UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE LETRAS
LICENCIATURA PORTUGUÊS – INGLÊS
Projeto apresentado ao Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade
Presbiteriana Mackenzie
2015
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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REITOR
Prof. Dr.-Ing. Benedito Guimarães Aguiar Neto
VICE-REITOR
Prof. Dr. Marcel Mendes
DECANO ACADÊMICO
Prof. Dr. Cleverson Pereira de Almeida
DECANO DE EXTENSÃO
Prof. Dr. Sérgio Lex
DECANA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Profa. Dra. Helena Bonito Couto Pereira
DIRETOR DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Prof. Dr. Alexandre Huady Torres Guimarães
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS
Prof. Dr. Ronaldo de Oliveira Batista (2011-2014)
Profa. Dra. Elaine Cristina Prado dos Santos (a partir de 2014)
COORDENADORA DE APOIO DOCENTE
Profa. Dra. Marili Moreira da Silva Vieira
EQUIPE DE APOIO PEDAGÓGICO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO
Profa. Dra. Esmeralda Rizzo
Profa. Dra. Marili Moreira da Silva Vieira
NDE DO CURSO DE LETRAS (a partir de 2015)
Profa. Dra. Ana Lucia Trevisan
Profa. Dra. Elaine Cristina Prado dos Santos
Profa. Dra. Maria Lucia C.M. Vasconcelos
Profa. Dra. Marisa Lajolo
Profa. Dra. Regina H.P. Brito
Profa. Dra. Vera H. Hanna
AUTORIA DO PROJETO PEDAGÓGICO
Prof. Dr. Alexandre Huady Torres Guimarães
Prof. Dr. Ronaldo de Oliveira Batista
CONSULTORIA E COLABORAÇÃO NO PROJETO PEDAGÓGICO
Profa. Dra. Helena Bonito Couto Pereira
Prof. Dr. José Gaston Hilgert
Profa. Dra. Maria Lucia C.M. Vasconcelos
Profa. Dra. Maria Luiza G. Atik
Profa. Dra. Neusa M.B. Bastos
Profa. Dra. Regina H.P. Brito
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Profa. Dra. Vera H. Hanna
SUMÁRIO
1. Histórico................................................................................................ 05
2. Visão e missão..................................................................................... 08
3. Contextualização da área de conhecimento...................................... 08
4. Contextualização do curso.................................................................. 11
5. Finalidades, objetivos e justificativas do curso................................ 14
6. Concepção acadêmica do curso......................................................... 18
7. Organização curricular........................................................................ 46
8. Administração acadêmica................................................................... 72
9. Corpo docente...................................................................................... 76
10. Infraestrutura...................................................................................... 79
Apêndice I – Ementas do Curso.............................................................. 84
Apêndice II - Matriz com créditos semanais de aula............................. 134
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
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1. HISTÓRICO1
1.1. Histórico da Mantenedora e suas atribuições
No âmbito da tradição calvinista, o projeto educacional que deu início ao Instituto
Presbiteriano Mackenzie, mantenedora da UPM, tem sua origem no ano de 1870, a partir da obra
de um casal de missionários norte-americanos, George e Mary Chamberlain, os quais, em sua
residência em São Paulo, abriram uma escola que, em ponto central da cidade, propunha-se a
formar e a instruir jovens gerações da comunidade paulistana.
Os missionários norte-americanos já chegavam, portanto, ao Brasil, atuando no âmbito do
que hoje poderíamos caracterizar como pluralismo cultural. Se fosse possível fotografar a cidade de
São Paulo de maneira singular, poderíamos redesenhar suas imagens com luzes e cores. Talvez a
rigidez se desfizesse do concreto, a diversidade de culturas e crenças desse vez a tons diversos; a
teia do tempo envolveria todas as coisas, e esse espaço de nascer e trabalhar, lugar também de se
fundar um aprendizado de viver, seria um arco colorido de organzas centenárias, flocos em
movimento em um tablado flamejante, imenso refletor.
A velocidade que a vida imprimiu à cidade transforma incessantemente a fisionomia das
ruas, dos bairros e provoca renovação contínua do lugar.
Felizmente, nessa paisagem, conservam-se algumas referências urbanas. O Mackenzie é
uma delas. As construções antigas de tijolos aparentes em seu vasto campus no centro de São
Paulo representam um marco na vida cultural da cidade, símbolo de excelência em educação.
O Mackenzie é uma comunidade fortemente integrada, e atribui-se a isso a identidade de
propósitos entre a comunidade de mestres e alunos e, acima de tudo, uma tradição cultural afetiva
compartilhada na Instituição, batizada de espírito mackenzista. Contribuem também a unidade de
campus e a proximidade física das unidades universitárias.
Das seis horas da manhã, quando se abrem os portões, até meia-noite, quando se apagam
as luzes, circulam pelo campus, aproximadamente, 39.000 alunos, da pré-escola à pós-graduação,
1.000 funcionários, 2.000 professores e mais de 5.000 visitantes que, por interesses diversos,
procuram o Mackenzie. São mais de 40.000 pessoas, número superior à população de muitas
cidades brasileiras.
Naturalmente, nem sempre foi assim. Quando o Mackenzie começou a nascer, não existiam,
em toda a cidade, 25.000 habitantes, que viviam concentrados no que hoje chamamos de Centro
Velho. Ainda havia escravidão, e o Brasil era um império iluminado com velas e lampiões de
Informações e textos sobre aspectos institucionais foram cedidos pelo Decanato Acadêmico da UPM, que os preparou
a partir de textos do PDI da Instituição.
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querosene. Culturalmente a cidade era dominada pela Academia de Direito, e o ensino básico e
secundário eram controlados pela Igreja Oficial do Império.
A escola fundada por George e Mary Chamberlain funcionava na sala de jantar da casa deles
e começou com apenas uma professora, a Sra. Chamberlain, e três alunos. Se numericamente a
escola era inexpressiva, a proposta pedagógica se apresentava ambiciosa e pioneira, para não
dizer francamente revolucionária para os padrões da época. Seu modelo baseava-se no sistema
escolar americano: as classes eram mistas, praticava-se ginástica, aboliram-se as repetições
cantadas e os castigos físicos (a famosa palmatória), introduziu-se a experimentação. Grande
ousadia foi enfatizar a liberdade religiosa, racial e política, numa época em que as escolas eram
reservadas à elite monarquista e escravagista. Nossa escola foi pioneira em receber filhos de
abolicionistas, republicanos, protestantes e judeus.
Os preceitos de solidariedade sempre ancoraram o projeto do Mackenzie, cuja proposta
educativa regeu-se, desde as origens, na mais plena tradição calvinista, sob o signo da tolerância
em termos religiosos, da democracia em seus aspectos políticos e do pioneirismo em sua dimensão
pedagógica. Foi assim que, em 1890, John Theron Mackenzie, ao fazer seu testamento, já com 80
anos de idade, doava, dos Estados Unidos para o Brasil, um montante de 30 mil dólares,
posteriormente acrescidos de mais 20 mil oferecidos por suas irmãs, para a construção no Brasil de
uma Escola Superior de Engenharia.
A pequena escola cresceu, e em 1896 começou a funcionar seu primeiro curso superior – a
Escola de Engenharia. Iniciavam-se os trabalhos da Escola de Engenharia Mackenzie, que se
consolidaria como uma das iniciativas pioneiras no âmbito do ensino superior brasileiro. Nessa
época, éramos o Mackenzie College, que por um período, em razão de problemas políticos e da
legislação de ensino da época, ficou vinculado à Universidade do Estado de Nova York, situação
que permaneceu até 1927.
O Mackenzie acompanhava o desenvolvimento do país republicano no campo da educação;
e para o Mackenzie também se havia voltado o olhar de inúmeros educadores "escolanovistas" que,
à época, levantavam a bandeira do ensino técnico-profissionalizante como um imperativo
necessário à reconstrução educacional do país. Em 1932 começavam as aulas do Curso Técnico
Mackenzie, destinado às áreas de Química Industrial, Mecânica e Eletricidade.
Nos anos 1940, o desenvolvimento do Mackenzie seria intensificado, com a instalação da
Faculdade de Arquitetura e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Em abril de 1952, foi
criada a Universidade Mackenzie. Com a implantação do curso de Ciências Econômicas em 1950, o
caminho para o surgimento da Universidade estava já consolidado.
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1.2. Histórico da Universidade e sua estrutura organizacional
Em 1952, foi reconhecida a Universidade Mackenzie que, na ocasião, contava com a Escola
de Engenharia e as Faculdades de Arquitetura, Filosofia, Ciências e Letras e Economia. Em 1954, a
criação do curso de Direito ampliaria o domínio pluridisciplinar que caracterizava a Universidade
Mackenzie. O Mackenzie, progressivamente, havia firmado seu lugar como uma das instituições
mais tradicionais - e, ao mesmo tempo, mais inovadoras - do Brasil.
Os anos 1980 e 1990 ampliaram o projeto educacional do Mackenzie, com a inauguração de
outras duas unidades, na região de Barueri (Unidade Tamboré) e em Brasília. Nos anos 1990,
também são iniciados vários Programas de Pós-Graduação, em nível de Mestrado.
Por seu histórico, evidencia-se, no curso universitário Mackenzie, tradição e solidez, inovação
e ousadia. Marco tradicional da cidade de São Paulo, às suas construções centenárias agrega-se
hoje o prédio da Reitoria e da Pós-Graduação, localizado na Rua da Consolação, atrás do conjunto
das demais instalações universitárias. O Mackenzie é talvez a primeira e certamente uma das
poucas instituições brasileiras que reúne em seu pátio desde estudantes e professores da PósGraduação, jovens da Graduação e do Ensino Médio, até crianças e adolescentes da Educação
Infantil e do Ensino Fundamental, em verdadeiro espírito de comunidade e integração entre mestres
e alunos.
A partir de 1997, consta do Plano Diretor da Instituição - que passou a chamar Universidade
Presbiteriana Mackenzie em 2003 - o projeto de investir significativamente na consolidação de seus
cursos de Pós-Graduação, procurando competir com padrões de excelência expressos na vida
universitária brasileira.
Em 2007, o Ministro de Estado da Educação, Fernando Haddad, por meio da Portaria nº
1168, de 5 de dezembro de 2007, credenciou o funcionamento do Campus Campinas da
Universidade Presbiteriana Mackenzie. Hoje, o Campus Campinas conta com dois cursos de
graduação: Direito e Administração.
Tomou posse em 25 de março de 2011 o Magnífico Reitor Benedito Guimarães Aguiar Neto.
Em seu discurso, afirmou que:
Hoje, a universidade deve (...) atender a um perfil de formação mais holística de concepção dos
fenômenos naturais, do meio ambiente e da sociedade. Contudo, sem abandonar (...) demandas
mais específicas da sociedade, pela pesquisa e extensão universitária. (...)
As atividades fins da universidade, ensino, pesquisa e extensão devem ser encaradas de forma
indissociável. Entretanto, o vetor integrador dessas dimensões é, sem dúvidas, o ensino e a
aprendizagem que se subordinam e articulam-se integralmente com as demais dimensões.
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Ao assumir, o novo Reitor apresentou o plano Visão 150, com o qual define uma série de
Diretrizes que nortearão o seu trabalho e dos Decanos e Diretores da UPM nos próximos anos.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie foi recredenciada por 10 anos, com conceito
referencial máximo, em 30 de dezembro de 2011, por meio da Portaria 1.824 (D.O.U. 02/01/2012 –
seção I – p. 8).
Assim, nesse espírito que inspira novos rumos, sem perder a tradição, inicia-se uma nova
década, com planos e ações inovadores. A mantenedora e a Reitoria se debruçam em reuniões de
planejamento estratégico, revisando, avaliando e lançando as diretrizes e as metas para o trabalho
com o Planejamento Estratégico 2012 – 2020, ocasião em que revisam a redação da Visão e da
Missão Institucional.
2. VISÃO E MISSÃO
A Visão do Instituto Presbiteriano Mackenzie permeia todos os planos de ação e a prática
cotidiana da Universidade. Dessa forma, a visão de “ser reconhecida pela sociedade como
instituição confessional presbiteriana e filantrópica, que se dedica às ciências divinas e humanas,
comprometida com a responsabilidade socioambiental, em busca de contínua excelência acadêmica
e de gestão” nos leva à busca de organização dos currículos de maneira que estes componentes se
reflitam em todos os aspectos.
O currículo e as políticas e estratégias de ação, dirigidos por esta visão, têm como fim maior
favorecer o reconhecimento efetivo, pelos alunos e pela comunidade, de uma instituição que prima
pela excelência, considerando seu papel na sociedade, sua relação com os outros e com Deus.
A missão oferece um direcionamento para a atuação deste curso no âmbito da sociedade
em que está inserido. O papel que o curso tem, por intermédio dos conteúdos, recursos e
metodologias próprios da área de atuação, é o de “educar o ser humano, criado à imagem de
Deus, para o exercício pleno da cidadania, em ambiente de fé cristã reformada”.
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DA ÁREA DE CONHECIMENTO
Letras como área de conhecimento situa-se nas Ciências Humanas e Sociais, Área III das
Humanidades - Referencial de Letras, segundo classificação do Ministério da Educação (MEC).
Especificamente, de acordo com a definição de áreas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (Capes), o Curso de Letras situa-se na área de Linguística, Letras e Artes. A classificação
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em áreas de conhecimento tem finalidade de sistematizar informações sobre formação, pesquisa e
desenvolvimento das áreas.
A área destina-se à formação de profissionais para o ensino e a pesquisa na área de
linguagens, tendo em vista o estudo e conhecimento das estruturas e funcionamento das línguas e
suas respectivas manifestações literárias, comunicativas e culturais. Ao lado dessa perspectiva,
também se situa a formação de profissionais que trabalharão com produção, revisão e edição de
textos e em diversos outros setores em que se faça necessária a presença de um profissional das
linguagens, como assessoria cultural, assessoria linguística, tradutores e intérpretes. Destaca-se,
assim, o Curso de Letras da UPM, pois além de oferecer a Licenciatura para a formação dos
profissionais da educação, oferece aos alunos, também, um Bacharelado, preparando os egressos
para trabalhar em diferentes campos de atuação, como editorias, assessorias, espaços culturais,
empresas de comunicação, além da possibilidade de continuidade de estudos em nível de PósGraduação. Complementam-se, desse modo, na UPM, as duas áreas que o MEC contempla para a
formação na área de Letras.
Entre os temas que caracterizam a área de conhecimento de Letras estão: a) estudos da
linguagem, de seu uso e funcionamento e suas variações; b) língua portuguesa, línguas clássicas,
línguas estrangeiras modernas, língua brasileira de sinais; c) filosofia da linguagem; d) teoria e
aquisição de primeira e segunda língua; e) produção e revisão de texto; f) teoria literária; g) literatura
brasileira e literaturas de língua portuguesa, literaturas clássicas, literaturas estrangeiras modernas;
h) estudos de cultura e crítica de arte; i) didática e metodologias de ensino.
O Curso de Licenciatura em Letras também se situa na dimensão de Formação de
Professores para a Educação Básica, principalmente, preparando os alunos para a atuação como
professores de língua portuguesa, língua inglesa, literaturas para as séries de Ensino Fundamental
II e Ensino Médio (além de atuações em cursinhos pré-vestibulares e afins, escolas de línguas e
outros espaços que a presença de um licenciado em Letras se coloca como fundamental). Sendo
assim, está presente, de modo destacado no Curso de Licenciatura em Letras da UPM, a
preocupação com a formação do professor e sua atuação no panorama educacional brasileiro.
Entendemos que a proposta do Curso de Letras da UPM tenha que estar vinculada não
somente às disciplinas que compõem a grade curricular geral dos cursos de Letras, mas também às
perspectivas profissionais que nossos alunos enfrentarão ao saírem da graduação. Preocupamonos com a premissa de que as disciplinas que elencam nossa grade curricular estejam, entre si,
vinculadas de tal forma que seus conteúdos se tornem complementares e essenciais para que os
alunos tenham um melhor aproveitamento ao longo de todo o curso.
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A ideia de uma formação integral traz à tona a real necessidade da formação profissional dos
professores em nosso contexto escolar: aquele que tenha condições de atuar em mais de uma
especialidade (em nosso caso, as áreas de Língua e Literaturas em Língua Portuguesa e Língua
Inglesa) e que também se torne parceiro de colegas de outras áreas no intuito de oferecerem
projetos interdisciplinares que, de fato, comprovem todas as premissas colocadas nos documentos
que regem o sistema de ensino brasileiro possam ser colocadas em prática.
Entretanto, dados do Censo Escolar 2010 mostram que a precariedade da formação média
dos docentes já atuantes no mercado é grave, principalmente nas séries finais do ensino
fundamental e no ensino médio. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), apenas
professores com diploma de licenciaturas podem dar aulas nessa fase. Mas metade dos que atuam
no campo não é graduada. Como amenizar este problema em vista das propostas de curso
apresentadas se o problema com a formação de professores em âmbito nacional parece tão
grande?
Inicialmente, além da questão da formação, o que realmente pode fazer a diferença é a
maneira pela qual esta formação ocorre ainda no âmbito da educação universitária, uma vez que
parece claro o fato de que os alunos se beneficiam quando têm um professor que estudou a área
que ensina. No Brasil, porém, há maior ênfase nos aspectos genéricos do ensino do que na
formação em áreas específicas. Isso acaba provocando uma falta de professores qualificados em
algumas áreas.
Com base nestas ideias, é possível dizer que o Curso de Letras da UPM prioriza a formação
de professores conscientes de suas funções no que diz respeito à sua área de atuação e ao
compromisso que devem ter perante sua profissão e seus alunos, uma vez que recebem uma
formação ampla e aprofundada nas grandes áreas do conhecimento em Letras, pautadas nos
seguintes eixos: Procedimentos de constituição do sentido do discurso e do texto; Literatura e suas
linguagens; Língua, literatura e sociedade: discurso na comunicação, discurso religioso, discurso
pedagógico, discurso político; Línguas e literaturas: formação de professores e práticas docentes e
Estudos lusófonos, relações culturais, linguísticas e identitárias, eixos estes compartilhados com a
Pós-Graduação em Letras da UPM.
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4. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Nome
Endereço (igual consta de
E-Mec)
Ato autorizativo
Habilitação
Modalidade de Ensino
Turno de Funcionamento
Nº de vagas oferecidas
Tempo de Integralização
Mínima
Dimensão das turmas
Teóricas e Práticas
Identificação do Curso
LETRAS – LICENCIATURA PORTUGUÊS-INGLÊS
Rua da Consolação, 896. Campus São Paulo, Consolação, CEP 01302-907 São
Paulo, SP.
Decreto Federal no. 27.515, de 28/11/19492
PORTUGUÊS-INGLÊS
PRESENCIAL
TURNO ATUAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO: MATUTINO
50
8 SEMESTRES
TEÓRICAS: 40/50 ALUNOS
PRÁTICAS: 20/30 ALUNOS
Formas de ingresso
ENEM, PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR, TRANSFERÊNCIA INTERNA E
EXTERNA, PROCESSO SELETIVO ESPECIAL PARA PORTADORES DE
DIPLOMA DE ENSINO SUPERIOR, OUTROS QUE POSSAM SER ANALISADOS E
AUTORIZADOS PELA INSTITUIÇÃO
Letras é um dos mais antigos e tradicionais cursos de graduação da UPM. Surgiu, em 1947,
como curso de Letras Neolatinas, com as habilitações Letras Vernáculas e Português-Francês, e foi
um dos dois primeiros cursos de graduação da então recém-inaugurada Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras, mantida pelo Instituto Mackenzie. O Curso tinha a duração de três anos, e a
primeira turma, que se formou em 1949, era composta por cinco alunos.
Ao longo da década de 1950, criou-se e se consolidou também o curso de Letras AngloGermânicas, que oferecia as habilitações Português-Inglês e Português-Alemão. O Curso passou a
ter quatro anos de duração e, com a criação do curso de Pedagogia em 1969, passou a integrar a
Faculdade de Ciências, Letras e Pedagogia.
Em 1980, houve uma reorganização administrativa, e o Curso passou a fazer parte da
Faculdade de Letras e Educação. As habilitações Português-Francês e Português-Alemão deixaram
de ser oferecidas, e a habilitação Letras Vernáculas passou a ser denominada Português e
Literaturas de Língua Portuguesa.
2 O Conselho Universitário da Universidade Mackenzie, em reuniões realizadas nos dias 11 de junho de 1952 e 10 de
setembro de 1952, aprovou proposta de instalação do Curso de Letras Anglo-Germânicas na Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras, para encaminhamento ao Conselho Deliberativo do Instituto Mackenzie, mantenedor da
Universidade. Em reunião de 17 de maio de 1953, o Conselho Universitário da Universidade Mackenzie ratificou a
decisão favorável do Conselho Deliberativo criando o Curso de Letras Anglo-Germânicas, que passou a ser oferecido
pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.
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Em 1990, criou-se a habilitação Tradutor e Intérprete, oferecida no turno vespertino, com
inglês e francês como línguas obrigatórias. Com a criação do curso de Psicologia, a unidade passou
a se chamar Faculdade de Letras, Educação e Psicologia.
Em 1997, a fim de atender à nova demanda por professores de espanhol para a Educação
Básica, criou-se a habilitação Português-Espanhol, que veio substituir a habilitação em Português e
Literaturas de Língua Portuguesa.
Em 1998, o curso de Filosofia instalou-se na Faculdade, que passou a se chamar Faculdade
de Filosofia, Letras, Educação e Psicologia e, posteriormente, Faculdade de Filosofia, Letras e
Educação (FFLE), quando o curso de Psicologia dela se desmembrou para formar uma unidade
autônoma. Nessa mesma época, foi criado o Programa de Pós-Graduação em Letras, em nível de
Mestrado, credenciado pela Capes em 1998. Em 2005, foi reconhecido também o Doutorado na
área de Letras. Em 2011, esse curso de pós-graduação foi avaliado com Conceito 5 (Muito Bom)
pela Capes.
Para se adequar aos dispositivos previstos pelas Resoluções CNE/CP 1/2002 e 2/2002, o
Curso passou por nova reformulação curricular em 2005. O curso matutino, que oferecia a
licenciatura como complementação pedagógica ao bacharelado, tornou-se exclusivamente uma
Licenciatura em Letras em quatro anos, com duas habilitações: Português-Inglês ou PortuguêsEspanhol; o curso vespertino, que acompanhava a mesma estrutura, tornou-se exclusivamente um
Bacharelado em Tradução, também em quatro anos.
Em 2006, houve outra reorganização administrativa, e o Curso de Letras, com os cursos de
Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, passou a integrar o Centro de Comunicação e Letras,
onde se encontra hoje. Ainda em 2006, houve nova reforma curricular, para adequar o curso de
licenciatura às diretrizes propostas pela Instituição para os cursos de formação de professores. A
partir de então, o curso matutino passou a oferecer dupla possibilidade: a Licenciatura em Letras
(Português-Espanhol ou Português-Inglês), em três anos, e o Bacharelado em Letras, em quatro
anos. O curso vespertino não sofreu, nessa época, nenhuma alteração.
Em 2007, houve nova alteração e o Curso passou a ser oferecido em cinco diferentes
modalidades: Licenciatura em Letras (Português-Inglês), Licenciatura em Letras (PortuguêsEspanhol), Licenciatura em Letras (Português-Francês), Bacharelado em Letras (Edição) e
Bacharelado em Letras (Tradução).
Observada a grade curricular em exercício e a partir do não oferecimento do Curso de
Licenciatura em Letras (Português-Francês) e do Bacharelado em Letras (Tradução) no Processo
Seletivo para o 1º semestre de 2009, verificou-se a necessidade de correção de problemas
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identificados na matriz aprovada em 2007, e de adaptação da carga horária do Curso às
determinações da Resolução CNE/CES nº 3/2007, de 2 de julho de 2007.
Naquela ocasião, as reformulações propostas foram as seguintes: a) reorganização das
disciplinas que constituem o núcleo comum do curso de Letras Português-Inglês - Licenciatura e
Português-Espanhol - Licenciatura, na primeira e na segunda etapas; b) inclusão da disciplina
Libras, para atender às determinações do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005; c)
redimensionamento da carga horária das disciplinas, nas áreas de Língua e Literatura; d) alteração
da nomenclatura das disciplinas; e) redistribuição da carga horária do Estágio Curricular
Supervisionado de Ensino; f) reformulação e adequação das atividades de Prática Educacional; g)
alteração da nomenclatura das Atividades Complementares.
Em 2011, tendo em vista, novamente, adequação às Resoluções já apontadas, o curso
passou por necessidade de reorganização, essencialmente para cumprir a exigência de 3.600 horas
de carga horária total, uma vez que a Licenciatura em Letras da UPM oferece, de acordo com o
MEC, dupla habilitação: Português e Inglês.
Além do cumprimento da legislação oficial, o Curso de Letras da UPM precisou se adequar a
novas realidades da Instituição, que colocava como meta para comemoração de seus 150 anos a
sustentabilidade econômica dos cursos, ao lado da busca por um padrão de excelência em ensino,
pesquisa e extensão. Esse aspecto fez com que a Coordenação do Curso de Letras, em conjunto
com a Direção do Centro de Comunicação e Letras, elaborasse estratégias para atingir as referidas
sustentabilidade e qualidade do Curso. Entre essas medidas, o encerramento da oferta da
Licenciatura Português-Espanhol, gerando, assim, a necessidade de revisão do Projeto Pedagógico
do Curso.
O presente documento apresenta propostas de alteração no curso de Licenciatura em Letras
Português-Inglês para serem implementadas em 2014, caracterizando nova alteração da
organização didático-pedagógica do Curso. As modificações são apresentadas tendo em vista os
seguintes pontos:
a) continuar a estabelecer ações estratégicas que possam tornar, ao lado da busca de um
padrão de excelência em sua qualidade, o curso sustentável, tendo em vista as demandas definidas
na "Visão 150" da UPM;
b) adequar a estrutura didática e pedagógica do curso aos parâmetros e diretrizes
curriculares nacionais definidos pelo MEC;
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c) observar a carga horária do curso para obedecer a diretrizes do MEC que definem como
carga horária mínima para Cursos de Letras com duas habilitações (no nosso caso, PortuguêsInglês) o total de 3.600 horas;
d) organizar o curso de Letras objetivando a excelência da graduação, sempre articulada à
excelência da pós-graduação;
e) estabelecer diálogo real e produtivo com a pós-graduação em Letras, seus docentes e
linhas de pesquisa. Essa conexão se dá por meio da proposição de disciplinas que se articulam com
linhas de pesquisa da pós-graduação e que refletem sobre o papel do professor. Esse diálogo pode
contribuir não só para um padrão de excelência da Licenciatura, como também para a busca de
excelência da pós-graduação, que tem como meta obter conceitos superiores a 5 nas avaliações da
Capes;
f) aumentar a flexibilidade da Matriz Curricular do curso por meio de diferentes estratégias,
entre essas a inclusão de disciplinas optativas a serem cursadas pelos alunos, convênios
internacionais, atividades de intercâmbio, cursos e oficinas a serem oferecidos na modalidade a
distância, projetos interdisciplinares.
5.
FINALIDADES, OBJETVOS E JUSTIFICATIVAS DO CURSO
5.1. Finalidades do curso conforme os contextos regional e nacional
Este projeto pedagógico parte da necessidade de uma atualização curricular visando a
adequar a formação de nosso aluno às novas exigências do mercado de trabalho da região
metropolitana do Estado de São Paulo e também às diretrizes estabelecidas pelo MEC no que
tange à educação de nível superior.
Em síntese, a cidade de São Paulo é o maior centro urbano do Brasil e da América do Sul e a
sexta maior área urbana do mundo, concentrando em sua região metropolitana 39 municípios do
Estado de São Paulo, o que impõe necessidades diretamente relacionadas à formação escolar da
população, entre outras demandas. É a capital do Estado e apresenta população total estimada de
11.037.593 (IBGE 2009), distribuída por 1.523 Km2 e concentra atividades de diferentes naturezas,
inclusive a outras cidades desse centro urbano. No total, a população da Grande São Paulo
ultrapassa os 30 milhões de pessoas e dos municípios próximos, como Campinas, Santos, Osasco
e cidades do ABC, do Alto Tietê e da região de Itapecerica da Serra, quase 6 milhões de pessoas
convergem para a capital para resolver atividades produtivas, sociais, de amparo à saúde e em
busca do trabalho.
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A necessidade de atender as pessoas dessa concentração originou grande demanda por
serviços e, dentre esses, destaca-se a educação, tanto na esfera pública quanto na privada. Nas
cidades mencionadas, em 2008, foram matriculados aproximadamente três milhões de alunos no
ensino fundamental e desse número 1.626.987 matrículas foram realizadas na cidade de São Paulo
e no ensino médio aproximadamente 600 mil matrículas foram realizadas. Para atender o ensino, o
IBGE apresenta em sua base de dados 75.424 professores atuando no ensino fundamental e
28.530 no ensino médio. Outra consideração para a percepção do crescimento local dessa
necessidade: os índices anuais de nascimento e casamento (200 mil e 98 mil, respectivamente,
base IBGE 2008), na dinâmica de concentração e atratividade para a região (PIB per capita de
R$25.675,00, com 491.553 empresas formais empregando cinco milhões de pessoas, IBGE, 2008),
ao lado da fase de investimentos em saúde e educação. Esses aspectos confirmam o
espessamento da base no ensino fundamental e médio e o acesso ao ensino superior.
Dessa forma, para atender demandas do ensino fundamental e médio, público e privado, a
preparação de profissionais para repor professores e ampliar o quadro é fundamental para auxiliar o
crescimento local, pois o aumento no número de vagas anuais insinua, aproximadamente, 400
novas oportunidades na grande São Paulo.
Podemos somar a esse contexto de desenvolvimento da capital e das cidades da
concentração urbana em São Paulo - resultado do desenho da cidade, da sociedade e dos métodos
de ensinar a aprender, em consequência das alterações propostas pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação - que a graduação em qualquer área do conhecimento não pode se restringir à formação
cartesiana, direcionada pela repetição de respostas. A aquisição de múltiplas competências,
visando, sobretudo, à conscientização do futuro profissional quanto à dimensão social da carreira
escolhida e sua contribuição para o desenvolvimento qualitativo desse mesmo espaço urbano que
oferta oportunidades, torna-se essencial. Para atuar nessa esfera de espaços e sociedade em
transformação, há necessidade de um licenciado qualificado para interagir em situações
heterogêneas e complexas; nesse aspecto, o Curso de Letras da UPM, vinculado ao Centro de
Comunicação e Letras, empreendeu esforços para ofertar um curso capaz de formar profissionais
preparados para a atuação na educação no contexto regional e convicto sobre as possibilidades de
interação com as complexas transformações socioeconômicas e culturais contemporâneas.
Hoje, tem-se clareza de que as Licenciaturas, impulsionadas não só pela voz da sociedade,
que começa a se conscientizar do direito à qualidade do ensino, mas também pela rapidez dos
avanços tecnológicos, e pela disseminação em tempo real dos conhecimentos, necessitam voltar-se
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para o alcance da “qualidade” de suas ações, uma vez que, por intermédio de seus egressos,
futuros professores da educação básica, colaborarão com a melhoria da educação como um todo.
Com essa preocupação, foi traçada a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério
da Educação Básica cujos objetivos estão descritos no Art. 3o. do Decreto 6.755/2009 e que,
resumidamente, voltam-se para:
•
a promoção da melhoria da qualidade da educação básica pública;
•
o apoio à oferta e à expansão de cursos de formação inicial e continuada a profissionais do
magistério pelas instituições públicas de educação superior;
•
a busca da equalização das oportunidades em território nacional de formação inicial e
continuada dos profissionais do magistério;
•
a valorização do docente, mediante ações de formação inicial e continuada que estimulem o
ingresso, a permanência e a progressão na carreira;
•
a ampliação de oportunidades de formação voltadas para o atendimento das políticas de
educação especial, alfabetização e educação de jovens e adultos, educação indígena,
educação do campo e de populações em situação de risco e vulnerabilidade social;
•
a formação de professores na perspectiva da educação integral, dos direitos humanos, da
sustentabilidade ambiental e das relações étnico-raciais, com vistas à construção de
ambiente escolar inclusivo e cooperativo;
•
a promoção da atualização teórico-metodológica nos processos de formação dos
profissionais do magistério, inclusive no que se refere ao uso das tecnologias de
comunicação e informação nos processos educativos; e
•
a busca de uma real integração da educação básica com a formação inicial docente, assim
como reforçar a formação continuada como prática escolar regular que responda às
características culturais e sociais regionais.
Assim, o Curso de Letras da UPM trabalha em sentido da missão institucional pelo
fortalecimento do sistema nacional de educação e pela melhoria das condições de vida dos
brasileiros, oferecendo estruturas e orientando atividades acadêmicas para a graduação de
profissionais licenciados, competentes na aplicação dos conhecimentos técnico-científicos e dos
métodos de ensino. Além disso, apresenta seu projeto atualizado pela discussão colegiada, pois a
produção científica e a legislação educacional são parâmetros na produção dos planos de ensino
para desenvolver formas de intervenção que garantam a eficácia do aprendizado, a compreensão
dos processos linguísticos e a implementação das políticas educacionais.
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Seguindo essa realidade, as diretrizes curriculares nacionais e a filosofia e os objetivos
norteadores dos projetos pedagógicos de nossa instituição, o Curso de Letras propõe um novo
currículo para o curso em vigor a partir de 2014, delineado nos próximos itens.
5.2. Justificativas do Curso
O Curso de Letras insere-se no panorama de formação humanística e também no panorama
de formação de professores para Educação Básica, estando, portanto, em uma dimensão que
obrigatoriamente coloca em diálogo a licenciatura e cursos da área de humanas e comunicação.
Essa inserção do curso faz com que as propostas pedagógicas pertinentes à formação em Letras
tenham de, constantemente, articular as relações entre tradição e modernidade, configurando-se,
assim, em um importante curso dentro de uma estrutura universitária, não só pelo espaço histórico
que constitui, como um dos cursos mais tradicionais e presentes em uma Universidade, como
também por contribuir em outro papel fundamental de uma instituição universitária, a saber, a
formação de professores e produção de pesquisa acadêmica.
Desse modo, o Curso de Letras justifica-se por possibilitar, em perspectivas heterogêneas e
amplas, a concretização dos elementos fundamentais de uma Universidade, ensino-pesquisaextensão, ao lado da essencial contribuição social com a formação de pessoal capacitado para
atuar na formação de cidadãos inseridos nos processos de ensino-aprendizagem da Educação
Básica. Destaque-se, ainda, que a Licenciatura em Letras, calcada nos saberes cientificamente
construídos, volta-se, essencialmente, para a prática pedagógica em sala de aula, buscando
oferecer aos futuros professores oportunidade de reflexão e vivência acerca de sua futura prática
profissional. Naturalmente que essa concepção do curso como um todo contempla questões
voltadas ao meio ambiente (e as formas de inserção do cidadão nos espaços em que vive), reflexão
fundamental para a vida contemporânea em grandes centros urbanos, e aos direitos humanos, uma
vez que é importante que um curso de graduação estimule reflexões e discussões sobre as trocas
sociais, direitos e deveres dos cidadãos inseridos em práticas de atuação nos espaços urbanos
cada vez mais complexos e permeados pelas novidades tecnológicas. Por sua própria constituição
e caracterização o Curso de Licenciatura em Letras, de modos diferentes, pontua sempre com
atenção esses aspectos em seu Projeto Pedagógico.
A partir do delineamento dessas justificativas do Curso, podem-se apontar os principais
enfoques norteadores da concepção filosófica e didático-pedagógica do Projeto, orientado pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais:
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• Responder adequadamente à realidade de ensino e pesquisa em áreas afins,
previstas numa composição curricular, de sorte a tornar efetiva a real circulação do
conhecimento, distante de departamentalizações rígidas e estáticas;
• Responder adequadamente à realidade econômica de Cursos de Letras,
deficitários de longa data, prevendo a maximização de desempenho dos recursos humanos e
materiais envolvidos;
• Responder adequadamente à realidade de um mercado de trabalho que está, cada
vez mais, a exigir habilidades múltiplas;
• Responder adequadamente à realidade do processo de ensino-aprendizagem, quer
quanto ao respeito às diferenças de aptidões e interesses individuais, quer quanto à previsão
de ritmos de aprendizagem não exclusivamente lineares.
6. CONCEPÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
6.1. Articulação do Curso com o PDI
Entre os pontos essenciais do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2013-2018 da
UPM estão as políticas de ensino, pesquisa e extensão, que são redimensionadas para a realidade
e as propostas do Curso de Licenciatura em Letras, que coloca de modo indissociável suas ações
na sala de aula, na prática de pesquisa e seus processos de comunicação, na esfera interna da
Instituição e em suas relações com a comunidade externa, e no envolvimento com a sociedade, por
meio de diferentes projetos registrados no Decanato de Extensão.
Nesse sentido, em permanente diálogo com as diretrizes da Instituição, o conhecimento é
adquirido não apenas na sala de aula, nos laboratórios de formação geral e específica e no
processo tradicional de ensino-aprendizagem, mas também nos espaços que não se limitam à
Instituição e que estabelecem de fato a atividade de apropriação, criação e desenvolvimento de
conhecimentos fora da sala de aula.
Seguindo a visão institucional a respeito das práticas de ensino, o Curso de Licenciatura em
Letras concebe suas atividades tendo em vista metodologias de ensino, processos de avaliação,
contato e colaboração com o discente como um processo contínuo de colaboração, permeado pelo
acompanhamento e resolução das problemáticas, quando apresentadas. A visão de que um curso
não pode ficar preso ao tradicional e cristalizado e a preocupação com o uso de novas tecnologias
são constantes no curso, acompanhando, da mesma forma, as diretrizes da Instituição para uso de
plataformas de ensino e aplicação de atividades e acompanhamento do processo de ensinoaprendizagem a distância.
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Dentro da política de pesquisa da UPM, o Curso de Licenciatura em Letras oferece diferentes
oportunidades para que o aluno se inicie no universo da pesquisa acadêmica, notadamente pela
participação no Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC e PIVIC). A participação em
grupos de pesquisa também é estimulada, concretizando, mais uma vez, a relação entre a
graduação e a pós-graduação.
Em relação a definições das atividades de Extensão, o Curso tem proposto, tradicionalmente,
a execução de diferentes projetos, tendo como objetivo central atuar na comunidade externa,
promovendo a divulgação significativa do conhecimento produzido nas dinâmicas do processo de
ensino-aprendizagem em Letras, seja na forma de oficinas e palestras para professores e alunos da
Educação Básica, seja na organização de exposições, mostras, congressos e seminários que
procuram atingir ampla divulgação de seus propósitos, seja no oferecimento de cursos de extensão.
O Curso de Licenciatura em Letras da UPM no seu espaço/tempo educativo-formativo tem
procurado, por meio de suas ações, acompanhar o movimento acelerado da sociedade em função
das transformações técnico-científicas e sociais. Nesse sentido, dialoga com a missão da UPM:
Educar o ser humano, criado à imagem de Deus, para o exercício pleno da cidadania, contribuindo
para o desenvolvimento do ser e da sociedade, por meio de ensino, pesquisa e extensão, e de
atividades culturais, esportivas, sociais e espirituais, em ambiente de fé cristã reformada.
A própria missão da Universidade estabelece espaços de reflexão a respeito da inserção do
cidadão em seu meio ambiente, permitindo que as matrizes curriculares (de modos diversos)
contemplem questões sobre Educação Ambiental. Também a visão institucional propicia discussões
sobre os Direitos Humanos, envolvendo, em sua própria dimensão como espaço de formação
educacional, questões de ética e cidadania, que englobam, em diferentes perspectivas, momentos
para refletir a respeito de como o ser humano em sociedade se coloca frente a direitos e deveres do
mundo contemporâneo.
Em razão dessa missão, a UPM procura inserir seus alunos em redes de conhecimento e de
relações humanas, assegurando a qualidade de ensino. Seu principal objetivo tem contemplado o
desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão por meio de ações que contribuem
para a qualificação do exercício profissional e, sobremaneira, para a formação do cidadão.
Nesse sentido, as atividades curriculares comportam na sua dinâmica as dimensões teóricas
e práticas e estão organizadas de modo a possibilitar um movimento que envolve de forma
articulada campos específicos: o epistemológico, o sociocultural, a compreensão da inserção em
ambiente de fé cristã reformada e a formação no campo específico de atuação. Essa dinâmica visa
a potencializar a concretização dos conteúdos/formas, na medida em que cada um deles
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proporciona oportunidade de (re)significar o processo de ensino e de aprendizagem. Todos esses
saberes estarão articulados a partir dos princípios da ética e das experiências pedagógicas
vivenciadas na Instituição. Os conteúdos referem-se às áreas que têm por campo de estudo a
formação profissional na sua respectiva área com a preocupação com o seu entorno social,
articulando saberes didáticos por meio de uma abordagem trans/interdisciplinar.
Toda a dinâmica é permeada por processo avaliativo com foco na aprendizagem nas suas
duas vertentes - avaliação contínua e avaliação final -, ambas atreladas a princípios e concepções
filosófico-pedagógicas vigentes na Instituição.
6.2. Objetivos do Curso
•
Construir uma dinâmica estrutural móvel e flexível, capaz de atender às
necessidades/interesses dos alunos, levando-se em conta as possibilidades do curso.
•
Propor uma estrutura que crie espaço para o hábito do estudo individual,
possibilitando ao aluno uma autonomia de aprendizagem.
•
Responder, de forma mais adequada, ao perfil do profissional que se deseja formar.
•
Apresentar teórica e descritivamente componentes fonológicos, morfossintáticos,
lexicais, semânticos, pragmáticos e textuais/discursivos das línguas portuguesa e inglesa.
•
Propor diferentes noções de gramática e habilitar o reconhecimento das variedades
linguísticas existentes, bem como os vários níveis de registros de linguagem.
•
Habilitar o aluno para análise e descrição diacrônica e sincrônica da estrutura e
funcionamento de uma língua, em particular das línguas portuguesa e inglesa.
•
Trabalhar a compreensão dos fatos da língua e conduzir investigações de língua e
linguagem por meio da análise de diferentes teorias, e suas aplicações a problemas de ensino
e aprendizagem da língua materna e de língua estrangeira.
•
Propor um domínio ativo e crítico de repertórios representativos de literaturas em
língua portuguesa e inglesa.
•
Apresentar termos especializados por meio dos quais se pode discutir e transmitir a
fundamentação do conhecimento da língua e da literatura.
•
Preparar o aluno para operar, como professor, pesquisador e consultor, com as
diferentes manifestações linguísticas possíveis, sendo usuário, como profissional, do padrão
culto.
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•
Preparar o aluno para desempenhar papel de multiplicador, formando leitores
críticos, produtores de textos, de diferentes gêneros e registros linguísticos, fomentando o
desenvolvimento de habilidades linguísticas, culturais e estéticas.
•
Possibilitar a compreensão, a avaliação e a produção de textos, de tipos variados
em sua estrutura, organização e significados.
•
Possibilitar ao aluno descrever e justificar as peculiaridades fonológicas,
morfológicas, lexicais, sintáticas, semânticas, pragmáticas e textuais/discursivas do português
do Brasil, com especial destaque para as variações regionais e para as especificidades da
norma padrão.
•
Preparar o aluno para apreender criticamente as obras literárias, não somente por
meio de uma interpretação derivada do contato direto com elas, mas também pela mediação
de obras de crítica e de teoria literárias.
•
Mostrar e discutir as relações dos textos literários com outros tipos de discurso e
com os contextos nos quais ele dialoga e relacionar o texto literário com os problemas e as
concepções dominantes na cultura do período em que foi escrito e com os problemas e as
concepções do presente.
•
Habilitar o aluno a interpretar e produzir adequadamente textos de diferentes
gêneros e registros linguísticos e explicitar os processos ou argumentos utilizados para
justificar sua interpretação e produção.
•
Contribuir para a formação de professores de línguas estrangeiras interessados na
extensão natural da aplicação da teoria num aprendizado significativo, em que língua, cultura e
sociedade estejam interconectadas e questões relativas à comunicação-interação façam parte
da prática profissional.
•
Levar os aprendizes a desenvolver sensibilidade para perceber as diferenças
culturais e o impacto que produzem na comunicação, que tenham capacidade de descobrir e
interpretar outras culturas, outros valores, crenças e comportamentos que estão sob a
superfície da comunicação intercultural, que entendam mais profundamente suas próprias
culturas, que se livrem de toda espécie de preconceitos
•
Refletir sobre a natureza das similaridades e diferenças linguísticas e culturais.
•
Refletir
sobre
o
desenvolvimento
da
competência
léxico-gramatical,
simultaneamente ao da competência sociolinguística.
•
Refletir sobre o ensino de línguas na conjuntura de célere crescimento
intercomunicacional na web.
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•
Refletir sobre a redefinição de estratégias e conceitos de ensinar e aprender
línguas no terceiro milênio.
•
Aprofundar o exame das complexas relações entre língua/cultura/ensino e
aprendizagem/alteridade.
•
Formar profissionais docentes reflexivos, que compreendam a escola como
organização complexa, cuja função é a de promover a educação para e na cidadania.
•
Preparar professores capazes de compreender, interpretar e aplicar a linguagem e
os instrumentos produzidos ao longo da evolução tecnológica, econômica e organizativa da
sociedade.
•
Buscar o desenvolvimento, por parte do alunado, de competências docentes
voltadas para a integração com a comunidade e para o relacionamento com as famílias.
•
Capacitar, tecnicamente, professores para a educação básica que se assumam,
eticamente, como corresponsáveis pela necessária transformação que a escola brasileira de
hoje requer e espera.
•
Oferecer possibilidades de pesquisar e articular informações linguísticas, literárias e
culturais, inseridas em um universo complexo, determinado por elementos sociais, históricos e
ideológicos, permeados, todos, pelos processos de comunicação.
•
Permitir ao aluno a compreensão de que a área de Letras e a formação do
professor e do profissional de linguagem deve se dar em constante diálogo com áreas da
comunicação e da formação humanística.
•
Possibilitar ao aluno uma adequada e competente inserção no mercado de trabalho
como profissional preparado não só teoricamente e ciente de suas futuras práticas
profissionais, mas também instrumentado para ser um profissional empreendedor em sua área.
Sendo assim, a partir dos objetivos determinados, é possível apontar que a filosofia
norteadora do curso é a de propiciar aos graduandos espaço físico e cultural que lhes propicie e
facilite a devida formação técnica e humanística requerida de um profissional em Letras, apto para o
exercício de suas funções e de seu papel na melhoria das condições de vida de sua comunidade.
6.3. Perfil do egresso
O formado pelo Curso de Licenciatura em Letras da UPM caracteriza-se por sua atuação no
magistério e sua formação na área de Estudos Linguísticos e Literários em Língua Portuguesa e
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Inglesa. Dessa forma, o profissional formado deve articular o conhecimento específico da área de
Letras com as bases pedagógicas necessárias para sua atuação como professor.
Sobre a função de educador, Severino (1986, p. 97) afirma que:
O professor se caracteriza, basicamente, como educador e pesquisador. Além da
função tradicional de “informar”, o educador tem a importante função de “formar” indivíduos
conscientes de seu papel social. Retomando as considerações acima, sobre o papel
transformador necessário ao profissional da área de Letras, pode-se dizer que o educador,
mais do que qualquer outro, deve ter como função básica a práxis social, isto é, ser capaz de
reverter, pela atitude questionadora e crítica, face à ideologia que perpassa o processo
educacional, a força meramente reprodutora da educação em força transformadora. Para tal,
o educador precisa adquirir uma nova “consciência social”; e, sem dúvida, a conscientização
entendida como passagem de uma consciência puramente natural para uma consciência
reflexiva, (...) de uma consciência dogmática, para uma consciência crítica, é função
intrínseca da educação e seu papel preponderante na contribuição que pode dar à
transformação social.3
Só um educador assim formado será capaz de estimular e criar condições para que seus
educandos desenvolvam, por sua vez, essa consciência social-reflexiva, crítica, atuante e
transformadora. Ora, a conscientização social só pode ser desenvolvida por uma formação política.
Severino (1986, p. 14) afirma ainda que:
O educador precisa, então, entender-se como membro de uma sociedade envolvida
num processo histórico. Ele não é uma individualidade solta; o sentido de sua existência e a
eficácia de sua ação estão intimamente ligados ao sentido da existência de uma coletividade
muito concreta. Daí a relevância e a imprescindibilidade de uma nova consciência social do
educador, a ser gestada mediante uma formação política, cuja construção deve ser iniciada já
durante seus estudos.
Cabe, então, ao Curso de Letras formar o licenciado em Português e Inglês como um
profissional crítico, atuante, audacioso, capaz de suscitar mudanças, de promover o novo, de
desencadear transformações sociais. E isso, principalmente por meio da reflexão e da
autoavaliação.
Assim, antes de tudo, o professor-educador precisa ter:
• consciência da importância de seu papel histórico como agente de mudanças
sociais e assumir esse papel;
• conhecimento da realidade nas suas múltiplas facetas;
• consciência da necessidade de uma leitura crítica da realidade;
• consciência da função social que desempenha.
Cabe ao professor, por meio de metodologias adequadas e de um trabalho criativo, estimular
o interesse, a motivação, a participação e a conscientização dos educandos.
Assim, de forma mais específica, deve ter:
3
SEVERINO, Antonio Joaquim. Educação, ideologia e contra-ideologia. São Paulo: EPU, 1986.
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• capacidade de estabelecer relações entre o conteúdo específico de sua disciplina e
o contexto mais amplo de mundo;
• consciência da amplitude e complexidade do processo educativo, do qual ele
mesmo participa como indivíduo em permanente situação de aprendizagem.
Ao Curso de Licenciatura em Letras cabe fornecer os meios para que os futuros professores
assumam conscientemente a sua aprendizagem, reflitam sobre ela criticamente, de modo a tornálos capazes de agir e educar.
É preciso, então, que o Curso de Licenciatura em Letras cumpra o seu papel de mediador, de
desencadeador de um processo educativo permanente, não apenas por meio de conteúdos
apropriados que possibilitem, aos futuros educadores, o domínio da linguagem, mas, também, e,
sobretudo, por meio de procedimentos metodológicos utilizados por seu corpo docente em sala de
aula. Se o Curso não for, ele mesmo, um lugar permanente de pesquisa e de ação transformadora
capaz de engajar seu corpo docente e discente, ele não estará cumprindo seu papel e não estará
preparando seus alunos para um exercício profissional criativo, crítico e independente.
É bem verdade que nenhuma estrutura curricular, por ela mesma, pode garantir tal formação;
entretanto, ela pode impulsionar e estimular os agentes do processo educativo (professores e
alunos) se deles se exigir tarefas compatíveis.
Todo profissional de Letras tem como instrumento básico de trabalho a LINGUAGEM, cujo
funcionamento ele precisa dominar para assumi-la, não apenas como objeto de conhecimento, mas,
principalmente, como instrumento de ação na sociedade, de modo a provocar transformações.
Em linhas gerais um profissional de Letras, qualificando-se como professor, deve:
•
saber avaliar criticamente a sua atuação profissional;
•
buscar soluções inovadoras e criativas para enfrentar os problemas de ordem prática
(pesquisador);
•
ser capaz de fazer uma leitura múltipla da realidade e adequar a ela os seus
instrumentos de trabalho, para não ser um mero repetidor de regras e modelos
preestabelecidos.
Para tornar-se o profissional crítico e transformador que aqui se delineia, precisa o aluno
encontrar, dentro do curso, espaço que lhe permita reflexão, engajamento pessoal no próprio
processo de aprendizagem, maior autonomia de opção, de decisão e de pensamento, dentro das
possibilidades oferecidas. Pensamos que, a partir de conteúdos e práticas diversificadas, seja
possível desencadear tal processo. Para a formação de um profissional, tal como delineada, serão
propiciadas diferentes formas de estimular a aquisição de conhecimentos, competências e
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habilidades, que em movimento de retroalimentação contínua (com os próprios objetivos expostos
anteriormente), permitirão o crescimento intelectual e social dos alunos. Esses conhecimentos,
competências e habilidades são a seguir definidos.
6.4. Conhecimentos, competências e habilidades
No primeiro grupo, relativo aos conhecimentos, o Curso pretende:
a.
Informar o aluno sobre as principais teorias, abordagens e métodos
relativos aos estudos linguísticos e culturais, e promover a reflexão analítica e crítica
sobre a linguagem como fenômeno físico, psicológico, social, histórico, político e ideológico;
b.
Informar o aluno sobre as principais teorias, abordagens e métodos
relativos aos estudos literários e culturais, e promover a reflexão analítica e crítica sobre
a literatura como fenômeno linguístico, social, histórico, político e ideológico;
c.
Informar o aluno sobre as principais teorias, abordagens e métodos
relativos aos estudos pedagógicos, e promover a reflexão analítica e crítica sobre a
educação como fenômeno linguístico, psicológico, social, histórico, político e ideológico.
No segundo grupo, relativo às habilidades, o Curso pretende:
a.
Promover o domínio ativo e crítico da língua portuguesa, nas suas
manifestações oral e escrita;
b.
Promover o domínio ativo e crítico da língua inglesa, nas suas
manifestações oral e escrita;
c.
Promover o domínio ativo e crítico da análise linguística, para que o aluno
aprenda a identificar, classificar, analisar e interpretar os fenômenos da linguagem,
principalmente relacionados ao ensino-aprendizagem de língua materna e de língua
estrangeira na educação básica;
d.
Promover o domínio ativo e crítico da análise literária, para que o aluno
aprenda a identificar, classificar, analisar e interpretar o fenômeno literário, principalmente
relacionado ao repertório das culturas de língua portuguesa e de língua inglesa;
e.
Promover o domínio ativo e crítico da prática de ensino de língua
portuguesa, para que o aluno aprenda a construir e aplicar os objetivos, os objetos e os
métodos do ensino de língua portuguesa na educação básica;
f.
Promover o domínio ativo e crítico da prática de ensino de língua
inglesa, para que o aluno aprenda a construir e aplicar os objetivos, os objetos e os
métodos do ensino de língua inglesa na educação básica.
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No terceiro grupo, relativo às atitudes, o Curso pretende:
a.
Incentivar o respeito à diferença e à diversidade, permitindo, assim que as
reflexões e discussões sobre direitos humanos e o papel dos cidadãos na
contemporaneidade em espaços sociais em constante transformação estejam presentes na
formação dos alunos;
b.
Incentivar a disposição para a colaboração e o trabalho em equipe;
c.
Incentivar a curiosidade científica, a autonomia intelectual e o rigor
metodológico no tratamento dos fatos da língua, da literatura e da educação;
d.
Incentivar a consciência crítica acerca das teorias linguísticas, literárias e
pedagógicas;
e.
Incentivar a sensibilidade pedagógica do aluno, que o inspire a construir e
promover práticas educacionais efetivamente libertárias e transformadoras;
f.
Incentivar
o
desejo
de
formação
continuada,
em
atividades
complementares e suplementares à graduação.
6.5. Coerência do currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais
O Curso de Licenciatura em Letras da UPM tem se destinado à formação de profissionais de
nível superior voltados para o ensino e a pesquisa de língua portuguesa, língua inglesa e
respectivas literaturas, bem como teoria linguística, teoria literária e estudos culturais, tendo em
vista a constante e fundamental inserção dessas áreas em um contexto comunicativo, social,
histórico-cultural e ideológico.
O Projeto Pedagógico e os conteúdos curriculares do Curso de Letras estão alinhados e
atualizados com as Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES 18 e Resolução
CNE/CES nº2) e, assim como previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais, são definidos como
princípios norteadores:
• Uma estrutura para gerar opções de conhecimento e atuação no mercado
• O desenvolvimento de competências para o desempenho profissional
• Dinâmicas que proporcionem a autonomia do aluno
• A articulação entre extensão, pesquisa e ensino
• A articulação com os cursos de pós-graduação
Quanto a competências e habilidades, o curso de Letras da UPM alinha-se às Diretrizes
Curriculares Nacionais, uma vez que busca:
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• O conhecimento teórico e prático da língua portuguesa e inglesa, em suas
produções orais e escritas;
• Uma constante reflexão sobre a natureza linguística e literária;
• Um conhecimento das realidades interculturais das línguas;
• O domínio das competências para o exercício pedagógico em diferentes níveis de
ensino nas áreas de língua e literaturas.
6.6. Requisitos de ingresso ao curso
O ingresso dos discentes no curso se dá pelo concurso vestibular, semestral, ou por
utilização do resultado do ENEM dos candidatos para parte das vagas oferecidas. Em ambos os
casos são publicados pela Reitoria editais específicos, explicitando o conjunto de vagas oferecidas
pela Universidade. Todo o processo de seleção é coordenado pela Coordenação de Processos
Seletivos da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Também é possível o ingresso no Curso por
Processo Seletivo especial para transferência interna ou externa, por Processo Seletivo especial
para portador de diploma. Outras formas de ingresso poderão ser possíveis desde que, na ocasião
específica, sejam analisadas, avaliadas e aprovadas pelos órgãos superiores da Universidade.
6.7. Aspectos metodológicos do processo de ensino-aprendizagem
O Projeto Pedagógico Institucional, contido no PDI da UPM, estabelece que a abordagem
pedagógica da UPM é uma abordagem interacionista, pois tem como ênfase um trabalho
pedagógico de docentes e discentes com os conhecimentos específicos das diversas áreas de
formação, que considera os processos que levam os alunos a alcançarem os resultados de
desenvolvimento intelectual, profissional e pessoal, favorecendo a progressão de novos
conhecimentos dentro de cada área.
A abordagem exige que o professor parta de conhecimentos cotidianos dos alunos,
aprofunde os conceitos teóricos e científicos com eles e busque como resultado o desenvolvimento
de competências, habilidades e atitudes no aluno ao longo do curso.
Buscar o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes não pode ser concebido
como um esvaziamento do conteúdo, em favor de um trabalho centrado nas experiências e nos
desejos dos alunos. Por sua vez, o conteúdo também não pode ser concebido como um instrumento
de motivação da aprendizagem do aluno. Pelo contrário, o conteúdo a ser trabalhado deve ser
considerado como um conjunto de conceitos teóricos, sistematicamente relacionados, concebidos
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com base no conhecimento acumulado pelos pesquisadores da área ao longo da história. Assim
considerado, o conteúdo disciplinar é fortalecedor da capacidade de organização hierárquica dos
conceitos e do pensamento dos alunos, bem como de suas habilidades de lidar com ele nas
situações cotidianas, tanto técnicas, acadêmicas, como éticas.
A partir dessa abordagem de caráter interacionista, o curso incentiva o protagonismo
estudantil no processo de ensino-aprendizagem. O que se propõe ao aluno, inclusive no âmbito das
Diretrizes Curriculares Nacionais é que seja ativo no desenvolvimento das habilidades,
competências e atitudes que o conteúdo demanda. As metodologias de ensino devem favorecer
esse protagonismo, utilizando-se de técnicas consideradas ativas, como pesquisa, resolução de
problemas, estudos de caso, entre outras que poderão ser desenvolvidas. Essa abordagem
pedagógica cria condições para o desenvolvimento da capacidade do aluno de “aprender a
aprender”, incentivando-o à busca de informação e da formação continuada exigida para a sua
atuação na sociedade.
Diante do exposto, entende que o modo como o professor desenvolve o processo de ensino e
aprendizagem permitirá o desenvolvimento do aluno. Professor, conteúdo e aluno desempenham
papeis fundamentais e complementares.
O papel do aluno no processo de aprendizagem é um papel ativo. Os professores são
orientados a desenvolverem um trabalho que confirma os valores de formação integral do homem,
confirmando os valores bíblicos e cristãos de que o homem é uma criatura que deve se
responsabilizar pelos seus atos que deve agir com responsabilidade e com princípios de
sustentabilidade no uso de recursos da natureza e que deve agir em direção ao outro, com respeito
e valorização pelo outro como criatura semelhante a si.
Nessa direção e em consonância com os princípios filosóficos da UPM, trabalha-se a partir
dos quatro pilares da educação desenvolvidos por Jacque Delors e sua equipe e divulgados pelo
relatório da Comissão Internacional para a Educação no Século XXI para a UNESCO (1996):
aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Assim, as práticas de
ensino desenvolvidas pelos docentes devem considerar as metodologias de ensino ativas que
promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do
educando e na sua formação para o trabalho, nas diversas carreiras de nível superior.
Outro aspecto importante no desenvolvimento do ensino é a integração, simultânea, entre
teoria e prática. Isso deve ser revelado pelo professor e pelas estratégias que ele utilizar desde a
proposição dos objetivos de aprendizagem expressos nos Planos de Ensino, de maneira a
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declararem a inter-relação de competências e habilidades, até o desenvolvimento das atividades de
aprendizagem na aula, que utilizem estratégias que promovam a articulação entre o saber fazer e o
saber conhecer do aluno além de desenvolverem atitudes específicas na direção do saber ser.
Assim, o processo de ensino e aprendizagem ganha relevância. O ensino não será centrado
no professor, apesar de sabermos que é ele que articula inicialmente os saberes e a prática ao
planejar sua aula; mas não é também centrado no ativismo do aluno. Há uma articulação entre os
saberes da área, os saberes do professor e as ações do aluno com estes saberes no processo de
se apropriar desses saberes para conhecer e desenvolver suas competências.
A gestão da sala de aula é de extrema importância para uma instituição de ensino que
promove a pesquisa e a extensão e que o faz a partir de valores e princípios fundamentados na fé
cristã. Nossa prática de gestão prioriza o respeito ao ser humano e a responsabilidade pelo uso
responsável e sustentável dos recursos naturais.
A gestão da sala de aula implica na gestão do conteúdo e da forma de desenvolvimento do
mesmo, na gestão das condutas e de relações interpessoais e na gestão da aprendizagem. O alvo
maior é o desenvolvimento do aluno e o atendimento às necessidades dele para a aquisição das
competências necessárias à sua área.
Temos que ter clareza de que o objetivo da docência é a aprendizagem e o aperfeiçoamento
do aluno e dos conhecimentos que este tem, é a formação do aluno para melhor atuação ética e
profissional. Para se atingir este objetivo, o professor deve imprimir esforços didáticos para
organizar e desenvolver os programas com diversos métodos de ensino utilizados para alcançar
diferentes modos e estilos de aprendizado dos alunos.
Ao assim proceder, o professor terá uma interação com seus alunos e provocará uma
interação entre eles, além de se relacionar com todos os aspectos administrativos da escola, a fim
de que a sala de aula tenha um funcionamento adequado.
Em síntese e especificamente para o Curso de Letras, destacamos que para que os objetivos
do curso sejam atingidos, o processo de ensino-aprendizagem deve ser pautado em pressupostos
metodológicos, baseados nas seguintes características:
• ensino não mais centrado no professor, mas sim no processo de ensino-aprendizagem;
• valorização e incentivo ao protagonismo estudantil no sentido de contribuir para que o aluno
atue como agente ativo no processo de ensino-aprendizagem;
• ênfase na solução de problemas e na formação de profissionais adaptáveis;
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• uso de novos argumentos pedagógicos em sala de aula;
• incentivo ao trabalho em equipe e à capacidade empreendedora;
• integração do ensino teórico com as demandas da formação de professores;
• enfoque multidisciplinar e interdisciplinar;
• articulação com a pesquisa e a pós-graduação;
• flexibilização da integralização curricular.
Já o processo de avaliação deverá fornecer dados para os professores sobre o processo de
desenvolvimento das competências propostas para cada componente curricular. A avaliação será
diagnóstica e formativa na medida em que puder auxiliar professor e aluno a fazerem ajustes
durante o período de aprendizagem. Haverá, a cada semestre, um momento de avaliação somativa,
em que os resultados serão aferidos e registrados para fins de aprovação. A avaliação será
realizada por meio de instrumentos diversificados, como relatórios, apresentação de trabalhos,
trabalhos de equipes, portfólios, provas escritas ou orais entre outros instrumentos que se fizerem
necessários para a verificação do alcance das habilidades e competências, bem como atitudes
elencadas no Plano de Ensino. A avaliação do processo de aprendizagem está disciplinada no
Regimento da Universidade e no Regulamento de Graduação (Ato da Reitoria 07/2012 e 08/2012 e
Resolução CONSU 01 /2012).
A avaliação da aprendizagem é um processo que realimenta tanto o desenvolvimento do
aluno como os processos de ensino e aprendizagem desenvolvidos pelos docentes, portanto a UPM
tem como meta desenvolver estudos permanentes para o aperfeiçoamento desse processo,
aprimorando as práticas avaliativas dos professores e estimulando o uso excelente de recursos
tecnológicos voltados para esse fim.
Consequentemente, o sistema de avaliação do discente, em diferentes disciplinas
(determinando sua progressão ao longo do curso) é composto por prova regimental e diferentes
formas de avaliação continuada, que pressupõem diferentes instrumentos avaliativos, como provas,
participação e envolvimento discente nas atividades da disciplina, trabalhos de cunho bibliográfico e
teórico e trabalhos de pesquisa articulando a teoria a um objeto de estudo particularizado. Cada
disciplina da matriz curricular deve apresentar, seguindo Regimento próprio da UPM para os cursos
de graduação, pelo menos duas avaliações parciais e a avaliação final. Para sua aprovação nas
disciplinas há uma média mínima regulamentada pela Universidade e pelo menos 70% de
frequência às aulas. Em outros componentes curriculares, como TCC e Práticas como componentes
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curriculares, a elaboração de projetos, desenvolvimentos de textos e aulas, defesa de ideias e
trabalhos são elementos que determinam a aprovação do trabalho de final de curso e a atribuição
de horas, no caso das Práticas como Componentes Curriculares. Para os Estágios Curriculares
Obrigatórios, há também uma série de atividades (delineadas em item específico deste projeto) que
devem ser cumpridas para que o aluno obtenha o número de horas necessário.
A pesquisa também é amplamente incentivada em todas as áreas que compõem a Matriz
Curricular do Curso de Letras e faz parte, quando possível, do dia a dia da atividade discente,
aspecto que ressalta a articulação constante e produtiva entre o curso de Graduação e o Programa
de Pós-Graduação em Letras da UPM. Os docentes, em suas aulas, orientam trabalhos que visam
à articulação teórica e à produção de novos conhecimentos, esse aspecto concretiza-se, por
exemplo, em trabalhos de Iniciação Científica, em participação de Projetos de Pesquisa, orientados
por professores contratados em tempo integral e também por professores que lecionam disciplinas
tanto na Graduação como no Programa de Pós-Graduação.
O Curso de Letras conta com apoio de ferramentas que auxiliam o trabalho do professor não
só nas práticas cotidianas da sala de aula, como também em formas de avaliação, que podem ir
além dos modelos tradicionais de avaliar o conhecimento, as habilidades e as competências dos
alunos, promovendo, assim, uma forma de avaliação de caráter dialógico, que ultrapassa limites que
apenas provas, seminários, trabalhos, concebidos de maneira linear e unidimensional, podem
acarretar. Nesse sentido materiais de apoio e o meio eletrônico, Plataforma Moodle, servem de
apoio aos docentes, com o auxílio de projetores multimídias, aulas nos laboratórios de língua, de
vídeo, de rádio e TV, de edição de texto e imagens.
Ainda tendo em vista uma observação abrangente do desenvolvimento das capacidades dos
alunos e, consequentemente, das próprias formas de avaliação de desempenho e rendimento, as
atividades de Monitoria representam um papel auxiliar importante, por meio de diretrizes também
implantadas pela UPM, tendo em vista não só oferecer maiores possibilidades para os alunos com
dificuldades, que o processo regular de ensino-aprendizagem não solucionou, como aprimorar os
alunos monitores em um futuro exercício da prática profissional como professores. Os monitores
oferecem, sempre com supervisão de um professor, plantões e acompanhamento em resoluções de
exercícios.
Por fim, há as estratégias de nivelamento, tendo em vista principalmente os alunos
ingressantes no Curso de Letras que trazem defasagens da Educação Básica e que também
perderam conteúdos por ingressar no Curso fora do período regular no início de cada semestre.
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Esse nivelamento é oferecido para os alunos do primeiro e do segundo semestres por meio de
aulas dadas pelos professores do corpo docente do Curso de Letras.
6.8. Estratégias de flexibilização curricular
O curso de Letras da UPM apresenta como possibilidade de flexibilizar sua estrutura
curricular e, assim, possibilitar ao estudante maior autonomia no processo de construção de seus
conhecimentos, créditos a serem cumpridos em disciplinas optativas a serem escolhidas pelos
alunos, a partir de um elenco de disciplinas oferecidas pelo próprio Curso de Letras da UPM
(essencialmente articuladas para dinamizar a relação entre graduação e pós-graduação), de um
elenco de disciplinas oferecidas em língua inglesa para toda a comunidade de alunos da UPM, de
um elenco de disciplinas oferecidas pelos Cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Se for
do interesse do aluno cursar disciplinas optativas em outros cursos e em outras dimensões que não
as apontadas, a Coordenação do Curso avaliará os casos especificamente, sempre tendo em vista
possibilitar a flexibilização da estrutura curricular. Cabe destacar que os alunos podem escolher
cursar, como créditos para disciplinas optativas, disciplinas obrigatórias dos outros Cursos de
Graduação do CCL (Jornalismo e Publicidade) e da UPM.
Ao lado das disciplinas optativas, os alunos também podem, tendo em vista ampliar suas
possibilidades de formação cultural, cursar disciplinas eletivas em outros cursos da UPM. A
diferença entre as disciplinas optativas e eletivas é que estas últimas não computam créditos para a
integralização da carga horária do curso, sendo consideradas como elemento de diversificação e
ampliação da formação educacional do aluno a seu próprio critério.
Não explicitamente exposta neste projeto, em virtude de seu caráter ainda incipiente, há
estratégias em estudo para implementação de Atividades Complementares oferecidas a distância,
em diferentes áreas relacionadas à formação específica dos alunos, permitindo que a flexibilização
curricular também se efetive em participação em diferentes cursos, palestras e oficinas que terão
como objetivo principal articular teoria e prática a partir de eixos norteadores de problemas de
pesquisa, sempre sob supervisão de um professor-pesquisador.
Além das estratégias de flexibilização da matriz curricular do curso, por meio da frequência
em disciplinas optativas e eletivas, os alunos podem cursar disciplinas oferecidas pelos programas
de Pós-Graduação da UPM, não apenas os Programas de Mestrado e Doutorado em Letras, mas
também os Cursos de Lato Sensu da área e, ainda, outros Programas de Lato e Stricto que
ofereçam conteúdos curriculares que possibilitem o diálogo com conteúdos da Matriz Curricular do
Curso de Graduação em Letras da UPM. Nesse mesmo sentido, os alunos poderão, com o auxílio
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da Coordenação, traçar um plano de estudos que contemple a frequência a disciplinas afins ao
Curso de Letras em outras instituições (inclusive internacionais), desde que o processo seja
aprovado e validado pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo Colegiado do Curso de Letras e,
posteriormente, pelos Órgãos Superiores da UPM.
De modo geral, pode-se apontar que as estratégias de flexibilização do Curso de Letras, aqui
apontadas em sua primeira versão, uma vez que a prática dos processos de ensino-aprendizagem
irá delinear com mais acuidade as possibilidades de expansão do Curso, possibilitam aos alunos de
fato serem protagonistas da construção de seus conhecimentos intelectuais e das dinâmicas de sua
futura prática profissional.
Falar em flexibilização das matrizes acarreta, imediatamente, a compreensão de que deve
haver uma modernização curricular dos cursos, que pode ser alcançada a partir da definição de
algumas metas, entre essas: a) possibilidade de transmitir aos alunos uma formação intelectual e
social mais global, atrelada, obviamente, a suas práticas específicas da profissão, inserida, agora,
em uma dimensão relacionada a fundamentações científicas, que poderão transmitir ao aluno a
consciência da importância de uma formação continuada; b) definição de estratégias que tornem o
aluno elemento ativo na construção de seus conhecimentos, assumindo, assim, o que se chama de
protagonismo estudantil; c) valorização de atividades fora da sala de aula, possibilitando, com sua
execução, a síntese dos vários conhecimentos adquiridos, tornando concreto, a partir de estudos de
caso inseridos socialmente, o desenvolvimento de habilidades e competências; d) as atividades
mencionadas no item anterior possibilitam também que as novas tecnologias de informação e
comunicação estejam organicamente inseridas no Curso de Letras, por meio de diferentes
atividades, sob supervisão do corpo docente, na modalidade a distância e relacionadas com a
inserção da sociedade e seus elementos na formação do graduado em Letras pela UPM; e) relação
de fato produtiva e dinâmica com os Cursos de Pós-Graduação, não só na participação de
discentes e docentes em grupos de pesquisa e projetos, mas também na convivência, entre alunos
de graduação e pós-graduação, em sala e de aula e em atividades de diferentes naturezas, como
oficinas, palestras e cursos de curta extensão na modalidade a distância, concretizando, desse
modo, o tão desejável relacionamento entre os níveis de formação de uma Universidade; f)
proposição de Atividades Complementares que de fato promovam a síntese do conhecimento e a
articulação da formação específica com outras demandas; g) intercâmbios com outras instituições,
inclusive as internacionais, nesse sentido o Curso também contempla, sempre que possível, a
participação em Editais oficiais que permitam a frequência dos alunos em universidades
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estrangeiras, na modalidade de graduação-sanduíche, como o Programa de Licenciaturas
Internacionais da Capes.
6.8.1. Estratégias de internacionalização
A Coordenadoria de Cooperação Internacional e Interinstitucional (COI), criada em julho de
2003, visa à promoção da troca de experiências entre estudantes, docentes e pesquisadores da
UPM e de outras instituições em estudo, pesquisa e extensão, visando ao desenvolvimento e à
implantação de atividades e projetos interinstitucionais e internacionais. Entre suas funções e
objetivos estão:
• assessorar os diversos setores da UPM, com vistas à concretização de acordos de
cooperação com outras instituições;
•
prospectar novos projetos de colaboração com instituições já conveniadas e
acompanhamento do relacionamento com os organismos que mantêm atividades correlatas;
• desenvolver uma central de informações virtual para acesso dos alunos do Mackenzie, com
informações acerca de oportunidades de aperfeiçoamento no exterior;
• intermediar acordos com instituições universitárias do Brasil e do exterior para elaboração de
propostas de intercâmbio;
• apoiar estudantes e professores visitantes, do Brasil e do exterior, participantes de programas
de intercâmbio.
A UPM participa ativamente de editais abertos pelos programas federais e estaduais de
concessão de bolsas de pesquisa, de iniciação à docência, de estágios para aprendizagem de
línguas, de graduação-sanduíche. Dando continuidade a ações já iniciadas a partir de 2011, o Curso
de Letras em curto prazo poderá estar definitivamente inserido em políticas de internacionalização.
Desde 2012, o Curso tem se empenhado na participação no Programa de Graduação-Sanduíche
para Licenciaturas e tem também enviado alunos para estudos de espanhol em outros países, por
meio de concessão de bolsas em parceria com diferentes instituições.
Em contrapartida, estudantes de universidades estrangeiras vêm ao Brasil e cursam
disciplinas do curso, durante um ou dois semestres, ofertadas inicialmente em língua inglesa e
língua portuguesa - para aqueles que desejam aprimorar seus conhecimentos na língua do espaço
lusófono. Em especial, o Curso de Letras oferece, a estudantes estrangeiros (e também aos
próprios discentes da UPM), disciplinas em língua inglesa, tendo como foco principal aspectos
culturais, sociais e históricos em contexto brasileiro.
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O Curso de Letras incentiva a participação de alunos e professores em experiências de
intercâmbio, elaboradas em relação a programas de estudo e estabelecimento de equivalências.
Ressalta-se também que a UPM possui convênio com universidades de outros países, mantendo
ativo um diálogo internacional já em andamento com projetos, docentes e cursos por conta dos
convênios assumidos com o Programa de Pós-Graduação em Letras da UPM, com o qual a
Graduação em Letras está especialmente articulada.
6.8.2. Estratégias de interdisciplinaridade
Propomos, nesta matriz curricular, um projeto interdisciplinar que visa à articulação dos
componentes curriculares do curso. Buscamos, para a interdisciplinaridade, um modelo que visa a
relacionar os componentes das formações gerais e específicas no efetivo exercício da profissão de
educador. Para isso, utilizamos disciplinas das Práticas Pedagógicas Específicas como
aglutinadoras de conhecimentos advindos de diferentes áreas do Curso de Licenciatura em Letras.
A proposta possibilita que os alunos percebam um princípio articulador entre diferentes áreas
de conhecimento (representantes dos núcleos temáticos do curso, que serão explicitados a seguir).
A partir da percepção desse princípio, os alunos serão capazes, nas diferentes atividades propostas
pelos professores das disciplinas de formação pedagógica, de elaborar planos de aula propondo
atividades que contenham um conteúdo específico, ressaltado pela disciplina condutora, e que seja
trabalhado de modo interdisciplinar dentro do princípio articulador da disciplina relacional. Após a
supervisão do professor, os alunos deverão aplicar sua atividade aos outros alunos da turma. Em
seguida os alunos apresentarão aos colegas o plano de aula, suas fundamentações teóricas e
organização metodológica. Toda a turma participa de uma discussão sobre a atividade, visando a
uma reflexão, acompanhada de constantes reorganizações e avaliações sobre as aplicabilidades
das propostas nas salas de aula da educação básica. Por fim, os alunos apresentarão relatórios
com os resultados obtidos.
Cabe destacar, ainda, que essa estratégia de interdisciplinaridade já começa a preparar os
alunos para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), atividade de conclusão do curso e de
formulação de síntese dos conhecimentos adquiridos nas diferentes aulas e nas práticas de estágio
e nos trabalhos relacionados às horas de Práticas como Componentes Curriculares, pois o TCC de
Licenciatura propõe a preparação e aplicação de uma aula no nível da Educação Básica.
O quadro abaixo procura demonstrar algumas possíveis relações existentes entre disciplinas
e quais seriam possibilidades de articular essa relação. Outras disciplinas e elementos poderão ser
usados livremente tanto pelo aluno como pelo professor responsável pela disciplina condutora. O
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que se apresenta é apenas uma possibilidade, a partir da qual os professores, em suas diferentes
propostas, poderão delinear atividades e conteúdos que lhes pareçam mais adequados às turmas
com as quais estarão em contato no efetivo exercício da sala de aula.
Salientamos que o projeto interdisciplinar do Curso de Licenciatura em Letras procura fazer
com que a interdisciplinaridade aconteça justamente na área de formação específica do discente, ou
seja, sua atuação como professor. Buscamos também um princípio transdisciplinar, no qual a
interdisciplinaridade possa ser materializada em uma prática educativa.
Disciplina
Depositária
Metodologia do ensino
de língua portuguesa e
literatura
(3a. etapa)
Projetos no ensino de
língua portuguesa e
literatura (5a. etapa)
Eixo de reflexão:
Conscientização dos
alunos acerca do ensino
da gramática de língua
portuguesa em suas
diversas manifestações,
entendida como todo e
qualquer elemento que
interfere na construção e
uso dos textos em situação
concreta de comunicação.
Reflexão sobre as práticas
de ensino da literatura e a
representatividade dos
textos literários na sala de
aula. O papel do professor
e sua prática docente
interventiva na
aprendizagem de
conteúdos que favoreçam
o desenvolvimento das
capacidades comunicativa,
reflexiva, teórica e
normativa do indivíduo,
necessárias para a
construção de textos
plurais que dialoguem com
as esferas sociais da
linguagem humana em
consonância com a
proposta, aberta e flexível,
dos Parâmetros
Curriculares Nacionais.
Metodologia do ensino
da Língua Inglesa (4a.
Disciplinas Relacionais
Linguística
Língua Portuguesa
Leitura e produção
textual
Fundamentos da
educação, Psicologia
da educação
Fundamentos de
Língua Latina e
Cultura Clássica
Didática
Teoria da Literatura,
Literaturas Brasileira
e Portuguesa
Linguística
Princípios articuladores
A língua, em sua dinâmica social, vista como
forma de ação nos processos de interação verbal.
A construção da identidade do professor em meio
a sua produção discursiva e gramatical. Pesquisa
gramatical em língua portuguesa. O uso do texto
no ensino da gramática.
Habilidades de comunicação escrita e de leitura.
Aprendizado, desenvolvimento e educação.
Origens do conhecimento gramatical, da língua
portuguesa e do pensamento ocidental.
Planos e projetos de ações educativas.
Relações entre língua e literatura no processo
formativo na área de linguagens no ensino
básico.
A língua, em sua dinâmica social, vista como forma de
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etapa)
ação nos processos de interação verbal.
Projetos no ensino de
língua inglesa (6a.
Língua Inglesa
A construção da identidade do professor em meio a sua
etapa)
produção discursiva e gramatical. Estratégias de leitura e
Eixo de reflexão:
de conversação e o trabalho na sala de aula. Pesquisa
Contribuir para a
gramatical em língua estrangeira. O uso do texto no ensino
melhoria do processo de
da gramática.
ensino-aprendizagem da
língua inglesa,
Didática
Planos e projetos de ação educativa.
fornecendo aos
discentes e futuros
Produção textual
Habilidades de comunicação escrita e de leitura.
docentes a oportunidade
em língua inglesa
de ampliar seus
conhecimentos e
Literaturas Inglesa
Relações entre língua e literatura no processo de ensinoorganizar sua prática
e Norte-Americana
aprendizagem de língua estrangeira.
pedagógica. Reflexão
sobre o uso e escolha
dos diferentes materiais
didáticos no ensino de
inglês como língua
estrangeira. Ênfase no
ensino-aprendizagem da
produção escrita, usando
materiais autênticos em
língua inglesa, didáticos
e paradidáticos,
propiciando os
instrumentos
necessários ao ensino
da escrita em sala de
aula.
6.8.3. Estratégias de integração com a Pós-Graduação
O Curso de Graduação em Letras encontra-se integrado aos cursos de pós-graduação na
área oferecidos pela UPM, tanto em relação com o Programa Stricto Sensu, quanto em relação com
o Cursos de Especialização "Língua Portuguesa e Literatura". Essa integração materializa-se, entre
outros, nos seguintes aspectos:
•
professores que fazem parte do Corpo Docente do Programa de Pós-Graduação
ministram regularmente disciplinas obrigatórias na graduação, ou seja, mais de 70%
do corpo docente tem atuação destacada nos dois níveis de formação em Letras graduação e pós-graduação;
•
professores que fazem parte do Corpo Docente do Programa de Pós-Graduação
atuam em diferentes atividades específicas para a graduação, que possibilitam
obtenção, por exemplo, de horas de atividades complementares na modalidade de
pesquisa e na modalidade acadêmica;
•
professores que atuam apenas na graduação também atuam no curso de
Especialização;
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•
professores do Programa de Pós-Graduação coordenam grupos de pesquisa que
congregam não apenas alunos do Mestrado e do Doutorado, mas também alunos de
Iniciação Científica;
•
palestras com professores e palestrantes convidados são oferecidas em conjunto
para os graduandos e pós-graduandos;
•
alunos da graduação frequentam disciplinas dos Programas de Mestrado e
Doutorado e também dos cursos de Especialização;
•
relação, em conteúdos e direcionamentos do processo de ensino-aprendizagem, das
disciplinas da Matriz Curricular da Graduação com as Linhas de Pesquisa dos
Programas de Mestrado e Doutorado;
•
Estágio docente de alunos da pós-graduação no Curso de Licenciatura;
•
Co-orientação de trabalhos de TCC, em que o professor do Curso que pertence ao
quadro de docentes da pós-graduação pode dividir a orientação de um trabalho de
conclusão do curso de graduação com um orientando que já tenha o título de Mestre.
6.8.4. Possibilidades de integralização de disciplinas fora da grade curricular como eletivas e/ou
optativas
Aprofundando o caráter de uma formação integral e interdisciplinar, os alunos têm a
possibilidade de cursar disciplinas de caráter eletivo (não formam parte da matriz curricular do
curso) a serem escolhidas em um amplo elenco de disciplinas, oriundas de todos os cursos da
UPM. Essa escolha deve ser feita atendendo às especificidades estabelecidas no Regulamento
Acadêmico dos Cursos de Graduação da UPM. Na Instituição, há uma diferença entre disciplinas
eletivas e optativas, como já apontamos. As disciplinas optativas fazem parte obrigatoriamente da
composição da Matriz Curricular do Curso, sendo de frequência obrigatória pelos alunos, que façam
suas escolhas dentro de um elenco previamente delimitado de disciplinas, tendo em vista o perfil do
egresso desejado.
Dentro da organização curricular, o curso disponibiliza disciplinas optativas, de dois créditos
semanais cada, e os alunos devem cursá-las na quinta e última etapa do curso. O aluno deverá
cursar, obrigatoriamente, quatro créditos optativos, escolhendo, de forma flexível entre as disciplinas
disponíveis (não apenas no próprio Curso de Letras), aquelas de maior interesse para sua
formação. Além das disciplinas optativas oferecidas pelo Curso de Letras, o aluno pode escolher
disciplinas (optativas ou não, presenciais ou não) de outros cursos da UPM, como já apontado
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anteriormente. A dinâmica de oferta e escolha será explicitada no item específico sobre a
organização curricular do curso.
6.9. Políticas Institucionais de Apoio Discente
A UPM, em cumprimento à sua visão e missão e em consonância com seus valores,
preocupa-se com o desenvolvimento integral de seus alunos. Uma formação integral deve
considerar o aluno em seus aspectos cognitivos, afetivos, físicos e espirituais. Essa preocupação
se traduz na criação de setores específicos para atendimento e em programas especiais de apoio
aos alunos.
Assim, institucionalizou-se a Coordenadoria de Apoio Discente (órgão do Decanato
Acadêmico, subordinado à Reitoria) responsável pela orientação e acompanhamento das
atividades acadêmicas do estudante na Instituição e na sociedade. Ela atua na divulgação de
eventos acadêmicos, tais como congressos, encontros e seminários, além de incentivar o
intercâmbio acadêmico nacional e internacional. Também acompanha a execução, nas Unidades
Universitárias, das políticas de monitoria, estágios, trabalho de conclusão de curso e atividades
complementares e, por final, divulga os trabalhos e a produção científica e tecnológica dos
discentes.
Outra atividade da Coordenadoria, em parceria com as Unidades, é o apoio
psicopedagógico aos alunos que apresentam alguma dificuldade no acompanhamento do
processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, conta com apoio dos cursos de Psicologia e
Pedagogia.
Em diálogo com a Coordenadoria de Apoio Discente, o Curso de Letras oferece Monitorias
para disciplinas, plantão pedagógico dos professores PPI e PPP (respectivamente professores
contratados em regime integral ou parcial) e aulas de nivelamento (denominadas de Apoio
Pedagógico em Língua Inglesa e de Apoio Pedagógico em Língua Portuguesa) para alunos que
começam a frequentar as aulas do curso após o período regular de ingresso e também para
alunos que apresentem dificuldades específicas nas áreas indicadas. Ao lado dessas ações, a
Coordenação do Curso de Letras, o Corpo Docente e o Corpo Administrativo sempre estão
atentos para qualquer demanda que possa implicar a interferência da Coordenadoria, tendo em
vista a criação e estabilização de um ambiente acolhedor e adequado a diferentes necessidades
dos alunos.
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6.10. Política de egresso
A CPA, atendendo à legislação vigente, por meio de instrumento adequado, colhe informações
junto aos egressos, buscando estabelecer seu grau de empregabilidade e a satisfação do aluno
frente ao mercado de trabalho. Com essas informações, é redigido um relatório que fica à
disposição da comunidade acadêmica.
A UPM e IPM instituíram o Programa “Para Sempre Mackenzista”, para acompanhamento dos
egressos, destinado a oferecer ao ex-­‐aluno oportunidades de educação continuada nos cursos e
programas de extensão e de pós-graduação (atualização, aperfeiçoamento, especialização,
mestrado ou doutorado) e ainda, oferecer informações sobre oportunidades profissionais para a
inserção no mercado de trabalho. O programa, também, colhe informações sobre a vida profissional
desse ex-­‐aluno, para verificar a parcela de contribuição relevante que o Mackenzie desempenhou
neste processo.
O Programa também tem por objetivo realizar ações de captação de recursos junto aos antigos
alunos, os quais serão destinados ao “Fundo de Bolsistas”, que ajudará na formação de inúmeros
adolescentes e jovens que não teriam oportunidade de ingressar no Ensino Superior e também de
uma eventual revitalização do Centro Histórico Mackenzie.
O programa é composto, também, de um pacote de benefícios para os antigos alunos, tais
como:
• Acesso às Bibliotecas, central e setoriais para empréstimo de livros;
• Descontos em Livrarias conveniadas com a UPM e também para a Livraria do Mackenzie;
• Recebimento do Periódico Maria Antônia e da própria Revista do Mackenzie;
• Notícias de oportunidades de Emprego;
• Parcerias com fornecedores do Mackenzie, para a oferta de benefícios para os alunos tais
como: participação em shows; exposições; jogos; etc.
6.11. Políticas de ética em pesquisa
Os Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) da UPM são colegiados interdisciplinares, de
caráter consultivo, deliberativo e educativo, criados para defender os interesses dos sujeitos de
pesquisa (humanos e animais) em sua integridade e dignidade, e para contribuir no
desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. O CEP tem a função de divulgar, no
âmbito da Instituição, normas relativas à ética em pesquisa envolvendo seres humanos e
procedimentos deste Comitê; receber dos sujeitos da pesquisa ou de qualquer outra parte
denúncias de abusos ou notificação sobre fatos adversos que possam contribuir para a alteração
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do curso normal do estudo empreendido; requerer instauração de sindicância à Reitoria desta
Universidade em caso de denúncias éticas nas pesquisas; analisar e emitir pareceres sobre o
aspecto ético em pesquisas realizadas com seres humanos.
Devem ser submetidos ao CEP:
• projetos que, em sua metodologia, se utilizem de possíveis técnicas invasivas ao ser
humano;
• projetos de pesquisa desenvolvidos paralelamente (não curriculares) às atividades
docentes e discentes;
• projetos quando há exigência do número de Certificado de Apresentação para
Apreciação Ética (CAAE) pelas agências de fomento e/ou publicações científicas.
6.12. Políticas Institucionais de Apoio Docente
O cuidado com a seleção, o apoio, o reconhecimento e a formação continuada dos docentes
da UPM é uma das grandes políticas para que se efetive e cumpra a Visão e Missão da Instituição,
garantindo, dessa maneira a excelência almejada. Assim, a UPM tem adotado algumas práticas
tanto institucionais como no âmbito dos cursos.
A Universidade conta com a Coordenadoria de Apoio Docente, do Decanato Acadêmico.
Essa Coordenadoria coloca em ação as estratégias da Reitoria no que se refere à formação
continuada dos docentes da UPM. As ações englobam a Semana de Preparação Pedagógica, que
ocorre todo início de semestre, em parceria com as Unidades Acadêmicas, a promoção e o apoio a
eventos e congressos que tratam de questões relacionadas aos processos de ensino e
aprendizagem, programas de formação por meio dos Diálogos sobre a Prática Docente e de cursos
de Didática do Ensino Superior, este mantido pelo Curso de Pedagogia. As Unidades Acadêmicas
também podem contar com a Coordenadoria para apoio no processo de planejamento de ensino e
avaliação.
Além dos programas de formação continuada, a Universidade oferece apoio aos docentes
que irão estudar fora da Universidade ou aos docentes visitantes de outras instituições, e também
para o desenvolvimento de pesquisas.
O Curso de Letras da UPM, em diálogo com as ações do Decanato Acadêmico, tem
participado das Semanas Pedagógicas e dos Diálogos sobre a Prática Docente, com a oferta de
palestras, cursos e assessorias. Ao lado desse engajamento, os professores do Curso são
constantemente estimulados a participar de congressos, eventos e cursos de formação continuada.
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6.13. Políticas de Comunicação Institucional
A Visão e Missão regem o espírito que permeia as práticas de comunicação interna e externa
na UPM. Nesse sentido, a comunicação deve apresentar um fluxo claro e ágil, tanto com os órgãos
internos quanto externos. Para tanto, há um órgão e setores exclusivos, tais como a Ouvidoria, as
Secretarias de Curso. Além disso, a UPM preza pelo diálogo nas várias esferas de atuação.
Na UPM, priorizando uma comunicação direta com a comunidade acadêmica e a comunidade
externa, implantou-se em agosto de 2000 a Ouvidoria. Esse setor é órgão de assessoria da Reitoria
e busca facilitar e agilizar os processos de comunicação na Universidade. Além disso, a Ouvidoria
assume uma posição mais ampla, diagnosticando problemas e percebendo aspectos positivos em
um contexto de supervisão mais abrangente. Essa atuação é desenvolvida com o objetivo de levar a
Instituição a:
• identificar aspectos dos serviços que os alunos valorizam mais;
• identificar possíveis problemas de várias áreas;
• identificar ansiedades mais frequentes dos alunos iniciantes;
• ajudar na identificação do perfil dos alunos;
• receber todo tipo de manifestação;
• prestar informação à comunidade externa e interna;
• agilizar processos e,
• buscar soluções para as manifestações dos alunos.
Para a atuação eficiente da Ouvidoria, o Ouvidor exerce suas funções com independência
e autonomia, devendo ter, também, livre acesso a todos os setores acadêmicos e:
• representar a comunidade interna e externa junto à IES;
• encaminhar manifestações apresentadas aos setores competentes;
• acompanhar o andamento dos processos e seus prazos, até a solução;
• atuar na prevenção e solução de conflitos;
• identificar e sugerir correções de erros e soluções de problemas, ao responsável do órgão
em que ocorre.
No Curso de Letras da UPM, o atendimento a alunos e professores é constante e feito de
forma direta, tendo em vista estreitar as relações dos diferentes agentes envolvidos no processo
educacional. Há uma série de processos iniciados com pedidos de requerimentos,
encaminhamentos, orientações na própria secretaria ligada à Coordenação do Curso. Na prática de
efetivação dessas ações, há o corpo da secretaria de atendimento a alunos e professores, com o
auxílio de estagiários e eventualmente de professores PPI.
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6.14. Políticas em EAD
A UPM estabeleceu objetivos a serem cumpridos em relação a EaD (Ensino a Distância):
• Ampliar a abrangência e a profundidade da ação da Universidade através da utilização de
ferramentas e sistemas de ensino a distância;
• Oferecer um ensino a distância avançado do ponto de vista tecnológico e via Internet e em
rede local dando suporte à educação presencial.
Além desses objetivos, propõem-se metas que direcionem as ações futuras relativas a EaD:
• Incrementar a utilização dos sistemas de educação a distância em todos os níveis de
ensino da Universidade;
• Ampliar a ação da Universidade em sua relação com a sociedade e suas ações de ensino,
pesquisa e extensão por meio da utilização dos instrumentos de educação a distância.
Para o cumprimento dessas metas, a UPM conta com o Núcleo de Ensino a Distância
(NE@D), uma unidade acadêmico-administrativa de natureza consultiva, deliberativa e executiva
vinculada ao Decanato Acadêmico, para o desenvolvimento e gestão do Programa Institucional de
Ensino a Distância com vistas ao atendimento das metas institucionais relacionadas no
Planejamento Estratégico da UPM e do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM). Suas principais
metas são:
• Incentivar a utilização de tecnologias nas diversas situações de ensino e
aprendizagem de forma transformadora e inovadora;
• Coordenar e dar suporte às ações e experiências em EaD, no âmbito da UPM.
Essa Coordenadoria monitora o desempenho da infraestrutura e dos meios tecnológicos
disponíveis na IES, bem como planeja e executa um plano de ação em EAD de abrangência
multicampi.
Entre suas principais atribuições estão a capacitação dos profissionais ligados ao ensino e
que utilizam os recursos tecnológicos a distância em sua prática pedagógica. Para isso, cria e
mantém um núcleo de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão na área de EAD, sugerindo
políticas tecnológicas institucionais para o bom desempenho do Ensino a Distância na IES,
articulando esforços com a Coordenadoria de Avaliação Institucional para encontrar mecanismos
adequados de avaliação dessa modalidade na IES. Nesse sentido, os alunos e professores são
estimulados a utilizarem ao máximo os recursos tecnológicos oferecidos pela Universidade.
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O projeto da Universidade é continuar expandindo sua atuação em EaD e para isso tem
investido em salas de videoconferência e recursos tecnológicos, bem como na intensificação do
incentivo e formação do professor para uso desses recursos.
Especificamente, o Curso de Letras apresenta as seguintes propostas para a prática de
ensino a distância: a) oferta de disciplinas na modalidade a distância; b) oferta de oficinas de
pesquisa, com orientação e exposição de conteúdos e estratégias a distância, tendo em vista iniciar
os alunos na prática da produção do conhecimento científico; c) oferta de palestras e cursos de
curta extensão, seminários, na modalidade a distância tendo em vista a articulação com a busca de
maior flexibilização da Matriz Curricular.
6.15. Políticas institucionais de educação ambiental, socioeducacional e de respeito à diversidade
no contexto do ensino, da pesquisa e da extensão.
A UPM, desde seus primórdios, tinha a preocupação com a inclusão dos menos favorecidos
no sistema educacional. Em 1872, quando ainda era chamada de Escola Americana, já havia criado
bolsas de estudos para aqueles alunos que não podiam custear suas despesas.
Desse modo, é política da Universidade, em consonância com sua Visão e Missão, garantir o
atendimento das leis governamentais. Assim, abaixo apontamos de que forma as questões em foco
neste item estão contempladas no Curso de Letras:
a) em cumprimento ao Decreto nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, oferecemos a
disciplina LIBRAS como obrigatória para os alunos (na organização curricular do Curso de Letras –
Licenciatura e Bacharelado – a disciplina recebe a denominação de “Libras aplicada à educação”);
b) em cumprimento à Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004, referente à Educação das
Relações étnico-raciais e ao Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, oferecemos
disciplinas com diferentes possibilidades de articulação de conteúdos que se referem a diretrizes
mencionadas.
Cabe ressaltar que, seguindo diretrizes do MEC, as Questões Étnico-Raciais, relacionadas
à Educação das Relações Étnico-Raciais, representadas também na preocupação com a
transmissão de informações e no estabelecimento de reflexões a respeito da participação da cultura
afrodescendente (História da Cultura Afro-Brasileira e Africana) na formação e constituição de
nosso país e da cidadania de seus habitantes, estão presentes, em meio a diferentes possibilidades
de seleção de tópicos, nas disciplinas "Leitura e produção textual I e II" (por meio da utilização de
temáticas de escrita e leitura a respeito do assunto), "Língua Portuguesa VII" (por meio do estudo
da contribuição das línguas africanas, indígenas, europeias, e seus falantes, na constituição do
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português brasileiro; essa disciplina, ao tratar da formação e do desenvolvimento histórico da língua
portuguesa coloca em pauta também reflexões sobre a cultura brasileira), "Literaturas e culturas de
expressão em língua portuguesa" (por meio de uma abordagem da literatura africana e de outras
manifestações culturais no âmbito da lusofonia), "Cultura dos povos de língua inglesa" (pela
abordagem do papel de diferentes culturas das sociedades em que a língua inglesa se fez e faz
presente), "Psicologia da educação" (por meio de reflexões a respeito de processos de inclusão nas
diferentes esferas de prática docente e também na transmissão de conhecimentos que contribuem
para a formação cidadã dos alunos);
c) também as questões de Direitos Humanos estão contempladas na organização didáticopedagógica do curso, em disciplinas como "Ética e Cidadania I", "Ética e Cidadania II", "Psicologia
da educação", "Fundamentos da educação”;
d) questões sobre Meio Ambiente também são uma preocupação da Universidade, e em
cumprimento à Lei nº 9795 de 27 de abril de 1999 e decreto nº 4281 de junho de 2002, oferecemos,
com um enfoque transdisciplinar, uma série de eventos voltados para esse tema, garantindo a
transversalidade. Além disso, o conteúdo de Educação Ambiental e Desenvolvimento
Sustentável está contemplado em diferentes discussões e reflexões na disciplina de formação
pedagógica "Fundamentos da educação" e também em abordagens históricas e culturais em
diferentes disciplinas do curso, além do fato de que essa reflexão faz parte de temas explorados nas
disciplinas de prática textual. Cabe lembrar que essas abordagens levam em conta a percepção de
como o homem atua em seu meio ambiente, tanto em relação a questões de sustentabilidade, como
também de ação e transformação de seu ambiente, nesse sentido, a disciplina "Fundamentos gerais
de empreendedorismo" também pode contemplar em suas propostas de desenvolvimento de
projetos e de percepção empreendedora nos alunos questões sobre a prática educacional, sobre a
atuação profissional de um egresso do Curso de Letras e atitudes em relação ao espaço ocupado
pelas sociedades e cidadãos.
Essas reflexões também fazem parte de tópicos abordados nas disciplinas “Metodologia do
ensino de língua portuguesa e literatura” e “Metodologia do ensino de língua inglesa”, por meio da
elaboração de reflexões e discussões sobre Temas Transversais. Assim, temas de Educação
Ambiental podem ser tratados de forma interdisciplinar não só a partir de reflexões que o aluno
colocará para ele mesmo e suas formas de atuação na sociedade, mas a partir, do mesmo modo,
de posicionamentos a respeito da questão da Educação Ambiental em relação ao seu papel de
professor e formador de novas atitudes e consciências. Nesse último ponto, a disciplina "Políticas e
organização da educação básica" pode contribuir na discussão do estabelecimento de diretrizes
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educacionais em relação ao espaço dos processos de ensino-aprendizagem e também na formação
consciente dos alunos nas suas formas de convívio com outros elementos da sociedade inseridos
em espaços de diferentes configurações. Sobre a questão de Educação Ambiental destacamos que
“trabalhar com Educação Ambiental é relevante para que os alunos desvendem as percepções de
natureza que existem mundo afora, compreendam que é preciso considerar outras formas de vida
que não só a humana e também para que elaborem opiniões e ajam ativamente sobre a
transformação dos lugares e das paisagens. Ao levar o tema para a sala de aula, o professor deve
discutir as representações sociais de meio ambiente de diferentes grupos sociais”4. Nesse sentido,
a articulação de temas sobre a questão em perspectiva transdisciplinar nos parece adequada, uma
vez que a noção de Educação Ambiental apresenta “várias dimensões, leituras e conceituações. [...]
é possível estudar o meio ambiente com base nas representações sociais. Nelas encontramos os
conceitos como foram aprendidos e internalizados pelas pessoas. [...] uma representação social é o
senso comum que se tem sobre um tema, em que estão inclusos preconceitos, ideologias e
características das atividades cotidianas (sociais e profissionais) das pessoas”5.
e) reflexões sobre a presença das Tecnologias Sociais na sociedade contemporânea
fazem parte de diferentes dimensões de componentes curriculares, considerando essencialmente
que os espaços e as relações sociais são permeados de produtos, métodos, técnicas e modos de
interação que se articulam a novas formas tecnológicas de informação e comunicação. Desse
modo, a formação de um aluno deve contemplar discussões sobre a presença de tecnologias em
ambientes que demandam baixo custo, acessibilidade e impacto social. Considerando que é
possível que reflexões dessa natureza possam ser contempladas em diferentes disciplinas,
apontamos especificamente que a disciplina “Tecnologias da informação e comunicação no ensino
na área de linguagens” deve tratar particularmente dessas questões.
7. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
7.1.
Estrutura curricular
As atividades de toda a grade curricular são distribuídas em teóricas e práticas em um
processo de inter-relação. As línguas portuguesa e inglesa fazem na medida do possível uma
interdisciplinaridade, procurando demonstrar semelhanças e diferenças estruturais e culturais. Da
mesma forma as literaturas estrangeiras estabelecem paralelos com a literatura brasileira, buscando
paradigmas históricos comuns, em meio a manifestações estéticas e artísticas.
4
5
Revista Nova Escola, ano XXVIII, no. 267, novembro de 2013, p. 74-76.
Id. Ib.
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A concepção e a execução da grade curricular do Curso de Licenciatura em Letras foram e
são desenvolvidas dentro de um contexto geral e único, qual seja, o de formar um docente, um
profissional ou pesquisador na área.
A distribuição da carga horária das disciplinas que compõem o currículo do Curso de
Licenciatura em Letras foi realizada no sentido de atender aos objetivos delineados para o curso,
bem como possibilitar a formação do profissional com o perfil proposto.
Assim, há um equilíbrio de carga horária entre os quatro anos de duração da Licenciatura,
sendo que as disciplinas que são mais específicas e com ementa mais extensa e complexa
apresentam maior carga horária. Compatibiliza-se, dessa forma, o oferecimento das atividades
teóricas e práticas, bem como a distribuição das disciplinas ao longo do curso para a adequada
formação do aluno.
Os componentes curriculares configuram a Licenciatura em Letras Português-Inglês da
UPM, organizada em um total de 3.616h (considerando a oferta de suas habilitações –
português e inglês, obrigatórias para todos os alunos) com disciplinas teóricas, práticas e
teórico-práticas, estas últimas direcionadas especificamente para reflexões a respeito de como a
teoria vista em sala de aula pode ser aplicada no processo de ensino-aprendizagem na Educação
Básica e no desenvolvimento de habilidades específicas dos alunos, em relação, por exemplo, a
elementos de escrita e leitura de textos, caracterizando, assim, uma das preocupações essenciais
do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras da UPM: a inserção adequada e
proveitosa dos seus alunos no mercado de trabalho como professores conscientes das atividades
docentes e com domínio de uso da língua portuguesa em suas diferentes modalidades.
A seguir, apresenta-se o elenco das disciplinas dividido inicialmente em unidades curriculares
concentradas em eixos de formação específicos, organizados a partir das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Letras (Resolução CNE/CES de 13/03/2002), que indicam a existência
de dois eixos temáticos básicos, Formação em Estudos Linguísticos e Formação em Estudos
Literários (aos quais se deve acrescentar a formação pedagógica específica). A partir dessa
orientação básica, são propostos quatro eixos: a) Eixo de Formação Geral; b) Eixo de Formação em
Língua Portuguesa e Literaturas; c) Eixo de Formação em Língua Inglesa e Literaturas; d) Eixo de
Formação Pedagógica.
O eixo de Formação Geral (responsável pela articulação de conteúdos que contribuem para
o aprimoramento em conhecimentos e habilidades necessários para a formação nos eixos
específicos) apresenta 747 horas, divididas da seguinte forma (as horas seguem indicadas em
horas-relógio, a partir de 17 semanas com aulas de 45 minutos):
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Eixo Temático de Formação Geral
Leitura e produção textual I
Leitura e produção textual II
Ética e cidadania I
Ética e cidadania II
Linguística I
Linguística II
Fundamentos de língua latina
Cultura Clássica
Teoria da literatura I
Teoria da literatura II
Fundamentos gerais de empreendedorismo
Trabalho de conclusão de curso - Licenciatura I
Trabalho de conclusão de curso - Licenciatura II
Total de horas do Eixo de Formação Geral
Carga Horária
51h
51h
25h
25h
51h
51h
51h
25h
51h
51h
25h
145h6
145h
747h
O eixo de Formação em Língua Portuguesa e Literaturas apresenta 687 horas, divididas
da seguinte forma:
Eixo de Língua Portuguesa e Literaturas
Língua Portuguesa I
Língua Portuguesa II
Língua Portuguesa III
Língua Portuguesa IV
Língua Portuguesa V
Língua Portuguesa VI
Língua Portuguesa VII
Literatura Brasileira I
Literatura Brasileira II
Literatura Brasileira III
Literatura Brasileira IV
Literatura Portuguesa I
Literatura Portuguesa II
Literatura Portuguesa III
Literaturas e culturas de expressão em língua portuguesa
Total de horas do Eixo de Língua Portuguesa e Literaturas
Carga Horária
51h
51h
51h
51h
25h
51h
25h
51h
51h
51h
51h
51h
51h
51h
25h
687h
O eixo de Formação em Língua Inglesa e Literaturas apresenta 659 horas, divididas da
seguinte forma:
Eixo de Língua Inglesa e Literaturas
Língua Inglesa I
Língua Inglesa II
Língua Inglesa III
Carga Horária
51h
51h
51h
6 O trabalho de conclusão de curso é computado como componente curricular, e não disciplina. A carga horária indicada
corresponde ao total de horas dedicadas nos semestres específicos para a elaboração, realização e orientação de
atividades. Os alunos dedicam-se, nos períodos específicos de realização do TCC, a leituras, encontros com o
orientador, produção de resumos e fichamentos, elaboração do trabalho e texto final, preparação de atividades para a
defesa pública do trabalho. Esse elenco de atividades é controlado e supervisionado pelo orientador, para que as horas
correspondentes às atividades possam ser validadas e atribuídas.
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Língua Inglesa IV
51h
Língua Inglesa V
51h
Língua Inglesa VI
51h
Língua Inglesa VII
51h
Produção de textos em língua inglesa I
51h
Produção de textos em língua inglesa II
25h
Produção de textos em língua inglesa III
51h
Cultura dos povos de língua inglesa
25h
Literatura Inglesa I
25h
Literatura Inglesa II
25h
Literatura Inglesa III
25h
Literatura Norte-Americana I
25h
Literatura Norte-Americana II
25h
Literatura Norte-Americana III
25h
Total de horas do Eixo de Língua Inglesa e Literaturas
659h
O eixo de Formação Pedagógica apresenta 573 horas, divididas da seguinte forma:
Eixo de Formação Pedagógica
Fundamentos da educação
Docência na contemporaneidade
Psicologia da educação
Políticas e organização da educação básica
Didática
Libras aplicada à educação
Metodologia do ensino de língua portuguesa e literatura
Projetos no ensino de língua portuguesa e literatura
Metodologia do ensino de língua inglesa
Projetos no ensino de língua inglesa
Tecnologias da informação e comunicação no ensino de linguagens
Avaliação da aprendizagem na área de linguagens
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens I
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens II
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens III
Total de horas do Eixo de Formação Pedagógica
Carga Horária
38h
38h
38h
38h
51h
51h
51h
51h
51h
51h
25h
51h
13h
13h
13h
573h
Dessa forma, como previsto pelas diretrizes oficiais, há, pelo menos, 1/5 da carga horária
total do curso dedicado à Formação Pedagógica. O número de horas dedicadas à formação
específica do professor, além das horas de estágio supervisionado (700h), está distribuído da
seguinte forma: a) 573 horas alocadas em disciplinas específicas do eixo de Formação Pedagógica;
b) 422 horas práticas como componentes curriculares.
As horas de Práticas como Componente Curricular são organizadas de duas maneiras: a)
em reflexões em disciplinas da matriz curricular que colocam em pauta discussões sobre a relação
entre o conhecimento teórico adquirido na Universidade e a futura prática profissional como docente
(sendo que desse modo uma parte da carga horária de disciplinas está destinada a essa reflexão
sobre a prática docente, compondo carga destinada ao eixo de Práticas como Componente
Curricular); b) em oficinas específicas para a produção de estudos de caso sobre a prática docente
(sendo que desse modo a carga horária das oficinas está destinada à carga de Práticas como
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Componente Curricular, com a realização de atividades em grupo tendo em vista a reflexão sobre a
atuação docente). Abaixo segue o quadro indicativo das disciplinas que são consideradas teóricopráticas e apresentam horas de prática como componente curricular. Sobre o quadro e escolha de
disciplinas apresentamos as seguintes justificativas: a) horas de práticas estão alocadas em
disciplinas do eixo pedagógico, que por sua própria natureza apresentam a reflexão sobre a
formação docente e a prática profissional; b) horas de prática estão alocadas em disciplinas
específicas da matriz curricular, a saber, Linguística II, Língua Portuguesa IV e Teoria da Literatura
II, Língua Inglesa VII. Essas disciplinas contemplam a reflexão sobre a prática docente no ensino de
língua materna, de língua estrangeira, sobre as manifestações literárias e linguísticas, uma vez que
tratam de conteúdos que fazem parte de diretrizes e parâmetros de orientação para atuação
docente. Duas disciplinas (Linguística II e Teoria da Literatura II) fazem parte da matriz logo em seu
início, porque há a compreensão de que elas podem apresentar o início de uma reflexão sobre a
prática docente contextualizada na área específica de linguagens exatamente quando os alunos
começam também a frequentar disciplinas específicas do eixo pedagógico. A disciplina Língua
Portuguesa IV trata de sintaxe e estrutura da língua, aspecto sempre problemático no ensino de
língua, por isso sua escolha. A disciplina Língua Inglesa VII encerra o eixo de língua estrangeira, o
que permite que o aluno já possa, ao final de um percurso em língua inglesa, apresentar reflexões
sobre a prática docente nessa área. Essas disciplinas também compõem o núcleo de disciplinas do
Bacharelado, o que permite que os alunos que não fazem licenciatura tenham, em alguma medida,
contato com o universo educacional, presente na maior parte do campo de atuação do profissional
de Letras.
Práticas como Componente Curricular
Docência na contemporaneidade
Fundamentos da educação
Didática
Políticas e organização da educação básica
Psicologia da educação
Avaliação da aprendizagem na área de linguagens
Tecnologias da informação e comunicação no ensino de linguagens
Metodologia do ensino de língua portuguesa e literatura
Projetos no ensino de língua portuguesa e literatura
Metodologia do ensino de língua inglesa
Projetos no ensino de língua inglesa
Libras aplicada à educação
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens I
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens II
Oficina de Prática como Componente Curricular na área de linguagens III
Linguística II
Língua Portuguesa IV
Teoria da Literatura II
Língua Inglesa VII
Total de horas de Práticas como Componente Curricular
Carga Horária
13h
13h
25,5h
13h
13h
51h
25h
25,5h
25,5h
25,5h
25,5h
25,5h
13h
13h
13h
25,5h
25,5h
25,5h
25,5h
422h
50
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Já as horas de Estágio Curricular Supervisionado obedecem aos parâmetros da legislação
oficial, estando divididas nas seguintes disciplinas, em um total de 700 horas de Estágio
Supervisionado:
Disciplinas com Estágio Supervisionado
Docência na contemporaneidade
Metodologia do ensino de língua portuguesa e literatura
Metodologia do ensino de língua inglesa
Projetos no ensino de língua portuguesa e literatura
Projetos no ensino de língua inglesa
Total de horas de Estágio Supervisionado
Horas de Estágio Supervisionado para Língua Portuguesa
Horas de Estágio Supervisionado para Língua Inglesa
Etapas
2ª. 140h
3ª. 140h
4ª. 140h
5ª. 140h
6ª. 140h
700 horas
350 horas
350 horas
Ainda sobre a composição dos componentes curriculares, as Atividades Complementares,
fixadas em 200 horas, ao longo do curso, possibilitam ao aluno suprir as necessidades de
conhecimentos que possam contribuir com sua formação geral. A organização dessas atividades
será explicitada em item próprio. Também estão em estudo e verificação de estratégias de
implantação, e, portanto, não explicitadas neste Projeto, estratégias de flexibilização da Matriz
Curricular do Curso, que têm como objetivo principal possibilitar ao aluno maior autonomia na
seleção e execução de suas Atividades, principalmente em relação a projetos de pesquisa e cursos
de aprimoramento da formação, oferecidos na modalidade a distância.
A integralização da Matriz Curricular prevê ainda, contribuindo para sua flexibilização, a
frequência a DUAS Disciplinas Optativas (com total de 50h), que pode ser escolhida pelos alunos
entre:
a) Disciplinas ofertadas pelo Curso de Letras como optativas (turmas são abertas com
número mínimo de 15 alunos). Esse elenco de disciplinas, que pode se ampliar ou modificar ao
longo do desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, está explicitado a seguir.
Quadro de Disciplinas Optativas Propostas pelo Curso de Letras
Literatura Infantojuvenil
Elementos de tradução português-inglês
Tópicos especiais em estudos linguísticos
Tópicos especiais em estudos literários
Carga Horária
25h
25h
25h
25h
b) Disciplinas ofertadas, como optativas ou obrigatórias, nos Cursos do Centro de
Comunicação e Letras – Jornalismo e Publicidade, estabelecendo, assim, uma relação produtiva e
eficiente entre os cursos da unidade acadêmica. A frequência a disciplinas específicas de cursos de
Comunicação contribui sobremaneira para a formação de um professor e/ou pesquisador atento às
novas demandas dos profissionais das linguagens, cada vez mais imersos em dimensões que
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colocam em pauta os processos comunicativos e suas consequentes produções de sentido e de
imagens no meio social.
c) Disciplinas ofertadas, a toda a comunidade acadêmica, em língua inglesa (turmas são
abertas com número mínimo de 15 alunos). Essas disciplinas podem ser de responsabilidade do
Curso de Letras ou de outros cursos da UPM. As de responsabilidade do Curso de Letras estão
explicitadas no item sobre ementas e bibliografias das disciplinas;
d) Disciplinas optativas ou obrigatórias de outros cursos da UPM;
e) A partir de um direcionamento da Coordenação, o aluno poderá eventualmente cursar
disciplinas em outras Instituições de Ensino Superior, desde que avaliadas as condições em que
esse processo possa a vir ocorrer.
Ressalta-se que a escolha dos alunos por disciplinas está condicionada ao número mínimo
de alunos para abertura de turma, lembrando que a carga horária dessas disciplinas deve ser de
2h/a semanais.
A carga horária dos quatro eixos soma o total de 2.666h (já contemplado o mínimo de 400h
de Práticas como Componente Curricular e as horas de Trabalho de Conclusão de Curso). Com o
acréscimo de 50h de Disciplinas Optativas, de 700 horas de Estágio Supervisionado e de 200
horas de Atividades Complementares é obtido o total de 3.616h, alcançando, portanto, o mínimo
exigido (3.600h) para cursos de licenciatura com dupla habilitação (em nosso caso,
português/inglês; as duas línguas devem ser cursadas obrigatoriamente por todos os alunos).
52
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
A seguir a Matriz Curricular da Licenciatura Português-Inglês:
Etapa
Disciplina
Pré-requisito
Carga Horária (semestral)7
Hora - aula
1ª
ETAPA
Língua Portuguesa I
Teoria da Literatura I
Língua Inglesa I
Cultura Clássica
Fundamentos de língua
latina
Leitura e Produção
Textual I
Linguística I
Ética e Cidadania I
Créditos
T
-----------
04
04
04
02
04
64
64
64
32
64
---
04
-----
04
02
28
64
32
384
ETAPA
Língua Portuguesa II
Teoria da Literatura II
Língua Inglesa II
Leitura e Produção
Textual II
Linguística II
Ética e Cidadania II
Docência na
Contemporaneidade
Fundamentos da
educação
_
_
_
---
04
04
04
04
64
32
64
-------
04
02
03
32
32
48
---
03
48
28
320
ETAPA
Língua Portuguesa III
Literatura Brasileira I
Literatura Portuguesa I
Língua Inglesa III
Produção Textual em
Língua Inglesa I
Psicologia da Educação
Políticas e organização da
educação básica
Metodologia do Ensino de
Língua Portuguesa e
Literatura
_
----_
_
04
04
04
04
04
64
64
64
64
-----
03
03
---
ETAPA
Língua Portuguesa IV
Literatura Brasileira II
Literatura Portuguesa II
Língua Inglesa IV
Produção Textual em
Língua Inglesa II
Didática
Metodologia do Ensino de
Língua Inglesa
7
Língua Portuguesa V
Literatura Brasileira III
T
P
51
51
51
25
51
Total
51
51
51
25
51
64
51
25
306
64
64
64
64
51
25,5
51
64
32
48
25,5
25
38
48
38
64
384
254
51
51
51
51
64
64
64
64
64
64
48
48
48
48
38
38
38
38
04
64
64
51
51
30
416
64
480
331
51
382
_
----_
_
04
04
04
04
02
32
64
64
64
32
64
64
64
64
32
25,5
51
51
51
25,5
51
51
51
51
25
-----
04
04
64
64
64
64
51
51
26
352
416
280,5
02
04
32
64
32
64
25
51
TOTAL
5 a.
64
64
64
32
64
EaD
64
32
448
TOTAL
4 a.
Total
64
TOTAL
3 a.
P
64
TOTAL
2 a.
Hora-relógio
_
---
32
64
32
32
64
51
51
51
51
25
356
25,5
51
25,5
51
51
51
51
51
25
38
38
102
356
51
51
51
51
51
51
25
51
51
50,5
331
25
51
EAD – Ensino a distância; T – Aulas Teóricas; P – Aulas Práticas
53
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Etapa
Disciplina
Pré-requisito
Carga Horária (semestral)7
Hora - aula
ETAPA
Literatura Portuguesa III
Língua Inglesa V
Produção Textual em
Língua Inglesa III
Projetos no Ensino de
Língua Portuguesa e
Literatura
Tecnologias da
informação e comunicação
no ensino de linguagens
Disciplina Optativa I
Créditos
T
--_
_
04
04
04
64
64
---
04
-----
P
Total
51
51
64
64
64
64
64
64
51
51
02
32
32
25
25
02
26
32
352
32
416
25
279
_
--_
_
_
04
04
04
02
02
64
64
64
32
32
64
64
64
32
32
51
51
51
25
25
51
51
51
25
25
---
04
64
64
51
51
---
04
64
64
51
51
---
04
64
64
51
51
---
01
TOTAL
6 a.
ETAPA
Língua Portuguesa VI
Literatura Brasileira IV
Língua Inglesa VI
Literatura Inglesa I
Literatura NorteAmericana I
Projetos no Ensino de
Língua Inglesa
Avaliação da
aprendizagem na área de
linguagens
Libras aplicada à
educação
Oficina de prática como
componente curricular na
área de linguagens I
TOTAL
7 a.
ETAPA
Língua Portuguesa VII
Literaturas e culturas de
expressão em língua
portuguesa
Língua Inglesa VII
Literatura Inglesa II
Literatura NorteAmericana II
Oficina de prática como
componente curricular na
área de linguagens II
Fundamentos gerais de
empreendedorismo
Trabalho de conclusão de8
curso – Licenciatura I
29
448
_
---
02
02
32
32
_
_
_
04
02
02
32
32
32
---
01
02
ETAPA9
Disciplina Optativa II
Cultura dos países de
língua inglesa
Literatura Inglesa III
Literatura NorteAmericana III
Oficina de prática como
64
EaD
T
16
16
16
464
356
32
32
25
25
32
64
32
32
25,5
25
25
16
16
32
32
15
192
--_
02
02
_
_
02
02
---
01
48
P
Total
51
51
51
51
51
25
330
13
13
13
369
25
25
25,5
51
25
25
13
13
25
---
TOTAL
8 a.
Hora-relógio
25
145
145
183,5
334
240
150,5
32
32
32
32
25
25
25
25
32
32
32
32
25
25
25
25
16
16
13
8 O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular (e não disciplina), sua carga horária está computada no
grade de síntese da composição da Matriz Curricular, no entanto ele consta do quadro da matriz para que se possa
apontar em que semestre deverão ser realizadas as atividades de TCC.
9 Os alunos que optarem pela Licenciatura E Bacharelado deverão também cursar mais uma disciplina optativa,
totalizando créditos em TRÊS disciplinas optativas.
54
13
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Etapa
Disciplina
Pré-requisito
Carga Horária (semestral)7
Hora - aula
Créditos
componente curricular na
área de linguagens III
Trabalho de conclusão de
curso – Licenciatura II
T
Hora-relógio
P
Total
EaD
T
Trabalho de
conclusão de curso
– Licenciatura I
TOTAL
P
Total
145
145
9
128
16
144
100
158
258
191
2592
400
2992
2059
660
2716
Carga horária mínima de disciplinas obrigatórias
Carga horária mínima em horas de Trabalho de Conclusão de curso
(TCC)
Carga horária mínima em horas de Estágio obrigatório
Carga horária mínima em horas de Atividades Complementares
Carga horária em horas de Disciplinas Optativas
2.376h
290h
CARGA HORÁRIA MÍNIMA TOTAL DO CURSO
3.616h
Total Geral
TOTAL DAS ETAPAS
700h
200h
50h
7.2. Atividades complementares
Sob a supervisão da Coordenação de Atividades Complementares do Centro de
Comunicação e Letras, as Atividades Complementares, no total de 200 horas, caracterizam-se pelo
conjunto das atividades de formação que proporcionem o enriquecimento acadêmico, científico e
cultural necessário à constituição das competências e habilidades requeridas dos profissionais de
ensino.
As Atividades Complementares são descritas a seguir em sua organização didáticopedagógica, a carga horária de cada uma das atividades previstas e os mecanismos de controle.
Como apontado anteriormente, as Atividades Complementares podem levar em consideração
uma série de oficias, projetos, cursos de curta extensão oferecidos na modalidade a distância,
participação em programas de iniciação à docência, períodos de estudo em instituições
internacionais, iniciação científica, desenvolvimentos de projetos em pesquisa, frequências em
disciplinas fora da matriz curricular, tendo em vista aumentar as possibilidades de flexibilização
curricular. A seguir, são delineadas as diretrizes das Atividades Complementares para a
Licenciatura em Letras, em consonância com o Regulamento da UPM.
As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios do Curso de Letras
e se caracterizam pelo conjunto das atividades de formação que proporcionam o enriquecimento
55
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
acadêmico, científico e cultural necessário à constituição das competências e habilidades
requeridas dos profissionais egressos de um Curso de Letras. Essas atividades compreendem
atividades acadêmicas, científicas e culturais e somente serão convalidadas a partir de estudo,
credenciamento e avaliação realizados pela Coordenação de Atividades Complementares do Centro
de Comunicação e Letras, de acordo com o Regulamento de Atividades Complementares da UPM.
Categoria da
atividade
Tipo de atividade
Carga Horária
Disciplinas de outros cursos das diversas carreiras da universidade não previstas no curso de
Letras ou disciplinas eletivas nos cursos de graduação do CCL relacionados à área de formação.
Realização de cursos de língua estrangeira, dentro ou fora da UPM.
30 horas por curso
Exames de certificação de proficiência em Língua estrangeira.
10 horas por exame
Atividades Acadêmicas
Monitorias regimentalmente estabelecidas pelo CCL.
Participação em projetos ou ações (educativos, artísticos e culturais) de intervenção social,
inclusive voluntariado, de curta duração, pertinentes à área de formação.
Participação como ouvinte em seminários, aulas inaugurais, semanas, simpósios, congressos,
colóquios e encontros nacionais, regionais e internacionais, promovidos pela UPM ou por outras
Instituições de Ensino Superior (IES).
Participação como ouvinte em bancas de defesa de TGI, de mestrado ou de doutorado,
relacionados à área de formação.
Atuação como “apoio acadêmico” em eventos promovidos pelo CCL ou por outras instituições
que estejam ligados diretamente à área de formação.
Participação em cursos de curta duração, minicursos ou oficinas de atualização, banhos
lingüísticos e similares, pertinentes à área de formação, promovidos pela UPM ou por outras
Instituições de Ensino Superior (IES).
Atividades
Culturais
Atividades Científicas
Realização de estágios extracurriculares relacionados à área de formação.
Publicação de trabalhos em periódicos regionais e nacionais da área de Letras, aceitos pela
coordenação do curso.
Publicação de trabalhos em periódicos internacionais da área de Letras, aceitos pela
coordenação do curso.
Participação em projetos de iniciação científica, com duração de um ano, vinculados a órgãos de
fomento à pesquisa, tais como MACKPESQUISA, FAPESP, CNPq e outros.
Participação em grupos de pesquisa devidamente cadastrados e orientados por professores do
CCL, pelo período mínimo de um ano e acompanhado de relatórios semestrais (exceto TGI).
Participação em grupos de estudos, orientados por docentes do CCL, pelo período mínimo de um
ano e acompanhado de relatórios semestrais (exceto TGI).
Participação como apresentador em seminários, aulas inaugurais, semanas, simpósios,
congressos, colóquios e encontros nacionais, regionais e internacionais, promovidos pela UPM
ou por outras Instituições de Ensino Superior (IES).
Visitas a dispositivos didáticos e acadêmicos pertinentes à sua área de formação como
associações, consulados, livrarias específicas, estabelecimentos característicos, etc.
Participação em feiras, exposições, etc. pertinentes à sua área de formação.
Audiência a teatro, cinema, espetáculos, jogos, concertos, etc., pertinentes à sua área de
formação.
Realização de cursos culturais de curta duração pertinentes à sua área de formação como
danças, pintura, escultura, trato da voz, teatro, etc.
70 horas por semestre
20 horas por semestre
4 horas por período
(máximo de 2 períodos por dia)
5 horas por período
30 horas por semestre
35 horas por trabalho
70 horas por trabalho
70 horas por projeto
35 horas por ano
15 horas por participação
3 horas por evento
10 horas por curso
Serão consideradas atividades acadêmicas:
I. Frequência e aprovação em cursos de extensão relacionados à área de Letras,
oferecidos pelo próprio Mackenzie ou por outras instituições;
II. Frequência e aprovação em minicursos e oficinas relacionados à área de Letras,
oferecidos pelo próprio Mackenzie ou por outras instituições;
56
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
III. Frequência e aprovação em disciplinas eletivas relacionadas à área de Letras,
oferecidas pelo próprio Mackenzie ou por outras instituições de ensino superior;
IV. Frequência e aprovação em cursos de língua estrangeira, oferecidos pelo próprio
Mackenzie ou por outras instituições;
V. Aprovação em exames internacionais de proficiência em língua estrangeira;
VI. Participação no programa de monitoria do Centro de Comunicação e Letras;
VII. Participação em atividades de apoio acadêmico a eventos relacionados à área de
Letras, promovidos pelo Centro de Comunicação e Letras ou por outras instituições;
VIII. Realização de estágios extracurriculares relacionados à área de Letras;
IX. Participação, como ouvinte, em seminários, aulas inaugurais, semanas, simpósios,
congressos, colóquios, encontros e outros eventos relacionados à área de Letras, em
âmbito local, regional, nacional ou internacional;
X. Participação, como ouvinte, em bancas de defesa de Trabalho de Graduação
Interdisciplinar, de mestrado e de doutorado;
XI. Participação em projetos ou ações de intervenção social, inclusive voluntariado,
relacionados à área de Letras;
XII. Outros, desde que credenciados pela Coordenação de Atividades Complementares
do Centro de Comunicação e Letras.
Serão consideradas atividades científicas:
I. Participação em programas institucionalizados de iniciação científica;
II. Participação em grupos de estudos e de pesquisa credenciados pela Instituição;
III. Participação, como apresentador, em seminários, aulas inaugurais, semanas,
simpósios, congressos, colóquios, encontros e outros eventos relacionados à área de
Letras, em âmbito local, regional, nacional ou internacional;
IV. Produção científica relacionada à área de Letras;
V. Outros, desde que credenciados pela Coordenação de Atividades Complementares
do Centro de Comunicação e Letras.
Serão consideradas atividades culturais:
I. Visitas a museus, feiras, exposições e outros espaços culturais relacionados à área
de Letras;
II. Audiência a filmes, peças de teatro, shows, concertos, espetáculos, intervenções e
outras manifestações culturais relacionadas à área de Letras;
57
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
III. Frequência e aprovação em cursos, minicursos e oficinas de enriquecimento cultural
relacionados à área de Letras, oferecidas pelo próprio Mackenzie ou por outras
instituições de ensino superior;
IV. Outros, desde que credenciados pela Coordenação de Atividades Complementares
do Centro de Comunicação e Letras.
As Atividades Complementares compreendem 200 (duzentas) horas a serem desenvolvidas
durante todo o Curso de Graduação. A carga horária de Atividades Complementares deve ser
distribuída (em pelo menos três semestres letivos do Curso) entre atividades acadêmicas, científicas
e culturais, de forma que nenhuma delas venha a responder, isoladamente, por mais de 50% do
total de horas previsto. A distribuição da carga será determinada pela Coordenação de Atividades
Complementares, seguindo Regulamento de Atividades Complementares da UPM.
As Atividades Complementares serão coordenadas, controladas e documentadas pela
Coordenação de Atividades Complementares do Centro de Comunicação de Letras.
Cabe ao aluno:
I. Escolher, entre as Atividades propostas, as que julgar mais pertinentes para sua
formação;
II. Distribuir o desenvolvimento das Atividades ao longo de todo o curso de graduação e
entre as várias modalidades propostas;
III. Recolher, para cada Atividade desenvolvida, os documentos comprobatórios;
IV. Preencher, para cada Atividade desenvolvida, o relatório correspondente;
V. Entregar o relatório e os documentos comprobatórios nos prazos definidos no
calendário de Atividades Complementares.
Informações sobre o controle de horas, entrega e validação das atividades, procedimentos a
serem adotados por alunos e Coordenação de Atividades Complementares são explicitadas no
Regulamento de Atividades Complementares da UPM.
7.3. Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio Curricular Supervisionado de Ensino atende ao Regulamento de Estágio Curricular
Supervisionado, proposto pelo Centro de Ciências e Humanidade (hoje Centro de Educação,
Filosofia e Teologia), aprovado em reunião do Conselho Universitário em 22 de outubro de 2008,
substituindo, assim, a prática de Estágio exercida pelo Curso de Letras a partir do Projeto
Pedagógico aprovado em 2007.
58
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
O Estágio Curricular Supervisionado de Ensino é formado pelo conjunto de atividades de
formação desenvolvidas junto a instituições credenciadas, da rede pública ou da rede particular da
Educação Básica. As atividades devem ser realizadas sob a supervisão de professores da UPM e
devem ser acompanhadas por profissionais da instituição concedente.
O Estágio Curricular Supervisionado de Ensino é coordenado pelo Núcleo de Estágios
Educacionais, do Centro de Educação, Filosofia e Teologia, responsável pelo credenciamento das
instituições concedentes de estágio, pelo apoio logístico e burocrático ao estagiário, pela emissão e
recepção de toda a documentação referente ao Estágio e pelo armazenamento das fichas e
relatórios de Estágio.
No Curso de Licenciatura em Letras, o Estágio Curricular Supervisionado de Ensino será
desenvolvido entre a segunda e sexta etapas. Em cada um dos módulos, caberá ao estagiário o
desenvolvimento das atividades previstas no Regulamento de Estágio, apresentado a seguir neste
Projeto. Durante o curso do Estágio, o aluno será supervisionado por professor de sua área
específica de atuação, indicado pela Coordenação do Curso de Letras entre os professores do
corpo docente.
Integrante do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras, este Projeto do
Estágio Curricular Supervisionado sustenta-se na legislação que trata da formação de Professores
da Educação Básica, aparato legal que traz um novo paradigma dessa formação, expresso, dentre
outros, em eixos articuladores das dimensões a serem contempladas na formação docente
(Resolução CNE/CP 1/2001).
A legislação em vigor, conforme colocado anteriormente, traz os elementos fundamentais que
deram sustentação à estruturação e organização deste Projeto, planejado a partir dos princípios e
objetivos gerais propostos para o estágio, conceituado como:
(...) um tempo de aprendizagem que, através de um período de permanência,
alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois
poder exercer uma profissão ou ofício. Assim, o estágio curricular supervisionado supõe
uma relação pedagógica entre alguém que já é um profissional reconhecido em um
ambiente institucional de trabalho e um aluno estagiário. Por isso é que este momento se
chama estágio curricular supervisionado. (Parecer CNE/CP 28/2001, p. 10)
O ambiente institucional de trabalho referido restringe-se às escolas integrantes dos sistemas
educacionais, pois:
O estágio curricular supervisionado, definido por lei, a ser realizado em escola
de educação básica, e respeitando o regime de colaboração entre os sistemas de
ensino, deve ser desenvolvido (...) e ser avaliado conjuntamente pela escola formadora e
a escola campo de estágio (Resolução CNE 1/2002, art. 13 § 3º) (grifo nosso)
59
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
A legislação aponta que o período final do estágio deve ser reservado à docência
compartilhada, sob a supervisão da escola de formação, devendo o mesmo ocorrer em unidades
escolares onde o estagiário possa assumir efetivamente o papel de professor e outras exigências do
projeto pedagógico e necessidades do ambiente institucional escolar.
O cumprimento dessa exigência, no que toca à regência, se dará com a implementação de
projetos elaborados sob supervisão dos professores do Curso de Letras, e definidos, sempre que
possível, em comum acordo com a escola campo de estágio.
O planejamento e a concretização das atividades de estágio, com a participação coletiva dos
professores, principalmente os supervisores acadêmicos, orientar-se-ão pelos princípios arrolados
no Parecer CNE/CP 9/2001, a saber:
•
compreender as atividades de estágio como integrantes do conjunto do Curso, ou
seja, do Projeto Acadêmico, articulando, de forma reflexiva, os fundamentos teóricos da
formação às experiências do estágio;
•
compreender o estágio como importante fonte de conteúdo da formação, o que
implica considerar a dimensão teórica dos conhecimentos integrados ao mesmo, uma vez que
é essa dimensão que possibilita, em si, a análise contextual das práticas de ensino e outras
práticas escolares;
•
considerar a prática como uma dimensão do conhecimento que deve estar presente
no Curso quando se trabalha a reflexão sobre a atividade profissional durante a supervisão e,
durante o estágio, quando se exercita a atividade profissional;
•
incorporar à prática uma dimensão investigativa, transformando-a em um momento
de criação ou recriação de conhecimentos , como elaboração de um programa de curso e
plano de aula, que envolvem pesquisa bibliográfica e seleção de material pedagógico,
atividades investigativas que precisam e devem ser valorizadas, dentre outras.
São objetivos da prática de estágio no Curso de Letras:
A) Objetivos Gerais
Definidos pelo Parecer CNE/CP 28/2001, expressam uma concepção mais ampla da
formação, redimensionando-a para além da sala de aula, ou mais especificamente, da gestão do
processo de ensino e aprendizagem, conforme segue:
60
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
• efetivar, sob a supervisão de um profissional experiente, o processo de ensinoaprendizagem, que tornar-se-á concreto e autônomo quando da profissionalização do
estagiário;
• conhecer o real em situação de trabalho, diretamente em unidades escolares do
sistema de ensino, criando um campo de experiência e conhecimentos que deverá se
configurar como articulador teórico-prático e estimulador da inquietação intelectual do aluno;
• colocar em ação as competências e conhecimentos exigidos na prática
profissional, especialmente quanto à regência, garantindo-se, assim, a transição entre a
vida estudantil e a vida profissional;
• compreender a organização e funcionamento da escola e em sua relação com a
comunidade, acompanhando alguns aspectos da vida escolar, que não acontecem de forma
igualmente nos semestres, como a elaboração do projeto pedagógico, a organização das
classes, do horário, do espaço físico, realização de matrícula, dentre outros.
São objetivos gerais, a serem perseguidos ao longo do Curso, fazendo-se necessário
especificá-los, uma vez que “esses tempos na escola devem ser diferentes segundo os objetivos de
cada momento da formação” (Parecer CNE/CP 09/2001, p. 58).
B) Objetivos Específicos
As atividades de estágio devem ser organizadas de forma a contemplar as modalidades de
observação, participação e regência, prevendo-se, assim, uma gradação de objetivos
orientadores dos planos das atividades de estágio, que integrarão os planos de ensino das
disciplinas, cujos professores assumirão a supervisão.
Assim, o estágio no Curso de Licenciatura em Letras, a ser realizado em escolas da rede
pública e/ou privada, em cursos de nível de Ensino Fundamental II e Médio (também no Ensino
Fundamental I quando for obrigatório o ensino de língua inglesa nos anos iniciais de formação do
aluno), terá como objetivos específicos:
2ª ETAPA
•
Compreender, de forma mais geral, o significado da docência, por meio da
observação do cotidiano da instituição escolar e das salas de aula;
•
Apreender a estrutura administrativa do ensino e a sociabilidade interna da escola
campo de estágio, alargando a compreensão do funcionamento da instituição escolar;
3ª e 4ª ETAPAS
61
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
•
Identificar
os
fundamentos
epistemológicos
e
analisar
procedimentos
metodológicos em língua portuguesa e língua estrangeira moderna que evidenciem o sujeitoaprendiz como receptor crítico de textos orais e escritos, a fim de desenvolver suas
competências comunicativa, gramatical, sociolinguística, discursiva, estratégica, sociocultural e
social;
•
Articular à reflexão teórica e à prática em sala de aula a noção da sociointeração da
linguagem por meio do ensino-aprendizagem e seu caráter inclusivo no contexto histórico,
cultural e institucional contemporâneos, propiciando a atuação crítica do sujeito-aprendiz,
receptor e produtor de significados;
•
Relacionar o ensino-aprendizagem da língua materna, como sistema, ao ensino-
aprendizagem da língua estrangeira, de forma que uma seja suporte à compreensão da outra;
•
Estabelecer relações entre a experiência acadêmica e a observação da prática
pedagógica em sala de aula de forma a repertoriar temas de reflexão visando à elaboração de
Trabalho de Graduação Interdisciplinar a ser apresentado no final do curso;
5ª e 6ª ETAPAS
•
Participar de projetos/atividades disciplinares e interdisciplinares já em andamento
na escola na ocasião do estágio,
•
Elaborar e propor a implementação de ações pontuais (minicursos, reforço e outras
intervenções) e projetos interdisciplinares, envolvendo, além do estabelecimento escolar, a
comunidade.
Importante ressaltar que o estágio configura-se como atividade obrigatória, sendo uma das
condições para o graduando obter a licença para o exercício do magistério. Sua carga horária foi
instituída pela Resolução CNE/CP 2/2002, qual seja, 400 (quatrocentas) horas, a serem cumpridas
ao longo do Curso. O Parecer CNE/CES no. 83/2007 alterou esse número inicial, ao estabelecer
que cursos com dupla habilitação devem apresentar mais 300 horas de estágio.
Suas atividades integram Disciplinas que compõem a dimensão pedagógica da Matriz
Curricular do Projeto Acadêmico do Curso.
Considerando a duração do Curso de Licenciatura (8 semestres) e a carga horária total de
700 (setecentas) horas, o estágio será iniciado na 2ª etapa do Curso. Essa decisão, sustentada na
autonomia universitária, justifica-se por motivos pedagógicos, pois mais do que distribuir sua carga
horária ao longo do Curso, buscamos, conforme expresso nos objetivos específicos, diferenciar três
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momentos com crescente complexidade a serem contemplados na formação do professor,
racionalizando, ao mesmo tempo, a carga horária por etapa, conforme apresentada no quadro que
segue:
Disciplinas com Estágio Supervisionado
Docência na contemporaneidade
Metodologia do ensino de língua portuguesa e literatura
Metodologia do ensino de língua inglesa
Projetos para o ensino de língua portuguesa e literatura
Projetos para o ensino de língua inglesa
Total de horas de Estágio Supervisionado
Etapas
2ª. – 140h
3ª. – 140h
4ª. – 140h
5ª. – 140h
6ª. – 140h
700 horas
Embora articuladas às disciplinas apresentadas no quadro, cabe recolocar que as atividades
de estágio devem ser pensadas como intrinsecamente articuladas com a prática e com as
atividades de trabalho acadêmico, conforme Parecer CNE/CP 28/2001, implicando, portanto,
responsabilidade coletiva, e não apenas dos professores supervisores, no que toca principalmente
às discussões para o seu planejamento e avaliação.
Caberá aos professores das disciplinas Docência na contemporaneidade (estágios podem ser
realizados tanto em aulas de língua portuguesa, quanto em aulas de língua inglesa), Metodologia do
Ensino de Língua Portuguesa e Literatura, Metodologia do Ensino de Língua Inglesa, Projetos no
ensino de Língua Portuguesa e Literatura e Projetos no ensino de Língua Inglesa, face às atividades
planejadas para cada momento da formação, atribuir horas para as mesmas, totalizando as horas
previstas para cada etapa.
Entretanto, por entendermos que as competências e conhecimentos exigidos na prática
profissional devem ser aprendidos para serem colocados em ação, e sendo este um dos objetivos
gerais do estágio, propomos atribuição de horas para cada etapa do Curso, com início na 2ª etapa,
para atividades intrinsecamente, relacionadas à prática docente:
•
elaboração, sob supervisão, de Planos de Ensino, de atividades
e materiais
didáticos, para o Ensino Fundamental II e Médio (também no Ensino Fundamental I quando for
obrigatório o ensino de língua inglesa nos anos iniciais de formação do aluno), que envolve,
dentre outros, a pesquisa bibliográfica;
•
elaboração, sob supervisão, de projetos de intervenção específicos, dentre esses
alguns dos previstos nas atividades de estágio da 2ª à 6ª etapa, a serem especificados no Plano
da Atividade de Estágio correspondente a cada etapa e disciplina.
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Caberá aos professores supervisores de estágio e ao Coordenador do Curso definir as
atividades que deverão ser priorizadas em cada momento da formação, cuja elaboração, pelo
estagiário, não deverá ocorrer em tempo de aula, justificando-se, assim, a atribuição de horas de
estágio para o planejamento do proposto pelo professor da disciplina responsável pela supervisão
do estágio. Configuradas como planos ou projetos, essas atividades deverão ser anexadas no
relatório final do estágio, não cabendo nenhuma exceção para não fazê-lo.
Do total de 700 horas, e em função do proposto, o aluno cumprirá, efetivamente, nas escolas
integrantes dos sistemas de ensino, um determinado número de horas de estágio – 400 horas.
Dessa forma, as atividades de estágio a serem cumpridas em escolas não integralizam 700 horas,
uma vez que atividades serão realizadas por meio de tarefas propostas pelos docentes na
Universidade. Dentre as atividades, poderá ser contemplada a implementação do plano ou projeto
elaborado, oportunidade de vivenciar de forma significativa o exercício da docência, supervisionado
in loco por professor da escola campo do estágio.
Deve-se considerar que atividades como Monitoria, Participação no Programa de Iniciação à
Docência (Capes), Participação no Programa de Licenciaturas Internacionais (Capes) e Projetos de
Pesquisa na área do ensino podem ser consideradas como parte de atividades a serem validadas
no cômputo de horas de estágio. Como prevê o edital, participantes do Programa de Residência –
iniciação à docência – do Estado de São Paulo poderão ter sua participação no programa
computada para horas de estágio.
O quadro abaixo define os números de horas a serem validadas e a serem cumpridas nas
escolas.
DISCIPLINA
2a. etapa
Docência na contemporaneidade
3a. etapa
Metodologia do Ensino
Portuguesa e Literatura
4a. etapa
Metodologia do Ensino
Inglesa
5a. etapa
Projetos para o ensino
Portuguesa e Literatura
6a. etapa
Projetos para o ensino
Inglesa
Total de
horas de
estágio
140
Horas
na escola
estagiada
80
140
80
60
Elaboração de Planos de aula e Planos de Ensino.
140
80
60
Elaboração de Planos de aula e Planos de Ensino.
140
80
60
Elaboração de Projetos Educacionais.
140
80
60
Elaboração de Projetos Educacionais.
de Língua
de Língua
de Língua
de Língua
Horas na Universidade
Atividades que validam horas
60
Elaboração de Material Didático.
700
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Isto posto, trazemos a Resolução CNE/CP 2/2002 (art. 1º, parágrafo único), que indica a
possibilidade de redução até o máximo de 200 (duzentas) horas de estágio para o aluno que exerça
atividade docente regular na Educação Básica.
Cumpridas as exigências previstas no Ato da Reitoria nº 6, de 05 de maio de 2004, – “Da
avaliação do Rendimento Escolar”, devem ser considerados, ainda, os seguintes critérios de
avaliação:
a)
cumprimento integral das horas de estágio previstas nas diferentes disciplinas,
consubstanciadas sob a forma de relatório final;
b)
avaliação do estágio realizado e participação nas supervisões;
c)
desempenho na disciplina à qual o estágio está vinculado, cujos fundamentos
teóricos subsidiarão o estágio propriamente dito, devendo, dessa forma, ser pensados como
unidades articuladas.
Portanto, há uma correlação, para fins de aprovação ou reprovação, entre o desempenho na
disciplina e o desempenho no estágio propriamente dito; relação essa que implicará especial
atenção do professor nos critérios de composição da média final do aluno.
A legislação aponta para a necessidade de elaboração e avaliação de um projeto de estágio
com a participação da escola de formação e as escolas campos de estágio, com explicitação clara
dos objetivos e das tarefas a serem cumpridas pelo estagiário (Parecer CNE/CP 09/2001, p. 58)
(grifo nosso).
Meta a ser perseguida pela escola de formação (UPM), que poderá desencadear ações a
partir de propostas de parcerias com as escolas campos de estágio, mais precisamente de projetos
diversos que possam atender às demandas da escola, especialmente aquelas de natureza pública.
Quanto ao plano de atividade do estágio o mesmo deve ser concebido como um
complemento do Plano da Disciplina, e não como integrante do mesmo, devendo, assim, ser
elaborado à parte e anexado ao Plano da Disciplina, contemplando:
•
objetivos;
•
tarefas/atividades;
•
metodologia;
•
organização do tempo e dos espaços;
•
critérios de avaliação;
•
mecanismos de acompanhamento (supervisão).
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O referencial para a definição dos conteúdos dos itens acima integra este Projeto de Estágio,
principalmente no que se refere aos objetivos gerais e específicos.
Os objetivos específicos do Plano de Atividades do Estágio possibilitarão ao professor
supervisor:
•
definir o conteúdo/itens que integrarão o relatório final do estágio;
•
elaborar o roteiro do estágio, de forma a orientar o aluno no levantamento de dados
quer por meio da observação, da participação ou da regência.
Por fim, torna-se necessário pontuar que as disciplinas que agregam estágio deverão ficar a
cargo de professores com licenciatura e, de preferência, com experiência docente em escolas de
nível de Ensino Fundamental II ou Médio (também no Ensino Fundamental I quando for obrigatório
o ensino de língua inglesa nos anos iniciais de formação do aluno), a fim de que se possa assegurar
ao aluno estagiário uma orientação segura e objetiva da prática docente.
Há uma correlação, para fins de aprovação ou reprovação, entre o desempenho na disciplina
e o desempenho no estágio propriamente dito; relação essa que implicará especial atenção do
professor nos critérios de composição da média final do aluno.
7.4. Atividades de integração e síntese de conhecimentos
Os trabalhos de integração e síntese são explicitados por meio de atividades de projetos que
além do Trabalho de Conclusão de Curso, de caráter obrigatório, poderão ser realizados como
projetos de Iniciação Científica, Estudos de Caso nas Práticas Curriculares, Projetos de Extensão,
Atividades Complementares e outras propostas que possam contemplar tanto a flexibilização
curricular quanto a inserção de horas de ensino e pesquisa na modalidade a distância. Além disto,
são previstas, ao longo do curso, disciplinas obrigatórias de caráter interdisciplinar com o objetivo de
integrar e aplicar, progressivamente, conhecimentos dos núcleos básico, profissionalizante e
específico, aliado ao desenvolvimento de ações e atitudes empreendedoras.
7.4.1. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatória do Curso de
Licenciatura em Letras da UPM e se caracteriza como experiência de formação de professor para a
Educação Básica, a ser desenvolvida, nas duas últimas etapas do Curso (7a. e 8a. etapas), sob a
orientação de um professor com experiência de ensino da Educação Básica e também na pesquisa
aplicada (os professores-orientadores são contratados em regime integral de trabalho), em uma das
linhas de pesquisa definidas pelo Curso.
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Articular o TCC com o futuro profissional do egresso foi uma das preocupações centrais do
Curso, possibilitando aos alunos, assim, já em seus momentos finais como graduandos perceber de
que modo o conhecimento teórico adquirido na graduação se materializa efetivamente na sua futura
prática profissional.
O TCC é de responsabilidade da Supervisão do TCC de Letras, que responde à
Coordenação Geral de TCC do Centro de Comunicação e Letras e segue as normas do
Regulamento de TCC da UPM.
São objetivos do TCC do Curso de Licenciatura em Letras:
I. Integrar a teoria e a prática, permitindo ao aluno aplicar os conceitos adquiridos nas demais
componentes curriculares oferecidas pelo Curso e refletir sobre a pertinência e a validade das
hipóteses testadas;
II. Iniciar o aluno na prática de desenvolvimento da pesquisa científica, aplicada à sua futura prática
profissional;
III. Formar no aluno a disposição para a construção do conhecimento, amparada na interrogação de
base científica, para que possa alcançar efetiva autonomia intelectual.
O TCC estará organizado em duas componentes curriculares sequenciais, oferecidas nas
duas últimas etapas do curso de Licenciatura:
I. TCC I de Licenciatura I (TCC-L I), a ser desenvolvido na 7ª etapa (pré-requisito para
desenvolvimento de TCC II);
II. TCC II de Licenciatura II (TCC-L II), a ser desenvolvido na 8ª etapa.
O Curso de Letras, em sua modalidade Bacharelado, apresenta um TCC específico,
explicitado em Projeto Pedagógico próprio. O aluno que cursar Licenciatura e desenvolver o TCC,
com aprovação final, está dispensado de desenvolver TCC específico de Bacharelado.
O TCC de Licenciatura será desenvolvido compreendendo:
I. A elaboração de um Projeto de Pesquisa (TCC I);
II. O desenvolvimento do Projeto de Pesquisa (TCC I e TCC II);
III. A elaboração de texto final e apresentação ou defesa final que apresente e analise os resultados
do desenvolvimento do Projeto (TCC II).
As atividades desenvolvidas durante o TCC de Licenciatura compreenderão as seguintes
possibilidades: a) desenvolvimento de pesquisa monográfica sobre temas que envolvam a área de
Letras e a Educação Básica (trabalho individual); b) desenvolvimento de Projetos Educacionais para
a Educação Básica nas diferentes áreas que compõem a matriz curricular (trabalho em duplas ou
trios); c) desenvolvimento e apresentação de uma aula com tema apropriado para a Educação
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básica, em diferentes áreas contempladas na matriz curricular do curso (trabalho em duplas ou
trios).
A avaliação do TCC I será feita exclusivamente pelo professor-orientador e observará: a) A
participação do orientando nas sessões de orientação; b) O Trabalho Parcial apresentado. A nota
será expressa em grau numérico, de 0 (zero) a 10 (dez), admitida uma casa decimal. Será
reprovado o aluno cujo Trabalho Parcial:
I. Não for entregue no prazo estipulado pela Coordenação Geral do TCC;
II. Não alcançar nota determinada e regulamentada oficialmente como a média mínima para
aprovação;
III. Não revelar mérito científico ou competência técnica;
IV. Não se ajustar à forma proposta;
V. Constituir exercício predominante de colagem e/ou paráfrase de textos produzidos por
outros autores;
VI. Não puder ter comprovada sua autoria.
A avaliação do TCC II será feita por uma banca e pelo professor-orientador e o resultado
final deverá ser uma nota resultante da média das avaliações do orientador e da banca. A avaliação
será feita pela banca por meio de avaliação do Texto Final entregue e da apresentação oral dos
alunos, em conjunto com o professor-orientador. A nota será expressa em grau numérico, de 0
(zero) a 10 (dez), admitida uma casa decimal, e será atribuída por meio de uma média das
avaliações da banca e do professor-orientador. A banca será escolhida pela Supervisão do TCC de
Letras entre os professores credenciados pela Coordenação do TCC, levando em consideração
suas linhas de pesquisa e áreas de atuação, para os alunos do curso de Licenciatura. Será
reprovado o aluno:
I. Que não entregar, nos prazos estabelecidos pela Coordenação do TGI, o Trabalho Final;
II. Que não apresentar o trabalho com a anuência do professor-orientador;
III. Que não comparecer à data de sua apresentação oral pública agendada pela
Coordenação do TGI;
IV. Que não alcançar nota mínima regulamenta pela Instituição;
V. Cujo(s) trabalho(s) não se ajustar(em) à forma proposta;
VI. Cujo(s) trabalho(s) não revelar(em) mérito científico ou competência técnica;
VII. Cujo(s) trabalho(s) constituir(em) exercício predominante de colagem e/ou paráfrase de
textos produzidos por outros autores;
VIII. Que não puder comprovar a autoria dos trabalhos submetidos.
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Aspectos administrativos e de organização e validação das atividades de TCC estão
explicitados em seus vários detalhes no Regulamento de TCC da UPM.
7.4.2. Práticas como Componente Curricular
As horas de Práticas como Componente Curricular (no total obrigatório mínimo de 400h) são
organizadas como atividades realizadas pelos alunos divididos em grupo, tendo por objetivo
essencial fazer com que os discentes passem por uma experiência crítica da atividade docente,
complementando desse modo sua formação (ao lado dos conteúdos apreendidos em disciplinas de
formação pedagógica e da realização do Estágio Curricular obrigatório).
Destaca-se que o modo de execução das práticas tem em mente essencialmente fornecer
aos alunos o contato com a experiência real de docência, devendo-se configurar, assim, de fato
como horas de atividades práticas de reflexão, alocados em disciplinas específicas. O que se
propõe são atividades paralelas àquelas desenvolvidas em sala de aula e nos estágios, com foco
específico na formação de um futuro docente com perfil crítico das diferentes realidades que
encontrará em sala de aula.
7.4.3. Mecanismos e Programas de Iniciação Científica e Tecnológica
Como parte significativa da construção do conhecimento universitário, que contempla ensino,
pesquisa, extensão, os projetos institucionais estabelecem uma política de pesquisa visando
preparar o futuro profissional, não somente como aplicador de conhecimentos adquiridos no curso,
mas como construtor de conhecimento, por meio da investigação científica.
O programa de Iniciação Científica da UPM visa proporcionar ao aluno a iniciação na
elaboração e execução de projetos de pesquisa, fundamentando-se na premissa de que o aluno
deve ser orientado não só para tomar conhecimento do saber já produzido, mas, também, entender
o processo de busca de novos conhecimentos. O programa de Iniciação se articula com o
MACKPESQUISA, oferecendo bolsas para o desenvolvimento de projetos orientados pelos
professores em regime integral de trabalho, em diferentes linhas de pesquisa. O curso oferece cota
de bolsas financiadas pelo Mackenzie e pelo CNPq, além de oportunidades, após seleção e
avaliação dos projetos de Iniciação Científica, como pesquisador voluntário, na modalidade PIVIC.
Ainda cabe mencionar que as práticas de pesquisa no Curso de Letras possibilita, além da
iniciação científica do aluno, fortalecer o vínculo entre graduação e pós-graduação.
7.4.4. Projetos de Extensão
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Tendo como objetivo central a integração de diversos conteúdos adquiridos pelo aluno
durante seu curso, a UPM empreende uma série de projetos vinculados a seu programa de
extensão, por iniciativas do Decanato de Extensão. A extensão se faz presente no espaço
acadêmico, pois garante que pesquisa e ensino estejam articulados com atividades que promovam
o bem estar da comunidade. A extensão também propicia a criação de espaços de interlocução
entre pesquisadores, professores, alunos e os demais setores da comunidade, otimizando as
relações interinstitucionais. Proporciona também oportunidades por meio de convênios com outras
instituições públicas ou privadas, de diversas naturezas, de âmbito nacional e internacional, visando
o intercâmbio de experiências acadêmicas, científicas, tecnológicas, administrativas e
desenvolvimento conjunto de pesquisas.
Tradicionalmente, os projetos propostos pelo Curso de Letras têm apresentado as seguintes
características: ofertas de professores do curso de Letras para ministrar cursos e palestras para
professores da Educação Básica; projetos de concursos de redação desenvolvidos com escolas da
educação básica e associações externas; projetos de concursos literários e com outras formas de
expressão artística, associando linguagens verbal e não verbal; oferecimento de palestras em
conjunto
com
os
outros
cursos
do
CCL;
projetos
com
Bibliotecas
Municipais.
7.4.4. Atividades de Monitoria
O curso de Letras prevê programas de monitoria, dialogando, dessa forma, com diretrizes da
UPM. Neles o aluno tem a oportunidade de vivenciar os primeiros passos do trabalho docente em
seus vários componentes.
Assim, são propostos os seguintes objetivos da monitoria: a) propiciar ao aluno a
oportunidade de desenvolvimento das habilidades para a carreira docente; b) assegurar a
cooperação didática ao corpo docente e discente nas funções universitárias.
Durante todo o curso o aluno tem a sua disposição programas de monitoria nas áreas de
língua inglesa, língua portuguesa, língua latina, culturas e literaturas. O programa visa ao
nivelamento do aluno nas áreas citadas e permite um melhor desempenho dentro da disciplina em
sala de aula. Além de ser uma importante ferramenta de reforço dos conteúdos de cada disciplina, o
programa também oferece ao monitor a possibilidade da prática pedagógica em um ambiente real
de aplicação.
As monitorias são ofertadas com base na grade de disciplinas em oferecimento no semestre.
Ao monitor cabe, com a supervisão docente, a elaboração de tarefas didático-científicas, incluindo
atendimento aos alunos, atividades de auxílio ao corpo docente.
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7.5. Articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional
A Avaliação Interna é um processo contínuo por meio do qual uma instituição constrói
conhecimento sobre sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de
suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Para tanto,
sistematiza informações, analisa coletivamente os significados de suas realizações, desvenda
formas de organização, administração e ação, identifica pontos fracos, bem como pontos fortes e
potencialidades, e estabelece estratégias de superação de problemas. A avaliação interna ou
autoavaliação é, portanto, um processo cíclico, criativo e renovador de análise, interpretação e
síntese das dimensões que definem a Instituição. Hoje cada Unidade da UPM tem instituída uma
Comissão Setorial de Avaliação, cujos membros representam os respectivos cursos e tratam das
peculiaridades e diferenciais das áreas, em colaboração simultânea com a Comissão Permanente
de Avaliação (CPA), de modo a integrar resultados.
A Autoavaliação Institucional ocupa um espaço já consagrado como instrumento de eficiência
de gestão educacional e tornou-se uma cultura permanente que intervém no cotidiano acadêmico
de todos os cursos da UPM.
A avaliação visa tornar mais visível, e por consequência compreensível, o dia a dia de uma
instituição, afetando com isso, também, o sistema de educação superior e suas funções em relação
à construção da sociedade no que diz respeito à instrumentalização de reformas educacionais que
atingem os currículos, de formas de organização dos cursos e da própria estrutura do sistema.
A UPM antecipou-se ao dispositivo legal federal que estabelece a necessidade da criação da
Comissão Própria de Avaliação nas IES brasileiras, e criou a Comissão Permanente de Avaliação
por meio do Ato 32/1997, que estava prevista previamente, no Regimento Geral da Universidade
Presbiteriana Mackenzie: Art. 174, 175 e 176.
A Reitoria da universidade, pelo Ato 10/2001, estabeleceu a Comissão Permanente de
Avaliação e regulamentou os processos de avaliação e deu outros expedientes. As Portarias de
designação da Comissão Permanente de Avaliação são: a Portaria 2/2001, Portaria 3/7/2001 e
Portaria 13/2003. Posteriormente, o Ato 9/2004 da Reitoria alterou o nome da Comissão
Permanente de Avaliação para Comissão Própria de Avaliação (CPA), atendendo ao disposto na Lei
10861 de 14 de abril de 2004.
Em especial, destacamos que os resultados das avaliações, internas e externas do Curso,
são consideradas constantemente para revisão e rearticulação de procedimentos didáticopedagógicos, de matriz curricular, de modos de trabalho do corpo docente, tendo em vista assimilar
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as informações obtidas na dinâmica do Curso, procurando manter um nível de excelência na
formação dos alunos. Essas revisões e avaliações são feitas a partir de primeiras análises
realizadas pelo NDE do Curso e pelo Colegiado; em seguida, as deliberações são discutidas com
todo o corpo docente e diretivo do Curso. Assim, o percurso de uma avaliação é cumprido, com a
devida incorporação de resultados obtidos, servindo para o seu principal propósito: contribuir para o
aperfeiçoamento da estrutura e funcionamento de um curso de graduação.
7.6. Articulação entre o ensino de graduação e de pós-graduação
O Curso de Graduação em Letras da UPM encontra-se articulado com o Curso de PósGraduação em Letras da UPM (nota 5 na avaliação do último triênio Capes). Dessa forma, as
dimensões teórica e prática da formação do graduando colocam-se em uma perspectiva que
relaciona formas de ensino e apreensão de conteúdos teóricos e práticos com o horizonte da
pesquisa científica e acadêmica, uma vez que o corpo docente do Curso de Graduação em Letras é
composto tanto por professores da graduação exclusivamente, como por professores que atuam na
graduação e na pós-graduação (Mestrado e Doutorado) em Letras. O contato com os professores
que atuam nos diferentes níveis de ensino possibilita que o Curso de Graduação em Letras da UPM
se coloque no mesmo patamar de cursos de excelência do Brasil, tanto de instituições públicas
como de instituições privadas. Em item anterior deste Projeto, já explicitamos de que modo se
estabelecem as relações entre graduação e pós-graduação.
8. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
8.1. Coordenação do curso
Conforme o Regimento Geral da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ato da Reitoria No
01 de 25/02/2010, Título IV dos Órgãos da Administração Acadêmica, Capítulo IV – Da
Administração das Unidades Universitárias, Seção II - Das Coordenadorias, Subseção I – Da
Coordenadoria de Curso de Graduação, Art. 91 compete ao Coordenador de Curso:
• supervisionar e orientar os trabalhos da Coordenadoria, buscando a excelência do
seu Curso;
• organizar o trabalho docente e discente;
• promover o desenvolvimento do Projeto Pedagógico de Curso de Graduação no
âmbito de sua área de atuação;
• atribuir encargos de ensino aos docentes de seu Curso, segundo suas
capacidades e especializações;
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• organizar, supervisionar e responder pela aplicação e avaliação de exercícios
domiciliares ao discente em regime especial de frequência, previsto em lei;
• sugerir providências para o constante aperfeiçoamento de seus docentes;
• supervisionar e orientar a elaboração dos planos de ensino das disciplinas nas
respectivas áreas de atividade, atendidas suas Diretrizes Curriculares;
• convocar e dirigir as reuniões dos docentes de seu Curso de Graduação;
• zelar pelo cumprimento da regulamentação pertinente aos regimes de trabalho do
Corpo Docente;
• atender às convocações do Diretor para debate e informações sobre assuntos de
seu âmbito de atuação;
• oferecer pareceres que lhe sejam solicitados pelos órgãos superiores;
• supervisionar as atividades de monitoria;
• encaminhar à Diretoria da Unidade Universitária, em datas previamente
estabelecidas, relatórios e propostas de conteúdos programáticos para o próximo
período letivo;
• analisar e decidir sobre solicitações dos discentes, no âmbito administrativopedagógico, dando ciência ao Diretor da Unidade Universitária.
O coordenador do curso deverá ter no mínimo 10 anos de experiência somados os anos de
experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica, considerando um mínimo de
um ano de magistério superior. Seu regime de trabalho deverá ser integral e a carga horária
dedicada à coordenação do curso deve estar acima de 20 horas semanais. De preferência, o
coordenador deverá ser formado na área do curso e/ou ser mestre ou doutor.
A Coordenação do Curso de Letras da UPM está voltada ao engrandecimento institucional,
desenvolvendo atividades relevantes ao contínuo aprimoramento do curso, contribuindo
essencialmente para proposição, implantação e desenvolvimento de metas e estratégias
condizentes com a Visão 150 da UPM. Ao lado disso, cumpre a função pedagógica de zelar pela
organização e funcionamento do curso de modo a viabilizar a consecução de seus objetivos. A
preocupação central da coordenação tem sido a de construir elementos de aperfeiçoamento das
práticas pedagógicas e de melhoria acadêmica do curso, visando não só sua sustentabilidade, mas
também visibilidade para atrair alunos e pesquisadores-parceiros de instituição nacionais e
internacionais.
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Para atingir metas propostas, o Coordenador do Curso é contratado em Regime Integral de
Trabalho (40 horas semanais), sendo Professor PPI da Instituição, com 8 horas dedicadas à
docência, em média 12 horas dedicadas à pesquisa, à orientação de trabalhos e a plantões de
atendimento e outras atividades correlatas. A dedicação às atividades de coordenação ocupa em
média 20 horas de dedicação integral do profissional. O Coordenador participa de todas as
atividades pertinentes ao curso. Para racionalizar suas atividades o mesmo conta com uma equipe
de apoio que se estende desde a Direção do Centro de Comunicação e Letras, passando pelo apoio
do Colegiado de Curso, do Núcleo Docente Estruturante, da Coordenação do Curso de PósGraduação em Letras (efetivando de fato o diálogo entre graduação e pós-graduação), das
Coordenações de Estágio, de Atividades Complementares, de Extensão e de Pesquisa do Centro
de Comunicação e Letras.
Ressalta-se ainda o contato direto e permanente do Coordenador do curso com os docentes
e discentes, no sentido de adequar situações e resolver questões que, eventualmente, surgem no
decorrer do curso.
Ainda cabe ressaltar que o Coordenador do Curso, na medida do possível, deve estar
inserido em outras atividades na dinâmica da Universidade, tanto em relação a seus aspectos
acadêmicos como em relação a aspectos de natureza administrativa e organizacional. Entre as
atividades, destacam-se as seguintes participações:
• Membro da Comissão de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UPM;
• Membro da Banca de Língua Portuguesa e Literatura da Comissão do Vestibular,
responsável pelas questões de língua e pelas propostas de redação dos Processos
Seletivos da UPM;
• Membro da Banca de Correção de Redações do Processo Seletivo;
• Membro do Colegiado de Coordenadores de Curso da UPM.
8.2. Colegiado de curso
O Curso de Letras possui um colegiado constituído por representantes do corpo docente e
discente, com a função de orientar e deliberar sobre as principais ações do curso, voltadas às
práticas didáticas e acadêmicas, bem como administrativas. A composição do colegiado leva em
conta a participação, quando possível, de integrantes contemplados nas seguintes áreas:
coordenador do Curso; supervisor de TCCI; membros do Núcleo Docente Estruturante;
professor(es) responsável(is) pelas Atividades Complementares do Curso; professores que
ministram disciplinas em cada Núcleo Temático que organizam a Matriz Curricular da Licenciatura
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Português-Inglês (equilibradamente representativos dos regimes de trabalho dos professores que
compõem o quadro de docentes, PPI ou PPP e aulistas); representante discente do curso. O
Colegiado se reúne em encontros de periodicidade mensal ou bimestral (dependendo das
demandas do curso), tendo em vista deliberar sobre temas e assuntos pertinentes à dinâmica
administrativa do Curso.
8.3. Núcleo Docente Estruturante
O presente Projeto Pedagógico contempla, ainda, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e os
Núcleos de Apoio Temático, implementados por meio de Ato da Reitoria em 2010, com alterações
em 2011.
Atendendo ao disposto no Ato da Reitoria no. 03/2010, posteriormente substituído pelo Ato da
Reitoria no. 02/2011, com o Anexo 1, e mais recentemente substituído pelo Ato da Reitoria no.
32/2011 de 21/06/2011, o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Letras é constituído por
docentes doutores, contratados em regime de tempo integral. A definição dos nomes leva em conta
os seguintes apontamentos (seguindo diretrizes institucionais da UPM):
a)
Incluindo o Coordenador do Curso, o NDE contará no máximo com cinco
professores (indicador: mínimo cinco professores, máximo 10% do quadro).
b)
Dos professores integrantes do NDE, 100% são Doutores (indicador é
100% de mestres ou doutores).
c)
Dos professores integrantes do NDE, 100% são professores de tempo
integral – PPI (indicador é 40%).
d)
Dos professores integrantes do NDE, 100% são formados na área
(indicador é 60%).
e)
Dos professores integrantes do NDE, 100% atuam, no mínimo, há 3 anos
no curso (indicador é 40%).
Para definir e atender ao inciso II, do Art. 2º, do Anexo I, do Ato da Reitoria n. 03/2010,
respeitado o § 1º, do Art. 89, do Regimento Geral da UPM, ficam instituídos os seguintes Núcleos
de Apoio Temático:
a.
Núcleo de Apoio Temático de Linguagens e Língua Portuguesa
Refletir sobre o papel da Língua Portuguesa no Curso de Letras, sua aplicação para
os alunos como possíveis futuros docentes do Ensino Básico, futuros pesquisadores e
profissionais das áreas das linguagens, tendo em vista a consideração de relações com
outros eixos temáticos em vigência no curso.
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b.
Núcleo de Apoio Temático de Língua Inglesa e Literaturas de Língua
Inglesa
Refletir sobre o papel da Língua Inglesa no do Curso de Letras da Universidade
Presbiteriana Mackenzie, sua aplicação para os alunos como possíveis futuros docentes do
Ensino Básico, futuros pesquisadores e profissionais das áreas das linguagens, tendo em
vista a consideração de relações com outros eixos temáticos em vigência no curso.
c.
Núcleo de Apoio Temático de Estudos Literários
Refletir sobre o papel das Literaturas dentro do Curso de Letras da Universidade
Presbiteriana Mackenzie, sua aplicação para os alunos como possíveis futuros docentes do
Ensino Básico, futuros pesquisadores e profissionais das áreas das linguagens, tendo em
vista a consideração de relações com outros eixos temáticos em vigência no curso.
d.
Núcleo de Apoio Temático da Dimensão Pedagógica
Refletir sobre práticas didático-pedagógicas discutidas nas disciplinas oferecidas na
área de Formação Pedagógica do Curso de Letras, em conformidade com as normas
governamentais e da própria UPM, visando formar um grupo de futuros docentes com
espírito crítico e apto ao mercado de trabalho.
e.
Núcleo de Apoio Temático Interdisciplinar
Refletir e estabelecer possíveis relações da área de Letras em seu próprio âmbito,
contando com os demais Núcleos Temáticos propostos, bem como suas relações com os
outros eixos temáticos, com as atividades de extensão e áreas afins do Centro de
Comunicação e Letras e da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Os Núcleos de Apoio Temático, expostos acima, definem por sua própria constituição a
organização do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Letras, que tem por objetivo principal
organizar a estrutura didático-pedagógica do curso, refletindo sobre suas constantes atualizações e
aplicabilidade na formação dos alunos. Ao lado dessa função, o NDE do Curso funciona como apoio
constante à Coordenação de Curso, possibilitando dessa forma que as decisões administrativas e
pedagógicas sejam sempre resultado de discussões e participação coletiva dos envolvidos em
diferentes aspectos do Curso de Letras.
9. CORPO DOCENTE
9.1. Perfil docente
Podemos traçar uma configuração positiva do Corpo Docente, uma vez que atendemos a
diretrizes oficiais, em relação à necessidade de titulação dos professores, ponto de destaque do
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Curso, já que temos a maioria de nossos professores com título de Doutor e também contratados
em regime de dedicação integral. Também há no Curso um número expressivo de docentes com
estágios de Pós-Doutorado, financiados por agências de fomento, e com Bolsa Produtividade do
CNPq, o que possibilita identificar a qualidade do corpo docente do Curso de Letras da UPM, que
de fato o coloca no mesmo patamar dos tradicionalmente reconhecidos cursos de excelência na
área.
9.2. Experiência Acadêmica e Profissional
Os docentes do Curso de Letras são graduados na área de Letras e/ou áreas afins, com pósgraduação também na área de Letras e/ou áreas afins, dependendo da especialidade a que o
professor está relacionado. Encontramos em nosso corpo docente, como se verá no item a seguir,
uma destacada experiência acadêmica, uma vez que o número de publicações e participação em
eventos com apresentação de trabalho é bastante expressivo. Esse aspecto está refletido na
qualidade que se imprimiu, ao longo de sua longa trajetória histórica, ao Curso de Letras,
acarretando, assim, índices e notas positivos nas avaliações institucionais e também em avaliações
de outra natureza. Cabe destacar, ainda, que essa experiência acadêmica está refletida também na
qualidade do Curso, muito bem avaliado pelos alunos, tendo em vista os resultados que o Curso
vem alcançando nas avaliações realizadas, junto aos discentes, pela Comissão Permanente de
Avaliação da UPM.
Nosso conjunto de professores também tem, em sua maioria, ampla experiência (mais de dez
anos) na Educação Básica, possibilitando, desse modo, que a formação dos futuros professores
seja mais condizente com a realidade da sala de aula dos ensinos fundamental e médio, uma vez
que os docentes da Graduação e da Pós-Graduação são capazes de estabelecer diálogos e
estratégias no processo de ensino-aprendizagem que não estão desvinculados da realidade
profissional que nossos alunos irão encontrar quando ingressarem no mercado de trabalho. Além da
experiência docente, há no quadro de professores docentes com experiência profissional em outros
âmbitos de atuação dos alunos formados em Letras, a saber, atuações como revisores e
preparadores de texto, editores de livros e materiais didáticos, tradutores, consultores de língua,
palestrantes, além de professores com experiência na esfera pública, com atuação em Secretarias
Estaduais e Municipais de Educação e também em consultorias para órgãos públicos e agências de
fomento à pesquisa.
Na configuração do corpo docente do Curso de Letras, temos as seguintes características,
que definem o perfil dos envolvidos diretamente no processo de ensino-aprendizagem na sala de
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aula, nas atividades de orientação, pesquisa, plantão, projetos: a) maioria dos professores com
titulação de doutor; b) mais de 60% do corpo docente do curso contratado em regime de dedicação
integral; c) mais de 50% do corpo docente com experiência de mais de dois anos na Educação
Básica; d) mais de 60% do corpo docente com experiência de mais de dois anos no Ensino
Superior.
9.3. Publicações
Como apontado no item anterior, é expressivo o número de publicações do corpo docente do
Curso de Letras, principalmente porque a maioria dos docentes está vinculada aos Programas de
Mestrado e Doutorado, que se pautam por rígidas regras dos órgãos que regulam a produtividade
na Pós-Graduação. Desse modo, temos publicações de livros, capítulos de livros, artigos de
periódicos, textos em anais de congressos e outros eventos nacionais e internacionais, assim como
a participação dos professores na produção de textos de outra natureza, como introduções,
prefácios e posfácios, resenhas, textos de catálogos, textos de livros de ficção e similares. Cabe
destacar, também, que o corpo docente, por meio de seu alto grau de excelência nas publicações,
tem professores com premiações de destaque, como prêmios Jabuti e também da Academia
Brasileira de Letras.
Abaixo indicamos, em números gerais, a produção do corpo docente contratado em regime
integral (PPI), no qual se prevê horas dedicadas à pesquisa, até o momento, considerando apenas
publicações que recebem a qualificação de Indicador 1 pelas órgãos oficiais de avaliação (artigos
em periódicos indexados e qualificados, livros e capítulos de livros publicados por editoras com
conselho editorial, trabalhos publicados em anais de congresso). Os números apontam que mais de
50% do corpo docente apresentou mais de nove produções qualificados nos últimos três anos. No
total da produção dos professores em regime de trabalho integral no Curso de Letras temos
(números que indicam a produção total dos professores, e não apenas a referente aos últimos três
anos):
•
456 artigos publicados em periódicos;
•
255 livros publicados;
•
474 capítulos de livros publicados;
•
330 trabalhos em anais de congresso.
9.4. Implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso
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A Universidade conta com a Coordenadoria de Apoio Docente, do Decanato Acadêmico,
subordinado à Reitoria. Esta Coordenadoria coloca em ação as estratégias da Reitoria no que se
refere à formação continuada dos docentes da UPM. As ações englobam desde a Semana de
Preparação Pedagógica, que ocorre todo início de semestre, em parceria com as Unidades
Acadêmicas, promoção e apoio a eventos e congressos que tratam de questões relacionadas aos
processos de ensino e aprendizagem, até programas de formação em forma de Diálogos sobre a
Prática Docente e de cursos de Didática do Ensino Superior, este mantido pelo Curso de
Pedagogia. As Unidades Acadêmicas também podem contar com a coordenadoria para apoio no
processo de planejamento de ensino e avaliação.
Além dos programas de formação continuada, a Universidade oferece apoio aos docentes
que irão estudar fora da Universidade, ou docentes visitantes a outras instituições e para o
desenvolvimento de pesquisas.
O Curso de Letras participa, semestralmente, das Semanas Institucionais de Preparação
Pedagógica, oferecendo cursos de curta duração, palestras e participando de mesas-redondas que
discutem o papel do professor, a utilização de ferramentas de ensino e procedimentos do processo
de ensino-aprendizagem.
10. INFRAESTRUTURA
10.1 Biblioteca
O acervo da Biblioteca é formado por livros, dissertações, teses, trabalhos de graduação
interdisciplinar, monografias, periódicos, catálogos, principais jornais em circulação, normas
técnicas, bases de dados e softwares de serviços on-line, mapas, plantas, diapositivos, fitas de
vídeo VHS e CD- ROMs.
A equipe técnico-administrativa responsável pelos serviços conta com: Bibliotecária
supervisora; Bibliotecários; Auxiliares-administrativos; Técnicos em biblioteconomia; Estagiários de
biblioteconomia; Aprendizes; Auxiliares de serviços gerais.
A Biblioteca George Alexander está cadastrada no Conselho Regional de Biblioteconomia da
8.ª Região, sob os seguintes números: Campus Higienópolis Biblioteca Central: nº 3772; Setorial
FAU/CCL: nº 3775; Setorial de Direito: nº 3773; Setorial de Engenharia, Comp., Ciênc. Exatas e
CRAAM: nº 3774; Setorial do CCSA: nº 3776; Setorial do CCBS.
Os recursos e serviços estão disponíveis aos usuários 78h (setenta e oito horas) por semana,
nos seguintes horários: de 2ª a 6ª feira: das 7h30min às 22h; Sábados: das 9h15min às
14h45min.
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As Bibliotecas setoriais estão divididas em nove espaços. Para o Curso de Letras
especificamente temos a Biblioteca Central - Prédio 2 (Filosofia, Letras, Educação, Psicologia)
(11)
2114-8316
[email protected].
(atendimento)
Responsáveis:
/
Ana
(11)
Lúcia
2114-8136
Gomes
de
Moraes
(bibliotecárias)
CRB-8/6941
e Vivian Lázaro Kague CRB-8/8324.
As Bibliotecas podem ser utilizadas por docentes, discentes e funcionários da Universidade
Presbiteriana Mackenzie, do Instituto Presbiteriano Mackenzie, e pela comunidade externa, sendo a
consulta aberta para o público geral, com livre acesso ao acervo, salvo para serviços de
empréstimo. Os usuários de outras instituições têm acesso para consulta e pesquisa no local, sendo
os empréstimos domiciliares realizados somente por meio do sistema de empréstimo entre
Bibliotecas. Aos usuários com necessidades especiais, internos e externos, é destacado um
elemento da equipe para atendimento pessoal, realizando as atividades de pesquisa e busca de
material bibliográfico na base de dados e acervo físico, e demais suportes, sempre que necessário.
Os usuários devem apresentar a identidade estudantil ou funcional para o ingresso no recinto das
bibliotecas, bem como para o uso de seus serviços.
Devem-se observar as regras de utilização da Biblioteca constantes no Regulamento Interno,
no que se refere à disciplina, uso e conservação do acervo e instalações, e da disponibilidade
serviços prestados.
A quantidade de material emprestado e os prazos para devolução variam de acordo com a
categoria do usuário. Estão à disposição os serviços de reserva e renovação de material. Não estão
sujeitas a empréstimos obras de referência, de consulta local, as obras raras, clássicas e as
esgotadas, sem condições de reposição, e exemplar permanente de obras que compõem
bibliografia básica. O material emprestado é intransferível e a sua guarda é de total
responsabilidade do usuário que o retirou da Biblioteca, a quem cumpre zelar pelo cumprimento dos
prazos de empréstimos e conservação do acervo.
A organização do acervo obedece a critérios biblioteconômicos internacionais de
padronização. Para o processamento técnico dos livros o código de catalogação utilizado é o Anglo
American Cataloging Rules, 2nd ed. (AACR2). Adotaram-se dois sistemas de classificações em
virtude da adequação às áreas específicas do conhecimento: Library of Congress Classification, por
ser a mais adequada e eficiente para Teologia, e Dewey Decimal Classification (CDD), 21th ed.,
para as demais áreas.
O processo de aquisição de periódicos é direto, tendo sua operacionalização como cotação e
fechamento de pedido de fornecimento centralizado pela Biblioteca, além do controle das aquisições
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e renovações de assinaturas, registro e controle de coleções de fascículos e exemplares. A
Biblioteca realiza o controle das aquisições de livros e periódicos desde o pedido de compra do
corpo docente, verificação de dados, duplicidade até o recebimento dos materiais, verificação de
conformidade e estado físico para aceitação, patrimônio e cadastramento para incorporação ao
acervo. O acervo é adquirido a partir de indicações das bibliografias básica e complementar dos
docentes de graduação e da pós-graduação, de acordo com as necessidades de cada disciplina;
sugestões e indicações do corpo discente, funcionários e usuários em geral, também são
consideradas na atualização. A quantidade de exemplares é determinada proporcionalmente ao
número de alunos conforme as recomendações dos órgãos oficiais de educação e pela demanda de
uso da obra. Como subsídios aos docentes na elaboração de bibliografias básica e complementar,
a Biblioteca encaminha catálogos e listas de livrarias e editoras especializadas, disponibiliza bases
de dados referenciais para consulta e promove demonstrações e apresentações de produtos
acadêmicos.
A quantidade de exemplares é determinada proporcionalmente ao número de alunos
conforme as recomendações dos órgãos oficiais de educação e pela demanda de uso da obra. Nos
planos de ensino do Curso de Letras são definidos, pelo menos, três títulos de bibliografia básica e
cinco títulos de bibliografia complementar, tendo-se um acervo de um exemplar de cada bibliografia
básica para cada quatro alunos do total de ingressantes no ano e um exemplar de cada bibliografia
complementar.
A provisão orçamentária é realizada anualmente, prevendo-se investimentos para aquisição
de material bibliográfico, equipamentos, mobiliário, recursos humanos e instalações físicas. As
necessidades de ampliação e melhoria das instalações físicas são avaliadas periodicamente junto
aos usuários internos, corpo discente e docente, quadro técnico da biblioteca e levando-se em
consideração os critérios recomendados pelos órgãos oficiais de educação.
Na Descrição do Acervo por Área do Conhecimento - Linguística, Letras, Artes - (com
números fornecidos pela Biblioteca com atualização até 2011), temos 57.168 títulos, entre livros,
dissertações e teses, totalizando 97.367 exemplares. Em relação a periódicos (em constante
atualização, seja por meio de assinaturas, seja por meio de doações e/ou permutas), temos para a
área de Linguística, Letras e Artes o total de 41 títulos (entre correntes e não correntes).
A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Mackenzie disponibiliza o acesso pela
Internet às teses e dissertações defendidas na Instituição a partir do ano de 2006, contando
atualmente com 1.196 documentos, entre dissertações e teses. Os documentos disponibilizados na
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Mackenzie também são visualizados na BDTD –
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Biblioteca Digital de Teses e Dissertações Nacional, que reúne a produção nacional e na NDLTD Networked Digital Library of Theses and Dissertations, que reúne teses e dissertações de
Instituições do Brasil e do mundo. A Biblioteca recebe os registros periodicamente, encaminhados
pela Pós- Graduação e procede à alimentação de dados na Biblioteca Digital.
Dentre os muitos serviços prestados pela biblioteca a discentes e professores tem-se o
acesso ao Portal de Periódicos da CAPES e às bases de dados eletrônicas on-line, assinadas
como: ProQuest, ProQuest Dissertations, Fuente Acadêmica, JSTOR entre outras.
10. 2 Laboratórios do Curso de Letras
O curso de Letras possui as seguintes instalações, oferecendo uma adequada e qualificada
infraestrutura para o desenvolvimento do curso:
a) Laboratório de Língua;
b) Laboratório de Informática;
c) Centro de Rádio e Televisão;
d) Agência Júnior (serviços de edição, revisão e tradução);
e) Laboratório de Edição (imagem e texto);
f) Sala da oficina de tradução.
O curso estabelece disciplinas como teórico-práticas, tendo em vista a realização de
atividades nas instalações que proporcionem o desenvolvimento das habilidades dos alunos nas
práticas relativas à formação em Letras. Em relação aos laboratórios apontados, neles é possível
que os alunos realizem atividades relativas à Formação Geral no Curso, como a prática da escrita
de textos, realização de trabalhos com diferentes mídias e materiais (laboratórios de texto e
imagem). Ainda em relação à Formação Geral, o Laboratório de Línguas permite que os alunos
desenvolvam suas capacidades orais e escritas de produção e compreensão.
Temos ainda Laboratório de Vídeo, estúdio de rádio e TV, Laboratório de Imagem que
possibilitam que os alunos desenvolvam aspectos específicos de sua formação, essencialmente na
produção de material didático e na exploração de outras possibilidades de atuação profissional para
os alunos de Letras. Constantemente, esses laboratórios possibilitam que os discentes percebam
de que forma os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula podem ser aplicados em
atividades de natureza prática.
A infraestrutura do Curso de Letras contempla os seguintes espaços, utilizados de acordo
com necessidades dos cursos do Centro de Comunicação e Letras e também de acordo com a
disponibilidade diante de compartilhamento dos espaços com outros cursos da Instituição:
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•
20 salas de aula do Prédio Reverendo Wilson, 11 salas de aula no Prédio 34, 7 salas
de aula no Prédio 35, 9 salas de aula no Prédio 36;
•
Laboratório de Línguas no Prédio 16, com 72 lugares, 32 cabines;
•
Laboratório de Informática no Prédio 10, com 7 salas com 30 computadores;
•
Laboratório de Informática (edição de imagens), nos Prédios 14 e 29, com cerca de
vinte computadores;
•
Laboratórios de Texto e Edição, em diferentes salas do Prédio Reverendo Wilson,
com mais de 80 computadores, entre Mac e PC;
•
Estúdio de rádio no Prédio 37;
•
Centro de Rádio e TV e Estúdio de Rádio, TV Mackenzie – todos esses espaços
contam com estúdios de gravação (vídeo), estúdios de áudio e 38 ilhas de edição,
sala técnica e sala de locução de rádio;
•
Salas Gabinetes no Prédio João Calvino, utilizados como salas de estudo e espaço
de plantão dos professores contratados em regime integral ou parcial.
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Apêndice 1
EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO
1ª. etapa
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
CULTURA CLÁSSICA
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
1ª.
Ementa:
Estudo da cultura clássica greco-latina em suas diversas fases, tendo em vista reflexões sobre a contribuição dos
estudos clássicos para a formação do professor de língua portuguesa e de literatura e sua prática em sala de aula.
Bibliografia Básica:
AUERBACH, Erich. Mimesis: A representação da realidade na literatura ocidental, 4 ed.
JAEGER, W. Paidéia. A formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes; Brasília: Universidade de Brasília,
2003.
PEREIRA, M.H.R. Estudos de história da cultura clássica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. (2 v)
Bibliografia Complementar:
ARISTÓTELES. Arte retórica e arte poética. São Paulo: Ediouro, 2010.
HESÍODO. Teogonia. Estudo e tradução de Jaa Torrano. São Paulo, Iluminuras, 1995.
HOMERO. Odisséia. Trad. Jaime Bruna. São Paulo, Cultrix, 2002
OVÍDIO. As metamorfoses. Trad. Manuel Maria Barbosa du Bocage, São Paulo: Martin Claret, 2013.
VIRGÍLIO. Bucólicas. Trad. Odorico Mendes. Campinas: Editorial Ateliê/ UNICAMP, 2010.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
ÉTICA E CIDADANIA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
2h/a semanais
( ) Práticas
Núcleo Temático
Núcleo de Ética e Cidadania (NEC)
Código da Disciplina:
Etapa:
1ª.
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Ementa:
Estudo dos conceitos de ética, moral, cidadania e suas inter-relações, bem como das relações étnico-raciais.
Discussão dos temas fundamentais da ética norteada pelos princípios da cosmovisão calvinista. Reflexão e análise
crítica das teorias ético-normativas mais sublinhadas na atualidade e suas implicações práticas. Estabelecimento e
identificação de pontos de contato entre a ética calvinista e as demais áreas do conhecimento.
Bibliografia Básica:
• MONDIN, Battista. O homem: quem é ele? Elementos de antropologia filosófica. São Paulo: Paulus, 1980.
ISBN: 978-85-349-0891-7
• MORELAND, J.P.; CRAIG, William Lane. Filosofia e Cosmovisão Cristã: São Paulo: Vida Nova, 2008.ISBN:
97885275003334.
• NASH, Ronald H. Questões ùltimas da vida: uma introdução á filosofia. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.
ISBN – 978-85-7622-247-7.
Bibliografia Complementar:
1. BUNNIN, Nicholas; TSUI-JAMES, E.P. Compêndio de Filosofia. 2a. Ed. São Paulo: Loyola, 2007.
2. BIELER, André. O Pensamento Econômico e Social de Calvino. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana,
1990.
3. COMPARATO, F. K. Ética: Direito, Moral e Religião no mundo moderno. 2ª. Ed. São Paulo: Companhia das
Letras, 2008. ISBN: 9788535908237.
4. KUYPER, Abraham. Calvinismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2004. ISBN: 858688645.
5. VÁSQUEZ, A.S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2007, 29ª. ed.ISBN: 8520001335.
6. BRASIL. MEC/SEC. Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-raciais. Brasília: MEC/SEC,
2006.
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL I
Carga horária:
( ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
1 a.
Ementa:
Leitura e escrita de textos com abordagem dos tipos e gêneros textuais. Produção de diferentes gêneros em relação
com análises dos modos de produção dos sentidos, com enfoque em conteúdos e temáticas de formação geral,
destacando as questões étnico-raciais na sociedade contemporânea e o papel do cidadão.
Bibliografia Básica:
DIONISIO, A.P.; MACHADO, A.R.; BEZERRA, M.A. (orgs) Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
FIORIN; SAVIOLI. Para entender o texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2008.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES, G.R. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola, 2013.
Bibliografia Complementar:
FIORIN; SAVIOLI. Para entender o texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2012.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 2011.
KOCH, I. Argumentação e linguagem. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2004.
KOCH, I. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2013.
KOCH, I.; TRAVAGLIA, L. A coerência textual. 17. ed. São Paulo: Contexto, 2013.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA LATINA
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
1ª.
Ementa:
Estudo morfossintático e sintático da estrutura da língua latina, com destaque para os casos e as declinações.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, N. M. Gramática Latina. São Paulo: Saraiva, 2008.
REZENDE, A.M. Latina essentia: preparação ao latim. 2. ed. Belo Horizonte, MG: Ed. UFMG, 2013.
RONAI, Paulo. Curso Básico de Latim I. Gradus Primus. Ed. Cultrix, 2005.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, N. M. Gramática Metódica da língua portuguesa. São Paulo: Saraiva. 44ed./ 2001
COMBA, P. Julio. Programa de latim. 6. ed. São Paulo: Salesiana, 1990.
FERREIRA, A.G. Dicionário Latim- Português. Porto: Porto Editora, 2008
GIORDANI, M. História de Roma. Antiguidade Clássica II. Petrópolis: Vozes, 1987.
RONAI, Paulo. Curso Básico de Latim. Gradus Secundus. Ed. Cultrix, 1995.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
LÍNGUA INGLESA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
4h/a semanais
( ) Práticas
Ementa:
Apresentação e estudo sistemático da morfologia da
competência linguística, oral e escrita, de nível básico,
aprendizagem de Inglês como língua estrangeira.
Núcleo Temático
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Código da Disciplina:
Etapa
1ª.
Língua Inglesa, tendo em vista o desenvolvimento da
e a aplicabilidade do conhecimento adquirido no ensino-
86
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
AZAR, Betty Schrampfer; HAGEN, Stacy A. Understanding and using English grammar: student
book with answer key. 4th full international ed. New York: Pearson Longman, 2009.
MURPHY, Raymond; SMALZER, William R. Grammar in use: intermediate : self-study reference
and practice for students of English. 2nd ed. New York: Cambridge University Press, 2009.
SWAN, Michael. Practical English usage. 3rd ed. fully rev. Oxford: Oxford University Press, 2014.
Bibliografia Complementar:
AZAR, Betty Schrampfer; KOCH, Rachel Spack; HAGEN, Stacy A. Understanding and using
English grammar: workbook. 4th ed. White Plains, N.Y.: Longman, c2009.
CARTER, Ronald; MCCARTHY, Michael. Cambridge grammar of English: a comprehensive
guide: spoken and written English grammar and usage. Cambridge, UK; New York: Cambridge
University Press, 2006.
PARROTT, Martin. Grammar for English language teachers. 2nd ed. Cambridge, UK: Cambridge
University Press, 2013.
THOMSON, A. J; MARTINET, A. V. A practical English grammar. 4th ed. Oxford, UK: Oxford
University Press, 2005.
VINCE, Michael. Macmillan English grammar in context: advanced. Oxford: Macmillan, 2008.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LINGUÍSTICA I
Carga horária:
(X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
1ª.
Ementa:
Apresentação da ciência da linguagem, suas especificidades, diálogos interdisciplinares e objetos de análise. Estudo
da língua como sistema e da variação e mudança linguísticas.
Bibliografia Básica:
FIORIN, J.L. (org.) Introdução à linguística I: Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1995
MATTOSO CAMARA JR., J. Princípios de linguística geral. Rio de Janeiro: Padrão, 1989.
Bibliografia Complementar:
BORBA, F.S. Introdução aos estudos linguísticos. Campinas: Pontes, 1995.
CRYSTAL, D. Que é linguística. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1992.
DUBOIS, J. et al. Dicionário de linguística. São Paulo, Cultrix, 1997.
FIORIN, J.L. (org.). Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013.
WEEDWOOD, B. História concisa da linguística. São Paulo: Parábola, 2002.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
87
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
4h/a semanais
( ) Práticas
Ementa:
Assinatura
Núcleo Temático
Linguagens e Língua Portuguesa
Código da Disciplina:
Etapa
1ª.
Língua Portuguesa como objeto de estudo: língua falada e língua escrita. Gramática Tradicional, estabelecimento e elementos de
norma padrão e norma culta em língua portuguesa. Estudo do texto como unidade linguística e comunicativa: coesão e coerência
textuais.
Bibliografia Básica:
BECHARA, E. Ensino de gramática: opressão? liberdade? São Paulo: Ática, 2011.
FÁVERO, L.L.; AQUINO, Z.; ANDRADE, M.L. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São
Paulo: Cortez, 2003.
GUIMARÃES, E. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1990.
Bibliografia Complementar:
FÁVERO, L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 2003.
GUIMARÃES, E. Texto, discurso e ensino. São Paulo: Contexto, 2009.
KOCH, I.; ELIAS, V. Ler e escrever. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCH, I.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2004.
KOCH, I.V.; TRAVAGLIA, L.C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2004.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
TEORIA DA LITERATURA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
1ª.
Ementa:
Estudo dos conceitos que definem a Literatura. Reflexão sobre as obras literárias em seus diferentes níveis de
constituição, como suporte teórico para a formação de instrumental metodológico de análise e interpretação. Estudos
dos mecanismos de estruturação do conto.
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
BRAIT, B. A personagem. São Paulo: Ática, 2006
CANDIDO, A. Na sala de aula: caderno de análise literária. 3. ed. São Paulo: Ática, 2008
GOTLIB, N. B. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 2011
Bibliografia Complementar:
ABREU, M. Cultura letrada. São Paulo: Unesp, 2010
COMPAGNON, Antoine. O Demônio da teoria: literatura e senso comum. Tradução de Cleonice Paes Barreto Mourão.
Belo Horizonte: UFMG, Humanitas, 1999.
EAGLETON, T. Teoria da literatura. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010
LAJOLO, M. Literatura: leitores & leitura. São Paulo: Moderna, 2007.
SOUZA, R.A. Teoria da literatura. 10. ed. São Paulo: Ática, 2007.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
2ª. Etapa
Unidade Universitária
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina
Docência na Contemporaneidade
Carga horária
3h/a semanais
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Código da Disciplina
( X ) Teóricas
( X ) Práticas
Etapa
2ª
Ementa
Estudo da escola e da docência num contexto de contradições decorrentes da contemporaneidade econômica,
social e cultural. Discussão sobre o que se oferece como educação escolar as crianças, adolescentes e jovens
e análise dos desafios da educação na atualidade. Mobilização de reflexões sobre que papéis podem
desempenhar os docentes e problematização dos conhecimentos necessários ao exercício da docência. A
disciplina contempla a inserção na realidade escolar por meio de estágio supervisionado nos anos finais do
Ensino Fundamental e Ensino Médio.
89
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica
ANDRÉ, M. O cotidiano escolar, um campo de estudo. In: PLACCO, Vera; ALMEIDA, Laurinda (orgs). O
coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Loyola, 2008.
CHARLOT, B. Enquanto houver professores... Os universais da situação de ensino. In: CHARLOT, B.
Relação com o saber, formação dos professores e globalização:questões para a educação hoje. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
PARO, Vitor Henrique. Educação como exercício do poder: crítica ao senso comum em educação. São
Paulo: Cortez, 2008.
TARDIF, Maurice. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: Elementos para
uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas consequências em relação à formação
para o magistério. Revista Brasileira de Educação. Nº 13, p. 5-24. Jan/Fev/Mar/Abr 2000. Disponível
emhttp://educa.fcc.org.br/pdf/rbedu/n13/n13a02.pdf
TARTUCE, Gisela L.; NUNES, Marina M. R.; ALMEIDA, Patrícia C. A. Alunos do ensino médio e
atratividade da carreira docente no Brasil. Cadernos de Pesquisa, v.40, n.140, p. 445-477, maio/ago,
2010. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/cp/v40n140/a0840140.pdf
Bibliografia Complementar
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez,
2001.
LIBÂNEO, J. C. As relações “dentro-fora” na escola ou as interfaces entre práticas socioculturais e ensino. In:
LIBÂNEO, J. C.; ALVES, N. (orgs.). Temas de pedagogia: diálogos entre didática e currículo. São Paulo:
Cortez, 2012.
MOREIRA,AntonioFlavio Barbosa; KRAMER, Sonia.Contemporaneidade, Educação e Tecnologia. Educação &
Sociedade. Campinas, vol. 28, n. 100, p. 1037-1057, out., 2007. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br
PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. In: ARANTES, Valéria (org.). Profissão docente. São
Paulo: Summus, 2009.
PINTO, Ivany A Pós-Modernidade: uma escuta sobre a nova cultura da aprendizagem na escola. Cadernos de
Educação.Pelotas
[38]:
315
–
333,
janeiro/abril,
2011.
Disponível
em
http://www.ufpel.edu.br/fae/caduc/downloads/n38/12.pdf
SANTOMÉ, J. T. A Educação em tempos de neoliberalismo. Porto Alegre: Artmed, 2003.
VILLELA, E. C. As interferências da contemporaneidade no trabalho docente. Revista Brasileira de Estudos
Pedagógicos.
Brasília, v. 88, n. 219, p. 229-241, maio/ago. 2007. Disponível em
http://rbep.inep.gov.br/index.php/RBEP/article/viewFile/493/504
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Código da Disciplina
90
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Fundamentos da Educação
Carga horária
3h/a semanais
(X) Teóricas
( ) Práticas
Etapa
2ª
Ementa
Estudo do complexo e multideterminado fenômeno educativo em sua relação com a sociedade, com ênfase nos
processos escolares. Análise das matrizes do pensamento moderno que contribuem para a reflexão sobre a prática
educacional, a partir da identificação de tendências pedagógicas que conformam o debate sobre o papel da escola na
atualidade. Análise da função social da escola brasileira na formação dos ideais de democracia, cidadania e educação
inclusiva.
Bibliografia Básica
CORTELLA, M.S. A Escola e o Conhecimento. Fundamentos epistemológicos e políticos. 9ª ed. São Paulo: Cortez,
2005.
GADOTTI, M. História das Ideias Pedagógicas. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2005.
PERRENOUD, P. Escola e cidadania: o papel da escola na formação para a democracia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
ALVES, R. A escola que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir. 8ª ed. São Paulo: Papirus, 2005.
BRASIL, MEC. Educação Inclusiva: referenciais para construção dos sistemas educacionais inclusivos. Brasília: MEC,
2004.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 44. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006.
HARPER, B. et al. Cuidado, escola!: Desigualdade, domesticação e algumas saídas. São Paulo: Brasiliense, 2006.
SNYDERS, G. Alunos felizes: Reflexão sobre a alegria na escola a partir de textos literários. 4ª ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2005.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Núcleo de Ética e Cidadania (NEC)
Disciplina:
Código da Disciplina:
ÉTICA E CIDADANIA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
2ª.
Ementa:
Estudo da influeência da teologia calvinista, na formação do pensamento político e jurídico moderno. Análise crítica
das ideias políticas que moldaram as sociedades contemporâneas e serviram de base às conquistas históricas dos
Direitos de Cidadania. Introdução a uma teoria do Estado. Discussão sobre os direitos fundamentais assegurados na
Constituição brasileira. Análise da história e da cultura afrodescendente e indígenas, das questões democráticas, e
das ameaças aos direitos humanos fundamentais na atualidade.
91
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
1. BOBBIO, N. Liberalismo e Democracia; tradução Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Brasiliense, 2005.
ISBN: 85-11-14066-2.
2. STRAUSS, L. & CROPSEY, J. (orgs.). História da Filosofia Política; tradução Heloisa Gonçalves
Barbosa; revisão técnica: Manoel Barros da Motta. Rio de Janeiro: Forense, 2013. ISBN 978-85-2180478-9.
3. VILLEY, MICHEL. A Formação do pensamento jurídico moderno; tradução Claudia Berliner; 2ª. Ed. São
Paulo: Editora Martins Fontes, 2009. ISBN: 978-85-7827-169-5.
Bibliografia Complementar:
1. ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Martins Fontes, 2006. ISBN: 8333623232
2. BIÉLER, André. A força oculta dos protestantes: oportunidade ou ameaça para a sociedade? São Paulo: Ed.
Cultura Cristã. 1999.
3. BOBBIO, N. A Era dos direitos. São Paulo: Campus, 2004.
4. CHAUÍ, M. Introdução á História da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. 2ª. ed. revista e ampliada. São
Paulo: Companhia das Letras, 2002. ISBN 85-359-0170-I.
5. MINOGUE, Kenneth. Política: uma brevíssima introdução; tradução Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Zahar,1998. ISBN: 85-7110-459-X.
6. LUCIANO, Gersem dos Santos (org.). O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas
no Brasil de Hoje. Brasília: SECAD, 2006.
Fontes eletrônicas complementares:
1. Constituição
da
República
Federativa
do
Brasil.
Disponível
em
HTTP://www.planalto.gov.br/ccivil.
2. Carta de Princípios. Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Disponível em:
HTTP://www.mackenzie.br/cartas_principios.html.
Outras leituras bibliográficas poderão ser indicadas pelo (a) Professor (a) ao longo do curso.
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da disciplina:
LINGUÍSTICA II
Carga horária:
( X) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X) Práticas
2a.
Ementa:
Apresentação de correntes teóricas da linguística que contribuíram para definir caminhos da ciência da linguagem e
sua pluralidade, com destaque para as relações linguagem/biologia, linguagem/cognição, linguagem/ideologia,
linguagem/comunicação. Discussão sobre a linguística e a formação profissional em Letras.
Bibliografia Básica:
CITELLI, A. Linguagem e persuasão. São Paulo: Ática, 2004.
MARTELOTTA, M. (Org.) Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2008.
ROSA, M.C. Introdução à (bio)linguística. São Paulo: Contexto, 2011.
92
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
BATISTA, R.O. Introdução à pragmática: a linguagem e seu uso. São Paulo: Mackenzie, 2012.
FIORIN, J.L. (Org.) Linguística? Que é isso? São Paulo: Contexto, 2013.
FIORIN, J.L. (Org.) Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.
LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1995.
MUSSALIM, F.; BENTES, A.C. (Org.) Introdução à linguística. 2v. São Paulo: Cortez, 2007/2008.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA INGLESA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
2ª.
Ementa:
Apresentação e estudo sistemático da morfossintaxe da Língua Inglesa, tendo em vista o desenvolvimento da
competência linguística, oral e escrita, de nível básico, e a verificação da aplicabilidade do conhecimento adquirido no
ensino-aprendizagem de Inglês como língua estrangeira.
Bibliografia Básica:
AZAR, B.S. Understanding and Using English Grammar. Englewood Cliffs: Longman, 1999.
MURPHY, R.; SMALZER, W. Grammar In Use: Intermediate: Self-Study Reference And Practice For Students Of
English; with answers. 2. ed. Cambridge, MA: Cambridge University Press, 2001.
STEINBERG, Martha. Morfologia inglesa: noções introdutórias. São Paulo: Ática, 1985
Bibliografia Complementar:
AZAR, B.S. Understanding and Using English Grammar: Workbook. Englewood Cliffs: Longman, 2000.
_____ . Fundamentals of English Grammar: Workbook. New York: Longman, 2003.
DOFF, A.; Jones, C. Language in Use, A Pre-intermediate Course. Cambridge: Cambridge University Press. 1991.
EASTWOOD, J. Oxford Practice Grammar. Oxford: Oxford University Press. 1996.
JONES, L. Communicative Grammar Practice: Activities For Intermediate Students Of English. Cambridge, MA:
Cambridge University Press, 1992.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
93
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
2ª.
Ementa:
Estudo da língua portuguesa em perspectiva enunciativa e/ou discursiva, com apresentação dos conceitos e
procedimentos metodológicos de teorias do discurso.
Bibliografia Básica:
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria semiótica do texto. São Paulo: 5. ed. Ática, 2011
FIORIN, José L. e SAVIOLI, Francisco P. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2012.
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
Bibliografia Complementar:
DISCINI, N. A comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.
FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2013.
HILGERT, J. G. A construção do texto falado por escrito na Internet. In: PRETI, Dino (org.). Fala e escrita em questão.
3. ed. São Paulo: Humanitas/FFLCH, 2006, p. 17-55.
NEVES, M. H. de M. Ensino de língua e vivência de linguagem: temas em confronto. São Paulo: Contexto, 2010.
ORLANDI, E. P. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 2002.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL II
Carga horária:
( ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
2ª.
Ementa:
Prática de leitura e escrita dos gêneros acadêmicos (resumo, resenha, fichamento). Introdução à produção de projetos
de pesquisa e abordagem de elementos de metodologia científica aplicada à produção de textos.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, M.L. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2006.
PESCUMA, D.; CASTILHO, A.F. de; LORANDI, P. Projeto de pesquisa: o que é? como fazer? : um guia para sua
elaboração. 5. ed. São Paulo: Olho D Agua, 2008.
WEG, R.M. Fichamento. São Paulo: Paulistana, 2006.
94
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
ABREU, A. Curso de redação. São Paulo: Ática, 2006.
FIORIN, PLATÃO. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008.
KOCH, I. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2001.
KOCH, I.; TRAVAGLIA, . A coerência textual. 17. ed. São Paulo: Contexto, 2008.
SOARES, M.; CAMPOS, E. Técnicas de redação. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 2004.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
TEORIA DA LITERATURA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
2ª.
Ementa:
Reflexão sobre o gênero épico (narrativo) e o gênero lírico, como suporte teórico para formação de instrumental
metodológico de análise e interpretação de romances e poemas e também para a formação de subsídios para o
trabalho com a literatura no processo de ensino-aprendizagem e para a atuação em áreas como jornalismo cultural e
crítica literária.
Bibliografia Básica:
CANDIDO, A. Na sala de aula: caderno de análise literária. 3. ed. São Paulo: Ática, 2008
REUTER, Y. Introdução à análise do romance. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
SILVA, V.A. Teoria da literatura. Coimbra: Almedina, 1988.
Bibliografia Complementar:
AUERBACH, Erich. Mimesis: A representação da realidade na literatura ocidental, 5. ed., 2007
EAGLEATON, T. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MOISÉS, M. A criação literária. v.2. São Paulo: Cultrix, 1993.
NUNES, B. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
WELLEK, R.; WARREN, A. Teoria da literatura. Lisboa: Europa-América, 1962.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
95
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
3ª. etapa
Unidade Universitária
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso
LICENCIATURA EM LETRAS
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Disciplina
Psicologia da Educação
Carga horária
3h/a semanais
Código da Disciplina
(X) Teóricas
( ) Práticas
Etapa
3ª
Ementa
Estudo das principais contribuições teóricas da Psicologia sobre os processos de desenvolvimento e
aprendizagem do adolescente e do adulto. Caracterização do período da adolescência, destacando as
mudanças biopsicossociais dessa etapa do desenvolvimento com reflexões sobre as intercorrências
evolutivas e suas relações com o ato de aprender. Problematização de questões que emanam do cotidiano
escolar, abordando as influências dos aspectos socioculturais presentes na sociedade contemporânea.
Bibliografia Básica
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria De Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao
estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
COLL, César; PALACIOS, Jésus; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento psicológico e educação. 2. ed., 3 v. Porto
Alegre: Artes Médicas, 2009.
SHAFFER, David R. Psicologia do desenvolvimento: infância e adolescência. São Paulo: Pioneira, 2005. 627 p. ISBN
8522104239
Bibliografia Complementar
AZZI, Roberta Gurgel; SANDALLA, Ana Maria Falcão de Araujo. (Orgs.) Psicologia e Formação Docente: desafios e
conversas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
BIAGGIO, Ângela Maria Brasil. Psicologia do Desenvolvimento. 16. Ed. – Rio deJaneiro: Vozes, 2006.
LA TAILLE, Yves; OLIVEIRA, Marta Kohl; DANTAS, Heloisa. Piaget, Vygotsky, Wallon:
teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.
LURIA, Alexander ; LEONTIEV, Alexei Nikolaievich.; VYGOTSKY, Lev. S. e outros. Psicologia e Pedagogia: bases
psicológicas da aprendizagem e desenvolvimento. São Paulo: Ed. Moraes, 1991.
FERREIRA, May Guimarães. Psicologia Educacional: analise e critica. São Paulo: Cortez, 1996.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
96
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Unidade Universitária
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso
LICENCIATURA EM LETRAS
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Disciplina
Políticas e Organização da Educação Básica
Carga horária
3h/a semanais
Código da Disciplina
(X) Teóricas
( ) Práticas
Etapa
3ª
Ementa
Apresentação e análise das políticas educacionais brasileiras para a Educação Básica, no âmbito das
políticas públicas federais, tomando como marco a LDBEN Nº 9394/96. Apresentação das principais ações,
projetos e programas nacionais implementados no Ensino Fundamental e Médio, regular e nas modalidades
EJA e Educação Especial. Estudo da estrutura, organização e funcionamento do sistema educacional
brasileiro; financiamento da Educação Básica; monitoramento da qualidade do Ensino Fundamental e Médio,
por meio de avaliações em larga escala.
Bibliografia Básica
BRASIL. MEC/INEP. Plano Nacional de Educação. Brasília (2001 – 2010). DF: Ministério da Educação e
Desporto/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.
BRZEZINSKI, Íria. LDB. Dez anos depois. São Paulo: Cortez, 2007.
JEFFREY, Debora Cristina; AGUILAR, Luis Enrique (orgs.). Política Educacional Brasileira: análises e entraves (níveis
e modalidades). Campinas, SP: Mercado de Letras, 2012.
Bibliografia Complementar
ANDERSON, Perry. Balanço do Neoliberalismo. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as
políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
LIMA, Antonio Bosco de (Org.). Estado, políticas educacionais e gestão compartilhada. São Paulo: Xamã, 2004.
MONFREDINI, Ivanise (org.). Políticas Educacionais, trabalho e profissão docente.São Paulo:Xamã, 2008.
PARO, Vitor Henrique. Políticas educacionais: considerações sobre o discurso genérico e a abstração da realidade. In:
DOURADO, Luís Fernando; PARO, Vitor Henrique (orgs.) Políticas pública e educação básica. São Paulo: Xamã, 2001.
Coordenador do Curso:
Nome:
PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Diretor da Unidade:
Nome:
PROF. DR. ALEXANDRE HUADY T. GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA
97
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
3ª.
Ementa:
Estudo reflexivo e crítico do processo de ensino-aprendizagem a partir de diretrizes, documentos oficiais e materiais
didáticos, tendo em vista aspectos metodológicos da Educação Linguística e Literária em língua portuguesa, seus
conteúdos e práticas de sala de aula. Reflexão sobre formas de avaliação, tendo em vista alicerces teóricos da
avaliação classificatória e da avaliação formativa, e seu papel no processo educacional.
Bibliografia Básica:
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros
textuais e ensino. São Paulo: Parábola, 2010.
NEVES, Maria Helena de Moura. Ensino de língua e vivência de linguagem: temas em confronto.
São Paulo: Contexto, 2010.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais. 2. ed. Rio de Janeiro: DP & A Editora, 2000.
BRITO, Eliana Vianna. PCNs de Língua Portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Arte &
Ciência, 2003. (469.07 P348)
GUIMARÃES, Elisa. Texto, discurso e ensino. São Paulo: Contexto, 2009. (401.41 G963t)
ROJO, Roxane Helena Rodrigues. A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCN’s.
Campinas: Mercado de letras, 2006.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA BRASILEIRA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
3ª.
Ementa:
Estudo da produção literária do período colonial brasileiro até o Romantismo, tendo em vista um enfoque que prioriza a
construção da nacionalidade literária, neste momento ainda essencialmente vinculada ao aspecto sociopolítico.
Bibliografia Básica:
MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. v. I. Origens, Barroco, Arcadismo. 4. ed. São Paulo: Cultrix, 1997.
______. História da literatura brasileira: Romantismo. v. II. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 1995
RONCARI, Luiz. Literatura Brasileira. Dos primeiros cronistas aos últimos românticos. São Paulo: EDUSP, 1995. 98
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. 4. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
______. História concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Global, 2001.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. 12. ed. São Paulo; Rio de Janeiro: FAPESP; Ouro sobre azul,
2009.
______. Literatura e sociedade. 8. ed. São Paulo: T. A. Queiroz, 2000.
MOISÉS, Massaud. A Literatura Brasileira através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2005.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA INGLESA III
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
3ª.
Ementa:
Estudo da Língua Inglesa a partir da descrição e análise do nível sintático, tendo em vista o desenvolvimento da
competência linguística analítica em nível intermediário, e a verificação da aplicabilidade do conhecimento adquirido no
ensino-aprendizagem de Inglês como língua estrangeira.
Bibliografia Básica:
AZAR, Betty S.; HAGEN, Stacy A.. Understanding and Using English Grammar. 4th ed. Englewood Cliffs: Prentice Hall
Regents, 2009.
DOWNING, Angela, and Philip Locke. English grammar : a university course. London: Routledge, 2006.
MURCIA, Marianne, Diane Freeman, and Howard A. Williams. The grammar book : an ESL/EFL teacher's course.
Boston: Heinle & Heinle, 1999.
Bibliografia Complementar:
AZAR, Betty S..Understanding and Using English Grammar. 3rd ed. Workbook. Englewood Cliffs:
Prentice Hall Regents, 2000.
MURPHY, R.. English grammar in use: a self-study reference and practice book for intermediate
students. 2 ed. Cambridge, MA: Cambridge University Press, 1998.
SOANES, C. et al. (eds). Oxford Dictionary of Current English. 4 ed. New York: Oxford University
Press, 2006.
SUMMERS, D. (ed.). Longman Dictionary of English Language and Culture. 3 ed. London:
Longman, 2006.
SWAN, M.. How English Works, a grammar practice book. Oxford: Oxford University Press, 1997.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
99
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da disciplina
LÍNGUA PORTUGUESA III
Carga Horária
(X) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
3ª.
Ementa:
Análise semântica e pragmática da língua portuguesa, com abordagem de diferentes fenômenos relacionados ao
significado e aos processos de significação no português.
Bibliografia Básica:
BATISTA, R.O. Introdução à pragmática. São Paulo: Mackenzie, 2012.
CANÇADO, M. Manual de semântica. São Paulo: Contexto, 2012.
FIORIN, J.L. (Org.) Introdução à linguística II. São Paulo: Contexto, 2003.
Bibliografia Complementar:
HURFORD, J.; HEASLEY, B. Curso de semântica. Canoas: Ulbra, 2004.
ILARI, R.; GERALDI, J.W. Semântica. 9. ed. São Paulo: Ática, 1999.
ILARI, R. Introdução ao estudo do léxico. São Paulo: Contexto, 2002.
ILARI, R. Introdução à semântica. São Paulo: Contexto, 2006.
MOURA, H. Significação e contexto. Florianópolis, SC: Insular, 2000.
Coordenador do Curso:
Coordenador do Curso:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA PORTUGUESA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
3ª.
Ementa:
Estudo da produção literária portuguesa das origens ao Arcadismo. Leitura e análise dos textos mais representativos
do período, à luz das literaturas modernas e contemporâneas.
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Bibliografia Básica:
HAUSER, A. História Social da Literatura e da Arte. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
MOISÉS, M. A Literatura Portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo: Cultrix, 2005.
SARAIVA, A.J.; LOPES, O. História da Literatura Portuguesa. Porto: Porto, 2005.
Bibliografia Complementar:
CAMÕES, L. Lírica. Sel., pref.e notas Massaud Moisés. São Paulo: Cultrix, 1996.
_______. Os Lusíadas. Pref. E notas António José Saraiva. Porto: Figueirinhas, 1995.
CORREIA, N. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Lisboa: Estampa, 1978.
SPINA, S. A lírica trovadoresca. São Paulo: EDUSP, 1991.
VICENTE, G. Copilaçam de todalas obras de Gil Vicente. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1983.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA I
Carga horária:
( ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
3ª.
Ementa:
Desenvolvimento da habilidade escrita em Língua Inglesa a partir da produção de textos descritivos e narrativos,
destacando as peculiaridades de cada um e revisando as principais estruturas e funções da língua.
Bibliografia Básica:
RAIMES, Ann. Grammar troublespots: a guide for student writers. 3rd ed. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 2013.
SHOEMAKER, Connie; POLYCARPOU, Susan. Write ideas: a beginning writing text. United
States of America: Heinle & Heinle Publishers, 2009.
WITHROW, Jean. Effective writing: writing skills for intermediate students of American English:
student's book. Cambridge: Cambridge University Press, 2013.
101
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
MOUNSEY, C. Essays and Dissertations. Oxford: Oxford University Press, 2002.
O'DELL, Felicity; MCCARTHY, Michael. English collocations in use: advanced: how words work
together for fluent and natural English, self-study and classroom use. New York: Cambridge
University Press, 2013.
SORENSON, Sharon. Webster's new world student writing handbook. 5th ed. Hoboken, NJ:
Wiley, c2010.
SWALES, John M. Academic Writing for Graduate Students, 3rd Edition. Michigan: University of
Michigan Press, 2012.
SWALES, John ; FEAK, Christine. Creating Contexts: Writing Introductions across Genres
Michigan: Michigan University Press, 2011.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
4ª. etapa
102
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
Unidade
Universitária
____________________________________________________________________________________________
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso
LICENCIATURA EM LETRAS
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Disciplina
Didática
Carga horária
4h/a semanais
Código da Disciplina
(X) Teóricas
(X ) Práticas
Etapa
4ª
Ementa
Focalização da prática pedagógica como prática social específica e discussão sobre a importância da Didática
na formação do professor e na construção da profissionalidade docente. Estudo do processo de ensino no seu
conjunto, no qual os objetivos, conteúdos, procedimentos, formas organizativas da aula e práticas de
avaliação se relacionam, buscando criar as condições favoráveis para a aprendizagem dos alunos. Orientação
da construção de planos de aula e planos de ensino.
Bibliografia Básica.
FARIAS, Isabel Maria Sabini de. et al. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Líber, 2009.
VASCONCELLOS, Celso S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico. 7ª ed. São
Paulo: Libertad, 2000.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
Bibliografia Complementar
CASTRO, Amélia Domingues de.; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (orgs.). Ensinar a ensinar: Didática para a Escola
Fundamental e Média. São Paulo: Pioneira, 2001.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2012.
MIZUKAMI, Maria da Graça N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo. EPU, 1986.
VEIGA, Ilma Passos. (org.). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, 2008.
VEIGA, Ilma Passos. (org.). Lições de Didática. Campinas: Papirus, 2006.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
Carga horária:
( X ) Teóricas
4h/a semanais
( X ) Práticas
Assinatura
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
Código da Disciplina:
Etapa
4ª.
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Ementa:
Estudo reflexivo e crítico do processo de ensino-aprendizagem a partir de diretrizes, documentos oficiais e materiais
didáticos, tendo em vista aspectos metodológicos da Educação Linguística em língua estrangeira, seus conteúdos e
práticas de sala de aula. Reflexão sobre formas de avaliação, tendo em vista alicerces teóricos da avaliação
classificatória e da avaliação formativa, e seu papel no processo educacional.
Bibliografia Básica:
BROWN, Douglas. H. Teaching by Principles - An Interactive Approach to Language Pedagogy. New Jersey: Prentice
Hall Regents. 1994.
HANNA, Vera L. Harabagi. Línguas estrangeiras: o ensino em um contexto cultural. São Paulo; Editora Mackenzie.
2012. (Coleção Conexão Inicial; v.2)
RICHARDS, Jack C. & Rodgers, Theodore S. Approaches and methods in language teaching. Cambridge, MA:
Cambridge University Press, 2001.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA FILHO, J. Linguística Aplicada, Ensino de Línguas e Comunicação. Campinas: Arte e Língua. 2005.
CELANI, M. Reflexões e Ações (Trans)Formadoras no Ensino-Aprendizagem de Inglês. São Paulo: Mercado de
Letras. 2010.
BRASIL. LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS / SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. – Brasília :
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica (Orientações curriculares para o ensino médio ; volume 1). ,
2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
BRASIL. ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO (OCEM) Linguagens, Códigos e suas
Tecnologias. Secretaria de Educação Básica. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica,
2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
HADLEY, A.O. Teaching Language In Context. 2nd Edition. Boston, Massachusetts: Heinle & Heinle Publishers. 1993.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA BRASILEIRA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
4ª.
Ementa:
Estudo da produção literária brasileira do século XIX, contemplando as estéticas realista-naturalista (prosa),
parnasiana e simbolista (poesia), em obras selecionadas e, sempre que possível, em conexão com a
contemporaneidade.
Bibliografia Básica:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. 48 ed. São Paulo: Cultrix, 2012.
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil. 7 ed. São Paulo: Global, 2008.
MOISÉS, M. A Literatura Brasileira através dos Textos. São Paulo: Cultrix, 2000.
104
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
AZEVEDO, Aluísio. O Cortiço. Versão digital disponível no Portal Domínio Público:
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000003.pdf (Consulta 02/02/2015)
BANDEIRA, M. Apresentação da poesia brasileira. São Paulo: Cosac & Naify, 2009.
BARRETO, Afonso Henriques de Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. Versão digital disponível no Portal Domínio
Público: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2028 (Consulta
em 16/08/2014).
GOLDSTEIN, Norma Seltzer. Versos, sons, ritmos. 13. ed. São Paulo: Ática, 2005. 80 p. (Princípios ; 6)
MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Dom Casmurro. Versão digital disponível no Portal Domínio Público:
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1888
(Consulta em 16/08/2014).
MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. 4. ed. rev. e atual. São Paulo: Cultrix, 2012.
POMPÉIA,
Raul.
O
Ateneu.
Versão
digital
disponível
no
Portal
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000005.pdf (Consulta 02/02/2015)
Domínio
Público:
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA INGLESA IV
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
4ª.
Ementa:
Análise e descrição de aspectos sintático-discursivos da língua inglesa, tendo em vista o desenvolvimento da
competência linguística, oral e escrita, de nível intermediário, e a verificação da aplicabilidade do conhecimento
adquirido no ensino-aprendizagem de Inglês como língua estrangeira.
Bibliografia Básica:
AZAR, Betty S.; HAGEN, Stacy A.. Understanding and Using English Grammar. 4th ed. Englewood Cliffs: Prentice Hall
Regents, 2009.
DOWNING, Angela, and Philip Locke. English grammar : a university course. London: Routledge, 2006.
MURCIA, Marianne, Diane Freeman, and Howard A. Williams. The grammar book : an ESL/EFL teacher's course.
Boston: Heinle & Heinle, 1999.
105
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
ALEXANDER, L. G. Longman Advanced Grammar. Essex: Longman, 1995.
DOFF, A.; JONES, C. Language in Use: a pre-intermediate course. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
FUCHS, M. Focus on Grammar: intermediate course for reference and practice. Essex: Longman, 1995.
STEER, JOCELYN; CARLLSI, Karen. The Advanced Grammar Book. Boston: Heinle & Heinle, 1998.
THOMSON, A. J.; MARTINET, A. V. A Practical English Grammar. London: Oxford University Press, 2005.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA PORTUGUESA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
4ª.
Ementa:
Análise e interpretação de textos literários representativos do Romantismo e do Realismo português, relacionando-os
com o contexto histórico-cultural e com as características dos respectivos estilos de época.
Bibliografia Básica:
MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. 14. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa através dos textos. 25. ed. São Paulo: Cultrix, 2012. SARAIVA, Antônio José; LOPES, Óscar. História da Literatura Portuguesa. Porto: Porto, 2010.
Bibliografia Complementar:
FRANÇA, José-­‐Augusto. O romantismo em Portugal: Estudo de factos socioculturais. Trad. Francisco Bronze. 2. ed. Lisboa: Livros Horizonte, 1993. GUINSBURG, J. (Org.) O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 2008. HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1995. REIS, Carlos, PIRES Maria da Natividade. História crítica da literatura portuguesa. vol. 5. O Romantismo. Lisboa: Verbo, 1993. REIS, Carlos, RIBEIRO, Maria Aparecida. História crítica da literatura portuguesa. vol. 6. Realismo e Naturalismo. Lisboa: Editorial Verbo, 1993. Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
106
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA IV
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
4ª.
Ementa:
Abordagem descritivo-analítica dos níveis lexicais (classes de palavras) e sintáticos (estrutura sintagmática) da língua
portuguesa a partir de pressupostos teóricos e procedimentos metodológicos dos estudos linguísticos (formais e/ou
funcionais) e sua colaboração para o ensino de sintaxe na educação básica e para a formação do profissional da área
das linguagens.
Bibliografia Básica:
BATISTA, Ronaldo de Oliveira. A palavra e a sentença – estudo introdutório. São Paulo: Parábola, 2011.
CASTILHO, A.; ELIAS, V. Pequena nova gramática do português brasileiro. São Paulo: 2012.
CUNHA, Celso. & CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira,
1985.
Bibliografia Complementar:
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucena, 2009.
CASTILHO, Ataliba. Nova Gramática do Português Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010
MOURA NEVES, M.H. Gramática Funcional. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
PERINI, M. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010.
VILELA, M. & KOCH, I. V. Gramática da língua Portuguesa: gramática da palavra, gramática da frase, gramática do
texto, gramática discurso. Coimbra: Almedina. 2001.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA II
Carga horária:
( ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( X ) Práticas
4ª.
Ementa:
Desenvolvimento da habilidade escrita em Língua Inglesa a partir da produção de textos argumentativos, revisando as
principais estruturas e funções da língua.
107
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
BUCK, Gertrude. A Course in Argumentative Writing, : HardPress, 2013.
RAMAGE, John D. Writing Arguments: A Rhetoric with Readings. 9 Edition. Longman, 2011
SHOEMAKER, Connie; POLYCARPOU, Susan. Write ideas: a beginning writing text. United
States of America: Heinle & Heinle Publishers, 2009.
Bibliografia Complementar:
EVANS, V. Successful writing: proficiency. Newbury: Express Publishing, 2002.
O'DELL, Felicity; MCCARTHY, Michael. English collocations in use: advanced: how words work
together for fluent and natural English, self-study and classroom use. New York: Cambridge
University Press, 2013.
RAIMES, Ann. Grammar troublespots: a guide for student writers. 3rd ed. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 2013.
SORENSON, Sharon. Webster's new world student writing handbook. 5th ed. Hoboken, NJ:
Wiley, c2010.
WITHROW, Jean. Effective writing: writing skills for intermediate students of American English:
student's book. Cambridge: Cambridge University Press, 2013.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
5a. etapa
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA INGLESA III
Carga horária:
( ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
5ª.
Ementa:
Desenvolvimento da habilidade escrita em Língua Inglesa a partir da produção de textos acadêmicos.
Bibliografia Básica:
BUCK, Gertrude. A Course in Argumentative Writing, : HardPress, 2013.
RAMAGE, John D. Writing Arguments: A Rhetoric with Readings. 9 Edition. Longman, 2011
SHOEMAKER, Connie; POLYCARPOU, Susan. Write ideas: a beginning writing text. United
States of America: Heinle & Heinle Publishers, 2009
108
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
EVANS, V. Successful writing: proficiency. Newbury: Express Publishing, 2002.
O'DELL, Felicity; MCCARTHY, Michael. English collocations in use: advanced: how words work
together for fluent and natural English, self-study and classroom use. New York: Cambridge
University Press, 2013.
RAIMES, Ann. Grammar troublespots: a guide for student writers. 3rd ed. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 2013.
SORENSON, Sharon. Webster's new world student writing handbook. 5th ed. Hoboken, NJ:
Wiley, c2010.
WITHROW, Jean. Effective writing: writing skills for intermediate students of American English:
student's book. Cambridge: Cambridge University Press, 2013.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA BRASILEIRA III
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
5ª.
Ementa:
Estudo do contexto histórico da época e análise e interpretação da produção literária brasileira do início do século XX,
do Modernismo e das estéticas que chegam até a década de 1950.
Bibliografia Básica:
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. 43ª ed. São Paulo: Cultrix, 2006
BUENO, Luís. Uma história do romance de 30. São Paulo: EDUSP; Campinas: Editora UNICAMP, 2006
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil. Era Modernista. São Paulo: Global, 2001
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, Affonso (org.). O Modernismo. São Paulo: Perspectiva, 2007.
CANDIDO, Antonio. “A revolução de 1930 e a Cultura”, in: A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática,
1987.
HELENA, L. Modernismo Brasileiro e Vanguarda. São Paulo: Ática, 2003.
MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira: Modernismo. São Paulo: Cultrix, 2001.
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
109
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA PORTUGUESA III
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
5ª.
Ementa:
Estudo da literatura portuguesa do final do século XIX até as produções modernas e contemporâneas, seus meios de
expressão e seu contexto histórico. Análise e interpretação de textos, focalizando as obras mais representativas das
tradições literárias nos períodos em Portugal.
Bibliografia Básica:
MOISÉS, M. A Literatura Portuguesa. São Paulo: Cultrix, 2006.
MOISÉS, M. A Literatura Portuguesa através dos Textos. São Paulo: Cultrix, 2012.
SARAIVA, A.J.; LOPES, O. História da Literatura Portuguesa. Porto: Porto Ed., 2010.
Bibliografia Complementar:
BRIDI, M.V. A sugestão metafórica em José Cardoso Pires. Rio de Janeiro: Vermelho Universitário, 2013.
CARPEAUX, O.M. História da Literatura Ocidental. 4v. Brasília: Senado Federal, 2008.
HAUSER, A. História Social da Literatura e da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
PERRONE-MOISÉS, L. Fernando Pessoa - Aquém do Eu, Além do Outro. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
SEABRA, J.A. Fernando Pessoa ou o poetodrama. São Paulo: Perspectiva, 1991.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA INGLESA V
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
5ª.
Ementa:
Descrição e análise da fonética e fonologia da Língua Inglesa, tendo em vista o desenvolvimento da competência e
produção oral em nível avançado e a verificação da aplicabilidade do conhecimento adquirido no ensino-aprendizagem
de Inglês como língua estrangeira.
110
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
KER, A. Ship or Sheep? An Intermediate Pronunciation Course. Cambridge: CUP, 2008.
GILBERT, J.B. Clear speech : Pronunciation and Listening Comprehension in North American English. Cambridge:
CUP, 1999.
HANCOCK, M. English Pronunciation in Use. Cambridge: CUP, 2005.
Bibliografia Complementar:
DAVIES, B. Como entender o inglês falado. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
HANCOCK, M. Pronunciation Games. Cambridge, CUP, 1995.
LANE, L. Focus on Pronunciation : Principles and Practice for Effective Communication. Massachusetts, AddisonWesley, 1993.
POEDJOSOEDARMO, G. O ensino da pronúncia: por quê, o quê, quando e como.. São Paulo: SBS, 2004.
UNDERHILL, A. Sound Foundations. Oxford, Macmillan, 1998.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA V
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
5ª.
Ementa:
Análise sintática da língua portuguesa a partir dos modelos tradicionais de descrição das funções sintáticas nos
períodos simples e composto.
Bibliografia Básica:
BATISTA, Ronaldo de Oliveira. A palavra e a sentença – estudo introdutório. São Paulo: Parábola, 2011.
CASTILHO, A.T.; ELIAS, V. Pequena nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2012.
FERRAREZI, Jr. C. Sintaxe na educação básica. São Paulo: Contexto, 2012.
Bibliografia Complementar:
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucena, 2009.
CASTILHO, Ataliba. Nova Gramática do Português Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010
MOURA NEVES, M.H. Gramática Funcional. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
PERINI, M. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010.
VILELA, M. & KOCH, I. V. Gramática da língua Portuguesa: gramática da palavra, gramática da frase, gramática do
texto, gramática discurso. Coimbra: Almedina. 2001.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
111
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
PROJETOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA
Carga horária:
( X) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
5ª.
Ementa:
Proposição e discussão crítica de projetos relacionados a práticas educacionais em um ambiente de aprendizagem de
língua portuguesa e suas literaturas, tendo em vista a observação e análise de experiências pedagógicas em
diferentes situações no espaço escolar relacionadas à área de ensino de língua materna e suas manifestações
literárias.
Bibliografia Básica:
HERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto
alegre: Artmed, 2007
LÜCK, Heloisa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 5. ed.
Petrópolis: Vozes, 2003.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes, 2001.
FERRETTI, Celso João; ZIBAS, Dagmar M. L.; MADEIRA, Felicia Reicher; FRANCO, Maria
Laura P. B. (org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. 9. ed.
Petrópolis: Vozes, 2003.
FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Educar com a mídia: novos diálogos sobre educação. São
Paulo: Paz e Terra, 2011.
FREITAS, Maria Tereza de Assunção; COSTA, Sérgio Roberto. Leitura e escrita de adolescentes
na internet e na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Projetos em sala de aula: internet. 2. ed. São Paulo: Érica, 1999.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE
LINGUAGENS
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( X ) Práticas
5ª.
Ementa:
Discussão sobre a presença das novas tecnologias no ensino na área de linguagens e sua aplicação prática em
situações de sala de aula que abordam diferentes dimensões nos domínios da língua e da literatura.
112
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
FERRETTI, Celso João; ZIBAS, Dagmar M. L.; MADEIRA, Felicia Reicher; FRANCO, Maria
Laura P. B. (org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. 9. ed.
Petrópolis: Vozes, 2003.
FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Educar com a mídia: novos diálogos sobre educação. São
Paulo: Paz e Terra, 2011.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias
e mediação pedagógica. 12. ed. Campinas: Papirus, 2006.
Bibliografia Complementar:
BAIRON, Sérgio. O que é hipermídia. São Paulo: Brasiliense, 2011.
BELLONI, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Campinas: Autores Associados, 2001.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto
alegre: Artmed, 2007.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio
de Janeiro: Ed. 34, 2001.
MATTELART, A.; MATTELART, M. História das Teorias da Comunicação. 11. ed. São Paulo:
Loyola, 2008.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
6a. etapa
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA ÁREA DE LINGUAGENS
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
6ª.
Ementa:
Abordagem da problemática do processo de avaliação do ensino e da aprendizagem, em especial na área de
linguagens (nos domínios da língua e da literatura), a partir de alicerces teóricos da avaliação classificatória e da
avaliação formativa. Reflexão sobre o papel social da avaliação, numa perspectiva de superação de práticas
excludentes. Análise e criação de instrumentos de avaliação da aprendizagem.
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. 26. ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 2. ed. São Paulo: Cortez,
1999.
113
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
BORDENAVE, Juan Enrique Diaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensinoaprendizagem. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. 39. ed. Porto
Alegre: Mediação, 2008.
__________. O jogo do contrário em avaliação. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2007. (370.7
H698j)
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 11. ed.
São Paulo: Cortez, 2001.
PERRENOUD, Phillipe; THURLER, Monica Gather. As competências para ensinar no século XXI:
a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
OFICINA DE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NA ÁREA DE
LINGUAGENS I
Carga horária:
( ) Teórica
Etapa
1h/a semanal
( X) Prática
6ª.
Ementa:
Discussão, elaboração, desenvolvimento, crítica e avaliação de estudos de caso realizados, tendo em vista o docente
e seu papel na contemporaneidade e no contexto escolar.
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, M. O cotidiano escolar, um campo de estudo. In: PLACCO, Vera; ALMEIDA, Laurinda (orgs). O coordenador
pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Loyola, 2008.
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2001.
PARO, Vitor Henrique. Educação como exercício do poder: crítica ao senso comum em educação. São Paulo: Cortez,
2008.
Bibliografia Complementar:
LIBÂNEO, J. C. As relações “dentro-fora” na escola ou as interfaces entre práticas socioculturais e ensino. In:
LIBÂNEO, J. C.; ALVES, N. (orgs.). Temas de pedagogia: diálogos entre didática e currículo. São Paulo: Cortez, 2012.
PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. In: ARANTES, Valéria (org.). Profissão docente. São Paulo:
Summus, 2009.
PINTO, Ivany A Pós-Modernidade: uma escuta sobre a nova cultura da aprendizagem na escola. Cadernos de
Educação.Pelotas
[38]:
315
–
333,
janeiro/abril,
2011.
Disponível
em
http://www.ufpel.edu.br/fae/caduc/downloads/n38/12.pdf
SANTOMÉ, J. T. A Educação em tempos de neoliberalismo. Porto Alegre: Artmed, 2003.
VILLELA, E. C. As interferências da contemporaneidade no trabalho docente. Revista Brasileira de Estudos
Pedagógicos.
Brasília, v. 88, n. 219, p. 229-241, maio/ago. 2007. Disponível em
http://rbep.inep.gov.br/index.php/RBEP/article/viewFile/493/504
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
114
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA BRASILEIRA IV
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
6ª.
Ementa:
Estudo da produção literária brasileira, focando a obra dos principais autores brasileiros a partir de 1950 e buscando
chegar a autores da nossa contemporaneidade.
Bibliografia Básica:
BOSI, A. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 2006.
CORTÁZAR, J. Valise de cronópio. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
GOTLIB, N. Teoria do conto. São Paulo: Editora Ática, 1991.
Bibliografia Complementar:
BRAIT, Beth. Literatura e outras linguagens. São Paulo: Contexto, 2010
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. Vários escritos. São Paulo: Ouro sobre azul, 2004.
GALVÃO, W.N. Mínima mímica: ensaios sobre Guimarães Rosa. São Paulo, Companhia das Letras, 2008
GOTLIB, N. Clarice. Uma vida que se conta. São Paulo: Editora Ática, 1995.
NUNES, B. O drama da linguagem. Uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Editora Ática, 1989.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
LÍNGUA INGLESA VI
Carga horária:
( X ) Teóricas
4h/a semanais
( ) Práticas
Assinatura
Núcleo Temático
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Código da Disciplina:
Etapa
6ª.
115
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Ementa:
Estudo sistemático da semântica e da pragmática da língua inglesa, tendo em vista o desenvolvimento da competência
linguística e interpretativa em nível avançado e a verificação da aplicabilidade do conhecimento adquirido no ensinoaprendizagem de Inglês como língua estrangeira.
Bibliografia Básica:
AZAR, B. Understanding and Using English Grammar. Englewood Cliffs: Longman, 1999.
HURFORD, J.; HEASLEY, B. Semantics: a coursebook. Cambridge: Cambridge University Press,
1983.
LYONS, John. Semantics. Volume 1 and 2. Cambridge New York: Cambridge University Press,
1977.
Bibliografia Complementar:
ALEXANDER, L. G. Longman Advanced Grammar. Essex: Longman, 1995.
DIXSON, R. Essential idioms in english: with exercises for practice and tests. Barueri: Disal, 2007.
SHOVEL, M. Making sense of phrasal verbs. Brighton: ELB Publishing, 2002.
STEER, JOCELYN; CARLLSI, Karen. The Advanced Grammar Book. Boston: Heinle & Heinle, 1998.
THOMSON, A. J.; MARTINET, A. V. A Practical English Grammar. London: Oxford University Press, 2005.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA VI
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( ) Práticas
6ª.
Ementa:
Elementos de fonologia e morfologia da língua portuguesa: princípios da descrição fonética e dos métodos fonológicos
de análise do sistema sonoro; flexão e derivação; análise mórfica e tipos de morfema.
Bibliografia Básica:
MATTOSO CAMARA Jr. J. Estrutura da língua portuguesa. 37. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
SILVA, M.C.P.; Koch, I. Linguística aplicada ao português: morfologia. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
SILVA, T.C. Fonética e fonologia do português. São Paulo: Contexto, 2010.
Bibliografia Complementar:
AZEREDO, J.C. Fundamentos de gramática do português. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004.
BASÍLIO, M. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2006.
CAVALIERE, R. Pontos essenciais em fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
CAGLIARI, L.C. Elementos de fonética do português brasileiro. São Paulo: Paulistana, 2007.
FERREIRA NETTO, W. Introdução à fonologia da língua portuguesa. São Paulo: Paulistana, 2012.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
116
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
PROJETOS NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X ) Práticas
6ª.
Ementa:
Proposição e discussão crítica de projetos relacionados a práticas educacionais em um ambiente de aprendizagem de
língua estrangeira, tendo em vista a observação e análise de experiências pedagógicas em diferentes situações no
espaço escolar relacionadas à área de ensino de inglês.
Bibliografia Básica:
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto
alegre: Artmed, 2007. (371.3 H557t 2007)
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental.
Língua Estrangeira. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível
em http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Ensino Médio. Parte II – Linguagens, códigos e
suas
tecnologias.
Brasília:
MEC/SEMTEC,
1999.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. Um método para o ensino fundamental: o projeto. Petrópolis: Vozes, 2001.
(370.111 A636m)
BUCK INSTITUTE FOR EDUCATION. Aprendizagem baseada em projetos: guia para
professores de ensino fundamental e médio. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2008.
ELLIS, Rod. The study of second language acquisition. 20. ed. Oxford, UK: Oxford University
Press, 2010.
LÜCK, Heloisa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 5. ed.
Petrópolis: Vozes, 2003. (658.404 L941m 5.ed. / 2003)
RICHARDS, Jack C; RODGERS, Theodore S. Approaches and methods in language teaching.
2nd ed. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2012. (Cambridge language teaching
library)
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
LICENCIATURA EM LETRAS
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Núcleo Temático
Dimensão Pedagógica
117
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Disciplina
LIBRAS APLICADA Á EDUCAÇÃO
Carga horária
4h/a semanais
Código da Disciplina
(X) Teóricas
(X) Práticas
Etapa
6ª
Ementa
Capacitação do futuro professor da Educação Básica, por meio do idioma LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais),
para a comunicação básica com alunos surdos ou com deficiência auditiva. Estudo de alguns aspectos inerentes
à Surdez e fomento de reflexões, numa perspectiva de educação inclusiva, sobre a condição bilíngue e sobre as
exigências e desafios educacionais atuais desta área em específico.
Bibliografia Básica
GESSER, A. Libras: Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua de Sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
HONORA, Márcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de língua brasileira de
sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural,
2010.
SACKS, O. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. Tradução Laura Teixeira Motta. São
Paulo: Companhia das Letras, 2010.
Bibliografia Complementar
RODRIGUES MOURA, D. O uso da Libras no ensino de leitura de Português como segunda língua para
surdos: um estudo de caso em uma perspectiva bilíngue. Dissertação de Mestrado: Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, 2008. Disponível em: http://www4.pucsp.br/pos/lael/laelinf/teses/debora_moura.pdf
SALLES et al. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: caminhos para a prática
pedagógica. Brasília: MEC/SEESP, 2004. http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lpvol1.pdf
SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Projeto Toda
força ao Primeiro Ano: Contemplando as especificidades dos alunos surdos. São Paulo: SME/DOT,
2007. Disponível em:
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EnsFundMedio/CicloI/Tof/TofPrimeiro%20Ano
_ContemplandoEspecificidades_dos_Aluffffxnos_Surdos.pdf
SÃO PAULO (SP), Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações
curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para a Educação infantil e Ensino
Fundamental: Língua Portuguesa para pessoas surdas - LIBRAS. São Paulo: SME/ DOT, 2008.
Disponível em:
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdEspecial/OrientaCurriculares_Expectativas
Aprendizagem_EdInfantil_EnsFund_Libras.pdf.
WILCOX, S. e WILCOX, P.P. Aprender a ver. Rio de Janeiro: Arara Azul, 2005.Disponível em:
http://www.editora-arara-azul.com.br/pdf/livro2.pdf
SITES:
www.feneis.org.br
www.dicionariolibras.com.br
118
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
www.ines.org.br (Instituto Nacional de Educação de Surdos)
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY
TORRES GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA INGLESA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
6ª.
Ementa:
Conhecimento da situação histórica de formação da Inglaterra, articulada à leitura de textos e fragmentos de textos
relevantes para a compreensão do período; tendo em vista a abordagem dos principais movimentos que definem a
literatura inglesa e a análise crítica do contexto histórico-social de tais movimentos, por meio da leitura crítica e
reflexiva de obras em língua inglesa.
Bibliografia Básica:
CHAUCER, G. The Canterbury Tales. New York: Penguin, 2009.
JOHNSON, Charles Frederick. Outline History of English and American Literature. New York: Lightning Source,
2007.
WILLIAMS, O. (ed.). Immortal poems of the English Language. New York: Pocket Books, 1983.
119
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
ABRAMS, M.H. The Norton anthology of English literature. New York: W. W. Norton & Company, Inc., 2000.
BROOKS, C.; WARREN R.P. Understanding Poetry. New York: Holt, Rinehart and Winston, 1976.
Fletcher, Robert Huntington. A History of English Literature. Medieval Drama: An Introduction to Middle English Plays.
Disponível em:
http://www.luminarium.org/medlit/medievaldrama.htm
MAYHEAD, R. Understanding Literature. Cambridge: Cambridge University Press, 1977.
MORGAN, K. O. The Oxford Illustrated History of Britain. Oxford: Oxford University Press, 1989.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA NORTE-AMERICANA I
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
6ª.
Ementa:
Análise e interpretação de obras significativas desde o período colonial até a primeira metade do século XVIII da
Literatura Norte-Americana, entendidas em seu contexto sociocultural e em suas manifestações como estética literária.
Bibliografia Básica:
BESSA, Maria Cristina. Panorama da Literatura Americana. São Paulo: Alexa Cultural, 2008.
HIGH, P. An outline of American literature. London: Longman, 1997.
KARNAL, Leandro. A História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007.
Bibliografia Complementar:
BRADLEY, Edward S. The American tradition in literature. NY: Norton, 1962.
CRAWFORD, B.Vincent. American literature. New York: Barnes & Noble, 1966.
HODGINS, Francis [et al.]. Adventures in American literature. Orlando: Harcourt Brace Jovanovich Publishers, 1989.
TINDALL, George B.; SHI, David E. America: A Narrative Story. New York/London: W.W. Norton & Company, 1989.
The Cambridge History of English and American Literature. Disponível em: http://www.bartleby.com/cambridge/
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
120
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
7a. etapa
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Disciplina:
Código da Disciplina:
FUNDAMENTOS GERAIS DE EMPREENDEDORISMO
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
7ª.
Ementa:
Reflexões sobre mudanças no ambiente competitivo e no mercado de trabalho e crescente importância da inovação e
da ação empreendedora. Entendimento das principais características dos empreendedores bem sucedidos. Análise de
diferentes formas de empreender. Identificação de formas e oportunidades de inovar.
Bibliografia Básica:
BARON, Robert; SHANE Scott.A. Empreendedorismo: uma visão de processo. São Paulo: Thomson Learning,
2007
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: Sextante,2008
DORNELAS, José. Empreendedorismo – transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2012
121
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
BESSANT, John; TIDD, Joe, Inovaçao e Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009
CARVALHO, Marly Monteiro. Inovação: Estratégias e comunidades do conhecimento. São Paulo: Atlas, 2009
MARIANO, Sandra Regina Holanda. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para criatividade. Rio de
Janeiro: LTC, 2010
PESCE, Bel. A menina do vale. Rio de Janeiro: casa da Palavra, 2012
PIGNEUR, Yves, OSTERWALDER, Alexander. Inovação em modelos de negócios - Business Model Generation.
Alta Books, 2010
Artigos
Filion, Louis Jacques. Empreendedorismo e Gerenciamento: processos distintos, porém Complementares, Rae
Light . v. 7 . n. 3 . p. 2-7 . Jul./Set. 2000. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rae/v40n3/v40n3a13.pdf acesso em
10/02/2013
GEM. Global Entrepreneurship Monitor. Empreendedorismo no Brasil – 2013. Curitiba – IBQP. Disponível em
http://www.gemconsortium.org/docs/download/3378 acesso em 29/07/2014
OECD- ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Manual de Oslo - Diretrizes
para coleta e interpretação de dados sobre inovação. FINEP, 2007. Disponível em
http://download.finep.gov.br/imprensa/manual_de_oslo.pdf acesso em 10/02/2013
Revistas
Exame PME
Época Negócios
HSM Management
Pequenas Empresas e Grandes Negócios
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
OFICINA DE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NA ÁREA DE
LINGUAGENS II
Carga horária:
( ) Teórica
Etapa
1h/a semanal
( X) Prática
7ª.
122
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Ementa:
Discussão, elaboração, desenvolvimento, crítica e avaliação dos estudos de caso, tendo em vista leis e políticas da
educação básica e sua aplicabilidade no espaço escolar.
Bibliografia Básica:
BRASIL. MEC/INEP. Plano Nacional de Educação. Brasília (2001 – 2010). DF: Ministério da Educação e
Desporto/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei Nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.
JEFFREY, Debora Cristina; AGUILAR, Luis Enrique (orgs.). Política Educacional Brasileira: análises e entraves (níveis
e modalidades). Campinas, SP: Mercado de Letras, 2012.
Bibliografia Complementar:
ANDERSON, Perry. Balanço do Neoliberalismo. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo
(orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1995.
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação
escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2013.
LIMA, Antonio Bosco de (Org.). Estado, políticas educacionais e gestão compartilhada.
São Paulo: Xamã, 2004.
MONFREDINI, Ivanise (org.). Políticas Educacionais, trabalho e profissão docente.São
Paulo:Xamã, 2008.
PARO, Vitor Henrique. Políticas educacionais: considerações sobre o discurso genérico
e a abstração da realidade. In: DOURADO, Luís Fernando; PARO, Vitor Henrique (orgs.)
Políticas pública e educação básica. São Paulo: Xamã, 2001.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA INGLESA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
7ª.
Ementa:
Análise e interpretação de obras representativas dos séculos XVI ao XIX. Leitura e análise de textos dos períodos
correspondentes, incluindo visão panorâmica dos referentes períodos, enfatizando seu contexto sociocultural.
Bibliografia Básica:
DOLLEY, C. (ed.). The Penguin Book of English Short Stories. Harmondsworth: Penguin, 2011
DETTMAR, KEVIN J. H. The Longman Anthology of British Literature. London: Longman, 2009.
WILLIAMS, O. (ed.). Immortal Poems of the English Language. New York: Pocket Books, 1983.
123
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
ABRAMS, M.H. The Norton anthology of English literature, 7th ed. New York: W. W. Norton & Company, Inc., 2000.
DOLLEY, C. (org.) The Second Penguin Book of English Short Stories. Harmondsworth: Penguin, 2011.
FORSTER, E. M. Aspects of the novel. Harmondsworth: Penguin, 1970.
MAYHEAD, R. Understanding literature. Cambridge: Cambridge University Press, 1977.
MORGAN, K. O. The Oxford illustrated history of Britain. Oxford: Oxford University Press, 1989.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA NORTE-AMERICANA II
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
7ª.
Ementa:
Análise e interpretação de obras significativas dos séculos XVIII e XIX na Literatura Norte-Americana, entendidas em
seu contexto sociocultural, incluindo a produção de autores pertencentes a minorias étnicas e sociais.
Bibliografia Básica:
CRAWFORD, B.Vincent. American literature. New York: Barnes & Noble, 1966.
HIGH, P.B. An outline of American literature. London: Longman, 1997.
HODGINS, Francis [et al.]. Adventures in American literature. Orlando: Harcourt Brace Jovanovich Publishers, 1989.
Bibliografia Complementar:
BESSA, Maria Cristina. Panorama da Literatura Americana. São Paulo: Alexa Cultural, 2008.
KALAIDJIAN, Walter B. The Cambridge companion to American modernism. New York: CUP, 2003.
TINDALL, George B.; SHI, David E. America: A Narrative Story. New York/London: W.W. Norton & Company, 1989.
The Cambridge History of English and American Literature. Disponível em: http://www.bartleby.com/cambridge/
HALLECK, Reuben Post. Project Gutenberg's History of American Literature. Disponível em:
http://www.gutenberg.net/cdproject/cd/etext04/mrclt10.txt
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
124
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA PORTUGUESA VII
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
7ª.
Ementa:
Abordagem diacrônica da língua portuguesa a partir do estudo de sua história interna e externa, considerando,
inclusive uma discussão sobre a cultura brasileira por meio do recorte linguístico. Formação e características do
português brasileiro. A participação das línguas indígenas e africanas, entre outras influências, na formação do
português brasileiro. As gramáticas da língua portuguesa em abordagem historiográfica.
Bibliografia Básica:
BATISTA, R.O. Introdução à historiografia da linguística. São Paulo: Cortez, 2013.
COUTINHO, I.L. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2011.
ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente. São Paulo: Contexto, 2008.
Bibliografia Complementar:
COUTINHO, I.L. Pontos de gramática histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1999.
CUNHA, Celso. & CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira,
1985.
MATTOS e SILVA, R.V. Ensaios para uma sócio-história do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2006.
NARO, A.J.; SCHERRE, M. Origens do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2007.
SPINA, S. História da língua portuguesa. São Paulo: Ateliê Editorial, 2008.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURAS E CULTURAS DE EXPRESSÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA
092.2638.9
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
7ª.
Ementa:
Estudo de diferentes tradições literárias de expressão em língua portuguesa (com destaque para a literatura africana),
em perspectiva comparatista, como manifestação de identidades e diversidades culturais. Abordagem da formação e
desenvolvimento de diferentes aspectos culturais característico do espaço lusófono.
125
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
ABDALA Jr., B. Literatura de língua portuguesa – marcos e marcas. São Paulo: Arte & Ciência, 2011.
ABDALA Jr., B. Fronteiras múltiplas, identidades plurais. São Paulo: Senac, 2002.
CHAVES, R.; MACÊDO, T. Marcas da diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda
Editorial, 2006.
Bibliografia Complementar:
CHAVES, Rita. Angola e Moçambique - Experiência colonial e territórios literários. Cotia, Ateliê, 2005.
HOBSBAWN, Eric. A era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
HAMILTON, Russell. Literatura africana. Literatura necessária. Lisboa: Edições 70, 1983.
MACEDO, Tania. Angola/ Brasil: Estudos comparados de literatura. São Paulo: Arte e Ciência / Via Atlântica, 2003.
PADILHA, Laura. Novos pactos, outras ficções. Porto Alegre, Editora da PUC-RS, 2002.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LÍNGUA INGLESA VII
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
4h/a semanais
( X) Práticas
7ª.
Ementa:
Análise de aspectos discursivos da língua inglesa, dando prioridade a conceitos relacionados às formas de significados
resultantes do funcionamento da linguagem em sua articulação com a história e a ideologia, tendo em vista também
uma reflexão em torno da perspectiva discursiva para o ensino de língua estrangeira e para a atuação profissional em
diferentes áreas.
Bibliografia Básica:
CRYSTAL, David. A little book of language. New Haven: Yale University Press, 2010.
FAIRCLOUGH, N. (1992). Discourse and social change. Cambridge, UK Cambridge, 1992.
HALL, S. (1997). Representation : cultural representations and signifying practices. London Thousand Oaks, Calif:
Sage in association with the Open University.
Bibliografia Complementar:
BROWN, G. (1983). Discourse analysis. Cambridge New York: Cambridge University Press
EDWARDS, John. Sociolinguistics : a very short introduction. Oxford New York: Oxford University Press, 2013.
FOUCAULT, M. (1972). The archaeology of knowledge ; and, the discourse on language. New York: Pantheon Books
HALL, S. (1980). Culture, media, language : working papers in cultural studies, 1972-79. London Birmingham, West
Midlands: Hutchinson Centre for Contemporary Cultural Studies, University of Birmingham.
WETHERELL, Margaret. Discourse theory and practice: a reader. London: Sage Pub. 2003.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
126
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Assinatura
Assinatura
8a. etapa
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
CULTURA DOS POVOS DE LÍNGUA INGLESA
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
8ª.
Ementa:
Estudo panorâmico das culturas dos povos de língua inglesa, enfocando aspectos históricos, geográficos, econômicos,
políticos, sociais, culturais, considerando as manifestações artísticas e comportamentais em consonância com o
comportamento linguístico.
Bibliografia Básica:
CRYSTAL, David. The Cambridge encyclopedia of the English language. Cambridge, UK : Cambridge
University Press, 2001.
KARNAL, L. et al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007.
MORGAN, K.O. (ed.) The Oxford Illustrated History of Britain. Oxford: Oxford University Press, 2009.
Bibliografia Complementar:
CRYSTAL, David. English as a global language. Cambridge : Cambridge University Press, 2nd ed. 2012.
GODINHO, John D. Once upon a time um inglês...: a história, os truques e os tíques do idioma mais falado do planeta.
Rio de Janeiro: Relume Dumará. 2001.
MCCRUM, Robert. Globish: how the English language became the world´s language. New York: W.W. Norton &
company. 2010.
MCCRUM, Robert, CRAN, William, MACNEIL, Robert. The Story of English. New York: Penguin Books. 2003.
BRITISH History on-line. Institute Historical Research. Disponível em 28.03.2015
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
127
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA INGLESA III
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
8ª.
Ementa:
Análise e interpretação de obras representativas do final do século XIX à literatura contemporânea. Leitura e análise
de textos dos períodos correspondentes, incluindo visão panorâmica dos referentes períodos, enfatizando seu
contexto sociocultural.
Bibliografia Básica:
ABRAMS, M.H. (GEN.ED.) The Norton Anthology of English Literature. New York: WW. Norton & Company, Inc., 2000.
FLETCHER, Chris. 1000 years of English Literature. Chicago: Chicago University Press, 2012.
GREENBLET, S. The Norton Anthology off English Literature. New York: Norton Books, 2005.
Bibliografia Complementar:
FORSTER, E. M. Aspectos do romance. Rio de Janeiro: Globo, 1998.
JOYCE, James. Araby. In: Dublinenses. Rio de Janeiro: Globo, 2003.
MORGAN, K. O. The Oxford illustrated history of Britain. Oxford: Oxford University Press, 1989.
A Web Companion to The Norton Anthology of English Literature, 8 th Edition. Disponível em:
http://www.wwnorton.com/college/english/nael/welcome.htm
Resources in British Literature. Disponível em: http://www.library.illinois.edu/llx/resources/britlit/
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA NORTE-AMERICANA III
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
8ª.
Ementa:
Análise e interpretação de obras significativas do século XX até o presente momento da Literatura Norte-Americana,
entendidas em seu contexto sociocultural, incluindo a produção de autores pertencentes a minorias étnicas e sociais.
Bibliografia Básica:
Hemingway, Ernest. The complete short stories of Ernest Hemingway. New York: Scribner, 2003.
HIGH, Peter B. An Outline of American Literature. London: Longman, 1997.
MILLER, Arthur. The Crucible. New York: Penguin Books, 2003.
128
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
HOBSBAWN, Eric J. Era dos Extremos: O Breve Século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
KARNAL, Leandro. A História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007.
O'CONNOR, William Van. Seven Modern American novelists, an introduction. New York: Mentor, 1968.
TINDALL, George B.; SHI, David E. America: A Narrative Story. New York/London: W.W. Norton & Company, 1989.
WALKER, Alice. In Love and in Trouble: Stories of Black Women. Orlando; Austin: Harvest Book, 2001.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Dimensão Pedagógica
Disciplina:
Código da Disciplina:
OFICINA DE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR NA ÁREA DE
LINGUAGENS III
Carga horária:
( ) Teoria
Etapa
1h/a semanal
( X) Prática
8ª.
Ementa:
Discussão, elaboração, desenvolvimento, crítica e avaliação dos estudos de caso, tendo em vista definição de
conteúdos e metodologias e o uso de novas tecnologias no espaço escolar e nas salas de aula.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais. 2. ed. Rio
de Janeiro: DP & A Editora, 2000, v.1e v.2
MARCUSCHI, L.A.; XAVIER, A.C. Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção do sentido. Rio de
Janeiro: Lucerna, 2004.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação
pedagógica. 12. ed. Campinas: Papirus, 2006.
Bibliografia Complementar:
BRITO, E. PCNs de Língua Portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Arte & Ciência, 2003.
CAMPOS, F.; SANTORO, F.; BORGES, M.; SANTOS, N. Cooperação e Aprendizagem on-line. Rio de Janeiro, DP&A,
2003.
COSTA, R. A cultura Digital. São Paulo, Publifolha, 2002.
FRANCO, A. Metodologia de ensino: Língua Portuguesa. Belo Horizonte: Lê, 1997.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
129
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Disciplinas Optativas10
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Linguagens e Língua Portuguesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
TÓPICOS ESPECIAIS EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS
Carga horária:
( X ) Teóricas
Etapa:
2h/a semanais
( ) Prática
Livre – DISCIPLINA OPTATIVA
Ementa:
Apresentação de teorias e princípios metodológicos de análise linguística, tendo em vista colaborações de diferentes
perspectivas de tratamento da linguagem humana, a partir da definição de tópicos selecionados.
Bibliografia Básica:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Bibliografia Complementar:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Este primeiro elenco de disciplinas, oferecidas especificamente pelo Curso de Letras, pode se alterar e se expandir
diante de necessidades do processo de ensino-aprendizagem e também de diretrizes curriculares que se venham a
estabelecer por meio de políticas públicas de ensino. Sobre a abertura de turmas cabe observar as ressalvas já
apontadas neste item.
130
10
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
TÓPICOS ESPECIAIS EM ESTUDOS LITERÁRIOS
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa:
2h/a semanais
( ) Práticas
Livre – DISCIPLINA OPTATIVA
Ementa:
Apresentação de teorias e análises críticas contemporâneas que tratam a literatura, e suas diferentes tradições, em
relação intertextual, social, histórica, a partir da definição de tópicos especialmente selecionados.
Bibliografia Básica:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Bibliografia Complementar:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Estudos Literários
Disciplina:
Código da Disciplina:
LITERATURA INFANTOJUVENIL
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
Livre – DISCIPLINA OPTATIVA
Ementa:
Estudo dos principais autores e obras da literatura infantil e juvenil da tradição ocidental, particularmente da brasileira
e, mais particularmente ainda da brasileira contemporânea. Discussão dos diferentes conceitos de literatura infantil e
juvenil vigentes ao longo da tradição do gênero. Caracterização das instituições atuantes no sistema da literatura
infantil e juvenil brasileira contemporânea. Análise dos componentes intertextuais, dialógicos e paratextuais da
literatura infantil brasileira contemporânea.
Bibliografia Básica:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Complementar:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LICENCIATURA EM LETRAS
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
ELEMENTOS DE TRADUÇÃO INGLÊS-PORTUGUÊS
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
Livre – DISCIPLINA OPTATIVA
Ementa:
Apresentação de teorias e princípios metodológicos de tradução inglês-português.
Bibliografia Básica:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Bibliografia Complementar:
A ser elaborada no oferecimento da disciplina.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Disciplinas oferecidas em Língua Inglesa, para a comunidade UPM e alunos em intercâmbio11
Disciplina I:
Quando ofertadas, as disciplinas podem ser cursadas pelos alunos de Letras da UPM para contar como créditos de
disciplinas optativas. Neste Projeto Pedagógico, tendo em vista seu caráter de documento oficial, as disciplinas são
apresentadas também nos planos com versão em português.
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11
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LETRAS12
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
ANÁLISE DO DISCURSO EM TEXTOS MIDIÁTICOS
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
Livre
Ementa:
Introdução à análise do discurso. Conceptualização de identidade em uma perspectiva interdisciplinar. Reflexões sobre
o papel da mídia e seu discurso. Panorama das representações ideológicas no discurso da mídia. Introdução aos
conceitos de representação.
Bibliografia Básica:
FAIRCLOUGH, N. Discourse and social change. Cambridge, UK Cambridge, MA: Polity Press, 1992.
HALL, S. Representation: cultural representations and signifying practices. London Thousand Oaks, Calif: Sage in
association with the Open University, 1997.
VOLOSHINOV, V. Marxism and the philosophy of language. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1986.
Bibliografia Complementar:
BROWN, G. Discourse analysis. Cambridge New York: Cambridge University Press, 1983.
FOUCAULT, M. Discipline and punish: the birth of the prison. New York: Vintage Books, 1995.
FOUCAULT, M. The archaeology of knowledge and the discourse on language. New York: Pantheon Books, 1972.
HALL, S. Culture, media, language: working papers in cultural studies, 1972-79. London Birmingham, West Midlands:
Hutchinson Centre for Contemporary Cultural Studies, University of Birmingham, 1980.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
University Department:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Course:
( X ) Theory
LETRAS
( ) Practice
Subject
Code:
MEDIA DISCOURSE ANALYSIS
Total of hours:
2 h per week
Abstract:
Introduction to discourse analysis. Concepts of identity in an interdisciplinary perspective. Reflections on media role and
its discourse. A panorama of the ideological frame inside media discourse. Introduction to the concepts of
representation.
Basic Bibliography
FAIRCLOUGH, N. Discourse and social change. Cambridge, UK Cambridge, MA: Polity Press, 1992.
HALL, S. Representation: cultural representations and signifying practices. London Thousand Oaks, Calif: Sage in
association with the Open University, 1997.
VOLOSHINOV, V. Marxism and the philosophy of language. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1986.
A disciplina é ofertada pelo Curso de Letras (Licenciatura e Bacharelado), mas a disciplina é aberta para toda a comunidade
UPM e para alunos em mobilidade internacional.
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12
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Complementary Bibliography
BROWN, G. Discourse analysis. Cambridge New York: Cambridge University Press, 1983.
FOUCAULT, M. Discipline and punish: the birth of the prison. New York: Vintage Books, 1995.
FOUCAULT, M. The archaeology of knowledge and the discourse on language. New York: Pantheon Books, 1972.
HALL, S. Culture, media, language: working papers in cultural studies, 1972-79. London Birmingham, West Midlands:
Hutchinson Centre for Contemporary Cultural Studies, University of Birmingham, 1980.
KRAMSCH, C. Language and Culture. Oxford: Oxford University Press, 1998.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
Disciplina II:
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LETRAS13
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
ESTUDOS CULTURAIS
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
Livre
Ementa:
Estudo de temas relativos às teorias contemporâneas da cultura em relação às manifestações culturais, os conceitos
como hibridismo cultural, tradução cultural, formações identitárias, cruzamento de fronteiras, diásporas modernas,
pós–colonialismo e a potencialidade dos Estudos Culturais e suas interfaces com os estudos linguísticos e a função do
tradutor.
Bibliografia Básica:
BECK, U. What is Globalization? Malden: Polity Press, 2001.
BECKER, H; McCALL, M. (eds.) Symbolic Interaction and Cultural Studies. Chicago: University of Chicago Press,
1990.
TINDALL, G.; SHI, D. America: A Narrative History. New York: W.W.Norton, 2007.
Bibliografia Complementar:
BRAH, A. Cartographies of Diaspora. London & New York: Routledge, 1998.
BHABHA, H. The Location of Culture. London: Routledge, 1994.
HALL, S. (ed.). Representations & Signifying Practices. London, Thousand Oaks, New Delhi: Sage Publications Ltd.,
1997.
______. Cultural Identity and Diaspora. In: MIRZOEFF, N. (Ed.). Diaspora and Visual Culture Representing Africans
and Jews. London & New York: Routledge, 1999.
RADHAKRISHNAN, R. Diasporic Mediation: Between Home and Location. Minneapolis & London: University of
Minnesota Press, 1996.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
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A disciplina é ofertada pelo Curso de Letras (Licenciatura e Bacharelado), mas a disciplina é aberta para toda a
comunidade UPM e para alunos em mobilidade internacional.
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Assinatura
Assinatura
University Department:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Course:
( X ) Theory
LETRAS
( ) Practice
Subject:
Code:
CULTURAL STUDIES
Total of hours:
2 h per week
Abstract:
Study of contemporary theories of culture related to cultural manifestations. Concepts of cultural hybridism, cultural
translation, identity formation, borderland crossing, modern diasporas, post-colonialism will be highlighted as well as the
way in which cultural studies in its interfaces with linguistics studies can have a bearing on the translator’s position.
Basic Bibliography
BECK, U. What is Globalization? Malden: Polity Press, 2001.
BECKER, H; McCALL, M. (eds.). Symbolic Interaction and Cultural Studies. Chicago: University of Chicago Press,
1990.
TINDALL, G.; SHI, D. America: A Narrative History. New York: W.W.Norton, 2007.
Complementary Bibliography
BRAH, A. Cartographies of Diaspora. London & New York: Routledge, 1998.
BHABHA, H. The Location of Culture. London: Routledge, 1994.
HALL, S. (ed.). Representations & Signifying Practices. London, Thousand Oaks, New Delhi: Sage Publications Ltd.,
1997.
______. Cultural Identity and Diaspora. In: MIRZOEFF, N. (Ed.). Diaspora and Visual Culture Representing Africans
and Jews. London & New York: Routledge, 1999.
RADHAKRISHNAN, R. Diasporic Mediation: Between Home and Location. Minneapolis & London: University of
Minnesota Press, 1996.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Assinatura
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Disciplina III:
Unidade Universitária:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Curso:
Núcleo Temático
LETRAS14
Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa
Disciplina:
Código da Disciplina:
A LITERATURA BRASILEIRA: UMA ABORDAGEM CULTURAL
Carga horária:
(X) Teóricas
Etapa
2h/a semanais
( ) Práticas
LIVRE
Ementa:
Introdução a elementos da cultura e história brasileiras por meio de seus mais notáveis escritores e obras, no intuito de
construir a identidade da nação sob o ponto de vista literário.
14
A disciplina é ofertada pelo Curso de Letras (Licenciatura e Bacharelado), mas a disciplina é aberta para toda a
comunidade UPM e para alunos em mobilidade internacional.
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Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Bibliografia Básica:
FORSTER, E. Aspects of the novel. Harmondsworth: Penguin, 1990.
HULET, C. Brazilian Literature. Georgetown: Georgetown University, 1974.
MAYHEAD, R. Understanding literature. Cambridge: Cambridge University Press, 1965.
Bibliografia Complementar:
BLOOM, H. Genius: a mosaic of one hundred creative minds. New York: Warner Books, 2002.
CALDWELL, H. Machado de Assis: The Brazilian Master and his Novels. Berkeley: University of California Press, 1960.
ROCHA, J. "Introduction". Portuguese Literature and Cultural Studies 13/14, 2006. (http://www.plcs.umassd.edu/)
STERN, I. Dictionary of Brazilian Literature. New York: Greenwood, 1988.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
University Department:
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
Course:
( X ) Theory
LETRAS
( ) Practice
Subject:
Code:
BRAZILIAN LITERATURE: A CULTURAL APPROACH
Total of hours:
2 h per week
Abstract:
Study of elements of Brazilian culture and history by means of its most remarkable literary pieces and writers, meaning
to build the identity of a nation through its literary point of view.
Basic Bibliography
FORSTER, E. Aspects of the novel. Harmondsworth: Penguin, 1990.
HULET, C. Brazilian Literature. Georgetown: Georgetown University, 1974.
MAYHEAD, R. Understanding literature. Cambridge: Cambridge University Press, 2010.
Complementary Bibliography
BLOOM, H. Genius: a mosaic of one hundred creative minds. New York: Warner Books, 2002.
CALDWELL, H. Machado de Assis: The Brazilian Master and his Novels. Berkeley: University of California Press, 1960.
KALAIDJIAN, W. Understanding literature. Boston: Houghton Mifflin Co., 2004.
ROCHA, J. "Introduction". Portuguese Literature and Cultural Studies 13/14, 2006. (http://www.plcs.umassd.edu/)
STERN, I. Dictionary of Brazilian Literature. New York: Greenwood, 1988.
Coordenador do Curso:
Diretor da Unidade:
Nome: PROF. DR. RONALDO DE OLIVEIRA BATISTA
Nome: PROF. DR. ALEXANDRE HUADY TORRES
GUIMARÃES
Assinatura
Assinatura
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
Apêndice II
Matriz com Créditos Semanais de Aulas
LETRAS LICENCIATURA
PORTUGUÊS-INGLÊS
Carga Horária (semanal)
Etapa
Componente Curricular
Hora-aula
EAD
T
1ª
Língua Portuguesa I
4
1ª
Teoria da Literatura I
4
1ª
Língua Inglesa I
4
1ª
Cultura Clássica
2
1ª
Fundamentos de língua latina
4
1ª
Leitura e produção textual I
4
1ª
Linguística I
4
1ª
Ética e cidadania I
2
TOTAL DA ETAPA
0000000
28
2ª
Língua Portuguesa II
4
2ª
Teoria da Literatura II
4
2ª
Língua Inglesa II
4
2ª
Leitura e produção textual II
4
2ª
Linguística II
4
2ª
Ética e cidadania II
2
2ª
Docência na contemporaneidade
3
2ª
Fundamentos da educação
3
TOTAL DA ETAPA
0000000
28
3ª
Língua Portuguesa III
4
3ª
Literatura Brasileira I
4
3ª
Literatura Portuguesa I
4
3ª
Língua Inglesa III
4
3ª
Produção textual em língua inglesa I
4
3ª
Psicologia da educação
3
3ª
Políticas e organização da educação básica
3
3ª
Metodologia do ensino de língua portuguesa e literatura
4
TOTAL DA ETAPA
0000000
P
30
4ª
Língua Portuguesa IV
4
4ª
Literatura Brasileira II
4
4ª
Literatura Portuguesa II
4
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Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
4ª
Língua Inglesa IV
4
4ª
Produção textual em língua inglesa II
2
4ª
Didática
4
4ª
Metodologia do ensino de língua inglesa
4
TOTAL DA ETAPA
0000000
26
5ª
Língua Portuguesa V
2
5ª
Literatura Brasileira III
4
5ª
Literatura Portuguesa III
4
5ª
Língua Inglesa V
4
5ª
Produção textual em língua inglesa III
4
5ª
Projetos no ensino de língua portuguesa e literatura
4
5ª
Tecnologias da informação e comunicação no ensino de
linguagens
2
5ª
Disciplina Optativa I
2
TOTAL DA ETAPA
0000000
26
6ª
Língua Portuguesa VI
4
6ª
Literatura Brasileira IV
4
6ª
Língua Inglesa VI
4
6ª
Literatura Inglesa I
2
6ª
Literatura Norte-Americana I
2
6ª
Projetos no ensino de língua inglesa
4
6ª
Avaliação da aprendizagem na área de linguagens
4
6ª
Libras aplicada à educação
4
6ª
Oficina de prática como componente curricular na área de
linguagens I
1
TOTAL DA ETAPA
0000000
29
7ª
Língua Portuguesa VII
2
7ª
Literaturas e culturas de expressão em língua portuguesa
2
7ª
Língua Inglesa VII
4
7ª
Literatura Inglesa II
2
7ª
Literatura Norte-Americana II
2
7a.
Fundamentos gerais de empreendedorismo
2
7a.
Oficina de prática como componente curricular na área de
linguagens II
1
7ª
Trabalho de Conclusão de Curso - Licenciatura I
TOTAL DA ETAPA
0000000
15
8ª
Disciplina Optativa II
2
8ª
Cultura dos países de língua inglesa
2
8ª
Literatura Inglesa III
2
8ª
Literatura Norte-Americana III
2
8ª
Oficina de prática como componente curricular na área de
linguagens III
1
8ª
Trabalho de Conclusão de Curso - Licenciatura II
TOTAL DA ETAPA
0000000
TOTAL GERAL
9
0000))000
191
138
Projeto Pedagógico - Letras: Licenciatura Português-Inglês
Centro de Comunicação e Letras - Universidade Presbiteriana Mackenzie
____________________________________________________________________________________________
139
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Projeto Político Pedagógico - Universidade Presbiteriana Mackenzie