‘CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE
- CNEC INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA - INESC
CURSO DE LICENCIATURA
EM
PEDAGOGIA
PROJETO PEDAGÓGICO
Unaí, Maio/2013
Rua Celina Lisboa Frederico, 142 – Centro – Unaí – MG
Tel (038) 3677.4747
[email protected]
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 5
1. REQUISITOS LEGAIS ............................................................................................................................ 6
2. A MANTENEDORA ................................................................................................................................ 7
2.1 A MANTENEDORA ................................................................................................................. 7
2.2 Títulos e Certificados ................................................................................................................. 8
2.3 Do Organograma Institucional ................................................................................................... 8
2.3.1 Representantes Legais ............................................................................................................. 9
2.3.2 Diretores .................................................................................................................................. 9
2.3.3 Conselho Fiscal Nacional....................................................................................................... 9
2.4 HISTÓRICO DA CNEC ..................................................................................................................... 10
2.5 Missão e Finalidades ................................................................................................................ 10
2.6 Público Alvo ............................................................................................................................ 13
2.7 Relatório de Atividades do Exercício de 2007.......................... Erro! Indicador não definido.
2.7.1 Estatística da Prestação de Serviços na Área Educacional Erro! Indicador não definido.
2.7.2 Estatística da Gratuidade por Bolsas de Estudo ................. Erro! Indicador não definido.
2.7.3 Bolsas PROUNI – Programa Universidade para Todos .... Erro! Indicador não definido.
2.7.4 Gratuidade Realizada nos Projetos de Assistência Social . Erro! Indicador não definido.
2.7.5 Consolidado Nacional dos Investimentos em Gratuidade . Erro! Indicador não definido.
2.7.6 Consolidado Nacional da Isenção Usufruída pela Pessoa Juridica .... Erro! Indicador não
definido.
2.7.7 Estatística de Outras Bolsas Concedidas ........................... Erro! Indicador não definido.
3. O INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA – INESC .............................................. 15
3.1 Missão do INESC..................................................................................................................... 16
3.2 Finalidades do INESC .............................................................................................................. 17
3.3 Objetivos do INESC................................................................................................................. 18
3.3.1 Objetivos gerais do INESC ................................................ Erro! Indicador não definido.
3.3.2 Objetivos específicos do INESC ........................................ Erro! Indicador não definido.
3.4 Cursos Oferecidos .................................................................................................................... 19
3.4.1 Cursos de Pós-graduação .................................................................................................. 21
3.4.2 Outras Modalidades de Cursos ......................................................................................... 21
4. INSERÇÃO REGIONAL ................................................................................................................ 22
4.1 Dados Sócio-Econômicos da Região ....................................................................................... 25
4.2 Aspectos Geo-Políticos e Infra-Estruturais de Unaí e Região ................................................. 26
4.3 Contexto Educacional Regional ............................................................................................... 28
4.4 Ensino Superior na Região Noroeste e em Unaí ...................................................................... 29
5. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................. 35
5.1.1 Compromisso Político Social ............................................................................................ 38
5.1.2 Indissociabilidade de Ensino, Pesquisa e Extensão .......................................................... 39
5.1.3 Interação/ Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade .................................................. 40
5.1.4 Processo ............................................................................................................................ 41
5.1.5. Objetivos do Curso de Pedagogia .................................................................................... 42
5.1.6 Área de Atuação ................................................................................................................ 43
5.1.7 Atendimento aos portadores de necessidades especiais .................................................... 43
5.2 Bases Legais do Curso ............................................................................................................. 44
5.2.1 Lei 9.394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional .................................... 44
5.2.2 Resolução CP n.º 1 de 30 de Setembro de 1999 ............................................................... 44
5.2.3 Resolução CNE/CP 1, de 18 de Fevereiro de 2002 .......................................................... 45
5.2.4 Decreto n.º 3.554, de 7 de Agosto de 2000 ....................................................................... 45
5.2.5 Parecer CNE/CP 027/2001................................................................................................ 45
5.2.6 Parecer CNE/CP 028/2001................................................................................................ 45
5.2.7 pareceres CP/CNE nºs 5/2005 e 3/2006 ............................................................................ 46
5.3. Perfil do Egresso ..................................................................................................................... 47
5.4 Forma de Acesso ao Curso: ..................................................................................................... 49
5.5 Estrutura Geral e Proposta do Curso de Pedagogia ................................................................. 50
5.6 Complementação do Curso Normal Superior em Pedagogia................................................... 51
6. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................................... 53
6.1 Políticas Institucionais e as Estratégias do PDI (2013-2017) .................................................. 53
6.2 – Políticas de Gestão ................................................................. Erro! Indicador não definido.
6.3- Políticas para o Ensino de Graduação, Pesquisa e Pós-Graduação ......... Erro! Indicador não
definido.
6.4 Núcleo Docente Estruturante/ Colegiado Acadêmico/ Colegiado de Curso............................ 53
6.4.1 Estrutura de Desenvolvimento e Qualificação do Curso ...................................................... 53
6.4.2 Colegiado do Curso de Pedagogia ........................................................................................ 55
6.4.3 Colegiado Acadêmico ....................................................................................................... 55
6.2 Currículo do Curso de Pedagogia e as Diretrizes Curriculares Nacionais ........................... 56
6.2.1 Organização Curricular ..................................................................................................... 56
História da Educação ................................................................................................................. 65
6.3 ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS ESPECÍFICOS DO CURSO .................. 123
6.4 O processo ensino-aprendizagem do curso ............................................................................ 131
6.4.1 – PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES NAS ATIVIDADES ACADÊMICAS ............... 135
6.4.1.1 Atenção aos discentes ...................................................................................................... 135
6.4.1.2 - Bolsas de Estudos .......................................................................................................... 148
6.4.1.3- Atenção aos alunos egressos ........................................................................................... 148
6.5. Sistema de Avaliação Institucional, do Projeto do Curso e do Processo de ensino e
aprendizagem ............................................................................................................................... 150
6.5.1 Avaliação Institucional ....................................................................................................... 150
6.5.2 Comissão Própria de Avaliação (CPA) ............................................................................... 151
6.5.2.1 Objetivo Geral da CPA .................................................................................................... 152
6.5.2.2 Objetivos Específicos da CPA ......................................................................................... 152
6.5.2.3 Concepções Básicas da Auto-avaliação ........................................................................... 152
6.5.2.4 Proposta Metodológica de Auto-Avaliação ..................................................................... 153
6.5.3 Cronograma das Etapas de Avaliação ................................................................................. 154
6.5.4 Resultados de Avaliações Externas - MEC......................................................................... 155
7.0 Coordenação Acadêmica........................................................................................................ 157
7.4. Relação de Professores...................................................................................................... 166
7.4.1 - Condições de Trabalho ................................................................................................. 166
7.4.1.1 – Regime de trabalho ................................................................................................... 166
7.5 Produção Científica dos Docentes/ Publicações ............................................................... 168
7.5.2 – Estímulos (ou incentivos) profissionais ....................................................................... 170
7.5.3. Plano de carreira............................................................................................................. 171
8.0 INFRAESTRUTURA ............................................................................................................ 172
ANEXOS ............................................................................................................................................. 194
ANEXO 1 – FICHA DE REGISTRO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
ANEXO 2 – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................. 195
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ...................................................................... 195
ANEXO 3 – PROJETO DE NIVELAMENTO .......................................................................................... 211
ANEXO 4- GRADE CURRICULAR CURSO NORMAL SUPERIOR ( 3 ANOS) ........................ 218
ANEXO 5- PROJETO MONITORIA..........................................................................................216
Apresentação
Representa fundamental importância a participação do ensino superior na valorização
do desenvolvimento humano, científico e tecnológico. Para tanto, esta necessita estar atenta e dar
conta das novas condições emergentes em que o cenário industrial do século XXI exige, e, ainda,
contribuir efetivamente no desenvolvimento harmônico da região em que está inserida. É com esta
perspectiva que o Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC promove e estimula a qualidade e
a eficiência de sua gestão, no sentido de atingir uma adequação de sua organização didáticopedagógica, corpo docente e estrutura física e organizacional, para a maximização do processo
ensino-aprendizagem.
O Curso descrito por este Projeto representa a integração entre a academia, e as
instituições de ensino públicas e privadas, as políticas públicas relacionadas à educação, e a
demanda por profissionais da educação cada vez mais capacitados e sintonizados com as novas
tendências pedagógicas.
Compreendendo esta demanda e esta realidade, o INESC apresenta sua proposta,
imbuído do comprometimento de oferecer a sua parcela neste contexto: por meio de um Projeto
adaptado às demandas regionais e de fácil aquisição por uma população carente e ávida de saber.
1. REQUISITOS LEGAIS
Faz parte do Projeto o atendimento dos Requisitos Legais que caracterizam marco
regulatório para atender as exigências do Ministério da Educação. Estes itens estão dispostos no
Quadro abaixo.
DISPOSITIVO LEGAL
ORD
01
ABORDAGEM NO PROJETO
Coerência dos conteúdos
curriculares com as Diretrizes
Curriculares Nacionais – DCN
O currículo apresenta plena com coerência com as
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Pedagogia cumprindo a Resolução de 15 de maio
de 2006.
02
Estágio curricular
Está prevista, na estrutura curricular
com carga horária adequada (300h) a oferta de
estágio supervisionado, com seu
respectivo regulamento, e com Manual próprio.
03
Disciplina obrigatória de Libras
(Dec. n. 5.626/2005)
O PPC prevê disciplina obrigatória de Libras na
estrutura curricular do curso.
04
Carga horária mínima
O curso prevê carga horária igual ao previsto nas
diretrizes: 3200h.
05
Condições de acesso para
portadores
de necessidades especiais (Dec.
5.296/2004, em vigor a partir
de 2009).
A instituição apresenta condições de acessibilidade
para portadores de necessidades especiais,
contemplado na p.50, no item Atendimento aos
portadores de necessidades especiais
06
Trabalho de Conclusão de
Curso- TCC
Há previsão de Trabalho de Conclusão de
Curso, desenvolvido individualmente, com
conteúdo fixado e regulamentação
contendo critérios, procedimentos,
mecanismos de avaliação e diretrizes
técnicas relacionadas à sua elaboração,
contemplado na organização didático-pedagógica
na p. 129 e o regulamento em anexo.
07
Descrição de condições
estruturais, quando houver
previsão de funcionamento do
curso em prédio específico
2. A MANTENEDORA
2.1 A MANTENEDORA
Mantenedora
Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC
CNPJ
33.621.384/0001-19
Registro
Estatuto Social registrado sob o nº 425.259, Livro nº A-239, e
Regimento registrado sob o nº 375.754, Livro nº A-207, ambos no
Serviço Notarial e Registral, Registro de Títulos e Documentos e
Registro de Pessoas Jurídicas Toscano de Brito, João Pessoa/PB
Superintendência Nacional:
Avenida Dom Pedro I, 426, Centro, João Pessoa / PB
CEP 58.013-021
Endereço e contatos
Representação no Distrito Federal
SGAN 608, Conjunto C, Plano Piloto, Brasília / DF
CEP: 70.850-080
Tel. (61) 3340.4910 / 3340.5533 / 3274.0562
E.mail: [email protected]
O Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC tem como Mantenedora a Campanha
Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC, Instituição filantrópica, sem fins lucrativos. A
Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC é o mais expressivo movimento de
educação comunitária existente na América Latina. Surgiu em 29 de julho de 1943, em Recife-PE,
do ideal de um grupo de estudantes universitários, liderados por Felipe Tiago Gomes.
A CNEC é pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de associação civil,
sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural e de promoção humana, com inscrição no CNPJ
sob nº 33.621.384/0001-19, bem como, reconhecida como de Utilidade Pública Federal pelo
Decreto nº 36.505/54 e registrada junto ao Conselho Nacional de Assistência Social desde 1.951,
como Entidade Beneficente de Assistência Social.
A mantenedora localiza-se na Avenida Dom Pedro I, nº 426, centro, João Pessoa - PB, e
possui estatuto social registrado no Cartório Toscano de Brito - Serviço Notorial e Registral –
Registro Civil de Pessoas Jurídicas, cuja última alteração está registrada sob o n°. 578.107, no livro
A- 387, João Pessoa – PB, em 30 de maio de 2011.
2.2 Títulos e Certificados
A CNEC é portadora dos seguintes títulos, inscrições e certificados:
ÓRGÃO FISCALIZADOR
TÍTULO
INSTRUMENTO DE OUTORGA
UNIÃO – MINISTÉRIO DA
JUSTIÇA
Utilidade Pública Federal
Decreto nº 36.504/54
UNIÃO – CONSELHO
NACIONAL DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL –
CNAS
Registro e Certificado de
Entidade Beneficente de
Assistência Social
Registro Processo nº 079.564/51
Recadastramento: Res. CNAS nº 061/95
Renovação do CEAS: Res. CNAS nº
73/2007
ESTADO DA PARAÍBA
Utilidade Pública Estadual
Decreto nº 7.737/2005
ESTADO DA PARAÍBA –
CONSELHO DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL DO
ESTADO DA PARAÍBA
Inscrição junto ao CAS/PB
Res. CEAS/PB nº 002/2005
MUNICÍPIO DE JOÃO
PESSOA/PB
Utilidade Pública Municipal
Lei nº 10.497/2005
MUNICÍPIO DE JOÃO
PESSOA/PB – CONSELHO
MUNICIPAL DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Inscrição junto ao
CMAS/João Pessoa
Res. CMAS nº 001/2005
2.3 Do Organograma Institucional
A CNEC tem sua estrutura organizada por órgãos de consulta, de deliberação, de
direção, de fiscalização e de execução, com competências e atribuições previstas no seu Estatuto
Social e Regimento.
Os Órgãos de Consulta contribuem com a orientação filosófica e doutrinária da
Instituição, aconselhando e assessorando a Direção da CNEC nas definições das estratégias para o
cumprimento de sua missão.
Os Órgãos de Deliberação - o Congresso Nacional, as Assembleias Estaduais e as
Assembleias Locais – representam os associados e, em reuniões ordinárias, elegem as diretorias, os
conselhos consultivos e os conselhos fiscais, apreciam e aprovam os relatórios e contas dos órgãos
diretivos, e deliberam sobre assuntos de interesse geral da Instituição.
Os Órgãos de Direção – a Diretoria Nacional e as Diretorias Estaduais – representam a
Instituição e definem as políticas, diretrizes, projetos e normas institucionais, para garantia do
cumprimento das finalidades estatutárias. Da estrutura dos Órgãos de Direção, fazem parte,
também, as Diretorias dos Conselhos Comunitários que têm precípua função de fazer o elo entre as
demandas e os interesses das comunidades, e os programas e projetos das unidades cenecistas.
Os Órgãos de Fiscalização – Conselho Fiscal Nacional, Conselhos Fiscais Estaduais e
Conselhos Fiscais Locais – exercem ação fiscalizadora, sobre a execução orçamentária, operações
financeiras, empréstimos, documentos contábeis e alienações de bens imóveis.
E, os Órgãos de Execução – Superintendência Nacional, Superintendências Regionais e
Estaduais, Coordenações Estaduais e a Direção das Unidades Cenecistas – são os responsáveis pela
coordenação e execução das políticas, diretrizes e projetos institucionais, bem como pelas
atividades pedagógicas, sociais e técnico-administrativas da Instituição.
Assim, na estrutura organizacional, a CNEC tem na Diretoria Nacional seu órgão
superior de direção e definição de políticas, diretrizes, projetos e normas e no Conselho Fiscal
Nacional seu órgão superior de controle e fiscalização.
Para o quadriênio 2008/2012, com mandato de 29.07.2008 a 29.07.2012, os referidos
órgãos apresentam a composição legitimada no 40º Congresso Nacional, realizado no dia 29 de
julho de 2008, a saber:
2.3.1 Representantes Legais
Alexandre José dos Santos (Presidente)
Juarez de Magalhães Rigon (Vice-Presidente)
Professora Anita Ortiz Corrêa (Secretária)
2.3.2 Diretores
Rogério Auto Teófilo
João Faustino Ferreira Neto
Juril de Pláscido e Silva Carnasciali
Deputado Federal Nárcio Rodrigues da Silveira
Monsenhor André Viana Camurça
2.3.3 Conselho Fiscal Nacional
Edinalvo Dantas (presidente)
Júlio César Souza Baltharejo (Conselheiro Titular)
Laércio Segundo de Oliveira (Conselheiro Titular)
Na estrutura de execução, a Superintendência Nacional é o órgão máximo, a quem
compete cumprir e fazer cumprir as políticas, diretrizes, projetos institucionais, bem como as
atividades técnico-administrativas.
Com a eleição ocorrida no dia 13 de fevereiro de 2004 e homologada pela Resolução
DN 25/2004, a Superintendência Nacional, na conformidade do Estatuto Social e Regimento, é
representada por um Superintendente Nacional, a saber: Júlio César Lindemann (Superintendente
Nacional).
2.4 Histórico da Mantenedora
Fundada em 1943, na cidade de Recife/PE, como Campanha do Ginasiano Pobre, a CNEC
nasceu do ideal de um grupo de estudantes universitários que, liderados pelo Professor Felipe Tiago
Gomes, resolveu contrariar a situação instalada - a escola como privilégio de poucos - oferecendo
ensino gratuito a jovens carentes. O trabalho voluntário de seus idealizadores se propagou pelo
Brasil, comemorando adesões e compromissos que fizeram da Campanha do Ginasiano Pobre - que
inicialmente abrigava pedidos de ajuda e orientações para a criação de unidades escolares - a
Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - reconhecida como o mais expressivo movimento
de educação comunitária existente na América Latina.
A concepção de educação comunitária, já naquela época, atendia não só aos anseios dos
excluídos, mas de toda a comunidade, pois o Projeto Cenecista fundou seus alicerces no fazer
educação com qualidade, desde que não bastava proporcionar o acesso ao conhecimento - a
motivação era, sobretudo, promover a transformação.
Destaque-se, no arrojado projeto desse ideal, a escolha de um modelo de gestão com bases
na democracia, o que garantiu a livre manifestação das aspirações envolvidas pela via da
participação efetiva da comunidade em todas as instâncias de direção, desde o Conselho
Comunitário, passando pelas Diretorias Estaduais até a Diretoria Nacional. O modelo de gestão se
fortaleceu ao longo desses 69 anos de plena e profícua atividade e se revela em perfeita harmonia ao
fundir o idealismo do jovem Felipe Tiago Gomes - o visionário - ao profissionalismo de seus atuais
gestores. Hoje a CNEC, baseada na reformulação do Estatuto Social, ocorrido em 2011, busca
implantar o modelo de gestão pautado na governança corporativa.
Ao longo de sua trajetória - que traduz a evolução do Terceiro Setor no Brasil - priorizou a
Educação Básica e Profissionalizante como principais produtos, haja vista a premente demanda pela
prestação desses serviços, em especial no interior do País. Chegou a manter mais de 2000 unidades,
estabelecendo-se principalmente junto àquelas comunidades em que o Estado não apresentava
condições de suprir as carências apresentadas.
Assim, ao tempo em que o Estado iniciou processo de retomada de suas obrigações no que
pertence à educação, notadamente com a criação do FUNDEF - Fundo de Desenvolvimento do
Ensino Fundamental, a CNEC iniciou processo gradativo de redução de suas unidades, optando por
continuar suas atividades onde a prestação de serviços educacionais e assistenciais - voltada para a
formação integral de pessoas - vai ao encontro das necessidades e interesses das comunidades
beneficiadas.
Na Educação Superior, em movimento contrário e refletindo de maneira singular a demanda
nacional, a linha de expansão da CNEC é especialmente verificada entre os anos de 1998 a 2004,
com a criação de 14 instituições, chegando a um total de 23 Instituições Cenecistas de Ensino
Superior - ICES. Atualmente a CNEC conta com 20 instituições ativas na educação superior.
Em seu histórico apresenta, ainda, significativas contribuições para a redução das diferenças
sociais, representadas pela promoção de projetos de assistência social que visam, principalmente, à
melhoria das condições de vida de crianças, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade
pessoal e ou risco de exclusão social. Nesse contexto, são mantidos projetos que promovem a
inclusão social pelo processo educacional, reforçando-se, principalmente, os que visam à
capacitação profissional de portadores de necessidades especiais para ingresso no mercado de
trabalho e ou geração de renda.
No atendimento a crianças, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade pessoal e ou
risco social, são mantidos, prioritariamente, projetos que oferecem atendimento aos grupos
familiares, de forma que o processo de inclusão seja garantido com:
• a alfabetização e ou elevação do grau de escolaridade para jovens, adultos e idosos;
• a capacitação profissional de jovens e adultos, pelo fomento de cursos profissionalizantes
de nível básico, que possibilitem o acesso ao mercado de trabalho e a geração e ou
melhoria da renda dos grupos familiares;
• a promoção de eventos educativos, culturais e esportivos, com vistas a facilitar o processo
de integração das famílias assistidas às respectivas comunidades.
Hoje, a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, como passou a chamar-se, possui
unidades de ensino em todas as regiões do Brasil.
A identidade organizacional da CNEC e a sua missão preconizam a dedicação total à
Educação e serviços afins, promovendo a formação integral das pessoas por meio de uma educação
de qualidade com compromisso social. A instituição reafirma suas crenças e valores, embasados nos
princípios éticos, valorização do ser humano, competência, compromisso, honestidade, reflexos da
oferta de serviços e produtos educacionais de excelência.
Rompendo as barreiras naturais de estruturas quase seculares de administrações empíricas,
em que a boa vontade, o forte desejo de difundir a educação esbarrava na falta de recursos físicos e
humanos adequados, a CNEC de hoje alia-se aos mais modernos princípios de gestão, ferramentas
indispensáveis num mundo de mudanças vertiginosas. A modernidade de sua estrutura está refletida
claramente nos grandes investimentos na seleção, contratação e capacitação de pessoal de alto nível
gerencial e novas tecnologias de ensino, igualando-se às maiores instituições do setor no país.
A CNEC de hoje marca presença no cenário da educação nacional. Podemos afirmar que sua
mística e filosofia de bem servir estão preservadas, sobretudo, nas mentes e corações dos milhões
de alunos, professores, diretores, colaboradores e benfeitores, que adentraram as portas da
instituição nesses 69 anos, sempre abertas aos que buscam o ideal da plena cidadania, exercida pela
educação, que forma para a liberdade, para o cultivo do respeito ao outro e preservação da
individualidade.
2.5 Missão e Finalidades
A CNEC tem como missão promover a formação integral de pessoas, oferecendo
educação de excelência com compromisso social e o cumprimento da mesma ocorre a partir da
manutenção de suas finalidades estatutárias, a saber:
Art. 3º. São finalidades da CNEC:
I – oferecer serviços educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não
formais, em todos os níveis e modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos,
enfatizando a geração e a difusão de valores comunitários e a formação de uma
sociedade democrática não excludente;
II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência social,
oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais
e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;
III - promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de preservação do meio
ambiente e turismo;
IV – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas educacionais e
culturais, em todas as suas formas de expressão;
V – criar e manter Centros de Educação Profissional nos níveis de Capacitação,
Qualificação, Suprimento, Básico, Técnico e Tecnológico, oferecendo a jovens e adultos
as habilitações necessárias para o exercício de sua cidadania e para seu desenvolvimento
técnico, profissional e cultural.
Parágrafo único. Destinar-se-ão tantas vagas quanto determina a legislação pertinente à
filantropia, de forma planejada, diária e sistemática, sem qualquer discriminação da
clientela beneficiada.
2.6 Público Alvo
O público alvo da CNEC está definido em sua missão - “promover a formação integral
de pessoas, oferecendo educação de excelência com compromisso social”, e se expressa na
concepção dos serviços que oferece nos seguimentos da educação e da assistência social. Assim,
destacamos:
1. Na prestação de serviços educacionais - em todos os níveis e modalidades - o público
alvo abrange crianças, jovens e adultos, alcançando alunos pagantes e bolsistas, conforme
determina seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades da CNEC: I – oferecer serviços
educacionais avulsos, seriados e não seriados, formais e não formais, em todos os níveis e
modalidades de ensino, para crianças, jovens e adultos, enfatizando a geração e a difusão de
valores comunitários e a formação de uma sociedade democrática não excludente;”
2. No atendimento em ações, projetos e programas de assistência social, o público alvo
é o definido pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS e consolidado pela Política Nacional
de Assistência Social, com atendimento a crianças, adolescentes, adultos, idosos e portadores de
deficiência, em situação de vulnerabilidade pessoal e ou risco de exclusão social, notadamente
alcançando suas respectivas famílias, conforme define seu Estatuto Social: “Art. 3º. São finalidades
da CNEC: ... II – promover, coordenar e executar ações, projetos e programas de assistência
social, oferecendo oportunidades e meios para a melhoria das condições educacionais, culturais
e a ascensão social de pessoas carentes ou em risco de exclusão social;”
2.7 História da CNEC em Minas Gerais
A história da CNEC em Minas Gerais é contada pelo próprio Professor Felipe Tiago
Gomes em sua obra “Escolas da Comunidade”, de onde foi transcrito o seguinte trecho, do Capítulo
“Origens da CNEC em Minas Gerais”.
“Na ânsia de levar a Campanha ao grande Estado, não titubeei em tomar um trem da
Central do Brasil, com passagem autorizada pelo Dr. Jurandir Pires Ferreira, Diretor
dessa ferrovia, e saí a percorrer o imenso território mineiro. De uma vez, fui até Ponte
Nova; de outra, até Nova Era. Descia do trem, empoeirado, usando sempre a mesma
roupa, e saía à procura da pessoa que mais se interessava pelo progresso local. Para
isto, valia-me da informação do homem simples das ruas. Teria de encontrar alguém
que ficasse com a idéia e a tornasse vitoriosa na localidade.
Em 1951, um grupo de universitários mineiros constituiu-se na base de sustentação das
nossas idéias inovadoras em Minas Gerais. Eles trouxeram o apoio da imprensa, de
autoridades e de mestres como os professores Rubens Costa Romanelli e Colombo
Etienne Arreguy, que muito ajudaram na implantação da Campanha.
Os alunos da Faculdade de Filosofia de Belo Horizonte, Wilson Chaves e Expedito
Albuquerque, ficaram com a incumbência de dirigir respectivamente o Ginásio “Mons
Artur de Oliveira” e “Leonel Franca”. Em Uberaba, o Prefeito, Dr. Antonio Próspero,
e sua esposa, Dona Quita, apoiaram a criação do Ginásio Dr. José Ferreira.
É de justiça ressaltar a contribuição do Prof. Jenner Procópio Alvarenga, que desde a
criação da Campanha, em Minas Gerais, até hoje, continua colaborando conosco,
manifestando o mesmo entusiasmo dos primeiros dias.”1
A expansão da CNEC é visível, principalmente porque une esforços em torno de um
único objetivo que visa ao ensino de qualidade ao alcance de todos. Atualmente, no Estado de
Minas Gerais, a CNEC abrange uma ampla rede de escolas e faculdades com um total de 29 (vinte e
nove) unidades.
A Figura 1 representa o mapa do Estado de Minas Gerais bem como as unidades da rede
CNEC de escolas e faculdades, distribuídas em seu território.
Minas Gerais é um dos Estados com o maior número de unidades da CNEC em todo o
território Nacional. Isso indica maior desenvolvimento cultural, técnico e especializado nas diversas
áreas do conhecimento que são abarcadas pelos cursos superiores oferecidos pela Campanha
Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC.
A formação educacional de alto nível oferecida pela CNEC vem proporcionando
grandes possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico-cultural para a população e para o
Estado de Minas Gerais, a partir de esforços concentrados de todos os colaboradores que, apesar
dos objetivos essencialmente filantrópicos, dedicam-se e empenham-se ao máximo para oferecer o
melhor de si, no sentido de preservarem os ideais do Professor Felipe Tiago Gomes.
1
GOMES, Felipe Tiago. Origens da CNEC em Minas. In: Gomes, F. Tiago. Escolas da
Comunidade. 5ª ed. Brasília: S.ed., 1980, p.109-110.
ESCOLAS E FACULDADES DA CNEC EM MINAS GERAIS
Figura 1: Unidades da CNEC em Minas Gerais
Fonte: CNEC/2006
Talvez em nenhum outro estado da federação o sentido de liberdade que expressa a
própria bandeira mineira, símbolo máximo da luta pelos direitos fundamentais do homem, não seja
tão valorizado e tão inerente ao espírito de cada cidadão, ao ponto de identificar plenamente com os
ideais Cenecistas.
3. O INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR
CENECISTA – INESC
IES
Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC
Publicação no DOU
O INESC tem sua publicação na data de implantação de seu
primeiro Curso Superior (Ciências Contábeis), através da Portaria
de Autorização MEC 119/98 de 12, de fevereiro de 1998.
Endereço e contatos
Rua Celina Lisboa Frederico, 142 – Centro – Unaí / MG
CEP: 38.610-000
Tel. (38) 3677.4747
Fax: (38) 3677.4343
E.mail: [email protected]
Antes de ser apresentado o Projeto Pedagógico em si, faz-se necessária uma retrospectiva
histórica dos movimentos e condições que levaram à constituição e origem do Instituto de Ensino
Superior Cenecista – INESC, em Unaí/MG.
A Campanha Nacional de Escola da Comunidade – CNEC, Mantenedora do Instituto de
Ensino Superior Cenecista – INESC, já está atuando em Unaí desde junho de 1959, data em que
iniciaram suas atividades a partir da criação do “Ginásio Nossa Senhora do Carmo”, atualmente,
“Escola Cenecista Nossa Senhora do Carmo”, que oferece desde a educação infantil até o ensino
médio, com os mais elevados padrões de qualidade.
Por meio de extensa pesquisa de interesse e a verificação da necessidade de cursos
superiores para a grande massa de alunos que a cada ano finalizavam o ensino médio, em 1994 a
comunidade se reuniu para criar o INESC, propondo a elaboração de dois projetos a serem
submetidos ao Ministério da Educação e Conselho Nacional de Educação: Ciências Contábeis e
Administração de Empresas. Foi então que em 1998 iniciaram-se as atividades com as primeiras
turmas do curso de Ciências Contábeis, seguidas em 1999 pelas do curso de Administração de
Empresas. Em 2001, os Projetos dos Cursos de Sistemas de Informação e de Direito foram
apresentados, sendo autorizados, iniciando as suas atividades. O reconhecimento do Curso de
Sistemas de Informação se deu em 2005 e o de Direito em 2009. (Tabela a seguir)
A partir da necessidade de cursos específicos na área da educação, foram empreendidos
esforços no sentido de se criar o ISEC (Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí) com o
Curso Normal Superior reconhecido em 2006. Considerando-se a utilização da mesma estrutura
física e organizacional pelos dois Institutos (ISEC– Instituto Superior Cenecista de Unaí e INESC Instituto de Ensino Superior Cenecista), o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI apresenta a
proposta de unificação aprovada pelo MEC. Em 2007 de acordo com as Diretrizes curriculares
Nacionais transforma-se o Curso Normal Superior em Curso de Pedagogia.
Em 2010 o Curso de Engenharia de Produção é autorizado e dessa forma, o INESC mantém
os cursos superiores nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia de
Produção, Pedagogia e Sistemas de Informação.
3.1 Missão do INESC
O INESC busca a formação de profissionais conscientes de seu papel enquanto cidadãos,
dotados de uma visão transdisciplinar e qualificados para ler e interpretar os cenários sociais,
políticos e econômicos, de forma a atuar com alto nível de competência técnica e responsabilidade
ética, posicionando-se de maneira crítica e ativa diante das mudanças provocadas na sociedade
contemporânea pelo processo de globalização e pela revolução técnico-científica.
E é fundamentado nesta visão global, que o INESC tem como missão:
A produção e transmissão do conhecimento científico e filosófico nas
diversas áreas de estudo, em especial nas Ciências Sociais e
Tecnológicas, associadas ao incentivo às manifestações artísticas e à
difusão da cultura, visando ao desenvolvimento humano em geral e, em
particular, à formação de profissionais de alta qualidade, com
responsabilidade ética e capacidade empreendedora de contribuir para
a promoção do desenvolvimento social e econômico, enfrentando os
problemas que marcam a realidade brasileira.
Não se deve, no entanto, investir na educação universitária pensando exclusivamente na
formação profissional, é necessário compreender a pessoa como produtora e gestora de
conhecimentos, assumindo o compromisso de atuar como um agente promotor de mudanças na
sociedade, apresentando um perfil polivalente, flexível e sensível às necessidades ditadas pela
realidade brasileira.
3.2 Finalidades do INESC
Garantir o respeito à liberdade de ensino, fomentando a interdisciplinaridade,
reconhecendo a legitimidade do conhecimento vinculado à realidade social e aos princípios éticos da
ciência.
Manter o compromisso constante com a difusão e socialização do saber, da arte e da
cultura, estabelecendo laços com a comunidade construindo, coletivamente, uma intervenção social
voltada para a promoção da paz, a defesa dos direitos humanos e a preservação do meio ambiente,
ampliando a inserção social mediante uma articulação cada vez mais próxima e intensa com a
comunidade local.
Formar produtores e gestores do conhecimento, dotados de consciência crítica,
capacidade criadora e autonomia intelectual, empenhados na busca de soluções democráticas para os
problemas sociais da realidade brasileira e principalmente, criar mecanismos que viabilizem a
formação continuada dos egressos mediante a adoção de estratégias diversificadas, principalmente
baseadas nas vastas possibilidades das tecnologias de informação e comunicação existentes
atualmente.
Estimular a criação de grupos de pesquisa e de estudo, com linhas de investigação
diretamente correlacionadas com a formação acadêmica e a realidade social, para que os
conhecimentos gerados possam se apresentar como soluções para os diversos problemas que afligem
a sociedade atual, bem como as relações entre os indivíduos.
3.3 Objetivos do INESC
Para que as finalidades do INESC sejam plenamente atingidas, os seguintes objetivos
devem ser traçados:
• Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para inserção em setores
profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua
formação contínua;
• Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o
entendimento do homem e do meio em que vive;
• Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem
patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de
ouras formas de comunicação;
• Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos
numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
• Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais,
regionais e da comunidade em que se insere;
• Prestar serviços especializados que atendam às demandas e aos interesses da comunidade
e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
• Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios da criação cultural e da iniciação cientifica e tecnológica geradas
na instituição;
• Prestar assistência ou consultoria técnica, em sua área de atuação, a entidades públicas e
privadas, por meio de convênios, contratos ou outros instrumentos de natureza
obrigacional;
• Manter intercâmbio de informações, de pessoal docente e discente e de experiências, com
instituições congêneres, nacionais e estrangeiras;
• Organizar centro de informações técnicas para suporte das atividades de ensino, iniciação
cientifica e extensão, bem como para prestação de serviços à comunidade.
3.4 Cursos Oferecidos
O INESC é uma Instituição de Ensino que possui potencial para o oferecimento de
cursos em diversas áreas do conhecimento. No entanto, conforme o Regimento Interno do INESC,
sua infra-estrutura acadêmica lhe permite ofertar três modalidades de cursos:
Cursos de Graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou
equivalente e que tenham sido classificados em processo seletivo;
Cursos de Pós-Graduação em nível de especialização (lato sensu), abertos a candidatos
diplomados em cursos de graduação;
Cursos de Extensão, em nível de aperfeiçoamento, abertos à comunidade, observando-se os
requisitos estabelecidos em cada curso.
Na Tabela abaixo são dispostos os cursos oferecidos pelo INESC, e as informações
referentes às suas portarias, regime escolar, tempo de integralização, vagas e horários de
funcionamento.
Cursos
ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS
CIÊNCIAS
CONTÁBEIS
ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO
Portaria
Autorização
Tempo de
Integralização
Horários de
Funcionamento e
dias letivos anuais
Regime Escolar
Min.
Max.
Turno
Regime
Carga
Horária
(Port. Rec.)
Carga
Horária
(Atual)
n° de
vagas
Portaria MEC
320 de
26/02/1999
Publicado no
D.O.U. de
02/03/1999
n° 903 de
31/03/2004
Publicado no
D.O.U. de
01/04/2004
4
anos
6
Anos
Noturno
Seriado
Semestral
3.564
h/aula
3.160
h/aula
90
anuais
* 2ª a 6ª feira de 19:00
às 22:30
200 dias letivos
Portaria MEC
119 de
12/02/1998
Publicado no
D.O.U. de
16/02/1998
Portaria MEC
1.617/09 DOU
13/11/2009
n° 1.250 de
13/05/2004
Publicado no
D.O.U. de
14/05/2004
4
anos
6
anos
Noturno
Seriado
Semestral
3.144
h/aula
3.160
h/aula
80
anuais
* 2ª a 6ª feira de 19:00
às 22:30
200 dias letivos
DIREITO
n° 1.683 de
07/06/2002
Publicado no
D.O.U. de
10/06/2002
PEDAGOGIA
Portaria MEC
nº 849
de 22/03/2002
Publicado no
D.O.U de
27/03/2002
SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Portaria
Reconhecimento
Portaria MEC
2881/01
Fonte: INESC-Unaí/2010
5 anos
n° 653 de
07/05/2009
Publicado no
D.O.U. de
08/05/2009
Portaria MEC
nº 943
de 22/11/2006
Publicado no
D.O.U.
23/11/2006
n° 2.881 de
14/12/2001
Publicado no
D.O.U. de
18/12/2001
5
anos
7 anos
Noturno
Seriado
Semestral
3.680h/aul
a
3.680h/au
la
100
anuais
7
anos
Noturno
Seriado
Semestral
4.600
h/aula
4.600
h/aula
160
anuais
* 2ª a 6ª feira de
19:00 às 22:30 (N)
* sábados das
8:00 às 11:30
200 dias letivos
* 2ª a 6ª feira de
19:00 às 22:30 (N)
* sábados das
8:00 às 11:30
200 dias letivos
3 anos e
meio
5 anos e
meio
Noturno
Seriado
Semestral
3.200
h/aula
3.200
h/aula
90
anuais
* 2ª a 6ª feira de
19:00 às 22:30 (N)
* sábados das
8:00 às 11:30
200 dias letivos
4
anos
6
anos
Noturno
Seriado
Semestral
3.570
h/aula
3.220
h/aula
120
anuais
* 2ª a 6ª feira de
19:00 às 22:30
200 dias letivos
3.4.1 CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
O INESC oferece oportunidades de qualificação profissional em cursos de
especialização. São 9 (nove) os cursos de especialização (pós-graduação Lato Sensu), voltados às
expectativas de aprimoramento acadêmico e profissional, com duração máxima de dois anos, carga
horária de 420horas e 40 vagas.
São eles:
Auditoria e Controladoria
Contabilidade Empresarial
Direito Público
Engenharia de Software
Gestão Empresarial
Gestão de Pessoas
Gestão Educacional
Gestão e Comercialização em Agronegócios
3.4.2 OUTRAS MODALIDADES DE CURSOS
O INESC oferece ainda Cursos de Extensão, que visam a complementação ou aquisição
de conhecimentos em diversas áreas, atingindo uma ampla gama de profissionais, uma vez que o
grau de escolaridade exigido para matrícula no curso varia de acordo com sua complexidade. Nesta
modalidade de curso, são apresentados os fundamentos e conceitos básicos e a sua aplicabilidade no
mundo empresarial. Esses cursos são constituídos por disciplinas isoladas, ou por conjunto de
disciplinas girando em torno de um eixo comum com finalidades pré-estabelecidas e podem ser
aproveitados como parte dos cursos de especialização Lato Sensu.
Também são oferecidos cursos de Capacitação Básica, que têm por objetivo
proporcionar uma visão estratégica das empresas, por meio da utilização de técnicas, ferramentas e
conceitos gerenciais modernos, proporcionando uma maior interação da empresa com o ambiente, a
partir da organização interna, facilitando o crescimento e a prosperidade da empresa no mercado.
4. INSERÇÃO REGIONAL
O Instituto de Ensino Superior Cenecista – INESC encontra-se situado na cidade de
Unaí, na Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, que possui 64.932 km² de extensão territorial
e com uma população estimada em 308.783 habitantes, sendo que aproximadamente 65% estão
concentrados na zona urbana, resultando numa densidade demográfica de 5 hab/km². A Região é
marcada por diversidades físicas, econômicas, culturais e sociais. Unaí, especificamente, possui
uma população de 77 hab.565 e uma densidade demográfica de 9,18 hab/km2 (IBGE 2010).
Porém, apesar de estar localizado na Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, por
estar próximo à Brasília, esta faz parte da RIDE – Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito
Federal e Entorno, também chamada Região Metropolitana de Brasília.
A área de influência direta do INESC corresponde à Mesorregião Noroeste de Minas Microrregião de Unaí e de Paracatu – com influência também nos municípios vizinhos dos Estados
de Goiás e Bahia (Figura 2)
Belo Horizonte
Figura 2: Localização do Município de Unaí em relação ao mapa do Estado de Minas Gerais
A Região Noroeste do Estado de Minas Gerais, atualmente compreende os seguintes
municípios: Arinos, Bonfinópolis de Minas, Buritis, Formoso, Guarda-Mor, João Pinheiro,
Lagamar, Lagoa Grande, Paracatu, Presidente Olegário, Riachinho, São Gonçalo do Abaeté, Unaí,
Vazante, sendo que a partir de 1997 foram criados, por desmembramento e emancipados, os
seguintes novos municípios: Brasilândia, Cabeceira Grande, Dom Bosco, Natalândia e Uruana de
Minas.
A Figura 3 apresenta o círculo corresponde à área de influência direta do INESC, que
compreende à Mesorregião Noroeste de Minas – Microrregião de Unaí e de Paracatu - estendendose também aos municípios vizinhos do Estado de Goiás, além da Região Norte de Minas, inclusive
o Distrito Federal.
Figura 3: Microrregião de Unaí e Paracatu (Mesorregião do Noroeste de Minas Gerais)
Trata-se de uma Região de ocupação relativamente recente, com intensa expansão
econômica, implementada por um forte movimento migratório originado, principalmente, dos
Estados da Região Sul do país, que encontraram na Região, condições extremamente favoráveis
para o desenvolvimento de atividades agrícolas, pecuárias, comerciais e nas áreas de prestação de
serviços.
Com relação aos grandes centros, Unaí fica localizada à 600 km da capital do Estado,
Belo Horizonte, e à 172 Km da Capital Federal, Brasília. Num passado recente, quando ainda não
haviam estabelecimentos de Ensino Superior no Município, para a grande maioria dos estudantes,
era praticamente impossível se deslocar para qualquer das capitais, na intenção de darem
continuidade aos seus estudos. Apenas os mais privilegiados financeiramente tinham a oportunidade
de enviar os seus filhos para as capitais ou cidades com estrutura universitária (normalmente
Brasília, pela sua proximidade), sendo que os alunos de classes menos privilegiadas teriam que
contentar-se apenas com o nível secundário de formação.
Foi a partir deste cenário e das necessidades prementes do Município, na intenção de
proporcionar o Ensino Superior de qualidade para os alunos de Unaí e de toda a Região Noroeste do
Estado, idealizou-se a fundação e o desenvolvimento do INESC. Dessa forma, Unaí passou a
destacar-se como pólo das atenções de toda a Região, no que se refere ao ensino superior, uma vez
que conta atualmente com o INESC e mais três Faculdades, que proporcionam uma considerável
variedade de cursos de bacharelado e tecnológicos. Tudo isso, considerando-se a juventude e a
pujança do Município, com seus 69 anos de emancipação política.
Desse modo, é possível não perceber a grande influência exercida por Unaí, bem como
sua abrangência sobre a microrregião, fazendo com que o INESC disponibilize os seus cursos para
todos os alunos que necessitam de formação superior num raio aproximado de 200km da sede do
Município de Unaí.
No plano econômico, Unaí possui um comércio forte e bastante diversificado,
destacando-se como Cidade Pólo da Região. Pode-se dizer que se trata de um Município de vocação
essencialmente agrícola, agropecuária e agroindustrial, sendo um dos maiores produtores de grãos
do País, destacando-se também nas indústrias de cerâmica, calcário, entre outras. É o maior
produtor de milho e feijão do Estado de Minas Gerais, possuindo tecnologia de ponta na produção e
nas técnicas de pré e pós-colheita, permitindo-lhe uma excelente produtividade.
A pecuária bovina também é um dos alicerces da sua economia. O Município destaca-se
com um dos maiores rebanhos do Estado e com uma expressiva produção do leite, sendo
responsável por uma produção acima dos 300.000 litros/dia para Brasília. Considerando-se a Região
Noroeste de Minas Gerais, o Município de Unaí também destaca-se por possuir uma invejável infra-
estrutura relacionada ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas, direta ou indiretamente
vinculadas ao setor agroindustrial.
A vocação e o potencial agrícola da Região, e do Município de Unaí, em especial, já
vem sendo explorados à várias décadas, permitindo que este se situe como um dos primeiros
colocados na lista de maiores produtores do estado e do País.
Esta realidade proporciona um ambiente favorável à implantação de instituições de
ensino e pesquisa no Município, permitindo assim que jovens, egressos do ensino médio, muitas
vezes, filhos de agricultores ou ligados à atividades rurais e agroindustriais, possam permanecer na
Região e dar continuidade à sua relação com a terra e aos produtos oriundos desta, numa dimensão
diferenciada, propiciada pelo ensino superior. Desta forma, poderiam assumir os seus lugares nas
empresas agroindustriais da Região (ou de outras regiões do país) que demandam mão-de-obra cada
vez mais especializada e cujo potencial criativo e de gerar soluções para as problemáticas
mercadológicas atuais, lhes sejam características inerentes.
4.1 Dados Sócio-Econômicos da Região
O desbravamento e a colonização da Região Noroeste de Minas Gerais data do século
XVIII, com as primeiras famílias originárias de todas as regiões do Brasil, principalmente das
regiões Sul e Sudeste. Com o objetivo de se consolidarem na Região, adquiriram terras e
começaram a investir na produção agrícola. Todavia, é a partir da década de 80 que os avanços das
técnicas, bem como das tecnologias dos equipamentos cada vez mais sofisticados, a região deu um
grande salto econômico e social proporcionando melhor padrão de vida para a sua população.
A configuração populacional da Micro-região de Unaí, representante da maior extensão
territorial do Noroeste de Minas, encontra-se demonstrada na Tabela a seguir, em função dos
números das populações urbana e rural de cada município. Pode-se visualizar com detalhes as
proporções existentes entre a cidade e o campo. Observar tais aspectos é importante, pois uma
população essencialmente urbana irá demandar, cada vez mais, um ensino de qualidade e
comprometido com a realidade regional que se apresenta, buscando sua formação e especialização
para um mercado de trabalho mais exigente e extremamente concorrido.
Um importante aspecto da população é quanto à sua composição etária, a
predominância de uma população mais jovem, uma vez que este fator define, em grande parte, a
demanda por ensino superior. Segundo os dados estatísticos do IBGE para a Região, a faixa etária
predominante é de uma população jovem, onde aproximadamente 70% dos habitantes têm menos de
30 anos de idade.
Configuração e distribuição da população da Região Noroeste de Minas Gerais –
Microrregião de Unaí/MG
Região Noroeste
Arinos
Bonfinópolis de Minas
Buritis
Formoso
Unaí
Riachino
Total
Área Km²
4.496
3.558
5.549
4.166
9.749
1.756
64.932
Urbana
10.137
6.202
13.868
3.409
55.549
3.899
232.084
População em 2004
Rural
7.572
2.241
6.528
3.113
14.484
4.046
44.761
Total
17.709
8.443
20.396
6.522
70.033
7.945
328.461
Fonte: IBGE – Março de 2005
4.2 Aspectos Geo-Políticos e Infra-Estruturais de Unaí e Região
O Município de Unaí foi criado pela Lei Estadual nº 1.058 de 31 de Dezembro de 1943.
Fica localizado na Região VI – Noroeste – possuindo 8.484,01 Km, de configuração topográfica
com 60% de terras planas, 25% de terras onduladas e 15% de terras montanhosas. Sua altitude é de
684,75 m; temperatura média variando em torno dos 24º e índice pluviométrico de 1.200 mm/ano.
A densidade demográfica do Município fica em torno de 7,7 hab/Km2, com um crescimento
populacional de 1,2% /ano. Pertence à Bacia Hidrográfica do São Francisco, sendo seus principais
recursos hídricos: Rio Preto, Rio São Marcos, Ribeirão Soberbo, Ribeirão Aldeia, Ribeirão
Roncador e Ribeirão Canabrava.
A infra-estrutura de telefonia conta atualmente com os Sistemas OI Fixo e VIVO
Celular sendo considerado bastante razoável. O Índice população/número de terminais se aproxima
do índice geral do Estado de Minas Gerais, não havendo nenhuma comunidade rural (vilas,
povoados, etc) que não disponha de, pelo menos, um posto avançado de telefonia.
O Município conta com a presença de três emissoras locais de Rádio: 01 (uma) AM e 03
(duas) FM, além de duas emissoras de televisão, sendo uma local (TV Rio Preto), e uma subsidiária
da Rede Globo de Televisão (INTERTV), com sede em Montes Claros/MG e ponto de
retransmissão em Unaí. A cidade possui ainda 03 jornais locais e 03 tablóides de circulação regular.
Aproximadamente 12.000 pessoas são atendidas pelos dois provedores de Internet na cidade, sendo
Mastercabo (internet a cabo, wireless e VoIP) e ADA Unaí (internet discada e wireless). Os demais
usuários de Velox (internet discada) utilizam provedores externos, como UAI, OI e SPEEDY. A
cidade é servida por TV a cabo, pela Mastercabo e SKY.
Quanto à infra-estrutura de transportes, a malha viária da Região, (um dos mais
importantes fatores para o desenvolvimento econômico), na última década, foi ampliada com a
pavimentação de várias conexões entre os municípios: Unaí/Buritis (MG 210); Unaí/Arinos (MG
210); Arinos/Buritis (MG 210); Paracatu/Vazante; Unaí/Formosa-GO (em construção) e João
Pinheiro/Bonfinópolis de Minas. Dessa forma as conexões se completam com as já existentes:
Unaí/Paracatu (BR 251/MG 188); Unaí/Brasília (BR 251) e Unaí/Belo Horizonte (BR 251/MG
188/BR 040)
Órgãos da Administração Pública Estadual e Federal estão presentes no município, tais
como: Administração Fazendária; Secretaria do Trabalho; Empresa de Assistência Técnica e
Extensão Rural – EMATER; Polícia Rodoviária; Polícia Florestal; Polícia Militar; Instituto
Estadual de Floresta – IEF; Superintendência Regional de Minas Gerais – SUPRAM, ligada à
Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais;
16ª. Cia de Polícia Militar de Minas Gerais; 28º. Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais; 3º.
Pelotão do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de Minas Gerais; Delegacia Regional da Polícia
Civil do Estado de Minas Gerais; entre outros.
A infra-estrutura de abastecimento de água e coleta de esgoto de Unaí é prestada pelo
Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), autarquia municipal que proporciona um
abastecimento com água de excelente qualidade a 100% da população. O SAAE promove também a
a administração dos esgotos sanitários do município, a partir da Estação de Tratamento de Esgotos
de Unaí (ETE), que foi uma grande conquista do Município, amenizando os impactos sobre o Meio
Ambiente.
Os Sistemas de tratamento da água e esgoto oferecidos à população de Unaí é referência
internacional. Segundo documento publicado em março de 2007 pela ONG World Development
Movement, do Reino Unido, Unaí é exemplo, juntamente com apenas outros três municípios no
Brasil (Alagoinhas/BA, Guarulhos/SP e Porto Alegre/RS), nos programas de combate à crise global
de água.
Na área da saúde, o Município conta com aproximadamente 21 estabelecimentos, entre
hospitais, clínicas, postos de saúde e toda uma infra-estrutura que permite o tratamento de sua
população e de também da região.
4.3 Contexto Educacional Regional
No Município de Unaí os estudantes podem contar com uma ampla rede de
estabelecimentos de ensino que vai desde a pré-escola até o nível superior, além de vários cursos de
pós-graduação, também oferecidos, o que revela um grande incremento, sobretudo nas redes
municipais, com melhoria do atendimento aos alunos, especialmente das escolas rurais, oferta de
transporte escolar e programas de aperfeiçoamento dos docentes.
Números que colocam Unaí em evidência, no campo da educação, é o IDH - Índice de
Desenvolvimento Humano, avaliado no ano de 2000, colocando o Município em 21º. lugar no
Estado (entre os 853 municípios de Minas Gerais). (PMU, 2008).
Ressalta-se que, na década de 1990, essa rede foi ampliada, inclusive com a construção,
dentre outros, de CAIC’s – Centros de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente, pelo Programa
Nacional de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (PRONAICA) nos municípios de
Paracatu, João Pinheiro e Unaí.
A partir de 1997, a Secretaria de Estado da Educação/MG, com “Projeto de Aceleração
Pedagógica” e “Acertando o Passo” fez retornarem à escola centenas de jovens que haviam
paralisado seus estudos. Com isso houve um crescimento muito grande no atendimento, sobretudo
nas séries finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio (2º grau). Mais recentemente, a
Secretaria Municipal de Educação de Unaí (SEMED), implantou a Educação de Jovens e Adultos
(EJA), projeto apoiado pelo Governo Federal com a finalidade de proporcionar aos jovens e adultos,
que deixaram o ensino, uma nova oportunidade de se formarem.
O atendimento educacional no Município tem crescido de forma vertiginosa. Em 1997,
as redes de ensino do município (pública e privada) atendiam a pouco mais de 10.000 alunos; em
2003 este número era de 13.852 alunos; atualmente, o número de alunos assistidos com ensino
fundamental e médio pelas redes pública e privada em Unaí é superior a 16.000 alunos. (IBGE,
2006; PMU, 2008). (Figura 04)
Evolução dos Ensinos Médio e Fundamental em
Unaí (1997-2007), em número de alunos
25000
20000
Fundamental
15000
Médio
10000
Total
5000
0
1997
2000
2007
Figura 4: Evolução do Ensino Médio e Fundamental em Unaí, em número de alunos
A demanda por Ensino Médio na Região Noroeste de Minas Gerais vem apresentando
um crescimento de cerca de 10% ao ano. Nos últimos anos, a situação do Ensino Médio vem
melhorando graças à criação de novas escolas públicas, à ampliação de vagas e cursos e também
aos novos projetos da SEE/MG, estimulando o retorno à escola de grande número de estudantes que
haviam paralisado seus estudos.
Em 2008 reinicia na Escola Estadual Delvito Alves da Silva o curso Normal Nível
Médio. O curso é formado por turmas geradoras que têm duração de 4 anos e turmas de
complementação de carga horária com duração de um ano e meio para alunos que já tinham o
Ensino Médio. Em julho de 2009, cinquenta e quatro alunos se formaram e em agosto de 2010,
sessenta e três alunos se formarão e em julho de 2011 mais oitenta alunos. A SRE autorizou a
continuidade do curso o que viabilizará futuros alunos para o Curso de Pedagogia, pois a maioria
dos egressos do Normal Nível Médio são candidatos ao Curso de Pedagogia do INESC.
4.4 Ensino Superior na Região Noroeste e em Unaí
Não há como analisar Unaí e os demais municípios no Noroeste de Minas sem incluir a
importância da Capital Federal no cenário social, político e econômico regional.
Por ser o centro regional, Brasília sofre pressões violentas de seu entorno e, hoje, estudase formas de: reduzir essas pressões, fortalecendo os centros regionais do entorno, dotando-os de
infra-estrutura que atenda às demandas sociais, econômicas e culturais de seus habitantes.
Convém ressaltar o papel de Brasília, Capital Federal, centro de maior interesse regional,
que oferece grande variedade de cursos superiores, mas que, pelo elevado custo de vida, se torna
proibitivo para a quase totalidade dos pretendentes ao ensino superior.
Nesta última década, como ocorreu em outras regiões do país, a Região Noroeste de
Minas Gerais, presenciou um significativo crescimento na área da Educação Superior. Até o final
dos anos noventa, a Região contava com três Instituições de Ensino Superior, o INESC e a FACTU,
em Unaí, e a FINOM, em Paracatu, as quais ofereciam apenas seis cursos superiores. Atualmente
existem, somente na área de abrangência de Unaí (Micro-região de Unaí), dez instituições de
Ensino Superior, uma pública e nove da iniciativa privada, que oferecem 47 cursos superiores.
A seguir, estão relacionadas as instituições existentes na Região, bem como os seus
respectivos cursos e o número de vagas anuais:
Em Unaí:
INESC – Instituto de Ensino Superior Cenecista
•
Ciências Contábeis (80 vagas - noturno)
•
Administração (90 vagas - noturno)
•
Sistemas de Informação (120 vagas - noturno)
•
Direito (80 vagas noturno)
•
Pedagogia (90 vagas - noturno)
•
Engenharia de Produção (100 vagas- noturno)
FACISA – Faculdade de Ciências da Saúde de Unaí (280 vagas)
•
Enfermagem (100 vagas noturno) e (100 vagas matutino)
•
Medicina Veterinária (80 vagas - diurno)
UNIMONTES – Universidade Estadual de Montes Claros (70 vagas)
•
Letras (Habilitação em Português) (35 vagas - noturno)
•
Ciências Biológicas (35 vagas - noturno)
FACTU – Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí (1.340 vagas)
•
Administração (100 vagas - noturno)
•
Agronomia (100 vagas - diurno)
•
Artes Visuais (70 vagas diurno) e (70 vagas noturno)
•
Ciências Contábeis (100 vagas - noturno)
•
Tecnologia de Sistemas de Informação (100 vagas noturno)
•
Direito (100 vagas – noturno)
•
Educação Física (100 vagas noturno)
•
Enfermagem (100 vagas diurno)
•
Normal Superior (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Pedagogia (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Turismo (100 vagas – noturno)
Em Paracatu:
Faculdade ATENAS (820 vagas)
•
Administração (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Direito (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Educação Física (120 vagas – noturno)
•
Medicina (100 vagas – noturno)
•
Nutrição (50 vagas diurno) e (50 vagas noturno)
•
Sistemas de Informação (100 vagas – noturno)
FINOM – Faculdade do Noroeste de Minas (2.300 vagas)
•
Agronomia (100 vagas - diurno)
•
Ciências Contábeis (100 vagas - noturno)
•
Tecnologia de Agronegócios (100 vagas noturno)
•
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (100 vagas – noturno)
•
Direito (200 vagas – noturno)
•
Engenharia (telecomunicações) (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Engenharia Ambiental (100 vagas noturno)
•
Engenharia Civil (100 vagas noturno)
•
Engenharia de Produção (100 vagas noturno)
•
Engenharia Elétrica (100 vagas noturno)
•
Física (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
•
Geografia (100 vagas noturno)
•
História (120 vagas noturno)
•
Matemática (50 vagas diurno) e (150 vagas noturno)
•
Pedagogia (280 vagas noturno)
•
Prog. Esp. Form. Pedagógica de Docentes (100 vagas diurno) e (100 vagas noturno)
UNIMONTES – Universidade Estadual de Montes Claros (60 vagas)
•
Pedagogia (35 vagas - noturno)
•
Matemática (25 vagas - noturno)
Em Buritis:
Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC (200 vagas)
•
Administração (100 vagas noturno)
•
Serviço Social (100 vagas noturno)
Pólo Universitário Profª Carlota Santana Prado (UFMG) (90 vagas)
•
Pedagogia (90 vagas noturno)
É relevante destacar a distância, em quilômetros, de Unaí para as sedes dos municípios
supra-citadas são:
* Distância de Unaí à Paracatu: 100 km
* Distância de Unaí à Buritis: 150 km
Em Unaí, são cinco as Instituições de Ensino Superior, sendo uma pública (estadual).
Estas Instituições oferecem 20 cursos superiores.
Considerando todas as Instituições de Ensino Superior da Região, que concorrem com o
INESC (citadas acima), a oferta de vagas, para os cursos de bacharelado, tecnologia e licenciatura,
representam 5.900 vagas anuais, disputando 16.184 egressos do ensino médio na Região (Tabela
abaixo). Acontece que, segundo estatística do IBGE, destes, apenas aproximadamente 6,5 mil (40%)
são potenciais ingressantes no ensino superior. Desta forma, a oferta de vagas não tem superado a
demanda por elas.
NÚMERO DE ALUNOS DA REDE ESTADUAL - QTM / MARÇO 2009
MUNICÍPIO
ENS MED
ANOS FINAIS
EJA MÉDIO
PRESENC.
EJA MÉDIO
SEMI-PRES.
CURSO NORMAL
NÍVEL MÉDIO
EDUC. PROF.
TOTAL
Arinos
1229
123
0
0
0
1352
Bonfinópolis de Minas
254
115
0
0
0
369
Brasilândia de Minas
1369
173
0
0
0
1542
Buritis
973
0
0
0
0
973
Cabeceira Grande
108
99
0
0
0
207
Dom Bosco
282
63
0
0
0
345
Natalândia
306
42
0
0
0
348
Paracatu
4291
635
880
295
0
6101
Riachinho
803
64
0
0
0
867
Unaí
2889
453
361
156
171
4030
Uruana de Minas
0
50
0
0
0
50
TOTAL JURISDIÇÃO
12504
1817
1241
451
171
16184
Dados: S.R.E/DIRE/DIVAE
Fonte: QTM/Março 2009
É interessante ainda, como subsídio suplementar a esta análise perspectiva e prognóstica,
no campo da educação, os objetivos do Plano Decenal da Educação do Município de Unaí
2006/2015, para o Ensino Superior:
01. Prover oferta de educação superior para pelo menos 30% da faixa etária de 18 a 24
anos. Meta: 10% em 3 anos; 20% em 6 anos; 30% em 10 anos.
02. Institucionalizar um amplo e diversificado sistema de avaliação interna e externa que
englobe os setores público e privado, e promova a melhoria da qualidade do ensino,
da pesquisa e da gestão acadêmica. Meta: 100% em 10 anos.
03. Estabelecer, em nível municipal, diretrizes curriculares que assegurem a necessária
flexibilidade e diversidade nos programas de estudos oferecidos pelas diferentes
instituições de educação superior, de forma a melhor atender às necessidades
diferenciais de sua clientela e às peculiaridades da região. Meta: 100% em até 10
anos.
04. Incluir nas diretrizes curriculares dos cursos de formação de docentes, temas
relacionados às problemáticas tratadas nos temas transversais, especialmente no que
se refere a abordagens tais como: gênero, educação sexual, ética (justiça, diálogo,
respeito mútuo, solidariedade e tolerância), pluralidade cultural, meio ambiente,
saúde e temas locais. Meta: 50% em 05 anos e 100% em 10 anos.
05. Estimular a consolidação e o desenvolvimento da pós-graduação e da pesquisa,
dobrando o número de pesquisadores qualificados. Meta: 50% em 05 anos e 100%
em 10 anos.
06. Promover o aumento anual do número de mestres e de doutores formadores do
sistema nacional de pós-graduação. Meta: 30% em 03 anos, 60% em 06 anos e 100%
em 10 anos.
07. Incentivar a generalização da prática da pesquisa como elemento integrante e
modernizador dos processos de ensino aprendizagem. Meta: 100% em todos os anos
de execução do Plano Municipal.
08. Criar políticas que facilitem às minorias, o acesso à educação superior, através de
programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior,
permitindo-lhes, desta forma, competir em igualdade de condições nos processos de
seleção e admissão a esse nível de ensino. Meta: 30% em 03 anos, 60% em 06 anos e
100% em 10 anos.
09. Contribuir para o desenvolvimento cultural do município, através de práticas que
incentivem a produção e disseminação de bens culturais, assim como o resgate de
valores da cultura regional. Meta: 50% em 05 anos e 100% em 10 anos.
10. Promover a integração sócio-político-cultural com o público externo, através de
projetos de extensão. Meta: 100% em 10 anos.
11. Aumentar a oferta de cursos que venham de encontro à vocação e às demandas
profissionais da região. Meta: De acordo com o interesse da população.
5. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC
Organização Acadêmica: Instituto Superior ou Escola Superior
Categoria Administrativa: Privada - Filantrópica
Dirigente Principal: ROMUALDO NEIVA GONZAGA
CNPJ: 33621384202170
Mentenedora: CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE - CNEC
Endereço da Sede:
Rua Celina Lisboa Frederico 142 38610-000 UNAI - MG
Telefone: (38) 3677 4747 Fax: (38) 3677 4747
e-mail: [email protected];[email protected]
Site: www.inesc.br
Dados de criação e autorização do Curso Normal Superior
Documento: Portaria MEC
No. do Documento: 849
Data do Documento: 22/03/2002
Data de Publicação: 27/03/2002
Dados de reconhecimento do Curso Normal Superior
Documento: Portaria MEC
No. do Documento: 943
Data do Documento: 22/11/2006
Data de Publicação: 23/11/2006
Data da transformação do Curso Normal Superior em Pedagogia: 2007
Nome do Curso/ habilitação: Pedagogia (atendendo as novas Diretrizes Curriculares)
Modalidade do Curso: Presencial
Nº de vagas ato de criação e número atual: 90 anuais
Turno de funcionamento: noturno
Duração do Curso: Estrutura curricular de 2007 (3 anos e meio) até 2013
Duração do Curso: a partir da Estrutura Curricular de 2011 (4 anos)
Dimensão das turmas teóricas e práticas por semestre na estrutura curricular de 2007
SEMESTRE
TEÓRICA
PRÁTICA
1º
400
2º
400
80
3º
320
120
4º
320
130
5º
320
160
6º
300
170
7º
340
140
5.1- Histórico do Curso: criação e trajetória
No cenário educacional atual pode-se identificar a seguinte situação: ainda persistem
altos índices de evasão e repetência; baixos níveis de desempenho; grande número de alunos com
idades defasadas com relação aos anos que cursam; professores leigos; e uma porcentagem
importante de professores atuando na Educação Básica (educação infantil, ensino fundamental) sem
uma formação superior que os capacite e os profissionalize, bem como uma formação continuada
para responder aos desafios impostos neste momento da história da educação brasileira.
Neste sentido, o objetivo do Instituto de Ensino Superior Cenecista (INESC) é o de
produzir conhecimento e naturalmente fazer com que esse conhecimento chegue à sociedade por
meio das soluções geradas pela prática de pesquisas, do ensino proficiente e da extensão, no sentido
de atender às necessidades sociais, visando a formação de recursos humanos comprometidos com os
processos de transformações sociais.
Tais transformações sociais que estão a ocorrer no mundo do trabalho exigem que as
instituições de ensino superior proporcionem aos seus alunos uma formação sólida, permitindo que
o conhecimento adquirido possa ser transferido às atividades que mais tarde irão exercer. Isto é, esta
formação deverá permitir ao aluno se atualizar, ser capaz de pensar, de relacionar, de generalizar,
encontrando soluções para dificuldades e problemas que vierem a ocorrer, com flexibilidade e
criatividade dentro de novas metodologias de ensino que proporcionem autonomia intelectual.
O Instituto de Ensino Superior Cenecista, portaria nº 849, teve seu Curso Normal
Superior com a habilitação em Magistério nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental autorizado pela
portaria ministerial nº 850 de 22/03/2002, publicada no D.O.U. 27/03/2002 e publicado o seu
reconhecimento pelo MEC em 31/01/06.
O INESC reformulou seu projeto buscando atender as exigências de acordo com o que
dispõe as Diretrizes Curriculares Nacionais com a Resolução nº 1 de 15 de maio de 2006. Desde a
concepção do projeto acadêmico do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de
Educação Cenecista de Unaí algumas preocupações foram fundantes: buscar o atendimento legal
referente à normatização do Curso de Licenciatura em Pedagogia, assegurar a articulação entre as
especificidades locais e os princípios pedagógicos referentes à formação inicial docente e domínio
necessário das áreas de conhecimento que integram as atuais Diretrizes Curriculares com vistas para
o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Também
visa a formação em Gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e
instituições de ensino escolar e não-escolar.
É importante ressaltar, também, que a legislação educacional vigente estabelece que a
atuação profissional do professor não deva se restringir ao espaço da sala de aula. Assim, é
particularmente relevante sua parcela de colaboração nas atividades de articulação da instituição
educativa com as famílias dos alunos e a comunidade em geral, a partir do seu envolvimento na
gestão pedagógica e na área de serviços e apoio escolar no processo de construção coletiva do
projeto político-pedagógico da escola (Artigo 13, Incisos I, II, III, IV, V e VI, da Lei 9.394/96).
Buscando atender as demandas do Curso, decidiu-se que este deveria ser ministrado
em três anos e meio com carga horária de 3.200h, pois assim atenderia a Resolução nº 1 de 15 de
maio de 2006 que exige o mínimo de 3.200h, mas não exige o tempo para o comprimento da carga
horária. Esta nova proposta curricular foi ainda precedida de análise e avaliação do Conselho
Superior e professores do Curso Normal Superior, buscando a construção da identidade do Curso. O
aumento do número de alunos no ensino médio de Unaí e Região, inclusive egressos a partir de
2008 dos cursos em Nível Médio Normal percebe-se maior demanda por Cursos Superiores
principalmente na área de licenciatura como Pedagogia.
A partir de 2011 atendendo as exigências legais das Diretrizes Curriculares, a estrutura
curricular foi reformulada de acordo com as sugestões do NDE e aprovação do Colegiado e o
Curso do de Pedagogia passa a ter duração de 4 anos. No projeto colocamos as duas estruturas
curriculares vigentes.
A mobilização do INESC para empreender na formação de profissionais da educação foi
motivada pelo entendimento institucional de que há uma premência muito grande para este processo
formativo. Esta premência origina-se das necessidades educativas que emanam da formação de
professores para Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, e a necessidade de
reestruturar a formação do profissional na área de gestão, tendo em vista o empreendimento na
qualificação de sua formação, via inserção em um nível “superior” de ensino para uma formação
acadêmico-científica.
Não se pode esquecer que, neste contexto, a formação dos profissionais para docência
na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, no panorama educacional brasileiro
foi, por muito tempo, relegada a segundo plano, sendo constatado, até mesmo, certo descaso quanto
à necessidade de preparar adequadamente o profissional que lida com este nível de ensino.
O atendimento às atuais demandas apresentadas à formação de professores para a
Educação Infantil e os anos Iniciais do Ensino Fundamental implica formar profissionais
qualificados e compromissados com o desenvolvimento de competências, habilidades, valores,
atitudes e convicções nos educandos, de modo que estes participem ativamente na vida social,
política, econômica e cultural da sociedade em que estão inseridos. Nesta perspectiva, os
professores deverão ter conhecimento do estágio de desenvolvimento dos alunos, compreendendo
quais as posturas e condutas que possam melhor contribuir para a vida e realização dos educandos.
Esses professores deverão ainda, ser capazes de interpretar a cultura do grupo, buscando configurála no coletivo e valorizar cada aluno em suas diferenças.
Na direção de que a legislação educacional e as atuais diretrizes apontam para a
formação de professores da Educação Básica, o Instituto Superior de Educação Cenecista apresenta
a reformulação do Projeto Acadêmico do seu Curso de Licenciatura em Pedagogia, com o
compromisso de participar ativamente da concepção e concretização das políticas públicas voltadas
para a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Gestão de processos educativos e organização e
funcionamento de sistemas e instituições de ensino escolar e não-escolar, visando alcançar um
duplo propósito: contribuir para fortalecer a imagem do professor e ajudar a cumprir a função social
das instituições de ensino superior em todos os níveis da educação brasileira. Numa visão mais
abrangente, propõe-se prover a formação de professores para ministrarem um ensino de qualidade,
dentro da nova visão de seu papel dentro e fora da sala de aula, em espaços escolares e não
escolares.
O presente Projeto Político Pedagógico vem marcar a identidade desta Instituição em
relação aos pressupostos teóricos-práticos e concepções adotadas frente ao nível de ensino proposto,
desvelando a organização e o pensar de uma proposta pedagógica que aqui se configura, voltada
para a formação do profissional e do cidadão que saiba atuar no presente, com perspectivas para o
futuro, refletindo sobre o atual processo da globalização na educação, na dinâmica escolar,
considerando seus atores e sua realização.
A prática dos profissionais envolvidos com a formação de professores no Curso de
Licenciatura em Pedagogia, oferecido pelo Instituto Superior de Educação é desenvolvida de acordo
com alguns pressupostos básicos:
5.1.1 Compromisso Político Social
Toda ação pedagógica é eminentemente intencional e deve ser planejada de acordo com
os objetivos a serem alcançados. Saber o que, como, para que, porque e a quem se destina essa ação
possibilita desenvolver uma prática pedagógica que venha ao encontro com a realidade social.
Assim, um curso de formação de professores assume um compromisso político-social, na medida
em que consideram os aspectos políticos, sociológicos, lógicos, psicológicos envolvidos na sua
ação; e partindo dessa análise desenvolva um trabalho pedagógico que venha de encontro com a
formação dos docentes e com a clientela escolar com a qual esses profissionais irão desenvolver sua
ação pedagógica. Considerar o aluno, o conhecimento e o espaço onde o mesmo ocorre numa
perspectiva histórica dinâmica possibilita desenvolver um projeto pedagógico que valorize os
conhecimentos prévios dos alunos, desencadeie o acesso aos conhecimentos sistematizados e
interaja com os avanços e transformações tecnológicas e científicas.
Assumir um compromisso político-social significa também preparar profissionais para
desenvolverem um trabalho educacional com uma clientela heterogênea, respeitando além de suas
condições sociais, econômicas, culturais, seu processo de aprendizagem e desenvolvimento. É
relevante lembrar que frequentemente a escola atribui o fracasso escolar aos próprios alunos e suas
famílias.
Esse quadro, apesar de sucinto, revela que na relação fracasso escolar/escola, a
influência dos aspectos pedagógicos não tem sido discutida na dimensão necessária. A situação é
encarada com certa naturalidade, como se alguns alunos por condições diversas fossem destinados a
fracassar. Ciente desse contexto propõe-se a refletir por meio de um referencial teórico-prático, a
fim de modificar o quadro de descaso que muitos de nossos alunos vivenciam no contexto
educacional. As escolas precisam de um quadro de professores competentes para desenvolver
projetos educacionais, adaptar o currículo às necessidades específicas dos alunos, além de lutar por
uma maior provisão de recursos educacionais.
5.1.2 Indissociabilidade de Ensino, Pesquisa e Extensão
Os alunos do Curso de Licenciatura em Pedagogia oferecidos pelo Instituto Superior de
Educação estão inseridos em um processo de reflexão teórica, investigação e análise da própria
prática pedagógica, bem como aquela desenvolvida nas escolas. Quando perceber que todo processo
de ensino exige pesquisa, e que o professor pode e deve associar estas duas opções, terá
possibilidades de desenvolver projetos de intervenção junto a sua comunidade escolar.
Quando se ensina, não se ensina apenas o conteúdo, mas também a forma de conhecer,
o caminho do conhecimento. Nestes termos, acrescenta-se, faz sentido até mesmo a recriação do já
sabido com o aluno, assim como o empenho em ajudá-lo a conhecer as habilidades, as dificuldades,
os mistérios e os prazeres envolvidos no ato de pesquisar.
Acredita-se que o educador só tem possibilidades de mudar a sua prática na medida em
que toma consciência da mesma, de como planeja, orienta e avalia o seu trabalho, de como se
posiciona diante das questões educacionais. É no movimento de conflito, das contradições entre
uma prática desejada e uma prática realizada, que o educador sente necessidade de mudança e busca
conhecimentos para modificá-la.
Os problemas educacionais foram, durante muito tempo, discutidos levando em
consideração ora um, ora outro aspecto, o que não possibilitava desvendar as causas dos problemas
e muito menos solucioná-los. A pesquisa norteada por uma atitude interdisciplinar possibilita
abordar os problemas educacionais na sua concretude, desvelando os diversos aspectos políticos,
econômicos, sociais que se inter-relacionam e interagem. Possibilita reconstruir a unidade do
objeto, que a fragmentação dos métodos separou.
5.1.3 Interação/ Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade
O conhecimento desenvolvido no contexto acadêmico caracteriza-se pela especialização
e fragmentação. Apoiados em verdades absolutas deixamos de questionar, nos privamos de
aprender, de refletir, de analisar e principalmente de intervir na realidade concreta que nos cerca. A
educação só pode ser compreendida quando analisada na sua totalidade, assim, o Curso de
Licenciatura em Pedagogia terá como um dos seus eixos metodológicos a interdisciplinaridade, com
o intuito de recuperar a visão de totalidade do sujeito e do conhecimento, tendo como objetivo
constituir uma unidade do saber que proporciona ao indivíduo compreender a realidade e nela
intervir. A construção de uma ação interdisciplinar é coletiva, mediada pelas trocas intersubjetivas e
exige envolvimento, busca de conhecimento e planejamento. A interação entre os sujeitos
(professores das diferentes áreas e dos diversos cursos, coordenadores pedagógicos, equipe
administrativa…) que participam do processo de formação é imprescindível, para que se possa
posteriormente promover a unidade entre os conhecimentos.
Para que a interação ocorra, faz-se necessário um treinamento adequado dos professores
no efetivo exercício de uma prática interdisciplinar, pois, somente a partir de um treino na arte de
compreender e fazer-se entender, na reciprocidade, co-participação e respeito pela opinião alheia,
aliados a uma busca e luta para objetivos comuns, haverá condições de eliminação da dicotomia.
Quando os sujeitos inseridos no processo sentem-se e agem interdisciplinarmente,
torna-se possível olhar o conhecimento num outro prisma, na sua unidade, percebendo a relação
entre as diferentes áreas, eliminando as barreiras entre as disciplinas, identificando as divergências e
convergências na constituição, no método e na aplicação dos diferentes conhecimentos.
Uma prática interdisciplinar contribui para que se aproxime da formação dos
profissionais da educação o que a sociedade necessita, na medida em que se percebe o sujeito, o seu
meio, suas necessidades na sua totalidade.
Desenvolver um projeto pedagógico com esta característica possibilita ao professor
compreender e intervir na realidade educacional tomando sua unidade, sua historicidade e não
apenas fragmentos de sua constituição.
Apesar de o currículo dos cursos contemplarem um leque de disciplinas de outras áreas
(multidisciplinaridade), muitas vezes como disciplinas optativas, a estrutura disciplinar impede que
os respectivos docentes se articulem e articulem seus conhecimentos. Alguns até dizem “esta
disciplina é minha e não admito interferências de outros especialistas”. E os alunos, reféns dessa
estrutura, saem com uma variedade de informações, justapostas, sem saber articulá-las.
A transdisciplinaridade é a busca do sentido da vida através de relações entre os diversos
saberes (ciências exatas, humanas e artes) numa democracia cognitiva. Nenhum saber é mais
importante que outro. Todos são igualmente importantes.
5.1.4 Processo
O Curso de Licenciatura em Pedagogia não é norteado por princípios cristalizados e
inalteráveis, a clientela com a qual se trabalha as novas abordagens teóricas e metodológicas do
processo educativo, os avanços científicos e sociais de modo geral nortearam a proposta do curso.
Tem-se como pressuposto que o aluno com o qual se trabalha é um ser histórico e,
portanto, em construção, assim sua formação profissional é concebida enquanto um processo que
não se esgota no curso superior, continuará sim a ser constituída no próprio percurso pessoal e
profissional de cada aluno.
Concorda-se com Fávero quando afirma,
… A formação do educador não se concretiza de uma só vez. É um processo. Não
se produz apenas no interior de um grupo, nem se faz através de um curso. É
resultado de condições históricas. Faz parte necessária e intrínseca de uma
realidade concreta determinada. Realidade esta que não pode ser tomada como
alguma coisa pronta, acabada ou que se repete indefinidamente. É uma realidade
que se faz no cotidiano. É um processo e, como tal, precisa ser pensado. 2
Comumente orientam-se os professores a propiciarem informações, situações que
possibilitem ao aluno aprender a aprender. Como o professor desempenhará tal função se o mesmo
desconhece os seus próprios processos cognitivos e metacognitivos? Assim, aprender a aprender
torna-se um aspecto primordial a ser desenvolvido na academia.
2
FÁVERO, Osmar et al. Políticas Educacionais no Brasil: desafios e propostas, 1992, p. 19.
As propostas pedagógicas costumam enfatizar a necessidade de se desenvolver os
aspectos cognitivos dos alunos, a proposta do Curso de Licenciatura em Pedagogia, aqui
apresentada, propõe desenvolver ainda
ainda nos alunos os processos metacognitivos. Os processos
metacognitivos, caracterizados por serem a faculdade de conhecer seu próprio conhecer, possuem
segundo estudiosos, os seguintes atributos:
O conhecimento que o indivíduo tem dos próprios processos cognitivos;
A tomada de consciência desses processos;
O controle que o indivíduo tem sobre os seus próprios processos mentais.
Atualmente, alguns pesquisadores têm sugerido que nos cursos de formação
f
de
professores a metacognição seja:
… considerada a área do pensar e do pensar sobre o pensar. Os professores não
podem basear-se
basear se apenas em materiais preparados e guias de ensino para reproduzir.
Têm que examinar esses materiais com espírito crítico,
crítico, tomar decisões, delinear
estratégias de ensino com atividades adequadas ao desenvolvimento que pretendem
nos seus alunos. Enquanto educadores devem questionar o modo como estão a
preparar pensadores, alunos capazes de se interessarem e continuarem a aprender,
apr
durante e depois da escolaridade, equipando-os
equipando os com estratégias de planejamento e
controle da sua própria aprendizagem. 3
Desenvolver a metacognição possibilita regular a aprendizagem, melhorando o
desempenho em áreas fundamentais da aprendizagem escolar,
escolar, como a compreensão oral e escrita, a
produção escrita, a resolução de problemas, além de propiciar a transferência dessas aprendizagens
e tantas outras, para contextos fora do âmbito escolar.
Acredita-se
se que os futuros professores vivenciando esse processo
processo de descoberta,
poderão compreendê-lo
lo e desenvolvê-lo
desenvolvê lo com seus alunos contribuindo para formar cidadãos que
saibam desenvolver o seu próprio processo de aprendizagem de acordo com as situações e
necessidades.
5.1.5. Objetivos do Curso de Pedagogia
O Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de
Unaí, destinado à formação de professores para a Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino
Fundamental, e gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e
3
CRUZ, Maria N.; VALENTE, Maria, O. Estratégias Metacognitivas e Resolução de Problemas. Revista de
Educação, v. III, n. 1, jun. 1993, p. 98.
instituições de ensino escolar e não-escolar, sem perder de vista os referenciais da legislação
educacional e das atuais diretrizes para a formação na Educação Básica. Nesse sentido, apresenta os
seguintes objetivos:
participar da concretização das políticas públicas voltadas para a Educação Infantil e
o Ensino Fundamental, contribuindo para o fortalecimento da imagem do professor
desses níveis de ensino e para o cumprimento da função social das instituições de
ensino superior em todos os níveis da educação brasileira.
ressignificar o trabalho docente, no sentido de explicitar na formação do professor a
integração entre o “saber”, o “saber ser” e o “saber fazer”, considerando o processo
educativo como instrumento para a transformação social.
prover a formação de profissionais para ministrarem um ensino de qualidade, dentro
da nova visão de seu papel em sala de aula, na escola e na sociedade em geral,
possibilitando a investigação, a interação entre teoria e prática, a construção e a
vivência de projetos pedagógicos que respondam aos desafios da realidade.
Prover a formação de profissionais para o planejamento, execução, coordenação,
acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da educação e projetos e
experiências educativas não-escolares.
5.1.6 Área de Atuação
O Licenciado em Pedagogia do INESC pode atuar em todas as áreas da educação integrando-se à
sociedade produtiva nos seguintes pontos:
Em escolas (Docente, Gestor, Pesquisador, Relações Humanas)
Em empresas (Gestão de Pessoas, Motivação, Liderança)
Em hospitais (Pedagogo, acompanhamento de crianças que ficam internadas, sendo mediador da
escola onde a criança está matriculada e fazendo um trabalho paralelo no hospital para que ele não
se prejudique por se afastar da escola por tempo indeterminado)
Em penitenciárias (Pedagogo, acompanhamento do apenado dentro e fora da escola, faltas,
dificuldades, atendimento das necessidades por meio de projetos sócio-educativos que possibilitem
a “socialização”, ou “ressocialização”).
Obs: é essencial a especialização na área de atuação.
5.1.7 Atendimento aos portadores de necessidades especiais
O INESC tem como princípio adequar sua estrutura física de forma a atender aos docentes,
discentes, corpo técnico-administrativo e sociedade em geral, em suas atividades junto à Instituição.
Há uma atenção aos portadores de necessidades especiais, permanentes ou temporárias, utilitários
das dependências do INESC. Tem-se elevador e rampa para acessibilidade de pessoas com
necessidades especiais. Oferta-se a disciplina LIBRAS como disciplina obrigatória no Curso de
Pedagogia na graduação e como extensão, para interessados da sociedade em geral
O Curso de Pedagogia mantém parceria com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos
excepcionais), onde os alunos fazem as atividades complementares com observação e execução de
projetos pedagógicos vivenciando a realidade na disciplina de Diversidade e Educação Inclusiva.
Temos uma aluna com necessidades especiais com baixa visão que tem atendimento mais
individualizado e todo o material trabalhado, inclusive provas, são ampliadas na reprografia.
Também são oferecidos o nivelamento em Língua Portuguesa e Matemática para a melhoria no
processo ensino e aprendizagem a todos os alunos diagnosticados com necessidades de
acompanhamento individualizado e atendimento psicológico e psicopedagógico.
5.2 Bases Legais do Curso
O Curso de Licenciatura em Pedagogia tem suas bases legais previstas nos seguintes
documentos:
5.2.1 Lei 9.394/1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Prevê em seu Artigo 62 que a formação de docentes para atuar na Educação Básica farse-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos
superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na
educação infantil e nas quatro primeiras séries do Ensino Fundamental, a oferecida em nível médio,
na modalidade Normal. A mesma Lei prevê, ainda, no Título IX – Das Disposições Transitórias no
Artigo 87, § 4º, que até o fim da Década da Educação (1997-2007), somente serão admitidos
professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço. (LDB – Lei
9394/1996)
5.2.2 Resolução CP n.º 1 de 30 de Setembro de 1999
Dispõe sobre os Institutos Superiores de Educação, considerados os Art. 62 e 63 da Lei
9.394/96 e o Art. 9º, § 2º, alíneas "c" e "h" da Lei 4.024/61, com a redação dada pela Lei 9.131/95.
(RESOLUÇÃO CNE/CP 1/99)
5.2.3 Resolução CNE/CP 1, de 18 de Fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (RESOLUÇÃO CNE/CP
1/2002)
5.2.4 Decreto n.º 3.554, de 7 de Agosto de 2000
Dá nova redação ao § 2º do art. 3º do Decreto nº 3.276, de 6 de dezembro de 1999, que
dispõe sobre a formação em nível superior de professores para atuar na educação básica.
(DECRETO 3554/00)
5.2.5 Parecer CNE/CP 027/2001
Dá nova redação ao item 3.6, alínea C do parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (PARECER CNE/CP 027/2001)
5.2.6 Parecer CNE/CP 028/2001
Dá nova redação ao parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga
horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena. (PARECER CNE/CP 028/2001)
É importante conhecer, também, a Resolução CP/CNE nº 1/2003, de 20/08/2003, que
dispõe sobre os direitos dos profissionais da educação com formação de nível médio, considerando
os pareceres CNE/CEB nºs 1 e 3/03 e CES nº 102/03. Devido ao seu teor, essa Resolução causou
grande polêmica sobre a exigência ou não de formação em nível superior para professores da
Educação Infantil e Séries Iniciais.
São destacadas, a seguir, as principais referências legais concernentes ao nível de
formação de docentes para atuar na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) define, no seu
artigo 62, como deverá ocorrer a formação dos professores para atuar na educação básica e afirma
que o ensino normal, em nível médio, é admitido como formação mínima. No artigo 63, a mesma
lei prevê os cursos e programas a serem mantidos pelos institutos superiores de educação, como
transcrito a seguir.
Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível
superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e
institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o
exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino
fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal.
Art. 63. Os institutos superiores de educação manterão:
I - cursos formadores de profissionais para a educação básica, inclusive o curso
normal superior, destinado à formação de docentes para a educação infantil e para
as primeiras séries do ensino fundamental;
II - programas de formação pedagógica para portadores de diplomas de educação
superior que queiram se dedicar à educação básica;
III - programas de educação continuada para os profissionais de educação dos
diversos níveis.
Em seu artigo 14, parágrafo único, o Decreto nº 3.860, de 9/7/2001 veio trazer mais
alguns quesitos para as regras que cuidam da formação dos profissionais para a educação básica.
Art. 14. Os institutos superiores de educação criados na forma do Decreto no
3.276, de 6 de dezembro de 1999, deverão definir planos de desenvolvimento
institucional.
Parágrafo único. Os institutos de que trata o caput, poderão ser organizados como
unidades acadêmicas de instituições de ensino superior já credenciada, devendo
neste caso definir planos de desenvolvimento acadêmico.
Vale mencionar, também que, a Lei nº 10.172 de 9/12/2001 – que instituiu o Plano
Nacional de Educação – no capítulo referente à formação dos professores e valorização do
magistério, determinam, entre outras, a seguinte meta relacionada à discussão aqui proposta:
Meta nº 5: Identificar e mapear, a partir do primeiro ano deste plano, os professores
em exercício em todo o território nacional, que não possuem, no mínimo, a
habilitação de nível médio para o magistério, de modo a elaborar-se, em dois anos,
o diagnóstico da demanda de habilitação de professores e organizar-se, em todos os
sistemas de ensino, programas de formação de professores, possibilitando-lhes a
formação exigida pela LDBEN, em seu art. 87.
As atuais diretrizes curriculares para a formação dos professores da Educação Básica no
Brasil, componentes de um novo modelo de formação, têm sua origem no âmbito da Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96 (LDBEN).
5.2.7 PARECERES CP/CNE NºS 5/2005 E 3/2006
A Resolução nº1, de 15 de maio de 2006 institui Diretrizes Curriculares Nacionais para
o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura, definindo princípios, condições de ensino e de
aprendizagem. Procedimentos a serem observados em seu planejamento e avaliação, pelos órgãos
dos sistemas de ensino e pelas instituições de educação superior do país, nos termos explicitados
nos pareceres CP/CNE nºs 5/2005 e 3/2006. O Art. 7º coloca que o Curso de Licenciatura em
Pedagogia terá carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim
distribuídas:
I - 2800 horas dedicadas às atividades formativas como assistência a aulas,
realização de seminários, participação na realização de pesquisas, consultas a
bibliotecas e centros de documentação, visitas a instituições educacionais e
culturais, atividades práticas de diferente natureza, participação em grupos
cooperativos de estudos;
II - 300 horas dedicadas ao Estágio Supervisionado prioritariamente em Educação
Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, contemplando também outras
áreas específicas, se for o caso, conforme projeto pedagógico da instituição;
III – 100 horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas
específicas de interesse dos alunos, por meio, da iniciação científica, da extensão e
da monitoria.
A Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006, em seu artigo 3º, prevê os seguintes
princípios norteadores para a formação do licenciado em Pedagogia:
I - o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de
promover a educação para e na cidadania;
II – a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse
da área educacional;
III – a participação na gestão de processos educativos e na organização e
funcionamento de sistemas e instituições de ensino.
5.3. Perfil do Egresso
O projeto acadêmico do Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto Superior de
Educação Cenecista de Unaí, busca a formação de profissionais capazes de organizar o trabalho
pedagógico voltado para o desenvolvimento social, cognitivo, lingüístico, afetivo e físico de
crianças da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Buscando atender ao Art.
4º Parágrafo único das Diretrizes Curriculares de 15 de maio de 2006, as atividades docentes
também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino,
englobando:
I - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas
próprias do setor da Educação;
II - planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos e
experiências educativas não-escolares;
III - produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo educacional,
em contextos escolares e não-escolares.
Nesta perspectiva, podem ser explicitados os seguintes princípios norteadores da
organização curricular onde o egresso do curso de Pedagogia do INESC em consonância com a
Resolução CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11
deverá estar apto a:
I - atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,
equânime, igualitária;
II - compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir,
para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual,
social;
III - fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino
Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na
idade própria;
IV - trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de
sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e
modalidades do processo educativo;
V - reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,
emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
VI - ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes,
Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do
desenvolvimento humano;
VII - relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos
didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e
comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas;
VIII - promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a
família e a comunidade;
IX - identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa,
integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para
superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas,
políticas e outras;
X - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza
ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais,
religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras;
XI - desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e
as demais áreas do conhecimento;
XII - participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
XIII - participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e
avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
XIV - realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e
alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências
nãoescolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambientalecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e
práticas pedagógicas;
XV - utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos;
XVI - estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações
legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua
avaliação às instâncias competentes.
5.4 Forma de Acesso ao Curso:
O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificálos dentro de estrito limite das vagas oferecidas. As vagas oferecidas para cada curso são 90 vagas
anuais.
As inscrições para o Processo Seletivo são abertas em Edital, no qual consta o curso
oferecido, com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a
inscrição, a relação das provas, os critérios de classificação e demais informações úteis.
O Processo Seletivo para o curso de Pedagogia abrange conhecimentos comuns às diversas
formas de escolaridade do Ensino Médio, sem ultrapassar este nível de complexidade, a serem
avaliados em provas escritas disciplinadas pelo Conselho Superior.
A classificação dos candidatos no Processo Seletivo é feita pela ordem decrescente dos
resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado, excluídos os candidatos que não
obtiverem os níveis estabelecidos pelo Conselho Superior.
A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o
concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou em o
fazendo, não apresentar a documentação regimental completa dentro dos prazos fixados.
Não sendo preenchido o número de vagas no prazo concedido para matrícula são
convocados os candidatos seguintes, na ordem de classificação. Na hipótese de restarem vagas não
preenchidas poderá realizar-se novo Processo Seletivo, e ainda restando vagas, nelas poderão ser
recebidos, mediante Processo Seletivo, alunos portadores de diploma de graduação ou equivalente.
A instituição informará aos interessados, através de catálogo e no site da instituição, antes do
início de cada período letivo, o programa do curso e demais componentes curriculares, sua duração,
requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se
a cumprir as respectivas condições.
5.5 Estrutura Geral e Proposta do Curso de Pedagogia
A perspectiva da formação proposta pelo Curso de Licenciatura em Pedagogia do
Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí pressupõe uma organização curricular orientada
por eixos estruturados de forma integrada, em tempo e espaço que privilegiem a investigação e a
troca, propiciando a produção e construção do conhecimento, sem perder de vista a unicidade da
relação teoria-prática que permeia todo o processo formativo.
Os eixos a serem trabalhados são definidos a partir da compreensão do campo de
trabalho dos professores como espaço e tempo inserido num contexto social mais amplo. Os eixos
são articulados entre si, ao mesmo tempo em que articulam atividades, conteúdos científicopedagógicos comuns e específicos, com a função de contextualizar, justificar e integrar o conjunto
dos diferentes saberes pedagógicos.
A atividade de investigação integrará o currículo e será desenvolvida no decorrer de
todo o processo formativo.
A estrutura curricular do curso em questão deve estimular a formação de docentes com
iniciação cientifica ainda na graduação, como mecanismo de integração entre teoria e prática
durante todo o curso, destacando-se atividades de pesquisa.
Nesta perspectiva, como componente curricular, a prática pedagógica terá,
necessariamente, a marca dos projetos pedagógicos da instituição formadora, ao transcender a sala
de aula para o conjunto do ambiente escolar e não escolar. Em função disso, é necessário que haja
tempo e espaço para a prática, desde o início do curso, com a devida supervisão da instituição
formadora, tendo em vista o apoio e a avaliação da qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
Um leque de possibilidades temáticas, dependendo das opções dos licenciandos,
sinalizarão para a elaboração do seu trabalho final. Nesse sentido, é importante que os alunos façam
o exercício de criar situações que expressem o processo ensino-aprendizagem. A formação do
profissional que atuará na educação Infantil e nos Anos Iniciais da Educação Fundamental, bem
como na gestão, não poderá prescindir da reflexão em áreas específicas que concorram para o
fortalecimento da base docente, de forma articulada com o estudo dos fundamentos teóricos e
metodológicos de cada área do conhecimento e a dinâmica vivenciada nos estágios curriculares
supervisionados. Essa dinâmica curricular visa oportunizar ao aluno a organização de projetos que
sejam articuladores entre a teoria e a prática. As atividades complementares serão oferecidas
concomitantemente no decorrer do curso por meio de disciplinas que fundamentam as últimas
diretrizes curriculares.
Além de toda a incursão nos diversos conteúdos e dimensões da Educação Infantil e dos
Anos Iniciais da Educação Fundamental, bem como a Gestão Pedagógica os alunos terão a
oportunidade de aprofundar reflexões de caráter mais abrangente, ultrapassando os muros da escola,
numa concepção, construção, implementação e avaliação de um projeto pedagógico que atenda a
realidade educacional.
5.6 Complementação do Curso Normal Superior em Pedagogia
A Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de 2006, em seus artigos 10 a 12, prevê os
seguintes princípios norteadores para a transformação e complementação em Pedagogia ressaltando
os egressos do Curso Normal Superior:
Art. 10. As habilitações em cursos de Pedagogia atualmente existentes entrarão em
regime de extinção, a partir do período letivo seguinte à publicação desta Resolução.
Art. 11. As instituições de educação superior que mantêm cursos autorizados como
Normal Superior e que pretenderem a transformação em curso de Pedagogia e as instituições que já
oferecem cursos de Pedagogia deverão elaborar novo projeto pedagógico, obedecendo ao contido
nesta Resolução.
§ 1º - O novo projeto pedagógico deverá ser protocolado no órgão competente do
respectivo sistema ensino, no prazo máximo de 1 (um) ano, a contar da data da publicação desta
Resolução;
§ 2º - O novo projeto pedagógico alcançará todos os alunos que iniciarem seu curso a
partir do processo seletivo seguinte ao período letivo em que for implantado;
§ 3º - As instituições poderão optar por introduzir alterações decorrentes do novo
projeto pedagógico para as turmas em andamento, respeitando-se o interesse e direitos dos alunos
matriculados;
§ 4º - As instituições poderão optar por manter inalterado seu projeto pedagógico para
as turmas em andamento, mantendo-se todas as características correspondentes ao estabelecido.
Art. 12. Concluintes do curso de Pedagogia ou Normal Superior que, no regime das
normas anteriores a esta Resolução, tenham cursado uma das habilitações, a saber, Educação
Infantil ou anos iniciais do Ensino Fundamental, e que pretendam complementar seus estudos na
área não cursada poderão fazê-lo.
§ 1º Os licenciados deverão procurar preferencialmente a instituição na qual cursaram
sua primeira formação;
§ 2º As instituições que vierem a receber alunos na situação prevista neste artigo serão
responsáveis pela análise da vida escolar dos interessados e pelo estabelecimento dos planos de
estudos complementares, que abrangerão, no mínimo, 400 horas.
Para atender os alunos egressos do Curso Normal Superior ou Pedagogia que desejam
fazer a complementação, o Instituto Superior de Educação fará aproveitamento de estudos das
disciplinas cursadas anteriormente viabilizando a conclusão no Curso de Pedagogia de acordo com
a Resolução nº 1 de 15 de maio de 2006.
6. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
6.1 Políticas Institucionais e as Estratégias do PDI (2013-2017)
O PPI da CNEC é um instrumento político, filosófico e teórico-metodológico que
norteia as práticas acadêmicas das suas unidades acadêmicas, considerando sua trajetória histórica,
inserção regional, vocação, missão, visão e objetivos. Esse documento institucional representa o
pré-requisito para a atualização do PDI do INESC, o qual define as estratégias da instituição para os
próximos seis anos.
Dessa forma, a implementação de tais políticas se materializam por meio de ações
propostas no PDI, representando um instrumento de planejamento para dar consequência às
diretrizes e políticas estabelecidas no PPI.
As políticas institucionais constantes no PDI do INESC são agrupadas nos eixos
temáticos Gestão, Ensino de Graduação, Ensino de Pós-graduação e Pesquisa e Extensão. Essas
políticas procuram ressaltar o papel da IES como agente de transformação da região central de
Unaí-MG promovendo seu desenvolvimento por meio da disseminação do conhecimento em
sintonia com a realidade sócio-econômica da região.
6.2 Núcleo Docente Estruturante/ Colegiado Acadêmico/ Colegiado de Curso
6.2.1 Estrutura de Desenvolvimento e Qualificação do Curso
A Direção do INESC determinou aos seus coordenadores de curso que estabeleça a constituição e
atribuições do NDE, para os seus cursos de bacharelado, licenciatura e graduação tecnológica de
acordo com orientações e pareceres acreditando que o núcleo possibilitará uma melhoria muito
significativa nos cursos por meio de participação democrática das decisões.
Considerações sobre o NDE:
Atribuições do NDE
São atribuições do NDE:
•
contribuir para a consolidação do perfil
profissional pretendido do egresso do Curso;
•
zelar
pela
integração
curricular
interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;
•
indicar
formas
de
incentivo
ao
desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da
graduação, de exigências do mercado de
trabalho e afinadas com as políticas públicas
relativas à área de conhecimento do curso,
•
Formação do NDE
Atribuições do Presidente do NDE
As Reuniões do NDE
zelar pelo cumprimento das Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação.
O NDE será formado por
I - ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes
ao corpo docente do curso;
lI - ter pelo menos 60% de seus membros com titulaçâo
acadêmica obtida em programas de pós- graduação stritco sensu;
III - ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial
ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral;
IV - assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do
NDE de modo a assegurar continuidade no processo de
acompanhamento do curso.
- Convocar e presidir as reuniões
- Representar o NDE junto aos órgãos da Instituição;
- Encaminhar as deliberações do Núcleo;
- Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser
decidida pelo Núcleo e um representante do corpo docente ou
discente para secretariar e lavrar as atas.
- O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de
iniciativa do seu Presidente, e, extraordinariamente, sempre que
convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros
titulares;
- As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples de
votos, com base no número de presentes;
- Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo ou órgão
superior, de acordo com a competência dos mesmos.
Os professores membros do NDE são:
§ 1ºDocentes:
Profª Coordenadora Esp. Maria Aparecida Alves/ Integral
Profº Msc. Zeuman de Oliveira e Silva / Parcial
Profª Msc. Lara de Windson Oliveira Almeida /Parcial
Profª Msc.Viviane Ribeiro/Parcial
Profª Msc. Keli Cristiane Eugênio Souto/Parcial
Profª Raquel Aparecida Alves/Parcial
6.4.2 Colegiado do Curso de Pedagogia
Órgão máximo de decisão no Curso de Pedagogia, o Colegiado é constituído no mínimo de
cinco professores, por dois representantes discentes, um representante da comunidade e pelo
Coordenador.
Reúne-se semestralmente, e extraordinariamente quando for necessário. Obedecendo as
normas internas aprovadas o colegiado do Curso busca discutir o curso na busca de melhorias
constantes.
Docentes:
Profª Coordenadora Esp. Maria Aparecida Alves / Integral
Profº Msc. Zeuman de Oliveira e Silva / Parcial
Profª Msc. Lara de Windson Oliveira Almeida /Parcial
Profª Msc.Viviane Ribeiro/Integral
Profª Msc. Keli Cristiane Eugênio Souto/Parcial
Discentes: Poliana Serafim Santana Gontijo
Mairene Claudete de Souza
6.4.3 Colegiado Acadêmico
O INESC prevê, e seu Regimento Interno, a existência e atividades do Colegiado
Acadêmico. Este tem como princípio, resolver os assuntos acadêmicos de seus cursos, tais como:
I - articular as relações entre corpo docente, corpo discente e comunidade;
II – analisar e deliberar sobre organização, alteração ou extinção da estrutura curricular;
III – deliberar sobre matérias de cunho acadêmico-pedagógico, encaminhadas pela Coordenadoria
de Curso.
O Colegiado Acadêmico se reune sempre que julgar necessário, não tendo datas
previstas no Calendário Acadêmico, sendo seus membros convocados, pela diretoria, com
antecedência mínima de 48 horas, constando da convocação a pauta com os assuntos que serão
abordados.
O Colegiado Acadêmico é formado por:
I – pelo Diretor do Instituto;
II - pelos Coordenadores de Curso;
III - por um representante do corpo docente de cada curso, eleito pelos seus pares;
IV - por um representante do corpo discente, indicado pelo Diretório Acadêmico.
6.2 Currículo do Curso de Pedagogia e as Diretrizes Curriculares Nacionais
6.2.1 Organização Curricular
O Curso compreende sete semestres na estrutura curricular de 2007 e oito semestre a
estrutura curricular de 2011 com processo seletivo oferecido semestralmente, para 90 ingressantes
anuais, no período noturno. A carga horária mínima do curso é de 3.200 horas, visando atender às
atuais disposições legais e curriculares que exigem a carga horária sem exigir o tempo para a
conclusão do curso, para a formação de professores para a Educação Infantil, anos iniciais do
Ensino fundamental e Gestão de processos educativos e organização e funcionamento de sistemas e
instituições de ensino escolar e não-escolar.
A estrutura do curso de Pedagogia, respeitadas a diversidade nacional e a autonomia
pedagógica das instituições, constituir-se-á de acordo com a Resolução CNE/CP 1/2006. Diário
Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11.
I - Um núcleo de estudos básicos que, sem perder de vista a diversidade e a
multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de
realidades educacionais, assim como por meio de reflexão e ações críticas, articulará:
a) aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas do
conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o
desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade;
b) aplicação de princípios da gestão democrática em espaços escolares e não-escolares;
c) observação, análise, planejamento, implementação e avaliação de processos
educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
d) utilização de conhecimento multidimensional sobre o ser humano, em situações de
aprendizagem;
e) aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de
desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física,
cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial;
f) realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes segmentos
da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e
interesses, de captar contradições e de considerá-lo nos planos pedagógicos e de ensino
aprendizagem, no planejamento e na realização de atividades educativas;
g) planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o contexto
histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente, no que diz
respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à formação de
professores e de profissionais na área de serviço e apoio escolar;
h) estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de
organização do trabalho docente;
i) decodificação e utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças,
além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de
escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e
Geografia, Artes, Educação Física;
j) estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural, cidadania,
sustentabilidade, entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea;
k) atenção às questões atinentes à ética, à estética e à ludicidade, no contexto do
exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares, articulando o saber
acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa;
l) estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação
nacional.
II - Um núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos, voltado às áreas de
atuação profissional priorizadas pelo projeto pedagógico das instituições e que, atendendo a
diferentes demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades:
a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações
institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras;
b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de
aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira;
c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas
educacionais consistentes e inovadoras.
III - Um núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular
e compreende participação em:
a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, monitoria e
extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação
superior;
b) atividades práticas, de modo a propiciar vivências, nas mais diferentes áreas do
campo educacional, assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos,
experiências e utilização de recursos pedagógicos;
c) atividades de comunicação e expressão cultural.
Segue abaixo a estrutura curricular de 2007, por semestre, com especificação das
disciplinas e suas respectivas cargas horárias.
SEMESTRE
PRIMEIRO
DISCIPLINA
Direito
Filosofia
História da Educação
Língua Portuguesa
Metodologia e Pesquisa Científica
Psicologia
Sociologia
SUB-TOTAL
SEMESTRE
SEGUNDO
DISCIPLINA
Atividades práticas I
Comunicação, Multimídia e Educação
Currículos e Práticas Culturais
Didática
Filosofia da Educação
Matemática
Psicologia do Desenvolvimento e da aprendizagem
Sociologia da Educação
SUB-TOTAL
SEMESTRE
TERCEIRO
DISCIPLINA
Atividades práticas II
Diversidade e Educação Inclusiva
Educação de Jovens e Adultos
Estrutura e Funcionamento da Educação Básica
Letramento e Alfabetização
Seminários Integradores
SUB-TOTAL
SEMESTRE
QUARTO
SUB-TOTAL
DISCIPLINA
Atividades Práticas III
Atividades Teórico-Práticas I
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Arte
Fundamentos e Metodologia do Ensino de História
Leitura e Produção de Textos
Literatura Infanto- Juvenil
CH
40
40
80
80
80
40
40
400
CH
80
40
80
80
40
40
80
40
480
CH
120
80
40
80
80
40
440
CH
80
50
80
80
80
80
450
SEMESTRE
QUINTO
DISCIPLINA
Atividades Práticas IV
Atividades Teórico-Práticas II
Estágio Curricular I
Fundamentos da Educação Infantil (infância e educação)
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua
Portuguesa
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática
SUB-TOTAL
SEMESTRE
SEXTO
DISCIPLINA
Atividades Práticas V
Atividades Teórico-Práticas III
Avaliação Escolar/ Institucional
Estágio Curricular II
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia
Organização e Gestão Escolar
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC)
SUB-TOTAL
SEMESTRE
SÉTIMO
DISCIPLINA
Aprendizagem por Projetos
Atividades Práticas VI
Estágio Curricular III
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Educação
Física
Linguagem Brasileira de Sinais - Libras
Pedagogia em espaços não-escolares
Trabalho de Conclusão de Curso II(TCC)
SUB-TOTAL
CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS POR ÁREA
Disciplinas da área teórica
Atividades práticas
Estágio Curricular Supervisionado
Atividades teórico-práticas
TOTAL GERAL
CH
40
20
100
80
80
80
80
480
CH
40
30
80
100
80
80
60
470
CH
80
40
100
80
80
40
60
480
CH
2.400
400
300
100
3.200
ESTRUTURA CURRICULAR - PEDAGOGIA
Instituto de Ensino Superior Cenecista - INESC
Disciplinas
NÚCLEO DE ESTUDOS BÁSICOS
Metodologia e Pesquisa
Científica
Psicologia
Filosofia
Sociologia
Direito
História da Educação
Língua Portuguesa
Matemática
Didática
Psicologia do Desenvolvimento
e da Aprendizagem
NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE
ESTUDOS
Fundamentos da Educação
Infantil (infância e educação)
Filosofia da Educação
Sociologia da Educação
Letramento e Alfabetização
Currículos e Práticas Culturais
Fundamentos e Metodologia do
Ensino da Arte
Fundamentos e Metodologia do
Ensino da Educação Física
Fundamentos e Metodologia do
Ensino de História
Fundamentos e Metodologia do
Ensino de Geografia
Fundamentos e Metodologia do
Ensino de Matemática
Fundamentos e Metodologia do
Ensino de Língua Portuguesa
Fundamentos e Metodologia do
Ensino de Ciências
Aprendizagem por Projetos
Estrutura e Funcionamento da
Educação Básica
Organização e Gestão Escolar
Literatura Infanto-juvenil
Pedagogia em Espaços Nãoescolares
Leitura e Produção de Textos
NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADOS
Avaliação Escolar / Institucional
Comunicação, Multimídia e
Educação
Diversidade e Educação
Inclusiva
Linguagem Brasileira de Sinais
– LIBRAS
Educação de Jovens e Adultos
CARGA HORÁRIA
80
40
40
40
40
80
80
40
80
80
80
40
40
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
40
80
80
40
80
80
40
Seminários Integradores
Trabalho de Conclusão de
Curso
ESTÁGIO CURRICULAR
ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS (complementares)
ATIVIDADES PRÁTICAS
CARGA HORÁRIA TOTAL
40
120
300
100
400
3200
De forma articulada aos princípios apresentados, uma organização curricular inovadora
deve contemplar uma sólida formação profissional acompanhada de possibilidades de
aprofundamentos e opções realizadas pelos alunos. Também deve propiciar tempo para pesquisas,
leituras e participação em eventos, entre outras atividades complementares no período matutino e
vespertino e também aos sábados de acordo com cronograma e organização dos professores
responsáveis pelas mesmas, e ainda estágio supervisionado nas áreas de conhecimentos necessários
e elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso que sintetize suas experiências. Torna-se
fundamental, no fluxo curricular, uma formação sólida articulada ao desenvolvimento de práticas
que aproximam o estudante da realidade social e profissional.
Ressalta-se que também são oferecidas atividades extraclasse aos alunos por meio de
oficinas, pesquisas que podem completar a carga horária da disciplina registradas no diário.
A seguir encontram-se relacionadas as disciplinas relativas aos três núcleos de
conhecimentos, que fazem parte do currículo do curso de Licenciatura em Pedagogia.
1º PERÍODO
o DIREITO
Ementa:
Noções básicas do Direito Positivo: público e privado. A lei e o direito. Direito Constitucional. O
Estado: origem e organização dos poderes. Direito Administrativo. Direito Penal. Direito Civil:
sistema e a divisão do novo Código Civil. Direito das Obrigações. Direito das Coisas. Direito de
Família. Direito das Sucessões. Direito Processual Civil: processo de conhecimento e o processo de
execução, competência, citação e intimação, a resposta do réu, a sentença e recursos. O Juizado
Especial Civil. Direito do Trabalho.
Objetivos:
Introduzir o aluno ao mundo jurídico, apresentando-lhe o histórico, conceitos,
aplicabilidade e os diversos ramos do Direito, tornando-o capaz de saber e exercer
seus direitos e obrigações no decorrer de sua vida social e profissional.
Justificativa da disciplina no curso:
No conjunto do curso a disciplina visa mostrar a importância do ordenamento jurídico na vida em
sociedade; conhecer os principais ramos do direito; oferecer um conhecimento dos ramos do direito
aplicáveis em sua profissão de forma a poder sanar dúvidas jurídicas rotineiras menos complexas
além de saber identificar e direcionar os problemas legais mais complexos para uma solução rápida
e eficaz.
Conteúdo Programático:
Apresentação: objetivos, programa, bibliografia e avaliações.
Introdução ao Direito: noções gerais, conceito e finalidade do Direito, divisão do
Direito em público e privado. A lei, sua vigência, aplicação e revogação, a hierarquia
e retroatividade.
Direito Constitucional: conceito, objeto e conteúdo científico. A Constituição, a
organização do Estado, a sociedade e o Estado, a natureza e a finalidade do Estado,
os princípios fundamentais, os direitos individuais, coletivos e sociais, os regimes
políticos e os sistemas de governo, os Poderes de Estado, os partidos políticos e
direitos políticos.
Direito Constitucional: as garantias e remédios constitucionais: mandado de
segurança, hábeas corpus, hábeas data, mandado de injunção, ação popular e ação
civil pública. A defesa do Estado e das instituições democráticas, bem como o estado
de defesa e o estado de sítio.
Direito Administrativo: noções gerais, os princípios da Administração Pública, o
sistema administrativo brasileiro, os poderes e deveres do administrador público, o
uso e o abuso do poder, os poderes administrativos e os atos administrativos, os
órgãos e os agentes públicos. Noções sobre licitações.
Direito Penal: a aplicação da lei penal, a lei penal no tempo e no espaço, o lugar o
crime, requisitos e elementos do crime; culposo, doloso, tentado, consumado e
impossível; a contagem do prazo, as excludentes de criminalidade, a imputabilidade
penal; a ação penal: noções gerais e espécies; a extinção da punibilidade; tipificação
dos crimes em espécie; contravenção penal; os crimes de menor potencial ofensivo.
Direito Civil: A personalidade e a capacidade civil; as pessoas jurídicas de direito
público interno e externo; as pessoas jurídicas de direito privado, formação, extinção
e destinação do patrimônio; os bens móveis e imóveis, a transferência da
propriedade móvel e imóvel, os fungíveis e infungíveis, os divisíveis e indivisíveis,
os singulares e coletivos, os consumíveis, os principais e os acessórios; bens que
podem ser penhorados e bens reciprocamente considerados e bens públicos.
Direito Civil: os fatos, negócios e atos jurídicos, atos ilícitos e lícitos, requisitos de
validade, condição termo e encargo; os defeitos e a invalidação dos negócios
jurídicos.
Direito Civil: os atos ilícitos: conceituar, o dever de indenizar, os elementos
indispensáveis à configuração; culpa; prescrição e decadência: as causas que
impedem, suspendem e interrompem os prazos; a prova: conceito e finalidade,
confissão, documento, testemunha, presunção e perícia.
Direito Civil: obrigações; a importância dos direitos obrigacionais na atualidade,
conceito de obrigação, elementos constitutivos da relação obrigacional, sujeitos da
obrigação, prestação e vínculo jurídico; classificação das obrigações; conseqüências
do inadimplemento e descumprimento da obrigação.
Direito Civil: obrigações: transmissão das obrigações: cessão de crédito e assunção
da dívida, modo de extinção das obrigações, pagamento, consignação em
pagamento, pagamento com sub-rogação, imputação de pagamento, dação em
pagamento, novação, compensação, confusão, remissão da dívida; o inadimplemento
das obrigações: mora, perdas e danos, juros legais, cláusula penal, arras ou sinal.
Direito Civil: obrigações: contratos em geral: noções gerais, formação do contrato,
da estipulação em favor de terceiros, da promessa de fato de terceiro, vícios
redibitórios, evicção, contratos aleatórios, contrato preliminar, contrato com pessoa a
declarar; a extinção do contrato: o distrato, a cláusula resolutiva, a exceção do
contrato não cumprido, resolução por onerosidade excessiva.
Direito Civil: obrigações: as várias espécies de contrato: compra e venda, troca ou
permuta, contrato estimatório, doação, locação de coisas, empréstimo (mútuo e
comodato), prestação de serviço, empreitada, depósito (necessário e voluntário), do
mandato, da comissão, corretagem, transporte, seguro, constituição de renda, jogo e
aposta, fiança, transação, compromisso; dos atos unilaterais: promessa de
recompensa, gestão de negócios, pagamento indevido, enriquecimento sem causa.
Direito Civil: das coisas: noções gerais, posse e propriedade, direitos reais,
aquisição da propriedade imóvel e móvel, penhor da hipoteca e anticrese, penhor
rural, penhor agrícola, penhor pecuário, industrial e mercantil, penhor de veículos,
penhor legal, penhor de direitos e títulos de créditos.
Direito Civil: família: casamento, relações de parentesco, regime de bens entre os
cônjuges, administração da família, alimentos, tutela e curatela.
Direito Civil: sucessões: a sucessão em geral, a sucessão legítima, a sucessão
testamentária, o inventário e a partilha.
Direito Processual Civil: noções gerais, o processo de conhecimento e de execução,
as participantes do processo, a competência, a citação, a intimação, a resposta do réu,
a sentença, os recursos em geral, o Juizado Especial Civil.
Direito do Trabalho: noções gerais, o contrato individual de trabalho, a jornada de
trabalho, a remuneração, as férias anuais remuneradas; as alterações, a suspensão, a
interrupção e a extinção do contrato de trabalho, o FGTS.
Bibliografia Básica:
FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de direito constitucional. 34 ed. São Paulo:
Saraiva, 2008.
LYRA FILHO, Roberto. O que é Direito. 17. ed. São Paulo: Brasiliense, 2007.
MONTORO, André Franco. Introdução à ciência do direito. 25ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000.
Bibliografia Complementar
BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional. 22ed. São Paulo: Malheiros Editores,
2008.
CRETELLA NETO, José; CRETELLA JÚNIOR, José. 1.000 Perguntas e respostas de Direito
Internacional Público e Privado: para provas das faculdades de direito para concursos 9. ed. Rio
de Janeiro. Forense. 2007.
PERELMAN, Chaim. Ética e direito. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
o FILOSOFIA
Ementa:
A Filosofia como indagação essencial e fundamental à história humana. As principais correntes
filosóficas. A realidade em forma conceitual. A razão, o conhecimento e a verdade. Ética, cidadania
e moral. Filosofia política: estado, poder e soberania. Ética e justiça social.
Objetivos:
Situar o aluno num conjunto de problemáticas fundamentais para integrar o Eu
individual no Eu coletivo, numa relação consciente e crítica, discutindo as práticas
humanas como problema existencial.
Justificativa da disciplina no curso:
Formação de uma consciência crítica e indagadora visando a emancipação racional e o fomento de
ações éticas, democráticas e tolerantes.
Conteúdo Programático:
Origens e significados da filosofia
Filosofia e mito
Filosofia e ciência
A razão, o conhecimento e a verdade
Ética, cidadania e moral
Filosofia política: estado, poder e soberania
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Lúcia Arruda, MARTINS, Maria Helena.Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2003.
BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento, a linguagem. 28. ed.
Petrópolis: Vozes, 2001.
CHAUI, Marilene de Souza. Convite à Filosofia. 13 ed.São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
GATZEMEIER, Cristoph Delius Mathias et al. História da filosofia: da antiguidade aos dias de
hoje. Colônia/Alemanha: Könemann, 2001.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 2008.
VÁZQUEZ, Adolfo Sanchez. Ética. 30 ed.Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
História da Educação
Ementa:
Estrutura e função da história da educação: educação na sociedade primitiva, na Antiguidade
Clássica, nas Idades Média e Moderna. As correntes educacionais na contemporaneidade. Histórico
da educação brasileira.
Objetivos:
Contribuir para o processo de formação dos futuros professores, destacando e
problematizando noções relativas a História da Educação, em especial a educação
brasileira, partindo da periodização e organização do sistema educacional visto em
dois planos: o político-educacional e o das construções pedagógico-didáticas.
Justificativa da disciplina no curso:
Apropriação de elementos teóricos metodológicos para análise conceitual e histórica da educação.
Conteúdo Programático:
Perspectivas de análise da história da educação.
O contexto histórico, a educação e os principais pensadores:
na sociedade primitiva;
na Antiguidade Clássica (Grécia e Roma);
na Idade Média;
na Idade Moderna;
na contemporaneidade.
O contexto histórico da educação no Brasil e as principais correntes
Bibliografia Básica:
DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. 15 ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
SAVIANI, Demerval., LOMBARDI, José Caludinei. Navegando pela história da educação brasileira:
20 anos de histelbr. São Paulo: Autores Associados, 2009.
VEIGA, CYnthia Greive. História da Educação. São Paulo: Ática, 2007.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3.ed.São Paulo:
Moderna. 2006.
GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo, Cortez, 2000.
MANACORDA, Mário Alighieri. História da educação: da antiguidade aos nossos dias. 8.ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
o LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa:
Processos da Comunicação. Funções do texto. Níveis de linguagem. Gramática aplicada ao texto.
Figuras de linguagem. Coesão e coerência. Gêneros textuais. Leitura e produção de textos
Objetivos:
Levar o aluno a ser um leitor competente de todo tipo de texto; Construir um
conhecimento sobre a organização do texto e aplicá-lo em diferentes situações de
comunicação; Ter um domínio da norma culta da Língua Portuguesa a fim de utilizála com desenvoltura em seus textos; Analisar criticamente os diferentes discursos,
inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação de textos.
Justificativa da disciplina no curso:
No conjunto do curso, a disciplina visa preparar o docente no uso da linguagem e de análise crítica.
Dominar a norma culta da Língua Portuguesa além de ser um o mínimo que se pretende de um
bacharel em Administração, leva o aluno a reconhecer os procedimentos de construção do texto,
identificar categorias pertinentes para a análise e interpretação de textos, relacionar textos, políticos,
sociais e culturais entre outros para tomada de decisão.
Conteúdo Programático:
Processo da Comunicação: Linguagem, língua e cultura: conceitos e relações,
Signo lingüístico: variação, norma, variedades regionais, sociais estilísticas:
registros de comunicação;
Funções do texto: linguagem: referencial, emotiva, apelativa, fática, poética,
metalingüística;
Níveis de linguagem: língua oral e escrita;
Gramática aplicada: sintaxe de colocação, regência e concordância; acentuação,
crase e pontuação;
Figuras de Linguagem: denotação e conotação;
Aspectos do parágrafo: coesão e coerência;
Gêneros textuais - Tipologia: narração, descrição e dissertação;
Texto dissertativo: texto expositivo, argumentativo, resumo, resenha, paráfrase,
ensaio, artigo;
Leitura e produção de textos
Bibliografia Básica
ABREU, Antônio Suárez. Curso de Redação. 12.ed. São Paulo, Ática, 2008.
FIORIN, José Luiz., SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 4.ed. São
Paulo, Ática, 2001.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 26. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Maria Margarida, HENRIQUES, Antônio. Língua portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
KOCH, Ingedori Vilaça. A interação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 2000.
MARTINS, DELITA SILVEIRA., ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de acordo
com as atuais normas da ABNT. 29. ed. Porto Alegre: Sagra-Luzzattp, 2010.
o METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Ementa:
Epistemologia do conhecimento. Produção do conhecimento científico. Introdução à pesquisa
científica. Métodos e técnicas da pesquisa. Princípios, métodos e técnicas da investigação e análise
de dados. Estrutura, organização, redação e apresentação de trabalhos científicos.
Objetivos:
Iniciar o aluno na vida didático-científica, apresentando as diretrizes de estudo para
trabalho científico. Enfatizar que a ação pedagógica e o processo de produção do
conhecimento científico entre a teoria e a prática.
Justificativa da disciplina no curso:
A disciplina se justifica pela orientação que oferece no fomento da investigação e pesquisa
científica. Ela busca construir bases para a realização de trabalhos científicos, envolvendo a prática
profissional e cidadã dos alunos. Serve como base para a elaboração de trabalhos científicos que
estão no programa do bacharelado de Administração como TCC.
Conteúdo Programático:
•
•
•
•
•
Parte Introdutória: atitudes favoráveis ao estudo; gestão de tempo.
Apresentação oral de trabalhos acadêmicos: atitudes, postura, estrutura, aspectos visuais e de
formatação.
O conhecimento: o processo de conhecimento; formas de conhecer a realidade; os tipos de
conhecimentos; metodologia científica e sua importância na construção do conhecimento
científico.
Leitura e técnicas de elaboração de trabalhos de graduação: o processo de leitura; tipos de
leitura; trabalhos acadêmicos (esquema, resenha,resumos e fichamentos).
Trabalhos de graduação/pesquisa bibliográfica: conceito de pesquisa bibliográfica; fontes de
pesquisa bibliográfica; fases e estrutura; formatação e redação; regras de citação e
referências bibliográficas.
Bibliografia Básica
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI. Marina de.Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. 6
ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do trabalho científico: elaboração
de trabalhos científicos na graduação. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6 ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
o PSICOLOGIA
Ementa:
Conceito e história da psicologia. Escolas psicológicas: perspectivas teóricas. Introdução ao
desenvolvimento humano, segundo as principais teorias psicológicas. Comportamento e cultura. As
dimensões cognitivas e subjetivas. Interação dos grupos humanos.
Objetivos:
•
•
•
•
•
Conhecer a evolução histórica dos estudos sobre o comportamento humano;
Obter uma visão geral das principais teorias sobre o comportamento humano: Psicanálise,
Behaviorismo e Humanismo;
Analisar as implicações do controle do comportamento humano para o indivíduo e para as
organizações
Conhecer/compreender processos cognitivos e subjetivos que interferem na conduta humana
Entender como ocorre a interação do indivíduo com o contexto social
Conteúdo Programático:
1.
INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA
1.1. Conceito de psicologia
1.2. Psicologia como ciência
1.3. Evolução da ciência psicológica (histórico)
2.
TEORIAS PSICOLÓGICAS
2.1. Behaviorismo/Análise Experimental do Comportamento
2.2. Psicanálise
2.3. Humanismo
3.
DIMENSÕES COGNITIVAS E SUBJETIVAS
3.1. Sensação
3.2. Percepção
3.3
Atenção
3.4. Inteligência
3.5. Linguagem e Pensamento
3.6. Emoções
4.
INTERAÇÕES DOS GRUPOS HUMANOS
4.1. O comportamento social
4.2. Percepção social
4.3. Atitudes
Bibliografia Básica:
BRAGHIROLLI, Eliane Maria. et al. Psicologia Geral. 21. ed. Porto Alegre: Vozes, 2001.
FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da Psicologia. 5 .ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
TELES, Maria Luiza S. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense: 2006.
Complementar
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresa: psicologia do
comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair, TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologia:
uma introdução ao estudo da psicologia. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
ROBBINS. Stephen P. Comportamento Organizacional. 9.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
o SOCIOLOGIA
Ementa:
Introdução e contextualização histórica dos discursos sociológicos clássicos das ciências sociais. As
principais teorias da sociologia. Desenvolvimento da sociedade mediante a ação de determinados
campos: organização social, expressão simbólica, poder, estado, ideologia, dentre outros. A relação
sociedade-indivíduo. Sociologia das organizações.
Objetivos:
Estudar os conceitos e teorias da Sociologia das Organizações, proporcionando ao
aluno do Curso de Administração as condições para que o mesmo desenvolva
conhecimento sobre cultura e organização. A partir de observações e reflexões
acerca das novas situações do mercado de trabalho: inovações técnicoorganizacionais,de tendências sindicais na atualidade e debate sobre as formas de
flexibilização do trabalho, buscar-se-á analisar as relações sociais presentes nas
empresas tendo em vista os problemas que ocorrem nas relações de trabalho.
Justificativa da disciplina no curso:
No conjunto das disciplinas do curso, a disciplina se justifica no sentido de se buscar compreender a
noção de estrutura social, econômica e político-cultural, destacando as principais relações e
processos, as condições de trabalho, o papel da burocracia e da cultura organizacional da empresa.
Analisar criticamente as configurações estatais que se desenham a partir das novas forças sociais
Conteúdo Programático:
Sociologia: definição, aplicabilidade e atualidade
Principais abordagens teóricas
Cultura, ideologia e sociedade
Aparelhos ideológicos do estado
Indústria cultural
Cultura globalizada e multiculturalismo
O papel das organizações na sociedade moderna.
Bibliografia Básica
ARON, Raymond. As Etapas do pensamento sociológico. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia? São Paulo: Brasiliense, 2006.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1985.
GALEANO, Guilherme. Introdução à sociologia. São Paulo: Harbra, 1981.
QUINTANEIRO, T., BARBOSA, M. L. O., OLIVEIRA, M. G. M. Um toque de clássicos: Marx,
Durkheim e Weber. 2 ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009.
2º PERÍODO
o COMUNICAÇÃO, MULTIMÍDIA E EDUCAÇÃO
Ementa:
Educação e comunicação: conceitos básicos, suas transformações e relações. Meios e tecnologias de
comunicação e informação na sociedade e na educação. A função social dos recursos tecnológicos
na educação.
Objetivos:
A disciplina visa fundamentar a Educação nas Ciências da Comunicação. Analisa
posicionamentos educacionais frente produção social de comunicação humana.
Objetiva subsidiar o educador comunicador nas decisões e responsabilidades de
produção social de comunicação presencial e à distância, em instituições
educacionais, através de cultura das mídias e multimídia. Análise do papel educativo
dos meios de comunicação. O processo de planejamento, realização, avaliação e
revisão de programas educativos documentais e ficcionais. A utilização de produtos
educativos. Contribuir para a formação de professores e alunos em comunicação e
cultura multimidiática. Introduzir o aluno na sistemática de planejamento, realização
e avaliação de produções audiovisuais e escritas voltada à Educação.
Conteúdo Programático:
Educação e comunicação conceitos básicos, suas transformações e relações. Meios e
tecnologias de comunicação e informação na sociedade e na educação escolar: breve
histórico.
Meios visuais, sonoros, audiovisuais de comunicação (informatizados e não) na
escola básica contemporânea: a) como objetos de análise dos modos de fazer e de
pensar a comunicação e informação na sociedade, b) como objetos de produção, nos
cursos, para a comunicação: dimensões estéticas técnicas, de representações e
expressões de mundo da natureza , da cultura do imaginário contemporâneo. c) como
um dos componentes do trabalho pedagógico, desenvolvido por professores e alunos,
em conexão com os objetivos, conteúdos, métodos, procedimentos, atividades,
avaliação do processo comunicacional de ensino aprendizagem.
Comunicação, Multimídia e formação de professores de escolas de educação
infantil, fundamental e ensino médio: questões para estudos, pesquisas e práticas.
A linguagem da TV, do vídeo, do rádio, da publicidade e da internet.
Bibliografia Básica
FREIRE, Wendel. (Org.). Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. São Paulo: Walk,
2008.
PENTEADO, Heloísa Dupas et al. Pedagogia da Comunicação. Teorias e práticas. 2. ed. São
Paulo, Cortez, 2001.
SANCHO, Juana Maria. Tecnologias para transformar a educação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
Bibliografia Complementar
FERRETTI, Celso João (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate
multidisciplinar. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
PENTEADO, Heloísa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. 3. ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de massa. 3.ed. Lisboa, Presença, 2008.
o CURRÍCULOS E PRÁTICAS CULTURAIS
Ementa:
Conceitos, histórico e construções epistemológicas. Currículo e diversidade cultural. Currículo e
processos de exclusão: aspectos étnicos, de gênero e de classes sociais. Orientações legais e
currículo. Planejamento, execução e avaliação curricular. Currículo básico, Parâmetros e
Referenciais Curriculares Nacionais.
Objetivos:
Desenvolver a compreensão dos princípios históricos e políticos que perpassam os
currículos escolares e defini-los como elementos essenciais para a organização do
processo educacional. Destacar o currículo como elemento cultural, que envolve
relações de poder desde a sua concepção até a sua realização no âmbito escolar.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão e construção de bases para atuação do professor nas dinâmicas curriculares.
Conteúdo Programático:
Currículo: uma visão histórica
Currículo: ideologia e poder
A cultura, o currículo, o currículo oculto e a prática escolar
A relação escola/sociedade nos fundamentos da construção curricular
Os paradigmas curriculares e a organização escolar
O professor e sua ação mediadora nas propostas curriculares
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalhos: o conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998.
LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Currículo: debates contemporâneos. 2.ed. São
Paulo: Cortez, 2005.
MOREIRA, Antônio Flávio. Currículo, cultura e sociedade.11. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
Bibliografia Complementar
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília:
MEC/SEF, 2000.
GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
SILVA, Luiz Heron. Século XXI: qual conhecimento? Qual currículo?. 2. ed. Petrópolis: Vozes,
2000.
o DIDÁTICA
Ementa:
A Didática na formação do educador. Paradigmas pedagógicos: encaminhamento de uma prática
educacional a partir da compreensão da educação. Encaminhamentos metodológicos da formação
do educador. Histórico e concepções da didática do ensino. Tendências pedagógicas da prática
escolar. O processo de planejamento de ensino.
Objetivos:
Compreender o cotidiano escolar e a sala de aula, seus sujeitos, suas interações,
espaços, possibilidades e papéis; compreender o papel transformador do professor no
processo ensino aprendizagem sem desconsiderar o contexto sócio-econômico;
compreender a Didática como teoria que propicia uma reflexão do fazer pedagógico,
não como método geral de ensino.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão do processo de ensino e aprendizagem articulado com as determinações sociais,
filosóficas, psicológicas, pedagógicas de forma crítica e reflexiva e não apenas do ponto de vista
técnico.
Conteúdo Programático:
O papel da didática na formação dos educadores.
Pressupostos teóricos da didática.
Tendências pedagógicas da prática escolar.
Relações professor-aluno.
Relações interinstitucionais.
Planejamento: objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos, recursos e
avaliação.
Bibliografia Básica:
CANDAU, V.M. Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 2000/2001.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
VEIGA, Ilma P. Alencastro. Didática: o ensino e suas relações. 8. ed. Campinas: Papirus, 2004.
Bibliografia Complementar:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 17. ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2001.
HAYDT, R. C. C. Curso de didática geral. 8. ed. São Paulo: Ática, 2006.
PILETTI, Nelson. Didática geral. 23. ed. São Paulo: Ática, 2001.
o FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
Ementa:
A constituição da identidade do educador e as correntes do pensamento pedagógico brasileiro.
Educação como problema filosófico. Sistema educacional brasileiro e suas relações com a Filosofia:
tendências, perspectivas e desafios da práxis pedagógica. Concepções contemporâneas da filosofia e
educação. O papel do educador na realidade contemporânea: transformações e crises.
Objetivos:
Identificar o sentido e o significado da educação, sob o ponto de vista filosófico,
através da reflexão sobre a relação existente entre educação, filosofia e ideologia e a
explicitação crítica das principais tendências e correntes da filosofia em relação à
educação na atualidade.
Oferecer condições para que a prática educacional se realize como práxis, como
ação pautada num sentido, como ação pensada, refletida, apoiada em significações
construídas, explicitadas e assumidas pelos sujeitos envolvidos.
Justificativa da disciplina no curso:
Construção do sentido da educação no contexto da existência humana em sua totalidade,
incentivando o aluno a participar plenamente na dialética homem/mundo.
Conteúdo Programático:
A constituição da identidade do educador e as correntes do pensamento pedagógico
brasileiro. Educação como problema filosófico:
A crítica dos processos educativos: alienação e transformação;
O ser humano como questão inacabada ao pensamento: para quê educar?
Sistema educacional brasileiro e suas relações com a Filosofia: tendências,
perspectivas e desafios da práxis pedagógica
Concepções contemporâneas da filosofia e educação.
O papel do educador na realidade contemporânea: transformações e crises.
Bibliografia Básica
BRANDÃO, Zaia. (org). A crise dos paradigmas e a educação. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. O que é Filosofia da Educação? 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A,
2002.
PERISSÉ, Gabriel. Introdução à filosofia da educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1996.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. São Paulo: Ftd,
1994.
o MATEMÁTICA
Ementa:
Operações aritméticas e algébricas; equações e sistemas de equações; funções (linear, quadrática,
exponencial, logarítmica); matrizes.
Objetivos:
Proporcionar meios da ciência matemática, habilitando o discente ao entendimento
de questões pertinentes ao seu cotidiano, oportunizando a resolução de situaçõesproblema de seu vínculo profissional.
Justificativa da disciplina no curso:
Desenvolver no aluno o raciocínio matemático lógico, de modo a propiciar um bom entendimento
para aplicações em outras necessidades do curso de graduação como matemática financeira, custos,
análise de balanço e no dia a dia.
Conteúdo Programático:
Operações Aritméticas e Algébricas
Equações e Sistemas de Equações
Funções: Linear, Quadrática, Exponencial, Logarítmica
Matrizes e Sistemas Lineares
Bibliografia Básica:
DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas de matemática. 12.ed. São Paulo: Ática,
2000.
______, Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2007.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Administração e
Ciências Contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008. v2.
Complementar:
Complementar:
DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. v1.
LORENZATO, Sergio. Para aprender matemática. 2. ed. Campinas-SP: Autores Associados,
2008.
WEBER, Jean. E. Matemática para economia e administração. 2. ed. São Paulo: Harbra, 2001.
o PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM
Ementa:
Teorias do desenvolvimento da infância e adolescência. Princípios gerais do desenvolvimento
psicológico na infância e adolescência, relacionando-os ao desenvolvimento biológico e ao contexto
sócio-histórico-cultural. Principais teorias da aprendizagem e suas relações com a educação
Objetivos:
Possibilitar a compreensão de como as principais teorias em Psicologia da
Aprendizagem influenciam e/ou influenciaram o processo educacional brasileiro:
aspectos epistemológicos, sociais e políticos da inter-relação da Psicologia e da
Educação.
Estudar as diferentes teorias em Psicologia da Aprendizagem.
Refletir sobre os aspectos que perpassam os processos de ensinar e aprender.
Justificativa da disciplina no curso:
O aluno dever ser capaz estabelecer relação entre a Psicologia e o processo de aprendizagem, de
modo a poder refletir sobre as diferentes teorias da aprendizagem e entender seus benefícios para a
Educação.
Conteúdo Programático:
Desenvolvimento humano.
Concepções do desenvolvimento: inatista, ambientalista, interacionaista
Teorias do desenvolvimento humano: Piaget, Vygotsky, Wallon
Aprendizagem
Relações entre desenvolvimento e aprendizagem
Conceituação, características e princípios.
Teoria da aprendizagem comportamentalista, cognitiva.
Relação de aprendizagem com a prática pedagógica
Fundamentos e princípios das relações de aprendizagem e desenvolvimento
Concepção de infância: diversidade cultural e o lugar da criança em diferentes
contextos.
Relações adulto-criança (ensino-aprendizagem): perspectiva histórica e filosófica.
Escolarização da infância.
Bibliografia Básica
ÁRIÉS, Phillipe. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
CAMPOS, Dinam Martins de Souza. Psicologia da aprendizagem. 30. ed. Rio de Janeiro. Vozes,
2000.
LA TAILLE , Ives de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo :
Summus, 1992.
Bibliografia Complementar
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de psicologia do desenvolvimento. 12. ed. São Paulo:
Ática, 2000.
PATTO, Maria Helena Souza. Introdução à psicologia escolar. São Paulo: T.A. Queiroz, 1997.
REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 20. ed.
Petrópolis: Vozes, 2009.
o SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Ementa:
Aspectos históricos da sociologia e da educação. A educação como processo social. A relação
homem/classes sociais/educação e sociedade. A função social da escola: diferentes tendências
pedagógicas. A educação brasileira e suas implicações sociais. Educação e movimentos sociais.
Objetivos:
Mostrar as estreitas relações entre a sociologia, a educação e a sociedade, levando
os alunos a interpretar criticamente tal relação e a posição privilegiada da educação
na sociedade capitalista contemporânea.
Justificativa da disciplina no curso:
Desenvolvimento de um pensamento crítico, capaz de refletir de modo autônomo para além das
formulações do senso-comum, compreendendo as relações de determinação e reciprocidade entre o
contexto histórico e quadro social no qual o aluno se insere e sua prática cotidiana, acadêmica e
profissional.
Conteúdo Programático:
A importância da sociologia no campo das ciências humanas;
Diferentes perspectivas teóricas e definições da sociologia;
A especificidade e relevância da sociologia e da educação;
A organização social: fundamentos sociológicos – status e função; família;
associações, clubes e grupos; organização econômica; classes sociais e castas;
controle social e leis; política;
A expressão simbólica: cultura e cosmovisão; religião e mito: ideologia simbólica; a
linguagem; a arte;
Processo civilizador e cultura;
A escola como uma organização social;
Estado, Poder, Ideologia e luta de classes;
A relação sociedade e indivíduo;
Educação, sociedade, cultura, transformação e movimentos sociais.
Bibliografia Básica
ADORNO, Theodor W. Educação e Emancipação. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010.
BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. 29. ed. Petrópolis: Vozes,
2007.
BOURDIEU, Pierre.; PASSERON, Jean Claude. A Reprodução: elementos para uma teoria do
sistema de ensino. 2ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2009.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Alonso Bezerra de., SILVA, Wilton Carlos Lima da. Sociologia e educação: leituras
e interpretações. São Paulo: Avercamp, 2006.
COSTA, Marisa Vorraber; SILVA, Tomaz Tadeu da. Escola básica na virada do século: cultura,
política e currículo. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
DURKHEIM, Émile. Sociologia e Educação. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2007.
3º PERÍODO
o DIVERSIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Ementa:
Concepção de diversidade e educação inclusiva. Práticas pedagógicas e a inclusão. O papel da
escola em resposta às diferenças individuais. Políticas públicas e legislação relativa à diversidade e
ao processo de inclusão.
Objetivos:
Estudar os aspectos relacionados à diversidade encontrada no cotidiano da sala de
aula, assim como, o papel dos professores, como agentes mediadores do processo de
ensino-aprendizagem;
Produzir práticas institucionais capazes de ultrapassar o limite da simples inclusão
dos sujeitos na escola, garantindo a todos os alunos em suas diferenças constitutivas,
as possibilidades de integração, aprendizado e desenvolvimento.
Desenvolver ações que propiciem o intercâmbio e a troca de experiências na área da
educação especial e a aplicabilidade da política de educação inclusiva.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão da questão da diversidade e da exclusão/inclusão social, produzida historicamente no
contexto da educação brasileira e suas repercussões na escola e na sociedade.
Conteúdo Programático:
A questão do fracasso escolar: Como ele foi se produzindo historicamente no
contexto da educação brasileira (inclusão x exclusão).
Recursos e Estratégias Utilizadas no Atendimento Educacional Especializado numa
Perspectiva Inclusiva – A atuação do professor e do gestor na educação dos alunos;
Avaliação das Diretrizes Nacionais para a Educação Especial;
As possíveis formas de redirecionamento do trabalho pedagógico;
A questão do desenvolvimento e da aprendizagem na diversidade – Os saberes e
práticas da educação inclusiva;
Os processos de significação no espaço escolar;
As diferentes culturas e os diferentes saberes que os alunos trazem para a sala de
aula – a questão do multiculturalismo e sua relação com a educação;
O papel da escola para o ensino na diversidade.
Bibliografia Básica
PACHECO, José., EGGERTSDÓTTIR, Rosa., MARINÓSSON, Gretar L. Caminhos para a
inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007.
RAMOS, Rossana. Inclusão na prática: estratégias eficazes para a educação inclusiva. São Paulo:
Summus, 2010.
STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Parecer CNE/CEB n.º 17/2001. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
Educação Básica. Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Especial. Brasília, 2005.
FONSECA, Vitor da. Educação especial: programa de estimulação precoce : uma introdução às
idéias de Feurstein. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1995.
PADILHA, Ana Maria Lunardi. Possibilidades de Histórias ao Contrário: ou como
desencaminhar o aluno da classe especial. 3. ed. São Paulo: Plexus Editora, 2004.
o EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Ementa:
Fundamentos históricos da Educação de Jovens e Adultos. As condições sociais e o analfabetismo
no Brasil. Concepção dos Parâmetros Curriculares Nacionais da Educação de Jovens e Adultos.
Alternativas metodológicas para a Educação de Jovens e Adultos.
Objetivos:
Formar profissionais para atuarem na Educação de Jovens e Adultos, através da
prática da reflexão, discussão coletiva e ação das práticas pedagógicas, fazendo do
conhecimento um caminho para novas perspectivas, dentro dos fundamentos da
ética, cidadania, solidariedade e valorização pessoal.
Justificativa da disciplina no curso:
Formação de profissionais, com base teórica e metodológica, para atuar nas diversas situações
educacionais de EJA e nos diferentes campos da escolarização (formal e não-formal).
Conteúdo Programático:
História da educação de jovens e adultos no Brasil.
Paradigmas educacionais na educação de jovens e adultos.
Paulo Freire demarcando uma revolução conceitual.
A busca de novas contribuições para a área.
Espaços alternativos para a educação de jovens e adultos.
Proposta curricular do MEC: fundamentos, objetivos, planejamento e avaliação.
Cidadania e ética na formação de jovens e adultos.
Bibliografia Básica:
FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 29. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
GADOTTI, M.; ROMÃO, J.E. (orgs.). Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta.
11. ed. São Paulo: Cortez , 2010.
Bibliografia Complementar
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. São Paulo: Brasiliense, 1981.
DOCUMENTO NACIONAL PREPARATÓRIO À VI CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE
EDUCAÇÃO DE ADULTOS-VI CONFITEA-Brasília: MEC, 2009.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
o ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Ementa:
Análise crítica das políticas educacionais: aspectos sócio-políticos e históricos. Plano Nacional da
Educação: estrutura e organização. Políticas Educacionais e Legislação de Ensino.
Objetivos:
Conhecer criticamente as normas legais educacionais que regem a educação
brasileira na perspectiva de um sistema nacional de ensino com suas especificidades
estruturais, administrativas e pedagógicas.
Conhecer a organização escolar com sua cultura, relações de poder, modo de
funcionamento para participar dialógica e cooperativamente da gestão escolar,
valorizando seus saberes docentes e, as relações sociais e étnico-raciais presentes nas
práticas educativas.
Participar da gestão das instituições em que atue como profissional, contribuindo
para elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do projeto
pedagógico.
Justificativa da disciplina no curso:
Conhecimento e compreensão da estrutura e funcionamento da educação básica em seus aspectos
técnico-estruturais, administrativos e legais e suas relações com os pressupostos filosóficos,
políticos, econômicos, sociais e culturais.
Conteúdo Programático:
Sociedade, Estado, Política e Educação: relações, interdependências e antagonismos
Sistema Escolar no Brasil
Plano Nacional da Educação: estrutura e organização
Políticas Educacionais e as reformas educacionais
Lei 9394/96: leitura crítica
Princípios
Finalidades
Níveis e modalidades de ensino
Recursos financeiros públicos em educação
Profissionais do magistério: formação e campo de atuação.
Bibliografia Básica:
MENESES, João Gualberto et al. Estrutura e funcionamento da Educação Básica. São Paulo: Pioneira, 2004.
SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas. 11. ed. Campinas: Autores
Associados, 2008.
VIEIRA, Jair Lot. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: lei nº 9.394, de 20/12/96: Plano nacional
de Educação: lei nº 10.172, de 10/01/2001, legislação correlata e complementar (atualizada até a lei nº
12.202, de 14/01/2010). 3. ed. Bauru: EDIPRO, 2010.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei 9394/96 – Brasília,1996.
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra política
educacional. 5. ed. Campinas: Autores associados, 2004.
SOUZA, Paulo N. Pereira de. Como entender e aplicar a nova LDB. São Paulo: Pioneira, 2000.
o LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO
Ementa:
Fundamentos teóricos da alfabetização: lingüístico, psicológico e sociológico. Estudo teóricoprático referente ao processo de letramento, considerando concepções, sujeitos nele referidos,
objeto de aprendizagem/ensino, princípios básicos e relações com alfabetização. Procedimentos
metodológicos do processo de letramento e alfabetização.
Objetivos:
Contribuir para o processo de formação dos futuros professores, destacando e
problematizando noções relativas à linguagem, à alfabetização e aos métodos
utilizados na alfabetização;
Discutir e problematizar as várias teorias que norteiam a prática pedagógica no
trabalho com a alfabetização;
Ter conhecimento sobre as teorias da alfabetização que norteiam a prática educativa
em sala de aula.
Justificativa da disciplina no curso:
Saber diferenciar as teorias, os métodos e as práticas referentes a cada pressuposto teórico para
fazer a escolha consciente do que irá embasar o trabalho docente nas relações de ensino e no
processo de apropriação da escrita e da leitura.
Conteúdo Programático:
Interação social e linguagem: concepção teórica e implicações teórico-práticas para
a leitura e escrita, nas dimensões lingüística, psicológica e sociológica.
O papel social da escrita.
História da escrita e da leitura.
Teorias sobre os processos de aquisição da escrita.
A relação entre pensamento e linguagem.
As relações da criança com a escrita.
Letramento.
Leitura e escrita como processos de interação verbal.
Bibliografia Básica
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Lingüística. 10 ed. São Paulo: Scipione, 2008.
SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita – A alfabetização como
processo discursivo. 12 ed. Cortez, 2008.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 4. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. 2 ed.São Paulo: Cortez, 2008.
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 25. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 17 ed. São Paulo: Ática, 2008.
o SEMINÁRIOS INTEGRADORES
Ementa:
Estudos de questões presentes na formação de educadores e escolhidos durante o percurso da
formação.
Objetivos:
Aprofundar as questões a respeito do sujeito: suas problematizações, efeitos e
desafios que circulam, respectivamente, no campo da sociedade humana e seus
conflitos, considerando-se a dimensão psíquica e ético-moral, em sua formação.
Justificativa da disciplina no curso:
Reflexão de questões sócio-ético-políticas capazes de conduzir o aluno à uma visão de mundo mais
ampla e engajada com seus aspectos essenciais no que tange às transformações sociais, via
educação, contribuindo para a construção de um mundo mais justo e ético.
Conteúdo Programático:
Será definido de acordo com as necessidades apresentadas pelos professores das
outras disciplinas e alunos, no momento da oferta da disciplina. Feito
interdisciplinar.
Bibliografia Básica
AQUINO. I. Z. Como falar em encontros científicos: do seminário em sala de aula a congressos
internacionais. São Paulo: Saraiva, 2010.
MARCONI, Maria Andrade.,LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2006.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
Bibliografia Complementar
FREIRE, Paulo. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010.
SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita – A alfabetização como processo
discursivo. 12 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008.
4º PERÍODO
o FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE
Ementa:
História da arte e educação. A Arte no currículo escolar: tendências e fundamentos
interdisciplinares. Concepção de Arte nos Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais
Processo criador e o seu desenvolvimento por meio da integração da linguagem: Artes Visuais,
Cênicas e Plásticas, Música e Dança. A arte como processo na formação do indivíduo. Espaços
artístico-culturais como objeto de aprendizagem. Análise de material didático.
Objetivos:
Formar um profissional sensível, investigador, criativo e comprometido com a ArteEducação.
Refletir sobre o significado da Arte para a criança e sobre as metodologias que
favoreçam a formação integral do educando.
Desenvolver habilidades sensoriais, perceptivas e cognitivas distintas através de
leitura de imagens.
Justificativa da disciplina no curso:
Reconhecimento da Arte como provocadora de um diálogo com a realidade, desvelando e
ampliando o conhecimento e reapresentando-o em várias linguagens.
Conteúdo Programático:
Conceito de Arte: a Arte e o seu modo de representação estética.
Arte-Educação no Brasil.
Objetivos, conteúdos e avaliação em Arte segundo os PCN.
Estágios de compreensão estética da criança.
A Arte e o desenvolvimento da criatividade.
Fases do desenvolvimento e processos de criação nas várias linguagens.
Produtores em Arte: vida, época e obra.
O teatro e a música na escola: jogos dramáticos.
Bibliografia Básica
BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos (org.). Arte-Educação: leitura no subsolo. 7.ed. São Paulo:
Cortez, 2008.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de; FUSARI, Maria F. de Rezende e. Arte na Educação Escolar. 3 ed.
São Paulo: Cortez, 2009.
MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha Telles. Didática do
ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetro curricular nacional: arte. Brasília:
MEC/SEF, 2000.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de Toledo; FUSARI, Maria F. de Rezende e. Metodologia do ensino
de arte. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1999.
o FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
Ementa:
As concepções de História e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Construção do
conceito de tempo e as noções de permanência e mudança, semelhança e diferença. Planejamento e
desenvolvimento de atividades para o ensino de história. Análise de material didático.
Objetivos:
Valorizar a construção de conceitos, a partir da realidade,
Respeitar e valorizar as experiências de cada um fornecendo assim uma visão mais
ampla da realidade, da sociedade e do processo histórico,
Formar usuários mais críticos e menos dependentes dos livros didáticos.
Justificativa da disciplina no curso:
Construção de um raciocínio histórico, reflexivo e crítico, por meio da atualização teórica e o
conhecimento de novas abordagens da História e do ensino da história.
Conteúdo Programático:
Ensinando e aprendendo história : Reflexões sobre o ensino de história
Novas abordagens do ensino de história: conteúdos e conceitos
Conceito e representação
Linguagem e ensino: desenvolvimento de atividades para o ensino de história
Bibliografia Básica:
BITTENCOURT, Circe (org). O saber histórico na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Editora
Contexto, 2008.
FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História & ensino de história. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2006.
PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez
Editora, 1994.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais – História e Geografia. Brasília: MEC/SEF,
2000.
CABRINI, Conceição [et al.]. O ensino de História. Revisão urgente. 5. ed. São Paulo: Editora
Brasiliense, 1994.
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história: Experiência, reflexões e
aprendizados. 9. ed. Campinas: Papirus, 2003.
o LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
Ementa:
Estudo de lingüística textual. O papel do professor na construção das relações entre sujeitos e
objetos culturais na escola. Diferentes gêneros para a construção de conhecimentos que resultam na
habilidade de leitura e escrita.
Objetivos:
Refletir sobre os diferentes usos da língua e as possíveis implicações sociais e
políticas destes.
Expressar-se de forma autônoma, crítica e criativa na linguagem escrita.
Reconhecer os gêneros do discurso e suas especificidades e produzir textos
adequados, sabendo recorrer a estas especificidades.
Reconhecer e respeitar diferentes variantes lingüísticas.
Saber utilizar a norma culta da língua materna com a finalidade de expressar-se
coerente e adequadamente.
Saber utilizar o conhecimento lexical adequado para diferentes circunstâncias.
Identificar e saber utilizar a língua oral e escrita como modos de inserção, de
integração e de transformação social.
Justificativa da disciplina no curso:
Reconhecimento da importância e da riqueza dos gêneros textuais na construção dos saberes e no
desenvolvimento da leitura e da escrita na sala de aula.
Conteúdo Programático:
Estudo de lingüística textual
O discurso e funcionamento da linguagem
Os gêneros textuais e suas especificidades
O papel do professor na construção das relações entre sujeitos e objetos culturais na
escola
O professor e sua função mediadora entre os sujeitos e a cultura
Determinantes do trabalho com a leitura e a escrita na escola
Projetos de dinamização das práticas escolares de leitura e escrita
O papel das bibliotecas escolares na formação de sujeitos leitores
Práticas de leitura e produção de textos
Prática de leitura e interpretação de textos
Prática de produção de textos em diferentes gêneros
Bibliografia Básica:
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 4ª edição São Paulo: Martins Fontes, 2010.
LARROSA, Jorge. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Tradução Alfredo Veiga
Neto. 5. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2010.
ORLANDI, Eri Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento. As formas do discurso. 5. ed.
Campinas: Pontes, 2009.
COMPLEMENTAR:
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
LANDSMANN, Liliana Talchinsky. Aprendizagem da Língua escrita: processos evolutivos e
implicações didáticas. 3. ed. São Paulo: Ática, 2006.
LAJOLO, Marisa. L. M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008.
o LITERATURA INFANTO-JUVENIL
Ementa:
Origens e conceitos de literatura infantil. Os diversos gêneros literários: caracterização histórica,
antropológica, psicanalítica e social. As relações com a fantasia infantil e as demais tipologias da
narrativa. O fantástico e o maravilhoso.
Objetivos:
Estudar a especificidade do gênero literatura infanto juvenil a partir de suas origens
até nossos dias.
Estabelecer critérios de seleção de textos literários pertencentes a esse gênero e
estimular a leitura das principais obras.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão de que a literatura infanto juvenil e a alfabetização são processos interligados na
aquisição da escrita e da leitura e no aprimoramento da mesma.
Conteúdo Programático:
1- Teoria literária
1.1-Arte e literatura
1.2- Literatura e sociedade.
1.3-Gêneros e subgêneros literários.
1.4-Textos representativos.
2 - A literatura infanto-juvenil no tempo e no espaço
2.1-Histórico.
2.2-A arte de contar histórias.
2.3-O texto escrito e o texto de imagens.
2.4-A formação do leitor.
3 - A narrativa dos contos de fadas
3.1-A sensibilidade humana nos contos de fada.
3.2-O reconto dos clássicos.
4 - O texto poético
4.1-Considerações formais do texto poético: rimas e ritmo.
4.2-A poesia e a vivência infantil.
4.3-Como trabalhar poesia com crianças.
4.4-A prosa poética.
5.Critérios de seleção de textos
6- A literatura infantil regionalista
6.1-O folclore e a literatura.
6.2-Lendas e parlendas.
7-Sugestões de atividades
7.1-Produções narrativas e poéticas.
7.2-Apreciação crítica.
7.3-Sarau literário.
7.4-Roda de poesia.
7.5-Como formar uma biblioteca.
7.6-Produção de histórias sem textos.
7.7-Varal de poesia.
Bibliografia Básica:
BETTELHEM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. 21. ed, 22 ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra. 2007.
COELHO, Betty. Contar Histórias- uma arte sem idade. 10. ed. São Paulo: Ática, 2009.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira. História e Histórias, 6
ed. São Paulo: Ática, 2010.
10. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVIVH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. 5. ed. São Paulo: Scipione,
2001.
ALVARADO, M. O leiturão: jogos para despertar leitores. 5. ed. São Paulo: Ática, 2000.
BERALDO, A. Trabalhando com poesia. 3. ed. São Paulo: Ática, 2001. v1.
5º PERÍODO
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL(INFÂNCIA E EDUCAÇÃO)
Ementa:
Educação infantil: concepções, histórico, princípios e objetivos. Conceituação de infância, família e
sociedade: fundamentos históricos, sociais e políticos. As funções da educação infantil: o espaço, o
ambiente, a proposta político-pedagógica, as políticas públicas.
Objetivos:
•
Aprofundar conhecimentos acerca da educação infantil e refletir sobre os objetivos,
conteúdos e orientações didáticas que subsidiem a prática pedagógica dos profissionais que
atuam diretamente com crianças de 0 a 5 anos, respeitando as especificidades e diversidade
cultural brasileira.
•
Compreender as concepções sobre educação infantil diante do contexto histórico - político e
social brasileiro;
•
Aprofundar conhecimentos sobre a conceituação de criança, infância, família e sociedade;
•
Discutir o sistema educacional na perspectiva de atendimento às crianças de 0 a 5 anos,
visando
planejamento e desenvolvimento de uma proposta pedagógica adequada a essa
faixa etária;
•
Elaborar e analisar projetos que atendam as demandas e necessidades das crianças,
considerando a pluralidade e diversidade étnica, religiosa, de gênero, social e cultural;
•
Compreender a organização do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,
bem como os objetivos gerais, a formação do professor e legislação vigente;
•
Analisar as políticas públicas e programas de educação infantil, socializando informações,
discussões e pesquisas que possam contribuir para o desenvolvimento do trabalho educativo
dos profissionais da área.
•
Elaborar, desenvolver e avaliar planejamentos considerando as especificidades afetivas,
emocionais, sociais e cognitivas das crianças de 0 a 5 anos, respeitando os direitos e
necessidades das mesmas nessa faixa etária.
4. Conteúdo Programático
•
A Educação Infantil no contexto brasileiro: concepções, histórico, princípios e objetivos;
•
Conceituação de infância, família e sociedade: fundamentos históricos, sociais e políticos;
•
As funções da educação infantil: o espaço, o ambiente, a proposta político-pedagógica, as
políticas públicas;
•
Referencial Curricular Nacional para a educação infantil: objetivos, conteúdos, organização,
formação de professores, orientações didáticas, idéias e práticas correntes;
•
Estrutura do Referencial Curricular Nacional: Formação pessoal e social, identidade e
autonomia, conhecimento de mundo (movimento, música, artes visuais, linguagem oral e
escrita, natureza e sociedade, matemática)
•
Discussão, análise e elaboração de projetos e planejamentos voltados para a educação infantil;
Bibliografia Básica:
ARRIBAS, Tersa Lleixá et al. Educação infantil: desenvolvimento, currículo e organização
escolar. 5. ed. [S.l.]: Artmed, 2004.
PALACIUS, Jesus., PANIAGUA, Gema. Educação infantil: resposta educativa a diversidade.
Porto Alegre: ARTMED, 2007.
ZABALZA, Miguel A. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Bibliografia Complementar
FARIA, Ana Lúcia Goulart de. Educação pré-escolar e cultura: para uma pedagogia da educação
infantil. 2 ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2002.
ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde et al. Os fazeres na educação infantil. 11 ed. rev. e ampl.
São Paulo: Cortez, 2009.
SANCHÉZ, Pilar Arnaiz., MARTINEZ, Marta Rabadán., PEÑALVER, I. V. A psicomotricidade
na educação infantil: uma prática preventiva e educativa. Porto Alegre: Artmed, 2003.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS
Ementa:
As concepções de ciências e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Construção do
conhecimento científico. Ciência como investigação, relação, compreensão entre os fenômenos da
natureza, o ensino das ciências e a experimentação. Planejamento e desenvolvimento de atividades
para o ensino de ciências. Programa curricular a partir dos eixos: terra e ambiente e ser humanodesenvolvimento e saúde. Análise de material didático.
Objetivos:
Promover a reflexão sobre a importância do Ensino de Ciências para a formação das
crianças;
Refletir e conhecer o quê e como se ensina Ciências nas escolas nos dias de hoje; a
fim de buscar alternativas para obter sucesso no trabalho pedagógico.
Justificativa da disciplina no curso:
Rompimento com o paradigma da “Ciência como fonte de respostas para as dúvidas levantadas”, e
compreensão da Ciência como “DÚVIDA”, busca de respostas aos questionamentos e necessidades
levantados pelo homem.
Conteúdo Programático:
O que é Ciência?
O quê e como se ensina Ciências nas escolas atuais
Objetivos, conteúdos e avaliação em Ciências segundo os PCNs.
O papel do Ensino de Ciências
Discutindo as atividades do Ensino de Ciências (estudo do ambiente,
experimentação, atividades relacionadas á comunicação e á simulação e aos
modelos).
As atividades no Ensino de Ciências: para quê?
Escolhendo conteúdos e procedimentos didáticos para o Ensino de Ciências
Temas Transversais e o Ensino de Ciências
Investigações de práticas pedagógicas
Experimentos e estudo do meio
Modo de ensinar Ciências: problematizações
Bibliografia Básica:
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: ciências naturais: ensino fundamental 2. ed. Brasília:
MEC/SEF, 2000.
DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Metodologia do ensino de ciências. 2. ed. São
Paulo: Cortez, 2000.
KRASILCHIK, M. e MARANDINO, M. Ensino de Ciências e cidadania: cotidiano escolar-ação
docente. 2.ed.São Paulo: Moderna, 2007.
Bibliografia Complementar
BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? 2 ed. São Paulo: Ática. 2000.
MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências . Belo
Horizonte: UFMG, 2006.
OLIVEIRA, Renato José de. A escola e o ensino de ciências. São Paulo: Unisinos, 2000.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa:
Concepções de língua e linguagem nos Parâmetros e nos Referenciais Curriculares Nacionais.
Pressupostos para a concepção da linguagem como ação e atividade. Comunicação e
contextualização. A pesquisa em Língua Portuguesa. O planejamento e o desenvolvimento de
atividades em Língua Portuguesa. Análise de material didático.
Objetivos:
Analisar práticas pedagógicas em torno da leitura e da escrita e seus efeitos
desejáveis e/ou indesejáveis.
Planejar atividades de leitura e escrita que contemplem uma ampliação dos
universos de contato e convivência entre sujeitos e objetos culturais.
Planejar projetos envolvendo a leitura e a escrita, orientados pelo universo de
necessidades, interesses, sonhos, vivências, curiosidades e imaginações dos sujeitos
envolvidos.
Justificativa da disciplina no curso:
Reconhecimento da importância do papel mediador do professor na produção dos saberes, no
desenvolvimento da leitura e da escrita na sala de aula e na construção das relações entre leitores e
livros na escola.
Conteúdo Programático:
Concepções de língua e linguagem
Os conceitos de língua e linguagem
Concepções de língua e linguagem nos Parâmetros e nos Referenciais Curriculares
Nacionais
Pressupostos para a concepção da linguagem como ação e atividade
A função social da linguagem
A linguagem e seus usos
Oralidade, leitura e escrita
Variação lingüística e ensino da norma padrão
Comunicação e contextualização
A pesquisa em Língua Portuguesa
O planejamento e o desenvolvimento de atividades em Língua Portuguesa
Análise de materiais didáticos voltados ao ensino de Língua Portuguesa
Bibliografia Básica:
CAGLIARI, L. C. Alfabetização e Linguística. São Paulo: Scipione, 2010.
COELHO, Betty. Contar histórias: uma arte sem idade. 10. ed. São Paulo: Ática, 2009.
GERALDI, João Wanderley. (org.). O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Editora Ática, 2006.
Bibliografia Complementar:
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 2009.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Língua Portuguesa. 2 ed. Brasília: MEC/SEF, 2000.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 41. ed. São Paulo:
Cortez, 2001.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA
Ementa:
Contextualização histórica do desenvolvimento do pensamento matemático. Parâmetros e
Referenciais Curriculares Nacionais. A utilização da etnomatemática, modelagem e história da
matemática como proposta metodológica de ensino. Planejamento e desenvolvimento para o ensino
da matemática. Análise de material didático. A construção dos conceitos matemáticos na Educação
Infantil e Anos Iniciais.
Objetivos:
Compreender histórica, política e socialmente o conhecimento matemático;
Discutir e analisar as diferentes abordagens metodológicas e o movimento de
renovação do ensino de matemática, suas práticas educativas, planejando e
desenvolvendo atividades
Subsidiar o futuro professor para estruturar o ensino da Matemática na educação
infantil e de 1ª à 4ª. série, estabelecendo uma visão geral dos conteúdos e as relações
com as demais áreas disciplinares
Proporcionar a elaboração de atividades e materiais de ensino objetivando tomá-las
como objeto de estudo e compreensão de sua prática pedagógica
Rever criticamente a prática educativa vigente, no que se refere a conteúdo,
metodologia e avaliação de matemática.
Justificativa da disciplina no curso:
Desenvolvimento de uma visão crítica e atualizada do ensino de matemática pela reflexão sobre as
diferentes metodologias apropriadas ao seu ensino e aprendizagem.
Conteúdo Programático:
Estudo de propostas de ensino para os principais conteúdos de Matemática do
currículo das séries iniciais.
Discussão dos PCNs propostos pelo MEC.
Discussão e elaboração de atividades do ensino de matemática: números e
operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação.
Recursos metodológicos para o ensino da matemática: análise de processos como a
etnomatemática e técnicas de ensino condizentes com o desenvolvimento e
necessidades dos educandos.
Concepção do processo ensino-aprendizagem e sua relação com outras áreas
curriculares;
Avaliação da aprendizagem e de rendimento em matemática: perspectivas críticas e
propostas atuais.
Propostas alternativas para o ensino de matemática na Educação Infantil e nos Anos
Iniciais.
Bibliografia Básica:
CERQUETT- ABERKANE, Françoise. O Ensino da matemática na educação infantil. Porto
Alegre: Artmed, 1997.
LORENZATO, Sergio. Para aprender matemática. 2. ed. Campinas-SP: Autores Associados,
2008.
NUNES, Terezinha. Educação matemática 1: números e operações numéricas. 2. ed. São Paulo:
Cortez, 2009.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais –Matemática. Brasília:
MEC-SEF, 2000.
D’AMBROSIO, Ubiratan. Educação Matemática: da teoria a prática. 19.ed. Campinas: Papirus,
2010.
NETO, Ernesto Rosa; MENDONÇA, Eliana Riscalla de; SMITH, José André. Didática da
Matemática. 11. ed. São Paulo: Ática, 1998.
6º PERÍODO
AVALIAÇÃO ESCOLAR /INSTITUCIONAL
Ementa:
Concepções de avaliação no contexto educacional brasileiro. Avaliação educacional institucional:
processual, diagnóstica, investigativa – quantitativa e qualitativa. Concepção da avaliação das
aprendizagens escolares.
Objetivo:
Contribuir para o processo de formação dos gestores destacando e problematizando
noções relativas a avaliação da aprendizagem dos alunos como uma prática docente
crítica e construtiva, considerando os aspectos técnico-científicos, políticoideológicos e psico-afetivos envolvidos na prática educativa escolar e,
conseqüentemente, na avaliação da aprendizagem. Inserir o aluno no campo no
campo da avaliação de instituições de ensino nos diferentes níveis e de programas
educacionais de modo a capacitá-lo a compreender e utilizar a avaliação como um
importante meio para o conhecimento da realidade e para a re-significação das ações
desenvolvidas no âmbito escolar.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão da avaliação como uma prática participativa e mediadora do processo educativo e do
crescimento das instituições em termos qualitativos.
Conteúdo Programático
O ensino e a Avaliação da Aprendizagem
Avaliação como prática cotidiana,
Avaliação na Escola Básica,
Desafios e possibilidades,
Pressupostos epistemológicos da Avaliação Educacional
Planejamento e Avaliação na escola:
Avaliação e conselho de classes,
Avaliação e currículo no cotidiano escolar,
Avaliação: articulação do diretor e determinação ideológica,
Avaliação institucional:
Princípios e elementos para uma reflexão crítica,
Desenvolvimento da Avaliação Institucional na Escola,
Dados do SAEB - utilização dos dados na escola
Bibliografia Básica:
DEPRESBITERIS , Léa. Avaliação Educacional em Três Atos. 4 ed. São Paulo: SENAC, 1999.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
VIANNA, Heraldo Marelim. Avaliação Educacional: teoria- planejamento- modelos. 2. ed. São
Paulo: IBRASA, 2000.
Bibliografia complementar
BALZAN, Newton César Dias e DIAS SOBRINHO, José (orgs.). Avaliação institucional: teoria e
experiências. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
DEMO, Pedro. Mitologias da Avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. 2. ed.
Campinas: Autores Associados, 2002.
SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e
reformulação de Currículo. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
Ementa:
As concepções de geografia e os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Análise do
conceito de espaço geográfico. A relação entre a construção do conceito de tempo e espaço e leitura
de mundo. A cartografia contextualizada. O estudo do meio. Análise de material didático.
Objetivos:
Conhecer a trajetória histórica para entender a concepção atual da Geografia.
Refletir sobre os principais temas da Geografia e o processo ensino-aprendizagem a
partir de uma abordagem interdisciplinar.
Perceber a relação que se estabelece entre sociedade e natureza no processo de
ocupação, construção e transformação do espaço geográfico.
Superar a dicotomia Geografia Física / Geografia Humana.
Explorar o estudo do meio como parte integrante do processo educacional, tornando
o discente sujeito do seu próprio conhecimento, a partir do contato e da análise da
realidade concreta,.
Produzir material didático-pedagógico com os alunos a partir de um referencial
teórico-metodológico.
Justificativa da disciplina no curso:
Desenvolvimento do senso crítico, investigativo e autônomo em relação ao espaço geográfico face
aos conceitos da Geografia enquanto ciência.
Conteúdo Programático:
Desenvolvimento histórico, concepção atual e objetivos do ensino da Geografia:
origem, caracterização e a Geografia enquanto ciência, concepção atual da
Geografia, objetivos do ensino da Geografia - geral e específicos, o conhecimento
geográfico: - características e importância social.
Subsídios teórico-metodológicos referentes à produção do conhecimento na área do
ensino de Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: conceitos básicos e
categorias de análise: Categorias de análise: Espaço Geográfico; Paisagem;
Território x Territorialidade; Lugar.
A história da Cartografia: origem e domínio de percursos, a linguagem
cartográfica/linguagem gráfica
Métodos, técnicas e recursos didáticos para o ensino de Geografia: Procedimentos
de estudos geográficos - explicação, compreensão e representação dos processos de
construção dos diferentes tipos de paisagem, territórios e lugares e observação,
descrição e comparação
O estudo do meio e os trabalhos de campo como procedimentos didáticos a partir de
uma análise geográfica: As fases do estudo do meio; planejamento; execução;
exploração dos resultados; avaliação.
A produção do conhecimento geográfico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental:
critérios, seleção e avaliação de conteúdos: a paisagem local e o espaço vivido como
referências; as relações entre as cidades e o campo em suas dimensões sociais,
culturais e ambientais, considerando o papel do trabalho, das tecnologias, da
informação, da comunicação e do transporte, bem como o relevo, a vegetação, o
clima, a população, tamanho e distribuição enquanto conceitos fundamentais na
linguagem cartográfica
Bibliografia Básica:
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimento. 14. ed.
Campinas: Papirus, 2010.
LEÃO, Vicente de Paula. LEÃO, Inês de Carvalho. Ensino de geografia e mídia: linguagens e
práticas pedagógicas. Belo Horizonte: ARGVMENTVM, 2008.
PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do ensino de história e geografia. São Paulo: Cortez,
1994.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. História e Geografia. 3. ed. Brasília:
MEC/SEF, 2000.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Para onde vai o ensino da Geografia? 9. ed. São Paulo:
Contexto, 2008.
PORTELLA, Rosalva.; CHIANCA, Rosaly Maria Braga. Didática de Estudos Sociais. 6. ed. São
Paulo: Ática, 1999.
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR
Ementa:
A escola como instituição nas sociedades contemporâneas: aspectos históricos, culturais e
sociológicos. Organização do trabalho coletivo na escola. Relações de poder nas organizações.
Modelos de Gestão. Autonomia financeira, administrativa e pedagógica da escola brasileira.
Objetivos:
Conhecer criticamente as normas legais que regem a educação brasileira na
perspectiva de um sistema nacional de ensino com suas especificidades estruturais,
administrativas e pedagógicas, interpretando e aplicando a legislação de ensino a
favor da população escolar;
Conhecer a organização escolar considerando sua cultura, relações de poder, modo
de funcionamento para participar dialógica e cooperativamente da gestão escolar,
valorizando seus saberes docentes e, as relações sociais e étnico-raciais presentes nas
práticas educativas;
Participar da gestão das instituições em que atue como profissional, contribuindo
para elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do projeto
pedagógico;
Organizar e promover relações de cooperação entre a instituição educativa, a família
e a comunidade, contribuindo para a superação de exclusões, quaisquer que sejam
elas;
Promover, com eqüidade, a educação para e na cidadania por meio de uma educação
de qualidade, orientando-se pelas diretrizes curriculares para o ensino fundamental.
Justificativa da disciplina no curso:
Formação de gestores cujas práticas de organização e gestão promovam, com eqüidade, a educação
para e na cidadania por meio de uma educação de qualidade, orientando-se pelas diretrizes
curriculares para a educação básica.
Conteúdo Programático:
•
A escola como instituição nas sociedades contemporâneas: aspectos históricos, culturais e
sociológicos:
•
Por que é importante conhecer o papel da escola no mundo contemporâneo?
•
Como fica a escola na sociedade do conhecimento?
•
O que a escola tem a ver com a democracia?
•
Como a escola e a comunidade se articulam?
•
Escola e cultura: que tipo de relação é esta?
•
Por que promover a gestão democrática nas escolas públicas?
•
Como promover espaços de participação de pessoas e setores da comunidade nas escolas?
•
Como construir autonomia na escola?
•
Como estimular ações inovadoras capazes de modificar o ambiente de formação e trabalho
nas escolas?
•
Por que construir coletivamente o projeto pedagógico?
•
Que dimensões orientam o projeto pedagógico?
•
Como construir coletivamente o projeto pedagógico?
•
Como articular o projeto pedagógico e prática pedagógica?
•
Ensinar e aprender na escola: o que sabemos hoje?
•
Trabalho pedagógico: aí está o foco.
•
Prática pedagógica: todo cuidado é pouco!
•
Avaliação: prática a favor dos alunos ou contra eles?
•
Construção e desenvolvimento da convivência democrática: fundamento da escola de hoje.
•
Barreiras ao convívio democrático de pessoas e setores da comunidade nas escolas?
•
Caminhos que levam ao convívio democrático: as parcerias
•
Referências essenciais e normas reguladoras da convivência democrática na escola.
•
Gestão financeira: competência da escola pública
•
Identificando e planejando os recursos financeiros da escola
•
Prestando contas do que foi gasto
•
Como e onde captar outros recursos para a escola.
•
O patrimônio da escola pública: o que é e de quem é?
•
Patrimônio, planejamento, identidade e autonomia escolar
•
Utilização, manutenção e conservação do patrimônio escolar
•
Aquisição, registro, reposição e alienação de bens e contratação de serviços na escola.
•
O que conhecer da legislação para gerir o quadro de pessoal da escola?
•
Que direitos e deveres têm os servidores públicos?
•
Avaliação de desempenho dos servidores
•
A formação é fator decisivo na qualidade da escola.
•
Relações interpessoais: interação X individualismo
•
Avaliação Institucional
Bibliografia Básica:
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia: MF
livros, 2008.
LUCK, Helóisa. Liderança em gestão escolar. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
VICENTINI, Almir. Gestão escolar: dicas corporativas: nossas escolas estão prontas para os
desafios do mundo corporativo? São Paulo: Phorte Editora, 2010.
Complementar:
COLOMBO, Sônia Simões. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: Artmed, 2004.
PARO, Vitor Henrique. Administração escolar: introdução crítica. 15 ed.. São Paulo: Cortez,
2008.
VIEIRA, Alexandre Thomas et al. Gestão Educacional e Tecnologia. São Paulo: Avercamp, 2003.
7º PERÍODO
APRENDIZAGEM POR PROJETOS
Ementa:
Bases científicas e epistemológicas do trabalho com projetos. A metodologia investigativa como
proposta para a intervenção pedagógica na dimensão escolar. Conhecimento escolar, a
interdisciplinaridade e a aprendizagem por projetos.
Objetivos:
Atingir a integração das disciplinas e dos diferentes saberes das várias áreas do
conhecimento;
Trabalhar uma prática inovadora, na qual o processo de reflexão e interpretação
sobre o fazer do professor torne significativa a relação entre o ensinar e o aprender
Justificativa da disciplina no curso:
Favorecimento da pesquisa da realidade e do trabalho ativo por parte do aluno, respondendo a novas
condições, necessidades e atendendo a novas demandas do mundo atual.
Conteúdo Programático:
Bases científicas e epistemológicas do trabalho com projetos.
A metodologia investigativa como proposta para a intervenção pedagógica na
dimensão escolar
os projetos de trabalho e a necessidade de mudança na educação e na função da
escola
Conhecimento escolar, a interdisciplinaridade e a aprendizagem por projetos.
a dinâmica da equipe interdisciplinar
dimensões da elaboração de projetos
estruturação de projetos
Bibliografia Básica:
HENÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho. 5. ed. São
Paulo: Artes Médicas, 1998.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 7. ed.
Petrópolis: Vozes, 2009.
Bibliografia Complementar:
BUCK, Institute for Education. Aprendizagem baseada em projetos: guia para professores de
ensino fundamental e médio. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
MACHADO, Nilson José. Educação: projetos e valores. 6. ed. São Paulo: Escrituras, 2006.
VASCONCELOS, Celso dos Santos. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto
educativo. 3. ed. São Paulo: Libertad, 1995.
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Ementa:
A Educação Física e sua relação com o desenvolvimento integral do ser humano. Concepção de
Educação Física nos Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais. Desenvolvimento de
técnicas e metodologias de ensino voltadas à educação física. O espaço do brincar no contexto
escolar. Cultura corporal, lazer e movimento. Aprendizagem psico-motora.
Objetivos:
Possibilitar o entendimento da Educação Física Escolar como área de conhecimento
importante para a formação global dos alunos nos aspectos humanos, sociais e
psicomotor.
Reconhecer a Educação Física Escolar como forma de linguagem que estabelece
relação direta com o fazer pedagógico de outras disciplinas.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão de que o conhecimento específico da Educação Física, bem como sua práxis cotidiana
articula-se com a totalidade e com a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem.
Conteúdo Programático:
Educação física: linguagem e desenvolvimento, concepção e importância social
Educação Física: construindo o movimento na escola - conhecimentos sobre o corpo
Técnicas e metodologias de ensino voltadas à educação física com atividades de
caráter recreativo, cooperativo, competitivo, entre outros, para compreender as
diferenças
Cultura corporal e a prática da Educação Física de 1ª a 4ª séries: conteúdos e
metodologia de ensino - participação em jogos e brincadeiras, respeitando as regras,
discutidas e compreendidas; resolução de situações de conflito por meio do diálogo,
com a mediação do professor
Bibliografia Básica:
FREIRE, JOÃO BATISTA. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2010.
GALLARDO, Jorge César Perez. Educação Física contribuições a formação profissional. Unijuí:
Ijuí, 2009.
SCARPATO, Marta. Educação física - como planejar as aulas na educação básica . São Paulo:
Avercamp, 2007.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física- pensamento
e ação na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Scipione, 2010.
MATTOS, Mauro Gomes de. Educação Física Infantil: Construindo o movimento na escola. 7.
ed. Phorte Editora, 2008.
LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)
Ementa:
Aspectos históricos, culturais, lingüísticos, educacionais e sociais de surdez. O processo de
aquisição de leitura e escrita da língua de sinais. Vocabulário em língua de sinais brasileira. Análise
reflexiva da estrutura do discurso em língua de sinais.
Objetivos:
Discutir as dificuldades da inclusão dos Portadores de Perda Auditiva (Surdos) na
sociedade.
Compreender a apresentação da Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Discutir os direitos legais dos alunos portadores de necessidades especiais na
inclusão social.
Experimentar e vivenciar a comunicação direta com o intérprete e com o surdo.
Justificativa da disciplina no curso:
Compreensão da importância de se aprofundar no conhecimento de LIBRAS como
forma de facilitar a inclusão do aluno surdo em sala de aula.
Conteúdo Programático:
Discussão e prática de LIBRAS.
Compreendendo a produção do texto do surdo.
Conhecendo a prótese auditiva e o sistema de FM.
Bibliografia Básica
GEESER, André. Libras? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais
e da realidade surda. São Paulo: Parábola editorial, 2009.
GOÉS, Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. 3. ed. Campinas: Autores Associados,
2002.
LACERDA, Cristina Broglia Feitosa de Lacerda. Intérprete de libras: em atuação na educação
infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de; Duarte, Patrícia Moreira. Atividades ilustradas em sinais da
Libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
CASTRO, Alberto Rainha de. Comunicação por língua brasileira de sinais: livro básico. 3 ed.
Brasília: Senac/DF, 2009.
KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Deficiência Múltipla e Educação no Brasil – discurso
e silêncio na história de sujeitos. Campinas: Autores Associados, 1999.
PEDAGOGIA EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES
Ementa:
Estudo dos princípios, das políticas e das práticas educativas formais alternativas e/ou
complementares, em diferentes situações institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais,
empresariais e outros, assim como sua análise crítica, discutindo o caráter conservador, reformador
ou transformador das diferentes experiências.
Objetivos:
Preparar-se para administrar conflitos;
Zelar pelo bom relacionamento interpessoal;
Conhecer os princípios de educação popular;
Ter competência e habilidade para planejar, organizar, liderar, monitorar,
empreender.
Justificativa da disciplina no curso:
Conhecimentos relativos à gestão participativa, com compreensão do processo histórico, social,
administrativo e operacional em que está inserido para atuar com comprometimento e envolvimento
nos diferentes espaços de trabalho.
Conteúdo Programático:
Estado, políticas públicas e educação em espaços não-escolares
Estado e movimentos populares
O trabalho pedagógico nos processos educativos não-escolares
Educação nos espaços não-escolares: problemas e perspectivas
Bibliografia Básica:
LIBÂNEO, J.C. Pedagogia e pedagogos, para quê? 12.ed. – São Paulo: Cortez, 2010.
MATOS, Elizete Lúcia Moreira; MUGIATTI, Margarida Maria Teixeira de Freitas. Pedagogia
hospitalar: A humanização integrando educação e saúde. 4. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2009.
RIBEIRO, Amélia Scott do Amaral. Pedagogia Empresarial: atuação do pedagogo na empresa. 5ª
ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008.
Bibliografia complementar:
DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 37 ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 17. ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
ATIVIDADES PRÁTICAS (COMPLEMENTARES)
Ementa:
As atividades práticas têm caráter interdisciplinar. Sua concepção propõe estudos e atividades
transversais e incentiva o aluno a desenvolver habilidades, competências fora do ambiente escolar.
O Curso requer dos alunos a participação de 400h em Atividades Complementares. As
Atividades Complementares compreendem todas as atividades que, devidamente comprovadas,
possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação
do NDE (Núcleo Docente Estruturante) e da Coordenação do Curso, importantes para a formação
profissional.
São práticas acadêmicas obrigatórias para os alunos do curso de Pedagogia. São
atividades curriculares, portanto, constarão no histórico escolar do aluno. As atividades compõem o
Núcleo de Estudos Integradores, que deverá proporcionar aos estudantes concomitantemente às
disciplinas da graduação, experiências abrangentes de construção de referenciais teóricometodológicos próprios da formação do pedagogo, além de oportunizar a inserção na realidade
social e conhecimento do campo de atuação. Por isso, as práticas deverão ocorrer ao longo do curso,
ou seja, desde o segundo período. O aluno deverá comprovar um mínimo de 400 horas de atividades
práticas durante o curso, embora possa ultrapassar esse limite. Ao final de cada semestre deverá
comprovar a realização das mesmas. O aluno que não cumprir a carga horária não terá direito ao
Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em todas as disciplinas regulares de sua
matriz curricular, uma vez que, compõem a carga horária do curso.
OBJETIVOS
Enriquecer e ampliar os conhecimentos do aluno a partir de seu interesse pessoal e
profissional;
Contribuir para o processo ensino aprendizagem privilegiando a formação social e
profissional;
Proporcionar oportunidade de aprofundar a experiência teórico-metolológica na área
da educação.
Incentivar os alunos a manterem um registro escrito regular de suas atividades, onde
deverão constar à evolução de seu aprendizado, as descobertas que realizou as
experiências que vivenciou e outros registros que julgar conveniente;
Viabilizar o acesso dos alunos aos processos culturais e estéticos em busca da
construção da sensibilidade na relação com o mundo, com a sociedade.
Orientações
As atividades deverão ser cumpridas ao longo dos semestres.
O aluno, ao longo do semestre, realiza as atividades e reúnem os comprovantes,
como declarações e certificados, que deverão ser apresentados no seu relatório de
atividades práticas.
Todas as atividades devem estar relacionadas ao perfil pedagógico do curso de
Pedagogia. Assim, tanto poderão se referir aos conhecimentos específicos do curso
quanto aos aspectos pedagógicos necessários ao bom desempenho do futuro
profissional.
Para cada atividade interna ou externa o aluno deverá fazer um relatório.
Ao final do semestre o aluno preenche as fichas e entrega ao Coordenador do curso
que registrará o cumprimento das atividades.
Embora concisa, a descrição da atividade não poderá ser genérica. O aluno procurará
fazer um retrato fiel da atividade de que participou, mostrando que dela participou
ativamente.
A reflexão sobre a atividade deverá mostrar claramente a importância desta para a
formação do aluno do curso de Pedagogia.
Para ser reconhecido, o relatório deverá ser aprovado pelo professor, que assinará no
local adequado.
Atividades
Cursos, Simpósios, Seminários, Conferências, Jornadas de Estudo, Palestras,
Oficinas Pedagógicas, Semanas Acadêmicas
Cursos de formação continuada
Apresentação de trabalhos; Apresentação de Pôsteres; Comunicações em eventos
científicos,
Viagens de estudo e Visitas técnicas
Prática desportiva, atividades musicais, atividades literárias, grupos folclóricos,
grupos de teatro, campeonatos, festivais ou outras atividades que propiciem o
desenvolvimento social e cultural do acadêmico.
Trabalho voluntário em instituições escolares.
Participação em Feiras e Exposições.
Observações em espaços escolares e não-escolares relatórios
Observações em espaços não-escolares (penitenciárias, hospitais, e empresas) na
disciplina de pedagogia em espaços não-escolares.
Observações em rádios, TVs,
Cursos, seminários ou outros realizados à distância.
Obs: Casos especiais serão analisados pela coordenação do Curso e Coordenadora das atividades e
NDE.
DOCUMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares devem ser relatadas em formulário próprio, no qual deve
constar informações do aluno, do curso, o tipo de atividade, local e data da atividade. Também deve
constar o nome do professor responsável, tema da atividade, no que a mesma contribuiu para a
formação do aluno, a forma com que o tema foi desenvolvido, e um projeto da atividade.
Tais informações são somadas ao banco de horas necessárias para complementação da
carga horária. O formulário de atividades complementares encontra-se em anexo.
Bibliografia:
A bibliografia ficará a critério dos responsáveis diretos pelas atividades desenvolvidas
pelo aluno.
ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS (COMPLEMENTARES)
Ementa:
Atividades acadêmicas, culturais, pesquisas de formação geral e específica desenvolvidas pelos
alunos do curso de Pedagogia.
Objetivos:
O Curso requer dos alunos a participação de 100h em Atividades Complementares.
As Atividades Complementares compreendem todas as atividades que, devidamente comprovadas,
possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação
do NDE (Núcleo Docente Estruturante) e da Coordenação do Curso, importantes para a formação
profissional. O objetivo final das Atividades teórico práticas é propiciar a flexibilidade curricular
para que o futuro professor da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, bem
como para a gestão – seja mais preparado ao longo do curso de graduação, utilizando um currículo
flexível e que, ao mesmo tempo, vá ao encontro dos interesses dos alunos e não se afaste dos
objetivos institucionais. Além disso, devem contribuir para a construção de um diferencial de
qualidade do futuro educador, por meio de certificações de participação em diferentes eventos e
experiências culturais que valorizam o seu currículo profissional.
Ao longo dos sete períodos do curso, os alunos terão a oportunidade de fazer o
aproveitamento de conhecimentos adquiridos por meio de estudo, pesquisa e aprofundamento de
determinados temas. Serão consideradas atividades passíveis de aproveitamento de carga horária:
monitorias, estágios, programas de iniciação científica, estudos complementares, cursos realizados
em áreas afins, bem como integração em eventos científicos no campo da educação e outras
correlatas. Tais atividades enriquecem o currículo do curso e somente serão passíveis de
aproveitamento aquelas atividades desenvolvidas durante o período de graduação. Dessa forma,
atividades desempenhadas antes do ingresso do aluno no Curso de Licenciatura em Pedagogia não
poderão ser aproveitadas e reconhecidas.
Bibliografia:
A bibliografia ficará a critério dos responsáveis diretos pelas atividades desenvolvidas
pelo aluno.
Atividades
Cursos, Simpósios, Seminários, Conferências, Jornadas de Estudo, Palestras,
Oficinas Pedagógicas, Semanas Acadêmicas
Cursos de formação continuada
Apresentação de trabalhos; Apresentação de Pôsteres; Comunicações em eventos
científicos,
Viagens de estudo e Visitas técnicas
Prática desportiva, atividades musicais, atividades literárias, grupos folclóricos,
grupos de teatro, campeonatos, festivais ou outras atividades que propiciem o
desenvolvimento social e cultural do acadêmico.
Trabalho voluntário em instituições escolares.
Participação em Feiras e Exposições.
Observações em espaços escolares e não-escolares relatórios
Observações em espaços não-escolares (penitenciárias, hospitais, e empresas) na
disciplina de pedagogia em espaços não-escolares.
Observações em rádios, TVs,
Cursos, seminários ou outros realizados à distância.
ESTÁGIO CURRICULAR I
Ementa:
O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao
objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular
do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação
profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador
próprio.
Objetivos:
Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados,
previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos
dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em
Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece
destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do
estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior
interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade
brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos
licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a
indissociabilidade pesquisa e extensão.
Geral:
O Estágio na educação Infantil deverá configurar-se como um espaço de formação para o professor
e uma instância de pesquisa para o processo de compreensão e intervenção na realidade,
contribuindo para a formação docente como um todo.
Específicos:
•
Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar
potencialidades e fragilidades do processo educativo;
•
Possibilitar a investigação da realidade escolar da educação infantil privada ou pública;
•
Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar
investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio;
•
Redigir um relatório analítico destacando prioridades de ação na educação infantil.
Conteúdo Programático:
1. Orientações sobre o estágio
2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio
3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado
4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio
5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos
6. Estudo de textos sobre a Educação Infantil
Metodologia:
As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou
individuais. E atendimento individualizado. Com acompanhamento nas escolas onde serão
realizados os estágios.
Avaliação:
A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades desenvolvidas e
serão valorizadas a freqüência, a participação e principalmente a elaboração dos projetos
educacionais e desenvolvimento dos mesmos.
Bibliografia Básica
BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação:
estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
CITELLI, Adilson. Aprender e ensinar com textos não escolares. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
v. 3.
Bibliografía Complementar
FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos
estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010.
PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado.
20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9.
ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino
fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior;
Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia.
Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008.
Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso
do INESC
ESTÁGIO CURRICULAR II
Ementa:
O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao
objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular
do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação
profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador
próprio.
Objetivos:
Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados,
previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos
dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em
Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece
destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do
estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior
interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade
brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos
licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a
indissociabilidade pesquisa e extensão.
Geral:
•
Oportunizar ao licenciando a complementação do processo ensino e aprendizagem
desenvolvido na instituição formadora através da prática de Gestão Educacional.
Específicos:
•
Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar
potencialidades e fragilidades do processo educativo;
•
Possibilitar a investigação da realidade escolar visando sua compreensão e transformação;
•
Redigir um relatório analítico em conformidade com a observação realizada e a análise
documental;
•
Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar
investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio.
Conteúdo Programático:
1. Orientações sobre o estágio.
2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio.
3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado.
4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio.
5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos.
6. Estudo de textos sobre gestão escolar.
7. Palestra sobre a temática gestão educacional.
Metodologia:
As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou
individuais. E atendimento individualizado. Palestras. Acompanhamento nas escolas onde serão
realizados os estágios.
Avaliação:
A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades
desenvolvidas e serão valorizadas a freqüência, a participação e principalmente a elaboração do
relatório crítico analítico e dos projetos educacionais e desenvolvimento dos mesmos.
Bibliografia Básica
BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação:
estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
CITELLI, Adilson. Aprender e ensinar com textos não escolares. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
v. 3.
Bibliografía Complementar
FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos
estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010.
PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado.
20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9.
ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino
fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior;
Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia.
Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008.
Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso
do INESC
ESTÁGIO CURRICULAR III
Ementa:
O estágio curricular supervisionado é uma disciplina cujo conteúdo curricular atende ao
objetivo de complementação no processo de ensino/aprendizagem. Ele integra o conteúdo curricular
do curso, para fins de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e formação
profissional dos acadêmicos e corpo docente. O programa tem regulamento, manual e coordenador
próprio.
Objetivos:
Com o objetivo de estabelecer orientações para a organização dos Estágios Supervisionados,
previstos na Lei n.º 9.394/96, foi elaborada uma proposta destinada a orientar o cumprimento dos
dispositivos legais referentes a este componente curricular no âmbito do Curso de Licenciatura em
Pedagogia do Instituto Superior de Educação Cenecista de Unaí. Na referida proposta merece
destaque a fundamentação de ações que assegurem o caráter interdisciplinar e teórico-prático do
estágio. Nessa lógica, a intenção é contemplar uma formação docente que possibilite maior
interação teórico-prática e a construção de projetos que respondam aos desafios da realidade
brasileira e, em especial, da circunstância educativa mais próxima do contexto vivenciado pelos
licenciandos. A proposta não visa apenas o cumprimento da lei, mas é um compromisso social e a
indissociabilidade pesquisa e extensão.
Geral:
•
Possibilitar aos estagiários aprender com aqueles que já possuem experiência na atividade
docente
Específicos:
•
Promover a inserção do acadêmico na realidade educacional para que ele possa identificar
potencialidades e fragilidades do processo educativo;
•
Possibilitar a investigação da realidade escolar visando sua compreensão e transformação;
•
Redigir um relatório analítico em conformidade com a observação realizada e a análise
documental;
•
Elaborar projetos educativos em consonância com as necessidades do ambiente escolar
investigado e em comum acordo com a direção da instituição na qual realizará o estágio.
Conteúdo Programático:
1. Orientações sobre o estágio.
2. Estudo das legislações pertinentes ao estágio.
3. Estudo do manual do Estágio Curricular Supervisionado.
4. Orientações dos documentos pertinentes ao Estágio.
5. Orientação quanto à elaboração de projetos educativos.
6. Realização de oficinas com o foco nos anos iniciais do Ensino fundamental.
7. Relato de experiência com docente dos anos iniciais.
8. Textos sobre a prática pedagógica nos anos iniciais.
Metodologia:
As aulas serão desenvolvidas de forma variada, com exposições orais, orientações gerais e ou
individuais. E atendimento individualizado. Palestras e oficinas. Acompanhamento nas escolas onde
serão realizados os estágios.
Avaliação:
A avaliação ocorrerá no decorrer do processo em consonância com as atividades
desenvolvidas e serão valorizadas a frequência, a participação e principalmente a elaboração do
relatório crítico analítico e dos projetos educacionais e desenvolvimento dos mesmos nas escolas.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Anna Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Manual de orientação:
estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2009.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisonado. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?. 9.
ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Bibliografia Complementar:
BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas., GEBRAN, Raimundo Abou. Prática de ensino e estágio
supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006.
FREITAS, Helena Costa L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos
estágios . 7. ed. Campinas: Papirus, 2010.
PICONEZ, Stela C. Bertholo; FAZENDA, Ivani. A prática de ensino e o estágio supervisionado.
20. ed. [S.l.]: Papirus, 2010.
Lei 9.394/96, de 20/12/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
Resolução 02/97 do CNE, de 20/06/97 – dispõe sobre os programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino
fundamental, do ensino médio e da educação profissional em nível superior;
Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006 que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia.
Lei N° 11.788 de 25 de setembro de 2008.
Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso
do INESC
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I
Ementa:
Elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso versando sobre um tema relacionado com a área
de educação com os elementos estruturais requeridos de acordo com as normas de ABNT.
Sistematização de estudos e projetos desenvolvidos ao longo do curso. O trabalho de conclusão de
curso é uma disciplina em formato de Projeto de Pesquisa nas linhas relativas aos eixos curriculares
do Curso.
Objetivos:
•
Conhecer e exercitar as diferentes etapas do processo de desenvolvimento do trabalho
científico;
• Aprofundar os conhecimentos na área de interesse em consonância com os eixos curriculares
do curso;
• Utilizar a linguagem científica na produção e análise de trabalhos com temas educacionais;
• Conhecer e utilizar as regras de formatação, de citação e de referências bibliográficas
impostas pela ABNT;
• Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de
forma integrada por meio da execução de um projeto de pesquisa;
Conteúdo Programático:
•
O processo de pesquisa e estruturação de um projeto: conceito de pesquisa, características
do pesquisador e o trabalho de orientação; escolha do tema, formulação do problema de
pesquisa, a justificativa, hipóteses e objetivos de pesquisa, construção do cronograma.
•
Revisão bibliográfica/ Fundamentação Teórica: conteúdo, passos para elaboração
•
O texto científico: características, estilo de redação.
•
Regras da ABNT: citações bibliográficas.
•
Regras da ABNT: referências bibliográficas
•
Regras da ABNT: elementos formais, estrutura e formatação de um projeto de pesquisa e
trabalho monográfico.
•
Aspectos metodológicos: tipos de pesquisa, instrumentos e procedimentos para coleta e
análise de dados: questionários, formulários, entrevistas, observação de campo análise
documental, análise de dados qualitativos.
Operacionalização da disciplina:
•
•
O Projeto do aluno será acompanhado pela Professora da disciplina de TCC e um ProfessorOrientador, escolhido pelo próprio aluno entre os docentes do INESC, preferencialmente do
curso de Pedagogia;
Até a data marcada o aluno deverá entregar uma Ficha de Cadastro (modelo próprio),
contendo os seus dados pessoais, a identificação da área de concentração em que vai
desenvolver a pesquisa e informações sobre o Professor-Orientador e, se for o caso, sobre o
local onde vai desenvolver sua pesquisa;
•
•
•
As atividades da disciplina TCC terão a duração de 60h, a serem cumpridas conforme a
grade horária do curso, sendo 30h para aulas presenciais e 30h semipresenciais dedicadas à
orientação individual;
As aulas são de freqüência obrigatória e ocorrerão conforme cronograma pré-estabelecido,
quando serão abordados temas relacionados com conceitos, técnicas e métodos para
elaboração do Projeto de Pesquisa, assim como monitoramento das atividades, individual ou
em grupo;
O aluno deverá formular um Projeto de Pesquisa a ser implementado em cumprimento da
disciplina de TCC do semestre seguinte. Envolverá as seguintes etapas:
Elaboração de um Plano de Trabalho contendo o seguinte:
a) Introdução, contendo a contextualização do Tema de pesquisa, do Problema de pesquisa, os
Objetivos Geral e Específicos, a Justificativa e o resumo do Método a ser utilizado; e
b) Cronograma de realização do TCC.
Elaboração do Projeto do TCC, que deverá conter o seguinte:
a) Introdução, contendo a contextualização do Tema de pesquisa, do Problema de pesquisa, os
Objetivos Geral e Específicos, a Justificativa e o resumo do Método a ser utilizado;
b) Desenvolvimento do Referencial Teórico e proposta dos Métodos e Técnicas de Pesquisa a
serem utilizados;
c) Cronograma de realização do TCC (para o semestre seguinte)
Referências e fontes de consulta utilizadas.
•
Acessoriamente a professora poderá solicitar trabalhos/atividades complementares
(resenhas, resumos, fichamentos de livros e pesquisas de campo), para os quais serão
oferecidas orientações adicionais ao aluno, quando das aulas e/ou atendimento
individualizado.
Considerações importantes:
•
O Projeto de Pesquisa deverá ser entregue, conforme data a ser estabelecida. Deverá ser
entregue em encadernação tipo “espiral”;
•
A “formatação” do Projeto será feita conforme padrão a ser divulgado oportunamente. A
digitação deverá ser feita Word 6.0 ou posterior, letra Arial ou Times New Roman, tamanho
12, espaçamento 1,5, folha padrão A-4 (21,0 cm X 29,7 cm), margem superior 3 cm,
esquerda 3 cm, inferior 2 cm e direita 2cm;
•
Informações adicionais serão fornecidas oportunamente pela Professora da disciplina.
•
Trabalhos, no todo ou em parte, que forem caracterizados como cópias ou transcrições de
terceiros, sem a atribuição dos devidos créditos, serão considerados plágio”, cabendo ao
aluno responder pelo fato.
Avaliação:
•
A avaliação final do aluno na disciplina correspondente a elaboração do Plano de Trabalho e
do Projeto de TCC, será feita a partir dos seguintes parâmetros:
o Plano de Trabalho (1) .......20%
o Projeto de TCC (2) ...........70%
o Conduta do aluno (3) .......10%
(1) Avaliação a ser feita pelo Professor Titular da disciplina;
(2) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas pelo Professor Orientador
e pelo Professor Titular da disciplina;
(3) Avaliação a ser feito pelo Professor Titular da disciplina e pelo Professor Orientador,
considerando a conduta do aluno no que se refere ao comportamento do acadêmico durante o
processo; freqüência às aulas e/ou reuniões; apresentação/entrega da documentação solicitada,
cumprimento dos prazos etc.
Metodologia:
O curso será desenvolvido a partir do envolvimento ativo dos alunos. As aulas serão desenvolvidas
com a elaboração de trabalhos ligados ao conteúdo da disciplina, aulas expositivas, leitura.
Orientações individuais para a elaboração do Projeto de Pesquisa.
Bibliografia Básica:
FIGUEIREDO, Antônio Macena., SOUZA, Soraia Riva Goudinho de (co-autor). Como elaborar
projetos de monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto final.
Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. 15. ed. Campinas: Papirus, 2008.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
•
Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso
do INESC
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC II
Ementa:
Elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso versando sobre um tema relacionado com a área de
educação com os elementos estruturais requeridos de acordo com as normas de ABNT. Busca-se dar
continuidade ao Projeto elaborado no semestre anterior, por meio da aplicação de instrumentos e técnicas de
pesquisa, da análise e interpretação dos dados coletados e da elaboração do relatório final.
Objetivos:
•
Conhecer e exercitar as diferentes etapas do processo de desenvolvimento do trabalho
científico;
Aprofundar os conhecimentos na área de interesse em consonância com os eixos curriculares
do curso;
Utilizar a linguagem científica na produção e análise de trabalhos com temas educacionais;
Conhecer e utilizar as regras de formatação, de citação e de referências bibliográficas
impostas pela ABNT;
Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de
forma integrada por meio da execução de um trabalho monográfico;
•
•
•
•
Conteúdo Programático:
Aspectos relativos a descrição metodológica: instrumentos de pesquisa e procedimentos para
coleta e análise de dados: questionários de pesquisa, formulários, tipos de entrevista, observação de
campo e análise documental, análise de dados qualitativos e quantitativos.
Aspectos relativos a descrição dos resultados: organização dos resultados (análise e interpretação
dos dados), apresentação de gráficos, tabelas e quadros.
A conclusão no trabalho monográfico: conteúdo, forma de redação;
A formatação no trabalho monográfico: orientações relativas à estrutura e formatação (Modelo
Padrão do INESC), elaboração do resumo descritivo;
Aspectos relativos à defesa oral da monografia: orientações quanto ao conteúdo da apresentação,
à postura do aluno, à forma de avaliação e quanto aos objetivos e ao modo de funcionamento geral
de uma banca de defesa oral.
Operacionalização da disciplina:
•
A elaboração do trabalho monográfico será acompanhado pela Professora da disciplina de
TCC e pelo Professor-Orientador já escolhido pelo aluno no semestre anterior.
•
O aluno deverá entregar, dentro dos prazos definidos no cronograma da disciplina, as partes
do trabalho solicitadas pelo professor da disciplina e demais documentações necessárias ao
acompanhamento da monografia.
•
As atividades da disciplina TCC terão a duração de 60h, a serem cumpridas conforme a
grade horária do curso, sendo 30h para aulas presenciais e 30h semipresenciais dedicadas à
orientação individual.
•
As aulas são de freqüência obrigatória e ocorrerão conforme cronograma pré-estabelecido,
quando serão abordados temas já relacionados anteriormente, assim como monitoramento
das atividades, individual ou em grupo.
•
O aluno dará prosseguimento ao seu Projeto de Pesquisa com o desenvolvimento da
Monografia (TCC), que deverá ter a seguinte estrutura:
a) Seção de Abertura (capa, folha de rosto, dedicatória/agradecimentos, resumo/abstract, listas de
ilustrações, sumário, etc);
b) Corpo Principal (introdução, referencial teórico, métodos e técnicas de pesquisa utilizados,
discussão dos resultados, conclusão/considerações finais);
c) Seção de Fechamento (referências, apêndices, anexos, etc).
•
Além disso, o aluno deverá defender oralmente seu trabalho para uma banca, conforme
Regulamento da Instituição.
•
Acessoriamente a professora poderá solicitar trabalhos/atividades complementares
(resenhas, resumos, fichamentos de livros e pesquisas de campo), para os quais serão
oferecidas orientações adicionais ao aluno, quando das aulas e/ou atendimento
individualizado.
Considerações importantes:
•
A “formatação” da Monografia será feita conforme padrão estabelecido no Manual de
Orientação para Elaboração de Monografia, posto à disposição do aluno.pela Instituição.
•
Informações adicionais serão fornecidas oportunamente pela Professora da disciplina.
Importante se faz o conhecimento e leitura pelo aluno do Regulamento do Trabalho de
Conclusão de Curso do INESC.
•
Trabalhos, no todo ou em parte, que forem caracterizados como cópias ou transcrições de
terceiros, sem a atribuição dos devidos créditos, serão considerados “plágio”, cabendo ao
aluno responder pelo fato.
Avaliação:
Versão Final do TCC (1) .......70%
Defesa Oral (2) ......................20%
Conduta do Aluno (3) .............10%
(1) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas ao TCC pelo Professor
Titular da disciplina, pelo Professor Orientador e pelo Professor Avaliador;
(2) Avaliação a ser feita a partir da média aritmética das notas atribuídas à Defesa Oral pelo
Professor Titular da disciplina, pelo Professor Orientador e pelo Professor Avaliador;
(3) Avaliação a ser feita pelo Professor Titular da disciplina e pelo Professor Orientador,
considerando a conduta do aluno no que se refere ao comportamento do acadêmico durante o
processo; freqüência às aulas e/ou reuniões; apresentação/entrega da documentação solicitada,
cumprimento dos prazos etc
Metodologia:
O curso será desenvolvido a partir do envolvimento ativo dos alunos. Serão realizadas aulas
expositivas cujo conteúdo auxilie na elaboração do TCC, bem como orientações individuais do
aluno para sanar dúvidas mais pontuais.
Bibliografia Básica:
FIGUEIREDO, Antônio Macena., SOUZA, Soraia Riva Goudinho de (co-autor). Como elaborar
projetos de monografias, dissertações e teses: da redação científica à apresentação do texto final.
Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 21 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. 15. ed. Campinas: Papirus, 2008.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
•
Deverá ainda ser consultado o Regulamento Geral relativo à Produção do Trabalho de Curso
do INESC
6.2.2 Estrutura Curricular (4 anos) a partir de 2011
Estrutura Curricular – Pedagogia
Semestre
1º
Semestre
2º
3º
Semestre
4º
Semestre
5º
Disciplina
Comunicação e Expressão
Educação Ambiental
Filosofia
História da Educação
Matemática
Metodologia e Pesquisa Científica
Psicologia
Sociologia
Tecnologia da Informação
Disciplina
Atividades Complementares
Bioestatística/Estatística
Currículos e Práticas Culturais
Didática
Diversidade e Educação Inclusiva
Filosofia da Educação
Psicologia do Desenvolvimento e da aprendizagem
Sociologia da Educação
Atividades Complementares
Alfabetização e Letramento
Educação de Jovens e Adultos
Libras
Literatura Infanto-Juvenil
Políticas e Legislação da Educação Básica
Disciplina
Atividades Práticas III
Atividades Teórico-Práticas I
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Arte
Fundamentos e Metodologia do Ensino de História
Leitura e Produção de Textos
Literatura Infanto- Juvenil
Disciplina
Atividades Práticas IV
Atividades Teórico-Práticas II
Estágio Curricular I
Fundamentos da Educação Infantil (infância e educação)
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Ciências
Fundamentos e Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática
Sub-Total
Semestre
6º
Disciplina
Atividades Práticas V
Atividades Teórico-Práticas III
Avaliação Escolar/ Institucional
Estágio Curricular II
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Geografia
Organização e Gestão Escolar
CH
80
40
40
40
40
40
40
40
Sub-total
400
40
CH
20
40
80
80
40
40
80
40
30
80
80
80
80
80
Sub-total
420
430
CH
Sub-total
80
50
80
80
80
80
450
CH
Ch
40
20
100
80
80
80
80
480
480
CH
Sub-total
40
30
80
100
80
80
470
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC)
Semestre
Disciplina
Aprendizagem por Projetos
Atividades Práticas VI
Estágio Curricular III
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Educação Física
Linguagem Brasileira de Sinais – Libras
Pedagogia em espaços não-escolares
Trabalho de Conclusão de Curso II(TCC)
7º
60
CH
Sub-total
80
40
100
80
80
40
60
480
LISTA DE DISCIPLINAS ENRIQUECIMENTO CURRICULAR
Pedagogia Social
Educação no Campo
Oficinas didático -pedagógicas específicas para Educação Infantil
Oficinas didático-pedagógicas específicas para os anos Iniciais
LISTA DE DISCIPLINAS OPTATIVAS
Projeto Político Pedagógico da Escola
Tópicos Especiais em Formação Docente
Cultura Religiosa
Etnia e relações Étnico-raciais e culturais
Educação Sexual
Primeiros socorros e saúde
Psicomotricidade e o desenvolvimento infantil
Questões Contemporâneas da Educação
Teorias da Educação e Processos Pedagógicos
Conteúdos específicos para a Educação Infantil
Conteúdos específicos para os anos iniciais
Didática para o desenvolvimento do aluno
A seguir será apresentado as ementas e bibliografias das disciplinas que foram acrescentadas e ou
alteradas as nomenclaturas .
Disciplinas que sofreram alteração na nomenclatura
1º PERÍODO
•
Língua Portuguesa = Comunicação e Expressão
•
Comunicação, Multimídia e Educação = Tecnologia de Informação
3º PERÍODO
•
Estrutura e Funcionamento da Educação Básica= Políticas e Legislação da Educação Básica
4º, 5º e 6º PERÍODO
•
Estagio Curricular Supervisionado I II E III = Estagio Curricular I, II E III.
Ementas das disciplinas que foram acrescentadas
1º período
Educação Ambiental
Ementa:
Meio Ambiente: Histórico e evolução dos conceitos. Fundamentos da educação ambiental como
área do conhecimento teórico, científico-metodológico
aplicado às ciências educacionais e
ambientais. Educação ambiental na América Latina. Educação ambiental e formação do professor.
A abordagem sócio-ambiental. Incorporação da dimensão ambiental nos currículos da Educação
Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Planejamento, execução e avaliação de atividades práticas
interdisciplinares na educação ambiental formal e informal. Globalização, meio ambiente e
imposições do desenvolvimento ecologicamente sustentado à educação ambiental. Considerações
sobre legislação ambiental. Agenda 21, desenvolvimento sustentável e reciclagem. Conceitos e
fundamentos relativos aos fatores físicos do meio ambiente Epistemologia Ambiental Interdisciplinaridade e Transdiciplinaridade; Fundamentos de História Ambiental; Interpretação
ecológica da história da humanidade. Conferências mundiais sobre o meio ambiente
Objetivo:
Construir com os alunos um processo constituído de estudos, pesquisas, atitudes e atividades que
leve à consciência ambiental com vistas ao encaminhamento e à execução de trabalhos específicos
nessa área.
Bibliografia
Básica:
ANTUNES, Paulo de Bessa. Manual de Direito Ambiental. Livraria e Editota Lumen Juris Ltda.
2007
CAVALCANTE, Clovis (Org.). Meio Ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas
públicas.3ª Ed. São Paulo. Ed. Cortez. Recife: Fundação Joaquim Nabuco
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo. Ed. Atlas,1999
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental brasileiro. São Paulo. Ed.
Saraiva.2006
LIXO É COISA SÉRIA – Recicle seus conceitos. Colégio do Carmo. Unaí. MG.
MEIO AMBIENTE: Grandes Eventos. Escola Superior do Ministério Público da União.
Brasília.2004
MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente. A gestão ambiental em foco. Doutrina. Jurisprudência.
Glossário. 5ªed. Revista dos Tribunais.
MORAES, Luis Carlos Silva de. Curso de Direito Ambiental. São Paulo. Ed. Atlas.2006
SIRKISNSKAS, Luis Paulo. Manual de Direito Ambiental. 6ª.ed.São Paulo. Ed. Saraiva.
Complementar:
MORAES, Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Ed. Papirus. 2003
_____________________. Pensamento Eco-Sistemico. Ed.Vozes. 2004.
MORIN, Edgar. Educação Planetária. Texto proferido em Conferência na Universidade São
Marcos. São Paulo. 2005. Disponível em: edgarmorin.org.br/textos.php
____________. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Disponível em:
HTTP://tudosobre.com/concursos13/MORIN,Edgar os sete saberes.pdf.
____________. Planeta terra um olhar transdisciplinar – ciclo 2005. Disponível em:
edgarmorin.org.br/textos.php.
2º período
Bioestatística/ Estatística
Ementa
Importância e aplicação dos conceitos estatísticos básicos, tanto descritivos quanto inferenciais,
na análise de situações e problemas da realidade educacional brasileira, os indicadores de
desempenho da dinâmica do fluxo escolar (evasão, repetência, aprovação, etc.) e a estatística
como instrumento de pesquisa educacional.
Objetivos:
Conhecer, dominar e articular os conteúdos e as aplicações da estatística à pesquisa e à leitura
de dados em educação através dos indicadores de desempenho da dinâmica do fluxo escolar
(evasão, repetência, aprovação, etc.).
Bibliografia:
Básica:
VIEIRA, S. Elementos de Estatística. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
TRIOLA, M.F., Introdução à Estatística. 10ª. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
BUSSAB, W. O.; MORETIN, P. A. Estatística Básica.5ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
Complementar:
LEVIN, J. Estatística Aplicada às Ciências Humanas. 2ª ed. São Paulo: HARBRA, 1987
FONSECA, J.S.; ,MARTINS G. A. Curso de Estatística, 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
DOWNING, D.; CLARCK, J. Estatística Aplicada, 2ª ed,. São Paulo: Saraiva, 2002.
MEC / INEP. Sinopses Estatísticas. Brasília, DF. http://www.inep.gov.br/
4º período
Pesquisa Educacional
Ementa:
Produção do conhecimento científico. Iniciação à pesquisa científica na área educacional. Métodos e técnicas
da pesquisa em educação. Princípios, métodos e técnicas da investigação de campo e análise de dados.
Estrutura, organização, redação e apresentação de trabalhos científicos. Formação de grupos de pesquisa para
a elaboração de trabalhos de pesquisa versando sobre temas no campo educacional.
Objetivo:
Promover iniciação científica mediante a formação de grupos de pesquisa.
Bibliografia:
Básica:
FAZENDA, I. (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 6. ed. São Paulo: Cortez. 2007.
LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. 4. ed.; 5. ed.; 6. ed. São
Paulo: Atlas, 1995; 2001; 2006.
Complementar:
COSTA, M. V. (Org.). Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação.
2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.
DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000.
SANDÍN ESTEBAN, M. P. Pesquisa qualitativa em educação: fundamentos e tradições. Porto Alegre:
AMGH, 2010.
Planejamento Educacional
Ementa:
As etapas do planejamento e sua implementação. Planejamento e o contexto da sala de aula. A
organização e a operacionalização do planejamento. Conceitos, características e níveis do
planejamento educacional. Análise dos fundamentos teóricos do planejamento educacional e estudo
dos modelos de planejamento e sua relação com o processo de desenvolvimento e de participação
social. Globalização e propostas de planejamento em educação.
Objetivo:
Compreender a ideia de planejamento como a ação natural de quem age de modo consciente.
Bibliografia:
Básica:
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. 21.ed. São Paulo, SP: Libertad, 2010.
DELORS, Jacques (Org.). A educação para o século XXI: questões e perspectivas. Porto Alegre: Artmed,
2007.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
Complementar:
BAPTISTA, Cláudio Roberto. Avanços em políticas de inclusão: o contexto educacional no Brasil
e em outros países. 2.ed. Porto Alegre, Mediação, 2011.
CARBONELL, Jaume. A aventura de inovar: a mudança na escola. Porto Alegre: Artmed Editora,
2002.
DALMAS, Angelo. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento e
avaliação. 8.ed. Petrópilis: Vozes: 2000.
5º período
Psicopedagogia
Ementa:
Psicopedagogia: origem e evolução conceitual. Teorias psicopedagógicas. Fundamentos teóricos e
sua aplicação em diferentes contextos. Caráter preventivo e reeducativo. O papel da psicopedagogia
no processo de ensino e aprendizagem. A avaliação psicopedagógica.
Objetivos:
• Compreender a prática psicopedagógica institucional.
• Analisar a natureza dos processos de aprendizagem e desenvolvimento infantil à luz da
Psicologia.
• Conhecer a trajetória da Psicopedagogia no Brasil e concebê-la como prática de caráter
científico.
• Desenvolver competências e habilidades para a realização do trabalho psicopedagógico nas
escolas.
• Conceber o papel do psicopedagogo na elaboração/execução/avaliação de projetos de
intervenção psicopedagógica de caráter tanto preventivo, quanto reeducativo.
Conhecer, elaborar e aplicar instrumentos de avaliação psicopedagógica
Observação: as ementas das disciplinas Educação no Campo, Pedagogia Social, Tópicos especiais
em Formação docente I e II serão elaboradas de juntamente com NDE e professores e aprovadas
pelo Colegiado no próximo semestre.
6.3 ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS ESPECÍFICOS DO CURSO
Além dos laboratórios de informática, ciências, biblioteca, piscina, quadra externa,
ginásio, e outros o curso de Pedagogia conta com uma Brinquedoteca:
•
A Brinquedoteca do INESC é um espaço lúdico específico dos discentes e dos docentes do
Curso de Licenciatura em Pedagogia. Além disso, disponibiliza seu espaço à comunidade
local, atendendo, crianças da CNEC. Consistindo-se em um núcleo de apoio pedagógico, no
qual os alunos podem pensar, discutir, analisar, e investigar o valor do brinquedo e das
brincadeiras no desenvolvimento da criança. O objetivo da brinquedoteca é promover o
desenvolvimento da inteligência, criatividade, sociabilidade não só das crianças, como
também dos adultos. Foi criada ainda no Curso Normal Superior e ampliada em 2010 pela
coordenação do Curso de Pedagogia. Os alunos e os professores têm com esse espaço a
oportunidade de trabalhar na prática vários conceitos, pesquisas, projetos e atividades que
envolvem não só a área do conhecimento voltada para o brincar como poderão contemplar
as demais disciplinas do curso, como, por exemplo, matemática, letramento e alfabetização,
literatura infanto-juvenil, ciências, desenvolvimento motor, artes, entre outras.
Os eventos a se realizarem na Brinquedoteca têm de cumprir os seguintes requisitos:
•
•
•
•
•
•
•
•
Contribuir para a conceituação de jogo, brinquedo e brincadeira e sua importância na
educação;
Formar profissionais que valorizem o lúdico;
Desenvolver pesquisas que apontem a relevância dos jogos, brinquedos e brincadeiras para a
educação;
Oferecer informações, organizar cursos e divulgar experiências;
Estimular ações lúdicas entre os docentes e os alunos do curso no que tange à construção do
conhecimento em matemática, alfabetização, metodologias do ensino, arte, literatura, etc.
Propiciar um espaço onde professores e alunos possam realizar práticas interdisciplinares e
dedicar-se à exploração do brinquedo tendo como foco o desenvolvimento infantil.
Desenvolvimento da expressão artística, transformação e descoberta de novos significados
lúdicos que propiciem a interação e a troca entre adultos e crianças.
Desenvolvimento de atividades que contribuam para o aperfeiçoamento profissional e de
possibilidade de estreitar a relação com a Comunidade, pois os alunos pegam emprestados
os materiais pedagógicos necessários, bem como confeccionam, para a realização das
atividades complementares (práticas).
•
O atendimento de crianças não excede o número de 10 pessoas, com planejamento
específico das atividades que envolvem momentos de integração social (dinâmicas), brincar
livre, música e dança, hora do conto, faz-de-conta, fantoches, jogos e brincadeiras dirigidas,
projetos didáticos.
•
O horário de utilização da Brinquedoteca é de Segunda a sexta-feira das 14h00 às 16h00 e
das 20h00 às 22h30.
•
Para realizar o procedimento de Reserva deverá este ser feito por formulário próprio,
diretamente com o Coordenador (a) do Curso de Licenciatura em Pedagogia.
•
Dos recursos humanos:
A Brinquedoteca do INESC conta com um docente do Curso de Pedagogia que é responsável pela
coordenação do espaço e um Monitor-discente do curso de Pedagogia que realiza o papel de
brinquedista do espaço e também faz a reserva do local e materiais.
•
Usuários: Professores e alunos do Curso de Pedagogia e professores e alunos do Colégio
Cenecista Nossa Senhora do Carmo/ Moranguinhos
Das responsabilidades dos utilizadores.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Zelar pelo espaço, pelos materiais e pelos jogos e brinquedos;
Cuidar do ambiente de forma criativa e construtiva;
Organizar e classificar os jogos e brinquedos;
Organizar os arquivos e registros da Brinquedoteca;
Catalogar os materiais existentes na Brinquedoteca;
Zelar pela limpeza e assepsia dos jogos e brinquedos;
Incentivar sempre o brincar e a construção do conhecimento;
Realizar planejamento das atividades semestrais (geral) e semanais (específicos);
Documentar por meio de relatórios as atividades desenvolvidas no espaço;
Promover oficinas para construção de brinquedos envolvendo não somente as alunas do
curso de pedagogia, como também as escolas parceiras.
Possibilitar encontros para discussão sobre o brincar como forma de capacitação continuada.
Estabelecer regras e normas de funcionamento do espaço.
• Das regras da Brinquedoteca/ disciplina:
1. Respeitar uns aos outros;
2. Saber ouvir quando a professora, a brinquedista ou algum amigo estiver falando ou lendo;
3. Se organizar na hora de falar, levantando a mão por exemplo;
4. Manter as estantes dos jogos e brinquedos organizadas;
5. Conservar os jogos e brinquedos;
6. Andar devagar pelo ambiente da Brinquedoteca;
7. Jogar lixo no lixo;
8. Falar baixo uns com os outros, evitando gritos;
9. Resolver os problemas conversando.
6.4 O processo ensino-aprendizagem do curso
No Ensino Superior, similarmente ao que acontece em graus anteriores de ensino, as notas e
conceitos são decisivos para a continuidade dos estudos, determinando para o sujeito o status de
“sucesso” ou de “fracasso” acadêmico, de permanência ou de exclusão do processo escolar,
independentemente da adequação ou não dos procedimentos que lhe deram origem.
O INESC busca atender as necessidades de seus alunos, por isso o Projeto Nivelamento (em
anexo) tem como objetivo detectar arestas e lacunas no processo ensino e aprendizagem para
contribuir com o desenvolvimento de seus alunos nos aspectos cognitivo, emocional, afetivo, social,
intelectual.
Tradicionalmente as notas têm representado a quantidade de informações adquiridas pelos
sujeitos que aprendem em relação à expectativa do avaliador. É a vigência do entendimento da
função meramente conformativa da escola. A preparação profissional no Ensino Superior tem
requerido do sujeito que por aí passa muito mais do que acúmulo de informações, dada a realidade
repleta de problemas, incertezas com que se defronta na sociedade atual (Schön, 1997; Alarcão,
1996).
Dificilmente as situações demandam/ou são satisfeitas com soluções lineares, definitivas e já
elaboradas. Pelo contrário, as novas situações de vida se colocam como desafiadoras de raciocínios,
tomadas de decisão, solução de problemas propriamente dito, exigindo flexibilidade, análises por
diferentes ângulos, relações, seleções etc. Isso posto nos permite compreender que a avaliação
centrada nas informações reproduzidas desconsideram desempenhos mais complexos, como os
intelectuais, motores, atitudinais etc., que devem ser apreendidos e aperfeiçoados em tempo de
formação, relativos ao curso ou carreira a que se destinam.
Luckesi (1994) afirma que a avaliação educacional escolar, assim como as outras práticas do
professor, é dimensionada por um modelo teórico de mundo e de educação, traduzido em prática
pedagógica, tenha o professor consciência disto ou não. Suas ações têm conseqüências na relação
com seus alunos, na relação deste e de ambos com o conhecimento e extensivamente às situações de
vida que enfrentam no seu dia a dia.
Sem a clareza do significado da avaliação, professores e alunos vivenciam intuitivamente
práticas avaliativas que podem tanto estimular, promover, gerar avanço e crescimento, quanto
podem desestimular, frustar, impedir esse avanço e crescimento do sujeito que aprende. Existem
pois efeitos diretos, explícitos e efeitos indiretos, implícitos (ocultos), que são associados aos
processos avaliativos no ensino.
Dentro da perspectiva de integração do que ocorre na escola, entende-se que a prática
avaliativa é uma das formas mais eficientes de instalar ou controlar comportamentos, atitudes e
crenças entre os estudantes, podendo ser positivas ou destrutivas de suas possibilidades de
desenvolvimento, pelo poder que encerra e pela importância que tem enquanto mecanismo de
inclusão ou exclusão social, através das marcas burocráticas e legais impregnadas na sua utilização.
Assim sendo, a avaliação, procedimento do ritual pedagógico, aponta, segundo Camargo
(1996), responsabilidades a serem assumidas pela escola junto ao aluno, do ponto de vista escolar e
social.
Enquanto a avaliação externa tem sido imposta em nosso sistema educacional, a avaliação
que se dá no micro espaço da sala de aula pouco tem mobilizado os docentes para as mudanças
qualitativas de suas ações pedagógicas, na maioria dos cursos, a partir dos resultados obtidos.
O Curso de Pedagogia do INESC busca atender os alunos para que os mesmos possam
atingir o sucesso em seus estudos e consequentemente tornem-se profissionais capazes de exercer o
seu papel de cidadão consciente, criativo e crítico, capaz de atender as exigências da sociedade
contemporânea.
O
INESC
tem
o
compromisso
de
desenvolver
atividades
complementares
interdisciplinares no cotidiano e também com aulões e avaliações temáticos. O Curso de Pedagogia
realiza a cada semestre um Aulão e uma Avaliação Temática interdisciplinar envolvendo todos os
professores e alunos. Visando atender os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) e dando
continuidade a um dos objetivos definidos no seu Projeto Pedagógico, o Curso de Pedagogia
implantou em seu sistema de Avaliação uma “Avaliação Temática”. Em cada semestre um tema é
escolhido democraticamente e, logo depois, de forma contextualizada é elaborada uma prova
envolvendo o tema em foco. Vários temas já foram trabalhados como: Responsabilidade Social,
Temas Transversais no processo Pedagógico, Pedagogia das diferenças e Educação Planetária
colaborando para ampliar o conhecimento dos alunos sobre o tema. Nesse aulão os professores
fazem uma abordagem de seus conteúdos numa perspectiva sócio-humanista-ambiental. Para que os
alunos possam refletir, relacionar, operar mentalmente e demonstrar que têm recursos para abordar
situações complexas sobre o assunto em questão, é ministrada uma aula interdisciplinar. Com esta
atividade os professores do Curso de Pedagogia querem demonstrar que o desenvolvimento das
ciências, e os avanços tecnológicos, no século em que vivemos, constatam que o sujeito pesquisador
interfere no objeto pesquisado, que não há neutralidade no conhecimento, e a consciência da
realidade se constrói num processo de interpretação dos diferentes campos do saber.
A avaliação progressiva ou conclusiva poderá ser substituída pela avaliação temática do
Curso de Pedagogia com flexibilidade de cada disciplina.
Acredita-se que os futuros professores vivenciando esse processo de descoberta, poderão
compreendê-lo e desenvolvê-lo com seus alunos contribuindo para formar cidadãos que saibam
desenvolver o seu próprio processo de aprendizagem de acordo com as situações e necessidades.
A Superintendência Nacional da CNEC através de sua Assessoria do Ensino Superior com a
coordenação do professor Adelar Hengemühle teve a iniciativa de um projeto para repensar a
prática pedagógica das instituições. Percebeu-se a necessidade de tornar o processo ensino e
aprendizagem mais significativo com o desenvolvimento do espírito científico dos alunos e por
meio de um seminário, um grupo de professores se reuniu para que juntos pudessem discutir e
trocar idéias problematizando a realidade educacional das instituições.
Nesse seminário várias situações problemas foram levantadas pelo professor Adelar
Hengemühle:
•
“O contexto mudou, no entanto as práticas pedagógicas estão, em grande parte, ainda
voltadas a formar pessoas para realidades que já não existem mais”.
•
“O ser humano tem necessidade de ver e utilidade nas coisas. Motiva-se a partir
desse sentido e utilidade. Quer saber por que as coisas são como são. As práticas
pedagógicas, em sua grande maioria, ainda continuam passando teorias de forma
insignificante que levam os alunos a perguntar: professor, por que estamos
aprendendo isso? Onde vamos utilizar isso?”
•
“Excelência educacional supõe que os alunos possam ver sentido e utilizar os
fundamentos teóricos para viver com qualidade. As práticas pedagógicas, em sua
maioria, ainda se contentam com que os alunos decorem teorias insignificantes, tirem
notas, recebam diplomas, pouco sabendo do sentido e da utilidade daquilo que
aprenderam”.
•
É necessidade premente das pessoas utilizar os conhecimentos historicamente
construídos para compreender e resolver problemas do seu contexto profissional
competente, aliás, é aquele que, utilizando-se dos conhecimentos historicamente
produzidos, é capaz de inovar e responder, com base teórica, aos novos desafios que
o mercado coloca a sua frente, no entanto, é constante a queixa dos recém formados
e dos empresários, diretores de instituições de ensino, a distância entre o
conhecimento teórico adquirido no meio acadêmico e as necessidades do mercado de
trabalho.
Como resolver esses problemas? Que práticas pedagógicas são necessárias? Como os alunos
concebem a pesquisa no processo de formação e como identificam esta prática no currículo do curso?
Esse é um dos grandes desafios para todos professores: ser diferencial e formar profissionais
competentes para o mercado de trabalho, com foco nos cenários da atualidade e no perfil de
profissional necessário.
Cada professor participante desse projeto da CNEC voltaria para sua instituição com ideias
de novas práticas e teria que motivar a equipe a fazer também uma mudança no trabalho
pedagógico.
6.4.1 – PARTICIPAÇÃO
ACADÊMICAS
DOS
DISCENTES
NAS
ATIVIDADES
6.4.1.1 Atenção aos discentes
Desde o início do curso de Pedagogia (1º/2007), o INESC vem procurando propiciar uma
flexibilidade curricular para proporcionar maior abrangência de conhecimentos ao aluno,
objetivando melhor preparação do futuro professor para atuar na Educação Infantil, nos anos
iniciais do Ensino Fundamental, na área de gestão, bem como em outros espaços. Para tanto, tem
viabilizado a atuação de professores especialistas, mestres e doutores no desenvolvimento de
atividades diversas, contemplando vários aspectos da profissão e da formação do professor, gestor,
envolvendo reflexões acerca do papel e da importância do educador e da escola na sociedade, bem
como vivências de práticas específicas do trabalho pedagógico relacionadas às teorias, momentos
de confraternização e integração entre alunos, entre alunos/professores/direção e momentos de
trocas de experiências. A prática tem sido um grande diferencial, pois as Diretrizes instituem 100h
de atividades complementares, mas sabe-se que críticas enormes têm sido colocadas por diversos
estudiosos da área da educação em relação a dicotomia entre teoria e prática, onde dados constatam
que o aluno termina a graduação sem condições para o exercício necessário de seu papel e o INESC
percebendo a necessidade de aprimorar as práticas pedagógicas de seus alunos, organizou uma
carga horária de 100h que atendam as diretrizes e mais 400 horas de atividades complementares.
São inúmeras atividades desenvolvidas e destacamos algumas a saber:
Em 1º/2007:
*Visita à penitenciária de Unaí (pesquisa de Campo)- Pedagogia e espaços não escolares
*Jornada Científica e Cultual do INESC (JCC):
21/05/07: Peça teatral alunos Pedagogia: “Desejos e Educação para os Direitos Humanos”
22/05/07: Palestra: Avaliação- Profª Ms. Carmyra Oliveira Batista (Brasília)
Palestra: Psicomotriciddae no desenvolvimento da criança: Esp. Fisioterapeuta Ruiter
Oliveira Resende
23/05/07: Exposição Túnel do tempo: História da Educação
Stand Libras
24/05/07: Peça teatral: Inclusão
Palestra: Comunicação e administração de conflitos na Interação Professor-Aluno.
Profº Mês. Walter Eustáquio Ribeiro
Oficina: recreio: Espaço de criatividade
25/05/07: Gincana: Barracas e quadrilhasa Junina
*I Aulão Interdisciplinar da Pedagogia: Responsabilidade Social
*Ciclo de Palestras:
22/10/07- Palestra Currículos e temas transversais, PCNs e Lei 10639 (Cultura Afro-Brasileira e
Africana)- Profª Ms. Maria Amélia (Brasília)
23/10/07: Palestra : Distúrbios de Aprendizagem / Fonoaudióloga : Esp.Rianny Vasconcelos
Evangelista
24/10/07: Palestra: Transtorno de Déficit de atenção e Hiperatividade/ Esp. Psicólogo Roger
Campos
Oficinas: 29/10/07: Oficina de Sucatas: profª Eliana Ortega
30/10: Oficina de dança e Expressão Corporal: profª Ciceanny Lulhi
30/10: Oficina de confecção de sabonetes: Profª Neide Naito
Atividades Complementares: Penitenciária, Hospital e CAPUL (empresa)
Em 2º 2007:
*II Aulão Interdisciplinar da Pedagogia: Temas Transversais no processo Pedagógico
I Avaliação Interdisciplinar da Pedagogia: Temas Transversais no processo Pedagógico
*Atividadaes Complementares: Visita à Paracatu- Trabalho de campo de Sociologia e Currículos
e Práticas Culturais/Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia e
educação(visita rádio, TV, entrevista),
*Dia “D” de Responsabilidade Social (Rua interditou Rua Alba Gonzaga em frente ginásio do
INESC)
Em 1º 2008:
•
Palestras Seminários Integradores:
•
04/03/08: A Criança e a Violência Doméstica/ Profª Esp. Anízia Rosiete Dayrell
Caldeira
•
25/03/08: Palestra: Políticas Públicas (FUNDEF)- Secretária de educação Neuzani
Branquinho
•
04/06/08: Palestra: Ensino fundamental de 9 anos- Realidade Brasileira- Profª
mestranda Carmem Luíza Bitarães Latini
* Calourada Social ( Arrecadçaão de óleos Abrigo frei Anselmo- Gincana calouros)
*JCCS(Jornada Científica Cultural e Social do INESC)- 12 a 17/05 de 2008
PARCERIA COM A APAE DE UNAÍ
12/05/08: Abertura com apresentação cultural
Palestra: Proposta Social da CNEC (coordenadora de assistência Social da CNEC)
Apresentação chapas e Proposta de formação do Diretório Acadêmico
Palestra: Motivação (profº Anchieta Coimbra) assessor de Marketing da CNEC)
13/05/08: Peça teatral Alunos da APAE e Palestra: Inclusão- Psicóloga da APAE:
Cláudia Rolim
Oficina de Origami: profª Karem Reis (profª de Artes e Balé do Colégio do Carmo)
14/05/08: Palestra: Gestão de Pessoas- Psicóloga Profª do INESC Melissa Braz
Dança Carimbo (alunos da APAE e Palestra Instituição APAE- Diretora da
APAE- Paula Tostes)
15/05/08: Mesa redonda: alunos da APAE INCLUÍDOS NO Mercado de Trabalho,
empregadores e famílias.
Apresentação de monografia dos alunos egressos da Complemenatação em
Pedagogia- Edna Rocha e Edna Pereira
Apresentação dos alunos do 3º período: Estrutura e Funcionamento da
Educação Básica
16/05/08: Palestra; Filosofia com crianças- profª Ana Cristina Strighini Basso
*Jornal do INESC Maio de 2008
*Momento Cultual: lançamento Documentário santo Antônio do Boqueirão
(auditório do CREDIUNAÍ)
*Visita Á Escola Cristã Aro-Íris(Escola dos Holandeses) Chapada Zona Rural
*III Aulão Interdisciplinar Temático da Pedagogia(14/06): Pedagogia das
Diferenças
II Avaliação Interdisciplinar Temática da Pedagogia: Pedagogia das Diferenças
Atividades Complementares: Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação,
Multimídia e educação(visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares
observação e projeto), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Início
pareceria Secretaria de Educação de Unaí e UNB com um Curso de Alfabetização e Letramento,
Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto).
•
Documentário a Vida na escola e a escola da vida
•
Oficina Letramento e Alfabetização (Profª Ms. Ildete Silva (Brasília)
•
Júri Simulado: Escola Tradicional e Escola Atual
Em 2º 2008
* Calourada Social (gincana e arrecadção para doação)
*Sarau Literário
*Contos e Recontos
*Oficina Clown (09/08/08) preparação para o trabalho voluntário Pedagogia da
Alegria no Hospital Municipal de Unaí
*IV Aulão Interdisciplinar Temático: Educação Planetária
III Avaliação Interdisciplinar Temática: Educação Planetária
*Dia “D” de Responsabilidade Social: Escola Estadual Maria Assunes Gonçalves
Oficinas Pedagógicas 2º período (Dinâmicas, Teatro de sombras, relato de
experiência, Jogos matemáticos).
*Exposição do Folclore no salão do INESC com exposição poemas e recontos
*ENADE(alunos da Pedagogia fazem o ENADE para alunos ingressantes)
*Visita à Feira do Livro em Brasília e ao centro Cultural Banco do Brasil).
*Atividades Complementares: Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação,
Multimídia e educação(visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares
observação e projeto), Currículos e Práticas Culturais (oficinas), Diversidade e Educação Inclusiva
(APAE, observação e projeto), Início pareceria Secretaria de Educação de Unaí e UNB com um
Curso de Alfabetização e Letramento, Educação de Jovens e Adultos (observação, projeto), Projeto
Voluntário Pedagogia da Alegria no Hospital Municipal de Unaí, Projeto em parceria com o SAAE
(Serviço Autônomo de Água e Esgoto) PEMS, com a Escola Estadual Isabel Campos Martins,
Partcipação do Fórum de Biotemas da UNIMONTES nas disciplinas de Literatura Infanto-Juvenil e
Fundamentos e Metodologia do Ensino de Artes.
*Seminário SAAE e Escola Estadual Isabel Campos Martins
Em 1º 2009:
*Calourada Social: Arrecadção de óleos e trabalho voluntário no CEM
*Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva
Ruiter Oliveira Resende (Fisioterapeuta da APAE) e a Psicóloga da APAE Aline : O papel da
APAE no Desenvolvimento Psicomotor e Social
Willian Garcia(Psicólogo): Deficiência Visual
Roger Campos (Psicólogo): Hiperatividade e Autismo
Dr. Maciel Silveira(Neurologiata): Distúrbios Neurológicos
Roselaine Varrasquim (Fonoaudióloga): Deficiência Auditiva
Sérgio Neves(profº de Educação Física): Psicomotricidade
*Outras Palestras:
Roselaine Varrasquim (Fonoaudióloga): Método das Boquinhas
Melissa Braz (Psicóloga) Marketing Pessoal
Drª Eliane (Educação Sexual)
•
•
•
Seminários: Cidadão de papel
Matemática e o Mistério em Becker Street
O Exercício da Oralidade
*Início Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria
* JCCS( Jornada Científica e Cultural do INESC): 11 a 16 de maio de 2009
11/05/09: Abertura Ginástica alunos do Colégio do Carmo e profª Ciceanny Lulhi
Palestra: crise Mundial: Responsabilidade Social Empresarial
12/05/09: Abertura Bále alunos do Colégio do Carmo e profª Jarem Reis
Aulão Interdisciplinar com os profºs do Colégio do Carmo Recursos Energéticos: Mundo
Sustentável
Oficinas: Reciclagem e Sustentabilidade (Oficina de porta retratos com o Terapeuta
Ocupacional da APAE Max Costa Alves) e oficina de tapetes com a profª da APAE Terezinha Silva
com aparticipação da profª Mariá da APAE e do Colégio do Carmo
13/0/095: Oficina de Contação de Histórias (Pedagoga Valdirene Elias Villela Queiroz)
14/05/09: Palestra Responsabilidade Social: Profº Ms Samuel Correa Duarte
PROAC (Projeto Adolescente Cidadão) Soldado Lucymeire
Oficina de Grupos (Maria Júlia Passos)
15/05/09: Apresentação de pesquisas dos professores Viviane Ribeiro e Lara Windson e da aluna
Suélen Correa.
Lançamento Revista Científica do INESC
*V Aulão Interdisciplinar Temático (20/06): Teoria e Prática: (Re) significando os conteúdos
IV Avalição Temática Interdisciplinar: Teoria e Prática: (Re) significando os conteúdos
*Atividades Complementares: PROAC (Projeto voluntário Adolescente Cidadão) e caminhada ao
Meio Ambiente com os alunos da Pedagogia e Escola Estadual Teófilo Martins com carro de som,
camisetas, faixas, em Didática (escolas regulares- observação e projeto), Comunicação, Multimídia
e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização( escolas regulares observação
e projeto), Currículos e Práticas Culturais ( Recreio Legal e Contaão de Histórias no Colégio do
Carmo), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de Jovens e
Adultos (observação, projeto), ProjetoInterdisciplinar Mão Amiga (Trabalho social Voluntário)disciplinas de Metodologia de Matemática, Ciências, Língua Portuguesa e Educação Infantil)
Em 2º 2009:
*19/09: Calourada Social: Arrecadação de óleos e entrega ao Abrigo Frei Anselmo
*19/09: Visita Exposição e Apresentação Fiandeiras (Itapuã Iate Clube)
*Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva
Dr. Claudiney Luiz
da Costa
Pediatra
Marli Rodrigues
Xavier
Neli Vástima C.
Pereira
Coord. APAE Bairro
Mamoeiro
Prof. de estágio
APAE Bairro
Mamoeiro
Psicóloga APAE
Aline Fernandes
Moreira
Isabela Maria
Rodrigues
Max
Roselaine
Varrasquim
Edivane Mendes
Miguel de Souza
Novais
Terapeuta
Ocupacional APAE
Terapeuta
Ocupacional APAE
Fonoaudióloga
Pedagoga
Fisioterapeuta APAE
Prevenção à
deficiência e
Síndrome de Down
A
inclusão
do
deficiente no mercado
de trabalho
Inclusão, builling e
Parecer 13
A Terapia
Ocupacional aplicada
Deficiência auditiva
O uso de softwares na
educação especial
Equoterapia
03/09/09: Pesquisa de Campo: Hidrelétrica Cachoeira de Queimados
15/09/09: Palestra Carmen Luísa Bitarães Latini: Ensino Fundamental de 9 anos
26/09/09: Dia “D” Responsabilidade Social: Oficinas pintura rosto, massinha cinema, contação de
História, Salão de Beleza, beleza, pintura canudinho
02/10: Visita Museu de Unaí
01 e 02/10: Visita Feira Literária Unaí
08 a 11/10: Apresentação de trabalhos artigos (Relato de experiência do Estágio em Educação
Infantil) dos alunos no CONALFA – Congresso Nacional de Alfabetização, Educação Infantil e
Educação de Jovens e Adultos em Uberlândia.
12/12: VI Aulão e V Avaliação Interdisciplinar: Aquisição da Leitura e Escrita: Contação de
Histórias
*Continuidade Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria
* Ciclo de Palestras exposição de trabalhos: 20 a 21 de novembro de 2009
*Atividades Complementares: Didática (escolas regulares-observação e projeto), Comunicação,
Multimídia e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização (Escolas
Regulares observação e projeto), Currículos e Práticas Culturais (Excursão Paracatu), Diversidade e
Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de Jovens e Adultos (observação,
projeto), Módulos ENADE.
Em 1º 2010:
*10/03: Palestra “Autoestima de professor”: Janilde Cota Fontana-Técnica em Educação da
Secretaria de Educação de Unaí
*13/03: Calourada Social: Gincana e Arrecadação de óleos e cestas básicas para entrega a Mão
Amiga
*24/03: Palestra Inclusão: Edivane Mendes Teixeira
*29, 30 e 31/03: Seminário de Educação Fiscal – Secretaria de Educação
* JCCS: 10 a 15 de maio
ABERTURA OFICIAL:Banda Municipal de Unaí
Palestra: Desenvolvimento Regional Sustentável: Alysson Paulinelli Consultor e ex-ministro da
Agricultura
•
Nos intervalos dos dias 11,12 13 e 14, das 20h30 às 21h00, haverá shows artísticos com os
“Talentos do INESC”; Kaio César Santos Xavier (3° CCT); Franciely Faria de Brito (3° SIS) e
Tayrone Ítalo de Freitas Oliveira (5° SIS);
•
No período de 11 a 14, no salão, haverá uma exposição artística e cultural, “Fiandeiras e
Tecelagem”, coordenada por Luciana Navarro;
•
Palestra Ginásio Mediação no processo Ensino-Aprendizagem: Profª.Drª Elaine Moura
•
Painel Quadra Desafios para a efetividade dos Direitos Humanos da Mulher: Joana Paula
Primeira de Rezende Pinto, Promotora de Justiça da Comarca de Unaí-MG, , Maria José
Cavalcante, Mestre em Direito pela FGV, Drª em Direito pela UFMG, Assistente Jurídica do
MRE , Procuradora da Fazenda Herilda Balduino de Sousa Advogada na área de Direitos
Humanos, Presidente da ABMCJ
•
Palestra sala 07: Organização e Gestão Escolar Marlon Brisola Coord. Acad-adm do INESC
•
Palestra auditório: O professor Pesquisador Stella Maris Profª.Drª UnB
•
Apresentação prévia de monografias: Alunos do 7º período de Pedagogia
•
Apresentação música “Vida Boa” em Libras Profa Roselaine Varrasquim Alunos do 7º período
de Pedagogia
•
Palestra A Pedagogia Empresarial e Suas Interfaces na Empresa: Thalita Teixeira Farias
Cordeiro Psicóloga
•
Exposição pôsteres Jussara Resende, Zeuman Oliveira, Wilson Rocha, Viviane Ribeiro
•
Apresentação prévia das monografias Professores do INESC: Neide Maria e Suelem Correa
Alunos do 7º período de Pedagogia
•
III Encontro de Egressos do INESC
•
Apresentação dança teatral com os alunos do 7º período (Copa do Mundo) Profa Ciceanny
Lulhi
•
Palestra EJA e VI CONFITEA-Marco de ação em Belém e o GRALE (Relatório Global de
Alfabetização): Carlos Humberto Spezia, Professor e Consultor da UNESCO
•
Palestra: Brasil: rumo ao crescimento sustentável? Uilson M. Araújo Consultor e execonomista chefe do Banco do Brasil
•
Atividades Esportivas (futebol, voleibol etc) Alunos, Professores e funcionários – CNEC
Unaí
*Palestras: Diversidade e Educação Inclusiva
DATA
NOME DO
PROFISSIONAL/
AREA DE
CONHECIMENTO
TEMAS
13ABRIL
2010
MARLI/NELI
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
14
ABRIL
2010
TÂNIA
DEFICIENCIA FISICA
27
ABRIL
2010
ANA CÍNTIA
DISLALIA, DISGRAFIA,DISLEXIA,
DISFASIA, DISARTRIA
ABRIL
2010
04 DE
MAIO
2010
PARALISIA CEREBRAL
ANA PAULA
(FONO)
EDUCAÇÃO PRECOCE
(PREVENÇÃO/DIAGNOSTICO/ESTIMULO)
05 MAIO
2010
LARISSA (FONO)
11 MAIO
2010
ISABELA
AUTISMO/METODO TEACH
LEILA (PROF.)
TERAPIA OCUPACIONAL
(EXEMPLOS PRATICOS)
12 MAIO
2010
MALU (PSICÓLOGA)
18 MAIO
2010
CLAUDIA
19 MAIO
2010
ANA MARIA
25 MAIO
2010
EDIVANE
26 MAIO
2010
MIGUEL
SÍNDROME DE DOWN/SINDROMES MAIS COMUNS
NA APAE
EDUCAÇÃO FISICA COM ALUNOS
ESPECIAIS
A FAMILIA: ACOLHIMENTO INICIAL
(ASSISTENTE
SOCIAL)
PARALISIA CEREBRAL/DEFICIENCIA MENTAL
EQUOTERAPIA
(FISIOTERAPEUTA)
OUTROS PROFISSIONAIS
ALICE (RAIA 4)
MOTRICIDADE FUNCIONAL/PILATES
(ATIV. PRATICAS)
ROSE
DEFICIENCIA AUDITIVA/INSERÇÃO DO
SURDO NO MERCADO DE TRABALHO
WILLIAM OU ADILSON
DEFICIENCIA VISUAL
(INESC)
ARTHUR
(MORANGUINHOS)
HIPERATIVIDADE/DEFICIT ATENÇÃO
JORGE OU ALANE
PSICOMOTRICIDADE INFANTIL
JUSSARA FERIGOLO
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: SINAIS DE
ALERTA PARA O PROFESSOR
*20/05: Viagem Cultural a Uruana: Fiandeiras
*28/05/10: Pesquisa de Campo: Escola dos Holandeses na Chapada
*02/06: Visita Museu de Unaí
*Continuidade Projeto Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática e Projeto Monitoria
*Atividades Complementares: Didática (escolas regulares-observação e projeto), Comunicação,
Multimídia e educação (visita rádio, TV, entrevista), Letramento e Alfabetização (Escolas
Regulares observação e projeto e oficinas de leitura e escrita), Currículos e Práticas Culturais
(Excursão Paracatu), Diversidade e Educação Inclusiva (APAE, observação e projeto), Educação de
Jovens e Adultos (observação, projeto), Pedagogia em espaços não-escolares e Aprendizagem por
projetos (Penitenciária, CEM, OGP, AREUNA), Literatura infanto-juvenil e Leitura e produção de
texto (visitas bibliotecas e entrevista com as bibliotecárias, contação de histórias Colégio do
Carmo), PROJOVEM (parceria Secretaria de Ação Social) disciplinas de Fund. Met. História e
Fund. Met. Ens. Arte).
*Apresentação monografias dos alunos do 7º período:
Aluno
Dia
Horário
Suelem
Corrêa da
Silva
12/jun/10
8:00
Cristiane da
Silva Costa
12/jun/10
9:00
Laís Kelly
Souza Avelar
12/jun/10
10:00
Edilene da S.
M. Soares
12/jun/10
11:00
Lílian Alves
Pedra
12/jun/10
12:00
Neide Maria
das D.
Santos
19/jun/10
8:00
Thaís Pereira
Rodrigues
19/jun/10
9:00
Título
Colégio
Cenecista Nossa
Senhora do
Carmo: da
criação aos dias
atuais, Unaí-MG
(1959-2009)
A História da
escola Simontom
e a contribuição
da Igreja
Presbiteriana
para a educação
escolar no
município de
Unaí-MG
O ensino da
matemática na
educação infantil:
entre a teoria e a
prática
Os professores
de educação
infantil de
Unaí/MG: entre a
vocação e a
profissionalização
As dificuldades
no processo de
alfabetização nas
séries iniciais: um
estudo de caso
Benfefícios
oferecidos aos
idosos
concluintes do
Programa Brasil
Alfabetizado em
Buritis/MG do
ano de 2009 na
concepção do
gestor, da
coordenadora e
dos professores um estudo de
caso
O Conto como
Contribuição para
a formação de
valores sociais
durante o
Orientador
Examinador
Viviane Ribeiro
Ana Cristina
Viviane Ribeiro
Ana Cristina
Viviane Ribeiro
Zeuman Oliveria
Viviane Ribeiro
Jussara Resende
Raquel A. Alves
Maria Aparecida
Raquel A. Alves
Dálcio Alves
Raquel A. Alves
Consuelo R.
Martins
Romário da
Silva
Santana
19/jun/10
10:00
Marina
Gonçalves
Barbosa
19/jun/10
11:00
Selena
Emanuelle C.
Reis
19/jun/10
12:00
Ivelize
Marielle S.
Gontijo
19/jun/10
7:00
Kelen
Cristina de
Araújo
26/jun/10
8:00
Rafaella
Assis
Caldeira
26/jun/10
9:00
Sonja M. F.
Gonçalves
26/jun/10
10:00
processo
educativo
O papel do
especialista em
educação básica,
da rede pública
estadual de
Unaí/MG, diante
do desempenho
escolar dos
alunos, e o
resultado da
avaliação de
matemática
aplicada pelo
SIMAVE/PROEB
em 2008
Violência contra o
patrimômio
escolar: um
estudo sobre
suas causas
Violência na
escola e o papel
do gestor: estudo
comparativo
entre uma escola
da rede pública e
uma da rede
particular no
muncípio de
Unaí-MG
Ética no espaço
educacional: a
influência do
papel do gestor,
professores e
funcionários em
uma instituição
escolar
A inclusão da
pessoa com
deficiência [física,
sensorial e
intelectual] no
mercado de
trabalho: um
estudo de campo
na cidade de
Unaí MG
A relevância da
gestão escolar
democrática na
melhoria da
qualidade do
ensino em uma
escola pública de
Unaí-MG
Avaliação e autoestima do
Marlon V. Brisola
Jussara Resende
Magali C.
Guimarães
Jussara Resende
Magali C.
Guimarães
Jussara Resende
Dálcio Alves
Zeuman Oliveria
Melissa Braz
Reselaine P.
Varrasquim
Maria Aparecida
Zeuman Oliveria
Raquel A. Alves
Consuelo R.
Martins
Juliana
Batista Crejo
26/jun/10
11:00
Maria
Valderece F.
Caixeta
26/jun/10
12:00
Deise M. T.
Oliveira
26/jun/10
13:00
Viviane A. N.
Cruz
10/jul/10
8:00
Elenita
Jacinto de
Oliveira
10/ju/10l
9:00
Cirlei Rosa
Coimbra
10/jul/10
10:00
Wilma da
Silva Rocha
10/jul/10
11:00
Petronilha E.
Alves
10/jul/10
12:00
educando: em
face do processo
educativo
A indisciplina na
educação infantil:
um estudo com
alunos préescolares em
uma escola
particular de
Unaí/MG
Ludicidade:
Jogos,
brinquedos e
brincadeiras na
contribuição do
desenvolvimento
e aprendizagem
das crianças na
educação infantil
Gestão escolar e
sua influência
para o ensino de
qualidade
A atuação do
pedagogo na
organização e
execução de
projetos sócioeducativos em
uma fundação no
município de
Paracatu - Minas
Gerais
Gestão escolar:
os desafios
enfrentados pelo
gestor perante os
recursos
financeiros
A matemática
nos anos iniciais:
um estudo de
caso na Escola
Estadual Dom
Eliseu
A educação de
jovens e adultos
e as
oportunidades de
trabalho para os
alunos
participantes
O processo de
alfabetização das
crianças
portadoras def.
mental
Roger H.
Campos
Roselaine P.
Varrasquim
Roger H.
Campos
Viviane Ribeiro
Maria Aparecida
Jussara Resende
Jussara
Resende
Maria Aparecida
Helen Danyane
Lenivaldo
Geraldo
Zeuman Oliveira
Maria Aparecida
Raquel A. Alves
Reselaine P.
Varrasquim
Roger H.
Campos
Reselaine P.
Varrasquim
Todas as atividades citadas dentro da organização didático-pedagógica acima permitem uma
aprendizagem mais significativa para os alunos e reforçam a necessidade de continuidade buscando
sempre inovações que viabilizem uma formação permanente dos alunos nas áreas profissional,
humana, social, política, cultural.
6.4.1.2 - Bolsas de Estudos
•
Bolsas de trabalho (monitoria): Os alunos do Curso de Pedagogia contam com um
laboratório de experiências e de vivências: O Colégio Cenecista Nossa Senhora do Carmo e
Colégio do Carmo Moranguinhos possibilitam um grande aprendizado pedagógico aos
alunos. Já tiveram a bolsa monitoria aproximadamente 40 alunos.
•
Atendendo orientação da Superintendência Nacional da CNEC, e exigências da legislação
como entidade filantrópica o INESC, beneficiou, desde 1998, seus alunos com bolsas de
estudos. Os alunos são beneficiados por índice de carência, levantados por Comissão do
Programa de Bolsa Ajuda É também assegurado ajuda para deslocamento aos alunos que
residem em outras cidades como Buritis, Arinos, Bonfinópolis, Paracatu, Cabeceira Grande
e outras.
•
O INESC mantém sua adesão ao programa FIES - Financiamento Estudantil do MEC em
convênio com a Caixa Econômica Federal, desde que esse foi implantado. O INESC aderiu
também ao PROUNI, onde alunos são beneficiados com bolsa de estudo integral (100%) e
bolsa de estudo parcial (50%).
6.4.1.3- Atenção aos alunos egressos
É indiscutível, no cenário atual, a importância do processo avaliativo em uma
instituição que busca construir um conceito de qualidade de ensino mais condizente com a pósmodernidade. A avaliação constitui-se em instrumento viabilizador dos compromissos institucionais
firmados no projeto, sobretudo por dois de seus objetivos: o autoconhecimento e a tomada de
decisão com a finalidade de aperfeiçoar ou reorientar o funcionamento institucional.
Autoconhecimento significa apontar situações positivas e negativas, identificar acertos e equívocos.
Demanda um processo reflexivo a respeito das causas das insuficiências bem como das razões dos
pontos favoráveis. A tomada de decisão, por sua vez, é ação inerente à avaliação conseqüente.
Permite não só fortalecer, mas, também, disseminar boas experiências, modificar o que funciona
mal ou com baixa qualidade e elaborar novos caminhos.
O INESC possui uma preocupação com a situação profissional de seus egressos.
Considerando as dificuldades encontradas nas oportunidades de trabalho, vê-se
vê
com especial
atenção a necessidade de acompanhar onde e como estão os seus egressos. Com este objetivo, o
INESC inicia um Programa de Acompanhamento de Egressos – PAE que se inicia no primeiro
semestre de 2005.
São desenvolvidas reuniões anuais, entre a Instituição e os Egressos, na forma de
Encontros – PAE (denominados EPAE), nas
nas dependências do INESC, (Encontro de Egressos) com
o objetivo de:
Manter uma relação de congraçamento, reafirmando o vínculo e a confiança que os
egressos possam manter com o INESC.
Aproveitar as experiências profissionais e de “pós graduando” dos egressos,
egr
para
repassar aos atuais discentes.
Desenvolver cursos de atualização, para promover a troca de experiências entre os
docentes e egressos.
Os alunos egressos do Curso Normal Superior fizeram a complementação de acordo com as
Diretrizes Curriculares Nacionais com carga horária de 400h e complementaram em Pedagogia.
Dos alunos egressos do Curso Normal Superior e Pedagogia, formamos uma turma para
pa a Pós
Graduação em Gestão Educacional que apresentaram a monografia em abril de 2009. Temos desses
alunos uma aluna que iniciou o Mestrado em Educação na UNB-Helen
Helen Danyane Soares e
atualmente professora do INESC.
Como professores do Colégio do Carmo e na
n brinquedoteca tiveram os seguintes alunos egressos:
Mônica Guimarães Gaia, Rafaela Assis Caldeira e Romário Silva. Temos como egressos os
seguintes professores: Iolanda Rodrigues de Souza, Rita de Cássia Araújo, Ivelize Marielle Soares
Gontijo, Cirlei Rosa Coimbra, Suélem Correa da Silva,, Graciele Mafisa, Juliana Aparecida, Vanusa
Santana, Luciana Coimbra, Gabriela Bernardes e na brinquedoteca Mirelle Rodrigues da Silva.
A maioria dos egressos do Curso Normal Superior passou no concurso da Prefeitura e estão
es
atuando nas escolas municipais.
É importante ressaltar que foi formado grupo de estudos com os egressos Luciana Coimbra e Helen
Danyane e no 2º semestre de 2010 um novo grupo de estudo com egressos do Curso de Pedagogia
foi formado.
6.5. Sistema de Avaliação Institucional, do Projeto do Curso e do Processo de
ensino e aprendizagem
É indiscutível, no cenário atual, a importância do processo avaliativo em uma instituição
que busca construir um conceito de qualidade de ensino mais condizente com a pós-modernidade. A
avaliação constitui-se em instrumento viabilizador dos compromissos institucionais firmados no
projeto, sobretudo por dois de seus objetivos: o autoconhecimento e a tomada de decisão com a
finalidade de aperfeiçoar ou reorientar o funcionamento institucional. Autoconhecimento significa
apontar situações positivas e negativas, identificar acertos e equívocos. Demanda um processo
reflexivo a respeito das causas das insuficiências bem como das razões dos pontos favoráveis. A
tomada de decisão, por sua vez, é ação inerente à avaliação consequente. Permite não só fortalecer,
mas, também, disseminar boas experiências, modificar o que funciona mal ou com baixa qualidade
e elaborar novos caminhos.
Assim, destaca-se a avaliação como categoria central para a vitalidade do projeto aqui
apresentado, na condição de instrumento que promove a mediação entre o “ainda-não” e o “vir-aser”. E que representa, sem dúvida, efetiva oportunidade de evidenciar fragilidades no projeto
coletivamente assumido de forma a corrigir desvios de rota.
6.5.1 Avaliação Institucional
Parafraseando Calvino (1995)4, definimos que leveza, exatidão, visibilidade e
multiplicidade são os princípios norteadores que deverão permear o trabalho daqueles que estarão
envolvidos no processo avaliativo do Instituto de Ensino Superior Cenecista e do Instituto Superior
de Educação:
Leveza, entendida como característica fundamental para instalar o debate com a
comunidade, como componente que assegura a flexibilidade na reinterpretação da lei
de modo a maximizar seus avanços e atenuar os retrocessos eventualmente
invisibilizados e que dá suporte para a interpretação dos dados, favorecendo as
rupturas com o instituído e as mudanças paradigmáticas. Leveza para conduzir o
processo de modo proativo, buscando a emancipação dos sujeitos envolvidos pelo
respeito à autonomia da instituição para definir sua missão. Leveza para enfrentar as
tensões inerentes a todo processo avaliativo, em especial aqueles regidos pela
competitividade e pelo alto grau de comparação interinstitucional.
4
Exatidão, entendida como busca do rigor metodológico e ético para atender aos
indicadores selecionados como imprescindíveis à inclusão ou a manutenção da
instituição no sistema. Essa exatidão envolvendo as duas dimensões propostas
CALVINO, I. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
justifica-se pela convicção que temos que o desrespeito a uma delas pode significar a
desconsideração do papel que o ensino superior deve cumprir para fazer diferença na
qualidade de vida social.
Visibilidade, entendida como a explicitação do que se pretende com a avaliação,
os micro e macro-objetivos que se buscam ratificar. Consideramos imperativo ético
que subjaz a avaliação evidenciar as lógicas que orientam as opções em todos os
níveis: do local ao central, do nacional ao transnacional, do interno ao externo.
Multiplicidade, entendida como o reconhecimento da avaliação como fenômeno
multifacetado, polissêmico, plural. Daí deriva a aceitação da avaliação como
conceito carregado de ambigüidades, sujeito à múltiplas significações, fruto de
encontros e desencontros em que a intersubjetividade imprime sua marca.
Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe,
formalmente que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa
atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar,
tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão.
Internamente, a instituição elencará um conjunto de indicadores para avaliação da
qualidade do ensino compreendendo dados relativos ao corpo docente, corpo discente e técnico;
espaço físico, equipamentos, infra-estrutura de apoio acadêmico; administração/gestão e recursos
financeiros que estarão sob contínuo acompanhamento.
Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe
formalmente, que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa
atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar,
tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão.
Considerando que é a partir do momento em que o processo de avaliação existe
formalmente, que se fomenta a construção de uma consciência coletiva de compromisso com essa
atividade, foi criada uma comissão permanente de avaliação com a responsabilidade de levantar,
tratar e divulgar as informações a serem oferecidas como instrumento de gestão.
6.5.2 Comissão Própria de Avaliação (CPA)
O INESC e o INESC, como instituições co-irmãs, desde 1999, iniciaram um processo
de avaliação, principalmente, quanto: a qualidade dos cursos oferecidos, a coordenação, o corpo
docente, nos aspectos pedagógicos e pessoais; a biblioteca; o laboratório de informática; serviços de
áudio visual; recursos institucionais secretaria; direção; e apresentando, também, uma autoavaliação do discente.
Em 2005 atendendo a lei 10861-SINAES, foi constituída uma comissão Própria de
Avaliação - CPA, composta por doze membros, sendo: três representantes do corpo docente do
INESC, três representantes do corpo discente, três representantes do corpo técnico-administrativos
do INESC, e três representantes da sociedade civil organizada. Seguindo as orientações do SINAES
– Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior, do Ministério da Educação.
6.5.2.1 Objetivo Geral da CPA
Implementar uma cultura de avaliação na instituição a partir do diagnóstico das
atividades-fim e das atividades meio, caracterizando-as e identificando em que medida se articulam
e correspondem ao papel a ser desempenhado pela instituição.
6.5.2.2 Objetivos Específicos da CPA
Apresentar um diagnóstico das Instituições;
Oportunizar a análise do ensino oferecido, relacionando o ensino ministrado
com a realidade local;
Avaliar a pertinência entre o projeto acadêmico dos cursos e seu desempenho;
Identificar os aspectos do desempenho acadêmico e dos demais setores que
requerem intervenção, visando corrigir rumos para alcançar a qualidade proposta;
Obter dados para informar e subsidiar a análise qualitativa do processo
ensino-aprendizagem;
Sugerir novas estratégias de ação dentro da realidade da instituição e
exigências legais;
Repensar e dinamizar a missão e os objetivos propostos pela instituição.
Consolidar uma sistemática de avaliação contínua que permita o constante reordenamento das ações, inclusive em sua articulação com a sociedade em geral.
6.5.2.3 Concepções Básicas da Auto-avaliação
O principal propósito da Avaliação Institucional é promover a realização autônoma do
projeto institucional de modo a garantir a qualidade acadêmica no ensino, na pesquisa, na extensão,
na gestão e no cumprimento de sua pertinência e responsabilidade social.
6.5.2.4 Proposta Metodológica de Auto-Avaliação
A Auto-avaliação é um processo contínuo implementado pela instituição buscando
conhecer a própria realidade, para melhorar a qualidade da educação e alcançar maior relevância
social.
A auto-avaliação realizará uma retrospectiva crítica, configurando um diagnóstico para
explicitação dos vários propósitos institucionais e assim realizar uma avaliação que proporcione a
melhoria e o fortalecimento institucional. Este processo de avaliação interna será desenvolvido
pelos próprios segmentos, docentes, técnico-administrativos, estudantes e dirigentes sob a
coordenação da CPA.
A metodologia será quantitativo-qualitativa, com o objetivo de acionar um sistema de
coleta de informações com dados relevantes para efeito de diagnóstico, controle e autoconhecimento. Essas informações permitirão analisar, explicar, compreender os fenômenos
acadêmicos-pedagógicos objetivando a superação de dificuldades e transformação da realidade
educacional. Dessa forma, oferecerá modelos analíticos e interpretativos com vistas à inferências a
partir de indicadores quantitativos legítimos.
Considerando os pressupostos que embasam a avaliação institucional e os objetivos
propostos no Projeto, serão realizados seminários, estudos, reuniões e debates para sensibilizar a
comunidade acadêmica para garantir seu acolhimento e participação no processo avaliativo.
Para a formulação de um Diagnóstico a CPA proporá instrumentos, submetidos à
análise da comunidade acadêmica, dentre os quais questionários com questões fechadas e abertas,
previamente testados, que serão aplicados aos alunos, professores, coordenadores de curso e
funcionários da instituição, ao final de cada semestre; e entrevistas estruturadas e semi-estruturadas
individuais e junto a grupos focais.
Na sequência, os dados serão tabulados e construídos gráficos, para auxiliar a análise
qualitativa por parte dos pesquisadores e a emissão de relatórios parciais e finais. A realização de
fóruns de Avaliação Institucional para as dimensões avaliativas junto a representantes dos diversos
segmentos acadêmicos e da comunidade externa permitirá uma abordagem interativa junto aos
sujeitos do processo avaliativo.
A aplicação de instrumentos para a coleta de informações dos vários setores e serviços
ocorrerá semestralmente e serão implantados mecanismos (site, e-mail, caixas de sugestões, etc.)
que garantam meios de acesso à comunidade acadêmica para oferecer outros indicadores de
avaliação, quando necessário.
A Comissão Própria de Avaliação – CPA coordenará o processo de auto-avaliação
através de sub-comissões relativas a cada Dimensão (art. 3º da lei 10.851/04), organizadas para
executar as auto-avaliações, considerando os três núcleos: básico e comum; temas optativos; e outro
de documentação, dados e indicadores.
6.5.3 Cronograma das Etapas de Avaliação
1ª Etapa: Preparação, Sensibilização, elaboração do Projeto de Avaliação
a) Constituição da Comissão Própria de Avaliação: Em atendimento à proposta do SINAES, o
INESC/INESC, por meio da Portaria nº 008, de 21 de março de 2005, constituiu a sua
Comissão Própria de Avaliação, que tem por função coordenar e articular o processo
interno de avaliação da instituição.
b) Apresentação do SINAES aos diversos segmentos da Instituição
c) Capacitação de Coordenadores da CPA;
d) Formação de sub-comissões;
e) Elaboração do Pré-Projeto de Auto-avaliação para apresentar à comunidade acadêmica;
f) Apresentação e análise do Projeto de Auto-avaliação pelos diversos setores da instituição e
sua aprovação.
2ª Etapa: Desenvolvimento: implementação do processo de auto-avaliação
a) Análise dos documentos oficiais que expressam as Políticas Acadêmicas em cada
dimensão.
b) Levantamento de dados e informações, com vistas à criação de um banco de dados, que
permita um diagnóstico abrangente, quantitativo e qualitativo, em todos os segmentos da
Instituição.
c) Relatórios Parciais. Coleta e análise dos dados;
d) Reuniões, pesquisas, seminários, etc.
e) Re-planejamento das atividades de Avaliação Interna e Relatório Parcial.
3ª Etapa – Consolidação
a) Relatório final da Auto-avaliação.
b) Apresentação e discussão com as várias instâncias.
c) Proposições de Políticas Institucionais/medidas a serem implementadas.
d) Encaminhamento à comunidade acadêmica e ao MEC.
e) Divulgação dos resultados à comunidade interna por meio de reuniões, seminários e
documentos informativos (impressos ou/e eletrônicos).
f) Balanço crítico – reflexão sobre todo o processo de avaliação interna vivenciado pela
instituição visando a planejar ações futuras.
Visando atender a estes objetivos e desenvolver estas etapas, a CPA tem desenvolvido
desde a sua criação, e seguirá o seguinte cronograma de atividades, conforme proposto no Plano de
desenvolvimento Institucional do INESC/IES.
Atividades Relacionadas à Avaliação Institucional do INESC/INESC
01-2005
- Estruturação dos métodos de Avaliação Institucional do INESC/INESC, conforme
solicitação do SINAES-MEC
02-2005
- Aplicação parcial da Avaliação Institucional conforme proposta do SINAES-MEC,
após reformulação pela CPA.
01-2006
- Análise da Avaliação Institucional parcial aplicada pela CPA.
- Aplicação da Avaliação Institucional conforme proposta do SINAES-MEC, após
reformulação pela CPA.
- Elaboração do Relatório Final da Avaliação Institucional e envio do mesmo ao MEC.
02-2006
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2007
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2007
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2008
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2008
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2009
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2009
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2010
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2010
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2011
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2011
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
01-2012
- Aplicação da Avaliação Institucional e avaliação dos resultados pela CPA.
02-2012
- Análise da Avaliação Institucional aplicada pela CPA.
- Elaboração de Relatório da CPA para a Direção do INESC, apresentando propostas.
Fonte: IES/INESC
6.5.4 Resultados de Avaliações Externas - MEC
Nas avaliações, oriundas dos atos de reconhecimento dos cursos, os resultados
encontrados foram os apresentados na Tabela abaixo.
CURSO
Ano
Ciências Contábeis
Administração
Sistemas de Informação
Normal Superior
Direito
2002
2003
2003
2005
2005
2007
Org. Did. Ped.
CMB
CMB
CB
CMB
4
Corpo Docente
Instalações
CB
CMB
CB
CB
4
CB
CMB
CB
CB
3
Nas avaliações externas, aplicadas aos alunos, por determinação do MEC (“Provão” e
ENADE), por determinação do MEC/SINAIS, os resultados encontrados encontram-se na Tabela
abaixo.
CURSO
Ciências Contábeis
Administração
Sistemas de Informação
Normal Superior
Direito
2002
2003
2005
2006
C
-
E
D
-
SC
-
3
4
SC *
SC **
* O curso de Normal Superior ficou Sem Conceito em 2006 por não ter tido ingressantes, sendo que
os concluintes obtiveram Média Geral de 49,6.
** O curso de Direito ficou Sem Conceito em 2006 por não ter apresentado concluintes naquele ano
que participaram ativamente do ENAD, sendo que os ingressantes obtiveram média geral de 43,2.
Não estão expressos os resultados referente aos cursos de Direito e Normal superior,
uma vez que, por ocasião da avaliação, não haviam alunos concluintes do Curso de Direito e não
haviam alunos ingressantes no Curso de Normal Superior.
O Curso de Sistemas de informação não teve seus resultados divulgados.
7.0 Coordenação Acadêmica
7.1 IDENTIFICAÇÃO E DADOS PESSOAIS
Graduada Pedagogia com habilitação em Supervisão Escolar de 1º / 2º Grau e Orientação
Escolar pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas. Servidora Pública na
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, Coordenadora e Professora do curso de
Pedagogia do Instituto de Ensino Superior Cenecista. (Texto informado pelo autor)
Identificação
Nome
Maria Aparecida Alves
Nome em citações bibliográficas
ALVES, M. A.
Formação acadêmica/titulação
2010 - 2012
Especialização em Docência do Ensino Superior. (Carga Horária: 1280h).
Faculdade do Noroeste de Minas, FINOM, Brasil.
Título: A importância da formação continuada dos professores para que a educação evolua e atenda
as demandas do mercado de trabalho.
Orientador: Ricardo Castro Jenuino da Silva.
1993 - 1993
Graduação em Supervisão Escolar de 1º e 2º Grau.
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas.
1987 - 1989
Graduação em Pedagogia.
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos de Minas.
Atuação Profissional
Instituto de Ensino Superior Cenecista, INESC, Brasil.
Vínculo institucional
2013 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora Curso de Graduação em Pedagogia,
Carga horária: 30
Instituto de Ensino Superior Comunitário, INESC, Brasil.
Vínculo institucional
2008 - Atual
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: CLT, Carga horária: 4
Atividades
02/2008 - Atual
Ensino, Pedagogia, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Estrutura e Funcionameto da Educação Básica
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS, SEE-MG, Brasil.
Vínculo institucional
2002 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Estatutário, Carga horária: 24
Vínculo institucional
1982 - 2000
Vínculo: Designado, Enquadramento Funcional: Designado, Carga horária: 20
Vínculo institucional
1992 - 1995
Vínculo: Designado, Enquadramento Funcional: Designado, Carga horária: 20
Atividades
02/2002 - Atual
Direção e administração
Cargo ou função - Supervisora Escolar.
02/2003 - 12/2003
Ensino, Disciplinas ministradas
Professor de Séries Iniciais
02/1992 - 01/2000
Disciplinas ministradas
Metodologia da Matemática
Metodologia da Língua Portuguesa
Metodologia da História
Metodologia da Geografia
Didática Geral
Metodologia da Ciência
Sociologia
Filosofia
05/1992 - 01/1995
Ensino, Disciplinas ministradas
Fillosofia
Estágio Curricular
Metodologia da Ciência
Metodologia da Geografia
Metodologia da História
Didática Geral
CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE - COLÉGIO CARMO,
CNEC, Brasil.
Vínculo institucional
2010 - 2012
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora, Carga horária: 20
Escola da Comunidade N. Sra. do Carmo, CNEC, Brasil.
Vínculo institucional
2008 - 2008
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Orientadora, Carga horária: 20
Atividades
02/2008 - 08/2009
Direção e administração, CNEC - UNAI - MG, .
Cargo ou função - Orientadora.
Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí, FACTU, Brasil.
Vínculo institucional
2003 - 2009
Vínculo: Enquadramento Funcional: Professor Titular, Carga horária: 20
Atividades 02/2008 - 07/2009
Ensino, Educação Física, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Didática
02/2005 - 07/2009
Ensino, Artes Visuais, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Didática
Metodologia do Ensino da Arte
Prática Pedagógica I, II, III e IV
08/2003 - 07/2009
Ensino, Pedagogia, Nível: Graduação
Disciplinas ministradas
Didática II
Estágio Curricular Supervisionado I, II e III
Prática Pedagógica I, II, III e IV
Áreas de atuação
Produções
Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos
1.
ALVES, M. A. . Alfabetização e Letramento: uma reflexão sobre as teorias e práticas
pedagógicas. INESC em Revista, v. 11, p. 29-35, 2012.
2.
ALVES, M. A. . Pintar e Bordar:um estudo quanti-qualitativo nas instituições de educação infantil
de uma cidade do noroeste mineiro sobre o ensino da arte. Revista FACEVV, v. 8, p. 119-132,
2012.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
ALVES, M. A. ; GONTIJO ; CALDEIRA, Rafaella Assis . Ressignificando a Contação de
história em Sala de aula. In: VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV
Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita, 2009,
Uberlândia. VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d
eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita. Uberlândia: Edufu, 2009.
Resumos publicados em anais de congressos
1.
ALVES, M. A. ; CALDEIRA, Rafaella Assis ; GONTIJO . Ressignificando a Contação de
História em Sala de Aula. In: VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil,
IV Congresso d eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita, 2009,
Uberlândia. VI Congresso de Alfabetização , Iv Congresso de Educaçâo Infantil, IV Congresso d
eJovens e Adultos:Metodologia para Aprendizagem da Língua Escrita. Uberlândia: Edufu, 2009.
Apresentações de Trabalho
1.
ALVES, M. A. . A atuação do pedagogo na organização e execução de projetos socioeducativos em
uma fundação no municipio de Paracatu/Minas Gerais. 2011. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
Bancas
Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Yone Garcia dos Reis.A relevante participação dos pais
na vida escolar dos filhos: um estudo realizado em uma escola pública de Unaí/MG. 2012. Trabalho
de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista.
2.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Adriane Lourenço da Silva.Pedagogia empresarial: o
papel do pedagogo nas perspectivas de capacitação e desenvolvimento da gestão de pessoas em uma
empresa no município de Unaí- Mg. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista.
3.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Luciene Ferreira de Sousa.A contribuição da contação de
histórias: um estudo numa escola de educação infantil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso
(Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista.
4.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Juliana Aparecida de Jesus.A importância da educação
sexual e suas implicações para a vida adulta: um estudo nas escolas de educação infantil de Unaí MG. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino
Superior Cenecista.
5.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Cirlei Rosa Coimbra.Cirlei Rosa Coimbra. 2010.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior
Comunitário
6.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Lílian Alves Pedra.As dificuldades no processo de
alfabetização nas séries iniciais:um estudo de caso. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso
(Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário.
7.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Viviane A. N. Cruz.A atuação do pedagogo na
organização e execução de projetos sócio-educativos em uma fundação no município de Paracatu Minas Gerais. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de
Ensino Superior Comunitário.
8.
ALVES, M. A.. Participação em banca de Maria Aparecida Alves.A Visão dos educadores de uma
escola pública de Unaí - MG quanto à inserção precoce da criança no universo adulto. 2010.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior
Comunitário.
Eventos
Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
Programa de Capacitação em Educação a Distância Curso para Credenciamento de Polo - Região
Nordeste Sudeste.Programa de Capacitação em Educação a Distância Curso para Credenciamento
de Polo - Região Nordeste Sudeste. 2012. (Encontro).
2.
IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Práticas de Ensino. A relevância da gestão escolar
democrática na melhoria da qualidade do ensino em escola pública de Unaí -MG. 2011.
(Congresso).
3.
IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Práticas de Ensino. 2011. (Congresso).
4.
Programa de Capacitação Docente em Educação a Distância - 4ª Edição - Curso de Capacitação do
Corpo Social da CNEC- Polos da Região Sudeste Nordeste.Participante. 2011. (Outra).
5.
Programa Educacional de Atenção ao Jovem.Programa Educacional de Atenção ao Jovem. 2011.
(Outra).
6.
Programa Educacional de Atenção ao Jovem - Peas Juventude.Programa Educacional de Atenção
ao Jovem. 2010. (Outra).
7.
CONAF. IV Congresso do Noroeste de Atividade Física. 2009. (Congresso).
8.
Colóquio Científico.Produção de Trabalhos Acadêmico -Científicos. 2009. (Encontro).
9.
Program Educacional de Atenção ao Jovem - Peas Juventude.Peas Juventude. 2008. (Outra).
Orientações
Orientações e supervisões concluídas
Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
Geraldo Majela dos Santos. Escolha Profissional: Percepção dos Alunos do 3º Ano do Ensino
Médio de uma Escola Particular. 2009. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestão
Educacional) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Orientador: Maria Aparecida Alves.
Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Marnilda Amaral da Silva. O Ensino da arte na educação infantil: um estudo quantitativo nas
instituições de educação infantil de uma cidade do noroeste minieiro. 2011. Trabalho de Conclusão
de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria
Aparecida Alves.
2.
Priscila da Costa Oliveira SIlva. A contribuição da formação do professores dos anos iniciais do
ensino fundamental em três estados da federação:(Brasília-DF, Goiás, e Minas Gerais) para o
sucesso da prática docente.. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves.
3.
Yone Ferreira Ramos da Silva. A relevância dos jogos pedagógicos no desenvolvimento da criança
nas turmas finais da educação infantil. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em
Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida Alves.
4.
Ângela Aparecida Antonia Caxeta. Pedagogia Hospitalar: o trabalho pedagógico realizado na classe
hospitalar do Hospital Regional da Asa Norte - HRAN. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso.
(Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Cenecista. Orientador: Maria Aparecida
Alves.
5.
Deise M. T. Olliveia. Gestão Escolar e sua ifluência para o ensin de qualidade. 2010. Trabalho de
Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário.
Orientador: Maria Aparecida Alves.
6.
Rafaella Assis Caldeira. A Relevância da gestão esolar democrática na melhoria da qaulidade deo
ensino em uma escola pública de Unaí - Mg.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação
em Pedagogia) - Instituto de Ensino Superior Comunitário. Orientador: Maria Aparecida Alves.
7.
Kênia da Conceição Neres eSilva. Educação Infantil:essência par ao ensino Fundamental com
qualidade. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de
Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
8.
Fernanda Cristina da Silva. Relação professor/aluno com pressuposto relevante para o sucesso na
educação resgatando valores. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
9.
Leila Dayane Alves de Souza Brito. Instituição Familiar: Suporte relevante para a formação do
Individuo através de uma Educação Basaeada em Limites. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso.
(Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria
Aparecida Alves.
10.
Edivânia Fernandes de Araújo Xavier. Considerações Relevantes sobre a Educação de Jovens e
Adultos. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de
Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
11.
Josefa Pereira dos Santos. Avaliação como Processo da Construção da Aprendizagem no Ensino
Fundamental. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de
Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
12.
Neomar Cássia da Costa. A Importância da Ultilização dos jogos Lúdicos na Educação Infatil para
o Desenvolvimento da Aprendizagem. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em
Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
13.
Rosalva Aparecida Costa Lacerda. Analise Reflexiva sobra Alfabetização. 2006. Trabalho de
Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí.
Orientador: Maria Aparecida Alves.
14.
Yanamara de Oliveira Franco Canedo. Sexualidade Infantil:Um desafio Metodologico para Pais e
Educadores. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de
Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
15.
Liliane Monteiro da Silva Pereira. O Lúdico na Aprendizagem Pré-Escolar. 2006. Trabalho de
Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí.
Orientador: Maria Aparecida Alves.
16.
Rosenilde Rabelo Souza Matoso. Indisciplina na Sala. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso.
(Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia de Unaí. Orientador: Maria
Aparecida Alves.
17.
Sandra Aparecida Lopes Beneti. Considerações Relevantes quanto ao processo avaliativo. 2005.
Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia
de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
18.
Altair Alves Viana. Considerações Relevantes para a aprendizagem da leitura e da escrita. 2005.
Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Pedagogia) - Faculdade de Ciências e Tecnologia
de Unaí. Orientador: Maria Aparecida Alves.
7.4. Relação de Professores
O Curso de Licenciatura em Pedagogia do Instituto de Ensino Superior Cenecista e do
Instituto Superior de Educação, possui um quadro de docentes, distribuídos conforme suas
titulações, da seguinte forma:
Doutores: 01 professor
Mestres: 09 professores
Especialistas: 09 professores
Os docentes são representantes do quadro de efetivos do Instituto possuindo alto grau de
integração às práticas exercidas pela IES. Nesse sentido, foram cruciais na identificação e definição
das bases curriculares e diretrizes que definiram as características do curso em questão.
7.4.1 - Condições de Trabalho
7.4.1.1 – Regime de trabalho
Entendemos que a qualidade de um curso é alicerçada no nível dos seus alunos, no programa
curricular e, principalmente, na competência e dedicação do seu corpo docente. Quanto maior a
titulação do corpo docente, maiores são as possibilidades da produção científica e da qualidade do
ensino. O ideal a ser atingido pela Instituição passa a ser a formação de um corpo de professores
titulados em cursos de pós-graduação stricto sensu.
O INSTITUTO
DE
ENSINO
SUPERIOR CENECISTA
busca contratar docentes qualificados, com
formação e experiência no campo educacional, atendendo às exigências do Ministério da Educação,
as orientações do Conselho Nacional de Educação, aos compromissos da Instituição e desta
proposta.
a) Quanto à titulação – A especialização constitui-se na titulação mínima aceitável para o exercício
da docência no curso proposto. Porém, dar-se, prioridade aos docentes com titulação de mestre e
doutor, independente do período letivo ou disciplina a ser ministrada.
b) Quanto ao número de docentes – A contratação dos professores ocorreu de forma gradual e
semestral, seguindo a implantação das disciplinas do curso. No entanto, este número variou em
função do perfil profissional dos professores contratados, podendo, um mesmo professor se
responsabilizar por um máximo de 3 disciplinas diferentes.
c) Quanto à dedicação ao curso – O trabalho interdisciplinar que requer esta proposta juntamente
com o pressuposto de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão que pretendemos
assegurar exigiu que os professores do curso tenham no mínimo tempo parcial de regime de
trabalho. Assim, os docentes foram contratados, sempre que possível, em regime de dedicação
parcial e integral., sendo que alguns ainda estão como horistas.
d) Quanto à experiência de magistério – Uma das exigências para a contratação do professor para
atuar no curso de Pedagogia foi a experiência em ensino superior e educação básica.
e) Quanto ao perfil dos docentes – os docentes tem formação, em nível de graduação ou pósgraduação lato e stricto sensu, visando a adequação entre a formação do docente e as disciplinas
pelas quais é responsável (cf. estrutura curricular).
Para tanto, a seleção dos docentes obedeceu aos seguintes critérios:
•
especialização para a área do conhecimento, priorizando mestres e doutores;
•
disponibilidade para dedicação de tempo parcial ou integral ao curso;
•
experiência acadêmica comprovada.
7.5 Produção Científica dos Docentes/ Publicações
O incentivo à prática de pesquisa é exercida por meio de organizações de grupos de estudo e
pesquisa estimulados pelas coordenações de curso; por meio de convênios e acordos de parcerias
estabelecidos com organizações públicas e privadas locais; e por meio de estímulo financeiro à
apresentação de trabalhos científicos em eventos importantes nas diversas áreas. Há ainda uma
Revista para publicação da produção acadêmico-científica. O INESC desenvolve projeto para a
criação de sua revista eletrônica, a ser disponibilizada em seu site.
Acontece todo ano o lançamento da “INESC em Revista” ISBN 1678-7293. O “INESC EM
REVISTA” tem tiragem de 3.000 exemplares é enviado para mais de 100 instituições de ensino, de
pesquisa, bibliotecas, entidades afins etc; além de ser distribuído gratuitamente para docentes e
discentes das Faculdades INESC.
Em 2009 iniciamos um grupo de estudo de pesquisa na UNB: coordenadora do Curso de
Pedagogia Jussara Resende Costa Santos, professores Viviane Ribeiro, Valdirene Elias Villela
(coordenadora Ed. Infantil Colégio do Carmo, Helen Danyane Soares Caetano de Sousa (aluna
egresso do Curso de Pedagogia do INESC e mestranda na UNB e professora do INESC), Luciana
Coimbra (aluna egresso do Curso de Pedagogia). O grupo continuou com a professora Helen
Danyane. Segue o relato do projeto do grupo de pesquisa: Projeto “Leitura e Mediação
Pedagógica” .
Em 2009 criamos outro grupo de estudo com docentes e discentes do curso de Pedagogia com o
seguinte objetivo: O propósito deste grupo é refletir sobre a importância da formação do pedagogo
na Educação Infantil. Esta reflexão é de extrema relevância para fomentar a temática no curso de
Pedagogia da instituição e tal reflexão contribuirá para que os alunos nela formados tenham mais
competência no exercício de suas atividades como profissionais da educação. As atividades
complementares vivenciadas pelos alunos poderão contribuir por meio de relatos de experiências
significativas para o processo educacional e a partir das experiências a participação do grupo em
congressos na área.
Equipe do Grupo de Estudo:
NOME
CURSO
Viviane Ribeiro
Ms. Educação
ÁREA
Educação
CATEGORIA
Docente
Educação
Jussara Resende Costa Santos
Ms. Educação
Docente/coordenadora
Maria Aparecida Alves
Especialista
Educação
Docente
Cristiane da Silva Costa
Pedagogia
Educação
Discente
Edilene da Silva Mariano Soares
Pedagogia
Educação
Discente
Ivelize Marielle Soares Gontijo
Pedagogia
Educação
Discente
Rafaella Assis Caldeira
Pedagogia
Educação
Discente
Romário da Silva Santana
Pedagogia
Educação
Discente
Suelem Correa da Silva
Pedagogia
Educação
Discente
Thais Pereira Rodrigues
Pedagogia
Educação
Discente
A produção científica dos docentes do INESC, previstos ao Curso de Pedagogia, nos últimos três
anos está apresentada a seguir.
PROFESSOR
TITULAÇÃO
PRODUÇÃO
CIENTÍFICA/
MATERIAL DIDÁTICO
(últimos três anos)
Consuelo Rocha M. de Araújo
Especialista
01
Dálcio Rosário Alves
Especialista
04
Juliana Lacerda
Especialista
01
Helen Danyane
Especialista
01
Zeuman Oliveira
Especialista
03
Jussara Resende Costa Santo
Mestre
09
Lara Windson
Mestre
04
Keli Cristine E. Souto
Mestre
13
Maria Aparecida Alves
Especialista
04
Róger Campos
Especialista
02
Raquel Aparecida Alves
Especialista
09
Rômulo Caldeira Maia
Mestre
03
Viviane Ribeiro
Mestre
09
Wilson R. Dejato da Rocha
Mestre
04
7.5.2 – Estímulos (ou incentivos) profissionais
Os docentes do INESC recebem especial atenção por parte da Instituição, no que se refere à
sua formação e às condições de trabalho.
No que se refere à sua formação, o INESC tem garantido um auxílio manutenção e auxílio
transporte aos docentes que desenvolvem mestrado ou doutorado. O auxílio manutenção se dá com
a reprodução gratuita de todo material necessário aos seus estudos, na reprografia da Instituição,
desde que não transgrida as leis de direitos autorais; ademais disto, o INESC contribui com parte do
valor das mensalidades do curso em desenvolvimento. Com relação ao auxílio transporte, o INESC
favorece aos seus docentes, estudantes de mestrado ou doutorado, um auxílio nas despesas de
transporte entre a sua residência e a localidade onde desenvolve o curso. Isto se dá porque muitos
dos docentes em formação são residentes em Unaí e desenvolvem sua pós-graduação em
Brasília/DF (à 180km de distância), necessitando fazer, muitas vezes, três ou mais deslocamentos
na semana. Outra forma de auxílio transporte se dá por meio da inclusão do nome do docente na
lista de beneficiados com o transporte fretado dos professores que residem em Brasília e lecionam
em Unaí. Atualmente, entre docentes e (prováveis) futuros docentes (normalmente egressos do
INESC), oito são os beneficiados com este auxílio transporte.
O Curso de Pedagogia do INESC, funcionando desde de 2007, tem implantado
paulatinamente o seu Plano Institucional de Pesquisa associado à política de capacitação de seus
professores, assim, apóia e co-financia os projetos de pesquisa em nível de mestrado e doutorado
dos seguintes professores:
Prof. Lara Windson, desenvolveu a pesquisa intitulada “ Motivação e Criatividade nos alunos do
Ensino Médio”, enquanto aluna do Mestrado em Educação da UCB-Brasília-DF.
Prof. Janaína Maria de Oliveira Almeida, desenvolveu a pesquisa intitulada Criatividade e
Educação Matemática: fatores que interferem na aprendizagem da Matemática nos alunos do
Ensino Médio”, enquanto aluno do Curso de Mestrado da Universidade Católica de Brasília – UCB
- Brasília – DF.
Prof. Jussara Resende Costa Santos, desenvolveu o projeto de pesquisa intitulado “Políticas
Públicas de Educação nos Presídios: O Papel do Pedagogo em novos espaços como agente de
transformação social” , enquanto aluna do Curso de Mestrado em Educação pela UCB Brasília –
DF.
7.5.3. Plano de carreira
No Plano de desenvolvimento Institucional – PDI do INESC está descrito que as Políticas
relacionadas ao Plano de Carreira Docente e Administrativa foram elaboradas pela Mantenedora,
com vistas a ser adotada de forma conjunta entre as unidades componentes da Rede.
A Remuneração dos docentes e do quadro Administrativo é feita de acordo com a categoria
funcional e o regime de trabalho, observados os valores expressos na Tabela Salarial da Instituição
e na Tabela Referência para Promoção, aprovadas pela Mantenedora.
8.0 INFRAESTRUTURA
CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA
GERENCIA ADMINISTRATIVA OPERACIONAL E LICITAÇÃO – GAOL
SETOR: COORDENAÇÃO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS/INESC
ÁREA TOTAL: 5,87 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 05
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA PARA COMPUTADOR
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA BASE GIRATÓRIA
OBSERVAÇÕES
1
1
1
1
2
1
SETOR: COORDENAÇÃO DE DIREITO/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 6,83 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 05
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA COM GAVETAS
MESA PARA COMPUTADOR
ARQUIVO DE AÇO
CADEIRA SECRETÁRIA
CADEIRA BASE FIXA
ARMÁRIO DE AÇO 2 PORTAS
TELEFONE SIMPLES
ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS
VENTILADOR
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
SETOR: COORDENAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 6,96 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 05
QTDE
MESA
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
TELEFONE SIMPLES
VENTILADOR
OBSERVAÇÕES
1
1
3
1
1
SETOR: COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO/INESC
ÁREA TOTAL: 6,83 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 04
DESCRIÇÃO DO BEM
MESA
ARQUIVO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS
QTDE
OBSERVAÇÕES
1
1
2
1
TELEFONE SIMPLES
1
SETOR: COORDENAÇÃO DE ACADÊMICO-ADMINISTRATIVA/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 8,34m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 04
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA PARA COMPUTADOR
ARMÁRIO DE AÇO
ESTANTE DE AÇO
CADEIRA SECRETÁRIA
CADEIRA BASE FIXA
IMPRESSORA LASER
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
OBSERVAÇÕES
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
SETOR: DIREÇÃO/INESC
ÁREA TOTAL: 14,66 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 15
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA PARA TELEFONE
MESA REDONDA
CONEXAO PARA MESA
ARMÁRIO DE MADEIRA
RACK PARA COMPUTADOR
CADEIRA SECRETÁRIA
CADEIRA BASE FIXA
QTDE
OBSERVAÇÕES
1
1
1
1
1
1
1
2
IMPRESSORA LASER
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
1
1
1
SETOR: REFEITÓRIO/INESC
ÁREA TOTAL: 9m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 06
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MESA ESCOLAR
ARQUIVO DE MADEIRA
ARQUIVO DE AÇO
ARAMÁRIO DE COZINHA AÇO
GELADEIRA
FILTRO ESMALTEC
ESTANTES DE AÇO
OBSERVAÇÕES
2
1
1
1
1
1
2
SETOR: SALA DE REUNIOES/INESC
ÁREA TOTAL: 11,97m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MESA PARA REUNIÃO
CADEIRA BASE FIXA
TELEFONE
AR CONDICIONADO
APARELHO DE DVD
TELEVISÃO DE 14"
OBSERVAÇÕES
1
9
1
1
1
1
SETOR: REPROGRAFIA/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 32,11 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 20
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA COM 3 GAVETAS
MESA REDONDA MODELO GOTA
MESA
ARMÁRIO DE AÇO
ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS
CADEIRA SECRETÁRIA
CADEIRA BASE FIXA
IMPRESSORA
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
MURAL DE FELTRO
PRATELEIRA DE MADEIRA
ESTANTE DE AÇO 3 PRATELEIRAS
CONEXÃO PARA MESA
ESTANTE DE AÇO
PRATELEIRA DE MADEIRA 6 PRATELEIRAS
MESA DE AÇO
MESA PARA COMPUTADOR
COPIADORA RICOH MP 6500
SUPORTE PARA PROC. E ESTANTE
OBSERVAÇÕES
5
1
1
1
3
1
5
2
1
1
2
1
4
1
1
1
1
1
1
2
1
SETOR: GAOL/INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA COM 3 GAVETAS
ÁREA TOTAL: 13,58m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 06
QTDE
OBSERVAÇÕES
1
1
ARQUIVO DE MADEIRA
CONEXAO PARA MESA
ARMÁRIO DE AÇO 2 PORTAS
RACK PARA COMPUTADOR
CADEIRA SECRETÁRIA
CADEIRA BASE FIXA
IMPRESSORA LASER
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
PRATELEIRA DE AÇO
APARELHO DE FAX
PRATELEIRA DE AÇO
1
1
1
1
1
3
1
1
1
2
1
3
SETOR: APOIO MULTIMÍDIA/INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA
AMPLIFICADOR DE AUDIO
APARELHO DVD
VIDEO CASSETE
MICROFONE
AR CONDICIONADO
PROJETOR MULTIMÍDIA
RETROPROJETOR
TELEVISÃO
SUPORTE PARA RETROPROJETOR
MESA ESCOLAR
TELEFONE SIMPLES
ARMÁRIO DE AÇO
ÁREA TOTAL: 35,10 m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
QTDE
OBSERVAÇÕES
11
1
1
4
5
2
4
1
12
23
9
6
4
1
1
FILMADORA
TELAS PARA DATA SHOW C/ PEDESTAL
RÁDIO AM/FM
ESTANTE DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
TRIPÉ PARA FILMADORA
SUPORTE PARA MICROFONE
MESA MADEIRA COM DUAS GAVETAS
1
3
5
1
5
1
1
1
SETOR: TESOURARIA/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 20,91m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA 3 GAVETAS
MESA SEM GAVETA
MESA PARA COMPUTADOR
RACK PARA COMPUTADOR
AR CONDICIONADO
ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS
ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
TELEFONE S/ FIO
CONEXÃO PARA MESA
MURAL DE FELTRO
COFRE DE FERRO
IMPRESSORA CHEQUE
IMPRESSORA LASER
IMPRESSORA MATRICIAL
FRAGMENTADORA
COPIADORA RICOH AFICIO 3813
QTDE
OBSERVAÇÕES
5
3
1
1
2
2
1
7
5
6
2
1
1
1
1
1
3
1
1
1
MAQUINA DE ESCREVER
CALCULADORA
MESA
1
4
1
SETOR: SECRETARIA/INESC
ÁREA TOTAL: 19,92m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA COM 3 GAVETAS
MESA COM 2 GAVETAS
3
2
1
MESA PARA COMPUTADOR
AR CONDICIONADO
ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS
ARQUIVO DE AÇO 4 GAVETAS
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
MURAL DE FELTRO
QUADRO BRANCO
IMPRESSORA LASER
BALCÃO DE MADEIRA
ESTANTE DE AÇO 3 PRATELEIRAS
PLASTIFICADORA
2
1
2
2
3
3
3
1
1
2
1
1
1
SETOR: SALA DE PROFESSORES/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 58,69m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA DE MADEIRA
ARMARIO DE AÇO 2 PORTAS
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
MURAL DE FELTRO
MESINHA PARA TELEFONE
BEBEDOURO DE GARRAFÃO
2
2
2
7
12
1
1
2
1
1
SETOR: RECEPÇÃO/CARMO/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 20,16m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 25
QTDE
OBSERVAÇÕES
VENTILADOR
BALCÃO ARDÓSIA
TELEFONE SIMPLES
CENTRAL DE PABX
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
MICRO COMPUTADOR
FAX
1
1
1
1
6
2
1
1
SETOR: BIBLIOTECA/INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA REDONDA
ÁREA TOTAL: 204,35m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 130
QTDE
OBSERVAÇÕES
9
1
12
ESTANTES DE AÇO
CARRINHO PARA LIVROS
CADEIRA BASE FIXA
IMPRESSORA
TELEFONE SIMPLES
MURAL DE FELTRO
BALCÃO DE ATENDIMENTO
CATRACA
BALCÃO DE ESTUDOS INDIVIDUAL
BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO
BEBEDOURO DE PRESSÃO
VENTILADORES
99
1
68
1
2
1
1
1
1
1
1
10
SETOR: APOIO DA COORDENAÇÃO/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MESA
MESA ESCOLAR
ARMÁRIO DE MADEIRA
ARMÁRIO DE AÇO
ARMÁRIO DE AÇO
BANCO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
ÁREA TOTAL: 15,65m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
QTDE
OBSERVAÇÕES
1
1
1
2
3
1
2
1
1
1
SETOR: PORTARIA/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 62,07m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 30
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
OBSERVAÇÕES
CADEIRA BASE FIXA
1
TELEFONE SIMPLES
MURAL DE FELTRO
BALCÃO MARMORE
1
1
1
SETOR: CANTINA/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 56,02m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 15
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MESA
ARMÁRIO DE AÇO
ARMÁRIO DE AÇO COM DUAS PORTAS
MURAL DE FELTRO
LAVADORA SUGGAR
FOGÃO INDUSTRIAL
FREEZER
GELADEIRA
FORNO ELÉTRICO
BEBEDOURO
ESTANTE DE GRADE DE FERRO
BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO
PURIFICADOR DE AGUA EUROPA
ESTANTE DE AÇO
OBSERVAÇÕES
1
2
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
SETOR: COORDENAÇÃO DE PEDAGOGIA E SUPERVISÃO/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 18m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA PARA COMPUTADOR
ARMÁRIO DE AÇO
ARQUIVO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
OBSERVAÇÕES
1
1
1
3
3
3
1
1
1
SETOR: COORDENAÇÃO OPERACIONAL/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 9,91m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 05
QTDE
MESA
MESA PARA COMPUTADOR
ARMÁRIO DE AÇO
ARQUIVO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
AR CONDICIONADO
OBSERVAÇÕES
1
1
2
3
2
1
1
1
SETOR: DIREÇÃO/CARMO
ÁREA TOTAL: 11,56m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 06
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA PARA TELEFONE
MESA PARA COMPUTADOR
ARQUIVO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
CONEXÃO PARA MESA
1
1
1
1
3
3
1
1
1
SETOR: SECRETARIA/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA
MESA PARA IMPRESSORA
MESA PARA COMPUTADOR
RACK PARA COMPUTADOR
ARQUIVO DE AÇO
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
IMPRESSORA
MURAL DE FELTRO
ARMARIO DE AÇO
ARMARIO DE AÇO
ARMARIO DE AÇO
BALCÃO DE MADEIRA
AR CONDICIONADO
ÁREA TOTAL: 18,92m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
QTDE
OBSERVAÇÕES
4
6
1
1
1
1
1
3
2
4
4
3
1
1
1
1
1
1
SETOR: NAE/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 17,22m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 10
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
2
4
ARQUIVO DE AÇO
ARMARIO DE AÇO
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
TELEFONE SIMPLES
VENTILADOR
1
4
1
5
1
1
SETOR: GERENCIA DE TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO/COORDENAÇÃO DE SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO/INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
RACK PARA COMPUTADOR
ARMARIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
CADEIRA SECRETÁRIA
TELEFONE SIMPLES
IMPRESSORA
CAPACIDADE DE PESSOAS: 15
QTDE
OBSERVAÇÕES
6
1
1
3
2
2
2
1
BALCÃO DE ARDÓSIA
BALCÃO DE ARDÓSIA
AR CONDICIONADO
CONEXÃO PARA MESA
QUADRO BRANCO
1
1
1
1
1
SETOR: AUDITÓRIO/INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 115,54m2
CAPACIDADE DE PESSOAS:160
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
BALCÃO DE MADEIRA
TRIBUNA DE MADEIRA
CADEIRA BASE FIXA
AR CONDICIONADO
VIDEO CASSETE
APARELHO DVD
PROJETOR MULTIMÍDIA
APARELHO REGULADOR DE SOM
SUPORTE PARA BANDEIRA
FLIP SHART
ARMÁRIO DE MADEIRA C/ PORTA DE VIDRO
APARELHO RS PA 1000
OBSERVAÇÕES
1
1
1
144
3
1
1
1
1
1
1
1
1
SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 01 /INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 59,15m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 40
QTDE
OBSERVAÇÕES
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
CADEIRA BASE FIXA
AR CONDICIONADO
QUADRO BRANCO
BANCADA DE ALVENARIA
24
24
2
1
8
SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 02 /INESC/CARMO
ÁREA TOTAL: 59,15m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 50
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
AR CONDICIONADO
CADEIRA BASE FIXA
QUADRO BRANCO
BALCÃO DE ARDÓSIA
OBSERVAÇÕES
30
2
30
1
8
SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 03 /INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
CADEIRA BASE FIXA
AR CONDICIONADO
QUADRO BRANCO
BANCADA DE ALVENARIA
BANCADA DE ALVENARIA
TELA PARA PROJETOR MULTIMÍDIA
ÁREA TOTAL: 69,69m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 45
QTDE
OBSERVAÇÕES
30
30
2
1
10
10
1
SETOR: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 04 /INESC/CARMO
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL:69,69m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 45
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
CADEIRA BASE FIXA
AR CONDICIONADO
IMPRESSORA MATRICIAL
QUADRO BRANCO
BANCADA DE ALVENARIA
BANCADA DE ALVENARIA
TELA PARA PROJETOR MULTIMÍDIA
OBSERVAÇÕES
30
30
2
1
1
10
10
1
SETOR: BRINQUEDOTECA/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 17,22m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 15
QTDE
OBSERVAÇÕES
VER COM A JUSSARA
SETOR: GABINETE DO PROFESSOR 01 /INESC
ÁREA TOTAL: 6,72m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 04
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MESA
CADEIRA BASE FIXA
VENTILADOR DE TETO
OBSERVAÇÕES
1
2
1
SETOR: GABINETE DO PROFESSOR 02 /INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 6,72m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 04
QTDE
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA
MESA PARA COMPUTADOR
CADEIRA BASE FIXA
TELEFONE NORMAL
ESTANTE DE AÇO
VENTILADOR DE TETO
OBSERVAÇÕES
1
1
1
2
1
1
1
SETOR: GETI - MANUTENÇÃO/INESC
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADOR COMPLETO
MESA ESCOLAR
ARMÁRIO DE AÇO
CADEIRA BASE FIXA
TELEFONE NORMAL
ÁREA TOTAL: 29,86m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 25
QTDE
OBSERVAÇÕES
2
2
1
2
1
MESA DE ARDÓSIA
MESA DE ARDÓSIA
MESA DE ARDÓSIA
VENTILADOR DE TETO
CPU
MONITOR
TECLADO
IMPRESSORAS
SCANNER
1
2
2
45 (ESTRAGADOS)
27 (ESTRAGADOS)
11 (ESTRAGADOS)
2
2
GINÁSIO
COMPOSIÇÃO DO GINÁSIO
ÁREA TOTAL: 1.007,59m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 1200
QTDE
ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS
BANHEIRO FEMININO
1 17,5 m2 / 15
BANHEIRO MASCULINO
1 13,30 m2/ 15
VESTIÁRIO FEMININO
1 31,20 m2 / 20
VESTIÁRIO MASCULINO
1 31,20 m2 / 20
QUADRA
1 775 m2 / 400
RESERVATÓRIO
1 7 m2 / 5
PISCINA
1 433,5 m2 / 30
BANHEIRO DA PISCINA
1 4,95 m2 / 5
PÁTIO VELHO
COMPOSIÇÃO DO PÁTIO
ÁREA TOTAL: 743,04m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 700
QTDE
ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS
BANHEIRO FEMININO
1 26 m2 / 20
BANHEIRO MASCULINO
1 26 m2 / 20
LANCHONETE
1 8,4 m2 / 30
SALÃO
ÁREA TOTAL: 182,51m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 200
PÁTIO NOVO
ÁREA TOTAL: 158,99m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 50
DESCRIÇÃO DO LOCAL (NOS 1º, 2º E 3º ANDARES)
QTDE
ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS
BANHEIRO FEMININO
3 1,44 m2 / 10
BANHEIRO MASCULINO
3 1,44 m2 / 10
DIRETÓRIO ACADÊMICO
ÁREA TOTAL: 8,40m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 6
DESCRIÇÃO DO BEM
QTDE
MESA
CADEIRA BASE FIXA
OBSERVAÇÕES
1
2
SETOR: INESC JÚNIOR
ÁREA TOTAL: 32,10m2
DESCRIÇÃO DO BEM
CAPACIDADE DE PESSOAS: 25
QTDE
ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS
ARQUIVO DE AÇO COM 4 GAVETAS
MICRO COMPUTADORES
MESA
CADEIRAS BASE FIXA
IMPRESSORA
VENTILADOR DE PÉ
BANCO ESTOFADO SEM ENCOSTO
TELEFONE
COFRE
BEBEDOURO DE GARRAFÃO
OBSERVAÇÕES
1
2
2
5
6
1
1
1
1
1
1
SETOR: NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA
DESCRIÇÃO DO BEM
MICRO COMPUTADORES
TELEVISÃO DE 20"
MESA COM 2 GAVETAS
MESA PARA ATENDIMENTO
MESA REDONDA
MESA PARA COMPUTADOR
RACK PARA COMPUTADOR COM 2 GAVETAS
ESTANTE DE AÇO
ARQUIVO DE AÇO COM 4 GAVETAS
CADEIRA BASE FIXA ESTOFADA
IMPRESSORA LASER
COPIADORA SHARP
TELEFONE
MURAL DE FELTRO
ÁREA TOTAL: 132,98m2
CAPACIDADE DE PESSOAS: 25
QTDE
OBSERVAÇÕES
10
1
4
4
2
7
1
4
6
28
1
1
1
1
ARMÁRIO DE AÇO COM 2 PORTAS
VENTILADOR DE TETO
VENTILADOR DE PAREDE
POLTRONA GIRATORIA
MESA RETANGULAR PARA SALA DE AUDIENCIA
MESA DE AUDIENCIA
BEBEDOURO DE GARRAFÃO
CADEIRA SECRETARIA GIRATORIA ESTOFADA
1
4
2
1
1
1
1
5
SALAS DE AULA
DESCRIÇÃO DO BEM
ÁREA TOTAL: 50 m²
CAPACIDADE DE PESSOAS: 50 (MÉDIA)
QTDE
QUANTIDADE DE SALAS
MESA PARA PROFESSOR
CADEIRA PARA PROFESSOR
TELA RETRATION 1,50X1,50M
CARTEIRAS PARA ALUNOS
DESCRIÇÃO DO LOCAL
OBSERVAÇÕES
30
30
30
30
45 MÉDIA
QTDE
ÁREA TOTAL/CAP. DE PESSOAS
BANHEIRO (AO LADO DA TESOURARIA)
1 2,31m2 / 1
BANHEIRO COORDENAÇÃO FEM/ MASC.
1 2,34 m2 / 1
LABORATÓRIO DE QUIMICA
1 37,8 m2 / 1
CÓPIAS DO ALUNO
12,9 m2 / 3
INESC JÚNIOR
106,8 m2 / 10
BANHEIRO FEM/MASC.
2 1,98 m2 / 1
BANHEIRO FEM/MASC. (AO LADO COORD. CARMO)
2 1,98 m2 / 1
ANEXOS
Regulamento das Atividades Complementares
Estrutura curricular 2007 (3 anos e meio)
TITULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
CAPITULO I
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Art. 1º - Este regulamento objetiva normatizar as Atividades Complementares, do Curso de Pedagogia atendendo as diretrizes curriculares na Resolução
CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11.
Art. 7º O curso de Licenciatura em Pedagogia terá a carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim distribuídas:
III - 100 horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos alunos, por meio, da iniciação científica, da
extensão e da monitoria.
Art. 8º Nos termos do projeto pedagógico da instituição, a integralização de estudos será efetivada por meio de:
I - disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre outros,
sobre teorias educacionais, situando processos de aprender e ensinar historicamente e em diferentes realidades socioculturais e institucionais que
proporcionem fundamentos para a prática pedagógica, a orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos educacionais, de instituições
e de políticas públicas de Educação;
II - práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos licenciandos a observação e acompanhamento, a participação no planejamento, na
execução e na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos;
III - atividades complementares envolvendo o planejamento e o desenvolvimento progressivo do Trabalho de Curso, atividades de monitoria, de
iniciação científica e de extensão, diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de educação superior decorrentes ou
articuladas às disciplinas, áreas de conhecimentos, seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em
algumas modalidades e experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, a educação do campo, a
educação indígena, a educação em remanescentes de quilombos, em organizações não-governamentais, escolares e não-escolares públicas e
privadas;
Art. 2º - As Atividades práticas do Curso de Pedagogia do INESC concentram carga horária de 500 (quinhentas) horas, devendo o seu cumprimento
ser distribuído ao longo do curso, sendo divididas em teórico-práticas e práticas.
CAPITULO II
DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 3º - As Atividades Complementares do Curso de Pedagogia são obrigatórias e devem ser comprovadas por todos os acadêmicos regularmente
matriculados no curso, podendo ser desenvolvidas em:
I – atividades de ensino;
II – atividades de pesquisa;
III – atividades de extensão e cultura.
CAPITULO III
DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
SEÇÃO I
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE ENSINO
Art. 4º - As atividades Complementares de Ensino compreendem:
I – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo MEC, e não previstas na
matriz curricular do Curso, que sejam afins à área da Educação;
II – cursos de capacitação profissional na área de educação;
III – atividades de monitoria acadêmica;
IV – cursos de informática e língua estrangeira, realizados em estabelecimentos oficialmente reconhecidos;
V – estágios curriculares não-obrigatórios, na área de educação, desde que devidamente comprovados, mediante supervisão e declaração profissional;
VI – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de pós-graduação (lato sensu) em área afim;
Parágrafo único. As disciplinas de que tratam os incisos I e VI deste artigo, só poderão ser consideradas, desde que não tenham sido aproveitadas para
convalidar outras disciplinas do currículo do curso.
SEÇÃO II
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE PESQUISA
Art. 5º - As atividades Complementares de Pesquisa na área de Educação compreendem:
I – participação em Programas de Bolsas de Iniciação Científica;
II – participação em Programas Institucional de Bolsas de Iniciação Científica;
III – participação em outros Projetos de Pesquisa;
IV – trabalhos científicos publicados;
V- publicação de livro;
VI – publicação de capitulo de livro;
VII – publicação de trabalhos, em Anais de Congressos, na íntegra ou em síntese;
VIII – publicação de artigos em jornais e revistas;
IX – participação, como ouvinte, em defesas públicas de teses de doutorado;
X – participação, como ouvinte, em defesas publicas de dissertações de mestrado;
XI - participação, como ouvinte, em defesas publicas de monografias (nível lato sensu);
XII - participação, como ouvinte, em defesas publicas de monografias (nível graduação);
SEÇÃO III
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE EXTENSÃO
Art. 6º - As atividades Complementares de Extensão na área de Pedagogia compreendem:
I – participação em Projetos Extensão da Instituição;
II – participação em eventos na área de educação:
a) semanas acadêmicas,
b) seminários, palestras, conferências,
c) congressos, fóruns, simpósios,
d) gincanas;
III – visitas/viagens técnicas extracurriculares;
IV – cursos de atualização;
V – participação como voluntário em ações sociais e comunitárias;
VI – apresentação de trabalhos, papers e congêneres em eventos técnico-científicos.
VII – projetos e trabalhos desenvolvidos na Empresa Júnior: aqueles projetos e/ou trabalhos desenvolvidos junto ao INESC Jr que de alguma forma,
possam contribuir para a sua formação contábil, teórica e/ou prática.
Parágrafo único. A participação nos eventos referidos no artigo 6º, inciso II, poderá ser na modalidade de ouvinte ou participante.
TITULO II
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 7º - A avaliação das atividades complementares será feita por uma Comissão de Avaliação, nomeada pelo Coordenador do Curso, composta por
um mínimo de três, e no máximo cinco, membros designados dentre o corpo docente do Curso de Pedagogia.
§ 1º - presidirá a Comissão de Avaliação o Coordenador de Curso e suas deliberações serão tomadas por maioria de votos, cabendo ao seu Presidente
o voto desempate.
§ 2º - o mandato dos membros da Comissão de Avaliação será de um ano, podendo ser renovados, a critério da Coordenação, ouvindo os
interessados.
§ 3º - a Comissão de que trata este artigo reunir-se-á trimestralmente ou quando a urgência da situação assim o desejar.
§ 4º - é de exclusiva competência da Comissão de Avaliação a atribuição das horas/aula das atividades complementares de cada acadêmico.
Art. 8º - a participação em qualquer das atividades mencionadas no art. 3º, 4º e 5º deverá ser comprovada por certificado no qual conste a descrição
da atividade, a entidade organizadora, o local e a data de sua realização, bem como a carga horária efetivamente cumprida pelo aluno.
§ 1º - a comprovação de que trata o caput deste artigo será efetivada pela apresentação pelo discente, do competente certificado no original,
acompanhado de duas cópias simples.
§ 2º - a Comissão de Avaliação convalidará umas das cópias, que deverá ser arquivada no prontuário do aluno. Na cópia restante será aposto carimbo
de recebido em que constem a data e a identificação de quem efetivamente realizou a convalidação. A seguir, essa cópia será devolvida ao aluno para seu
controle pessoal.
§ 3º - os documentos comprobatórios das Atividades Complementares deverão ser encaminhados até 2 (dois) meses antes da data de conclusão do
curso.
Art. 9º - as atividades complementares poderão ser desenvolvidas, a critério dos alunos, durante o período de atividades escolares do Curso, até sua
conclusão final, mesmo durante os períodos ou recesso escolar, desde que não venham a prejudicar as atividades acadêmicas.
Art. 10º - caberá ao aluno buscar junto a Secretaria ou a Comissão a sua situação em relação ao cumprimento da carga horária mínima prevista no art.
2º, para que possa providenciar as exigências desta Resolução.
Art. 11º - se o aluno, ao encerrar o ano letivo correspondente ao seu último semestre do curso, ainda não tiver integralizado a carga horária mínima de
atividades complementares deverá, no ano letivo seguinte, matricular-se no 7º período do Curso, mesmo que não tenha matérias para cursar, devendo arcar
com o ônus financeiro correspondente a uma matéria em dependência.
Art. 12º - o aluno deverá permanecer matriculado até a data de conclusão de sua atividades complementares quando, então, terá o direito à colação de
grau.
Art. 13º - a Secretaria Geral manterá um registro de horas/aula já cumpridas em atividades complementares para cada aluno regularmente
matriculado.
Parágrafo único - esses registros serão atualizados semestralmente, tendo por base as decisões tomadas pela Comissão de Avaliação.
Art. 14º - em caso de aluno transferido de outra Instituição de Ensino, poderá ser aproveitada a carga horária cumprida, desde que devidamente
comprovada e aceita, a critério da Comissão de Avaliação.
Art. 15º - eventuais omissões deste Regulamento serão cumprida caso a caso pela Comissão de Avaliação, ouvidas as partes interessadas.
Eu, _______________________________________________________aluno(a) do Curso de Pedagogia do INESC, estou ciente que tenho que cumprir a
carga horária de 500h de atividades complementares no decorrer do curso.
Assinatura do aluno(a)
ESTRUTURA CURRICULAR 2011 (4 anos)
Regulamento das Atividades Complementares
TITULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
CAPITULO I
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Art. 1º - Este regulamento objetiva normatizar as Atividades Complementares, do Curso de Pedagogia atendendo as diretrizes curriculares na Resolução
CNE/CP 1/2006. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 11.
Art. 2º. O Curso de Pedagogia oferecerá semestralmente uma das atividades compreendidas como Atividades Complementares: Conferências,
Comunicações, Simpósios, Seminários, Encontros, Palestras, Fórum, Oficinas, Exposições, Viagens, Laboratórios de Aprendizagem e outras atividades.
Art. 3º O curso de Licenciatura em Pedagogia terá a carga horária mínima de 3.200 horas de efetivo trabalho acadêmico, assim distribuídas:
III - 100 horas de atividades complementares distribuídas nos semestres do curso, por meio, da iniciação científica, da extensão e da monitoria.
Art. 3º Nos termos do projeto pedagógico da instituição, a integralização de estudos será efetivada por meio de:
I - disciplinas, seminários e atividades de natureza predominantemente teórica que farão a introdução e o aprofundamento de estudos, entre outros, sobre
teorias educacionais, situando processos de aprender e ensinar historicamente e em diferentes realidades socioculturais e institucionais que proporcionem
fundamentos para a prática pedagógica, a orientação e apoio a estudantes, gestão e avaliação de projetos educacionais, de instituições e de políticas públicas
de Educação;
II - práticas de docência e gestão educacional que ensejem aos licenciandos a observação e acompanhamento, a participação no planejamento, na execução e
na avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, tanto em escolas como em outros ambientes educativos;
III - atividades complementares envolvendo o planejamento e o desenvolvimento progressivo do Trabalho de Curso, atividades de monitoria, de iniciação
científica e de extensão, diretamente orientadas por membro do corpo docente da instituição de educação superior decorrentes ou articuladas às disciplinas,
áreas de conhecimentos, seminários, eventos científico-culturais, estudos curriculares, de modo a propiciar vivências em algumas modalidades e
experiências, entre outras, e opcionalmente, a educação de pessoas com necessidades especiais, a educação do campo, a educação indígena, a educação em
remanescentes de quilombos, em organizações não-governamentais, escolares e não-escolares públicas e privadas;
Art. 4º Os alunos dos cursos de graduação deverão desenvolver, no mínimo, 100 (cem) horas de atividades complementares. A conclusão desta carga horária
é imprescindível para sua colação de grau.
CAPITULO II
DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 5º - As Atividades Complementares do Curso de Pedagogia são obrigatórias e devem ser comprovadas por todos os acadêmicos regularmente
matriculados no curso, podendo ser desenvolvidas em:
I – atividades de ensino;
II – atividades de pesquisa;
III – atividades de extensão e cultura.
CAPITULO III
DA OPERACIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
SEÇÃO I
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE ENSINO
Art. 6º - Compreende-se como atividade complementar toda e qualquer atividade não prevista entre as atividades e disciplinas, obrigatórias e eletivas, do
currículo pleno do curso de graduação que seja considerada útil pela instituição de ensino para a formação do corpo discente, independentemente de ser a
atividade oferecida pela Faculdade por qualquer outra instituição, pública ou privada, ou por pessoa física.
Art. 7º - As atividades Complementares de Ensino compreendem:
I – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo MEC, e não previstas na
estrutura do Curso, que sejam afins à área da Educação;
II – cursos de capacitação profissional na área de educação;
III – atividades de monitoria acadêmica;
IV – cursos de informática e língua estrangeira, realizados em estabelecimentos oficialmente reconhecidos;
V – estágios curriculares não-obrigatórios, na área de educação, desde que devidamente comprovados, mediante supervisão e declaração profissional;
VI – disciplinas concluídas pelo acadêmico, em cursos de pós-graduação (lato sensu) em área afim;
Parágrafo único. As disciplinas de que tratam os incisos I e VI deste artigo, só poderão ser consideradas, desde que não tenham sido aproveitadas para
convalidar outras disciplinas do currículo do curso.
Art. 8º A coordenação de Atividades Complementares ficará a cargo de um professor do quadro docente do Curso de Pedagogia, mediante a apresentação de
um plano de atividades semestralmente a ser apresentado e aprovado pelo Colegiado de Curso.
Art. 9º Compete ao professor responsável pelas Atividades Complementares:
I.
Expedir em conjunto com o Coordenador do Curso e os professores responsáveis certificados de participação em eventos realizados;
II.
Manter atualizado o arquivo de registro das atividades realizadas;
III.
Enviar a secretaria, o diário de classe que ateste o cumprimento da carga horária pelos acadêmicos em cada semestre;
IV.
Manter organizado e arquivado a documentação comprobatória da realização das atividades complementares.
SEÇÃO II
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE PESQUISA
Art. 10 - As atividades Complementares de Pesquisa na área de Educação compreendem:
I – participação em Programas de Bolsas de Iniciação Científica;
II – participação em Programas Institucional de Bolsas de Iniciação Científica;
III – participação em outros Projetos de Pesquisa;
IV – trabalhos científicos publicados;
V- publicação de livro;
VI – publicação de capitulo de livro;
VII – publicação de trabalhos, em Anais de Congressos, na íntegra ou em síntese;
VIII – publicação de artigos em jornais e revistas;
IX – participação, como ouvinte, em defesas públicas de teses de doutorado;
X – participação, como ouvinte, em defesas pública de dissertações de mestrado;
XI - participação, como ouvinte, em defesas públicas de monografias (nível lato sensu);
XII - participação, como ouvinte, em defesas públicas de monografias (nível graduação);
SEÇÃO III
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE EXTENSÃO
Art. 11 - As atividades Complementares de Extensão na área de Pedagogia compreendem:
I – participação em Projetos Extensão da Instituição;
II – participação em eventos na área de educação:
a) semanas acadêmicas,
b) seminários, palestras, conferências,
c) congressos, fóruns, simpósios,
d) gincanas;
III – visitas/viagens técnicas extracurriculares;
IV – cursos de atualização;
V – participação como voluntário em ações sociais e comunitárias;
VI – apresentação de trabalhos, papers e congêneres em eventos técnico-científicos.
VII – projetos e trabalhos desenvolvidos na Empresa Júnior: aqueles projetos e/ou trabalhos desenvolvidos junto ao INESC Jr que de alguma forma,
possam contribuir para a sua formação contábil, teórica e/ou prática.
Parágrafo único. A participação nos eventos referidos no artigo 10, inciso II, poderá ser na modalidade de ouvinte ou participante.
TITULO II
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 11. As Atividades Complementares serão registradas em Diário de Classe, apontando os seguintes resultados: Realizadas/ Não Realizadas ( R/NR).
Parágrafo Único. Caso as atividades complementares não sejam realizadas e devidamente comprovadas, o acadêmico ficará impedido de concluir o Curso de
Licenciatura Plena em Pedagogia.
TÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 12. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Coordenador do Curso, Professor Coordenador de Atividades Complementares e, em
segunda instância pelo Colegiado do Curso de Pedagogia.
Art. 13 - caberá ao aluno buscar junto a Secretaria a sua situação em relação ao cumprimento da carga horária mínima prevista no art. 4º, para que possa
providenciar as exigências desta Resolução.
Art. 14 - se o aluno, ao encerrar o ano letivo correspondente ao seu último semestre do curso, ainda não tiver integralizado a carga horária mínima de
atividades complementares deverá, no ano letivo seguinte, matricular-se no 8º período do Curso, mesmo que não tenha matérias para cursar, devendo arcar
com o ônus financeiro correspondente a uma matéria em dependência.
Art. 15 - o aluno deverá permanecer matriculado até a data de conclusão de sua atividades complementares quando, então, terá o direito à colação de grau.
Art.16 - a Secretaria Geral manterá um registro de horas/aula já cumpridas em atividades complementares para cada aluno regularmente matriculado.
Art. 17 - em caso de aluno transferido de outra Instituição de Ensino, poderá ser aproveitada a carga horária cumprida, desde que devidamente comprovada.
Art. 18 - eventuais omissões deste Regulamento serão cumpridas caso a caso.
Eu, _______________________________________________________aluno (a) do Curso de Pedagogia do INESC, estou ciente que tenho que cumprir a
carga horária de 100h de atividades complementares no decorrer do curso.
Assinatura do aluno (a)
O Curso requer dos alunos a participação de 100h em Atividades Complementares. As Atividades Complementares compreendem todas as atividades que,
devidamente comprovadas, possam os alunos desempenhar dentro e fora do espaço acadêmico, que representam, na avaliação do NDE (Núcleo Docente
Estruturante), da Coordenação do Curso, e do Colegiado importantes para a formação profissional.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – 1º/2012
Grade Curricular/1º semestre -2012 (nova)
3º Período30 horas
3º período – Atividades complementares = 30 h.
Alfabetização e Letramento
30h de nivelamento de matemática (Zeuman)
Professor responsável:Viviane Ribeiro
Grade Curricular/1º semestre – 2012(antiga)
4º período
4º período – 130 h.
Atividades Práticas III = 80 h.
Atividades teórico práticas I 50h.
Literatura Infanto Juvenil
Fnd Met. Ensino da Arte
Fund.Ensino da História
Professores responsáveis: Consuelo e Keli: 70 horas
Professores responsáveis: Lara eViviane: 80horas
5º período
5º período – 60 h.
Atividades Práticas IV = 40h.
Atividades teórico práticas II 20h.
Professores responsáveis: Viviane = 30h Observação nas turmas de educação infantil
Professores responsáveis Wilson=30h – Oficina de confecção de brinquedos e jogos
6º período
6º período – 70 h.
Atividades Práticas V = 40h.
Atividades teórico práticas III 30h.
Professores responsáveis: Elen e Zeuman = 70h
Elaboração do projeto para aplicação no estágio II e pesquisa institucional
7º período
7º período – 40 h.
Atividades Práticas VI = 40h.
Professores responsáveis: Cida e Dálcio= 40h (Aprendizagem por projetos e Pedagogia em espaços não escolares)
ATENÇAO: professores, por favor fiquem atentos as horas que cada um ficou responsável. Preciso fechar no final de novembro.
Preparem os certificados e ou fichas da Carga horária. Assim que entregar para o aluno faça um protocolo comprovando.
PROFESSORES ENTREGUEM AOS ALUNOS A FICHA DE COMPROVAÇÃO DA CARGA HORÁRIA.
SEGUE NOVAMENTE A FICHA EO REQUERIMENTO OU PODEM OPTAR PELO CERTIFICADO.
Disciplina:____________________________Turma:________
Controle de Recebimento da atividade Complementar
Recebi do aluno:___________________________________
O trabalho em ___/___/2012.
Ass. Do profº:______________________________________
CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA
INESC
REGISTRO DIÁRIO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES–MÊS ( S )__________________________/2011
Nome do Aluno (a):
Instituição:
Matrícula nº:
Curso: Pedagogia
Diretor:
Data
Entrada
Saída
Nºde
horas
/dia
Atividades desenvolvidas no dia
TOTAL DE HORAS
Assinatura do Diretor e Carimbo da Escola:
Data: ____ / ____ / 2011
Rubrica do diretor
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Projeto de Nivelamento
PROJETO DE NIVELAMENTO
Há uma constante manifestação dos Colegiados de Curso quanto à carência na formação
básica dos discentes. Trata-se de uma posição consensual a deficiência principalmente em Língua
Portuguesa e em Matemática, o que dificulta o processo ensino-aprendizagem. Dessa forma, urge a
execução da política de intervenção pedagógica procedendo aos Projetos de Nivelamento dessas
disciplinas, visando a propiciar ao aluno ingressante no curso de graduação um conhecimento
básico em disciplinas de uso fundamental aos seus estudos universitários.
As IES recebem frequentemente, alunos muito heterogêneos, não só com relação à faixa
etária, mas, sobretudo quanto ao conhecimento específico das disciplinas, no que se refere ao
desenvolvimento de competências e habilidades, pois sabe-se que cada aluno é um e deve-se saber
lidar com as diferenças.
A revista Ensino Superior publicou uma reportagem, de Hélio Consolaro, intitulada O
ensino do português nas universidades, a qual mereceu manchete sobre a situação do ensino do
português no Brasil. O subtítulo Os estudantes só descobrem a necessidade de reaprender a língua
na universidade, sob a pressão das circunstâncias, demonstra que ela vai ater-se às necessidades
dos estudantes universitários.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Indicativa (2007) compôs o
3º Indicador Nacional de Analfabetismo Funcional (INAF). Apenas 25% dos brasileiros, entre 15 e
64 anos, demonstram domínio pleno da compreensão de textos. Para 67%, a conquista da leitura se
limita à localização de informações simples em enunciados de uma só frase, ou à capacidade de
identificá-las em textos curtos. Enquanto 8% não conseguem sair do ponto de partida, ou seja, são
mesmo analfabetos, o que compromete a cidadania brasileira.
Os 67% portadores do analfabetismo funcional representam uma questão muito séria do
processo educacional: alfabetizar apenas não basta a escola precisa estimular a leitura do educando,
fazer que ele também escreva textos.
Baseando-se em todos esses dados, o Instituto de Ensino Superior Cenecista resolveu
atender aos indicativos do Relatório da Avaliação das Condições de Ensino dos Cursos de
Graduação, quanto ao mecanismo de nivelamento dos acadêmicos ingressantes, propiciando um
melhor aproveitamento dos alunos, desenvolvendo, principalmente, habilidades em leitura,
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interpretação, análise e produção de textos, através de um trabalho integrado e interdisciplinar,
empregando além das metodologias já utilizadas, o contato com a nova forma de ensino e
aprendizagem.
Reconhece-se que muitos estudantes têm um volume altíssimo de informações sem que estas
sejam transformadas em conhecimento ordenado, logicamente encadeado e construído. Os dados
estatísticos do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) reforçam a necessidade de investir em
instrumentos que possam ampliar habilidades e competências dos acadêmicos ingressantes,
proporcionando um melhor aproveitamento dos mesmos no transcorrer de sua vida acadêmica.
Contudo, entende-se que o Projeto de Nivelamento não irá solucionar todos os problemas;
não pode-se, entretanto, furtar a proporcionar instrumentos que permitam amenizar os resultados
que criam perversamente um universo tão grande de analfabetos funcionais, em que a relação entre
leitor e texto é de estranhamento, visto que não há por parte do leitor imersão naquilo que se lê, em
que a leitura dialógica não se estabelece, o que leva o acadêmico a reconhecer-se, erroneamente,
como incapaz de estar naquele lugar, evadindo-se da universidade e deslocando a discussão que
deve ser
travada sobre este assunto para ao âmbito da responsabilidade privada.
Fornece-se ferramentas ao acadêmico, demonstramos nossa sensibilização com todas as
dificuldades de aprendizagem apresentadas e criamos laços de identidade com o ingressante que
sentirá partícipe do meio universitário ao enxergar a instituição envolvida com as deficiências que
ele carrega.
O projeto de nivelamento visa, inicialmente, aos ingressantes dos primeiros semestres dos
Cursos de Graduação.
Não é possível atingir qualquer competência sem o suporte de conhecimento, sem a
instrumentalização de informações. A Indicação CEE nº 9/2000 registra que “competências e
habilidades sem conteúdo caracterizam um esvaziamento da escola, e conteúdos que não se
traduzam em competências e habilidades são efêmeros.
Objetivos Específicos
• Proporcionar um aumento qualitativo no conhecimento do aluno em relação ao ensino básico da
Língua Portuguesa e da Matemática.
• Desenvolver as habilidades em leitura, interpretação de texto e operações matemáticas.
• Ampliar o prazer pela leitura e pela matemática.
• Apreciar diversos tipos de textos através de um trabalho integrado e interdisciplinar.
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• Provocar uma modificação da atitude do aluno em relação ao processo de ensino e aprendizagem,
isto é, a auto-aprendizagem.
• Minimizar deficiência dos acadêmicos em relação aos conteúdos fundamentais da Educação
Básica.
• Proporcionar interatividade entre docentes e alunos nesse processo de ensino e aprendizagem.
• Estimular os alunos a raciocinar em tempos lógicos.
• Desenvolver a capacidade de análise de problemas e de sua resolução através de estudo de caso.
A meta para Língua Portuguesa é: Em dois meses, o aluno dominará os princípios básicos da norma
culta da língua portuguesa, desenvolverá habilidades escritas e orais e produzirá textos corretos,
coesivos e coerentes.
Conteúdo
Inicialmente, dividi-se o conteúdo em três grandes temas: Aspectos gramaticais,
Morfossintaxe e Produção de textos.
Em Aspectos gramaticais, aborda-se: Apreensão e compreensão de sentido; Acentuação
gráfica; Emprego dos porquês; e Crase. Deve-se capacitar o aluno a usar sua atividade verbal de
modo adequado ao local, à situação e ao momento em que se realiza.
Em Morfossintaxe, estudar-se-à principalmente Classes de palavras variáveis; Emprego dos
pronomes pessoais, de tratamento e relativos; Verbo; As relações das conjunções coordenativas;
Principais relações subordinativas; e Sintaxe de concordância nominal, verbal, regência verbal e
colocação pronominal.
Nesse sentido Wagner (2008) coloca que, sempre que possível, deve-se proporcionar aos
alunos o domínio das estruturas morfossintáticas do português e desenvolver a habilidade de
observação e análise das estruturas e processos lingüísticos. Muitas vezes o ingressante não
estrutura corretamente um parágrafo, porque não aprendeu as relações sintático-semânticas que são
fornecidas pelos pronomes e conjunções – elementos coesivos de um texto.
Na Produção de textos, vê-se Ampliação de frases; Vícios de linguagem; Produção de
textos narrativos; O texto argumentativo; Tipos de dissertação; e Coesão e coerência.
Precisa-se desenvolver no aluno a habilidade para a comunicação e expressão em termos de
recepção e produção adequada de textos; isso só será possível se o discente produzir textos
prazerosos e diversificados, indicando-lhes os elementos estruturais de uma narrativa, evitando os
vícios de linguagem, principalmente os solecismos – com a sintaxe retomada na etapa anterior – e,
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com a sua auto-estima elevada, o aluno será capaz de produzir textos corretos e concisos, com
coesão e coerência.
Em matemática será trabalhado questões básicas: as quatro operações, frações, gráficos,
tabelas, dados estatísticos e os conteúdos que necessitem de um aprofundamento maior para
aquisição de conhecimentos.
Metodologias
O início das atividades de nivelamento será logo nos primeiros dias de aula, após
diagnóstico feito pelos professores, antes dos primeiros resultados, proporcionando-se assim uma
recuperação antes das primeiras notas baixas. Será da competência do professor regente manter o
contato direto com a professora de nivelamento para que o trabalho tenha um direcionamento
comum, ambos devem traçar juntos a sequência das atividades.
A turma poderá ser composta por alunos de outros cursos que apresentem a mesma
dificuldade. Essas aulas são consideradas de nivelamento, pois visam tirar as dúvidas surgidas nas
aulas das diversas disciplinas.
As atividades deverão valorizar habilidades e competências necessárias para melhorar o
desempenho dos estudantes durante a graduação. Cada curso será oferecido em 40 (quarenta)
horas/aulas. O programa disponibilizará material didático dos cursos, via email.
O Projeto de Nivelamento terá a participação de alunos para monitoria com a
finalidade de criar situações que aproximem os referenciais teóricos que são trabalhados na sala de
aula da vivência prática, possibilitando ao acadêmico a antecipação da prática pedagógica. Os
alunos com melhor desempenho colaborarão com os alunos com dificuldades num processo ensino
- aprendizagem constante a todos os envolvidos. Os alunos monitores terão carga horária para as
atividades complementares.
Avaliação
Como ponto forte do Projeto de Nivelamento, propõe-se uma avaliação diagnóstica com dez
questões objetivas, abordando um conteúdo diversificado. Mediante essa avaliação, o aluno
verificará a real necessidade, ou não, de participar do referido Projeto.
A avaliação ocorrerá contínua e permanentemente, considerando fundamentalmente sua
efetiva participação nas atividades propostas. As participações dos acadêmicos no presente Projeto
poderão ser aproveitadas como atividades complementares ou como parte da nota que comporá as
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avaliações sistemáticas, ficando a cargo das Coordenações de Cursos, definir e apresentar os
critérios.
Após cada etapa, haverá uma avaliação com dez questões objetivas. Ao finalizar essa
avaliação, o aluno tirará um relatório com o seu resultado e percebe-se a necessidade de
continuidade do trabalho com o aluno.
Conclusão
A experiência em sala de aula confirma que o conteúdo escolhido para o Projeto de
Nivelamento de Língua Portuguesa representa a essência da norma culta padrão e dissimilará
quaisquer dúvidas que porventura surgirem no desenrolar do curso.
O Projeto passará a ser um instrumento de aferição dos conhecimentos inicialmente trazidos
pelo aluno ingressante e daqueles que ele adquirirá após o curso.
O Projeto passará a ser um dos principais instrumentos de pré-capacitação ao aprendizado
universitário. Os alunos passarão a vincular os ensinamentos ministrados no projeto com as
aplicações explanadas nas disciplinas de graduação, melhorando o aprendizado dos conceitos dados
em sala de aula e acreditarão mais em si e em seu potencial.
Referências
ABED.
Associação
Brasileira
de
Educação
a
Distância.
Disponível
em
http://www.abed.org.br/congresso2004 Acesso em: 27 abr. 2008.
CARVALHO, A. V. Treinamento – princípios, métodos e técnicas. São Paulo: Pioneira, 2001.
CONSOLARO, H. Projeto Pedagógico. Disponível em
http://www.fbb.br/dowloads/projeto_nivelamento Acesso em: 27 abr. 2008.
FACULDADE INTERATIVA COC. Projeto de Nivelamento, 2008.
WAGNER, L. R. Use o Português Adequado: aspectos gramaticais e análise de textos. 3. ed. São
Paulo: All Print, 2008.
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO
Diante do panorama atual da Educação Básica, é possível dizer que o estudante ingressa no
ensino superior com uma base que é peculiar a cada pessoa, tendo em vista as diferenças
individuais. Esta variabilidade, certamente, constitui-se em evidência que precisa ser considerada na
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organização e desenvolvimento das ações curriculares face aos objetivos do êxito acadêmico
desejados.
Nesta perspectiva, os conteúdos/abordagens curriculares dos Cursos de Graduação do
INESC estão estruturados de modo a contemplarem, em sua organização e dinamização, as
diversidades cognitivas dos discentes. Deste modo, o processo de nivelamento consiste em subsidiar
os alunos de elementos básicos da Matemática, da Leitura, Interpretação e Escrita da Língua
Portuguesa de forma que o aluno consiga prosseguir em seus estudos.
Art. 1º. O INESC proporcionará aulas de Nivelamento de Língua Portuguesa e Matemática sempre
que houver turmas ingressantes na Instituição.
Art. 2º. O Programa de Nivelamento também será oferecido aos alunos de outros semestres que não
sejam os iniciais.
Art. 3º. Os alunos serão convidados e incentivados a participar do Projeto.
Art. 4º. O professor se responsabilizará pelo controle da freqüência dos alunos participantes do
Programa de Nivelamento.
Art. 5º. Os docentes envolvidos no Programa de Nivelamento serão indicados pela Direção Geral.
Art. 6º. O Curso de Nivelamento elaborará um programa de conteúdos que sejam comuns a todos os
Cursos da Instituição, conteúdos básicos para a formação acadêmica do aluno.
Art. 7º. A avaliação do Programa ocorrerá de modo indireto, ou seja, por meio da relação entre
controle de freqüências e desempenho nas disciplinas regulares do Curso.
Art. 8º. As aulas ocorrerão durante a semana, no período matutino e vespertino em horário de pósaula e pré-aula respectivamente e aos sábados de acordo com necessidades.
Art. 9º. As aulas são oferecidas gratuitamente aos alunos e contam com a orientação e
acompanhamento de docentes qualificados e com experiência para identificar as dificuldades que
interferem no desempenho acadêmico dos alunos e sugerir mecanismos adequados de estudos.
Art. 10º. O docente responsável pelo Programa de Nivelamento poderá ser auxiliado por um
monitor, desde que seja comunicada a Direção Acadêmica e apresentada a justificativa.
Art. 11º. Os projetos serão desenvolvidos pelos docentes envolvidos no Programa a partir da
identificação das necessidades dos alunos.
Art. 12º. Os casos omissos deste regulamento, alterações, novas diretrizes e quaisquer outras
inclusões, deverão se dar por meio de deliberação do Conselho Acadêmico.
PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA
Docentes Responsáveis: Profa. Ms. Keli Eugênio Souto e Elenice Delfino
Objetivos:
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Desenvolver aspectos referentes à comunicação, estilo, parágrafo e frase, fornecendo ao aluno
um embasamento teórico-prático para a comunicação oral e escrita.
Proporcionar diversos tópicos gramaticais, uma vez que a gramática, não sendo considerada um
fim em si mesma, é um meio para que se atingir o que se convencionou chamar de expressão
correta de acordo com a língua-padrão.
Conteúdo:
Leitura e interpretação de textos. A construção do parágrafo. Variação lingüística. A coerência e a
coesão textual. Estrutura do texto dissertativo. Concordância nominal e verbal. Ortografia.
Acentuação e crase. Pontuação.
PROGRAMA DE NIVELAMENTO EM MATEMÁTICA
Docente Responsável: Prof. Zeuman de Oliveira Silva e Janaína Oliveira
Objetivos:
Propiciar aos alunos a manutenção de conceitos matemáticos elementares.
Compreender as diferentes representações dos números racionais, sobretudo a decimal e suas
operações.
Resolver problemas envolvendo regra de três e casos de razões e proporções.
Compreender o conceito e as técnicas de resoluções de equações de grau 1 e 2.
Conteúdo:
Frações, Regras de três, Raízes, Razões e proporções, equações do 1.º e 2.º grau, inequações do 1.º
e 2.º grau
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GRADE CURRICULAR CURSO NORMAL SUPERIOR ( 3 anos)
RECONHECIDO PELO MEC EM 31/01/06
SEMESTRE
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Educação, Cultura e Sociedade
72
História e Educação no Brasil
72
Psicologia da Educação
72
Língua Portuguesa e Produção de Texto I
72
Pesquisa em Educação
72
Atividades Acadêmico-Culturais
30
TOTAL
SEMESTRE
390
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Filosofia da Educação
72
Política e Financiamento da Educação
72
Língua Portuguesa e Produção de Texto II
72
Currículo Escolar e Diversidade Cultural
72
Pesquisa e Prática Pedagógica I
72
Atividades Acadêmico-Culturais
30
TOTAL
SEMESTRE
390
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Fund. Educ. para Portadores de Necessidades
especiais
72
Educação de Jovens e Adultos
72
Didática e Organização do Trabalho Pedagógico
72
Informática Aplicada à Educação
72
Pesquisa e Prática Pedagógica II
72
Atividades Acadêmico-Culturais
20
TOTAL
SEMESTRE
400
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Conteúdos e Metodologia do Ensino de Língua
Portuguesa
72
Literatura Infanto-Juvenil
72
Educação, arte e sensibilidade
72
Letramento e Alfabetização
72
Pesquisa e Prática Pedagógica III
72
219
Estágio Curricular supervisionado I
130
Atividades Acadêmico-Culturais
40
TOTAL
SEMESTRE
530
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Conteúdos e Metodologias de Ciências
72
Conteúdo e Metodologia do Ensino da Matemática
72
Lazer, Movimento e Corporeidade
72
Pesquisa e Prática Pedagógica IV
72
Estágio Curricular Supervisionado II
140
Conteúdos e Metodologias da Geografia
72
Atividades Acadêmico-Culturais
30
TOTAL
SEMESTRE
530
DISCIPLINA
CARGA HORARIA
Conteúdos e Metodologias de História
72
Educação e Meio Ambiente
72
Cidadania, Ética e Educação
72
Filosofia com Crianças
72
Pesquisa e Prática pedagógica V (Trabalho de
Conclusão de Curso)
100
Estágio curricular Supervisionado III
130
Atividades Acadêmico-Culturais
30
TOTAL
568
Disciplinas .................................................................. 1.800 h/a
Pesquisa e Prática Pedagógica --------------------------- 408h/a
Estágio Curricular Supervisionado -----------------------
400h/a
Atividades Acadêmico-Culturais ------------------------
200h/a
TOTAL GERAL: ------------------------- -------------------- 2.808h/a
220
PROJETO MONITORIA
Monitoria, uma prática cooperativa
Educação é uma prática social. Parafraseando Paulo Freire, ninguém educa ninguém e
ninguém se educa sozinho, as pessoas se educam em comunhão. Falar em comunhão é pensar a
educação como uma prática social de cooperação e não de competição. É preciso estimular
práticas cooperativas dentro da escola, garantindo socialização de saberes entre os educandos e
não apenas na educação receptiva centrada no professor.
Nessa perspectiva é que se insere o projeto de monitoria no Ensino Superior. Espaço de
cooperação em que os educandos assumem a docência para compartilhar saberes das disciplinas de
matemática e Língua Portuguesa juntamente com os docentes no projeto nivelamento. Não como
um espaço em que o aluno “mais forte ajuda o mais fraco”, mas em que o ensinar está
indissociavelmente ligado ao aprender.
A associação entre os aprendizes tem um objetivo comum: o aprender. E este aprender não se
resume apenas aos conteúdos relativos a fatos e conceitos, pois o aluno, ao assumir a docência na
monitoria, envolve-se com conteúdos procedimentais - ao elaborar as aulas e até experimentos
ilustrativos e atitudinais.
Os monitores reúnem-se, em horários opostos às aulas, periodicamente com os colegas da sua
sala para tirar as dúvidas, reexplicar os assuntos com uma linguagem mais próxima da do seu
colega. Além disto, os monitores podem coletar informações sobre as dificuldades de alguns
colegas para auxiliar o professor na ação junto aos educandos que demonstram dificuldade durante
as aulas. A nossa experiência com a monitoria tem demonstrado que o monitor pode se constituir
em
um
excelente
canal
de
comunicação
entre
o
educador
e
a
sua
turma.
Além dos encontros com os colegas, os monitores têm reuniões semanais com o professororientador da monitoria para tratar dos avanços, dificuldades e desafios da prática com os colegas
na monitoria. Mas, além disso, nestas reuniões formamos grupos de estudo para discutir temas de
interesse comum.
A ideia de formar grupos de estudo durante as reuniões (entre o professor-orientador e os
monitores) surgiu porque as reuniões serviam apenas para discutir os problemas e avanços que os
monitores percebiam durante a monitoria. Isto fez com que o grupo se desmotivasse a participar das
reuniões. Elas não desafiavam e poucos contribuíam para o crescimento coletivo. Hoje as reuniões
servem para que os monitores avaliem suas ações e participação dos colegas. Também é um
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momento em que o professor-orientador ajuda a planejar ações pedagógicas que serão utilizadas
com os demais alunos.
O monitor precisa de acompanhamento pedagógico para que não repita a ação de depositar
conteúdos. Repetindo a pedagogia bancária, conforme classificava Paulo Freire. Além disso, as
reuniões devem servir como espaço de estudo e reflexão. Para que isto ocorra, escolhemos um tema,
buscamos artigos que tratem do assunto, discutimos as leituras e nos propomos a estabelecer
relações entre aquilo que estudamos e a nossa ação cotidiana.
PROJETO DE MONITORIA
1- DADOS DO PROJETO
1.1 –Identificação do Coordenador
Nome:
Departamento:
Cargo/Função: Chefe
Centro:
Número de professores
envolvidos:
Número de monitores
bolsista:
Número de monitores
voluntários:
Número de técnicos
envolvidos:
1.2 – Objetivos
1.2.1 – Gerais
1.2.2 – Específicos
1.3 –Resultados esperados, com indicadores para avaliação
1.3.1 – Resultados esperados
1.3.1 – Indicadores de avaliação
2 – DADOS DAS DISCIPLINAS ENVOLVIDAS NO PROJETO
2.1 – DADOS GERAIS
Nome
Curso
Período
Disciplina
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2.2 – DADOS QUANTITATIVOS
Alunos matriculados
Carga horária
Prof.
Turmas
envolvidas
3 – COMISSÂO DE MONITORIA DO DEPARTAMENTO
Coordenador:
Membro
Membro
Membro
Membro
4 – DESCRIÇÃO DO PROJETO
4.1 – Introdução e Diagnóstico da Situação Atual
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4.2 – Justificativa
4.3 – Plano de Atividades do(s) Monitor(es)
4.4 – Equipe
4.5– Cronograma de Execução
OBSERVAÇÃO: Entregar uma cópia este formulário na Coordenação do curso para registro do
Projeto .
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PROJETO DO CURSO PEDAGOGIA MEC 1º 2013