Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación
Uma experiência de produção textual acadêmica para a
Web: um olhar sobre os ciberartigos
FERREIRA, L. P. S.
1
ISBN: 978-84-7666-210-6 – Artículo 865
Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación
Uma experiência de produção textual acadêmica para a
Web: um olhar sobre os ciberartigos
Lucas Pazoline da Silva Ferreira, Universidade Federal de Pernambuco,
[email protected]
1 INTRODUÇÃO
Primeiramente, cumpre ressaltar que este trabalho apresenta uma síntese de
alguns resultados do projeto intitulado Ciencidade: o ciberartigo como gênero
acadêmico emergente na web, desenvolvido entre 2012 e 2013 pelo pesquisador
Lucas Pazoline da Silva Ferreira, sob a orientação da Prof.ª Dr.ª Lilian Cristina
Monteiro França. Além disso, como tal investigação foi realizada no âmbito de um
mestrado acadêmico em Letras, pressupõe-se que os dados apresentados aqui foram
avaliados por uma banca composta por doutores na área, como regulamenta o
Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Sergipe,
instituição à qual o projeto supracitado é vinculado.
As Tecnologias da Informação e Comunicação estão incorporadas às variadas
esferas da atividade humana, influenciando processos criativos e comunicativos da
sociedade. Nesse sentido, observa-se que a utilização da Internet e da World Wide
Web permitiu, entre outros fatos, o surgimento de uma cultura que, em certa medida,
está impulsionando modificações nos modelos tradicionais de produção textual
acadêmica, especificamente nos elementos composicionais desses textos de
divulgação e consolidação de conhecimento científico.
Tais afirmações podem ser corroboradas ao observar, por exemplo, a
emergência de uma nova perspectiva de produção/divulgação de textos científicos, a
saber: propostas consolidadas, como a Revista Ciência em Curso
(http://www.cienciaemcurso.unisul.br) e o Journal of Visualized Experiments
(http://www.jove.com);
ou
protótipos,
como
o Article
of
the Future
(http://articleofthefuture.com). Todas essas plataformas digitais legitimam o gênero
textual o qual Ferreira (2014) denomina de “Ciberartigo”.
Diante dessa conjuntura, objetiva-se analisar uma experiência de produção de
ciberartigos, isto é, de textos acadêmicos pautados na integração de linguagens
(verbal e não verbal) possibilitada pelas ferramentas digitais. Este trabalho se
fundamenta basicamente em estudos que relacionam gêneros textuais e ferramentas
digitais (XAVIER, 2001; 2009; 2010); nas concepções de ciberespaço, cibercultura e
virtualidade (LÉVY, 1993; 1996; 1999; 2003), e nas ideias sobre o desenvolvimento da
Web (BERNERS-LEE, 1996; 2001; 2006).
O percurso metodológico desta investigação se constituiu na elaboração e
realização de uma experiência de produção de ciberartigos em um ambiente virtual
específico, no qual alunos e professores da Universidade Federal de Sergipe, no
Brasil, ingressaram entre os meses de novembro e dezembro de 2012. Esse
experimento foi realizado em etapas de atividades semanais, compostas por
procedimentos e expectativas específicas. Enfim, este trabalho se desenvolve
basicamente em dois momentos: no primeiro, será apresentada uma discussão
preliminar acerca da concepção de Ciberartigo em contraste com a ideia de Artigo
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Científico Tradicional; no segundo, será descrita e analisada a experiência de
produção supracitada.
2 CIBERARTIGO: CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES E EXPERIMENTAÇÕES
2.1 Uma concepção de ciberartigo: (des)necessária?
Inicialmente, deve-se considerar que o Artigo Científico Tradicional (ACT)
possui uma estrutura de base secular enquanto a “tradição” digital desse gênero (o
artigo digitalizado ou versão eletrônica) tem pouco mais de quatro décadas. Desde o
século XVII, com o surgimento das sociedades científicas e de uma comunicação
científica periódica, a composição textual do artigo científico segue paralelamente ao
desenvolvimento dos meios de comunicação. Por exemplo, antes do formato que
atualmente circula nas principais universidades do país, o qual foi estruturado a partir
do século XIX, seguia-se um modelo semelhante ao de envio de cartas.
Embora a tecnologia digital promova, por exemplo, uma maior facilidade e
rapidez com as quais um cientista busca, avalia e compartilha dados científicos, tal
conjunto informacional, geralmente, apresenta-se em forma de um ACT (à base de
papel), mesmo que digitalizado. Sendo assim, busca-se considerar a existência de
duas modalidades do gênero artigo científico: o Artigo Científico Tradicional (impresso
ou digitalizado) e o Ciberartigo.
Tal perspectiva está ancorada em aspectos estruturais e composicionais
específicos de cada domínio de produção, no caso em estudo, o domínio virtual, uma
vez que ambas as variáveis têm como propósito comunicativo apresentar os
resultados ou o andamento de uma pesquisa. Por outro lado, cumpre destacar que
cada uma dessas modalidades possui características particulares. No caso do
ciberartigo, o suporte virtual tem a possibilidade de transformá-lo em um hipertexto
digital diferente de uma digitalização (ou versão eletrônica). O ACT, por sua vez,
possui uma estrutura intimamente relacionada ao contorno da mídia impressa. A
Figura 1 apresenta uma proposta inicial para o estudo do fenômeno (Ciberartigo).
Figura 1 - Continuum de elementos característicos das modalidades do artigo científico
Ferramentas interativas
Multimídia
Links não automáticos (termo
linkado ≠ endereço
eletrônico)
Digitalização – Links
automáticos (termo linkado =
endereço eletrônico)
Marginalia
IMPRESSÃO (PAPEL) WEB, MÍDIAS DIGITAIS
ACT Ciberartigo
ARTIGO CIENTÍFICO (continuum)
Fonte: Próprio autor (2014)
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Resumindo, entre o ACT e o Ciberartigo, há diferenças em relação a
determinadas exigências de escrita (por exemplo, a escrita de hiperlinks para artigos
impressos); à presença de multimídia (mídia estática e mídia dinâmica ou apenas
mídias dinâmicas); e à incorporação de ferramentas interativas (para visualização de
multimídia, comentários ou correções etc.). Por isso, o ACT se distingue do Ciberartigo
em seu processo de construção (para uma interface digital) e em sua natureza, uma
vez que este se constitui na linguagem digital (hipertexto), adquirindo vários de seus
aspectos
(volatilidade,
topografia,
multisemiose,
acessibilidade
ilimitada,
interatividade).
Portanto, o ciberartigo pode ser considerado um gênero emergente
na Web, visto que se diferencia do gênero textual artigo científico
tradicional, na medida em que se caracteriza pela integração de
diferentes linguagens e ferramentas, em um modelo específico de
escrita e leitura, somente possível através das tecnologias digitais.
Enfim, a composição de um ciberartigo tem por princípio se ajustar
aos vários recursos do suporte virtual, evidenciando desde hiperlinks
estruturados sem uma influência normatizadora direcionada ao
modelo tradicional (impressão) até possibilidades de introduzir
multimídia e ferramentas interativas nos textos. (FERREIRA, 2014,
p.102)
Diante do exposto, adota-se a ideia de que ciberartigo é tanto uma
nomenclatura quanto um conceito necessário. Trata-se de uma perspectiva que está
incorporada a um objeto de estudo relevante e ainda pouco estudado nos dias atuais,
quando a quantidade de pesquisadores e, consequentemente, de produção científica a
ser divulgada crescem exponencialmente, bem como as distintas possibilidades
metodológicas propiciadas pelas novas tecnologias. A seguir, será vista uma dessas
possibilidades da cibercultura.
2.2 Uma experiência de produção de ciberartigos
Neste momento, será apresentada uma experiência de produção textual
acadêmica com foco no ciberartigo. Trata-se de um dos procedimentos de observação
e coleta de dados proposto pelo projeto Ciencidade: o ciberartigo como gênero
acadêmico emergente na web. Para a realização dessa etapa, foram convidados
professores e alunos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) a fim de criar grupos
específicos
para
a
concretização
dos
trabalhos
no
Ciencidade
(www.ciencidade.com.br), a plataforma virtual escolhida pela integração que faz entre
uma rede social científica e um periódico acadêmico devidamente registrado.
2.2.1 Da plataforma
Como dito, o Ciencidade (ver Figura 2) é um ambiente virtual que possibilita a
criação de uma comunidade científica e a publicação de ciberartigos em um periódico
especializado. O usuário interessado em se tornar um membro dessa rede precisará
realizar um cadastro na plataforma. Aliás, cumpre ressaltar que o Ciencidade pode ser
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considerado a primeira rede social científica do Brasil destinada à publicação
periódica, à divulgação e à criação de ciberartigos. Enquanto rede social, esse sistema
é semelhante ao Facebook, uma vez que evidencia o relacionamento baseado em
comunicação e troca de arquivos diretamente entre seus membros. Já enquanto
periódico, a plataforma está devidamente registrada no Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, órgão responsável pelo registro dos
periódicos nacionais por meio do ISSN (International Standard Serial Number).
Em termos técnico-informáticos, o Ciencidade surgiu a partir da remodelagem
do sistema Joomla 1 juntamente com o componente Jomsocial. Sendo assim, trata-se
de um sistema open source de gerenciamento de conteúdo baseado em CMS
(Content Management System), em PHP (uma linguagem de programação) e em
MySQL (um gerenciador de banco de dados). Disponível em várias línguas, esse
sistema Joomla/Jomsocial permite o arquivamento e a publicação de conteúdos, o
gerenciamento de grupos de usuários, e a incorporação de ferramentas para
comunicação.
Figura 1 - Ciencidade
Fonte: Próprio autor (2014)
Em relação ao periódico, o Ciencidade-Ciberpub atualmente se destina a
trabalhos nas áreas de Letras, Linguística, Educação e Comunicação Social, mas se
espera que outras áreas possam se integrar a ele. Aliás, ele recebe trabalhos em fluxo
contínuo, os quais podem ser avaliados tanto pela equipe do corpo editorial quanto por
professores convidados pelo sistema, os quais, além de devidamente cadastrados no
Ciencidade, devem se enquadrar na temática da publicação a ser avaliada.
Um dos diferenciais do Ciberpub em relação a outros periódicos com propostas
semelhantes é a utilização de ferramentas colaborativas, a saber: edição textual
compartilhada (escrita colaborativa), comentários, mecanismos de divulgação, e,
especialmente, a possibilidade de utilizar multimídia e hiperlinks na composição das
publicações, ou melhor, no corpo do texto. A proposta de escrita colaborativa do
Ciencidade, por sua vez, está presente desde comentários e revisões de outros
membros até a edição e publicação final.
1
A versatilidade do sistema Joomla pode ser conferida em http://demo.joomla.org.
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2.2.2 Dos participantes
Inicialmente, estimava-se um grupo de 15 (quinze) envolvidos na produção de
ciberartigos no Ciencidade. Entretanto, desse total, 10 (dez) confirmaram participação
e 4 (quatro) realmente concretizaram todos os procedimentos orientados na
experiência. Cada convite foi realizado mediante a adequação desses participantes a
alguns critérios, a saber: indivíduos entre 18 e 25 anos (nativos digitais); alunos de
cursos presenciais de graduação em Letras e Comunicação Social da Universidade
Federal de Sergipe (pessoas da área de estudo do pesquisador – Letras – e de sua
orientadora – Comunicação Social – que foram parceiras em trabalhos anteriores);
pesquisadores envolvidos com grupos de pesquisa e que já tenham produzido e
publicado, pelo menos, um artigo científico; estudantes que, no mínimo, possuem
conhecimentos básicos sobre edição de multimídia e hipermídia, diagramação de texto
no computador, criação de hipertextos, entre outros.
Além desses participantes/alunos que constituíram o Grupo de Produção,
foram convidados outros 10 (dez) indivíduos com diferentes graus de titulação, todos
pertencentes aos cursos de Letras ou Comunicação Social da UFS. Essas pessoas
compuseram o Grupo de Avaliação, responsável por orientações e avaliação dos
textos que estavam sendo produzidos. No entanto, desses 10 (dez) convidados,
apenas 3 (três) realmente participaram das atividades. Enfim, o Quadro 1 apresenta
algumas características dos convidados e das tecnologias que eles possuíam para a
realização da experiência.
Quadro 1 - Participantes da experiência de produção de ciberartigos
Graduando
GRUPO DE PRODUÇÃO
Formação
Tipo de acesso à
internet (casa)
Comunicação Social
3G
Velocidade de
conexão
2MB
Tem
computador
SIM
Graduando
Comunicação Social
3G
5MB
SIM
Graduando
Comunicação Social
Banda Larga
2MB
SIM
19
Graduando
Comunicação Social
Banda Larga
5MB
SIM
P5*
22
Graduando
Comunicação Social
Banda Larga
2MB
SIM
P6**
23
Graduando
Letras
Banda Larga
2MB
SIM
P7*
22
Graduanda
Letras
Banda Larga
2MB
SIM
P8**
22
Graduanda
Letras
Banda Larga
2MB
SIM
P9*
23
Graduando
Letras
Banda Larga
10MB
SIM
P10*
24
Graduanda
Letras
Banda Larga
2MB
SIM
Participante
Idade
Titulação
P1
24
P2
22
P3
21
P4
* Não realizou o cadastro no Ciencidade
** Realizou o cadastro no Ciencidade, mas não participou das atividades
Participante
Idade
Titulação
Av1
Av2
Av3*
Av4*
Av5**
Av6
Av7*
Av8*
Av9*
Av10*
48
36
26
54
23
22
38
50
26
52
Doutora
Mestrando
Mestranda
Doutor
Mestranda
Mestrando
Doutora
Doutora
Mestrando
Especialista
GRUPO DE AVALIAÇÃO
Formação
Participou de avaliação de
publicações científicas
Comunicação Social
SIM
Letras
SIM
Comunicação Social
NÃO
Comunicação Social
SIM
Letras
SIM
Letras
SIM
Letras
SIM
Letras
SIM
Letras
NÃO
Letras
NÃO
Tem computador com
acesso à internet
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
* Não realizou o cadastro no Ciencidade
** Realizou o cadastro no Ciencidade, mas não participou das atividades
Fonte: próprio autor (2014)
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No Quadro 1, pode ser observado que muitos desistiram antes de o trabalho
ser iniciado, alegando falta de tempo ou defeito no computador ou similar. Todavia,
mesmo com um número reduzido de participantes, não houve a necessidade de
paralisar os trabalhos, pois o objetivo da experiência não era a obtenção de um grande
número de amostras, mas corroborar a possibilidade de uma produção efetiva de
ciberartigos, cujas várias etapas serão apresentadas a seguir.
2.2.3 Das etapas de produção
Para iniciar o experimento, todos os convidados que confirmaram participação
receberam um link de cadastro no Ciencidade. Além disso, foram enviadas instruções
sobre as etapas de produção dos ciberartigos, a saber: Ambientação; Apresentação
das pesquisas; Maturação dos trabalhos; Conclusão das atividades; e Feedback.
Cumpre ressaltar que, durante todo esse processo, os participantes foram orientados
sobre possíveis problemas que o Ciencidade poderia apresentar (erros no arquivo de
tradução ou lentidão ao manipular alguns formatos de mídia), visto que a plataforma
não foi desenvolvida por especialistas em computação.
*
A primeira etapa serviu basicamente para conhecer e testar o Ciencidade e
alguns de seus recursos, como o editor de textos e a rede social. Já na segunda
etapa, houve a apresentação inicial das propostas de produção textual, as quais
estavam relacionadas às pesquisas (individuais ou de programas de iniciação à
pesquisa) realizadas pelos alunos do Grupo de Produção. A partir desse momento, foi
estimulado um movimento de colaboração estabelecido por sugestões e comentários
sobre as produções textuais. Entretanto, nesse momento, observaram-se desistências
por parte de muitos participantes, que, como dito, alegaram falta de tempo ou defeito
no computador ou similar. Assim, para facilitar e acelerar os trabalhos, visto que mais
desistências colocariam o experimento em risco, foi sugerido que cada participante
publicasse algum trabalho (finalizado ou em rascunho) para depois configurá-lo em um
ciberartigo.
Na terceira etapa, ainda com os textos em processo de maturação, os
ciberartigos começaram a surgir, especialmente com a introdução de multimídia e de
hiperligações, elementos que agregaram contornos diferenciados às publicações.
Além disso, o movimento colaborativo da etapa anterior continuou (ver Anexo B) no
intuito de possibilitar melhorias aos ciberartigos que, por sua vez, foram submetidos ao
periódico Ciencidade-Ciberpub. Na quarta etapa, os trabalhos submetidos foram
avaliados por dois pareceristas do corpo editorial e publicados efetivamente no
periódico 2. Por último, foi solicitado a cada participante um Feedback tanto sobre a
experiência quanto sobre o Ciencidade de modo a apontar problemas e a propor
melhorias. O Quadro 2 apresenta as opiniões dos participantes do Grupo de Trabalho,
as quais foram divididas em pontos positivos e negativos.
Quadro 2 - Participantes da experiência de produção de ciberartigos
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Os materiais completos podem ser conferidos em http://1drv.ms/1kREfew.
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PONTOS POSITIVOS E
NEGATIVOS
PARTICIPANTE 1
PARTICIPANTE 2
PARTICIPANTE 3
PARTICIPANTE 4
Ponto positivo 1
A criação do ambiente que uniu
rede social ao conteúdo acadêmico.
Prático
Possibilidade de colaboração à
distância
Bom layout
Ponto positivo 2
Os cometários dos colegas acerca
dos conteúdos.
-
-
Boa iniciativa
Ponto positivo 3
-
-
-
-
Ponto negativo 1
Erros em usuário e confusão nos
recados mandados.
Nomes de ferramentas e
ícones não familiares
Navegabilidade muito confusa
Lento
Lentidão na postagem.
-
Requer conhecimento técnico
do usuário frequentemente
As páginas expiram
rapidamente
Não abre em todos os navegadores
e as vezes fora do ar.
-
-
-
Ponto negativo 2
Ponto negativo 3
Fonte: próprio autor (2014)
2.2.4 Da análise das publicações do Ciencidade-Ciberpub
Como mencionado, apenas 4 (quatro) participantes do Grupo de Produção
realmente concretizaram todos os procedimentos da experiência. Então, os quatro
ciberartigos resultantes serão analisados de forma conjunta, uma vez que adotaram
propostas semelhantes. As análises seguem basicamente um viés quantitativo e os
dados obtidos se delimitam à parte “textual” (introdução, desenvolvimento e
conclusão), estabelecida pela maioria dos manuais de metodologia científica. De modo
geral, o Quadro 3 apresenta os recursos digitais introduzidos na composição textual
dos ciberartigos publicados no Ciberpub.
Quadro 3 - Quantitativo de recursos digitais introduzidos, por extensão textual
TEXTO
PALAVRAS
LINKS (com repetição)
VÍDEOS
IMAGENS
Texto – P1
3.898
22 (22)
1
1 d/sh + 2e/sh
Texto – P2
2.624
10 (10)
2
2e/sh
Texto – P3
3.953
25 (25)
2
5e/sh
Texto – P4
2.813
11 (18)
1
3e/sh
Legenda: d= dinâmica; e = estática; sh = sem hiperligação.
Fonte: Próprio autor (2014)
Em relação aos hiperlinks, os mesmos foram estruturados para seguir
exclusivamente a dinâmica do suporte digital. Sendo assim, observou-se que a
estrutura linguística do endereço eletrônico (http://www.exemplo.com) não
necessariamente se repetiu enquanto expressão a ser “linkada”. Sendo os elementos
mais utilizados na produção dos ciberartigos no Ciencidade (ver Anexo A), os links
potencialmente ampliam a experiência de hiperleitura ao possibilitar elos entre
informações disponíveis na Web. Para entender melhor essas hiperligações exclusivas
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do ambiente digital, o Quadro 4 apresenta uma pequena amostra dos links que foram
encontrados nos ciberartigos do Ciberpub.
Quadro 4 – Amostra de links da versão final não publicada dos ciberartigos
EXPRESSÃO LINKADA
ENDEREÇO WEB
Ribas
seer.ufrgs.br/intexto/article/view/13377/8695
ComScore
http://www.comscore.com/
TWEETS_COLETADOS
http://www.ciencidade.com.br/ArquivosdeTexto/tweet/TWEET
S_COLETADOS_02.pdf
Enquanto em agosto do mesmo ano
quase 32 milhões de brasileiros
tenham visitado o Facebook, a rede da
Google registrou apenas 29 milhões
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/09/facebookultrapassa-orkut-em-usuarios-unicos-no-brasil-diz-ibope.html
Aqui
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-ultrapassaorkut-no-brasil-aponta-comscore
Facebook
http://www.facebook.com
SANTORO
http://dialogo.espm.br/index.php/dialogo/article/viewFile/17/20
MIELNICZUK, 2003, p. 20
http://pt.scribd.com/doc/12769270/Jornalismo-na-web-umacontribuicao-para-o-estudo-do-formato-da-noticia-na-escritahipertextual
TRASEL, 2007
http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/wiki_kuro.pdf
ZAGO, 2008, p.5
http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/indivi
dual44gabrielazago.pdf
P1
P2
P3
P4
TEXTO
Fonte: Próprio autor (2013)
Ao analisar o Quadro 4, nota-se que há hiperligações para diversas finalidades,
a saber: ampliar o conhecimento sobre as referências utilizadas ou direcionar o leitor
às exemplificações e ao banco de dados da pesquisa (corpora). Por conseguinte, além
de proporcionar certa “economia linguística” (em relação ao impresso ou digitalizado),
esses hiperlinks evidenciam um maior trabalho do autor, que agora deve selecionar
um elemento e vinculá-lo a um endereço eletrônico. De outro modo, esses elementos
podem ser criados automaticamente por meio de editores de textos, sistemas que
também reconhecem as expressões com “www” ou “@”, seguidas de “.com”.
Quando comparadas ao ACT, essas hiperligações do ciberartigo podem
favorecer uma maior fluidez na hiperleitura, pois cada link já se encontra ao longo do
texto e não em suas extremidades, como é o caso das notas de rodapé ou de fim. Por
outro lado, isso não quer dizer que a publicação digitalizada (ou “versão eletrônica”)
não possa sugerir caminhos de navegação ao hiperleitor. Porém, a economia
linguística na construção de links e certa liberdade (distanciamento da ABNT 3) se
transformam em características mais direcionadas ao ciberartigo do que ao ACT
digitalizado.
Em relação aos vídeos e imagens estáticas, nota-se que tais elementos foram
utilizados tanto para ilustrar as pesquisas desenvolvidas e publicadas quanto para
3
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
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propiciar outras formas de entender e caracterizar os objetos de estudo que foram
apresentados nos ciberartigos em questão, a saber: o Twitter e o Facebook. Assim,
diferente de ACT, o qual possibilita apenas a introdução de imagens estáticas, os
ciberartigos promovem a utilização de imagens dinâmicas (animações), que servem,
por exemplo, para apresentar várias imagens em um mesmo local no texto, fato que
ocorreu em uma das publicações. Enfim, o Quadro 5 apresenta os vídeos que foram
inseridos nas publicações.
Quadro 5 - Vídeos inseridos na versão final não publicada dos ciberartigos do Ciberpub
TEXTO
VÍDEO
Endereço web
O que é Twitter? - Pense Marketing Digital
http://www.youtube.com/watch?feature=
player_embedded&v=A2rzM7936Yg
00:02:24
História da Internet (History of the Internet) Legendado PT-BR
http://www.youtube.com/watch?v=A5dD
2x2iQx8&feature=player_embedded
00:08:00
Facebook - Documentário "A Internet" no
Discovery Channel
http://www.youtube.com/watch?v=u8v2q
V86ojk&feature=player_embedded
00:06:53
Em cinco anos, Twitter se transformou em
um fenômeno
http://www.youtube.com/watch?feature=
player_embedded&v=q9rhTvGN5BY
00:01:16
O que é Twitter? - Pense Marketing Digital
http://www.youtube.com/watch?feature=
player_embedded&v=A2rzM7936Yg
00:02:24
O twitter a serviço do jornalismo
http://www.youtube.com/watch?feature=
player_embedded&v=WbpO8vGYvgc
00:07:27
P2
P1
Título
P4
P3
DURAÇÃO
Fonte: Próprio autor (2014)
Logo, corrobora-se que uma das características do ciberartigo é a integração
entre linguagens audiovisuais e a linguagem verbal, cujas possibilidades de uso são
variadas mesmo que apenas contempladas em suporte virtual. Por outro lado, cumpre
destacar que essa característica se encontra em um continuum de elementos que
compõem um ciberartigo. Sendo assim, embora a presença de imagens dinâmicas
corrobore com a identificação de uma modalidade de produção e publicação diferente
do ACT, ela não necessariamente é obrigatória, uma vez que outros recursos podem
ser contemplados, como as ferramentas interativas.
Por fim, em relação às ferramentas digitais interativas, ressalta-se que os
hiperlinks e os elementos audiovisuais também podem ser considerados, em certa
medida, ferramentas digitais interativas. No entanto, o caráter interativo em questão
refere-se aos mecanismos que possibilitam um maior contato entre o autor, o leitor e o
texto. Tais dispositivos podem ser caixas de comentários ou de envio de e-mail,
botões ou ícones inseridos no texto, a partir dos quais o leitor poderá manipular o texto
digital.
Figura 3 – Exemplo de ciberartigo publicado no Ciencidade-Ciberpub
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Fonte: Próprio autor (2014)
Essa análise preliminar dos ciberartigos no Ciencidade-Ciberpub (Ver Figura 3)
evidencia uma proposta de publicação que ainda está em fase de amadurecimento.
Esse potencial de desenvolvimento pode ser observado em outros casos de produção
e publicação de ciberartigos, a saber: a Revista Ciência em Curso
(http://www.cienciaemcurso.unisul.br); o Journal of Visualized Experiments
(http://www.jove.com); o Article of the Future (http://articleofthefuture.com). Em
comparação com essas propostas, os ciberartigos apresentados neste estudo tendem
a incorporar uma variedade de recursos digitais a depender da pesquisa realizada e
dos conhecimentos técnico-informáticos do pesquisador, diferentemente das outras
propostas que focalizam ora a utilização de elementos audiovisuais (Jove) ora a
utilização de ferramentas interativas (Article of the Future).
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante do exposto, é nítido que a concepção de ciberartigo ainda precisa
amadurecer assim como as poucas iniciativas para sua produção também precisam.
Mesmo assim, essas propostas parecem apontar para uma tendência inovadora no
campo da comunicação científica digital. Todavia, para que haja realmente um
contexto ajustado aos ciberartigos, alguns problemas devem ser resolvidos, a saber:
1) há pouca quantidade de autores/leitores dispostos a produzir nesse formato; fato
atrelado à falta de processos de editoração e avaliação de periódicos adaptados às
peculiaridades da Cibercultura; 2) os órgãos reguladores (ABNT, IBICT) precisam dar
uma maior atenção à possibilidade de inserção de elementos audiovisuais e
ferramentas interativas no corpo das publicações; 3) hardwares e softwares com
desempenho insatisfatório para a edição de multimídia ou outros recursos on-line.
Por conseguinte, essas problemáticas evidenciam uma subutilização das novas
ferramentas digitais quanto à produção, à metodologia e à divulgação dos resultados
de investigações científicas, visto que o ACT digitalizado (ou versão eletrônica) se
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apresenta enquanto um dos modelos mais utilizados e que menos evidenciam o
potencial da tecnologia digital. Por isso, o Ciencidade se torna uma boa proposta de
intervenção, visto que possui características colaborativas, multimidiáticas e
hipertextuais, consolidando o ciberartigo enquanto um gênero acadêmico emergente
na Web.
Por fim, a experiência de produção de ciberartigos realizada no Ciencidade
pelos colaboradores deste projeto vem ratificar uma proposta que amplia os horizontes
da comunicação científica virtual. Na verdade, trata-se de um fenômeno cuja literatura
ainda é insuficiente. Sendo assim, espera-se que as discussões acerca do ciberartigo
(ou terminologias semelhantes) possam ser desenvolvidas a fim de ampliar e rever os
modelos tradicionais de produção e divulgação de conhecimento científico que ainda
se perpetuam através Web.
REFERÊNCIAS
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Citado
a
partir
de
cópia
disponível
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14
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ANEXO A – Lista completa de hiperlinks da versão final não publicada dos ciberartigos
TEXTO
EXPRESSÃO LINKADA
“MIELNICZUK, 2003, p. 20”
PARTICIPANTE 4
PARTICIPANTE 3
PARTICIPANTE 2
PARTICIPANTE 1
“TRASEL, 2007”
“ZAGO, 2008, p.5”
“SILVA & CHRISTOFOLETTI, 2010, p. 67”
“Jaiku”
“Powce”
“Cases e Garcia (2011)”
“TELLAROLI apud O ESTADO DE SÃO PAULO, 2010, p. 2”
“Vanessa Nunes (2009)”
“MARTELETO, 2001, p. 72”
“GARTON, 2009, p.4”
“Recuero (2009).”
“CASAES & GARCIA apud BIKHCHANDANI, HIRSHLEIFER
& WELCH, 2007, p.7”
“Silva e Christofoletti (2010)”
“Mota e Carvalho (2010).”
“PALAZI apud SCHONFELD, 2009, p. 2”
“Folha de São Paulo”
“SILVA, 2009, p. 25”
“Para Aguiar (2009)”
“Quivy e Champenhoudt (1992)”
“TABELA_1_Ciencidade.pdf”
“TinyURL”
“Facebook”
“MySpace”
“AZAMOR”
“PALAZI e ZANOTI”
“PALAZI e OCTAVIANO”
“TMZ”
“Grupo Pão de Açúcar”
“site oficial”
“SANTORO”
“SixDeegres”
“early adopters”
“Live Journal”
“Asianevenue”
“Blackplanet”
“Migente”
“Fotolog”
“Friendster”
“Google”
“MOL Global”
“MySpace”
“News Corporation”
“Enquanto em agosto do mesmo ano quase 32 milhões de
brasileiros tenham visitado o Facebook, a rede da Google
registrou apenas 29 milhões”
“aqui”
“Facebook”
“SocialBakers”
“aqui”
“syndication”
“feeds”
“fala completa de Zuckerberg sobre a aquisição da nova
plataforma”
“ferramentas de localização geográficas presentes na
plataforma”
“página de princípios”
“Políticas de uso de dados”
“política de uso de dados”
“cookies”
“timeline”
“Ribas”
“ComScore”
“PALAZI e OCTAVIANO”
“Orkut”
“My Space”
“MORETZSOHN”
“RECUERO”
“RECUERO”
ENDEREÇO WEB
http://pt.scribd.com/doc/12769270/Jornalismo-na-web-uma-contribuicao-para-o-estudo-do-formato-da-noticia-na-escritahipertextual
http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/wiki_kuro.pdf
http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/individual44gabrielazago.pdf
http://seer.ufrgs.br/intexto/article/view/13377/8695.
http://mashable.com/category/jaiku/
http://pownce.com/
http://www.jackbran.com.br/lumen_et_virtus/numero4/PDF/PRODU%C3%87%C3%83O%20E%20CONSUMO%20DE%20
NOT%C3%8DCIA.pdf
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/famecos/article/viewFile/7794/5526
http://wp.clicrbs.com.br/vanessanunes/tag/twitter/page/2/
http://www.scielo.br/pdf/%0D/ci/v30n1/a09v30n1.pdf
http://jcmc.indiana.edu/vol3/issue1/garton.html%3E
http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/midia_social_alem_do_hype.html
http://www.jackbran.com.br/lumen_et_virtus/numero4/PDF/PRODU%C3%87%C3%83O%20E%20CONSUMO%20DE%20
NOT%C3%8DCIA.pdf%20
http:/seer.ufrgs.br/intexto/article/view/13377/8695
http://www.intercom.org.br/sis/2010/resumos/R5-1016-1.pdf
http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/%20ana_paula_palazi;_carolina_izzo_octaviano.pdf.
http://www.folha.uol.com.br/
http://www.sobreblogs.com.br/blogfinal.pdf
http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2009/resumos/R15-0512-1.pdf
http://w3.ualg.pt/~aferreir/%20PS_TDC/investig.pdf
http://www.ciencidade.com.br/ArquivosdeTexto/tabela/TABELA_1_Ciencidade.pdf
http://tinyurl.com/
http://www.facebook.com
br.myspace.com/
http://lista10.org/tech-web/as-10-maiores-redes-sociais-do-mundo/
http://www.puc-campinas.edu.br/pesquisa/ic/pic2009/resumos/%7B94A15981-82EB-40E6-9B6649339E2CE514%7D.pdf%3E
http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/ana_paula_palazi;_carolina_izzo_octaviano.pdf
http://www.tmz.com/
https://twitter.com/paodeacucar
http://www.paodeacucar.com.br/
http://dialogo.espm.br/index.php/dialogo/article/viewFile/17/20
http://sixdegrees.com/
http://en.wikipedia.org/wiki/Early_adopter
http://www.livejournal.com/
http://www.asianave.com/
http://www.blackplanet.com/
http://www.migente.com/
http://www.fotolog.com.br/
http://w.friendister.com
http://www.google.com.br/
http://www.molglobal.net/
br.myspace.com/
http://www.newscorp.com/
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/09/facebook-ultrapassa-orkut-em-usuarios-unicos-no-brasil-diz-ibope.html
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-ultrapassa-orkut-no-brasil-aponta-comscore
https://www.facebook.com/
http://www.socialbakers.com/facebook-statistics/
http://www.socialbakers.com/countries/continents/?worldInterval=last-week#world-intervals
http://en.wikipedia.org/wiki/Web_syndication
http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed
http://newsroom.fb.com/News/Facebook-to-Acquire-Instagram-141.aspx
https://www.facebook.com/about/location
https://www.facebook.com/principles.php
https://www.facebook.com/about/privacy/your-info
https://www.facebook.com/about/privacy/other
http://www.tecmundo.com.br/web/1069-o-que-sao-cookies-.htm
https://www.facebook.com/about/timeline
seer.ufrgs.br/intexto/article/view/13377/8695
http://www.comscore.com/
http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/ana_paula_palazi;_carolina_izzo_octaviano.pdf
www.orkut.com
http://www.myspace.com/
http://www.bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=moretzsohn-sylviavelocidade-jornalismo-0.html
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2005/resumos/R0096-1.pdf
http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_twitter_e_as_redes_sociais.html
“ZAGO”
http://pt.scribd.com/doc/5887184/O-Twitter-como-suporte-para-producao-e-difusao-de-conteudosjornalisticos
“SILVA, CHRISTOFOLETTI”
“TWEETS_COLETADOS”
http://seer.ufrgs.br/intexto/article/view/13377/8695
http://www.ciencidade.com.br/ArquivosdeTexto/tweet/TWEETS_COLETADOS_02.pdf
15
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Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación
ANEXO B - Comentários e pareceres sobre os textos antes da publicação final
PARTICIPANTE 1
USUÁRIO
HORÁRIO
17/12/2012
01:49
17/12/2012
01:45
17/12/2012
01:34
AVALIADOR 2
AVALIADOR 1
PARTICIPANTE 4
PARTICIPANTE 3
PARTICIPANTE 2
17/12/2012
01:23
16/12/2012
16:10
COMENTÁRIO
é um gif sim.
O texto reflete a ótima pesquisa bibliográfica que foi feita.A imagem corrompida todos falaram, porém creio que essa
questão da imagem é uma questão de todos, pois creio que fica melhor ver um padrão para que todos sigam. No mais,
parabéns.
O texto está ótimo, porém senti falta, também, dos subtítulos para dar nortear mais o leitor. P2, tentamos responder essa
questão do lead jornalístico no twitter, porém isso não fica evidenciado no portal G1, já que ele reproduz de forma
automática.
Acredito que essa contradição que o P2 e o P3 estão debatendo poderia ser evidenciada, no texto, através de uma
explicação de que o twitter instaura a era dos microblogs, porém adquire a dupla faceta de ser uma rede social e uma mídia
digital (adentrando nas suas conceitualizações). No mais, o texto está bem conciso e vai direto ao objetivo. Gostei das
imagens, porém não achei legal deixar deixar o texto ao lado das imagens.
Eloy, a estrutura do TWITTER é semelhante a estrutura do blog. É "considerado" microblog pelo fato da limitação de
caracteres nas postagens e a ordem de postagem também. E a partir do momento que ele se coloca como um dos sites
mais acessados do mundo e meio de comunicação entre pessoas, torna-se uma rede social na qual você compartilha
diversas coisas de maneiras distintas. De qualquer forma, irei rever minha colocação quanto ao "conceito". P1, posso te
garantir que eu não postei esse vídeo no meu trabalho e estou tão surpreso quanto você. Obrigado pelo elogio.
TEXTO COMENTADO
Twitter como ferramenta de apoio ao
jornalismo online
Mercantilização da informação e
captação da subjetividade coletiva a
partir de sites de redes sociais: o
caso do Facebook
A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio ao
jornalismo online
A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio à
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A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio à
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16/12/2012
15:45
O uso das imagens está muito bem posicionado e o texto é bem direto e com respaldo teórico, o que é legal. Acho que dar
uma verificada nas imagens que talvez estejam em um formato diferente e acabam corrompidas.
16/12/2012
15:39
O texto está construído de maneira harmoniosa. Porém, os tópicos conseguiriam dar uma facilitada. Talvez o
redimensionamento das imagens (ex.: Print do G1) fosse necessário.
16/12/2012
01:12
Há uma pequena contradição quando o autor conceitua o Twitter uma vez que é dito que o site úm microblog e logo em
seguida que é uma rede social.Do ponto de vista da formtação, acredito que cada uma das características deve ser
destacada em relação ao texto.
Mercantilização da informação e
captação da subjetividade coletiva a
partir de sites de redes sociais: o
caso do Facebook
A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio ao
jornalismo online
A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio à
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16/12/2012
00:57
Logo no começo do texto, o link sobre o Jornal do Brasil não abriu, tentei consertar mas não tive sucesso.Senti muita falta de
subtítulos delimitando os assuntos ao longo do texto. Além disso, penso que um aspecto como a adaptação do lead
jornalístico para a linguagem do Twitter.
A notícia em 140 caracteres: o twitter
como ferramenta de apoio ao
jornalismo online
16/12/2012
15:23
A terceira imagem é um gif? No meu pc ficou metade site do G1, metade Twitter. Pesquisa coerente e bem consolidada.
16/12/2012
15:19
Tenho a impressão que há uma imagem corrompida logo no início do texto, no ponto 1. No mais, achei a pesquisa bem
elaborada e escrita.
16/12/2012
15:16
Formatação e texto ótimos. Só não entendi esse vídeo do Gato de Botas no final.
07/01/2013
11:31
O texto é excelente e apresenta uma revisão de literatura segura. Apenas a formatação, o espaçamento e algumas normas
da ABNT merecem um ajuste. Como o espaçamento 1 nas citações.O material multimídia também está muito adequado.
03/01/2013
20:15
A sugestão é colocar as tabelas em um PP ou pdf, para dar mais fluidez ao texto.
03/01/2013
20:12
Para esse tipo de publicação talvez pudesse ser inserido um Power Point ou um pdf com as tabelas, assim o texto teria mais
fluidez na leitura.
03/01/2013
20:09
Além do que foi citado, sugiro um ajuste na formatação para facilitar a leitura.
07/01/2013
14:07
Esclarecer para o leitor sobre Web 2.0,a sigla RSS/RSS feed textualmente ou lincar os termos; Referendar o vai ser citado
(ou o que foi); Gramática: poderia rever algumas colocações de vígulas e crase.
06/01/2013
16:11
Apresentar melhor o trabalho no Resumo;Melhorar a conexão dos parágrafos às suas respectivas citações;Rever o final do
4º § do tópico 1 (sublinhei a parte);Melhorar a distribuição "física" do texto e das imagens...;Verificar a possibilidade de
citação em Conclusão.
30/12/2012
02:43
A critério do autor: utilização de títulos e/ou subtítulos;Há uma enumeração única (6. REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS),
mas não há antecedentes;Verificação gramatical;Considerações finais
30/12/2012
01:54
BREVE PARECERFaz-se necessário revisão gramatical; Ver Novo Acordo Ortográfico;Falar do programa que iniciou o
TWITTER (esclarecer o que seria o “tudo” que é colocado no 1º§ da Introdução);Realizar melhor conexão entre as citações
e os parágrafos antecedente e subsequente a elas: acontece com as de KOTLER, PALAZI e ZANOTIe de SANTORO
;Preparar o leitor para a utilização do termo “Universalidade”;Esclarecer o significado de RT para o leitor.
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Fonte: Próprio autor (2014)
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