra o grupo das principais instituições de ensino profissional país. Além de seu papel central, a educação profissional com ênfase em princípios de cidadania, preferencialmente para a indústria, o SENAI também presta serviços às empresas e comunidade através de assessorias na busca de soluções técnicas e tecnológicas, assim como a prestação de serviços laboratoriais e certificação através de laboratórios credenciados e certificados conforme normas regulamentadoras. O SENAI está presente em todos os estados do Brasil e possui competência técnica para atender empresas em praticamente todas os ramos de atividades industriais. Por atuar em uma estrutura de rede, qualquer escola pode disponibilizar a tecnologia e recursos físicos de outra da rede para atender uma demanda para a qual não disponha de meios e competências. O SENAI-SP 141 unidades, sendo 83 escolas fixas, 20 centros de treinamento, 56 escolas móveis, 4 centros móveis de certificação e uma unidade de referência em tecnologia de produção mais limpa. 16 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 7.2 - Recursos Humanos. 7.2.1 - Funcionários empregados na Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 17 Cargo Número de Funcionários Diretor 1 Coordenador Pedagógico 1 Coordenador Técnico 1 Agente de Treinamento 1 Secretário 1 Orientadora Educacional 1 Assistentes Administrativos 7 Auxiliares de Serviço 5 Encarregado de Serviços Gerais 1 Mantenedor de Equipamentos 1 Auxiliar de Técnico 1 Professores 2 Instrutores 11 Técnicos de Ensino 2 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 7.2.2 - Prestadores de Serviços Autônomos – Pessoa Jurídica - RCA – Serviços de Recepção e Atendimento Telefônico, Portaria e Limpeza - Copseg Serviços de Segurança Ltda – Serviço de Vigilância 7.2.3 – Prestadores de Serviços Autônomos – Pessoa Física - Instrutores de Cursos de Formação Continuada 7.3 - Recursos Tecnológicos - Oficina de Aprendizagem na área da Usinagem - Oficina de Aprendizagem na área Eletroeletrônica - Oficina de Aprendizagem na área Automobilística - Oficina de Aprendizagem na área Moveleira - Laboratório de Informática - Laboratório de Pneumática - Laboratório de Hidráulica - Laboratório de CLP 7.4 - Recursos Físicos Área total do terreno – Área total construída – 18 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” A área construída divide-se em 4 blocos comportando as seguintes dependências: Bloco A: - Oficina de Usinagem - Oficina de Eletricidade e Eletrônica - Oficina de Solda - Laboratório de CLP - Laboratório de Informática - Laboratório de Metrologia - Laboratório de Pneumática e Hidráulica - Depósito da Usinagem - Sala da Coordenação Técnica - Sala do Café dos Funcionários - Sanitários Masculino dos Funcionários - Sanitário Feminino dos Funcionários - Sanitário Masculino de Alunos - Sanitário Feminino de Alunos - Sanitário de PNEs - Sala do Apoio ao Ensino - Laboratório de Ciências - Sala de Desenho Técnico - Sala de Tecnologia - Sala de PTO da Usinagem - Sala de PTO da Eletricidade 19 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” Bloco B - Sala de PTO da Mecânica de Automóvel - Depósito da Mecânica de Automóvel - Banheiro Masculino de Alunos - Banheiro Feminino de Alunos - Banheiro de PNEs - Oficina de Mecânica de Autos - Banheiro de Funcionários - Oficina de Marcenaria - Sala de Costura – Tapeçaria - Almoxarifado Bloco D - Cabine de Pintura - Depósito de Peças em Produção - Depósito de Peças Prontas - Depósito de Madeira Bloco C - Refeitório - Cantina Escolar 20 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Banheiro Masculino Para Alunos - Banheiro Feminino Para Alunas - Depósito - Banheiro de Serviço Para Cantina Bloco E - Secretaria - Arquivo Morto - Sala do Servidor – Informática - Depósito - Recepção - Sala do Agente de Treinamento - Sala da Coordenação Pedagógica - Sala da Orientação Educacional - Sala do Diretor - Auditório - Sala de Treinamento I - Sala de Treinamento II - Biblioteca - Sanitário Feminino - Sanitário Masculino - Sanitário Para PNEs 21 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” Bloco F - Vestiário I - VestiárioII - Sanitário Masculino - Sanitário Feminino - Depósito - Oficina de Manutenção A Escola conta ainda com um bicleteiro para alunos, uma quadra de esportes, uma cabine de entrada de energia elétrica, uma cabine do sistema de exaustão da Marcenaria, um depósito de óleo para reciclagem, uma casa para acomodar recipientes de gases para soldagem, 8 – Vocação e Capacidade de Atendimento 8.1 – Vocação adaptada às necessidades de qualificação profissional da Industria da região A região de Rio Claro, desde épocas anteriores à criação da Escola SENAI, sempre manteve uma atividade industrial diversificada em vários ramos de atividade, destacando-se inicialmente produção de veículos, alimentos e bebidas, mecânico, distribuição de energia, ferroviário e cerâmico. A partir da década de 70, quando foi inaugurada a Escola, o município teve a implantação de novos setores com produtos e insumos à base de 22 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” material plástico e fibra de vidro além dos já existentes ampliarem a capacidade produtiva. Esta diversificação fez com que a Escola se mantivesse voltada mais para a manutenção, mesmo na área da usinagem, com seus egressos fazendo a conversão para a manutenção de instalações e equipamentos, e utilizando a própria para adaptarem o perfil profissional, fazendo cursos de eletricidade, pneumática e hidráulica. Esta conversão na qualificação na usinagem não elimina, até reforça, a necessidade de a Escola implantar novos cursos específicos para a área. De cinco anos até hoje, a industria cerâmica vem passando por um crescimento acentuado, tornando-se um polo líder na produção de pisos e revestimentos, com processos intensivamente automatizados ( processo de produção por lotes ) onde, novamente, a ênfase está na manutenção que garanta o funcionamento ininterrupto pois, não há contato direto do operador com a manufatura. Outro setor de destaque é o de móveis estofados, também com expansão recente acelerada, e que a Escola não atendia as necessidades pois o perfil profissional dos marceneiros formados até então não contemplava a produção de móveis estofados. Considerando a evolução histórica do perfil industrial de Rio Claro acima descrito, a Escola procurou acompanhar as mudanças das exigências do mercado de trabalho, incluindo novos recursos tecnológicos para desenvolver novas competências nos perfis profissionais de saída das ocupações desenvolvidas tanto no Curso de Aprendizagem Industrial como na Formação Continuada e Formação Continuada para Empresas. 23 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” As inclusões mais importantes foram a criação de laboratórios de Hidráulica, Pneumática, Informática e CLP, juntamente com a atualização curricular ocorrida no ano de 2.000. Para atender a esta demanda a Escola está investimentos para a ampliação das instalações ( em fase de licitação ), modernização de equipamentos de ensino e criação de novos cursos de nível básico e técnico, com ênfase na área cerâmica. Desde o início de 2005 já estão matriculados alunos contratados por empresa do setor moveleiro na ocupação Construtor de Móveis Estofados, atualmente Marceneiro Tapeceiro, que foi uma resposta da Escola, à carência de profissionais qualificados para a confecção de móveis estofados. 8.2 – Capacidade de atendimento A Escola SENAI “Manoel José Ferreira”, com capacidade instalada e competência para atender as necessidades do mercado de trabalho de Rio Claro e região, oferece as seguintes opções: - Cursos de Aprendizagem Industrial - Cursos de Formação Continuada - Cursos de Formação Continuada sob Medida para Empresas - Cursos de Nível Técnico - Serviços Técnicos e Tecnológicos - Informação Tecnológica - PCFP – Programa Comunitário de Formação Profissional - TGPI – Técnico em Gestão de Processos Industriais -Plásticos 24 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 8.2.1 – Cursos de Aprendizagem Industrial O Curso de Aprendizagem Industrial é gratuito, estruturado especialmente para adolescentes ou maiores de 18 anos, indicados por empresas contribuintes do SENAI e que tenham concluído o Ensino Fundamental, qualificando profissionais nas ocupações de Mecânico de Usinagem, Eletricista de Manutenção, Mecânico Automobilístico e Marceneiro Tapeceiro. Para ingressar nestes cursos o candidato tem que comprovar conclusão do Ensino Fundamental, ter no mínimo 14 anos na data de início do curso e idade que lhe permita concluir o curso antes de completar 18 anos ou 24, se indicado por empresa contribuinte do SENAI. Ao final do curso recebem o Certificado de Aprendizagem Industrial e após um período de prática profissional comprovada de um ano, a Carta de Ofício. 8.2.2 – Cursos de Formação Continuada São cursos que proporcionam qualificação profissional de nível básico para iniciantes numa ocupação e/ou aperfeiçoamento e especialização para profissionais que já atuam no mercado de trabalho, ou ainda, a reconversão ocupacional. Estes cursos destinam-se a jovens, maiores de 16 anos e adultos, que atendam à exigência de escolaridade conforme plano de curso da ocupação 25 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” escolhida das seguintes áreas: Usinagem, Eletroeletrônica, Automobilística, Marcenaria, Automação Hidráulica e Pneumática, CLP e Desenho com CAD. Os cursos de Formação Continuada desenvolvidos nas escolas do SENAISP, são preferencialmente normalizados pela GED – Gerência de Educação, para que atendam a requisitos de padronização do atendimento da clientela em todas as escolas da rede. 8.2.3 – Formação Continuada sob Medida para Empresas São cursos de formação continuada “sob medida” para atender à necessidade específica da empresa que os contrata. Por terem como objetivo atender a demandas pontuais, podem não ter plano de curso mas ficha de produto para especificar objetivo, conteúdo, carga horária, número de participantes, início e término. Estes cursos podem ser de áreas ocupacionais que a escola não possui instalações ou mesmo competência técnica para desenvolver e, nestes casos, cabe a ela buscar na rede SENAI ou até fora dela meios físicos e/ou recursos humanos para tal. 8.2.4 – Programas Comunitários de Formação Profissional A Unidade segue as diretrizes da GAEC – Gerência de Assistência à Empresa e à Comunidade estabelecidas nos DITECs 30 e 31 na implantação, acompanhamento e avaliação dos convênios com prefeituras e entidades. No convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Rio Claro o local das aulas não é permanente. Foi adotado um sistema itinerante para atender a vários 26 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” bairros do município onde, ao término das aulas de uma determinada turma, o docente se desloca para outro bairro onde desenvolverá as aulas da turma seguinte. As ações se iniciam com visitas do Agente de Treinamento às instalações para avaliação com fins de implantação de convênio ou de renovação quando já instalado e também acompanhamento da ação docente. Cabe também ao mesmo a verificação de registros e a certificação. A Avaliação da Gestão dos Programas de Ação Social é feita semestralmente pelo Coordenador Pedagógico 8.2.5 – Cursos Técnicos A Escola iniciará a oferta de vagas em Cursos Técnicos com o projeto em articulação com o SESI, com a Habilitação Técnico de Manutenção Eletromecânica, preferencialmente com alunos cursando o Ensino Médio do SESI e, em havendo vagas, também com alunos da comunidade. Já foram iniciados os investimentos para a implantação do Curso Técnico em Cerâmica __ Piso e Revestimento, tendo a escola já recebido diversos equipamentos e mobiliários. O projeto civil está em fase final para aprovação para posterior início do processo de licitação da obra. 8.2.6 – Serviços Técnicos e Tecnológicos O CFP 5.06 pode prestar serviços de assessoria e assistência técnica e tecnológica para empresas com necessidades de aperfeiçoamento de processos de produção, melhoria de produtos, problemas de instalação e manutenção de 27 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” máquinas, educação e gestão ambiental, adaptação de ferramentas e dispositivos e reparação de peças. Nas áreas em que não tiver recursos físicos instalados e competência técnica própria, poderá lançar mão dos recursos de outras unidades da rede SENAI. 8.2.7 – Informação Tecnológica A Escola está apta a encontrar informação tecnológica de qualquer natureza utilizando os recursos das escolas da rede ou de fora do SENAI, através da comunicação eletrônica, seminários, palestras, cursos presenciais ou à distância, que proporcionem a disseminação do conhecimento e a troca de experiências visando a melhoria das condições de trabalho e a produtividade das empresas da região, visitas a feiras técnicas, empresas e estágios em outras escolas. 8.2.8 – Capacidade Instalada da Escola A atual capacidade instalada da Escola se mantém praticamente inalterada desde a sua inauguração, sofrendo algumas adaptações para melhoria de condições de ensino e implantação de alguns laboratórios não constantes da planta original. Os postos de trabalho em oficinas, laboratórios e salas de aulas são: - 28 32 lugares na oficina de Usinagem Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - 12 lugares na oficina de Ferramentaria - 12 lugares na oficina de Manutenção - 32 lugares na oficina de Eletricidade - 28 lugares na oficina de Mecânica de Automóvel - 14 lugares na oficina de Marcenaria - 16 lugares no laboratório de Pneumática e Hidráulica - 16 lugares no laboratório de Informática - 16 lugares no laboratório de CLP - 16 lugares no laboratório de Metrologia - 64 lugares distribuídos em 2 salas de aulas para treinamentos para a Formação Continuada – Empresa - 32 lugares na sala de aula de Desenho Técnico - 64 lugares divididos em duas salas de Tecnologia. - 16 lugares na sala de PTO de Eletricidade - 16 lugares na sala de PTO de Mecânica de Automóvel - 14 lugares na sala de Costura - tapeçaria 9 – Legislação, Normas, Políticas e Diretrizes Públicas e Institucionais 9.1 – Legislação e as Normas - Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 29 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Decreto n.º 2.208, de 17 de abril de 1997 – regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 42 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. - Decreto - Lei n.º 4.048, de 22 de janeiro de 1942, cria o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. - Parecer CEE n.º 258, de 30 de dezembro de 1998 ( publicado no DOE n.º 188, de 2 de outubro de 1998 ), aprova o Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI. 9.2 – Políticas e as Diretrizes Públicas e Institucionais A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996 9.3 – Políticas e as Diretrizes Institucionais 9.3.1 - Missão Contribuir para o fortalecimento da indústria e o desenvolvimento pleno e sustentável do país, promovendo a educação para o trabalho e a cidadania, a assistência técnica e tecnológica, a produção e disseminação de informações e a adequação, geração e difusão de tecnologia. 30 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 9.3.2 – Política da Qualidade e Meio Ambiente O SENAI – SP, no cumprimento de sua missão, promove o contínuo aprimoramento dos serviços educacionais e tecnológicos, direcionando esforços para: - Atendimento à legislação aplicável aos seus processos; - Prevenção da poluição e de acidentes no trabalho; - Atendimento às necessidades e expectativas dos clientes. 9.3.3 – Objetivos e Metas para Qualidade e Meio Ambiente – 2006-2008 I – Melhoria Contínua Melhorar continuamente a performance do processo educacional com base nas variáveis de controle estabelecidas. Meta corporativa: - Obter taxa anual de crescimento superior a 3% para o Indicador da Qualidade – IQ, nas modalidades aprendizagem industrial, curso técnico, curso superior e formação continuada. II – Controle da poluição e destinação de resíduos Controlar o volume de resíduos gerados no SENAI-SP Metas corporativas: Implantar, até dezembro de 2008, três programas para redução de resíduos: - 31 Programa 1: para redução do volume dos resíduos perigosos gerados. Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Programa 2: para redução do consumo ou substituição de produtos com substâncias restritivas, por materiais alternativos. Programa 3: para coleta seletiva, reciclagem e destino adequado. III – Controle do Consumo de Recursos Naturais Estabelecer programas de redução do uso de recursos naturais em níveis aceitáveis aos processos da organização. Meta corporativa: - Implantar, até dezembro de 2008, programa para o controle e a redução do consumo de recursos naturais. IV- Prevenção de acidentes no trabalho. Estabelecer programa para redução de acidentes de trabalho, com afastamento, envolvendo funcionários e alunos. Metas corporativas: - Reduzir 10%, em relação ao ano anterior, o número de acidentes de trabalho, com afastamento. No ano vigente, realizar no mínimo 20% das ações previstas no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA. V- Foco no cliente Melhorar continuamente o atendimento ao cliente. Metas corporativas: - Obter, até dezembro de 2008, o índice médio de satisfação do cliente acima de 90%. Tratar 100% das reclamações de clientes registradas no ano. 32 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 9.3.4 – Princípios Políticos, Filosóficos e Éticos Com o objetivo de proporcionar ao cidadão trabalhador um conjunto de competências, preparando-o para atuar no mundo do trabalho, a escola deverá: - Manter o clima de confiança e ética que promova o desenvolvimento interpessoal e participativo de todos os envolvidos no processo educativo. - Oferecer diferentes oportunidades de capacitação profissional de acordo com a demanda do mercado de trabalho de Rio Claro e região. - Valorizar os seus profissionais, estimulando-os em suas iniciativas inovadoras. - Manter condições de capacitação contínua, estimulando os profissionais a se atualizarem nas questões primordiais de educação, trabalho e cidadania. - Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração com a escola. - Promover junto à comunidade ações educativas que enriqueçam o desenvolvimento do educando e favoreçam a preservação da sua cidadania 10 – Planejamento Estratégico Institucional 10.1 – Objetivos Corporativos do SENAI-SP Estão listados a seguir os objetivos do Departamento Regional do SENAISP, que nortearão as ações desse departamento: 33 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Manter-se como referencial de excelência no campo da educação profissional - Alinhar a oferta às demandas quantitativas e qualitativas do mercado. - Promover a atualização tecnológica dos recursos humanos e do parque de equipamentos. - Prosseguir com a avaliação da educação profissional, em todos os níveis. - Consolidar a estrutura organizacional e o correspondente modelo de operação das áreas integradas. - Ampliar a visibilidade do SENAI-SP junto à sociedade, divulgando rumos assumidos pela instituição e estreitando contatos com formadores de opinião. - Consolidar a cultura de resultados. 10.2 – Objetivos e Metas Corporativos da Qualidade do SENAI-SP Além dos objetivos corporativos, esta unidade trabalhará dentro de seu objetivo de manter a certificação da norma ISO 9001/2000. Dentro dessa linha, nortar – se – á pelas Diretrizes para o Monitoramento da Qualidade do SENAI-SP, ( SGQ-007 ) 34 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 10.2.1 – Indicadores da Qualidade Deverá ser objeto de monitoramento contínuo todo o processo educacional e esta unidade trabalhará com as seguintes linhas de produto nas quais os Indicadores da Qualidade devem ser classificados: - Cursos de Aprendizagem Industrial - Cursos de Formação Continuada – Escola - Cursos de Formação Continuada Empresa/Entidade Cada unidade de formação profissional disporá de um Indicador de Qualidade para cada linha de produto nela existente, que por sua vez, irão compor o Indicador da Qualidade da unidade. Para o monitoramento sistemático das variáveis selecionadas, foram separadas duas categorias: Variáveis de Controle (Indicadores de Controle) e Variáveis Explicativas. 10.2.2 – Variáveis de Controle Variáveis de controle selecionadas para compor os Indicadores da Qualidade, consensualmente, representam aspectos claramente definidos do desempenho do processo educacional, com influência direta neste. Vejam-se, a seguir, as variáveis de controle selecionadas: 35 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” a) Aproveitamento médio escolar. b) Rendimento médio no PROVEI (conhecimento específico). c) Rendimento médio no PROVEI (raciocínio lógico). d) Freqüência média escolar (%). e) Taxa de permanência escolar (%). f) Média de satisfação dos clientes (participantes) (%). g) Média de satisfação dos clientes (Empresa/Entidades/Convênios) (%). h) Taxa de alunos empregados no CAI (%). i) Taxa de colocação de alunos em estágios (%). As variáveis, anteriormente citadas, serão utilizadas para a construção do Indicador da Qualidade. As fórmulas para o cálculo e as metas estabelecidas para esses Indicadores estão contidas no procedimento (SGQ-007). 10.3 – Objetivos da unidade 10.3.1 – Recursos Materiais a) Mobilizar esforços no andamento do processo para aprovação/implantação dos novos cursos e conseqüente construção de estrutura física e aquisição de equipamentos/mobiliário para a área de Cerâmica b) Concluir o processo de atualização tecnológica da área de Solda. c) Mecânica de Auto 36 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 10.3.2 – Recursos Humanos Propiciar condições para a realização de todos os programas de treinamentos previstos e aprovados no Plano de Desenvolvimento de Pessoas (PDP). 10.3.4 – Recursos Financeiros a) Desenvolver ações previstas objetivando atingir, no mínimo, os valores de receita previstos pela UGC. b) Manter previsão e controle sobre os gastos, objetivando não ultrapassar os valores de despesas previstos para UGC. 10.4 – Metas da Unidade 10.4.1 – Recursos Materiais a) Providenciar a elaboração de 100% das Requisições de Materiais Permanentes (RMP), para a aquisição dos equipamentos/ferramentas assim que for liberada a verba equivalente à prevista no orçamento para essa finalidade. b) Acompanhar o andamento do processo para aprovação/implantação e atualização dos novos cursos para a área de Cerâmica, mobilizando e concentrando esforços para cumprir todas as etapas. 37 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 10.4.2 – Recursos Humanos a) Desenvolver, no mínimo, 85% dos programas de treinamento previstos e aprovados no Plano de Desenvolvimento de Pessoas (PDP), conforme cronograma. 10.4.3 – Qualidade a) Atingir, no mínimo, as metas dos Indicadores da Qualidade para os produtos abaixo, conforme estabelecido no procedimento SGQ-007. IQ – CAI IQ – FC IQ – FE 10.4.4 – Recursos Financeiros a) Mobilizar os recursos previstos, objetivando, no conjunto, atingir receita anual igual ou superior à determinada. b) Manter controle sobre os gastos, objetivando, no conjunto, atingir um saldo de despesas anual igual ou inferior ao determinado. 38 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 10.5 – Linhas de Ação Educacional, Administrativa, Financeira e Recursos Humanos Tendo em vista suas metas estratégicas, a escola atua de acordo com as diretrizes e linhas de ação a seguir enunciadas: 1 – Desenvolver programas de Educação para o Trabalho com metodologia de ensino flexível e adequada nas várias modalidades. 2 – Desenvolver serviços de Assessoria Técnica e Tecnológica, utilizando recursos próprios ou em parcerias. 3 – Desenvolver e disponibilizar produtos e serviços na área de Informação Tecnológica. 4 – Desenvolver planos de capacitação do potencial humano da escola. 5 – Buscar receitas próprias através do melhor desenvolvimento de suas potencialidades. 6 – Manter atualizado o banco de especialistas extra - quadro para a prestação de serviços. 39 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” 10.6 – Linhas Gerais de Ação Adotadas pela Escola, Parcerias, Receita Própria para os Programas e Projetos Educacionais A escola busca a melhor qualidade possível na educação profissional e o maior resultado na prestação de serviços, objetivando a obtenção de receita própria, por meio de recursos da escola ou parcerias com profissionais do mercado, instituições e empresas, nas diversas áreas de atuação do SENAI. A unidade também busca, permanentemente, otimizar a utilização das suas instalações ministrando treinamentos industriais e Formação Continuada Empresa e Escola.possibilitando a implantação de programações ressarcidas, o que contribui ainda mais para a arrecadação de receita. 11 – Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI de São Paulo Os docentes realizam seu trabalho orientados por planos de ensino. Nas aulas teóricas, os docentes utilizam, além de estratégias adequadas, dinâmicas de grupo, cartazes e recursos audiovisuais, principalmente vídeo e TV. Nas oficinas, os docentes utilizam-se de demonstrações e manuseio de máquinas e ferramentas, expondo as etapas de cada operação aos alunos de acordo com as ocupações específicas. No desenvolvimento da aprendizagem, são observadas as normas contidas no Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI de São Paulo previstas para avaliação, recuperação, promoção, retenção, compensação de 40 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” ausências, aproveitamento de estudos, divulgação de resultados e aplicação de sanções disciplinares. Parecer CEE n.º 528, de 30 de setembro de 1998 (publicado no DOE n.º 188, de 2 de outubro de 1998), aprova o Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI. • Avaliação Tanto no desenvolvimento das aulas teóricas quanto nas aulas de oficina, os alunos são submetidos à avaliação formativa e somativa, durante o ensino das unidades, para que possíveis dificuldades de aprendizagem possam ser imediatamente detectadas e revistas em busca da recuperação paralela. A avaliação da aprendizagem, considerada um processo contínuo e sistematizado, tem a finalidade de acompanhar, analisar e interpretar resultados obtidos durante as etapas da ação educativa, respeitadas as características de cada componente curricular. Esse processo está vinculado aos objetivos e critérios preconizados nos planos de ensino, os quais são de pleno conhecimento do educando, e fornecerão os necessários subsídios para as ações de orientação ao mesmo, visando a melhoria de seu desempenho e o aprimoramento da educação oferecida pela instituição. Sendo a avaliação, especialmente a de caráter formativo, um processo contínuo, deverão não só fornecer ao docente informações sobre a construção gradual do conhecimento pelo educando, como dar-lhe visão sobre a possível necessidade de recuperação imediata, fato esse, que deve ser de conhecimento do docente e do educando, simultaneamente. Dentro desse procedimento, é 41 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” possível apurar as competências dominadas pelo educando, detectando seus avanços e dificuldades, já provendo nova orientação, se necessária, tendo sempre em vista a melhoria de seu desempenho. Para concretizar-se essa etapa, serão empregadas formas diversificadas de avaliação, a fim de permitir ao educando empregar várias habilidades mentais, assegurando, assim, maior eficácia na interpretação do processo de avaliação. Com a finalidade de ser conhecido o nível de assimilação dos conhecimentos em cada unidade de ensino, ao seu final será realizada uma avaliação somativa que expressará o percentual de objetivos alcançados pelo educando e equivalerá a uma nota de números inteiros de 0 (zero) a 100 (cem). O educando que não tiver obtido o domínio mínimo de 50% (cinqüenta por cento) dos objetivos propostos, dos quais tem pleno conhecimento, será convocado a participar de estudos de recuperação. Tendo sido concluído um período predeterminado de avaliação, ao educando será atribuída uma nota síntese, que o docente obterá pelo cálculo da média aritmética de todas as notas obtidas, desprezados os décimos resultantes da divisão. • Recuperação A recuperação é parte integrante do processo de ensino aprendizagem, e deverá compreender tanto a orientação contínua na assimilação de conhecimentos não obtidos, quanto à criação de novas situações de aprendizagem, suprindo, assim, os meios para atingir objetivos que não puderam ser ainda alcançados. O processo de recuperação deverá ocorrer: 42 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” a) Quando o aluno obtiver aproveitamento inferior a 50% (cinqüenta por cento), após a avaliação somativa realizada ao final de cada unidade de ensino desenvolvida. b) Paralelamente ao processo de ensino e aprendizagem, de forma contínua, quando o docente orientará o educando a desenvolver os trabalhos em novas situações, através de atividades diversificadas. Essas atividades diversificadas deverão abordar todos os objetivos da unidade, dando-se especial atenção àqueles que não foram alcançados na etapa avaliativa. Ao final desse processo de recuperação, o aluno será submetido a uma nova avaliação somativa da unidade, que resultará em uma nota expressando a porcentagem de objetivos então alcançados e substituirá aquela insuficiente que gerou o processo de recuperação. • Promoção No Curso de Aprendizagem Industrial, será considerado promovido ou concluinte de estudos o educando que, ao final do período letivo, obtiver em cada componente curricular a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) e a nota final (NF) igual ou superior a 50 (cinqüenta), numa escola de 0 (zero) a 100 (cem). Esta nota será obtida através da média ponderada entre as notas síntese do primeiro e do segundo períodos de avaliação (NS1 e NS2, respectivamente), segundo a fórmula: NF = (NS1 x 1 + NS2 x 3) : 4, desprezando-se os décimos resultantes. 43 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” O resultados de cada período de avaliação e o resultado final serão comunicados aos alunos por meio de boletim, em datas definidas no calendário escolar. Na Formação Continuada será considerado concluinte do módulo o aluno que, ao seu término, obtiver nota mínima igual ou superior a 50 (cinqüenta) e freqüência igual ou superior ao 75% (setenta e cinco por cento). Na Formação Continuada sob Medida para Empresas ( FE ), será considerado concluinte do módulo o aluno que, ao seu término, obtiver freqüência igual ou superior a 75% ( setenta e cinco por cento ). - Retenção Será considerado retido, ao término de cada período letivo, ou módulo, o educando que não obtiver, em cada componente curricular, nota final ( NF ) igual ou superior a 50 ( cinqüenta ), numa escala de 0 ( zero ) a 100 ( cem ), e freqüência mínima de 75% ( setenta e cinco por cento ). O educando retido no último período letivo do curso em até 3 ( três ) componentes curriculares poderá cumprir apenas o (s) componente (s) curricular (es) objeto da retenção. - Compensação de ausências Será concedida ao aluno com ausência superior a 25% das aulas previstas a oportunidade de compensá-las em período a ser determinado conforme disponibilidade de instalações, recursos humanos, mateiriais e orçamentários. O Conselho de Classe decidirá sobre a conveniência da compensação, considerando as justificativas apresentadas pelos alunos. 44 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” Obs. O Conselho de Classe para os Cursos de Formação Continuada será composto pelos Coordenadores Técnico e Pedagógico, Responsável pela Formação Continuada e Docentes do curso em que o aluno estiver matriculado. O aluno para ter direito de solicitar as compensações de ausência, deverá entregar na secretaria da escola, as justificativas de ausência, no prazo máximo de dois dias após a ocorrência da falta ( Atestado médico ou declaração de atendimento médico com data e horário determinados e declaração da empresa comprovando convocação para trabalho extraordinário com data e horário ou outra justificativa de natureza legal ) Nos Cursos de Formação Continuada o aluno será notificado pela secretaria da escola assim que ultrapassar o limite de 15% de ausências em relação ao total de aulas previstas. O aluno que ultrapassar o limite de ausências ( 25% das aulas previstas ), poderá requerer a compensação de ausências junto à secretaria da escola ( vide requerimento – anexo I ), no prazo máximo de 5 dias, contados a partir da data em que ultrapassou o limite estabelecido e com prazo hábil para compensação até o final do curso Obs. As orientações para compensação de ausências para os cursos ministrados na Escola estão contidas no Manual do Aluno, anexo desta Proposta Pedagógica. 45 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Aproveitamento de estudos O educando poderá requerer o aproveitamento de estudos junto à secretaria da unidade escolar. Se for maior de idade, o próprio educando fará o pedido e, se menor de idade, seus pais ou responsáveis. No ato do pedido , o solicitante deverá apresentar documentos comprobatórios, se os possuir, ou indicar os meios através dos quais adquiriu os conhecimentos. O Conselho de Classe analisará os pedidos e determinará a aplicabilidade ou não de qualquer espécie de provas para a devida comprovação dos conhecimentos, informando ao aluno o resultado dessa análise. Requisitos de Acesso Nos cursos de Formação Continuada – Escola o requisito de acesso quanto à escolaridade será o estabelecido nos Planos de Curso e/ou Ficha do Produto, e em casos excepcionais, poderá ser matriculado aluno com escolaridade abaixo da especificada, atendendo o disposto em análise crítica feita pelo Conselho de Classe. - Divulgação dos resultados Os alunos tomarão ciência de seus resultados de duas formas: 46 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - pelo docente, imediatamente após cada avaliação somativa ou conclusão de processo de recuperação; - pela secretaria da escola, após o encerramento de cada período de avaliação e após o encerramento do período letivo, através de boletim individual, em datas previstas no calendário escolar. - Aplicação de sanções disciplinares O aluno que infringir as normas disciplinares da unidade receberá orientação e será passível de advertência verbal, escrita ou afastamento temporário, de até três dias, de todas as atividades escolares, obedecidos aos seguintes critérios: - As penas de advertência escrita e de afastamento temporário deverão ser aplicadas pela direção da unidade ou, por sua delegação, pela coordenação pedagógica, com a ciência dos pais ou responsáveis. - Os casos de extrema gravidade serão passíveis de desligamento da unidade escolar. Essa pena só poderá ser aplicada, após ouvida a comissão de docentes, especialmente designada pelo diretor da escola para apuração dos fatos, com a anuência da autoridade competente. Toda e qualquer penalidade prevista no Regimento Comum das Unidades Escolares do SENAI somente poderão ser aplicadas se a decisão estiver fundamenta na legislação vigente, desde que salvaguardados: 47 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Ao direito à ampla defesa e recurso a órgãos superiores, quando for o caso. - A assistência dos pais ou responsáveis, no caso de aluno com idade inferior a 18 anos. 12 - Ações Educativas 12.1 – Atualização das competências dos funcionários Periodicamente através do PDP – Plano de Desenvolvimento de Pessoal, a escola avalia a necessidade de aprimoramento das qualificações dos funcionários, desenvolvendo um plano de capacitação baseado nessas necessidades, que pode ser desenvolvido na própria escola, nos corporativos ou em instituições externas. A avaliação das necessidades e programação de treinamentos são desenvolvidos em consonância com o estabelecido pelas diretrizes emanadas pela DRH. 12.2 – Competências transversais As competências transversais são desenvolvidas na escola por meio de comissões instituídas como o Núcleo de Prevenção de Acidentes e Qualidade Ambiental - NPAQA, Qualidade, Convívio Social e Profissional. Assim, além de trabalhar com o programa previsto na organização curricular, os docentes e a equipe escolar, constantemente, orientam os alunos 48 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” com relação aos temas transversais através de variadas atividades extracurriculares. Temas como higiene, segurança, saúde, meio ambiente qualidade no trabalho, são abordados conforme as orientações do Departamento Regional do SENAI-SP e segundo a LDB. As estratégias desenvolvidas par a abordagem dos temas são: - Palestras sobre saúde, abordando assuntos relativos a drogas ilícitas, DSTs/AIDS, tabagismo, entre outros. - SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – realizada anualmente pela NPAQA - Visitas a empresas, para alunos dos termos finais, conforme disponibilidade de recursos da AAPM. - Hasteamento e Arriamento da Bandeira Nacional – Todas as quartas – feiras pela manhã é feito o hasteamento com todos os alunos e docentes do período da manhã. No final da tarde, o arriamento é feito também com o canto do Hino Nacional Brasileiro, com a participação de todos os alunos e docentes do período. - Gincanas – Realizar anualmente uma gincana recreativa / cultural / assistencial que promova a pró atividade dos alunos e o envolvimento da escola com a comunidade. 12 .3 – Atividades de apoio e incentivo ao desempenho dos alunos - Visitas Técnicas: a participação de alunos em feiras, exposições, visitas a indústrias ou outras escolas SENAI, ocorrerão mediante a autorização dos pais para alunos menores de 18 anos e mediante custeio de 50% das despesas decorrentes, ficando a AAPM responsável pelo complementação. 49 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” - Prêmio “Roberto Mange”: Prêmio concedido ao melhor aluno dos Cursos de Aprendizagem Industrial, escolhido dentre os formandos do período. A escolha é feita com critérios extraídos do perfil profissional de conclusão idealizado pelo SENAI. - Prêmio Melhor Desempenho nas Oficinas: Prêmio concedido ao aluno que tenha o melhor desempenho entre os alunos de uma mesma ocupação ao término do curso. - Prêmio Mitutoyo: Premiação fruto de parceria com a empresa Mitutoyo, concedido ao aluno formando com melhor desempenho nas aulas práticas na oficina de Usinagem. - Prêmio por Aproveitamento e Assiduidade: Concedido semestralmente aos alunos de qualquer termo que obtenha notas maior ou igual a 90 em todos os componentes curriculares e freqüência 100%. Este prêmio é concedido pela AAPM. - Concurso de freqüência entre as turmas: Concurso realizado semestralmente entre as turmas do Curso de Aprendizagem Industrial, com premiação mensal ( Lanche especial ) e ao final do semestre, uma visita técnica para a turma de cada período que tiver a melhor média de freqüência. Também no final do semestre é sorteada entre todos os alunos que alcançarem freqüência 100% uma bicicleta adquirida pela AAPM. - Conselho Discente: Instituição de representação dos alunos com objetivo contribuir para o bom andamento do processo de ensino e aprendizagem, apresentando reclamações com sugestões de melhorias para a Direção da Escola. - Orientação Educacional: Atua junto aos alunos detectando problemas que possam gerar distúrbios de aprendizagem; integrando e ajustando o aluno 50 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” a todas as atividades desenvolvidas na escola, sejam elas de cunho pedagógico, cívico, recreativo e comunitário. Também apoia a coordenação e os docentes em aspectos relativos ao desempenho escolar dos alunos. 13 - Controle de revisões 51 Proposta Pedagógica - 2008 Escola SENAI “Manoel José Ferreira” VERSÃO DATA NATUREZA DA ALTERAÇÃO 02 02/01/2005 Segunda Emissão 03 02/01/2006 Terceira Emissão 04 02/01/2007 Quarta Emissão 05 25/04/2008 Quinta Emissão Elaboração CFP 5.06 52 Data 25/04/2008 Aprovação Diretor do CFP Data 25/04/2008 Proposta Pedagógica - 2008