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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
Bonito/ MS, agosto de 2010.
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Projeto Político Pedagógico de Curso de Graduação em Administração
1. Introdução
A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, como entidade geradora de
conhecimento, sobretudo no que concerne à sua capacidade de estímulo ao
desenvolvimento tecnológico, de aumentar a produtividade dos recursos e,
consequentemente, de ampliar o bem-estar social, traz em seu marco histórico dois
momentos: antes da divisão do Estado, quando a Universidade era uma instituição
estadual e após a divisão do Estado, quando foi federalizada.
Observando a história de Mato Grosso do Sul no sentido de integrar-se ao
cenário nacional, é importante ressaltar a contribuição da Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul por meio de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Nesse sentido, o Projeto Pedagógico do Curso de Administração do Câmpus
de Bonito da UFMS tem como finalidade delinear uma estrutura curricular para
construção do conhecimento, cujas orientações na formação de profissionais
venham atender os conteúdos propostos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Administração. O Curso de Administração de Bonito-MS tem o
comprometimento com o a formação do Administrador, atendendo a demanda social
e econômica do país e contribuindo, assim, para o desenvolvimento do Estado.
1.1 Histórico da UFMS
A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) teve sua origem em
1962 com a criação da Faculdade de Farmácia e Odontologia, na cidade de Campo
Grande, que seria o embrião do ensino superior público no sul do então Estado de
Mato Grosso.
Em 26.07.1966, pela Lei Estadual nº 2.620, esses cursos foram absorvidos
com a criação do Instituto de Ciências Biológicas de Campo Grande (ICBCG), que
reformulou a estrutura anterior, instituiu departamentos e criou o curso de Medicina.
No ano de 1967, o Governo do Estado, criou em Corumbá o Instituto Superior
de Pedagogia e, em Três Lagoas o Instituto de Ciências Humanas e Letras,
ampliando assim a rede pública estadual de ensino superior.
Integrando os Institutos de Campo Grande, Corumbá e Três Lagoas, a Lei
Estadual nº 2.947, de 16.09.1969, criou a Universidade Estadual de Mato Grosso
(UEMT).
Em 1970, foram incorporados à UEMT, os centros Pedagógicos de Aquidauana
e Dourados.
Com a divisão do Estado de Mato Grosso, a UEMT foi federalizada pela Lei
Federal nº 6.674, de 5 de julho de 1979, passando a denominar-se Fundação
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O então Centro Pedagógico
de Rondonópolis, sediado em Rondonópolis/MT, passou a integrar a Universidade
Federal de Mato Grosso (UFMT).
Além da sede na Cidade Universitária de Campo Grande, em que funcionam
oito unidades setoriais: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro
de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET), Centro de Ciências Humanas e Sociais
(CCHS), Faculdade de Medicina (FAMED), Faculdade de Medicina Veterinária e
Zootecnia (FAMEZ), Faculdade de Odontologia (FAODO), Faculdade de
Computação (FACOM) e a Faculdade de Direito (FADIR); a UFMS mantêm unidades
setoriais nas cidades de Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim,
Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, descentralizando o
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ensino para atender os principais pólos de desenvolvimento do Estado.
A UFMS possui cursos de graduação e pós-graduação, ambos presenciais e a
distância. Os cursos de pós-graduação englobam os cursos de especialização e os
programas de mestrado e doutorado.
Visando atingir os objetivos essenciais de aprimoramento do ensino e estímulo
às atividades de pesquisa e de extensão, a UFMS vem participando ativamente da
preservação dos recursos naturais do meio ambiente de Mato Grosso do Sul,
especialmente da fauna e flora do Pantanal, região onde está inserida.
O Câmpus de Dourados (CPDO) foi transformado na Universidade Federal da
Grande Dourados (UFGD), com a sua instalação realizada em 01.01.2006, de
acordo com a Lei nº 11.153, de 29.07.2005.
1.2 Histórico do Câmpus de Bonito
Em 2008 a UFMS iniciou mais uma fase de expansão através do REUNI Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades
Federais, sendo criados mais três novos câmpus: Bonito, Naviraí e Ponta Porã. O
Câmpus de Bonito iniciou suas atividades no ano letivo de 2009, oferecendo o Curso
de Administração e o Curso de Turismo e Meio Ambiente no período noturno, com o
montante de 120 vagas, sendo 60 para cada curso.
A UFMS utilizou a estrutura da educação municipal para iniciar suas
atividades. Inicialmente foi utilizado o espaço físico da Escola Municipal João Alves
da Nóbrega e posteriormente as atividades foram transferida para a Escola
Municipal Professora Durvalina Dorneles Teixeira, localizada na Avenida Heron do
Couto nº 190, no Bairro Jaraguá. No ano de 2009 foram matriculados 49 acadêmicos
no Curso de Administração e 14 no Curso de Turismo e Meio Ambiente.
A Prefeitura Municipal de Bonito cedeu uma área de 4,5 hectares para a
construção da unidade de Bonito, sendo a previsão de término da mesma para o
mês de setembro de 2010. A unidade contará com uma estrutura adequada para
acomodar os cursos inicialmente ofertados. A estrutura contará com oito salas de
aulas com capacidade para até 60 acadêmicos cada uma, biblioteca, laboratório de
informática, anfiteatro e demais instalações para acomodar toda a estrutura
pedagógica e administrativa do Câmpus.
1.3 Histórico do curso
A aprovação da criação do curso ocorreu em 28 de agosto de 2008, por meio
da Resolução COUN/UFMS nº 64, vinculado ao gabinete do diretor. O curso teve
seu inicio letivo em 2009, mas carecia de professores. A solução para o problema foi
a convocação de professores lotados em Campo Grande/MS no Departamento
Economia e Administração (DEA) para ministrarem as disciplinas de forma modular
no primeiro semestre do referido ano letivo. No mês de Abril de 2009 foram
direcionadas nove vagas para professores efetivos pra o câmpus via concurso
público.
A primeira convocação para o vestibular foi feita em 2008 e foram inscritos 154
candidatos, sendo aprovados somente 55 candidatos. As matriculas foram
realizadas nos dias 29 e 30 de janeiro de 2009, sendo que houve o comparecimento
de somente 49 da relação do total de aprovados.
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1.4 Necessidade social do curso
O Curso de Administração da UFMS, Câmpus de Bonito tem o objetivo de
formar profissionais qualificados e comprometidos com a gestão das empresas, e
que tenham condições de desempenhar as funções gerenciais adequadamente,
promovendo o sucesso das mesmas por meio do alcance dos seus objetivos e
priorizando o atendimento à demanda do mercado de trabalho de todo o Estado e
demais regiões do país. O curso atende, ainda, a demanda de formação técnicacientífica mais ampla do profissional com maior competência não apenas na área
técnica, mas também nos aspectos relacionados ao ser humano.
Assim, o Câmpus de Bonito oferece o Curso de Administração formando
profissionais com domínio teórico e prático no que se refere a criação de alternativas
frente aos novos desafios, os quais irão garantir a continuidade das empresas por
meio de uma administração eficaz, promovida pelos conhecimentos adquiridos no
curso. Os graduados em Administração devem, ainda, contribuir para o
desenvolvimento do Estado de Mato Grosso do Sul.
A UFMS, acompanhando o desenvolvimento sócio-econômico e cultural
nacional e Internacional, verificou também a importância da formação de agentes de
mudança e do contexto sócio-político, cultural e econômico, devido ao seu
comprometimento com a formação de profissionais éticos, que venham
desempenhar suas habilidades na inovação dos processos das organizações com
visão de gestores inovadores.
Os condicionantes de ordem geográfica, econômica, política e cultural do
Estado de Mato Grosso do Sul, evidenciam uma gama de possibilidades de atuação
profissional aos graduados nos diversos campos das Ciências Humanas Aplicadas,
entre as quais inclui-se a promoção dos objetivos organizacionais nas áreas de
planejamento, finanças, marketing, tecnologia, produção e outras.
O processo de mudança vivenciado pelo homem e suas organizações nas
últimas três décadas, caracterizado por rápidas modificações nos padrões de
comportamento, de tecnologias e de relações econômicas e valores, impõe que
sejam definidos e implementados mecanismos de ajustes no sistema educacional, a
fim de que essas inovações possam ser naturalmente incorporadas às atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
Esse contexto exige do administrador uma formação gerencial sólida e espírito
empreendedor. Atualmente o mundo dos negócios passou a exigir administradores
orientados e atualizados à gestão empresarial, fazendo com que as empresas
busquem não mais o gerente especialista, mas um gerente com uma visão completa
de negócios, isto é, com uma visão empreendedora.
A apuração e a redefinição dos padrões na relação ensino-aprendizagem não
resultam de modismo da sociedade, mas sim de uma imposição dos novos valores
por ela criados. A qualidade que deve permear essas relações não se limita, apenas,
ao questionamento do seu resultado, abrangendo desde a formulação de novos
métodos de trabalho - que permitam o contínuo aprimoramento do ensino - até a
revisão dos objetivos institucionais, onde devem ser inseridos os princípios
genéricos dessa nova ordem.
Os modelos de gestão educacional devem ser permanentemente questionados
e revistos de maneira a evidenciarem flexibilidade e receptividade às mudanças
operadas no plano social e econômico, notadamente no que diz respeito à
adequação do ensino frente às novas realidades. Desta forma, o curso de
Administração tem relevante papel sócio-econômico colocando-se como um
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importante instrumento que contribui ao desenvolvimento e ao bem estar social da
sociedade.
2. Administração Acadêmica do curso
2.1. Coordenação do Curso
A Coordenação de Curso é exercida em observância ao no Art. 62, do Estatuto
da UFMS, a saber:
- em nível deliberativo, pelo Colegiado de Curso;
- em nível executivo, pelo Coordenador de Curso ou pelo Presidente do
Colegiado.
A composição, as atribuições, e as competências do Colegiado de Curso e da
Coordenação de Curso são regulamentadas pelo Regimento Geral da UFMS. De
acordo com o Regimento a coordenação de curso deve ser exercida por professor
lotado no câmpus e com formação específica na área correspondente às finalidades
e aos objetivos do curso, preferencialmente, com título de mestre ou doutor.
O Art. 31 do Regimento Geral da UFMS fixa as competências do Coordenador
de Curso de Graduação
O Colegiado de Curso é composto por cinco representantes docentes
integrantes da carreira do magistério superior, eleitos por seus pares, assim
entendidos os professores que ministram disciplinas do curso, com mandato de dois
anos, permitida uma recondução. Contará também com um representante discente,
que esteja cursando a segunda ou terceira série do respectivo curso e que tenha
bom rendimento escolar. Ele será indicado pelo Diretório Central dos Estudantes.
O Colegiado reúne-se ordinariamente, a cada dois meses, para tratar dos
assuntos de sua competência, emitindo resoluções que são publicadas no Boletim
de Serviço da Universidade. Pode se reunir também em caráter extraordinário. As
atas e resoluções comprovam a freqüência das reuniões do colegiado. No caso de
decisões em caráter de urgência o Presidente do Colegiado pode emitir decisões ad
referendum do mesmo.
As competências do Colegiado de Curso estão descritas no Art. 30, do
Regimento Geral da UFMS
2.2 Organização acadêmico-administrativa
A organização acadêmico-administrativa do ensino de graduação no âmbito
da UFMS é de responsabilidade da Pró-reitoria de Ensino de Graduação (PREG),
que administra através das suas coordenadorias, as questões referentes ao ensino
de graduação, ao controle acadêmico, ao acervo bibliográfico e às avaliações dos
cursos, como suporte às unidades setoriais.
Seu objetivo é propor às unidades setoriais a adoção de medidas necessárias
à estruturação curricular dos cursos em seus aspectos legais, formais, pedagógicos,
ao aperfeiçoamento da administração acadêmica, à expansão quantitativa do quadro
docente e à melhoria das condições materiais do ensino.
A PREG é responsável pela orientação, coordenação e avaliação das
atividades didático-pedagógicas, de controle escolar, de concurso para docentes, de
contratação, de processo seletivo de discentes e de aquisição de acervo
bibliográfico.
As Coordenadorias que compõem a PREG são:
- Administração Acadêmica (CAA);
- Biblioteca Central (CBC); e
- Desenvolvimento e Avaliação do Ensino (CDA).
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A Coordenadoria de Administração Acadêmica (CAA/PREG), composta pelas
divisões:
- Acompanhamento Docente (DIDO/CAA/PREG): responsável pela orientação,
acompanhamento e controle de docentes, acompanhamento e controle de
concursos públicos para ingresso na carreira do magistério público; da carga horária
docente e plano de oferta de disciplinas dos cursos de graduação;
- Controle Escolar (DICE/CAA/PREG): responsável pela orientação
acompanhamento
e controle de discentes, controle de calendários acadêmicos, revisão dos
históricos escolares, controle de processos seletivos, identificação da situação
acadêmica, liberação para a colação de grau, expedição de diplomas de cursos de
graduação e atuação direta junto as Secretarias Acadêmicas das Unidades
Setoriais.
A Coordenadoria de Biblioteca Central (CBC/PREG), composta pelas divisões:
- Atendimento ao Usuário (DIAU/CBC/PREG);
- Periódicos e Intercâmbio (DIPI/CBC/PREG);
- Processamento Técnico (DIPT/CBC/PREG).
A Coordenadoria de Desenvolvimento e Avaliação de Ensino (CDA/PREG),
composta pelas divisões:
- Apoio Pedagógico (DIAP/CDA/PREG): responsável pela orientação,
acompanhamento e controle de monitoria, convênios de estágio curricular, Projeto
de Ensino de Graduação (PEG), Programa de Educação Tutorial (PET),
reconhecimento e renovação de reconhecimento de curso, ENADE; outras formas
de avaliação realizada pelas comissões externas; e outros assuntos correlatos;
- Currículos e Programas (DICP/CDA/PREG): responsável pela orientação,
análise de Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação; e outros assuntos
correlatos;
- Legislação e Normas (DILN/CDA/PREG): responsável pela orientação da
legislação acadêmica federal e da UFMS e emissão de pareceres sobre as questões
acadêmicas, editais de processos seletivos, transferências, revalidação de diplomas
de graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros, projeto pedagógico; e
outros assuntos correlatos;
Além disso, compete à Coordenadoria de Biblioteca Central (CBC/PREG)
verificar com cada Coordenador de Curso de Graduação a necessidade de acervo e
disponibilizar, conforme orçamento da UFMS, os recursos necessários para a
execução da política de aquisição e atualização de acervo bibliográfico, dando
ênfase às publicações nacionais e estrangeiras que contribuem com o avanço do
conhecimento científico. A Comissão de Seleção do Material Bibliográfico (COMABI)
é formada por professores representantes das Unidades Setoriais e colabora com a
CBC/PREG na distribuição dos recursos orçamentários e financeiros para a
aquisição do acervo bibliográfico.
No âmbito das Unidades Setoriais os cursos de graduação da UFMS contam
com o apoio das Secretarias Acadêmicas, que realizam o controle acadêmico,
emissão de históricos, documentos acadêmicos e outros assuntos pertinentes, etc.
Acrescenta-se que a UFMS prevê a formação de um Núcleo Docente
Estruturante (NDE), cujo regulamento ainda não foi definido pela COEG.
O NDE é um órgão consultivo do Colegiado de Curso de Graduação, coresponsável pela elaboração do Projeto Pedagógico de Curso (PPC), quanto à
finalidade de sua criação, apresentação às instâncias superiores de manifestação,
apreciação e aprovação, implantação, consolidação, avaliação e revisão periódica.
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O NDE constitui segmento da estrutura de gestão acadêmica em cada Curso
de Graduação com atribuições consultivas, proprositivas e de assessoria sobre
matéria de natureza acadêmica.
2.2.1 Organização do controle acadêmico
O controle acadêmico, em nível da UFMS, é realizado pela Divisão de Controle
Escolar (DICE/CAA/PREG) e, em nível setorial, pelas Secretarias Acadêmicas de
cada Unidade Setorial.
Esta Divisão coordena e supervisiona as atividades inerentes à área
acadêmica,
incluindo
matrículas,
trancamentos,
freqüências,
notas,
aprovação/reprovação, fluxo curricular de conclusão de curso. Para a efetivação do
controle acadêmico local, o controle é transmitido à Secretaria Acadêmica, no qual o
curso está inserido.
A Secretaria Acadêmica do Câmpus de Bonito terá em sua composição três
técnico-administrativo responsáveis pelo atendimento à comunidade acadêmica e ao
público em geral, de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h, das 13h às 17h e das
18h às 22h horas.
O controle acadêmico encontra-se atualmente informatizado e disponibilizado
aos professores e coordenadores. O acesso ao Sistema de Controle Acadêmico SisCad funciona como um diário eletrônico com senha própria. Nele os professores
lançam o plano de ensino das disciplinas, o cronograma de aulas, ausências e
presenças, o critério e fórmula de cálculo das diferentes avaliações, o controle diário
de aulas (com conteúdo ministrado) a freqüência dos acadêmicos e o lançamento de
notas.
O sistema permite a impressão de listas de chamada ou de assinatura na
forma do diário convencional, o quadro de notas parcial ou final do período letivo e a
ata final, que é enviada eletronicamente para a PREG com a devida emissão do
comprovante. A mesma ata é impressa e depois de assinada é arquivada
fisicamente para eventual comprovação. O coordenador de curso tem acesso a
qualquer tempo aos dados das disciplinas, obtendo os seguintes relatórios que
permitem um amplo acompanhamento do desenvolvimento e rendimento dos
acadêmicos de seu curso:
- Acadêmicos por situação atual;
- Acadêmicos que estiveram matriculados no período informado;
- Histórico do acadêmico em todo o curso ou no período letivo atual;
- Relação dos acadêmicos por disciplina;
- Relação dos endereços residenciais; titulo de eleitor e demais dados
cadastrais dos alunos;
- Relação dos acadêmicos com respectivo desempenho no curso comparando
seu desempenho individual à média geral do curso.
Foi disponibilizado, ainda neste Sistema, um programa específico para
verificação da carga horária cumprida pelos acadêmicos dos cursos que serão
avaliados pelo ENADE, com a finalidade de listar os acadêmicos habilitados, das
séries iniciais e da última, conforme a Portaria MEC de cada ano que regulamenta a
aplicação do ENADE.
2.2.2 Pessoal técnico e administrativo
Conforme o contido no Art. 149, do Regimento Geral da UFMS, “aos membros
do corpo técnico-administrativo compete o exercício de direção, assessoramento,
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chefia, coordenação e assistência na própria Instituição, além de outras previstas na
legislação vigente".
No que compete às urgências operacionais, o Curso de Administração conta
com o apoio técnico-administrativo local da/do:
- 3 Técnicos administrativos;
- Secretaria Acadêmica;
- Secretaria Administrativa;
- Direção do Câmpus;
- Conselho de Centro.
Naquilo que for institucional e estratégico para o curso, todas as demais
instâncias da Universidade são acionadas.
2.3 Atenção aos discentes
Durante a vida acadêmica os discentes são incentivados a envolverem-se em
diversas
atividades
extracurriculares. Estas
atividades
extracurriculares
correspondem ao conjunto de eventos desenvolvidos pelo estudante sem que
tenham sido previstos no Plano de Ensino de uma disciplina, podendo ser
aproveitado em atividades complementares.
A tipologia destas atividades complementares abrange:
• Disciplinas cursadas como enriquecimento curricular;
• Estágio extracurricular;
• Iniciação científica;
• Monitoria de ensino, remunerada ou voluntária;
• Monitoria de extensão, remunerada ou voluntária;
• Seminários;
• Viagens de estudo;
• Visitas técnicas.
O apoio pedagógico aos discentes é realizado essencialmente de duas
maneiras: a primeira, através do atendimento direto dos professores às demandas
dos alunos, e a segunda, por meio do atendimento dos alunos monitores das
disciplinas do curso.
A primeira é caracterizada pela grade de horários afixada em mural, na qual se
encontram as informações sobre os horários em que os professores encontram-se à
disposição dos alunos, fora de sala de aula. Normalmente, este atendimento ocorre
na própria sala do professor.
A segunda maneira é orientada para aqueles alunos que buscam apenas
dirimir dúvidas quanto ao conteúdo e as atividades da disciplina. Normalmente, os
alunos-monitores afixam em lugar visível e comunicam às turmas o horário de
atendimento. O sistema de monitoria ocorre nas disciplinas onde se observa o maior
índice de reprovação, uma vez que têm o objetivo de auxiliar os estudantes nas
dificuldades de aprendizagem. Os monitores auxiliam os estudantes na resolução de
problemas, dirimindo dúvidas ao longo do semestre letivo, juntamente com os
professores – orientadores.
Os Professores e o Coordenador de Curso também colocam à disposição dos
discentes horários para orientações relativas à vida acadêmica. As orientações
prestadas envolvem questões relacionadas ao método de ensino, ao projeto político
pedagógico, aos laboratórios, aos recursos bibliográficos e de Internet, à orientação
de projetos, etc.
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Compete à Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PREAE),
prestar os serviços de integração que proporcionem o bem estar dos acadêmicos na
vida universitária e na comunidade; de informação e coordenação das atividades
assistenciais, psicológicas e sociais. Suas ações são estendidas às Unidades
Setoriais.
Dentre os diversos instrumentos que visam dar apoio ao desenvolvimento das
atividades dos discentes destacam-se:
- Manual do Acadêmico: divulgação e distribuição para os acadêmicos da
UFMS e de diversas escolas do Estado de Mato Grosso do Sul;
- Bolsa Alimentação: destina-se ao acadêmico que, após análise sócioeconômica realizada pelo Serviço Social, terá desconto nas refeições do
Restaurante Universitário;
- Bolsa Trabalho: trata-se de um programa que visa atender prioritariamente o
acadêmico de baixa renda; sendo selecionado, após avaliação sócio-econômica e
de rendimento escolar, o acadêmico é convocado para o trabalho em um dos
setores dos órgãos da Administração Central ou nas Unidades Setoriais como
bolsista; as atividades são realizadas em departamentos, laboratórios de informática,
biblioteca e outros; procura-se sempre o local que mais se enquadra ao curso do
acadêmico, devendo ele cumprir o mínimo de doze horas por semana.
- Bolsas de Iniciação Científica (IC): dados o comprometimento dos Câmpus
com o desenvolvimento científico, especialmente por meio de seu professores, serão
oportunizadas regularmente aos graduandos em Administração o acesso a bolsas
de iniciação científica.
As atividades de IC permitem ao discente graduando acompanhar o
desenvolvimento de pesquisas nas diversas áreas administrativas.
- Assistência Médica, Odontológica e Psicológica: orientação e
encaminhamento formal do acadêmico ao Núcleo de Hospital Universitário
(NHU/RTR), conforme vagas asseguradas aos acadêmicos.
No que se refere ao acompanhamento dos egressos, o Câmpus de Bonito está
prevendo a criação de uma Associação dos ex-alunos do Curso de Graduação em
Administração. O Curso de Administração do Câmpus de Bonito mantém, ainda, um
blog
(http://ufmscpbo.blogspot.com/2010/05/extra-curricular.html),
onde
os
estudantes trocam experiências, comentam sobre as atividades curriculares e extracurriculares. Essa ferramenta possibilitará, também, o acompanhamento dos
egressos ao longo dos anos.
Além disto, os futuros ex-alunos serão estimulados a continuarem seus estudos
no Câmpus de Bonito. Para tanto, a UFMS oferecerá cursos de pós-graduação lato
sensu.
A formação do Administrador ocorre tanto no âmbito das disciplinas, ou seja,
durante as aulas, quanto em outras situações, como na participação em eventos
internos e externos, como seminários e palestras. Atividades estas que são
computadas como carga horária para a disciplina Atividades Complementares,
componente curricular deste Projeto Pedagógico. Estas atividades seguem
regulamento proposto pelo Colegiado de Curso e aprovado pelo Conselho de
Centro.
Acadêmicos que tenham cursado disciplinas em cursos de graduação anterior
ao ingresso no referido curso, podem solicitar ao Colegiado deste o aproveitamento
de estudos, desde que o curso de origem seja reconhecido pelo MEC. A análise
curricular é fundamentada no histórico escolar com explicitação da estrutura do
curso de origem, período de estudo, conteúdos programáticos oficiais e critérios de
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aprovação das disciplinas. A análise de currículo e sua equivalência são
processados pelo Coordenador de Curso, que elabora um plano de estudos a ser
submetido, junto com a proposta de aproveitamento de disciplinas e do
enquadramento do acadêmico na respectiva série, à apreciação do Colegiado e
posteriormente à aprovação do Conselho de Centro.
3 Identificação do curso
3.1 Curso: ADMINISTRAÇÃO
3.2 Modalidade do curso: Administração (Bacharelado)
3.3 Habilitação:
3.4 Título acadêmico conferido : Bacharel em Administração
3.5 Modalidade de ensino: Presencial, com até 20% de sua carga horária
podendo ser executada na modalidade à distância.
3.6 Regime de matrícula: Sistema Semestral de Matrícula por Disciplinas,
conforme Resolução n° 214 de 17 de dezembro de 2009.
3.7 Tempo de duração (em anos)
•
CNE: 7 anos
•
mínima UFMS: 8 semestres
•
máxima UFMS: 12 semestres
•
•
Carga horária mínima
CNE: 3.000 horas
UFMS: 3.604 horas/aula
3.8 Número de vagas: 60
3.9 Número de turmas: 01 por entrada
3.10 Turno de funcionamento: Noturno
3.11 Local de funcionamento : Av. Heron do Couto, 190 (Escola Professora
Durvalina Dorneles Texeira – Escola Pólo) Bonito-MS.
3.12 Forma de ingresso: Ocorre mediante o Sistema de Seleção Unificada do
MEC; movimentação interna; transferências de outras IES e portadores de diploma
de curso de Graduação em nível superior, na existência de vaga; e transferência
compulsória.
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4 Concepção do curso
4.1 Fundamentação teórico-metodológica
Na década de 80 o curso de Administração da Universidade Federal de Mato
Grosso do Sul buscou atender as demandas sociais, conjuntamente com as do
poder público, que tiveram papel destacado na elaboração da primeira estrutura
curricular do curso, que enfatizava os conhecimentos na área da Administração
Pública.
Nos anos 2000, o advento da globalização, o aumento da competitividade, o
fortalecimento das exigências dos consumidores por qualidade e responsabilidade
social estimularam a reformulação dos currículos dos cursos de Administração.
Assim, o curso de Administração da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
passou a visar a valorização da formação generalista, a partir de uma visão holística
do indivíduo e da organização.
Neste início de milênio, o currículo do curso privilegia a formação de um novo
profissional, dinâmico, pró-ativo, capacitado para exercer suas habilidades no setor
público, privado e/ou terceiro setor, formando e gerindo redes de profissionais com
diferentes competências e habilidades.
A atual estrutura curricular privilegia o desenvolvimento completo do estudante,
de modo que possa superar os desafios a que é submetido e ainda cria os prérequisitos para ele possa se aperfeiçoar, como é o desejo de muitos egressos do
curso por meio de cursos de pós-graduação.
Verifica-se, então, que o curso tem objetivos compatíveis com os objetivos da
UFMS. A criação e a disseminação do conhecimento, atividades de pesquisa e
extensão ainda que no âmbito da graduação, é uma das principais propostas do
currículo.
O objetivo do curso é oferecer a formação básica indispensável ao estudante
para sua inserção no mercado de trabalho. Assim, o curso de Administração é
entendido como um sistema que busca transformar os estudantes em profissionais
dotados de habilidades e competências, através de embasamento teórico-prático
voltado para as novas exigências do crescente progresso nas atividades produtivas:
indústria, agropecuária, serviços, terceiro setor, etc. Assim, o projeto pedagógico do
Curso de Administração é desenvolvido para assegurar a formação global e crítica
do estudante, capacitando-o para o exercício profissional, respeitando os valores
éticos, preparando-o para enfrentar os desafios das rápidas transformações da
sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional.
Assim, a proposta curricular do curso de Administração foi elaborada visando
formar um profissional capaz de realizar análises críticas e propor soluções
inovadoras nas áreas de gestão das organizações. A competência efetiva desse
profissional depende, especialmente, de seus conhecimentos nas teorias
econômicas que permeiam a dinâmica dos negócios, justificando assim o aporte
mais significativo de conteúdos de natureza econômica abordados nas disciplinas de
formação básica, como Microeconomia e Macroeconomia.
Entendendo-se que, conteúdos de estudos quantitativos devam ser abordados,
fundamentalmente e atrelados às suas aplicações práticas nas diversas áreas do
conhecimento, optou-se em distribuí-los tanto nas disciplinas específicas da área
quantitativa, quanto em disciplinas de formação básica e profissional.
Nessa mesma lógica, conteúdos ético-profissionais serão abordados sob a
ótica da disciplina de Introdução a Filosofia, de formação básica, entendendo-se que
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esse tema deva ser contextualizado em discussões mais amplas e, também, nos
seminários temáticos. Seguindo a mesma dinâmica, os conteúdos das tecnologias
da informação e comunicação (TICs) foram incorporadas em várias disciplinas,
sobretudo na disciplina de Sistemas de Informação, visando discutir suas aplicações
específicas.
No sentido de promover maior interdisciplinaridade, transversalidade e
integração teórico-prática constam do currículo as disciplinas denominadas
Seminários Temáticos e Tópicos Especiais, de formação complementar obrigatória,
cujas características são destacadas.
4.1.1 Seminários Temáticos
O seminário é uma disciplina voltada à construção do conhecimento e a prática
da pesquisa nas principais áreas de formação do administrador, fundamentada na
aprendizagem significativa de David Ausubell e no construtivismo de Jean Piaget.
Tem como objetivo levar o acadêmico a identificar as principais necessidades locais,
na área da administração. Objetiva, também, promover nos alunos as competências
e habilidades necessárias para desenvolver a capacidade de investigação, de
análise, síntese, crítica, de liderança, trabalho em grupo e, oratória. A disciplina
possui uma carga horária de 68 horas desenvolvidos com a seguinte perspectiva:
- 54 horas são destinadas a discussão de conhecimentos de formação básica e de
temáticas emergentes da Administração e, ainda, aos estudos e ao desenvolvimento
de pesquisas nessas áreas. Em cada semestre será proposta uma temática de
pesquisa relacionada ás áreas estudadas com o objetivo de aprofundamento de
conhecimento e a vivência da relação entre teoria e prática.
- 14 horas serão conduzidas a distância, destinadas as atividades essenciais da
pesquisa, tais como: pesquisa bibliográfica, pesquisa de campo, elaboração de
relatórios, entre outras.
Ao término da disciplina, o acadêmico vivenciará a práxis da difusão do
conhecimento científico, tais como: mesa redonda, seminários, apresentação de
banner´s, exposições orais, atividades culturais, e de socialização entre alunos e
professores.
O sistema de avaliação da disciplina compreende a apresentação pelos alunos
de relatórios parciais das atividades acadêmicas e, também, do relatório final de
pesquisa que contempla todas as etapas da investigação científica. Constitui,
também, da avaliação a apresentação, em formato definido pelo professor, dos
resultados do trabalho a comunidade local e acadêmica.
4.1.2 Tópicos Especiais
A disciplina denominada Tópicos Especiais possui carga horária de 68 horas
e permite que conteúdos que não foram contemplados no decorrer da formação do
aluno sejam discutidos, garantindo uma maior flexibilização curricular. Caracteriza-se
por ser uma disciplina teórica que aborda os conteúdos de: Metodologia da
Pesquisa, Gestão Ambiental, Finanças, Produção, Economia Brasileira, Sistemas
Organizacionais e Empreendedorismo.
O sistema de avaliação da disciplina compreende no mínimo duas avaliações
escritas como prevê a Resolução Coeg nº 214 de 17 dezembro de 2009.
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4.1.3 Considerações Teórico-Metodológicas
Pode-se afirmar que o curso de Administração tem como finalidade construir e
difundir o conhecimento na área de Administração, contribuindo para a formação de
administradores capazes de equacionar a relação empresa e mercado por meio de
conhecimentos técnicos, habilidades, espírito empreendedor, visão sistêmica e
postura ética.
Diante disso, destaca-se que as disciplina denominadas ‘Tópicos Especiais’ e
‘Seminário Temático’ compõem o eixo de formação complementar obrigatória para a
integralização curricular.
O curso de Administração do Câmpus de Bonito oferece, ainda, disciplinas na
modalidade a distância, com carga horária inferior aos 20% da carga horária total do
curso conforme prevê a Portaria N. 4.059 de 10 de dezembro de 2004. As
atividades a distância serão realizadas com o uso integrado das tecnologias de
comunicação e informação (TIC’S) com encontros presenciais e assistência de
professores e tutores capacitados.
4.2 Fundamentação legal
Como toda proposta em educação, a fundamentação legal deste projeto visa
incorporar a compreensão do conhecimento, que deve ser orientado na perspectiva
profissional, envolvendo reflexão e confronto entre diferentes concepções sobre a
formação profissional e suas práticas.
Nesse contexto, reforça-se a concepção de escola voltada para a construção
de uma cidadania consciente e ativa, que ofereça aos alunos as bases culturais que
lhes permitam identificar e posicionar-se frente às transformações em curso e
incorporar-se na vida produtiva, social e política. Reforça-se, também, a concepção
de professor como profissional do ensino que tem como principal tarefa ocupar-se da
aprendizagem dos alunos, respeitada a sua diversidade pessoal, social e cultural.
Para complementar esta fundamentação legal, destaca-se que este projeto
pedagógico foi elaborado visando atender ao disposto:
- na Lei nº 9.394/1996 que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional (LDB);
- na Lei nº 9.131, sancionada em 24.11.1995, que deu nova redação ao Art. 9º,
§ 2º, alínea “c”, da então LDB (Lei nº 4.024/1961), conferindo à Câmara de
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação a competência para “a
elaboração do projeto de Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), que orientam os
cursos de graduação, a partir das propostas a serem enviadas pela Secretaria de
Educação Superior do Ministério da Educação ao CNE”, tal como viria a estabelecer
o inciso VII, do Art. 9º, da nova LDB (Lei nº 9.394, de 20.12.1996), publicada no
Diário Oficial da União, em 23.12.1996;
- no Parecer CNE/CES nº 67/2003, contendo todo referencial para as Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação, inclusive para o efetivo
entendimento da transição entre o regime anterior e o instituído pela nova LDB (Lei
nº 9.394/1996), como preceitua o seu Art. 90, tendo, por razões de ordem
metodológica estabelecido um paralelo entre Currículos Mínimos Nacionais,
Profissionalizantes e Diretrizes Curriculares Nacionais;
- na Resolução CNE/CES nº 04 de 18.07.2005, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e
dá outras providências;
- na Resolução CAEN/UFMS nº 93, de 18.06.2003; que aprovou o roteiro para
a elaboração de Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFMS;
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- na Resolução COEG/UFMS nº 43 de 24 de fevereiro de 2010 que aprova as
complementações e alterações das Regras de Transição entre o Regime de
Matrícula por Série e o Regime de Matrícula por Disciplinas para os cursos de
Graduação, presenciais, da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul;
- na Resolução COEG/UFMS nº 166 de 13 de outubro de 2009 que aprova a
reformulação das Regras de Transição entre o Regime de Matrícula por Série e o
Regime de Matrícula por Disciplinas para os cursos de Graduação da UFMS;
- no Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS);
- na Resolução COEG/UFMS nº107/2010 que aprova o Regulamento de
Estágio para os acadêmicos dos cursos de Graduação da UFMS;
- na Resolução COEG/UFMS n° 214, de 17 de dezembro de 2009, que aprovou
o Regulamento do Sistema de Matrícula por Disciplina dos cursos de graduação da
UFMS;
- na Resolução COUN/UFMS nº 31 de 19.08.2003 que dá conhecimento à
comunidade universitária do Estatuto da UFMS aprovado pela Portaria MEC nº1.686
de 03.07.2003;
- na Resolução COUN/UFMS nº 55, de 30.08.2004, que aprovou o Regimento
Geral da UFMS.
- Lei nº10.861/2004 de 10.12.2004 que institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES);
- Na Portaria MEC nº 4.059/2004 de 10.12.2004 que aprova a oferta de
disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidade semi-presencial;
4.3 Objetivos Gerais do Curso
Diante da complexidade do mundo dos negócios, uma das condições para o
profissional de Administração ser bem sucedido como empreendedor ou gestor é ter
conhecimento das diversas atividades organizacionais.
O homem de negócios enfrenta um paradoxo: ele deverá ser,
simultaneamente, especialista e generalista. O fim das fronteiras funcionais e
hierárquicas e o trabalho em grupo na empresa contemporânea exigirão que o
administrador conheça todas as funções da organização para estar apto a tomar
decisões.
Por este motivo, o Curso de Administração define-se por este caminho, por
meio da busca da qualidade do ensino capaz de formar um administrador para gerir
atividades de natureza gerencial buscando a excelência na sua área de atuação.
Portanto, o curso de Administração tem como objetivo:
a) Formar profissionais com visão de liderança e multidisciplinar, destacandose por uma postura crítica, holística, criativa, inovadora, empreendedora e calcada
em valores éticos, bem como capacitá-los para exercer suas atividades com
excelência;
b) Construção de competências e habilidades para trabalhar em estudos
administrativos, organizacionais, estratégicos, qualitativos e quantitativos nas
diversas áreas da administração.
c) Habilitar o profissional para trabalhar nas áreas sociais, econômicas,
políticas, culturais, relações internacionais, investigação científica, e suas
metodologias;
d) Difundir o conhecimento na área de administração e negócios no âmbito
internacional, nacional e, especificamente, em todo o Estado de Mato Grosso do Sul;
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e) Oferecer um currículo que assegure a qualidade do ensino articulado com a
pesquisa e a extensão, flexível e plural, exercitando uma sólida formação teóricoempírica, considerando as peculiaridades do mercado de atuação do profissional;
f) Proporcionar a capacitação para tratar de temas transversais, tais como:
gênero, transculturalismo, globalização, desenvolvimento, qualidade de vida no
trabalho, entre outros.
Isto significa que para atingir o objetivo geral do Curso de Administração tornase necessário a integração do currículo das séries no contexto teórico-metodológico,
capacitando o estudante a atuar de forma crítica e reflexiva em setores estratégicos
da sociedade para suprir demandas sociais específicas relativas ao seu campo de
conhecimento, considerando as perspectivas social, político, cultural e ética.
Para nortear a dimensão epistemológica e profissionalizante é preciso formar
profissionais que possam desenvolver, por meio dos processos organizacionais,
estratégias organizacionais com compromisso ético, e ainda, através de iniciativas
de caráter empresarial tendo em vista o aprimoramento das organizações.
4.3.1 Objetivos específicos do curso
O Curso de Administração tem como objetivos específicos:
• Disponibilizar aos discentes teorias, técnicas e práticas que possibilitem ao
futuro administrador uma visão crítica das organizações e da sociedade;
• Utilizar os modelos qualitativos e quantitativos que a ciência oferece para
interpretação da realidade, de forma a atuar com competência nas diversas áreas do
conhecimento aplicadas à organização;
• Formar profissionais éticos com responsabilidade social;
• Preparar profissionais que possam desenvolver a capacidade de
diagnosticar e solucionar problemas relacionados à gestão das organizações;
• Preparar profissionais que possam compreender e dimensionar estruturas
organizacionais flexíveis e adaptáveis aos desafios do ambiente de mercado.
• Formar profissionais que possam, no campo organizacional, atuar com
competência e habilidade em estudos administrativos, organizacionais, estratégicos,
qualitativos e quantitativos nas diversas áreas da administração, tais como:
planejamento, gestão da produção e serviços, recursos humanos, comercialização e
marketing, finanças, gestão tecnológica, ambiental, comércio exterior, gestão da
informação, dentre outras e suas metodologias;
• Formar profissionais capazes de desenvolver ações que promovam o
equilíbrio entre os objetivos organizacionais, suas disponibilidades e os interesses e
necessidades dos trabalhadores e da sociedade;
• Proporcionar aos acadêmicos instrumentação intelectual, cultural e
tecnológica para o desempenho de funções e papéis nas empresas públicas e
privadas e nas demais organizações onde sua ação seja necessária;
• Difundir o conhecimento na área de administração e negócios e;
• Preparar profissionais na área de estudos governamentais, capazes de
conhecer os processos de formação e de desenvolvimento do Estado.
4.4 Perfil do egresso
O desenvolvimento do perfil do egresso do Curso de Administração deu-se a
partir da interlocução dos docentes da UFMS com representantes de empresas, do
governo, da sociedade civil organizada, de ex-alunos e representantes das
categorias dos administradores.
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Na confluência destas demandas traçou-se um perfil do egresso
compromissado com seu papel econômico e social desempenhado na sociedade,
responsabilizando-se pela preservação dos valores de cidadania, ética profissional e
responsabilidade social. Outras características se destacam:
a) Ter uma visão holística e humanística sobre a realidade social e
empresarial.
b) Ser proativo e flexível face às constantes transformações sociais.
c) Detentor de uma formação teórico-empírica consistente para poder agir de
maneira responsável sobre os problemas existentes nas organizações.
d) Tomador de decisões, baseando-se em análise crítica do ambiente social e
empresarial e orientado para os resultados.
e) Capacidade para liderar e motivar equipes multidisciplinares estimulando o
aprendizado contínuo de seus colaboradores e de si próprio.
Nesse sentido, o egresso do Curso de Administração deverá ter a capacidade
de identificar e solucionar problemas; assumir riscos calculados e desenvolver novos
negócios. Espera-se que ele possa atuar de maneira efetiva, lógica e flexível dentro
das organizações e na sociedade, com uma postura racional e empreendedora.
4.4.1 Habilidades e competências
O curso de Administração terá a incumbência de formar profissionais com a
habilidade para solucionar problemas administrativos dentro da empresa e com a
responsabilidade de administrar de forma que garanta sua continuidade por meio da
geração de resultados.
- Reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente,
introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e
generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo
de tomada de decisão;
- Desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional,
inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou
intergrupais;
- Refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua
posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
- Desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e
formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos
produtivos, administrativos e de controle, expressando-se de modo crítico e criativo
diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais;
- Ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa,
vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das
implicações éticas do seu exercício profissional;
- Desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência
cotidiana para o ambiente de trabalho, em diferentes modelos organizacionais,
revelando-se profissional adaptável.
5 Currículo
5.1 Estrutura curricular (Matriz Curricular do curso)
COMPONENTES CURRICULARES/DISCIPLINAS
1 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA
CH
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Introdução á Filosofia
Introdução às Ciências Políticas
Introdução às Ciências Sociais
Introdução à Psicologia
Introdução à Contabilidade
Introdução à Economia
Microeconomia
Macroeconomia
Introdução ao Direito
Comportamento Organizacional
Sub total
2 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Introdução à Administração
Teorias Administrativas
Planejamento Estratégico
Gestão de Pessoas
Administração Financeira e Orçamento
Contabilidade Gerencial e de Custos
Administração Mercadológica I
Administração Mercadológica II
Administração de Produção e Operações
Administração de Materiais e Logística
Administração de Sistema de Informação
Sub total
3 CONTEÚDOS DE ESTUDOS QUANTITATIVOS E SUAS
TECNOLOGIAS
Matemática I
Matemática II
Estatística I
Estatística II
Matemática Financeira
Sub total
4 CONTEÚDOS DE DIMENSÃO PRÁTICA
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso I
Trabalho de Conclusão de Curso II
Elaboração e Análise de Projetos
Sub total
5 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
Seminário Temático I – Agronegócios
68
68
68
68
68
68
68
68
68
68
680
68
68
68
68
68
68
68
68
68
68
68
748
68
68
68
68
68
340
476
68
68
68
680
68
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Seminário Temático II – Pesquisas em Psicologia
Seminário Temático III – Pesquisas Antropologia
Seminário Temático IV – Responsabilidade Social Corporativa
Seminário Temático V – Gestão do Turismo
Seminário Temático VI – Comércio Exterior
Seminário Temático VII – Administração Pública
Seminário Temático VIII – Técnicas de Negociação
Seminário Temático IX – Empreendedorismo
Seminário Temático X – Jogos de Empresa
Sub-Total
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR OPTATIVA
Tópicos Especiais I - Pesquisa Científica
Tópicos Especiais II - Gestão Ambiental
Tópicos Especiais III – Finanças
Tópicos Especiais IV – Matemática
Tópicos Especiais V – Economia
Tópicos Especiais VI - Sistemas Organizacionais
Tópicos Especiais VII – Gestão de Serviços
Tópicos Especiais VIII – Estudo de Libras
Sub total
CARGA HORÁRIA TOTAL
68
68
68
68
68
68
68
68
68
680
68
68
68
68
68
68
68
68
476
3.604
5.2 Quadro de semestralização
A semestralização do Curso de Administração é apresentada a seguir:
Disciplina
Semestre
I
Introdução à Filosofia
Introdução à Economia
Matemática I
Introdução à Contabilidade
Introdução à Administração
Total do semestre
II
Matemática Financeira
Introdução ao Direito
Introdução à Psicologia
Estatística I
Seminário Temático I
Total do semestre
III
Teorias Administrativas
Introdução às Ciências Sociais
Pré- requisitos
Introdução a
Administração
CH
68
68
68
68
68
340
68
68
68
68
68
340
68
68
18
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IV
V
VI
Administração Financeira e
Orçamentária
Matemática II
Seminário Temático II
Total do semestre
Estatística II
Planejamento Estratégico
Microeconomia
Administração da Produção e Operações
Seminário Temático III
Total do semestre
Gestão de Pessoas
Macroeconomia
Administração Mercadológica I
Administração de Materiais e Logística
Seminário Temático IV
Total do semestre
Introdução às Ciências Políticas
Comportamento Organizacional
Administração Mercadológica II
Contabilidade Gerencial e de Custos
VII
VIII
Seminário Temático V
Total do semestre
Elaboração e Análise de Projetos
Administração de Sistema de Informação
Seminário VI
Trabalho de Conclusão de Curso I
Total do semestre
Seminário VII
Seminário VIII
Seminário IX
Seminário X
Trabalho de Conclusão de Curso II
Total do semestre
Disciplinas Optativas
Tópicos Especiais I
Tópicos Especiais II
Tópicos Especiais III
Tópicos Especiais IV
68
Matemática I
Estatística I
Administração
Mercadológica I
Introdução a
Contabilidade
Trabalho de
Conclusão de
Curso I
68
68
340
68
68
68
68
68
340
68
68
68
68
68
340
68
68
68
68
68
340
68
68
68
68
272
68
68
68
68
68
340
68
68
68
68
19
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Tópicos Especiais V
Tópicos Especiais VI
Tópicos Especiais VII
Total Optativas
Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
68
68
68
476
476
3.604
5.3 Quadro de equivalências
Semestre
1º
2º
Em vigor até 2009
Introdução à Filosofia
Introdução à Economia
Introdução ao Direito
Introdução à
Contabilidade
Introdução à
Administração
Total do semestre
Matemática Financeira
Matemática I
Introdução à Psicologia
Fundamentos de
Estatística
Seminário Temático I
Total do semestre
3º
4º
5º
CH
Em vigor a partir de 2010
80 Introdução à Filosofia
80 Introdução à Economia
80 Matemática I
CH
68
68
68
80
68
Introdução à Contabilidade
80
Introdução à Administração
Tópicos especiais I
400* Total do semestre
80 Matemática Financeira
80 Introdução ao Direito
80 Introdução à Psicologia
68
68
408*
68
68
68
80
80
68
68
68
408*
68
68
Estatística I
Seminário Temático I
Tópicos Especiais II
400* Total do semestre
Teorias Administrativas
Introdução às Ciências Sociais
Administração Financeira e
Orçamentária
Matemática II
Seminário Temático II
Total do semestre
Estatística II
Planejamento Estratégico
Microeconomia
Administração da Produção e
Operações
Tópicos Especiais III
Seminário Temático III
Total do semestre
Gestão de Pessoas
Macroeconomia
Administração Mercadológica I
68
68
68
340
68
68
68
68
68
68
408
68
68
68
20
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6º
7º
8º
Administração de Materiais e
Logística
Tópicos Especiais IV
Seminário Temático IV
Total do semestre
Introdução às Ciências Políticas
Comportamento Organizacional
Administração Mercadológica II
Contabilidade Gerencial e de
Custos
Tópicos Especiais V
Seminário Temático V
Total do semestre
Elaboração e Análise de Projetos
Administração de Sistema de
Informação
Tópicos Especiais VI
Tópicos Especiais VII
Seminário VI
Trabalho de Conclusão de curso I
Total do semestre
Seminário VII
Seminário VIII
Seminário IX
Seminário X
Trabalho de Conclusão de curso II
Total do semestre
Atividades Complementares
Carga Horária Total
68
68
68
408
68
68
68
68
68
68
408
68
68
68
68
68
68
408
68
68
68
68
68
340
476
3.604
* A diferença entre as cargas horárias nos primeiros semestres serão compensadas com atividades
complementares, isto é, os alunos que cursaram os primeiros semestres no ano de 2009 deverão
realizar 16 horas a mais de atividades complementares a fim de integralizar/complementar a carga
horária vigente a partir de 2010.
5.4 Tabela de Lotação das disciplinas
LOTAÇÃO DAS DISCIPLINAS EM DEPARTAMENTOS
DISCIPLINAS
DEPARTAMENTOS
1 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA
Introdução á Filosofia
CPBO
CPBO
Introdução às Ciências Políticas
CPBO
Introdução às Ciências Sociais
CPBO
Introdução à Psicologia
CPBO
Introdução à Contabilidade
CPBO
Introdução à Economia
21
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Microeconomia
Macroeconomia
Introdução ao Direito
Comportamento Organizacional
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
2 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Introdução à Administração
Teorias Administrativas
Planejamento Estratégico
Gestão de Pessoas
Administração Financeira e Orçamento
Contabilidade Gerencial e de Custos
Administração Mercadológica I
Administração Mercadológica II
Administração de Produção e Operações
Administração de Materiais e Logística
Administração de Sistema de Informação
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
3 CONTEÚDOS DE ESTUDOS QUANTITATIVOS E
SUAS TECNOLOGIAS
Matemática I
Matemática II
Matemática Financeira
Estatística I
Estatística II
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
4 CONTEÚDOS DE DIMENSÃO PRÁTICA
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso I
Trabalho de Conclusão de Curso II
Elaboração e Análise de Projetos
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
5 CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO
COMPLEMENTAR
Seminário Temático I
Seminário Temático II
Seminário Temático III
Seminário Temático IV
Seminário Temático V
Seminário Temático VI
Seminário Temático VII
Seminário Temático VIII
Seminário Temático IX
Seminário Temático X
Tópicos Especiais I
Tópicos Especiais II
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
22
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Tópicos
Tópicos
Tópicos
Tópicos
Tópicos
Especiais
Especiais
Especiais
Especiais
Especiais
III
IV
V
VI
VII
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
CPBO
5.5 Ementário
Administração de Materiais e Logística - Objetivos, estudos, gestão,
operações e funções da administração de materiais. Administração de recursos.
Gestão de materiais de operação e produção. Previsão de demanda. Gestão de
estoques, armazenagem e movimentação de material. Suprimentos de materiais.
Desenvolvimento de fornecedores. Gestão do patrimônio. Operações Logísticas.
Sistemas de transportes. Gestão da cadeia de suprimentos. Pesquisa Operacional.
Bibliografia Básica
ALVARENGA, A. C.; NOVAES, A. G. N. Logística aplicada: suprimento e distribuição
física. ed. 3. São Paulo. Edgard Blücher, 2000;
DIAS, M. A. P.. Administração de Materiais: Princípios, conceitos e gestão. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2005.
FRANCISCHINI, G. P., GURGEL F. do A. Administração de Materiais e do
Patrimônio. 1 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Bibliografia Complementar
POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem
logística. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
VIANA, J. J. Administração de Materiais: um enfoque prático. 1. ed. São Paulo:
Atlas,
2000.
WENKE, P. Gestão de estoques na cadeia de suprimento: decisões e modelos
quantitativos. São Paulo: Atlas, 2003.
Administração de Produção e Operações - Estratégias Competitivas de
Operações. Projetos de produto e de processo de produção. Projeto e medida do
trabalho. Ergonomia. Capacidade. Localização. Tecnologia de Processo. Arranjo
físico. Previsão de demanda. Planejamento agregado. Planejamento de recursos
(MRP). Programação e Controle da Produção. Produção Enxuta (JIT). Pesquisa
operacional. Gestão da Inovação Tecnológica. Gestão da Qualidade de Processos.
Melhoramento da produção. Análise de valor. Gestão de Processos de Projetos.
Gestão de operações de serviços. Tipos de Serviço. Criação de Valor por meio dos
serviços. Qualidade em Serviços.
Bibliografia Básica
HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, GERALD J.. Introdução a Pesquisa
Operacional. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana , 2006.
RITZMAN, L. P.; KRAJEWSKI, L. J.;MALHOTRA, M. Administração de Produção e
Operações. São Paulo: Ed Prentice Hall (Pearson), 2008.
SLACK, N.; JOHNSTON, R.; CHAMBERS, S. Administração da Produção.
Paulo: Ed. Atlas, 2ª Edição, 2002.
São
Bibliografia Complementar
CORRÊA, H.L.; CORRÊA, C. A. Administração de Produção e Operações:
manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2005.
23
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MARTINS, Petrônio G. e LAUGENI, Fernando P.. Administração da Produção. Ed.
Saraiva, 2005.
MOREIRA, D.A. Administração de Produção e Operações. São Paulo: Ed. Pioneira
Thomson Learning, 2004.
Administração de Sistema de Informação - Sistema: Organização, estrutura
e suas interconexões. Sistemas de Informações Gerenciais (SIG). Tecnologia da
Informação e sua infra-estrutura nas organizações. Organização das Informações:
arquivos e Banco de Dados. Sistemas de Informação de Negócios na era digital.
Tecnologias de Gestão do Conhecimento. Telecomunicações e Redes. Estrutura de
computadores. Linguagens de programação. Aplicativos: bancos de dados e planilha
eletrônica. Internet. Desenvolvimento de Sistemas de Informação. Gestão de
inovação das tecnologias de informação nas empresas. Mecanismos e implicações
da interação entre o setor tecno-científico e o setor empresarial. Comunicação oral,
escrita, eletrônica e informatizada.
Bibliografia Básica
AUDY, J. L. N.; BRODBECK, A. F. Planejamento e alinhamento estratégico nas
organizações. Porto Alegre: Bookman, 2003.
O’BRIEN, J. A..Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet.
São Paulo: Saraiva, 2001.*
OLIVEIRA, D. de P. R. de,.Sistemas de informações gerenciais estratégicas, táticas
e operacionais. São Paulo: Atlas, 2000.
Bibliografia complementar
STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação. 6. ed. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2005.
STEVEN JR., G.; JUDITH JR., G. Sistemas de informação: uma abordagem
gerencial. 8. ed. São Paulo: LTC, 2006.
TURBAN, E.; RAINER JÚNIOR, R. K.; POTTER, R. E.; SOUZA, T. C. F. de (Trad.)
Administração de tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
Administração Financeira e Orçamentária - Alavancagem financeira e
análise econômica. Custo e estrutura de capital. Avaliação de obrigações. Risco e
retorno. Administração de ativos circulantes. Investimento de capital sob condições
de risco. Financiamento a longo prazo. Planejamento financeiro e orçamento.
Análise de Demonstrações Contábeis.
Bibliografia Básica
CLEMENTE A., SOUZA A. Decisões Financeiras e Análise de Investimentos:
fundamentos,
técnicas
e
aplicações.
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Paulo:
Atlas,
1995.
CONTADOR C. Projetos Sociais: avaliação e prática. Rio de Janeiro: Atlas, 1997.
GITMAN,L.J . Princípios de administração financeira. São Paulo: Harbra. 7ª edição,
2002.
Bibliografia Complementar
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Nações
Unidas,
1978.
SANVICENTE, A. ZORATTO & SANTOS, C. da C. Orçamento na Administração das
Empresas. São Paulo: Atlas, 2ª Edição, 1998.
WELSCH, G. A. Orçamento Empresarial, Planejamento, e Controle de Lucro. São
Paulo: Atlas, 1999.
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Administração Mercadológica I - Conceitos de marketing e de administração
mercadológica. Ambiente de marketing. Globalização. Pesquisa de marketing e
sistema de informação de marketing. Comportamento do consumidor.
Comportamento de compra em mercados organizacionais. Segmentação de
mercado, previsão da demanda e posicionamento mercadológico. Desafios do
Marketing. Desenvolvimento de estratégias. Brand Equity. Posicionamento da
Marca.
Bibliografia Básica
CHURCHILL, G. A. Marketing: criando valor para o cliente. São Paulo: Saraiva,
2000.
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Paulo:
Thomson
Pioneira,
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KOTLER, P., KELLER, K. L. Administração de marketing. 12. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar
MCCARTHY, E.J., PERREAULT JUNIOR, W.D. Marketing Essencial: uma
abordagem gerencial e global. São Paulo: Atlas, 1997.
SOLOMON, M. R. O Comportamento do Consumidor. Bookman. São Paulo, 2008.
WEINSTEIN, A. Segmentação de mercado. São Paulo: Atlas, 1995.
WESTWOOD, J. O Plano de Marketing: Guia prático. São Paulo: Makron, 1996.
Administração Mercadológica II - Composto de marketing. Gestão do
composto de produto. Desenvolvimento de novos produtos. Políticas de formação e
de gestão de preços. Canais de marketing: gestão dos canais; distribuição e logística
de produtos; varejo e atacado. Política de comunicação integrada de marketing:
gestão do processo de comunicação; propaganda, publicidade/relações públicas,
promoção de vendas e merchandising; marketing direto; comunicação na web;
venda pessoal e administração de vendas. Plano de marketing. Marketing de
Serviços.
Bibliografia Básica
HOFFMAN, K.D. et al. Princípios de Marketing de serviços: conceitos, estratégias e
casos. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
KEEGAN, W J. & GREEN, M. C. Princípios de Marketing Global. São Paulo: Saraiva,
2000.
POLIZEI, E. Plano de Marketing. São Paulo: Cengage Learning, 2005.
Bibliografia Complementar
SHETH, J. Clientes para toda a vida. Porto Alegre: Bookman, 2001.
ZACCARELLI, S. B. Estratégia e sucesso nas empresas. São Paulo: Saraiva, 2000.
WESTWOOD, J. O Plano de Marketing: Guia prático. São Paulo: Makron, 1996.
Comportamento Organizacional - Conceito e Fundamentos de
Comportamento Organizacional. Análise crítica das contribuições das teorias
administrativas. Valores, atitudes e satisfação com o trabalho. Motivação.
Comunicação. Liderança. Estilos gerenciais. Grupos e equipes de trabalho. Clima e
cultura organizacional. Mudança e aprendizagem organizacional. Poder e política.
Conflito e negociação.
Bibliografia Básica
DESSLER,G. Administração de Recursos Humanos. 2ed. Prentice Hall. São Paulo.
2003.
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Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. O novo papel dos recursos humanos nas
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GIL, A . C. Gestão de pessoas: um enfoque nos papéis profissionais. São Paulo:
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2001.
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Janeiro: Qualitymark, 2005.
VERGARA, S.C. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2000.
Contabilidade Gerencial e de Custos - Conceitos da contabilidade de custos
para avaliação de estoques. Custos para decisão: margem de contribuição; custeio
variável; fixação de preço de venda; relação custo, volume e lucro. Introdução à
contabilidade gerencial: Processo decisório; orçamentos; preço de transferência; uso
de indicadores financeiros e econômicos.
Bibliografia Básica
FREZATTI, F. Orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2006.
GARRISON,R;NORREN, E. Contabilidade gerencial. Rio de Janeiro: LTC editora,
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Bibliografia Complementar
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MARTINS, E. Contabilidade de custos. Rio de Janeiro: Atlas, 2006.
SILVA,C.A.T; TRISTÃO,G; Contabilidade básica. São Paulo: Atlas, 1999.
Elaboração e Análise de Projetos - Conceitualização e estruturação de
Projetos. Tipologia de Projetos, Projetos e Estratégia Empresarial. Desenvolvimento
de projetos: Estudo de mercado em projetos, estudos técnicos, custos em projetos,
gestão do tempo e análise de viabilidade econômica de projetos.
Bibliografia Básica
WOILER, S. Projetos: planejamento, elaboração e análise. São Paulo: Atlas, 2008.
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NORONHA, J.F. Projetos agropecuários; administração financeira, orçamento e
viabilidade econômica. 2a. ed. São Paulo, Atlas, 1987.
POMERANZ, L. Elaboração e análise de projetos. 2a. ed. São Paulo, HUCITEC,
1988.
Estatística I - Estatística descritiva (distribuição de freqüência, medidas de
tendência central, de dispersão, etc.). Noções de probabilidade. Conceito de variável
aleatória, esperança matemática. Distribuição binomial. Distribuição normal.
Amostragem e estimação: Conceito de amostra e população, tipos de amostragem,
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estatísticas e parâmetros, distribuição amostral da média e da proporção, estimação
pontual e intervalar, intervalos de confiança da média e da proporção. Teste de
hipóteses e intervalos de confiança.
Bibliografia Básica
MORETTIN, P. A.; BUSSAB. W. O. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva,
2006.
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Paulo: Atlas, 2002.
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Bibliografia Complementar
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.
STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986.
Estatística II – Variáveis aleatórias contínuas. Teste de qui-quadrado. Testes
não paramétricos. Análise de variância. Medidas de concentração. Números-índices.
Modelos matemáticos e estatísticos. Análise de regressão linear simples. Análise de
correlação. Teoria dos jogos e suas aplicações. Software R.
Bibliografia Básica
DOWNING, D. e CLARK, J. Estatística Aplicada – série essencial. SP, Ed. Saraiva,
2005.
MORETTIN, P. A.; BUSSAB. W. O. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva,
2006.
SMAILES, J.; McGRANE, A. Estatística aplicada à administração com Excel. São
Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
CRESPO, A. A. Estatística fácil. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986.
Gestão de Pessoas - Gestão de pessoas. Como atrair (recrutamento, seleção
e socialização organizacional), desenvolver (treinamento e desenvolvimento e
avaliação de desempenho) e manter (remuneração e benefícios) pessoas.
Planejamento da força de trabalho em transição do sistema de cargos para a gestão
por competências. Treinamento e desenvolvimento evoluindo para as concepções
de gestão do conhecimento e educação corporativa.
Bibliografia Básica
CARVALHO, A. V.; NASCIMENTO, L. P. do. Administração de Recursos Humanos.
SP, Ed. Thomson Learning, 2003.
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Saraiva,2006.
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2005.
RIBEIRO, Antonio de Lima. Gestão de Pessoas. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
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Paulo: Atlas, 2004.
MARINHO, M. R. & OLIVEIRA, J. F. (Org.). Liderança: Uma Questão de
Competência. São Paulo: Saraiva, 2005.
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2005.
Introdução à Administração - Fundamentos da administração; o ambiente da
administração e da organização; planejamento e estratégia; organização na
empresa; liderança nas organizações; controle; a nova organização. Funções na
empresa. O processo gerencial. Novas formas de administração. Novas Tecnologias
de gestão Organizacional. Ferramentas de Gestão. Novas demandas para o gestor.
Bibliografia Básica
BATEMAN, T. S; SNELL, Scott A. Administração: o novo cenário competitivo. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
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Bibliografia Complementar
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1998.
MOTTA, F. C. P.; VASCONCELOS, I. F. G. Teoria geral da administração. São
Paulo: Thomson Pioneira, 2006.
ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2005.
Introdução às Ciências Políticas - Categorias, conceitos e problemas básicos
da ciência política: dominação, poder, conflito, autoridade e legitimidade. O poder
político, a sociedade e o Estado. A questão da representação política. A
desigualdade econômica e a luta política. A influência dos sistemas políticos em
políticas empresariais.
Bibliografia Básica
ALMEIDA FILHO, Agassiz; BARROS, Vinícius Soares de Campos (Orgs.). Novo
manual de ciência política. São Paulo: Malheiros, 2008.
BAZERMAN, Max W. Processo decisório. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
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Bibliografia Complementar
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Wolf. São Paulo: IMESP, 2003.
GOMES, L. F. A. M. et al. Tomada de decisão gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
QUIRINO, Célia Galvão; SADEK, Maria Tereza. O pensamento político clássico. São
Paulo: Martins Fontes, 2003.
WEBER, Max. Ciência e política; duas vocações. 12. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.
Introdução às Ciências Sociais - A sociologia como ciência. Conceitos
sociológicos fundamentais. A sociologia clássica. A sociologia contemporânea.
Antropologia: conceito e divisão. Histórico e objetivos da antropologia cultural.
Influências das tecnologias de Comunicação e Informação (TIC’s).
Bibliografia Básica
COELHO, M. F. PINHEIRO. Política, Ciência e Cultura em Max Weber. Brasília:
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São Paulo: Saraiva, 2005.
CHARON, Joel M. Sociologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
CHAUÍ, M. de S. O que é ideologia. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2001.
COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2. ed. São Paulo:
Moderna, 2002.
Introdução à Contabilidade - Noções preliminares: Ativo, Passivo e
Patrimônio Líquido. Processo contábil. Patrimônio: estrutura e variações.
Escrituração contábil: contabilização de estoques e de problemas contábeis
diversos. Demonstrações contábeis: Elaboração e estruturação.
Bibliografia Básica
CHING, H. Y. Novas práticas contábeis para a gestão de negócios. São Paulo:
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Bibliografia Complementar
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PADOVEZE, C. L. Introdução à Contabilidade. Ed. Thomson Learning. 2005.
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Introdução à Economia - Fundamentos da Ciência Econômica. Evolução do
pensamento econômico.
Elementos de Microeconomia. Elementos de
Macroeconomia. O setor público. O setor externo. Noções de crescimento e
desenvolvimento econômico.
CASTRO, A. B.; LESSA, C. Introdução à economia. 37. ed. Rio de Janeiro: Forense,
2005.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio S. Manual de introdução
à economia. São Paulo: Saraiva, 2006.
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WESSELS, W.J. Economia. São Paulo: Saraiva, 1998.
Introdução à Filosofia – Fundamentos da Filosofia; Lógica; Teoria do
Conhecimento; Ética; Filosofia Política; Filosofia do Direito; Filosofia da
Administração. Ética. Código de Ética do Administrador. Ética na Era da Informação.
Ética Empresarial.
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MATTAR, João Augusto. Filosofia e Ética na Administração. São Paulo: Saraiva, 2004.
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Econômica. São Paulo: Atlas, 2003.
ASHLEY, Patrícia Almeida (coord.). Ética e Responsabilidade Social nos Negócios.
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REALI, Miguel. Introdução à Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2002
Introdução à Psicologia - Introdução a Psicologia. Psicologia Individual,
aprendizagem, memória, funções cognitivas. Personalidade. Papéis e Atitudes.
Psicologia Social e Organizacional. Processos humanos nas organizações.
Integração indivíduo e organização. Enfoque comportamental nas teorias das
organizações. Poder nas organizações. Problemas psicológicos relacionados com
desempenho humano nas atividades administrativas. Administração de conflitos.
Estudo das relações interpessoais e intergrupais. Comunicação e dinâmica de
grupo. Aplicação de teorias e modelos conceituais aos problemas atuais na
administração.
Bibliografia Básica
AGUIAR, M. A. F. Psicologia aplicada à administração. São Paulo: Saraiva, 2002.
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BERGAMINI, C. Psicologia aplicada á administração de empresas. Ed. Atlas. 2005.
CORDEIRO, L. L. & BALCÃO. Y. F. O Comportamento Humano na Empresa.
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BOCK, A. M. B. e outros. Psicologias. São Paulo: Ed. Saraiva, 1993.
BOCK, A. M. B. História na Formação em Psicologia. Ed. Vozes
KANAANE, R.. Comportamento humano nas organizações. O homem rumo ao
século XXI. São Paulo, Atlas,1996
MINICUCCI, A. Dinâmica de grupo, teoria e sistemas. São Paulo: Atlas 1993
SOTO, E. Comportamento Organizacional. Ed. Thomson Learning. 2002.
Introdução ao Direito - Introdução ao direito; direito constitucional; direito
comercial; direito financeiro; direito trabalhista; direito internacional. A relação da
empresa com o Estado: o sistema tributário nacional, normas gerais de direito
tributário, relações comerciais. A relação da empresa com o mercado: direito
comercial, direitos do consumidor. A relação da empresa com seus recursos
humanos: contrato de trabalho, ambiente de trabalho, previdência e sindicalismo. A
relação da empresa com os recursos naturais: noções de direito ambiental.
Bibliografia Básica
MARTINS, S. P. Instituições de direito público e privado. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
MELLO, C. A. B. Curso de direito administrativo. 21. ed. São Paulo: Malheiros
Catavento, 2006.
BRANCATO, R. T. Instituições de Direito Público e de Direito Privado. São Paulo:
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Edição.1990.
MASCARO, A. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: Saraiva 2005.
Macroeconomia - A teoria macroeconômica: evolução e situação atual.
Agregados macroeconômicos básicos. O modelo clássico. Keynes e a economia
clássica. Demanda agregada: o modelo IS-LM. Oferta Agregada: produto, inflação e
desemprego. Governo: déficit e dívida pública. Consumo e investimento.
Bibliografia Básica
BLANCHARD, O. Macroeconomia. São Paulo:Prentice Hall, 2004
DORNBUSCH, R.; FISHER, S. Macroeconomia. Rio de Janeiro: Mc Graw Hill
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FROYEN, R. T. Macroeconomia. São Paulo: Saraiva, 2001.
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continuidade. Coordenadas no plano; equação da reta, equação do 2º grau.
Números reais, funções e gráficos. Revisão sobre funções elementares: quadráticas,
polinomiais, exponenciais, logarítmicas e trigonométricas. Modelos Matemáticos.
Limites. Limites unilaterais e continuidade. Derivadas e suas aplicações, regras de
derivação, regra da cadeia, taxa de variação, funções marginais em Economia.
Derivadas de ordem superior. Estudo da variação das funções.
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Matemática II - Aplicações da Derivada. Otimização. Funções Logarítmicas e
Exponenciais, Juros compostos. Integração, teorema fundamental do cálculo,
Antiderivadas e as Regras de Derivação, Área e a Integral. Aplicações da Integral
Definida em Negócios e Economia . Tópicos Adicionais de Integração, Integração
por Partes, Integração Numérica, Aplicações de Probabilidade ao Cálculo. Cálculo
de Várias Variáveis, Funções de Várias Variáveis, Derivadas Parciais, Método dos
Mínimos Quadrados, Integrais Duplas.
Bibliografia Básica
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Matemática
Financeira - Noções
fundamentais
de
matemática
financeira:conceitos de fluxos de caixa. Regime de juros simples: modelagem
matemática, taxas proporcionais e equivalentes, descontos e equivalências
financeiras. Regime de juros compostos: taxas de juros nominal e efetiva, descontos
e equivalências financeiras. Rendas ou anuidades. Sistemas de amortização de
empréstimos. Correção monetária.
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 9. ed. São Paulo: Atlas,
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PUCCINI, A. L. Matemática financeira objetiva e aplicada. 7. ed. São Paulo: Saraiva,
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BEULKE, R.; BERTÓ, D. J. Estrutura e análise de custos. São Paulo: Saraiva, 2001.
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LEONE, G. S. G. Custos: planejamento, implantação e controle. 3. ed. São Paulo:
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PUCCINI, A. L. Matemática financeira: objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 1998.
VERAS, L. L. Matemática financeira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
Microeconomia - A teoria microeconômica: assuntos preliminares. A teoria do
consumidor. A teoria da firma. Estruturas de mercado. Análise de mercados
competitivos. Poder de mercado. Mercados com informação assimétrica.
Externalidades e bens públicos.
Bibliografia Básica
BESANKO,D; BRAEURTIGAM,R. Microeconomia. Rio de Janeiro: LTC editora,
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BROWNING,E.H; ZUPAN,M.A. Microeconomia. Rio de Janeiro: LTC editora, 2004.
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PINDYCK,R; RUBINFELD,D.L Microeconomia. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
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VARIAN, H. Microeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 2006
VASCONCELOS, M.A.S; OLIVEIRA, R.G. Manual de microeconomia. São Paulo:
Atlas, 2000.
Planejamento Estratégico - Conceitos e evolução do planejamento
estratégico. Escolas de planejamento. Modelos de planejamento estratégico. O
processo de planejamento: valores, objetivos e metas empresariais, segmentação
estratégica, análise do ambiente externo, análise do ambiente interno, escolhas
estratégicas, implementação e controle de estratégias. Vantagem competitiva e
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cadeia de valor. Estratégias genéricas. Orçamento estratégico. Teoria dos jogos e
suas aplicações nos negócios empresariais.
Bibliografia Básica
AAKER, D. A. Administração Estratégica de Mercado. 5ª ed. - Porto Alegre:
Bookman, 2001.
HITT, M.A., IRELAND, D., HOSKISSON, R.E. Administração Estratégica. São Paulo:
Cengage Learning, 2007.
OLIVEIRA, D. de P. R.. Planejamento Estratégico, Conceitos, metodologia e prática.
22ª ed. São Paulo, Atlas: 2005.
Bibliografia Complementar
ANSOFF, H. I, MC DONNELL.E.J. Implantando a Administração Estratégica. 2 ed.
São Paulo: Atlas, 1993.
MINTZBERG, H., AHLSTRAND, B., LAMPEL, J. Safári de Estratégia: um roteiro pela
selva do planejamento. São Paulo: Bookman, 1999.
PORTER, M.E. Vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1989.
Seminário Temático I – Agronegócios – Noções de agronegócios. Gerenciamento
de Sistemas Agroindustriais. Particularidades dos produtos agroindustriais.
Comercialização: Tipos de Mercados e Mecanismos. Logística agroindustrial. Varejo
de alimentos: marketing e estratégia. Planejamento e controle da produção.
Elementos de gestão na produção rural. Agronegócio cooperativo.
Bibliografia Básica
BATALHA, Mario Otávio (Coord.). Gestão Agroindustrial. 2 ed., vol. 1, São Paulo:
Atlas, 2001.
ARAUJO, Massilon J. Fundamentos de Agronegócios. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CALLADO, Antônio André Cunha (Org.). Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005.
Bibliografia Complementar
MEGIDO, José L. Tejon & XAVIER, Coriolano. Marketing & Agribusiness. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2003.
BATALHA, Mario Otávio (Coord.). Gestão Agroindustrial. 3.ed., vol. 2, São Paulo:
Atlas, 2001.
ZYLBERSZTAJN, Décio e NEVES, Marcos Fava (Coord.). Economia e Gestão dos
Negócios Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000.
Seminário Temático II – Pesquisas em Psicologia - Teorias psicológicas que
norteiam a administração das empresas/ instituições do município e as
conseqüências sobre o processo produtivo. Processo motivacional, de comunicação
e de liderança das empresas participantes dessa pesquisa. Identificação dos
sistemas de incentivo utilizados nas empresas do município e as conseqüências
para o processo produtivo. Identificação das condições de trabalho das empresas do
município e os reflexos para a produção. Pesquisas e Estudos de caso.
Bibliografia Básica
AGUIAR, A.F.G. Psicologia Aplicada à Administração: uma abordagem
interdisciplinar. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005.
BERGAMINI, C.W. Psicologia Aplicada à Administração de Empresas: psicologia do
comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 2008.
ZANELLI, J.C.; ANDRADE-BORGES, J.E. B; BASTOS, A.V.B. Psicologia,
Organizações e Trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
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ACEVEDO, C.R.; NOHARA, J.J. Monografia no curso de Administração: Guia
Completo de Conteúdo e Forma. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI, M. de A. e LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. São Paulo, Atlas,
1999.
GIL, A.C. Estudo de Caso: fundamentação científica, subsídios para a coleta e
análise de dados e como redigir o relatório. São Paulo: Atlas, 2009.
Seminário Temático III – Pesquisas em Antropologia - Contribuição da
Antropologia para a formação do administrador. As escolas Antropológicas. Conceito
antropológico de cultura e identidade. Cultura organizacional. Aspectos culturais no
Brasil. Metodologias de pesquisas antropológicas. Teoria das Representações
Sociais. Pesquisas e Estudos de caso.
Bibliografia Básica
FREITAS, M. E. Cultura Organizacional. São Paulo: Thomson Pioneira, 2007.
SIQUEIRA, E. D. Antropologia: uma introdução. Curso de Administração a Distância,
Universidade Aberta do Brasil, 2007.
MARCONI, M.A., PRESOTTO, Z.M.N. Antropologia: uma introdução. 7 ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
DAMATTA, Roberto. A casa e a rua. Espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. 6ª
Edição. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
__________. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1984.
JUNIOR, P. J. Etnomarketing, antropologia, cultura e consumo. Revista de
Administração de empresas. São Paulo, v. 41, n.4, p.68-77, 2001.
MASCARENHAS, A.O. Etnografia e cultura organizacional: uma contribuição da
Antropologia à Administração de Empresas. Revista de Administração de empresas.
São Paulo, v. 42, n.2, p.88-94, 2002.
Seminário Temático IV - Responsabilidade Social Corporativa - Conceituação. A
responsabilidade social das organizações. A função social das empresas,
compromisso social e gestão empresarial. As dimensões da responsabilidade social.
Modelos de indicadores e avaliação. Instrumentos de responsabilidade social.
Caracterização do conceito de meio ambiente. A questão sócio-ambiental. As
políticas ambientais no Brasil. Pesquisas e Estudos de caso.
Bibliografia Básica
MACHADO FILHO, Claudio P. Responsabilidade Social e Governança: o debate e
as implicações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
MELO NETO, Francisco P. e FROES, César. Gestão da responsabilidade social
corporativa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social coorporativa:
estratégias de negócios na realidade brasileira. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2004.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1995.
GRAYSON, D., HODGES, A. Compromisso social e gestão empresarial. São Paulo:
Publifolha, 2002.
HOLLIDAY, Charles. Cumprindo o prometido: casos de sucesso de desenvolvimento
sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
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Seminário Temático V – Gestão do Turismo – Conceitos. O sistema turístico.
A importância econômica, política, cultural e social do turismo. A interação da
“ciência” do turismo com as demais ciências - o turismo e os tipos de turismo. O
patrimônio turístico. As estatísticas mundiais do turismo. Os países mais
desenvolvidos. O planejamento turístico. As fontes de recursos financeiros e
técnicos para aplicar em projetos turísticos. As empresas turísticas. A informática no
turismo. A legislação turística. As funções de uma secretaria de turismo. Os fatores
positivos e negativos do turismo. O papel do poder público.
Bibliografia.
OLIVEIRA, Antônio Pereira. Turismo e Desenvolvimento - Planejamento e
Organização. 4ª ed. São Paulo, Editora Atlas, 2003.
PETROCCHI, Mario. Turismo, Planejamento e Gestão. 3ª edição. FUTURA – 2000
BENI, M. C. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo, Editora SENAC, 1998.
FERRAZ, J. Legislação do Turismo. São Paulo: L.T.R., 1977, 190 p.
KOTLER, P. Marketing Público - Como atrair investimentos, empresas e turismo
para cidades, regiões, estados e países. São Paulo, Makron Books, 1994.
WAHAB, S. Introdução à Administração do Turismo. São Paulo, Pioneira, 1988.
Seminário Temático VI – Comércio Exterior - Teoria e políticas de comércio
exterior. Globalização e integração econômica. Integração latino-americana e
Mercosul. Técnicas e procedimentos em comércio exterior. Mercado de câmbio.
Balanço de pagamentos. Financiamento das exportações e importações.
Bibliografia básica
BAUMANN, Renato; CANUTO, Otaviano; GONÇALVES, Reinaldo. Economia
internacional. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
MAIA, Jayme de Mariz. Economia internacional e comércio exterior. 13. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia complementar
DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio exterior. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
GONÇALVES, Reinaldo. O Brasil e o comércio internacional. São Paulo: Contexto,
2000.
IANNI, Octavio. Teorias da globalização. 11. ed. São Paulo: Civilização Brasileira,
2003.
Seminário Temático VII - Administração Pública - Da burocracia do
sociólogo Max Weber à burocracia contemporânea; Impactos dos movimentos da
reinvenção do governo na administração pública global e nacional; As reformas na
constituição brasileira em 1988 e a reforma do estado e da administração pública
gerencial em 1995; A responsabilidade fiscal brasileira e a sua evolução; A
gespública e o seu estágio contemporâneo; Princípios da administração pública:
limitação e flexibilidade; A administração pública virtual: inovação, adaptação e valor.
Pesquisas e Estudos de caso.
Bibliografia Básica
KEINERT, Tânia Margarete Mezzomo. Administração Pública no Brasil: crises e
mudanças de paradigmas. São Paulo: Annablume – Fapesp, 2000.
BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos e SPINK, Peter. Reforma do Estado e
Administração Pública Gerencial. Rio de Janeiro: FGV. 2003.
OSBORNE, David e GAEBLER, Ted. Reinventando o Governo: como o espírito
empreendedor está transformando o setor público. Brasília MH Comunicação, 1994.
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Bibliografia Complementar
TORRES, Marcelo Douglas de Figueiredo. Estado, democracia e administração
pública no Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
PAULA, Ana Paula Paes de. Por uma Nova Gestão Pública. Rio de Janeiro: FGV,
2005.
MARTINS, Paulo Emílio Matos e PIERANTI, Otacílio Penna. Estado e Gestão
Pública: visões do Brasil contemporâneo. Tio de Janeiro: FGV, 2006.
Seminário Temático VIII – Técnicas de Negociação - Introdução. Elementos
presentes em uma Negociação. Negociadores são Pessoas. Fatores que influenciam
as Negociações. Negociação Distributiva e Interativa. Etapas de uma Negociação.
Táticas de Neogociação. Erros mais comuns nas Negociações.
Bibliografia Básica
FERREIRA, Gonzaga. Negociação: como usar a inteligência e a racionalidade. São
Paulo: Atlas, 2008.
DE ANDRADE, Rui Otávio B.; et al. Princípios de Negociação – Ferramentas e
Gestão. São Paulo: Atlas, 2004.
MARTINELLI, Dante P.; Ghisi, Flávia Angeli. Negociação: Aplicações práticas de
uma abordagem sistêmica. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografica Complementar
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de; Alyrio D. Rovigati; Vilas Boas, Ana Alice –
Cultura e ética na negociação internacional - São Paulo: Atlas, 2006.
ACUFF, Frank L. Como negociar qualquer coisa com qualquer pessoa em qualquer
lugar do mundo. São Paulo: Editora Senac, 2004.
Artigos e publicações atuais sobre negociação retirados da Revista HSM
Management, Harvard Business Review, Exame, entre outras.
Seminário Temático IX – Empreendedorismo - Características do empreendedor
(Comportamento e Personalidade): Habilidades; Competências; Conhecimentos;
Criatividade; Visão de negócio; Tópicos especiais. Estruturação e criação de um
Plano de Negócios
Bibliografia Básica
DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Cultura Editores Associados, SP., 1999.
DORNELAS José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. Campos, Rio de Janeiro, 2001.
GRACIOSO, F. Grandes sucessos da pequena empresa. SEBRAE, Brasília, 1995.
Bibliografia Complementar
ARMANI, D. Como elaborar projetos? Guia Prático para Elaboração e Gestão de
Projetos Sociais. Porto Alegre, Tomo Editorial, 2002.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 3ª ed., Campus, São
Paulo, 1999.
FILION, Louis Jaques. O Empreendedorismo como Tema de Estudos. In:
Empreeendedorismo: ciência, técnica e arte. Ed. CNI-IEL Nacional, Brasília, 2001.
LEITE, E. O fenômeno do Empreendedorismo. Criando Riquezas. Bagaço, Recife,
2002.
Seminário Temático X – Jogos de Empresa - Desenvolvimento de competências
gerenciais por meio de jogos de negócios que consistem na simulação de um
ambiente empresarial competitivo, desenvolvido a partir de um software para
processamento de jogo e apoio à decisão.
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Bibliografia Básica
FERREIRA, José Angelo. Jogos de empresas: modelo para aplicação prática no
ensino de custos e administração do capital de giro em pequenas e médias
empresas industriais. Dissertação Mestrado UFSC. Florianópolis, 2000.
VICENTE, Paulo. Jogos de Empresas. São Paulo: Makron Books, 2000.
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. São Paulo: Makron Books,
1993.
Bibliografia Complementar
BERNARD, Ricardo R.S. Modelo para Adaptação de um Jogo de Empresas à
Realidade Econômico-financeira das Empresas Brasileiras. Dissertação de
Mestrado, Depatamento de Engenharia de Produção e Sistemas da UFSC,
Florianópolis, 1993. (p. 04)
LOPES, Maurício C. Jogo de Empresas LIDER: Aperfeiçoamento do modelo e do
sistema. Dissertação de Mestrado. EPS/UFSC, Florianópolis, 1994.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3a ed. São
Paulo: Mc-Grow-Hill, 1983.
Teorias Administrativas - A evolução do pensamento administrativo. Bases
históricas da administração. Abordagens: clássica, humanista, comportamentalista,
burocrática, estruturalista, sistêmica, contingencial e da qualidade. Desenvolvimento
organizacional. Novas configurações da administração contemporânea.
DAFT, R.L. Organizações: teoria e projetos. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning,
2008.
FERREIRA, A.A., REIS, A.C.F., PEREIRA, M. I. Gestão Empresarial: de Taylor aos
nossos dias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
SILVA, B. Taylor e Fayol. 5 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1987.
Bibliografia Complementar
MONTANA, P. J.; CHARNOV, B. H. Administração. São Paulo: Saraiva, 1999. Pioneira,
1998.
MOTTA, F. C. P.; VASCONCELOS, I. F. G. Teoria geral da administração. São
Paulo: Thomson Pioneira, 2006.
ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva,
2005.
Tópicos Especiais I - Pesquisa Científica – Delimitação do trabalho científico.
começo do projeto de pesquisa. do problema ao referencial teórico.a definição da
metodologia. finalização do projeto de pesquisa.relatório de pesquisa.
Bibliografia Básica
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração.
São Paulo: Atlas, 2007.
DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1995.
Bibliografia Complementar
VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em Administração. São Paulo:
Atlas, 2008.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20ed., São Paulo, Cortez, 1999.
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Tópicos Especiais II - Gestão Ambiental - Histórico das relações homemnatureza. Atividades humanas e impactos ambientais. Gestão de resíduos sólidos e
de efluentes líquidos e gasosos. Licenciamento ambiental e estudos de impacto
ambiental. Planos e programas ambientais nas empresas: planejamento, execução e
avaliação. Certificação ambiental.
Bibliografia Básica
Análise: Gestão Ambiental – Anuário 2008. São Paulo, SP. Análise Editoria. 2009.
Philippi Jr.,A.; Bruna, G. C.; Roméro, M. A. Curso de Gestão Ambiental. 1 ed.
Manole São Paulo, 2004.
Barbieri, J. C. Gestão Ambiental Empresarial. 2ª Ed. Rio de Janeiro. Editora Saraiva,
2008.
Bibliografia Complementar
Diamond, J. Colapso – como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Ed.
Record – Rio de Janeiro/São Paulo, 2005.
Instituto Socioambiental. Almanaque Brasil Socioambiental 2005. São Paulo, SP.
ISA, 2004.
Junqueira, V. & Neiman, Z. (org.). Educação Ambiental e Conservação da
Biodiversidade: reflexões e experiências. Barueri, SP: Manole, 2007.
Verdum, R. & Medeiros, R. M. V. RIMA, Relatório de Impacto Ambiental: legislação,
elaboração e resultados. 3ª Ed. Porto Alegre, RS. Ed. UFRGS, 1995.
Tópicos Especiais III - Finanças - Estrutura do mercado de capitais brasileiro. Os
títulos do Mercado de Capitais. Os Mercados. Organizados de ações. Os mercados
de derivativos. A administração de investimentos e o investidor. Os investidores
institucionais.. Reflexões sobre o processo de abertura do capital. Mercado primário.
Mercado secundário. As operações e índices de mercado. Modalidades operacionais
das Bolsas de Valores. Pregão via Internet e Home Broker. Mercados de futuros e
de opções: de câmbio; de commodities; de DI. Investidores em busca de hedge,
arbitragem e especulação. Derivativos: principais contratos; swaps, opções e futuros
Bibliografia Básica
COSTA, Fernando Nogueira da. Comportamentos dos investidores: do homo
economicus ao homo pragmaticus. Campinas, TDIE 165, 13 de agosto de 2009.
WERNKE, RODNEY. Gestão financeira: ênfase em aplicações e casos nacionais.
Rio de Janeiro, Saraiva, 2008.
GROPPELLI, A. A., NIKBAKHT, E.. Administração financeira. Rio de Janeiro,
Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
BERNSTEIN, Peter. Desafio aos deuses: a fascinante história do risco. Rio de
Janeiro, Campus, 1997.
ARANHA, Gustavo Koester. A psicologia humana e seus impactos nas decisões de
investimento. São Paulo, Curso de Especialização e Atualização em Business
Economics da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas,
2006.
MOSCA, Aquiles. Finanças Comportamentais: gerencie suas emoções e alcance
sucesso nos investimentos. Rio de Janeiro, Campus-Elsevier, 2009.
Tópicos Especiais IV - Matemática - Aplicações da derivada: aplicações
da primeira derivada, aplicações da segunda derivada, otimização I, otimização II.
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Cálculo de várias variáveis: funções de várias variáveis, derivadas parciais, máximos
e mínimos de funções de várias variáveis, o método dos mínimos quadrados,
método dos multiplicadores de Lagrange, integrais duplas.
Bibliografía Básica
GUIDORIZZI, H. L. Curso de cálculo 1, v.1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2001.
WEBER, J. E. Matemática para economia e administração. 2. ed. Harbra, 2001.
Bibliografia Complementar
HARIKI, S.; ABDOUNUR, O. J. Matemática aplicada: administração, economia e
contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003.
GOLDSTEIN, L. J.; LAY, D. C.; SCHNEIDER, D. I. Matemática aplicada: economia,
administração e contabilidade. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
SILVA, S. M. da; SILVA, É. M. da; SILVA, E. M. da. Matemática para os cursos de
economia, administração e ciências contábeis. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
Tópicos Especiais V - Economia Brasileira - Formação e desenvolvimento
econômico brasileiro. O sistema colonial e a escravidão. A emergência do trabalho
assalariado. As origens do desenvolvimento industrial brasileiro. O processo de
substituição de importações. O ciclo expansivo. Abertura comercial, privatizações e
estabilização econômica.
Bibliografia básica:
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo: Companhia
das Letras, 2007.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. 23. ed. São Paulo:
Brasiliense, 2008.
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia brasileira contemporânea. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
Bibliografia complementar:
ABREU, Marcelo de Paiva et. al. A ordem do progresso: cem anos de política
econômica brasileira: 1889-1989. Rio de Janeiro: Campus, 1989.
BIELSCHOWSKY, Ricardo. Pensamento econômico brasileiro. Rio de Janeiro:
Contraponto, 1996.
MELLO, João Manuel Cardoso de. O capitalismo tardio: contribuição à revisão crítica
da formação e do desenvolvimento da economia brasileira. 10 ed. Campinas:
IE/Unicamp, 1998.
Tópicos Especiais VI - Sistemas Organizacionais - Natureza e análise de
organização e métodos. Estrutura Organizacional Formal e Informal. Componentes e
condicionantes da estrutura organizacional; Níveis de influência e de abrangência.
Análise, desenvolvimento e implementação de métodos administrativos. Técnicas de
representação gráfica. Formulários e estudos de distribuição do trabalho. Arranjo
físico. Gerenciamento da rotina e dos processos de trabalho.
Bibliografia
ARAUJO, L. Organização, Sistemas e Métodos e as tecnologias de gestão
organizacional. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CHINELATO FILHO, J. O & M integrado à informática. Rio de janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1998.
CRUZ, T. Sistemas, Organização & Métodos: Estudo integrado das novas
tecnologias de informação. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
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Bibliografia Complementar
CRUZ, T. Sistemas de Informações Gerenciais: Tecnologias da Informação e a
Empresa do século XXI. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
BALLESTERO-ALVAREZ M. E. Manual de Organização, Sistemas e Métodos:
Abordagem teórica e prática da engenharia da informação. 3 ed. São Paulo: Atlas,
2006.
CURY, Antônio. Organização & Métodos: uma Visão Holística. São Paulo: Atlas,
2000.
Tópicos Especiais VII – Gestão de Serviços - A era dos serviços. Características e
elementos dos serviços. Tipos de serviços. Tangibilidade dos serviços. Qualidade
em serviços. Estratégia em serviços. Previsões, projeto e gestão das instalações em
serviços. Marketing interno. Gestão de custos e da eficiência em serviços. Ética na
prestação de serviços.
Bibliografia Básica
FITZSIMMONS, J. A.; FITZSIMMONS, M. J. Administração de Serviços. Porto
Alegre: Bookman, 2000.
HOFFMAN, K. D.; BATESON, J. E. G. Princípios de Marketing de Serviços. São
Paulo: Pioneira-Thomson, 2003.
JOHNSTON, R.; CLARK, G. Administração de Operações de Serviços. São Paulo:
Atlas, 2002. LOVELOCK, C. H.; WRIGHT, L. Serviços: marketing e gestão. São
Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar:
ALBRECHT, K. Revolução nos Serviços. Como as Empresas Podem Revolucionar a
Maneira de Tratar seus Clientes. São Paulo: Pioneira, 2002.
CORRÊA, H. L.; CAON, M. Gestão de Serviços. Lucratividade por Meio de
Operações e de Satisfação dos Clientes. São Paulo: Atlas, 2002.
GRONROOS, C. Marketing, Gerenciamento e Serviços. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
Tópicos Especiais VIII – Estudo de Libras – Introdução à Libras. Desenvolvimento
Cognitivo e Lingüístico e aquisição da primeira e segunda língua. Aspectos
discursivos e seus impactos na interpretação.
Bibliografia Básica:
FELIPE, T. A. Libras em Contexto. Brasília: MEC; SEESP, 2001.
QUADROS, R.M.; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
SOARES, M.A.L. A Educação do surdo no Brasil. 2.ed. Campinas: Autores
Associados, 2005.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais.
Libras
e
dá
outras
providências.
Disponível
em:
http://www.portal.mec.gov.br/seesp. Acesso em: abr. 2006.
BUENO, J.G. Surdez, linguagem e cultura. Cadernos CEDES, n 46. Campinas:
CEDES, 1998.
FELIPE, T.; MONTEIRO, M. S. Libras em contexto. Curso Básico de LIBRAS.
Brasília: MEC: SEESP, 1997.
Trabalho de Conclusão de Curso I – Metodologia da pesquisa. Expressão
oral e escrita. Elaboração de trabalho de conclusão de curso em observância à
regulamentação específica.
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Trabalho de Conclusão de Curso II - Metodologia da pesquisa. Expressão
oral e escrita. Elaboração de trabalho de conclusão de curso em observância à
regulamentação específica.
5.6 Política de Implantação do novo currículo
A política de estabelecimento da nova estrutura curricular para o Curso de
Administração parte de um conjunto de reflexões pautadas por:
- Análise criteriosa das Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em
Administração;
- Ampla discussão com representantes governamentais, de empresas, do
conselho regional sobre o perfil do profissional desejado;
- Avaliação dos resultados ENADE;
- Avaliação dos resultados da avaliação dos cursos de Administração no Brasil;
- Discussões com o corpo discente e docente;
- Avaliação das competências existentes e a adquirir na UFMS.
O resultado desta ampla análise permitiu o estabelecimento de um Projeto
Político Pedagógico do Curso de Administração que atenda as diversas demandas
dos atores concernentes ao projeto.
No que se refere a operacionalização da implantação desta estrutura curricular,
os alunos do primeiro ano de Administração, por ocasião do ingresso no curso,
estarão sujeitos a esta nova estrutura curricular.
Esta estrutura será implantada a partir de 2010 para todos os acadêmicos do
curso.
6 Sistema de avaliação
Neste item serão abordados os aspectos relativos aos sistemas de avaliação
da aprendizagem e de auto-avaliação do curso e sobre o projeto institucional de
monitoramento e avaliação do curso.
6.1 Sistema de avaliação da aprendizagem
O sistema de avaliação discente praticado no Curso de Administração está
previsto na Resolução COEG/UFMS n° 214 de 17 de dezembro de 2009 que aprova
o Regulamento do Sistema Semestral de Matrícula por Disciplina para os Cursos de
Graduação da UFMS, na qual fixa sobre o ano letivo, os horários de aulas, currículo
pleno dos cursos, estruturas curriculares, planos de ensino, forma de ingresso,
matrícula, transferências e verificação de aprendizagem.
Os instrumentos de avaliação mais desenvolvidos são os seguintes:
seminários, debates, pesquisas em fontes e material bibliográfico e provas escritas.
A aprovação em cada disciplina exige a obrigatoriedade de freqüência mínima
do acadêmico em 75,0% das aulas e Média de Aproveitamento (MA) igual ou
superior a 5,0 (cinco vírgula zero). Cada disciplina deve ter, no mínimo, duas
avaliações escritas por semestre e uma avaliação optativa, as quais o professor
deverá consignar ao acadêmico graus numéricos de 0,0 (zero virgula zero) à 10,0
(dez vírgula zero).
Art. 51. A aprovação nas disciplinas dependerá da frequência e da média de
aproveitamento expressa em nota.
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§ 1º O aproveitamento da aprendizagem será verificado, em cada disciplina,
contemplando o rendimento do acadêmico durante o período letivo, face aos
objetivos constantes no Plano de Ensino.
§ 2º A verificação do rendimento acadêmico será realizada por meio de atividades
acadêmicas: avaliações (escritas, práticas ou orais), trabalhos práticos, estágios,
seminários, debates, pesquisa, excursões e outros exigidos pelo docente
responsável pela disciplina, conforme programação no Plano de Ensino.
§ 3º O número e a natureza dos trabalhos acadêmicos deverá ser o mesmo para
todos os acadêmicos matriculados na turma.
§ 4º Em cada disciplina a programação do Plano de Ensino deverá prever, no
mínimo, duas avaliações obrigatórias e uma avaliação optativa substitutiva.
§ 5º As avaliações escritas realizadas deverão ser entregues aos acadêmicos até o
final do semestre.
Art. 53. Para cada disciplina cursada, o professor deverá consignar ao acadêmico
uma Média de Aproveitamento (MA), na forma de graus numéricos com uma casa
decimal de 0,0 (zero vírgula zero) a 10,0 (dez vírgula zero).
Art. 54. Para ser aprovado na disciplina o acadêmico deverá obter freqüência igual
ou superior a setenta e cinco por cento e Média de Aproveitamento (MA) igual ou
superior a 5,0 (cinco vírgulas zero)
Art. 56. Será atribuída nota 0,0 (zero vírgula zero), para cada evento, ao acadêmico
que não realizar as atividades acadêmicas ou não comparecer às avaliações.
6.2 Sistema de auto-avaliação do curso
Fundamentada na Lei n° 10.861, de 14.04.2004, que instituiu o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que visa promover a
avaliação das instituições, de cursos e de desempenho dos acadêmicos (ENADE), a
UFMS designou uma equipe que compôs a Comissão Própria de Avaliação da
UFMS (CPA/UFMS), que está se organizando e elaborando instrumentais, a fim de
orientar aos Coordenadores de Cursos sobre a auto-avaliação dos cursos. A referida
comissão é composta por docentes, técnicos administrativos e discentes, sendo para
cada titular um suplente.
A CPA/UFMS disponibilizou um link no endereço eletrônico da UFMS
(www.ufms.br) para acesso de documentos e relatórios. A metodologia adotada pela
CPA/UFMS foi encaminhada à CONAES/MEC, constituída de etapas e análise das
dimensões fixadas pela Lei n° 10.861/2004.
Foi fixado um cronograma para as ações referentes às coordenações de
cursos de graduação, que a CPA/UFMS está coordenando, para a consecução da
auto-avaliação prevista pelo SINAES, a avaliação discente do curso e das disciplinas
cursadas no ano anterior, a ser realizada de forma eletrônica em razão da
informatização do instrumento de avaliação fixado pela Resolução CAEN nº 167, de
04.10.2000. O formulário encontra-se disponível no endereço da CPA/UFMS
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(www.ledes.net/siai), conforme informa a CI nº 3, de 21.11.2005, do Presidente da
CPA/UFMS para a coordenação de curso.
Além disso, a Supervisão de Curso realizará reuniões semestrais com o corpo
docente e discente, visando analisar eventuais problemas e indicar soluções. No que
se refere especificamente a avaliação da aprendizagem, preservar-se-á o princípio
da liberdade pedagógica do professor, compatibilizando esta liberdade com a
legislação vigente no âmbito da UFMS.
6.3 Projeto institucional de monitoramento e avaliação do curso
De acordo com o informado no item anterior sobre o Sistema de Autoavaliação do Curso, a CPA/UFMS disponibilizou um link no endereço eletrônico da
UFMS (www.ufms.br) para acesso de documentos e relatórios.
Além da avaliação discente do curso e das disciplinas cursadas no ano
anterior, realizada de forma eletrônica, a CPA/UFMS está promovendo a avaliação
constituída dos seguintes itens:
- descrição quantitativa de todos os dados referentes ao curso (acadêmicos,
matrículas, dependências, rendimento, desistências, etc.);
- avaliação dos impactos sociais do curso;
- avaliação das atividades dos docentes que atuam no curso;
- avaliação do suporte administrativo às atividades do curso, e;
- avaliação do curso.
7 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação
7.1.1 Trabalho de Conclusão de Curso
O trabalho de conclusão de curso (TCC) no curso de Administração/CPBO é
acompanhado por professor orientador sendo desenvolvido em dois semestres do
curso de acordo com os regulamentos das disciplinas mencionadas, disposto no
anexo I.
O trabalho de conclusão de curso se caracteriza como uma análise crítica
constituída a partir de um referencial teórico, oportunizando ao acadêmico uma
revisão da sua aprendizagem a partir dos componentes pedagógicos desenvolvidos
ao longo dos anos de estudo. Este componente curricular/disciplina se efetiva nos
termos do regulamento especifico, encaminhados aos órgãos competentes para
análise e aprovação.
7.1.2 Atividades Complementares
As Atividades Complementares são práticas acadêmicas apresentadas sob
diferentes formatos, objetivando principalmente complementar o currículo
pedagógico vigente; ampliar os horizontes do conhecimento; favorecer o
relacionamento entre grupos e a convivência com as diferenças sociais e favorecer a
tomada de iniciativa nos acadêmicos.
Devem ser compreendidas como uma oportunidade de acesso ao
conhecimento, idéias, problemas e metodologias que possam ser agregadas à
formação específica proporcionando ao acadêmico melhores resultados ao futuro
desempenho científico e profissional.
As normas da disciplina Atividades Complementares estão definidas em seu
regulamento, disposto no anexo II, aprovado pelo Colegiado de Curso.
Considerando o grande número de acadêmicos matriculados no curso e a
quantidade de horas de Atividades Complementares que cada um deles terá que
cumprir, poderá ser criada uma Comissão indicada pelo Colegiado de Curso para o
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acompanhamento, validação e registro das mesmas, conforme o Regulamento de
Atividades Complementares deste curso.
O desenvolvimento de Atividades Complementares é obrigatório e o
acadêmico que não as cumprir não poderá colar grau, devendo matricular-se
novamente na disciplina no semestre seguinte. Algumas das atividades que podem
ser computadas para a disciplina Atividades Complementares são: participação em
eventos científicos, monitoria de ensino, estágio não-obrigatório, publicação de
trabalhos científicos entre outras.
7.1.3 Estágio não obrigatório
O estágio não-obrigatório é aquele de natureza opcional com a finalidade de
complementar os conhecimentos teóricos do acadêmico.
De acordo com a Resolução COEG nº155 de 11.09.2009 o estagio nãoobrigatório pode ser considerado Atividade Complementar como previsto neste
Projeto Pedagógico do Curso. O Regulamento do Estágio não Obrigatório encontrase no Anexo III deste projeto.
7.2 Participação do corpo discente na avaliação do curso
Conforme informado no item sobre a avaliação, a UFMS compôs a Comissão
Própria de Avaliação (CPA/UFMS), que está organizando e elaborando
instrumentais e orientando os Coordenadores de Cursos sobre a auto-avaliação dos
cursos. Entre estes a avaliação discente do curso e das disciplinas cursadas no ano
anterior realizado de forma eletrônica, já que a CPA/UFMS informatizou o
instrumento de avaliação aprovado pela Resolução CAEN nº 167, de 04.10.2000.
Este formulário encontra-se no seu endereço eletrônico (www.ledes.net/siai),
conforme informa a CI nº 3, de 21.11.2005, do Presidente da CPA/UFMS para a
coordenação do curso.
A coordenação de curso promoverá a divulgação do endereço eletrônico e fará
campanha para que todos os acadêmicos do curso façam sua avaliação no período
que antecederá a matrícula do ano letivo seguinte. Além disso, os docentes e a
direção estão sempre atentos para ouvir suas sugestões, dúvidas e reclamações.
7.3 Participação do corpo discente nas atividades acadêmicas
Os acadêmicos da UFMS são incentivados à participação em diferentes atividades:
- em atividades de monitoria de ensino de graduação;
- em Projetos de Ensino de Graduação (PEG);
- em Programas de Educação Tutorial (PET);
- em programas/projetos/atividades de iniciação científica ou em práticas de
investigação;
- em atividades de extensão;
- em atividades da Bolsa Trabalho;
- em atividades articuladas com a comunidade.
7.3.1 Participação em atividades de monitoria de ensino
A Monitoria de Ensino de Graduação Voluntária está regulamentada pela
Resolução COEG/UFMS nº 110 de 16 de junho de 2010, cujos principais objetivos
são:
- incentivar a participação do acadêmico nas atividades de ensino de
graduação;
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- despertar no acadêmico o interesse pela docência e lhe assegurar uma
formação profissional adequada;
- contribuir com a qualidade do ensino de graduação;
- contribuir para construção do projeto pedagógico do curso.
A seleção dos acadêmicos para as disciplinas é realizada pelos
Departamentos, onde estão lotadas as disciplinas dos cursos, devendo cumprir no
mínimo doze horas semanais.
8 Desenvolvimento de materiais pedagógicos
É sugerido ao docente, além da adoção de um ou de vários livros textos para
a disciplina, o desenvolvimento de material pedagógico de forma a orientar o
acadêmico no processo de aprendizado.
O material pedagógico complementar ao livro texto tem a finalidade de
salientar os elementos mais relevantes do conteúdo apresentado e de apresentar
uma estrutura lógica ao processo de aprendizado.
Para que os acadêmicos possam ter amplo acesso ao material pedagógico
desenvolvido, o docente é estimulado a fornecê-lo em meio digital.
O Câmpus de Bonito disponibilizará também aos seus acadêmicos, os vídeos
dos conteúdos curricular, gravados originalmente para o curso de Administração de
Campo Grande na modalidade à distância.
9 Plano de incorporação dos avanços tecnológicos ao ensino de graduação
O Projeto Político Pedagógico contempla os avanços tecnológicos educativos
e se apresenta como espaço para a produção de conhecimento e para a inovação. A
utilização de tecnologias modernas e de didáticas diversificadas pode, assim,
otimizar a qualidade do processo formativo e da produção do conhecimento.
Cabe salientar que a proposta apresentada contempla um número
significativo de disciplinas que devem ser ministradas com o apoio de laboratórios de
informática equipados com softwares atualizados e adequados às finalidades dos
conteúdos; também é recomendado que as disciplinas, de um modo geral, façam
uso de laboratórios.
Assim, cada docente deve ser capaz de introduzir alternativas criativas,
incorporando os avanços tecnológicos obtidos através do uso de computadores,
especialmente através da interligação destes com a rede mundial de computadores,
a Internet.
Todas as dependências do Câmpus de Bonito serão preparadas para a à
utilização de computadores pessoais em sala de aula.
A tecnologia de gestão da relação ensino-aprendizagem à distância,
amplamente utilizada nos cursos à distância da UFMS, começa a ser transferida
para a modalidade presencial. Desta forma, os conteúdos devem ser
disponibilizados em mídia digital.
10 Considerações Finais
Considera-se que este projeto pedagógico é flexível, devendo ser avaliado
constantemente para o seu aprimoramento, buscando desta forma incorporar
avanços no sentido de melhorar continuamente a formação do bacharel em
Administração.
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11 Referências Bibliográficas
ANDRADE, R.O.B., AMBONI, N. Projeto Pedagógico para cursos de
Administração. São Paulo: Makron Books, 2001.
AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São
Paulo: Moraes, 1982
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo : Ática, 1994.
DOLL, Jr. Willian E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1997.
FREIRE, Paulo. Política e Educação. São Paulo : Cortez, 1995.
CAVALLI, M. L. , SÁ, A. L. R., Projeto Pedagógico do Curso de Administração de
Empresas – modalidade a distância. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul,
Campo Grande, 2007.
PIAGET, Jean. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, 1990.
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Anexo I - Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Capítulo I
Objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso
Artigo 1° - Nos termos da Resolução MEC n°11/84, a disciplina monografia, aqui
entendida como a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), constitui
atividade curricular do curso de graduação em Administração.
§1° São objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso:
I. Proporcionar o estímulo à produção científica; aprimorando a capacidade de
interpretação e análise crítica;
II. Estimular a produção científica e a consulta de bibliografia especializada,
III. Aplicar na prática os conhecimentos técnicos aprendidos no curso;
IV. Propiciar condições para que o acadêmico analise as informações de forma
sistemática, capacitando-o a compreender a atuação do todo no contexto
político, socioeconômico e ético;
V. Promover condições para que o acadêmico analise criticamente as
informações e experiências recebidas e vivenciadas, observando os critérios
científicos;
VI. Proporcionar aos acadêmicos orientação de forma a direcioná-lo para a
análise e reflexão crítica, contextualizada na perspectiva da Administração em
relação ao tema desenvolvido;
VII. Capacitar o acadêmico para elaboração do TCC.
Artigo 2° - O produto final da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, consiste
em uma Monografia, elaborada em dupla, isto é, por dois acadêmicos, sob
orientação de um professor do Câmpus de Bonito.
§1° - O Trabalho de Graduação pode ser das seguintes categorias:
1) trabalho de revisão crítica da literatura sobre determinado tema, na área de
Administração;
2) trabalho de exposição de determinado tema ligado a área de Administração ou
alguma contribuição pessoal ou aplicação prática na área ou em áreas correlatas;
3) trabalho original de pesquisa, na área de Administração.
Artigo 3° - Só poderão matricular-se na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso
os alunos que houverem completado pelo menos dois terços do currículo pleno do
curso de Administração (2.402 horas/aula).
Artigo 4° - A aprovação final do Trabalho de Graduação será realizada por uma
Banca Examinadora designada pelo Colegiado de Curso e/ou pelo orientador, nos
termos dos Capítulos V e VII deste regulamento.
§1° - Os Trabalhos Finais serão avaliados por uma Banca Examinadora que irá
considerar a dificuldade inerente a cada categoria de trabalho acima indicada.
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Capítulo II
Da Matrícula
Artigo 5° - Para determinar que a inscrição e escolha do orientador seja feita no final
do semestre anterior ao que o aluno vai cursar a disciplina Trabalho de Conclusão
de Curso I, o acadêmico deverá preencher um formulário próprio fornecido pela
coordenação de curso em data definida pela mesma.
Parágrafo único - Neste formulário, devem constar o
nome e aceite do orientador, nos termos do disposto
sobre o assunto no Capitulo III adiante.
Artigo 6° - O Câmpus de Bonito garantirá que a disciplina Trabalho de Conclusão de
Curso I e II sejam oferecidas semestralmente.
Capítulo III
Da Orientação
Artigo 7° - A todos os alunos é garantida orientação, para o desenvolvimento do seu
Trabalho de Graduação, a cargo de um professor do Câmpus de Bonito ou de outro
departamento da UFMS, este último sujeito a aprovaçào do Colegiado do Curso de
Administração.
§1° - Cada professor deve aceitar a orientação de:
a) 6 (seis) orientandos por ano, no máximo, se em regime de dedicação exclusiva de
40 horas.
b) 3 (três) orientandos por ano, se em regime de 20 horas:
§2° - Se, por ocasião da matrícula, houver mais de 6(seis) alunos (para professor em
DE) ou 3 (três) alunos (para professor em regime de 20 horas) inscrito com
determinado professor, este terá direito de selecionar, a seu critério, os orientandos
que desejar. O professor precisará fazer esta seleção em prazo determinado pela
coordenação de curso, permitindo que os excedentes sejam alocados para outros
professores.
§3° - O Orientador não poderá abandonar o seu Orientando no curso do processo de
elaboração do Trabalho de Graduação sem motivo justificado.
§4°- Em caso de substituição de orientador, a solicitação deverá ser feita ao
coordenador de curso, no período de até sessenta dias a contar da matrícula na
disciplina.
§5°- Cabe ao orientador a qualificação preliminar do Trabalho de Conclusão de
Curso apresentado pelo acadêmico, sob sua responsabilidade, quanto ao envio do
mesmo para a banca examinadora.
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§6°- Considerar-se-á reprovado o aluno que não submeter sua monografia para
avaliação da Banca Examinadora e/ou não respeitar o disposto no artigo 19° deste
regulamento.
Artigo 8° - O coordenador de Curso informará quais professores estão disponíveis
para exercer a atividade de orientação. Os professores orientadores devem
desempenhar as seguintes atividades durante o período de orientação:
I- Freqüentar as reuniões convocadas pelo colegiado do curso de
Administração;
II- Atender periodicamente seus orientandos, sem comprometimento do horário
normal do curso, nos horários e locais que previamente fixar;
III- Manter controle das orientações prestadas, através de relatórios particulares
devidamente assinados pelo acadêmico orientando e professor orientador;
IV- Indicar pistas de pesquisa, questionar o aluno, provocar dúvidas e instigá-los
a abrir horizontes;
V- Assinar, juntamente com os demais membros da banca examinadora, as
fichas de avaliação dos TCC’s e as atas finais;
VI- Cumprir e fazer cumprir este regulamento.
VII- Encaminhar a resolução das dificuldades e impasses eventualmente
surgidos no curso das atividades previstas, inclusive no que tange à sua
relação com o orientado.
Capítulo IV
Dos acadêmicos em Fase de Realização do TCC
Artigo 9º - Considerar-se-á acadêmico em fase de realização de TCC aquele que
estiver regularmente matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I e,
também, Trabalho de Conclusão de Curso II, tendo cumprido o disposto no artigo 3°
deste regulamento.
§1° No tocante a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I o acadêmico deverá
desenvolver o projeto de pesquisa, bem como executar as etapas iniciais do projeto
que darão origem ao Trabalho de Graduação entregue no final do curso.
§2° No que tange a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II o acadêmico
deverá se dedicar a execução do projeto de pesquisa, a elaboração dos relatórios
parciais e finais a serem apresentados ao professor orientador e, posteriormente
entregue à banca examinadora para avaliação.
Artigo 10º - O acadêmico em fase de realização de TCC do curso tem, entre outros,
os seguintes deveres específicos:
I- Frequentar reuniões agendadas pelo coordenador do curso ou professor
orientador;
II- Manter contatos com seu professor orientador para discussão e
aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar, perante o orientador,
suas eventuais faltas;
III- Cumprir integralmente o calendário de orientações divulgado pelo Colegiado
do Curso e Professor Orientador, bem como data de entrega da
monografia;
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IV- Elaborar a versão final do TCC, de acordo com as normas científicas, bem
como seguindo as instruções de seu Professor Orientador,
V- Entregar ao orientador as cópias de seu TCC, conforme estabelecido neste
regulamento, para ser submetido à banca examinadora,
VI- Após a definição do Professor Orientador, o acadêmico terá prazo máximo de
15 (quinze) dias para dar início às suas orientações,
VII- Desempenhar-se na busca e no assessoramento necessários ao
desempenho das atividades de TCC,
VIII- Manter ética profissional em seu envolvimento na realização da produção
científica,
IX- Comparecer no dia e hora determinados para entrega do TCC;
X- Entregar a versão definitiva do seu TCC, rigorosamente de acordo com este
regulamento,
XI- Cumprir este regulamento e demais determinações legais referentes ao TCC.
Capítulo V
Da Conclusão do Trabalho
Artigo 11° - O aluno inscrito na Trabalho de Conclusão de Curso II deverá
apresentar ao seu professor orientador, até a décima terceira semana do semestre
letivo uma primeira versão, em disquete ou CD e impressa, do Trabalho de
Graduação.
Parágrafo Único - A fraude na elaboração do trabalho, na
forma de plágio ou outra de igual relevância, será
considerada “falta grave”, estando o aluno sujeito às
penalidades previstas no Regimento Geral da UFMS, que
incluem a hipótese de expulsão da Universidade Federal
do Mato Grosso do Sul. Caso o professor orientador ou
algum membro da banca examinadora tenha fortes razões
para supor que houve plágio de trabalhos de terceiros,
deverá encaminhar um pedido para abertura de comissão
de sindicância pelo Colegiado de Curso para o julgamento
do caso.
Artigo 12° - O aluno inscrito na disciplina TCC II deverá apresentar ao professor
orientador a versão final de seu Trabalho de Graduação, em 3 (tres) cópias
impressas e 1 (uma) em meio digital (pdf), aprovada pelo mesmo para defesa em
data divulgada pela coordenação de curso.
§1° - A referida versão será encaminhada aos componentes da Banca Examinadora
do aluno, sendo que o prazo para a avaliação final obedecerá aqueles fixados pelo
calendário estabelecido pela coordenação de Curso definido no inicio do ano letivo.
Artigo 13° - Na apresentação de seu Trabalho de Graduação, o aluno deverá
respeitar as normas técnicas especificadas em anexo. O referido trabalho deverá ser
digitado em papel tamanho "A4" espaço 1,5. Ter um mínimo de trinta páginas e não
exceder o limite de 100 (cem) páginas.
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Capítulo VI
Das Bancas Examinadoras
Artigo 14° - As Bancas Examinadoras do Trabalho de Graduação serão compostas
por três professores do Câmpus de Bonito ou outro departamento da UFMS, ou
membro convidado de outra instituição de ensino ou pesquisa. O Professor
orientador fará necessariamente parte da Banca Examinadora do aluno sob sua
orientação.
Parágrafo único: somente os trabalhos finais da disciplina
TCC II serão submetidos a Banca Examinadora.
Artigo 15°- A partir da data de sua designação, cada integrante da Banca
Examinadora receberá do orientador uma cópia dos trabalhos a serem avaliados e
terá o prazo de 10 (dez) dias para sua leitura.
Artigo 16° - É expressamente proibido aos integrantes da Banca Examinadora tornar
público o conteúdo dos TCC’s sem a prévia autorização dos autores.
Capítulo VII
Da Aprovação
Artigo 17° - A aprovação na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II é
atribuição da Banca Examinadora designada pelo Orientador, nos termos do
Capítulo VI deste regulamento.
Artigo 18° - A aprovação em Monografia será feita em formulário próprio, a partir do
julgamento da qualidade do trabalho final apresentado. Cada membro da Banca
Examinadora atribuirá ao aluno uma nota de 0 (zero) a 10 (dez).
Artigo 19° - Considerar-se-á aprovado nas disciplinas TCC I e TCC II o aluno cuja
média (das notas atribuídas pelos três examinadores) seja igual ou superior a 5
(cinco). Não haverá argüição oral, mas o aluno poderá ser chamado por qualquer
componente da Banca Examinadora para esclarecimentos.
Capítulo VIII
Estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso
Artigo 20° - O Trabalho de conclusão de curso é composto dos seguintes itens:
a. Folha de rosto; contendo: Nome da Universidade, Faculdade e Departamento;
nome do autor, título do trabalho (e subtítulo se for o caso), nome do professor
orientador e ano;
b. Agradecimentos;
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c. Sumário - de 100 a 200 palavras, sintetizando o conteúdo principal do trabalho;
d. Índice - enumeração dos itens que compõem o trabalho, na ordem em que se
apresentam, com a indicação de páginas;
e. Relação de tabelas, gráficos e figuras;
f. Texto - conteúdo do trabalho propriamente dito, cuja primeira parte corresponde a
uma introdução, onde o autor define os objetivos pretendidos e as condições de
realização do trabalho. E, as outras partes correspondem ao desenvolvÁmento do
trabalho e as suas conclusões;
g. Notas explicativas - esclarecimentos
enumeradas em seqüência;
adicionais
julgados
convenientes,
h. Referência bibliográficas;
Apêndices ou anexos - material informativo adicional, considerado útil para
complementar o conteúdo do texto propriamente dito, tais como questionário
utilizados em pesquisa de campo, glossários de termos, detalhamento dos
procedimentos empregados etc;
Os itens "b" (agradecimentos), "e" (índices de tabelas), "g" (notas explicativas) e "i"
(apêndices ou anexos) são facultativos;
j. O autor poderá utilizar a forma resumida para citações no corpo do texto,
remetendo o leitor para as referências bibliográficas no final. Em qualquer hipótese,
as citações textuais deverão conter a referência completa, inclusive com indicação
de página da edição consultada.
k. Margens (superior, inferior, direita e esquerda) 3 cm.
l. papel A4.
Capítulo IX
Disposições Gerais
Artigo 21°. Este Regulamento entra em vigor no dia de sua aprovação, aplicando-se
aos alunos que ingressaram no curso a partir de março de 2010.
Artigo 22°. Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento devem ser
resolvidos pelo Colegiado de Curso de Administração.
Anexo A2 – Regulamentação das Atividades Complementares
O presente regulamento tem por finalidade definir as Atividades Complementares
oferecidas pelo Curso de Administração do Câmpus de Bonito, conforme legislação
em vigor.
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Capítulo I
Disposições Preliminares
Artigo 1º. Este regulamento disciplina o cumprimento das Atividades
Complementares de que trata a Resolução CNE/CES N° 4 de 13 de Julho de 2005 e
Resolução COUN/UFMS Nº 64 de 28 de Agosto de 2008 que aprovou a criação do
Curso de Administração do Câmpus de Bonito da Universidade Federal do Mato
Grosso do Sul e da Resolução PREG/UFMS n° 40 de 11 de fevereiro de 2010 que
aprovou o Projeto Pedagógico do curso.
Artigo 2º. As Atividades Complementares, como componentes curriculares
enriquecedoras, incluem práticas diversas de trabalho pedagógico e estudos das
atividades independentes, transversais, opcionais e interdisciplinares. Envolvem
também, de forma permanente e contextualizada, vivências acadêmicas que devem
possibilitar ao aluno o desenvolvimento progressivo compatíveis com as relações do
mercado de trabalho, estabelecidas ao longo do curso e notadamente integrando-as
às diversas peculiaridades regionais e culturais. As Atividades Complementares
contemplam a formação extra-classe do aluno.
Artigo 3º. As Atividades Complementares são obrigatórias para a integralização
curricular do Curso de Administração, com a carga horária inserida na estrutura
curricular do respectivo curso.
Artigo 4º. As atividades complementares devem ser desenvolvidas no decorrer do
curso, entre o primeiro e oitavo semestres, sem prejuízo da freqüência e
aproveitamento nas atividades do curso.
Artigo 5º. As Atividades Complementares serão comprovadas perante ao docente
responsável pela disciplina Atividades Complementares. As atividades
complementares podem incluir: participação em projetos de pesquisa, monitoria,
trabalhos de iniciação científica, participação em projetos de extensão, seminários,
simpósios, congressos, conferências, estudos desenvolvidos em cursos seqüenciais
ou em cursos de graduação e pós-graduação em Administração ou em áreas
correlatas, cursos e palestras on line, ações de extensão junto à comunidade e
atividades culturais que envolvam participação em exposições de artes plásticas,
cênicas, visuais, musicais, eventos desportivos, estágios não obrigatórios, nos
termos do Regulamento de Estágio Não-Obrigatório do Curso de Administração e
vínculo empregatício na área de formação específica comprovado mediante
relatórios de acompanhamento e referencial teórico.
§1° - No que tange ao vínculo empregatício, o acadêmico deverá apresentar ao
professor responsável pela disciplina Atividades Complementares, relatório
descritivo e analítico das atividades profissionais desenvolvidas, relacionadas a sua
área de formação.
Artigo 6º. O certificado de comprovação de participação em eventos deverá ser
expedido em papel timbrado da Instituição ou órgão promotor, com assinatura do
responsável e respectiva carga horária do evento.
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Parágrafo único: na ausência do certificado de
comprovação de participação, o acadêmico poderá
preencher um dos formulários contidos nos anexos deste
regulamento para apresentar ao professor/coordenador
das atividades complementares para análise e validação.
Artigo 7º. O cômputo total das atividades realizadas pelo aluno deverá ser igual ou
superior a 476 horas. Todas as atividades devem ser comprovadas pelos
organizadores das atividades, através de documento comprobatório que deverá ser
entregue ao professor responsável pela disciplina. A coordenação do curso de
Administração deverá fornecer a tabela que irá determinar como instrumento de
conversão para a integralização do exigido no Projeto Pedagógico do Curso.
Capítulo II
Dos Objetivos
Artigo 8°. As Atividades Complementares têm por objetivo:
I
-
favorecer a autonomia intelectual do estudante, promovendo sua
participação em atividades de estudos diversificados que
contribuam para a formação e atuação profissional, bem como
apoiar seu crescimento, não apenas teórico e técnico, mas
também humano e social;
II
-
flexibilizar o currículo pleno do curso por meio da ampliação dos
conhecimentos;
III
-
fomentar as habilidades e competências adquiridas fora do
ambiente escolar;
IV
-
aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica
dos alunos, buscando a integralização entre o corpo docente e o
discente;
V
-
incentivar a participação do estudante em projetos de extensão
universitária;
VI
-
estimular no estudante o exercício da reflexão e o desejo de
aprender, articulando os diferentes conteúdos a fim de
compreender o caráter mutável do conhecimento.
Capítulo III
Das Atribuições do Colegiado de Curso
Artigo 9°. Compete ao Colegiado do Curso:
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I
-
identificar, no Projeto Pedagógico do Curso, os objetivos e as
possibilidades de cumprimento das Atividades Complementares,
com vistas à formação profissional a ser oferecida e o perfil
esperado do egresso do Curso;
II
-
regulamentar o cumprimento das Atividades Complementares,
com base na carga horária total prevista na matriz curricular,
especificando os critérios de equivalência entre a carga horária
efetivamente cumprida no exercício de atividade de determinado
tipo/grupo, bem como a carga horária a ser considerada para fins
de validação como Atividade Complementar.
III
-
analisar os pedidos de reconsideração formulados pelos alunos
em relação ao indeferimento do cômputo das atividades.
Capítulo IV
Das Atribuições da Coordenação de Curso
Artigo 10°. Compete às Coordenações de Curso:
I
-
oportunizar, organizar e divulgar as Atividades Complementares
internas e externas;
II
-
incentivar a participação do aluno em eventos acadêmicos e
culturais organizados por outros órgãos que não somente aqueles
circunscritos à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul;
III
-
estabelecer vínculos com outros núcleos e órgãos internos e
externos, junto aos quais os estudantes possam desenvolver as
Atividades Complementares;
IV
-
organizar e divulgar, periodicamente, o calendário das Atividades
Complementares internas e externas;
V
-
fixar e divulgar a data limite para o recebimento da documentação
comprobatória das Atividades Complementares;
VI
-
designar um professor responsável
Atividades Complementares;
VII
-
validar as Atividades Complementares comprovadas por
documentação pertinente, para fins de registro nos históricos
escolares dos alunos, quanto ao total da carga horária computada
ao final do curso;
VIII -
encaminhar a documentação recebida dos alunos à Secretaria
Acadêmica Setorial da Unidade - Câmpus de Bonito para a
validação e arquivo, e, quando se tratar de alunos concluintes,
para que possa ser emitido o Certificado de Conclusão de Curso.
pela
supervisão
das
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Capítulo VI
Da Supervisão das Atividades Complementares
Artigo 11°. A supervisão das Atividades Complementares será realizada por
Professor Responsável designado pela Coordenação de Curso.
Parágrafo único. Quando a atividade a ser supervisionada
for o Estágio não obrigatório a supervisão será de
responsabilidade do presidente da COE ou um de seus
representantes.
Artigo 12°. Compete ao Professor Responsável pela Supervisão das Atividades
Complementares as seguintes atribuições:
I
-
executar as normas previstas neste Regulamento;
II
-
gerenciar todas
Complementares;
III
-
realizar reuniões com os alunos do curso com a finalidade de
orientá-los e prestar esclarecimentos referentes às Atividades
Complementares;
IV
as
questões
referentes
às
Atividades
receber e conferir a documentação comprobatória das Atividades
Complementares dos alunos nos prazos estabelecidos pela
Coordenação de Curso;
V
-
proceder a análise dos documentos recebidos e sua pertinência
como Atividade Complementar, atribuindo a carga horária, de
acordo com a tabela de convalidação e equivalência;
VI
-
proceder os registros referentes às Atividades Complementares e
demais atividades dela decorrentes, mantendo o cadastro
individual para o acompanhamento do desenvolvimento das
atividades executadas pelo aluno;
VII
-
emitir pareceres referentes à documentação apresentada pelo
aluno, fazer e encaminhar relatórios ao final do oitavo semestre
do curso das atividades desenvolvidas à Coordenação de Curso;
VIII -
propor à Coordenação de Curso a inclusão de novas atividades
acadêmicas, quando for o caso.
Capítulo VII
Das Obrigações do Aluno
Artigo 13°. Ao aluno compete:
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I
-
cumprir a carga horária estabelecida no Projeto Pedagógico do
Curso para a realização das Atividades Complementares;
II
-
apresentar ao Professor Responsável pela Supervisão das
Atividades Complementares, a documentação exigida, nos prazos
fixados pela Coordenação do Curso;
III
-
atender a todas as exigências presentes neste Regulamento.
Parágrafo único. É responsabilidade do aluno a
iniciativa, a realização e o gerenciamento das próprias
Atividades Complementares a serem cumpridas ao longo
de sua trajetória acadêmica na UFMS.
Artigo 14°. A escolha das Atividades Complementares é de responsabilidade do
aluno, considerando-se que seu objetivo é o enriquecimento do currículo pleno do
curso, permitindo-lhe ampliação de seus conhecimentos, tendo como objetivo a
formação integral do profissional-cidadão.
§ 1.º A execução de Atividades Complementares é componente curricular,
obrigatório, para a integralização curricular exigida no Curso de Administração da
UFMS, Câmpus de Bonito.
§ 2.º A escolha das Atividades Complementares deve ser realizada de acordo com
os grupos especificados no art. 5º deste Regulamento.
Artigo 15º. O aluno transferido de outra instituição de ensino para a UFMS deverá
apresentar à Coordenação do Curso os respectivos comprovantes das Atividades
Complementares cumpridas na instituição de origem.
Parágrafo único. Será exigido do aluno transferido o
cumprimento integral da carga horária das atividades
complementares estabelecidas para o curso, sendo
convalidadas as horas cumpridas em tais atividades
durante o período cursado na instituição de origem,
desde que comprovadas na documentação de
transferência.
Artigo 16°. Os alunos devem, à medida que forem cumprindo as Atividades
Complementares, desde a sua inserção no curso, apresentar a documentação
comprobatória ao Professor Responsável pela Supervisão das mesmas, quando
solicitado, a fim de que possam fazer o controle pessoal das horas praticadas em
data definida pela coordenação do curso.
Parágrafo único. Os
alunos
concluintes
devem
apresentar e validar as atividades para efeito de
Conclusão de Curso no prazo estipulado pela
coordenação de curso sob pena de reprovação na
disciplina.
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Capítulo VIII
Do Acompanhamento e Critério de Avaliação
Artigo 17°. O Professor Responsável pela Supervisão das Atividades
Complementares deve avaliar a documentação entregue pelo aluno, levando em
consideração os aspectos estabelecidos neste Regulamento.
Parágrafo único. Para efeito de contagem de horas, o
Professor Responsável pela Supervisão das Atividades
Complementares deve considerar a carga horária
correspondente, conforme estabelecido na Tabela de
Equivalência da Carga Horária para fins de Convalidação
das Atividades Complementares.
Artigo 18°. Para as Atividades Complementares promovidas pela UFMS ou
realizadas fora da Instituição, a carga horária será validada de acordo com a Tabela
de Equivalência da Carga Horária para fins de Convalidação das Atividades
Complementares, estabelecida pelo Colegiado do Curso.
Parágrafo único. Caso restem dúvidas quanto à
autenticidade dos documentos comprobatórios ou sobre a
pertinência do assunto sobre o qual versou a atividade, a
Coordenação do Curso pode negar a validade ou reduzir
a carga horária.
Artigo 19°. Para a obtenção do diploma, o aluno deve ter cumprido toda a carga
horária determinada às Atividades Complementares.
Artigo 20°. Havendo discordância acerca da avaliação da documentação realizada
pelo Professor Responsável pela Supervisão das Atividades Complementares e da
validação da carga horária pelo Coordenador de Curso, o aluno poderá apresentar
ao Colegiado de Curso requerimento fundamentado e coerente, juntamente com os
documentos comprobatórios.
Artigo 21°. A Secretaria Acadêmica do Câmpus de Bonito é responsável pelo
registro das informações prestadas pelo Coordenador de Curso, bem como do
arquivamento dos documentos comprobatórios das atividades realizadas juntamente
com toda a documentação do aluno.
Capítulo IX
Disposições Gerais
Artigo 22°. Este Regulamento entra em vigor no dia de sua aprovação, aplicando-se
aos alunos que ingressaram no curso a partir de março de 2010.
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Artigo 23°. Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento devem ser
resolvidos pelo Colegiado de Curso de Administração.
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Tabela de Equivalência para Atividades Complementares
Atividade
Descrição da Atividade
Apresentação de trabalhos em eventos da UFMS ou outras IES (Congresso,
Simpósio, Seminários etc)
Participação em Jornadas, Ciclos de Palestras, Ciclo de Debates, Oficinas,
Fóruns, Encontros, Palestras etc.
Exposições, Feiras, Mostras
Participação em eventos
Ministrar cursos, palestras, oficinas, mesa redonda sem remuneração
Vídeos comentados, peças teatrais, cinemas, recitais, Leitura de livros etc.
Atividades Sócio-Culturais
Cursos de Extensão
oferecidos pelas IES
Publicações
Projetos de Iniciação
Científica
Disciplinas Extracurriculares
Festas folclóricas/culturais, musicais, exposições de artes, atividades desportivas
Trabalhos Voluntários
Estágio
Atividades ExtraCurriculares
Atividades on line
Monitoria de Ensino
Visitas Técnicas
Participação em projeto de
pesquisa
Vínculo empregatício
Cursos diversos
Publicações de artigos científicos
Equivalência em Horas de Cada atividade complementar
12 horas na área em que o acadêmico está matriculado
6 horas em outras áreas
6 horas na área em que o acadêmico está matriculado
3 horas em outras áreas
8 horas na área em que o acadêmico está matriculado
4 horas em outras áreas
10 horas na área em que o acadêmico está matriculado
5 horas em outras áreas
2 horas por atividade
3 horas para participante
8 horas para organizador/coordenador
20 horas na área em que o acadêmico está matriculado
10 horas para outras áreas
40 horas por publicação
Projeto de IC na área do curso
Serão consideradas disciplinas que contemplem a área geral do curso na
graduação ou pós graduação
Trabalhos voluntários em projetos de extensão promovidos pela UFMS ou outras
instituições
Estágio Não Obrigatório na área do curso
20 horas por projeto concluído
20 horas na área em que o acadêmico está matriculado
10 horas em outras áreas
Campanhas, Concursos
Palestras, Vídeo conferências, Fóruns de Discussão
Monitoria não remunerada
Visitas Técnicas orientadas por professores/técnicos da UFMS
5 horas por atividade
3 horas por atividade
20 horas por mês
10 horas por visita
Participação em projetos de pesquisa orientados
Vínculo empregatício na área de formação
20 horas por projeto
30 horas por semestre
4 horas por projeto
30 horas por mês
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Fichas de Controle das Atividades Complementares
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
Série:
R. A.
Ano:
Turno:
ALUNO
Data
Dd/mm/aa
Atividade
Comprovante
Horas
FICS
Assinatura
do Coordenador do Curso
CARGA HORÁRIA TOTAL:
Espaço reservado ao Coordenador da Disciplina
Total Geral de horas:
Avaliação:
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do aluno:
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
A T I V I D A D E S C OM P L E M E NT AR E S
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
Modalidade da atividade:
Justificativa para aproveitamento do conteúdo
Instituição ou local do cumprimento da atividade:
Endereço:
Documentos anexos:
DESCRIÇÃO, SINOPSE OU RELATÓRIO DETALHADO DA ATIVIDADE:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do presente relatório:
Parecer da Coordenação:
Deferido (
)
Indeferido (
)
Nº de horas: (
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)
Data:
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do Coordenador de Curso:
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, SIMPÓSIOS, EXPOSIÇÕES ...
Modalidade do evento:
Título:
Promotor:
Documento(s) anexado(s):
Local:
Data:
Horário:
Temática do evento:
Relevância do evento para sua formação específica, acadêmica e/ou cultural:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do relatório:
Despacho da Coordenação:
Validado:
(
)
Invalidado:
(
)
Nº de horas atribuídas
(
)
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Data
Assinatura do Coordenador da Disciplina::
Assinatura do Coordenador de Curso:
65
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
MUSEU
Nome do museu:
Promotor
Principais artistas e/ou obras expostas
Documento(s) anexado(s):
Local:
Data:
Horário:
Síntese da proposta do museu ou exibição:
Relevância do evento para sua formação específica, acadêmica e/ou cultural:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do relatório:
Despacho da Coordenação:
Data
Validado:
(
)
Invalidado:
(
)
Nº de horas atribuídas
(
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do Coordenador de Curso:
66
)
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
CURSOS
Denominação do curso:
Instituição:
Endereço:
Carga horária:
Período:
Documento(s) anexado(s):
Local:
Data:
Horário:
Conteúdo:
Relevância do evento para sua formação específica, acadêmica e/ou cultural:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do relatório:
Despacho da Coordenação:
Data
Validado:
(
)
Invalidado:
(
)
Nº de horas atribuídas
(
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do Coordenador de Curso:
67
)
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
TEATRO, CINEMA
Título da Peça / filme:
Autor:
Principais atores:
Documento(s) anexado(s):
Local:
Data:
Horário:
Resumo da obra:
Relevância do evento para sua formação específica, acadêmica e/ou cultural:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do relatório:
Despacho da Coordenação:
Data
Validado:
(
)
Invalidado:
(
)
Nº de horas atribuídas
(
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do Coordenador de Curso:
68
)
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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Câmpus de Bonito
REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Aluno:
Curso:
R. A.
Série:
Turno:
Ano:
PALESTRA
Título palestra:
Promotor:
Nome e qualificação do palestrante:
Documento(s) anexado(s):
Local:
Data:
Horário:
Temática da palestra:
Relevância do evento para sua formação específica, acadêmica e/ou cultural:
Data:
Assinatura do aluno:
Responsável pela conferência do relatório:
Despacho da Coordenação:
Data
Validado:
(
)
Invalidado:
(
)
Nº de horas atribuídas
Assinatura do Coordenador da Disciplina:
Assinatura do Coordenador de Curso:
(
)
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Anexo III – Estágio não Obrigatório
INTRODUÇÃO
De acordo com Anexo da Resolução Nº155, Coeg, de 11 de setembro de 2009, o estágio na
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) é um ato educativo supervisionado,
desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação do acadêmico para a atividade
profissional, integrando os conhecimentos técnico, prático e científico dos acadêmicos, permitindo a
execução dos ensinamentos teóricos e a socialização dos resultados obtidos, mediante intercâmbio
acadêmico-profissional.
A realização do estágio não acarretará vínculo empregatício de qualquer natureza, desde que
observados os seguintes requisitos: a) matrícula e freqüência regular do acadêmico, em curso de
graduação; b) celebração do Termo de Compromisso entre o acadêmico, a concedente de estágio e a
UFMS; c) compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e àquelas previstas no
Termo de Compromisso. É vedada, no exercício do estágio, a realização de qualquer atividade em
área não compatível com o curso, que deverá, também, ter acompanhamento efetivo do Professor
Orientador da UFMS e do Supervisor de Estágio da concedente.
Ainda conforme o anexo da Resolução supramencionada, todos os cursos presenciais e à
distância deverão possuir uma Comissão de Estágio (COE) que coordenará as modalidades de
estágio no âmbito dos mesmos, de forma que tais modalidades devem estar previstas nos Projetos
Políticos Pedagógicos dos cursos de graduação da UFMS.
Para o curso de graduação em
Administração da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Câmpus de Bonito, a modalidade de
estágio contemplada no Projeto Político Pedagógico do referido curso é a de estágio não obrigatório,
definido como sendo “aquele de natureza opcional, com a finalidade de complementar os
conhecimentos teóricos do acadêmico”.
2
OBJETIVOS
O objetivo geral do estágio supervisionado não obrigatório é contribuir, de forma
complementar, para a formação de administradores qualificados e comprometidos com as atividades
de gestão, aplicando e vinculando os conhecimentos acadêmicos à vida e ao trabalho. Para tanto,
objetiva-se especificamente:
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•
Auxiliar a formação de acadêmicos com visão multidisciplinar e de liderança, destacando-se
por uma postura crítica, holística, criativa, inovadora, empreendedora e, calcada em valores
éticos, propícia ao exercício de atividades com eficiência;
•
Possibilitar a construção de competências e habilidades para trabalhos em estudos
administrativos, organizacionais, estratégicos, qualitativos e quantitativos nas diversas áreas
da administração;
•
Acrescentar ao currículo a possibilidade do ensino articulado com a pesquisa e a extensão,
flexível e plural, exercitando uma sólida formação teórico-empírica, considerando as
peculiaridades do mercado de atuação do profissional;
•
Difundir os conhecimentos e as práticas na área de administração e negócios no âmbito do
estado de Mato Grosso do Sul e, mais especificamente, no município de Bonito.
3
CARGA HORÁRIA
Poderá realizar o estágio não obrigatório o acadêmico regularmente matriculado no curso
de graduação em Administração da UFMS, Câmpus de Bonito, a partir do terceiro semestre
letivo. O número de horas previstas para a realização do estágio deverá ser compatível com a
grade horária do curso, evitando prejuízo à integralização curricular. É vedada a realização de
estágios simultâneos, bem como a realização das atividades de estágio em horário das disciplinas
em que o acadêmico estiver matriculado.
A carga horária do estágio não obrigatório não deverá ultrapassar seis horas diárias e
trinta horas semanais. O estágio relativo a cursos que alternam teoria e pratica, nos períodos em
que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até oito horas diárias e até
quarenta horas semanais. Nas datas de provas ou exames do curso, a carga horária do estágio será
reduzida pelo menos à metade, conforme estipulado no Termo de Compromisso.
Toda carga horária referente à execução do estágio não obrigatório poderá ser convertida
em horas de Atividades Complementares do curso, de acordo com a tabela de equivalência
constante na Regulamentação específica da disciplina (anexa ao Projeto Político Pedagógico do
curso).
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4
CAMPOS DE ESTÁGIO
Constituem campos de estágio não obrigatório as entidades de direito privado, os órgãos
da administração pública, as instituições de ensino e/ou pesquisa, a própria unidade da UFMS e
os profissionais liberais de nível superior, devidamente registrados em seus respectivos conselhos
de fiscalização profissional, desde que possuam relação direta com o currículo do curso de
graduação em Administração e que apresentem condições para:
•
Planejamento e execução das atividades de estágio juntamente com as partes envolvidas;
•
Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos;
•
Vivência efetiva de situações reais de trabalho, no campo profissional;
•
Avaliação.
A realização do estágio dar-se-á mediante Termo de Compromisso celebrado entre o
acadêmico e a concedente de estágio, com interveniência obrigatória da UFMS, no qual serão
definidas as condições para o estágio e o Plano de Atividades do Estagiário, constando menção
expressa ao Acordo de Cooperação.
Somente poderá ser dispensado o Acordo de Cooperação quando a concedente de estágio
for profissional liberal, sendo responsabilidade da COE a averiguação dos requisitos técnicos e
legais para a celebração do Termo de Compromisso.
A concedente do estágio deverá também contratar, em favor do estagiário, seguro contra
acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com os valores de mercado, devendo constar, no
Termo de Compromisso, o número da apólice.
5
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO
O estágio não obrigatório fundamenta-se em atividades de observação e participação no
contexto da organização em que o acadêmico desenvolve suas funções de estagiário, desde que
observada a compatibilidade da área com o curso de Administração, considerando o constante
preenchimento de relatórios de atividades de estágio, a serem apresentados quando da execução
do mesmo.
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6
FORMAS DE SUPERVISÃO
É dever da concedente do estágio apresentar profissional para a supervisão das atividades
a serem desenvolvidas pelo acadêmico no campo de trabalho. A formação do Supervisor de
Estágio deverá ser compatível com a área de conhecimento ou afim ao curso de Administração,
devendo este atuar em consonância com o Professor Orientador da UFMS.
A Supervisão do estágio não obrigatório será feita de forma direta pelo Supervisor de
Estágio e indireta pelo Professor Orientador, através da apresentação dos relatórios de atividades,
com anuência final da Presidência da Comissão de Estágio (COE).
7
ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DO PROFESSOR ORIENTADOR, DO
SUPERVISOR DE ESTÁGIO E DO ESTAGIÁRIO
7.1
Atribuições e Responsabilidades do Professor Orientador
A orientação de estágio não obrigatório dar-se-á por meio da modalidade indireta, através
de contatos esporádicos com o estagiário e com o Supervisor de Estágio, relatórios e, sempre que
possível, visitas aos campos de estágio. O Professor Orientador do Estágio é indicado pela
Comissão de Estágio (COE) devendo, obrigatoriamente, ser professor do curso de Administração,
e a ele compete:
• Orientar os acadêmicos na escolha da área e campo de estágio;
• Participar de reuniões, quando convocado pela COE;
• Orientar a elaboração de Planos de Atividades do Estagiário;
• Acompanhar, orientar e avaliar estagiários;
• Visitar o local de estágio, esporadicamente, sem prévio aviso;
• Exigir da concedente de estágio e do estagiário, os Relatórios Parciais e Final de Atividades;
• Encaminhar à COE os Relatórios Parciais e Final de Atividades;
• Emitir relatório circunstanciado quando houver indício de desvirtuamento do estágio, e
encaminhar à COE.
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7.2
Atribuições e Responsabilidades do Supervisor de Estágio
A supervisão de estágio compreende o acompanhamento direto do acadêmico na prática de
suas atividades no local do estágio, durante o período integral de sua realização. O Supervisor de
Estágio deverá ter formação ou experiência profissional na área de conhecimento ou afim ao curso
de Administração, e a ele compete:
• Acompanhar e supervisionar os acadêmicos no campo de estágio;
• Auxiliar o acadêmico na execução dos Planos de Atividades do Estagiário;
• Avaliar o desempenho do estagiário;
• Participar da elaboração dos Relatórios Parciais e Final de Atividades;
• Comunicar à COE quando houver indício de desvirtuamento do estagiário.
7.3
Atribuições e Responsabilidades do Estagiário
Para realizar o estágio não obrigatório o acadêmico deverá:
•
Buscar informações de vagas, com orientação da COE;
•
Levantar as informações necessárias para preencher o Termo de Compromisso em três vias, e
elaborar o Plano de Atividades do Estagiário, assessorado pelo Professor Orientador e pelo
Supervisor de Estágio;
•
Entregar o Termo de Compromisso e o Plano de Atividades do Estagiário à COE,
devidamente preenchidos e assinados;
• Cumprir rigorosamente as etapas previstas para a realização do estágio;
• Cumprir as normas, os cronogramas e os horários pré-estabelecidos pelo Professor
Orientador e Supervisor de Estágio;
• Comunicar, por escrito, ao Professor Orientador as dificuldades teóricas e operacionais
que encontrar na organização para o cumprimento das atividades previstas;
• Empenhar-se na busca e assessoramento necessários ao desempenho de suas atividades;
• Preencher relatórios conforme cronograma e determinação do Professor Orientador do
Estágio;
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• Participar dos encontros estabelecidos para orientação e acompanhamento dos Estágios,
bem como realizar as tarefas que lhes forem atribuídas pelo Professor Orientador;
• Cumprir integralmente as normas estabelecidas neste regulamento.
8
CRITÉRIOS E METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO
ESTAGIÁRIO
O acadêmico deverá preencher e entregar para o Professor Orientador os Relatórios
Parciais e Final de Atividades, considerando que:
• Os Relatórios Parciais de Atividades do acadêmico devem ser elaborados e entregues ao
final de cada semestre letivo, ou em intervalo menor, se solicitado pelo Professor
Orientador de Estágio. Esse mesmo relatório parcial contará com campo específico para o
Supervisor de Estágio na empresa, caso o mesmo queira manifestar-se;
• A ausência de Relatórios Parciais de Atividades inviabilizará o aproveitamento do estágio,
mesmo que o acadêmico venha a entregar o Relatório Final;
• A concedente de estágio poderá preencher campo específico do Relatório Parcial
entregando-o ao Professor Orientador, em modelo próprio fornecido pela COE;
•
Por ocasião do encerramento do estágio, a concedente de estágio deverá entregar a
Avaliação Final juntamente do Relatório Final do acadêmico, com indicação resumida das
atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho.
9
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS DE ESTÁGIOS
9.1
Normas para elaboração de Relatórios Parciais de Estágio
Para o desenvolvimento do estágio não obrigatório, a entrega dos Relatórios Parciais
deverá ser efetuada junto ao Professor Orientador de Estágio ao final de cada semestre letivo, ou
em prazo menor se este julgar necessário, contendo os seguintes itens:
•
Capa e Sumário;
1. Caracterização da concedente do estágio;
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2. Objetivos do estágio;
3. Atividades desenvolvidas;
4. Resultados esperados;
5. Cronograma;
•
Nome e assinatura do estagiário, do Supervisor de Estágio e do Professor Orientador de
Estágio, local e data.
O acadêmico deverá encaminhar, até a data estabelecida, 03 (três) cópias de seu Relatório
Parcial de Estágio (ficando uma como o Supervisor de Estágio, uma com o Professor Orientador
e outra arquivada junto à COE).
9.2
Normas para elaboração de Relatório Final de Estágio
Para o desenvolvimento do estágio não obrigatório, a entrega do Relatório Final deverá ser
efetuada junto ao Professor Orientador de Estágio por ocasião do encerramento do estágio, ao
final do curso ou em caso de rescisão unilateral do Termo de Compromisso, contendo os
seguintes itens:
•
Capa, Sumário e Agradecimentos (opcional);
1.
Introdução:
Objetivos;
Justificativa;
2. Caracterização da concedente;
3. Resultados;
4. Conclusões e Recomendações;
•
Referências;
•
Apêndices;
•
Nome e assinatura do estagiário, do Supervisor de Estágio e do Professor Orientador de
Estágio, local e data.
O acadêmico deverá encaminhar, até a data estabelecida, 03 (três) cópias de seu Relatório
Final de Estágio (ficando uma como o Supervisor de Estágio, uma com o Professor Orientador e
outra arquivada junto à COE).
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10
SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Os Relatórios Parciais e Final servirão de subsídio para aprovação ou não do acadêmico
no estágio não obrigatório. Caberá ao Professor Orientador exigir da concedente do estágio e do
estagiário os Relatórios Parciais, ao final de cada semestre letivo, ou em prazo menor se julgar
necessário, e o Relatório Final, por ocasião do encerramento do estágio, ao final do curso ou em
caso de rescisão unilateral do Termo de Compromisso. A ausência ou a inadequação dos
Relatórios Parciais e Final inviabilizará o aproveitamento das atividades e horas de estágio.
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APÊNDICES
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APÊNDICE A - MODELO DE CARTA DE AUTORIZAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO (A
SER EXPEDIDA PELA CONCEDENTE)
Cidade,____________de___________ de 2009.
À
COMISSÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
At. Pof. ( colocar nome do Professor)
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul- UFMS
Bonito-MS
Prezado(a) Professor(a),
Vimos através desta comunicar que o(a) acadêmico(a) (nome completo do acadêmico), portador do
documento de Registro Geral de número (apresentar número de RG) e CPF de número (colocar número de
CPF) está autorizado(a) a realizar as atividades pertinentes ao Estágio Supervisionado Não Obrigatório em
Administração no(a) (nome da concedente), no período de (data de realização do estágio), totalizando carga
diária de (especificar, lembrando que não podem ultrapassar 06 horas diárias).
A(s) atividade(s) de Estágio Supervisionado Não Obrigatório será(ão) desenvolvida(s) no(s) seguinte(s)
setor(es): (relacionar setor(es) onde se estagiará) e supervisionada(s) pelo(a) Sr.(a) (nome do supervisor de
estágio), cuja(s) formação(ões) profissional(is) é (São) (especificar formação profissinal do supervisor).
Local e data
Carimbo e Assinatura
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APÊNDICE B – MODELO DE RELATÓRIO PARCIAL DE ATIVIDADES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL
CÂMPUS DE BONITO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
(NOME DO ESTAGIÁRIO)
RELATÓRIO
PARCIAL
DE
ATIVIDADES
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
(Nome do Professor Orientador de Estágio)
BONITO – MS
(MÊS/ANO)
DE
ESTÁGIO
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SUMÁRIO
1 CARACTERIZAÇÃO DA CONCEDENTE ...................................................................................................
2 OBJETIVOS DO ESTÁGIO ............................................................................................................................
3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS .................................................................................................................
4 RESULTADOS ESPERADOS .........................................................................................................................
5 CRONOGRAMA..............................................................................................................................................
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1
CARACTERIZAÇÃO DA CONCEDENTE
Neste item deverão ser apresentadas as características gerais da empresa,
órgão ou instituição onde o estágio está sendo realizado, os produtos ou serviços, o
número de empregados, a estrutura organizacional, as características do mercado e da
concorrência; deverá ser detalhada, também, a estrutura e a organização do
setor/departamento/gerência onde o acadêmico desenvolve suas atividades, assim
como outras informações relevantes sobre o contexto onde o trabalho está sendo
realizado.
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2
OBJETIVOS
Informar o objetivo geral e os objetivos específicos que se pretende atingir com a
realização do estágio não obrigatório.
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3
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Relato detalhado, com base nas etapas previstas no Plano de Atividades do
Estagiário, de todas as atividades desenvolvidas, os serviços executados, destacando,
também, os trabalhos idealizados aproveitados ou não pela concedente.
.
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4
RESULTADOS ESPERADOS
Detalhar quais as etapas que serão desenvolvidas, bem como os resultados
previstos, e quais as alterações que ocorreram desde a elaboração do Plano de
Atividades do Estagiário.
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5
CRONOGRAMA
Síntese das etapas e dos prazos previstos para a execução das atividades
programadas.
Exemplo:
ETAPAS
Set./09
Out./09
Nov./09
_________________________________,_____de______________2009.
____________________________
Assinatura do Estagiário
_____________________________
Assinatura do Professor Orientador
_______________________________
Assinatura do Supervisor de Estágio
Dez./09
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APÊNDICE C – MODELO DE RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL
CÂMPUS DE BONITO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
(NOME DO ESTAGIÁRIO)
RELATÓRIO
FINAL
DE
ATIVIDADES
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
DE
(Nome do Professor Orientador de Estágio)
BONITO – MS
(MÊS/ANO)
ESTÁGIO
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................................
1.1 OBJETIVOS DO ESTÁGIO ................................................................................................
1.2 RELEVÂNCIA DO ESTÁGIO ............................................................................................
2 CARACTERIZAÇÃO DA CONCEDENTE........................................................................
3 RESULTADOS .....................................................................................................................
4 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES ............................................................................
REFERÊNCIAS.......................................................................................................................
ANEXOS/APÊNDICES ..........................................................................................................
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3
1 INTRODUÇÃO
Na Introdução o acadêmico deve mencionar os objetivos do estágio, a relevância
e/ou justificativa do trabalho para a formação acadêmica e como o Relatório será
estruturado e apresentado.
OBJETIVOS DO ESTÁGIO
JUSTIFICATIVA DO ESTÁGIO
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4
2 CARACTERIZAÇÃO DA CONCEDENTE
Descrição da entidade concedente (neste item deverão ser apresentadas as características
gerais da empresa onde o estágio foi realizado, os produtos ou serviços, o número de
empregados, a estrutura organizacional, as características do mercado e da concorrência; deverá
ser detalhada, também, a estrutura e a organização do setor/departamento/gerência onde o
acadêmico desenvolve suas atividades, assim como outras informações relevantes do contexto
onde o trabalho está sendo realizado).
.
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5
3 RESULTADOS
Relatar detalhadamente, com base nas etapas previstas no Plano de Atividades de Estágio,
todas as atividades desenvolvidas durante o estágio. Nesta etapa, deve-se descrever não apenas as
atividades realizadas, mas também como foram realizadas e os resultados obtidos à luz de
conhecimentos teóricos adquiridos no curso de graduação.
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4 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
Na Conclusão deve-se destacar as principais contribuições do estágio para o
desenvolvimento pessoal e profissional, além das principais dificuldades e obstáculos na
realização das tarefas. Com relação ao desenvolvimento profissional, deve-se mencionar,
além dos conhecimentos práticos adquiridos, a relação com o conteúdo das disciplinas do
curso. Por sua vez, no desenvolvimento pessoal, sugere-se enfatizar como a experiência do
estágio contribuiu para o seu crescimento pessoal e profissional. Nas recomendações finais,
devem ser sugeridas novas formas de realização das atividades na unidade onde foi realizado
o estágio, de forma a contribuir com a empresa.
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REFERÊNCIAS
Aqui deve-se apresentar a relação de fontes (livros, artigos, monografias, material da
internet etc.) citadas ao longo do relatório. As referências deverão ser feitas de acordo com as
regras da ABNT (NBR 6023 e NBR 10520). Na bibliografia final listar em ordem alfabética
todas as fontes consultadas, conforme exemplo abaixo:
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. 9. ed.
São Paulo: Atlas, 2007.
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ANEXOS/APÊNDICES
Documentos elaborados, formulários utilizados, cópias ou outras amostras que
ilustrem as atividades desenvolvidas.
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APÊNDICE D - MODELO DE DECLARAÇÃO DE ESTÁGIO
(a ser fornecido pela empresa em papel timbrado)
DECLARAÇÃO
Declaro
para
fins
administrativos
e
educacionais,
que
o(a)
Sr.
(a)______________________________realizou atividades referentes ao Estágio Supervisionado
Não Obrigatório em Administração na(o) (colocar a razão social, CNPJ e endereço), no período
de ____a___de_______________de (ano), em um total de___________dias e_________horas.
Vale destacar que o estágio foi supervisionado pelo(a) Sr(a)(colocar nome do responsável
pelo estágio e função do mesmo na empresa) e desenvolveu-se no(s) seguinte(s) setor(es)
(relacionar o nome dos setores estagiados).
Nada mais tendo a declarar e por ser verdade a presente, subscrevo-me.
Local e data
Assinatura e Carimbo
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APÊNDICE E - MODELO DE AVALIAÇÃO FINAL DO DESEMPENHO DO(A)
ESTAGIÁRIO(A) PELA CONCEDENTE
1) IDENTIFICAÇÃO:
Nome do(a) acadêmico(a):___________________________________________
Nome da concedente:_______________________________________________
Endereço:_________________________________________________________
Telefone: ( )______________________Fax: ( )__________________________
CEP:_____________________________________________________________
Cidade/UF:________________________________________________________
Nome do Supervisor :________________________________________________
Período de Estágio:________/______/_______ a _______/_______/________
Carga horária total:
2) ATIVIDADES DESENVOVIDAS:
Início
Final
Total de horas
Descrição
3) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO:
O Supervisor de Estágio deverá atribuir conceitos para cada um dos aspectos a serem
avaliados, conforme abaixo:
AMB
AB
A
AP
NA
Atende muito bem
Atende bem
Atende
Atende parcialmente
Não atende
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NOME(S) DO(S) SETOR(ES)
ASPECTOS AVALIADOS
Nível de conhecimento adquirido
Pontualidade e Assiduidade
Criatividade Profissional
Nível de Participação nas Atividades
Relacionamento Profissional e Interpessoal
Cumprimento das Normas Administrativas
Qualidade das atividades realizadas
Comportamento Ético
Iniciativa e Dinamismo
__________________________________,_____de______________2009.
____________________________
Assinatura do Estagiário
_____________________________
Assinatura do Professor Orientador
_______________________________
Assinatura do Supervisor de Estágio
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APÊNDICE F - CONTROLE DIÁRIO CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO
Estagiário(a):___________________________________________RGA:_______
Data
Hora
Visto
Hora intervalo
Entrada
Às
02
Às
03
Às
04
Às
05
Às
06
Às
07
Às
08
Às
09
Às
10
Às
11
Às
12
Às
13
Às
14
Às
15
Às
16
Às
17
Às
18
Às
19
Às
20
Às
21
Às
22
Às
23
Às
24
Às
25
Às
reservado
para
Visto
Saída
01
Espaço
Hora
observações
por
parte
da
Total
Setor
Obs.
Horas
concedente
(preenchimento
opcional):_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_____________,___/____/2009
Supervisor de Estágio
(Nome e Assinatura)
Download

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Câmpus de Bonito