‘CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE - CNEC INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA - INESC CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO Unaí, Maio/2013 Rua Celina Lisboa Frederico, 142 – Centro – Unaí – MG Tel (038) 3677.4747 [email protected] SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 5 1. REQUISITOS LEGAIS ............................................................................................................................ 6 2. A MANTENEDORA ................................................................................................................................ 7 2.1 A MANTENEDORA ................................................................................................................. 7 2.2 Títulos e Certificados ................................................................................................................. 8 2.3 Do Organograma Institucional ................................................................................................... 8 2.3.1 Representantes Legais ............................................................................................................. 9 2.3.2 Diretores .................................................................................................................................. 9 2.3.3 Conselho Fiscal Nacional....................................................................................................... 9 2.4 HISTÓRICO DA CNEC ..................................................................................................................... 10 2.5 Missão e Finalidades ................................................................................................................ 10 2.6 Público Alvo ............................................................................................................................ 13 2.7 Relatório de Atividades do Exercício de 2007.......................... Erro! Indicador não definido. 2.7.1 Estatística da Prestação de Serviços na Área Educacional Erro! Indicador não definido. 2.7.2 Estatística da Gratuidade por Bolsas de Estudo ................. Erro! Indicador não definido. 2.7.3 Bolsas PROUNI – Programa Universidade para Todos .... Erro! Indicador não definido. 2.7.4 Gratuidade Realizada nos Projetos de Assistência Social . Erro! Indicador não definido. 2.7.5 Consolidado Nacional dos Investimentos em Gratuidade . Erro! Indicador não definido. 2.7.6 Consolidado Nacional da Isenção Usufruída pela Pessoa Juridica .... Erro! Indicador não definido. 2.7.7 Estatística de Outras Bolsas Concedidas ........................... Erro! Indicador não definido. 3. O INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA – INESC .............................................. 15 3.1 Missão do INESC..................................................................................................................... 16 3.2 Finalidades do INESC .............................................................................................................. 17 3.3 Objetivos do INESC................................................................................................................. 18 3.3.1 Objetivos gerais do INESC ................................................ Erro! Indicador não definido. 3.3.2 Objetivos específicos do INESC ........................................ Erro! Indicador não definido. 3.4 Cursos Oferecidos .................................................................................................................... 19 3.4.1 Cursos de Pós-graduação .................................................................................................. 21 3.4.2 Outras Modalidades de Cursos ......................................................................................... 21 4. INSERÇÃO REGIONAL ................................................................................................................ 22 4.1 Dados Sócio-Econômicos da Região ....................................................................................... 25 4.2 Aspectos Geo-Políticos e Infra-Estruturais de Unaí e Região ................................................. 26 4.3 Contexto Educacional Regional ............................................................................................... 28 4.4 Ensino Superior na Região Noroeste e em Unaí ...................................................................... 29 5. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................. 35 5.1.1 Compromisso Político Social ............................................................................................ 38 5.1.2 Indissociabilidade de Ensino, Pesquisa e Extensão .......................................................... 39 5.1.3 Interação/ Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade .................................................. 40 5.1.4 Processo ............................................................................................................................ 41 5.1.5. Objetivos do Curso de Pedagogia .................................................................................... 42 5.1.6 Área de Atuação ................................................................................................................ 43 5.1.7 Atendimento aos portadores de necessidades especiais .................................................... 43 5.2 Bases Legais do Curso ............................................................................................................. 44 5.2.1 Lei 9.394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional .................................... 44 5.2.2 Resolução CP n.º 1 de 30 de Setembro de 1999 ............................................................... 44 5.2.3 Resolução CNE/CP 1, de 18 de Fevereiro de 2002 .......................................................... 45 5.2.4 Decreto n.º 3.554, de 7 de Agosto de 2000 ....................................................................... 45 5.2.5 Parecer CNE/CP 027/2001................................................................................................ 45 5.2.6 Parecer CNE/CP 028/2001................................................................................................ 45 5.2.7 pareceres CP/CNE nºs 5/2005 e 3/2006 ............................................................................ 46 5.3. Perfil do Egresso ..................................................................................................................... 47 5.4 Forma de Acesso ao Curso: ..................................................................................................... 49 5.5 Estrutura Geral e Proposta do Curso de Pedagogia ................................................................. 50 5.6 Complementação do Curso Normal Superior em Pedagogia................................................... 51 6. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................................... 53 6.1 Políticas Institucionais e as Estratégias do PDI (2013-2017) .................................................. 53 6.2 – Políticas de Gestão ................................................................. Erro! Indicador não definido. 6.3- Políticas para o Ensino de Graduação, Pesquisa e Pós-Graduação ......... Erro! Indicador não definido. 6.4 Núcleo Docente Estruturante/ Colegiado Acadêmico/ Colegiado de Curso............................ 53 6.4.1 Estrutura de Desenvolvimento e Qualificação do Curso ...................................................... 53 6.4.2 Colegiado do Curso de Pedagogia ........................................................................................ 55 6.4.3 Colegiado Acadêmico ....................................................................................................... 55 6.2 Currículo do Curso de Pedagogia e as Diretrizes Curriculares Nacionais ........................... 56 6.2.1 Organização Curricular ..................................................................................................... 56 História da Educação ................................................................................................................. 65 6.3 ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS ESPECÍFICOS DO CURSO .................. 123 6.4 O processo ensino-aprendizagem do curso ............................................................................ 131 6.4.1 – PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NAS ATIVIDADES ACADÊMICAS ............... 135 6.4.1.1 Atenção aos discentes ...................................................................................................... 135 6.4.1.2 - Bolsas de Estudos .......................................................................................................... 148 6.4.1.3- Atenção aos alunos egressos ........................................................................................... 148 6.5. Sistema de Avaliação Institucional, do Projeto do Curso e do Processo de ensino e aprendizagem ............................................................................................................................... 150 6.5.1 Avaliação Institucional ....................................................................................................... 150 6.5.2 Comissão Própria de Avaliação (CPA) ............................................................................... 151 6.5.2.1 Objetivo Geral da CPA .................................................................................................... 152 6.5.2.2 Objetivos Específicos da CPA ......................................................................................... 152 6.5.2.3 Concepções Básicas da Auto-avaliação ........................................................................... 152 6.5.2.4 Proposta Metodológica de Auto-Avaliação ..................................................................... 153 6.5.3 Cronograma das Etapas de Avaliação ................................................................................. 154 6.5.4 Resultados de Avaliações Externas - MEC......................................................................... 155 7.0 Coordenação Acadêmica........................................................................................................ 157 7.4. Relação de Professores...................................................................................................... 166 7.4.1 - Condições de Trabalho ................................................................................................. 166 7.4.1.1 – Regime de trabalho ................................................................................................... 166 7.5 Produção Científica dos Docentes/ Publicações ............................................................... 168 7.5.2 – Estímulos (ou incentivos) profissionais ....................................................................... 170 7.5.3. Plano de carreira............................................................................................................. 171 8.0 INFRAESTRUTURA ............................................................................................................ 172 ANEXOS ............................................................................................................................................. 194 ANEXO 1 – FICHA DE REGISTRO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. ANEXO 2 – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................. 195 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ...................................................................... 195 ANEXO 3 – PROJETO DE NIVELAMENTO .......................................................................................... 211 ANEXO 4- GRADE CURRICULAR CURSO NORMAL SUPERIOR ( 3 ANOS) ........................ 218 ANEXO 5- PROJETO MONITORIA..........................................................................................216 Apresentação Representa fundamental importância a participação do ensino superior na valorização do desenvolvimento humano, científico e tecnológico. Para tanto, esta necessita estar atenta e dar conta das novas condições emergentes em que o cenário industrial do século XXI exige, e, ainda, contribuir efetivamente no desenvolvimento harmônico da região em que está inserida. É com esta perspectiva que o Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC promove e estimula a qualidade e a eficiência de sua gestão, no sentido de atingir uma adequação de sua organização didáticopedagógica, corpo docente e estrutura física e organizacional, para a maximização do processo ensino-aprendizagem. O Curso descrito por este Projeto representa a integração entre a academia, e as instituições de ensino públicas e privadas, as políticas públicas relacionadas à educação, e a demanda por profissionais da educação cada vez mais capacitados e sintonizados com as novas tendências pedagógicas. Compreendendo esta demanda e esta realidade, o INESC apresenta sua proposta, imbuído do comprometimento de oferecer a sua parcela neste contexto: por meio de um Projeto adaptado às demandas regionais e de fácil aquisição por uma população carente e ávida de saber. 1. REQUISITOS LEGAIS Faz parte do Projeto o atendimento dos Requisitos Legais que caracterizam marco regulatório para atender as exigências do Ministério da Educação. Estes itens estão dispostos no Quadro abaixo. DISPOSITIVO LEGAL ORD 01 ABORDAGEM NO PROJETO Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes Curriculares Nacionais – DCN O currículo apresenta plena com coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Pedagogia cumprindo a Resolução de 15 de maio de 2006. 02 Estágio curricular Está prevista, na estrutura curricular com carga horária adequada (300h) a oferta de estágio supervisionado, com seu respectivo regulamento, e com Manual próprio. 03 Disciplina obrigatória de Libras (Dec. n. 5.626/2005) O PPC prevê disciplina obrigatória de Libras na estrutura curricular do curso. 04 Carga horária mínima O curso prevê carga horária igual ao previsto nas diretrizes: 3200h. 05 Condições de acesso para portadores de necessidades especiais (Dec. 5.296/2004, em vigor a partir de 2009). A instituição apresenta condições de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, contemplado na p.50, no item Atendimento aos portadores de necessidades especiais 06 Trabalho de Conclusão de Curso- TCC Há previsão de Trabalho de Conclusão de Curso, desenvolvido individualmente, com conteúdo fixado e regulamentação contendo critérios, procedimentos, mecanismos de avaliação e diretrizes técnicas relacionadas à sua elaboração, contemplado na organização didático-pedagógica na p. 129 e o regulamento em anexo. 07 Descrição de condições estruturais, quando houver previsão de funcionamento do curso em prédio específico 2. A MANTENEDORA 2.1 A MANTENEDORA Mantenedora Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC CNPJ 33.621.384/0001-19 Registro Estatuto Social registrado sob o nº 425.259, Livro nº A-239, e Regimento registrado sob o nº 375.754, Livro nº A-207, ambos no Serviço Notarial e Registral, Registro de Títulos e Documentos e Registro de Pessoas Jurídicas Toscano de Brito, João Pessoa/PB Superintendência Nacional: Avenida Dom Pedro I, 426, Centro, João Pessoa / PB CEP 58.013-021 Endereço e contatos Representação no Distrito Federal SGAN 608, Conjunto C, Plano Piloto, Brasília / DF CEP: 70.850-080 Tel. (61) 3340.4910 / 3340.5533 / 3274.0562 E.mail: [email protected] O Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC tem como Mantenedora a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC, Instituição filantrópica, sem fins lucrativos. A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC é o mais expressivo movimento de educação comunitária existente na América Latina. Surgiu em 29 de julho de 1943, em Recife-PE, do ideal de um grupo de estudantes universitários, liderados por Felipe Tiago Gomes. A CNEC é pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de associação civil, sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural e de promoção humana, com inscrição no CNPJ sob nº 33.621.384/0001-19, bem como, reconhecida como de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº 36.505/54 e registrada junto ao Conselho Nacional de Assistência Social desde 1.951, como Entidade Beneficente de Assistência Social. A mantenedora localiza-se na Avenida Dom Pedro I, nº 426, centro, João Pessoa - PB, e possui estatuto social registrado no Cartório Toscano de Brito - Serviço Notorial e Registral – Registro Civil de Pessoas Jurídicas, cuja última alteração está registrada sob o n°. 578.107, no livro A- 387, João Pessoa – PB, em 30 de maio de 2011. 2.2 Títulos e Certificados A CNEC é portadora dos seguintes títulos, inscrições e certificados: ÓRGÃO FISCALIZADOR TÍTULO INSTRUMENTO DE OUTORGA UNIÃO – MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Utilidade Pública Federal Decreto nº 36.504/54 UNIÃO – CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – CNAS Registro e Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social Registro Processo nº 079.564/51 Recadastramento: Res. CNAS nº 061/95 Renovação do CEAS: Res. CNAS nº 73/2007 ESTADO DA PARAÍBA Utilidade Pública Estadual Decreto nº 7.737/2005 ESTADO DA PARAÍBA – CONSELHO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO ESTADO DA PARAÍBA Inscrição junto ao CAS/PB Res. CEAS/PB nº 002/2005 MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB Utilidade Pública Municipal Lei nº 10.497/2005 MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB – CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Inscrição junto ao CMAS/João Pessoa Res. CMAS nº 001/2005 2.3 Do Organograma Institucional A CNEC tem sua estrutura organizada por órgãos de consulta, de deliberação, de direção, de fiscalização e de execução, com competências e atribuições previstas no seu Estatuto Social e Regimento. Os Órgãos de Consulta contribuem com a orientação filosófica e doutrinária da Instituição, aconselhando e assessorando a Direção da CNEC nas definições das estratégias para o cumprimento de sua missão. Os Órgãos de Deliberação - o Congresso Nacional, as Assembleias Estaduais e as Assembleias Locais – representam os associados e, em reuniões ordinárias, elegem as diretorias, os conselhos consultivos e os conselhos fiscais, apreciam e aprovam os relatórios e contas dos órgãos diretivos, e deliberam sobre assuntos de interesse geral da Instituição. Os Órgãos de Direção – a Diretoria Nacional e as Diretorias Estaduais – representam a Instituição e definem as políticas, diretrizes, projetos e normas institucionais, para garantia do cumprimento das finalidades estatutárias. Da estrutura dos Órgãos de Direção, fazem parte, também, as Diretorias dos Conselhos Comunitários que têm precípua função de fazer o elo entre as demandas e os interesses das comunidades, e os programas e projetos das unidades cenecistas. Os Órgãos de Fiscalização – Conselho Fiscal Nacional, Conselhos Fiscais Estaduais e Conselhos Fiscais Locais – exercem ação fiscalizadora, sobre a execução orçamentária, operações financeiras, empréstimos, documentos contábeis e alienações de bens imóveis. E, os Órgãos de Execução – Superintendência Nacional, Superintendências Regionais e Estaduais, Coordenações Estaduais e a Direção das Unidades Cenecistas – são os responsáveis pela coordenação e execução das políticas, diretrizes e projetos institucionais, bem como pelas atividades pedagógicas, sociais e técnico-administrativas da Instituição. Assim, na estrutura organizacional, a CNEC tem na Diretoria Nacional seu órgão superior de direção e definição de políticas, diretrizes, projetos e normas e no Conselho Fiscal Nacional seu órgão superior de controle e fiscalização. Para o quadriênio 2008/2012, com mandato de 29.07.2008 a 29.07.2012, os referidos órgãos apresentam a composição legitimada no 40º Congresso Nacional, realizado no dia 29 de julho de 2008, a saber: 2.3.1 Representantes Legais Alexandre José dos Santos (Presidente) Juarez de Magalhães Rigon (Vice-Presidente) Professora Anita Ortiz Corrêa (Secretária) 2.3.2 Diretores Rogério Auto Teófilo João Faustino Ferreira Neto Juril de Pláscido e Silva Carnasciali Deputado Federal Nárcio Rodrigues da Silveira Monsenhor André Viana Camurça 2.3.3 Conselho Fiscal Nacional Edinalvo Dantas (presidente) Júlio César Souza Baltharejo (Conselheiro Titular) Laércio Segundo de Oliveira (Conselheiro Titular) Na estrutura de execução, a Superintendência Nacional é o órgão máximo, a quem compete cumprir e fazer cumprir as políticas, diretrizes, projetos institucionais, bem como as atividades técnico-administrativas. Com a eleição ocorrida no dia 13 de fevereiro de 2004 e homologada pela Resolução DN 25/2004, a Superintendência Nacional, na conformidade do Estatuto Social e Regimento, é representada por um Superintendente Nacional, a saber: Júlio César Lindemann (Superintendente Nacional). 2.4 Histórico da Mantenedora Fundada em 1943, na cidade de Recife/PE, como Campanha do Ginasiano Pobre, a CNEC nasceu do ideal de um grupo de estudantes universitários que, liderados pelo Professor Felipe Tiago Gomes, resolveu contrariar a situação instalada - a escola como privilégio de poucos - oferecendo ensino gratuito a jovens carentes. O trabalho voluntário de seus idealizadores se propagou pelo Brasil, comemorando adesões e compromissos que fizeram da Campanha do Ginasiano Pobre - que inicialmente abrigava pedidos de ajuda e orientações para a criação de unidades escolares - a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - reconhecida como o mais expressivo movimento de educação comunitária existente na América Latina. A concepção de educação comunitária, já naquela época, atendia não só aos anseios dos excluídos, mas de toda a comunidade, pois o Projeto Cenecista fundou seus alicerces no fazer educação com qualidade, desde que não bastava proporcionar o acesso ao conhecimento - a motivação era, sobretudo, promover a transformação. Destaque-se, no arrojado projeto desse ideal, a escolha de um modelo de gestão com bases na democracia, o que garantiu a livre manifestação das aspirações envolvidas pela via da participação efetiva da comunidade em todas as instâncias de direção, desde o Conselho Comunitário, passando pelas Diretorias Estaduais até a Diretoria Nacional. O modelo de gestão se fortaleceu ao longo desses 69 anos de plena e profícua atividade e se revela em perfeita harmonia ao fundir o idealismo do jovem Felipe Tiago Gomes - o visionário - ao profissionalismo de seus atuais gestores. Hoje a CNEC, baseada na reformulação do Estatuto Social, ocorrido em 2011, busca implantar o modelo de gestão pautado na governança corporativa. Ao longo de sua trajetória - que traduz a evolução do Terceiro Setor no Brasil - priorizou a Educação Básica e Profissionalizante como principais produtos, haja vista a premente demanda pela prestação desses serviços, em especial no interior do País. Chegou a manter mais de 2000 unidades, estabelecendo-se principalmente junto àquelas comunidades em que o Estado não apresentava condições de suprir as carências apresentadas. Assim, ao tempo em que o Estado iniciou processo de retomada de suas obrigações no que pertence à educação, notadamente com a criação do FUNDEF - Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental, a CNEC iniciou processo gradativo de redução de suas unidades, optando por continuar suas atividades onde a prestação de serviços educacionais e assistenciais - voltada para a formação integral de pessoas - vai ao encontro das necessidades e interesses das comunidades beneficiadas. Na Educação Superior, em movimento contrário e refletindo de maneira singular a demanda nacional, a linha de expansão da CNEC é especialmente verificada entre os anos de 1998 a 2004, com a criação de 14 instituições, chegando a um total de 23 Instituições Cenecistas de Ensino Superior - ICES. Atualmente a CNEC conta com 20 instituições ativas na educação superior. Em seu histórico apresenta, ainda, significativas contribuições para a redução das diferenças sociais, representadas pela promoção de projetos de assistência social que visam, principalmente, à melhoria das condições de vida de crianças, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco de exclusão social. Nesse contexto, são mantidos projetos que promovem a inclusão social pelo processo educacional, reforçando-se, principalmente, os que visam à capacitação profissional de portadores de necessidades especiais para ingresso no mercado de trabalho e ou geração de renda. No atendimento a crianças, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco social, são mantidos, prioritariamente, projetos que oferecem atendimento aos grupos familiares, de forma que o processo de inclusão seja garantido com: • a alfabetização e ou elevação do grau de escolaridade para jovens, adultos e idosos; • a capacitação profissional de jovens e adultos, pelo fomento de cursos profissionalizantes de nível básico, que possibilitem o acesso ao mercado de trabalho e a geração e ou melhoria da renda dos grupos familiares; • a promoção de eventos educativos, culturais e esportivos, com vistas a facilitar o processo de integração das famílias assistidas às respectivas comunidades. Hoje, a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, como passou a chamar-se, possui unidades de ensino em todas as regiões do Brasil. A identidade organizacional da CNEC e a sua missão preconizam a dedicação total à Educação e serviços afins, promovendo a formação integral das pessoas por meio de uma educação de qualidade com compromisso social. A instituição reafirma suas crenças e valores, embasados nos princípios éticos, valorização do ser humano, competência, compromisso, honestidade, reflexos da oferta de serviços e produtos educacionais de excelência. Rompendo as barreiras naturais de estruturas quase seculares de administrações empíricas, em que a boa vontade, o forte desejo de difundir a educação esbarrava na falta de recursos físicos e humanos adequados, a CNEC de hoje alia-se aos mais modernos princípios de gestão, ferramentas indispensáveis num mundo de mudanças vertiginosas. A modernidade de sua estrutura está refletida claramente nos grandes investimentos na seleção, contratação e capacitação de pessoal de alto nível gerencial e novas tecnologias de ensino, igualando-se às maiores instituições do setor no país. A CNEC de hoje marca presença no cenário da educação nacional. Podemos afirmar que sua mística e filosofia de bem servir estão preservadas, sobretudo, nas mentes e corações dos milhões de alunos, professores, diretores, colaboradores e benfeitores, que adentraram as portas da instituição nesses 69 anos, sempre abertas aos que buscam o ideal da plena cidadania, exercida pela educação, que forma para a liberdade, para o cultivo do respeito ao outro e preservação da individualidade. 2.5 Missão e Finalidades A CNEC tem como missão promover a formação integral de pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social e o cumprimento da mesma ocorre a partir da manutenção de suas finalidades estatutárias, a saber: Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente; II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social, oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social; III - promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de preservação do meio ambiente e turismo; IV – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas educacionais e culturais, em todas as suas formas de expressão; V – criar e manter Centros de Educação Profissional nos níveis de Capacitação, Qualificação, Suprimento, Básico, Técnico e Tecnológico, oferecendo a jovens e adultos as habilitações necessárias para o exercício de sua cidadania e para seu desenvolvimento técnico, profissional e cultural. Parágrafo único. Destinar-se-ão tantas vagas quanto determina a legislação pertinente à filantropia, de forma planejada, diária e sistemática, sem qualquer discriminação da clientela beneficiada. 2.6 Público Alvo O público alvo da CNEC está definido em sua missão - “promover a formação integral de pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social”, e se expressa na concepção dos serviços que oferece nos seguimentos da educação e da assistência social. Assim, destacamos: 1. Na prestação de serviços educacionais - em todos os níveis e modalidades - o público alvo abrange crianças, jovens e adultos, alcançando alunos pagantes e bolsistas, conforme determina seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente;” 2. No atendimento em ações, projetos e programas de assistência social, o público alvo é o definido pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS e consolidado pela Política Nacional de Assistência Social, com atendimento a crianças, adolescentes, adultos, idosos e portadores de deficiência, em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco de exclusão social, notadamente alcançando suas respectivas famílias, conforme define seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: ... II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social, oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;” 2.7 História da CNEC em Minas Gerais A história da CNEC em Minas Gerais é contada pelo próprio Professor Felipe Tiago Gomes em sua obra “Escolas da Comunidade”, de onde foi transcrito o seguinte trecho, do Capítulo “Origens da CNEC em Minas Gerais”. “Na ânsia de levar a Campanha ao grande Estado, não titubeei em tomar um trem da Central do Brasil, com passagem autorizada pelo Dr. Jurandir Pires Ferreira, Diretor dessa ferrovia, e saí a percorrer o imenso território mineiro. De uma vez, fui até Ponte Nova; de outra, até Nova Era. Descia do trem, empoeirado, usando sempre a mesma roupa, e saía à procura da pessoa que mais se interessava pelo progresso local. Para isto, valia-me da informação do homem simples das ruas. Teria de encontrar alguém que ficasse com a idéia e a tornasse vitoriosa na localidade. Em 1951, um grupo de universitários mineiros constituiu-se na base de sustentação das nossas idéias inovadoras em Minas Gerais. Eles trouxeram o apoio da imprensa, de autoridades e de mestres como os professores Rubens Costa Romanelli e Colombo Etienne Arreguy, que muito ajudaram na implantação da Campanha. Os alunos da Faculdade de Filosofia de Belo Horizonte, Wilson Chaves e Expedito Albuquerque, ficaram com a incumbência de dirigir respectivamente o Ginásio “Mons Artur de Oliveira” e “Leonel Franca”. Em Uberaba, o Prefeito, Dr. Antonio Próspero, e sua esposa, Dona Quita, apoiaram a criação do Ginásio Dr. José Ferreira. É de justiça ressaltar a contribuição do Prof. Jenner Procópio Alvarenga, que desde a criação da Campanha, em Minas Gerais, até hoje, continua colaborando conosco, manifestando o mesmo entusiasmo dos primeiros dias.”1 A expansão da CNEC é visível, principalmente porque une esforços em torno de um único objetivo que visa ao ensino de qualidade ao alcance de todos. Atualmente, no Estado de Minas Gerais, a CNEC abrange uma ampla rede de escolas e faculdades com um total de 29 (vinte e nove) unidades. A Figura 1 representa o mapa do Estado de Minas Gerais bem como as unidades da rede CNEC de escolas e faculdades, distribuídas em seu território. Minas Gerais é um dos Estados com o maior número de unidades da CNEC em todo o território Nacional. Isso indica maior desenvolvimento cultural, técnico e especializado nas diversas áreas do conhecimento que são abarcadas pelos cursos superiores oferecidos pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC. A formação educacional de alto nível oferecida pela CNEC vem proporcionando grandes possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico-cultural para a população e para o Estado de Minas Gerais, a partir de esforços concentrados de todos os colaboradores que, apesar dos objetivos essencialmente filantrópicos, dedicam-se e empenham-se ao máximo para oferecer o melhor de si, no sentido de preservarem os ideais do Professor Felipe Tiago Gomes. 1 GOMES, Felipe Tiago. Origens da CNEC em Minas. In: Gomes, F. Tiago. Escolas da Comunidade. 5ª ed. Brasília: S.ed., 1980, p.109-110. ESCOLAS E FACULDADES DA CNEC EM MINAS GERAIS Figura 1: Unidades da CNEC em Minas Gerais Fonte: CNEC/2006 Talvez em nenhum outro estado da federação o sentido de liberdade que expressa a própria bandeira mineira, símbolo máximo da luta pelos direitos fundamentais do homem, não seja tão valorizado e tão inerente ao espírito de cada cidadão, ao ponto de identificar plenamente com os ideais Cenecistas. 3. O INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA – INESC IES Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC Publicação no DOU O INESC tem sua publicação na data de implantação de seu primeiro Curso Superior (Ciências Contábeis), através da Portaria de Autorização MEC 119/98 de 12, de fevereiro de 1998. Endereço e contatos Rua Celina Lisboa Frederico, 142 – Centro – Unaí / MG CEP: 38.610-000 Tel. (38) 3677.4747 Fax: (38) 3677.4343 E.mail: [email protected] Antes de ser apresentado o Projeto Pedagógico em si, faz-se necessária uma retrospectiva histórica dos movimentos e condições que levaram à constituição e origem do Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, em Unaí/MG. A Campanha Nacional de Escola da Comunidade – CNEC, Mantenedora do Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC, já está atuando em Unaí desde junho de 1959, data em que iniciaram suas atividades a partir da criação do “Ginásio Nossa Senhora do Carmo”, atualmente, “Escola Cenecista Nossa Senhora do Carmo”, que oferece desde a educação infantil até o ensino médio, com os mais elevados padrões de qualidade. Por meio de extensa pesquisa de interesse e a verificação da necessidade de cursos superiores para a grande massa de alunos que a cada ano finalizavam o ensino médio, em 1994 a comunidade se reuniu para criar o INESC, propondo a elaboração de dois projetos a serem submetidos ao Ministério da Educação e Conselho Nacional de Educação: Ciências Contábeis e Administração de Empresas. Foi então que em 1998 iniciaram-se as atividades com as primeiras turmas do curso de Ciências Contábeis, seguidas em 1999 pelas do curso de Administração de Empresas. Em 2001, os Projetos dos Cursos de Sistemas de Informação e de Direito foram apresentados, sendo autorizados, iniciando as suas atividades. O reconhecimento do Curso de Sistemas de Informação se deu em 2005 e o de Direito em 2009. (Tabela a seguir) A partir da necessidade de cursos específicos na área da educação, foram empreendidos esforços no sentido de se criar o ISEC (Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí) com o Curso Normal Superior reconhecido em 2006. Considerando-se a utilização da mesma estrutura física e organizacional pelos dois Institutos (ISEC– Instituto Superior Cenecista de Unaí e INESC Instituto de Ensino Superior Cenecista), o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI apresenta a proposta de unificação aprovada pelo MEC. Em 2007 de acordo com as Diretrizes curriculares Nacionais transforma-se o Curso Normal Superior em Curso de Pedagogia. Em 2010 o Curso de Engenharia de Produção é autorizado e dessa forma, o INESC mantém os cursos superiores nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia de Produção, Pedagogia e Sistemas de Informação. 3.1 Missão do INESC O INESC busca a formação de profissionais conscientes de seu papel enquanto cidadãos, dotados de uma visão transdisciplinar e qualificados para ler e interpretar os cenários sociais, políticos e econômicos, de forma a atuar com alto nível de competência técnica e responsabilidade ética, posicionando-se de maneira crítica e ativa diante das mudanças provocadas na sociedade contemporânea pelo processo de globalização e pela revolução técnico-científica. E é fundamentado nesta visão global, que o INESC tem como missão: A produção e transmissão do conhecimento científico e filosófico nas diversas áreas de estudo, em especial nas Ciências Sociais e Tecnológicas, associadas ao incentivo às manifestações artísticas e à difusão da cultura, visando ao desenvolvimento humano em geral e, em particular, à formação de profissionais de alta qualidade, com responsabilidade ética e capacidade empreendedora de contribuir para a promoção do desenvolvimento social e econômico, enfrentando os problemas que marcam a realidade brasileira. Não se deve, no entanto, investir na educação universitária pensando exclusivamente na formação profissional, é necessário compreender a pessoa como produtora e gestora de conhecimentos, assumindo o compromisso de atuar como um agente promotor de mudanças na sociedade, apresentando um perfil polivalente, flexível e sensível às necessidades ditadas pela realidade brasileira. 3.2 Finalidades do INESC Garantir o respeito à liberdade de ensino, fomentando a interdisciplinaridade, reconhecendo a legitimidade do conhecimento vinculado à realidade social e aos princípios éticos da ciência. Manter o compromisso constante com a difusão e socialização do saber, da arte e da cultura, estabelecendo laços com a comunidade construindo, coletivamente, uma intervenção social voltada para a promoção da paz, a defesa dos direitos humanos e a preservação do meio ambiente, ampliando a inserção social mediante uma articulação cada vez mais próxima e intensa com a comunidade local. Formar produtores e gestores do conhecimento, dotados de consciência crítica, capacidade criadora e autonomia intelectual, empenhados na busca de soluções democráticas para os problemas sociais da realidade brasileira e principalmente, criar mecanismos que viabilizem a formação continuada dos egressos mediante a adoção de estratégias diversificadas, principalmente baseadas nas vastas possibilidades das tecnologias de informação e comunicação existentes atualmente. Estimular a criação de grupos de pesquisa e de estudo, com linhas de investigação diretamente correlacionadas com a formação acadêmica e a realidade social, para que os conhecimentos gerados possam se apresentar como soluções para os diversos problemas que afligem a sociedade atual, bem como as relações entre os indivíduos. 3.3 Objetivos do INESC Para que as finalidades do INESC sejam plenamente atingidas, os seguintes objetivos devem ser traçados: • Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para inserção em setores profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua formação contínua; • Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; • Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de ouras formas de comunicação; • Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; • Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais, regionais e da comunidade em que se insere; • Prestar serviços especializados que atendam às demandas e aos interesses da comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; • Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da iniciação cientifica e tecnológica geradas na instituição; • Prestar assistência ou consultoria técnica, em sua área de atuação, a entidades públicas e privadas, por meio de convênios, contratos ou outros instrumentos de natureza obrigacional; • Manter intercâmbio de informações, de pessoal docente e discente e de experiências, com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras; • Organizar centro de informações técnicas para suporte das atividades de ensino, iniciação cientifica e extensão, bem como para prestação de serviços à comunidade. 3.4 Cursos Oferecidos O INESC é uma Instituição de Ensino que possui potencial para o oferecimento de cursos em diversas áreas do conhecimento. No entanto, conforme o Regimento Interno do INESC, sua infra-estrutura acadêmica lhe permite ofertar três modalidades de cursos: Cursos de Graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e que tenham sido classificados em processo seletivo; Cursos de Pós-Graduação em nível de especialização (lato sensu), abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação; Cursos de Extensão, em nível de aperfeiçoamento, abertos à comunidade, observando-se os requisitos estabelecidos em cada curso. Na Tabela abaixo são dispostos os cursos oferecidos pelo INESC, e as informações referentes às suas portarias, regime escolar, tempo de integralização, vagas e horários de funcionamento. Cursos ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CIÊNCIAS CONTÁBEIS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Portaria Autorização Tempo de Integralização Horários de Funcionamento e dias letivos anuais Regime Escolar Min. Max. Turno Regime Carga Horária (Port. Rec.) Carga Horária (Atual) n° de vagas Portaria MEC 320 de 26/02/1999 Publicado no D.O.U. de 02/03/1999 n° 903 de 31/03/2004 Publicado no D.O.U. de 01/04/2004 4 anos 6 Anos Noturno Seriado Semestral 3.564 h/aula 3.160 h/aula 90 anuais * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 200 dias letivos Portaria MEC 119 de 12/02/1998 Publicado no D.O.U. de 16/02/1998 Portaria MEC 1.617/09 DOU 13/11/2009 n° 1.250 de 13/05/2004 Publicado no D.O.U. de 14/05/2004 4 anos 6 anos Noturno Seriado Semestral 3.144 h/aula 3.160 h/aula 80 anuais * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 200 dias letivos DIREITO n° 1.683 de 07/06/2002 Publicado no D.O.U. de 10/06/2002 PEDAGOGIA Portaria MEC nº 849 de 22/03/2002 Publicado no D.O.U de 27/03/2002 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Portaria Reconhecimento Portaria MEC 2881/01 Fonte: INESC-Unaí/2010 5 anos n° 653 de 07/05/2009 Publicado no D.O.U. de 08/05/2009 Portaria MEC nº 943 de 22/11/2006 Publicado no D.O.U. 23/11/2006 n° 2.881 de 14/12/2001 Publicado no D.O.U. de 18/12/2001 5 anos 7 anos Noturno Seriado Semestral 3.680h/aul a 3.680h/au la 100 anuais 7 anos Noturno Seriado Semestral 4.600 h/aula 4.600 h/aula 160 anuais * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 (N) * sábados das 8:00 às 11:30 200 dias letivos * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 (N) * sábados das 8:00 às 11:30 200 dias letivos 3 anos e meio 5 anos e meio Noturno Seriado Semestral 3.200 h/aula 3.200 h/aula 90 anuais * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 (N) * sábados das 8:00 às 11:30 200 dias letivos 4 anos 6 anos Noturno Seriado Semestral 3.570 h/aula 3.220 h/aula 120 anuais * 2ª a 6ª feira de 19:00 às 22:30 200 dias letivos 3.4.1 CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO O INESC oferece oportunidades de qualificação profissional em cursos de especialização. São 9 (nove) os cursos de especialização (pós-graduação Lato Sensu), voltados às expectativas de aprimoramento acadêmico e profissional, com duração máxima de dois anos, carga horária de 420horas e 40 vagas. São eles: Auditoria e Controladoria Contabilidade Empresarial Direito Público Engenharia de Software Gestão Empresarial Gestão de Pessoas Gestão Educacional Gestão e Comercialização em Agronegócios 3.4.2 OUTRAS MODALIDADES DE CURSOS O INESC oferece ainda Cursos de Extensão, que visam a complementação ou aquisição de conhecimentos em diversas áreas, atingindo uma ampla gama de profissionais, uma vez que o grau de escolaridade exigido para matrícula no curso varia de acordo com sua complexidade. Nesta modalidade de curso, são apresentados os fundamentos e conceitos básicos e a sua aplicabilidade no mundo empresarial. Esses cursos são constituídos por disciplinas isoladas, ou por conjunto de disciplinas girando em torno de um eixo comum com finalidades pré-estabelecidas e podem ser aproveitados como parte dos cursos de especialização Lato Sensu. Também são oferecidos cursos de Capacitação Básica, que têm por objetivo proporcionar uma visão estratégica das empresas, por meio da utilização de técnicas, ferramentas e conceitos gerenciais modernos, proporcionando uma maior interação da empresa com o ambiente, a partir da organização interna, facilitando o crescimento e a prosperidade da empresa no mercado. 4. INSERÇÃO REGIONAL O Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC encontra-se situado na cidade de Unaí, na Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, que possui 64.932 km² de extensão territorial e com uma população estimada em 308.783 habitantes, sendo que aproximadamente 65% estão concentrados na zona urbana, resultando numa densidade demográfica de 5 hab/km². A Região é marcada por diversidades físicas, econômicas, culturais e sociais. Unaí, especificamente, possui uma população de 77 hab.565 e uma densidade demográfica de 9,18 hab/km2 (IBGE 2010). Porém, apesar de estar localizado na Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, por estar próximo à Brasília, esta faz parte da RIDE – Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno, também chamada Região Metropolitana de Brasília. A área de influência direta do INESC corresponde à Mesorregião Noroeste de Minas Microrregião de Unaí e de Paracatu – com influência também nos municípios vizinhos dos Estados de Goiás e Bahia (Figura 2) Belo Horizonte Figura 2: Localização do Município de Unaí em relação ao mapa do Estado de Minas Gerais A Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, atualmente compreende os seguintes municípios: Arinos, Bonfinópolis de Minas, Buritis, Formoso, Guarda-Mor, João Pinheiro, Lagamar, Lagoa Grande, Paracatu, Presidente Olegário, Riachinho, São Gonçalo do Abaeté, Unaí, Vazante, sendo que a partir de 1997 foram criados, por desmembramento e emancipados, os seguintes novos municípios: Brasilândia, Cabeceira Grande, Dom Bosco, Natalândia e Uruana de Minas. A Figura 3 apresenta o círculo corresponde à área de influência direta do INESC, que compreende à Mesorregião Noroeste de Minas – Microrregião de Unaí e de Paracatu - estendendose também aos municípios vizinhos do Estado de Goiás, além da Região Norte de Minas, inclusive o Distrito Federal. Figura 3: Microrregião de Unaí e Paracatu (Mesorregião do Noroeste de Minas Gerais) Trata-se de uma Região de ocupação relativamente recente, com intensa expansão econômica, implementada por um forte movimento migratório originado, principalmente, dos Estados da Região Sul do país, que encontraram na Região, condições extremamente favoráveis para o desenvolvimento de atividades agrícolas, pecuárias, comerciais e nas áreas de prestação de serviços. Com relação aos grandes centros, Unaí fica localizada à 600 km da capital do Estado, Belo Horizonte, e à 172 Km da Capital Federal, Brasília. Num passado recente, quando ainda não haviam estabelecimentos de Ensino Superior no Município, para a grande maioria dos estudantes, era praticamente impossível se deslocar para qualquer das capitais, na intenção de darem continuidade aos seus estudos. Apenas os mais privilegiados financeiramente tinham a oportunidade de enviar os seus filhos para as capitais ou cidades com estrutura universitária (normalmente Brasília, pela sua proximidade), sendo que os alunos de classes menos privilegiadas teriam que contentar-se apenas com o nível secundário de formação. Foi a partir deste cenário e das necessidades prementes do Município, na intenção de proporcionar o Ensino Superior de qualidade para os alunos de Unaí e de toda a Região Noroeste do Estado, idealizou-se a fundação e o desenvolvimento do INESC. Dessa forma, Unaí passou a destacar-se como pólo das atenções de toda a Região, no que se refere ao ensino superior, uma vez que conta atualmente com o INESC e mais três Faculdades, que proporcionam uma considerável variedade de cursos de bacharelado e tecnológicos. Tudo isso, considerando-se a juventude e a pujança do Município, com seus 69 anos de emancipação política. Desse modo, é possível não perceber a grande influência exercida por Unaí, bem como sua abrangência sobre a microrregião, fazendo com que o INESC disponibilize os seus cursos para todos os alunos que necessitam de formação superior num raio aproximado de 200km da sede do Município de Unaí. No plano econômico, Unaí possui um comércio forte e bastante diversificado, destacando-se como Cidade Pólo da Região. Pode-se dizer que se trata de um Município de vocação essencialmente agrícola, agropecuária e agroindustrial, sendo um dos maiores produtores de grãos do País, destacando-se também nas indústrias de cerâmica, calcário, entre outras. É o maior produtor de milho e feijão do Estado de Minas Gerais, possuindo tecnologia de ponta na produção e nas técnicas de pré e pós-colheita, permitindo-lhe uma excelente produtividade. A pecuária bovina também é um dos alicerces da sua economia. O Município destaca-se com um dos maiores rebanhos do Estado e com uma expressiva produção do leite, sendo responsável por uma produção acima dos 300.000 litros/dia para Brasília. Considerando-se a Região Noroeste de Minas Gerais, o Município de Unaí também destaca-se por possuir uma invejável infra- estrutura relacionada ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas, direta ou indiretamente vinculadas ao setor agroindustrial. A vocação e o potencial agrícola da Região, e do Município de Unaí, em especial, já vem sendo explorados à várias décadas, permitindo que este se situe como um dos primeiros colocados na lista de maiores produtores do estado e do País. Esta realidade proporciona um ambiente favorável à implantação de instituições de ensino e pesquisa no Município, permitindo assim que jovens, egressos do ensino médio, muitas vezes, filhos de agricultores ou ligados à atividades rurais e agroindustriais, possam permanecer na Região e dar continuidade à sua relação com a terra e aos produtos oriundos desta, numa dimensão diferenciada, propiciada pelo ensino superior. Desta forma, poderiam assumir os seus lugares nas empresas agroindustriais da Região (ou de outras regiões do país) que demandam mão-de-obra cada vez mais especializada e cujo potencial criativo e de gerar soluções para as problemáticas mercadológicas atuais, lhes sejam características inerentes. 4.1 Dados Sócio-Econômicos da Região O desbravamento e a colonização da Região Noroeste de Minas Gerais data do século XVIII, com as primeiras famílias originárias de todas as regiões do Brasil, principalmente das regiões Sul e Sudeste. Com o objetivo de se consolidarem na Região, adquiriram terras e começaram a investir na produção agrícola. Todavia, é a partir da década de 80 que os avanços das técnicas, bem como das tecnologias dos equipamentos cada vez mais sofisticados, a região deu um grande salto econômico e social proporcionando melhor padrão de vida para a sua população. A configuração populacional da Micro-região de Unaí, representante da maior extensão territorial do Noroeste de Minas, encontra-se demonstrada na Tabela a seguir, em função dos números das populações urbana e rural de cada município. Pode-se visualizar com detalhes as proporções existentes entre a cidade e o campo. Observar tais aspectos é importante, pois uma população essencialmente urbana irá demandar, cada vez mais, um ensino de qualidade e comprometido com a realidade regional que se apresenta, buscando sua formação e especialização para um mercado de trabalho mais exigente e extremamente concorrido. Um importante aspecto da população é quanto à sua composição etária, a predominância de uma população mais jovem, uma vez que este fator define, em grande parte, a demanda por ensino superior. Segundo os dados estatísticos do IBGE para a Região, a faixa etária predominante é de uma população jovem, onde aproximadamente 70% dos habitantes têm menos de 30 anos de idade. Configuração e distribuição da população da Região Noroeste de Minas Gerais – Microrregião de Unaí/MG Região Noroeste Arinos Bonfinópolis de Minas Buritis Formoso Unaí Riachino Total Área Km² 4.496 3.558 5.549 4.166 9.749 1.756 64.932 Urbana 10.137 6.202 13.868 3.409 55.549 3.899 232.084 População em 2004 Rural 7.572 2.241 6.528 3.113 14.484 4.046 44.761 Total 17.709 8.443 20.396 6.522 70.033 7.945 328.461 Fonte: IBGE – Março de 2005 4.2 Aspectos Geo-Políticos e Infra-Estruturais de Unaí e Região O Município de Unaí foi criado pela Lei Estadual nº 1.058 de 31 de Dezembro de 1943. Fica localizado na Região VI – Noroeste – possuindo 8.484,01 Km, de configuração topográfica com 60% de terras planas, 25% de terras onduladas e 15% de terras montanhosas. Sua altitude é de 684,75 m; temperatura média variando em torno dos 24º e índice pluviométrico de 1.200 mm/ano. A densidade demográfica do Município fica em torno de 7,7 hab/Km2, com um crescimento populacional de 1,2% /ano. Pertence à Bacia Hidrográfica do São Francisco, sendo seus principais recursos hídricos: Rio Preto, Rio São Marcos, Ribeirão Soberbo, Ribeirão Aldeia, Ribeirão Roncador e Ribeirão Canabrava. A infra-estrutura de telefonia conta atualmente com os Sistemas OI Fixo e VIVO Celular sendo considerado bastante razoável. O Índice população/número de terminais se aproxima do índice geral do Estado de Minas Gerais, não havendo nenhuma comunidade rural (vilas, povoados, etc) que não disponha de, pelo menos, um posto avançado de telefonia. O Município conta com a presença de três emissoras locais de Rádio: 01 (uma) AM e 03 (duas) FM, além de duas emissoras de televisão, sendo uma local (TV Rio Preto), e uma subsidiária da Rede Globo de Televisão (INTERTV), com sede em Montes Claros/MG e ponto de retransmissão em Unaí. A cidade possui ainda 03 jornais locais e 03 tablóides de circulação regular. Aproximadamente 12.000 pessoas são atendidas pelos dois provedores de Internet na cidade, sendo Mastercabo (internet a cabo, wireless e VoIP) e ADA Unaí (internet discada e wireless). Os demais usuários de Velox (internet discada) utilizam provedores externos, como UAI, OI e SPEEDY. A cidade é servida por TV a cabo, pela Mastercabo e SKY. Quanto à infra-estrutura de transportes, a malha viária da Região, (um dos mais importantes fatores para o desenvolvimento econômico), na última década, foi ampliada com a pavimentação de várias conexões entre os municípios: Unaí/Buritis (MG 210); Unaí/Arinos (MG 210); Arinos/Buritis (MG 210); Paracatu/Vazante; Unaí/Formosa-GO (em construção) e João Pinheiro/Bonfinópolis de Minas. Dessa forma as conexões se completam com as já existentes: Unaí/Paracatu (BR 251/MG 188); Unaí/Brasília (BR 251) e Unaí/Belo Horizonte (BR 251/MG 188/BR 040) Órgãos da Administração Pública Estadual e Federal estão presentes no município, tais como: Administração Fazendária; Secretaria do Trabalho; Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER; Polícia Rodoviária; Polícia Florestal; Polícia Militar; Instituto Estadual de Floresta – IEF; Superintendência Regional de Minas Gerais – SUPRAM, ligada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais; 16ª. Cia de Polícia Militar de Minas Gerais; 28º. Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais; 3º. Pelotão do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de Minas Gerais; Delegacia Regional da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais; entre outros. A infra-estrutura de abastecimento de água e coleta de esgoto de Unaí é prestada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), autarquia municipal que proporciona um abastecimento com água de excelente qualidade a 100% da população. O SAAE promove também a a administração dos esgotos sanitários do município, a partir da Estação de Tratamento de Esgotos de Unaí (ETE), que foi uma grande conquista do Município, amenizando os impactos sobre o Meio Ambiente. Os Sistemas de tratamento da água e esgoto oferecidos à população de Unaí é referência internacional. Segundo documento publicado em março de 2007 pela ONG World Development Movement, do Reino Unido, Unaí é exemplo, juntamente com apenas outros três municípios no Brasil (Alagoinhas/BA, Guarulhos/SP e Porto Alegre/RS), nos programas de combate à crise global de água. Na área da saúde, o Município conta com aproximadamente 21 estabelecimentos, entre hospitais, clínicas, postos de saúde e toda uma infra-estrutura que permite o tratamento de sua população e de também da região. 4.3 Contexto Educacional Regional No Município de Unaí os estudantes podem contar com uma ampla rede de estabelecimentos de ensino que vai desde a pré-escola até o nível superior, além de vários cursos de pós-graduação, também oferecidos, o que revela um grande incremento, sobretudo nas redes municipais, com melhoria do atendimento aos alunos, especialmente das escolas rurais, oferta de transporte escolar e programas de aperfeiçoamento dos docentes. Números que colocam Unaí em evidência, no campo da educação, é o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, avaliado no ano de 2000, colocando o Município em 21º. lugar no Estado (entre os 853 municípios de Minas Gerais). (PMU, 2008). Ressalta-se que, na década de 1990, essa rede foi ampliada, inclusive com a construção, dentre outros, de CAIC’s – Centros de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente, pelo Programa Nacional de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (PRONAICA) nos municípios de Paracatu, João Pinheiro e Unaí. A partir de 1997, a Secretaria de Estado da Educação/MG, com “Projeto de Aceleração Pedagógica” e “Acertando o Passo” fez retornarem à escola centenas de jovens que haviam paralisado seus estudos. Com isso houve um crescimento muito grande no atendimento, sobretudo nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio (2º grau). Mais recentemente, a Secretaria Municipal de Educação de Unaí (SEMED), implantou a Educação de Jovens e Adultos (EJA), projeto apoiado pelo Governo Federal com a finalidade de proporcionar aos jovens e adultos, que deixaram o ensino, uma nova oportunidade de se formarem. O atendimento educacional no Município tem crescido de forma vertiginosa. Em 1997, as redes de ensino do município (pública e privada) atendiam a pouco mais de 10.000 alunos; em 2003 este número era de 13.852 alunos; atualmente, o número de alunos assistidos com ensino fundamental e médio pelas redes pública e privada em Unaí é superior a 16.000 alunos. (IBGE, 2006; PMU, 2008). (Figura 04) Evolução dos Ensinos Médio e Fundamental em Unaí (1997-2007), em número de alunos 25000 20000 Fundamental 15000 Médio 10000 Total 5000 0 1997 2000 2007 Figura 4: Evolução do Ensino Médio e Fundamental em Unaí, em número de alunos A demanda por Ensino Médio na Região Noroeste de Minas Gerais vem apresentando um crescimento de cerca de 10% ao ano. Nos últimos anos, a situação do Ensino Médio vem melhorando graças à criação de novas escolas públicas, à ampliação de vagas e cursos e também aos novos projetos da SEE/MG, estimulando o retorno à escola de grande número de estudantes que haviam paralisado seus estudos. Em 2008 reinicia na Escola Estadual Delvito Alves da Silva o curso Normal Nível Médio. O curso é formado por turmas geradoras que têm duração de 4 anos e turmas de complementação de carga horária com duração de um ano e meio para alunos que já tinham o Ensino Médio. Em julho de 2009, cinquenta e quatro alunos se formaram e em agosto de 2010, sessenta e três alunos se formarão e em julho de 2011 mais oitenta alunos. A SRE autorizou a continuidade do curso o que viabilizará futuros alunos para o Curso de Pedagogia, pois a maioria dos egressos do Normal Nível Médio são candidatos ao Curso de Pedagogia do INESC. 4.4 Ensino Superior na Região Noroeste e em Unaí Não há como analisar Unaí e os demais municípios no Noroeste de Minas sem incluir a importância da Capital Federal no cenário social, político e econômico regional. Por ser o centro regional, Brasília sofre pressões violentas de seu entorno e, hoje, estudase formas de: reduzir essas pressões, fortalecendo os centros regionais do entorno, dotando-os de infra-estrutura que atenda às demandas sociais, econômicas e culturais de seus habitantes. Convém ressaltar o papel de Brasília, Capital Federal, centro de maior interesse regional, que oferece grande variedade de cursos superiores, mas que, pelo elevado custo de vida, se torna proibitivo para a quase totalidade dos pretendentes ao ensino superior. Nesta última década, como ocorreu em outras regiões do país, a Região Noroeste de Minas Gerais, presenciou um significativo crescimento na área da Educação Superior. Até o final dos anos noventa, a Região contava com três Instituições de Ensino Superior, o INESC e a FACTU, em Unaí, e a FINOM, em Paracatu, as quais ofereciam apenas seis cursos superiores. Atualmente existem, somente na área de abrangência de Unaí (Micro-região de Unaí), dez instituições de Ensino Superior, uma pública e nove da iniciativa privada, que oferecem 47 cursos superiores. A seguir, estão relacionadas as instituições existentes na Região, bem como os seus respectivos cursos e o número de vagas anuais: Em Unaí: INESC – Instituto de Ensino Superior Cenecista • Ciências Contábeis (80 vagas - noturno) • Administração (90 vagas - noturno) • Sistemas de Informação (120 vagas - noturno) • Direito (80 vagas noturno) • Pedagogia (90 vagas - noturno) • Engenharia de Produção (100 vagas- noturno) FACISA – Faculdade de Ciências da Saúde de Unaí (280 vagas) • Enfermagem (100 vagas noturno) e (100 vagas matutino) • Medicina Veterinária (80 vagas - diurno) UNIMONTES – Universidade Estadual de Montes Claros (70 vagas) • Letras (Habilitação em Português) (35 vagas - noturno) • Ciências Biológicas (35 vagas - noturno) FACTU – Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí (1.340 vagas) • Administração (100 vagas - noturno) • Agronomia (100 vagas - diurno) • Artes Visuais (70 vagas diurno) e (70 vagas noturno) • Ciências Contábeis (100 vagas - noturno) • Tecnologia de Sistemas de Informação (100 vagas noturno) • Direito (100 vagas – noturno) • Educação Física (100 vagas noturno) • Enfermagem (100 vagas diurno) • Normal Superior (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Pedagogia (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Turismo (100 vagas – noturno) Em Paracatu: Faculdade ATENAS (820 vagas) • Administração (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Direito (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Educação Física (120 vagas – noturno) • Medicina (100 vagas – noturno) • Nutrição (50 vagas diurno) e (50 vagas noturno) • Sistemas de Informação (100 vagas – noturno) FINOM – Faculdade do Noroeste de Minas (2.300 vagas) • Agronomia (100 vagas - diurno) • Ciências Contábeis (100 vagas - noturno) • Tecnologia de Agronegócios (100 vagas noturno) • Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (100 vagas – noturno) • Direito (200 vagas – noturno) • Engenharia (telecomunicações) (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Engenharia Ambiental (100 vagas noturno) • Engenharia Civil (100 vagas noturno) • Engenharia de Produção (100 vagas noturno) • Engenharia Elétrica (100 vagas noturno) • Física (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) • Geografia (100 vagas noturno) • História (120 vagas noturno) • Matemática (50 vagas diurno) e (150 vagas noturno) • Pedagogia (280 vagas noturno) • Prog. Esp. Form. Pedagógica de Docentes (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno) UNIMONTES – Universidade Estadual de Montes Claros (60 vagas) • Pedagogia (35 vagas - noturno) • Matemática (25 vagas - noturno) Em Buritis: Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC (200 vagas) • Administração (100 vagas noturno) • Serviço Social (100 vagas noturno) Pólo Universitário Profª Carlota Santana Prado (UFMG) (90 vagas) • Pedagogia (90 vagas noturno) É relevante destacar a distância, em quilômetros, de Unaí para as sedes dos municípios supra-citadas são: * Distância de Unaí à Paracatu: 100 km * Distância de Unaí à Buritis: 150 km Em Unaí, são cinco as Instituições de Ensino Superior, sendo uma pública (estadual). Estas Instituições oferecem 20 cursos superiores. Considerando todas as Instituições de Ensino Superior da Região, que concorrem com o INESC (citadas acima), a oferta de vagas, para os cursos de bacharelado, tecnologia e licenciatura, representam 5.900 vagas anuais, disputando 16.184 egressos do ensino médio na Região (Tabela abaixo). Acontece que, segundo estatística do IBGE, destes, apenas aproximadamente 6,5 mil (40%) são potenciais ingressantes no ensino superior. Desta forma, a oferta de vagas não tem superado a demanda por elas. NÚMERO DE ALUNOS DA REDE ESTADUAL - QTM / MARÇO 2009 MUNICÍPIO ENS MED ANOS FINAIS EJA MÉDIO PRESENC. EJA MÉDIO SEMI-PRES. CURSO NORMAL NÍVEL MÉDIO EDUC. PROF. TOTAL Arinos 1229 123 0 0 0 1352 Bonfinópolis de Minas 254 115 0 0 0 369 Brasilândia de Minas 1369 173 0 0 0 1542 Buritis 973 0 0 0 0 973 Cabeceira Grande 108 99 0 0 0 207 Dom Bosco 282 63 0 0 0 345 Natalândia 306 42 0 0 0 348 Paracatu 4291 635 880 295 0 6101 Riachinho 803 64 0 0 0 867 Unaí 2889 453 361 156 171 4030 Uruana de Minas 0 50 0 0 0 50 TOTAL JURISDIÇÃO 12504 1817 1241 451 171 16184 Dados: S.R.E/DIRE/DIVAE Fonte: QTM/Março 2009 É interessante ainda, como subsídio suplementar a esta análise perspectiva e prognóstica, no campo da educação, os objetivos do Plano Decenal da Educação do Município de Unaí 2006/2015, para o Ensino Superior: 01. Prover oferta de educação superior para pelo menos 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. Meta: 10% em 3 anos; 20% em 6 anos; 30% em 10 anos. 02. Institucionalizar um amplo e diversificado sistema de avaliação interna e externa que englobe os setores público e privado, e promova a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da gestão acadêmica. Meta: 100% em 10 anos. 03. Estabelecer, em nível municipal, diretrizes curriculares que assegurem a necessária flexibilidade e diversidade nos programas de estudos oferecidos pelas diferentes instituições de educação superior, de forma a melhor atender às necessidades diferenciais de sua clientela e às peculiaridades da região. Meta: 100% em até 10 anos. 04. Incluir nas diretrizes curriculares dos cursos de formação de docentes, temas relacionados às problemáticas tratadas nos temas transversais, especialmente no que se refere a abordagens tais como: gênero, educação sexual, ética (justiça, diálogo, respeito mútuo, solidariedade e tolerância), pluralidade cultural, meio ambiente, saúde e temas locais. Meta: 50% em 05 anos e 100% em 10 anos. 05. Estimular a consolidação e o desenvolvimento da pós-graduação e da pesquisa, dobrando o número de pesquisadores qualificados. Meta: 50% em 05 anos e 100% em 10 anos. 06. Promover o aumento anual do número de mestres e de doutores formadores do sistema nacional de pós-graduação. Meta: 30% em 03 anos, 60% em 06 anos e 100% em 10 anos. 07. Incentivar a generalização da prática da pesquisa como elemento integrante e modernizador dos processos de ensino aprendizagem. Meta: 100% em todos os anos de execução do Plano Municipal. 08. Criar políticas que facilitem às minorias, o acesso à educação superior, através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes, desta forma, competir em igualdade de condições nos processos de seleção e admissão a esse nível de ensino. Meta: 30% em 03 anos, 60% em 06 anos e 100% em 10 anos. 09. Contribuir para o desenvolvimento cultural do município, através de práticas que incentivem a produção e disseminação de bens culturais, assim como o resgate de valores da cultura regional. Meta: 50% em 05 anos e 100% em 10 anos. 10. Promover a integração sócio-político-cultural com o público externo, através de projetos de extensão. Meta: 100% em 10 anos. 11. Aumentar a oferta de cursos que venham de encontro à vocação e às demandas profissionais da região. Meta: De acordo com o interesse da população. 5. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC Organização Acadêmica: Instituto Superior ou Escola Superior Categoria Administrativa: Privada - Filantrópica Dirigente Principal: ROMUALDO NEIVA GONZAGA CNPJ: 33621384202170 Mentenedora: CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE - CNEC Endereço da Sede: Rua Celina Lisboa Frederico 142 38610-000 UNAI - MG Telefone: (38) 3677 4747 Fax: (38) 3677 4747 e-mail: [email protected];[email protected] Site: www.inesc.br Dados de criação e autorização do Curso Normal Superior Documento: Portaria MEC No. do Documento: 849 Data do Documento: 22/03/2002 Data de Publicação: 27/03/2002 Dados de reconhecimento do Curso Normal Superior Documento: Portaria MEC No. do Documento: 943 Data do Documento: 22/11/2006 Data de Publicação: 23/11/2006 Data da transformação do Curso Normal Superior em Pedagogia: 2007 Nome do Curso/ habilitação: Pedagogia (atendendo as novas Diretrizes Curriculares) Modalidade do Curso: Presencial Nº de vagas ato de criação e número atual: 90 anuais Turno de funcionamento: noturno Duração do Curso: Estrutura curricular de 2007 (3 anos e meio) até 2013 Duração do Curso: a partir da Estrutura Curricular de 2011 (4 anos) Dimensão das turmas teóricas e práticas por semestre na estrutura curricular de 2007 SEMESTRE TEÓRICA PRÁTICA 1º 400 2º 400 80 3º 320 120 4º 320 130 5º 320 160 6º 300 170 7º 340 140 5.1- Histórico do Curso: criação e trajetória No cenário educacional atual pode-se identificar a seguinte situação: ainda persistem altos índices de evasão e repetência; baixos níveis de desempenho; grande número de alunos com idades defasadas com relação aos anos que cursam; professores leigos; e uma porcentagem importante de professores atuando na Educação Básica (educação infantil, ensino fundamental) sem uma formação superior que os capacite e os profissionalize, bem como uma formação continuada para responder aos desafios impostos neste momento da história da educação brasileira. Neste sentido, o objetivo do Instituto de Ensino Superior Cenecista (INESC) é o de produzir conhecimento e naturalmente fazer com que esse conhecimento chegue à sociedade por meio das soluções geradas pela prática de pesquisas, do ensino proficiente e da extensão, no sentido de atender às necessidades sociais, visando a formação de recursos humanos comprometidos com os processos de transformações sociais. Tais transformações sociais que estão a ocorrer no mundo do trabalho exigem que as instituições de ensino superior proporcionem aos seus alunos uma formação sólida, permitindo que o conhecimento adquirido possa ser transferido às atividades que mais tarde irão exercer. Isto é, esta formação deverá permitir ao aluno se atualizar, ser capaz de pensar, de relacionar, de generalizar, encontrando soluções para dificuldades e problemas que vierem a ocorrer, com flexibilidade e criatividade dentro de novas metodologias de ensino que proporcionem autonomia intelectual. O Instituto de Ensino Superior Cenecista, portaria nº 849, teve seu Curso Normal Superior com a habilitação em Magistério nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental autorizado pela portaria ministerial nº 850 de 22/03/2002, publicada no D.O.U. 27/03/2002 e publicado o seu reconhecimento pelo MEC em 31/01/06. O INESC reformulou seu projeto buscando atender as exigências de acordo com o que dispõe as Diretrizes Curriculares Nacionais com a Resolução nº 1 de 15 de maio de 2006. Desde a concepção do projeto acadêmico do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí algumas preocupações foram fundantes: buscar o atendimento legal referente à normatização do Curso de Licenciatura em Pedagogia, assegurar a articulação entre as especificidades locais e os princípios pedagógicos referentes à formação inicial docente e domínio necessário das áreas de conhecimento que integram as atuais Diretrizes Curriculares com vistas para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Também visa a formação em Gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino escolar e não-escolar. É importante ressaltar, também, que a legislação educacional vigente estabelece que a atuação profissional do professor não deva se restringir ao espaço da sala de aula. Assim, é particularmente relevante sua parcela de colaboração nas atividades de articulação da instituição educativa com as famílias dos alunos e a comunidade em geral, a partir do seu envolvimento na gestão pedagógica e na área de serviços e apoio escolar no processo de construção coletiva do projeto político-pedagógico da escola (Artigo 13, Incisos I, II, III, IV, V e VI, da Lei 9.394/96). Buscando atender as demandas do Curso, decidiu-se que este deveria ser ministrado em três anos e meio com carga horária de 3.200h, pois assim atenderia a Resolução nº 1 de 15 de maio de 2006 que exige o mínimo de 3.200h, mas não exige o tempo para o comprimento da carga horária. Esta nova proposta curricular foi ainda precedida de análise e avaliação do Conselho Superior e professores do Curso Normal Superior, buscando a construção da identidade do Curso. O aumento do número de alunos no ensino médio de Unaí e Região, inclusive egressos a partir de 2008 dos cursos em Nível Médio Normal percebe-se maior demanda por Cursos Superiores principalmente na área de licenciatura como Pedagogia. A partir de 2011 atendendo as exigências legais das Diretrizes Curriculares, a estrutura curricular foi reformulada de acordo com as sugestões do NDE e aprovação do Colegiado e o Curso do de Pedagogia passa a ter duração de 4 anos. No projeto colocamos as duas estruturas curriculares vigentes. A mobilização do INESC para empreender na formação de profissionais da educação foi motivada pelo entendimento institucional de que há uma premência muito grande para este processo formativo. Esta premência origina-se das necessidades educativas que emanam da formação de professores para Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, e a necessidade de reestruturar a formação do profissional na área de gestão, tendo em vista o empreendimento na qualificação de sua formação, via inserção em um nível “superior” de ensino para uma formação acadêmico-científica. Não se pode esquecer que, neste contexto, a formação dos profissionais para docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, no panorama educacional brasileiro foi, por muito tempo, relegada a segundo plano, sendo constatado, até mesmo, certo descaso quanto à necessidade de preparar adequadamente o profissional que lida com este nível de ensino. O atendimento às atuais demandas apresentadas à formação de professores para a Educação Infantil e os anos Iniciais do Ensino Fundamental implica formar profissionais qualificados e compromissados com o desenvolvimento de competências, habilidades, valores, atitudes e convicções nos educandos, de modo que estes participem ativamente na vida social, política, econômica e cultural da sociedade em que estão inseridos. Nesta perspectiva, os professores deverão ter conhecimento do estágio de desenvolvimento dos alunos, compreendendo quais as posturas e condutas que possam melhor contribuir para a vida e realização dos educandos. Esses professores deverão ainda, ser capazes de interpretar a cultura do grupo, buscando configurála no coletivo e valorizar cada aluno em suas diferenças. Na direção de que a legislação educacional e as atuais diretrizes apontam para a formação de professores da Educação Básica, o Instituto Superior de Educação Cenecista apresenta a reformulação do Projeto Acadêmico do seu Curso de Licenciatura em Pedagogia, com o compromisso de participar ativamente da concepção e concretização das políticas públicas voltadas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino escolar e não-escolar, visando alcançar um duplo propósito: contribuir para fortalecer a imagem do professor e ajudar a cumprir a função social das instituições de ensino superior em todos os níveis da educação brasileira. Numa visão mais abrangente, propõe-se prover a formação de professores para ministrarem um ensino de qualidade, dentro da nova visão de seu papel dentro e fora da sala de aula, em espaços escolares e não escolares. O presente Projeto Político Pedagógico vem marcar a identidade desta Instituição em relação aos pressupostos teóricos-práticos e concepções adotadas frente ao nível de ensino proposto, desvelando a organização e o pensar de uma proposta pedagógica que aqui se configura, voltada para a formação do profissional e do cidadão que saiba atuar no presente, com perspectivas para o futuro, refletindo sobre o atual processo da globalização na educação, na dinâmica escolar, considerando seus atores e sua realização. A prática dos profissionais envolvidos com a formação de professores no Curso de Licenciatura em Pedagogia, oferecido pelo Instituto Superior de Educação é desenvolvida de acordo com alguns pressupostos básicos: 5.1.1 Compromisso Político Social Toda ação pedagógica é eminentemente intencional e deve ser planejada de acordo com os objetivos a serem alcançados. Saber o que, como, para que, porque e a quem se destina essa ação possibilita desenvolver uma prática pedagógica que venha ao encontro com a realidade social. Assim, um curso de formação de professores assume um compromisso político-social, na medida em que consideram os aspectos políticos, sociológicos, lógicos, psicológicos envolvidos na sua ação; e partindo dessa análise desenvolva um trabalho pedagógico que venha de encontro com a formação dos docentes e com a clientela escolar com a qual esses profissionais irão desenvolver sua ação pedagógica. Considerar o aluno, o conhecimento e o espaço onde o mesmo ocorre numa perspectiva histórica dinâmica possibilita desenvolver um projeto pedagógico que valorize os conhecimentos prévios dos alunos, desencadeie o acesso aos conhecimentos sistematizados e interaja com os avanços e transformações tecnológicas e científicas. Assumir um compromisso político-social significa também preparar profissionais para desenvolverem um trabalho educacional com uma clientela heterogênea, respeitando além de suas condições sociais, econômicas, culturais, seu processo de aprendizagem e desenvolvimento. É relevante lembrar que frequentemente a escola atribui o fracasso escolar aos próprios alunos e suas famílias. Esse quadro, apesar de sucinto, revela que na relação fracasso escolar/escola, a influência dos aspectos pedagógicos não tem sido discutida na dimensão necessária. A situação é encarada com certa naturalidade, como se alguns alunos por condições diversas fossem destinados a fracassar. Ciente desse contexto propõe-se a refletir por meio de um referencial teórico-prático, a fim de modificar o quadro de descaso que muitos de nossos alunos vivenciam no contexto educacional. As escolas precisam de um quadro de professores competentes para desenvolver projetos educacionais, adaptar o currículo às necessidades específicas dos alunos, além de lutar por uma maior provisão de recursos educacionais. 5.1.2 Indissociabilidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Os alunos do Curso de Licenciatura em Pedagogia oferecidos pelo Instituto Superior de Educação estão inseridos em um processo de reflexão teórica, investigação e análise da própria prática pedagógica, bem como aquela desenvolvida nas escolas. Quando perceber que todo processo de ensino exige pesquisa, e que o professor pode e deve associar estas duas opções, terá possibilidades de desenvolver projetos de intervenção junto a sua comunidade escolar. Quando se ensina, não se ensina apenas o conteúdo, mas também a forma de conhecer, o caminho do conhecimento. Nestes termos, acrescenta-se, faz sentido até mesmo a recriação do já sabido com o aluno, assim como o empenho em ajudá-lo a conhecer as habilidades, as dificuldades, os mistérios e os prazeres envolvidos no ato de pesquisar. Acredita-se que o educador só tem possibilidades de mudar a sua prática na medida em que toma consciência da mesma, de como planeja, orienta e avalia o seu trabalho, de como se posiciona diante das questões educacionais. É no movimento de conflito, das contradições entre uma prática desejada e uma prática realizada, que o educador sente necessidade de mudança e busca conhecimentos para modificá-la. Os problemas educacionais foram, durante muito tempo, discutidos levando em consideração ora um, ora outro aspecto, o que não possibilitava desvendar as causas dos problemas e muito menos solucioná-los. A pesquisa norteada por uma atitude interdisciplinar possibilita abordar os problemas educacionais na sua concretude, desvelando os diversos aspectos políticos, econômicos, sociais que se inter-relacionam e interagem. Possibilita reconstruir a unidade do objeto, que a fragmentação dos métodos separou. 5.1.3 Interação/ Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade O conhecimento desenvolvido no contexto acadêmico caracteriza-se pela especialização e fragmentação. Apoiados em verdades absolutas deixamos de questionar, nos privamos de aprender, de refletir, de analisar e principalmente de intervir na realidade concreta que nos cerca. A educação só pode ser compreendida quando analisada na sua totalidade, assim, o Curso de Licenciatura em Pedagogia terá como um dos seus eixos metodológicos a interdisciplinaridade, com o intuito de recuperar a visão de totalidade do sujeito e do conhecimento, tendo como objetivo constituir uma unidade do saber que proporciona ao indivíduo compreender a realidade e nela intervir. A construção de uma ação interdisciplinar é coletiva, mediada pelas trocas intersubjetivas e exige envolvimento, busca de conhecimento e planejamento. A interação entre os sujeitos (professores das diferentes áreas e dos diversos cursos, coordenadores pedagógicos, equipe administrativa…) que participam do processo de formação é imprescindível, para que se possa posteriormente promover a unidade entre os conhecimentos. Para que a interação ocorra, faz-se necessário um treinamento adequado dos professores no efetivo exercício de uma prática interdisciplinar, pois, somente a partir de um treino na arte de compreender e fazer-se entender, na reciprocidade, co-participação e respeito pela opinião alheia, aliados a uma busca e luta para objetivos comuns, haverá condições de eliminação da dicotomia. Quando os sujeitos inseridos no processo sentem-se e agem interdisciplinarmente, torna-se possível olhar o conhecimento num outro prisma, na sua unidade, percebendo a relação entre as diferentes áreas, eliminando as barreiras entre as disciplinas, identificando as divergências e convergências na constituição, no método e na aplicação dos diferentes conhecimentos. Uma prática interdisciplinar contribui para que se aproxime da formação dos profissionais da educação o que a sociedade necessita, na medida em que se percebe o sujeito, o seu meio, suas necessidades na sua totalidade. Desenvolver um projeto pedagógico com esta característica possibilita ao professor compreender e intervir na realidade educacional tomando sua unidade, sua historicidade e não apenas fragmentos de sua constituição. Apesar de o currículo dos cursos contemplarem um leque de disciplinas de outras áreas (multidisciplinaridade), muitas vezes como disciplinas optativas, a estrutura disciplinar impede que os respectivos docentes se articulem e articulem seus conhecimentos. Alguns até dizem “esta disciplina é minha e não admito interferências de outros especialistas”. E os alunos, reféns dessa estrutura, saem com uma variedade de informações, justapostas, sem saber articulá-las. A transdisciplinaridade é a busca do sentido da vida através de relações entre os diversos saberes (ciências exatas, humanas e artes) numa democracia cognitiva. Nenhum saber é mais importante que outro. Todos são igualmente importantes. 5.1.4 Processo O Curso de Licenciatura em Pedagogia não é norteado por princípios cristalizados e inalteráveis, a clientela com a qual se trabalha as novas abordagens teóricas e metodológicas do processo educativo, os avanços científicos e sociais de modo geral nortearam a proposta do curso. Tem-se como pressuposto que o aluno com o qual se trabalha é um ser histórico e, portanto, em construção, assim sua formação profissional é concebida enquanto um processo que não se esgota no curso superior, continuará sim a ser constituída no próprio percurso pessoal e profissional de cada aluno. Concorda-se com Fávero quando afirma, … A formação do educador não se concretiza de uma só vez. É um processo. Não se produz apenas no interior de um grupo, nem se faz através de um curso. É resultado de condições históricas. Faz parte necessária e intrínseca de uma realidade concreta determinada. Realidade esta que não pode ser tomada como alguma coisa pronta, acabada ou que se repete indefinidamente. É uma realidade que se faz no cotidiano. É um processo e, como tal, precisa ser pensado. 2 Comumente orientam-se os professores a propiciarem informações, situações que possibilitem ao aluno aprender a aprender. Como o professor desempenhará tal função se o mesmo desconhece os seus próprios processos cognitivos e metacognitivos? Assim, aprender a aprender torna-se um aspecto primordial a ser desenvolvido na academia. 2 FÁVERO, Osmar et al. Políticas Educacionais no Brasil: desafios e propostas, 1992, p. 19. As propostas pedagógicas costumam enfatizar a necessidade de se desenvolver os aspectos cognitivos dos alunos, a proposta do Curso de Licenciatura em Pedagogia, aqui apresentada, propõe desenvolver ainda ainda nos alunos os processos metacognitivos. Os processos metacognitivos, caracterizados por serem a faculdade de conhecer seu próprio conhecer, possuem segundo estudiosos, os seguintes atributos: O conhecimento que o indivíduo tem dos próprios processos cognitivos; A tomada de consciência desses processos; O controle que o indivíduo tem sobre os seus próprios processos mentais. Atualmente, alguns pesquisadores têm sugerido que nos cursos de formação f de professores a metacognição seja: … considerada a área do pensar e do pensar sobre o pensar. Os professores não podem basear-se basear se apenas em materiais preparados e guias de ensino para reproduzir. Têm que examinar esses materiais com espírito crítico, crítico, tomar decisões, delinear estratégias de ensino com atividades adequadas ao desenvolvimento que pretendem nos seus alunos. Enquanto educadores devem questionar o modo como estão a preparar pensadores, alunos capazes de se interessarem e continuarem a aprender, apr durante e depois da escolaridade, equipando-os equipando os com estratégias de planejamento e controle da sua própria aprendizagem. 3 Desenvolver a metacognição possibilita regular a aprendizagem, melhorando o desempenho em áreas fundamentais da aprendizagem escolar, escolar, como a compreensão oral e escrita, a produção escrita, a resolução de problemas, além de propiciar a transferência dessas aprendizagens e tantas outras, para contextos fora do âmbito escolar. Acredita-se se que os futuros professores vivenciando esse processo processo de descoberta, poderão compreendê-lo lo e desenvolvê-lo desenvolvê lo com seus alunos contribuindo para formar cidadãos que saibam desenvolver o seu próprio processo de aprendizagem de acordo com as situações e necessidades. 5.1.5. Objetivos do Curso de Pedagogia O Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí, destinado à formação de professores para a Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino Fundamental, e gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e 3 CRUZ, Maria N.; VALENTE, Maria, O. Estratégias Metacognitivas e Resolução de Problemas. Revista de Educação, v. III, n. 1, jun. 1993, p. 98. instituições de ensino escolar e não-escolar, sem perder de vista os referenciais da legislação educacional e das atuais diretrizes para a formação na Educação Básica. Nesse sentido, apresenta os seguintes objetivos: participar da concretização das políticas públicas voltadas para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, contribuindo para o fortalecimento da imagem do professor desses níveis de ensino e para o cumprimento da função social das instituições de ensino superior em todos os níveis da educação brasileira. ressignificar o trabalho docente, no sentido de explicitar na formação do professor a integração entre o “saber”, o “saber ser” e o “saber fazer”, considerando o processo educativo como instrumento para a transformação social. prover a formação de profissionais para ministrarem um ensino de qualidade, dentro da nova visão de seu papel em sala de aula, na escola e na sociedade em geral, possibilitando a investigação, a interação entre teoria e prática, a construção e a vivência de projetos pedagógicos que respondam aos desafios da realidade. Prover a formação de profissionais para o planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e projetos e experiências educativas não-escolares. 5.1.6 Área de Atuação O Licenciado em Pedagogia do INESC pode atuar em todas as áreas da educação integrando-se à sociedade produtiva nos seguintes pontos: Em escolas (Docente, Gestor, Pesquisador, Relações Humanas) Em empresas (Gestão de Pessoas, Motivação, Liderança) Em hospitais (Pedagogo, acompanhamento de crianças que ficam internadas, sendo mediador da escola onde a criança está matriculada e fazendo um trabalho paralelo no hospital para que ele não se prejudique por se afastar da escola por tempo indeterminado) Em penitenciárias (Pedagogo, acompanhamento do apenado dentro e fora da escola, faltas, dificuldades, atendimento das necessidades por meio de projetos sócio-educativos que possibilitem a “socialização”, ou “ressocialização”). Obs: é essencial a especialização na área de atuação. 5.1.7 Atendimento aos portadores de necessidades especiais O INESC tem como princípio adequar sua estrutura física de forma a atender aos docentes, discentes, corpo técnico-administrativo e sociedade em geral, em suas atividades junto à Instituição. Há uma atenção aos portadores de necessidades especiais, permanentes ou temporárias, utilitários das dependências do INESC. Tem-se elevador e rampa para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais. Oferta-se a disciplina LIBRAS como disciplina obrigatória no Curso de Pedagogia na graduação e como extensão, para interessados da sociedade em geral O Curso de Pedagogia mantém parceria com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos excepcionais), onde os alunos fazem as atividades complementares com observação e execução de projetos pedagógicos vivenciando a realidade na disciplina de Diversidade e Educação Inclusiva. Temos uma aluna com necessidades especiais com baixa visão que tem atendimento mais individualizado e todo o material trabalhado, inclusive provas, são ampliadas na reprografia. Também são oferecidos o nivelamento em Língua Portuguesa e Matemática para a melhoria no processo ensino e aprendizagem a todos os alunos diagnosticados com necessidades de acompanhamento individualizado e atendimento psicológico e psicopedagógico. 5.2 Bases Legais do Curso O Curso de Licenciatura em Pedagogia tem suas bases legais previstas nos seguintes documentos: 5.2.1 Lei 9.394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Prevê em seu Artigo 62 que a formação de docentes para atuar na Educação Básica farse-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal. A mesma Lei prevê, ainda, no Título IX – Das Disposições Transitórias no Artigo 87, § 4º, que até o fim da Década da Educação (1997-2007), somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço. (LDB – Lei 9394/1996) 5.2.2 Resolução CP n.º 1 de 30 de Setembro de 1999 Dispõe sobre os Institutos Superiores de Educação, considerados os Art. 62 e 63 da Lei 9.394/96 e o Art. 9º, § 2º, alíneas "c" e "h" da Lei 4.024/61, com a redação dada pela Lei 9.131/95. (RESOLUÇÃO CNE/CP 1/99) 5.2.3 Resolução CNE/CP 1, de 18 de Fevereiro de 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (RESOLUÇÃO CNE/CP 1/2002) 5.2.4 Decreto n.º 3.554, de 7 de Agosto de 2000 Dá nova redação ao § 2º do art. 3º do Decreto nº 3.276, de 6 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a formação em nível superior de professores para atuar na educação básica. (DECRETO 3554/00) 5.2.5 Parecer CNE/CP 027/2001 Dá nova redação ao item 3.6, alínea C do parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (PARECER CNE/CP 027/2001) 5.2.6 Parecer CNE/CP 028/2001 Dá nova redação ao parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (PARECER CNE/CP 028/2001) É importante conhecer, também, a Resolução CP/CNE nº 1/2003, de 20/08/2003, que dispõe sobre os direitos dos profissionais da educação com formação de nível médio, considerando os pareceres CNE/CEB nºs 1 e 3/03 e CES nº 102/03. Devido ao seu teor, essa Resolução causou grande polêmica sobre a exigência ou não de formação em nível superior para professores da Educação Infantil e Séries Iniciais. São destacadas, a seguir, as principais referências legais concernentes ao nível de formação de docentes para atuar na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) define, no seu artigo 62, como deverá ocorrer a formação dos professores para atuar na educação básica e afirma que o ensino normal, em nível médio, é admitido como formação mínima. No artigo 63, a mesma lei prevê os cursos e programas a serem mantidos pelos institutos superiores de educação, como transcrito a seguir. Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal. Art. 63. Os institutos superiores de educação manterão: I - cursos formadores de profissionais para a educação básica, inclusive o curso normal superior, destinado à formação de docentes para a educação infantil e para as primeiras séries do ensino fundamental; II - programas de formação pedagógica para portadores de diplomas de educação superior que queiram se dedicar à educação básica; III - programas de educação continuada para os profissionais de educação dos diversos níveis. Em seu artigo 14, parágrafo único, o Decreto nº 3.860, de 9/7/2001 veio trazer mais alguns quesitos para as regras que cuidam da formação dos profissionais para a educação básica. Art. 14. Os institutos superiores de educação criados na forma do Decreto no 3.276, de 6 de dezembro de 1999, deverão definir planos de desenvolvimento institucional. Parágrafo único. Os institutos de que trata o caput, poderão ser organizados como unidades acadêmicas de instituições de ensino superior já credenciada, devendo neste caso definir planos de desenvolvimento acadêmico. Vale mencionar, também que, a Lei nº 10.172 de 9/12/2001 – que instituiu o Plano Nacional de Educação – no capítulo referente à formação dos professores e valorização do magistério, determinam, entre outras, a seguinte meta relacionada à discussão aqui proposta: Meta nº 5: Identificar e mapear, a partir do primeiro ano deste plano, os professores em exercício em todo o território nacional, que não possuem, no mínimo, a habilitação de nível médio para o magistério, de modo a elaborar-se, em dois anos, o diagnóstico da demanda de habilitação de professores e organizar-se, em todos os sistemas de ensino, programas de formação de professores, possibilitando-lhes a formação exigida pela LDBEN, em seu art. 87. As atuais diretrizes curriculares para a formação dos professores da Educação Básica no Brasil, componentes de um novo modelo de formação, têm sua origem no âmbito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96 (LDBEN). 5.2.7 PARECERES CP/CNE NºS 5/2005 E 3/2006 A Resolução nº1, de 15 de maio de 2006 institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, definindo princípios, condições de ensino e de aprendizagem. Procedimentos a serem observados em seu planejamento e avaliação, pelos órgãos dos sistemas de ensino e pelas instituições de educação superior do país, nos termos explicitados nos pareceres CP/CNE nºs 5/2005 e 3/2006. O Art. 7º coloca que o Curso de Licenciatura em Pedagogia terá carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim distribuídas: I - 2800 horas dedicadas às atividades formativas como assistência a aulas, realização de seminários, participação na realização de pesquisas, consultas a bibliotecas e centros de documentação, visitas a instituições educacionais e culturais, atividades práticas de diferente natureza, participação em grupos cooperativos de estudos; II - 300 horas dedicadas ao Estágio Supervisionado prioritariamente em Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, contemplando também outras áreas específicas, se for o caso, conforme projeto pedagógico da instituição; III – 100 horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos alunos, por meio, da iniciação científica, da extensão e da monitoria. A Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006, em seu artigo 3º, prevê os seguintes princípios norteadores para a formação do licenciado em Pedagogia: I - o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de promover a educação para e na cidadania; II – a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da área educacional; III – a participação na gestão de processos educativos e na organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino. 5.3. Perfil do Egresso O projeto acadêmico do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí, busca a formação de profissionais capazes de organizar o trabalho pedagógico voltado para o desenvolvimento social, cognitivo, lingüístico, afetivo e físico de crianças da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Buscando atender ao Art. 4º Parágrafo único das Diretrizes Curriculares de 15 de maio de 2006, as atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando: I - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação; II - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e experiências educativas não-escolares; III - produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não-escolares. Nesta perspectiva, podem ser explicitados os seguintes princípios norteadores da organização curricular onde o egresso do curso de Pedagogia do INESC em consonância com a Resolução CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11 deverá estar apto a: I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária; II - compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir, para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual, social; III - fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; IV - trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; V - reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas; VI - ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano; VII - relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas; VIII - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; IX - identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; X - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras; XI - desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento; XII - participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; XIII - participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares; XIV - realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências nãoescolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambientalecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas; XV - utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos; XVI - estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes. 5.4 Forma de Acesso ao Curso: O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificálos dentro de estrito limite das vagas oferecidas. As vagas oferecidas para cada curso são 90 vagas anuais. As inscrições para o Processo Seletivo são abertas em Edital, no qual consta o curso oferecido, com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e demais informações úteis. O Processo Seletivo para o curso de Pedagogia abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do Ensino Médio, sem ultrapassar este nível de complexidade, a serem avaliados em provas escritas disciplinadas pelo Conselho Superior. A classificação dos candidatos no Processo Seletivo é feita pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis estabelecidos pelo Conselho Superior. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa dentro dos prazos fixados. Não sendo preenchido o número de vagas no prazo concedido para matrícula são convocados os candidatos seguintes, na ordem de classificação. Na hipótese de restarem vagas não preenchidas poderá realizar-se novo Processo Seletivo, e ainda restando vagas, nelas poderão ser recebidos, mediante Processo Seletivo, alunos portadores de diploma de graduação ou equivalente. A instituição informará aos interessados, através de catálogo e no site da instituição, antes do início de cada período letivo, o programa do curso e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir as respectivas condições. 5.5 Estrutura Geral e Proposta do Curso de Pedagogia A perspectiva da formação proposta pelo Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí pressupõe uma organização curricular orientada por eixos estruturados de forma integrada, em tempo e espaço que privilegiem a investigação e a troca, propiciando a produção e construção do conhecimento, sem perder de vista a unicidade da relação teoria-prática que permeia todo o processo formativo. Os eixos a serem trabalhados são definidos a partir da compreensão do campo de trabalho dos professores como espaço e tempo inserido num contexto social mais amplo. Os eixos são articulados entre si, ao mesmo tempo em que articulam atividades, conteúdos científicopedagógicos comuns e específicos, com a função de contextualizar, justificar e integrar o conjunto dos diferentes saberes pedagógicos. A atividade de investigação integrará o currículo e será desenvolvida no decorrer de todo o processo formativo. A estrutura curricular do curso em questão deve estimular a formação de docentes com iniciação cientifica ainda na graduação, como mecanismo de integração entre teoria e prática durante todo o curso, destacando-se atividades de pesquisa. Nesta perspectiva, como componente curricular, a prática pedagógica terá, necessariamente, a marca dos projetos pedagógicos da instituição formadora, ao transcender a sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e não escolar. Em função disso, é necessário que haja tempo e espaço para a prática, desde o início do curso, com a devida supervisão da instituição formadora, tendo em vista o apoio e a avaliação da qualidade dos trabalhos desenvolvidos. Um leque de possibilidades temáticas, dependendo das opções dos licenciandos, sinalizarão para a elaboração do seu trabalho final. Nesse sentido, é importante que os alunos façam o exercício de criar situações que expressem o processo ensino-aprendizagem. A formação do profissional que atuará na educação Infantil e nos Anos Iniciais da Educação Fundamental, bem como na gestão, não poderá prescindir da reflexão em áreas específicas que concorram para o fortalecimento da base docente, de forma articulada com o estudo dos fundamentos teóricos e metodológicos de cada área do conhecimento e a dinâmica vivenciada nos estágios curriculares supervisionados. Essa dinâmica curricular visa oportunizar ao aluno a organização de projetos que sejam articuladores entre a teoria e a prática. As atividades complementares serão oferecidas concomitantemente no decorrer do curso por meio de disciplinas que fundamentam as últimas diretrizes curriculares. Além de toda a incursão nos diversos conteúdos e dimensões da Educação Infantil e dos Anos Iniciais da Educação Fundamental, bem como a Gestão Pedagógica os alunos terão a oportunidade de aprofundar reflexões de caráter mais abrangente, ultrapassando os muros da escola, numa concepção, construção, implementação e avaliação de um projeto pedagógico que atenda a realidade educacional. 5.6 Complementação do Curso Normal Superior em Pedagogia A Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006, em seus artigos 10 a 12, prevê os seguintes princípios norteadores para a transformação e complementação em Pedagogia ressaltando os egressos do Curso Normal Superior: Art. 10. As habilitações em cursos de Pedagogia atualmente existentes entrarão em regime de extinção, a partir do período letivo seguinte à publicação desta Resolução. Art. 11. As instituições de educação superior que mantêm cursos autorizados como Normal Superior e que pretenderem a transformação em curso de Pedagogia e as instituições que já oferecem cursos de Pedagogia deverão elaborar novo projeto pedagógico, obedecendo ao contido nesta Resolução. § 1º - O novo projeto pedagógico deverá ser protocolado no órgão competente do respectivo sistema ensino, no prazo máximo de 1 (um) ano, a contar da data da publicação desta Resolução; § 2º - O novo projeto pedagógico alcançará todos os alunos que iniciarem seu curso a partir do processo seletivo seguinte ao período letivo em que for implantado; § 3º - As instituições poderão optar por introduzir alterações decorrentes do novo projeto pedagógico para as turmas em andamento, respeitando-se o interesse e direitos dos alunos matriculados; § 4º - As instituições poderão optar por manter inalterado seu projeto pedagógico para as turmas em andamento, mantendo-se todas as características correspondentes ao estabelecido. Art. 12. Concluintes do curso de Pedagogia ou Normal Superior que, no regime das normas anteriores a esta Resolução, tenham cursado uma das habilitações, a saber, Educação Infantil ou anos iniciais do Ensino Fundamental, e que pretendam complementar seus estudos na área não cursada poderão fazê-lo. § 1º Os licenciados deverão procurar preferencialmente a instituição na qual cursaram sua primeira formação; § 2º As instituições que vierem a receber alunos na situação prevista neste artigo serão responsáveis pela análise da vida escolar dos interessados e pelo estabelecimento dos planos de estudos complementares, que abrangerão, no mínimo, 400 horas. Para atender os alunos egressos do Curso Normal Superior ou Pedagogia que desejam fazer a complementação, o Instituto Superior de Educação fará aproveitamento de estudos das disciplinas cursadas anteriormente viabilizando a conclusão no Curso de Pedagogia de acordo com a Resolução nº 1 de 15 de maio de 2006. 6. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 6.1 Políticas Institucionais e as Estratégias do PDI (2013-2017) O PPI da CNEC é um instrumento político, filosófico e teórico-metodológico que norteia as práticas acadêmicas das suas unidades acadêmicas, considerando sua trajetória histórica, inserção regional, vocação, missão, visão e objetivos. Esse documento institucional representa o pré-requisito para a atualização do PDI do INESC, o qual define as estratégias da instituição para os próximos seis anos. Dessa forma, a implementação de tais políticas se materializam por meio de ações propostas no PDI, representando um instrumento de planejamento para dar consequência às diretrizes e políticas estabelecidas no PPI. As políticas institucionais constantes no PDI do INESC são agrupadas nos eixos temáticos Gestão, Ensino de Graduação, Ensino de Pós-graduação e Pesquisa e Extensão. Essas políticas procuram ressaltar o papel da IES como agente de transformação da região central de Unaí-MG promovendo seu desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento em sintonia com a realidade sócio-econômica da região. 6.2 Núcleo Docente Estruturante/ Colegiado Acadêmico/ Colegiado de Curso 6.2.1 Estrutura de Desenvolvimento e Qualificação do Curso A Direção do INESC determinou aos seus coordenadores de curso que estabeleça a constituição e atribuições do NDE, para os seus cursos de bacharelado, licenciatura e graduação tecnológica de acordo com orientações e pareceres acreditando que o núcleo possibilitará uma melhoria muito significativa nos cursos por meio de participação democrática das decisões. Considerações sobre o NDE: Atribuições do NDE São atribuições do NDE: • contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do Curso; • zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; • indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso, • Formação do NDE Atribuições do Presidente do NDE As Reuniões do NDE zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação. O NDE será formado por I - ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso; lI - ter pelo menos 60% de seus membros com titulaçâo acadêmica obtida em programas de pós- graduação stritco sensu; III - ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral; IV - assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso. - Convocar e presidir as reuniões - Representar o NDE junto aos órgãos da Instituição; - Encaminhar as deliberações do Núcleo; - Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Núcleo e um representante do corpo docente ou discente para secretariar e lavrar as atas. - O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares; - As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes; - Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo ou órgão superior, de acordo com a competência dos mesmos. Os professores membros do NDE são: § 1ºDocentes: Profª Coordenadora Esp. Maria Aparecida Alves/ Integral Profº Msc. Zeuman de Oliveira e Silva / Parcial Profª Msc. Lara de Windson Oliveira Almeida /Parcial Profª Msc.Viviane Ribeiro/Parcial Profª Msc. Keli Cristiane Eugênio Souto/Parcial Profª Raquel Aparecida Alves/Parcial 6.4.2 Colegiado do Curso de Pedagogia Órgão máximo de decisão no Curso de Pedagogia, o Colegiado é constituído no mínimo de cinco professores, por dois representantes discentes, um representante da comunidade e pelo Coordenador. Reúne-se semestralmente, e extraordinariamente quando for necessário. Obedecendo as normas internas aprovadas o colegiado do Curso busca discutir o curso na busca de melhorias constantes. Docentes: Profª Coordenadora Esp. Maria Aparecida Alves / Integral Profº Msc. Zeuman de Oliveira e Silva / Parcial Profª Msc. Lara de Windson Oliveira Almeida /Parcial Profª Msc.Viviane Ribeiro/Integral Profª Msc. Keli Cristiane Eugênio Souto/Parcial Discentes: Poliana Serafim Santana Gontijo Mairene Claudete de Souza 6.4.3 Colegiado Acadêmico O INESC prevê, e seu Regimento Interno, a existência e atividades do Colegiado Acadêmico. Este tem como princípio, resolver os assuntos acadêmicos de seus cursos, tais como: I - articular as relações entre corpo docente, corpo discente e comunidade; II – analisar e deliberar sobre organização, alteração ou extinção da estrutura curricular; III – deliberar sobre matérias de cunho acadêmico-pedagógico, encaminhadas pela Coordenadoria de Curso. O Colegiado Acadêmico se reune sempre que julgar necessário, não tendo datas previstas no Calendário Acadêmico, sendo seus membros convocados, pela diretoria, com antecedência mínima de 48 horas, constando da convocação a pauta com os assuntos que serão abordados. O Colegiado Acadêmico é formado por: I – pelo Diretor do Instituto; II - pelos Coordenadores de Curso; III - por um representante do corpo docente de cada curso, eleito pelos seus pares; IV - por um representante do corpo discente, indicado pelo Diretório Acadêmico. 6.2 Currículo do Curso de Pedagogia e as Diretrizes Curriculares Nacionais 6.2.1 Organização Curricular O Curso compreende sete semestres na estrutura curricular de 2007 e oito semestre a estrutura curricular de 2011 com processo seletivo oferecido semestralmente, para 90 ingressantes anuais, no período noturno. A carga horária mínima do curso é de 3.200 horas, visando atender às atuais disposições legais e curriculares que exigem a carga horária sem exigir o tempo para a conclusão do curso, para a formação de professores para a Educação Infantil, anos iniciais do Ensino fundamental e Gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino escolar e não-escolar. A estrutura do curso de Pedagogia, respeitadas a diversidade nacional e a autonomia pedagógica das instituições, constituir-se-á de acordo com a Resolução CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11. I - Um núcleo de estudos básicos que, sem perder de vista a diversidade e a multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de realidades educacionais, assim como por meio de reflexão e ações críticas, articulará: a) aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade; b) aplicação de princípios da gestão democrática em espaços escolares e não-escolares; c) observação, análise, planejamento, implementação e avaliação de processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e não-escolares; d) utilização de conhecimento multidimensional sobre o ser humano, em situações de aprendizagem; e) aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial; f) realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes segmentos da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá-lo nos planos pedagógicos e de ensino aprendizagem, no planejamento e na realização de atividades educativas; g) planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente, no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à formação de professores e de profissionais na área de serviço e apoio escolar; h) estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de organização do trabalho docente; i) decodificação e utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física; j) estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural, cidadania, sustentabilidade, entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea; k) atenção às questões atinentes à ética, à estética e à ludicidade, no contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa; l) estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação nacional. II - Um núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos, voltado às áreas de atuação profissional priorizadas pelo projeto pedagógico das instituições e que, atendendo a diferentes demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades: a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras; b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira; c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras. III - Um núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular e compreende participação em: a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação superior; b) atividades práticas, de modo a propiciar vivências, nas mais diferentes áreas do campo educacional, assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos pedagógicos; c) atividades de comunicação e expressão cultural. Segue abaixo a estrutura curricular de 2007, por semestre, com especificação das disciplinas e suas respectivas cargas horárias. SEMESTRE PRIMEIRO DISCIPLINA Direito Filosofia História da Educação Língua Portuguesa Metodologia e Pesquisa Científica Psicologia Sociologia SUB-TOTAL SEMESTRE SEGUNDO DISCIPLINA Atividades práticas I Comunicação, Multimídia e Educação Currículos e Práticas Culturais Didática Filosofia da Educação Matemática Psicologia do Desenvolvimento e da aprendizagem Sociologia da Educação SUB-TOTAL SEMESTRE TERCEIRO DISCIPLINA Atividades práticas II Diversidade e Educação Inclusiva Educação de Jovens e Adultos Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Letramento e Alfabetização Seminários Integradores SUB-TOTAL SEMESTRE QUARTO SUB-TOTAL DISCIPLINA Atividades Práticas III Atividades Teórico-Práticas I Fundamentos e Metodologia do Ensino da Arte Fundamentos e Metodologia do Ensino de História Leitura e Produção de Textos Literatura Infanto- Juvenil CH 40 40 80 80 80 40 40 400 CH 80 40 80 80 40 40 80 40 480 CH 120 80 40 80 80 40 440 CH 80 50 80 80 80 80 450 SEMESTRE QUINTO DISCIPLINA Atividades Práticas IV Atividades Teórico-Práticas II Estágio Curricular I Fundamentos da Educação Infantil (infância e educação) Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática SUB-TOTAL SEMESTRE SEXTO DISCIPLINA Atividades Práticas V Atividades Teórico-Práticas III Avaliação Escolar/ Institucional Estágio Curricular II Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia Organização e Gestão Escolar Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC) SUB-TOTAL SEMESTRE SÉTIMO DISCIPLINA Aprendizagem por Projetos Atividades Práticas VI Estágio Curricular III Fundamentos e Metodologia do Ensino de Educação Física Linguagem Brasileira de Sinais - Libras Pedagogia em espaços não-escolares Trabalho de Conclusão de Curso II(TCC) SUB-TOTAL CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS POR ÁREA Disciplinas da área teórica Atividades práticas Estágio Curricular Supervisionado Atividades teórico-práticas TOTAL GERAL CH 40 20 100 80 80 80 80 480 CH 40 30 80 100 80 80 60 470 CH 80 40 100 80 80 40 60 480 CH 2.400 400 300 100 3.200 ESTRUTURA CURRICULAR - PEDAGOGIA Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC Disciplinas NÚCLEO DE ESTUDOS BÁSICOS Metodologia e Pesquisa Científica Psicologia Filosofia Sociologia Direito História da Educação Língua Portuguesa Matemática Didática Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS Fundamentos da Educação Infantil (infância e educação) Filosofia da Educação Sociologia da Educação Letramento e Alfabetização Currículos e Práticas Culturais Fundamentos e Metodologia do Ensino da Arte Fundamentos e Metodologia do Ensino da Educação Física Fundamentos e Metodologia do Ensino de História Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática Fundamentos e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências Aprendizagem por Projetos Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Organização e Gestão Escolar Literatura Infanto-juvenil Pedagogia em Espaços Nãoescolares Leitura e Produção de Textos NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADOS Avaliação Escolar / Institucional Comunicação, Multimídia e Educação Diversidade e Educação Inclusiva Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS Educação de Jovens e Adultos CARGA HORÁRIA 80 40 40 40 40 80 80 40 80 80 80 40 40 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 40 80 80 40 80 80 40 Seminários Integradores Trabalho de Conclusão de Curso ESTÁGIO CURRICULAR ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS (complementares) ATIVIDADES PRÁTICAS CARGA HORÁRIA TOTAL 40 120 300 100 400 3200 De forma articulada aos princípios apresentados, uma organização curricular inovadora deve contemplar uma sólida formação profissional acompanhada de possibilidades de aprofundamentos e opções realizadas pelos alunos. Também deve propiciar tempo para pesquisas, leituras e participação em eventos, entre outras atividades complementares no período matutino e vespertino e também aos sábados de acordo com cronograma e organização dos professores responsáveis pelas mesmas, e ainda estágio supervisionado nas áreas de conhecimentos necessários e elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso que sintetize suas experiências. Torna-se fundamental, no fluxo curricular, uma formação sólida articulada ao desenvolvimento de práticas que aproximam o estudante da realidade social e profissional. Ressalta-se que também são oferecidas atividades extraclasse aos alunos por meio de oficinas, pesquisas que podem completar a carga horária da disciplina registradas no diário. A seguir encontram-se relacionadas as disciplinas relativas aos três núcleos de conhecimentos, que fazem parte do currículo do curso de Licenciatura em Pedagogia. 1º PERÍODO o DIREITO Ementa: Noções básicas do Direito Positivo: público e privado. A lei e o direito. Direito Constitucional. O Estado: origem e organização dos poderes. Direito Administrativo. Direito Penal. Direito Civil: sistema e a divisão do novo Código Civil. Direito das Obrigações. Direito das Coisas. Direito de Família. Direito das Sucessões. Direito Processual Civil: processo de conhecimento e o processo de execução, competência, citação e intimação, a resposta do réu, a sentença e recursos. O Juizado Especial Civil. Direito do Trabalho. Objetivos: Introduzir o aluno ao mundo jurídico, apresentando-lhe o histórico, conceitos, aplicabilidade e os diversos ramos do Direito, tornando-o capaz de saber e exercer seus direitos e obrigações no decorrer de sua vida social e profissional. Justificativa da disciplina no curso: No conjunto do curso a disciplina visa mostrar a importância do ordenamento jurídico na vida em sociedade; conhecer os principais ramos do direito; oferecer um conhecimento dos ramos do direito aplicáveis em sua profissão de forma a poder sanar dúvidas jurídicas rotineiras menos complexas além de saber identificar e direcionar os problemas legais mais complexos para uma solução rápida e eficaz. Conteúdo Programático: Apresentação: objetivos, programa, bibliografia e avaliações. Introdução ao Direito: noções gerais, conceito e finalidade do Direito, divisão do Direito em público e privado. A lei, sua vigência, aplicação e revogação, a hierarquia e retroatividade. Direito Constitucional: conceito, objeto e conteúdo científico. A Constituição, a organização do Estado, a sociedade e o Estado, a natureza e a finalidade do Estado, os princípios fundamentais, os direitos individuais, coletivos e sociais, os regimes políticos e os sistemas de governo, os Poderes de Estado, os partidos políticos e direitos políticos. Direito Constitucional: as garantias e remédios constitucionais: mandado de segurança, hábeas corpus, hábeas data, mandado de injunção, ação popular e ação civil pública. A defesa do Estado e das instituições democráticas, bem como o estado de defesa e o estado de sítio. Direito Administrativo: noções gerais, os princípios da Administração Pública, o sistema administrativo brasileiro, os poderes e deveres do administrador público, o uso e o abuso do poder, os poderes administrativos e os atos administrativos, os órgãos e os agentes públicos. Noções sobre licitações. Direito Penal: a aplicação da lei penal, a lei penal no tempo e no espaço, o lugar o crime, requisitos e elementos do crime; culposo, doloso, tentado, consumado e impossível; a contagem do prazo, as excludentes de criminalidade, a imputabilidade penal; a ação penal: noções gerais e espécies; a extinção da punibilidade; tipificação dos crimes em espécie; contravenção penal; os crimes de menor potencial ofensivo. Direito Civil: A personalidade e a capacidade civil; as pessoas jurídicas de direito público interno e externo; as pessoas jurídicas de direito privado, formação, extinção e destinação do patrimônio; os bens móveis e imóveis, a transferência da propriedade móvel e imóvel, os fungíveis e infungíveis, os divisíveis e indivisíveis, os singulares e coletivos, os consumíveis, os principais e os acessórios; bens que podem ser penhorados e bens reciprocamente considerados e bens públicos. Direito Civil: os fatos, negócios e atos jurídicos, atos ilícitos e lícitos, requisitos de validade, condição termo e encargo; os defeitos e a invalidação dos negócios jurídicos. Direito Civil: os atos ilícitos: conceituar, o dever de indenizar, os elementos indispensáveis à configuração; culpa; prescrição e decadência: as causas que impedem, suspendem e interrompem os prazos; a prova: conceito e finalidade, confissão, documento, testemunha, presunção e perícia. Direito Civil: obrigações; a importância dos direitos obrigacionais na atualidade, conceito de obrigação, elementos constitutivos da relação obrigacional, sujeitos da obrigação, prestação e vínculo jurídico; classificação das obrigações; conseqüências do inadimplemento e descumprimento da obrigação. Direito Civil: obrigações: transmissão das obrigações: cessão de crédito e assunção da dívida, modo de extinção das obrigações, pagamento, consignação em pagamento, pagamento com sub-rogação, imputação de pagamento, dação em pagamento, novação, compensação, confusão, remissão da dívida; o inadimplemento das obrigações: mora, perdas e danos, juros legais, cláusula penal, arras ou sinal. Direito Civil: obrigações: contratos em geral: noções gerais, formação do contrato, da estipulação em favor de terceiros, da promessa de fato de terceiro, vícios redibitórios, evicção, contratos aleatórios, contrato preliminar, contrato com pessoa a declarar; a extinção do contrato: o distrato, a cláusula resolutiva, a exceção do contrato não cumprido, resolução por onerosidade excessiva. Direito Civil: obrigações: as várias espécies de contrato: compra e venda, troca ou permuta, contrato estimatório, doação, locação de coisas, empréstimo (mútuo e comodato), prestação de serviço, empreitada, depósito (necessário e voluntário), do mandato, da comissão, corretagem, transporte, seguro, constituição de renda, jogo e aposta, fiança, transação, compromisso; dos atos unilaterais: promessa de recompensa, gestão de negócios, pagamento indevido, enriquecimento sem causa. Direito Civil: das coisas: noções gerais, posse e propriedade, direitos reais, aquisição da propriedade imóvel e móvel, penhor da hipoteca e anticrese, penhor rural, penhor agrícola, penhor pecuário, industrial e mercantil, penhor de veículos, penhor legal, penhor de direitos e títulos de créditos. Direito Civil: família: casamento, relações de parentesco, regime de bens entre os cônjuges, administração da família, alimentos, tutela e curatela. Direito Civil: sucessões: a sucessão em geral, a sucessão legítima, a sucessão testamentária, o inventário e a partilha. Direito Processual Civil: noções gerais, o processo de conhecimento e de execução, as participantes do processo, a competência, a citação, a intimação, a resposta do réu, a sentença, os recursos em geral, o Juizado Especial Civil. Direito do Trabalho: noções gerais, o contrato individual de trabalho, a jornada de trabalho, a remuneração, as férias anuais remuneradas; as alterações, a suspensão, a interrupção e a extinção do contrato de trabalho, o FGTS. Bibliografia Básica: FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. 34 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. LYRA FILHO, Roberto. O que é Direito. 17. ed. São Paulo: Brasiliense, 2007. MONTORO, André Franco. Introdução à ciência do direito. 25ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. Bibliografia Complementar BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional. 22ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2008. CRETELLA NETO, José; CRETELLA JÚNIOR, José. 1.000 Perguntas e respostas de Direito Internacional Público e Privado: para provas das faculdades de direito para concursos 9. ed. Rio de Janeiro. Forense. 2007. PERELMAN, Chaim. Ética e direito. São Paulo: Martins Fontes, 2002. o FILOSOFIA Ementa: A Filosofia como indagação essencial e fundamental à história humana. As principais correntes filosóficas. A realidade em forma conceitual. A razão, o conhecimento e a verdade. Ética, cidadania e moral. Filosofia política: estado, poder e soberania. Ética e justiça social. Objetivos: Situar o aluno num conjunto de problemáticas fundamentais para integrar o Eu individual no Eu coletivo, numa relação consciente e crítica, discutindo as práticas humanas como problema existencial. Justificativa da disciplina no curso: Formação de uma consciência crítica e indagadora visando a emancipação racional e o fomento de ações éticas, democráticas e tolerantes. Conteúdo Programático: Origens e significados da filosofia Filosofia e mito Filosofia e ciência A razão, o conhecimento e a verdade Ética, cidadania e moral Filosofia política: estado, poder e soberania Bibliografia Básica: ARANHA, Maria Lúcia Arruda, MARTINS, Maria Helena.Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2003. BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento, a linguagem. 28. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. CHAUI, Marilene de Souza. Convite à Filosofia. 13 ed.São Paulo: Atlas, 2010. Bibliografia Complementar: GATZEMEIER, Cristoph Delius Mathias et al. História da filosofia: da antiguidade aos dias de hoje. Colônia/Alemanha: Könemann, 2001. SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 2008. VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. 30 ed.Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. História da Educação Ementa: Estrutura e função da história da educação: educação na sociedade primitiva, na Antiguidade Clássica, nas Idades Média e Moderna. As correntes educacionais na contemporaneidade. Histórico da educação brasileira. Objetivos: Contribuir para o processo de formação dos futuros professores, destacando e problematizando noções relativas a História da Educação, em especial a educação brasileira, partindo da periodização e organização do sistema educacional visto em dois planos: o político-educacional e o das construções pedagógico-didáticas. Justificativa da disciplina no curso: Apropriação de elementos teóricos metodológicos para análise conceitual e histórica da educação. Conteúdo Programático: Perspectivas de análise da história da educação. O contexto histórico, a educação e os principais pensadores: na sociedade primitiva; na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma); na Idade Média; na Idade Moderna; na contemporaneidade. O contexto histórico da educação no Brasil e as principais correntes Bibliografia Básica: DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. 15 ed. Petrópolis: Vozes, 2009. SAVIANI, Demerval., LOMBARDI, José Caludinei. Navegando pela história da educação brasileira: 20 anos de histelbr. São Paulo: Autores Associados, 2009. VEIGA, CYnthia Greive. História da Educação. São Paulo: Ática, 2007. Bibliografia Complementar ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3.ed.São Paulo: Moderna. 2006. GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo, Cortez, 2000. MANACORDA, Mário Alighieri. História da educação: da antiguidade aos nossos dias. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2000. o LÍNGUA PORTUGUESA Ementa: Processos da Comunicação. Funções do texto. Níveis de linguagem. Gramática aplicada ao texto. Figuras de linguagem. Coesão e coerência. Gêneros textuais. Leitura e produção de textos Objetivos: Levar o aluno a ser um leitor competente de todo tipo de texto; Construir um conhecimento sobre a organização do texto e aplicá-lo em diferentes situações de comunicação; Ter um domínio da norma culta da Língua Portuguesa a fim de utilizála com desenvoltura em seus textos; Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação de textos. Justificativa da disciplina no curso: No conjunto do curso, a disciplina visa preparar o docente no uso da linguagem e de análise crítica. Dominar a norma culta da Língua Portuguesa além de ser um o mínimo que se pretende de um bacharel em Administração, leva o aluno a reconhecer os procedimentos de construção do texto, identificar categorias pertinentes para a análise e interpretação de textos, relacionar textos, políticos, sociais e culturais entre outros para tomada de decisão. Conteúdo Programático: Processo da Comunicação: Linguagem, língua e cultura: conceitos e relações, Signo lingüístico: variação, norma, variedades regionais, sociais estilísticas: registros de comunicação; Funções do texto: linguagem: referencial, emotiva, apelativa, fática, poética, metalingüística; Níveis de linguagem: língua oral e escrita; Gramática aplicada: sintaxe de colocação, regência e concordância; acentuação, crase e pontuação; Figuras de Linguagem: denotação e conotação; Aspectos do parágrafo: coesão e coerência; Gêneros textuais - Tipologia: narração, descrição e dissertação; Texto dissertativo: texto expositivo, argumentativo, resumo, resenha, paráfrase, ensaio, artigo; Leitura e produção de textos Bibliografia Básica ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. 12.ed. São Paulo, Ática, 2008. FIORIN, José Luiz., SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 4.ed. São Paulo, Ática, 2001. GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 26. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. Bibliografia Complementar ANDRADE, Maria Margarida, HENRIQUES, Antônio. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999. KOCH, Ingedori Vilaça. A interação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2000. MARTINS, DELITA SILVEIRA., ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 29. ed. Porto Alegre: Sagra-Luzzattp, 2010. o METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Ementa: Epistemologia do conhecimento. Produção do conhecimento científico. Introdução à pesquisa científica. Métodos e técnicas da pesquisa. Princípios, métodos e técnicas da investigação e análise de dados. Estrutura, organização, redação e apresentação de trabalhos científicos. Objetivos: Iniciar o aluno na vida didático-científica, apresentando as diretrizes de estudo para trabalho científico. Enfatizar que a ação pedagógica e o processo de produção do conhecimento científico entre a teoria e a prática. Justificativa da disciplina no curso: A disciplina se justifica pela orientação que oferece no fomento da investigação e pesquisa científica. Ela busca construir bases para a realização de trabalhos científicos, envolvendo a prática profissional e cidadã dos alunos. Serve como base para a elaboração de trabalhos científicos que estão no programa do bacharelado de Administração como TCC. Conteúdo Programático: • • • • • Parte Introdutória: atitudes favoráveis ao estudo; gestão de tempo. Apresentação oral de trabalhos acadêmicos: atitudes, postura, estrutura, aspectos visuais e de formatação. O conhecimento: o processo de conhecimento; formas de conhecer a realidade; os tipos de conhecimentos; metodologia científica e sua importância na construção do conhecimento científico. Leitura e técnicas de elaboração de trabalhos de graduação: o processo de leitura; tipos de leitura; trabalhos acadêmicos (esquema, resenha,resumos e fichamentos). Trabalhos de graduação/pesquisa bibliográfica: conceito de pesquisa bibliográfica; fontes de pesquisa bibliográfica; fases e estrutura; formatação e redação; regras de citação e referências bibliográficas. Bibliografia Básica GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. MARCONI. Marina de.Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006. SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos científicos na graduação. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2005. DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008. o PSICOLOGIA Ementa: Conceito e história da psicologia. Escolas psicológicas: perspectivas teóricas. Introdução ao desenvolvimento humano, segundo as principais teorias psicológicas. Comportamento e cultura. As dimensões cognitivas e subjetivas. Interação dos grupos humanos. Objetivos: • • • • • Conhecer a evolução histórica dos estudos sobre o comportamento humano; Obter uma visão geral das principais teorias sobre o comportamento humano: Psicanálise, Behaviorismo e Humanismo; Analisar as implicações do controle do comportamento humano para o indivíduo e para as organizações Conhecer/compreender processos cognitivos e subjetivos que interferem na conduta humana Entender como ocorre a interação do indivíduo com o contexto social Conteúdo Programático: 1. INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA 1.1. Conceito de psicologia 1.2. Psicologia como ciência 1.3. Evolução da ciência psicológica (histórico) 2. TEORIAS PSICOLÓGICAS 2.1. Behaviorismo/Análise Experimental do Comportamento 2.2. Psicanálise 2.3. Humanismo 3. DIMENSÕES COGNITIVAS E SUBJETIVAS 3.1. Sensação 3.2. Percepção 3.3 Atenção 3.4. Inteligência 3.5. Linguagem e Pensamento 3.6. Emoções 4. INTERAÇÕES DOS GRUPOS HUMANOS 4.1. O comportamento social 4.2. Percepção social 4.3. Atitudes Bibliografia Básica: BRAGHIROLLI, Eliane Maria. et al. Psicologia Geral. 21. ed. Porto Alegre: Vozes, 2001. FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da Psicologia. 5 .ed. Petrópolis: Vozes, 2001. TELES, Maria Luiza S. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense: 2006. Complementar BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresa: psicologia do comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair, TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologia: uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2002. ROBBINS. Stephen P. Comportamento Organizacional. 9.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. o SOCIOLOGIA Ementa: Introdução e contextualização histórica dos discursos sociológicos clássicos das ciências sociais. As principais teorias da sociologia. Desenvolvimento da sociedade mediante a ação de determinados campos: organização social, expressão simbólica, poder, estado, ideologia, dentre outros. A relação sociedade-indivíduo. Sociologia das organizações. Objetivos: Estudar os conceitos e teorias da Sociologia das Organizações, proporcionando ao aluno do Curso de Administração as condições para que o mesmo desenvolva conhecimento sobre cultura e organização. A partir de observações e reflexões acerca das novas situações do mercado de trabalho: inovações técnicoorganizacionais,de tendências sindicais na atualidade e debate sobre as formas de flexibilização do trabalho, buscar-se-á analisar as relações sociais presentes nas empresas tendo em vista os problemas que ocorrem nas relações de trabalho. Justificativa da disciplina no curso: No conjunto das disciplinas do curso, a disciplina se justifica no sentido de se buscar compreender a noção de estrutura social, econômica e político-cultural, destacando as principais relações e processos, as condições de trabalho, o papel da burocracia e da cultura organizacional da empresa. Analisar criticamente as configurações estatais que se desenham a partir das novas forças sociais Conteúdo Programático: Sociologia: definição, aplicabilidade e atualidade Principais abordagens teóricas Cultura, ideologia e sociedade Aparelhos ideológicos do estado Indústria cultural Cultura globalizada e multiculturalismo O papel das organizações na sociedade moderna. Bibliografia Básica ARON, Raymond. As Etapas do pensamento sociológico. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia? São Paulo: Brasiliense, 2006. VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1985. GALEANO, Guilherme. Introdução à sociologia. São Paulo: Harbra, 1981. QUINTANEIRO, T., BARBOSA, M. L. O., OLIVEIRA, M. G. M. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. 2 ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 2º PERÍODO o COMUNICAÇÃO, MULTIMÍDIA E EDUCAÇÃO Ementa: Educação e comunicação: conceitos básicos, suas transformações e relações. Meios e tecnologias de comunicação e informação na sociedade e na educação. A função social dos recursos tecnológicos na educação. Objetivos: A disciplina visa fundamentar a Educação nas Ciências da Comunicação. Analisa posicionamentos educacionais frente produção social de comunicação humana. Objetiva subsidiar o educador comunicador nas decisões e responsabilidades de produção social de comunicação presencial e à distância, em instituições educacionais, através de cultura das mídias e multimídia. Análise do papel educativo dos meios de comunicação. O processo de planejamento, realização, avaliação e revisão de programas educativos documentais e ficcionais. A utilização de produtos educativos. Contribuir para a formação de professores e alunos em comunicação e cultura multimidiática. Introduzir o aluno na sistemática de planejamento, realização e avaliação de produções audiovisuais e escritas voltada à Educação. Conteúdo Programático: Educação e comunicação conceitos básicos, suas transformações e relações. Meios e tecnologias de comunicação e informação na sociedade e na educação escolar: breve histórico. Meios visuais, sonoros, audiovisuais de comunicação (informatizados e não) na escola básica contemporânea: a) como objetos de análise dos modos de fazer e de pensar a comunicação e informação na sociedade, b) como objetos de produção, nos cursos, para a comunicação: dimensões estéticas técnicas, de representações e expressões de mundo da natureza , da cultura do imaginário contemporâneo. c) como um dos componentes do trabalho pedagógico, desenvolvido por professores e alunos, em conexão com os objetivos, conteúdos, métodos, procedimentos, atividades, avaliação do processo comunicacional de ensino aprendizagem. Comunicação, Multimídia e formação de professores de escolas de educação infantil, fundamental e ensino médio: questões para estudos, pesquisas e práticas. A linguagem da TV, do vídeo, do rádio, da publicidade e da internet. Bibliografia Básica FREIRE, Wendel. (Org.). Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. São Paulo: Walk, 2008. PENTEADO, Heloísa Dupas et al. Pedagogia da Comunicação. Teorias e práticas. 2. ed. São Paulo, Cortez, 2001. SANCHO, Juana Maria. Tecnologias para transformar a educação. Porto Alegre: Artmed, 2006. Bibliografia Complementar FERRETTI, Celso João (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. PENTEADO, Heloísa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2000. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de massa. 3.ed. Lisboa, Presença, 2008. o CURRÍCULOS E PRÁTICAS CULTURAIS Ementa: Conceitos, histórico e construções epistemológicas. Currículo e diversidade cultural. Currículo e processos de exclusão: aspectos étnicos, de gênero e de classes sociais. Orientações legais e currículo. Planejamento, execução e avaliação curricular. Currículo básico, Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Objetivos: Desenvolver a compreensão dos princípios históricos e políticos que perpassam os currículos escolares e defini-los como elementos essenciais para a organização do processo educacional. Destacar o currículo como elemento cultural, que envolve relações de poder desde a sua concepção até a sua realização no âmbito escolar. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão e construção de bases para atuação do professor nas dinâmicas curriculares. Conteúdo Programático: Currículo: uma visão histórica Currículo: ideologia e poder A cultura, o currículo, o currículo oculto e a prática escolar A relação escola/sociedade nos fundamentos da construção curricular Os paradigmas curriculares e a organização escolar O professor e sua ação mediadora nas propostas curriculares Bibliografia Básica: HERNANDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalhos: o conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998. LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Currículo: debates contemporâneos. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2005. MOREIRA, Antônio Flávio. Currículo, cultura e sociedade.11. ed. São Paulo: Cortez, 2009. Bibliografia Complementar BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 2000. GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2008. SILVA, Luiz Heron. Século XXI: qual conhecimento? Qual currículo?. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. o DIDÁTICA Ementa: A Didática na formação do educador. Paradigmas pedagógicos: encaminhamento de uma prática educacional a partir da compreensão da educação. Encaminhamentos metodológicos da formação do educador. Histórico e concepções da didática do ensino. Tendências pedagógicas da prática escolar. O processo de planejamento de ensino. Objetivos: Compreender o cotidiano escolar e a sala de aula, seus sujeitos, suas interações, espaços, possibilidades e papéis; compreender o papel transformador do professor no processo ensino aprendizagem sem desconsiderar o contexto sócio-econômico; compreender a Didática como teoria que propicia uma reflexão do fazer pedagógico, não como método geral de ensino. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão do processo de ensino e aprendizagem articulado com as determinações sociais, filosóficas, psicológicas, pedagógicas de forma crítica e reflexiva e não apenas do ponto de vista técnico. Conteúdo Programático: O papel da didática na formação dos educadores. Pressupostos teóricos da didática. Tendências pedagógicas da prática escolar. Relações professor-aluno. Relações interinstitucionais. Planejamento: objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos, recursos e avaliação. Bibliografia Básica: CANDAU, V.M. Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2000/2001. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. VEIGA, Ilma P. Alencastro. Didática: o ensino e suas relações. 8. ed. Campinas: Papirus, 2004. Bibliografia Complementar: FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 17. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001. HAYDT, R. C. C. Curso de didática geral. 8. ed. São Paulo: Ática, 2006. PILETTI, Nelson. Didática geral. 23. ed. São Paulo: Ática, 2001. o FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Ementa: A constituição da identidade do educador e as correntes do pensamento pedagógico brasileiro. Educação como problema filosófico. Sistema educacional brasileiro e suas relações com a Filosofia: tendências, perspectivas e desafios da práxis pedagógica. Concepções contemporâneas da filosofia e educação. O papel do educador na realidade contemporânea: transformações e crises. Objetivos: Identificar o sentido e o significado da educação, sob o ponto de vista filosófico, através da reflexão sobre a relação existente entre educação, filosofia e ideologia e a explicitação crítica das principais tendências e correntes da filosofia em relação à educação na atualidade. Oferecer condições para que a prática educacional se realize como práxis, como ação pautada num sentido, como ação pensada, refletida, apoiada em significações construídas, explicitadas e assumidas pelos sujeitos envolvidos. Justificativa da disciplina no curso: Construção do sentido da educação no contexto da existência humana em sua totalidade, incentivando o aluno a participar plenamente na dialética homem/mundo. Conteúdo Programático: A constituição da identidade do educador e as correntes do pensamento pedagógico brasileiro. Educação como problema filosófico: A crítica dos processos educativos: alienação e transformação; O ser humano como questão inacabada ao pensamento: para quê educar? Sistema educacional brasileiro e suas relações com a Filosofia: tendências, perspectivas e desafios da práxis pedagógica Concepções contemporâneas da filosofia e educação. O papel do educador na realidade contemporânea: transformações e crises. Bibliografia Básica BRANDÃO, Zaia. (org). A crise dos paradigmas e a educação. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2007. GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. O que é Filosofia da Educação? 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. PERISSÉ, Gabriel. Introdução à filosofia da educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. Bibliografia Complementar ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1996. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: Ftd, 1994. o MATEMÁTICA Ementa: Operações aritméticas e algébricas; equações e sistemas de equações; funções (linear, quadrática, exponencial, logarítmica); matrizes. Objetivos: Proporcionar meios da ciência matemática, habilitando o discente ao entendimento de questões pertinentes ao seu cotidiano, oportunizando a resolução de situaçõesproblema de seu vínculo profissional. Justificativa da disciplina no curso: Desenvolver no aluno o raciocínio matemático lógico, de modo a propiciar um bom entendimento para aplicações em outras necessidades do curso de graduação como matemática financeira, custos, análise de balanço e no dia a dia. Conteúdo Programático: Operações Aritméticas e Algébricas Equações e Sistemas de Equações Funções: Linear, Quadrática, Exponencial, Logarítmica Matrizes e Sistemas Lineares Bibliografia Básica: DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas de matemática. 12.ed. São Paulo: Ática, 2000. ______, Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2007. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008. v2. Complementar: Complementar: DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. v1. LORENZATO, Sergio. Para aprender matemática. 2. ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2008. WEBER, Jean. E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2001. o PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM Ementa: Teorias do desenvolvimento da infância e adolescência. Princípios gerais do desenvolvimento psicológico na infância e adolescência, relacionando-os ao desenvolvimento biológico e ao contexto sócio-histórico-cultural. Principais teorias da aprendizagem e suas relações com a educação Objetivos: Possibilitar a compreensão de como as principais teorias em Psicologia da Aprendizagem influenciam e/ou influenciaram o processo educacional brasileiro: aspectos epistemológicos, sociais e políticos da inter-relação da Psicologia e da Educação. Estudar as diferentes teorias em Psicologia da Aprendizagem. Refletir sobre os aspectos que perpassam os processos de ensinar e aprender. Justificativa da disciplina no curso: O aluno dever ser capaz estabelecer relação entre a Psicologia e o processo de aprendizagem, de modo a poder refletir sobre as diferentes teorias da aprendizagem e entender seus benefícios para a Educação. Conteúdo Programático: Desenvolvimento humano. Concepções do desenvolvimento: inatista, ambientalista, interacionaista Teorias do desenvolvimento humano: Piaget, Vygotsky, Wallon Aprendizagem Relações entre desenvolvimento e aprendizagem Conceituação, características e princípios. Teoria da aprendizagem comportamentalista, cognitiva. Relação de aprendizagem com a prática pedagógica Fundamentos e princípios das relações de aprendizagem e desenvolvimento Concepção de infância: diversidade cultural e o lugar da criança em diferentes contextos. Relações adulto-criança (ensino-aprendizagem): perspectiva histórica e filosófica. Escolarização da infância. Bibliografia Básica ÁRIÉS, Phillipe. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. CAMPOS, Dinam Martins de Souza. Psicologia da aprendizagem. 30. ed. Rio de Janeiro. Vozes, 2000. LA TAILLE , Ives de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo : Summus, 1992. Bibliografia Complementar BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia do desenvolvimento. 12. ed. São Paulo: Ática, 2000. PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à psicologia escolar. São Paulo: T.A. Queiroz, 1997. REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. o SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ementa: Aspectos históricos da sociologia e da educação. A educação como processo social. A relação homem/classes sociais/educação e sociedade. A função social da escola: diferentes tendências pedagógicas. A educação brasileira e suas implicações sociais. Educação e movimentos sociais. Objetivos: Mostrar as estreitas relações entre a sociologia, a educação e a sociedade, levando os alunos a interpretar criticamente tal relação e a posição privilegiada da educação na sociedade capitalista contemporânea. Justificativa da disciplina no curso: Desenvolvimento de um pensamento crítico, capaz de refletir de modo autônomo para além das formulações do senso-comum, compreendendo as relações de determinação e reciprocidade entre o contexto histórico e quadro social no qual o aluno se insere e sua prática cotidiana, acadêmica e profissional. Conteúdo Programático: A importância da sociologia no campo das ciências humanas; Diferentes perspectivas teóricas e definições da sociologia; A especificidade e relevância da sociologia e da educação; A organização social: fundamentos sociológicos – status e função; família; associações, clubes e grupos; organização econômica; classes sociais e castas; controle social e leis; política; A expressão simbólica: cultura e cosmovisão; religião e mito: ideologia simbólica; a linguagem; a arte; Processo civilizador e cultura; A escola como uma organização social; Estado, Poder, Ideologia e luta de classes; A relação sociedade e indivíduo; Educação, sociedade, cultura, transformação e movimentos sociais. Bibliografia Básica ADORNO, Theodor W. Educação e Emancipação. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 29. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. BOURDIEU, Pierre.; PASSERON, Jean Claude. A Reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. 2ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2009. Bibliografia Complementar CARVALHO, Alonso Bezerra de., SILVA, Wilton Carlos Lima da. Sociologia e educação: leituras e interpretações. São Paulo: Avercamp, 2006. COSTA, Marisa Vorraber; SILVA, Tomaz Tadeu da. Escola básica na virada do século: cultura, política e currículo. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. DURKHEIM, Émile. Sociologia e Educação. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2007. 3º PERÍODO o DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA Ementa: Concepção de diversidade e educação inclusiva. Práticas pedagógicas e a inclusão. O papel da escola em resposta às diferenças individuais. Políticas públicas e legislação relativa à diversidade e ao processo de inclusão. Objetivos: Estudar os aspectos relacionados à diversidade encontrada no cotidiano da sala de aula, assim como, o papel dos professores, como agentes mediadores do processo de ensino-aprendizagem; Produzir práticas institucionais capazes de ultrapassar o limite da simples inclusão dos sujeitos na escola, garantindo a todos os alunos em suas diferenças constitutivas, as possibilidades de integração, aprendizado e desenvolvimento. Desenvolver ações que propiciem o intercâmbio e a troca de experiências na área da educação especial e a aplicabilidade da política de educação inclusiva. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão da questão da diversidade e da exclusão/inclusão social, produzida historicamente no contexto da educação brasileira e suas repercussões na escola e na sociedade. Conteúdo Programático: A questão do fracasso escolar: Como ele foi se produzindo historicamente no contexto da educação brasileira (inclusão x exclusão). Recursos e Estratégias Utilizadas no Atendimento Educacional Especializado numa Perspectiva Inclusiva – A atuação do professor e do gestor na educação dos alunos; Avaliação das Diretrizes Nacionais para a Educação Especial; As possíveis formas de redirecionamento do trabalho pedagógico; A questão do desenvolvimento e da aprendizagem na diversidade – Os saberes e práticas da educação inclusiva; Os processos de significação no espaço escolar; As diferentes culturas e os diferentes saberes que os alunos trazem para a sala de aula – a questão do multiculturalismo e sua relação com a educação; O papel da escola para o ensino na diversidade. Bibliografia Básica PACHECO, José., EGGERTSDÓTTIR, Rosa., MARINÓSSON, Gretar L. Caminhos para a inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007. RAMOS, Rossana. Inclusão na prática: estratégias eficazes para a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2010. STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. Bibliografia Complementar BRASIL. Parecer CNE/CEB n.º 17/2001. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Especial. Brasília, 2005. FONSECA, Vitor da. Educação especial: programa de estimulação precoce : uma introdução às idéias de Feurstein. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1995. PADILHA, Ana Maria Lunardi. Possibilidades de Histórias ao Contrário: ou como desencaminhar o aluno da classe especial. 3. ed. São Paulo: Plexus Editora, 2004. o EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Ementa: Fundamentos históricos da Educação de Jovens e Adultos. As condições sociais e o analfabetismo no Brasil. Concepção dos Parâmetros Curriculares Nacionais da Educação de Jovens e Adultos. Alternativas metodológicas para a Educação de Jovens e Adultos. Objetivos: Formar profissionais para atuarem na Educação de Jovens e Adultos, através da prática da reflexão, discussão coletiva e ação das práticas pedagógicas, fazendo do conhecimento um caminho para novas perspectivas, dentro dos fundamentos da ética, cidadania, solidariedade e valorização pessoal. Justificativa da disciplina no curso: Formação de profissionais, com base teórica e metodológica, para atuar nas diversas situações educacionais de EJA e nos diferentes campos da escolarização (formal e não-formal). Conteúdo Programático: História da educação de jovens e adultos no Brasil. Paradigmas educacionais na educação de jovens e adultos. Paulo Freire demarcando uma revolução conceitual. A busca de novas contribuições para a área. Espaços alternativos para a educação de jovens e adultos. Proposta curricular do MEC: fundamentos, objetivos, planejamento e avaliação. Cidadania e ética na formação de jovens e adultos. Bibliografia Básica: FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 29. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. GADOTTI, M.; ROMÃO, J.E. (orgs.). Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. 11. ed. São Paulo: Cortez , 2010. Bibliografia Complementar BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. São Paulo: Brasiliense, 1981. DOCUMENTO NACIONAL PREPARATÓRIO À VI CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DE ADULTOS-VI CONFITEA-Brasília: MEC, 2009. FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. o ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Ementa: Análise crítica das políticas educacionais: aspectos sócio-políticos e históricos. Plano Nacional da Educação: estrutura e organização. Políticas Educacionais e Legislação de Ensino. Objetivos: Conhecer criticamente as normas legais educacionais que regem a educação brasileira na perspectiva de um sistema nacional de ensino com suas especificidades estruturais, administrativas e pedagógicas. Conhecer a organização escolar com sua cultura, relações de poder, modo de funcionamento para participar dialógica e cooperativamente da gestão escolar, valorizando seus saberes docentes e, as relações sociais e étnico-raciais presentes nas práticas educativas. Participar da gestão das instituições em que atue como profissional, contribuindo para elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico. Justificativa da disciplina no curso: Conhecimento e compreensão da estrutura e funcionamento da educação básica em seus aspectos técnico-estruturais, administrativos e legais e suas relações com os pressupostos filosóficos, políticos, econômicos, sociais e culturais. Conteúdo Programático: Sociedade, Estado, Política e Educação: relações, interdependências e antagonismos Sistema Escolar no Brasil Plano Nacional da Educação: estrutura e organização Políticas Educacionais e as reformas educacionais Lei 9394/96: leitura crítica Princípios Finalidades Níveis e modalidades de ensino Recursos financeiros públicos em educação Profissionais do magistério: formação e campo de atuação. Bibliografia Básica: MENESES, João Gualberto et al. Estrutura e funcionamento da Educação Básica. São Paulo: Pioneira, 2004. SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas. 11. ed. Campinas: Autores Associados, 2008. VIEIRA, Jair Lot. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: lei nº 9.394, de 20/12/96: Plano nacional de Educação: lei nº 10.172, de 10/01/2001, legislação correlata e complementar (atualizada até a lei nº 12.202, de 14/01/2010). 3. ed. Bauru: EDIPRO, 2010. Bibliografia Complementar BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei 9394/96 – Brasília,1996. SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra política educacional. 5. ed. Campinas: Autores associados, 2004. SOUZA, Paulo N. Pereira de. Como entender e aplicar a nova LDB. São Paulo: Pioneira, 2000. o LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO Ementa: Fundamentos teóricos da alfabetização: lingüístico, psicológico e sociológico. Estudo teóricoprático referente ao processo de letramento, considerando concepções, sujeitos nele referidos, objeto de aprendizagem/ensino, princípios básicos e relações com alfabetização. Procedimentos metodológicos do processo de letramento e alfabetização. Objetivos: Contribuir para o processo de formação dos futuros professores, destacando e problematizando noções relativas à linguagem, à alfabetização e aos métodos utilizados na alfabetização; Discutir e problematizar as várias teorias que norteiam a prática pedagógica no trabalho com a alfabetização; Ter conhecimento sobre as teorias da alfabetização que norteiam a prática educativa em sala de aula. Justificativa da disciplina no curso: Saber diferenciar as teorias, os métodos e as práticas referentes a cada pressuposto teórico para fazer a escolha consciente do que irá embasar o trabalho docente nas relações de ensino e no processo de apropriação da escrita e da leitura. Conteúdo Programático: Interação social e linguagem: concepção teórica e implicações teórico-práticas para a leitura e escrita, nas dimensões lingüística, psicológica e sociológica. O papel social da escrita. História da escrita e da leitura. Teorias sobre os processos de aquisição da escrita. A relação entre pensamento e linguagem. As relações da criança com a escrita. Letramento. Leitura e escrita como processos de interação verbal. Bibliografia Básica CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Lingüística. 10 ed. São Paulo: Scipione, 2008. SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita – A alfabetização como processo discursivo. 12 ed. Cortez, 2008. SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. Bibliografia Complementar BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. 2 ed.São Paulo: Cortez, 2008. FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 25. ed. São Paulo: Cortez, 2010. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 17 ed. São Paulo: Ática, 2008. o SEMINÁRIOS INTEGRADORES Ementa: Estudos de questões presentes na formação de educadores e escolhidos durante o percurso da formação. Objetivos: Aprofundar as questões a respeito do sujeito: suas problematizações, efeitos e desafios que circulam, respectivamente, no campo da sociedade humana e seus conflitos, considerando-se a dimensão psíquica e ético-moral, em sua formação. Justificativa da disciplina no curso: Reflexão de questões sócio-ético-políticas capazes de conduzir o aluno à uma visão de mundo mais ampla e engajada com seus aspectos essenciais no que tange às transformações sociais, via educação, contribuindo para a construção de um mundo mais justo e ético. Conteúdo Programático: Será definido de acordo com as necessidades apresentadas pelos professores das outras disciplinas e alunos, no momento da oferta da disciplina. Feito interdisciplinar. Bibliografia Básica AQUINO. I. Z. Como falar em encontros científicos: do seminário em sala de aula a congressos internacionais. São Paulo: Saraiva, 2010. MARCONI, Maria Andrade.,LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita – A alfabetização como processo discursivo. 12 ed. São Paulo: Cortez, 2008. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. 4º PERÍODO o FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Ementa: História da arte e educação. A Arte no currículo escolar: tendências e fundamentos interdisciplinares. Concepção de Arte nos Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais Processo criador e o seu desenvolvimento por meio da integração da linguagem: Artes Visuais, Cênicas e Plásticas, Música e Dança. A arte como processo na formação do indivíduo. Espaços artístico-culturais como objeto de aprendizagem. Análise de material didático. Objetivos: Formar um profissional sensível, investigador, criativo e comprometido com a ArteEducação. Refletir sobre o significado da Arte para a criança e sobre as metodologias que favoreçam a formação integral do educando. Desenvolver habilidades sensoriais, perceptivas e cognitivas distintas através de leitura de imagens. Justificativa da disciplina no curso: Reconhecimento da Arte como provocadora de um diálogo com a realidade, desvelando e ampliando o conhecimento e reapresentando-o em várias linguagens. Conteúdo Programático: Conceito de Arte: a Arte e o seu modo de representação estética. Arte-Educação no Brasil. Objetivos, conteúdos e avaliação em Arte segundo os PCN. Estágios de compreensão estética da criança. A Arte e o desenvolvimento da criatividade. Fases do desenvolvimento e processos de criação nas várias linguagens. Produtores em Arte: vida, época e obra. O teatro e a música na escola: jogos dramáticos. Bibliografia Básica BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos (org.). Arte-Educação: leitura no subsolo. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2008. FERRAZ, Maria Heloísa C. de; FUSARI, Maria F. de Rezende e. Arte na Educação Escolar. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2009. MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha Telles. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998. Bibliografia Complementar BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetro curricular nacional: arte. Brasília: MEC/SEF, 2000. FERRAZ, Maria Heloísa C. de Toledo; FUSARI, Maria F. de Rezende e. Metodologia do ensino de arte. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1999. o FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA Ementa: As concepções de História e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Construção do conceito de tempo e as noções de permanência e mudança, semelhança e diferença. Planejamento e desenvolvimento de atividades para o ensino de história. Análise de material didático. Objetivos: Valorizar a construção de conceitos, a partir da realidade, Respeitar e valorizar as experiências de cada um fornecendo assim uma visão mais ampla da realidade, da sociedade e do processo histórico, Formar usuários mais críticos e menos dependentes dos livros didáticos. Justificativa da disciplina no curso: Construção de um raciocínio histórico, reflexivo e crítico, por meio da atualização teórica e o conhecimento de novas abordagens da História e do ensino da história. Conteúdo Programático: Ensinando e aprendendo história : Reflexões sobre o ensino de história Novas abordagens do ensino de história: conteúdos e conceitos Conceito e representação Linguagem e ensino: desenvolvimento de atividades para o ensino de história Bibliografia Básica: BITTENCOURT, Circe (org). O saber histórico na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Editora Contexto, 2008. FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História & ensino de história. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez Editora, 1994. Bibliografia Complementar: BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais – História e Geografia. Brasília: MEC/SEF, 2000. CABRINI, Conceição [et al.]. O ensino de História. Revisão urgente. 5. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história: Experiência, reflexões e aprendizados. 9. ed. Campinas: Papirus, 2003. o LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Ementa: Estudo de lingüística textual. O papel do professor na construção das relações entre sujeitos e objetos culturais na escola. Diferentes gêneros para a construção de conhecimentos que resultam na habilidade de leitura e escrita. Objetivos: Refletir sobre os diferentes usos da língua e as possíveis implicações sociais e políticas destes. Expressar-se de forma autônoma, crítica e criativa na linguagem escrita. Reconhecer os gêneros do discurso e suas especificidades e produzir textos adequados, sabendo recorrer a estas especificidades. Reconhecer e respeitar diferentes variantes lingüísticas. Saber utilizar a norma culta da língua materna com a finalidade de expressar-se coerente e adequadamente. Saber utilizar o conhecimento lexical adequado para diferentes circunstâncias. Identificar e saber utilizar a língua oral e escrita como modos de inserção, de integração e de transformação social. Justificativa da disciplina no curso: Reconhecimento da importância e da riqueza dos gêneros textuais na construção dos saberes e no desenvolvimento da leitura e da escrita na sala de aula. Conteúdo Programático: Estudo de lingüística textual O discurso e funcionamento da linguagem Os gêneros textuais e suas especificidades O papel do professor na construção das relações entre sujeitos e objetos culturais na escola O professor e sua função mediadora entre os sujeitos e a cultura Determinantes do trabalho com a leitura e a escrita na escola Projetos de dinamização das práticas escolares de leitura e escrita O papel das bibliotecas escolares na formação de sujeitos leitores Práticas de leitura e produção de textos Prática de leitura e interpretação de textos Prática de produção de textos em diferentes gêneros Bibliografia Básica: BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 4ª edição São Paulo: Martins Fontes, 2010. LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Tradução Alfredo Veiga Neto. 5. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2010. ORLANDI, Eri Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento. As formas do discurso. 5. ed. Campinas: Pontes, 2009. COMPLEMENTAR: GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006. LANDSMANN, Liliana Talchinsky. Aprendizagem da Língua escrita: processos evolutivos e implicações didáticas. 3. ed. São Paulo: Ática, 2006. LAJOLO, Marisa. L. M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008. o LITERATURA INFANTO-JUVENIL Ementa: Origens e conceitos de literatura infantil. Os diversos gêneros literários: caracterização histórica, antropológica, psicanalítica e social. As relações com a fantasia infantil e as demais tipologias da narrativa. O fantástico e o maravilhoso. Objetivos: Estudar a especificidade do gênero literatura infanto juvenil a partir de suas origens até nossos dias. Estabelecer critérios de seleção de textos literários pertencentes a esse gênero e estimular a leitura das principais obras. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão de que a literatura infanto juvenil e a alfabetização são processos interligados na aquisição da escrita e da leitura e no aprimoramento da mesma. Conteúdo Programático: 1- Teoria literária 1.1-Arte e literatura 1.2- Literatura e sociedade. 1.3-Gêneros e subgêneros literários. 1.4-Textos representativos. 2 - A literatura infanto-juvenil no tempo e no espaço 2.1-Histórico. 2.2-A arte de contar histórias. 2.3-O texto escrito e o texto de imagens. 2.4-A formação do leitor. 3 - A narrativa dos contos de fadas 3.1-A sensibilidade humana nos contos de fada. 3.2-O reconto dos clássicos. 4 - O texto poético 4.1-Considerações formais do texto poético: rimas e ritmo. 4.2-A poesia e a vivência infantil. 4.3-Como trabalhar poesia com crianças. 4.4-A prosa poética. 5.Critérios de seleção de textos 6- A literatura infantil regionalista 6.1-O folclore e a literatura. 6.2-Lendas e parlendas. 7-Sugestões de atividades 7.1-Produções narrativas e poéticas. 7.2-Apreciação crítica. 7.3-Sarau literário. 7.4-Roda de poesia. 7.5-Como formar uma biblioteca. 7.6-Produção de histórias sem textos. 7.7-Varal de poesia. Bibliografia Básica: BETTELHEM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. 21. ed, 22 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2007. COELHO, Betty. Contar Histórias- uma arte sem idade. 10. ed. São Paulo: Ática, 2009. LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira. História e Histórias, 6 ed. São Paulo: Ática, 2010. 10. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAMOVIVH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2001. ALVARADO, M. O leiturão: jogos para despertar leitores. 5. ed. São Paulo: Ática, 2000. BERALDO, A. Trabalhando com poesia. 3. ed. São Paulo: Ática, 2001. v1. 5º PERÍODO FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL(INFÂNCIA E EDUCAÇÃO) Ementa: Educação infantil: concepções, histórico, princípios e objetivos. Conceituação de infância, família e sociedade: fundamentos históricos, sociais e políticos. As funções da educação infantil: o espaço, o ambiente, a proposta político-pedagógica, as políticas públicas. Objetivos: • Aprofundar conhecimentos acerca da educação infantil e refletir sobre os objetivos, conteúdos e orientações didáticas que subsidiem a prática pedagógica dos profissionais que atuam diretamente com crianças de 0 a 5 anos, respeitando as especificidades e diversidade cultural brasileira. • Compreender as concepções sobre educação infantil diante do contexto histórico - político e social brasileiro; • Aprofundar conhecimentos sobre a conceituação de criança, infância, família e sociedade; • Discutir o sistema educacional na perspectiva de atendimento às crianças de 0 a 5 anos, visando planejamento e desenvolvimento de uma proposta pedagógica adequada a essa faixa etária; • Elaborar e analisar projetos que atendam as demandas e necessidades das crianças, considerando a pluralidade e diversidade étnica, religiosa, de gênero, social e cultural; • Compreender a organização do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, bem como os objetivos gerais, a formação do professor e legislação vigente; • Analisar as políticas públicas e programas de educação infantil, socializando informações, discussões e pesquisas que possam contribuir para o desenvolvimento do trabalho educativo dos profissionais da área. • Elaborar, desenvolver e avaliar planejamentos considerando as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de 0 a 5 anos, respeitando os direitos e necessidades das mesmas nessa faixa etária. 4. Conteúdo Programático • A Educação Infantil no contexto brasileiro: concepções, histórico, princípios e objetivos; • Conceituação de infância, família e sociedade: fundamentos históricos, sociais e políticos; • As funções da educação infantil: o espaço, o ambiente, a proposta político-pedagógica, as políticas públicas; • Referencial Curricular Nacional para a educação infantil: objetivos, conteúdos, organização, formação de professores, orientações didáticas, idéias e práticas correntes; • Estrutura do Referencial Curricular Nacional: Formação pessoal e social, identidade e autonomia, conhecimento de mundo (movimento, música, artes visuais, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade, matemática) • Discussão, análise e elaboração de projetos e planejamentos voltados para a educação infantil; Bibliografia Básica: ARRIBAS, Tersa Lleixá et al. Educação infantil: desenvolvimento, currículo e organização escolar. 5. ed. [S.l.]: Artmed, 2004. PALACIUS, Jesus., PANIAGUA, Gema. Educação infantil: resposta educativa a diversidade. Porto Alegre: ARTMED, 2007. ZABALZA, Miguel A. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1998. Bibliografia Complementar FARIA, Ana Lúcia Goulart de. Educação pré-escolar e cultura: para uma pedagogia da educação infantil. 2 ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2002. ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde et al. Os fazeres na educação infantil. 11 ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2009. SANCHÉZ, Pilar Arnaiz., MARTINEZ, Marta Rabadán., PEÑALVER, I. V. A psicomotricidade na educação infantil: uma prática preventiva e educativa. Porto Alegre: Artmed, 2003. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS Ementa: As concepções de ciências e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Construção do conhecimento científico. Ciência como investigação, relação, compreensão entre os fenômenos da natureza, o ensino das ciências e a experimentação. Planejamento e desenvolvimento de atividades para o ensino de ciências. Programa curricular a partir dos eixos: terra e ambiente e ser humanodesenvolvimento e saúde. Análise de material didático. Objetivos: Promover a reflexão sobre a importância do Ensino de Ciências para a formação das crianças; Refletir e conhecer o quê e como se ensina Ciências nas escolas nos dias de hoje; a fim de buscar alternativas para obter sucesso no trabalho pedagógico. Justificativa da disciplina no curso: Rompimento com o paradigma da “Ciência como fonte de respostas para as dúvidas levantadas”, e compreensão da Ciência como “DÚVIDA”, busca de respostas aos questionamentos e necessidades levantados pelo homem. Conteúdo Programático: O que é Ciência? O quê e como se ensina Ciências nas escolas atuais Objetivos, conteúdos e avaliação em Ciências segundo os PCNs. O papel do Ensino de Ciências Discutindo as atividades do Ensino de Ciências (estudo do ambiente, experimentação, atividades relacionadas á comunicação e á simulação e aos modelos). As atividades no Ensino de Ciências: para quê? Escolhendo conteúdos e procedimentos didáticos para o Ensino de Ciências Temas Transversais e o Ensino de Ciências Investigações de práticas pedagógicas Experimentos e estudo do meio Modo de ensinar Ciências: problematizações Bibliografia Básica: BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: ciências naturais: ensino fundamental 2. ed. Brasília: MEC/SEF, 2000. DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Metodologia do ensino de ciências. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. KRASILCHIK, M. e MARANDINO, M. Ensino de Ciências e cidadania: cotidiano escolar-ação docente. 2.ed.São Paulo: Moderna, 2007. Bibliografia Complementar BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? 2 ed. São Paulo: Ática. 2000. MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências . Belo Horizonte: UFMG, 2006. OLIVEIRA, Renato José de. A escola e o ensino de ciências. São Paulo: Unisinos, 2000. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Ementa: Concepções de língua e linguagem nos Parâmetros e nos Referenciais Curriculares Nacionais. Pressupostos para a concepção da linguagem como ação e atividade. Comunicação e contextualização. A pesquisa em Língua Portuguesa. O planejamento e o desenvolvimento de atividades em Língua Portuguesa. Análise de material didático. Objetivos: Analisar práticas pedagógicas em torno da leitura e da escrita e seus efeitos desejáveis e/ou indesejáveis. Planejar atividades de leitura e escrita que contemplem uma ampliação dos universos de contato e convivência entre sujeitos e objetos culturais. Planejar projetos envolvendo a leitura e a escrita, orientados pelo universo de necessidades, interesses, sonhos, vivências, curiosidades e imaginações dos sujeitos envolvidos. Justificativa da disciplina no curso: Reconhecimento da importância do papel mediador do professor na produção dos saberes, no desenvolvimento da leitura e da escrita na sala de aula e na construção das relações entre leitores e livros na escola. Conteúdo Programático: Concepções de língua e linguagem Os conceitos de língua e linguagem Concepções de língua e linguagem nos Parâmetros e nos Referenciais Curriculares Nacionais Pressupostos para a concepção da linguagem como ação e atividade A função social da linguagem A linguagem e seus usos Oralidade, leitura e escrita Variação lingüística e ensino da norma padrão Comunicação e contextualização A pesquisa em Língua Portuguesa O planejamento e o desenvolvimento de atividades em Língua Portuguesa Análise de materiais didáticos voltados ao ensino de Língua Portuguesa Bibliografia Básica: CAGLIARI, L. C. Alfabetização e Linguística. São Paulo: Scipione, 2010. COELHO, Betty. Contar histórias: uma arte sem idade. 10. ed. São Paulo: Ática, 2009. GERALDI, João Wanderley. (org.). O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Editora Ática, 2006. Bibliografia Complementar: ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 2009. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa. 2 ed. Brasília: MEC/SEF, 2000. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 41. ed. São Paulo: Cortez, 2001. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA Ementa: Contextualização histórica do desenvolvimento do pensamento matemático. Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. A utilização da etnomatemática, modelagem e história da matemática como proposta metodológica de ensino. Planejamento e desenvolvimento para o ensino da matemática. Análise de material didático. A construção dos conceitos matemáticos na Educação Infantil e Anos Iniciais. Objetivos: Compreender histórica, política e socialmente o conhecimento matemático; Discutir e analisar as diferentes abordagens metodológicas e o movimento de renovação do ensino de matemática, suas práticas educativas, planejando e desenvolvendo atividades Subsidiar o futuro professor para estruturar o ensino da Matemática na educação infantil e de 1ª à 4ª. série, estabelecendo uma visão geral dos conteúdos e as relações com as demais áreas disciplinares Proporcionar a elaboração de atividades e materiais de ensino objetivando tomá-las como objeto de estudo e compreensão de sua prática pedagógica Rever criticamente a prática educativa vigente, no que se refere a conteúdo, metodologia e avaliação de matemática. Justificativa da disciplina no curso: Desenvolvimento de uma visão crítica e atualizada do ensino de matemática pela reflexão sobre as diferentes metodologias apropriadas ao seu ensino e aprendizagem. Conteúdo Programático: Estudo de propostas de ensino para os principais conteúdos de Matemática do currículo das séries iniciais. Discussão dos PCNs propostos pelo MEC. Discussão e elaboração de atividades do ensino de matemática: números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação. Recursos metodológicos para o ensino da matemática: análise de processos como a etnomatemática e técnicas de ensino condizentes com o desenvolvimento e necessidades dos educandos. Concepção do processo ensino-aprendizagem e sua relação com outras áreas curriculares; Avaliação da aprendizagem e de rendimento em matemática: perspectivas críticas e propostas atuais. Propostas alternativas para o ensino de matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais. Bibliografia Básica: CERQUETT- ABERKANE, Françoise. O Ensino da matemática na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1997. LORENZATO, Sergio. Para aprender matemática. 2. ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2008. NUNES, Terezinha. Educação matemática 1: números e operações numéricas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2009. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais –Matemática. Brasília: MEC-SEF, 2000. D’AMBROSIO, Ubiratan. Educação Matemática: da teoria a prática. 19.ed. Campinas: Papirus, 2010. NETO, Ernesto Rosa; MENDONÇA, Eliana Riscalla de; SMITH, José André. Didática da Matemática. 11. ed. São Paulo: Ática, 1998. 6º PERÍODO AVALIAÇÃO ESCOLAR /INSTITUCIONAL Ementa: Concepções de avaliação no contexto educacional brasileiro. Avaliação educacional institucional: processual, diagnóstica, investigativa – quantitativa e qualitativa. Concepção da avaliação das aprendizagens escolares. Objetivo: Contribuir para o processo de formação dos gestores destacando e problematizando noções relativas a avaliação da aprendizagem dos alunos como uma prática docente crítica e construtiva, considerando os aspectos técnico-científicos, políticoideológicos e psico-afetivos envolvidos na prática educativa escolar e, conseqüentemente, na avaliação da aprendizagem. Inserir o aluno no campo no campo da avaliação de instituições de ensino nos diferentes níveis e de programas educacionais de modo a capacitá-lo a compreender e utilizar a avaliação como um importante meio para o conhecimento da realidade e para a re-significação das ações desenvolvidas no âmbito escolar. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão da avaliação como uma prática participativa e mediadora do processo educativo e do crescimento das instituições em termos qualitativos. Conteúdo Programático O ensino e a Avaliação da Aprendizagem Avaliação como prática cotidiana, Avaliação na Escola Básica, Desafios e possibilidades, Pressupostos epistemológicos da Avaliação Educacional Planejamento e Avaliação na escola: Avaliação e conselho de classes, Avaliação e currículo no cotidiano escolar, Avaliação: articulação do diretor e determinação ideológica, Avaliação institucional: Princípios e elementos para uma reflexão crítica, Desenvolvimento da Avaliação Institucional na Escola, Dados do SAEB - utilização dos dados na escola Bibliografia Básica: DEPRESBITERIS , Léa. Avaliação Educacional em Três Atos. 4 ed. São Paulo: SENAC, 1999. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2002. VIANNA, Heraldo Marelim. Avaliação Educacional: teoria- planejamento- modelos. 2. ed. São Paulo: IBRASA, 2000. Bibliografia complementar BALZAN, Newton César Dias e DIAS SOBRINHO, José (orgs.). Avaliação institucional: teoria e experiências. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2008. DEMO, Pedro. Mitologias da Avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2002. SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de Currículo. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2000. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA Ementa: As concepções de geografia e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Análise do conceito de espaço geográfico. A relação entre a construção do conceito de tempo e espaço e leitura de mundo. A cartografia contextualizada. O estudo do meio. Análise de material didático. Objetivos: Conhecer a trajetória histórica para entender a concepção atual da Geografia. Refletir sobre os principais temas da Geografia e o processo ensino-aprendizagem a partir de uma abordagem interdisciplinar. Perceber a relação que se estabelece entre sociedade e natureza no processo de ocupação, construção e transformação do espaço geográfico. Superar a dicotomia Geografia Física / Geografia Humana. Explorar o estudo do meio como parte integrante do processo educacional, tornando o discente sujeito do seu próprio conhecimento, a partir do contato e da análise da realidade concreta,. Produzir material didático-pedagógico com os alunos a partir de um referencial teórico-metodológico. Justificativa da disciplina no curso: Desenvolvimento do senso crítico, investigativo e autônomo em relação ao espaço geográfico face aos conceitos da Geografia enquanto ciência. Conteúdo Programático: Desenvolvimento histórico, concepção atual e objetivos do ensino da Geografia: origem, caracterização e a Geografia enquanto ciência, concepção atual da Geografia, objetivos do ensino da Geografia - geral e específicos, o conhecimento geográfico: - características e importância social. Subsídios teórico-metodológicos referentes à produção do conhecimento na área do ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: conceitos básicos e categorias de análise: Categorias de análise: Espaço Geográfico; Paisagem; Território x Territorialidade; Lugar. A história da Cartografia: origem e domínio de percursos, a linguagem cartográfica/linguagem gráfica Métodos, técnicas e recursos didáticos para o ensino de Geografia: Procedimentos de estudos geográficos - explicação, compreensão e representação dos processos de construção dos diferentes tipos de paisagem, territórios e lugares e observação, descrição e comparação O estudo do meio e os trabalhos de campo como procedimentos didáticos a partir de uma análise geográfica: As fases do estudo do meio; planejamento; execução; exploração dos resultados; avaliação. A produção do conhecimento geográfico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: critérios, seleção e avaliação de conteúdos: a paisagem local e o espaço vivido como referências; as relações entre as cidades e o campo em suas dimensões sociais, culturais e ambientais, considerando o papel do trabalho, das tecnologias, da informação, da comunicação e do transporte, bem como o relevo, a vegetação, o clima, a população, tamanho e distribuição enquanto conceitos fundamentais na linguagem cartográfica Bibliografia Básica: CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimento. 14. ed. Campinas: Papirus, 2010. LEÃO, Vicente de Paula. LEÃO, Inês de Carvalho. Ensino de geografia e mídia: linguagens e práticas pedagógicas. Belo Horizonte: ARGVMENTVM, 2008. PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo: Cortez, 1994. Bibliografia Complementar: BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. História e Geografia. 3. ed. Brasília: MEC/SEF, 2000. OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Para onde vai o ensino da Geografia? 9. ed. São Paulo: Contexto, 2008. PORTELLA, Rosalva.; CHIANCA, Rosaly Maria Braga. Didática de Estudos Sociais. 6. ed. São Paulo: Ática, 1999. ORGANIZAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Ementa: A escola como instituição nas sociedades contemporâneas: aspectos históricos, culturais e sociológicos. Organização do trabalho coletivo na escola. Relações de poder nas organizações. Modelos de Gestão. Autonomia financeira, administrativa e pedagógica da escola brasileira. Objetivos: Conhecer criticamente as normas legais que regem a educação brasileira na perspectiva de um sistema nacional de ensino com suas especificidades estruturais, administrativas e pedagógicas, interpretando e aplicando a legislação de ensino a favor da população escolar; Conhecer a organização escolar considerando sua cultura, relações de poder, modo de funcionamento para participar dialógica e cooperativamente da gestão escolar, valorizando seus saberes docentes e, as relações sociais e étnico-raciais presentes nas práticas educativas; Participar da gestão das instituições em que atue como profissional, contribuindo para elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; Organizar e promover relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade, contribuindo para a superação de exclusões, quaisquer que sejam elas; Promover, com eqüidade, a educação para e na cidadania por meio de uma educação de qualidade, orientando-se pelas diretrizes curriculares para o ensino fundamental. Justificativa da disciplina no curso: Formação de gestores cujas práticas de organização e gestão promovam, com eqüidade, a educação para e na cidadania por meio de uma educação de qualidade, orientando-se pelas diretrizes curriculares para a educação básica. Conteúdo Programático: • A escola como instituição nas sociedades contemporâneas: aspectos históricos, culturais e sociológicos: • Por que é importante conhecer o papel da escola no mundo contemporâneo? • Como fica a escola na sociedade do conhecimento? • O que a escola tem a ver com a democracia? • Como a escola e a comunidade se articulam? • Escola e cultura: que tipo de relação é esta? • Por que promover a gestão democrática nas escolas públicas? • Como promover espaços de participação de pessoas e setores da comunidade nas escolas? • Como construir autonomia na escola? • Como estimular ações inovadoras capazes de modificar o ambiente de formação e trabalho nas escolas? • Por que construir coletivamente o projeto pedagógico? • Que dimensões orientam o projeto pedagógico? • Como construir coletivamente o projeto pedagógico? • Como articular o projeto pedagógico e prática pedagógica? • Ensinar e aprender na escola: o que sabemos hoje? • Trabalho pedagógico: aí está o foco. • Prática pedagógica: todo cuidado é pouco! • Avaliação: prática a favor dos alunos ou contra eles? • Construção e desenvolvimento da convivência democrática: fundamento da escola de hoje. • Barreiras ao convívio democrático de pessoas e setores da comunidade nas escolas? • Caminhos que levam ao convívio democrático: as parcerias • Referências essenciais e normas reguladoras da convivência democrática na escola. • Gestão financeira: competência da escola pública • Identificando e planejando os recursos financeiros da escola • Prestando contas do que foi gasto • Como e onde captar outros recursos para a escola. • O patrimônio da escola pública: o que é e de quem é? • Patrimônio, planejamento, identidade e autonomia escolar • Utilização, manutenção e conservação do patrimônio escolar • Aquisição, registro, reposição e alienação de bens e contratação de serviços na escola. • O que conhecer da legislação para gerir o quadro de pessoal da escola? • Que direitos e deveres têm os servidores públicos? • Avaliação de desempenho dos servidores • A formação é fator decisivo na qualidade da escola. • Relações interpessoais: interação X individualismo • Avaliação Institucional Bibliografia Básica: LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia: MF livros, 2008. LUCK, Helóisa. Liderança em gestão escolar. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. VICENTINI, Almir. Gestão escolar: dicas corporativas: nossas escolas estão prontas para os desafios do mundo corporativo? São Paulo: Phorte Editora, 2010. Complementar: COLOMBO, Sônia Simões. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: Artmed, 2004. PARO, Vitor Henrique. Administração escolar: introdução crítica. 15 ed.. São Paulo: Cortez, 2008. VIEIRA, Alexandre Thomas et al. Gestão Educacional e Tecnologia. São Paulo: Avercamp, 2003. 7º PERÍODO APRENDIZAGEM POR PROJETOS Ementa: Bases científicas e epistemológicas do trabalho com projetos. A metodologia investigativa como proposta para a intervenção pedagógica na dimensão escolar. Conhecimento escolar, a interdisciplinaridade e a aprendizagem por projetos. Objetivos: Atingir a integração das disciplinas e dos diferentes saberes das várias áreas do conhecimento; Trabalhar uma prática inovadora, na qual o processo de reflexão e interpretação sobre o fazer do professor torne significativa a relação entre o ensinar e o aprender Justificativa da disciplina no curso: Favorecimento da pesquisa da realidade e do trabalho ativo por parte do aluno, respondendo a novas condições, necessidades e atendendo a novas demandas do mundo atual. Conteúdo Programático: Bases científicas e epistemológicas do trabalho com projetos. A metodologia investigativa como proposta para a intervenção pedagógica na dimensão escolar os projetos de trabalho e a necessidade de mudança na educação e na função da escola Conhecimento escolar, a interdisciplinaridade e a aprendizagem por projetos. a dinâmica da equipe interdisciplinar dimensões da elaboração de projetos estruturação de projetos Bibliografia Básica: HENÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998. HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho. 5. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. Bibliografia Complementar: BUCK, Institute for Education. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de ensino fundamental e médio. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. MACHADO, Nilson José. Educação: projetos e valores. 6. ed. São Paulo: Escrituras, 2006. VASCONCELOS, Celso dos Santos. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. 3. ed. São Paulo: Libertad, 1995. FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ementa: A Educação Física e sua relação com o desenvolvimento integral do ser humano. Concepção de Educação Física nos Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Desenvolvimento de técnicas e metodologias de ensino voltadas à educação física. O espaço do brincar no contexto escolar. Cultura corporal, lazer e movimento. Aprendizagem psico-motora. Objetivos: Possibilitar o entendimento da Educação Física Escolar como área de conhecimento importante para a formação global dos alunos nos aspectos humanos, sociais e psicomotor. Reconhecer a Educação Física Escolar como forma de linguagem que estabelece relação direta com o fazer pedagógico de outras disciplinas. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão de que o conhecimento específico da Educação Física, bem como sua práxis cotidiana articula-se com a totalidade e com a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem. Conteúdo Programático: Educação física: linguagem e desenvolvimento, concepção e importância social Educação Física: construindo o movimento na escola - conhecimentos sobre o corpo Técnicas e metodologias de ensino voltadas à educação física com atividades de caráter recreativo, cooperativo, competitivo, entre outros, para compreender as diferenças Cultura corporal e a prática da Educação Física de 1ª a 4ª séries: conteúdos e metodologia de ensino - participação em jogos e brincadeiras, respeitando as regras, discutidas e compreendidas; resolução de situações de conflito por meio do diálogo, com a mediação do professor Bibliografia Básica: FREIRE, JOÃO BATISTA. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2010. GALLARDO, Jorge César Perez. Educação Física contribuições a formação profissional. Unijuí: Ijuí, 2009. SCARPATO, Marta. Educação física - como planejar as aulas na educação básica . São Paulo: Avercamp, 2007. Bibliografia Complementar: BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1998. FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física- pensamento e ação na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Scipione, 2010. MATTOS, Mauro Gomes de. Educação Física Infantil: Construindo o movimento na escola. 7. ed. Phorte Editora, 2008. LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) Ementa: Aspectos históricos, culturais, lingüísticos, educacionais e sociais de surdez. O processo de aquisição de leitura e escrita da língua de sinais. Vocabulário em língua de sinais brasileira. Análise reflexiva da estrutura do discurso em língua de sinais. Objetivos: Discutir as dificuldades da inclusão dos Portadores de Perda Auditiva (Surdos) na sociedade. Compreender a apresentação da Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS. Discutir os direitos legais dos alunos portadores de necessidades especiais na inclusão social. Experimentar e vivenciar a comunicação direta com o intérprete e com o surdo. Justificativa da disciplina no curso: Compreensão da importância de se aprofundar no conhecimento de LIBRAS como forma de facilitar a inclusão do aluno surdo em sala de aula. Conteúdo Programático: Discussão e prática de LIBRAS. Compreendendo a produção do texto do surdo. Conhecendo a prótese auditiva e o sistema de FM. Bibliografia Básica GEESER, André. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola editorial, 2009. GOÉS, Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 2002. LACERDA, Cristina Broglia Feitosa de Lacerda. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de; Duarte, Patrícia Moreira. Atividades ilustradas em sinais da Libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. CASTRO, Alberto Rainha de. Comunicação por língua brasileira de sinais: livro básico. 3 ed. Brasília: Senac/DF, 2009. KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Deficiência Múltipla e Educação no Brasil – discurso e silêncio na história de sujeitos. Campinas: Autores Associados, 1999. PEDAGOGIA EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES Ementa: Estudo dos princípios, das políticas e das práticas educativas formais alternativas e/ou complementares, em diferentes situações institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outros, assim como sua análise crítica, discutindo o caráter conservador, reformador ou transformador das diferentes experiências. Objetivos: Preparar-se para administrar conflitos; Zelar pelo bom relacionamento interpessoal; Conhecer os princípios de educação popular; Ter competência e habilidade para planejar, organizar, liderar, monitorar, empreender. Justificativa da disciplina no curso: Conhecimentos relativos à gestão participativa, com compreensão do processo histórico, social, administrativo e operacional em que está inserido para atuar com comprometimento e envolvimento nos diferentes espaços de trabalho. Conteúdo Programático: Estado, políticas públicas e educação em espaços não-escolares Estado e movimentos populares O trabalho pedagógico nos processos educativos não-escolares Educação nos espaços não-escolares: problemas e perspectivas Bibliografia Básica: LIBÂNEO, J.C. Pedagogia e pedagogos, para quê? 12.ed. – São Paulo: Cortez, 2010. MATOS, Elizete Lúcia Moreira; MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira de Freitas. Pedagogia hospitalar: A humanização integrando educação e saúde. 4. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2009. RIBEIRO, Amélia Scott do Amaral. Pedagogia Empresarial: atuação do pedagogo na empresa. 5ª ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008. Bibliografia complementar: DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 37 ed. Petrópolis: Vozes, 2009. MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 17. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. ATIVIDADES PRÁTICAS (COMPLEMENTARES) Ementa: As atividades práticas têm caráter interdisciplinar. Sua concepção propõe estudos e atividades transversais e incentiva o aluno a desenvolver habilidades, competências fora do ambiente escolar. O Curso requer dos alunos a participação de 400h em Atividades Complementares. As Atividades Complementares compreendem todas as atividades que, devidamente comprovadas, possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação do NDE (Núcleo Docente Estruturante) e da Coordenação do Curso, importantes para a formação profissional. São práticas acadêmicas obrigatórias para os alunos do curso de Pedagogia. São atividades curriculares, portanto, constarão no histórico escolar do aluno. As atividades compõem o Núcleo de Estudos Integradores, que deverá proporcionar aos estudantes concomitantemente às disciplinas da graduação, experiências abrangentes de construção de referenciais teóricometodológicos próprios da formação do pedagogo, além de oportunizar a inserção na realidade social e conhecimento do campo de atuação. Por isso, as práticas deverão ocorrer ao longo do curso, ou seja, desde o segundo período. O aluno deverá comprovar um mínimo de 400 horas de atividades práticas durante o curso, embora possa ultrapassar esse limite. Ao final de cada semestre deverá comprovar a realização das mesmas. O aluno que não cumprir a carga horária não terá direito ao Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em todas as disciplinas regulares de sua matriz curricular, uma vez que, compõem a carga horária do curso. OBJETIVOS Enriquecer e ampliar os conhecimentos do aluno a partir de seu interesse pessoal e profissional; Contribuir para o processo ensino aprendizagem privilegiando a formação social e profissional; Proporcionar oportunidade de aprofundar a experiência teórico-metolológica na área da educação. Incentivar os alunos a manterem um registro escrito regular de suas atividades, onde deverão constar à evolução de seu aprendizado, as descobertas que realizou as experiências que vivenciou e outros registros que julgar conveniente; Viabilizar o acesso dos alunos aos processos culturais e estéticos em busca da construção da sensibilidade na relação com o mundo, com a sociedade. Orientações As atividades deverão ser cumpridas ao longo dos semestres. O aluno, ao longo do semestre, realiza as atividades e reúnem os comprovantes, como declarações e certificados, que deverão ser apresentados no seu relatório de atividades práticas. Todas as atividades devem estar relacionadas ao perfil pedagógico do curso de Pedagogia. Assim, tanto poderão se referir aos conhecimentos específicos do curso quanto aos aspectos pedagógicos necessários ao bom desempenho do futuro profissional. Para cada atividade interna ou externa o aluno deverá fazer um relatório. Ao final do semestre o aluno preenche as fichas e entrega ao Coordenador do curso que registrará o cumprimento das atividades. Embora concisa, a descrição da atividade não poderá ser genérica. O aluno procurará fazer um retrato fiel da atividade de que participou, mostrando que dela participou ativamente. A reflexão sobre a atividade deverá mostrar claramente a importância desta para a formação do aluno do curso de Pedagogia. Para ser reconhecido, o relatório deverá ser aprovado pelo professor, que assinará no local adequado. Atividades Cursos, Simpósios, Seminários, Conferências, Jornadas de Estudo, Palestras, Oficinas Pedagógicas, Semanas Acadêmicas Cursos de formação continuada Apresentação de trabalhos; Apresentação de Pôsteres; Comunicações em eventos científicos, Viagens de estudo e Visitas técnicas Prática desportiva, atividades musicais, atividades literárias, grupos folclóricos, grupos de teatro, campeonatos, festivais ou outras atividades que propiciem o desenvolvimento social e cultural do acadêmico. Trabalho voluntário em instituições escolares. Participação em Feiras e Exposições. Observações em espaços escolares e não-escolares relatórios Observações em espaços não-escolares (penitenciárias, hospitais, e empresas) na disciplina de pedagogia em espaços não-escolares. Observações em rádios, TVs, Cursos, seminários ou outros realizados à distância. Obs: Casos especiais serão analisados pela coordenação do Curso e Coordenadora das atividades e NDE. DOCUMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares devem ser relatadas em formulário próprio, no qual deve constar informações do aluno, do curso, o tipo de atividade, local e data da atividade. Também deve constar o nome do professor responsável, tema da atividade, no que a mesma contribuiu para a formação do aluno, a forma com que o tema foi desenvolvido, e um projeto da atividade. Tais informações são somadas ao banco de horas necessárias para complementação da carga horária. O formulário de atividades complementares encontra-se em anexo. Bibliografia: A bibliografia ficará a critério dos responsáveis diretos pelas atividades desenvolvidas pelo aluno. ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS (COMPLEMENTARES) Ementa: Atividades acadêmicas, culturais, pesquisas de formação geral e específica desenvolvidas pelos alunos do curso de Pedagogia. Objetivos: O Curso requer dos alunos a participação de 100h em Atividades Complementares. As Atividades Complementares compreendem todas as atividades que, devidamente comprovadas, possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação do NDE (Núcleo Docente Estruturante) e da Coordenação do Curso, importantes para a formação profissional. O objetivo final das Atividades teórico práticas é propiciar a flexibilidade curricular para que o futuro professor da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, bem como para a gestão – seja mais preparado ao longo do curso de graduação, utilizando um currículo flexível e que, ao mesmo tempo, vá ao encontro dos interesses dos alunos e não se afaste dos objetivos institucionais. Além disso, devem contribuir para a construção de um diferencial de qualidade do futuro educador, por meio de certificações de participação em diferentes eventos e experiências culturais que valorizam o seu currículo profissional. Ao longo dos sete períodos do curso, os alunos terão a oportunidade de fazer o aproveitamento de conhecimentos adquiridos por meio de estudo, pesquisa e aprofundamento de determinados temas. Serão consideradas atividades passíveis de aproveitamento de carga horária: monitorias, estágios, programas de iniciação científica, estudos complementares, cursos realizados em áreas afins, bem como integração em eventos científicos no campo da educação e outras correlatas. Tais atividades enriquecem o currículo do curso e somente serão passíveis de aproveitamento aquelas atividades desenvolvidas durante o período de graduação. Dessa forma, atividades desempenhadas antes do ingresso do aluno no Curso de Licenciatura em Pedagogia não poderão ser aproveitadas e reconhecidas. Bibliografia: A bibliografia ficará a critério dos responsáveis diretos pelas atividades desenvolvidas pelo aluno. Atividades Cursos, Simpósios, Seminários, Conferências, Jornadas de Estudo, Palestras, Oficinas Pedagógicas, Semanas Acadêmicas Cursos de formação continuada Apresentação de trabalhos; Apresentação de Pôsteres; Comunicações em eventos científicos, Viagens de estudo e Visitas técnicas Prática desportiva, atividades musicais, atividades literárias, grupos folclóricos, grupos de teatro, campeonatos, festivais ou outras atividades que propiciem o desenvolvimento social e cultural do acadêmico. Trabalho voluntário em instituições escolares. Participação em Feiras e Exposições. Observações em espaços escolares e não-escolares relatórios Observações em espaços não-escolares (penitenciárias, hospitais, e empresas) na disciplina de pedagogia em espaços não-escolares. Observações em rádios, TVs, Cursos, seminários ou outros realizados à distância. ESTÁGIO CURRICULAR I Ementa: O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador próprio. Objetivos: Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados, previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a indissociabilidade pesquisa e extensão. Geral: O Estágio na educação Infantil deverá configurar-se como um espaço de formação para o professor e uma instância de pesquisa para o processo de compreensão e intervenção na realidade, contribuindo para a formação docente como um todo. Específicos: • Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar potencialidades e fragilidades do processo educativo; • Possibilitar a investigação da realidade escolar da educação infantil privada ou pública; • Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio; • Redigir um relatório analítico destacando prioridades de ação na educação infantil. Conteúdo Programático: 1. Orientações sobre o estágio 2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio 3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado 4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio 5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos 6. Estudo de textos sobre a Educação Infantil Metodologia: As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou individuais. E atendimento individualizado. Com acompanhamento nas escolas onde serão realizados os estágios. Avaliação: A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades desenvolvidas e serão valorizadas a freqüência, a participação e principalmente a elaboração dos projetos educacionais e desenvolvimento dos mesmos. Bibliografia Básica BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação: estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009. CITELLI, Adilson. Aprender e ensinar com textos não escolares. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 3. Bibliografía Complementar FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010. PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior; Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008. Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso do INESC ESTÁGIO CURRICULAR II Ementa: O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador próprio. Objetivos: Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados, previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a indissociabilidade pesquisa e extensão. Geral: • Oportunizar ao licenciando a complementação do processo ensino e aprendizagem desenvolvido na instituição formadora através da prática de Gestão Educacional. Específicos: • Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar potencialidades e fragilidades do processo educativo; • Possibilitar a investigação da realidade escolar visando sua compreensão e transformação; • Redigir um relatório analítico em conformidade com a observação realizada e a análise documental; • Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio. Conteúdo Programático: 1. Orientações sobre o estágio. 2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio. 3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado. 4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio. 5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos. 6. Estudo de textos sobre gestão escolar. 7. Palestra sobre a temática gestão educacional. Metodologia: As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou individuais. E atendimento individualizado. Palestras. Acompanhamento nas escolas onde serão realizados os estágios. Avaliação: A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades desenvolvidas e serão valorizadas a freqüência, a participação e principalmente a elaboração do relatório crítico analítico e dos projetos educacionais e desenvolvimento dos mesmos. Bibliografia Básica BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação: estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009. CITELLI, Adilson. Aprender e ensinar com textos não escolares. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2002. v. 3. Bibliografía Complementar FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010. PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior; Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008. Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso do INESC ESTÁGIO CURRICULAR III Ementa: O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador próprio. Objetivos: Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados, previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a indissociabilidade pesquisa e extensão. Geral: • Possibilitar aos estagiários aprender com aqueles que já possuem experiência na atividade docente Específicos: • Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar potencialidades e fragilidades do processo educativo; • Possibilitar a investigação da realidade escolar visando sua compreensão e transformação; • Redigir um relatório analítico em conformidade com a observação realizada e a análise documental; • Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio. Conteúdo Programático: 1. Orientações sobre o estágio. 2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio. 3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado. 4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio. 5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos. 6. Realização de oficinas com o foco nos anos iniciais do Ensino fundamental. 7. Relato de experiência com docente dos anos iniciais. 8. Textos sobre a prática pedagógica nos anos iniciais. Metodologia: As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou individuais. E atendimento individualizado. Palestras e oficinas. Acompanhamento nas escolas onde serão realizados os estágios. Avaliação: A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades desenvolvidas e serão valorizadas a frequência, a participação e principalmente a elaboração do relatório crítico analítico e dos projetos educacionais e desenvolvimento dos mesmos nas escolas. Bibliografia Básica: BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação: estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. Bibliografia Complementar: BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas., GEBRAN, Raimundo Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006. FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010. PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010. Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior; Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008. Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso do INESC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I Ementa: Elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso versando sobre um tema relacionado com a área de educação com os elementos estruturais requeridos de acordo com as normas de ABNT. Sistematização de estudos e projetos desenvolvidos ao longo do curso. O trabalho de conclusão de curso é uma disciplina em formato de Projeto de Pesquisa nas linhas relativas aos eixos curriculares do Curso. Objetivos: • Conhecer e exercitar as diferentes etapas do processo de desenvolvimento do trabalho científico; • Aprofundar os conhecimentos na área de interesse em consonância com os eixos curriculares do curso; • Utilizar a linguagem científica na produção e análise de trabalhos com temas educacionais; • Conhecer e utilizar as regras de formatação, de citação e de referências bibliográficas impostas pela ABNT; • Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada por meio da execução de um projeto de pesquisa; Conteúdo Programático: • O processo de pesquisa e estruturação de um projeto: conceito de pesquisa, características do pesquisador e o trabalho de orientação; escolha do tema, formulação do problema de pesquisa, a justificativa, hipóteses e objetivos de pesquisa, construção do cronograma. • Revisão bibliográfica/ Fundamentação Teórica: conteúdo, passos para elaboração • O texto científico: características, estilo de redação. • Regras da ABNT: citações bibliográficas. • Regras da ABNT: referências bibliográficas • Regras da ABNT: elementos formais, estrutura e formatação de um projeto de pesquisa e trabalho monográfico. • Aspectos metodológicos: tipos de pesquisa, instrumentos e procedimentos para coleta e análise de dados: questionários, formulários, entrevistas, observação de campo análise documental, análise de dados qualitativos. Operacionalização da disciplina: • • O Projeto do aluno será acompanhado pela Professora da disciplina de TCC e um ProfessorOrientador, escolhido pelo próprio aluno entre os docentes do INESC, preferencialmente do curso de Pedagogia; Até a data marcada o aluno deverá entregar uma Ficha de Cadastro (modelo próprio), contendo os seus dados pessoais, a identificação da área de concentração em que vai desenvolver a pesquisa e informações sobre o Professor-Orientador e, se for o caso, sobre o local onde vai desenvolver sua pesquisa; • • • As atividades da disciplina TCC terão a duração de 60h, a serem cumpridas conforme a grade horária do curso, sendo 30h para aulas presenciais e 30h semipresenciais dedicadas à orientação individual; As aulas são de freqüência obrigatória e ocorrerão conforme cronograma pré-estabelecido, quando serão abordados temas relacionados com conceitos, técnicas e métodos para elaboração do Projeto de Pesquisa, assim como monitoramento das atividades, individual ou em grupo; O aluno deverá formular um Projeto de Pesquisa a ser implementado em cumprimento da disciplina de TCC do semestre seguinte. Envolverá as seguintes etapas: Elaboração de um Plano de Trabalho contendo o seguinte: a) Introdução, contendo a contextualização do Tema de pesquisa, do Problema de pesquisa, os Objetivos Geral e Específicos, a Justificativa e o resumo do Método a ser utilizado; e b) Cronograma de realização do TCC. Elaboração do Projeto do TCC, que deverá conter o seguinte: a) Introdução, contendo a contextualização do Tema de pesquisa, do Problema de pesquisa, os Objetivos Geral e Específicos, a Justificativa e o resumo do Método a ser utilizado; b) Desenvolvimento do Referencial Teórico e proposta dos Métodos e Técnicas de Pesquisa a serem utilizados; c) Cronograma de realização do TCC (para o semestre seguinte) Referências e fontes de consulta utilizadas. • Acessoriamente a professora poderá solicitar trabalhos/atividades complementares (resenhas, resumos, fichamentos de livros e pesquisas de campo), para os quais serão oferecidas orientações adicionais ao aluno, quando das aulas e/ou atendimento individualizado. Considerações importantes: • O Projeto de Pesquisa deverá ser entregue, conforme data a ser estabelecida. Deverá ser entregue em encadernação tipo “espiral”; • A “formatação” do Projeto será feita conforme padrão a ser divulgado oportunamente. A digitação deverá ser feita Word 6.0 ou posterior, letra Arial ou Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5, folha padrão A-4 (21,0 cm X 29,7 cm), margem superior 3 cm, esquerda 3 cm, inferior 2 cm e direita 2cm; • Informações adicionais serão fornecidas oportunamente pela Professora da disciplina. • Trabalhos, no todo ou em parte, que forem caracterizados como cópias ou transcrições de terceiros, sem a atribuição dos devidos créditos, serão considerados plágio”, cabendo ao aluno responder pelo fato. Avaliação: • A avaliação final do aluno na disciplina correspondente a elaboração do Plano de Trabalho e do Projeto de TCC, será feita a partir dos seguintes parâmetros: o Plano de Trabalho (1) .......20% o Projeto de TCC (2) ...........70% o Conduta do aluno (3) .......10% (1) Avaliação a ser feita pelo Professor Titular da disciplina; (2) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas pelo Professor Orientador e pelo Professor Titular da disciplina; (3) Avaliação a ser feito pelo Professor Titular da disciplina e pelo Professor Orientador, considerando a conduta do aluno no que se refere ao comportamento do acadêmico durante o processo; freqüência às aulas e/ou reuniões; apresentação/entrega da documentação solicitada, cumprimento dos prazos etc. Metodologia: O curso será desenvolvido a partir do envolvimento ativo dos alunos. As aulas serão desenvolvidas com a elaboração de trabalhos ligados ao conteúdo da disciplina, aulas expositivas, leitura. Orientações individuais para a elaboração do Projeto de Pesquisa. Bibliografia Básica: FIGUEIREDO, Antônio Macena., SOUZA, Soraia Riva Goudinho de (co-autor). Como elaborar projetos de monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto final. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar: ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. 15. ed. Campinas: Papirus, 2008. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007. • Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso do INESC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC II Ementa: Elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso versando sobre um tema relacionado com a área de educação com os elementos estruturais requeridos de acordo com as normas de ABNT. Busca-se dar continuidade ao Projeto elaborado no semestre anterior, por meio da aplicação de instrumentos e técnicas de pesquisa, da análise e interpretação dos dados coletados e da elaboração do relatório final. Objetivos: • Conhecer e exercitar as diferentes etapas do processo de desenvolvimento do trabalho científico; Aprofundar os conhecimentos na área de interesse em consonância com os eixos curriculares do curso; Utilizar a linguagem científica na produção e análise de trabalhos com temas educacionais; Conhecer e utilizar as regras de formatação, de citação e de referências bibliográficas impostas pela ABNT; Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada por meio da execução de um trabalho monográfico; • • • • Conteúdo Programático: Aspectos relativos a descrição metodológica: instrumentos de pesquisa e procedimentos para coleta e análise de dados: questionários de pesquisa, formulários, tipos de entrevista, observação de campo e análise documental, análise de dados qualitativos e quantitativos. Aspectos relativos a descrição dos resultados: organização dos resultados (análise e interpretação dos dados), apresentação de gráficos, tabelas e quadros. A conclusão no trabalho monográfico: conteúdo, forma de redação; A formatação no trabalho monográfico: orientações relativas à estrutura e formatação (Modelo Padrão do INESC), elaboração do resumo descritivo; Aspectos relativos à defesa oral da monografia: orientações quanto ao conteúdo da apresentação, à postura do aluno, à forma de avaliação e quanto aos objetivos e ao modo de funcionamento geral de uma banca de defesa oral. Operacionalização da disciplina: • A elaboração do trabalho monográfico será acompanhado pela Professora da disciplina de TCC e pelo Professor-Orientador já escolhido pelo aluno no semestre anterior. • O aluno deverá entregar, dentro dos prazos definidos no cronograma da disciplina, as partes do trabalho solicitadas pelo professor da disciplina e demais documentações necessárias ao acompanhamento da monografia. • As atividades da disciplina TCC terão a duração de 60h, a serem cumpridas conforme a grade horária do curso, sendo 30h para aulas presenciais e 30h semipresenciais dedicadas à orientação individual. • As aulas são de freqüência obrigatória e ocorrerão conforme cronograma pré-estabelecido, quando serão abordados temas já relacionados anteriormente, assim como monitoramento das atividades, individual ou em grupo. • O aluno dará prosseguimento ao seu Projeto de Pesquisa com o desenvolvimento da Monografia (TCC), que deverá ter a seguinte estrutura: a) Seção de Abertura (capa, folha de rosto, dedicatória/agradecimentos, resumo/abstract, listas de ilustrações, sumário, etc); b) Corpo Principal (introdução, referencial teórico, métodos e técnicas de pesquisa utilizados, discussão dos resultados, conclusão/considerações finais); c) Seção de Fechamento (referências, apêndices, anexos, etc). • Além disso, o aluno deverá defender oralmente seu trabalho para uma banca, conforme Regulamento da Instituição. • Acessoriamente a professora poderá solicitar trabalhos/atividades complementares (resenhas, resumos, fichamentos de livros e pesquisas de campo), para os quais serão oferecidas orientações adicionais ao aluno, quando das aulas e/ou atendimento individualizado. Considerações importantes: • A “formatação” da Monografia será feita conforme padrão estabelecido no Manual de Orientação para Elaboração de Monografia, posto à disposição do aluno.pela Instituição. • Informações adicionais serão fornecidas oportunamente pela Professora da disciplina. Importante se faz o conhecimento e leitura pelo aluno do Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso do INESC. • Trabalhos, no todo ou em parte, que forem caracterizados como cópias ou transcrições de terceiros, sem a atribuição dos devidos créditos, serão considerados “plágio”, cabendo ao aluno responder pelo fato. Avaliação: Versão Final do TCC (1) .......70% Defesa Oral (2) ......................20% Conduta do Aluno (3) .............10% (1) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas ao TCC pelo Professor Titular da disciplina, pelo Professor Orientador e pelo Professor Avaliador; (2) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas à Defesa Oral pelo Professor Titular da disciplina, pelo Professor Orientador e pelo Professor Avaliador; (3) Avaliação a ser feita pelo Professor Titular da disciplina e pelo Professor Orientador, considerando a conduta do aluno no que se refere ao comportamento do acadêmico durante o processo; freqüência às aulas e/ou reuniões; apresentação/entrega da documentação solicitada, cumprimento dos prazos etc Metodologia: O curso será desenvolvido a partir do envolvimento ativo dos alunos. Serão realizadas aulas expositivas cujo conteúdo auxilie na elaboração do TCC, bem como orientações individuais do aluno para sanar dúvidas mais pontuais. Bibliografia Básica: FIGUEIREDO, Antônio Macena., SOUZA, Soraia Riva Goudinho de (co-autor). Como elaborar projetos de monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto final. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar: ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. 15. ed. Campinas: Papirus, 2008. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007. • Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso do INESC 6.2.2 Estrutura Curricular (4 anos) a partir de 2011 Estrutura Curricular – Pedagogia Semestre 1º Semestre 2º 3º Semestre 4º Semestre 5º Disciplina Comunicação e Expressão Educação Ambiental Filosofia História da Educação Matemática Metodologia e Pesquisa Científica Psicologia Sociologia Tecnologia da Informação Disciplina Atividades Complementares Bioestatística/Estatística Currículos e Práticas Culturais Didática Diversidade e Educação Inclusiva Filosofia da Educação Psicologia do Desenvolvimento e da aprendizagem Sociologia da Educação Atividades Complementares Alfabetização e Letramento Educação de Jovens e Adultos Libras Literatura Infanto-Juvenil Políticas e Legislação da Educação Básica Disciplina Atividades Práticas III Atividades Teórico-Práticas I Fundamentos e Metodologia do Ensino da Arte Fundamentos e Metodologia do Ensino de História Leitura e Produção de Textos Literatura Infanto- Juvenil Disciplina Atividades Práticas IV Atividades Teórico-Práticas II Estágio Curricular I Fundamentos da Educação Infantil (infância e educação) Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática Sub-Total Semestre 6º Disciplina Atividades Práticas V Atividades Teórico-Práticas III Avaliação Escolar/ Institucional Estágio Curricular II Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia Organização e Gestão Escolar CH 80 40 40 40 40 40 40 40 Sub-total 400 40 CH 20 40 80 80 40 40 80 40 30 80 80 80 80 80 Sub-total 420 430 CH Sub-total 80 50 80 80 80 80 450 CH Ch 40 20 100 80 80 80 80 480 480 CH Sub-total 40 30 80 100 80 80 470 Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC) Semestre Disciplina Aprendizagem por Projetos Atividades Práticas VI Estágio Curricular III Fundamentos e Metodologia do Ensino de Educação Física Linguagem Brasileira de Sinais – Libras Pedagogia em espaços não-escolares Trabalho de Conclusão de Curso II(TCC) 7º 60 CH Sub-total 80 40 100 80 80 40 60 480 LISTA DE DISCIPLINAS ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Pedagogia Social Educação no Campo Oficinas didático -pedagógicas específicas para Educação Infantil Oficinas didático-pedagógicas específicas para os anos Iniciais LISTA DE DISCIPLINAS OPTATIVAS Projeto Político Pedagógico da Escola Tópicos Especiais em Formação Docente Cultura Religiosa Etnia e relações Étnico-raciais e culturais Educação Sexual Primeiros socorros e saúde Psicomotricidade e o desenvolvimento infantil Questões Contemporâneas da Educação Teorias da Educação e Processos Pedagógicos Conteúdos específicos para a Educação Infantil Conteúdos específicos para os anos iniciais Didática para o desenvolvimento do aluno A seguir será apresentado as ementas e bibliografias das disciplinas que foram acrescentadas e ou alteradas as nomenclaturas . Disciplinas que sofreram alteração na nomenclatura 1º PERÍODO • Língua Portuguesa = Comunicação e Expressão • Comunicação, Multimídia e Educação = Tecnologia de Informação 3º PERÍODO • Estrutura e Funcionamento da Educação Básica= Políticas e Legislação da Educação Básica 4º, 5º e 6º PERÍODO • Estagio Curricular Supervisionado I II E III = Estagio Curricular I, II E III. Ementas das disciplinas que foram acrescentadas 1º período Educação Ambiental Ementa: Meio Ambiente: Histórico e evolução dos conceitos. Fundamentos da educação ambiental como área do conhecimento teórico, científico-metodológico aplicado às ciências educacionais e ambientais. Educação ambiental na América Latina. Educação ambiental e formação do professor. A abordagem sócio-ambiental. Incorporação da dimensão ambiental nos currículos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Planejamento, execução e avaliação de atividades práticas interdisciplinares na educação ambiental formal e informal. Globalização, meio ambiente e imposições do desenvolvimento ecologicamente sustentado à educação ambiental. Considerações sobre legislação ambiental. Agenda 21, desenvolvimento sustentável e reciclagem. Conceitos e fundamentos relativos aos fatores físicos do meio ambiente Epistemologia Ambiental Interdisciplinaridade e Transdiciplinaridade; Fundamentos de História Ambiental; Interpretação ecológica da história da humanidade. Conferências mundiais sobre o meio ambiente Objetivo: Construir com os alunos um processo constituído de estudos, pesquisas, atitudes e atividades que leve à consciência ambiental com vistas ao encaminhamento e à execução de trabalhos específicos nessa área. Bibliografia Básica: ANTUNES, Paulo de Bessa. Manual de Direito Ambiental. Livraria e Editota Lumen Juris Ltda. 2007 CAVALCANTE, Clovis (Org.). Meio Ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas.3ª Ed. São Paulo. Ed. Cortez. Recife: Fundação Joaquim Nabuco DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo. Ed. Atlas,1999 FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental brasileiro. São Paulo. Ed. Saraiva.2006 LIXO É COISA SÉRIA – Recicle seus conceitos. Colégio do Carmo. Unaí. MG. MEIO AMBIENTE: Grandes Eventos. Escola Superior do Ministério Público da União. Brasília.2004 MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente. A gestão ambiental em foco. Doutrina. Jurisprudência. Glossário. 5ªed. Revista dos Tribunais. MORAES, Luis Carlos Silva de. Curso de Direito Ambiental. São Paulo. Ed. Atlas.2006 SIRKISNSKAS, Luis Paulo. Manual de Direito Ambiental. 6ª.ed.São Paulo. Ed. Saraiva. Complementar: MORAES, Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Ed. Papirus. 2003 _____________________. Pensamento Eco-Sistemico. Ed.Vozes. 2004. MORIN, Edgar. Educação Planetária. Texto proferido em Conferência na Universidade São Marcos. São Paulo. 2005. Disponível em: edgarmorin.org.br/textos.php ____________. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Disponível em: HTTP://tudosobre.com/concursos13/MORIN,Edgar os sete saberes.pdf. ____________. Planeta terra um olhar transdisciplinar – ciclo 2005. Disponível em: edgarmorin.org.br/textos.php. 2º período Bioestatística/ Estatística Ementa Importância e aplicação dos conceitos estatísticos básicos, tanto descritivos quanto inferenciais, na análise de situações e problemas da realidade educacional brasileira, os indicadores de desempenho da dinâmica do fluxo escolar (evasão, repetência, aprovação, etc.) e a estatística como instrumento de pesquisa educacional. Objetivos: Conhecer, dominar e articular os conteúdos e as aplicações da estatística à pesquisa e à leitura de dados em educação através dos indicadores de desempenho da dinâmica do fluxo escolar (evasão, repetência, aprovação, etc.). Bibliografia: Básica: VIEIRA, S. Elementos de Estatística. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010. TRIOLA, M.F., Introdução à Estatística. 10ª. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. BUSSAB, W. O.; MORETIN, P. A. Estatística Básica.5ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. Complementar: LEVIN, J. Estatística Aplicada às Ciências Humanas. 2ª ed. São Paulo: HARBRA, 1987 FONSECA, J.S.; ,MARTINS G. A. Curso de Estatística, 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 1996. DOWNING, D.; CLARCK, J. Estatística Aplicada, 2ª ed,. São Paulo: Saraiva, 2002. MEC / INEP. Sinopses Estatísticas. Brasília, DF. http://www.inep.gov.br/ 4º período Pesquisa Educacional Ementa: Produção do conhecimento científico. Iniciação à pesquisa científica na área educacional. Métodos e técnicas da pesquisa em educação. Princípios, métodos e técnicas da investigação de campo e análise de dados. Estrutura, organização, redação e apresentação de trabalhos científicos. Formação de grupos de pesquisa para a elaboração de trabalhos de pesquisa versando sobre temas no campo educacional. Objetivo: Promover iniciação científica mediante a formação de grupos de pesquisa. Bibliografia: Básica: FAZENDA, I. (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez. 2007. LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. 4. ed.; 5. ed.; 6. ed. São Paulo: Atlas, 1995; 2001; 2006. Complementar: COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. 2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. SANDÍN ESTEBAN, M. P. Pesquisa qualitativa em educação: fundamentos e tradições. Porto Alegre: AMGH, 2010. Planejamento Educacional Ementa: As etapas do planejamento e sua implementação. Planejamento e o contexto da sala de aula. A organização e a operacionalização do planejamento. Conceitos, características e níveis do planejamento educacional. Análise dos fundamentos teóricos do planejamento educacional e estudo dos modelos de planejamento e sua relação com o processo de desenvolvimento e de participação social. Globalização e propostas de planejamento em educação. Objetivo: Compreender a ideia de planejamento como a ação natural de quem age de modo consciente. Bibliografia: Básica: VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. 21.ed. São Paulo, SP: Libertad, 2010. DELORS, Jacques (Org.). A educação para o século XXI: questões e perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 2007. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2001. Complementar: BAPTISTA, Cláudio Roberto. Avanços em políticas de inclusão: o contexto educacional no Brasil e em outros países. 2.ed. Porto Alegre, Mediação, 2011. CARBONELL, Jaume. A aventura de inovar: a mudança na escola. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. DALMAS, Angelo. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento e avaliação. 8.ed. Petrópilis: Vozes: 2000. 5º período Psicopedagogia Ementa: Psicopedagogia: origem e evolução conceitual. Teorias psicopedagógicas. Fundamentos teóricos e sua aplicação em diferentes contextos. Caráter preventivo e reeducativo. O papel da psicopedagogia no processo de ensino e aprendizagem. A avaliação psicopedagógica. Objetivos: • Compreender a prática psicopedagógica institucional. • Analisar a natureza dos processos de aprendizagem e desenvolvimento infantil à luz da Psicologia. • Conhecer a trajetória da Psicopedagogia no Brasil e concebê-la como prática de caráter científico. • Desenvolver competências e habilidades para a realização do trabalho psicopedagógico nas escolas. • Conceber o papel do psicopedagogo na elaboração/execução/avaliação de projetos de intervenção psicopedagógica de caráter tanto preventivo, quanto reeducativo. Conhecer, elaborar e aplicar instrumentos de avaliação psicopedagógica Observação: as ementas das disciplinas Educação no Campo, Pedagogia Social, Tópicos especiais em Formação docente I e II serão elaboradas de juntamente com NDE e professores e aprovadas pelo Colegiado no próximo semestre. 6.3 ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS ESPECÍFICOS DO CURSO Além dos laboratórios de informática, ciências, biblioteca, piscina, quadra externa, ginásio, e outros o curso de Pedagogia conta com uma Brinquedoteca: • A Brinquedoteca do INESC é um espaço lúdico específico dos discentes e dos docentes do Curso de Licenciatura em Pedagogia. Além disso, disponibiliza seu espaço à comunidade local, atendendo, crianças da CNEC. Consistindo-se em um núcleo de apoio pedagógico, no qual os alunos podem pensar, discutir, analisar, e investigar o valor do brinquedo e das brincadeiras no desenvolvimento da criança. O objetivo da brinquedoteca é promover o desenvolvimento da inteligência, criatividade, sociabilidade não só das crianças, como também dos adultos. Foi criada ainda no Curso Normal Superior e ampliada em 2010 pela coordenação do Curso de Pedagogia. Os alunos e os professores têm com esse espaço a oportunidade de trabalhar na prática vários conceitos, pesquisas, projetos e atividades que envolvem não só a área do conhecimento voltada para o brincar como poderão contemplar as demais disciplinas do curso, como, por exemplo, matemática, letramento e alfabetização, literatura infanto-juvenil, ciências, desenvolvimento motor, artes, entre outras. Os eventos a se realizarem na Brinquedoteca têm de cumprir os seguintes requisitos: • • • • • • • • Contribuir para a conceituação de jogo, brinquedo e brincadeira e sua importância na educação; Formar profissionais que valorizem o lúdico; Desenvolver pesquisas que apontem a relevância dos jogos, brinquedos e brincadeiras para a educação; Oferecer informações, organizar cursos e divulgar experiências; Estimular ações lúdicas entre os docentes e os alunos do curso no que tange à construção do conhecimento em matemática, alfabetização, metodologias do ensino, arte, literatura, etc. Propiciar um espaço onde professores e alunos possam realizar práticas interdisciplinares e dedicar-se à exploração do brinquedo tendo como foco o desenvolvimento infantil. Desenvolvimento da expressão artística, transformação e descoberta de novos significados lúdicos que propiciem a interação e a troca entre adultos e crianças. Desenvolvimento de atividades que contribuam para o aperfeiçoamento profissional e de possibilidade de estreitar a relação com a Comunidade, pois os alunos pegam emprestados os materiais pedagógicos necessários, bem como confeccionam, para a realização das atividades complementares (práticas). • O atendimento de crianças não excede o número de 10 pessoas, com planejamento específico das atividades que envolvem momentos de integração social (dinâmicas), brincar livre, música e dança, hora do conto, faz-de-conta, fantoches, jogos e brincadeiras dirigidas, projetos didáticos. • O horário de utilização da Brinquedoteca é de Segunda a sexta-feira das 14h00 às 16h00 e das 20h00 às 22h30. • Para realizar o procedimento de Reserva deverá este ser feito por formulário próprio, diretamente com o Coordenador (a) do Curso de Licenciatura em Pedagogia. • Dos recursos humanos: A Brinquedoteca do INESC conta com um docente do Curso de Pedagogia que é responsável pela coordenação do espaço e um Monitor-discente do curso de Pedagogia que realiza o papel de brinquedista do espaço e também faz a reserva do local e materiais. • Usuários: Professores e alunos do Curso de Pedagogia e professores e alunos do Colégio Cenecista Nossa Senhora do Carmo/ Moranguinhos Das responsabilidades dos utilizadores. • • • • • • • • • • • • Zelar pelo espaço, pelos materiais e pelos jogos e brinquedos; Cuidar do ambiente de forma criativa e construtiva; Organizar e classificar os jogos e brinquedos; Organizar os arquivos e registros da Brinquedoteca; Catalogar os materiais existentes na Brinquedoteca; Zelar pela limpeza e assepsia dos jogos e brinquedos; Incentivar sempre o brincar e a construção do conhecimento; Realizar planejamento das atividades semestrais (geral) e semanais (específicos); Documentar por meio de relatórios as atividades desenvolvidas no espaço; Promover oficinas para construção de brinquedos envolvendo não somente as alunas do curso de pedagogia, como também as escolas parceiras. Possibilitar encontros para discussão sobre o brincar como forma de capacitação continuada. Estabelecer regras e normas de funcionamento do espaço. • Das regras da Brinquedoteca/ disciplina: 1. Respeitar uns aos outros; 2. Saber ouvir quando a professora, a brinquedista ou algum amigo estiver falando ou lendo; 3. Se organizar na hora de falar, levantando a mão por exemplo; 4. Manter as estantes dos jogos e brinquedos organizadas; 5. Conservar os jogos e brinquedos; 6. Andar devagar pelo ambiente da Brinquedoteca; 7. Jogar lixo no lixo; 8. Falar baixo uns com os outros, evitando gritos; 9. Resolver os problemas conversando. 6.4 O processo ensino-aprendizagem do curso No Ensino Superior, similarmente ao que acontece em graus anteriores de ensino, as notas e conceitos são decisivos para a continuidade dos estudos, determinando para o sujeito o status de “sucesso” ou de “fracasso” acadêmico, de permanência ou de exclusão do processo escolar, independentemente da adequação ou não dos procedimentos que lhe deram origem. O INESC busca atender as necessidades de seus alunos, por isso o Projeto Nivelamento (em anexo) tem como objetivo detectar arestas e lacunas no processo ensino e aprendizagem para contribuir com o desenvolvimento de seus alunos nos aspectos cognitivo, emocional, afetivo, social, intelectual. Tradicionalmente as notas têm representado a quantidade de informações adquiridas pelos sujeitos que aprendem em relação à expectativa do avaliador. É a vigência do entendimento da função meramente conformativa da escola. A preparação profissional no Ensino Superior tem requerido do sujeito que por aí passa muito mais do que acúmulo de informações, dada a realidade repleta de problemas, incertezas com que se defronta na sociedade atual (Schön, 1997; Alarcão, 1996). Dificilmente as situações demandam/ou são satisfeitas com soluções lineares, definitivas e já elaboradas. Pelo contrário, as novas situações de vida se colocam como desafiadoras de raciocínios, tomadas de decisão, solução de problemas propriamente dito, exigindo flexibilidade, análises por diferentes ângulos, relações, seleções etc. Isso posto nos permite compreender que a avaliação centrada nas informações reproduzidas desconsideram desempenhos mais complexos, como os intelectuais, motores, atitudinais etc., que devem ser apreendidos e aperfeiçoados em tempo de formação, relativos ao curso ou carreira a que se destinam. Luckesi (1994) afirma que a avaliação educacional escolar, assim como as outras práticas do professor, é dimensionada por um modelo teórico de mundo e de educação, traduzido em prática pedagógica, tenha o professor consciência disto ou não. Suas ações têm conseqüências na relação com seus alunos, na relação deste e de ambos com o conhecimento e extensivamente às situações de vida que enfrentam no seu dia a dia. Sem a clareza do significado da avaliação, professores e alunos vivenciam intuitivamente práticas avaliativas que podem tanto estimular, promover, gerar avanço e crescimento, quanto podem desestimular, frustar, impedir esse avanço e crescimento do sujeito que aprende. Existem pois efeitos diretos, explícitos e efeitos indiretos, implícitos (ocultos), que são associados aos processos avaliativos no ensino. Dentro da perspectiva de integração do que ocorre na escola, entende-se que a prática avaliativa é uma das formas mais eficientes de instalar ou controlar comportamentos, atitudes e crenças entre os estudantes, podendo ser positivas ou destrutivas de suas possibilidades de desenvolvimento, pelo poder que encerra e pela importância que tem enquanto mecanismo de inclusão ou exclusão social, através das marcas burocráticas e legais impregnadas na sua utilização. Assim sendo, a avaliação, procedimento do ritual pedagógico, aponta, segundo Camargo (1996), responsabilidades a serem assumidas pela escola junto ao aluno, do ponto de vista escolar e social. Enquanto a avaliação externa tem sido imposta em nosso sistema educacional, a avaliação que se dá no micro espaço da sala de aula pouco tem mobilizado os docentes para as mudanças qualitativas de suas ações pedagógicas, na maioria dos cursos, a partir dos resultados obtidos. O Curso de Pedagogia do INESC busca atender os alunos para que os mesmos possam atingir o sucesso em seus estudos e consequentemente tornem-se profissionais capazes de exercer o seu papel de cidadão consciente, criativo e crítico, capaz de atender as exigências da sociedade contemporânea. O INESC tem o compromisso de desenvolver atividades complementares interdisciplinares no cotidiano e também com aulões e avaliações temáticos. O Curso de Pedagogia realiza a cada semestre um Aulão e uma Avaliação Temática interdisciplinar envolvendo todos os professores e alunos. Visando atender os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) e dando continuidade a um dos objetivos definidos no seu Projeto Pedagógico, o Curso de Pedagogia implantou em seu sistema de Avaliação uma “Avaliação Temática”. Em cada semestre um tema é escolhido democraticamente e, logo depois, de forma contextualizada é elaborada uma prova envolvendo o tema em foco. Vários temas já foram trabalhados como: Responsabilidade Social, Temas Transversais no processo Pedagógico, Pedagogia das diferenças e Educação Planetária colaborando para ampliar o conhecimento dos alunos sobre o tema. Nesse aulão os professores fazem uma abordagem de seus conteúdos numa perspectiva sócio-humanista-ambiental. Para que os alunos possam refletir, relacionar, operar mentalmente e demonstrar que têm recursos para abordar situações complexas sobre o assunto em questão, é ministrada uma aula interdisciplinar. Com esta atividade os professores do Curso de Pedagogia querem demonstrar que o desenvolvimento das ciências, e os avanços tecnológicos, no século em que vivemos, constatam que o sujeito pesquisador interfere no objeto pesquisado, que não há neutralidade no conhecimento, e a consciência da realidade se constrói num processo de interpretação dos diferentes campos do saber. A avaliação progressiva ou conclusiva poderá ser substituída pela avaliação temática do Curso de Pedagogia com flexibilidade de cada disciplina. Acredita-se que os futuros professores vivenciando esse processo de descoberta, poderão compreendê-lo e desenvolvê-lo com seus alunos contribuindo para formar cidadãos que saibam desenvolver o seu próprio processo de aprendizagem de acordo com as situações e necessidades. A Superintendência Nacional da CNEC através de sua Assessoria do Ensino Superior com a coordenação do professor Adelar Hengemühle teve a iniciativa de um projeto para repensar a prática pedagógica das instituições. Percebeu-se a necessidade de tornar o processo ensino e aprendizagem mais significativo com o desenvolvimento do espírito científico dos alunos e por meio de um seminário, um grupo de professores se reuniu para que juntos pudessem discutir e trocar idéias problematizando a realidade educacional das instituições. Nesse seminário várias situações problemas foram levantadas pelo professor Adelar Hengemühle: • “O contexto mudou, no entanto as práticas pedagógicas estão, em grande parte, ainda voltadas a formar pessoas para realidades que já não existem mais”. • “O ser humano tem necessidade de ver e utilidade nas coisas. Motiva-se a partir desse sentido e utilidade. Quer saber por que as coisas são como são. As práticas pedagógicas, em sua grande maioria, ainda continuam passando teorias de forma insignificante que levam os alunos a perguntar: professor, por que estamos aprendendo isso? Onde vamos utilizar isso?” • “Excelência educacional supõe que os alunos possam ver sentido e utilizar os fundamentos teóricos para viver com qualidade. As práticas pedagógicas, em sua maioria, ainda se contentam com que os alunos decorem teorias insignificantes, tirem notas, recebam diplomas, pouco sabendo do sentido e da utilidade daquilo que aprenderam”. • É necessidade premente das pessoas utilizar os conhecimentos historicamente construídos para compreender e resolver problemas do seu contexto profissional competente, aliás, é aquele que, utilizando-se dos conhecimentos historicamente produzidos, é capaz de inovar e responder, com base teórica, aos novos desafios que o mercado coloca a sua frente, no entanto, é constante a queixa dos recém formados e dos empresários, diretores de instituições de ensino, a distância entre o conhecimento teórico adquirido no meio acadêmico e as necessidades do mercado de trabalho. Como resolver esses problemas? Que práticas pedagógicas são necessárias? Como os alunos concebem a pesquisa no processo de formação e como identificam esta prática no currículo do curso? Esse é um dos grandes desafios para todos professores: ser diferencial e formar profissionais competentes para o mercado de trabalho, com foco nos cenários da atualidade e no perfil de profissional necessário. Cada professor participante desse projeto da CNEC voltaria para sua instituição com ideias de novas práticas e teria que motivar a equipe a fazer também uma mudança no trabalho pedagógico. 6.4.1 – PARTICIPAÇÃO ACADÊMICAS DOS DISCENTES NAS ATIVIDADES 6.4.1.1 Atenção aos discentes Desde o início do curso de Pedagogia (1º/2007), o INESC vem procurando propiciar uma flexibilidade curricular para proporcionar maior abrangência de conhecimentos ao aluno, objetivando melhor preparação do futuro professor para atuar na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na área de gestão, bem como em outros espaços. Para tanto, tem viabilizado a atuação de professores especialistas, mestres e doutores no desenvolvimento de atividades diversas, contemplando vários aspectos da profissão e da formação do professor, gestor, envolvendo reflexões acerca do papel e da importância do educador e da escola na sociedade, bem como vivências de práticas específicas do trabalho pedagógico relacionadas às teorias, momentos de confraternização e integração entre alunos, entre alunos/professores/direção e momentos de trocas de experiências. A prática tem sido um grande diferencial, pois as Diretrizes instituem 100h de atividades complementares, mas sabe-se que críticas enormes têm sido colocadas por diversos estudiosos da área da educação em relação a dicotomia entre teoria e prática, onde dados constatam que o aluno termina a graduação sem condições para o exercício necessário de seu papel e o INESC percebendo a necessidade de aprimorar as práticas pedagógicas de seus alunos, organizou uma carga horária de 100h que atendam as diretrizes e mais 400 horas de atividades complementares. São inúmeras atividades desenvolvidas e destacamos algumas a saber: Em 1º/2007: *Visita à penitenciária de Unaí (pesquisa de Campo)- Pedagogia e espaços não escolares *Jornada Científica e Cultual do INESC (JCC): 21/05/07: Peça teatral alunos Pedagogia: “Desejos e Educação para os Direitos Humanos” 22/05/07: Palestra: Avaliação- Profª Ms. Carmyra Oliveira Batista (Brasília) Palestra: Psicomotriciddae no desenvolvimento da criança: Esp. Fisioterapeuta Ruiter Oliveira Resende 23/05/07: Exposição Túnel do tempo: História da Educação Stand Libras 24/05/07: Peça teatral: Inclusão Palestra: Comunicação e administração de conflitos na Interação Professor-Aluno. Profº Mês. Walter Eustáquio Ribeiro Oficina: recreio: Espaço de criatividade 25/05/07: Gincana: Barracas e quadrilhasa Junina *I Aulão Interdisciplinar da Pedagogia: Responsabilidade Social *Ciclo de Palestras: 22/10/07- Palestra Currículos e temas transversais, PCNs e Lei 10639 (Cultura Afro-Brasileira e Africana)- Profª Ms. Maria Amélia (Brasília) 23/10/07: Palestra : Distúrbios de Aprendizagem / Fonoaudióloga : Esp.Rianny Vasconcelos Evangelista 24/10/07: Palestra: Transtorno de Déficit de atenção e Hiperatividade/ Esp. Psicólogo Roger Campos Oficinas: 29/10/07: Oficina de Sucatas: profª Eliana Ortega 30/10: Oficina de dança e Expressão Corporal: profª Ciceanny Lulhi 30/10: Oficina de confecção de sabonetes: Profª Neide Naito Atividades Complementares: Penitenciária, Hospital e CAPUL (empresa) Em 2º 2007: *II Aulão Interdisciplinar da Pedagogia: Temas Transversais no processo Pedagógico I Avaliação Interdisciplinar da Pedagogia: Temas Transversais no processo Pedagógico *Atividadaes Complementares: Visita à Paracatu- Trabalho de campo de Sociologia e Currículos e Práticas Culturais/Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação(visita rádio, TV, entrevista), *Dia “D” de Responsabilidade Social (Rua interditou Rua Alba Gonzaga em frente ginásio do INESC) Em 1º 2008: • Palestras Seminários Integradores: • 04/03/08: A Criança e a Violência Doméstica/ Profª Esp. Anízia Rosiete Dayrell Caldeira • 25/03/08: Palestra: Políticas Públicas (FUNDEF)- Secretária de educação Neuzani Branquinho • 04/06/08: Palestra: Ensino fundamental de 9 anos- Realidade Brasileira- Profª mestranda Carmem Luíza Bitarães Latini * Calourada Social ( Arrecadçaão de óleos Abrigo frei Anselmo- Gincana calouros) *JCCS(Jornada Científica Cultural e Social do INESC)- 12 a 17/05 de 2008 PARCERIA COM A APAE DE UNAÍ 12/05/08: Abertura com apresentação cultural Palestra: Proposta Social da CNEC (coordenadora de assistência Social da CNEC) Apresentação chapas e Proposta de formação do Diretório Acadêmico Palestra: Motivação (profº Anchieta Coimbra) assessor de Marketing da CNEC) 13/05/08: Peça teatral Alunos da APAE e Palestra: Inclusão- Psicóloga da APAE: Cláudia Rolim Oficina de Origami: profª Karem Reis (profª de Artes e Balé do Colégio do Carmo) 14/05/08: Palestra: Gestão de Pessoas- Psicóloga Profª do INESC Melissa Braz Dança Carimbo (alunos da APAE e Palestra Instituição APAE- Diretora da APAE- Paula Tostes) 15/05/08: Mesa redonda: alunos da APAE INCLUÍDOS NO Mercado de Trabalho, empregadores e famílias. Apresentação de monografia dos alunos egressos da Complemenatação em Pedagogia- Edna Rocha e Edna Pereira Apresentação dos alunos do 3º período: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica 16/05/08: Palestra; Filosofia com crianças- profª Ana Cristina Strighini Basso *Jornal do INESC Maio de 2008 *Momento Cultual: lançamento Documentário santo Antônio do Boqueirão (auditório do CREDIUNAÍ) *Visita Á Escola Cristã Aro-Íris(Escola dos Holandeses) Chapada Zona Rural *III Aulão Interdisciplinar Temático da Pedagogia(14/06): Pedagogia das Diferenças II Avaliação Interdisciplinar Temática da Pedagogia: Pedagogia das Diferenças Atividades Complementares: Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação(visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares observação e projeto), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Início pareceria Secretaria de Educação de Unaí e UNB com um Curso de Alfabetização e Letramento, Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto). • Documentário a Vida na escola e a escola da vida • Oficina Letramento e Alfabetização (Profª Ms. Ildete Silva (Brasília) • Júri Simulado: Escola Tradicional e Escola Atual Em 2º 2008 * Calourada Social (gincana e arrecadção para doação) *Sarau Literário *Contos e Recontos *Oficina Clown (09/08/08) preparação para o trabalho voluntário Pedagogia da Alegria no Hospital Municipal de Unaí *IV Aulão Interdisciplinar Temático: Educação Planetária III Avaliação Interdisciplinar Temática: Educação Planetária *Dia “D” de Responsabilidade Social: Escola Estadual Maria Assunes Gonçalves Oficinas Pedagógicas 2º período (Dinâmicas, Teatro de sombras, relato de experiência, Jogos matemáticos). *Exposição do Folclore no salão do INESC com exposição poemas e recontos *ENADE(alunos da Pedagogia fazem o ENADE para alunos ingressantes) *Visita à Feira do Livro em Brasília e ao centro Cultural Banco do Brasil). *Atividades Complementares: Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação(visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares observação e projeto), Currículos e Práticas Culturais (oficinas), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Início pareceria Secretaria de Educação de Unaí e UNB com um Curso de Alfabetização e Letramento, Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto), Projeto Voluntário Pedagogia da Alegria no Hospital Municipal de Unaí, Projeto em parceria com o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) PEMS, com a Escola Estadual Isabel Campos Martins, Partcipação do Fórum de Biotemas da UNIMONTES nas disciplinas de Literatura Infanto-Juvenil e Fundamentos e Metodologia do Ensino de Artes. *Seminário SAAE e Escola Estadual Isabel Campos Martins Em 1º 2009: *Calourada Social: Arrecadção de óleos e trabalho voluntário no CEM *Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva Ruiter Oliveira Resende (Fisioterapeuta da APAE) e a Psicóloga da APAE Aline : O papel da APAE no Desenvolvimento Psicomotor e Social Willian Garcia(Psicólogo): Deficiência Visual Roger Campos (Psicólogo): Hiperatividade e Autismo Dr. Maciel Silveira(Neurologiata): Distúrbios Neurológicos Roselaine Varrasquim (Fonoaudióloga): Deficiência Auditiva Sérgio Neves(profº de Educação Física): Psicomotricidade *Outras Palestras: Roselaine Varrasquim (Fonoaudióloga): Método das Boquinhas Melissa Braz (Psicóloga) Marketing Pessoal Drª Eliane (Educação Sexual) • • • Seminários: Cidadão de papel Matemática e o Mistério em Becker Street O Exercício da Oralidade *Início Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria * JCCS( Jornada Científica e Cultural do INESC): 11 a 16 de maio de 2009 11/05/09: Abertura Ginástica alunos do Colégio do Carmo e profª Ciceanny Lulhi Palestra: crise Mundial: Responsabilidade Social Empresarial 12/05/09: Abertura Bále alunos do Colégio do Carmo e profª Jarem Reis Aulão Interdisciplinar com os profºs do Colégio do Carmo Recursos Energéticos: Mundo Sustentável Oficinas: Reciclagem e Sustentabilidade (Oficina de porta retratos com o Terapeuta Ocupacional da APAE Max Costa Alves) e oficina de tapetes com a profª da APAE Terezinha Silva com aparticipação da profª Mariá da APAE e do Colégio do Carmo 13/0/095: Oficina de Contação de Histórias (Pedagoga Valdirene Elias Villela Queiroz) 14/05/09: Palestra Responsabilidade Social: Profº Ms Samuel Correa Duarte PROAC (Projeto Adolescente Cidadão) Soldado Lucymeire Oficina de Grupos (Maria Júlia Passos) 15/05/09: Apresentação de pesquisas dos professores Viviane Ribeiro e Lara Windson e da aluna Suélen Correa. Lançamento Revista Científica do INESC *V Aulão Interdisciplinar Temático (20/06): Teoria e Prática: (Re) significando os conteúdos IV Avalição Temática Interdisciplinar: Teoria e Prática: (Re) significando os conteúdos *Atividades Complementares: PROAC (Projeto voluntário Adolescente Cidadão) e caminhada ao Meio Ambiente com os alunos da Pedagogia e Escola Estadual Teófilo Martins com carro de som, camisetas, faixas, em Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares observação e projeto), Currículos e Práticas Culturais ( Recreio Legal e Contaão de Histórias no Colégio do Carmo), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto), ProjetoInterdisciplinar Mão Amiga (Trabalho social Voluntário)disciplinas de Metodologia de Matemática, Ciências, Língua Portuguesa e Educação Infantil) Em 2º 2009: *19/09: Calourada Social: Arrecadação de óleos e entrega ao Abrigo Frei Anselmo *19/09: Visita Exposição e Apresentação Fiandeiras (Itapuã Iate Clube) *Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva Dr. Claudiney Luiz da Costa Pediatra Marli Rodrigues Xavier Neli Vástima C. Pereira Coord. APAE Bairro Mamoeiro Prof. de estágio APAE Bairro Mamoeiro Psicóloga APAE Aline Fernandes Moreira Isabela Maria Rodrigues Max Roselaine Varrasquim Edivane Mendes Miguel de Souza Novais Terapeuta Ocupacional APAE Terapeuta Ocupacional APAE Fonoaudióloga Pedagoga Fisioterapeuta APAE Prevenção à deficiência e Síndrome de Down A inclusão do deficiente no mercado de trabalho Inclusão, builling e Parecer 13 A Terapia Ocupacional aplicada Deficiência auditiva O uso de softwares na educação especial Equoterapia 03/09/09: Pesquisa de Campo: Hidrelétrica Cachoeira de Queimados 15/09/09: Palestra Carmen Luísa Bitarães Latini: Ensino Fundamental de 9 anos 26/09/09: Dia “D” Responsabilidade Social: Oficinas pintura rosto, massinha cinema, contação de História, Salão de Beleza, beleza, pintura canudinho 02/10: Visita Museu de Unaí 01 e 02/10: Visita Feira Literária Unaí 08 a 11/10: Apresentação de trabalhos artigos (Relato de experiência do Estágio em Educação Infantil) dos alunos no CONALFA – Congresso Nacional de Alfabetização, Educação Infantil e Educação de Jovens e Adultos em Uberlândia. 12/12: VI Aulão e V Avaliação Interdisciplinar: Aquisição da Leitura e Escrita: Contação de Histórias *Continuidade Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria * Ciclo de Palestras exposição de trabalhos: 20 a 21 de novembro de 2009 *Atividades Complementares: Didática (escolas regulares-observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização (Escolas Regulares observação e projeto), Currículos e Práticas Culturais (Excursão Paracatu), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto), Módulos ENADE. Em 1º 2010: *10/03: Palestra “Autoestima de professor”: Janilde Cota Fontana-Técnica em Educação da Secretaria de Educação de Unaí *13/03: Calourada Social: Gincana e Arrecadação de óleos e cestas básicas para entrega a Mão Amiga *24/03: Palestra Inclusão: Edivane Mendes Teixeira *29, 30 e 31/03: Seminário de Educação Fiscal – Secretaria de Educação * JCCS: 10 a 15 de maio ABERTURA OFICIAL:Banda Municipal de Unaí Palestra: Desenvolvimento Regional Sustentável: Alysson Paulinelli Consultor e ex-ministro da Agricultura • Nos intervalos dos dias 11,12 13 e 14, das 20h30 às 21h00, haverá shows artísticos com os “Talentos do INESC”; Kaio César Santos Xavier (3° CCT); Franciely Faria de Brito (3° SIS) e Tayrone Ítalo de Freitas Oliveira (5° SIS); • No período de 11 a 14, no salão, haverá uma exposição artística e cultural, “Fiandeiras e Tecelagem”, coordenada por Luciana Navarro; • Palestra Ginásio Mediação no processo Ensino-Aprendizagem: Profª.Drª Elaine Moura • Painel Quadra Desafios para a efetividade dos Direitos Humanos da Mulher: Joana Paula Primeira de Rezende Pinto, Promotora de Justiça da Comarca de Unaí-MG, , Maria José Cavalcante, Mestre em Direito pela FGV, Drª em Direito pela UFMG, Assistente Jurídica do MRE , Procuradora da Fazenda Herilda Balduino de Sousa Advogada na área de Direitos Humanos, Presidente da ABMCJ • Palestra sala 07: Organização e Gestão Escolar Marlon Brisola Coord. Acad-adm do INESC • Palestra auditório: O professor Pesquisador Stella Maris Profª.Drª UnB • Apresentação prévia de monografias: Alunos do 7º período de Pedagogia • Apresentação música “Vida Boa” em Libras Profa Roselaine Varrasquim Alunos do 7º período de Pedagogia • Palestra A Pedagogia Empresarial e Suas Interfaces na Empresa: Thalita Teixeira Farias Cordeiro Psicóloga • Exposição pôsteres Jussara Resende, Zeuman Oliveira, Wilson Rocha, Viviane Ribeiro • Apresentação prévia das monografias Professores do INESC: Neide Maria e Suelem Correa Alunos do 7º período de Pedagogia • III Encontro de Egressos do INESC • Apresentação dança teatral com os alunos do 7º período (Copa do Mundo) Profa Ciceanny Lulhi • Palestra EJA e VI CONFITEA-Marco de ação em Belém e o GRALE (Relatório Global de Alfabetização): Carlos Humberto Spezia, Professor e Consultor da UNESCO • Palestra: Brasil: rumo ao crescimento sustentável? Uilson M. Araújo Consultor e execonomista chefe do Banco do Brasil • Atividades Esportivas (futebol, voleibol etc) Alunos, Professores e funcionários – CNEC Unaí *Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva DATA NOME DO PROFISSIONAL/ AREA DE CONHECIMENTO TEMAS 13ABRIL 2010 MARLI/NELI EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 14 ABRIL 2010 TÂNIA DEFICIENCIA FISICA 27 ABRIL 2010 ANA CÍNTIA DISLALIA, DISGRAFIA,DISLEXIA, DISFASIA, DISARTRIA ABRIL 2010 04 DE MAIO 2010 PARALISIA CEREBRAL ANA PAULA (FONO) EDUCAÇÃO PRECOCE (PREVENÇÃO/DIAGNOSTICO/ESTIMULO) 05 MAIO 2010 LARISSA (FONO) 11 MAIO 2010 ISABELA AUTISMO/METODO TEACH LEILA (PROF.) TERAPIA OCUPACIONAL (EXEMPLOS PRATICOS) 12 MAIO 2010 MALU (PSICÓLOGA) 18 MAIO 2010 CLAUDIA 19 MAIO 2010 ANA MARIA 25 MAIO 2010 EDIVANE 26 MAIO 2010 MIGUEL SÍNDROME DE DOWN/SINDROMES MAIS COMUNS NA APAE EDUCAÇÃO FISICA COM ALUNOS ESPECIAIS A FAMILIA: ACOLHIMENTO INICIAL (ASSISTENTE SOCIAL) PARALISIA CEREBRAL/DEFICIENCIA MENTAL EQUOTERAPIA (FISIOTERAPEUTA) OUTROS PROFISSIONAIS ALICE (RAIA 4) MOTRICIDADE FUNCIONAL/PILATES (ATIV. PRATICAS) ROSE DEFICIENCIA AUDITIVA/INSERÇÃO DO SURDO NO MERCADO DE TRABALHO WILLIAM OU ADILSON DEFICIENCIA VISUAL (INESC) ARTHUR (MORANGUINHOS) HIPERATIVIDADE/DEFICIT ATENÇÃO JORGE OU ALANE PSICOMOTRICIDADE INFANTIL JUSSARA FERIGOLO DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: SINAIS DE ALERTA PARA O PROFESSOR *20/05: Viagem Cultural a Uruana: Fiandeiras *28/05/10: Pesquisa de Campo: Escola dos Holandeses na Chapada *02/06: Visita Museu de Unaí *Continuidade Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria *Atividades Complementares: Didática (escolas regulares-observação e projeto), Comunicação, Multimídia e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização (Escolas Regulares observação e projeto e oficinas de leitura e escrita), Currículos e Práticas Culturais (Excursão Paracatu), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto), Pedagogia em espaços não-escolares e Aprendizagem por projetos (Penitenciária, CEM, OGP, AREUNA), Literatura infanto-juvenil e Leitura e produção de texto (visitas bibliotecas e entrevista com as bibliotecárias, contação de histórias Colégio do Carmo), PROJOVEM (parceria Secretaria de Ação Social) disciplinas de Fund. Met. História e Fund. Met. Ens. Arte). *Apresentação monografias dos alunos do 7º período: Aluno Dia Horário Suelem Corrêa da Silva 12/jun/10 8:00 Cristiane da Silva Costa 12/jun/10 9:00 Laís Kelly Souza Avelar 12/jun/10 10:00 Edilene da S. M. Soares 12/jun/10 11:00 Lílian Alves Pedra 12/jun/10 12:00 Neide Maria das D. Santos 19/jun/10 8:00 Thaís Pereira Rodrigues 19/jun/10 9:00 Título Colégio Cenecista Nossa Senhora do Carmo: da criação aos dias atuais, Unaí-MG (1959-2009) A História da escola Simontom e a contribuição da Igreja Presbiteriana para a educação escolar no município de Unaí-MG O ensino da matemática na educação infantil: entre a teoria e a prática Os professores de educação infantil de Unaí/MG: entre a vocação e a profissionalização As dificuldades no processo de alfabetização nas séries iniciais: um estudo de caso Benfefícios oferecidos aos idosos concluintes do Programa Brasil Alfabetizado em Buritis/MG do ano de 2009 na concepção do gestor, da coordenadora e dos professores um estudo de caso O Conto como Contribuição para a formação de valores sociais durante o Orientador Examinador Viviane Ribeiro Ana Cristina Viviane Ribeiro Ana Cristina Viviane Ribeiro Zeuman Oliveria Viviane Ribeiro Jussara Resende Raquel A. Alves Maria Aparecida Raquel A. Alves Dálcio Alves Raquel A. Alves Consuelo R. Martins Romário da Silva Santana 19/jun/10 10:00 Marina Gonçalves Barbosa 19/jun/10 11:00 Selena Emanuelle C. Reis 19/jun/10 12:00 Ivelize Marielle S. Gontijo 19/jun/10 7:00 Kelen Cristina de Araújo 26/jun/10 8:00 Rafaella Assis Caldeira 26/jun/10 9:00 Sonja M. F. Gonçalves 26/jun/10 10:00 processo educativo O papel do especialista em educação básica, da rede pública estadual de Unaí/MG, diante do desempenho escolar dos alunos, e o resultado da avaliação de matemática aplicada pelo SIMAVE/PROEB em 2008 Violência contra o patrimômio escolar: um estudo sobre suas causas Violência na escola e o papel do gestor: estudo comparativo entre uma escola da rede pública e uma da rede particular no muncípio de Unaí-MG Ética no espaço educacional: a influência do papel do gestor, professores e funcionários em uma instituição escolar A inclusão da pessoa com deficiência [física, sensorial e intelectual] no mercado de trabalho: um estudo de campo na cidade de Unaí MG A relevância da gestão escolar democrática na melhoria da qualidade do ensino em uma escola pública de Unaí-MG Avaliação e autoestima do Marlon V. Brisola Jussara Resende Magali C. Guimarães Jussara Resende Magali C. Guimarães Jussara Resende Dálcio Alves Zeuman Oliveria Melissa Braz Reselaine P. Varrasquim Maria Aparecida Zeuman Oliveria Raquel A. Alves Consuelo R. Martins Juliana Batista Crejo 26/jun/10 11:00 Maria Valderece F. Caixeta 26/jun/10 12:00 Deise M. T. Oliveira 26/jun/10 13:00 Viviane A. N. Cruz 10/jul/10 8:00 Elenita Jacinto de Oliveira 10/ju/10l 9:00 Cirlei Rosa Coimbra 10/jul/10 10:00 Wilma da Silva Rocha 10/jul/10 11:00 Petronilha E. Alves 10/jul/10 12:00 educando: em face do processo educativo A indisciplina na educação infantil: um estudo com alunos préescolares em uma escola particular de Unaí/MG Ludicidade: Jogos, brinquedos e brincadeiras na contribuição do desenvolvimento e aprendizagem das crianças na educação infantil Gestão escolar e sua influência para o ensino de qualidade A atuação do pedagogo na organização e execução de projetos sócioeducativos em uma fundação no município de Paracatu - Minas Gerais Gestão escolar: os desafios enfrentados pelo gestor perante os recursos financeiros A matemática nos anos iniciais: um estudo de caso na Escola Estadual Dom Eliseu A educação de jovens e adultos e as oportunidades de trabalho para os alunos participantes O processo de alfabetização das crianças portadoras def. mental Roger H. Campos Roselaine P. Varrasquim Roger H. Campos Viviane Ribeiro Maria Aparecida Jussara Resende Jussara Resende Maria Aparecida Helen Danyane Lenivaldo Geraldo Zeuman Oliveira Maria Aparecida Raquel A. Alves Reselaine P. Varrasquim Roger H. Campos Reselaine P. Varrasquim Todas as atividades citadas dentro da organização didático-pedagógica acima permitem uma aprendizagem mais significativa para os alunos e reforçam a necessidade de continuidade buscando sempre inovações que viabilizem uma formação permanente dos alunos nas áreas profissional, humana, social, política, cultural. 6.4.1.2 - Bolsas de Estudos • Bolsas de trabalho (monitoria): Os alunos do Curso de Pedagogia contam com um laboratório de experiências e de vivências: O Colégio Cenecista Nossa Senhora do Carmo e Colégio do Carmo Moranguinhos possibilitam um grande aprendizado pedagógico aos alunos. Já tiveram a bolsa monitoria aproximadamente 40 alunos. • Atendendo orientação da Superintendência Nacional da CNEC, e exigências da legislação como entidade filantrópica o INESC, beneficiou, desde 1998, seus alunos com bolsas de estudos. Os alunos são beneficiados por índice de carência, levantados por Comissão do Programa de Bolsa Ajuda É também assegurado ajuda para deslocamento aos alunos que residem em outras cidades como Buritis, Arinos, Bonfinópolis, Paracatu, Cabeceira Grande e outras. • O INESC mantém sua adesão ao programa FIES - Financiamento Estudantil do MEC em convênio com a Caixa Econômica Federal, desde que esse foi implantado. O INESC aderiu também ao PROUNI, onde alunos são beneficiados com bolsa de estudo integral (100%) e bolsa de estudo parcial (50%). 6.4.1.3- Atenção aos alunos egressos É indiscutível, no cenário atual, a importância do processo avaliativo em uma instituição que busca construir um conceito de qualidade de ensino mais condizente com a pósmodernidade. A avaliação constitui-se em instrumento viabilizador dos compromissos institucionais firmados no projeto, sobretudo por dois de seus objetivos: o autoconhecimento e a tomada de decisão com a finalidade de aperfeiçoar ou reorientar o funcionamento institucional. Autoconhecimento significa apontar situações positivas e negativas, identificar acertos e equívocos. Demanda um processo reflexivo a respeito das causas das insuficiências bem como das razões dos pontos favoráveis. A tomada de decisão, por sua vez, é ação inerente à avaliação conseqüente. Permite não só fortalecer, mas, também, disseminar boas experiências, modificar o que funciona mal ou com baixa qualidade e elaborar novos caminhos. O INESC possui uma preocupação com a situação profissional de seus egressos. Considerando as dificuldades encontradas nas oportunidades de trabalho, vê-se vê com especial atenção a necessidade de acompanhar onde e como estão os seus egressos. Com este objetivo, o INESC inicia um Programa de Acompanhamento de Egressos – PAE que se inicia no primeiro semestre de 2005. São desenvolvidas reuniões anuais, entre a Instituição e os Egressos, na forma de Encontros – PAE (denominados EPAE), nas nas dependências do INESC, (Encontro de Egressos) com o objetivo de: Manter uma relação de congraçamento, reafirmando o vínculo e a confiança que os egressos possam manter com o INESC. Aproveitar as experiências profissionais e de “pós graduando” dos egressos, egr para repassar aos atuais discentes. Desenvolver cursos de atualização, para promover a troca de experiências entre os docentes e egressos. Os alunos egressos do Curso Normal Superior fizeram a complementação de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais com carga horária de 400h e complementaram em Pedagogia. Dos alunos egressos do Curso Normal Superior e Pedagogia, formamos uma turma para pa a Pós Graduação em Gestão Educacional que apresentaram a monografia em abril de 2009. Temos desses alunos uma aluna que iniciou o Mestrado em Educação na UNB-Helen Helen Danyane Soares e atualmente professora do INESC. Como professores do Colégio do Carmo e na n brinquedoteca tiveram os seguintes alunos egressos: Mônica Guimarães Gaia, Rafaela Assis Caldeira e Romário Silva. Temos como egressos os seguintes professores: Iolanda Rodrigues de Souza, Rita de Cássia Araújo, Ivelize Marielle Soares Gontijo, Cirlei Rosa Coimbra, Suélem Correa da Silva,, Graciele Mafisa, Juliana Aparecida, Vanusa Santana, Luciana Coimbra, Gabriela Bernardes e na brinquedoteca Mirelle Rodrigues da Silva. A maioria dos egressos do Curso Normal Superior passou no concurso da Prefeitura e estão es atuando nas escolas municipais. É importante ressaltar que foi formado grupo de estudos com os egressos Luciana Coimbra e Helen Danyane e no 2º semestre de 2010 um novo grupo de estudo com egressos do Curso de Pedagogia foi formado. 6.5. Sistema de Avaliação Institucional, do Projeto do Curso e do Processo de ensino e aprendizagem É indiscutível, no cenário atual, a importância do processo avaliativo em uma instituição que busca construir um conceito de qualidade de ensino mais condizente com a pós-modernidade. A avaliação constitui-se em instrumento viabilizador dos compromissos institucionais firmados no projeto, sobretudo por dois de seus objetivos: o autoconhecimento e a tomada de decisão com a finalidade de aperfeiçoar ou reorientar o funcionamento institucional. Autoconhecimento significa apontar situações positivas e negativas, identificar acertos e equívocos. Demanda um processo reflexivo a respeito das causas das insuficiências bem como das razões dos pontos favoráveis. A tomada de decisão, por sua vez, é ação inerente à avaliação consequente. Permite não só fortalecer, mas, também, disseminar boas experiências, modificar o que funciona mal ou com baixa qualidade e elaborar novos caminhos. Assim, destaca-se a avaliação como categoria central para a vitalidade do projeto aqui apresentado, na condição de instrumento que promove a mediação entre o “ainda-não” e o “vir-aser”. E que representa, sem dúvida, efetiva oportunidade de evidenciar fragilidades no projeto coletivamente assumido de forma a corrigir desvios de rota. 6.5.1 Avaliação Institucional Parafraseando Calvino (1995)4, definimos que leveza, exatidão, visibilidade e multiplicidade são os princípios norteadores que deverão permear o trabalho daqueles que estarão envolvidos no processo avaliativo do Instituto de Ensino Superior Cenecista e do Instituto Superior de Educação: Leveza, entendida como característica fundamental para instalar o debate com a comunidade, como componente que assegura a flexibilidade na reinterpretação da lei de modo a maximizar seus avanços e atenuar os retrocessos eventualmente invisibilizados e que dá suporte para a interpretação dos dados, favorecendo as rupturas com o instituído e as mudanças paradigmáticas. Leveza para conduzir o processo de modo proativo, buscando a emancipação dos sujeitos envolvidos pelo respeito à autonomia da instituição para definir sua missão. Leveza para enfrentar as tensões inerentes a todo processo avaliativo, em especial aqueles regidos pela competitividade e pelo alto grau de comparação interinstitucional. 4 Exatidão, entendida como busca do rigor metodológico e ético para atender aos indicadores selecionados como imprescindíveis à inclusão ou a manutenção da instituição no sistema. Essa exatidão envolvendo as duas dimensões propostas CALVINO, I. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. justifica-se pela convicção que temos que o desrespeito a uma delas pode significar a desconsideração do papel que o ensino superior deve cumprir para fazer diferença na qualidade de vida social. Visibilidade, entendida como a explicitação do que se pretende com a avaliação, os micro e macro-objetivos que se buscam ratificar. Consideramos imperativo ético que subjaz a avaliação evidenciar as lógicas que orientam as opções em todos os níveis: do local ao central, do nacional ao transnacional, do interno ao externo. Multiplicidade, entendida como o reconhecimento da avaliação como fenômeno multifacetado, polissêmico, plural. Daí deriva a aceitação da avaliação como conceito carregado de ambigüidades, sujeito à múltiplas significações, fruto de encontros e desencontros em que a intersubjetividade imprime sua marca. Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe, formalmente que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar, tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão. Internamente, a instituição elencará um conjunto de indicadores para avaliação da qualidade do ensino compreendendo dados relativos ao corpo docente, corpo discente e técnico; espaço físico, equipamentos, infra-estrutura de apoio acadêmico; administração/gestão e recursos financeiros que estarão sob contínuo acompanhamento. Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe formalmente, que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar, tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão. Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe formalmente, que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar, tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão. 6.5.2 Comissão Própria de Avaliação (CPA) O INESC e o INESC, como instituições co-irmãs, desde 1999, iniciaram um processo de avaliação, principalmente, quanto: a qualidade dos cursos oferecidos, a coordenação, o corpo docente, nos aspectos pedagógicos e pessoais; a biblioteca; o laboratório de informática; serviços de áudio visual; recursos institucionais secretaria; direção; e apresentando, também, uma autoavaliação do discente. Em 2005 atendendo a lei 10861-SINAES, foi constituída uma comissão Própria de Avaliação - CPA, composta por doze membros, sendo: três representantes do corpo docente do INESC, três representantes do corpo discente, três representantes do corpo técnico-administrativos do INESC, e três representantes da sociedade civil organizada. Seguindo as orientações do SINAES – Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, do Ministério da Educação. 6.5.2.1 Objetivo Geral da CPA Implementar uma cultura de avaliação na instituição a partir do diagnóstico das atividades-fim e das atividades meio, caracterizando-as e identificando em que medida se articulam e correspondem ao papel a ser desempenhado pela instituição. 6.5.2.2 Objetivos Específicos da CPA Apresentar um diagnóstico das Instituições; Oportunizar a análise do ensino oferecido, relacionando o ensino ministrado com a realidade local; Avaliar a pertinência entre o projeto acadêmico dos cursos e seu desempenho; Identificar os aspectos do desempenho acadêmico e dos demais setores que requerem intervenção, visando corrigir rumos para alcançar a qualidade proposta; Obter dados para informar e subsidiar a análise qualitativa do processo ensino-aprendizagem; Sugerir novas estratégias de ação dentro da realidade da instituição e exigências legais; Repensar e dinamizar a missão e os objetivos propostos pela instituição. Consolidar uma sistemática de avaliação contínua que permita o constante reordenamento das ações, inclusive em sua articulação com a sociedade em geral. 6.5.2.3 Concepções Básicas da Auto-avaliação O principal propósito da Avaliação Institucional é promover a realização autônoma do projeto institucional de modo a garantir a qualidade acadêmica no ensino, na pesquisa, na extensão, na gestão e no cumprimento de sua pertinência e responsabilidade social. 6.5.2.4 Proposta Metodológica de Auto-Avaliação A Auto-avaliação é um processo contínuo implementado pela instituição buscando conhecer a própria realidade, para melhorar a qualidade da educação e alcançar maior relevância social. A auto-avaliação realizará uma retrospectiva crítica, configurando um diagnóstico para explicitação dos vários propósitos institucionais e assim realizar uma avaliação que proporcione a melhoria e o fortalecimento institucional. Este processo de avaliação interna será desenvolvido pelos próprios segmentos, docentes, técnico-administrativos, estudantes e dirigentes sob a coordenação da CPA. A metodologia será quantitativo-qualitativa, com o objetivo de acionar um sistema de coleta de informações com dados relevantes para efeito de diagnóstico, controle e autoconhecimento. Essas informações permitirão analisar, explicar, compreender os fenômenos acadêmicos-pedagógicos objetivando a superação de dificuldades e transformação da realidade educacional. Dessa forma, oferecerá modelos analíticos e interpretativos com vistas à inferências a partir de indicadores quantitativos legítimos. Considerando os pressupostos que embasam a avaliação institucional e os objetivos propostos no Projeto, serão realizados seminários, estudos, reuniões e debates para sensibilizar a comunidade acadêmica para garantir seu acolhimento e participação no processo avaliativo. Para a formulação de um Diagnóstico a CPA proporá instrumentos, submetidos à análise da comunidade acadêmica, dentre os quais questionários com questões fechadas e abertas, previamente testados, que serão aplicados aos alunos, professores, coordenadores de curso e funcionários da instituição, ao final de cada semestre; e entrevistas estruturadas e semi-estruturadas individuais e junto a grupos focais. Na sequência, os dados serão tabulados e construídos gráficos, para auxiliar a análise qualitativa por parte dos pesquisadores e a emissão de relatórios parciais e finais. A realização de fóruns de Avaliação Institucional para as dimensões avaliativas junto a representantes dos diversos segmentos acadêmicos e da comunidade externa permitirá uma abordagem interativa junto aos sujeitos do processo avaliativo. A aplicação de instrumentos para a coleta de informações dos vários setores e serviços ocorrerá semestralmente e serão implantados mecanismos (site, e-mail, caixas de sugestões, etc.) que garantam meios de acesso à comunidade acadêmica para oferecer outros indicadores de avaliação, quando necessário. A Comissão Própria de Avaliação – CPA coordenará o processo de auto-avaliação através de sub-comissões relativas a cada Dimensão (art. 3º da lei 10.851/04), organizadas para executar as auto-avaliações, considerando os três núcleos: básico e comum; temas optativos; e outro de documentação, dados e indicadores. 6.5.3 Cronograma das Etapas de Avaliação 1ª Etapa: Preparação, Sensibilização, elaboração do Projeto de Avaliação a) Constituição da Comissão Própria de Avaliação: Em atendimento à proposta do SINAES, o INESC/INESC, por meio da Portaria nº 008, de 21 de março de 2005, constituiu a sua Comissão Própria de Avaliação, que tem por função coordenar e articular o processo interno de avaliação da instituição. b) Apresentação do SINAES aos diversos segmentos da Instituição c) Capacitação de Coordenadores da CPA; d) Formação de sub-comissões; e) Elaboração do Pré-Projeto de Auto-avaliação para apresentar à comunidade acadêmica; f) Apresentação e análise do Projeto de Auto-avaliação pelos diversos setores da instituição e sua aprovação. 2ª Etapa: Desenvolvimento: implementação do processo de auto-avaliação a) Análise dos documentos oficiais que expressam as Políticas Acadêmicas em cada dimensão. b) Levantamento de dados e informações, com vistas à criação de um banco de dados, que permita um diagnóstico abrangente, quantitativo e qualitativo, em todos os segmentos da Instituição. c) Relatórios Parciais. Coleta e análise dos dados; d) Reuniões, pesquisas, seminários, etc. e) Re-planejamento das atividades de Avaliação Interna e Relatório Parcial. 3ª Etapa – Consolidação a) Relatório final da Auto-avaliação. b) Apresentação e discussão com as várias instâncias. c) Proposições de Políticas Institucionais/medidas a serem implementadas. d) Encaminhamento à comunidade acadêmica e ao MEC. e) Divulgação dos resultados à comunidade interna por meio de reuniões, seminários e documentos informativos (impressos ou/e eletrônicos). f) Balanço crítico – reflexão sobre todo o processo de avaliação interna vivenciado pela instituição visando a planejar ações futuras. Visando atender a estes objetivos e desenvolver estas etapas, a CPA tem desenvolvido desde a sua criação, e seguirá o seguinte cronograma de atividades, conforme proposto no Plano de desenvolvimento Institucional do INESC/IES. Atividades Relacionadas à Avaliação Institucional do INESC/INESC 01-2005 - Estruturação dos métodos de Avaliação Institucional do INESC/INESC, conforme solicitação do SINAES-MEC 02-2005 - Aplicação parcial da Avaliação Institucional conforme proposta do SINAES-MEC, após reformulação pela CPA. 01-2006 - Análise da Avaliação Institucional parcial aplicada pela CPA. - Aplicação da Avaliação Institucional conforme proposta do SINAES-MEC, após reformulação pela CPA. - Elaboração do Relatório Final da Avaliação Institucional e envio do mesmo ao MEC. 02-2006 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2007 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2007 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2008 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2008 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2009 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2009 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2010 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2010 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2011 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2011 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. 01-2012 - Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA. 02-2012 - Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA. - Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas. Fonte: IES/INESC 6.5.4 Resultados de Avaliações Externas - MEC Nas avaliações, oriundas dos atos de reconhecimento dos cursos, os resultados encontrados foram os apresentados na Tabela abaixo. CURSO Ano Ciências Contábeis Administração Sistemas de Informação Normal Superior Direito 2002 2003 2003 2005 2005 2007 Org. Did. Ped. CMB CMB CB CMB 4 Corpo Docente Instalações CB CMB CB CB 4 CB CMB CB CB 3 Nas avaliações externas, aplicadas aos alunos, por determinação do MEC (“Provão” e ENADE), por determinação do MEC/SINAIS, os resultados encontrados encontram-se na Tabela abaixo. CURSO Ciências Contábeis Administração Sistemas de Informação Normal Superior Direito 2002 2003 2005 2006 C - E D - SC - 3 4 SC * SC ** * O curso de Normal Superior ficou Sem Conceito em 2006 por não ter tido ingressantes, sendo que os concluintes obtiveram Média Geral de 49,6. ** O curso de Direito ficou Sem Conceito em 2006 por não ter apresentado concluintes naquele ano que participaram ativamente do ENAD, sendo que os ingressantes obtiveram média geral de 43,2. Não estão expressos os resultados referente aos cursos de Direito e Normal superior, uma vez que, por ocasião da avaliação, não haviam alunos concluintes do Curso de Direito e não haviam alunos ingressantes no Curso de Normal Superior. O Curso de Sistemas de informação não teve seus resultados divulgados. 7.0 Coordenação Acadêmica 7.1 IDENTIFICAÇÃO E DADOS PESSOAIS Graduada Pedagogia com habilitação em Supervisão Escolar de 1º / 2º Grau e Orientação Escolar pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas. Servidora Pública na Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, Coordenadora e Professora do curso de Pedagogia do Instituto de Ensino Superior Cenecista. (Texto informado pelo autor) Identificação Nome Maria Aparecida Alves Nome em citações bibliográficas ALVES, M. A. Formação acadêmica/titulação 2010 - 2012 Especialização em Docência do Ensino Superior. (Carga Horária: 1280h). Faculdade do Noroeste de Minas, FINOM, Brasil. Título: A importância da formação continuada dos professores para que a educação evolua e atenda as demandas do mercado de trabalho. Orientador: Ricardo Castro Jenuino da Silva. 1993 - 1993 Graduação em Supervisão Escolar de 1º e 2º Grau. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas. 1987 - 1989 Graduação em Pedagogia. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas. Atuação Profissional Instituto de Ensino Superior Cenecista, INESC, Brasil. Vínculo institucional 2013 - Atual Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora Curso de Graduação em Pedagogia, Carga horária: 30 Instituto de Ensino Superior Comunitário, INESC, Brasil. Vínculo institucional 2008 - Atual Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 4 Atividades 02/2008 - Atual Ensino, Pedagogia, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Estrutura e Funcionameto da Educação Básica SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS, SEE-MG, Brasil. Vínculo institucional 2002 - Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Estatutário, Carga horária: 24 Vínculo institucional 1982 - 2000 Vínculo: Designado, Enquadramento Funcional: Designado, Carga horária: 20 Vínculo institucional 1992 - 1995 Vínculo: Designado, Enquadramento Funcional: Designado, Carga horária: 20 Atividades 02/2002 - Atual Direção e administração Cargo ou função - Supervisora Escolar. 02/2003 - 12/2003 Ensino, Disciplinas ministradas Professor de Séries Iniciais 02/1992 - 01/2000 Disciplinas ministradas Metodologia da Matemática Metodologia da Língua Portuguesa Metodologia da História Metodologia da Geografia Didática Geral Metodologia da Ciência Sociologia Filosofia 05/1992 - 01/1995 Ensino, Disciplinas ministradas Fillosofia Estágio Curricular Metodologia da Ciência Metodologia da Geografia Metodologia da História Didática Geral CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE - COLÉGIO CARMO, CNEC, Brasil. Vínculo institucional 2010 - 2012 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora, Carga horária: 20 Escola da Comunidade N. Sra. do Carmo, CNEC, Brasil. Vínculo institucional 2008 - 2008 Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Orientadora, Carga horária: 20 Atividades 02/2008 - 08/2009 Direção e administração, CNEC - UNAI - MG, . Cargo ou função - Orientadora. Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí, FACTU, Brasil. Vínculo institucional 2003 - 2009 Vínculo: Enquadramento Funcional: Professor Titular, Carga horária: 20 Atividades 02/2008 - 07/2009 Ensino, Educação Física, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Didática 02/2005 - 07/2009 Ensino, Artes Visuais, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Didática Metodologia do Ensino da Arte Prática Pedagógica I, II, III e IV 08/2003 - 07/2009 Ensino, Pedagogia, Nível: Graduação Disciplinas ministradas Didática II Estágio Curricular Supervisionado I, II e III Prática Pedagógica I, II, III e IV Áreas de atuação Produções Produção bibliográfica Artigos completos publicados em periódicos 1. ALVES, M. A. . Alfabetização e Letramento: uma reflexão sobre as teorias e práticas pedagógicas. INESC em Revista, v. 11, p. 29-35, 2012. 2. ALVES, M. A. . Pintar e Bordar:um estudo quanti-qualitativo nas instituições de educação infantil de uma cidade do noroeste mineiro sobre o ensino da arte. Revista FACEVV, v. 8, p. 119-132, 2012. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. ALVES, M. A. ; GONTIJO ; CALDEIRA, Rafaella Assis . Ressignificando a Contação de história em Sala de aula. In: VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita, 2009, Uberlândia. VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita. Uberlândia: Edufu, 2009. Resumos publicados em anais de congressos 1. ALVES, M. A. ; CALDEIRA, Rafaella Assis ; GONTIJO . Ressignificando a Contação de História em Sala de Aula. In: VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita, 2009, Uberlândia. VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita. Uberlândia: Edufu, 2009. Apresentações de Trabalho 1. ALVES, M. A. . A atuação do pedagogo na organização e execução de projetos socioeducativos em uma fundação no municipio de Paracatu/Minas Gerais. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Bancas Participação em bancas de trabalhos de conclusão Trabalhos de conclusão de curso de graduação 1. ALVES, M. A.. Participação em banca de Yone Garcia dos Reis.A relevante participação dos pais na vida escolar dos filhos: um estudo realizado em uma escola pública de Unaí/MG. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. 2. ALVES, M. A.. Participação em banca de Adriane Lourenço da Silva.Pedagogia empresarial: o papel do pedagogo nas perspectivas de capacitação e desenvolvimento da gestão de pessoas em uma empresa no município de Unaí- Mg. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. 3. ALVES, M. A.. Participação em banca de Luciene Ferreira de Sousa.A contribuição da contação de histórias: um estudo numa escola de educação infantil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. 4. ALVES, M. A.. Participação em banca de Juliana Aparecida de Jesus.A importância da educação sexual e suas implicações para a vida adulta: um estudo nas escolas de educação infantil de Unaí MG. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. 5. ALVES, M. A.. Participação em banca de Cirlei Rosa Coimbra.Cirlei Rosa Coimbra. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário 6. ALVES, M. A.. Participação em banca de Lílian Alves Pedra.As dificuldades no processo de alfabetização nas séries iniciais:um estudo de caso. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. 7. ALVES, M. A.. Participação em banca de Viviane A. N. Cruz.A atuação do pedagogo na organização e execução de projetos sócio-educativos em uma fundação no município de Paracatu Minas Gerais. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. 8. ALVES, M. A.. Participação em banca de Maria Aparecida Alves.A Visão dos educadores de uma escola pública de Unaí - MG quanto à inserção precoce da criança no universo adulto. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Eventos Participação em eventos, congressos, exposições e feiras 1. Programa de Capacitação em Educação a Distância Curso para Credenciamento de Polo - Região Nordeste Sudeste.Programa de Capacitação em Educação a Distância Curso para Credenciamento de Polo - Região Nordeste Sudeste. 2012. (Encontro). 2. IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Práticas de Ensino. A relevância da gestão escolar democrática na melhoria da qualidade do ensino em escola pública de Unaí -MG. 2011. (Congresso). 3. IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Práticas de Ensino. 2011. (Congresso). 4. Programa de Capacitação Docente em Educação a Distância - 4ª Edição - Curso de Capacitação do Corpo Social da CNEC- Polos da Região Sudeste Nordeste.Participante. 2011. (Outra). 5. Programa Educacional de Atenção ao Jovem.Programa Educacional de Atenção ao Jovem. 2011. (Outra). 6. Programa Educacional de Atenção ao Jovem - Peas Juventude.Programa Educacional de Atenção ao Jovem. 2010. (Outra). 7. CONAF. IV Congresso do Noroeste de Atividade Física. 2009. (Congresso). 8. Colóquio Científico.Produção de Trabalhos Acadêmico -Científicos. 2009. (Encontro). 9. Program Educacional de Atenção ao Jovem - Peas Juventude.Peas Juventude. 2008. (Outra). Orientações Orientações e supervisões concluídas Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização 1. Geraldo Majela dos Santos. Escolha Profissional: Percepção dos Alunos do 3º Ano do Ensino Médio de uma Escola Particular. 2009. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão Educacional) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Orientador: Maria Aparecida Alves. Trabalho de conclusão de curso de graduação 1. Marnilda Amaral da Silva. O Ensino da arte na educação infantil: um estudo quantitativo nas instituições de educação infantil de uma cidade do noroeste minieiro. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves. 2. Priscila da Costa Oliveira SIlva. A contribuição da formação do professores dos anos iniciais do ensino fundamental em três estados da federação:(Brasília-DF, Goiás, e Minas Gerais) para o sucesso da prática docente.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves. 3. Yone Ferreira Ramos da Silva. A relevância dos jogos pedagógicos no desenvolvimento da criança nas turmas finais da educação infantil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves. 4. Ângela Aparecida Antonia Caxeta. Pedagogia Hospitalar: o trabalho pedagógico realizado na classe hospitalar do Hospital Regional da Asa Norte - HRAN. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves. 5. Deise M. T. Olliveia. Gestão Escolar e sua ifluência para o ensin de qualidade. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Orientador: Maria Aparecida Alves. 6. Rafaella Assis Caldeira. A Relevância da gestão esolar democrática na melhoria da qaulidade deo ensino em uma escola pública de Unaí - Mg.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Orientador: Maria Aparecida Alves. 7. Kênia da Conceição Neres eSilva. Educação Infantil:essência par ao ensino Fundamental com qualidade. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 8. Fernanda Cristina da Silva. Relação professor/aluno com pressuposto relevante para o sucesso na educação resgatando valores. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 9. Leila Dayane Alves de Souza Brito. Instituição Familiar: Suporte relevante para a formação do Individuo através de uma Educação Basaeada em Limites. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 10. Edivânia Fernandes de Araújo Xavier. Considerações Relevantes sobre a Educação de Jovens e Adultos. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 11. Josefa Pereira dos Santos. Avaliação como Processo da Construção da Aprendizagem no Ensino Fundamental. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 12. Neomar Cássia da Costa. A Importância da Ultilização dos jogos Lúdicos na Educação Infatil para o Desenvolvimento da Aprendizagem. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 13. Rosalva Aparecida Costa Lacerda. Analise Reflexiva sobra Alfabetização. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 14. Yanamara de Oliveira Franco Canedo. Sexualidade Infantil:Um desafio Metodologico para Pais e Educadores. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 15. Liliane Monteiro da Silva Pereira. O Lúdico na Aprendizagem Pré-Escolar. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 16. Rosenilde Rabelo Souza Matoso. Indisciplina na Sala. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 17. Sandra Aparecida Lopes Beneti. Considerações Relevantes quanto ao processo avaliativo. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 18. Altair Alves Viana. Considerações Relevantes para a aprendizagem da leitura e da escrita. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves. 7.4. Relação de Professores O Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto de Ensino Superior Cenecista e do Instituto Superior de Educação, possui um quadro de docentes, distribuídos conforme suas titulações, da seguinte forma: Doutores: 01 professor Mestres: 09 professores Especialistas: 09 professores Os docentes são representantes do quadro de efetivos do Instituto possuindo alto grau de integração às práticas exercidas pela IES. Nesse sentido, foram cruciais na identificação e definição das bases curriculares e diretrizes que definiram as características do curso em questão. 7.4.1 - Condições de Trabalho 7.4.1.1 – Regime de trabalho Entendemos que a qualidade de um curso é alicerçada no nível dos seus alunos, no programa curricular e, principalmente, na competência e dedicação do seu corpo docente. Quanto maior a titulação do corpo docente, maiores são as possibilidades da produção científica e da qualidade do ensino. O ideal a ser atingido pela Instituição passa a ser a formação de um corpo de professores titulados em cursos de pós-graduação stricto sensu. O INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA busca contratar docentes qualificados, com formação e experiência no campo educacional, atendendo às exigências do Ministério da Educação, as orientações do Conselho Nacional de Educação, aos compromissos da Instituição e desta proposta. a) Quanto à titulação – A especialização constitui-se na titulação mínima aceitável para o exercício da docência no curso proposto. Porém, dar-se, prioridade aos docentes com titulação de mestre e doutor, independente do período letivo ou disciplina a ser ministrada. b) Quanto ao número de docentes – A contratação dos professores ocorreu de forma gradual e semestral, seguindo a implantação das disciplinas do curso. No entanto, este número variou em função do perfil profissional dos professores contratados, podendo, um mesmo professor se responsabilizar por um máximo de 3 disciplinas diferentes. c) Quanto à dedicação ao curso – O trabalho interdisciplinar que requer esta proposta juntamente com o pressuposto de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão que pretendemos assegurar exigiu que os professores do curso tenham no mínimo tempo parcial de regime de trabalho. Assim, os docentes foram contratados, sempre que possível, em regime de dedicação parcial e integral., sendo que alguns ainda estão como horistas. d) Quanto à experiência de magistério – Uma das exigências para a contratação do professor para atuar no curso de Pedagogia foi a experiência em ensino superior e educação básica. e) Quanto ao perfil dos docentes – os docentes tem formação, em nível de graduação ou pósgraduação lato e stricto sensu, visando a adequação entre a formação do docente e as disciplinas pelas quais é responsável (cf. estrutura curricular). Para tanto, a seleção dos docentes obedeceu aos seguintes critérios: • especialização para a área do conhecimento, priorizando mestres e doutores; • disponibilidade para dedicação de tempo parcial ou integral ao curso; • experiência acadêmica comprovada. 7.5 Produção Científica dos Docentes/ Publicações O incentivo à prática de pesquisa é exercida por meio de organizações de grupos de estudo e pesquisa estimulados pelas coordenações de curso; por meio de convênios e acordos de parcerias estabelecidos com organizações públicas e privadas locais; e por meio de estímulo financeiro à apresentação de trabalhos científicos em eventos importantes nas diversas áreas. Há ainda uma Revista para publicação da produção acadêmico-científica. O INESC desenvolve projeto para a criação de sua revista eletrônica, a ser disponibilizada em seu site. Acontece todo ano o lançamento da “INESC em Revista” ISBN 1678-7293. O “INESC EM REVISTA” tem tiragem de 3.000 exemplares é enviado para mais de 100 instituições de ensino, de pesquisa, bibliotecas, entidades afins etc; além de ser distribuído gratuitamente para docentes e discentes das Faculdades INESC. Em 2009 iniciamos um grupo de estudo de pesquisa na UNB: coordenadora do Curso de Pedagogia Jussara Resende Costa Santos, professores Viviane Ribeiro, Valdirene Elias Villela (coordenadora Ed. Infantil Colégio do Carmo, Helen Danyane Soares Caetano de Sousa (aluna egresso do Curso de Pedagogia do INESC e mestranda na UNB e professora do INESC), Luciana Coimbra (aluna egresso do Curso de Pedagogia). O grupo continuou com a professora Helen Danyane. Segue o relato do projeto do grupo de pesquisa: Projeto “Leitura e Mediação Pedagógica” . Em 2009 criamos outro grupo de estudo com docentes e discentes do curso de Pedagogia com o seguinte objetivo: O propósito deste grupo é refletir sobre a importância da formação do pedagogo na Educação Infantil. Esta reflexão é de extrema relevância para fomentar a temática no curso de Pedagogia da instituição e tal reflexão contribuirá para que os alunos nela formados tenham mais competência no exercício de suas atividades como profissionais da educação. As atividades complementares vivenciadas pelos alunos poderão contribuir por meio de relatos de experiências significativas para o processo educacional e a partir das experiências a participação do grupo em congressos na área. Equipe do Grupo de Estudo: NOME CURSO Viviane Ribeiro Ms. Educação ÁREA Educação CATEGORIA Docente Educação Jussara Resende Costa Santos Ms. Educação Docente/coordenadora Maria Aparecida Alves Especialista Educação Docente Cristiane da Silva Costa Pedagogia Educação Discente Edilene da Silva Mariano Soares Pedagogia Educação Discente Ivelize Marielle Soares Gontijo Pedagogia Educação Discente Rafaella Assis Caldeira Pedagogia Educação Discente Romário da Silva Santana Pedagogia Educação Discente Suelem Correa da Silva Pedagogia Educação Discente Thais Pereira Rodrigues Pedagogia Educação Discente A produção científica dos docentes do INESC, previstos ao Curso de Pedagogia, nos últimos três anos está apresentada a seguir. PROFESSOR TITULAÇÃO PRODUÇÃO CIENTÍFICA/ MATERIAL DIDÁTICO (últimos três anos) Consuelo Rocha M. de Araújo Especialista 01 Dálcio Rosário Alves Especialista 04 Juliana Lacerda Especialista 01 Helen Danyane Especialista 01 Zeuman Oliveira Especialista 03 Jussara Resende Costa Santo Mestre 09 Lara Windson Mestre 04 Keli Cristine E. Souto Mestre 13 Maria Aparecida Alves Especialista 04 Róger Campos Especialista 02 Raquel Aparecida Alves Especialista 09 Rômulo Caldeira Maia Mestre 03 Viviane Ribeiro Mestre 09 Wilson R. Dejato da Rocha Mestre 04 7.5.2 – Estímulos (ou incentivos) profissionais Os docentes do INESC recebem especial atenção por parte da Instituição, no que se refere à sua formação e às condições de trabalho. No que se refere à sua formação, o INESC tem garantido um auxílio manutenção e auxílio transporte aos docentes que desenvolvem mestrado ou doutorado. O auxílio manutenção se dá com a reprodução gratuita de todo material necessário aos seus estudos, na reprografia da Instituição, desde que não transgrida as leis de direitos autorais; ademais disto, o INESC contribui com parte do valor das mensalidades do curso em desenvolvimento. Com relação ao auxílio transporte, o INESC favorece aos seus docentes, estudantes de mestrado ou doutorado, um auxílio nas despesas de transporte entre a sua residência e a localidade onde desenvolve o curso. Isto se dá porque muitos dos docentes em formação são residentes em Unaí e desenvolvem sua pós-graduação em Brasília/DF (à 180km de distância), necessitando fazer, muitas vezes, três ou mais deslocamentos na semana. Outra forma de auxílio transporte se dá por meio da inclusão do nome do docente na lista de beneficiados com o transporte fretado dos professores que residem em Brasília e lecionam em Unaí. Atualmente, entre docentes e (prováveis) futuros docentes (normalmente egressos do INESC), oito são os beneficiados com este auxílio transporte. O Curso de Pedagogia do INESC, funcionando desde de 2007, tem implantado paulatinamente o seu Plano Institucional de Pesquisa associado à política de capacitação de seus professores, assim, apóia e co-financia os projetos de pesquisa em nível de mestrado e doutorado dos seguintes professores: Prof. Lara Windson, desenvolveu a pesquisa intitulada “ Motivação e Criatividade nos alunos do Ensino Médio”, enquanto aluna do Mestrado em Educação da UCB-Brasília-DF. Prof. Janaína Maria de Oliveira Almeida, desenvolveu a pesquisa intitulada Criatividade e Educação Matemática: fatores que interferem na aprendizagem da Matemática nos alunos do Ensino Médio”, enquanto aluno do Curso de Mestrado da Universidade Católica de Brasília – UCB - Brasília – DF. Prof. Jussara Resende Costa Santos, desenvolveu o projeto de pesquisa intitulado “Políticas Públicas de Educação nos Presídios: O Papel do Pedagogo em novos espaços como agente de transformação social” , enquanto aluna do Curso de Mestrado em Educação pela UCB Brasília – DF. 7.5.3. Plano de carreira No Plano de desenvolvimento Institucional – PDI do INESC está descrito que as Políticas relacionadas ao Plano de Carreira Docente e Administrativa foram elaboradas pela Mantenedora, com vistas a ser adotada de forma conjunta entre as unidades componentes da Rede. A Remuneração dos docentes e do quadro Administrativo é feita de acordo com a categoria funcional e o regime de trabalho, observados os valores expressos na Tabela Salarial da Instituição e na Tabela Referência para Promoção, aprovadas pela Mantenedora. 8.0 INFRAESTRUTURA CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA GERENCIA ADMINISTRATIVA OPERACIONAL E LICITAÇÃO – GAOL SETOR: COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS/INESC ÁREA TOTAL: 5,87 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 05 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA PARA COMPUTADOR ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA BASE GIRATÓRIA OBSERVAÇÕES 1 1 1 1 2 1 SETOR: COORDENAÇÃO DE DIREITO/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 6,83 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 05 QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA COM GAVETAS MESA PARA COMPUTADOR ARQUIVO DE AÇO CADEIRA SECRETÁRIA CADEIRA BASE FIXA ARMÁRIO DE AÇO 2 PORTAS TELEFONE SIMPLES ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS VENTILADOR 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 SETOR: COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 6,96 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 05 QTDE MESA ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA TELEFONE SIMPLES VENTILADOR OBSERVAÇÕES 1 1 3 1 1 SETOR: COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO/INESC ÁREA TOTAL: 6,83 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 04 DESCRIÇÃO DO BEM MESA ARQUIVO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS QTDE OBSERVAÇÕES 1 1 2 1 TELEFONE SIMPLES 1 SETOR: COORDENAÇÃO DE ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 8,34m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 04 QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA PARA COMPUTADOR ARMÁRIO DE AÇO ESTANTE DE AÇO CADEIRA SECRETÁRIA CADEIRA BASE FIXA IMPRESSORA LASER TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO OBSERVAÇÕES 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 SETOR: DIREÇÃO/INESC ÁREA TOTAL: 14,66 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 15 DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA PARA TELEFONE MESA REDONDA CONEXAO PARA MESA ARMÁRIO DE MADEIRA RACK PARA COMPUTADOR CADEIRA SECRETÁRIA CADEIRA BASE FIXA QTDE OBSERVAÇÕES 1 1 1 1 1 1 1 2 IMPRESSORA LASER TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO 1 1 1 SETOR: REFEITÓRIO/INESC ÁREA TOTAL: 9m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 06 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MESA ESCOLAR ARQUIVO DE MADEIRA ARQUIVO DE AÇO ARAMÁRIO DE COZINHA AÇO GELADEIRA FILTRO ESMALTEC ESTANTES DE AÇO OBSERVAÇÕES 2 1 1 1 1 1 2 SETOR: SALA DE REUNIOES/INESC ÁREA TOTAL: 11,97m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MESA PARA REUNIÃO CADEIRA BASE FIXA TELEFONE AR CONDICIONADO APARELHO DE DVD TELEVISÃO DE 14" OBSERVAÇÕES 1 9 1 1 1 1 SETOR: REPROGRAFIA/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 32,11 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 20 QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA COM 3 GAVETAS MESA REDONDA MODELO GOTA MESA ARMÁRIO DE AÇO ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS CADEIRA SECRETÁRIA CADEIRA BASE FIXA IMPRESSORA TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO MURAL DE FELTRO PRATELEIRA DE MADEIRA ESTANTE DE AÇO 3 PRATELEIRAS CONEXÃO PARA MESA ESTANTE DE AÇO PRATELEIRA DE MADEIRA 6 PRATELEIRAS MESA DE AÇO MESA PARA COMPUTADOR COPIADORA RICOH MP 6500 SUPORTE PARA PROC. E ESTANTE OBSERVAÇÕES 5 1 1 1 3 1 5 2 1 1 2 1 4 1 1 1 1 1 1 2 1 SETOR: GAOL/INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA COM 3 GAVETAS ÁREA TOTAL: 13,58m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 06 QTDE OBSERVAÇÕES 1 1 ARQUIVO DE MADEIRA CONEXAO PARA MESA ARMÁRIO DE AÇO 2 PORTAS RACK PARA COMPUTADOR CADEIRA SECRETÁRIA CADEIRA BASE FIXA IMPRESSORA LASER TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO PRATELEIRA DE AÇO APARELHO DE FAX PRATELEIRA DE AÇO 1 1 1 1 1 3 1 1 1 2 1 3 SETOR: APOIO MULTIMÍDIA/INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA AMPLIFICADOR DE AUDIO APARELHO DVD VIDEO CASSETE MICROFONE AR CONDICIONADO PROJETOR MULTIMÍDIA RETROPROJETOR TELEVISÃO SUPORTE PARA RETROPROJETOR MESA ESCOLAR TELEFONE SIMPLES ARMÁRIO DE AÇO ÁREA TOTAL: 35,10 m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 QTDE OBSERVAÇÕES 11 1 1 4 5 2 4 1 12 23 9 6 4 1 1 FILMADORA TELAS PARA DATA SHOW C/ PEDESTAL RÁDIO AM/FM ESTANTE DE AÇO CADEIRA BASE FIXA TRIPÉ PARA FILMADORA SUPORTE PARA MICROFONE MESA MADEIRA COM DUAS GAVETAS 1 3 5 1 5 1 1 1 SETOR: TESOURARIA/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 20,91m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA 3 GAVETAS MESA SEM GAVETA MESA PARA COMPUTADOR RACK PARA COMPUTADOR AR CONDICIONADO ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES TELEFONE S/ FIO CONEXÃO PARA MESA MURAL DE FELTRO COFRE DE FERRO IMPRESSORA CHEQUE IMPRESSORA LASER IMPRESSORA MATRICIAL FRAGMENTADORA COPIADORA RICOH AFICIO 3813 QTDE OBSERVAÇÕES 5 3 1 1 2 2 1 7 5 6 2 1 1 1 1 1 3 1 1 1 MAQUINA DE ESCREVER CALCULADORA MESA 1 4 1 SETOR: SECRETARIA/INESC ÁREA TOTAL: 19,92m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA COM 3 GAVETAS MESA COM 2 GAVETAS 3 2 1 MESA PARA COMPUTADOR AR CONDICIONADO ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES MURAL DE FELTRO QUADRO BRANCO IMPRESSORA LASER BALCÃO DE MADEIRA ESTANTE DE AÇO 3 PRATELEIRAS PLASTIFICADORA 2 1 2 2 3 3 3 1 1 2 1 1 1 SETOR: SALA DE PROFESSORES/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 58,69m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA DE MADEIRA ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES MURAL DE FELTRO MESINHA PARA TELEFONE BEBEDOURO DE GARRAFÃO 2 2 2 7 12 1 1 2 1 1 SETOR: RECEPÇÃO/CARMO/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 20,16m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 25 QTDE OBSERVAÇÕES VENTILADOR BALCÃO ARDÓSIA TELEFONE SIMPLES CENTRAL DE PABX CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA MICRO COMPUTADOR FAX 1 1 1 1 6 2 1 1 SETOR: BIBLIOTECA/INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA REDONDA ÁREA TOTAL: 204,35m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 130 QTDE OBSERVAÇÕES 9 1 12 ESTANTES DE AÇO CARRINHO PARA LIVROS CADEIRA BASE FIXA IMPRESSORA TELEFONE SIMPLES MURAL DE FELTRO BALCÃO DE ATENDIMENTO CATRACA BALCÃO DE ESTUDOS INDIVIDUAL BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO BEBEDOURO DE PRESSÃO VENTILADORES 99 1 68 1 2 1 1 1 1 1 1 10 SETOR: APOIO DA COORDENAÇÃO/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MESA MESA ESCOLAR ARMÁRIO DE MADEIRA ARMÁRIO DE AÇO ARMÁRIO DE AÇO BANCO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO ÁREA TOTAL: 15,65m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 QTDE OBSERVAÇÕES 1 1 1 2 3 1 2 1 1 1 SETOR: PORTARIA/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 62,07m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 30 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE OBSERVAÇÕES CADEIRA BASE FIXA 1 TELEFONE SIMPLES MURAL DE FELTRO BALCÃO MARMORE 1 1 1 SETOR: CANTINA/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 56,02m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 15 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MESA ARMÁRIO DE AÇO ARMÁRIO DE AÇO COM DUAS PORTAS MURAL DE FELTRO LAVADORA SUGGAR FOGÃO INDUSTRIAL FREEZER GELADEIRA FORNO ELÉTRICO BEBEDOURO ESTANTE DE GRADE DE FERRO BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO PURIFICADOR DE AGUA EUROPA ESTANTE DE AÇO OBSERVAÇÕES 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 SETOR: COORDENAÇÃO DE PEDAGOGIA E SUPERVISÃO/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 18m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA PARA COMPUTADOR ARMÁRIO DE AÇO ARQUIVO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO OBSERVAÇÕES 1 1 1 3 3 3 1 1 1 SETOR: COORDENAÇÃO OPERACIONAL/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 9,91m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 05 QTDE MESA MESA PARA COMPUTADOR ARMÁRIO DE AÇO ARQUIVO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES AR CONDICIONADO OBSERVAÇÕES 1 1 2 3 2 1 1 1 SETOR: DIREÇÃO/CARMO ÁREA TOTAL: 11,56m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 06 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA PARA TELEFONE MESA PARA COMPUTADOR ARQUIVO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES CONEXÃO PARA MESA 1 1 1 1 3 3 1 1 1 SETOR: SECRETARIA/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA MESA PARA IMPRESSORA MESA PARA COMPUTADOR RACK PARA COMPUTADOR ARQUIVO DE AÇO ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES IMPRESSORA MURAL DE FELTRO ARMARIO DE AÇO ARMARIO DE AÇO ARMARIO DE AÇO BALCÃO DE MADEIRA AR CONDICIONADO ÁREA TOTAL: 18,92m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 QTDE OBSERVAÇÕES 4 6 1 1 1 1 1 3 2 4 4 3 1 1 1 1 1 1 SETOR: NAE/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 17,22m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 10 QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA 2 4 ARQUIVO DE AÇO ARMARIO DE AÇO ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA TELEFONE SIMPLES VENTILADOR 1 4 1 5 1 1 SETOR: GERENCIA DE TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO/COORDENAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO/INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA RACK PARA COMPUTADOR ARMARIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA CADEIRA SECRETÁRIA TELEFONE SIMPLES IMPRESSORA CAPACIDADE DE PESSOAS: 15 QTDE OBSERVAÇÕES 6 1 1 3 2 2 2 1 BALCÃO DE ARDÓSIA BALCÃO DE ARDÓSIA AR CONDICIONADO CONEXÃO PARA MESA QUADRO BRANCO 1 1 1 1 1 SETOR: AUDITÓRIO/INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 115,54m2 CAPACIDADE DE PESSOAS:160 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO BALCÃO DE MADEIRA TRIBUNA DE MADEIRA CADEIRA BASE FIXA AR CONDICIONADO VIDEO CASSETE APARELHO DVD PROJETOR MULTIMÍDIA APARELHO REGULADOR DE SOM SUPORTE PARA BANDEIRA FLIP SHART ARMÁRIO DE MADEIRA C/ PORTA DE VIDRO APARELHO RS PA 1000 OBSERVAÇÕES 1 1 1 144 3 1 1 1 1 1 1 1 1 SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 01 /INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 59,15m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 40 QTDE OBSERVAÇÕES MICRO COMPUTADOR COMPLETO CADEIRA BASE FIXA AR CONDICIONADO QUADRO BRANCO BANCADA DE ALVENARIA 24 24 2 1 8 SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 02 /INESC/CARMO ÁREA TOTAL: 59,15m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 50 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO AR CONDICIONADO CADEIRA BASE FIXA QUADRO BRANCO BALCÃO DE ARDÓSIA OBSERVAÇÕES 30 2 30 1 8 SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 03 /INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO CADEIRA BASE FIXA AR CONDICIONADO QUADRO BRANCO BANCADA DE ALVENARIA BANCADA DE ALVENARIA TELA PARA PROJETOR MULTIMÍDIA ÁREA TOTAL: 69,69m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 45 QTDE OBSERVAÇÕES 30 30 2 1 10 10 1 SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 04 /INESC/CARMO DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL:69,69m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 45 QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO CADEIRA BASE FIXA AR CONDICIONADO IMPRESSORA MATRICIAL QUADRO BRANCO BANCADA DE ALVENARIA BANCADA DE ALVENARIA TELA PARA PROJETOR MULTIMÍDIA OBSERVAÇÕES 30 30 2 1 1 10 10 1 SETOR: BRINQUEDOTECA/INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 17,22m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 15 QTDE OBSERVAÇÕES VER COM A JUSSARA SETOR: GABINETE DO PROFESSOR 01 /INESC ÁREA TOTAL: 6,72m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 04 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MESA CADEIRA BASE FIXA VENTILADOR DE TETO OBSERVAÇÕES 1 2 1 SETOR: GABINETE DO PROFESSOR 02 /INESC DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 6,72m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 04 QTDE MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA MESA PARA COMPUTADOR CADEIRA BASE FIXA TELEFONE NORMAL ESTANTE DE AÇO VENTILADOR DE TETO OBSERVAÇÕES 1 1 1 2 1 1 1 SETOR: GETI - MANUTENÇÃO/INESC DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADOR COMPLETO MESA ESCOLAR ARMÁRIO DE AÇO CADEIRA BASE FIXA TELEFONE NORMAL ÁREA TOTAL: 29,86m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 25 QTDE OBSERVAÇÕES 2 2 1 2 1 MESA DE ARDÓSIA MESA DE ARDÓSIA MESA DE ARDÓSIA VENTILADOR DE TETO CPU MONITOR TECLADO IMPRESSORAS SCANNER 1 2 2 45 (ESTRAGADOS) 27 (ESTRAGADOS) 11 (ESTRAGADOS) 2 2 GINÁSIO COMPOSIÇÃO DO GINÁSIO ÁREA TOTAL: 1.007,59m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 1200 QTDE ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS BANHEIRO FEMININO 1 17,5 m2 / 15 BANHEIRO MASCULINO 1 13,30 m2/ 15 VESTIÁRIO FEMININO 1 31,20 m2 / 20 VESTIÁRIO MASCULINO 1 31,20 m2 / 20 QUADRA 1 775 m2 / 400 RESERVATÓRIO 1 7 m2 / 5 PISCINA 1 433,5 m2 / 30 BANHEIRO DA PISCINA 1 4,95 m2 / 5 PÁTIO VELHO COMPOSIÇÃO DO PÁTIO ÁREA TOTAL: 743,04m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 700 QTDE ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS BANHEIRO FEMININO 1 26 m2 / 20 BANHEIRO MASCULINO 1 26 m2 / 20 LANCHONETE 1 8,4 m2 / 30 SALÃO ÁREA TOTAL: 182,51m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 200 PÁTIO NOVO ÁREA TOTAL: 158,99m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 50 DESCRIÇÃO DO LOCAL (NOS 1º, 2º E 3º ANDARES) QTDE ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS BANHEIRO FEMININO 3 1,44 m2 / 10 BANHEIRO MASCULINO 3 1,44 m2 / 10 DIRETÓRIO ACADÊMICO ÁREA TOTAL: 8,40m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 6 DESCRIÇÃO DO BEM QTDE MESA CADEIRA BASE FIXA OBSERVAÇÕES 1 2 SETOR: INESC JÚNIOR ÁREA TOTAL: 32,10m2 DESCRIÇÃO DO BEM CAPACIDADE DE PESSOAS: 25 QTDE ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS ARQUIVO DE AÇO COM 4 GAVETAS MICRO COMPUTADORES MESA CADEIRAS BASE FIXA IMPRESSORA VENTILADOR DE PÉ BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO TELEFONE COFRE BEBEDOURO DE GARRAFÃO OBSERVAÇÕES 1 2 2 5 6 1 1 1 1 1 1 SETOR: NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DESCRIÇÃO DO BEM MICRO COMPUTADORES TELEVISÃO DE 20" MESA COM 2 GAVETAS MESA PARA ATENDIMENTO MESA REDONDA MESA PARA COMPUTADOR RACK PARA COMPUTADOR COM 2 GAVETAS ESTANTE DE AÇO ARQUIVO DE AÇO COM 4 GAVETAS CADEIRA BASE FIXA ESTOFADA IMPRESSORA LASER COPIADORA SHARP TELEFONE MURAL DE FELTRO ÁREA TOTAL: 132,98m2 CAPACIDADE DE PESSOAS: 25 QTDE OBSERVAÇÕES 10 1 4 4 2 7 1 4 6 28 1 1 1 1 ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS VENTILADOR DE TETO VENTILADOR DE PAREDE POLTRONA GIRATORIA MESA RETANGULAR PARA SALA DE AUDIENCIA MESA DE AUDIENCIA BEBEDOURO DE GARRAFÃO CADEIRA SECRETARIA GIRATORIA ESTOFADA 1 4 2 1 1 1 1 5 SALAS DE AULA DESCRIÇÃO DO BEM ÁREA TOTAL: 50 m² CAPACIDADE DE PESSOAS: 50 (MÉDIA) QTDE QUANTIDADE DE SALAS MESA PARA PROFESSOR CADEIRA PARA PROFESSOR TELA RETRATION 1,50X1,50M CARTEIRAS PARA ALUNOS DESCRIÇÃO DO LOCAL OBSERVAÇÕES 30 30 30 30 45 MÉDIA QTDE ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS BANHEIRO (AO LADO DA TESOURARIA) 1 2,31m2 / 1 BANHEIRO COORDENAÇÃO FEM/ MASC. 1 2,34 m2 / 1 LABORATÓRIO DE QUIMICA 1 37,8 m2 / 1 CÓPIAS DO ALUNO 12,9 m2 / 3 INESC JÚNIOR 106,8 m2 / 10 BANHEIRO FEM/MASC. 2 1,98 m2 / 1 BANHEIRO FEM/MASC. (AO LADO COORD. CARMO) 2 1,98 m2 / 1 ANEXOS Regulamento das Atividades Complementares Estrutura curricular 2007 (3 anos e meio) TITULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPITULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS Art. 1º - Este regulamento objetiva normatizar as Atividades Complementares, do Curso de Pedagogia atendendo as diretrizes curriculares na Resolução CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11. Art. 7º O curso de Licenciatura em Pedagogia terá a carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim distribuídas: III - 100 horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos alunos, por meio, da iniciação científica, da extensão e da monitoria. Art. 8º Nos termos do projeto pedagógico da instituição, a integralização de estudos será efetivada por meio de: I - disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre outros, sobre teorias educacionais, situando processos de aprender e ensinar historicamente e em diferentes realidades socioculturais e institucionais que proporcionem fundamentos para a prática pedagógica, a orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos educacionais, de instituições e de políticas públicas de Educação; II - práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos licenciandos a observação e acompanhamento, a participação no planejamento, na execução e na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos; III - atividades complementares envolvendo o planejamento e o desenvolvimento progressivo do Trabalho de Curso, atividades de monitoria, de iniciação científica e de extensão, diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de educação superior decorrentes ou articuladas às disciplinas, áreas de conhecimentos, seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, a educação do campo, a educação indígena, a educação em remanescentes de quilombos, em organizações não-governamentais, escolares e não-escolares públicas e privadas; Art. 2º - As Atividades práticas do Curso de Pedagogia do INESC concentram carga horária de 500 (quinhentas) horas, devendo o seu cumprimento ser distribuído ao longo do curso, sendo divididas em teórico-práticas e práticas. CAPITULO II DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 3º - As Atividades Complementares do Curso de Pedagogia são obrigatórias e devem ser comprovadas por todos os acadêmicos regularmente matriculados no curso, podendo ser desenvolvidas em: I – atividades de ensino; II – atividades de pesquisa; III – atividades de extensão e cultura. CAPITULO III DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES SEÇÃO I ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE ENSINO Art. 4º - As atividades Complementares de Ensino compreendem: I – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo MEC, e não previstas na matriz curricular do Curso, que sejam afins à área da Educação; II – cursos de capacitação profissional na área de educação; III – atividades de monitoria acadêmica; IV – cursos de informática e língua estrangeira, realizados em estabelecimentos oficialmente reconhecidos; V – estágios curriculares não-obrigatórios, na área de educação, desde que devidamente comprovados, mediante supervisão e declaração profissional; VI – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de pós-graduação (lato sensu) em área afim; Parágrafo único. As disciplinas de que tratam os incisos I e VI deste artigo, só poderão ser consideradas, desde que não tenham sido aproveitadas para convalidar outras disciplinas do currículo do curso. SEÇÃO II ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE PESQUISA Art. 5º - As atividades Complementares de Pesquisa na área de Educação compreendem: I – participação em Programas de Bolsas de Iniciação Científica; II – participação em Programas Institucional de Bolsas de Iniciação Científica; III – participação em outros Projetos de Pesquisa; IV – trabalhos científicos publicados; V- publicação de livro; VI – publicação de capitulo de livro; VII – publicação de trabalhos, em Anais de Congressos, na íntegra ou em síntese; VIII – publicação de artigos em jornais e revistas; IX – participação, como ouvinte, em defesas públicas de teses de doutorado; X – participação, como ouvinte, em defesas publicas de dissertações de mestrado; XI - participação, como ouvinte, em defesas publicas de monografias (nível lato sensu); XII - participação, como ouvinte, em defesas publicas de monografias (nível graduação); SEÇÃO III ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE EXTENSÃO Art. 6º - As atividades Complementares de Extensão na área de Pedagogia compreendem: I – participação em Projetos Extensão da Instituição; II – participação em eventos na área de educação: a) semanas acadêmicas, b) seminários, palestras, conferências, c) congressos, fóruns, simpósios, d) gincanas; III – visitas/viagens técnicas extracurriculares; IV – cursos de atualização; V – participação como voluntário em ações sociais e comunitárias; VI – apresentação de trabalhos, papers e congêneres em eventos técnico-científicos. VII – projetos e trabalhos desenvolvidos na Empresa Júnior: aqueles projetos e/ou trabalhos desenvolvidos junto ao INESC Jr que de alguma forma, possam contribuir para a sua formação contábil, teórica e/ou prática. Parágrafo único. A participação nos eventos referidos no artigo 6º, inciso II, poderá ser na modalidade de ouvinte ou participante. TITULO II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 7º - A avaliação das atividades complementares será feita por uma Comissão de Avaliação, nomeada pelo Coordenador do Curso, composta por um mínimo de três, e no máximo cinco, membros designados dentre o corpo docente do Curso de Pedagogia. § 1º - presidirá a Comissão de Avaliação o Coordenador de Curso e suas deliberações serão tomadas por maioria de votos, cabendo ao seu Presidente o voto desempate. § 2º - o mandato dos membros da Comissão de Avaliação será de um ano, podendo ser renovados, a critério da Coordenação, ouvindo os interessados. § 3º - a Comissão de que trata este artigo reunir-se-á trimestralmente ou quando a urgência da situação assim o desejar. § 4º - é de exclusiva competência da Comissão de Avaliação a atribuição das horas/aula das atividades complementares de cada acadêmico. Art. 8º - a participação em qualquer das atividades mencionadas no art. 3º, 4º e 5º deverá ser comprovada por certificado no qual conste a descrição da atividade, a entidade organizadora, o local e a data de sua realização, bem como a carga horária efetivamente cumprida pelo aluno. § 1º - a comprovação de que trata o caput deste artigo será efetivada pela apresentação pelo discente, do competente certificado no original, acompanhado de duas cópias simples. § 2º - a Comissão de Avaliação convalidará umas das cópias, que deverá ser arquivada no prontuário do aluno. Na cópia restante será aposto carimbo de recebido em que constem a data e a identificação de quem efetivamente realizou a convalidação. A seguir, essa cópia será devolvida ao aluno para seu controle pessoal. § 3º - os documentos comprobatórios das Atividades Complementares deverão ser encaminhados até 2 (dois) meses antes da data de conclusão do curso. Art. 9º - as atividades complementares poderão ser desenvolvidas, a critério dos alunos, durante o período de atividades escolares do Curso, até sua conclusão final, mesmo durante os períodos ou recesso escolar, desde que não venham a prejudicar as atividades acadêmicas. Art. 10º - caberá ao aluno buscar junto a Secretaria ou a Comissão a sua situação em relação ao cumprimento da carga horária mínima prevista no art. 2º, para que possa providenciar as exigências desta Resolução. Art. 11º - se o aluno, ao encerrar o ano letivo correspondente ao seu último semestre do curso, ainda não tiver integralizado a carga horária mínima de atividades complementares deverá, no ano letivo seguinte, matricular-se no 7º período do Curso, mesmo que não tenha matérias para cursar, devendo arcar com o ônus financeiro correspondente a uma matéria em dependência. Art. 12º - o aluno deverá permanecer matriculado até a data de conclusão de sua atividades complementares quando, então, terá o direito à colação de grau. Art. 13º - a Secretaria Geral manterá um registro de horas/aula já cumpridas em atividades complementares para cada aluno regularmente matriculado. Parágrafo único - esses registros serão atualizados semestralmente, tendo por base as decisões tomadas pela Comissão de Avaliação. Art. 14º - em caso de aluno transferido de outra Instituição de Ensino, poderá ser aproveitada a carga horária cumprida, desde que devidamente comprovada e aceita, a critério da Comissão de Avaliação. Art. 15º - eventuais omissões deste Regulamento serão cumprida caso a caso pela Comissão de Avaliação, ouvidas as partes interessadas. Eu, _______________________________________________________aluno(a) do Curso de Pedagogia do INESC, estou ciente que tenho que cumprir a carga horária de 500h de atividades complementares no decorrer do curso. Assinatura do aluno(a) ESTRUTURA CURRICULAR 2011 (4 anos) Regulamento das Atividades Complementares TITULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPITULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS Art. 1º - Este regulamento objetiva normatizar as Atividades Complementares, do Curso de Pedagogia atendendo as diretrizes curriculares na Resolução CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11. Art. 2º. O Curso de Pedagogia oferecerá semestralmente uma das atividades compreendidas como Atividades Complementares: Conferências, Comunicações, Simpósios, Seminários, Encontros, Palestras, Fórum, Oficinas, Exposições, Viagens, Laboratórios de Aprendizagem e outras atividades. Art. 3º O curso de Licenciatura em Pedagogia terá a carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim distribuídas: III - 100 horas de atividades complementares distribuídas nos semestres do curso, por meio, da iniciação científica, da extensão e da monitoria. Art. 3º Nos termos do projeto pedagógico da instituição, a integralização de estudos será efetivada por meio de: I - disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre outros, sobre teorias educacionais, situando processos de aprender e ensinar historicamente e em diferentes realidades socioculturais e institucionais que proporcionem fundamentos para a prática pedagógica, a orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos educacionais, de instituições e de políticas públicas de Educação; II - práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos licenciandos a observação e acompanhamento, a participação no planejamento, na execução e na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos; III - atividades complementares envolvendo o planejamento e o desenvolvimento progressivo do Trabalho de Curso, atividades de monitoria, de iniciação científica e de extensão, diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de educação superior decorrentes ou articuladas às disciplinas, áreas de conhecimentos, seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, a educação do campo, a educação indígena, a educação em remanescentes de quilombos, em organizações não-governamentais, escolares e não-escolares públicas e privadas; Art. 4º Os alunos dos cursos de graduação deverão desenvolver, no mínimo, 100 (cem) horas de atividades complementares. A conclusão desta carga horária é imprescindível para sua colação de grau. CAPITULO II DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 5º - As Atividades Complementares do Curso de Pedagogia são obrigatórias e devem ser comprovadas por todos os acadêmicos regularmente matriculados no curso, podendo ser desenvolvidas em: I – atividades de ensino; II – atividades de pesquisa; III – atividades de extensão e cultura. CAPITULO III DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES SEÇÃO I ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE ENSINO Art. 6º - Compreende-se como atividade complementar toda e qualquer atividade não prevista entre as atividades e disciplinas, obrigatórias e eletivas, do currículo pleno do curso de graduação que seja considerada útil pela instituição de ensino para a formação do corpo discente, independentemente de ser a atividade oferecida pela Faculdade por qualquer outra instituição, pública ou privada, ou por pessoa física. Art. 7º - As atividades Complementares de Ensino compreendem: I – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo MEC, e não previstas na estrutura do Curso, que sejam afins à área da Educação; II – cursos de capacitação profissional na área de educação; III – atividades de monitoria acadêmica; IV – cursos de informática e língua estrangeira, realizados em estabelecimentos oficialmente reconhecidos; V – estágios curriculares não-obrigatórios, na área de educação, desde que devidamente comprovados, mediante supervisão e declaração profissional; VI – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de pós-graduação (lato sensu) em área afim; Parágrafo único. As disciplinas de que tratam os incisos I e VI deste artigo, só poderão ser consideradas, desde que não tenham sido aproveitadas para convalidar outras disciplinas do currículo do curso. Art. 8º A coordenação de Atividades Complementares ficará a cargo de um professor do quadro docente do Curso de Pedagogia, mediante a apresentação de um plano de atividades semestralmente a ser apresentado e aprovado pelo Colegiado de Curso. Art. 9º Compete ao professor responsável pelas Atividades Complementares: I. Expedir em conjunto com o Coordenador do Curso e os professores responsáveis certificados de participação em eventos realizados; II. Manter atualizado o arquivo de registro das atividades realizadas; III. Enviar a secretaria, o diário de classe que ateste o cumprimento da carga horária pelos acadêmicos em cada semestre; IV. Manter organizado e arquivado a documentação comprobatória da realização das atividades complementares. SEÇÃO II ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE PESQUISA Art. 10 - As atividades Complementares de Pesquisa na área de Educação compreendem: I – participação em Programas de Bolsas de Iniciação Científica; II – participação em Programas Institucional de Bolsas de Iniciação Científica; III – participação em outros Projetos de Pesquisa; IV – trabalhos científicos publicados; V- publicação de livro; VI – publicação de capitulo de livro; VII – publicação de trabalhos, em Anais de Congressos, na íntegra ou em síntese; VIII – publicação de artigos em jornais e revistas; IX – participação, como ouvinte, em defesas públicas de teses de doutorado; X – participação, como ouvinte, em defesas pública de dissertações de mestrado; XI - participação, como ouvinte, em defesas públicas de monografias (nível lato sensu); XII - participação, como ouvinte, em defesas públicas de monografias (nível graduação); SEÇÃO III ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE EXTENSÃO Art. 11 - As atividades Complementares de Extensão na área de Pedagogia compreendem: I – participação em Projetos Extensão da Instituição; II – participação em eventos na área de educação: a) semanas acadêmicas, b) seminários, palestras, conferências, c) congressos, fóruns, simpósios, d) gincanas; III – visitas/viagens técnicas extracurriculares; IV – cursos de atualização; V – participação como voluntário em ações sociais e comunitárias; VI – apresentação de trabalhos, papers e congêneres em eventos técnico-científicos. VII – projetos e trabalhos desenvolvidos na Empresa Júnior: aqueles projetos e/ou trabalhos desenvolvidos junto ao INESC Jr que de alguma forma, possam contribuir para a sua formação contábil, teórica e/ou prática. Parágrafo único. A participação nos eventos referidos no artigo 10, inciso II, poderá ser na modalidade de ouvinte ou participante. TITULO II DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 11. As Atividades Complementares serão registradas em Diário de Classe, apontando os seguintes resultados: Realizadas/ Não Realizadas ( R/NR). Parágrafo Único. Caso as atividades complementares não sejam realizadas e devidamente comprovadas, o acadêmico ficará impedido de concluir o Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 12. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Coordenador do Curso, Professor Coordenador de Atividades Complementares e, em segunda instância pelo Colegiado do Curso de Pedagogia. Art. 13 - caberá ao aluno buscar junto a Secretaria a sua situação em relação ao cumprimento da carga horária mínima prevista no art. 4º, para que possa providenciar as exigências desta Resolução. Art. 14 - se o aluno, ao encerrar o ano letivo correspondente ao seu último semestre do curso, ainda não tiver integralizado a carga horária mínima de atividades complementares deverá, no ano letivo seguinte, matricular-se no 8º período do Curso, mesmo que não tenha matérias para cursar, devendo arcar com o ônus financeiro correspondente a uma matéria em dependência. Art. 15 - o aluno deverá permanecer matriculado até a data de conclusão de sua atividades complementares quando, então, terá o direito à colação de grau. Art.16 - a Secretaria Geral manterá um registro de horas/aula já cumpridas em atividades complementares para cada aluno regularmente matriculado. Art. 17 - em caso de aluno transferido de outra Instituição de Ensino, poderá ser aproveitada a carga horária cumprida, desde que devidamente comprovada. Art. 18 - eventuais omissões deste Regulamento serão cumpridas caso a caso. Eu, _______________________________________________________aluno (a) do Curso de Pedagogia do INESC, estou ciente que tenho que cumprir a carga horária de 100h de atividades complementares no decorrer do curso. Assinatura do aluno (a) O Curso requer dos alunos a participação de 100h em Atividades Complementares. As Atividades Complementares compreendem todas as atividades que, devidamente comprovadas, possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação do NDE (Núcleo Docente Estruturante), da Coordenação do Curso, e do Colegiado importantes para a formação profissional. ATIVIDADES COMPLEMENTARES – 1º/2012 Grade Curricular/1º semestre -2012 (nova) 3º Período30 horas 3º período – Atividades complementares = 30 h. Alfabetização e Letramento 30h de nivelamento de matemática (Zeuman) Professor responsável:Viviane Ribeiro Grade Curricular/1º semestre – 2012(antiga) 4º período 4º período – 130 h. Atividades Práticas III = 80 h. Atividades teórico práticas I 50h. Literatura Infanto Juvenil Fnd Met. Ensino da Arte Fund.Ensino da História Professores responsáveis: Consuelo e Keli: 70 horas Professores responsáveis: Lara eViviane: 80horas 5º período 5º período – 60 h. Atividades Práticas IV = 40h. Atividades teórico práticas II 20h. Professores responsáveis: Viviane = 30h Observação nas turmas de educação infantil Professores responsáveis Wilson=30h – Oficina de confecção de brinquedos e jogos 6º período 6º período – 70 h. Atividades Práticas V = 40h. Atividades teórico práticas III 30h. Professores responsáveis: Elen e Zeuman = 70h Elaboração do projeto para aplicação no estágio II e pesquisa institucional 7º período 7º período – 40 h. Atividades Práticas VI = 40h. Professores responsáveis: Cida e Dálcio= 40h (Aprendizagem por projetos e Pedagogia em espaços não escolares) ATENÇAO: professores, por favor fiquem atentos as horas que cada um ficou responsável. Preciso fechar no final de novembro. Preparem os certificados e ou fichas da Carga horária. Assim que entregar para o aluno faça um protocolo comprovando. PROFESSORES ENTREGUEM AOS ALUNOS A FICHA DE COMPROVAÇÃO DA CARGA HORÁRIA. SEGUE NOVAMENTE A FICHA EO REQUERIMENTO OU PODEM OPTAR PELO CERTIFICADO. Disciplina:____________________________Turma:________ Controle de Recebimento da atividade Complementar Recebi do aluno:___________________________________ O trabalho em ___/___/2012. Ass. Do profº:______________________________________ CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA INESC REGISTRO DIÁRIO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES–MÊS ( S )__________________________/2011 Nome do Aluno (a): Instituição: Matrícula nº: Curso: Pedagogia Diretor: Data Entrada Saída Nºde horas /dia Atividades desenvolvidas no dia TOTAL DE HORAS Assinatura do Diretor e Carimbo da Escola: Data: ____ / ____ / 2011 Rubrica do diretor 211 Projeto de Nivelamento PROJETO DE NIVELAMENTO Há uma constante manifestação dos Colegiados de Curso quanto à carência na formação básica dos discentes. Trata-se de uma posição consensual a deficiência principalmente em Língua Portuguesa e em Matemática, o que dificulta o processo ensino-aprendizagem. Dessa forma, urge a execução da política de intervenção pedagógica procedendo aos Projetos de Nivelamento dessas disciplinas, visando a propiciar ao aluno ingressante no curso de graduação um conhecimento básico em disciplinas de uso fundamental aos seus estudos universitários. As IES recebem frequentemente, alunos muito heterogêneos, não só com relação à faixa etária, mas, sobretudo quanto ao conhecimento específico das disciplinas, no que se refere ao desenvolvimento de competências e habilidades, pois sabe-se que cada aluno é um e deve-se saber lidar com as diferenças. A revista Ensino Superior publicou uma reportagem, de Hélio Consolaro, intitulada O ensino do português nas universidades, a qual mereceu manchete sobre a situação do ensino do português no Brasil. O subtítulo Os estudantes só descobrem a necessidade de reaprender a língua na universidade, sob a pressão das circunstâncias, demonstra que ela vai ater-se às necessidades dos estudantes universitários. Uma pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Indicativa (2007) compôs o 3º Indicador Nacional de Analfabetismo Funcional (INAF). Apenas 25% dos brasileiros, entre 15 e 64 anos, demonstram domínio pleno da compreensão de textos. Para 67%, a conquista da leitura se limita à localização de informações simples em enunciados de uma só frase, ou à capacidade de identificá-las em textos curtos. Enquanto 8% não conseguem sair do ponto de partida, ou seja, são mesmo analfabetos, o que compromete a cidadania brasileira. Os 67% portadores do analfabetismo funcional representam uma questão muito séria do processo educacional: alfabetizar apenas não basta a escola precisa estimular a leitura do educando, fazer que ele também escreva textos. Baseando-se em todos esses dados, o Instituto de Ensino Superior Cenecista resolveu atender aos indicativos do Relatório da Avaliação das Condições de Ensino dos Cursos de Graduação, quanto ao mecanismo de nivelamento dos acadêmicos ingressantes, propiciando um melhor aproveitamento dos alunos, desenvolvendo, principalmente, habilidades em leitura, 212 interpretação, análise e produção de textos, através de um trabalho integrado e interdisciplinar, empregando além das metodologias já utilizadas, o contato com a nova forma de ensino e aprendizagem. Reconhece-se que muitos estudantes têm um volume altíssimo de informações sem que estas sejam transformadas em conhecimento ordenado, logicamente encadeado e construído. Os dados estatísticos do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) reforçam a necessidade de investir em instrumentos que possam ampliar habilidades e competências dos acadêmicos ingressantes, proporcionando um melhor aproveitamento dos mesmos no transcorrer de sua vida acadêmica. Contudo, entende-se que o Projeto de Nivelamento não irá solucionar todos os problemas; não pode-se, entretanto, furtar a proporcionar instrumentos que permitam amenizar os resultados que criam perversamente um universo tão grande de analfabetos funcionais, em que a relação entre leitor e texto é de estranhamento, visto que não há por parte do leitor imersão naquilo que se lê, em que a leitura dialógica não se estabelece, o que leva o acadêmico a reconhecer-se, erroneamente, como incapaz de estar naquele lugar, evadindo-se da universidade e deslocando a discussão que deve ser travada sobre este assunto para ao âmbito da responsabilidade privada. Fornece-se ferramentas ao acadêmico, demonstramos nossa sensibilização com todas as dificuldades de aprendizagem apresentadas e criamos laços de identidade com o ingressante que sentirá partícipe do meio universitário ao enxergar a instituição envolvida com as deficiências que ele carrega. O projeto de nivelamento visa, inicialmente, aos ingressantes dos primeiros semestres dos Cursos de Graduação. Não é possível atingir qualquer competência sem o suporte de conhecimento, sem a instrumentalização de informações. A Indicação CEE nº 9/2000 registra que “competências e habilidades sem conteúdo caracterizam um esvaziamento da escola, e conteúdos que não se traduzam em competências e habilidades são efêmeros. Objetivos Específicos • Proporcionar um aumento qualitativo no conhecimento do aluno em relação ao ensino básico da Língua Portuguesa e da Matemática. • Desenvolver as habilidades em leitura, interpretação de texto e operações matemáticas. • Ampliar o prazer pela leitura e pela matemática. • Apreciar diversos tipos de textos através de um trabalho integrado e interdisciplinar. 213 • Provocar uma modificação da atitude do aluno em relação ao processo de ensino e aprendizagem, isto é, a auto-aprendizagem. • Minimizar deficiência dos acadêmicos em relação aos conteúdos fundamentais da Educação Básica. • Proporcionar interatividade entre docentes e alunos nesse processo de ensino e aprendizagem. • Estimular os alunos a raciocinar em tempos lógicos. • Desenvolver a capacidade de análise de problemas e de sua resolução através de estudo de caso. A meta para Língua Portuguesa é: Em dois meses, o aluno dominará os princípios básicos da norma culta da língua portuguesa, desenvolverá habilidades escritas e orais e produzirá textos corretos, coesivos e coerentes. Conteúdo Inicialmente, dividi-se o conteúdo em três grandes temas: Aspectos gramaticais, Morfossintaxe e Produção de textos. Em Aspectos gramaticais, aborda-se: Apreensão e compreensão de sentido; Acentuação gráfica; Emprego dos porquês; e Crase. Deve-se capacitar o aluno a usar sua atividade verbal de modo adequado ao local, à situação e ao momento em que se realiza. Em Morfossintaxe, estudar-se-à principalmente Classes de palavras variáveis; Emprego dos pronomes pessoais, de tratamento e relativos; Verbo; As relações das conjunções coordenativas; Principais relações subordinativas; e Sintaxe de concordância nominal, verbal, regência verbal e colocação pronominal. Nesse sentido Wagner (2008) coloca que, sempre que possível, deve-se proporcionar aos alunos o domínio das estruturas morfossintáticas do português e desenvolver a habilidade de observação e análise das estruturas e processos lingüísticos. Muitas vezes o ingressante não estrutura corretamente um parágrafo, porque não aprendeu as relações sintático-semânticas que são fornecidas pelos pronomes e conjunções – elementos coesivos de um texto. Na Produção de textos, vê-se Ampliação de frases; Vícios de linguagem; Produção de textos narrativos; O texto argumentativo; Tipos de dissertação; e Coesão e coerência. Precisa-se desenvolver no aluno a habilidade para a comunicação e expressão em termos de recepção e produção adequada de textos; isso só será possível se o discente produzir textos prazerosos e diversificados, indicando-lhes os elementos estruturais de uma narrativa, evitando os vícios de linguagem, principalmente os solecismos – com a sintaxe retomada na etapa anterior – e, 214 com a sua auto-estima elevada, o aluno será capaz de produzir textos corretos e concisos, com coesão e coerência. Em matemática será trabalhado questões básicas: as quatro operações, frações, gráficos, tabelas, dados estatísticos e os conteúdos que necessitem de um aprofundamento maior para aquisição de conhecimentos. Metodologias O início das atividades de nivelamento será logo nos primeiros dias de aula, após diagnóstico feito pelos professores, antes dos primeiros resultados, proporcionando-se assim uma recuperação antes das primeiras notas baixas. Será da competência do professor regente manter o contato direto com a professora de nivelamento para que o trabalho tenha um direcionamento comum, ambos devem traçar juntos a sequência das atividades. A turma poderá ser composta por alunos de outros cursos que apresentem a mesma dificuldade. Essas aulas são consideradas de nivelamento, pois visam tirar as dúvidas surgidas nas aulas das diversas disciplinas. As atividades deverão valorizar habilidades e competências necessárias para melhorar o desempenho dos estudantes durante a graduação. Cada curso será oferecido em 40 (quarenta) horas/aulas. O programa disponibilizará material didático dos cursos, via email. O Projeto de Nivelamento terá a participação de alunos para monitoria com a finalidade de criar situações que aproximem os referenciais teóricos que são trabalhados na sala de aula da vivência prática, possibilitando ao acadêmico a antecipação da prática pedagógica. Os alunos com melhor desempenho colaborarão com os alunos com dificuldades num processo ensino - aprendizagem constante a todos os envolvidos. Os alunos monitores terão carga horária para as atividades complementares. Avaliação Como ponto forte do Projeto de Nivelamento, propõe-se uma avaliação diagnóstica com dez questões objetivas, abordando um conteúdo diversificado. Mediante essa avaliação, o aluno verificará a real necessidade, ou não, de participar do referido Projeto. A avaliação ocorrerá contínua e permanentemente, considerando fundamentalmente sua efetiva participação nas atividades propostas. As participações dos acadêmicos no presente Projeto poderão ser aproveitadas como atividades complementares ou como parte da nota que comporá as 215 avaliações sistemáticas, ficando a cargo das Coordenações de Cursos, definir e apresentar os critérios. Após cada etapa, haverá uma avaliação com dez questões objetivas. Ao finalizar essa avaliação, o aluno tirará um relatório com o seu resultado e percebe-se a necessidade de continuidade do trabalho com o aluno. Conclusão A experiência em sala de aula confirma que o conteúdo escolhido para o Projeto de Nivelamento de Língua Portuguesa representa a essência da norma culta padrão e dissimilará quaisquer dúvidas que porventura surgirem no desenrolar do curso. O Projeto passará a ser um instrumento de aferição dos conhecimentos inicialmente trazidos pelo aluno ingressante e daqueles que ele adquirirá após o curso. O Projeto passará a ser um dos principais instrumentos de pré-capacitação ao aprendizado universitário. Os alunos passarão a vincular os ensinamentos ministrados no projeto com as aplicações explanadas nas disciplinas de graduação, melhorando o aprendizado dos conceitos dados em sala de aula e acreditarão mais em si e em seu potencial. Referências ABED. Associação Brasileira de Educação a Distância. Disponível em http://www.abed.org.br/congresso2004 Acesso em: 27 abr. 2008. CARVALHO, A. V. Treinamento – princípios, métodos e técnicas. São Paulo: Pioneira, 2001. CONSOLARO, H. Projeto Pedagógico. Disponível em http://www.fbb.br/dowloads/projeto_nivelamento Acesso em: 27 abr. 2008. FACULDADE INTERATIVA COC. Projeto de Nivelamento, 2008. WAGNER, L. R. Use o Português Adequado: aspectos gramaticais e análise de textos. 3. ed. São Paulo: All Print, 2008. REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO Diante do panorama atual da Educação Básica, é possível dizer que o estudante ingressa no ensino superior com uma base que é peculiar a cada pessoa, tendo em vista as diferenças individuais. Esta variabilidade, certamente, constitui-se em evidência que precisa ser considerada na 216 organização e desenvolvimento das ações curriculares face aos objetivos do êxito acadêmico desejados. Nesta perspectiva, os conteúdos/abordagens curriculares dos Cursos de Graduação do INESC estão estruturados de modo a contemplarem, em sua organização e dinamização, as diversidades cognitivas dos discentes. Deste modo, o processo de nivelamento consiste em subsidiar os alunos de elementos básicos da Matemática, da Leitura, Interpretação e Escrita da Língua Portuguesa de forma que o aluno consiga prosseguir em seus estudos. Art. 1º. O INESC proporcionará aulas de Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática sempre que houver turmas ingressantes na Instituição. Art. 2º. O Programa de Nivelamento também será oferecido aos alunos de outros semestres que não sejam os iniciais. Art. 3º. Os alunos serão convidados e incentivados a participar do Projeto. Art. 4º. O professor se responsabilizará pelo controle da freqüência dos alunos participantes do Programa de Nivelamento. Art. 5º. Os docentes envolvidos no Programa de Nivelamento serão indicados pela Direção Geral. Art. 6º. O Curso de Nivelamento elaborará um programa de conteúdos que sejam comuns a todos os Cursos da Instituição, conteúdos básicos para a formação acadêmica do aluno. Art. 7º. A avaliação do Programa ocorrerá de modo indireto, ou seja, por meio da relação entre controle de freqüências e desempenho nas disciplinas regulares do Curso. Art. 8º. As aulas ocorrerão durante a semana, no período matutino e vespertino em horário de pósaula e pré-aula respectivamente e aos sábados de acordo com necessidades. Art. 9º. As aulas são oferecidas gratuitamente aos alunos e contam com a orientação e acompanhamento de docentes qualificados e com experiência para identificar as dificuldades que interferem no desempenho acadêmico dos alunos e sugerir mecanismos adequados de estudos. Art. 10º. O docente responsável pelo Programa de Nivelamento poderá ser auxiliado por um monitor, desde que seja comunicada a Direção Acadêmica e apresentada a justificativa. Art. 11º. Os projetos serão desenvolvidos pelos docentes envolvidos no Programa a partir da identificação das necessidades dos alunos. Art. 12º. Os casos omissos deste regulamento, alterações, novas diretrizes e quaisquer outras inclusões, deverão se dar por meio de deliberação do Conselho Acadêmico. PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA Docentes Responsáveis: Profa. Ms. Keli Eugênio Souto e Elenice Delfino Objetivos: 217 Desenvolver aspectos referentes à comunicação, estilo, parágrafo e frase, fornecendo ao aluno um embasamento teórico-prático para a comunicação oral e escrita. Proporcionar diversos tópicos gramaticais, uma vez que a gramática, não sendo considerada um fim em si mesma, é um meio para que se atingir o que se convencionou chamar de expressão correta de acordo com a língua-padrão. Conteúdo: Leitura e interpretação de textos. A construção do parágrafo. Variação lingüística. A coerência e a coesão textual. Estrutura do texto dissertativo. Concordância nominal e verbal. Ortografia. Acentuação e crase. Pontuação. PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM MATEMÁTICA Docente Responsável: Prof. Zeuman de Oliveira Silva e Janaína Oliveira Objetivos: Propiciar aos alunos a manutenção de conceitos matemáticos elementares. Compreender as diferentes representações dos números racionais, sobretudo a decimal e suas operações. Resolver problemas envolvendo regra de três e casos de razões e proporções. Compreender o conceito e as técnicas de resoluções de equações de grau 1 e 2. Conteúdo: Frações, Regras de três, Raízes, Razões e proporções, equações do 1.º e 2.º grau, inequações do 1.º e 2.º grau 218 GRADE CURRICULAR CURSO NORMAL SUPERIOR ( 3 anos) RECONHECIDO PELO MEC EM 31/01/06 SEMESTRE DISCIPLINA CARGA HORARIA Educação, Cultura e Sociedade 72 História e Educação no Brasil 72 Psicologia da Educação 72 Língua Portuguesa e Produção de Texto I 72 Pesquisa em Educação 72 Atividades Acadêmico-Culturais 30 TOTAL SEMESTRE 390 DISCIPLINA CARGA HORARIA Filosofia da Educação 72 Política e Financiamento da Educação 72 Língua Portuguesa e Produção de Texto II 72 Currículo Escolar e Diversidade Cultural 72 Pesquisa e Prática Pedagógica I 72 Atividades Acadêmico-Culturais 30 TOTAL SEMESTRE 390 DISCIPLINA CARGA HORARIA Fund. Educ. para Portadores de Necessidades especiais 72 Educação de Jovens e Adultos 72 Didática e Organização do Trabalho Pedagógico 72 Informática Aplicada à Educação 72 Pesquisa e Prática Pedagógica II 72 Atividades Acadêmico-Culturais 20 TOTAL SEMESTRE 400 DISCIPLINA CARGA HORARIA Conteúdos e Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa 72 Literatura Infanto-Juvenil 72 Educação, arte e sensibilidade 72 Letramento e Alfabetização 72 Pesquisa e Prática Pedagógica III 72 219 Estágio Curricular supervisionado I 130 Atividades Acadêmico-Culturais 40 TOTAL SEMESTRE 530 DISCIPLINA CARGA HORARIA Conteúdos e Metodologias de Ciências 72 Conteúdo e Metodologia do Ensino da Matemática 72 Lazer, Movimento e Corporeidade 72 Pesquisa e Prática Pedagógica IV 72 Estágio Curricular Supervisionado II 140 Conteúdos e Metodologias da Geografia 72 Atividades Acadêmico-Culturais 30 TOTAL SEMESTRE 530 DISCIPLINA CARGA HORARIA Conteúdos e Metodologias de História 72 Educação e Meio Ambiente 72 Cidadania, Ética e Educação 72 Filosofia com Crianças 72 Pesquisa e Prática pedagógica V (Trabalho de Conclusão de Curso) 100 Estágio curricular Supervisionado III 130 Atividades Acadêmico-Culturais 30 TOTAL 568 Disciplinas .................................................................. 1.800 h/a Pesquisa e Prática Pedagógica --------------------------- 408h/a Estágio Curricular Supervisionado ----------------------- 400h/a Atividades Acadêmico-Culturais ------------------------ 200h/a TOTAL GERAL: ------------------------- -------------------- 2.808h/a 220 PROJETO MONITORIA Monitoria, uma prática cooperativa Educação é uma prática social. Parafraseando Paulo Freire, ninguém educa ninguém e ninguém se educa sozinho, as pessoas se educam em comunhão. Falar em comunhão é pensar a educação como uma prática social de cooperação e não de competição. É preciso estimular práticas cooperativas dentro da escola, garantindo socialização de saberes entre os educandos e não apenas na educação receptiva centrada no professor. Nessa perspectiva é que se insere o projeto de monitoria no Ensino Superior. Espaço de cooperação em que os educandos assumem a docência para compartilhar saberes das disciplinas de matemática e Língua Portuguesa juntamente com os docentes no projeto nivelamento. Não como um espaço em que o aluno “mais forte ajuda o mais fraco”, mas em que o ensinar está indissociavelmente ligado ao aprender. A associação entre os aprendizes tem um objetivo comum: o aprender. E este aprender não se resume apenas aos conteúdos relativos a fatos e conceitos, pois o aluno, ao assumir a docência na monitoria, envolve-se com conteúdos procedimentais - ao elaborar as aulas e até experimentos ilustrativos e atitudinais. Os monitores reúnem-se, em horários opostos às aulas, periodicamente com os colegas da sua sala para tirar as dúvidas, reexplicar os assuntos com uma linguagem mais próxima da do seu colega. Além disto, os monitores podem coletar informações sobre as dificuldades de alguns colegas para auxiliar o professor na ação junto aos educandos que demonstram dificuldade durante as aulas. A nossa experiência com a monitoria tem demonstrado que o monitor pode se constituir em um excelente canal de comunicação entre o educador e a sua turma. Além dos encontros com os colegas, os monitores têm reuniões semanais com o professororientador da monitoria para tratar dos avanços, dificuldades e desafios da prática com os colegas na monitoria. Mas, além disso, nestas reuniões formamos grupos de estudo para discutir temas de interesse comum. A ideia de formar grupos de estudo durante as reuniões (entre o professor-orientador e os monitores) surgiu porque as reuniões serviam apenas para discutir os problemas e avanços que os monitores percebiam durante a monitoria. Isto fez com que o grupo se desmotivasse a participar das reuniões. Elas não desafiavam e poucos contribuíam para o crescimento coletivo. Hoje as reuniões servem para que os monitores avaliem suas ações e participação dos colegas. Também é um 221 momento em que o professor-orientador ajuda a planejar ações pedagógicas que serão utilizadas com os demais alunos. O monitor precisa de acompanhamento pedagógico para que não repita a ação de depositar conteúdos. Repetindo a pedagogia bancária, conforme classificava Paulo Freire. Além disso, as reuniões devem servir como espaço de estudo e reflexão. Para que isto ocorra, escolhemos um tema, buscamos artigos que tratem do assunto, discutimos as leituras e nos propomos a estabelecer relações entre aquilo que estudamos e a nossa ação cotidiana. PROJETO DE MONITORIA 1- DADOS DO PROJETO 1.1 –Identificação do Coordenador Nome: Departamento: Cargo/Função: Chefe Centro: Número de professores envolvidos: Número de monitores bolsista: Número de monitores voluntários: Número de técnicos envolvidos: 1.2 – Objetivos 1.2.1 – Gerais 1.2.2 – Específicos 1.3 –Resultados esperados, com indicadores para avaliação 1.3.1 – Resultados esperados 1.3.1 – Indicadores de avaliação 2 – DADOS DAS DISCIPLINAS ENVOLVIDAS NO PROJETO 2.1 – DADOS GERAIS Nome Curso Período Disciplina 222 2.2 – DADOS QUANTITATIVOS Alunos matriculados Carga horária Prof. Turmas envolvidas 3 – COMISSÂO DE MONITORIA DO DEPARTAMENTO Coordenador: Membro Membro Membro Membro 4 – DESCRIÇÃO DO PROJETO 4.1 – Introdução e Diagnóstico da Situação Atual 223 4.2 – Justificativa 4.3 – Plano de Atividades do(s) Monitor(es) 4.4 – Equipe 4.5– Cronograma de Execução OBSERVAÇÃO: Entregar uma cópia este formulário na Coordenação do curso para registro do Projeto .