ANO 1 Publicação dos Despachos da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro | PÁGINAS 4 e 5 | www.jgn.com.br Câmbio (R$) Dólar / BC Compra Venda Paralelo 1,67 1,76 Comercial 1,568 1,57 Turismo 1,553 1,693 Euro / BC 2,275 2,278 Ouro (R$) Grama Variação 77,50 + 0,65% Blue Chips BMF Bovespa Bradesco Gerdau Itaú Unibanco Petrobras Sid Nacional Vale ON PN PN PN PN PN PNA 2ª Fase Ano II Edição nº 335 1ª Fase 1875 a 1942 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 R$ 1,00 &RSRPHOHYDWD[D6HOLFHP SRQWRSDUDDRDQR Decisão não foi unânime: dois dos sete integrantes do comitê votaram por alta de 0,5 ponto Werther Santana / AE % + 0,17 + 1,80 + 1,62 + 1,45 + 2,18 + 2,50 + 1,68 Economia O otimismo tomou conta dos mercados globais - bolsas na Ásia, Europa e Estados Unidos encerraram em alta - e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) seguiu o comportamento de perto. O Ibovespa subiu 1,36% no final, aos 67.058,02 pontos. | PÁGINA 5 | País A presidente Dilma Rousseff ressaltou que a defesa dos direitos humanos é o centro de preocupação da política externa brasileira. Ao participar da formatura de 109 diplomatas, Dilma prestou homenagem ao expresidente Lula, paraninfo da turma. | PÁGINA 8 | José Geraldo da Fonseca O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira, elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 12% ao ano, o nível mais alto desde o período de 22 de janeiro a 11 de março de 2009, quando o juro básico estava em 12,75% ao ano. Foi a terceira reunião do comitê no governo de Dilma Rousseff sob a presidência de Alexandre Tombini. A decisão não foi unânime: cinco integrantes do Copom votaram por alta de 0,25 ponto e dois, por elevação de 0,5 ponto. Concluída a reunião, o BC divulgou um comunicado que foi interpretado pelo mercado como indicação de que pelo menos mais uma alta da Selic será feita. O próximo encontro será nos dias 7 e 8 de junho. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou “inadequada” a decisão. “A alta de 0,25 ponto dos juros básicos, ainda que em ritmo menor que na reunião passada, mostra uma perspectiva de combate ao aumento dos preços centrada unicamente na política monetária, sem o peso devido da política fiscal”, afirma nota divulgada pela entidade. A alta foi criticada também pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). De acordo com o presidente da entidade, Paulo Skaf, o aumento da Selic para 12% ao ano é uma decisão que não conseguirá reduzir os preços das commodities que pressionam os preços internos. | PÁGINA 2 | 7D[DGHLQÀDomR SHOR,3&$pGH HPDEULO PROTESTO - Integrantes de centrais sindicais (CGTB, Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central e UGT) protestam em frente à sede do Banco Central, em São Paulo, contra o aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic. 3LPHQWHODGPLWHRXVRGH VDOYDJXDUGDVSURYLVyULDV Marcelo Casal Jr. / ABr Direitos e Deveres Correção de crédito trabalhista convertido em TR é cobrança ilegal de juros sobre juros. Não há base legal para a exigência de juros de mora entre a data dos cálculos e o depósito, ou entre o depósito e o levantamento do alvará judicial. | PÁGINA 8 | A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) foi de 0,77% neste mês, o que indica aceleração ante a taxa de 0,60% de março, informou o IBGE. O percentual também superou o de abril de 2010, que ficou em 0,48%. A alta no índice foi puxada pela elevação nos preços dos alimentos e bebidas (de 0,46% para 0,79%) e dos transportes (de 1,11% para 1,45%). O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial e acumula alta de 3,14% no ano e de 6,44% nos 12 meses encerrados em abril. | PÁGINA 2 | 3HWUREUDVUHGX] SUHoRGRJiVSDUD GLVWULEXLGRUDV A Petrobras surpreendeu e decidiu reduzir o preço do gás natural de origem nacional em 9,7% para as distribuidoras a partir de 1º de maio. A expectativa dos especialistas do setor é de que haveria aumento. De acordo com comunicado da estatal, “diante do cenário recente de evolução dos preços dos energéticos e suas consequências sobre os valores estipulados nos contratos de gás natural de origem nacional, a Petrobras resolveu, a seu exclusivo critério, conceder um desconto nestes contratos a partir de maio de 2011”. | PÁGINA 7 | Fernando Pimentel: “Continuamos atentos à questão e poderemos utilizar se for preciso” O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, admitiu que o Brasil poderá adotar salvaguardas comerciais provisórias caso sejam constatados danos comerciais graves a algum setor da economia brasileira. Ao invés de resultar na sobretaxação de um determinado produto importado, a aplicação da salvaguardas impõe alíquotas de punição para todas as mercadorias de um setor. Muito mais forte do que a aplicação de tarifas antidumping, a medida nunca foi utilizada no mundo, por ser bastante agressiva e demandar um processo muito rigoroso de comprovação. “Tomando um exemplo hipotético, se constatarmos que o setor siderúrgico está prestes a fechar as portas, poderíamos utilizar a salvaguarda, mas não é o caso e não há nenhum processo em aberto”, afirmou o ministro. Ele confirmou que até existem pedidos por parte da CNI, mas as investigações só terão início se forem bem fundamentadas . “Nenhum país do mundo até hoje conseguiu usar o instrumento, mas continuamos atentos à questão e poderemos utilizar se for preciso”, disse Pimentel. | PÁGINA 3 | 2 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 ECONOMIA 5(81,2'2&2320 'LYLGLGR%&HOHYDMXURV HPSRQWRSDUD Nível é o mais alto desde o período de 22 de janeiro a 11 de março de 2009, quando taxa estava em 12,75% Fabio Graner Da Agência Estado O Comitê de Política Monetária (Copom) chancelou a expectativa do mercado de juros futuros de diminuição no ritmo de aperto monetário e elevou a taxa básica do País (Selic) em 0,25 ponto percentual. Com isso, a Selic atingiu 12% ao ano, nível mais elevado desde o período de 22 de janeiro a 11 de março de 2009, quando o juro básico vigente foi de 12,75% ao ano. A decisão não foi unânime. Cinco integrantes do comitê votaram por alta de 0,25 ponto porcentual e dois, por elevação de 0,5 ponto. “Considerando o balanço de riscos para a inflação, o ritmo ainda incerto de moderação da atividade doméstica, bem como a complexidade que ora envolve o ambiente internacional, o Comitê entende que, neste momento, a implementação de ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta em 2012”, afirmou sobre a decisão o comunicado do BC, que foi interpretado como indicação de que pelo menos mais uma elevação da Selic será feita. A próxima reunião do Copom será nos dias 7 e 8 de junho. Ajuste - Sob a presidência de Tombini e com uma diretoria composta exclusivamente de funcionários públicos, o ajuste nos juros este ano já soma 1,25 ponto percentual, bem próximo do aperto de 1,5 ponto percentual promovido por Henrique Meirelles quando este assumiu o BC do governo Lula em 2003. Na gestão Meirelles, no entanto, o ajuste no juro ocorreu sobre uma base mais ele- &1,H)LHVSFULWLFDPDGHFLVmRGR&RSRP Valter Campanato / ABr A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou “inadequada” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros para 12% ao ano. “A alta de 0,25 ponto dos juros básicos, ainda que em ritmo menor que na reunião passada, mostra uma perspectiva de combate ao aumento dos preços centrada unicamente na política monetária, sem o peso devido da política fiscal”, afirma nota divulgada pela entidade. “O aumento da Selic aponta para um ciclo de aperto monetário com reflexos na valorização cambial e graves danos à atividade produtiva. A política fiscal é subutilizada no controle da inflação, quando deveria ser prioritária para evitar uma alta sistemática dos preços”, acrescenta a nota. Para a CNI, a experiência internacional mostra que o controle do gasto público causa efeitos mais eficientes e rápidos sobre o nível geral de preços do que a política movada, já que a Selic herdada foi de 25% ao ano, e dava continuidade a um ajuste iniciado pelo governo anterior logo após as eleições, que já tinha subido o juro básico em sete pontos porcentuais. Apesar de o BC de fato estar apertando as condições da economia - tanto via alta de juros, como por meio de medidas de contenção de crédito -, a autoridade monetária ainda está sob fogo cruzado do mercado financeiro. netária. “O custo econômico desse impacto é substancialmente menor, tanto em termos de crescimento do Produto Interno Bruto como na duração do ciclo de ajuste ao longo dos anos”, diz a nota. “A busca do controle da inflação unicamente pela via monetária concentra o ônus sobre o setor produtivo e encarece consideravelmente o investimento.” A alta foi criticada também pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). De acordo com o presidente da entidade, Paulo Skaf, o aumento da Selic para 12% ao ano é uma decisão que não conseguirá reduzir os preços das commodities que pressionam os preços internos. “Vai, sim, aumentar o gasto público brasileiro, consumindo no ano mais R$ 4,5 bilhões que poderiam ser investidos em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura”, afirmou, por meio de nota. Segundo a Fiesp, o custo provocado pela alta da Selic A avaliação é de que, diante do quadro inflacionário bastante preocupante, com a inflação já rodando em 12 meses próximo do teto da meta (6,5%), e dos sinais de que a economia ainda tem uma demanda interna pujante, o BC brasileiro estaria assumindo riscos demais com a atual política de ajuste gradual dos juros. No fim - Para o economista do BES Investimento Flavio Serrano a decisão de subir em 0,25 ponto &Æ0%,2 Skaf: mais gasto público seria suficiente para a construção de 3 mil escolas e o aparelhamento de 180 hospitais. Além disso, para a entidade, o Brasil está na contramão das taxas verificadas em outros países. “Este aumento agravará a entrada de capital especulativo no Brasil, comprometendo ainda mais nossa competitividade, que já sofre com um real supervalorizado em relação ao dólar”, afirmou Skaf. percentual indica que o processo de aperto monetário está no final e que alguma outra medida macroprudencial (que tem sido usada para arrefecer o ritmo do crédito) deverá ser adotada para complementar a política monetária. Na visão de Serrano, uma alta de 0,5 ponto, que era esperada pela maioria dos analistas, seria uma demonstração de maior atenção do BC com o processo inflacionário que está instalado no País. Ele explicou que, dado o movimento de aumento nos núcleos de inflação (que retiram o impacto dos choques em alguns preços, como alimentos) desde o final do ano passado (e que a divulgação do IPCA-15 mostrou que se manteve em curso este mês), o ciclo de aperto monetário deveria ter começado antes e ter sido mais agressivo. “A estratégia do BC pode até dar certo, mas ela considera que não haverá mais qualquer choque. E, no nível que a inflação está, até um choque pequeno pode colocar em risco o cumprimento da meta”, disse Serrano, lembrando que a inflação neste ano já deve ficar pelo segundo ano seguido acima do centro da meta, o que não é bom para a credibilidade do BC. “O BC está com uma estratégia restritiva, mas que não é confortável. Achamos que poderia ter sido mais incisivo.” Relatório - Do lado do BC, o último relatório de inflação deixou claro que a autoridade monetária está de olho não só em domar a inflação, mas também em não sacrificar demais o crescimento econômico. Por isso, o documento trouxe explicitamente que o BC não vai buscar o centro da meta (4,5%) neste ano, apostando que este objetivo será alcançado em 2012. O BC já se preparou para conviver com críticas até o terceiro trimestre, enquanto a inflação em 12 meses estiver rodando em níveis elevados, mas espera que no final do ano o IPCA acumulado começa a desenhar claramente a trajetória de convergência para a meta de 4,5%, que já poderá ser alcançada até o segundo trimestre do ano que vem. ,3&$ 3UpYLDGDLQÀDomR )OX[RpSRVLWLYRHP 86PLDWpRGLD R¿FLDODWLQJH Thais Leitão Fabio Graner Da Agência Estado O fluxo cambial em abril continua em ritmo bem menos intenso do que nos meses anteriores deste ano. De acordo com dados divulgados pelo Banco Central, as entradas de divisas neste mês, até o último dia 15, superaram as saídas em US$ 605 milhões. No primeiro trimestre deste ano, a média mensal do fluxo foi de US$ 11,9 bilhões. Mas nos 11 primeiros dias úteis de abril do ano passado, o desempenho foi negativo em US$ 977 milhões. Na primeira quinzena deste mês, a desaceleração do ingresso de moeda estrangeira no País se deu basicamente por conta do fluxo financeiro, que ficou negativo em US$ 277 milhões no período, com entradas de US$ 19,295 bilhões e saídas de US$ 19,571 bilhões. É nesse grupo que são contabilizadas, por exemplo, as operações de crédito externo, que passaram a ser taxadas em 6% de IOF nos financiamentos com prazo de até dois anos. Era o financeiro que vinha puxando os elevados ingressos de divisas no primeiro trimestre. Já no segmento comercial, o fluxo no mês está positivo em US$ 881 milhões, com exportações de US$ 8,942 bilhões e importações de US$ 8,061 bilhões. Semana passada - Considerando-se só a semana passada, o fluxo cambial foi positivo em US$ 618,6 milhões. O financeiro teve resultado negativo de US$ 356,5 milhões, com entradas de US$ 8,724 bilhões e saídas de US$ 9,08 bilhões. O segmento comercial, por sua vez, teve superávit de US$ 975,1 milhões, com exportações de US$ 4,382 bilhões e importações de US$ 3,407 bilhões. ,129$d2 (VWDWDLVVXSHUDPSULYDGDV As empresas estatais federais investem mais em inovação do que as privadas, segundo a Pesquisa de Inovação nas Empresas Estatais Federais de 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 72 estatais federais pesquisadas, 68,1% (49) implementaram um produto ou um processo www.jgn.com.br novo entre 2006 e 2008, ante 38,6% das empresas privadas acompanhadas pela Pesquisa de Inovação Tecnológica 2008, a Pintec. Nas estatais, os investimentos em treinamento e na aquisição de software receberam grau maior de importância, 75,5% e 71,4% respectivamente, do que nas privadas (59,9% e 26,5%). Nas pri- vadas, a aquisição de máquinas e equipamentos tem maior relevância (77,7%) na comparação com as estatais federais (67,3%). Entre as estatais inovadoras, 71,4% estabeleceram alguma relação de cooperação para desenvolver produtos e processos novos, ante apenas 10,4% das privadas pesquisadas pela Pintec. Da Agência Brasil O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, apresentou variação de 0,77% neste mês, resultado acima do registrado em março, de 0,60%. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, o IPCA-15 registra inflação de 3,14%. Considerando os últimos 12 meses, a taxa acumulada é de 6,44%. A alta no índice foi puxada pela elevação nos preços dos alimentos e das bebidas (de 0,46% para 0,79%) e dos transportes (de 1,11% para 1,45%), que contribuíram com 0,46 ponto percentual, o que significa 60% do IPCA-15. No caso dos transportes, as principais pressões partiram dos combustíveis, que tiveram elevação de 5,26% e foram responsáveis pela maior contribuição individual do mês: 0,24 ponto percentual. Também subiram os preços das tarifas dos ônibus urbanos (de 0,83% para 0,62%) e intermunicipais (de 1,94% para 0,87%). Já as passagens aéreas apresentaram queda de 9,39%, depois de terem aumentado 29,16% em março. Os automóveis novos continuaram com redução, tendo passado de -0,29% para -0,39%. De acordo com o levantamento, os principais destaques para a alta dos preços dos alimentos foram a cebola (de 3,67% para 22,56%), o leite pasteurizado (de -0,38% para 1,58%), a batata-inglesa (de 9,66% para 10,05%%), o feijão-carioca (de -6,91% para 5,99%) e os pescados (de 0,08% para 2,91%). Em movimento oposto, o índice das carnes (de -2,33 % para -0,43%) permaneceram em queda, embora tenha diminuído o ritmo de deflação. Também caíram os preços do açúcar refinado (de -2,55% para -2,49%) e das frutas (de 3,33% para -0,81%). O grupo habitação registrou elevação (de 0,39% para 0,72%), com a influência das altas em aluguel residencial (de 0,40% para 0,76%) e condomínio (de 0,60% para 0,99%). O mesmo movimento foi observado em vestuário (de –0,37% para 1,46%), refletindo a entrada da coleção da nova estação, e em saúde e cuidados pessoais (de 0,35% para 0,57%). Já os artigos de residência apresentaram queda de 0,26% para -0,07%, com a redução nos preços de eletrodomésticos (de -0,54% para -0,98%), principalmente TV, som e informática (de -0,9% para -0,6%) e mobiliário (de 1,1% para 0,24%). Publicação da empresa JGN Editora Ltda. Comercial: PABX (21) 3553-5353 [email protected] Impressão: Gráfica Monitor Mercantil Rua Marcílio Dias, 26 - Centro - RJ Diagramação: Felipe Ribeiro [email protected] Departamento Comercial e Administração Rua Debret, 23 Sobreloja 116 e 117 Centro - Rio de Janeiro CEP 20030-080 Conselho Editorial: Des. José Geraldo da Fonseca Des. José Lisboa da Gama Malcher Mônica de Cavalcanti Gusmão Editor- chefe: Jorge Chaves [email protected] Rodrigo Gurski [email protected] Redação: (21) 2233-5823 [email protected] Subeditora: Rafaela Pereira [email protected] Diretora Geral Elizabeth Campos [email protected] Projeto Gráfico:dtiriba design gráfico Artigos & Colunas: [email protected] Filiado à BANDA LARGA 'LOPDTXHU WRGRVRV VHWRUHV QR31%/ Karla Mendes Da Agência Estado O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a presidente Dilma Rousseff quer que sejam convocadas para atuar no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), além das concessionárias de telefonia fixa - que têm a obrigação de universalizar o serviço -, também as operadoras autorizadas e as empresas de telefonia móvel e de TV por assinatura - que não possuem metas de universalização. “Ela me estimulou a conversar com todos os setores: operadoras móveis, TV a cabo e as que não são concessionárias”, disse Bernardo, depois de participar de uma reunião com a presidente. Segundo o ministro, está descartada a possibilidade de oferta de banda larga no PNBL com velocidade abaixo de 1 megabit por segundo. Além disso, de acordo com Bernardo, a presidente quer que as empresas apresentem uma proposta de aumento da velocidade até 2014. “Nós precisamos oferecer para o consumidor brasileiro a melhor internet que temos condição hoje”, afirmou Bernardo. Para isso, a presidente quer a atuação das empresas em duas frentes: uma focada nos movimentos de popularização do serviço e outra nos investimentos de infraestrutura para suportar o aumento da velocidade. Sobre a possibilidade de se fazer um acerto de contas para cobrir possíveis déficits das empresas na implantação do serviço, o ministro disse que levou “uma bronca” da presidente, que quer que o ministério endureça as negociações com as empresas. Para maximizar a expansão da infraestrutura de banda larga, Bernardo disse que a presidente quer a Telebrás atuando fortemente na construção de redes de fibras óticas. Para isso, Dilma até admite a destinação de recursos do Orçamento da União até o limite de R$ 1 bilhão por ano, segundo o ministro. 3DtVMiWHP PLOK}HV GHFHOXODUHV O Brasil terminou março com 210,5 milhões de assinantes da telefonia celular. O dado foi anunciado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No final de fevereiro, o Brasil tinha cerca de 207,5 milhões de celulares, ou seja, foram adicionados 2.943.350 terminais ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) somente no mês passado. Considerando o resultado acumulado do primeiro trimestre de 2011, foram 7,6 milhões de novos celulares, informa a Anatel. A “teledensidade” ao final do mês passado atingiu a marca de 108,34 acessos para cada grupo de cem habitantes, ou seja, há mais de um celular para cada brasileiro. Em fevereiro, a “teledensidade” era de 106,91 celulares para cada grupo de cem habitantes. Estados - A distribuição, entretanto, não é homogênea, pois somente 17 unidades da Federação têm mais de um celular por habitante: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeio, Goiás, Rio Grande do Sul, Roraima, Mato Grosso, Santa Catarina, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná, Tocantins, Rio Grande do Norte, Amapá, Minas Gerais e Sergipe. O estado com a mais baixa “teledensidade” ao final de março foi o Maranhão, com 65,11 terminais para cada grupo de 100 pessoas. Preços de Assinatura Trimestral ..................R$ 60,00 Semestral ................R$ 110,00 Anual ........................R$ 210,00 [email protected] Serviço Noticioso Agências Brasil e Estado As matérias e artigos são de responsabilidade dos autores e não representam, necessariamente, a opinião deste jornal ECONOMIA Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 3 &21&255Ç1&,$'(6/($/ 3LPHQWHODGPLWHXVDUVDOYDJXDUGDV Medida nunca foi utilizada no mundo por ser bastante agressiva e demandar processo muito rigoroso de comprovação Eduardo Rodrigues Da Agência Estado Apesar das dificuldades que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) tem encontrado nos últimos meses para investigar práticas desleais de comércio nas importações brasileiras, o ministro Fernando Pimentel admitiu pela primeira vez que o Brasil poderá adotar salvaguardas comerciais provisórias caso sejam constatados danos comerciais graves a algum setor da economia brasileira. A medida, muito mais forte do que a aplicação de tarifas antidumping, nunca foi utilizada no mundo, por ser bastante agressiva e demandar um processo muito rigoroso de comprovação. Ao invés de resultar na sobretaxação de um determinado produto importado, a aplicação da salvaguardas impõe alíquotas de punição para todas as mercadorias de um setor. “Tomando um exemplo hipotético, se constatarmos que o setor siderúrgico está prestes a fechar as portas, poderíamos utilizar a salvaguarda, mas não é o caso e não há nenhum processo em aberto”, afirmou Pimentel. Pedidos - Durante participação na quarta-feira no programa de rádio “Bom Dia Ministro”, na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro confirmou que até existem pedidos por parte da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas somente se forem bem fundamentados as investigações terão início. “Nenhum país do mundo até hoje conseguiu usar o instrumento, mas continuamos atentos à questão e poderemos utilizar se for preciso”, disse. Segundo Pimentel, o Brasil continua aplicando medidas anti- dumping para tentar coibir casos pontuais de práticas ilegais de comércio. “É uma proteção da economia brasileira contra concorrência desleal. Temos que estar o tempo todo vigilantes e utilizar medidas que a Organização Mundial do Comércio nos autoriza”, completou. China - Dias depois da visita da presidente Dilma Rousseff à China, o ministro afirmou que não existem barreiras no comércio entre os dois países. “Nosso problema com a China é o preço. Por isso eles conseguem entrar aqui com manufaturados e nós temos dificuldade em fazer o mesmo lá”, afirmou. A China já é o maior destino das exportações brasileiras, mas os embarques se concentram em commodities, como soja e minério de ferro. Segundo Pimentel, a grande quantidade de ações antidumping que o Brasil tem aplicado a produtos do país asiático não prejudica as relações comerciais entre os dois parceiros. “Não se trata de uma proteção excessiva à indústria brasileira. O que o governo quer é propiciar condições de igualdade”, . Foxconn - Apesar das dúvidas levantadas por parte do mercado sobre os 100 mil empregos que podem ser criados no Brasil com os investimentos de US$ 12 bilhões anunciados pela Foxconn, durante visita da presidente Dilma Rousseff à China, Fernando Pimentel afirmou que, no longo prazo, a geração de tantas vagas de trabalho é factível. “A Foxconn é uma empresa enorme. Para nós, 100 mil empregos é muito, mas para ela não. Além disso, trata-se de um processo longo de investimentos, planejado para cinco ou seis anos. Não serão 100 mil empregos da noite para o dia, mas é perfeitamente possível que a empresa confirme o plano”, afirmou. LPS PATRIMÓVEL CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A. CNPJ Nº 08.904.611/0001-76 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO: Em cumprimento às disposições legais, submetemos à apreciação de V.Sas. e aos demais interessados, as Demonstrações Financeiras acompanhadas das Notas Explicativas, relativas ao exercício encerrado em 31/12/10 e de 2009. Colocamo-nos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais julgados necessários. Os valores estão expressos em milhares de reais, exceto quando de outra forma indicado. A Administração. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais) FINDOS EM 31/12/10 E 2009(Em milhares de reais - R$) ATIVOS 2010 2009 PASSIVOS 2010 2009 2010 2009 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Circulantes..................................................................... 3.939 4.738 Circulantes ................................................... 12.025 12.869 Lucro Líquido do Exercício.................................................... 13.590 5.066 Fornecedores .................................................................. 785 686 Caixa e equivalentes de caixa (Nota 3) ........ 7.627 10.265 Despesas (receitas) que não afetam o caixa: Salários, provisões e contribuições sociais (Nota 6)......... 602 493 Contas a receber de clientes (Nota 4) .......... 4.161 1.581 Depreciações e amortizações .................................................. 863 1.045 Impostos e contribuições a pagar (Nota 7) ....................... 647 510 Impostos a compensar.................................. 189 399 Despesas de imposto de renda e contribuição social Imposto de renda e contribuição social correntes (Nota 8) ... 1.731 1.651 Outras contas a receber................................ 48 624 reconhecidas no resultado do exercício .................................. 4.968 3.283 Dividendos a pagar .......................................................... 1.203 Não circulantes............................................ 6.723 2.098 Provisão para créditos de liquidação duvidosa.......................... (433) 636 Outras contas a pagar...................................................... 174 195 Imobilizado (Nota 5) ...................................... 6.350 1.957 Variações nos ativos e passivos operacionais: 10.229 Patrimônio líquido ....................................................... 14.808 373 141 Intangível ....................................................... Contas a receber de clientes .................................................... (2.147) 1.484 Capital Social (Nota 9) ................................................. 4.119 4.119 Impostos a compensar ............................................................. 210 434 TOTAL DOS ATIVOS .................................... 18.748 14.967 Reserva de lucros ........................................................ 10.689 6.110 Despesas antecipadas............................................................. 31 Prejuízos acumulados ................................................. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARAOS EXERCÍCIOS FINDOS EM Outras contas a receber ........................................................... 577 (352) TOTAL DOS PASSIVOS E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO .. 18.748 14.967 31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação) Fornecedores........................................................................... 99 684 2010 2009 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARAOS Impostos e contribuições a pagar ............................................. 137 (437) Receita operacional líquida (Nota 10).............................. 39.135 26.899 EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais - R$) Salários, provisões e contribuições sociais ............................... 109 (95) (5.289) Custo dos serviços prestados (Nota 12) ........................... (6.109) Outras contas a pagar .............................................................. (28) (72) Reserva de lucros Lucros Lucro bruto ....................................................................... 33.026 21.610 Imposto de renda e contribuição social pagos........................... (4.888) (3.055) Capital Reserva Retenção acumu(Despesas) receitas operacionais: Com vendas (Nota 12).... (5.523) (4.781) Caixa Líquido Gerado pelas Atividades Operacionais............. 13.059 8.652 Total social legal de lucros lados Gerais e administrativas (Nota 12)................................. (8.938) (7.736) Saldos em 31/12/08 .......... 4.119 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento 196 2.051 - 6.367 Remuneração da Administração (Nota 12).................... (51) (11) Lucro líquido do exercício ... Aquisição de bens do ativo imobilizado e intangível................... (5.490) (886) 5.066 5.066 Com depreciações e amortizações (Nota 12) ................. (863) (1.045) Proposta para destinação Caixa Líquido Aplicado nas Atividades de Investimento ........... (5.490) (886) (43) 8 Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas .................. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento do lucro: Lucro operacional antes do resultado financeiro............ 17.608 8.045 Pagamentos de dividendos, incluindo saldo de anos anteriores .. (10.212) (169) Constituição da reserva 950 304 Resultado Financeiro ..................................................... 4 (7) (Pagamento) / Empréstimo com pessoas ligadas .................... legal ............................. 252 (253) (1) Receitas financeiras (Nota 11)............................................ 965 311 Caixa Líquido Gerado nas Atividades de Financiamento........ (10.208) (176) Dividendos mínimos Despesas financeiras (Nota 11) ......................................... (15) (7) Aumento (Redução) Líquido no Caixa e Equivalentes de Caixa... (2.638) 7.590 obrigatórios ................... (1.203) (1.203) Lucro antes do IR e da contribuição social................................ 18.558 8.349 Dividendos adicionais Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício.................. 10.265 2.675 Imposto de renda e contribuição social (Nota 13)............... (4.968) (3.283) 3.610 (3.610) propostos ..................... Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício ..................... 7.627 10.265 (4.968) (3.283) Saldos em 31/12/09 .......... 4.119 448 5.661 - 10.229 Aumento(Redução)doSaldodeCaixaeEquivalentesdeCaixa ... (2.638) 7.590 Lucro líquido do exercício................................................ 13.590 5.066 Dividendos complemen2010 2009 Lucro líquido do exercício por ação tares propostos Lucro líquido do exercício................................................ 13.590 5.066 Números de ações (mil).................................................. 8.228 8.228 (exercício anterior) ......... (3.610) - (3.610) Reserva legal constituída no exercício limitada a 20% Lucro por ação - R$ ........................................................1,65170 0,61571 Lucro líquido do exercício ... 13.590 13.590 (375) (252) do capital social da Cia.................................................. Proposta para destinação NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS 4.814 Base de cálculo para os dividendos mínimos ................. 13.215 do lucro: EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/10 E 2009 (Valores expressos em milha- Constituição da 1.203 Dividendos mínimos obrigatórios (25%) ......................... 3.304 res de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma) 1.203 Total de dividendos a pagar ............................................. 3.304 reserva legal (Nota 9.b.) ... 375 (375) 1. Contexto Operacional: A LPS Patrimóvel Consultoria de Imóveis S.A. ("LPS Pa- Dividendos mínimos 3.610 Dividendos adicionais propostos (i) ................................ 2.096 trimóvel" ou "Companhia") tem como atividades a prestação de serviços de intermeobrigatórios (Nota 9.c.).. (3.304) (3.304) (i) Distribuição antecipada de dividendos do exercício de 2010. diação imobiliária, assessoria e consultoria imobiliária, gerenciamento de vendas, Dividendos antecipados 2010 2009 10. Receita Operacional Líquida: marketing imobiliário e avaliação de bens. A Companhia é uma controlada direta da Nota 9.c.)....................... (2.096) (2.096) Receita operacional bruta................................................... 42.818 30.060 empresa LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A., que tem suas ações negociadas Reserva de retenção (-) Impostos incidentes sobre serviços................................ (3.683) (3.161) na BM&FBovespa, Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A.. 2. Apresentação de lucros........................ 7.815 (7.815) 39.135 26.899 das Demonstrações Contábeis e Principais Práticas Contábeis: 2.1. Declara- Saldos em 31/12/10 .......... 4.119 823 9.866 - 14.808 11. Resultado Financeiro: 2010 2009 ção de conformidade: As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo Receitas financeiras: com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem os princípios contábeis lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro líquido do exercí- Rendimentos sobre aplicações financeiras....................... 934 298 em consonância com a Lei das S/A's, incluindo as alterações promovidas pela Lei cio atribuível aos acionistas pela quantidade média ponderada de ações ordiná- Ajuste a valor presente sobre clientes ............................... 9 11.638/07 e pela MP nº449/08, posteriormente convertida na Lei 11.941/09, e os rias em circulação durante o exercício. l) Estimativas contábeis: Na aplicação Demais receitas financeiras.............................................. 22 13 pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, apli- das práticas contábeis descritas acima a Administração da Cia. deve fazer julga965 311 cadas de maneira consistente com as práticas contábeis descritas na Nota Explica- mentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e pas- Despesas financeiras: tiva nº 2.2. Foram realizadas reclassificações na apresentação da posição financei- sivos os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As demonstrações Descontos concedidos ..................................................... (2) ra de 31/12/09, pela aplicação do ICPC 08 - Contabilização da proposta de paga- contábeis incluem estimativas referentes à relação das vidas úteis dos ativos Despesas e encargos bancários....................................... (2) (2) imobilizados, provisões necessárias para os passivos contingentes e outras simento de dividendos. Juros s/Recolhimento de Impostos ................................... (7) (2) milares. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. 2009 (4) (3) Demais despesas financeiras........................................... 3. Caixa e Equivalentes de Caixa: 2010 2009 Apresentado Ajustes Reclassificado (15) (7) Caixa e bancos.......................................................... 344 1.359 Dividendos a pagar 950 304 Aplicações financeiras: (Passivo circulante) ...................... 4.813 (3.610) 1.203 7.283 8.906 Certificados de Depósito Bancário - CDBs............. 12. Despesa por Natureza: 2010 2009 Dividendos adicionais propostos 7.627 10.265 Despesas com pessoal ..................................................... (3.404) (3.034) 3.610 3.610 (Patrimônio líquido) ...................... Despesas com depreciação e amortização ....................... (863) (1.046) 4. Contas a Receber de Clientes: 2010 2009 4.813 4.813 Serviços contratados......................................................... (6.199) (4.991) Circulante: 2.2. Principais práticas contábeis adotadas: a) Moeda funcional e de apre- Contas a receber de clientes................................... Outras despesas............................................................... (11.076) (9.791) 4.569 2.452 sentação: As demonstrações financeiras da Cia. são apresentadas em reais Ajuste a valor presente ............................................ (21.542) (18.862) (18) (R$), que é a moeda funcional e de apresentação. b) Caixa e equivalentes de Provisão para créditos de liquidação duvidosa ...... (390) (871) Classificados como: Custo dos serviços prestados............ (6.109) (5.289) caixa: Incluem caixa, saldos em conta movimento e aplicações financeiras de 4.161 1.581 Despesas com vendas...................................................... (5.523) (4.781) alta liquidez (com prazo original, igual ou inferior a 90 dias), prontamente conver- A composição das contas a receber, por vencimento, é como segue: Despesas gerais e administrativas .................................... (8.938) (7.736) síveis em um montante de caixa e sujeitos a insignificante risco de mudança de Remuneração da administração ....................................... (51) (11) 2010 2009 valor. As aplicações financeiras estão demonstradas pelos valores aplicados, A vencer: Despesas com depreciação e amortização ....................... (863) (1.045) acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, cujos valores não Até 60 dias ................................................................. Outras despesas operacionais, líquidas ............................ (58) 3.472 22 superam os valores de mercado. c) Instrumentos financeiros: Somente são re- Vencidas: (21.542) (18.862) conhecidos a partir da data em que a Cia. se torna parte das disposições contra- Até 60 dias ................................................................. 543 1.089 13. Imposto de Renda e Contribuição Social: 2010 2009 tuais dos instrumentos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente re- De 61 a 90 dias .......................................................... 134 34 Cia. tributada pelo lucro presumido: gistrados ao seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua De 91 a 180 dias........................................................ 47 147 Receita bruta de serviços .................................................. 42.844 29.406 aquisição ou emissão. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de ba- De 181 a 360 dias...................................................... 54 318 2 Vendas canceladas/devoluções ........................................ lanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de Acima de 360 dias ..................................................... 318 843 Receita líquida de serviços ................................................ 42.844 29.408 instrumentos financeiros. A Cia. classifica seus ativos financeiros sob a catego4.569 2.452 Lucro presumido (32%) ..................................................... 13.710 9.411 ria de: empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a 5. Imobilizado: É composto como: 972 318 Outras receitas operacionais e financeiras ........................ qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classiTaxa mé2010 2009 Base de cálculo do IRPJ e da CSLL................................... 14.682 9.729 ficação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. i) Empréstimos e dia anual IRPJ - alíquota nominal - 15%............................................ (2.202) (1.459) recebíveis: Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíIRPJ - adicional de 10% .................................................... (1.444) (948) de depreDepre- Líqui- Líquiveis que são ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou deterCSLL - alíquota nominal de 9%.......................................... (1.321) (876) ciação - % Custo ciação do do mináveis: porém, não cotados em mercado ativo. Após o reconhecimento inicial, Imobilizado: Despesa com imposto de renda e contribuição social ........ (4.968) (3.283) são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os Benfeitorias e instalações em imóveis de terceiros...... 20 8.161 (4.305) 3.856 467 14. Instrumentos Financeiros: A Cia. não mantêm instrumentos financeiros para juros, menos as perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconheci20 1.732 (1.200) 532 490 operações com derivativos em 31/12/10 nem com operações de risco semelhante. a) dos no resultado, quando incorridos. Os ativos financeiros reconhecidos pela Equipamentos de informática.. 10 2.666 (1.706) 960 746 Risco de capital: A Administração da Cia. administra o capital da Cia. e de suas conCia. nesta categoria de instrumentos financeiros são: caixa e equivalentes de Móveis e utensílios................ 10 701 (96) 605 71 troladas de maneira que possam continuar com suas atividades normais, ao mesmo caixa e contas a receber de clientes. Os passivos financeiros são classificados Máquinas e equipamentos .... 20 291 (172) 119 26 tempo em que maximizam o retorno a todas as partes interessadas ou envolvidas em de acordo com a natureza dos instrumentos financeiros contratados ou emiti- Veículos................................ 278 278 155 suas operações, por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A esdos. i) Passivos financeiros mensurados pelo custo amortizado: Os passivos fi- Imobilizado em andamento ... 6.350 1.955 trutura de capital da Cia. consiste em caixa e equivalentes de caixa e patrimônio líquinanceiros não derivativos que não são usualmente negociados antes do vencido (compreendendo o capital e reservas de lucros, conforme apresentado na nota 2010 2009 mento, após o reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado 6. Salários, Provisões e Contribuições Sociais: explicativa nº 9). 207 182 pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, quando aplicável, são reconheci- Salários a pagar e encargos sociais .............................. b) Categorias dos principais instrumentos financeiros: 392 311 Valor contábil dos no resultado, quando incorridos. Os passivos financeiros reconhecidos pela Provisão para férias e encargos .................................... 3 Ativos financeiros: Cia. nessa categoria de instrumentos financeiros são, principalmente, contas a Outros ............................................................................. 2010 2009 602 493 pagar a fornecedores. d) Contas a receber de clientes: Registradas inicialmente Empréstimos e recebíveis pelo valor nominal dos títulos, os quais estão sujeitos ao ajuste a valor presente. 7. Impostos e Contribuições a Pagar: Caixas e equivalentes de caixa................................. 7.627 10.265 2010 2009 A Cia. considera cada transação no cálculo desse ajuste contabilizando, quando Imposto Sobre Serviços - ISS ........................................ Contas a Receber...................................................... 4.161 1.581 282 265 relevante, a crédito nesse grupo de contas em contrapartida à rubrica "Receita 11.788 11.846 46 41 bruta de serviços", no resultado. A provisão para créditos de liquidação duvidosa PIS .................................................................................. Passivos financeiros: 214 191 é constituída com base na análise dos riscos de realização dos créditos a rece- COFINS .......................................................................... Mensurados pelo custo amortizado ber, em montante considerado pela Administração como suficiente para cobrir Contribuições retidas na fonte a recolher...................... 6 5 Contas a pagar a fornecedores................................. 785 686 eventuais perdas. e) Imobilizado: Os ativos imobilizados foram registrados ao IRRF................................................................................ 14 5 785 686 custo de aquisição e são depreciados pelo método linear, considerando-se a Outros impostos a recolher ............................................ 85 3 Os instrumentos financeiros os quais estão reconhecidos nas demonstrações finanvida útil-econômica estimada de cada bem. f) Imposto de renda e contribuição 647 510 ceiras da Cia. a valor contábil, não apresentam variações significativas em relação social: A Cia. optou pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A aos respectivos valores de mercado. O saldo do contas a receber é apresentando 2010 2009 base de cálculo do imposto de renda e a da contribuição social é apurada à ra- 8. Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar: considerando-se as respectivas apropriações de receitas e encargos. c) Risco de 1.251 zão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da prestação de serviços e Imposto de renda............................................................ 1.249 crédito: Os instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Cia. e suas con482 400 100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares Contribuição social ......................................................... troladas a concentrações de risco de crédito consistem primariamente em caixa e 1.731 1.651 de 15%, acrescidas do adicional de 10% para o imposto de renda e 9% para a contribuição social. g) Direitos e obrigações: Os direitos e as obrigações sujeitos 9. Patrimônio Líquido: a) Capital social: É representado por bancos, aplicações financeiras e contas a receber. A Cia. mantêm contas correntes à variação monetária estão demonstrados pelos seus valores atualizados. h) 8.227.872 ações ON, escriturais e sem valor nominal, correspondente bancárias com instituições aprovadas pela Administração com o objetivo de diversifiApuração do resultado: A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida ao valor de R$ 4.119. b) Reserva legal: É constituída mediante a apro- cação de risco. A base de clientes é pulverizada, sendo o nível de contas a receber recebida ou a receber, deduzida de descontos comerciais. A receita é reconheci- priação de 5% do lucro líquido, a qual não poderá exceder a 20% do das Cia.s, monitorado por meio de controles internos e, para aqueles em que não há da quando da efetiva prestação de serviços e o custo do serviço prestado é reco- capital social apurado no fim de cada exercício, até atingir os limites fi- expectativa de realização, é constituída a provisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa, o que limita o risco de contas inadimplentes. d) Risco de liquidez: A nhecido no mesmo período que a receita é contabilizada. As despesas são re- xados pela legislação societária. responsabilidade final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da gistradas quando incorridas. i) Resultado financeiro (receitas e despesas finan2010 2009 Cia., que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de liquidez para o geceiras): Representam juros sobre aplicações financeiras, descontos diversos e Saldo inicial ..................................................................... 448 196 renciamento das necessidades de captação e gestão de liquidez no curto, médio e ajuste a valor presente, que são reconhecidos nos resultados do exercício pelo Constituição..................................................................... 375 252 longo prazo. A Cia. gerencia o risco de liquidez mantendo adequadas reservas e liregime de competência, conforme demonstrado na nota explicativa nº 10. j) nhas de crédito bancárias, por meio do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa 823 448 Saldo final ........................................................................ Ajuste a valor presente: Os ativos e passivos monetários de curto e longo prazos são ajustados ao seu valor presente quando o efeito é considerado relevante em c) Dividendos: Aos acionistas é assegurada a distribuição de 25% do lucro previstos e reais, e pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos relação às demonstrações financeiras. As contas a receber de clientes prefixa- líquido do exercício, ajustado de acordo com o art. 202 da Lei 6.404/76. Os financeiros. e) Risco de mercado: Risco de câmbio: A Cia. não está exposta a mudas, foram trazidas ao seu valor presente na data das transações, devido a seus dividendos para o exercício findo em 31/12/10 foram calculados conforme danças na taxa de câmbio, pois não possui contratos em moeda estrangeira. prazos, com base nas taxas internas de juros para clientes. k) Lucro por ação: O demonstrado a seguir: Contadora: Luana Fontes da Silva de Araujo - CRC-RJ 102.055/O-2 4 COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -8&(5-$ JUNTA Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 P U B L I C A Ç Ã O D E D E S PA C H O S Despachos de 20 de abril de 2011 Documentos Deferidos PROC. 111383056 111426987 111419484 111245575 111308917 111414946 111070112 111370191 111414610 111434335 111430054 110906888 111435030 111435137 111431425 111413478 111416590 111320984 111321026 111396093 111396107 111395976 111396026 111425557 111425620 111432693 111416116 111420423 111427428 110704444 111418224 111338794 111149665 111227534 111394376 111234077 111234093 110549937 111413222 111413230 111394260 111429706 111429730 111415616 111418739 111391814 111385512 111419557 111426774 111413052 111427401 111428629 111428637 111428653 111427436 111427452 110791320 111364167 111426278 111426391 111347360 111126100 111398576 111418810 111418895 111420075 111420091 111419964 111382505 111382556 110881486 111245613 111420822 111428548 111285941 110941624 111302498 110725921 111415241 111417473 111419085 111427193 111416132 111320135 111320208 110837231 111367492 111392845 111393060 111369479 111369495 111344441 111344468 111316120 111353130 111428947 111428335 111411637 110359070 110359100 111378508 110865286 111427908 111427894 111427916 111427932 111427959 111427975 111419891 111429757 111426944 111418623 111418666 111418577 111316154 111316235 111381649 111430291 111425719 111416299 111420342 111419000 111376912 111365163 110712137 111413907 111417236 111417260 111418615 111319633 111426740 111415837 111415780 111416795 111419239 111428300 111425875 111416957 111428262 111284732 111296030 111425794 111433088 111433185 111354730 111417716 111331226 111426022 111061954 111419140 111416825 111072204 110889304 111417007 111428572 111412447 100706851 111395011 111393892 111428661 111428700 111418518 111418526 111428688 111428580 111428599 111430100 111420695 111417570 111415900 111417678 111419727 EMPRESA 100% EMBALAGENS DISTRIBUIDORA ALEM PARAIBA LTDA EPP 2GET RECRUTAMENTO & SELECAO S A 521 PARTICIPACOES S/A A B VIDREX SERVICOS DE SERRALHERIA LTDA ME A C BAPTISTA JUNIOR TRANSPORTES A C BAPTISTA JUNIOR TRANSPORTES A C DA MOTA INFORMATICA ME A C MONTEIRO SERVICOS DE GESTAO EMPRESARIAL LTDA ME A CENTRAL FLORES LTDA ME A IMPOSSIVEL DOS CEREAIS LTDA ME A J COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA E EVENTOS LTDA A J COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA E EVENTOS LTDA A L MARMORARIA DE ITATIAIA LTDA A L MARMORARIA DE ITATIAIA LTDA A L S MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME A M CONSULTING CONSULTORIA E SERVICOS EM MEIO AMBIENTE LTDA A P PIMENTEL DE SOUZA ME A PORDENONE INCORPORACOES LTDA A PORDENONE INCORPORACOES LTDA A R BARBOSA CORRESPONDENTE FINANCEIRO A R BARBOSA CORRESPONDENTE FINANCEIRO A R PEREIRA LOJA PET SHOP A R PEREIRA LOJA PET SHOP A S SILVA PROCESSAMENTO DE DADOS A S SILVA PROCESSAMENTO DE DADOS A. MESSIAS DA COSTA COMERCIO DE AGUAS ABENGOA CONCESSOES BRASIL HOLDING S/A ABORGAMA DO BRASIL LTDA ACCEND-EMPREENDIMENTOS ELETRICOS E ELETRONICOS LTDA EPP ACOUGUE MECEJANA LTDA ACOVED ACOPLAMENTOS E VEDACOES TECNICAS LTDA ACQUAZUL COMERCIO E SERVICOS LTDA ACTIVE SAILING ACESSORIOS NAUTICOS E ESPORTIVOS LTDA ME ADAILTON CARVALHO PACHECO ADEEL MATERIAL DE CONSTRUCAO E SERVICOS LTDA ADEGA AZUL LTDA ADEGA AZUL LTDA ADMOVEO CONSULTORIA ECONOMICA E DE COMUNICACAO LTDA ADRIMON REFEICOES LTDA ADRIMON REFEICOES LTDA AFRANIO LUIZ CAVALLIER COMERCIO DE INFORMATICA E ELETRONICOS AGAPE CONFECCOES E MODA LTDA AGAPE CONFECCOES E MODA LTDA AGENCIA O GLOBO SERVICOS DE IMPRENSA S.A. AGITO BALL CLUB EVENTOS LTDA ME AGNELLA INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTIGOS DE VESTUARIOS E ACESSORIOS LTDA ME AGRO IBA LTDA ME AGUAS DO LINS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA EPP ALBERTO MARTIGNONI ALDEIA DA PEDRA DE ITAOCARA COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA ME ALEXANDRE BELCHIOR NICOLAU ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A ALTERNATIVA CLEAN LTDA ALTERNATIVA CLEAN LTDA ALTO JATOBA DISTRIBUIDORA LTDA ALUMINI ART LTDA ME ALVEZ E MUNIZ COMERCIO VAREJISTA DE TINTAS LTDA ALVEZ E MUNIZ COMERCIO VAREJISTA DE TINTAS LTDA AMANKALO CONFECCOES LTDA ME AMAURI RICARDO DE MORAES AMCOL CETCO DE BRASIL SERVICOS E PRODUTOS DE CONSTRUCAO LTDA AMERIKA FASHION ROUPAS LTDA AMERIKA FASHION ROUPAS LTDA AMPLA ENERGIA E SERVICOS S/A AMPLA ENERGIA E SERVICOS S/A AMPLA INVESTIMENTOS E SERVICOS S/A ANDRE DA SILVA ARANTES REPRESENTACOES ANDRE DA SILVA ARANTES REPRESENTACOES ANDREA SA FERREIRA VIANNA ANDREIA CORREIA CARDOSO BRAGA ANGABRI COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME ANIL-LAB 1288 COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA ANTARES EDUCACIONAL S A ANTONIONI SERRI LAGO COMERCIO DE ROUPAS ME APA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA APLAM BORDADOS ARTISTICOS LTDA ME APOIO ADMINISTRACAO E SERVICOS LTDA APPLE RIO 2008 DISTRIBUIDORA DE CEREAIS LTDA ME AQUI NA ESQUINA RESTAURANTE E LANCHONETE LTDA ME ART PAPER EMBALAGENS LTDA ATE III TRANSMISSORA DE ENERGIA S/A ATIMO & OTIMA TRATAMENTO DE DADOS LTDA ATIMO & OTIMA TRATAMENTO DE DADOS LTDA AUGSBURG ADMINISTRACAO E PARTICIPACOES LTDA AUTO CAPAS RJ LTDA AUTO CENTER KENNEDY LTDA AUTO CENTER KENNEDY LTDA AUTO ESCOLA CALIFORNIA LTDA AUTO ESCOLA CALIFORNIA LTDA AUTO PECAS GOMES & GUIMARAES LTDA AUTO PECAS GOMES & GUIMARAES LTDA AUTO POSTO GAS TUDO MOVEL LTDA AUTO POSTO TRES PONTOS LTDA AXR DO BRASIL LTDA ME AZEVEDO & OLIVEIRA MANUTENCAO DE AREAS VERDES LTDA ME B. S. DIAS B25 PARTICIPACOES LTDA B25 PARTICIPACOES LTDA B2B INTERNATIONAL CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA BAIXO BEBE MOVEIS LTDA ME BANCO DO BRASIL S A BANCO DO BRASIL S A BANCO DO BRASIL S A BANCO DO BRASIL S A BANCO DO BRASIL S A BANCO DO BRASIL S A BANDEIRANTES EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO S A BAR TOCA DOS PESCADORES DE JURUJUBA LTDA EPP BARST ARQUITETURA E URBANISMO LTDA BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA BAZAR MC BARROS LTDA BAZAR MC BARROS LTDA BAZAR OLIVEIRA DE CARMO LTDA BF VIA BRASIL LANCHES LTDA BIGUGAO LANCHONETE LTDA ME BJE SISTEMAS DE INFORMACAO LTDA ME BRASILUSO INDUSTRIA E COMERCIO DE COSMETICOS LTDA BRAVIM EMPREITEIRA DE OBRAS E SERVICOS LTDA BRAXCAM CONSTRUTORA LTDA ME BRICE ANDRE HATHAWAY DE GALLERY DE LA SERVIERE BRUNA CABRAL SUITA C A CALDAS FARIA ME C F COUTO C F COUTO C P COELHO COMERCIO E INDUSTRIA DE ROUPAS E ACESSORIOS ME C S BARBOSA TRANSPORTES LTDA ME CABIANCA COMUNICACAO DE MARKETING LTDA CAMARGO CORREA OLEO E GAS S A CAMARGO CORREA OLEO E GAS S A CAMORIM OFFSHORE SERVICOS MARITIMOS LTDA CANAA COMERCIO DE MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME CANETA CONTINENTAL LTDA CARE CLUB ADMINISTRADORA DE BENEFICIOS LTDA CARIBE INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS LTDA CARLOS ALEXANDRE PEREIRA SILVA CAROLINE VELONI CAMPOS ME CARRARA 3000 SERVICOS DE COBRANCAS LTDA ME CASA DAS PEDRAS DE BUZIOS E MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME CASALBORE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA CASALBORE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA CASSIO & MARCIA BAR E MERCEARIA LTDA ME CEG RIO S/A CENTRAL PILATES STUDIO E COMERCIO LTDA CHAVE DE OURO AUTOMOVEIS LTDA CHRISTAL DA TRINDADE MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME CIMENTO TUPI S/A CIRIO GERALDO GOMES CIRRUS PARTICIPACOES LTDA CITTAMATE COMESTIVEIS LTDA ME CLAN DE VILA ROSALI MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME CLARINHAS BIJUTERIAS LTDA ME CLAUDIA ANDREA DE SOUZA TIRRE CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES CLAUDIO COMERCIO E SERVICOS DE REFRIGERACAO LTDA CLAUDIO COMERCIO E SERVICOS DE REFRIGERACAO LTDA CLIFFS DRILLING DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA CLIFFS DRILLING DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA CLURCRI DISTRIBUIDORA DE GAS LTDA ME COMERCIAL PLENITUDE INFORMATICA LTDA COMERCIAL PLENITUDE INFORMATICA LTDA COMERCIO DE PECAS E ACESSORIOS AUTOMOTORES NOSSA SENHORA DO AMPARO 2003 LTDA ME COMERCIO DE RECICLAGEM SAO LOURENCO LTDA ME COMEX INTERNATIONAL TRADE IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIAO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO S/A CDURP COMPANHIA DISTRIBUIDORA DE GAS DO RIO DE JANEIRO CEG COMVERSE DO BRASIL LTDA 111420539 111420512 110860080 111394228 111394252 111067723 111413290 111193869 111433657 111376858 111376890 111064929 111312027 111419875 111433819 111417333 111065380 111420784 111141699 111141710 111430046 111430097 111434785 111247420 110458133 111413303 111413311 111424690 111427347 111427355 111065070 111413770 111394422 111394473 111086744 111425301 111418186 111082501 111339448 111339464 111278988 111398894 111140277 111140307 110838513 111417422 111410363 111410371 111146194 111426766 111384982 111419859 110344065 111413010 111413036 111432553 111134757 111420733 111420768 111415705 111415691 111248426 111248469 111419590 111419620 111429463 111415721 111394180 111394198 111335914 111312493 111430240 111357462 111419530 111286174 111228840 111426758 111426782 110711890 111399343 111399351 111231566 111434564 111434629 111425107 110889312 110889339 111285275 111280761 111280826 111420482 111420490 111412080 111354722 111304571 110701003 111395070 111395178 111355494 111398533 110878345 111387957 111425743 111417066 111417074 111387248 111387264 111285658 111426014 111426049 111418356 111418372 111417767 111413664 111417775 111417805 111417686 111417708 111417732 111347394 111284210 111383927 111419611 111419344 111419468 111417279 111417252 111418461 111378354 111317959 111419921 111413648 111229090 111417511 111428149 111319692 111419115 111429536 111418399 111417910 111417465 111417449 111416809 111429811 111426081 111426103 107745232 111415993 111416027 111428955 111428963 111282713 111419050 111432235 111429714 111415489 111276675 111048524 111416787 111428882 111428904 111396743 111387280 111302684 111417155 111417180 111331668 111426812 110802306 111428173 CONCESSIONARIA PORTO NOVO S/A CONSORCIO ALUSA MPE CONSULTORIO MEDICO MIRIA DE AMORIM LTDA ME COOLARTE DESIGN GRAFICO LTDA COOLARTE DESIGN GRAFICO LTDA COOPERATIVA DE DINAMIZADORES DE ARTE E CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COPIADORA CENTRAL DO MEIER LTDA ME COPPELI COOPERATIVA DOS PROFISSIONAIS EM CURSO DE ENSINO LIVRE E AFINS ENTIDADES DE CLASSE E AFINS E TRABALHADORES AUTONOMOS LTDA COSTA DOS COQUEIROS OPERADORA DE TURISMO E VIAGENS LTDA ME COSTA VERDE CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA COSTA VERDE CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA CREDMED MANUTENCAO E DISTRIBUICAO DE EQUIPAMENTOS MEDICO HOSPITALAR LTDA EPP CVI TELECOMUNICACOES LTDA ME DA ROCHA PROJETO E PRODUCAO LTDA DAIANA DA COSTA MENEZES DALECA COMERCIO DE VESTUARIO LTDA DAVI CHAAR BIJUTERIAS LTDA EPP DELMAQ MAQUINAS E EQUIPAMENTOS GRAFICOS LTDA ME DELTA REMOCOES E ICAMENTO LTDA DELTA REMOCOES E ICAMENTO LTDA DIAG EFEITO COMERCIO DE PRODUTOS PARA LABORATORIOS LTDA ME DIAG EFEITO COMERCIO DE PRODUTOS PARA LABORATORIOS LTDA ME DIEGO CESAR VIDAL DE LIMA DIEGO DE SOUSA SANTOS DISTRIACCI DISTRIBUIDORA ACCIOLI DE PLASTICOS LTDA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS CESTA MIX CARIOCA LTDA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS CESTA MIX CARIOCA LTDA DISTRIBUIDORA DE PECAS FUSCAO PRETO LTDA DLX SERVICOS LTDA ME DONALU S/A AGRO PESQUEIRA DRATEC ENGENHARIA LTDA DROGARIA MUITO MAIS SAUDE LTDA ME DUO ROMANOS REPRESENTACOES LTDA DUO ROMANOS REPRESENTACOES LTDA DW RIO DE JANEIRO CONSULTORIA E SERVICOS DE INFORMATICA S/A E C M DISTRIBUIDORA DE LIVROS LTDA E2S EMPREITEIRA DE MAO DE OBRA LTDA EBENEZER COMERCIO E SERVICOS LTDA ME ECO SISTEMA REVESTIMENTOS E PROTECAO PASSIVA LTDA ECO SISTEMA REVESTIMENTOS E PROTECAO PASSIVA LTDA ECR MANUTENCAO PREDIAL LTDA EDEZIO GOMES DO NASCIMENTO EDIMAR H DA SILVA EMPREITEIRA DE OBRAS EDIMAR H DA SILVA EMPREITEIRA DE OBRAS EDISONHO EDITORA LTDA ME EDNA MARIA DE OLIVEIRA FERREIRA EJ PEREIRA AUTO CENTER LTDA EJ PEREIRA AUTO CENTER LTDA ELETRONICA NOSSA SENHORA DE NAZARETH LTDA ME ELEVADORES FAHER LTDA ELIEZER GARCIA CORREA DOS SANTOS ME ELO DE NITEROI ELETRODOMESTICOS LTDA ME EMI EMPRESA DE MONTAGENS INDUSTRIAIS LTDA EPP EMPORIO DOS LATICINIOS BOM JARDIM DE MARICA LTDA EMPORIO DOS LATICINIOS BOM JARDIM DE MARICA LTDA EMPORIO GABRICH LTDA ME ESPACO X MAGAZINE LTDA ESQUADRIAS METALICAS NOVA FAMA LTDA ESQUADRIAS METALICAS NOVA FAMA LTDA ESSO EXPLORACAO SANTOS BRASILEIRA LTDA ESTRELA DO QUAFA AUTO PECAS LTDA ESTRELLAS PHONE SERVICOS EM TELEFONIA LTDA ESTRELLAS PHONE SERVICOS EM TELEFONIA LTDA ETT PARTICIPACOES LTDA ETT PARTICIPACOES LTDA EXCEED SPEED AUTOMACAO COMERCIAL LTDA ME EXXONMOBIL QUIMICA LTDA F M S RODRIGUES COMERCIO DE MALAS E BOLSAS F M S RODRIGUES COMERCIO DE MALAS E BOLSAS F R BARRETO ME FABIANO DE BRITO E SILVA FARCHI & VANZAN CLINICA ODONTOLOGICA LTDA EPP FASTEL DO BRASIL OPERADORES LOGISTICOS E ARMAZEM GERAL LTDA FAZENDA FRUTIFIQUE DE TERESOPOLIS HORTIFRUTIGRANJEIROS LTDA ME FEDERAL COPA FOMENTO MERCANTIL LTDA FELIX EMPRESARIADOS ARTISTICOS LTDA ME FERNANDA CHEIBUB DE CARVALHO FERNANDA CHEIBUB DE CARVALHO FERNANDA DOS SANTOS SCANFERLA DE SA FERNANDO J OLIVEIRA F ANDRADE VOZ E PUBLICIDADE FERNANDO J OLIVEIRA F ANDRADE VOZ E PUBLICIDADE FERNANDO REIS CORRETORA DE IMOVEIS LTDA ME FERRREIRA PAES RIO TRANSPORTE LTDA FERRREIRA PAES RIO TRANSPORTE LTDA FIO DO CORPO COMERCIO E INDUSTRIA DE ROUPAS LTDA ME FIRE COPIAS LTDA FIRE COPIAS LTDA FIRST ANC VIAGENS E TURISMO LTDA ME FLAMAR MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA FLAMAR MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA FLY PINT LONAS DESIGNERS LTDA FLY PINT LONAS DESIGNERS LTDA FORTUNY LEBLON ROUPAS LTDA EPP FOSTER COSMETICS COMERCIAL LTDA FOUR LINES AUDIO ILUMINACAO E INFORMATICA LTDA ME FOXTEL TELECOMUNICACOES LTDA FRASCOPET EMBALAGENS PLASTICAS LTDA FRASCOPET EMBALAGENS PLASTICAS LTDA FREGUESIA PARTICIPACOES LTDA FRONTIER VEICULOS LTDA ME FROST FREE COMERCIO TECNICO DE EQUIPAMENTOS E REFRIGERACAO LTDA ME FUGRO BRASIL SERVICOS SUBMARINOS E LEVANTAMENTOS LTDA FULA S SALGADOS DOCES E PETISCOS LTDA ME G ALMEIDA FAGUNDES G ALMEIDA FAGUNDES G CARDOSO BARCELOS CONFECCOES ME G CARDOSO BARCELOS CONFECCOES ME GADELHA E MEDEIROS SERVICO DE INFORMATICA SOCIEDADE EMPRESARIA LTDA ME GALERIA DAS BICICLETAS LTDA GALERIA DAS BICICLETAS LTDA GALPAO 51 CONFECCAO DE ROUPAS LTDA GALPAO 51 CONFECCAO DE ROUPAS LTDA GAS NATURAL SERVICOS S/A GENISE BRAGA BARBOZA GERDAU ACOS LONGOS S/A GERDAU ACOS LONGOS S/A GERDAU S/A GERDAU S/A GERDAU S/A GESSO CARIOCA DO RECREIO EMPREITEIRA LTDA GISELDA DE LOURDES NASCIMENTO DANTAS GISELE TORRES TEPEDINO GKS GLOBAL BRINDES E PROMOCOES LTDA ME GLOBO DE TERESOPOLIS PAPELARIA E LIVARRIA LTDA GLOBO DE TERESOPOLIS PAPELARIA E LIVARRIA LTDA GMPACK SOLUCOES EM EMBALAGENS LTDA GMPACK SOLUCOES EM EMBALAGENS LTDA GOLDEN DIAMANTE IGUACU JOIAS E PRESENTES LTDA GOODFISH PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA GOSPEL MANIA 2005 DE NILOPOLIS MANUTENCAO DE MAQUINAS LTDA ME GPA EDICOES MUSICAIS LTDA GUIANET NEGOCIOS PELA INTERNET LTDA H L F SOUZA BASTOS CONFECCAO E COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME H N DE FRIBURGO COMUNICACAO VISUAL LTDA ME HABITU S DO CORPO RECREIO COMERCIO DE COSMETICOS LTDA ME HAVYARD SOUTH AMERICA REPRESENTACAO LTDA HD ENTRETENIMENTOS LTDA ME HEBRON BIOFARMACOS S/A HESTIA MINERACAO LTDA EPP HOPE RECURSOS HUMANOS S A HOUSE SERVICE CONSTRUCAO E PAISAGISMO LTDA HOUSE SERVICE CONSTRUCAO E PAISAGISMO LTDA HOUSTON PORT SERVICOS OFF SHORE LTDA HOUTER DO BRASIL LTDA HUANG WEIREN HUANG WEIREN I A CARNEIRO & CIA LTDA I DOS REIS RIBEIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO I DOS REIS RIBEIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO I L DE OLIVEIRA COMERCIO DE ROUPAS I L DE OLIVEIRA COMERCIO DE ROUPAS IBEG ENGENHARIA E CONSTRUCOES LTDA IDEIA 2007 INSTITUTO DE DIREITO E ESTUDOS INTERDISCIPLINARES AVANCADOS LTDA EPP IGN CRUZ WEB & DESIGN ILHA CENTRO AUTOMOTIVO LTDA EPP IMAGEM E FORMA PROJETOS E GESTAO IMOBILIARIA LTDA INDONESIA COMERCIO DE ARTESANATOS LTDA INDUSTRIA DE PLASTICOS VALENCA LTDA INOVATS CONSULTORIA EM DESENVOLVIMENTO E GESTAO EMPRESARIAL LTDA INSTINTO FEMININO COMERCIO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA INSTINTO FEMININO COMERCIO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA INSTITUTO ROBERTO COSTA COMERCIO E SERVICO LTDA INVESTIMENTOS TER LTDA ITAURNAS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA J ALENCAR LANNA J ALENCAR LANNA J C FERREIRA COMERCIO DE BEBIDAS E GENEROS ALIMENTICIOS J C REPRESENTACOES E SERVICOS MEDICOS LTDA ME J F SERVICOS EMPRESARIAIS LTDA J J BARRETO MANUTENCAO DE MAQUINAS INDUSTRIAS LTDA 111428181 111345995 111346010 110961412 111419913 111428920 111428971 111393787 111353629 111430933 110982223 110982231 110802268 111417554 111428769 111415152 111348250 111415136 111425433 111425468 111374553 111420555 110890957 110890973 111395240 111413745 111413753 111420296 111420334 111139546 111139511 111364701 111364728 111427509 111426979 111431638 111410908 111410916 111394520 111419573 111419581 111393566 111429137 111429153 111412986 111420660 111429986 111378400 111413834 111380022 111370604 111396921 111411653 111428122 111417627 111138280 111425417 111285593 111417457 111385180 111417384 111369533 111426090 111369452 111281083 111281148 111418240 111432260 111378567 111378575 111427096 111428467 111428505 110904265 111432847 111432898 111243700 111419743 111429021 111354005 111420008 111431476 111431549 111414199 111428980 111394139 111390630 111427266 111427282 111427703 111375835 111390273 110878701 111419506 111430348 111430410 111430801 111429935 111053544 111426596 111426600 111339243 111151201 111151244 111415829 111415772 110878485 111391040 111247292 111414440 111416310 111416434 111420350 111416990 111428424 111416167 111434572 111427339 110904907 111420750 111436451 111415110 111436249 111365139 111416230 111333270 111333296 111428564 111434718 111086612 111390869 111391121 111410770 111411025 111419255 111419301 111414938 111414962 111379318 111425913 111299403 111377587 111420725 111420440 111363802 111366070 111366119 111366160 111366194 111366208 111366259 111366364 111429285 111425123 111416833 111415080 111248345 111429676 111429684 110867521 111249660 111417694 111417791 111387213 111417040 111378044 111045550 111413761 111047102 111416205 111348277 111348293 111089220 111425395 111345316 J J BARRETO MANUTENCAO DE MAQUINAS INDUSTRIAS LTDA J J IRMAOS INFORMATICA COMERCIO E SERVICOS LTDA J J IRMAOS INFORMATICA COMERCIO E SERVICOS LTDA J J TENORIO LOGISTICA E TRANSPORTES LTDA J R F EMPREITEIRA DE QUEIMADOS OBRAS E SERVICOS LTDA ME J R LAMIN MODAS E CALCADOS J R LAMIN MODAS E CALCADOS JACILDA DIAS DE FREITAS DE ABREU JB MALHARIA LTDA JEAN CARLOS CARNEIRO CORREA JEFERSON VERAS CITRANGULO JEFERSON VERAS CITRANGULO JF SERVICOS EMPRESARIAIS LTDA JFG LOCACOES LTDA ME JILU COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO DE PRODUTOS MANUFATURADOS LTDA JMHS COMERCIO DE JOIAS LTDA JOAO MANOEL DE CASTRO ME JOHNCENTER DISTRIBUICAO & LOGISTICA LTDA JORGE L DE A FRANCO INFORMATICA JORGE L DE A FRANCO INFORMTICA JORGE LUIZ DE SOUZA LOPES ME JORGE S CAMPANA JOSE CARLOS GOMES INFORMATICA JOSE CARLOS GOMES INFORMATICA JOSHUA SERVICOS DE ALIMENTACAO LTDA JPH BITTENCOURT MERCHANDSING E EVENTOS EPP JPH BITTENCOURT MERCHANDSING E EVENTOS EPP JPVG COMERCIO E SERVICOS LTDA JPVG COMERCIO E SERVICOS LTDA JR SALAO BELEZA LTDA JR SALAO DE BELEZA LTDA JULIO C M MEI MARKETING DE INCENTIVO JULIO C M MEI MARKETING DE INCENTIVO JULIO CESAR DE ALMEIDA RIOS IMOBILIARIA ME JUNCO GRANRIO COMERCIO DE JUNCO LTDA ME JURIVAL DOS SANTOS CABRAL JVS EDITORA E GRAFICA LTDA JVS EDITORA E GRAFICA LTDA K DA SILVA CUNHA PADARIA E CONFEITARIA ME KAMAR LOCACOES LTDA KAMAR LOCACOES LTDA KARIN PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA KERO PIZZA PIZZARIA LTDA KERO PIZZA PIZZARIA LTDA KETIE C J PENHA CABELEIREIROS ME KEYRUS BRASIL SERVICOS DE INFORMATICA LTDA KI PRECO ARTIGO DE BAZAR ARMARINHO PAPELARIA E PRESENTES LTDA KSH COMERCIO DE ALIMENTOS E LIMPEZA LTDA ME L & C SHOPPING DAS MADEIRAS CAMPOS LTDA EPP L T D M MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME L&M MATERIAIS MAQUINAS E SERVICOS LTDA ME LABOR SERVICE CONSULTORIA EM SAUDE OCUPACIONAL E MEDICINA DO TRABALHO LTDA LABORATORIOS BAGO DO BRASIL S A LABPLAST INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTEFATOS PLASTICOS LTDA LANCHONETE ESQUINA DO IGUATEMI LTDA ME LAURO GOMES ALBERTO LAZARINI’S JOGOS E PRODUTOS ELETRONICOS LOCACAO DE GAMES LANCHES LTDA ME LECCA DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA LETICIA BORGES CANNAVALE LEVYPLAST INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA EPP LGL IN LIFE PROMOTORA DE VENDAS LTDA LIGHT ENERGIA S/A LIGHT ESCO PRESTACAO DE SERVICOS S A LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S/A LILIA CUSTODIO DE LIMA COMERCIO DE MADEIRAS LILIA CUSTODIO DE LIMA COMERCIO DE MADEIRAS LIQUIDEZ DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA LISA E BELA CENTRO DE BELEZA E ESTETICA LTDA ME LIVRE ESTETICA E DEPILACAO LTDA LIVRE ESTETICA E DEPILACAO LTDA LLG LARA COMERCIO E REPRESENTACAO DE EQUIPAMENTOS COMERCIAIS LTDA ME LLV TREINAMENTO PROFISSIONAL LTDA LLV TREINAMENTO PROFISSIONAL LTDA LOBSTER HOTEL LTDA ME LOOM COMERCIO DE MALHAS LTDA LOOM COMERCIO DE MALHAS LTDA LOPES & MARTINS MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME LOPES E SANTOS TECNOLOGIA E INFORMATICA LTDA ME LOYAL CONSULTORIA E ASSESSORIA EM INFORMATICA LTDA LUCIENE DE AZEVEDO DA SILVA DE JESUS LUMINOSITA COMERCIO DE COSMETICOS LTDA ME LUNA RESTAURANTE PORTILHO LTDA LUNA RESTAURANTE PORTILHO LTDA LUZIA N C LINHARES M B MERCEARIA DE ITAOCARA LTDA ME M F B F DA SILVA COMERCIO DE PECAS INTIMAS ME M F MENDONCA DE SOUZA BAR ME M JUNJER M JUNJER M L DE SOUZA FESTAS M V RAMIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO ME M VILAS BOAS REPRESENTACOES ME MAC ID COMERCIO SERVICOS E TECNOLOGIA DA INFORMATICA LTDA EPP MADE IN ROCA COMERCIO DE MOVEIS E ANTIGUIDADES LTDA ME MADUREIRA REI DOS ESTOFADOS LTDA MADUREIRA REI DOS ESTOFADOS LTDA MALEX 254 COMERCIO DE ALIMENTOS E BEBIDAS LTDA ME MANDRAK SOUL PROMOCOES E EVENTOS LTDA ME MANEKINEKO RIO RESTAURANTE LTDA MANGUEIRINHA LOCACAO DE BENS LTDA MANGUEIRINHA LOCACAO DE BENS LTDA MARCELO QUEIROZ DE MATTOS INSTRUTOR DE MERGULHO ME MARCUS VINICIUS CANDIDO CARDOSO MARCUS VINICIUS CANDIDO CARDOSO MARGARETE V M COMERCIO DE GAS LTDA MARGARETE V M COMERCIO DE GAS LTDA MARIA IZABEL CUNHA DE AGUIAR MARIA IZABEL CUNHA DE AGUIAR MARIA JOSE DA CONCEICAO MARIA JOSE LOPES RAPOSO VICENTE MARISA LOJAS S/A MARISA LOJAS S/A MARIZA DOS SANTOS MESQUITA DE SOUZA MARTINIQUE INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS E ACESSORIOS LTDA ME MARTINS QUINTELA COMERCIO DE DOCES E CONFEITOS LTDA ME MASTERTAXI COMERCIO DE VEICULOS LTDA MATERIAL DE CONSTRUCAO 8164 LTDA MAUKRON COMERCIAL LTDA EPP MAURICIO CORREA CHTERPENSQUE MAXXFERRO RIO SUPORTES METALICOS E AUTO PECAS LTDA ME MBR SERVICOS E INSTALACOES DE TELECOMUNICACOES LTDA ME MBT COMERCIO DE JOIAS LTDA MC RIO 3000 REFRIGERACAO LTDA ME MDRJ 44 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES LTDA MDRJ 51 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A MEDIUNICA COMERCIO DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR LTDA MEDIUNICA COMERCIO DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR LTDA MEGA FASHION COMERCIO LTDA ME MERCADINHO REAL DE NOVA CAMPINAS LTDA ME MERCADINHO REAL DE NOVA CAMPINAS LTDA ME MERCADO E PADARIA L M LOUZADA LTDA MERCADO E PADARIA L M LOUZADA LTDA MERCADO PRATA DA FAZENDA LTDA MERCADO PRATA DA FAZENDA LTDA MERCEARIA E BAR MV DE TERESOPOLIS LTDA MERCEARIA E BAR MV DE TERESOPOLIS LTDA MERCEARIA ZMDD DE CORDOVIL LTDA MERCEARIA ZMDD DE CORDOVIL LTDA METAL MIX 2011 ARTEFATOS DE METAIS LTDA MFB VIAGENS E TURISMO LTDA ME MILLENIUM RIO ELEVADORES LTDA ME MINERGY RESOURCES PESQUISA E EXPLORACAO LTDA MMLA GNV INSTALADORA GAS NATURAL VEICULAR LTDA ME MOLDURANDO TELAS INDUSTRIA E COMERCIO DE MOLDURAS LTDA ME MONIFARMA LTDA MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP MOVITEK EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA MRS LOGISTICA S/A MUG TRANSPORTES INTERMODAL LTDA ME NABLAT COMERCIO DE JOIAS LTDA NATHALINA HELENA CARDOZO SILVA NAVEPORT INTERNATIONAL LTDA EPP NAVEPORT INTERNATIONAL LTDA EPP NEIDE SOUZA MELO COMERCIO DE ROUPAS E ACESSORIOS NEOCODE CONSULTORIA DE SISTEMAS DE INFORMATICA LTDA NGM ARTESANATOS LTDA NGM ARTESANATOS LTDA NOEMIA ARTES E PRESENTES LTDA NOVA BARRA LAVANDERIA LTDA ME NOVA GERACAO COMESTIVEIS LTDA NOVA SHELTER COMERCIAL DISTRIBUIDORA LTDA EPP NOVO GAS DA SERRA COMERCIO E TRANSPORTE LTDA EPP NPN OTICA LTDA EPP NTE NORDESTE TRANSMISSORA DE ENERGIA S/A NUCREPE CREPERIA LTDA NUCREPE CREPERIA LTDA O ALEPH PATOLOGIA CIRURGICA E CITOPATOLOGIA LTDA OBILHEIRO E SILVA WEB SERVICOS DIGITAIS E PRODUCOES ARTISTICAS LTDA OBILHEIRO E SILVA WEB SERVICOS DIGITAIS E PRODUCOES ARTISTICAS LTDA COMERCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -8&(5-$ JUNTA Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 5 P U B L I C A Ç Ã O D E D E S PA C H O S 111427010 111427029 110768795 111378958 110865138 110865170 111391407 111391415 111429013 111426820 111429005 111428327 111370442 111420580 111420636 111416760 111427460 111369150 111369177 111392110 111418038 111418097 111300959 111429749 111429960 110445635 111397200 111397251 111413109 111429188 111416892 111394767 110912462 111048478 111416620 111375460 111413842 111413869 111416248 111348269 111418755 111418828 111284643 111278716 111278724 110865332 111415870 111420431 111337372 110938771 111339316 111397731 111383811 111427843 111416639 111418232 111418275 111413893 111396379 111396409 111396433 111396425 111427363 111427371 111336651 111388902 111388910 111151716 111428068 111417538 111374430 111332982 110459091 111195195 111195209 111420881 111399033 111399084 111280893 111417309 111391237 111382076 111419808 111413826 111420571 111420598 111336368 111413338 107778726 111396506 111396530 111396611 110406648 111428483 111415853 111383412 111348374 111348404 111428998 111428513 OCEAN PNEUS COMERCIO E SERVICOS GERAIS LTDA OCEAN PNEUS COMERCIO E SERVICOS GERAIS LTDA ODONTOQUALITY IMPORTACAO LIMITADA ONE 234 INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTIGOS DO VESTUARIO LTDA EPP OPERADORA DE MARKETING DIRETO MONTAO DE COISAS LTDA OPERADORA DE MARKETING DIRETO MONTAO DE COISAS LTDA PADARIA DEL CASTILHO LTDA PADARIA DEL CASTILHO LTDA PADARIA PALOMO E FERNANDES DE MACAE LTDA ME PADARIA PRINCESINHA DA GRAMA LTDA ME PANIFICACAO MANA DINIZ LTDA ME PAPELARIA GERACAO 2000 LTDA ME PARAISO RESENDE FREIOS E MOLAS LTDA ME PARATI S A PARTICIPACOES EM ATIVOS DE ENERGIA ELETRICA PARATI S A PARTICIPACOES EM ATIVOS DE ENERGIA ELETRICA PARTICIPACOES E EMPREENDIMENTOS REYNOSA S/A PATHFINDER EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A PATOTA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA PATOTA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA PATRICIA ACACIO RAMOS COMERCIO DE ALIMENTOS PDG REALTY S/A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES PDG REALTY S/A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES PENSAO DA TIA BELL N M LTDA ME PET SHOP MORADA DOS BICHOS LTDA PET SHOP MORADA DOS BICHOS LTDA PETROLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS PHELIMAR MERCEARIA E PRODUTOS DESCARTAVEIS LTDA PHELIMAR MERCEARIA E PRODUTOS DESCARTAVEIS LTDA ME PILATE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS LTDA EPP PINK FLOWERS ROUPAS E ACESSORIOS LTDA ME PMGA INCORPORACAO E CONSTRUCAO LTDA POINT DE FESTAS DE CAMPO GRANDE CASA DE FESTAS LTDA ME POLIFRUT HORTIFRUTIGRANJEIROS CEREAIS LTDA POLIMEROS VALENCA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA PONTES & VIEIRA LTDA ME POUSADA LADY GIOVANNA LTDA POUSADA MARE ALTA DA ILHA DA MADEIRA LTDA POUSADA MARE ALTA DA ILHA DA MADEIRA LTDA PRANIS COMERCIO REPRESENTACAO E SERVICOS LTDA PRATA DO RIO LOCACAO DE VEICULOS LTDA PRD ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA PRD ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA PREMIUM SERVICOS DE CONSULTORIA LTDA ME PRESERVARE REPRESENTACOES LTDA PRESERVARE REPRESENTACOES LTDA PROFECTY ASSESSORIA EMPRESARIAL DE RECURSOS HUMANOS LTDA PROGRESSO DE IRAJA TELHAS LTDA ME PRUDENTIAL DO BRASIL SEGUROS DE VIDA S/A PW NETWORK INFORMATICA E TELECOMUNICACOES LTDA ME QUALITY MARMORES E GRANITOS LTDA ME QUEIROZ DIVER ATIVIDADE DE MERGULHO LTDA QUEIROZ DIVER ATIVIDADE DE MERGULHO LTDA QUINTA DO SOL MP INDUSTRIA DE ALIMENTOS LTDA QUINTO ELEMENTO CLINICA DE REABILITACAO FISIOTERAPEUTICA LTDA ME R & A GONCALENSE ESTRUTURA METALICA LTDA ME R C NUNES DA COSTA PEREIRA COMERCIO DE BOLSAS R C NUNES DA COSTA PEREIRA COMERCIO DE BOLSAS R CAMPISTA SILVA ME R F S LUCIO COUTINHO CONFECCOES R F S LUCIO COUTINHO CONFECCOES R S CASSERES LANCHONETE R S CASSERES LANCHONETES RAFAEL E SANDRA RELOJOARIA LTDA RAFAEL E SANDRA RELOJOARIA LTDA RALACAO II DE CAMPO GRANDE JEANS LTDA ME RARO EFEITO PRESENTES LTDA ME RARO EFEITO PRESENTES LTDA ME RASEC AIAM PROJETOS DESENHOS E DIGITALIZACAO GRAFICA LTDA REALIDADE DA MODA COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME REATA COMERCIO TEXTIL LTDA ME RECIBRAS PORTO REAL RESIDUOS LTDA RECIPRESS EQUIPAMENTOS PARA RECICLAGEM LTDA EPP RECIPRESS EQUIPAMENTOS PARA RECICLAGEM LTDA EPP REI DA GULA LOJA DE CONVENIENCIA LTDA REI DA GULA LOJA DE CONVENIENCIA LTDA REI DAS LUVAS LTDA ME REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA RENATA M. COSTA LOPES RENATO DA COSTA ALVES RESTAURANTE SONHO MEU SELF SERVICE LTDA ME RIO BELLO COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA RIOCAMPOS GESTAO E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA ME RIOCAR COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA RIOCAR COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA RJ PESCADOS COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA RN 2010 COMERCIO DE AUTO PECAS LTDA ME ROCK PEIXES ORNAMENTAIS COMERCIO EXPORTACAO E IMPORTACAO LTDA RONALDO JORDAO BUSSIERE RONALDO JORDAO BUSSIERE RONALDO JORDAO BUSSIERE ROSANGELA FERREIRA DE SOUSA ROSIMAR AGUIAR BELARMINO SILVA RSQ CAXIENSE COMERCIO DISTRIBUICAO CONSULTORIA E REPRESENTACAO LTDA RURALPUR PRODUTOS RURAIS LTDA ME S B M C COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA S B M C COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA S M S DE MELO COMERCIO E CONFECCAO DE ROUPAS ME SAAVEDRA DOWNTOWN COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA ME 111431921 111191475 111417970 111125804 111394023 111388384 111316006 111332834 111418909 111430151 110711785 111315743 111315760 111415896 111427134 110191064 110838360 111415799 111045592 111417430 111366836 111007232 111426545 111337496 111188105 111417244 111418496 111418453 111418410 111418437 111420458 111379717 111306469 111395500 111395712 110934881 111376386 107696320 111430020 111418143 111218985 111416043 111310865 111310954 111311004 111311012 111311071 111191920 111427592 111427614 111387981 111392543 111303591 111303680 111072085 111339170 111428912 111425310 111416930 111339537 111417104 111243874 111425930 111362601 111431913 111132444 111314330 111415713 111426189 111426200 111415047 111415055 111415411 111415438 110912349 111416329 111313686 111120179 111393752 111393884 111381096 111141389 111141397 111362784 111362806 110841263 111248639 111425883 111396204 111396255 111429790 111429803 111430216 111430232 111393850 111419280 110665856 SACARIA LILI LTDA ME SAH SOCIEDADE DE ADMINISTRACAO HOSPITALAR LTDA SAIPEM DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA SANTOS PINTO IMOVEIS LTDA SAO JOSE DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA SAPHYR INVESTIMENTOS S A SB COMERCIO DE MOVEIS LTDA ME SEAL DANI MERRASH COMERCIO DE ROUPAS ACESSORIOS E PERFUMARIA LTDA SEASON COMERCIO INDUSTRIA DE MODA PRAIA LTDA ME SERCOM RIO COMERCIO DE PAPEIS E EMBALAGENS EM GERAL LTDA ME SERGIO ARAUJO GASPAR FERREIRA SERVTEC ASSESSORIA E SERVICOS TECNICOS ESPECIALIZADOS LTDA SERVTEC ASSESSORIA E SERVICOS TECNICOS ESPECIALIZADOS LTDA SHENON MANUTENCAO PREDIAL LTDA ME SHIDETAKI GERENCIAMENTO E PROJETOS LTDA SHIPINVEST PARTICIPACOES LTDA SHIPINVEST PARTICIPACOES LTDA SHOPPING DELICIAS DO RECREIO LTDA EPP SILMAR ALEXANDRE SILVA FERREIRA SIMONE DE CARVALHO VALLADARES ME SINSTAL SERVICOS E REPRESENTACOES LTDA SIREMAR BAZAR MOVEIS LTDA SISMIC SURF WEAR COMERCIO DE ROUPAS E ACESSORIOS LTDA SK REFRIGERACAO E-COMMERCE LTDA ME SO X CALCADOS LTDA ME SOBRADO DO BIZERRAO ROUPAS LTDA ME SONAT BRASOCEAN SERVICOS DE PERFURACOES LTDA SONAT BRASOCEAN SERVICOS DE PERFURACOES LTDA SONAT OFFSHORE DO BRASIL PERFURACOES MARITIMAS LTDA SONAT OFFSHORE 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DESCARTAVEIS LTDA T L ARAGAO BAR E MERCEARIA ME T R DA SILVA CALCADOS ME T V DA SILVA FONSECA COMERCIO E BENEFICIAMENTO DE COURO ME T Y D TELECOMUNICACOES E DESENVOLVIMENTO LTDA TAG SERVICOS DE INFORMATICA LTDA TALMT LTDA ME TANIA REGINA REGIS DO MONTE TAURUS EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA TECFILM MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME TECH INSP TREINAMENTOS E SERVICOS LTDA ME TECHNIP BRASIL ENGENHARIA INSTALACOES E APOIO MARITIMO LTDA TECHNOS DA AMAZONIA INDUSTRIA E COMERCIO S/A TECIDOS JACOB CHREEM S/A TECIDOS JACOB CHREEM S/A TEM TUDO COMERCIO E SERVICOS LTDA EPP TEM TUDO COMERCIO E SERVICOS LTDA EPP TEREZA DE SOUZA VIEIRA TEREZA DE SOUZA VIEIRA TERRATOPO TOPOGRAFIA GEORREFERENCIAMENTO E SERVICOS LTDA TOCA DO BATUKE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA TRAJETO TRANSPORTE E LOGISTICA LTDA TRANSCEIVER SISTEMAS DE COMUNICACAO LTDA TRANSPORTADORA TEIXEIRA E FILHO LTDA TRANSPORTADORA TEIXEIRA E FILHO LTDA TRANSPORTADORA TRES AMIGOS LTDA ME TRANSPORTES RODOVIARIO SOUTO LTDA TRANSPORTES RODOVIARIO SOUTO LTDA TREVO DO PAO PADARIA CONFEITARIA E LANCHONETE LTDA TREVO DO PAO PADARIA CONFEITARIA E LANCHONETE LTDA TRI STAR VIAGENS TURISMO LTDA ME TRUST CURSOS DE IDIOMAS LTDA EPP TURISBARRA VIAGENS E TURISMO LTDA ME V H DOS PRAZERES CONFECCAO V H DOS PRAZERES CONFECCAO V L F VIDRACARIA LTDA V L F VIDRACARIA LTDA VALE RIO SERVICO E TRANSPORTES LTDA VALE RIO SERVICO E TRANSPORTES LTDA VALERIA SCHAUSLTZ PEREIRA FAUSTINO ME VALID SOLUCOES E SERVICOS DE SEGURANCA EM MEIOS DE PAGAMENTO E IDENTIFICACAO S.A VALQUIRIA DA SILVA DIAS 111429722 111427240 111363845 111054923 111054974 110216865 111339570 110911725 111353505 111425352 111419336 111432391 111432430 111427860 111410940 111431239 111392268 111392306 111392179 111085772 111249627 111144060 111431166 111368197 111393779 111397332 111397448 111425840 111429501 111429480 VANDA LUCIA FRANCA DE MOURA ME VB ILUMINACAO E INSTALACOES ELETRICAS LTDA EPP VEIGA E ALMEIDA INDUSTRIA E COMERCIO DE VELAS LTDA ME VERA LUCIA E MEIRELLES ROUPAS E UTILIDADES DOMESTICAS LTDA VERA LUCIA E MEIRELLES ROUPAS E UTILIDADES DOMESTICAS LTDA VEREDA FILMES LTDA VERTUNO SERVICOS CADASTRAIS LTDA VIA FONSECAO COMERCIO DE DOCES LTDA VIA INTIMA LINGERIE LTDA VIBRACON MAQUINA E EQUIPAMENTOS PARA CONSTRUCAO CIVIL LTDA VIDA SEGURADORA S/A VIP AUTO SERVICOS LTDA VIP AUTO SERVICOS LTDA VIPALTO LOCADORA E TURISMO LTDA EPP VIRMA ADT MIDIA LTDA ME W C T SERVICOS DE MANIPULACAO EM GERAL LTDA ME W J PEREIRA REPRESENTACOES LTDA W J PEREIRA REPRESENTACOES LTDA W J PEREIRA REPRESENTACOES ME W L PINHEIRO CARDOSO CONFECCAO ME W S GOMES SERVICOS DE PUBLICIDADES ME WALDY PAVAO RECICLAGEM DE CARTUCHOS ME WIDEA INDUSTRIA E COMERCIO DE MOVEIS LTDA ME WINNER INTERNACIONAL COMERCIAL E EXPORTADORA LTDA WJB MATERIAL DE CONSTRUCAO LTDA ME WPA ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA WPA ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA YTELLES REPRESENTACAO EM INFORMATICA LTDA ZIZIAR INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME ZUUM ESTACIONAMENTO LTDA ME Documento Indeferido PROC. EMPRESA 107392852 RADIO FEDERAL LTDA EPP DOCUMENTOS EM EXIGÊNCIA 111120128 111413397 111413419 111428130 111425980 110893468 111412943 111434181 111428670 111394775 110407709 111321077 111417023 111367123 111420652 111413125 111413133 111413168 111413192 111372011 111372054 111427878 111427886 111296102 111117526 111429625 110710886 111390400 111361141 111418402 111396786 111417503 111393922 111393868 111411181 111018153 110962125 111430143 111417880 110909291 111248965 111248990 111394236 110461894 111427606 111427630 111429277 111429404 111429412 111425905 111427940 110550862 110980174 111283973 111432952 111433070 111427088 111331170 111300118 111426790 111425735 107396521 111393981 111416914 111425832 111426294 111420628 111416400 111430909 110134915 110136128 110134982 111430356 111252733 111417937 111394163 111413346 111227500 111227518 111336147 111397952 111429650 110236580 110788257 111424933 111367034 111397464 111399262 110863984 111420679 111427800 111393272 111393361 111190150 111190193 111304687 111182824 111415918 111418542 111430062 111415594 111415624 111418380 111420148 111420202 111391059 111420172 111420105 111417481 111416477 111430089 111413702 111429820 111398037 111418208 111418160 111418348 111418283 111417953 111417899 111418062 111417996 111116465 111417848 111417759 111249511 111249554 110147669 111430178 111430194 111187141 111354285 111416744 111412498 111425336 111391890 111394112 111413460 111414040 111396522 111428602 111393990 111430879 111382807 111382823 111418470 111428076 111428092 107741407 107741326 110298454 111428750 111391881 111391849 111391784 100551602 111425654 111425697 111392799 111392810 111372410 111277531 111436117 110873866 111418844 110137191 110137230 111382661 111417368 110328043 111312043 111427274 111412099 111230578 111230225 111317991 111318025 111398975 111398991 111420288 111375622 111145589 111414784 111396441 111193788 111426847 111417651 110964500 110964543 111382610 111420601 111399203 111398827 111398843 111425158 111417600 111417287 111338859 111153000 110980026 111412340 111346290 111416558 111399050 111426898 111361095 111311136 111049733 111049750 111419026 111394325 111426723 111065470 111420156 111368812 111426618 111126479 111428807 111434963 111046815 111300614 111300690 111429552 111429579 111429765 111427720 111048761 111048834 111048869 111297389 111398622 111419107 111275423 111364906 111147352 111147344 111228077 111228093 111348196 111348218 111412838 111433479 111433525 111424607 110888219 111427851 111396182 111396190 111416361 111436443 111279291 111413710 111427037 111427070 111415497 110284640 110259823 111426693 111383153 110717910 110716183 111283469 111283531 111428157 111415756 111411203 111393183 111393310 111388007 111387493 110162846 111428432 111415888 111415926 111413516 111418011 107780453 111425042 110971035 111150086 111415950 111399106 111429250 111416752 111434483 111434521 110434625 111230209 111118174 111417783 111419476 110807480 111397944 111417643 110724119 111120195 110724097 111087678 111417406 111363969 111122732 111429692 111427983 111428009 111151660 111413788 111294924 111053870 111394384 110591216 111420741 110885511 111293960 111420709 111079551 111427053 107264331 111332990 111185939 111010071 111407885 111426120 111426197 111426154 111426243 111413974 111412005 111412030 111417961 111425220 111425247 110676165 107778750 111425646 110710800 110943910 111419689 111347041 111420032 111420067 110841573 111132096 110841514 111425379 111430810 111415179 111393825 111394082 111429331 111431255 111397960 111431034 110711033 111251516 111087171 110478932 111425239 110134885 110827082 111379466 110890108 111420687 111418640 111418720 111418950 111418992 111419093 111419123 111143276 111419972 111420016 111374960 110674901 111429161 110710975 111415128 111424909 111387191 111387515 111281342 111426529 111417635 111417619 111426030 111065828 111295009 111418488 111190843 111429609 111429617 110217748 111398720 111420270 111368030 111420407 111425972 111426359 111277000 111276977 111277043 111277086 111417724 111429560 111429595 ECONOMIA 1(*Ï&,2 &61YHQGH SDUWLFLSDomR QD5LYHUVGDOH A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vai receber US$ 832,6 milhões pela venda de sua participação de mais 19% na produtora de carvão australiana Riversdale para a mineradora anglo-australiana Rio Tinto. O grupo brasileiro anunciou que decidiu aderir à oferta feita pela Rio Tinto que, com isso, passa a deter mais de 70% da Riversdale. Mudança - A venda das ações marca uma mudança de posição da CSN. No fim de março, o diretor executivo da CSN, Paulo Penido, informou que a empresa manteria sua participação na Riversdale. “A empresa pretende ficar (na Riversdale). Reconhecemos que precisamos de um sócio-operador (das minas) de habilidade”, disse o executivo à época, durante teleconferência com analistas. Para analistas, a operação de compra e venda das ações da Riversdale acabou se revelando um bom investimento financeiro da CSN. “Quando a CSN começou a comprar participação na Riversdale, as ações da australiana estavam cotadas a 6,10 dólares australianos, e a venda foi feita pelo preço de 16,50 dólares australianos”, diz um analista que pediu para que seu nome não fosse citado. (Chiara Quintão / AE) 0(5&$'2 %ROVDVREHHJDUDQWH DOWDGHQDVHPDQD Feriados diminuem um pouco o fôlego dos investidores e índice à vista fecha com ganho menor que no exterior Claudia Violante, Denise Abarca e Silvana Rocha Da Agência Estado O otimismo tomou conta dos mercados globais - bolsas na Ásia, Europa e Estados Unidos encerraram em alta - e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) seguiu o comportamento de perto, a despeito dos feriados destas quinta e sexta-feiras. As folgas, no entanto, diminuíram um pouco do fôlego dos investidores domésticos e o principal índice à vista fechou com um ganho menor. O Ibovespa terminou o dia em elevação de 1,36%, aos 67.058,02 pontos. Na mínima, registrou 66.165 pontos (+0,01%) e, na máxima, 67.077 pontos (+1,39%). Apesar do tombo de 1,9% de segunda-feira, o índice conseguiu fechar a semana curta com ganho, de 0,56%. No mês, acumula perda de 2,23% e, no ano, de 3,24%. O giro financeiro totalizou R$ 6,702 bilhões. Exterior - No exterior, os bons balanços corporativos e os dados do setor imobiliárioamericano impulsionaram as ações, enquanto os leilões bemsucedidos de títulos de Espanha e Portugal ajudaram no clima positivo dos negócios. O índice Dow Jones terminou o dia em alta de 1,52%, aos 12.453,54 pontos, depois de ter registrado durante a manhã 12.475,53 pontos, o maior patamar intraday desde 2 de junho de 2008. O S&P encerrou com ganho de 1,35%, aos 1.330,36 pontos e Nasdaq avançou 2,1%, aos 2.802,51 pontos. Na Europa, as bolsas também subiram ajudadas pela menor preocupação com a dívida soberana de alguns países da região, após um leilão de títulos relativamente bem-sucedido na Espanha. No Brasil, OGX ON foi novamente destaque de alta, ainda sem resgatar toda a perda registrada na segunda-feira. O papel avançou 5,57%, na maior elevação do índice, seguida por LLX ON (+4,38%) e B2W ON (+4,14%). BrT PN liderou as perdas, com -5,41%, seguida por Telemar PN, -5,37%, e Tele Norte Leste PNA, -5,07%. Petrobras ON subiu 2,47% e PN, 2,18%. Na Nymex, o con- trato do petróleo para junho ganhou 2,92%, a US$ 111,45. Vale ON terminou em alta de 1,82% e a PNA, de 1,68%, em dia de avanço dos metais no exterior. Juros - As expectativas para a reunião do Copom foram o principal driver do segmento de juros, cujas taxas de curto e médio prazos ficaram rondando o ajuste de terça-feira, enquanto as longas subiram, refletindo justamente este rcado majoritariamente posicionado para uma redução do ritmo da alta da Selic. Ao término da negociação normal da BM&F, o DI junho de 2011 (285 230 contratos) ia de 11,94% para 11,965%, o DI julho de 2011 (528.485 contratos), estável, projetava 12,03%, e o DI janeiro de 2012 (395.625 contratos) passava de 12,25% para 12,23%. O DI janeiro de 2013 (170.710 contratos) estava em 12,65%, de 12,63% na terça-feira. Nos longos, o DI janeiro de 2017 (22.200 contratos) estava em 12,63%, de 12,59% na véspera, e o DI janeiro de 2021 (5.830 contratos) subia a 12,53%, de 12,50% no ajuste anterior. Após iniciar o dia em sintonia com a queda externa, o dólar no mercado doméstico devolveu as perdas ao longo da manhã e iniciou a tarde em leve alta. Contudo, o ajuste positivo foi passageiro porque o mercado não identificou uma razão plausível para justificar a subida das cotações às máximas intraday e o dólar devolveu os ganhos e fechou em baixa. “Diante do feriadão no Brasil, algum player pode ter reduzido posição vendida por se sentir desconfortável em se manter fortemente vendido, uma vez que amanhã os mercados internacionais funcionam normalmente”, disse um operador. A maior volatilidade das cotações locais da moeda ajudou a manter os negócios relativamente aquecidos. No fechamento, o dólar à vista caiu 0,38%, a R$ 1,570 no balcão - menor valor desde 4 de agosto de 2008, quando encerrou a R$ 1,5630. Na semana, a moeda acumulou desvalorização de 0,51%; no mês tem baixa de 3,68% e, no ano, uma perda de 5,65%. Na BM&F, o dólar pronto recuou 0,29%, a R$ 1,5725. Até 16h30, o giro financeiro em D+2 somou cerca de US$ 1,6 bilhão. No mercado futuro às 16h32, o dólar para maio de 2011 caía 0,38%, para R$ 1,570, com um volume financeiro negociado de US$ 16,14 bilhões, equivalente ao giro da véspera. O Banco Central manteve o script e realizou dois leilões de compra à vista, em que fixou as taxas de corte em R$ 1,5688 e R$ 1,570. No exterior, o clima favorável estimulou o apetite por moedas de maior risco e as commodities, em detrimento do dólar. A melhora do sentimento foi amparada pelos bons resultados corporativos nos Estados Unidos e os bem-sucedidos leilões de bônus e títulos da Espanha e Portugal. A moeda alcançou a máxima intraday de US$ 1,4548, o que não acontecia desde janeiro de 2010. Às 16h30, o euro subia para US$ 1,4515, de US$ 1,4334 no fim da tarde de terça-feira. O dólar caía a 82,42 ienes, de 82,58 ienes, e recuava a 0,8888 franco suíço, de 0,8999 franco suíço na véspera. 6 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 7 ECONOMIA 3HWUREUDVUHGX]SUHoRGRJiV ',675,%8,'25$6 Desconto de 9,7% nos contratos do produto de origem nacional valerá a partir de 1º maio, segundo informou a estatal Kelly Lima Da Agência Estado Contrariando todas as expectativas do mercado, a Petrobras decidiu reduzir o preço do gás natural de origem nacional em 9,7% para as distribuidoras a partir de 1º de maio. Especialistas do setor haviam calculado que haveria aumento nesse período. Segundo a estatal, “diante do cenário recente de evolução dos preços dos energéticos e suas consequências sobre os valores estipulados nos contratos de gás natural de origem nacional, a Petrobras resolveu, a seu exclusivo critério, conceder um desconto nestes contratos a partir de maio de 2011”. A companhia informou que esta medida se baseou em estudos da área comercial e visa preservar a competitividade do gás natural no mercado. Disponibilidade - A estatal tem este ano um grande volume de gás natural sendo disponibilizado com a entrada em produção das unidades de Mexilhão, Uruguá-Tambaú e também o projeto piloto do campo de Lula (ex-Tupi), que sozinho tem capacidade para gerar 6 milhões de metros cúbicos, ou o equivalente ao total consumido pelo mercado de Gás Natural Veicular (GNV). Ainda segundo a Petrobras, o desconto médio de 9,7% será praticado nos próximos três meses (maio a julho). “Além de não afetar a fórmula de precificação vigente, o desconto não constitui mudança nos contratos ou acordo, mantendo-se, portanto, inalterados todos os instrumentos contratuais existentes”. A empresa deverá manter também as vendas de gás natural de curto prazo por meio de leilões eletrônicos. O último leilão, realizado em março garantiu para as distribuidoras suprimento firme de abril até julho, de 7,8 milhões de metros cúbicos por dia com deságio de 46% em relação ao preço dos contratos que têm reajuste em maio. Desta forma, o preço de venda da Petrobras do gás natural nacional, incluindo o desconto em 1º de maio e os leilões, se posiciona em média 24% abaixo do preço dos contratos de longo prazo com as distribuidoras. *7'3$57,&,3$d®(66$ &RPSDQKLDDEHUWD &13-Q1,5( )$725(/(9$17( $ *7'3DUWLFLSDo}HV6$ ³&RPSDQKLD´HPDWHQGLPHQWRDRGLVSRVWR QD /HL Q H QD ,QVWUXomR &90 Q YHP FRPXQLFDU DRV VHXV DFLRQLVWDV H DR PHUFDGR TXH DV VXDV 'HPRQVWUDo}HV )LQDQFHLUDV UHODWLYDV DR H[HUFtFLR ILQGR HP GH GH]HPEUR GH SXEOLFDGDVQRV-RUQDLV*D]HWDGH1RWtFLDVH'LiULR2ILFLDOGR(VWDGRGR 5LR GH -DQHLUR HP GH PDUoR GH FRQWLQKDP LQFRQJUXrQFLDV DVVRFLDGDVDDMXVWHVDRVQRYRVSDGU}HVFRQWiEHLV³,)56´ (P UD]mR GR H[SRVWR WHQGR HP YLVWD R HVWDEHOHFLGR QR DUWLJR GD ,QVWUXomR &90 Q D &RPSDQKLD YHP FRPXQLFDU DLQGD R DGLDPHQWRGD$VVHPEOHLD*HUDO2UGLQiULD³$*2´DQWHULRUPHQWHPDUFDGD SDUDRGLDGHDEULOGH &RPXQLFDPRVTXHWRGDVDVSURYLGrQFLDVSDUDDUHDOL]DomRGD$*2HVWmR VHQGRWRPDGDVHQRYDGDWDVHUiRSRUWXQDPHQWHLQIRUPDGDSHODDGPLQLV WUDomRGD&RPSDQKLD 5LRGH-DQHLURGHDEULOGH &DUORV(GXDUGR5HLFKGH6DPSDLR 'LUHWRUGH5HODo}HVFRP,QYHVWLGRUHV 8 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 JUSTIÇA MENSALÃO DO DEM José Geraldo da Fonseca Promotora é presa acusada de corrupção Deborah Guerner e o marido, que também foi preso, planejavam fugir do País Marcello Casal Jr / ABr Leandro Colon Da Agência Estado O esquema de corrupção no Distrito Federal, conhecido como “mensalão do DEM”, levou, nesta quarta-feira, um integrante do Ministério Público (MP) para a cadeia. A promotora de Justiça Deborah Guerner e seu marido, o empresário Jorge Guerner, foram presos pela Polícia Federal (PF) em Brasília. Em um relatório de 86 páginas, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão preventiva dos dois sob a alegação de que estão atrapalhando as investigações com documentos falsos e viajaram ao exterior sem pedir autorização à Justiça. O pedido de prisão foi deferido na noite de terça-feira (19) pela desembargadora Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Deborah sendo levada para a Superintendência da PF Federal da 1ª Região. Segundo o documento, Deborah, ao fingir ter problemas mentais, tenta “induzir” o Ministério Público e a Justiça ao erro e fere a “credibilidade” das instituições públicas. Os dois estão presos na Superintendência da PF e seus advo- gados já entraram com pedido de habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A promotora é o braço do Ministério Público do DF no esquema de corrupção local, desmantelado em novembro de 2009 na Operação Caixa de Pandora. Ela e o colega Leo- nardo Bandarra, ex-procuradorgeral (cargo que chefia os promotores locais), são acusados de cobrar propina do ex-governador José Roberto Arruda para garantir a proteção do Ministério Público ao seu governo. Arruda, aliás, chegou a passar dois meses preso em 2010. Deborah ainda teria agido, como promotora, para ajudar o marido nos negócios de coleta de lixo no governo do DF. O Ministério Público Federal monitorou os passos do casal e confirmou que eles não pediram autorização à Justiça nem informaram nada sobre a viagem ao exterior. A Polícia Federal chegou a gravar o casal embarcando, com dezenas de malas. Os investigadores receberam informações de que a dupla planejava sair do Brasil novamente nos próximos dias. LEI MARIA DA PENHA STJ deve acelerar julgamentos A Câmara Criminal do MPF, que trata de matéria criminal e controle externo da atividade policial, fez o levantamento de todos os casos criminais de agressões a mulheres pendentes de julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A iniciativa tem o objetivo de proporcionar uma atuação simultânea dos subprocuradoresgerais da República que trabalham nesses casos, no sentido de acelerar os julgamentos. De acordo com a coordenadora da Câmara, subprocuradorageral da República Raquel Dodge, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, recentemente, que todas as agressões às mulheres praticadas por companheiros, maridos ou namorados, no ambiente doméstico, seriam de grande potencial ofensivo, não aplicando-se a elas a Lei 9.099/95. Comentando a decisão do STF, Raquel Dodge explica que os agressores estarão sujeitos à previsão da Lei Maria da Penha. Na prática, eles devem responder efetivamente a ações penais que podem resultar em prisão. “Se fosse aplicada a Lei 9.099, poderia apenas ocorrer a suspensão do processo ou uma reprimenda judicial de natureza meramente moral”, destaca a coordenadora da câmara. A decisão do STF é de extrema importância para o anda- mento das ações que aguardam julgamento no STJ, acerca da natureza da gravidade de agressões praticadas contra mulheres no ambiente doméstico. Aproximadamente 330 processos estão pendentes no STJ e a celeridade das decisões possibilitará o curso de várias ações penais em primeira instância que abordam do tema. A medida também evitará a prescrição dos casos. PAÍS POLÍTICA EXTERNA Foco nos direitos humanos Dilma Rousseff participa da formatura de diplomatas, em que Lula foi paraninfo A presidente Dilma Rousseff ressaltou nesta quarta-feira que a defesa dos direitos humanos é o centro de preocupação da política externa brasileira. Ao participar da formatura de 109 diplomatas, no Palácio do Itamaraty, Dilma prestou uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, paraninfo da turma, e destacou que o governo brasileiro atuará para dar mais valor agregado aos produtos de exportação. AEROLEV PROSPECÇÕES E AEROLEVANTAMENTOS S.A. CNPJ 33.496.563/0001-71 Edital de Convocação: Ficam os Srs. Acionistas convocados para AGO que se realizará na sede social na Praça Rui Barbosa, 160 A, Centro, Petrópolis, Rio de Janeiro/RJ, Cep: 25.685-050, dia 03/05/2011 às 10h para GHOLEHUDU VREUH D DSURYDomR GDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV ¿QGDV HP 31/12/2010, assuntos gerais e os demais assuntos pertinentes ao Art. 132 da Lei 6.404/76, b) Eleição da Diretoria. Rio de Janeiro, 20/4/2011. !"#$% & ' ( ) ( * + ,- ./ / 0 !"#$ %&'* %+,-# ./!0 -"" * 1 * "" "" " * ' ( ) (*+ ! 231 4 .+ %+ 5 67 -8958:9 -- * ; * 1 ! "1;1+*1 * <"=>?,=>@A +* "' B>=C >>C ->>= ";" ':D $6%"B2@E=C?FG'B2G=C@ *=F F@H""23C 2 *J" K";*"J$ ' 1 "L K "K " M" ; $J " O "1" P"K* 2+** 3 / < $"* "A$ "O" * 34./!. / " O" D6Q9* -R?C2>>>>"O"" K" L" 6 H *" 23 " P ?>SJ3S ""5J>=3S D!!"" + 2S "; "* *" O" "L2?> Q% 1 " "" " " * "<T3BCEG6A ""; " "" " - #"** " M" =>22 6 - %K "* $ K ""* !"#$ “A defesa dos direitos humanos, desde sempre e mais ainda agora está no centro da preocupação de nossa política externa. Vamos promovê-la em todas as instâncias internacionais, sem concessão, sem discriminação e sem seletividade, coerentemente, com as preocupações que temos no nosso próprio País”, afirmou. No discurso, Dilma citou a recente “onda saudável de democracia” nos países árabes e no norte da África. “Lidamos com fenômenos que não aceitam políticas imperiais, certezas categóricas e respostas guerreiras”, disse. Ao falar de Lula, Dilma disse que o antecessor é um “filho do Brasil”, que associou sua vida a transformações que estão mudando o País. “Todos nós deixamos de ver o Brasil como um país pequeno e impotente diante do desafio histórico”, disse. Um pouco antes, o assessor de assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, que representava Lula, leu o discurso dele no qual agradecia a homenagem e reconhecia que se tratava de uma valorização das conquistas obtidas pela política externa brasileira nos últimos anos. COPA 2014 Licitações podem VHUÀH[LELOL]DGDV O ministro das Cidades, Mário Negromonte, afirmou nesta quarta-feira que metade das 12 cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo de 2014 tem atrasos na apresentação de projetos de mobilidade urbana para o mundial. “Existe atraso na entrega dos projetos. Não são todas as cidades que atrasam, é boa parte, eu diria que uma meia dúzia”, disse, ao chegar ao Itamaraty, onde foi condecorado na cerimônia de comemoração do Dia do Diplomata. Negromonte afirmou também que está em estudo a possibilidade de haver flexibilização nas licitações de projetos da Copa. “É um dos caminhos, simplificar normativas sem deixar de ser republicano, ético, moral e legal”. O ministro afirmou que as obras com atraso estão sendo monitoradas para que os “gargalos” sejam resolvidos. “Estamos monitorando essas obras, muitas delas têm problemas jurídicos, fundiário, ambiental, têm problema no Ministério Público, de licitações, têm gargalos que estamos desobstruindo”, disse. Arenas - Um relatório que avalia os estádios brasileiros para a Copa do Mundo apontou que as arenas de São Paulo e de Natal são as mais preocupantes entre as doze cidades-sedes do campeonato mundial. O relatório foi divulgado pelo Portal 2014, mantido pelo Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) e pela Mandarim Comunicação. Direitos e Deveres [email protected] blogzegera.blogspot.com www.poisze.com.br Os juros de mora na Justiça do Trabalho o processo do trabalho, os juros da mora incidem sobre o capital monetariamente corrido, à taxa de 1% ao mês, de forma simples, e desde o ajuizamento da ação. Corrigido o débito, e contados os juros, o crédito do trabalhador é convertido em TR (taxa referencial). Admito que se corrija o débito da época própria ao dia da apresentação do cálculo e, sobre o total corrigido, se ajuntem os juros da mora desde o ajuizamento da ação. Se o credor soma taxa de juros ao principal corrigido e converte ambos em TR, a taxa referencial continua sendo apenas a expressão da correção monetária, e não embuta juros. Não é assim, evidentemente. Se o depósito foi feito em TR e o crédito depositado já embutia juros de mora convertidos em TR, o devedor já quitou a obrigação porque respondeu pelos prejuízos a que sua mora deu causa, mais juros e atualização dos valores monetários, segundo os índices oficiais regularmente estabelecidos. Na liquidação, o credor atualiza o débito, acrescenta juros de mora e divide o capital composto (capital corrigido + juros de mora) pela TR, passando, a partir daí, a executar um crédito convertido num valor móvel que corresponderá, no dia do depósito, ao equivalente em reais obtido da multiplicação do total de TR em que o crédito foi dividido no dia da atualização pelo valor da TR no dia do depósito. Por esse critério, o credor dividiu em TR o capital corrigido e, também, a taxa de juros apurada entre a época própria e o data do cálculo, o que é um erro. Ao somar taxa de juros a um valor corrigido monetariamente e converter o produto (principal + juros) em TR, o credor está convertendo em TR tanto o principal corrigido quanto a própria taxa de juros. Assim, sempre que multiplicar o equivalente do débito, em TR, pelo valor de qualquer TR futura, estará elevando não apenas o capital corrigido, mas multiplicando pelo mesmo valor da TR também os quanta de juros. Não está apenas repondo Correção de crédito ao principal a parte corroída pela inflação, mas trabalhista convertido “corrigindo juros”. Se sobre esse resultado a parte em TR é anatocismo. ainda pretender aplicar novas taxas de juros suNão há base legal postamente devidos entre a atualização e o depósito, para a exigência de estará contando juros sobre juros corrigidos, o que juros de mora entre a traduz rematado equívoco e anatocismo ainda mais data dos cálculos e o perverso. Isso é uma evidência contábil, e não um depósito sofisma jurídico. Não há base legal para a cobrança de juros de mora, da atualização do crédito ao dia do depósito, porque a multiplicação, pela TR, dos juros já embutidos no capital, “corrige os juros”, isto é, já repõe ao credor, no lapso entre a atualização e o depósito, até mais do que ele obteria se em vez de “corrigir os juros” pela TR se limitasse a cobrar a mora. A afirmação de que a conversão do crédito em TR embute apenas correção, e não juros, apenas em parte é verdadeira. Isso é certo se apenas o principal corrigido é convertido em TR, mas não é o que de hábito se faz na liquidação. O comum é corrigir-se o débito, da época própria à atualização, calcular os juros da mora até ali, somá-los ao principal corrigido e dividir ambos, principal corrigido e juros por TR e, no depósito do crédito, já em TR, contar outra vez taxa de juros da atualização ao depósito, exatamente sob esse ardiloso argumento de que a TR somente embute correção. Se a Vara do Trabalho converte em TR apenas o principal corrigido, haverá sempre espaço legal para recontagem de juros de mora porque, nesse caso, somente o principal estaria sendo automaticamente elevado pela multiplicação dos quanta de TR a que corresponde. Se a Vara atualiza o principal em seus valores históricos, aplica as taxas de juro até a data do cálculo e converte o produto (correção + juros) em TR, pelo valor da TR no dia do cálculo, os juros não serão devidos da data do cálculo à do depósito porque no depósito o devedor recolheu em TR tanto o principal corrigido quanto os juros, que, somados a ele, formam agora um só capital. Não há prejuízo algum para o empregado porque o depósito convertido em TR estará sendo feito pelo valor da TR no dia do pagamento e a “correção dos juros pela multiplicação em TR” representa para ele quantia superior à que receberia se apenas contasse juros da atualização ao depósito, sem os embutir no principal. N José Geraldo da Fonseca é desembargador Federal do Trabalho no Rio de Janeiro (7ª Turma), membro da SEDI e da Comissão de Jurisprudência do TRT/ RJ, presidente do Conselho Consultivo da ESACS (Escola de Capacitação do TRT/RJ), especialista em Processo Civil pela PUC/SP e em Direito Processual do Trabalho pela UFF/Escola Judicial do TRT/RJ, doutorando em Direito do Trabalho na Universidade Pública de Buenos Aires (UBA), autor e professor universitário. C U R T A Crise na Orquestra Sinfônica Brasileira chega ao Congresso A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura do Congresso Nacional decidiu investigar o recente episódio das demissões de cerca de 30 músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Em nota divulgada por sua assessoria de imprensa, a presidente da Frente, a deputada Jandira Feghali, informou que a ideia “é somar os esforços das comissões de Educação e Cultura e Esporte do Senado e Finanças, Controle e do Trabalho da Câmara e tratar do assunto conjuntamente e garantir mais agilidade no gerenciamento da crise”. RIO Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 ESGOTO 0XOWDGH5 PLOpDSOLFDGDQD ÈJXDVGH1LWHUyL Tiago Rogero Da Agência Estado O rompimento de um tanque da estação de tratamento de esgoto que deixou dez pessoas feridas e arrastou carros em Niterói, no Rio, resultou em multa de R$ 110 mil, aplicada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) à concessionária Águas de Niterói, responsável pelo local. Segundo o instituto, o vazamento de 4,3 milhões de litros de esgoto em tratamento provocou a poluição do solo e da água, já que “o destino provável” dos dejetos foi a Baía de Guanabara. A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio e o Inea decidiram impor outras sanções à empresa. Além do pagamento da multa, a Águas de Niterói será obrigada a instalar duas “ecobarreiras” - feitas a partir de material reciclado, como garrafas PET, por exemplo - em rios que deságuam na Baía de Guanabara, e implantar um programa de recolhimento de lixo flutuante na região. O Inea informou, por meio de nota, que vai fazer uma auditoria ambiental nas estações de tratamento de esgoto da empresa, “em caráter preventivo, para evitar que acidentes semelhantes voltem a ocorrer”. Além disso, segundo o Inea, a Águas de Niterói será obrigada a instalar um biodigestor para tratamento de esgoto, em comunidade a ser escolhida. INCENTIVO 3UHYLGrQFLD6RFLDO QDVFRPXQLGDGHV Os moradores das comunidades pacificadas Cidade de Deus, Complexo da Penha, Complexo do Alemão e Borel poderão, em breve, contar com os serviços da Previdência Social bem perto de casa. O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, e a diretora de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social, Cinara Wagner Fredo, visitaram no dia 19 de abril as comunidades para definir os locais onde serão implantados os postos avançados da Previdência Social nestas localidades. “A parceria entre a Secretaria de Estado de Assistência Social e o INSS neste projeto é fundamental para viabilizar o desenvolvimento local, com incentivo à formalização dos microempreendedores individuais”, destacou o secretário Rodrigo Neves. Os postos devem começar a funcionar a partir de junho deste ano e oferecerão cerca de 30 serviços diferentes, como agendamento de requerimento de benefício, inscrição do contribuinte, marcação de perícia médica, orientação inicial, extrato do benefício, simulação de contagem de tempo de serviço, entre outros. 9 DUQUE DE CAXIAS %1'(6¿QDQFLDSURMHWRV SDUDRVFDWDGRUHVGHOL[R Projeto inclui ampliação da coleta seletiva que gera 1,2 mil t de lixo por dia Isabela Vieira Da Agência Brasil O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode conceder ainda este ano, um apoio financeiro até R$ 5 milhões para projetos com catadores de material reciclável do município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O banco e a prefeitura negociam o financiamento para projetos de geração de renda. Após reunião nesta sexta-feira, na sede do BNDES, no Rio, o secretário de Meio Ambiente do município, Samuel Maia, disse que encaminhará, em um mês, um projeto com alternativas de qualificação profissional e trabalho para os catadores. O documento incluirá a ampliação da coleta seletiva de lixo em Duque de Caxias, onde são geradas 1,2 mil toneladas de lixo por dia. “A nossa meta é dar inclusão social para os catadores, fazen- do com que possam se tornar, no futuro, gestores da cadeia produtiva da reciclagem, com mais renda”, afirmou o secretário. No município, 20% dos trabalhadores são catadores de material reciclável. A maioria está na profissão por falta de outras oportunidades de emprego, segundo a levantamento da prefeitura. O projeto de Caxias será avaliado pelo BNDES e, “no melhor cenário, pode ser aprovado três meses após a entrega do documento”, disse o gerente do Departamento de Economia Solidária da instituição, Eduardo Lins de Carvalho. Será considerado para finan- ciamento não reembolsável, principalmente, a quantidade de material reciclável obtido a partir da coleta seletiva. “Se eu tenho um volume tal, isso significa que vou precisar de apenas uma central de triagem e 20 catadores. Se a quantidade for maior, vou precisar de mais material, mais gente, mais qualificação”, explicou Carvalho. Segundo ele, o montante do financiamento pode chegar a R$ 5 milhões, mas como o município tem cerca de 800 mil habitantes, o financiamento tende a ser menor. A prefeitura de Duque de Caxias vai investir em geração de renda para atender os 2,5 mil Proposta é investir em geração de renda para atender os 2,5 mil catadores que, com o fechamento do lixão de Jardim Gramacho, sofrerão redução na quantidade de trabalho catadores que devem ter o trabalho diminuído com o fechamento do lixão de Jardim Gramacho. O local recebe o lixo da cidade do Rio de Janeiro, mas sobrecarregado, será desativado em 2012. Parte do lixo carioca, já começou a ser levado para um aterro no município de Seropédica, também na Baixada Fluminense. A parceria da prefeitura com BNDES prevê uma contrapartida de pelo menos 50%, que pretende levantar o dinheiro também por meio do Fundo de Capacitação dos Catadores, criado como forma de compensar os impactos provocados pelo lixão. Os recursos do fundo deveriam ser depositados pela administradora do aterro após o fechamento do mesmo. Mas para antecipar o uso do dinheiro, o secretário Samuel Maia negocia com a Câmara de Vereadores uma medida jurídica. Ele também cobra um aporte da Secretaria Estadual do Ambiente. &RPHoDDIXQFLRQDUFHQWUDOHP6HURSpGLFD A nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, - que vai gradativamente receber os resíduos que iam para o Aterro de Gramacho - entrou em funcionamento nesta quartafeira. A Central reúne tecnologia de ponta inédita na América Latina para garantir o destino adequado do lixo, sem riscos para o meio ambiente. Com isso, a prefeitura inicia o processo de encerramento das atividades no Aterro Controlado de Gramacho, em Duque de Caxias. O início das operações da nova CTR foi acompanhado de perto pelo prefeito Eduardo Paes, pelos secretários municipais de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, além da presidente da Comlurb, Angela Fonti, da presidente da Ciclus, Adriana Felipetto, e de diretores da empresa concessionária. Nesta primeira fase serão depositadas na CTR cerca de mil toneladas diária de lixo. Esta quantidade será levada para Seropédica em nove carretas, que farão cinco viagens, totalizando 45 percursos por dia. O local abrigará inicialmente os detritos vindos da Estação de Transferência de Jacarepaguá, destino dos caminhões coletores e basculantes que circulam nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá. A Central de Tratamento de Resíduos em Seropédica é uma concessão da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) à Ciclus e, além dos resíduos do Rio, receberá os detritos dos municípios de Itaguaí e Seropédica. A Ciclus, responsável pelo projeto do empreendimento e realização das obras, vai operar a CTR. O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, explicou como vai funcionar o novo centro. “O Rio de Janeiro gera hoje 9 mil ton de lixo e estamos começando as operações aqui colocando mil ton por dia. Esse é um processo que vai crescendo gradativamente”, explica. MUNDO IRÃ $KPDGLQHMDGQmR VHJXH.KDPHQHLH SURYRFDWHQVmR As pressões políticas aumentaram sobre o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, após mais de 200 parlamentares iranianos alertarem nesta quartafeira que ele precisa obedecer a ordem do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e reempossar no cargo o poderoso ministro da Inteligência (espionagem), Heidar Moslehi. A disputa que envolve o cargo de Moslehi trouxe novas especulações de que Ahmadinejad e seus aliados tentam conquistar mais poder e desafiar a autoridade do líder supremo da república islâmica. A disputa também mostrou mais fissuras no núcleo do governo de Ahmadinejad, à medida que sua base de poder encolhe entre os parlamentares. Moslehi renunciou ao cargo no domingo, após supostas disputas internas com Ahmadinejad. O presidente aceitou publicamente a renúncia do ministro. Mas apenas algumas horas depois, o aiatolá Khamenei ordenou que Moslehi permaneça no emprego. Ele teve um papel crucial na repressão aos milhares de manifestantes que em 2009 foram às ruas contestar a reeleição de Ahmadinejad a presidente. TEXAS 0RUDGRUHVVmR UHWLUDGRVGHFDVD Bombeiros do Texas combatiam vários incêndios em todo o Estado nesta quarta-feira. Mais de 400 mil hectares de terras foram queimados em pouco mais de uma semana no Estado, atingido por uma forte seca. O fogo começou no dia 15, na área do lago Possum Kingdom, uma comunidade com predominância de casas de veraneio a cerca de 115 quilômetros a oeste de Fort Worth, e se espalhou para outros condados que continuavam a queimar na noite de terça-feira. As autoridades ordenaram a retirada de 400 moradores de Palo Pinto, cerca de 80 quilômetros a oeste de Fort Worth por causa do avanço das chamas, disse Trooper Gary Rozzell, que trabalha no Departamento de Segurança Pública do Texas. Detentos também foram evacuados, assim como os moradores da comunidade de Graford e da cidade de Straw, ao sul do lago. A meteorologia prevê chuva e níveis de umidade mais altos no restante da semana em algumas partes do Estado. ATAQUE 8PMRUQDOLVWDpPRUWRH ¿FDPIHULGRVQD/tELD Tim Hetherington, indicado ao Oscar de melhor documentário, foi morto na ação Um jornalista foi morto e três ficaram feridos, um dos quais gravemente, por disparos de morteiro na quarta-feira na cidade sitiada de Misurata, informou um jornalista da AFP. A identidade do jornalista morto não foi divulgada e depende da notificação à família. Segundo a ABC News, o premiado jornalista britânico Tim Hetherington, indicado ao Oscar de melhor documentário por “Restrepo”, foi morto no ataque. O jornalista americano Chris Hondros, de 41, da agência fotográfica Getty, seria o jornalista gravemente ferido, mas a ABC informou que Hondros também foi morto. Os outros dois nomes não foram divulgados. Os quatro jornalistas foram atingidos por disparos de morteiro na rua Trípoli, a principal via e centro de confrontos em Misurata, que está sitiada há quase dois meses por forças ligadas ao líder líbio Muamar Kadafi. Hetherington codirigiu “Restrepo” junto com o norte-americano Sebastian Junger. O filme documenta um ano em uma base de guerra no Afeganistão, considerada o “lugar mais mortal do mundo” e batizada de Restrepo em homenagem ao soldado Juan Sebastián Restrepo, morto em combate. O filme foi premiado no Festival de Sundance foi indicado para o Oscar. No dia 12 de março do cameraman Ali Hassan al Jaber, da Al Jazeera, foi morto e seu colega feridos numa emboscada perto de Benghazi, sede da oposição. Jaber foi o primeiro jornalista morto na Líbia desde o início do levante contra Kadafi em 15 de fevereiro, mas vários jornalistas foram detidos e maltratados pelo regime líbio. Auxílio - A França enviou um “pequeno número” de oficiais militares para assessorar os rebeldes do Conselho Nacional de Transição (TNC, na sigla em inglês) da Líbia em Benghazi, principal cidade controlada pelos rebeldes, afirmou o Ministério das Relações Exteriores em Paris nesta quarta-feira. A Itália também realizou anúncio similar, dizendo que enviará 10 instrutores militares para auxiliar os rebeldes. “A França colocou um pequeno número de oficiais de conexão junto com nosso enviado especial para Benghazi, que estão realizando uma missão de assessoria com o TNC”, afirmou uma porta-voz da chancelaria francesa, Christine Fage. *RYHUQRSUHQGHDWLYLVWDHHVWXGDQWHV Autoridades da Síria prenderam uma importante figura da oposição, Mahmoud Issa, disseram ativistas pelos direitos humanos nesta quarta-feira. A prisão foi feita de madrugada, horas após o governo anunciar o fim do estado de emergência que vigorava havia quase cinco décadas no país. Também nesta quarta-feira ocorreram manifestações contra o governo nas cidades de Deraa e em Alepo, apesar de uma advertência do governo para que as pessoas não saíssem de casa. Em Alepo, um protesto de estudantes universitários foi reprimido brutalmente e pelo menos 37 deles foram detidos. Em Deraa, cerca de 4 mil pessoas se concentraram em protesto na mesquita al-Omairi, que tem sido um dos locais de reuniões dos manifestantes desde que os protestos começaram na Síria em meados de março. Os manifestantes de Deraa convocaram o país inteiro para novos protestos contra o governo do presidente Bashar Assad na sextafeira. Ativistas dos direitos humanos disseram à emissora Al Jazeera que os estudantes da Faculdade de Medicina de Alepo, segunda maior cidade do país, realizaram um protesto contra o governo nesta quarta-feira. A emissora noticiou que o protesto foi brutalmente reprimido, com 37 estudantes espancados e detidos pela polícia. O chefe do grupo Liga Síria pelos Direitos Humanos, Abdul-Karim Rihawi, disse que agentes prenderam o ativista Mahmoud Issa na casa dele, em Homs, no centro do país. Antes, Issa havia concedido uma entrevista à Al Jazeera no fim da terça-feira. Segundo Rihawi, a prisão arbitrária lembra as regras do período do estado de emergência no país. PROLAR S.A. CNPJ 33.101.270/0001-48 - NIRE 33.300.118.829 Edital de Convocação: São convocados os senhores acionistas, nos termos do Art. 123, § único, alínea E, da Lei 6.404/76 (“LSA”), a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de Prolar S.A. (“Companhia”), a realizar-se em 27 de abril de 2011, às 10 horas, na Rua México, 168, 5º andar, Rio de Janeiro-RJ, a ¿m de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) tomar as contas dos administradores e votar as demonstrações ¿nanceiras dos exercícios encerrados em 31.12.2006, 31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009 e 31.12.2010; (ii) deliberar a destinação do lucro líquido de tais exercícios; (iii) destituir e eleger administradores da Companhia; (iv) deliberar: (a) a especi¿cação de pessoa(s) que possam receber e levantar valores na ação de desapropriação nº 1977.014.000104-0, da 4ª VC de Campos dos Goytacazes; (b) revisão e revogação de atos praticados, acordos e contratos celebrados e procurações outorgadas pela atual diretoria; e (v) outros assuntos de interesse da sociedade. Nos termos do art. 124, § 2º, da LSA, por motivo de força maior, a AGOE não se realizará na sede da Companhia, mas no endereço indicado acima. RJ, 18 de abril de 2011. Kátia Chalita Mattar, acionista (na ausência de convocação pela administração). 10 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011 ARTES ESPORTES CECÍLIA MEIRELES Reforma integra casa de concerto à cidade Com orçamento em R$ 12 milhões, sala deve ser reaberta no começo de 2012 A Sala Cecília Meireles, uma das casas de concerto mais tradicionais do país, se prepara para reestrear em grande estilo até sua próxima temporada, entre março e abril de 2012. Instalado na Lapa, bairro que está sendo revitalizado, o espaço que recebe respeitadas orquestras sinfônicas há 45 anos irá se integrar ainda mais à cidade do Rio. O patrimônio está sendo reformado desde maio de 2010 para resgatar sua história e atrair mais espectadores, que poderão ver além das paredes de concreto do prédio do fim do século XIX: no lugar do arco em alto relevo da fachada, será erguido um vitral de 12 metros de altura. Orçado em R$ 12 milhões, o projeto de restauração do único teatro voltado para a música erudita no estado inclui a modernização de mais locais de convivência. “Com a reforma, patrocinada pelo BNDES e pela empresa de telefonia Claro, queremos que a Sala Cecília Meireles fique mais conectada à cidade. Vamos aumentar o pé direito do arco da fachada para ficar mais visível. Do bistrô, será possível apreciar a vista, o Passeio Público, e quem passa pelas ruas também poderá ver a sala. O Café será aberto ao público diariamente. A ideia é modernizar a sala de forma funcional e que interaja com o con- Divulgação Público ganhará mais funcionalidade e conforto texto onde o equipamento está instalado: ao lado dos Arcos da Lapa”, afirmou a secretária de Cultura, Adriana Rattes. Restaurada pela última vez nos anos 80, a sala de concertos sinfônicos ganhará mais funcionalidade e conforto. Para devolver o espaço à cidade, a Secretaria de Cultura substituirá a grade de ferro que cerca o equipamento pelo reforço na iluminação. Portadores de deficiência poderão contar com mais acessibilidade, com elevadores e assentos especiais. A acústica perfeita receberá atenção especial: para que as obras não comprometessem o grande trunfo da sala, foram realizados testes específicos. Em maio, a Emop inicia a segunda fase das obras, que é o restauro. A primeira etapa foi a de demolição e o estudo estrutural. Arquitetura - O prédio neocolonial da casa de espetáculos, construído em 1896, já abrigou o Grande Hotel da Lapa e o Cine -Teatro Colonial, e se transformou em um local dedicado à música em 1° de dezembro de 1965. Toda a história do imóvel tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e os detalhes antes encobertos pelo tempo são revelados a cada nova etapa das intervenções. Durante a reforma, foram descobertas as características originais do antigo prédio. Os traços das janelas e portas do an- tigo hotel serão reforçados e a cor original, que está sendo pesquisada, pode ser recuperada. “Todas as intervenções foram autorizadas pelo Conselho Estadual de Tombamento para que pudéssemos realizar as obras em perfeita segurança. Para mostrar um pouco da trajetória da sala, vamos deixar expostas, em uma parte das paredes do espaço, resquícios das três fases do prédio: quando era hotel, cinema e a própria Sala Cecília Meireles nos anos 60, com tijolos furados”, disse o diretor da Sala Cecília Meireles, João Guilherme Ripper. Projetos - Depois da modernização, a Cecília Meireles volta a realizar seus tradicionais concertos - que durante as obras estão sendo apresentados no Theatro Municipal, Parque Lage, Teatro João Caetano e Centro Cultural Banco do Brasil - e seus programas para incentivar novas composições e a formação de plateia. O projeto “Sala de Música”, uma parceria entre as secretarias de Cultura e Educação, abre as portas da casa de espetáculos para que os jovens aprendam um pouco mais sobre música erudita. A grande novidade será a abertura da Sala Cecília Meireles também para espetáculos durante os dias de semana e na hora do almoço. COPA REI Real Madrid quebra tabu e leva o título Gol da vitória foi feito por Cristiano Ronaldo na prorrogação O Real Madrid quebrou nesta quarta-feira um tabu de 18 anos sem títulos da Copa do Rei, venceu o arquirrival Barcelona por 1 a 0 na prorrogação, em Valência, e voltou a faturar a segunda principal competição do futebol espanhol. Cristiano Ronaldo, de cabeça, marcou o único gol do jogo, aos 12 minutos do primeiro tempo extra, aproveitando a baixa estatura de Mascherano, improvisado como zagueiro no lugar do machucado Puyol. Com a conquista da Copa do Rei, o Real Madrid finalmente dá a Florentino Pérez, o seu presidente, o único título que faltava na passagem dele pela direção do clube. De quebra, encerra um jejum de seis jogos sem vencer o seu maior rival. Se no jogo do último sábado, pelo Campeonato Espanhol, o clássico teve o Barcelona atacando e o Real Madrid só defendendo, nesta quarta essa situação só foi vista nos minutos finais do tempo regulamentar e, depois, da prorrogação. De resto, muita marcação, principalmente da parte do Real Madrid, muita violência, dos dois lados, e poucas chances de gol. Messi, mesmo em noite de pouco brilho, procurou bastante o jogo. Iniesta e Xavi, outros pilares do clube catalão, nem isso. Enquanto isso, Cristiano Ronaldo foi decisivo nas poucas vezes em que teve esta oportunidade. As duas equipes voltam a se enfrentar nesta quarta, pela Liga dos Campeões da Europa, em Madri, no jogo de ida das semifinais da competição. A partida de volta acontece na terça seguinte (dia 3 de maio), fechando a série de quatro clássicos. Até aqui está 1 a 1, com vantagem do Real Madrid, que impôs a Guardiola a sua primeira derrota numa decisão - agora são seis vitórias em sete finais. Já Mourinho conquistou o seu primeiro título com o Real Madrid - o 12.º na carreira. CORINTHIANS CINEMA (VWUHLDR¿OPHµ$ PLQKDYHUVmRGR$PRU¶ Baseado no belo livro de Modercai Richler, “Minha Versão do Amor” mistura ingredientes pouco usuais em receitas de comédias românticas, gênero em que alguns enquadram esse filme de Richard J. Lewis. Seu protagonista, Barney Panofsky, é o que se poderia chamar de protótipo do politicamente incorreto: bebe, fuma e prevarica. Mesmo assim, conta com a simpatia do público. Mais ainda: Barney enfrenta uma acusação de homicídio e, em crise, revê sua vida em flashback. Relembra seus altos e baixos e, inclusive, sua grande história de amor com Miriam (Rosamund Pike). O filme é abertamente comercial e não deixa de ter interesse. Um divertimento de qualidade. Giamatti é grife do cinema indie e ator envolvente. Em especial num tipo de papel que domina, quando tenta parecer sério... sem se levar muito a sério. Mas aqui ele terá de enfrentar outros desafios. Sua história se estende por várias décadas e o personagem precisará encarar o desafio da decadência - sempre um problema para o ator. Vai bem, mesmo porque o roteiro tira o sumo de um livro bastante acima da média e o coloca à disposição do diretor. É pena que Lewis decida, na última parte da trama, deixar de lado o tom autoirônico e satírico, e desabe para um melodrama lascado. Daquele tipo destinado a “resgatar” o personagem, como se isso fosse necessário. Nesse ponto, o filme desaba um pouco. Se Giamatti vai bem, quem dá show como pai de Barney é Dustin Hoffman, no papel de Izzy Panofsky, um policial meio cafajeste e bem engraçado. Ator é ator. INSCRIÇÕES Projetos para o Instituto Vital Brazil Fábio Hecico Da Agência Estado Até o dia 27 de abril estão abertas as inscrições para apresentação de novos empreendimentos de base tecnológica que farão parte do Programa de Incubação da Biotec (Unidade Operacional de Incubação de Biotecnologia). As inscrições deverão ser feitas pelo formulário disponível no site www.ivb.rj.gov. br ou www.incubadora.uff.vr/ biotec, pelo telefone 2711-9266 (ramal 179) ou ainda na sede do Instituto Vital Brazil (Rua Maestro José Botelho, 64, Vital Brazil, em Niterói). RELATÓRIO DA DIRETORIA: Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010. A Diretoria fica à disposição dos senhores acionistas para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Rio de Janeiro, 20 de abril de 2011. A Diretoria. BALANÇO PATRIMONIAL - Em MR$ DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - Em MR$ Controladora Consolidado Controladora Consolidado 2010 2009 2010 ATIVO 2010 2009 2010 Vendas ..................................................... 76.948 68.901 79.573 Circulante................................................ 22.657 18.601 23.053 Deduções de Vendas................................ (19.698) (15.493) (19.976) Disponível .............................................. 743 223 852 Receita Líquida do Exercício..................... 57.250 53.408 59.597 Valores a Receber a Curto Prazo ............ 15.646 12.158 15.513 Custo Operacional.................................... (27.867) (27.176) (29.193) Estoques ................................................ 6.061 6.220 6.481 Despesas do Exercício Seguinte............. 207 0 207 Lucro Operacional Bruto........................ 29.383 26.232 30.404 Outras Receitas Operacionais .................. 621 675 415 Realizável a Longo Prazo ....................... 373 814 336 Lucro na Avaliação da Equivalência Permanente............................................. 4.669 4.310 4.527 Patrimonial ............................................. 139 0 0 Investimentos ......................................... 486 327 327 Despesas Operacionais ........................... (27.865) (24.348) (28.482) Imobilizado Tangível ............................... 3.959 3.662 3.973 Juros s/Capital Próprio.............................. (614) (389) (614) Imobilizado Intangível ............................. 224 212 227 Lucro Operacional Líquido .................... 1.664 2.170 1.723 Imobilizações em Curso.......................... 0 109 0 Receitas Não Operacionais ...................... 106 43 106 Total do Ativo........................................... 27.699 23.725 27.916 Despesas Não Operacionais .................... 0 (3) 0 Controladora Consolidado Resultado Antes das Provisões ............. 1.770 2.210 1.829 2010 2009 2010 PASSIVO Provisão p/Contribuição Social s/Lucro ..... (152) (202) (193) Circulante ............................................... 14.795 11.882 14.892 Provisão p/Imposto de Renda ................... (390) (525) (408) Exigível a Longo Prazo........................... 2.095 2.262 2.215 Resultado do Exercício .......................... 1.228 1.483 1.228 Patrimônio Líquido................................. 10.809 9.581 10.809 Reserva Legal - 5% .................................. (62) (74) (62) Capital Social Realizado......................... 5.000 3.500 5.000 Participação minoritária ............................ 0 0 (1) Reservas de Capital ............................... 49 49 49 Resultado antes da Reversão dos Reserva Legal........................................ 337 275 337 1.166 1.409 1.165 Juros s/Capital Próprio......................... Resultados Acumulados......................... 5.477 5.811 5.477 Reversão dos Juros s/Capital Próprio ....... 614 389 614 C.M.Especial-Art.3º Lei 8200/91 ............. (54) (54) (54) Resultado do Exercício .......................... 1.780 1.798 1.779 Total do Passivo ..................................... 27.699 23.725 27.916 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em MR$ Reserva de Lucros C.M.Especial (Lucros)/Prejuízos Capital Reserva social de capital Legal Art.3º Lei 8200/91 acumulados Total 49 (54) 8.099 Saldo em 31 de dezembro de 2008.................. 3.500 202 4.402 Lucro líquido do exercício ................................... 1.482 1.482 Destinações: Reserva legal ................................ 73 (73) (54) 49 275 5.811 9.581 Saldo em 31 de dezembro de 2009.................. 3.500 Lucro líquido do exercício ................................... 1.228 1.228 Destinações: Capital Social ................................ 1.500 (1.500) 62 (62) Reserva legal ...................................................... 337 (54) 49 5.477 10.809 Saldo em 31 de dezembro de 2010.................. 5.000 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ACUMULADOS - Em MR$ Controladora 2010 2009 Recursos .............................................................. 7.581 6.612 Saldo no início do exercício ............................... 5.811 4.402 Resultado do Exercício ...................................... 1.770 2.210 Aplicações ........................................................... 2.104 801 Provisão p/Contribuição Social s/Lucro............. 152 202 Provisão p/Imposto de Renda............................ 390 525 Reserva Legal..................................................... 62 74 Capital Social...................................................... 1.500 0 Saldo no Final do Exercício ............................... 5.477 5.811 Imperador deve voltar em agosto NOTAS EXPLICATIVAS 1. Principais Práticas Contábeis: a) As demonstrações contábeis foram elaboradas com observância das disposições estabelecidas pela Lei 6.404/76 alteradas pela Lei 11.638/07, e na Legislação Tributária vigente. b) Imobilizado: está demonstrado ao custo de aquisição, ajustado por depreciações acumuladas, calculadas pelo método Linear, a taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil dos bens. 2. Capital Social: Aumento do Capital Social em 25/02/10 de R$ 3.500.000,00 para R$ 5.000.000,00 sem emissão de novas ações, mediante a capitalização de resultados acumulados, no valor total de R$ 1.500.000,00, nos termos do art. 169, § 1º, da Lei 6.404/76, conforme apurado em balanço patrimonial levantado em 31/12/09, dividido em 16.278 ações nominativas e sem valor nominal, sendo 8.140 ações ordinárias e 8.138 ações preferenciais. 3. Empresa Controlada: A Limppano S/A, participa da so- O Corinthians planejava a estreia de Adriano diante do Grêmio, no dia 22 de maio, na abertura do campeonato Brasileiro. Vai seguir batalhando para que o camisa 10 entre em campo diante dos gaúchos. Mas, agora, apenas no duelo do segundo turno do Campeonato Brasileiro, dia 31 de agosto. O jogador passou por cirurgia no tendão de Aquiles, bemsucedida, nesta quarta-feira e iniciará a fisioterapia no dia 2. A meta dos médicos corintianos é reduzir o tempo de recuperação, normalmente avaliado em cinco meses, e colocálo em campo já em agosto, um mês antes do previsto. “É uma cirurgia não muito comum no futebol, na carreira devo ter feito no máximo 10 (em jogadores), uma lesão que surge por fatalidades. A gente não faz reconstrução, faz reparação, sutura o tendão e o Adriano teve a felicidade que não foi no meio, mas na união com o músculo, onde a cicatrização fica mais fácil”, enfatizou o médico Joaquim Grava. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - Em MR$ Controladora 2010 2009 Fluxos de caixa das atividades operacionais (Lucro) líquido / prejuízo do exercício .............................. 1.228 1.482 Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades operacionais: Depreciação e amortização.................................................... 594 477 Variação cambial .................................................................... 276 342 Juros sobre Empréstimos....................................................... (1.198) (824) .................. Variações nos ativos e passivos operacionais (1.806) (1.811) (Aumento)/redução na conta clientes ..................................... (2.289) (1.158) Aumento/(redução) nos estoques .......................................... 159 (789) (Aumento)/redução em Prêmios de Seguro a vencer ............. (207) 0 (Aumento)/redução em Adiantamento de fornecedores ......... (463) 66 Aumento/(redução) nos impostos a recuperar........................ (49) (69) Aumento/(redução) nos empréstimos/depósitos compulsórios e cauções ....................................................... 382 (252) (Aumento)/redução no Banco Conta Vinculada...................... (648) 837 (Aumento)/redução em Débitos de Controladas..................... (36) 0 Aumento/(redução) outras contas do Ativo ............................ 88 (19) Aumento/(redução) em fornecedores..................................... 321 (760) (Aumento)/redução no Obrigações Fiscais a Recolher .......... 154 96 (Aumento)/redução pessoal, encargos e benefícios sociais... 320 211 (Aumento)/redução na Provisão p/IRPJ e CSLL..................... 109 (87) (Aumento)/redução outras contas do Passivo ........................ 353 113 Disponibilidades líquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades operacionais............................. (906) (334) Fluxos de caixa das atividades de investimentos Aquisição de imobilizado, ativos intangíveis e diferido............ (953) (1.044) Disponibilidades líquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades de investimentos ................... (953) (1.044) Fluxos de caixa das atividades de financiamentos Empréstimos Bancários ....................................................... 2.060 911 FINAME................................................................................ (2) 252 Banco conta Garantidas ....................................................... 427 (13) Juros sobre capital próprio ................................................... (249) (198) Créditos de Acionistas .......................................................... (90) 0 Arrendamento Mercantil (Leasing) ....................................... 233 36 Disponibilidades líquidas geradas pelas (aplicadas nas) atividades de financiamentos............................................... 2.379 988 Demonstração do (aumento) redução nas disponibilidades No início do exercício............................................................. 223 613 Aumento (redução) nas disponibilidades .......................... 520 (390) 223 No fim do exercício................................................................ 743 ciedade da empresa Ava Distribuidora de Produtos de Limpeza Ltda, com 99% do total do capital social que corresponde a 19.800 quotas, no valor de R$ 1,00, cada uma, ou seja, R$ 19.800,00, constituída em 26/03/10. 4. Balanço Patrimonial: O presente Balanço e a DRE apresenta-se consolidado com a empresa controlada, respeitando as disposições estabelecidas pela Lei 6.404/76 alteradas pela Lei 11.638/07. Rio de Janeiro, 20 de abril de 2011. A DIRETORIA Jorge David Leal - Contador - CRC-RJ 072023/O-1