Lição 2 5 a 10 de outubro O Rompimento da Ordem Estabelecida por Deus “Ele é antes de todas as coisas, e nEle tudo subsiste” (Cl 1:17, NVI). Prévia da semana: A lei de Deus foi dada para nosso bem e para nosso benefício. Precisamos da lei a fim de saber como viver corretamente. Domingo, 5 de outubro Ainda há esperança 1. O que Ezequiel 28:14-17 diz sobre a origem do pecado? Qual era a função de Lúcifer antes de cair? Ao contrário de Deus, que é eterno, o mal e o pecado tiveram um início; isto é, houve um tempo em que eles não existiam. Por ser Deus amor e santidade, e tudo o que Ele criou ser bom, o pecado não se originou nEle. Ezequiel deixa claro que o pecado começou misteriosamente em uma criatura, Lúcifer, que foi criada boa: “Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você” (Ez 28:15, NVI). “Inculpável” (ou “completo”) descreve a integridade dessa criatura quando saiu das mãos do Criador. – João, vou viajar para fora do estado durante as próximas semanas; vou deixar tudo aos seus cuidados, porque você já demonstrou para todos nós ser uma pessoa de confiança. – Obrigado, senhor, por sua confiança em mim. Certamente, não irei desapontá-lo! – João olhou diretamente para os olhos do Sr. Bindy ao responder. Alguns dias mais tarde, o Sr. Bindy viajou, como havia dito. Isso era exatamente o que João desejava; ele agora tinha a chance perfeita de executar seu plano. Ele queria ocupar a posição do Sr. Bindy na organização. Achava que podia fazer um trabalho muito melhor que ele, e precisava fazer com que os outros soubessem disso. Então, começou a ir de escritório em escritório, falando com os funcionários sobre as coisas que precisavam melhorar. Ele achava defeito até naquilo que era bom no Sr. Bindy. Começou a dizer a outros que o Sr. Bindy achava que sabia tudo sobre como dirigir um negócio e que ele queria ensinar a todo mundo como fazer seu trabalho. A princípio, nem todos os membros da organização apoiaram João; mas pouco a pouco ele começou a fazer com que as pessoas pensassem como ele. Assim, nos dias seguintes, ele tentou ao máximo tratar dos problemas que o Sr. Bindy ainda não tinha podido tratar, esperando que na reunião geral seguinte os funcionários votariam nele para gerente, em vez de votar no Sr. Bindy. Satanás basicamente fez a mesma coisa que o Sr. João, só que com astúcia muito maior. Ele trabalhou diligentemente para ganhar o coração dos seres celestiais, retratando Deus como alguém que os criara só para louváLo e glorificá-Lo. Pintou um quadro que retratava Deus como injusto; e até tentou chamar Deus de senhor de escravos. Infelizmente, ele influenciou um terço dos anjos. Hoje em dia, esses anjos o ajudam a tentar os seres humanos a viver contra a vontade de Deus. Em Sua Palavra, Deus nos disse como devemos viver, mas Satanás tenta nos convencer de que há um modo de viver melhor, mais fácil e muito mais agradável. Muitos caem nessas tentações, porque ele executa seus planos de maneira que as pessoas creiam neles. À medida que os anos passam, suas tentações se tornam cada vez mais enganadoras. A lição desta semana nos fala mais sobre Satanás – o que ele tem feito e ainda está fazendo. Mas também nos fala que ainda há esperança em Jesus. Treasha Toussaint-Massicotte | Roseau, Dominica, Antilhas Segunda, 6 de outubro Do Sr. Bom para o Sr. Mau 2. Como Isaías descreveu as verdadeiras intenções do querubim rebelde? O que estava em seu coração? Qual era seu motivo real? Is 14:13, 14 3. Como a serpente enganou Eva a respeito de Deus? Gn 3:4, 5 Satanás buscou atacar o caráter de Deus. Ele disse, basicamente, que Deus era um ser fundamentalmente egoísta, que limitava o desenvolvimento de Suas criaturas inteligentes, mantendo-as em involuntária submissão através da ameaça de morte. Seu ataque no Céu contra Deus estava agora sendo transferido a este planeta. Sempre fiquei pensando: “Como o pecado pôde se originar no coração de um ser santo e perfeito num Céu sem pecado”? Embora seja algo difícil de entender, a Bíblia e o Espírito de Profecia testificam desse fato e, ao olharmos para o mundo hoje, é evidente que houve um grave rompimento no perfeito plano de Deus. Conquanto os cristãos aceitem isso pela fé, trata-se de algo sobre o qual desejo perguntar a Deus no Céu. Ellen G. White pinta um quadro mais claro do que realmente aconteceu no Céu. “O pecado originou-se na busca dos próprios interesses. Lúcifer, o querubim protetor, desejou ser o primeiro no Céu. Procurou dominar os seres celestiais, afastá-los de seu Criador, e receber deles as homenagens. Portanto, apresentou falsamente a Deus, atribuindo-Lhe o desejo de exaltação própria” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 21, 22). Como resultado, foi expulso, como também aqueles que a ele se uniram. Lúcifer se esforçou para desviar os anjos e para representar mal a Deus a fim de tomar Seu lugar. Embora tenha sido expulso do Céu, ele ainda continua a fazer isso. Sabe que não pode ter o Céu porque seu poder é inferior ao de Deus. Contudo, continua a lutar, não por um Céu físico, mas para desviar de Deus os corações. Pedro nos adverte desse fato: “Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar” (1Pe 5:8, NVI). Mas Satanás ainda está travando uma batalha perdida. Deus disse a ele: “Mas às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo!” (Is 14:15, NVI). Sim, Deus terá a palavra final. “Tão grande era Seu amor pelo mundo, que consentiu em entregar Seu Filho unigênito ‘para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’” (Ibid., p. 22). O ato de rebelião de Satanás contra Deus e Seu plano perfeito entristece todo o Universo, pois tem causado dor, sofrimento e tentação de todos os tipos, especialmente para aqueles que se esforçam para seguir a Cristo. Mas, no fim, Deus prevalecerá, e o diabo será “lançado no lago de fogo que arde com enxofre” (Ap 20:10, NVI). Então, uma vez mais, o bem reinará. E desta vez reinará para sempre, pois Satanás e o mal serão exterminados para toda a eternidade. Ethan Baptiste | Kingstown, St. Vincent, Antilhas Terça, 7 de outubro O poder santificador de Cristo 4. Qual é a relação entre o amor de Deus e Sua lei? Mt 22:37-40; Jo 3:16; 14:15, 21; 1Jo 5:3 Em contraste com a obediência amorosa, existe a ilegalidade (veja 1Jo 3:4). A palavra ilegalidade se refere a uma atitude profundamente arraigada no coração dos rebeldes. Fala de caos e anarquia como substitutos da lei divina, que representa o caráter de Deus. 5. Leia a ordem de Deus e as palavras de Satanás para Adão e Eva (Gn 2:17; 3:4, 5). Que é possível entender essa contradição? A obediência do primeiro casal à ordem divina mostraria que eles estavam escolhendo livremente a vida eterna com Deus. Foi essa vontade divina claramente expressa que Satanás atacou e a que se opôs, oferecendo, em seu lugar, total “independência” de Deus. Essa foi sua meta básica no Céu: independência da vontade divina, ser sua própria lei, sem responsabilidade para com ninguém. A sociedade está saturada da ética pós-moderna, a qual dá a entender que a salvação pode ser obtida através de vários meios. Como, então, podem os cristãos continuar confiantemente a crer no conceito de substituição com base em quem Cristo é, no que Ele fez e no que Ele continua a fazer? A salvação é pessoal (1Jo 1:7). Qualquer pessoa que deseje ser salva precisa estar numa relação de compromisso com Cristo. Leia 1 João 1:7. A palavra “se” nesse verso estabelece um elemento condicional. João habilmente traça a relação de conseqüência que existe entre andar e não andar na luz. Assim ele declara que aqueles que vivem na luz são completamente opostos aos que não vivem. Os psicólogos do comportamento nos dizem que este é determinado pela experiência, e que tais experiências moldam a personalidade. Portanto, a personalidade é resultado da experiência. Dessa forma, aquilo em que estamos nos tornando depende em grande parte de nossas experiências. Certa vez, vi um anúncio que dizia: “Você é o que come.” Por extensão, podemos dizer que somos o que cremos, e que nosso estilo de vida representa nossa pessoa, o qual é evidência dos princípios que nos governam. Em 1 João 1:7, a palavra “andamos” está no tempo presente ativo, e uma vez que o sujeito está praticando a ação, a responsabilidade de andar na luz pertence ao indivíduo. “Andar”, então, é uma expressão empregada por João para significar “todo o ciclo de atividades da vida individual”.1 Assim, a vida cristã bem-sucedida requer um esforço consciente e determinado por parte do cristão. A escolha é significativa na realização do processo de santificação. Os indivíduos têm a responsabilidade de escolher submeter continuamente sua vontade pecaminosa a Deus, a fim de que a santificação ocorra. Só então podemos retornar à vida que Deus planejou para nós. “A santificação não é uma rotina que vai prosseguir seja o que for que façamos ou não façamos. Ele requer, por um lado, uma superintendência e uma cirurgia diretas e, por outro, um ódio prático ao mal, de nossa parte, que coopera com a administração de Deus.”2 Através de Cristo a salvação humana é realizada (1Jo 1:7). O que ou quem nos coloca na presença de Deus? A resposta se encontra nas seguintes palavras: “O sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.” Assim, o significado é colocado no sangue, que alude ao sistema sacrifical judaico e acentua o significado da crucifixão de Cristo em nossa restauração para com Deus. O sangue é a sede da vida e do sacrifício como meio de expiação (Lv 17:11). Portanto, todo aspecto da vida judaica era conduzido tendo como referência o santuário. Ele era o centro da vida deles, e a existência deles dependia do ministério substitutivo realizado ali. O ministério do santuário era o tipo que apontava para o antítipo: o ministério de Cristo pelos seres humanos caídos. Da mesma forma, é a eficácia da morte substitutiva de Cristo e do sangue derramado que torna a comunhão com Deus uma realidade. O sangue de Cristo é a garantia da concretização da nova criatura (2Co 5:17). Uma vez que Jesus condenou o pecado, Seu sangue é capaz de quebrar o poder do pecado na vida do cristão. Jesus é o agente purificador para a pecaminosidade e a única esperança de livramento do poder viciador do pecado. Após a desobediência dos seres humanos no Éden, Cristo, o divino Sumo Sacerdote, os sentenciou imundos. Conseqüentemente, a humanidade ficou separada de Deus e, por si mesma, não podia encontrar o caminho de volta. Cristo, portanto, tomou sobre Si a prerrogativa divina de alcançá-los, e, ao fazê-lo, se tornou um ser humano. Ele não só diagnostica a doença do pecado, mas Ele próprio também é a receita para a cura – receita que precisa ser tomada diariamente para que se tenha vida. Evidências físicas (Dt 7:5, 6; Rm 8:1, 2). A evidência da santificação divina é a vida santa. Santificação significa “separação do uso comum”. Deus endossa essa definição através de Seu servo Moisés em Deuteronômio 7:5 e 6. Tire tempo para ler esses versos agora. Só Deus é santo de maneira inata. Contudo, o atributo da santidade foi atribuído aos israelitas após eles terem sido chamados por Deus e proclamados por Ele como santificados. Ele os considerou responsáveis por viver vida santa como resultado dos processos que eles experimentaram. No contexto do Novo Testamento, os crentes são chamados e santificados pelo Espírito de Deus (Rm 8:1, 2). Conseqüentemente, os crentes são santos. Os escritores do Novo Testamento apelaram aos crentes que vivessem uma vida de santidade porque Deus os declarou santos. Leia em 1 Pedro 2:9 e 10 como o apóstolo ilustra isso. Precisamos entender, porém, que o viver santo, que manifesta a santificação humana, não é sinônimo de perfeição. “Santificação não significa perfeição alcançada, mas o progresso da vida divina em direção à perfeição. A santificação é a cristianização do cristão.”3 A primeira epístola de João (1:7) ilustra a estrutura relacional tanto horizontal quanto vertical da vida cristã por meio da conexão ascendente, interior e exterior. Nossa conexão ascendente com Deus, tornada possível através do sacrifício expiatório de Cristo, nos predispõe à ação do poder redentor de Deus. Isso, por sua vez, efetua uma mudança transformadora interior na natureza pecaminosa do ser humano, que produz manifestação exterior dessa transformação interior. 1. W. E. Vine, et al., 664. 2. H. A. Strong, 3. Ibid., p. 869. Vine’s Complete Expository Dictionary of the Old and New Testament, p. Systematic Theology, p. 870. Ernest Pendenque | Quarta, 8 de outubro Desordem no Céu Mahaut, Dominica, Antilhas 6. Como Paulo descreve o papel cósmico de Cristo? Cl 1:16, 17 O que integra a criação em uma unidade harmoniosa não são as leis da natureza, embora importantes, mas o poder de um Deus amoroso, na pessoa de Cristo. O amor não é apenas o laço que mantém unidos os cristãos (Cl 3:14), mas o laço que mantém a integridade do Universo. 7. Na história de Jó, como Satanás demonstrou seu antagonismo a Deus? Jó 1:8-11 Muitos estudantes da Bíblia lutam com o conceito de como o pecado surgiu. Mas “é impossível explicar a origem do pecado de maneira a dar a razão de sua existência. Todavia, bastante se pode compreender em relação à origem, bem como à disposição final do pecado, para que se faça amplamente manifesta a justiça e benevolência de Deus em todo o Seu trato com o mal. Nada é mais claramente ensinado nas Escrituras do que o fato de não haver sido Deus, de maneira alguma, responsável pela manifestação do pecado; e de não ter havido qualquer retirada arbitrária da graça divina, nem deficiência no governo divino, que dessem motivo para o surgimento da rebelião. O pecado é um intruso, por cuja presença nenhuma razão se pode dar. ... Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria em todo o Universo. Tudo estava em perfeita harmonia com a vontade do Criador. O amor a Deus era supremo; imparcial, o amor de uns para com outros” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 492, 493). “O pecado originou-se com aquele que, abaixo de Cristo, fora o mais honrado por Deus e o mais elevado em poder e glória entre os habitantes do Céu. ... Lúcifer poderia ter permanecido no favor de Deus, ser amado e honrado por toda a hoste angélica, exercendo suas nobres faculdades, a fim de abençoar outros e glorificar seu Criador” (Ibid., p. 493, 494). Mas Isaías 14:13 e 14 mostra como o orgulho e a cobiça destruíram Lúcifer. “Em vez de procurar fazer com que Deus fosse supremo nas afeições e lealdade de Suas criaturas, era o esforço de Lúcifer conquistar para si o seu serviço e homenagem. E, cobiçando a honra que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou ao poder cujo uso era prerrogativa de Cristo, unicamente” (Ibid., p. 494). “A rebelião de Satanás deveria ser uma lição para todo o Universo por todos os séculos vindouros, um testemunho perpétuo da natureza e terríveis resultados do pecado. A conseqüência do governo de Satanás – seus efeitos tanto sobre os homens como sobre os anjos – mostraria o fruto de se rejeitar a autoridade divina. Testificaria que, da existência do governo de Deus e de Sua lei, dependem o bem-estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim, a história desta terrível experiência de rebelião deveria ser perpétua salvaguarda a todos os santos seres, impedindo-os de ser enganados quanto à natureza da transgressão, livrando-os de cometer pecado e sofrer seu castigo” (Ibid., p. 499). Careen Prevost | St. Joseph, Dominica, Índias Ocidentais Quinta, 9 de outubro Como vencer a batalha Existem duas palavras, usadas por Ezequiel, que podem nos ajudar a entender a estratégia do ataque de Lúcifer contra Deus. A primeira é comércio (“seu amplo comércio” [Ez 28:16, NVI]. A palavra traduzida por comércio também pode ser traduzida como calúnia, sugerindo que, no Céu, Lúcifer estava envolvido em erguer falsas acusações contra Deus. Calúnia é o ato de falar mal com a intenção de prejudicar a reputação de outros. Resulta em divisão e desordem (2Co 12:20). Satanás é descrito na Bíblia como o acusador ou caluniador do povo de Deus, o adversário (Zc 3:1; Ap 12:10). Essa calúnia levou Satanás à violência, segunda palavra importante (Ez 28:16). Ela é motivada pelo ódio ou egoísmo e pode levar a ataques físicos e sociais. Em alguns casos, termina em assassinato ou na exploração dos outros para benefício pessoal (Gn 49:5; Mq 6:12). 8. Qual foi o resultado final do comportamento contra Deus manifestado por Lúcifer no Céu? Ap 12:7-9 Podemos aprender muito de Jó sobre a crise cósmica e como lidar com ela. Jó tinha tudo, mas foi perseguido impiedosamente pelo diabo. “Tu não deixas que nenhum mal aconteça a ele, à sua família e a tudo o que ele tem. Abençoas tudo o que Jó faz, e no país inteiro ele é o homem que tem mais cabeças de gado. Mas, se tirares tudo o que é dele, verás que ele Te amaldiçoará sem nenhum respeito” (Jó 1:10, 11). Felizmente, Jó foi fiel a Deus apesar da tortura infligida a ele por Satanás. Em meio a seu sucesso material e às tragédias que enfrentou, Jó escolheu conservar Deus como tema central de sua vida. Quantos de nós poderíamos nos identificar com Jó – enfrentando as agruras da vida, mas escolhendo louvar a Deus? Muitas vezes Deus nos abençoa com sucesso; mas no momento em que nos deparamos com alguma dificuldade, satisfazemos o diabo ao reclamarmos de Deus e a Ele atribuirmos a culpa. Não é que não devamos almejar ter sucesso. Certamente devemos fazê-lo, mas não às expensas da salvação de nossa alma. A única maneira de podermos verdadeiramente aceitar o dom da salvação é conhecendo esse Jesus de quem falamos. Como podemos fortalecer nosso relacionamento com Jesus? 1. Passe tempo em devoção diária com Deus, e fale com Ele em oração – Fp 4:6. 2. Preste atenção à Sua direção – Pv 3:5. 3. Comprometa-se a segui-Lo – Pv 3:6. 4. Conte a alguém sobre o amor dEle – Jo 3:16. Jó tinha um forte relacionamento com Deus. Ele pôde elevar-se acima dos ataques de Satanás, a despeito da intensidade destes. Como Jó, precisamos dessa forte conexão com Jesus para vencer os ataques do diabo. Precisamos edificar nosso relacionamento de defesa um dia de cada vez. Que desapontamento seria se perdêssemos o prêmio – o prêmio da salvação! René Jordan | Leeds, Inglaterra Sexta, 10 de outubro A rebelição de Lúcifer Um rompimento da ordem celestial significou rompimento da ordem terrestre. Antes da rebelião de Lúcifer, tudo no Céu e na Terra era perfeito. Na verdade, o Éden era um Céu na Terra. Isso era realmente verdade, pois Deus andava “pelo jardim quando soprava a brisa do dia” (Gn 3:8, NVI). Tudo era perfeito! Nenhum espinho furava a pele, nenhum mosquito ou mosca incomodava Adão e Eva. Se o que chamamos de roedores existiam naquela época, devem ter tido um positivo trabalho a desempenhar em todo aquele esquema de coisas. Foi só depois do envolvimento de Satanás com os seres humanos que as mulheres passaram a sofrer tanto para dar à luz filhos (Gn 3:16). Foi só depois de Adão e Eva terem permitido que Satanás influenciasse as ações deles contra a vontade de Deus que os homens precisaram suar para obter seu alimento e o de seus dependentes (Gn 3:19). Outro triste resultado disso foi o ódio e o ciúme que surgiram entre um irmão e o outro, resultando no primeiro assassinato (Gn 4:8). Ao examinarmos a Bíblia e nossa época atual, precisamos admitir que as coisas têm piorado progressivamente. Muitos estão vivendo em constante medo, sem saber os males que o dia seguinte, hora, ou mesmo minuto, pode trazer. Não havia doença no Éden, mas hoje em dia temos doenças sem cura. Lúcifer, com sua rebelião, promoveu guerra no Céu – o mais santo dos lugares. Hoje dia, a guerra é quase algo comum. O que parecia um pequeno começo – uma simples rebelião – levou o mundo ao caos em todos os sentidos. Você pode imaginar como seria se Lúcifer não tivesse interferido na ordem das coisas? Você pode imaginar nosso presente mundo sem guerra, doença, sofrimento, preocupação e estresse? Sim, há esperança – bendita esperança! Jesus prometeu em João 14:1-3 que iria preparar um lugar para nós. Só isso em si já é esperança, mas essa esperança é ampliada em Apocalipse 21:4: “Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. As coisas velhas já passaram.” Oh, que bendita esperança! Mal posso esperar que esse glorioso dia chegue! Dicas 1. Pense nas imagens que o mundo tem nos dado de Satanás em filmes, livros, etc. Como essa figura de Satanás é diferente da que a Bíblia nos mostra? E em que aspectos é semelhante? 2. Desenvolva um plano diário para fortalecer seu relacionamento com Jesus. Nesse plano, inclua passar tempo com Ele por meio da leitura da Palavra, falando com Ele em oração, ouvindo-O através da meditação, entregando-se a Ele, e falando cada dia sobre Ele a alguém. 3. Vá ao recanto natural mais bonito que você conhece. Deixe-se envolver pela beleza da criação de Deus. Agora, dê uma olhada mais de perto; veja onde o pecado entrou nessa cena, e imagine como o lugar seria se não tivéssemos caído. 4. Faça uma lista de cinco experiências difíceis em sua vida. Depois, anote como Deus ajudou você a passar por esses momentos difíceis. Se puder, pense na maneira pela qual você recebeu bênçãos através ou apesar dessas experiências difíceis. Vanessa Gilbert | Pensville, Dominica, Antilhas