Sulempresas também divulga
a sua empresa no Facebook
®
®
Receba em Publicidade on-line
o dobro do valor da Assinatura
jornal da
região
Quinzenário
ANO XX - EDIÇÃO N.º 865 - Preço: € 2,00 (IVA inc.)
algarve
|
Director: José Mateus Moreno
|
04 set 2013
Chefe de Redação: Edgar Pires
Autárquicas na capital algarvia
“Este nunca
foi um
projeto
de um
mandato só”
p| 10
afirma
Rogério Bacalhau
“Temos que
olhar
uns pelos
outros”
“As nossas
‘obras do futuro’
são as pessoas”
defende Paulo Neves
p|11
Que futuro para a Freguesia
de Almancil?
p| 07
Retrato político
e candidatos p| 08
no Distrito de Faro
CONCELHO A CONCELHO
S. Brás de Alportel preparou projecto
“Memórias da Terra”
para concorrer à última fase do QREN-2010-2014
A reabilitação do antigo
Lavadouro e da Fonte Nova,
em pleno Centro Histórico; a
requalificação da Fonte Velha e
da Fonte da Mesquita e a reabilitação de um conjunto de caminhos, poços e fontes, na área
serrana são algumas das intervenções previstas neste projeto
de valorização do património
rural do concelho.
“Memórias da terra” dá
nome a um novo projeto de valorização do património rural,
que a Câmara Municipal de São
Brás de Alportel preparou para
concorrer à última fase de financiamentos do quadro comunitário de apoio ainda em vigor.
Pretende-se dar continuidade
a um trabalho que tem vindo
a ser desenvolvido nos últimos
anos pela autarquia, para preservar estas valiosas marcas do
Passado, que constituem um
importante elemento de identidade cultural e ao mesmo tempo um forte potencial turístico
do município.
As intervenções abrangem
um largo conjunto de antigos caminhos murados, fontes
centenárias e todo um vasto
património natural e imaterial,
enquanto fatores de identidade
e de atratividade do território.
O projeto contempla intervenções em todo o território do
município desde a serra ao barrocal, passando por sítios como
Cova do Lobo, Peral, Mesquita,
Bengado, Parises, Cabeça do
Velho, Cova da Muda ou Javali,
havendo até lugar para um estudo de arquitetura paisagista
que incidirá sobre as intervenções em Fonte Nova, Fonte do
Concelho e Poço Madruga, no
bonito lugar de Parises.
A recuperação de alguns dos
mais bonitos muros de pedra
solta que se escondem na paisagem, a identificação de caminhos ancestrais, a valorização
dos antigos poços e fontes, na
serra do caldeirão, com tanta
História por contar, a reabilitação da Fonte Velha, em Cam-
pina, da Fonte do Concelho ou
da Fonte da Mesquita, lugares
de tantas memórias; ou ainda a
requalificação do antigo Lavadouro e Fonte Nova, em pleno
centro histórico são exemplos
dos trabalhos previstos neste
projeto de valorização das Memórias da Terra.
No seu conjunto, a candidatura prevê um investimento
próximo dos 150.000,00€, com
um financiamento até 60%.
Trata-se de uma candidatura
apresentada ao Programa de
Desenvolvimento Rural - PRODER, Subprograma n.º 3, Dinamização das Zonas Rurais, medida 3.2.,“ que diz respeito à
melhoria da qualidade de vida”
na vertente da “conservação e
valorização do património rural”, edificado e constituinte
da paisagem cultural, testemunho da presença do homem e
da história do local.
Câmara cede instalações
a sete instituições
cional que mantém protocolos
com projetos locais de inclusão
social em comunidades vulneráveis compostas por descendentes de imigrantes e minorias
étnicas.
O Rancho Folclórico Infantil
de Albufeira também assinou
um protocolo que lhe possibilita a utilização de um gabinete
pertencente à mesma fração
municipal situada na Quinta da
Bella Vista, para que aí possa
realizar reuniões de trabalho e
outras atividades.
A APEOralidade – Associação
de Pesquisa e Estudo da Oralidade também passou a poder
usufruir da utilização de um gabinete no mesmo espaço físico,
para que possa dar continuidade à investigação e publicação
bibliográfica e fonográfica da
Literatura Oral Popular Tradicional.
Outra associação que beneficiou de mais um gabinete localizado na Quinta da Bella Vista para aí desenvolver os seus
_edição nº 865
_04 set 2013
e d i t o r i a l
O Povo é sábio.
José Mateus Moreno *
[email protected]
Albufeira:
A Câmara Municipal de Albufeira assinou, no dia 16 de
agosto, diversos protocolos de
colaboração com associações
sedeadas no concelho, com o
objetivo de ceder a utilização
de instalações para o desenvolvimento das suas atividades e
projetos.
Os sete protocolos assinados com associações de caráter
cultural, social e religioso que
operam no concelho visam a
cedência, a título gratuito, de
imóveis localizados na Quinta
da Bella Vista e na Quinta da
Palmeira, compostos por quatro
lojas divididas em gabinetes.
A APEXA – Associação de
Apoio à Pessoa Excecional do
Algarve aceitou a cedência gratuita de dois gabinetes localizados na Quinta da Bella Vista,
onde a instituição sem fins lucrativos irá dar continuidade ao
projeto «Pescadores de Sonhos
E5G», do Programa «Escolhas
5.ª Geração», um programa
governamental de âmbito na-
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
02
projetos foi a c:T:c - Companhia
de Teatro Contemporâneo.
Também a ACRAL – Associação de Comércio e Serviços da
Região do Algarve firmou um
protocolo de colaboração com
o município, passando assim
a poder utilizar um espaço de
escritório.
A autarquia cedeu, ainda, a
utilização gratuita de duas lojas
localizadas na Quinta da Pameira ao CASA – Centro de Apoio
aos Sem-Abrigo e à Associação
Evangélica Assembleia de Deus,
instituições sociais que têm desenvolvido um importante trabalho em prol das famílias mais
carenciadas do concelho.
“As associações com representatividade e atividade
no concelho de Albufeira merecem, por parte da câmara
municipal, todo o esforço e
atenção pelo desempenho e dedicação em contribuírem para
a melhoria do nível de vida dos
cidadãos”, destacou o autarca
José Carlos Rolo.
Receba a Publicidade o dobro do valor investido
... e encontre-se
ainda no Facebook
O MAIS COMPLETO E FUNCIONAL NA INTERNET
Estamos a vinte cinco dias de mais uma jornada eleitoral do Poder Local, esta com características ligeiramente
diferentes do habitual, uma vez que não há tanta propaganda, os candidatos dedicam-se muito mais ao diálogo e
atuam através do sistema “boca a boca, porta a porta”,
aproximando-se assim bastante mais dos eleitores e, por
conseguinte, privilegiando o esclarecimento geral.
Aliás, a informação política para ser melhor aceite e
também mais credível, deve focar-se nos genuínos anseios
das populações em geral e não na mera satisfação dos pequenos lobys de pressão ou em estratégias individualistas.
O programa que cada candidato leva ao vivo junto dos
eleitores tem de assentar em profundos conhecimentos, na
experiência e bom senso e não em ações populistas e eleitoralistas, para servir clientelismos partidários. A atuação
dos protagonistas políticos que desejam ser eleitos deve
pautar-se pelo conhecimento, rigor, transparência, sensibilidade e, muito especialmente no respeito pelo herário
público, para que os gastos sejam equilibrados e sensatos,
na medida em que os dinheiros públicos são de todos e o
“cheque em branco” atribuído no ato eleitoral tem que ser
respeitado.
Os eleitos que tiverem a responsabilidade de gerir os
concelhos e as freguesia no próximo mandato serão responsáveis por muitas centenas de milhares de euros, dinheiro
que deve ser investido corretamente, sempre que possível
com o sentido prático de reduzir as assimetrias. Deve também haver a preocupação de cativar a população em geral
para que participe na conservação e embelezamento do
espaço público onde a região recebe o turismo visitante,
devendo mesmo funcionar a sério um gabinete de atendimento ao turista e não apenas um espaço onde se entregam
folhetos promocionais a quem os procura.
Por todos os motivos e mais alguns, decidi publicar nesta edição uma peça jornalística - página 7 - através da qual
me debruço sobre situações concretas de carência na Freguesia de Almancil, território onde a inércia do Poder Local
nos últimos tempos foi raínha e, por isso, está quase tudo
por fazer, seja ao nível da rede viária e limpeza de valetas e passeios pedonais, na gestão do Mercado de Almancil,
no apoio à Juventude ou aos Séniores, e em tantas outras
situações obrigatórias de acondicionamento e limpeza dos
espaços públicos por onde transitam milhares de turistas
que escolhem as praias almancilenses para as suas férias.
Enfim, a gestão autárquica em geral, nos municípios ou
nas freguesias, tem que estar mais próxima dos cidadãos e
nessa medida, cada autarca eleito no dia 29 de setembro
terá a subida responsabilidade de mostrar o que vale, prestando também contas com a maior regularidade possível
do que fizer.
O Povo é sábio.
Haja transparência !
Ria Shopping com novo
espaço dedicado
à pesquisa de trabalho
O centro comercial Ria Shopping, situado em Olhão, acaba de
inaugurar um novo espaço que irá ajudar os visitantes a encontrar
novas oportunidades de emprego.
O novo «Espaço, Negócios & Emprego» encontra-se no piso 1
do centro comercial e tem como objetivo informar todos os clientes das ofertas de emprego existentes nas lojas do Ria Shopping.
No local, está também disponível uma área específica para
quem tem interesse em abrir um negócio em regime de franchising, com informações sobre as diversas marcas/empresas disponíveis, para abertura de um espaço comercial no centro.
“Tendo em conta a situação económico-financeira que se vive
um pouco por todo o país, o novo espaço está totalmente adaptado à realidade atual e local e será, certamente, um forte apoio
a todas as pessoas que nos visitam e, que procuram emprego ou
ajuda para criar o seu próprio negócio”, afirmou, em comunicado,
Patrícia Alberto, diretora do Ria Shopping.
“Será possível encontrar oportunidades à medida de cada um,
considerando o perfil individual de cada candidato e horário de
trabalho que pretende”, acrescentou.
_ano XIX
_edição nº 865
a c t u a l i d a d e
03
_04 set 2013
Ambientalistas pedem
embargo de projeto em área
protegida de Loulé
A associação ambientalista Almargem pediu às autoridades
para embargarem um projeto que envolve a plantação de um olival
alegadamente biológico em áreas protegidas, no vale da ribeira da
Fonte da Benémola, em Querença, Loulé.
Em comunicado, os ambientalistas referem tratar-se de um
terreno com 80 hectares, pertencente à Reserva Ecológica Nacional (REN) e que está localizado na área de infiltração máxima de
uma das maiores reservas subterrâneas de água da região, o aquífero Querença-Silves.
A Almargem teme que o projeto de plantação de um olival intensivo, que argumenta estar indevidamente rotulado como sendo
biológico face ao previsível uso de agroquímicos e consumo intensivo de água, encubra, na realidade, um projeto turístico que tem
estado a “marcar passo” nos últimos anos, devido à crise.
“Triste ato de contrição dos proprietários ou balão de ensaio
para tudo o que se seguirá?”, questionam os ambientalistas, acrescentando que os trabalhos de desmatação e de retirada de pedras
foram interrompidos pela GNR após denúncias de alguns proprietários.
No entanto, referem, a destruição de matos protegidos por lei
(nomeadamente zimbrais) e da paisagem característica do barrocal está “já à vista de todos”, criticando a postura displicente por
parte das várias entidades que viabilizaram o projeto.
“Em face do atentado ambiental que foi perpetrado, a Almargem vai de imediato pugnar pelo cabal esclarecimento da situação por parte das autoridades responsáveis, exortando desde já
as mesmas a embargarem o projeto em causa, e obrigarem o seu
promotor a repor a situação anterior à infração, sob pena de serem
cúmplices num crime ambiental”, concluem.
Segundo a Almargem, o Vale da Ribeira da Fonte Bénemola
constitui umas das joias naturais mais valiosas da região, incluindo
vários habitats protegidos, razão pela qual viria a ser protegido
como Sítio Classificado, em 1991, e posteriormente integrado na
Rede Natura 2000 – Sítio Barrocal.
Vila
Bispo:
Inaugurado novo Posto Territorial
da GNR
O novo Posto Territorial da
GNR de Vila do Bispo foi inaugurado no dia 21 de agosto, numa
cerimónia presidida pelo Ministro da Administração Interna,
Miguel Macedo. Na cerimónia
estiveram também presentes o
Presidente da Câmara Municipal, Adelino Soares, o Secretário de Estado da Administração
Interna, Filipe Lobo D`Ávila, o
Comandante do Comando Operacional da Guarda Nacional
Republicana, Tenente General,
Caldeira, e o Diretor Geral da
Direção Geral de Infraestruturas e Equipamentos, Prof. João
Alberto Correia.
No seu discurso à população
o edil, Adelino Soares, afirmou
que “passados 100 anos de
instalações provisórias, e de
muitas ilusões, é com enorme
alegria, satisfação e sentido de
dever cumprido, que todos nós
assistimos à cerimónia da inauguração destas novas instalações”. Disse também que “com
Executivo Camarário deliberou,
na sua reunião de 20 de agosto, abrir procedimento para a
aquisição de uma viatura para
1917. Sublinhou, ainda, que
“é com satisfação que criamos
aqui muito boas condições para
a Guarda Nacional Republica-
esta cerimónia prestamos,
também, a justa homenagem a
todos os operacionais e responsáveis das forças de segurança,
que cumpriram e cumprem a
sua missão de proteger e garantir a lei, a ordem, e a segurança
pública do estado Português”.
O autarca aproveitou, ainda,
a ocasião para informar que o
os militares da GNR de Vila do
Bispo, para assim garantir melhores condições de operacionalidade.
Já o Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo,
frisou o quanto era importante
este novo equipamento, já que
veio substituir umas instalações
que eram provisorias desde
na que aqui desenvolve a sua
ação. Os militares da GNR passam a ter melhores condições
operacionais e de acolhimento
dos cidadãos que precisam da
Guarda Nacional Republicana”.
Miguel Macedo destacou ainda o
trabalho excecional que as forças de segurança, em conjunto,
tem feito para que este ano o
Moradores de zona
protegida em Loulé
contra construção
de central fotovoltaica
Um grupo de moradores de uma área protegida de Loulé está
contra a construção de uma central fotovoltaica na zona de Morgado de Apra e enviou uma queixa à Comissão Europeia.
Em comunicado, os moradores dizem que o projeto prejudica
a sua qualidade de vida e o ambiente, lesando igualmente as atividades ligadas ao turismo de natureza, uma vez que aquela zona
do barrocal algarvio (entre a serra e o mar) está inserida na Rede
Natura 2000.
De acordo com os promotores do projeto, a central - que integra um conjunto de três centrais a instalar no Algarve - ocupará uma área de 350 mil metros quadrados e permitirá reduzir o
equivalente aos consumos domésticos de energia elétrica de 8.513
habitantes do Algarve.
Os moradores consideram, contudo, que o impacto visual na
paisagem “é demolidor”, apesar de ainda só terem sido construídos três quintos da área total prevista, acrescentando que os reflexos da radiação solar são muito intensos, durante um determinado
período do dia, o que torna impossível às pessoas olharem naquela
direção.
“Somos a favor e apoiamos o desenvolvimento de energias renováveis, mas não a qualquer custo, ou em qualquer local, como
o que estamos a assistir em Apra”, referem, criticando o Governo
por favorecer grandes grupos empresariais, quando poderia ter incentivado a microprodução de produtores independentes.
Ao todo, serão instaladas no Algarve três centrais - em Loulé,
Albufeira e Silves - lançadas em concurso público da Direção Geral
de Energia e Geologia em outubro de 2010 e cuja construção está
a cargo da empresa Martifer Solar, SA.
O grupo de habitantes sublinha ainda que os contratos assinados entre o Governo e os promotores implicam o pagamento ao
promotor, durante 20 anos, de uma tarifa bonificada superior à
tarifa de mercado.
Além da participação dirigida à Comissão Europeia, o grupo escreveu sobre o assunto ao provedor de Justiça, com conhecimento
para o Presidente da República, a presidente da Assembleia da
República, o primeiro-ministro e o ministro do Ambiente.
As centrais ocuparão cerca de 65 hectares e serão as primeiras
centrais algarvias a recolher energia solar com base em energia
solar foto voltaica para consumo público.
Em conjunto, as centrais terão capacidade para produzir 30
mil megawatts (MW) de energia, o suficiente para o consumo de
uma cidade algarvia de média dimensão, como Loulé.
do
Algarve seja, uma vez mais, um
destino turístico seguro”.
Com um espaço amplo de
modernidade, o novo quartel
é constituído por dois pisos. O
piso 0 está afeto à parte operacional e no piso 1 funcionam
os dormitórios. Este novo equipamento com capacidade para
receber 32 efetivos da GNR foi
construído num lote municipal
situado na Senhora do Âmparo,
em vila do Bispo, com a área de
2625m2, num investimento global de 1.050.000,00 euros.
Recorde-se, que desde
2010 que os agentes da GNR
encontravam-se numas instalações provisorias cedidas pela
Santa Casa da Misericórdia de
Vila do Bispo e que a Câmara
Municipal, após celebração de
um protocolo com aquela entidade, realizou obras de conservação naquele espaço no
valor de € 25.000,00 para que
os efetivos da GNR tivessem o
mínimo de condições durante a
sua estadia provisoria, passando assim esta força de segurança a ter uma instalação dotada
de condições de funcionalidade
e operacionalidade.
A sessão inaugural foi ainda
marcada pelo descerramento da
placa comemorativa da inauguração, pela bênção do edifício
e pela visita às instalações.
Alcoutim:
O presidente da Câmara
Municipal de Alcoutim, Francisco Amaral, o mais antigo do Algarve e dirigente da Associação
Nacional de Municípios Portugueses, decidiu homenagear o
poder local democrático antes
de dizer adeus à autarquia.
No feriado municipal do dia
13 de setembro, também primeiro dia da Festa de Alcoutim,
serão agraciados os presidentes
Autarquia homenageia poder
local democrático
de câmara, presidentes da assembleia municipal e presidentes de juntas de freguesia que
exerceram funções no concelho
de Alcoutim depois de abril de
1974.
“Não resisto a este ato de
justiça para com aqueles que,
sufragados pelo povo, deram o
melhor de si em prol das suas
populações, a maior parte das
vezes de um modo desinteres-
sado e secundarizando a vida
familiar e profissional por amor
a Alcoutim e aos alcoutenejos,
gerando desenvolvimento e
melhores condições de vida às
suas gentes”, referiu o autarca
alcoutenejo na reunião de câmara onde foi aprovada, por
unanimidade, a referida homenagem.
Recorde-se, Francisco Amaral está impedido de se recan-
didatar em Alcoutim, devido à
lei de limitação de mandatos, e
decidiu concorrer à presidência
da câmara de Castro Marim,
embora o tribunal de Vila Real
de Santo António tenha decidido pela sua inelegibilidade,
de acordo com a mesma lei,
processo que vai ser alvo de
recurso para o Tribunal Constitucional.
Apoio da Loja Social de S. B. de Alportel
chega a mais de meio milhar
de carenciados
Ao fim de pouco mais de ano
de existência, a Loja Social de
São Brás de Alportel apoiou já
176 famílias carenciadas, num
total de mais de 500 pessoas.
Estas famílias são regularmente acompanhadas pela
equipa coordenadora da Loja,
assegurada pela Câmara Municipal em parceria com a Junta
de Freguesia, com a colaboração de dezenas de voluntários e
voluntárias da Rede de Voluntariado “São Brás Solidário”, que
são os responsáveis por realizar
a entrega dos bens semanalmente a quem mais precisa.
Até à data já foram entregues 315 cabazes de alimentos,
numa média mensal de 53,
compostos por bens doados
mensalmente pelo Banco Alimentar, por bens comprados
pela Câmara Municipal, que
desde 2011 mantém um Banco
Municipal de Alimentos e ainda
por alguns bens doados por particulares.
Além de alimentos a Loja
Social entregou ainda 47 cabazes de produtos de higiene,
constituídos por produtos oferecidos pela plataforma solidária Entreajuda; 1.722 peças de
vestuário e 169 pares de sapatos doados pelos colaboradores
da loja; bem como diversos
eletrodomésticos, mobiliário,
brinquedos, livros e outros materiais didáticos para crianças,
incluídos na dinâmica da loja.
Neste momento a Loja
Social de São Brás de Alportel
apela à solidariedade de todos
nas campanhas de recolha de
alimentos, especialmente leite, artigos para bebé, fraldas,
artigos de higiene, entre outros, roupa de criança e artigos
de higiene e limpeza, que são
alguns dos bens mais procurados pelas famílias carenciadas
do município.
Todos os colaboradores po-
dem entregar estes ou outros
produtos que considerem de
interesse na Loja Social, sita na
Avenida da Liberdade, aos sábados, entre as 10h00 e as 13h00.
Fora deste horário, a equipa de
coordenação da Loja Social de
São Brás de Alportel pode ser
contactada através do Tel. 289
840 020 ou 289 842 174.
“Programa Mão Amiga” já deu a mão
a 15 famílias são-brasenses
O atual contexto de crise
agravou ainda mais a situação
de muitas famílias que vivem
com poucas condições no seu
lar, sem meios financeiros que
lhes permitam melhorar esta
situação ou fazer face às dificuldades do dia-a-dia. Para
ajudar estas famílias a ter uma
casa mais condigna, com mais
conforto e bem-estar, a Câmara Municipal tem vindo a desenvolver um programa social de
cariz habitacional – programa
“Mão Amiga”, que consiste em
apoiar a realização de obras de
melhoria nestas habitações de
famílias carenciadas.
Até este momento, 15
famílias já foram alvo deste
programa, num total de investimento da Câmara Municipal
que ascende perto de 78.000
euros.
A construção de instalações
sanitárias, em habitações que
não possuíam este equipamento básico para a qualidade de
vida familiar; a reabilitação
de cozinhas, que não apresentavam condições mínimas
de higiene e dignidade; e a
reparação de telhados e coberturas são as intervenções
mais frequentes neste programa, que tem sido responsável
por mudar o lar desta dezena
e meia de famílias. Igualmente
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
04
relevantes têm sido as intervenções com vista à adaptação
das habitações para pessoas
com mobilidade reduzida, permitindo significativas melhorias
na funcionalidade do lar.
As situações de doença e
incapacidade e a existência
de menores e dependentes são
critérios preferenciais na atribuição destes apoios que privilegiam as famílias com maiores
dificuldades económicas e sociais.
A atribuição dos apoios ao
abrigo do Programa Mão Amiga obedece a um conjunto de
critérios e regras definidos
em Regulamento Municipal. O
processo inclui várias fases e
constante acompanhamento e
passa por uma análise cuidada por parte de uma equipa
que envolve a divisão de obras
municipais e os serviços sociais
da autarquia, cabendo ao executivo municipal, em reunião
de câmara deliberar sobre a
atribuição de cada um destes
apoios.
Neste momento, encontram-se em análise mais alguns
processos para apoio do Programa “Mão Amiga”, prevendo-se
que mais uma dezena de famílias possa ser apoiada nos próximos meses.
Marilyn Tomás
_edição nº 865
_04 set 2013
o p i n i ã o
Algarve, para além da praia
Jorge Lami Leal
Não tenho dúvidas que um país como Portugal não pode
continuar o esmagamento dos custos laborais, sem repercussões no factor qualidade. As empresas e os países devem
concorrer com aqueles que podem e não com aqueles que
querem. Por muito baixos que os salários sejam em Portugal,
nunca serão comparáveis com os de países como a China.
Numa qualquer organização, a grande diferenciação não
está no produto que é oferecido, mas nas pessoas. Hoje – um
pouco mais do que ontem e um pouco menos do que amanhã
– é precisamente no capital humano que reside a capacidade
de inovar, de empreender, de encontrar soluções para problemas, intuir onde e no que apostar, no fundo, a capacidade de
reagir à crise e encontrar os caminhos para, mesmo em contraciclo, reagir e crescer. Existem demasiados exemplos para
que isto continue a ser ignorado!
Portugal não é um país industrial ou agrícola. Ainda que
exista potencial. Abandonámos essas batalhas décadas atrás,
estendendo a mão a subsídios que podiam ter feito a diferença. Mas não fizeram e agora é necessário (re)pensar o futuro!
Portugal é sobretudo um país de serviços, que não é um
mero processo de montagem ou fabricação, automatizado e
padronizado, mas antes que requer acesso a informação útil,
muita, de intrincadas interacções de pessoas e do seu conhecimento, da forma como este é colocado a circular, não só
dentro da organização, mas também para fora, interagindo
com o meio. O networking é por isso, cada vez mais, um factor
de diferenciação e desenvolvimento.
O Algarve vive um paradoxo. Se por um lado tem um produto ímpar, com reconhecimento nacional e internacional, por
outro padece de uma excessiva monocultura em torno precisamente desse produto: o Sol e Praia. O turismo cultural
é possível e pode ser alicerçado. O turismo de mar é hoje
incontornável, não só na vertente dos desportos náuticos,
como o mergulho ou a náutica, mas também nas actividades
de visita e usufruto do património natural ímpar que é a costa
algarvia.
Também os cruzeiros podem ser estruturantes à região,
assim como o investimento necessário para tornar o Porto de
Portimão acessível a estes navios, em especial considerando a
janela de oportunidade relativamente curta, face à previsão
da conclusão das obras no Canal do Panamá já em 2015, que
torna Portimão o primeiro porto continental antes da bacia
mediterrânica. Esta importância estratégica não pode ser ignorada!
O Turismo de Saúde é também uma área que pode ser
importante para a região, que tem investido nesse sentido e
qualificado a oferta.
Ainda que a industria deva fazer parte do mix regional,
esta pode ser apoiada na tradição, nas artes e produtos que
fazem parte da nossa memória colectiva e do saber-fazer,
como as conservas, a pesca, o sal, os frutos secos e tantos outros bens que são hoje de elevado valor acrescentado e podem
ser combinados em produtos inovadores e com mercado, que
podem servir para sustentar uma industria que aposte naquilo que o Algarve sabe (ou soube) produzir ou capturar como
ninguém.
Também não devem ser descuradas as possíveis sinergias
da marca “Algarve”, algo que me parece ser ainda desconsiderado. A marca associada à região turística pode ser aproveitada, sobretudo pelas empresas exportadoras, desde que
entendam a necessidade de apostar na qualidade, na inovação
e no que é endógeno.
Pode-se alegar que faltam apoios e meios financeiros, mas
falta acima de tudo uma cultura de empreendedorismo – verdadeiro empreendedorismo – e de partilha, com redes regionais montadas para interagir e potenciar sinergias entre organizações, entre as diversas áreas da economia regional, onde
os vários stakeholders da região se possam sentar e ajudar à
dinâmica empresarial do Algarve. Esta será, quanto a mim,
uma mais-valia e uma forma de criar mais e melhor emprego,
fundamental ao desenvolvimento da região.
Receba a Publicidade o dobro do valor investido
... e encontre-se
ainda no Facebook
A D V O G A D A
Rua Afonso III, n.º 51 - 1.º
8135-112 Almancil
Telef. 289 358 816 - Fax: 289 358 818
O MAIS COMPLETO E FUNCIONAL NA INTERNET
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
_edição nº 865
_04 set 2013
o p i n i ã o
Empreendedorismo
na Prática
Dinis Caetano *
O empreendedorismo tem muita visibilidade nas economias modernas, mas ainda é um fenómeno pouco conhecido, porque pouco estudado com rigor científico e aderência
à realidade. Nos últimos anos, um trabalho pioneiro nesse
domínio, tem sido desenvolvido pelos promotores do Projeto GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o maior estudo
independente sobre o empreendedorismo a nível mundial.
Em Portugal, o estudo GEM 2012 recentemente divulgado, promovido pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
e SPI – Sociedade Portuguesa de Inovação, apresenta conclusões a partir de uma análise aos resultados de sondagem
à população adulta, que permitem identificar pontos fortes
e fracos que favorecem ou dificultam a atividade empreendedora.
Numa abordagem pragmática, pode-se conjugar empreendedorismo com criação de empresas, inovação e transferência de tecnologia. Em qualquer dos casos, empreender é
sinónimo de liderança, estratégia, criatividade, compromisso e risco calculado. Quando esses requisitos e competências estão reunidos na equipa de projeto, as possibilidades
de êxito de qualquer plano de negócios aumentam significativamente.
O empreendedorismo na prática tem diversas dimensões. A título de exemplo, aborda-se a principal dimensão
com impacto na economia portuguesa: a criação de empresas.
O principal resultado do empreendedorismo de negócios é a criação de empresas. Apesar da crise económica, a
proporção de empreendedores de “start-ups” em Portugal
tem aumentado nos últimos anos. Segundo o estudo GEM,
em 2012, Portugal registou uma Taxa TEA (taxa de atividade empreendedora) de 7,7%, o que significa que, no País,
existem entre 7 e 8 empreendedores early-stage (indivíduos
envolvidos em start-ups ou na gestão de novos negócios) por
cada 100 indivíduos em idade adulta. Este resultado representa um aumento considerável em relação a 2010, ano em
que existiam entre 4 e 5 empreendedores early-stage por
cada 100 indivíduos em idade.
A Taxa TEA de Portugal é a 44.ª mais elevada do universo
GEM 2012 (entre 69 países) e a 7.ª mais alta das 23 economias participantes orientadas para a inovação, ficando
0,6 pontos percentuais acima da média associada a essas
economias.
Em Portugal, a maior percentagem de empreendedores
concentram-se no setor orientado ao consumidor (que inclui todos os negócios direcionados para o consumidor final), com 44,9% do total de empreendedores, no setor da
transformação (que inclui construção, manufatura, transporte, comunicações, utilidades e distribuição grossista),
com 26,2%, e no setor orientado ao cliente organizacional
(que inclui a prestação de serviços a outras empresas), com
23,8%. Comparativamente a 2010, existe uma diminuição
considerável da atividade empreendedora no setor orientado para o consumidor (54,0% em 2010), uma quebra ligeira no setor da transformação (26,5% em 2010), tendo o
peso relativo do setor orientado ao cliente organizacional
aumentado (15,5% em 2010).
A ligação do empreendedorismo à inovação, enquanto
importantes fatores de crescimento económico, ficou bem
expresso no pensamento de autores reconhecidos como
Joseph Schumpeter e Peter Drucker. Contudo, apesar do
recente aumento da interação universidade-empresa e de
alguns casos de sucesso na criação de novas empresas de
base tecnológica e de valorização económica do conhecimento, ainda há um longo caminho a percorrer para melhorar o posicionamento de Portugal nas economias orientadas
para a inovação, sendo necessário aumentar a captação de
financiamentos e disseminar projetos inovadores, assentes
na transferência de tecnologia com aplicações bem-sucedidas no mercado.
Nos últimos anos, o empreendedorismo ganhou preponderância em Portugal, sobretudo ao nível da criação e
desenvolvimento de empresas. É deste tipo de empreendedorismo que o País precisa e que é preciso promover. De
preferência, um empreendedorismo inovador, qualificado e
de oportunidade.
* Economista
www.diarionline.pt
05
Dificuldades económicas impedem
familiares de tirarem idosos
dos hospitais
As dificuldades económicas impedem muitas vezes as
famílias de irem aos hospitais
buscar os seus familiares idosos
depois de terem alta médica e
só no Hospital de São José estão
27 doentes à espera de serem
encaminhados pelos serviços
sociais.
O fenómeno do protelamento de alta por motivos sociais não tem aumentado nos
últimos anos, mas é uma realidade com a qual os hospitais
têm de lidar e que necessita
de soluções, havendo casos em
que já se “antecipam” na procura de resposta, para evitar o
abandono.
Numa ronda feita pela Lusa
juntos dos principais hospitais
de Lisboa, Porto e Faro constatou-se a existência de vários
idosos internados com alta médica, mas cujas famílias não
os vão buscar devido aos seus
constrangimentos económicos
e, por vezes, físicos.
Trata-se maioritariamente
de uma população com idade
superior a 70 anos, do sexo feminino, portadora de doenças
crónicas e incapacitantes, totalmente dependentes ou semidependentes, com famílias que
apresentam dificuldades em
prestar-lhes apoio efetivo, segundo o Centro Hospitalar de
Lisboa Central (CHLC) e o Centro Hospitalar de São João.
O Hospital de Faro traça um
perfil semelhante, especificando ainda casos de pessoas que
vivem sós, sem retaguarda familiar, em isolamento social ou
na qualidade de sem abrigo.
Estas situações são encaminhadas pelos serviços sociais
dos hospitais, que procuram
resposta para integração em
lares, centros de dia ou apoio
domiciliário.
De acordo com os dados
do CHLC, no final da primeira
semana de agosto, encontravam-se dez doentes com protelamentos por motivos sociais
e ainda 17 outros protelados
que aguardavam já resposta da
Rede Nacional de Cuidados Con-
tinuados Integrados (RNCCI).
Estes números assemelhamse aos registados nos anos 2012
e 2011.
Contactado pela Lusa, o
Centro Hospitalar de Lisboa
Norte (CHLN) revelou não ter
este tipo de problema, uma vez
que não é o centro hospitalar
de referência para esta população.
O Hospital de Faro dá conta
de que até junho, da totalidade de internados e alvo de intervenção do serviço social do
hospital, nove tiveram protelamento de alta com diagnóstico
social de abandono familiar.
Até ao fim da primeira semana de agosto, destes nove
protelados, três ainda permaneciam no hospital, cinco foram integrados na RNCCI e um
morreu.
Nos hospitais centrais do
Porto não há registo de abandono de idosos, porque os serviços
de ação social se antecipam,
procurando a sua integração
em lares.
De acordo com Elsa Araújo, coordenadora da Unidade
de Ação Social do Centro Hospitalar de São João, a unidade
trabalha com as famílias para
tentar “minimizar ou eliminar
os efeitos negativos das incapacidades do doente, perspetivando a sua reintegração no
meio familiar”, mas há casos
em que a única resposta para
dar alta social é a integração
num lar.
Entre 2011 e 2012, os pedidos de colocação dos doentes
num lar de terceira idade diminuiu, de 53 para 42, revela.
Este ano, ainda não é possível fazer contas certas, mas
sabe-se que no “primeiro semestre” do ano “foram efetuadas à Segurança Social 31 propostas”, acrescenta.
No Centro Hospitalar do
Porto, “não há diferença dos
anos anteriores”, indicou à Lusa
fonte hospitalar, acrescentando
que “são poucos casos anuais”
registados.
O mesmo se passa no Centro
Hospitalar Gaia/Espinho, onde
na segunda semana de agosto
estavam “seis idosos com alta
social protelada”, indicou fonte
daquela entidade, acrescentando que estes casos se verificam
“de uma forma regular ao longo
do ano”.
No Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC)
são raros os casos de abandono de doentes pela família,
mas estão a aumentar os de
idosos, cujas famílias não tem
condições para lhes prestarem
os cuidados de que necessitam
ou que vivem sós e não têm
condições para regressarem ao
domicílio.
O CHUC, que agrega os hospitais da Universidade e dos Covões, regista “dois/três casos
por ano” de idosos em relação
aos quais a família se “demite
da responsabilidade”, abandonando-os, disse à agência Lusa
o Serviço Social.
“São frequentes”, no entanto, os casos de “idosos que
vivem sozinhos, que não têm
familiares de primeiro grau e
que, após o internamento hospitalar, não reúnem condições”
para regressarem ao domicílio.
“É difícil apontar um número”, mas aquele serviço adianta
que o CHUC terá assinalado em
2012 cinco casos de “idosos que
vivem sozinhos” e sem condições para voltarem para casa e
que em 2013 já são 12 os casos.
A família “por falta de recursos humanos e financeiros,
não reúne condições para levar
[consigo] o seu doente”, sendo
a Rede Nacional de Cuidados
Continuados Integrados (RNCCI)
“uma resposta social para muitos destes casos”.
Em 2012, “foram referenciados 1226 (quase todos idosos) e nos primeiros seis meses
do ano de 2013 já foram referenciados 675 casos”.
Utentes do Sotavento algarvio são os primeiros
a terem todos médicos de família
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve
anunciou na semana passada
que o Agrupamento de Centros
de Saúde (ACES) do Sotavento é
o primeiro da região a atribuir
médico de família à totalidade
dos 60 mil utentes inscritos.
“Todos os residentes no Sotavento Algarvio têm a partir
de agora e pela primeira vez
acesso a médico de família. Isto
porque, o ACES do Sotavento,
que integra os concelhos de Tavira, Alcoutim, Castro Marim e
Vila Real de Santo António, tem
neste momento capacidade
para atribuir médico de família
a todos os utentes inscritos nas
diversas unidades que integram
os concelhos da sua área de
abrangência”, informou a ARS
num comunicado.
A meta foi agora alcançada devido a “uma estratégia
de reorganização dos serviços
e racionalização dos recursos
humanos existentes, nomeadamente, médicos e enfermeiros”
que foi implementada no ACES
do Sotavento, em colaboração
com a ARS, e que permitiu que o
agrupamento seja o primeiro da
região a atribuir um clínico aos
utentes, frisou o organismo tutelado pelo ministério da Saúde.
Esta estratégia teve por
objetivo, segundo a ARS, “as-
segurar uma prestação de cuidados de saúde eficiente e de
qualidade a todos aqueles que
necessitem e, simultaneamente, garantir médico de família
aos cerca de 60 mil utentes
inscritos atualmente no ACES
Sotavento”.
“Pela primeira vez, um
ACES da Região do Algarve tem
capacidade para atribuir médico de família a todos os seus
utentes. O presidente do conselho diretivo da ARS Algarve IP,
Dr. Martins dos Santos, destaca
o empenho da Direção Executiva do ACES Sotavento, aliado ao
profissionalismo e a dedicação
de todos os profissionais deste
ACES que têm contribuído de
forma muito positiva para a
melhoria da acessibilidade de
todos os utentes da sua área
de abrangência aos cuidados de
saúde primários”, pode ler-se
no comunicado.
Além do Sotavento, o Algarve conta com outros dois Agrupamentos de Centros de Saúde,
denominados de ACES Central
e ACES do Barlavento, onde os
serviços de saúde têm procurado “colmatar a crónica carência de médicos de família na
Região do Algarve, quer através
da abertura de concursos quer
através da reorganização dos
serviços”, acrescentou a ARS.
Ministro da Saúde inaugura Unidade
de Cuidados Continuados do Azinhal
A Unidade de Cuidados
Continuados do Azinhal vai ser
inaugurada pelo ministro da
Saúde, Paulo Macedo, na próxima sexta-feira, 6, às 15:00
horas, em cerimónia marcada
para as instalações deste equipamento.
A unidade, gerida pela Associação de Bem Estar Social da
Freguesia do Azinhal (ABESFA),
entrou em funcionamento no
dia 1 de agosto e representa
um investimento total de 2,2
milhões de euros: 41% do investimento é financiado pelo
Programa MODELAR do Ministério da Saúde e os restantes
59% pela Câmara Municipal de
Castro Marim.
O equipamento, que foi
construído a pensar nos utentes
e nas famílias, integra espaços
de convívio e dois pátios de
influência arquitetónica mediterrânica, com três alas de
quartos: 10 quartos individuais
de internamento, dez quartos
duplos de internamento, um
quarto individual de isolamento e um quarto de pessoal de
serviço.
O piso inferior é composto
por uma zona de serviços, nomeadamente cozinha, refeitório, lavandaria, instalações sanitárias e instalações técnicas.
Para a Associação de Bem
Estar Social da Freguesia do
Azinhal, trata-se de “um projeto estruturante de âmbito
regional, que dispõe de condições de excelência e de grande
qualidade”, enquadrado nos
fundamentos da Rede Nacional
de Cuidados Continuados, onde
se ministra cuidados de saúde
ao nível do internamento à população idosa da região, “com
a dignidade e o respeito que
estes devem merecer por parte
daqueles que têm responsabilidades em política social”.
gem e do nome do Algarve”,
afirmou o presidente do Turismo
do Algarve, Desidério Silva, à
agência Lusa, sublinhando que
a instituição está a avaliar os
mecanismos legais disponíveis
para apresentar uma queixa às
autoridades.
No “site” www.worldpropertywarehouse.com pode lerse que o “Algarve espanhol”
cobre a parte oeste da costa da
Andaluzia, estendendo-se por
261 quilómetros de costa, dotada de praias bem preservadas e
sem demasiada construção.
“Frequentemente associado ao sul de Portugal, o Algarve
espanhol oferece uma magnitude de empreendimentos de
golfe de topo, que favorecem
o turismo durante todo o ano”,
lê-se no texto de promoção dos
apartamentos.
Neste sítio da internet é
ainda referido que o Algarve espanhol tem “excelentes infraestruturas” e que é facilmente
acessível a partir dos aeroportos de Faro, Sevilha, Jerez e Gibraltar, servidos por voos “low
cost” regulares com origem na
maioria dos destinos europeus.
Desidério Silva repudia que
se esteja a usar a imagem e o
nome do Algarve como chamariz
para vender um produto, procedimento que considera profissional e eticamente incorreto.
“Numa primeira leitura até
parece que estão a valorizar o
Algarve, mas é um abuso enorme”, criticou, acrescentando
que irá dar conhecimento da
situação ao Turismo de Portugal e à secretaria de Estado do
Turismo.
Em 2007, o deputado social-democrata algarvio Mendes
Bota já tinha denunciado a utilização do nome do Algarve para
a venda de empreendimentos
imobiliários no Sul de Espanha,
como se estivessem localizados
na região.
Naquele caso, uma empresa
promovia igualmente a venda
de propriedades em Ayamonte,
zona que era apontada como
sendo em “el Algarve”.
Turismo do Algarve apela a região para
que se mantenha aberta durante inverno
O presidente da Região de
Turismo do Algarve, Desidério
Silva, apelou aos elementos
que compõem o setor na região
para que não encerrem as portas durante a época baixa, num
esforço para combater a sazonalidade.
“É importante que o Algarve, enquanto maior destino de
férias no país, dê um sinal aos
mercados emissores de que está
preparado e tem produtos para
se afirmar todo o ano e não só
no verão”, sublinhou o respon-
_edição nº 865
_04 set 2013
o p i n i ã o
“Não vos rendais!”
Maria José Pacheco
[email protected]
Turismo contra venda de apartamentos
no Sul de Espanha como sendo
no “Algarve espanhol”
O Turismo do Algarve quer
impedir o uso abusivo do nome
da região para publicitar a
venda de apartamentos no sul
de Espanha, anunciados num
“site” dirigido ao mercado britânico como sendo localizados
no “Algarve espanhol”.
Em causa está a promoção
de propriedades para venda
na zona de Ayamonte, junto à
fronteira com Portugal, apresentadas como tendo preços
até 50% mais baratos do que
no “Algarve português” e prometendo um “estilo de vida luxuoso” apenas a 45 minutos do
aeroporto de Faro.
“Somos frontalmente contra este tipo de abuso da ima-
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
06
sável do Turismo do Algarve em
comunicado.
Desidério Silva acrescentou considerar “essencial que
todos os agentes do setor procurem manter os equipamentos
e as infraestruturas ligadas ao
turismo abertas no próximo inverno”, de forma “a iniciar um
processo de inversão no que diz
respeito à diminuição da sazonalidade, à redução do desemprego e à melhoria da economia
da região”.
O presidente da entidade
regional lembrou que está a
ser trabalhada com o Turismo
de Portugal uma campanha de
inverno para aumentar em 100
mil o número de dormidas de
estrangeiros no Algarve entre
novembro e fevereiro.
“O Algarve precisa de se
afirmar como um destino de férias todo o ano e cada entidade
pública e privada tem de ajudar
a criar condições e intervir para
concretizar esse desígnio”, declarou o dirigente do Turismo
do Algarve.
Também o presidente da
Associação da Hotelaria de Portugal, Luís Veiga, alertou que o
Algarve não pode ter estabelecimentos encerrados durante o
inverno se quer combater a sazonalidade e referiu que, no inverno passado, 300 empreendimentos suspenderam atividade.
“Fecharam 300 empreendimentos turísticos este inverno só no Algarve. Foi mais do
dobro do inverno anterior”,
lamentou Luís Veiga em declarações à Lusa.
“Não vos rendais” é o nome do último livro de Stéphane
Hessel, notável diplomata franco-alemão, recentemente
falecido (Fevereiro/2013), aos 95 anos. Natural de Berlim,
cresceu e estudou em Paris. Em 1941 viajou para Londres
para integrar o movimento de resistência do general De
Gaulle contra a invasão nacionalista-socialista. Foi detido,
interrogado e torturado pela Gestapo, tendo sido deportado para o campo de concentração de Buchenwald, de onde
conseguiu escapar assumindo a identidade de outro preso
já falecido. Após a 2ª Guerra Mundial, colaborou na redacção da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nos
últimos anos de vida tornou-se mundialmente conhecido
graças à publicação de “Indignai-vos!”, um livro-manifesto
que inspirou milhões de pessoas em toda a Europa e deu
nome ao movimento dos indignados.
Apesar de nos incitar à indignação, Stéphane alerta-nos
que: “a indignação não basta. Se alguém acredita que o
facto de se manifestar nas ruas chega para que as coisas
mudem, está enganado. É necessário que a indignação se
transforme num verdadeiro compromisso.” A mudança requer esforço. Não podemos ficar pelos protestos. É preciso
agir.
Stéphane acredita que o desejo capital que mobiliza
e dá corpo ao movimento dos indignados reside na aspiração básica de se libertarem das oligarquias que nos
(des)governam, tendo como objectivo primordial reconquistar uma “autêntica democracia”. Os cidadãos em geral,
e os jovens em particular, querem ter poder de decisão.
Nos últimos 30 anos, todas as democracias europeias
foram completamente dominadas pelos oligarcas e a consequência dessa hegemonia traduz-se no elevado número
de trabalhadores precários, muitos deles despedidos pelo
sistema; num nível de desemprego intolerável e insustentável, “condenando” milhares de jovens a viver em casa
dos pais; famílias expulsas de casa por não poderem pagar
a prestação do empréstimo ou a renda.
A nossa democracia está subjugada por uma oligarquia
sedenta de dinheiro, que impede uma repartição justa e
equitativa de recursos, onde uma riqueza arrogante coexiste com uma pobreza extrema e onde as desigualdades
sociais se agudizam de forma escandalosa.
A democracia precisa de ser revitalizada e nada se
conseguirá se cada um ficar sentado, lamentando-se da
sua sorte. Como afirma o Stéphane “é preciso que nos levantemos e ajamos. É preciso que nos comprometamos. É
preciso gerar um forte movimento de cidadãos, uma ampla
corrente de opinião”.
Precisamos de uma visão construtiva para edificar um
novo futuro. Para que tal aconteça, precisamos de ambição, que nasce da confiança em nós mesmos e da coragem.
Não podemos cair no optimismo dos que acham que as coisas se resolverão por si próprias nem no pessimismo dos que
acreditam que nada há a fazer.
A transformação da nossa sociedade, a mudança, deve
começar pelos indivíduos. Por nós mesmos.
Alcoutim: Açude da Várzea
já está terminado
As obras do açude da Várzea, represa situada na ribeira de
Odeleite, na povoação da Várzea, no concelho de Alcoutim, já foram concluídas, anunciou a autarquia local.
O equipamento tem uma capacidade de 10000 m3 e visa facilitar a rega das pequenas explorações agrícolas existentes nas
margens, permitindo a recarga dos lençóis freáticos, que, muitas
vezes, esgotam por completo durante o verão.
A obra “garante a fixação das espécies cinegéticas e constitui
ainda uma zona de recreio e lazer”, assinala a câmara de Alcoutim.
O novo açude foi adjudicado conjuntamente com o açude de
Galaxos, concluído já no ano passado, e a empreitada custou à
autarquia 246.568,44 euros, com um financiamento de 65% pelo
PO Algarve 21.
www.sulempresas.com
O MAIS COMPLETO E FUNCIONAL NA INTERNET
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
_edição nº 865
07
_04 set 2013
Que futuro para a Freguesia de Almancil?
A gestão e desenvolvimento de uma freguesia como Almancil não pode assentar na mera constatação diária e casuística das
preocupações deste ou daquele cidadão, reagindo a impulsos e
reclamações pontuais, que obviamente apenas serve para agradar
a uns quantos.
Também não será com honestidade que se apresenta um programa que prometa resolver tudo, como se isso fosse possível.
Mas um projeto de gestão de uma freguesia também não pode
ser feito sem ouvir as pessoas, sem conhecer o sentimento dos
cidadãos e, claro, tem de ser elaborado para responder às necessidades das pessoas.
Tem de imperar o bom senso, a experiência e os responsáveis
têm de ter conhecimento dos meios com que podem contar, porque será sempre indispensável definir prioridades e atender em
primeiro lugar às questões que são prioritárias em termos humanitários. Sim, porque as pessoas têm de estar em primeiro lugar e
as que têm maiores carências, aos diversos níveis, devem merecer
uma atenção especial.
É por isso que uma candidatura para uma freguesia como Almancil, para ser credível, deve responder aos genuínos anseios
da população em geral e não deste ou daquele indivíduo. O seu
programa tem de assentar em profundos conhecimentos, experiência e bom senso e não deve ser motivada por impulsos populistas
e eleitorais, para servir clientelismos partidários. A sua atuação
deve refletir rigor, transparência, sensibilidade e, acima de tudo,
respeito pelos dinheiros públicos, porque quem gere uma freguesia
é responsável por centenas de milhares de euros e tem o dever de
os investir corretamente.
Na situação concreta da freguesia de Almancil, estamos perante uma tarefa gigantesca, pois quase se pode dizer que está tudo
por fazer…
Vejamos alguns aspetos, em que a intervenção da Junta de
Freguesia pode e deve ter um papel fundamental no desenvolvimento de Almancil.
Rede viária
A rede viária principal, está na competência das Estradas de
Portugal ou da Câmara Municipal de Loulé. No entanto, a
Junta de Freguesia pode e deve
dispor de um piquete de intervenção rápida, para colmatar
as situações mais graves e urgentes, resolvendo os pequenos
problemas, enquanto a Câmara
não chega. Em relação às calçadas, em que a cada esquina
encontramos a necessidade de
pequenos arranjos, a Junta de
Freguesia pode e deve resolver
essas situações de imediato,
evitando o aumento dos problemas.
ocupação dos terrados e os mercados são um sucesso. A Junta de
Freguesia de Almancil regista no ano corrente uma receita de cerca de 8.000 euros. A Junta deve promover os Mercados, torná-los
uma atração --turística, introduzir alguma animação e proceder
à cobrança das respetivas taxas. Quando a Junta de Freguesia se
demite de fazer cumprir o Regulamento do Mercado, perde uma
receita que pertence à freguesia e, no mínimo, está a desrespeitar
os seus cidadãos.
Apoio aos jovens
Os jovens de Almancil não têm um local onde se possam reunir,
desenvolver atividades culturais, desportivas ou de entretenimento. Na Vila de Almancil não existe um local onde se possam realizar
grandes eventos, exposições, apresentar uma peça de teatro, uma
conferência ou reativar os famosos bailes da Sociedade Recreativa
Imagem
turística
e qualidade
de vida
Há um conjunto imenso de intervenções que a Junta de Freguesia pode e deve assumir. Desde logo, na área da sensibilização
dos proprietários de imóveis, para que procedam à sua manutenção, por forma a conferir-lhes um aspeto digno, de limpeza e
progresso. Mas onde os proprietários não podem ou não querem
intervir, pode a Junta de Freguesia atuar e assim contribuir para
melhorar a imagem da freguesia, aumentando a auto estima da
população, criando o orgulho de ser almancilense. Com alguma
tinta, algumas árvores e outra vegetação, uma limpeza cuidada
dos espaços públicos, mas também dos privados, que são sistematicamente conspurcados pela ação do vento e da falta de civismo,
a imagem da freguesia pode mudar radicalmente. Se a Junta de
Freguesia se dedicar ao acompanhamento e fizer a vigilância da
empresa contratada pela Câmara Municipal de Loulé para a limpeza das ruas, seguramente o serviço será melhor executado e os
almancilenses agradecerão.
Mercado mensal
Nos 1º e 4º domingos de cada mês realiza-se o Mercado de
Almancil, que já conheceu melhores dias. Hoje o desalento dos
feirantes é evidente e a falta de visitantes (clientes) está a conduzir ao inevitável encerramento do mesmo. Esta situação contrasta
com o que acontece na vizinha freguesia de Quarteira, onde a
Junta arrecada anualmente mais de 180.000 euros em taxas de
nada mais acontece em Almancil para a camada sénior. A Junta
de Freguesia tem a obrigação de dinamizar e promover iniciativas
destinadas aos menos jovens. Uma sociedade que não apoia e não
cuida dos seus idosos será, no mínimo, ingrata.
O Perfil do Presidente
da Junta de Freguesia
A Freguesia de Almancil é única, ímpar e não tem comparação
com qualquer outra do concelho de Loulé. Tem um litoral turístico, com praias, campos de golfe, empreendimentos e resorts de
elevado nível. A Vila de Almancil tem aumentado o seu perímetro
e concentra hoje, provavelmente, quase metade da população da
freguesia. As zonas rurais abrangem várias povoações de reduzida
dimensão, onde prolifera a construção dispersa e as tradições não
se perderam, apesar da influência turística e das comunidades
estrangeiras. Uma freguesia
com estas características necessita de ter um Presidente e
uma equipa de grande competência técnica e flexibilidade,
capaz de lidar com os problemas mais simples e sensíveis
da zona rural e também com as
enormes exigências citadinas
da Vila, sem descurar o indispensável relacionamento com
os empreendimentos do litoral,
que são o motor económico do
concelho. Almancil necessita de
ter um Presidente que domine
vários idiomas, capaz de entrar
no local mais simples e humilde
ou num hotel de seis estrelas,
sensível para as dificuldades de
quem não conseguiu ir à escola, mas com argumentos para
discutir com investidores inter-
Almancilense. A Junta de Freguesia tem a obrigação de promover
a criação de um espaço (edifício) onde a população, organizada
em associações e coletividades, possa dinamizar as mais diversas
atividades, principalmente para os jovens, mas também para todas as idades.
Apoio aos Séniores
A população de Almancil vai envelhecendo e graças ao aumento da longevidade, os séniores são cada vez mais. Para além
da meritória e louvável ação do Centro Comunitário de Almancil,
nacionais.
Caberá, como é evidente, à população de Almancil, a decisão
de eleger o futuro Presidente da Junta de Freguesia de Almancil
nas eleições que se realizam no dia 29 de setembro.
Ao publicar esta breve reflexão sobre a Freguesia de Almancil
e este importante momento que se aproxima, apenas pretendo
incentivar a discussão do assunto. Os eleitores são pessoas esclarecidas e inteligentes, que saberão tomar a melhor decisão para o
futuro da Freguesia de Almancil.
JMM
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
08
_edição nº 865
_04 set 2013
Retrato político e candidatos - Distrito de Faro
Retrato político e candidatos às eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013,
por concelhos do distrito de Faro
ALBUFEIRA
Com a saída de Desidério Silva, no ano passado, para assumir
a presidência do Turismo do Algarve, a liderança da Câmara de
Albufeira passou para o vice-presidente, José Carlos Rolo, que não
vai candidatar-se.
Para tentar segurar a maioria, o PSD apostou no deputado Carlos Silva e Sousa, que foi para o Parlamento em fevereiro para
substituir Pedro Roque, nomeado para secretário de Estado do
Emprego.
O social-democrata já tinha estado na corrida para a Câmara
há 16 anos, mas foi derrotado pelo PS, ficando como vereador. A
autarquia, que desde há 12 anos é dominada pelos sociais-democratas, tem atualmente na sua composição apenas um vereador do
PS, contra seis do PSD.
O candidato do PS, Fernando Anastácio, que também já foi
vereador da autarquia, vai nestas eleições tentar recuperá-la para
os socialistas, mais de uma década depois de terem perdido a Câmara para o PSD.
Na corrida está igualmente a independente Ana Vidigal, anunciada inicialmente como sendo apoiada pelo CDS/PP, mas que acabou por se distanciar do partido para se candidatar pelo movimento “Vontade Independente Viver Albufeira” (VIVA).
O CDS acabou por substituí-la pelo candidato Ricardo Neves,
empresário no ramo alimentar.
Pelo PCP concorre a independente Suzel Pimenta, que é chefe
de serviço de Administração Escolar e, pelo Bloco de Esquerda,
António Grade.
Candidatos:
BE – António Grade
CDS-PP – Ricardo Neves
PCP-PEV – Suzel Pimenta
PS – Fernando Anastácio
PSD – Carlos Silva e Sousa
Movimento “Vontade Independente Viver Albufeira” (VIVA) – Ana
Vidigal
ALCOUTIM
Alcoutim é um dos concelhos mais desertificados e envelhecidos do país, com um território situado no nordeste algarvio,
povoações dispersas e população maioritariamente envelhecida,
onde o atual presidente da Câmara, Francisco Amaral, não se pode
recandidatar por estar no limite de mandatos, tendo ficado a candidatura do seu partido, o PSD, para o vice-presidente, José Carlos
Pereira.
Empresário de 44 anos, José Carlos Pereira está na vice-presidência desde 2007 e representa a aposta na continuidade para um
partido que conduz os destinos da autarquia desde 1993, ano em
que assumiu a presidência Francisco Amaral, que decidiu candidatar-se à presidência da Câmara do município vizinho de Castro
Marim.
A saída do autarca pode, no entanto, abrir uma janela de oportunidade para o PS voltar à liderar a autarquia, como fez ininterruptamente de 1976 até 1993.
Para isso, os socialistas vão apresentar-se a votos com o bancário Osvaldo Gonçalves, de 45 anos, que é um dos dois vereadores
socialistas na autarquia e procurará convencer os eleitores a fazer
o pêndulo do poder cair para o seu lado num executivo municipal
que conta com cinco eleitos.
Num concelho em que nenhuma outra força política tem conseguido intrometer-se entre PSD e PS e obter representação para a
Câmara municipal, a CDU vai a votos com Luísa Fernandes à frente
da sua lista, enquanto Miléne Nobre, de 27 anos, vai encabeçar a
lista do Movimento Autárquico Independente.
Candidatos:
PCP-PEV – Luísa Fernandes
PS – Osvaldo Gonçalves
PSD – José Carlos Pereira
“Movimento Autárquico Independente” – Miléne Nobre
ALJEZUR
O Partido Socialista mantém a confiança política em José Amarelinho que, em 2009, conquistou a maioria dos votos e dos mandatos, sucedendo a Manuel Marreiros que, depois de três mandatos,
dois pela CDU e um pelo PS, decidiu não se recandidatar.
Num concelho a que só concorrem dois candidatos, o PSD
aposta novamente na equipa liderada pelo engenheiro agrónomo e
antigo vereador na autarquia, Vítor Vicente, para retirar a maioria aos socialistas e aumentar os lugares na vereação. Atualmente
detém apenas um vereador.
Candidatos:
PS – José Amarelinho PSD – Vítor Vicente
CASTRO MARIM
Num concelho cujo presidente da Câmara, José Estevens, está
impedido de se recandidatar devido à lei de limitação de mandatos, o PSD vai procurar conservar o poder, apresentando como
candidato o ainda presidente do município vizinho de Alcoutim,
Francisco Amaral, num movimento idêntico ao que levará o atual
autarca a concorrer ao município vizinho de Tavira.
Francisco Amaral, médico de profissão, apresenta como trunfos uma experiência autárquica de 20 anos em Alcoutim, marcada
pelo apoio social criado para tentar contrariar a desertificação do
território e responder às dificuldades de uma população maioritariamente idosa.
Os problemas são idênticos a uma grande parte do território
de Castro Marim, onde há, no entanto, uma área de litoral que se
contrapõe à serra.
O PS escolheu como candidato o empresário Carlos Nóbrega,
que tem por objetivo procurar inverter a tendência que se verifica no concelho desde que 1997, quando José Estevens venceu
pela primeira vez as eleições para o PSD, retirando o domínio no
concelho aos socialistas, que apodem a aproveitar a saída do atual
autarca para chegar à presidência.
A CDU vai a votos com João Dias, engenheiro agrário, que procura aumentar o mais possível a representação da coligação entre
PCP e PEV, num concelho onde tradicionalmente só entram no executivo municipal PS e PSD. Ambições idênticas têm o candidato do
Bloco de Esquerda, Pedro Tavares, e do CDS-PP, Manuel das Neves
Doutel.
Candidatos:
BE – Pedro Tavares
CDS-PP - Manuel das Neves Doutel
PCP-PEV – João Dias
PS - Carlos Nóbrega
PSD – Francisco Amaral
FARO
Seis candidatos vão disputar a presidência da Câmara de Faro,
município cuja tendência eleitoral é a de alternância do poder
a cada quatro anos. Nos últimos 30 anos, apenas um presidente
de câmara foi reeleito em Faro, autarquia cuja liderança oscilou
sempre entre o PS (quatro presidentes), o PSD (três) e a Aliança
Democrática (dois).
Os sociais-democratas estão a apostar no atual vice-presidente
da autarquia, Rogério Bacalhau, para continuar o trabalho iniciado
por Macário Correia em 2009. Bacalhau já experimentou a presidência do município, mas por menos de um mês, período que
durou a suspensão de mandato de Macário Correia, condenado em
tribunal a perda de funções.
Nas últimas eleições, o PSD ganhou ao PS por 130 votos, conquistando cinco mandatos, contra quatro, dos socialistas.
O socialista Paulo Neves, que já foi presidente do Turismo do
Algarve e vereador na Câmara de Faro, candidata-se pela primeira
vez à autarquia para tentar reavê-la para os socialistas.
José Vitorino, que já foi presidente com o apoio do PSD, candidata-se pela segunda vez como independente e António Mendonça,
da CDU, candidata-se pela terceira vez consecutiva. Ambos querem tentar eleger, pelo menos, um vereador, já que nas últimas
eleições não o conseguiram.
O BE vai candidatar Vítor Ruivo doze anos depois de já ter sido
candidato. A grande novidade nestas eleições é a candidatura do
cantor Vítor Silva, pelo partido Portugal Pró Vida (PPV).
Candidatos:
BE – Vítor Ruivo
PCP-PEV – António Mendonça
PPV – Vítor Silva
PS – Paulo Neves
PSD/CDS-PP/PPM/MIM – Rogério Bacalhau
Aliança Cívica “Salvar Faro, com Coração” – José Vitorino
LAGOA
Para tentar recuperar a liderança da Câmara de Lagoa, que o
PS perdeu para o PSD há quase trinta anos, os socialistas apostaram em Francisco Martins. Nas últimas eleições, o PS perdeu por
uma margem inferior a 3%, tendo conseguido eleger três vereadores, contra quatro do PSD.
O presidente da Junta de Freguesia de Lagoa vai disputar o
cargo com o atual presidente do município, José Inácio Eduardo.
O social-democrata, que chegou à presidência em 2002, em substituição do então presidente, vai tentar alcançar o seu terceiro e
último mandato consecutivo.
Na corrida à presidência de um dos concelhos mais pequenos
do Algarve estão ainda Jorge Ramos, do Bloco de Esquerda e Joaquim Andrés, da CDU.
Candidatos:
BE – Jorge Ramos
PCP-PEV – Joaquim Andrés
PS – Francisco Martins
PSD – José Inácio Eduardo
LAGOS
A Câmara de Lagos, tradicional baluarte do PS, prevê-se que
seja palco de acesa disputa entre a antiga vice-presidente, Joaquina Matos (PS), e os cabeças-de-lista do CDS-PP, o deputado Artur
Rego e do PSD, Nuno Serafim, apesar da maioria conquistada pelos
socialistas em 2009.
Sem poder contar com o atual presidente Júlio Barroso, que
conquistou a maioria em 2009, impedido de se recandidatar pela
lei de limitação de mandatos, o PS aposta na professora para dar
continuidade ao trabalho dos socialistas. Mas, o facto de Joaquina
Matos ter renunciado ao mandato de vereadora em 2011, por alegados problemas pessoais, poderá pesar na decisão eleitoral.
Para conquistar a Câmara, o CDS-PP candidata o advogado Artur Rego, deputado parlamentar eleito pelo círculo de Faro, enquanto o PSD apresenta Nuno Serafim, um advogado sem grande
experiência política.
Num concelho cujas eleições têm sido disputadas entre PS e
PSD, concorrem ainda CDU (Luís Reis), BE (Manuela Goes) e dois
movimentos de cidadãos, Lagos com Futuro (Luis Barroso) e a Plataforma de Cidadania Lagos (Paulo Rosário), candidaturas que pretendem retirar a maioria aos socialistas na autarquia.
Candidatos:
BE – Manuela Goes
CDS-PP – Artur Rego
PCP-PEV – Luís Reis
PS – Joaquina Matos
PSD – Nuno Serafim
“Lagos com Futuro” – Luís Barroso
“Plataforma de Cidadania Lagos” – Paulo Rosário
www.diarionline.pt
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
_edição nº 865
_04 set 2013
09
Retrato político e candidatos - Distrito de Faro
Retrato político e candidatos às eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013,
por concelhos do distrito de Faro
LOULÉ
A Câmara de Loulé é uma das mais ricas do Algarve, não só por
representar o maior concelho da região, como por albergar zonas
turísticas de luxo, como Vilamoura e a Quinta do Lago.
Para tentar destronar os sociais-democratas, o PS escolheu
Vítor Aleixo, que já tinha presidido à autarquia, mas que foi derrotado pelo atual presidente, Seruca Emídio. O empresário, neto do
poeta António Aleixo, quer recuperar a autarquia, que está há 12
anos sob a liderança do PSD.
Para tentar dar continuidade ao trabalho iniciado em 2001, o
PSD decidiu candidatar Hélder Martins, diretor de um empreendimento turístico e ex-presidente do Turismo do Algarve. O PSD quer
tentar, assim, segurar a maioria no executivo, composto por seis
vereadores do PSD e três do PS.
Na corrida para a autarquia estão ainda Joaquim Nogueira,
da CDU, e Horácio Ferreira, do CDS-PP, e o independente Adelino
Neto Guerreiro..
Candidatos:
CDS-PP – Horácio Ferreira
PCP-PEV – Joaquim Nogueira
PS – Vítor Aleixo
PSD – Hélder Martins
Movimento de Intervenção e Cidadania Ativa (MICA) - Adelino Neto
Guerreiro.
MONCHIQUE
O atual presidente da autarquia Rui André volta a candidatarse pelo PSD ao cargo que conquistou em 2009, pondo fim a 27
anos de poder do PS. A vitória de Rui André nas últimas eleições
foi uma surpresa, uma vez que o PS liderava a Câmara desde o 25
de abril.
As restantes duas candidaturas resultam da divisão dos socialistas em Monchique. A escolha do PS na professora Graça Batalim
para encabeçar a lista criou divisões na concelhia, resultando numa
outra candidatura: a do independente Carlos Henrique Alves.
A divisão no PS antevê para Rui André um caminho mais facilitado para reconquistar a Câmara, longe da disputa que protagonizou em 2009 com Carlos Tuta (PS) e em que venceu por uma
diferença de 68 votos.
Candidatos:
PS – Graça Batalim
PSD – Rui André
“Monchique Independente” – Carlos Henrique Alves
OLHÃO
Para tentar derrubar duas décadas de domínio socialista, o PSD
escolheu para concorrer a Olhão o independente Eduardo Cruz. A
autarquia é liderada desde 1993 por Francisco Leal, um dos mais
antigos autarcas algarvios, que vai concluir o seu quinto mandato.
Nas últimas eleições para a Câmara de Olhão, em 2009, o PS
conseguiu quatro dos sete mandatos em disputa, o PSD dois e o
Bloco de Esquerda um.
Os socialistas estão a apostar no vice-presidente da autarquia,
António Pina, para suceder ao “histórico” presidente e continuar
o seu trabalho.
O BE vai tentar manter um vereador na autarquia com a candidatura de Ivo Madeira, depois de o vereador eleito em 2009 ter
sido expulso do partido, em 2011. João Pereira, que se manteve
na autarquia como independente, encabeça agora o movimento
“Novo Rumo”.
O candidato foi o primeiro militante na história do BE a sofrer
uma expulsão, depois de alegadamente ter faltado à verdade sobre vários processos, designadamente sobre uma falência fraudulenta de uma empresa e dívidas ao fisco.
Já a CDU volta a candidatar o antigo inspetor tributário Sebastião Coelho, eleito vereador em 1998 por aquela força política.
Candidatos:
BE – Ivo Madeira
CDS-PP – Rui Costa
PCP-PEV – Sebastião Coelho
PS – António Pina
PSD – Eduardo Cruz
“Novo Rumo” – João Pereira
PORTIMÃO
A professora Isilda Gomes, que no início do atual mandato,
renunciou ao cargo de vereadora para assumir as funções de Governadora Civil de Faro, é a aposta do PS para segurar a maioria
em Portimão, concelho que o partido governa há 27 anos.
A autarquia, uma das mais endividadas do país, é liderada desde 2000 pelo socialista Manuel da Luz, que está impedido de se
recandidatar pela lei de limitação de mandatos.
Para tentar interromper a hegemonia e a maioria socialista,
o PSD concorre com Pedro Xavier, um empresário local sem tradições políticas, enquanto o CDS-PP aposta numa coligação com o
MPT/PPM, encabeçada pelo profissional de seguros e presidente
da concelhia, José Pedro Caçorino.
O Bloco de Esquerda volta a candidatar o professor João Vasconcelos, conhecido ativista que se tem destacado no movimento
contra as portagens na A22, enquanto a CDU procura através do
técnico de instalações elétricas Nelson de Freitas aumentar os seus
resultados eleitorais e recuperar um lugar na vereação.
Candidatos:
BE – João Vasconcelos
CDS-PP/MPT/PPM – José Pedro Caçorino
PCP-PEV – Nelson de Freitas
PS – Isilda Gomes
PSD – Pedro Xavier
SÃO BRÁS DE ALPORTEL
Com o impedimento do atual presidente da Câmara (PS) em
recandidatar-se, por ter atingido o limite de mandatos, a aposta
do PS para liderar a sua lista nas próximas eleições recaiu no vicepresidente. Vítor Guerreiro está na autarquia desde 2002 como
vereador e em 2005 assumiu as funções de “número dois” do executivo.
Num concelho do interior, marcado pela desertificação do território e com uma população envelhecida, São Brás de Alportel
parte para o próximo ato eleitoral com o fogo do verão passado
ainda muito presente e com o candidato socialista a procurar manter o domínio do seu partido no concelho, apenas contrariado pelo
PSD nas eleições de 1982 e 1985.
Com o atual presidente a dar um claro apoio ao candidato do
PS, o PSD vai procurar capitalizar a saída de António Eusébio do
município, apresentando aos eleitores uma candidatura liderada
pelo seu irmão, Rui Eusébio. O bancário tentará contrariar os mais
de 70 por cento dos votos obtidos pelos socialistas há quatro anos
e que lhe garantiram quatro dos cinco eleitos.
Além de Vítor Guerreiro e Rui Eusébio, vão ainda concorrer à
Câmara de São Brás de Alportel Cláudia Cavaco, técnica de Ação
Social, de 38 anos, que encabeça a lista do CDS/PP, e Renato dos
Santos, da CDU.
Estes candidatos têm como principal objetivo darem mais forças às respetivas forças políticas no concelho, melhorando os 5,74%
e 1,85% dos votos que a CDU e o CDS/PP obtiveram em 2009.
Candidatos:
CDS-PP - Cláudia Cavaco
PCP-PEV – Renato dos Santos
PS – Vítor Guerreiro
PSD – Rui Eusébio
SILVES
O vereador socialista Fernando Serpa é a aposta do partido
para tentar reconquistar a Câmara de Silves ao PSD, partido que se
mantém na liderança há 12 anos, desde que venceu pela primeira
vez as eleições.
A anterior autarca social-democrata, Isabel Soares, que estava
impedida de recandidatar-se, saiu da Câmara quase um ano antes
do final do mandato para assumir presidência da Águas do Algarve.
Foi substituída no final de 2012 pelo vice-presidente, Rogério Pinto, que vai agora, pela primeira vez, candidatar-se ao cargo.
O poder na Câmara de Silves oscilou sempre entre o PS e a
CDU, coligação que ainda detém um vereador na autarquia. Já
os socialistas, estão, neste executivo, em pé de igualdade com
os sociais-democratas, com três mandatos cada um. O Bloco de
Esquerda vai candidatar o independente David Marques e a CDU a
professora Rosa Palma.
Candidatos:
BE – David Marques
PCP-PEV – Rosa Palma
PS – Fernando Serpa
PSD – Rogério Pinto
TAVIRA
O presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho, vai procurar
nas próximas eleições a reeleição para um segundo mandato, depois de no último ato eleitoral ter conquistado o município para o
PS, após a saída de Macário Correia para se candidatar à Câmara
de Faro.
Jorge Botelho vai ter
como principal adversário o atual presidente
da Câmara de Castro Marim, José Estevens.
O autarca do PSD
decidiu
candidatar-se
ao concelho vizinho por
ter alcançado o limite
de mandatos em Castro Marim, pretendendo
recuperar a câmara de
Tavira para os sociais-democratas, que chegaram
ao poder na autarquia
em 1997, com Macário
Correia.
A CDU vai a votos
para a Câmara de Tavira com uma lista encabeçada por Miguel
Barão da Cunha, que vai tentar colocar a coligação com representação no executivo municipal, que tem sido sempre composto por
eleitos do PS e do PSD.
O Bloco de Esquerda vai apresentar-se às eleições para a Câmara de Tavira com o independente Carlos Lopes a cabeça de lista,
também na expectativa de conseguir colocar o BE com representação autárquica no concelho, onde são eleitas sete pessoas para
o executivo municipal.
Candidatos:
BE – Carlos Lopes
PCP-PEV – Miguel Cunha
PS - Jorge Botelho
PSD – José Estevens
VILA DO BISPO
O atual diretor regional de economia do Algarve, Gilberto Viegas, volta a candidatar-se pelo PSD ao cargo que ocupou entre
1998 e 2009, tendo perdido a presidência da autarquia de Aljezur
para o socialista Adelino Soares, que volta a ser o escolhido pelo
PS.
Num concelho que já foi liderado pela CDU, PSD e PS, apenas
dois partidos disputam as eleições de setembro, prevendo-se acesa
disputa, já que os socialistas venceram em 2009 por uma diferença
de 106 votos.
Nas últimas eleições, o PS obteve 39,60% dos votos (dois mandatos), o PSD 36,13% (dois mandatos) e o MDI (Movimento Democrático Independente) 19,69% (um mandato).
Candidatos:
PS - Adelino Soares
PSD - Gilberto Viegas
VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO
Luís Gomes, atual presidente da Câmara de Vila Real de Santo
António, vai recandidatar-se ao cargo nas próximas eleições e tentar repetir a vitória histórica alcançada em 2009, quando obteve
para o PSD uma maioria absoluta, com 71 por cento dos votos e
seis dos sete eleitos que compõem o executivo.
O autarca, que lidera também a distrital social-democrata de
Faro, procura dar ao PSD o terceiro mandato consecutivo numa
autarquia que, até à sua vitória nas eleições autárquicas de 2005,
foi sempre conduzida pelo PS ou pela CDU.
Depois de ter ficado reduzido a apenas um vereador em 2009,
o PS escolheu como candidato o gestor David Murta, filho do antigo
presidente da Câmara António Murta (cinco mandatos, entre 1985
e 1993 e entre 1997 e 2005), que vai tentar recuperar o partido
de uma das mais pesadas derrotas eleitorais sofridas no concelho
(16,79% dos votos).
A CDU apostou no bancário José Cruz para voltar a ter representação no executivo municipal, depois de não ter conseguido
eleger nenhum vereador nas últimas eleições e ter obtido o apoio
de apenas 7,38 por cento dos votantes, ficando muito longe dos
resultados que lhe valeram as vitórias eleitorais em 1979 e 1982
(ainda como APU) e em 1993.
Sem qualquer tradição nos órgãos autárquicos, o Bloco de Esquerda vai apresentar como candidato Mário Matos, enquanto o
CDS-PP vai concorrer com Maria Luísa Tubal Condessa.
Candidatos:
BE - Mário Matos
CDS-PP - Maria Luísa Tubal Condessa
PCP-PEV – José Cruz
PS – David Murta
PSD – Luís Gomes
Lusa
10
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
_edição nº 865
“Este nunca foi um projeto
de um mandato só”
_04 set 2013
Rogério Bacalhau, candidato do PSD à presidência da Câmara Municipal de Faro
O PSD elegeu Rogério Bacalhau como candidato a prosseguir
o trabalho efetuado por uma equipa liderada, nos últimos quatro
anos, por Macário Correia, envolvido num processo judicial que o
colocou fora da «corrida». O político social-democrata, que ocupou as funções de vice-presidente neste período, não esconde que
o projeto irá “manter o rumo” que vinha sendo seguido. Afirmar
Faro como “uma cinco grandes capitais regionais” do país é o objetivo global e, entre as principais prioridades, está o fecho do
bairro da Horta da Areia, encontrando soluções para as 60 famílias
que ali vivem.
Entrevista conduzida por Edgar Pires
Rogério Bacalhau Coelho, professor de 51 anos e natural de
Paderne (Albufeira), mudou-se para Faro aos seis anos de idade e é
licenciado em Matemática pela Faculdade de Ciências e Tecnologia
(FCT) da Universidade de Coimbra.
Até ser eleito como vereador para o mandato liderado por Macário Correia, em 2009, Rogério Bacalhau era o diretor da Escola
Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro.
O atual vice-presidente da autarquia detém, entre outros, os
pelouros da Educação, Recursos Humanos, Finanças e Património
Municipal, Financiamento Externo, Administração Geral e Taxas e
Licenças.
Região Sul (RS) – Por que razões se decidiu candidatar à presidência da Câmara Municipal de Faro?
Rogério Bacalhau (RB) – Uma nota prévia de contextualização. Todos o sabem e a própria oposição o admitiu em diversas
circunstâncias: o que encontrámos em 2009 na Câmara de Faro
foi uma situação de absoluto caos. Caos financeiro, administrativo
e organizacional. Por isso considero que este foi um mandato de
regeneração do município. Um mandato reconhecidamente bemsucedido sob a liderança do eng.º Macário Correia. Restituímos a
credibilidade da câmara junto das empresas e bancos, melhorámos
a gestão, cortámos os custos supérfluos e ainda fizemos obra essencial. Numa palavra, devolvemos a Câmara aos farenses porque
hoje, todas as respostas são dadas em nome do interesse coletivo
e do bem comum.
Nesta circunstância, Faro corria um duplo risco: ver regressar
à gestão do município aqueles que tão mal o trataram e deixar perder todo o trabalho que desenvolvemos
nestes quatro anos. Face ao que está
em jogo, e conhecidas as razões que
levaram o eng.º Macário Correia a não
se recandidatar, não podia dizer não ao
desafio que me foi lançado. Por isso aqui
estou, sem vaidades, protagonizando
este projeto que se constituiu há quatro
anos em nome de um desenvolvimento
responsável do concelho. O que vamos
decidir no dia 29 é se este rumo de seriedade, rigor, justiça e transparência é
o que convêm para Faro ou se, pelo contrário, há espaço para mais despesismo
e demagogias eleitoralistas. Creio que
os farenses percebem o alcance da sua
escolha.
RS – Que diferenças em relação à gestão atual terá a câmara
consigo na liderança?
RB – Esta coligação chama-se «Juntos por Faro» e não é por
acaso: gosto de decidir em diálogo, prezo muito o trabalho de
equipa e sou sensível a pontos de vista que parecem contrários
ao meu. Gosto de responsabilizar quem está comigo e tenho uma
esperança enorme na juventude – ou não fosse eu professor. Mas
este é um cunho pessoal. Na essência, não temos qualquer problema em assumir que iremos manter o rumo que esta equipa vinha
imprimindo. Por uma razão simples: este projeto nunca foi um
projeto de um mandato só. A afirmação da centralidade do concelho como uma das cinco grandes capitais regionais do país é um
desígnio que ainda não está alcançado.
RS – Com a autarquia obrigada a cumprir o PAEL, que tipo de
gestão financeira defende para os próximos anos?
RB – Ao contrário do que muitos pensam, mantendo o rumo,
o próximo mandato já será de maior investimento na economia.
Sei bem o que digo, pois detenho os pelouros das Finanças e do
Financiamento Externo. Para nós, o mais difícil está feito, que era
colocar outra vez a autarquia ao serviço de todos: reduzir a dívida
obscena, corrigir as ineficiências, eliminar a discricionariedade da
gestão e construir um articulado de regras claras em todas as áreas. Este trabalho de racionalização, tantas vezes incompreendido,
foi desenvolvido muito antes de outros municípios e da própria
administração central.
E o PAEL só surge na sequência do esforço de reequilíbrio financeiro que o executivo empreendeu. Sem ele, não era possível
injetar estes 21 milhões de euros na economia. Mas atenção: o
PAEL depende da manutenção do rumo. Quem anda por aí a fazer promessas de mundos cor-de-rosa tem que estar consciente
do que diz. Se forem atendidos, o despesismo e o desmando eleitoralista, vão-nos fazer retroceder nesta matéria, que é crucial
para a recuperação do município e do tecido empresarial e social
do concelho.
RS – Com a crise a alastrar-se, que outras respostas ao nível
de apoio social pretende implementar?
RB – Estar perto de quem precisa é o primeiro mandamento de um verdadeiro autarca. É para nós que olham os idosos,
os desempregados, os doentes e os necessitados. Somos muitas
vezes o serviço social que já não responde, a família que já não
existe. O amigo que se perdeu. O autarca está com o povo. Deve
abrir-lhe a porta sempre e deve socorrê-lo quando necessita. Nós
sempre atendemos e recebemos todas as pessoas a qualquer hora
do dia, sete dias por semana. Para nós toda a semana é reservada
ao munícipe.
Na conceção que tenho da vida, somos todos iguais. Ninguém
se sobrepõe pela forma como veste ou pelo carro que conduz.
Sempre fui do trabalho e muito pouco dado a vaidades – muito menos as gratuitas. Por isso, no nosso programa, a matéria social ocupa o lugar central. Nomeadamente a situação da habitação social
e o reforço das parcerias com as diversas instituições. A prioridade
será acabarmos com o Bairro da Horta da Areia dando condições de
habitabilidade às pessoas. Faremos um grande esforço para resolver os problemas das 60 famílias que ali vivem e acabar de vez com
esta iniquidade. Ainda em matéria social, vamos criar uma tarifa
solidária para as famílias em situação de emergência social para
que elas possam beneficiar da Rede Próximo; e vamos continuar a
apoiar os nossos jovens através da ação social escolar alargando o
seu âmbito. Ao mesmo tempo lançaremos o programa «Desporto
total» que, em parceria com os diferentes clubes e associações
desportivas, vai permitir que centenas de crianças e jovens (dos
escalões A e B) pratiquem as suas modalidades favoritas e aos que,
mercê da crise, se viram obrigados a abandonar as modalidades
que mais gostavam, regressem ao seu desporto de sempre. Faremos o mesmo com as atividades culturais, com a música, o teatro,
a dança e tantas outras manifestações
essenciais ao desenvolvimento pessoal.
Tenho sempre presente que apostar na
juventude não é caridade. É um investimento no futuro do concelho.
Faro tem que
valer mais no
panorama turístico
RS – Quais são as principais propostas do seu programa eleitoral?
RB – O nosso programa aparece estruturado em três áreas fundamentais. A
primeira é a coesão social, que engloba
habitação social, educação, emprego, juventude, desporto, segurança e seniores. A segunda é a área da regeneração urbana e a
terceira a competitividade, que compreende turismo, inovação,
cultura, lazer, mobilidade, eventos, ambiente, marketing e notoriedade.
São mais de 100 propostas divididas por estas áreas. Para lá do
apoio social, podem enumerar-se algumas medidas como a criação
do gabinete de apoio ao empresário e ao empreendedor, para que
os bons projetos não se afoguem num mar de burocracias e possam
contribuir para o desenvolvimento do concelho; a redinamização
do centro histórico, com o aproveitamento, entre outras medidas,
da Fábrica da Cerveja para a instalação de jovens empresas com o
foco na área das tecnologias e inovação, e criação de um espaço
de artes e manifestações culturais. No fundo, o mais “jovem” dos
edifícios do centro histórico é entregue à juventude que saberá
desenvolver e dar uma nova vida àquele espaço, em linha com o
desenvolvimento de novos estabelecimentos de hotelaria que se
vão criando na cidade. O desenvolvimento turístico do concelho, e
consequente melhoria dos índices económicos e sociais, é também
uma ideia de força. Aproveitaremos as sinergias com a UAlg para
construir um plano de desenvolvimento turístico do concelho e fazer promoção do destino em cada voo com chegada a Faro. Faro
tem que valer mais no panorama turístico.
Poderia mencionar muitas mais mas, pelo simbolismo, não deixo de chamar a atenção de todos para a proteção do ambiente, já
que somos a única candidatura que tem expressado preocupações
nesta matéria. No próximo mandato vamos fazer tudo para ver reconhecido o valor da Ria Formosa enquanto património inestimável
de todos. Com isto, conseguiremos mais respeito para as causas da
nossa ria e seus habitantes, ao mesmo tempo que desenvolvemos e
promovemos o destino turístico. Queremos uma cidade mais verde
e vamos prosseguir o trabalho efetuado, organizando a rede de
percursos cicláveis em três tipologias: percursos de uso quotidiano, percursos de uso cultural e de lazer e percursos com qualidade
ambiental. Vamos ainda desenvolver e estender a outras freguesias
o conceito de parque bio-saudável.
Uma palavra ainda para os direitos dos animais que não deixarão de estar salvaguardados com a inclusão de elementos nas
nossas listas que têm essa preocupação diária na sua vida. Vamos
promover a esterilização e vacinação massiva de animais errantes como forma de controlo das populações existentes e colaborar
com as associações ligadas à causa animal para incentivar a adoção
responsável de animais abandonados. É também assim que se faz
um concelho moderno que quer afirmar a sua capitalidade em harmonia como todos e com o meio envolvente.
RS – Que imagem ou obra marcante pretende deixar no concelho no fim do mandato?
RB – O mandato que agora acaba fica na história como aquele
em que o executivo devolveu os serviços camarários às pessoas.
E satisfez reivindicações antigas das populações: fez as ligações
de água e esgotos a centenas de famílias que ainda não tinham
essa infraestrutura básica; desbloqueou o pavilhão municipal, que
iremos inaugurar no dia da cidade (7 de setembro), pondo fim a
um folhetim com mais de dez anos; fizemos os diversos planos de
urbanismo no casco urbano e suburbano, permitindo encarar zonas
tidas como menos nobres como novos polos de centralidade; arranjámos o estacionamento na cidade; arrumámos os espaços verdes;
temos reconhecidamente a cidade muito mais limpa, entre tantas,
tantas outras vitórias.
Mas em 2017, gostaria de dizer que a câmara fez mais obra
material visível para todos e com impacto na melhoria da sua qualidade de vida. Logo no início do mandato, conto fazer a inauguração do Parque Ribeirinho, uma obra indispensável e que marcará
uma nova forma de encarar a relação que a cidade tem com a ria;
que as entradas da cidade ficam definitivamente arranjadas e a
variante concluída, usando para isso de toda a nossa intransigência
junto do poder central; que a ligação do aeroporto à cidade se
pode fazer de comboio; que a Ria fica dragada, permitindo a navegabilidade e a melhoria das condições de trabalho de viveiristas e
mariscadores; que a nova escola da Lejana é aberta aos alunos.
Daqui a quatro anos quero fazer esse balanço, mas essencialmente quero falar de um mandato de prosperidade e de desenvolvimento responsável do concelho em que se corrigiram desigualdades. De um mandato em que os nossos jovens deixaram de sentir a
pulsão de abandonar a sua terra, para onde os que saíram desejem
voltar. Quero falar de um mandato em que a afirmação turística
do concelho, já em marcha, se torna uma realidade indesmentível
aos olhos de todos; de um mandato em que o centro histórico e a
baixa obtiveram importantes melhorias, permitindo a quem vive a
cidade que desfrute de toda a sua riqueza; e que o porto comercial
conheça o desenvolvimento que todos esperamos.
Nas ruas, temos explicado às pessoas que a câmara é hoje
“pessoa de bem”. É a imagem que utilizamos para nos referirmos à
autarquia como ela é hoje: credível, respeitadora dos compromissos e da palavra dada, mais eficiente e transparente. Daqui a quatro anos, quero adaptar esta expressão para falar de um mandato
em que a câmara trabalhou com todos com uma só preocupação:
fazer o bem a todas as pessoas.
_ano XIX
a c t u a l i d a d e
_edição nº 865
11
“Temos que olhar uns pelos outros”
_04 set 2013
“As nossas ‘obras do futuro’ são as pessoas”
Paulo Neves, candidato do PS à presidência da Câmara Municipal de Faro
Paulo Neves foi a aposta do PS para reconquistar a Câmara
Municipal de Faro, quatro anos após a derrota do anterior presidente, José Apolinário, diante de Macário Correia. O candidato diz
sentir-se no momento certo para cumprir “a missão” de “ser útil”
à sua terra, prometendo um mandato virado para a coesão social e
o emprego. O político socialista promete “buscar soluções” e não
fixar-se nos problemas que “têm servido de justificação para que
tudo fique na mesma”.
Entrevista conduzida por Edgar Pires
Paulo Jorge dos Santos Neves, natural de Faro, 45 anos, atual
administrador da HPP Saúde no Algarve, ocupou diversas funções
públicas e profissionais ao longo das últimas duas décadas. Foi deputado, eleito pelo PS, entre 1995 e 1999, chegando depois ao cargo de presidente da Região de Turismo do Algarve e da Associação
Nacional das Regiões de Turismo, até 2003. Mais recentemente,
foi diretor-geral do RR Grupo, até 2008, para além da presidência
do Teatro Municipal de Faro, que terminou em 2009, e assumiu o
cargo de cônsul honorário da República Checa no Algarve.
rança e a motivação serão fundamentais para uma nova atitude em
acreditar que podemos fazer bem com pouco.
RS – Que diferenças em relação à gestão atual terá a câmara
consigo na liderança?
PN – Eu não sou capaz de criticar quem está pelo que não foi
capaz de fazer porque acredito, independentemente dos partidos,
que os eleitos locais tudo fazem para cumprir e fazer alcançar os
objetivos políticos que assumem. Ainda assim, compreendo que,
por força das circunstâncias, este mandato quebrou as expectativas dos eleitores que os fazem aprofundar um sentido de indiferença face ao papel da autarquia.
Espero poder mudar esse estado de coisas em favor do interesse de todos, da afirmação de Faro e do Algarve, adotando sempre
uma atitude positiva de encontrar soluções para além dos inexistentes recursos financeiros da Câmara Municipal de Faro, ou seja,
buscar soluções e não me fixar nos problemas que têm servido de
justificação para que tudo fique na mesma. As pessoas terão que
notar isso em benefício das suas vidas. Farei por merecer.
“O presidente da autarquia
não pode ser mais um
funcionário, nem se comportar
como um...”
RS – Com a autarquia obrigada a cumprir o PAEL, que tipo de
gestão financeira defende para os próximos anos?
PN – Cumpriremos as obrigações legais e contratuais, todas,
mas quero dizer que não esquecerei as outras funções e competências que à autarquia se impõem legalmente em favor dessas
apenas que refere.
O presidente da autarquia não pode ser mais um funcionário,
nem se comportar como um, sob pena de menosprezar o relevo da
sua eleição entre cidadãos iguais para representar os interesses
do município ficando à mercê dos outros poderes do momento.
É o que farei com a ajuda dos funcionários da autarquia e dos
farenses.
Região Sul (RS) – Por que razões se decidiu candidatar à presidência da Câmara Municipal de Faro?
Paulo Neves (PN) – Pelas experiências que tenho vivido na atividade privada e pública que já percorri, nos erros e sucessos dos
empreendimentos que ajudei a realizar e pela influência que fui
ganhando em diversos meios, sinto-me capaz para cumprir esta
missão porque sinto que poderei ser útil à minha terra.
Estou certo que estou à altura do enorme desafio num tempo
muito difícil para todos, mas ao mesmo tempo em que a perseve-
RS – Com a crise a alastrar-se, que outras respostas ao nível
de apoio social pretende implementar?
PN – Sei que vai ser muito difícil qualquer inovação que implique mais ajuda financeira aos mais carenciados mas as pessoas
sofrem mais que a autarquia e saberemos encontrar soluções inovadoras na área da proteção da habitação, da escola e da assistência às famílias mais desfavorecidas, sejam crianças ou idosos,
para afirmar a igualdade de oportunidades num contexto de salvaguarda da dignidade humana pela cidadania que garanta o futuro
e valores da nossa comunidade local.
Tenho a ideia que mais importante que as medidas caritativas,
as que revelam do espírito empreendedor e de conquista conjunta
num contexto de criação de condições para o progresso são as
mais exigentes e mais sustentadas, ajudando os mais desfavorecidos pelo seu enquadramento.
RS – Quais são as principais propostas do seu programa eleitoral?
PN – A coesão social e o emprego são as áreas que pontificam
com muitas medidas concretas que a minha equipa apresentará
muito oportunamente e saídas da participação de quase 3 mil respostas e críticas que recebemos para a sua realização depois de
termos salientado as que achamos possíveis de realizar de entre
outras muitas que são oportunas mas manifestamente desinseridas
de um quadro de capacidade para o país em que vivemos. A política é a responsabilidade de assumir opções e não de prometer o
impossível.
RS – Que imagem ou obra marcante pretende deixar no concelho no fim do mandato?
PN – As pessoas sentirem que estamos disponíveis para encontrar soluções para os seus problemas e que a nossa ação ajudará a
que sejam mais felizes, realizando-se enquanto cidadãos e melhorando a sua qualidade de vida e bem-estar da comunidade.
Em tempos em que “temos que olhar uns pelos outros” espero que os farenses olhem para nós como parceiros que farão
tudo para atenuar as dificuldades, proporcionando ações para uma
esperança, com um novo rumo e uma atitude de acreditar que é
possível. As «nossas obras» do futuro são as pessoas.
Rota do Petisco de Portimão desafia
participantes a apoiarem três IPSS
A 3.ª Rota do Petisco de
Portimão, que se realiza entre
6 de setembro e 13 de outubro,
vai desafiar os participantes a
apoiarem três instituições de
solidariedade, juntando uma
iniciativa solidária ao prazer da
boa comida e do convívio entre
amigos.
Assim, e ao iniciarem o seu
roteiro, os participantes são
convidados a fazer um donativo
de 1 euro nos mealheiros existentes em troca do Passaporte
da Rota, sendo este um instrumento indispensável para quem
deseje fazer esta maratona
gastronómica.
As receitas provenientes
desta campanha serão distribu-
ídas junto do refeitório do Centro Social de Nossa Senhora do
Amparo em Portimão, do Lar de
Crianças Bom Samaritano, em
Alvor, e do Centro de Apoio a
Idosos de Ferragudo (Lagoa).
O «passaporte» da rota estará disponível nos 70 estabelecimentos aderentes, bem como
no Museu de Portimão, postos
de turismo de Portimão, Praia
da Rocha e Alvor, Casa Manuel
Teixeira Gomes e posto de correios de Ferragudo.
A rota inclui estabelecimentos de restauração distribuídos por Portimão, Praia da
Rocha, Alvor e Ferragudo, nos
quais os interessados poderão
petiscar por 2,5 euros ou apre-
ciar um doce regional por 2 euros, sempre acompanhados de
uma bebida e temperados com
vários momentos de animação
cultural.
Por cada estabelecimento frequentado, o petiscador
ganha um carimbo no seu passaporte e, ao colecionar os
carimbos, poderá habilitar-se
aos Prémios da Rota, como por
exemplo visitas com provas a
adegas algarvias ou passeios em
barco à vela.
Quem completar pelo menos 15 paragens no seu percurso tem ainda direito ao brinde
de participação, composto por
um convite duplo para visitar o
Museu de Portimão.
Todas as informações sobre
a Rota do Petisco de Portimão
2013 podem ser consultadas em
http://www.teiadimpulsos.pt.
Filarmónicas:
Associação de Faro em espaço
provisório há anos anseia
por nova sede
Os músicos da Associação
Filarmónica de Faro, fundada
há trinta anos, anseiam por
uma nova sede onde possam
ensaiar, já que as instalações
provisórias que ocupam há mais
de dez anos não têm espaço suficiente.
Para conseguir reunir os
trinta músicos da banda, a Filarmónica tem que alugar o
auditório do Instituto Português
da Juventude (IPJ), despesa
que a presidente preferia não
ter, uma vez que as únicas receitas provêm de apoios pontuais ou eventos contratados pela
autarquia.
Ana André contou à Lusa
que a associação já tentou
fazer de tudo para angariar
dinheiro: desde vender rifas,
‘pins’ ou bonés a fazer bolos
para fora ou cabazes de Natal,
mas mesmo assim ainda não
conseguiu pagar os salários em
atraso que transitaram da anterior direção.
A Câmara de Faro já lhe
prometeu a cedência de uma
escola primária desativada,
nos arredores de Faro, mas a
situação ainda não está desbloqueada, o que leva a presidente da direção a dizer que quer
ter o assunto resolvido até às
eleições autárquicas de 29 de
setembro.
“Não podemos contar com
as verbas da escola de música,
porque o que recebemos é para
pagar os salários aos professores”, referiu Ana André, sublinhando que a associação não
tem dinheiro para gastar com
os trabalhos de recuperação
que forem necessários na nova
sede.
Em tempos áureos, a Filarmónica chegou a receber apoios
anuais da câmara na ordem dos
25 mil euros, mas atualmente
a autarquia, que fundou a associação, apenas lhes consegue
pagar a renda da sede, onde
guardam os instrumentos e funciona o secretariado da escola.
Hoje, o dinheiro que associação recebe não cobre todas
as atividades que desenvolve,
nomeadamente as aulas de música, que abrangem 50 alunos
em disciplinas como o canto,
clarinete, saxofone, guitarra,
flauta, piano ou bateria.
Além de terem que transportar constantemente os
instrumentos de um lado para
o outro, a falta de um espaço
com mais condições tem impossibilitado uma maior união entre os músicos, pois estão todos
dispersos, admitiu Ana André.
A Filarmónica chegou a
ter um salão onde apresentava miniconcertos e fazia
‘workshops’. Contudo, a irregularidade de apoios financeiros
obrigou a cancelar o aluguer
desse espaço.
A cedência de uma nova
sede, com espaços que pudessem ser rentabilizados, é a
maior luta da associação, que
tenta “desesperadamente encontrar um meio de sobrevivência”, desabafou a presidente.
Com um repertório diversificado, que passa, por exemplo,
por tocar música de filmes, esta
é a única associação filarmónica da cidade.
Algarve é a terceira região com mais
casos de endividamento geridos
pelo Centro de Apoio ao Endividado
O Centro de Apoio ao Endividado (CAE) analisou mais de
200 casos de endividamento em
todo o país desde janeiro deste
ano, sendo a Madeira, Lisboa e
o Algarve as regiões com mais
casos registados.
De acordo com os números
que o CAE indicou à Lusa, dos
227 casos analisados, 16,7% foram na Madeira, 16,3% em Lisboa, 13,2% no distrito de Faro e
11,9% no Porto.
_ano XIX
g e r a l
12
É mais comum serem pessoas casadas e empregadas a
recorrerem aos serviços deste
gabinete de apoio: dos 227 casos, 55,1% são pessoas casadas
e 22,9% são relativos a pessoas
divorciadas, sendo que 58,1%
têm trabalho e 24,7% estão desempregadas.
Quanto ao volume de crédito do total de casos que pediram
apoio, 44,9% pertencem a pessoas com empréstimos até 50
mil euros, 18,9% são de pessoas
com créditos entre os 50 mil e
os 100 mil euros, 21,6% são de
pessoas com empréstimos de
100 mil a 150 mil euros.
O fundador do CAE, Hélder Rosa Mendes, afirma, em
comunicado, que, “quando se
perdeu a capacidade de pagar,
quando as dívidas se acumulam e se sobrepõem, não vale
a pena falar com os credores”,
defendendo que “a única solu-
ção é a insolvência ou o acordo
com via judicial”.
Fundado há cerca de dois
anos, o Centro de Apoio ao
Endividado é uma plataforma
de apoio constituída por advogados, fiscalistas e técnicos
oficiais de contas que pretende
ajudar pessoas singulares, famílias e empresas que tenham
problemas de endividamento.
_edição nº 865
_04 set 2013
Universidade de Verão da
Associação In Loco debate
tema «Compreender a Crise,
Reforçar a Cidadania»
A 5.ª edição da Universidade de Verão da Associação In Loco,
sob o mote «Compreender a Crise, Reforçar a Cidadania», vai trazer a Loulé, entre 10 e 13 de setembro, uma série de personalidades que vão abordar a crise e tentar dar-lhe soluções.
José Pacheco Pereira, Castro Caldas, Conceição Gomes, Paulo
Morais, Ana Benavente, Martins Guerreiro, Paulo Romeira, Alberto
Melo e Andrea Caro, serão alguns dos oradores para debater temas
“fundamentais e urgentes”.
“O país enfrenta uma das mais graves crises da sua história. A
dívida pública e a dívida externa da economia portuguesa ultrapassaram respetivamente 120% e 437% do Produto Interno Bruto (PIB).
O desemprego atinge na atualidade quase um milhão de portugueses. O desemprego jovem aproxima-se perigosamente dos 39%. O
Estado Social enfrenta um dos mais severos ataques com uma política de cortes generalizados nas prestações sociais e nos salários,
ao mesmo tempo que se agrava a carga fiscal sobre as famílias e as
empresas”, comenta a Associação In Loco.
Neste quadro, a associação considera “necessário e vital” criar
condições para que um número alargado de pessoas “compreenda
o que está em causa e os resultados das opções tomadas”.
Interpelar a crise e as suas causas e explorar eventuais respostas sociais e políticas serão os dois eixos complementares do
evento.
A Universidade de Verão de 2013, organizada pela Associação
In Loco, com a colaboração do Centro de Estudos Sociais de Coimbra e o apoio da Câmara Municipal de Loulé, vai decorrer no espaço da biblioteca municipal Sophia de Mello Breyner Andresen e na
assembleia municipal de Loulé.
Mais informações sobre o evento e o programa completo podem ser consultadas no sítio https://sites.google.com/a/in-loco.
pt/uv2013.
CÂMARA MUNICIPAL
DE LOULÉ
AVISO
Alteração à operação de loteamento titulada
pelo alvará n.º 6/92 Urbanização Fontalgarve
- Fonte Coberta ou Caiadas – Almancil Loulé
Para os devidos efeitos, se torna público que em 19 de junho
de 2013 a Câmara deliberou, por unanimidade, submeter à
discussão pública o projeto de alteração do loteamento (proc.
n.º 5/10), requerido em nome de Venusis – Investimentos Imobiliários e Turísticos, S.A., por um período de 15 dias úteis, nos
termos do artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 46/2009,
de 20 de fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 181/2009,
de 7 de agosto e pelo Decreto-Lei n.º 2/2011, de 6 de janeiro,
conforme previsto no artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de
16 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º
26/2010, de 30 de março, alterado pela Lei n.º 28/2010, de
2 de setembro, por força do artigo 27.º do mesmo diploma, a
contar 5 dias após a publicação deste aviso na II Série do Diário
da República.
Durante aquele período o projeto do Loteamento estará disponível nos serviços da Câmara Municipal de Loulé, nos dias
úteis, entre as 9 horas e 30 minutos e as 12 horas e 30 minutos
e entre as 14 horas e 30 minutos e as 16 horas e 30 minutos.
No âmbito do processo da discussão pública serão consideradas
e apreciadas todas as observações, reclamações ou sugestões
que, apresentadas por escrito, especificamente se relacionem
com o projeto em análise, devendo ser dirigidas ao Presidente
da Câmara Municipal de Loulé até à data do termo da discussão pública, e entregues nos serviços desta Câmara.
O presente aviso vai ser afixado nos lugares públicos do costume (Paços do Concelho da Câmara Municipal de Loulé, na
Junta de Freguesia de Almancil e no sitio da Internet da CML
– www.cm-loule.pt) e publicado nos órgãos da comunicação
social.
28 de junho de 2013.
O Presidente da Câmara,
Sebastião Francisco Seruca Emídio
PUBLICIDADE - REGIÃO SUL N.º 865 - 2013.09.04
_ano XIX
g e r a l
_edição nº 865
_04 set 2013
o p i n i ã o
A proposta de lei de avaliação
de impacte ambiental
Filipe André
[email protected]
Está a ser ultimado o texto que consiste a nova proposta de lei sobre a avaliação de impacte ambiental. Analisando o documento, verifica-se que este apresenta algumas
alterações importantes relativamente à legislação que se
encontra ainda a vigor e pretende revogar, designadamente ao nível da simplificação e celeridade dos trâmites processuais.
Sou de opinião que não foi ultrapassada a sua principal
fragilidade que reside no fato do estudo de impacte ambiental ser da exclusiva responsabilidade do proponente
do projeto, sendo por ele suportado financeiramente, de
forma direta. Tendo já dado a conhecer recentemente esta
opinião à Associação Nacional de Municípios, considero que
o fato do estudo ser adquirido pelo proponente, dada a
subjetividade inerente à avaliação e quantificação dos impactes (para além da metodologia adotada), poderá condicionar, em algumas situações, os resultados.
A solução para este problema poderá residir na fiscalidade ambiental. A criação de uma taxa a liquidar à entidade gestora, pelo proponente, proporcional à envergadura
do projeto, imponha uma simplificação e celeridade ao
processo
A realização do estudo de impacte ambiental ficaria,
desta forma, a cargo da entidade governamental e gestora
do ambiente, garantindo uma independência e transparência a todo o processo.
Algarve ganha mais
de 300 mil dormidas
no 1º semestre de 2013
O Algarve ganhou 329793 dormidas entre janeiro e junho deste
ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, registando um
total acumulado de 5,8 milhões de dormidas (+7,6 por cento) no
semestre, revelou recentemente o Instituto Nacional de Estatística
(INE).
Os resultados preliminares da hotelaria em junho foram igualmente positivos para a região, com uma variação homóloga mensal
de 7,1 por cento de dormidas, 3,5 por cento de hóspedes e 10,4
por cento de proveitos totais.
Segundo o INE, a hotelaria algarvia acolheu em junho cerca
de 1,8 milhões de dormidas, os hóspedes totalizaram 386 mil e os
proveitos totais ascenderam a 72,8 milhões de euros. Ainda em
junho, a taxa de ocupação situou-se nos 57 por cento (+2,6 pontos
percentuais) e a estada média foi de 4,7 noites.
O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA) considera
os resultados «uma performance muito positiva» do destino e espera vir a «fidelizar turistas para todo o ano», antecipa Desidério
Silva.
Eurorregião AlentejoAlgarve-Andaluzia
participa nos Open Days
A Eurorregião Alentejo/Algarve/Andaluzia estará presente nos
Open Days 2013 – Semana Europeia de Regiões e Cidades, em Bruxelas (Bélgica), através da organização do seminário «Fronteiras
Fluviais e Marítimas: partilhando experiências regionais», no dia
9 de outubro.
O seminário conta com a participação do presidente da eurorregião e também presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, David Santos, no painel
sobre «O Rio Guadiana como núcleo base da cooperação».
Estarão também presentes representantes da Junta da Andaluzia, da Eurorregião Meuse–Rhine e da Eurorregião Bavarian Forest,
que partilharão interessantes experiências.
Os Open Days reúnem centenas de representantes políticos,
peritos e profissionais para debater a política regional.
Este ano, o evento assinala um momento crucial das regiões
e cidades da Europa que se encontram na fase final dos seus preparativos para o período de fundos comunitários de 2014/2020 da
recentemente renovada política de coesão da UE.
13
Rotary de Estoi entregou carrinha
refrigerada ao Banco Alimentar
Contra a Fome do Algarve
O Rotary Club Estoi Palace
International entregou na passada quarta-feira uma carrinha
refrigerada ao Banco Alimentar
contra a Fome do Algarve, fruto
da solidariedade de uma rede
que engloba, além do clube de
Estoi, membros do Brasil e dos
EUA.
Esta iniciativa surge na
sequência de um «Matching
Grant», um programa da Rotary Foundation que possibilita
aos clubes rotários qualificados
trabalharem com outros clubes
e distritos rotários e candidatarem-se a fundos para grandes
projetos.
O projeto, que começou
em abril de 2012, conta com
o apoio de um clube rotário
do Texas, um distrito rotário
também do Texas e um clube
da Pensilvânia, nos Estados Unidos, assim como um grupo internacional de rotários e de um
distrito rotário do Brasil.
Uma grande percentagem
dos fundos vem diretamente da
sede da Rotary Foundation, em
Chicago (EUA).
Na candidatura do Rotary
Club Estoi Palace International, pode ler-se que o Banco
Alimentar da Região do Algarve
serve 16.000 pessoas por mês,
através de 73 instituições do
Algarve, existindo ainda 13 instituições, e cerca de 4000 pessoas, que estão em espera para
poderem receber apoio.
O projeto permitiu financiar
um veículo com as características e especificações determinadas pelo Banco Alimentar, para
que possa recolher uma tonelada de alimentos perecíveis por
dia, ou seja, um total de 250
toneladas por ano.
Fundado em 2008, o Rotary
Club Estoi Palace International
é um clube com 18 membros
oriundos de oito nacionalida-
des, em que o idioma oficial é
o inglês.
O seu primeiro projeto de
apoio à comunidade na freguesia de Estoi foi a angariação de
fundos e a compra e distribuição de suplementos de leite nos
pacotes de ajuda que o Banco
Alimentar Contra a Fome organiza mensalmente.
O principal objetivo do clube é beneficiar principalmente
as crianças e para esse efeito o
leite é o alimento eleito a suportar. Um total de 78 famílias
(182 pessoas), identificadas na
área da Casa do Povo de Estoi,
recebem hoje apoio.
Desde que o projeto começou, em julho de 2009, já foram
distribuídos aproximadamente
23.000 litros de leite, com um
custo atual de aproximadamente 10.000 euros.
Quatro projetos aprovados
para a Eurorregião Alentejo-AlgarveAndaluzia (EUROAAA)
O Comité de Gestão do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça EspanhaPortugal (POCTEP) 2007-2013
aprovou 20 projetos de cooperação, nos quais se incluem
quatro para a Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (EUROAAA).
Os projetos foram apresentados em julho, no âmbito
da Terceira Convocatória do
Programa, de um total de 104
candidaturas, representando
um investimento total ao longo
da fronteira de 21 milhões de
euros, com uma contribuição
FEDER de 15,7 milhões de euros.
Dos 20 projetos aprovados,
12 são do eixo 1 (Fomento da
Competitividade e Promoção do
Emprego) e oito do Eixo 2 (Ambiente, Património e Prevenção
de Riscos).
Para a Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (EUROAAA), foram aprovados quatro
projetos.
O GERITRANSA – Gestão de
Riscos Transfronteiriços, coordenado pela Empresa Pública
de Emergências Sanitárias da
Junta da Andaluzia e tem parceria com o INEM, pretende
desenvolver ações destinadas
a estabelecer uma base de conhecimento mútuo e comunicações eficazes para fazer frente
a contingências sanitárias criadas por catástrofes ambientais,
incidentes com múltiplas vítimas e alertas de saúde.
O ODYSSEA – Desenvolvimento e Dinamização dos recursos Náuticos e Fluviais visa implementar um modelo europeu
inovador de desenvolvimento
territorial socioeconómico entre os atores locais públicos e
privados para melhor valorizar
e dinamizar os recursos turísticos, náuticos, culturais e o património das cidades portuárias
y fluviais.
As entidades parceiras são
a Consejeria do Turismo e comércio da Junta da Andaluzia
(Coordenador do projecto), e
as Câmaras de Grândola e de
Silves.
O terceiro projeto aprovado foi o RUTA CECE – Rota de
Cooperação Territorial e de Comércio Eletrónico, que pretende incentivar a plena integração das empresas da sociedade
da informação de ambos lados
da fronteira, promovendo o
incremento do tecido empresarial diversificado e sustentável
através de uma estreita colaboração transfronteiriça e impulsionando o cooperativismo
Algarve-Huelva como medida
de demonstração efetiva para
o aproveitamento de sinergias,
oportunidades de negócio, criação de emprego e o associativismo como via de crescimento
económico sustentado e sustentável.
A entidade coordenadora
deste projecto é a Câmara Municipal de Palma del Condado,
em parceria com as Câmaras
de Ayamonte, Lepe, Faro e as
Associações UATAE, MITA ONG e
a CEAL.
Por fim, o TRADE II – Sistema de Observação INTERREG
RADAR para Proteção do Meio
Ambiente - pretende dotar a
região de uma infraestrutura
tecnológica de prevenção dos
riscos existentes e ao mesmo
tempo melhorar de forma substancial a gestão do litoral, na
prevenção destes riscos e também na distribuição de informação sobre o estado do mar em
tempo real ao cidadão comum,
de forma semelhante à da distribuição da previsão meteorológica, sendo esta de interesse
para a navegação de recreio,
pesca e segurança balnear.
Trata-se de um projeto coordenado pelo Instituto Hidrográfico Português e tem parceria com a Agencia de Portos da
Junta da Andaluzia.
Mais informação pode ser
obtida no sítio www.euroaaa.
eu.
14
_ano XIX
d e s p o r t o
_edição nº 865
_04 set 2013
FUTEBOL – LIGA2 CABOVISÃO
Farense perde nos Açores e desce
ao último lugar da tabela
O Farense sofreu este domingo mais uma derrota, por 2-0, na
deslocação ao terreno do Santa Clara, nos Açores, com golos de
Tiago Leonço e Minhoca já na segunda metade, um resultado que
empurrou os algarvios para o último lugar da Liga2 Cabovisão.
Na primeira parte, o Santa Clara foi melhor em campo, com
boas oportunidades de golo perante um Farense recuado e pouco
ofensivo.
Minhoca foi o jogador em destaque a fazer vários remates perigosos, mas acabou por pecar na pontaria ou ver o guarda-redes
contrário parar a bola.
Só aos 53 minutos a equipa da casa conseguiu superiorizar-se
no marcador, através do brasileiro Tiago Leonço, que depois de
receber a bola num cruzamento de Hugo Santos, atirou de cabeça
para o primeiro do Santa Clara.
Dez minutos depois, assistido por Tiago Leonço, Minhoca concretizou finalmente as ameaças da primeira parte e alargou a vantagem para o 2-0 num remate forte para dentro da baliza de Ivo.
Aos 81 minutos, Serginho conseguiu através de uma excelente
defesa evitar o golo da equipa de Faro, negando a Livramento um
golo de cabeça.
O Farense soma apenas dois pontos, ao cabo de cinco jornadas, e ocupa o 22.º e último lugar da tabela.
Ficha
Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada. Árbitro: Rui Rodrigues (AF Lisboa), auxiliado por Hugo Ribeiro e Vítor Cruz. Assistência: 589 espetadores.
Santa Clara – Serginho; Mike, Accioly, Sandro e Igor; Seddiki,
Pacheco e Minhoca; João Ventura (Ruizinho, 59), Hugo Santos (Lucas Souza, 59) e Tiago Leonço (Pedro Cervantes, 80). Treinador:
Carlos Condeço.
Farense – Ivo; Carlitos, Fausto, Diogo Silva e Hugo Luz; Bilro e
Peixinho (Livramento,72); Ibukun, Neca (Fábio Felício, 61) e João
Reis (Matias, 61); Adelaja. Treinador: Mauro de Brito.
Marcadores: Tiago Leonço (53) e Minhoca (63).
Disciplina: Cartão amarelo para Fausto (35), Neca (39), Hugo
Santos (44), Seiddiki (68), Ruizinho (78) e Bilro (78).
FUTEBOL – LIGA2 CABOVISÃO
Portimonense volta aos triunfos
com goleada sobre o Atlético
O Portimonense voltou a vencer na II Liga portuguesa de futebol, ao golear em casa, no domingo, o Atlético por 4-0, impondo a
primeira derrota dos forasteiros na prova à quinta jornada.
Sem triunfar desde a jornada inaugural do campeonato (3-0
ao Farense), os algarvios mostraram-se muito eficazes na primeira
parte, marcando três golos em três remates à baliza dos lisboetas,
vantagem aumentada com mais um golo após o intervalo, com destaque para o «bis» de Dyego Sousa.
Logo aos três minutos, no primeiro lance de perigo do jogo,
Zambujo inaugurou o marcador com um golo de belo efeito, após
jogada entre Ricardo Pessoa e Semedo, tendo o extremo recebido
com o peito e atirado de primeira.
Embora a jogar a um ritmo baixo, o Portimonense revelou-se
infalível no último terço, voltando a marcar aos 24 minutos, quando Dyego Sousa finalizou de cabeça na área após cruzamento, na
esquerda, de Quinaz.
O Atlético tentou reagir mas encontrou no guardião Márcio Ramos o maior obstáculo, ao evitar as tentativas de Pedro Moreira
(30) e Hugo Pina (33), acabando por ver o Portimonense aumentar
a vantagem aos 40 minutos, num belo golo de Quinaz na conclusão
de um livre “estudado”.
A história do jogo na segunda parte resume-se à gestão tranquila do resultado pelos algarvios, que ainda marcaram mais um
golo, diante de um Atlético conformado com a primeira derrota da
época na II Liga.
O avançado brasileiro Dyego Sousa «bisou» aos 69 minutos, novamente de cabeça, na sequência de um canto de Ricardo Pessoa,
e teve nos pés outras duas boas ocasiões, evitadas por Leão.
Com o triunfo, a equipa de Portimão subiu ao 10.º lugar, com 7
pontos, menos um do que o Atlético.
Ficha
Estádio Municipal de Portimão. Árbitro: Carlos Espadinha (AF
Portalegre), auxiliado por Paulo Paiva e Vítor Silva. Assistência:
518 espetadores.
Portimonense – Márcio Ramos; Ricardo Pessoa, Ivo Nicolau, Rui
Correia e Nelsinho; Semedo e Vítor Moreno (Bruno Gonzalez, 73);
Zambujo (Zé Miguel, 73), Mica (Filipe, 83) e Quinaz; Dyego Sousa.
Treinador: Lázaro Oliveira.
Atlético – Leão; Pedro Caipiro, Hugo Carreira (Mauro Antunes,
63), Silva e Raul Martins; Hugo Pina e Afonso Taira (Bijou, 75);
Pedro Moreira, Marco Bicho e Tiago Cerveira (João Mário, 63); Rui
Varela. Treinador: Gorka Etxeberria.
Marcadores: Zambujo (3), Dyego Sousa (24 e 69) e Quinaz
(40).
Disciplina: Cartão amarelo para Hugo Carreira (5), Dyego Sousa
(5), Bruno Gonzalez (90+3) e João Mário (90+3).
Ciclismo:
Clube Xelb em destaque nos Nacionais
de estrada
A júnior Ana Silvestre (Clube Xelb) e a veterana Teresa Fernandes (Clube Xelb) sagraram-se campeãs nacionais de estrada, em
ciclismo, na prova realizada recentemente na Curia.
A campeã nacional de maratonas BTT, Celina Carpinteiro, em
representação do Ouribike/Ouriquense, venceu na categoria de
elite, impondo-se ao cabo dos 118,2 quilómetros da principal corrida de atribuição dos títulos femininos.
A corredora precisou de 3:34.48 horas para percorrer o percurso, cumprido à média de 33,017 km/h.
As juniores cumpriram 79 quilómetros, que também não foram suficientes para separar as duas melhores desta categoria.
Ana Silvestre e Ana Tomás (BTT Seia) chegaram juntas à meta, com
vitória da corredora algarvia, que gastou 2:24.50 horas.
O Clube Xelb, de Silves, além de ganhar em juniores, dominou
também na categoria de veteranas, conquistando os dois primeiros
postos.
Teresa Fernandes sagrou-se campeã nacional, depois de percorrer os 59,6 quilómetros em 1:47.31 horas, à média de 33,260
km/h. A colega de equipa Elisete Sousa foi a 2.ª classificada, a
3.05 minutos.
A Câmara Municipal de Silves já felicitou as atletas campeãs
“pelos excelentes resultados alcançados” e o Clube Xelb “pelo
meritório trabalho que tem vindo a desenvolver na promoção e
desenvolvimento desta modalidade”.
INFORMAÇÃO ACTUALIZADA EM WWW.DIARIONLINE.PT
Futebol:
Quarteirense e Ferreiras
eliminados na Taça
de Portugal
O Quarteirense e o Ferreiras, os dois únicos conjuntos algarvios
em competição na primeira ronda da Taça de Portugal em futebol,
que se jogou este domingo, foram ambos eliminados.
Em casa, o Quarteirense, que milita no Campeonato Nacional
de Seniores, perdeu com o Amora, que joga no campeonato distrital de Setúbal, após prolongamento (1-2), depois de um empate
(1-1) no tempo regulamentar.
Já o Ferreiras (CNS), orientado por Ricardo Moreira, ficou
para trás depois de uma derrota (3-2) no terreno do São João Ver
(CNS).
Recorde-se, o Louletano (CNS), o Esp. Lagos (CNS) e o Lus.
VRSA (Distritais) tinham ficado isentos de competir, de acordo com
o sorteio da ronda inaugural.
Estas três equipas vão juntar-se, portanto, aos dois emblemas
algarvios que participam na Liga2 Cabovisão (Portimonense e Farense), na próxima ronda, marcada para 22 de setembro.
Associação de Futebol
do Algarve lançou
«Bolsa de Treinadores»
A Associação de Futebol do Algarve (AFA) está a desenvolver
uma aplicação denominada «Bolsa de Treinadores», que oferece
“múltiplas vantagens” para os clubes e para os técnicos de futebol
e de futsal, facilitando a sua colocação.
“Trata-se de uma ferramenta de grande utilidade, à qual, devido às suas inegáveis vantagens, decidimos dar uma amplitude nacional, com os responsáveis dos clubes a disporem da possibilidade
de preencherem lacunas nos seus quadros técnicos através do recurso a esta nova aplicação”, refere, em comunicado, a associação
liderada por Alves Caetano.
Esta “inovação” da AFA, “seguramente uma mais-valia para os
clubes e para vários agentes desportivos”, está disponível no sítio
http://www.bolsadetreinadores.pt.
Três centenas
de velejadores
participaram na Subida
e Descida do Guadiana
A 29.ª Subida e Descida Internacional do Guadiana, em vela,
realizada este fim de semana, atingiu níveis de participação nunca
vistos, com a presença de 140 embarcações e um total de 300
velejadores e 250 acompanhantes e apoiantes.
Trata-se da mais antiga prova do género que se realiza na Península Ibérica, com organização conjunta da Associação Naval do
Guadiana e do Club Nautico Isla Canela, com o apoio de entidades
dos dois países.
As centenas de participantes e adeptos da vela deram um
enorme colorido e animação ao guadiana e às vilas ribeirinhas vizinhas de Alcoutim e Sanlucar.
Os participantes jantaram, no sábado, no castelo da vila de Alcoutim, a que se seguiu a tradicional e desejada festa da espuma,
que durou até altas horas da madrugada.
Na componente desportiva, a subida decorreu com vento moderado de sudoeste e a primeira embarcação demorou cerca de
duas horas e meia a cumprir o percurso.
João Abrantes (ANG), venceu a classe com maior número de
participantes e a mais jovem; a embarcação «Paquito», do Ginásio Clube Naval de Faro, venceu o troféu de melhor tempo, com
2:34.28 horas; Joana Pádua e Mara Bento (ANG) triunfaram em
laser pico; Jack Cokson (Clube de Vela de Lagos) em laser radial;
Miguel Cabrera (CNIC) em laser 4.7; e Filipe Pedro (ANG) em laser
standard.
O MAIS COMPLETO
E FUNCIONAL
NA INTERNET
_ano XIX
d e s p o r t o
_edição nº 865
15
_04 set 2013
Miguel Praia consegue
melhor resultado
da temporada
no Moto 1000GP
Aos comandos da Honda CBR 1000RR com as cores da Center
Moto, o piloto algarvio Miguel Praia conseguiu, no circuito paranaense de Cascavel, o melhor resultado da temporada no Moto
1000GP, ao terminar na 4.ª posição final.
No Autódromo Zilmar Beaux, depois de ter sido 8.º numa qualificação onde as diferenças entre os principais protagonistas foram
muito reduzidas, foi com natural expectativa que o piloto de Albufeira enfrentou a corrida.
As condições de corrida foram completamente distintas dos
treinos realizados no rápido circuito, que mesmo com pouco mais
de três mil metros de perímetro permite tempo por volta ligeiramente acima dos 60 segundos.
Na manhã da corrida, as temperaturas mais baixas alteraram
por completo as condições de aderência do asfalto com a ajuda de
uma maior percentagem de humidade, que deixou a pista bastante
mais fria e quase molhada, condições completamente desconhecidas para o piloto do Algarve e para a sua Honda CBR 1000RR.
Mesmo assim, Praia arrancou muito bem e de imediato se colocou na 4.ª posição atrás do trio da frente que discutiu o pódio.
Mas com reações completamente distintas por parte da moto,
a segunda parte da corrida foi feita de forma calculista para garantir o 4.º posto, o melhor resultado do ano neste competitivo
campeonato.
“No arranque saí muito bem e colei-me com os três da frente,
tentei manter o contacto com ele para lutar na fase final pelo pódio, mas nunca me senti confortável com a moto e após o esforço
da primeira metade da corrida acabei por me ressentir também
fisicamente e optei por baixar o ritmo”, disse Praia.
O piloto algarvio manteve-se a salvo de ataques dos pilotos
que rodavam atrás dele e preferiu segurar este resultado “e pensar
no campeonato”.
“Acho que o facto de ter feito tantas viagens intercontinentais
nas últimas semanas e o esforço de corridas consecutivas em três
semanas também se notou. Mas estou muito satisfeito com a minha
prestação, mostrei que sou dos pilotos mais rápidos do campeonato e que posso lutar pelo pódio, que é o objetivo para o próximo
confronto aqui no Brasil”, concluiu.
Na próxima prova, Miguel Praia regressa a uma pista já conhecida, o Autódromo José Carlos Pace, no Rio de Janeiro, já no
próximo dia 22 de setembro.
Portimão:
Novo centro de treinos
junta modalidades de
combate e defesa pessoal
As portas do novo espaço de «artes de guerra» de Portimão,
criado para acolher várias modalidades desportivas que têm por
base o combate e a defesa pessoal, abriram na passada segundafeira, 2 de setembro.
Num só espaço, o Centro Treinos Portimão, os interessados encontrarão aulas de boxe, muay thay e taekwondo para adultos e
crianças, commando krav maga e wrestling.
Neste centro, estarão sediadas as aulas do Clube Taekwondo
Portimão, da Escola Boxe Portimão, do Top Team-Muay Thai, da
Associação Portuguesa de Wrestling e do Commando Krav Maga,
“entidades do concelho que já provaram a sua excelência a nível
nacional e internacional”, refere-se, em comunicado.
“O Centro Treinos Portimão procura criar sinergias entre a
comunidade e estas modalidades, provar que na génese de qualquer modalidade de combate está o respeito e a integridade e
contribuir para a manutenção de campeões nacionais e europeus,
proporcionando um espaço com todas as condições para a dinamização e crescimento das modalidades que acolhe”, salientam os
seus promotores.
FUTEBOL – LIGA ZON SAGRES
Olhanense deixa fugir vitória
na Madeira ao minuto 93
Um golo de Fidélis, já em tempo de compensação, permitiu ao
Marítimo empatar no domingo com o Olhanense (1-1), em jogo da
3.ª jornada da Liga Zon Sagres, disputado no Funchal, depois de os
algarvios terem estado em vantagem desde os 28 minutos.
Os insulares acabaram por ser felizes, mas fizeram por isso,
uma vez que foram a equipa que teve mais iniciativa, revelando,
porém, uma enorme ineficácia.
O Marítimo sentiu muitas dificuldades para ultrapassar a boa
organização defensiva dos algarvios, que ganharam maior confiança com o avanço no marcador, acabando por sofrer um golo, quando no banco já se festejava o triunfo.
O guarda-redes Ricardo, da equipa de Olhão, merece menção,
face à grande exibição realizada, adiando por diversas vezes o golo
ao adversário.
Nos primeiros 20 minutos, a equipa orientada por Pedro Martins dispôs de várias oportunidades para marcar, mas Ricardo negou
por diversas vezes esse objetivo, detendo vários remates, entre os
quais um de Sami (13) e o outro a Rúben Ferreira (21).
Contudo, aos 28 minutos, o árbitro entendeu que o brasileiro
Igor Rossi cortou a bola com a mão e não hesitou em assinalar uma
grande penalidade, que Rui Duarte não desperdiçou, batendo José
Sá.
Aos 38 minutos, o Marítimo quase marcava, quando Heldon
passou em velocidade por Ricardo, mas Vítor Bastos tapou bem a
baliza, evitando o tento da igualdade.
Na segunda parte, o assédio à baliza do Olhanense intensificou-se e, aos 48 minutos, Heldon cruzou e Sami, com um cabeceamento, atirou ao lado.
O mesmo Sami, aos 53 minutos, voltou a não acertar com o
alvo, em novo lance perigoso construído por Heldon, mas Ricardo
estava lá para evitar o pior.
O guarda-redes do Olhanense voltou a brilhar aos 60 minutos,
com uma grande intervenção, a negar o golo a Derley, que cabeceou para a baliza, imagem que se viria a repetir dois minutos
depois.
Aos 78 minutos, foi o estreante Rodrigo Lindoso a falhar o golo,
em excelente posição para marcar, após assistência de Derley.
Já quando os adeptos começavam a abandonar o estádio, o
Marítimo chegou à igualdade, aos 90+3 minutos, num lance polémico que Fidélis finalizou com êxito, ficando a dúvida se o brasileiro estaria ou não em posição irregular.
“O empate tem um sabor amargo, pelas circunstâncias do
jogo. Tivemos uma prestação bastante positiva, com muito critério e bom trabalho dos meus jogadores, que interpretaram na
íntegra o que tínhamos preparado”, disse o técnico do Olhanense,
Abel Xavier.
“A minha equipa é um coletivo e não atribuo mérito a nenhum
jogador enquanto for treinador do Olhanense. Implantámos o nosso jogo e temos de provar, contra todas as adversidades existentes
no futebol, que somos competitivos”, acrescentou.
Já o treinador do Marítimo, Pedro Martins, lamentou as ocasiões falhadas: “Quando se falha na finalização, paga-se caro e hoje
foi isso que aconteceu.”
“O Olhanense foi uma equipa que jogou com um bloco baixo
e nós não conseguimos controlar essa situação. Sofremos um golo
e depois fomos à procura dos golos que precisávamos para vencer.
Não foi isso que aconteceu, empatámos, mas o futebol é isto mesmo”, comentou.
Ficha
Estádio dos Barreiros, no Funchal. Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro), auxiliado por José Oliveira e Miguel Aguilar. Assistência: 3440
espetadores.
Marítimo – José Sá; Briguel, Igor Rossi, Márcio Rozário e Ruben
Ferreira (Fidélis, 75); Danilo Pereira, João Luiz (Rodrigo Lindoso,
48) e Artur (Danilo Dias, 68); Heldon, Derley e Sami. Treinador:
Pedro Martins.
Olhanense – Ricardo; Luís Filipe, Diakhité, Vítor Bastos e Jander; Celestino e Rui Duarte; Balogun (Bigazzi, 74), João Ribeiro e
Diego Gonçalves; Mehmeti (Vojtus, 9). Treinador: Abel Xavier.
Marcadores: Rui Duarte (28, gp) e Fidélis (90+3).
Disciplina: cartão amarelo para Igor Rossi (27) e Márcio Rozário
(27); cartão vermelho direto para Briguel (82).
Olhanense inicia processo
de revitalização para contornar
“sufoco de tesouraria”
O presidente do Olhanense, Isidoro Sousa, confirmou quintafeira que o clube entregou na semana passada o pedido para dar
início a um Processo Especial de Revitalização (PER), para contornar “o sufoco de tesouraria” que afeta o clube.
“Entregámos [na quarta-feira] o pedido para recorrermos ao
PER. Fizemo-lo porque é uma ferramenta que serve para as empresas e para os clubes e achamos que é a melhor forma de pagarmos
a dívida a longo prazo”, disse o dirigente, após a assembleia geral
realizada na quinta-feira à noite, que serviu para esclarecer os
associados do emblema algarvio.
De acordo com Isidoro Sousa, o Olhanense está a ser afetado
por “um enorme sufoco de tesouraria” e não tem capacidade para
“satisfazer os compromissos mensais”.
O PER é uma ferramenta alternativa ao processo de insolvência, que visa a criação de um plano de reestruturação, em acordo
com os credores, para recuperar a situação económica do devedor.
Recorde-se, o clube concedeu a partir desta época os direitos
desportivos de participação na I Liga de futebol a uma sociedade
anónima desportiva, a Olhanense SAD, cujo capital social é detido
maioritariamente (80%) por um grupo de empresários italianos.
“Esta foi a melhor solução do Olhanense para estabilizar o futebol profissional e, agora, queremos estabilizar o clube, o que
iremos conseguir com o empenho de todos. Vamos manter o património e a equipa na I Liga, o que não é fácil para quem está longe
dos grandes centros”, sustentou Isidoro Sousa.
Em relação aos três meses de ordenados em atraso reclamados
pelos funcionários do clube, o dirigente, que também lidera a SAD,
espera resolver parte do problema durante esta semana.
“Já fizemos diligências para tentarmos pagar, pelo menos,
parte desses vencimentos, o mais rápido possível. Estou preocupadíssimo com a situação dos trabalhadores, mas esperançado que,
num prazo de uma semana, teremos uma solução para uma parte
dessas verbas”, explicou.
Golfista algarvio Ricardo Santos conclui
Open de Gales na 64.ª posição
O golfista algarvio Ricardo Santos concluiu o Open de Gales,
no domingo, no grupo dos 64.ºs classificados, com dez pancadas
acima do «par» e a 18 do vencedor, o francês Grégory Bourdy.
O atleta de Quarteira terminou esta prova do European Tour, a
primeira divisão europeia da modalidade, com agregado total de
294 pancadas nos quatro dias (75 na volta de domingo).
O golfista de Vilamoura anotou no cartão de domingo dois «birdies», um «bogey» e dois duplos-«bogeys».
Ricardo Santos, número 48 do ranking europeu e 145 do mundo, é o melhor golfista português da atualidade, tendo conseguido
cinco «top-10» nos 20 torneios disputados esta temporada e 446
mil euros em prémios monetários.
_ano XIX
p u b l i c i d a d e
16
_edição nº 865
_04 set 2013
Câmara Municipal de Alcoutim
AVISO
Nos termos do nº1 do artº1º, no nº2 do artº2ºe nºs 2 e 3 do artº 3º, todos da Lei nº 26/94, de 19 de Agosto , a seguir se publicitam os subsidios concedidos pela Câmara Municipal
de Alcoutim às pessoas colectivas e singulares exteriores ao Sector Publico Administrativo, durante o 1º semestre de 2013.
Beneficiário
Valor
ADECMAR - Associação de Desenvolvimento Etnográfico Cultural
de Martim Long
4.000,00 A Moira - Associação de Defesa e Prom. Patrim.
Conc. Alcoutim 31.500,00
Adriano Filipe Rosa Fatal
1.000,00 Agrupamento Defesa Sanitária de Alcoutim
15.000,00 ALCANCE-Associação p/ o Desenvolv. do
Nordeste Algarvio
37.295,77
Alzira Maria Fernandes
60,00 Alzira Maria Sequeira Mestre
60,00 Amália Maria Cavaco Pereira
70,00 Ana Claúdia Vilão Lourenço
1.000,00 Ana Cristina Ramos Barão Ginja
70,00 Ana Cristina Teixeira
60,00 Ana da Conceição da Cruz Gomes Miguel
70,00 Ana Filipa Pedro Custódio
1.000,00 Ana Maria Conceição Mestre
70,00 Ana Maria Goncalves Lourenco
60,00 Ana Maria Guerreiro Afonso Gomes
60,00 Ana Maria Mestre
60,00 Ana Paula Martins da P. Amaro
120,00 Ana Paula Mestre Fernandes Gonçalves
60,00 Ana Paula Rosa Teixeira da palma
60,00 Anabela Lourenço Afonso Rodrigues
70,00 Anabela Martins Cabrita Caixinha
60,00 Anabela Porfirio Coxinho
60,00 André Miguel Romeira Mestre
1.000,00 Andreia Isabel Afonso Palma
1.000,00 Antónia Constantina Gonzalez Cid
60,00 Antonio Manuel Marques Martins
70,00 Arminda da Palma Rodigues
70,00 Associação de Guitarra do Algarve
14.177,95
Associação de Pais e Encarregados de Ed. da
4.440,34
Escola B. I. de Martim Longo
Associação de Pais e Encarregados de educação
da EBI de Alcoutim
2.961,77
Associação Estudo da Diabetes mellitus e Ap.
ao Diabético do Algarve
4.500,00
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários
de Alcoutim
76.350,00 Associação Musical do Algarve
3.000,00
Associação Unidos do Monte
500,00
Benvinda da Conceição Fernandes C. Correia
120,00 Carla Cristina Teixeira Lourenço
60,00 Carla Cristina Xavier C. Mestre
120,00 CARLA MARIA MOTA MESTRE
60,00 Carla Patricia Luz Custódio Vicente
60,00 Carla Sandra Cardeira Gomes
60,00 Carlos Afonso Dias Galrito
452,49 Carmen Cristina Cavaleiro Pedroso
60,00 CAT- Centro de Apoio aos Trabalhadores
da C. M. Alcoutim
7.700,00 Célia Cristina Cavaco da Palma Rodrigues
1.000,00 Celia Maria Goncalves Cavaco Costa Domingues
60,00 Célia Teixeira Conceição Palma
120,00 60,00 Celina Teixeira Fernandes Afonso
Centro Cultural e Recreativo do Pessegueiro
500,00 Centro de Desenvolvimento Cultural e Social
de Martinlongo
12.207,50 Christian Guy Delaisse
60,00 Cidália da Cruz Gomes Correia
60,00 Cidália Gonçalves Mestre
60,00 Cidália Maria Dias Mestre Pereira
70,00 Cidália Maria Guilhermina Filipe Ventura
60,00 Clube Desportivo de Vaqueiros
7.125,00
Corpo Nacional de Escutas - Agrupamento 1107
1.360,00 Cruz Vermelha Portuguesa- Núcleo de Martim longo 15.000,00
Cumeadas- Associação de propriet. Florestais
das Cumeadas Baixo guadiana
10.000,00
Dalila Manuela da Costa Barros
70,00 Daniel Rodrigues Soares
70,00 David Manuel Pereira Dias
70,00 Duartina Teixeira Mestre
60,00 Elga Maria Pereira Rodrigues
60,00 Elisa Maria Martins
3.000,00 Elisabete Teixeira Candeias da Palma Martins
60,00 Beneficiário
Valor
Elisabete Teresa Cavaco Campos Santos Barão
60,00 60,00 Elizabete Gaspar Gonçalves da Silva Garcia
Elsa Cipriano Lourenço
1.000,00 Elsa do Carmo Fernandes Costa Martins
60,00 Elsa Maria da Conceicao Teixeira
70,00 Epifanio Vicente Soares Correia
70,00 Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia
de Martim Longo
22.687,35
Fábrica da Igreja Paroquial de S.Pedro de Vaqueiros
599,63
Fátima Cristina Cavaco da Palma Rodrigues
1.000,00 Felicidade Patricio Afonso de Melo
60,00 Fernanda Agostinho Teixeira Lourenço
60,00 Fernanda Maria Teixeira Cristóvão da Palma
60,00 Fernando Filipe Martins Augusto
1.000,00 Fernando Silvestre Pereira
70,00 Fernando Teixeira Martins Fernandes
70,00 GATO - Grupo de Ajuda a Toxicodependentes
940,00 Gisela Cristina Gonçalves Rodrigues
60,00 Giselle Delgado de Melo Cabral
60,00 GLOBALGARVE - Cooperação e Desenvolvimento, S.A. 8.851,60 Graça Maria Gonçalves da Palma Barbara
60,00 Grupo Desportivo de Alcoutim
28.250,00
60,00 Helena Maria Gonçalves Carrilho Palma
Helena Maria Pereira
60,00 Inês Catarina Cardeira Barbora
1.000,00 Inês Filipa Sequeira Romão
1.000,00 Inter-Vivos- Associação J.Nordeste Algarvio
10.633,00 Irene Pereira Mestre Henriques
60,00 Isabel Maria da Silva Mestre
60,00 Isabel Maria Martins Barbora Dias
60,00 Isabel Maria Matias Guerreiro Ribeiros
70,00 Isabel Maria Rodrigues Gonçalves Baltazar
60,00 Iuliana Prozorovschi
70,00 Jaime Manuel Pereira Cardeira
70,00 João Manuel Pereira da Palma
60,00 Joaquim Emanuel Cerejo Seabra
70,00 Jorge Daniel Sousa e Sousa
60,00 Jorge dos Santos Madeira
70,00 Jorge Miguel Guerreiro Vicente Joaquim
1.000,00 José Alberto Colaço Ribeiros
60,00 José Luis Barão Ginja
1.000,00 José Manuel Pereira Romana
70,00 José Manuel Vaz Corvo
60,00 Josélia Gonçalves Gomes Rosa
60,00 Josélia Joaquim Marques
60,00 Junta de Freguesia de Martim Longo
2.776,95
3.925,25
Junta de Freguesia de Vaqueiros
Lidia Susane Sofia
60,00 Lisete Maria Constança Gonçalves
70,00 Lucília Madeira Silvério Pereira
60,00 Lucinda Maria
2.000,00 Luis António Ribeiro Costa
120,00 Luis Miguel Gonçalves Simão
1.000,00 Luísa Maria Rodrigues
60,00 Lurdes Maria de Noronha Martins
70,00 M. Filomena dos Santos G. Mendes
130,00 Magali Martins Ramos
70,00 Manuel Bernardino das Neves Martins Seabra
570,07 Manuel Guerreiro Vicente
70,00 Maria de lurdes Mendes Lopes
70,00 Maria Adélia Pereira Rosa Simão
130,00 Maria Amália Guerreiro Rodrigues Isidoro
70,00 Maria Anabela Martins Guerreiro Inácio
60,00
Maria Antónia Palma Barão Teixeira
60,00
Maria Augusta Rodrigues Marinho
70,00
Maria Benilde Mestre Fernandes
60,00
Maria Catarina Martins Barbora
70,00
Maria Célia Pereira Madeira
70,00
Maria da Conceição da Silva Morais da Costa
70,00
Maria da Conceição Godinho Pereira Teixeira
130,00
60,00
Maria da Conceição Pereira Constantino Agostinho
Maria da Graça Santos Martins
60,00
Maria de Fátima Alves P. Rosário
120,00
Maria de Fátima Gonçalves Pereira
60,00
Maria de Fátima Guerreiro
130,00
Maria de Fátima Mendes Luís Vicente
60,00
PUBLICIDADE - REGIÃO SUL N.º 865 - 2013.09.04
Beneficiário
Valor
Maria Dilar Martins Fernandes
130,00
Maria do Rosario C. Martins Fernandes
70,00
Maria do Rosário Dias Vilão Lourenço
120,00
Maria do Rosário Rodrigues Lopes Luís
190,00
Maria do Rosário Ruas Reis Lopes
60,00
Maria dos Anjos Lourenço Afonso Domingues
60,00
Maria dos Anjos Rodrigues Costa Martins
60,00
Maria Fernanda Farinha António
120,00
Maria Inácia Amaro Francisco Teresa
70,00
Maria José Lopes Morgado P. Faustino Costa
60,00
Maria Júlia Martins da Cunha
120,00
Maria Leonor Pereira Palma Martins
60,00
Maria Liseta Guerreiro da Conceição
70,00
Maria Luisa Cavaco Lourenço e Faro
60,00
Maria Madalena Valente Marta
70,00
Maria Manuela Lourenço Nunes Fachas
70,00
Maria Manuela Romão Mestre Pereira Tendeiro
60,00
1.620,00
Maria Marcelino Mulungo Nunes
Maria Otilia Colaço Soares Guerreiro
60,00
Maria Peña Navarro Maria
130,00
Maria Rodrigues Martins Guerreiro
130,00
Maria Rosa Belchior Gomes Justino
70,00
Maria Serafina Teixeira Lourenço
70,00
Maria Teresa Vales Seabra
70,00
Marilia Cristina Silvério Pereira
1.000,00
Matilde Isabel Rodrigues Vicente Silva
60,00
Melanie González Fernandes
1.000,00
Movijovem - Mobilidade Juvenil, CIPRL 25.000,00
Nidia Maria Rosário Justo
60,00
Noémia Lourenço Afonso
70,00
ODIANA - Associação para o Desenvolvimento do
Baixo Guadiana
8.167,22
Ortelina Palma Henriques Pereira
60,00
Osvaldo dos Santos Gonçalves
60,00
Palmira Pereira Cavaco
60,00
Paula Cristina Gonçalves Rodrigues
60,00
Paulo Alexandre Martins Vaz
1.000,00
Paulo Jorge Pedro Custódio
1.000,00
Pedro Miguel Vel Manuel
3.000,00
Perpétua Marta Teixeira Martins
60,00
Raquel Filipa Martins Adriano
1.000,00
Rosa Maria Dias Gonçalves Lourenço
60,00
Rosa Maria Gomes da Palma
60,00
Rosa Maria Gomez Colaço
60,00
Rosa Maria Martins
2.000,00
Rosinda Maria Ferreira da Silva Lopes
70,00
Rowena Suarez Galas
120,00
Ruben Manuel Teixeira Martins
70,00
1.000,00
Rute Isabel Vicente Rita
Samuel Ribeiro Lourenço
70,00
Sandra Cristina Fernandes Mestre Afonso
60,00
Sandra Isabel Rodrigues Dionísio
60,00
Santa Casa da Misericórdia de Alcoutim 52.957,11
Sérgio Manuel dos Santos Teixeira
70,00
Sérgio Miguel Martins Teixeira
130,00
Sidónia Cristina Pereira Teixeira
60,00
Silvério Domingos Rodrigues
120,00
Silvina Maria Cavaco Gonçalves Nascimento
60,00
Snizhana Shymkiv
70,00
Sónia Luisa Alho Gomes
130,00
Soraya Beatriz Franco Luna Pereira
60,00
Tânia Navarro Pereira Luís
60,00
Teresa M. G. Martins Mendes
120,00
Teresa Maria Silvestre Gonçalves
120,00
Teresa Palma Henriques
70,00
Universidade do Algarve
150,00
Vitor Manuel Barão Rodrigues
3.000,00
Vitor Manuel Fernandes Teixeira
60,00
Zulmira da Conceição Silva Morais
60,00
TOTAL ..................................................... 459.259,00
Alcoutim, 29 de Julho de 2013
O Presidente da Câmara
(assinatura ilegível)
Francisco Augusto Caimoto Amaral,Dr
_ano XIX
g e r a l
_edição nº 865
_04 set 2013
Tavira acolhe 1.ª Feira da Dieta
Mediterrânica
CONSULTÓRIO
a meses da decisão da UNESCO
Questão:
“Atrasei-me no pagamento de um crédito. Será que o meu
nome está no Banco de Portugal?”
A DECO informa…
O Banco de Portugal gere a Central de Responsabilidades
de Crédito que é um sistema de informação, constituído por
informação recebida das entidades participantes sobre responsabilidades efectivas ou potenciais decorrentes de operações de crédito e por um conjunto de serviços relativos ao
seu processamento e difusão.
Esta base de dados contém informação de natureza positiva e negativa, isto porque todas as responsabilidades de
crédito acima de 50 euros, contraídas no sistema financeiro,
são comunicadas, independentemente de se encontrarem
em situação regular ou em incumprimento.
Assim, a Central de Responsabilidades contém, na grande maioria dos casos, informação de natureza positiva, que
comprova o bom pagamento do cliente até à última data de
reporte dessa mesma informação. No caso dos devedores em
situação de incumprimento, a informação da Central constitui um apoio às entidades participantes e aos próprios para
a sua regularização.
Em suma, qualquer pessoa, seja ela singular ou colectiva, pode solicitar o seu Mapa de Responsabilidades de crédito à Central de Responsabilidades de Crédito. Este mapa
contém informação sobre os montantes, as instituições que
comunicaram a informação, o nível de responsabilidade,
produto financeiro, prazo original, prazo residual, situação
do crédito, classe de crédito vencido e, caso existam, tipo e
valor de garantias associadas, bem como informação sobre
declarações de insolvência emitidas pelos Tribunais. Caso o
devedor seja um particular com crédito habitação, ao consumo ou automóvel, também contém informação sobre o
valor da prestação mensal suportada.
Para confirmar a informação reportada à Central pode
consultar o sítio do Banco de Portugal na Internet, formular
um pedido por escrito ao Banco de Portugal ou dirigir-se pessoalmente a um dos seus postos de atendimento.
Delegação Regional do Algarve - Rua Rasquinho, n.º 19 – 8000-416 FARO
Tel.: 289 863 103 – Fax: 289 863 108 – E-mail: [email protected]
Curso de técnico de
produção agropecuária
será experiência-piloto na
Escola Profissional de Alte
A Escola Profissional de Alte é uma das poucas escolas do país
selecionadas para o desenvolvimento de uma experiência-piloto,
um curso vocacional de nível secundário de técnico de produção
agropecuária.
O curso tem a duração de dois anos e confere certificação profissional de nível IV, incluindo uma forte componente prática (estágio formativo) que se realiza através de um modelo de alternância,
entre formação real em contexto de empresa e formação prática.
O público-alvo são jovens que completaram 16 anos de idade
e que concluíram o 3.º ciclo do ensino básico ou equivalente (9.º
ano de escolaridade).
Os cursos vocacionais secundários têm como objetivo assegurar a continuidade dos estudos e o desenvolvimento de conhecimentos e capacidades científicas, culturais e técnicas de natureza
profissional dos alunos que frequentaram os cursos vocacionais do
ensino básico. Estes cursos visam essencialmente uma melhor integração no mercado de trabalho e o prosseguimento de estudos.
Durante o curso são desenvolvidas atividades, em articulação
com o projeto educativo da escola, que visam a assimilação de
regras de trabalho de equipa, o espírito de iniciativa e o sentido
de responsabilidade dos alunos, levando os jovens a adquirir conhecimentos e a desenvolver capacidades e práticas que facilitem
futuramente a sua integração no mundo do trabalho.
As inscrições estão disponíveis em www.epalte.pt.
O MAIS COMPLETO
E FUNCIONAL
NA INTERNET
17
A gastronomia, o artesanato e os produtos nacionais vão
estar em destaque na 1.º Feira
da Dieta Mediterrânica, a realizar em Tavira entre 6 e 8 de setembro, no âmbito da sua candidatura a património cultural
imaterial da humanidade.
Tavira foi a cidade escolhida para liderar em Portugal
o processo de candidatura da
dieta mediterrânica a património imaterial da humanidade da
Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a
Cultura (UNESCO) e agora vai
acolher a feira, que os organizadores querem que seja uma
mostra deste património, a
quatro meses da decisão sobre
a sua classificação.
“A decisão vai ser tomada
em dezembro, no Azerbaijão,
e com esta feira procuramos
mostrar o património da dieta
mediterrânica, que passa pela
gastronomia, pelos produtos
nacionais, mas também pelas
tradições culturais e pela promoção de um estilo de vida
saudável”, afirmou o presidente da Câmara de Tavira, Jorge
Botelho, na cerimónia de apresentação da feira, realizada na
passada semana.
Além da autarquia, a feira
conta com a coorganização de
outros organismos, como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR)
do Algarve, a Direção Regional
de Agricultura e Pesca do Algarve, o Turismo do Algarve, a Escola de Hotelaria e Turismo de
Vila Real de Santo António ou a
associação de desenvolvimento
local algarvia IN LOCO.
O presidente da CCDR do
Algarve, David Santos, afirmou
que “está disponível uma verba
de 300 mil euros, a ser utilizada até 2015”, para promover
a Dieta Mediterrânica na feira
e noutras iniciativas a realizar
no futuro, que permitam também um maior envolvimento
da população nos objetivos da
candidatura.
A classificação deste património imaterial em Portugal
abrirá, segundo David Santos,
oportunidades ao nível do turismo e colocará o país num lote
de sete estados que partilham
um modelo alimentar, mas que
têm formas diferentes de o ex-
pressar, por exemplo, ao nível
gastronómico.
“Os produtos são os mesmos, mas há formas diferentes
de os tratar. A dieta mediterrânica de Portugal tem um elemento diferenciador dos outros
países, que é o peixe”, exemplificou.
A feira vai contar, ao longo
dos três dias, com um mercado
de produtores, passeios no território, colóquios, oficinas de
gastronomia, degustações de
produtos, música, ou exposições, entre outras atividades.
O artesanato com práticas
da dieta mediterrânica ou produtos como o vinho, o azeite e
o mel vão estar em destaque
na feira, que contará, segun-
do o dirigente da associação IN
LOCO Nelson Dias, com “cerca
de meia centena de produtores, na sua maioria do Algarve,
mas também de outras zonas do
país, uma vez que é uma candidatura nacional”.
A candidatura da dieta
mediterrânica a património
imaterial da Humanidade foi
promovida por Portugal, articulada com o Chipre, Argélia,
Croácia. Caso seja aprovada,
estes países juntam-se à Grécia, Espanha, Itália e Marrocos,
quatro países que viram inscritas, em novembro de 2010, as
suas dietas mediterrânicas na
lista do património imaterial da
UNESCO.
Academia de Música de Lagos promove
dois grandes concertos em setembro
Nos dias 7 e 28 de setembro, a Academia de Música de
Lagos vai promover dois grandes concertos, o Concerto com
os Jovens Solistas de Cordas e
Música de Câmara e o Concerto
para Dois Pianos e Orquestra.
O primeiro está inserido no
IV Curso de Cordas da Academia, e promete apresentar vários grupos de música de câmara
dominados pelos instrumentos
de cordas friccionadas (violino, viola d’arco, violoncelo e
contrabaixo) e um programa influenciado pela música clássica
e romântica alemã e francesa
dos séculos XVIII e XIX.
No dia 28, será apresentado
ao público o Concerto para Dois
Pianos e Orquestra, de Bernardo Sassetti, OCDA, um concerto
comemorativo do Dia Mundial
da Música que se centrará na
homenagem a um dos grandes
compositores portugueses dos
últimos 50 anos.
A obra Concerto para Dois
Pianos e Orquestra, peça encomendada pela Academia de
Música de Lagos será, nesta
data, interpretada pelos pianistas Armando Mota e João Rosa
e pela Orquestra Clássica da
Academia.
Estes são dos principais destaques da programação cultural
do mês de setembro no concelho de Lagos, a par do Festival
Flamenco, entre os dias 12 e
14, no centro cultural.
Neste espaço, sobe ao palco, no dia 6, pelas 21:30 horas,
a comédia «Agarra que é Milionário», a cargo da Aplaude
Sucesso, e que conta com a
participação de artistas muito
conhecidos do grande público,
como Tozé Martinho, Carlos
Areia, Patrícia Candoso e Marta Fernandes, entre outros, ao
qual se segue uma homenagem
à música portuguesa.
Também no centro cultural de Lagos, pode, durante o
mês, assistir gratuitamente às
sessões de cinema que lá acontecem todas as quartas-feiras,
pelas 21:30 (dias 4, 11, 18 e
25), integradas no ciclo «À Flor
da Pele».
Ainda no mesmo equipamento cultural, mas já na área
das artes plásticas, podem ser
visitadas as exposições, de entrada livre, ali patentes durante
o mês: a exposição «Calçada»,
do Grupo de Artistas Algarve
Artists Network e a exposição
«Imargem Lagos 2013».
Nos antigos paços do concelho estará patente, de 9 de
setembro a 4 de outubro, uma
exposição de pintura de Sónia
Reis, enquanto no posto municipal de exposições é apresentada durante todo o mês a mostra de artesanato «Elementos
Mistos».
Menção honrosa para Tiago
Nené no Prémio Nacional de
Poesia da Vila de Fânzeres
O poeta algarvio Tiago Nené recebeu uma menção honrosa
na 22.ª edição do Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres,
promovido pela junta de freguesia de Fânzeres, no concelho de
Gondomar (Porto).
A obra «Pomada em pó», da autoria de Boaventura de Sousa
Santos (Coimbra), foi a grande vencedora da iniciativa.
Foram também contempladas com uma menção honrosa as
seguintes obras: «Nuvem com superfície Variável», de Tiago Nené
(Faro); «Lisboa Modos de Habitar», de José Domingos dos Santos
(Amora); e «Um homem pendurado na árvore», de Fernando Hilário (Porto).
a
18
g
e
n
d
_ano XIX
a
_edição nº 865
_04 set 2013
Previsões
Cartomânticas Tarot
SOS - E m e r g ê n c i a
FOGO - INCÊNDIO
117
EMERGÊNCIA MÉDICA
112
Corporações de Bombeiros
Municipais
Faro ……....………
Loulé …….……….
Olhão …………….
Tavira ……..………
289888000
289416702
289710000
281322122
Voluntários
Albufeira ………… 289586333
Alcoutim …....…… 281540450
Aljezur ….………… 282998258
Faro …………….…
Lagoa ………….….
Lagos ……...……...
Messines …………
Monchique ….……
Portimão ….………
S. Brás Alportel ....
Silves …….……..…
Vila do Bispo ..……
V. R. Stº António ...
289803066
282352888
282770790
282339633
282912115
282422122
289842606
282442411
282639285
281543202
T e l e f o n e s
H O S P I T A I S
FARO (HDF)
Informações PORTIMÃO (HBA)
Linha Azul LAGOS (HDL)
289 891 100
289 891 130
282 450 300
282 413 400
282 763 034
CENTROS de SAÚDE
ALBUFEIRA ALCOUTIM Giões Martinlongo
Pereiro Vaqueiros ALJEZUR
CASTRO MARIM
Altura Azinhal Odeleite FARO
Montenegro
Conceição Culatra Estoi
Stª B. Nexe
Bordeira
LAGOA
Carvoeiro Estombar Ferragudo Parchal Porches
LAGOS
Bensafrim Odiáxere JF da Luz Espiche B. S. João 289 586 350
281 546 559
281 498 124
281 498 194
281 547 263
281 498 152
282 998 113
281 531 027
281 957 846
281 495 711
281 495 226
289 823 680
289 817 181
289 824 259
289 703 327
289 991 372
289 990 105
289 991 372
282 340 370
282 432 665
282 432 665
282 461 361
282 418 081
282 381 005
282 770 100
282 687 756
282 799 450
282 789 722
282 788 565
282 687 439
G N R
Grupo Territorial
Faro ................................
Destacamentos Territoriais
Faro.................................
Tavira ..............................
Loulé ..............................
Albufeira ........................
Portimão ........................
Silves .............................
Postos Territoriais
Albufeira ………………...
Alcoutim ………………...
Aljezur ………………......
Almancil …………….......
Armação de Pêra …..….
Carvoeiro …………...…..
Castro Marim ……...……
Faro ……………........…..
Lagoa ……………...…….
Lagos ……………...…….
Loulé ……………...……..
Martinlongo ……...……..
Monchique ……...………
Odeceixe ………...…...…
289887600
289887605
281325704
289410490
289590790
282420750
282442414
289590790
281546208
282998130
289351530
282312178
282356460
281531004
289887603
282380190
282762809
289410490
281498131
282912629
282947682
LOULÉ
Almancil
Alte
Ameixial
Benafim
Boliqueime
Cortelha
Monte Seco
Quarteira
Querença
Salir
Tôr
MONCHIQUE Alferce Marmelete OLHÃO
PORTIMÃO
Alvor
Mexilhoeira Grande S.BRÁS ALPORTEL
SILVES
Algoz
Armação de Pêra Pêra S. B. de Messines S. Marcos de Serra Tunes
TAVIRA
Cabanas/Conceição
Cachopo Luz Stª Catarina Fonte Bispo Stª Luzia Stº Estevão VILA DO BISPO
Barão de S. Miguel Burgau Luz-Budens Sagres V. R. STº ANTÓNIO
Monte Gordo Vila Nova de Cacela Olhão …………………….
Olhos D’Água …………...
Paderne ………………….
Portimão …………………
Quarteira …………………
Salir ………………………
Silves …………………….
S. Bartolomeu Messines São Brás de Alportel …..
Tavira …………………….
Vilamoura ……………….
Vila do Bispo ……….......
Vila R. de Stº António ….
Posto Sazonal
Fuseta ….........................
289703089
289501478
289367115
282420750
289315662
289489136
282442414
282339246
289840800
281325704
289381780
282639112
281530150
289793365
P S P
FARO ..................................
Aeroporto de Faro .......
LAGOS ...............................
OLHÃO ...............................
PORTIMÃO ........................
TAVIRA ...............................
V.R.Stº ANTÓNIO ...............
289822022
289800688
282762930
289710770
282417510
281322022
281543066
Albufeira ………...…….......
Alcoutim …………..…........
Aljezur ………...…..…........
Castro Marim …….............
Faro ……………………......
Lagoa ………………….......
Lagos ………………….......
Loulé ……………………....
289599500
281540500
282998102
281510740
289870870
282380400
282780060
289400600
Limpeza de Chaminés
e Recuperadores
de Calor
Não suja a sua casa.
917868933
Apesar de em concreto, ninguém conseguir adivinhar o que o futuro
lhe reserva, é possível prever tendências em função no mapa astral e
de outros processos nele suportados. No nosso dia a dia, nos relacionamentos humanos, no plano dos negócios, nas relações amorosas ou noutras áreas, como a saúde ou os negócios, é possível fazer previsões.
Muitas pessoas, embora não o revelem publicamente, são fiéis “consumidores” deste método, com os qual orientam a sua vida profissional,
os negócios, a actividade política, as relações amorosas, etc.
Este jornal patrocina esta interactividade e proporciona aos seus
leitores colocarem uma pergunta por e-mail, cuja resposta será grátis e
dada pela mesma via. As consultas também são grátis, e apenas as Cartas
Astrais e Previsões Astrológicas poderão ter algum custo.
Consultas presenciais (apenas com marcação prévia) serão concedidas a título gracioso.
Para já, consulte o Horóscopo para os próximos sete dias !...
| carneiro | 21 março / 19 abril
Se é verdade que “os amigos são para as ocasiões”, então esteja atenta(o) e receptiva(o) aos conselhos de um amigo. Recordações do passado, voltarão a fazê-la(o) viver momentos que
foram deliciosos. Se está em vias de decidir um investimento
não perca mais tempo, faça-o agora.
| touro | 20 abril / 20 maio
Pare de se iludir, ao pensar que poderá obter a resposta que
deseja. Deverá actuar com base na sua experiência, seguindo
orientações antigas que lhe foram transmitidas. Decepção em
relação a alguém em quem apostou forte e deu aval positivo.
| gémeos | 21 maio / 20 junho
Começar do zero pode ser a opção certa para chegar à solução
ideal para resolver um problema. Nesta fase, precisa ser mais
autoconfiante, falar, não recear críticas e nem se preocupar
com a hipótese de perturbar alguém com o que acredita. Sentimento de culpa dominante.
| caranguejo | 21 junho / 22 julho
Sentimento de culpa exagerado, poderá dar lugar a um estado
depressivo. Procure ouvir uma opinião / conselho. Ao envolverse de alma e coração numa relação, poderá estar a construir
um futuro risonho e promissor. Aliás você está a ver a luz ao
fundo do túnel, mas duvida…
| leão | 23 julho / 22 agosto
Por adorar ser amada(o) mas detestar ser possuída(o), não
pode alhear-se de uma nova realidade. Procure ver os sinais
positivos que alguém lhe tem estado a enviar, em vez de os
desvalorizar. A sua principal saída parece ser já impossível de
encontrar, devido aos seus constrangimentos.
| virgem | 23 agosto / 22 setembro
Fruto de uma fragilidade psicológica natural, poderá estar a
sentir necessidade de ajuda, sujeitando-se a algo menos formal. Leve sentimento de solidão. Por não sentir desejo de agradar, poderá estar a assumir demasiadas responsabilidades que
lhe custarão caro.
| balança | 23 setembro / 22 outubro
Algum desalento e uma certa expectativa marcam este período
de introspecção. Situação ligada a justiça poderá estar a serlhe comunicada muito em breve. Procure seguir a sua intuição
no que se refere a projectos de modernização, sejam eles quais
forem.
| escorpião | 23 outubro / 21 novembro
Nos próximos dias poderá receber notícias de alguém que lhe
quer muito, ou que está apaixonado por você. Uma decisão
de natureza financeira ajudará a concluir uma parte dos seus
objectivos. Alguma coisa vai ter que deixar para trás, mesmo
que isso lhe custe muito a decidir.
| sagitário | 22 novembro / 21 dezembro
Os astros aconselham a agir sozinha(o) e se possível a adoptar medidas de precaução. Um(a) admirador(a) encantador(a)
poderá surgir a qualquer momento, desde que você esteja
receptiva(o) a recebê-la(o). Poderá receber uma ajuda no aspecto financeiro.
| capricórnio | 22 dezembro / 20 janeiro
CÂMARAS MUNICIPAIS
Monchique …………..….... Olhão ………………...….... Portimão ……………..…....
S. Brás de Alportel ……....
Silves ………………..…..... Tavira ………………...….... Vila do Bispo …….……..... Vila R. Stº António ….…....
282910200
289700100
282470700
289840000
282440800
281320500
282639105
281510000
Limpeza de Fossas
e Esgotos
Rua Vale Formoso, nº 33
Almancil
Tel: 289 397 892
Vai receber alguma resistência, de quem nunca imaginaria receber, e que será esclarecedora. Deve preparar-se o melhor
possível e ir à luta. Nesta fase uma pessoa amiga que você bem
conhece poderá ser-lhe bastante útil. Vá ao encontro dela e
“abra o jogo”
| aquário | 21 janeiro / 19 fevereiro
A solução para o seu problema não está fácil de encontrar, mas
existe. Não terá de fazer mais do que aquilo que tem feito.
Pode confiar nas virtudes da justiça e acreditar que vai poder
seguir em frente, tanto no aspecto espiritual como no material. Está na altura de redefinir as suas metas.
| peixes | 20 fevereiro / 20 março
É na objectividade e na noção de que para todos os problemas
há uma solução, que deve encarar os mais recentes sentimentos. O amor incondicional é raro mas existe e nele pode acreditar. Procure as pistas certas para sair depressa do “nevoeiro”
que se apresentou no seu caminho.
Consulta por e-mail ou pessoalmente
www.diarionline.pt
f i c h a
t é c n i c a
Por M. M. Metz – Consultor
Período de 04 setembro a 01 de outubro
289 401 000
289 395 674
289 468 174
289 847 182
289 416 512
289 366 328
289 416 513
289 432 146
289 313 665
289 462 942
289 489 200
289 416 512
282 910 100
282 912 585
282 955 136
289 700 260
282 416 272
282 459 268
282 968 133
289 842 450
282 442 416
282 574 269
282 312 572
282 313 819
282 339 022
282 361 193
282 576 449
281 324 023
2813 70 275
289 844 135
281 961 218
281 971 547
281 381 045
281 961 295
282 639 179
282 695 597
282 697 230
282 695 155
282 624 173
281 512 645
281 542 252
281 951 232
O(a) leitor(a) tem possibilidade de colocar uma questão por e-mail,
preenchendo o formulário disponível em http://www.regiao-sul.pt/horoscopo.php - preenchendo-o correctamente.
Descreva a questão que deseja ver respondida da forma mais clara
possível e se possível mande também a sua fotografia.
A resposta ser-lhe-á enviada por e-mail nas 24 horas seguintes.
jornal da
regiao
algarve
JORNAL QUINZENÁRIO DA REGIÃO ALGARVE
Registo N.º 117042
Depósito Legal n.º 140203/99
PROPRIEDADE
Navega Aqui - Publicações, Lda.
Cont. nº. 509 159 790 - Capital Social: € 5.000 euros
Empresa Jornalística n.º 223805
SEDE - ADMINISTRAÇÃO - REDACÇÃO
Betunes
8100-254 Loulé
Telefones: 289 463 890 / 916 615 964/5
Fax: 289 463 955
E-mails: [email protected] - [email protected]
DIRECTOR
José Mateus Moreno
SUBDIRECTORA
Natália Luis Moreno
CHEFE DE REDACÇÃO
Natália Luis Moreno
Tel: 289 463 890 - Fax: 289 463 955
SECRETÁRIA ADMINISTRATIVA
Sónia Santos - Tel: 289 463 890 / 916 615 965
Fax: 289 463 955
E-mail: [email protected]
JORNALISTAS COM CARTEIRA PROFISSIONAL
José Mateus Moreno - CPJ N.º 3386 - [email protected]
Natália Luis Moreno - CPJ N.º 4589 - [email protected]
Edgar Pires - CPJ N.º 7239 - [email protected]
Paula Ferro - CPJ N.º 8424 - [email protected]
João C. Anselmo - CPJ N.º 4409 - [email protected]
REDACTORES E COLABORADORES EFECTIVOS
António Montes, Jorge Cabaço, João Nuno Neves, Álvaro Viegas,
Júlio Reis Silva, Ti Genoveva, Ana Luisa S., Mário Ferreira, Nelson Gago, António Grosso Correia, José Luz Santos, Fábio Bota,
Jorge Lami Leal, Tiago Botelho, Nélia Faísca, Pedro Hilário, Rita
Branco, Rui Fernandes, Lurdes Morgado, Serafim Marques, Vitor Ruivo, Cláudia Luz, Susana Castro, Graça Pereira, Libertário
Viegas, Bruna Felix, Jean-Pièrre Guerreiro, Domingos Pereira,
Cláudia Fonseca, Irina Martins, Rita Candeias, Helena Coelho e
Nuno Neves.
Protocolo Editorial: Associação Min-Arifa - Paula Ferro.
FOTOGRAFIA
Jornalistas do Região Sul, Agências e Arquivo RS
DESIGN, MAQUETAGEM E PAGINAÇÃO
José Mateus Moreno e Natália Luis Moreno
IMPRESSÃO
FIG - Indústrias Gráficas, S.A.
Rua Adriano Lucas, 3020-265 Coimbra
Tel. 239 499 922 - Fax. 239 499 981
E-mail: [email protected]
PUBLICIDADE
Sónia Santos
Tels. 289 463 890 / 916 615 965 - Fax. 289 463 955
E-mail: [email protected]
COBERTURA E DISTRIBUIÇÃO
Todo o Algarve
PREÇO AVULSO
Edição normal: € 2,00 Euros (IVA incluído)
ASSINATURA ANUAL
Edição Impressa € 50,00 Euros (IVA incl.)
Edição On-line € 35,00 Euros (IVA incl.)
TIRAGEM
3.250 a 3.750 exemplares por edição
EDIÇÃO ELECTRÓNICA ON-LINE (em constante actualização)
http://www.regiao-sul.pt | http://www.regiaosul.pt
http://diarionline.pt
| http://diario-algarve.com
DIRECTÓRIO EMPRESARIAL DO ALGARVE / EMPRESAS ASSINANTES
http://www.sulempresas.com
E-mail: [email protected]
COLABORAÇÃO / OPINIÃO
O jornal “Região Sul” acolhe com agrado todos os artigos que
lhe sejam enviados, mas apenas se obriga a publicar a colaboração solicitada. No caso de “Cartas ao Director”, reserva-se do
direito de as reduzir sem que seja atraiçoado o seu conteúdo.
Os textos e artigos publicados são da responsabilidade dos seus
autores, pelo que as opiniões neles expressas não identificam
necessariamente a posição editorial da direcção e corpo redactorial deste jornal.
MEMBRO:
_ano XIX
g
_edição nº 865
e
r
a
l
19
_04 set 2013
Seu Jorge atua
no Portimão Arena
em outubro
O músico brasileiro Seu Jorge vai atuar em Portugal no mês de
outubro, para apresentar o novo álbum, «Música para Churrasco
n-º2», anunciou a produtora Audiveloso.
Seu Jorge atua no dia 11 de outubro na Portimão Arena, no
barlavento algarvio, no dia seguinte no pavilhão multiusos de Guimarães e no dia 13 na Meo Arena, em Lisboa.
No alinhamento dos espetáculos, além das novas canções, Seu
Jorge incluirá «Mina do Condomínio», «Mariana», «Burguesinha»,
«Amiga da Minha Mulher», «A Doida» e «Carolina», segundo a mesma fonte.
Faro:
Fernando Tordo atua no
Teatro Lethes no feriado
municipal
Fernando Tordo vai fazer uma viagem pelos cordofones portugueses, recuperando assim algumas das violas tradicionais que
se foram perdendo no tempo e
criando-lhes novo repertório,
no concerto previsto para o
Teatro Lethes, em Faro, no dia
7 de setembro, feriado municipal.
O cantor interpreta alguns
novos temas e clássicos, como
«Adeus Tristeza», «Cavalo à
solta», «Tourada», «Se digo
meu amor», «Balada para os
nossos filhos», «Estrela da Tarde», entre outras canções que
fazem parte da história musical
do nosso país.
“É um encontro marcado
pela relação de proximidade
que o cantor estabelece com o seu público através do prazer que
revela em cima do palco, fruto de 48 anos ininterruptos de total
dedicação ao seu trabalho”, refere o teatro farense.
O concerto de hora e meia tem início previsto para as 21:30
horas. Os bilhetes custam 10 euros.
Albufeira:
Associação Nuclegarve
promove Convívio
de Motoristas
A Nuclegarve vai realizar um Convivio de Motoristas no próximo dia 15 de setembro, a partir das 13:00 horas, no pavilhão da
associação, em Fontainhas, no concelho de Albufeira.
O evento tem como grande fim a angariação de fundos para a
construção do projeto «Aldeia da Solidariedade».
A Nuclegarve irá proporcionar uma tarde diferente, com animação a cargo de Fernanda Gonçalves, ao longo de toda a tarde.
O valor de entrada (8 euros) dá direito a grelhados mistos com
bebida.
São Brás
de
Alportel:
Museu do Trajo acolhe Festival
de Experiências
O Museu do Trajo, em São
Brás de Alportel, vai acolher no
próximo sábado, 7, um Festival
de Experiências, um evento de
cariz familiar e solidário com
um programa preenchido de
ações.
Neste dia, as pessoas que
visitarem o espaço terão a
oportunidade de “experimentar um vasto leque de experiências, num espaço fantástico
e preparado para o efeito”.
De massagens a estética,
de workshops divertidos a ses-
sões de equilíbrio mente-corpo,
do coaching ao tarot, do equilíbrio tai chi ao calor da zumba, de show cooking a prova de
vinhos, de sessões fotográficas
em estúdio profissional a atividades e jogos para crianças,
o programa inclui “momentos
únicos para mimar e alimentar
o corpo e a alma, num fantástico cenário, onde cada espaço
pode reservar uma alegre surpresa”, salienta a organização.
O objetivo do festival passa
pela angariação de livros, jogos
didáticos ou brinquedos, novos
ou usados, “para ensinar crianças a ler e a escrever, ajudá-las
a brincar e a crescer, preparálas para um futuro melhor”.
O material será entregue
às crianças e adolescentes carentes da Comunidade Nossa
Senhora Aparecida, cidade de
Cuamba, na província do Niassa, em Moçambique.
O evento decorrerá das
16:00 às 21:00 horas. Mais informações no sítio www.festival-experiencias.com
Três grandes espetáculos marcam 12.º
Festival Flamenco de Lagos
O Festival Flamenco de Lagos vai celebrar em 2013 a sua
12.ª edição com três espetáculos de enorme beleza visual e
sonora, entre 12 e 14 de setembro, com as três formas de ver
e sentir o flamenco.
“O cante, o toque e o baile
fundem-se e tornam-se espetáculo; espetáculo de vanguarda,
fantasia e ilusão flamenca, sons
orquestrados sob o ritmo e a
pureza do flamenco”, refere a
organização.
Durante três dias, o Centro
Cultural de Lagos volta a ser o
epicentro do mais antigo festival de flamenco que se realiza
em Portugal.
No dia 12 de setembro, sobe
ao palco o Cuadro Flamenco
Puro y Jondo, com Eva Manzano
e Alberto Sellés (baile), Miguel
Pérez (guitarra) e Manuel Romero (voz e palmas).
Um espetáculo no qual se
recriam os sentimentos mais
intrínsecos do ser humano,
“como a dor, a raiva, a angústia”, mas também os momentos
mais festivos, “através de alegrías e bulerías”.
Em palco, o toque da guitarra do maestro Miguel Pérez
guia o passo de músicos e bailaores, que se enaltecem com
o duende da sua guitarra. Este
grande intérprete da guitarra
flamenca é considerado um dos
melhores guitarristas de acompanhamento de baile flamenco
da atualidade.
O grupo Luz de Luna, com
Luna Fabiola e Gonzalo Quintero (baile), Juan Torres (guitarra) e Jesus Flores (voz e
palmas), vai atuar no dia 13 de
setembro.
Esta formação de canto,
guitarra e baile é composta por
uma nova geração de artistas
andaluzes, que pretendem recuperar o esplendor da antiga
tradição flamenca com todo o
seu «compás» (ritmo).
Para encerrar o festival,
apresentam-se os Latido Flamenco, que integra Jesus Herrera e Lola Jaramilla (baile),
Tudela (guitarra) e Cheito (voz
e palmas).
Herrera e Lola são a alma
deste espetáculo, que faz um
percurso por diferentes «palos»
de flamenco, “outorgando-lhe a
cada um o sentimento e pureza
que requerem”.
Os bilhetes variam entre 10
euros, para um espetáculo, e 25
euros, para o pacote completo.
Mais informações e reservas
junto do contacto 282770450.
Faro:
Comemorações do Dia da Cidade
marcam programação na biblioteca
As comemorações do Dia da
Cidade de Faro, celebrado a 7
de setembro para assinalar a
passagem de vila a cidade, em
1540, marcam a programação
de setembro da biblioteca municipal António Ramos.
Entre os dias 6 e 20, terá
lugar uma Mostra Documental,
organizada pelo Serviço de Ar-
quivos, onde estarão patentes
documentos que marcam a história do concelho e explicam a
razão destas comemorações.
Ainda integrado no programa das comemorações, serão
inauguradas, no dia 6, pelas
17:30 horas, a exposição do
espólio doado à biblioteca pelo
seu patrono, o poeta António
Ramos Rosa, e a exposição de
pintura e desenhos sobre a cidade, da autoria de Ana Paula
Almeida, que estará patente ao
público até ao dia 20 de setembro.
Da restante programação,
destaque para o ateliê «Criar
Reutilizando» (com inscrições
prévias), no dia 3, das 9:00 às
12:00; mais uma sessão do ciclo mensal de poesia, «Quando
a Poesia Acontece», no dia 11,
às 17:30; e a projeção do filme
«Dernier étage, Gauche, Gauche», de Ângelo Cianci, integrado no ciclo «O Filme Francês
do Mês», no dia 20, às 21:30.
ALFA promove várias ações formativas
em Faro e Portimão
Oito ações formativas nas
áreas da imagem vão ter lugar
a partir de setembro, em Faro
e Portimão, numa iniciativa da
Associação Livre de Fotógrafos
do Algarve, em parceria com
sócios formadores.
Estes workshops contam
“com forte componente prática, a preços moderados, em
grupos pequenos desenvolvidos
em horário extra laboral”, salienta a associação.
As inscrições para o
workshop Iluminação de Estúdio e a Iniciação à Fotografia
Digital estão abertas. Formação
e viagens fotográficas acompanhadas, retoque de imagem,
Photoshop avançado e vídeo
com câmara DSLR completam
a oferta do calendário que se
prolonga até dezembro.
Mais informações sobre os
workshops e inscrições podem
ser obtidas junto do contacto
917560960, no sítio www.alfa.
pt ou [email protected].
TASA liga Artesanato ao futuro em Loulé
O Projeto TASA – Técnicas Ancestrais Soluções
Atuais vai decorrer em Loulé, entre 20 de setembro e 26 de outubro, incluindo uma exposição,
workshops, conversas, uma residência criativa,
animação, música e gastronomia.
A entidade promotora é a Câmara Municipal
de Loulé e a organização está a cargo da ProActive Tur. A ação conta com a CCDR/Algarve como
parceira e tem o apoio da Casa da Cultura de
Loulé e do CRIA (UALG).
“O Projeto TASA centra-se na inovação estratégica do produto artesanal, reabilitando o seu
estatuto cultural e comercial”, refere a autarquia louletana.
Uma rede de artesãos mestres em várias técnicas tradicionais do Algarve – olaria, tecelagem,
cortiça, madeira – junta-se a designers para criarem peças adequadas ao nosso tempo, que transportam a alma da região e acrescentam valor ao
artesanato.
A exposição «Ligações» inaugura dia 20 de
setembro, às 20:00 horas, no Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé (CECAL),
com música e intervenções artísticas que convidarão a descobrir os artefactos do TASA e o percurso estabelecido entre as matérias-primas e as
peças, os usos tradicionais e os novos usos, entre
o passado e o presente, e entre os materiais.
Os três workshops para as famílias experimentarem a trabalhar o barro (21 de setembro),
a fazer música com a natureza (12 de outubro) e
a construir brinquedos de madeira (19 de outubro) pretendem proporcionar uma tarde convivial, lúdica e educativa à sombra das frondosas
árvores do parque municipal.
O mercado municipal de Loulé será palco de
uma ação de gastronomia, em que se vão ligar
os produtos TASA a atividades de degustação e
onde se inclui a preparação de pitéus. O evento
decorre no dia 5 de outubro, às 10:00.
O ritmo dos nossos dias é acelerado, por isso,
as «Conversas em Três Tempos», juntam convidados e interessados para discutirem o essencial do
passado (2 de outubro), presente (18 de outubro)
e futuro das artes tradicionais (26 de outubro).
Um dos fundamentos do projeto é “a dinâmica de criações coletivas entre artesãos e designers dando resposta a desafios contemporâneos”.
Assim, a residência criativa «TASalém Fronteiras», entre 20 e 27 de outubro, junta cinco
designers portugueses e cinco designers estrangeiros com este propósito.
Durante uma semana, vão conhecer a cultura, as técnicas, os materiais e interagir com
os artesãos com o objetivo de criar novas peças
TASA.
O dia 11 de outubro é dedicado a mostrar
como é possível ligar o artesanato ao turismo,
enriquecendo-os mutuamente. Os profissionais
do setor serão convidados a participar num pro-
Festa da Filhó
anima a aldeia da Cortelha
A aldeia serrana da Cortelha, situada na freguesia de Salir,
no concelho de Loulé, vai acolher a Festa da Filhó, a realizar
pelo terceiro ano consecutivo no próximo dia 7 de setembro.
No polidesportivo local, vai ter lugar toda a vertente popular e tradicional com a animação musical a cargo do acordeonista Valter Cabrita e, num âmbito mais cultural, terá
passagem pelo palco o Grupo Etnográfico de Quelfes «Dança
dos Velhos».
Na tarde de sábado, terá ainda lugar o torneio tiro ao alvo
com prémios para os vencedores.
A entrada no recinto é gratuita e todos os visitantes irão
encontrar, além da animação, os tradicionais “comes e bebes”, com destaque para os diversos tipos de filhó.
Por outro lado, no dia 8 de setembro, terá lugar no polidesportivo da Cortelha o torneio de sueca, que terá prémios
aliciantes.
Estas iniciativas serão organizadas pela Associação dos
Amigos da Cortelha e conta com o apoio da Câmara Municipal
de Loulé e da Junta de Freguesia de Salir.
SULEMPRESAS também divulga
a sua empresa
no Facebook
®
O MAIS COMPLETO E FUNCIONAL DIRECTÓRIO
EMPRESARIAL DO ALGARVE
* CARACTERIZAÇÃO
* GEOLOCALIZAÇÃO
* SERVIÇO E-MAILLING
* ILUSTRAÇÃO FOTOGRÁFICA
* VÍDEOS PROMOCIONAIS
* CONTACTOS... etc.
DIRECTÓRIO SULEMPRESAS
ASSOCIADO AO JORNAL REGIÃO SUL
Betunes, 8100-254 Loulé
Tels: 289 463 890 / 916 615 965
[email protected]
Receba em publicidade
o dobro do valor que investir
Assinatura Anual = apenas 35,00 Euros
grama de experiências na rota das artes tradicionais, incluindo um debate e momentos de
animação.
Para mais informações, os interessados podem consultar o sítio www.projectotasa.com
Arte na Indústria em Loulé
“Industri Ela” é a designação de um evento artístico que
irá realizar-se em Loulé a 18 e 19 de Outubro que tem por
objectivo apresentar artistas que estão ligados ao Algarve e que
trabalham de forma inovadora vários materiais subordinados ao
tema da ‘indústria’, ou a ela ligados de alguma forma.
Os autores usam materiais como o metal, entre outros, e
pretendem proporcionar o conhecimento de uma nova tendência artística de ambiente urbano bem como a possibilidade de
vivenciar “várias experiências que agrupam diferentes meios de
expressão desde a pintura, a escultura, curtas-metragens, fotografia, música, etc...”, como nos descreve a conceituada artista Adérita Silva, principal coordenadora deste projecto inédito
que conta com participações como as de Miguel Ângelo Mendoza
(escultura), THE by David Laherrere (reciclagem criativa), Rui
Silva (esculturas em metal) e Paulo Filipe Duarte (curtas-metragens).
Colaboram ainda neste evento, cujas receitas reverterão
a favor da ASCA - Associação Social e Cultural de Almancil, o
Bar “O Cubo” (Quinta do Lago), a Associação ALFA (Fotografia),
Amanhecer Selvagem (Segurança) e outras empresas e marcas
de prestígio, para além dos elementos da organização, nomeadamente Marlene Luís (marketing), Ana Oliveira (assistente de
back office) e Gareth Thomas (montagem),
“Industri Ela” é mais do que uma exposição de arte contemporânea uma vez que permitirá também assistir a performances
musicais inéditas de Ana Dacosta, dos ClouLeaf e dos Bad luck
& Trouble com o convidado especial Paulo Strak. O evento é
apoiado pela Câmara Municipal de Loulé e por outras entidades
e empresas, realizando-se numas instalações de perfil industrial
junto ao Convento de Santo António.
A inauguração e abertura ao público terá lugar no dia 18 de
Outubro, pelas 18:30 horas.
Rotary organiza Feira
de Desporto solidária
O Almancil International Rotary Club (AIRC) vai organizar,
no dia 22 de setembro, uma Feira de Desporto solidária, no
hotel Conrad Algarve, na Quinta do Lago, que pretende ajudar
a associação UNIR.
Nas instalações da unidade hoteleira de Almancil, clubes
desportivos e prestadores de atividade física e negócios, representando diferentes disciplinas desportivas, apresentarão as
suas atividades, serviços e produtos.
Os visitantes poderão desfrutar da aulas de várias modalidades, avaliações físicas, tratamentos e massagens, um jantar
na piscina e animação para crianças, entre outras ações.
O produto deste evento de caridade reverterá a favor da
associação algarvia UNIR, que ajuda pessoas mentalmente doentes ou com deficiência. Mais informações: 912 555 505.
Download

Fazer do PDF