ANO
1
Publicação dos Despachos
da Junta Comercial
do Estado do Rio de Janeiro
| PÁGINAS 4 e 5 |
www.jgn.com.br
Câmbio (R$)
Dólar / BC Compra
Venda
Paralelo
1,67
1,76
Comercial
1,568
1,57
Turismo
1,553
1,693
Euro / BC
2,275
2,278
Ouro (R$)
Grama
Variação
77,50
+ 0,65%
Blue Chips
BMF Bovespa
Bradesco
Gerdau
Itaú Unibanco
Petrobras
Sid Nacional
Vale
ON
PN
PN
PN
PN
PN
PNA
2ª Fase
Ano II
Edição nº 335
1ª Fase
1875 a 1942
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
R$ 1,00
&RSRPHOHYDWD[D6HOLFHP
SRQWRSDUDDRDQR
Decisão não foi unânime: dois dos sete integrantes do comitê votaram por alta de 0,5 ponto
Werther Santana / AE
%
+ 0,17
+ 1,80
+ 1,62
+ 1,45
+ 2,18
+ 2,50
+ 1,68
Economia
O otimismo tomou
conta dos mercados
globais - bolsas na Ásia,
Europa e Estados Unidos
encerraram em alta - e a
Bolsa de Valores de São
Paulo (Bovespa) seguiu o
comportamento de perto.
O Ibovespa subiu 1,36%
no final, aos 67.058,02
pontos. | PÁGINA 5 |
País
A presidente Dilma
Rousseff ressaltou que
a defesa dos direitos
humanos é o centro de
preocupação da política
externa brasileira. Ao
participar da formatura
de 109 diplomatas, Dilma
prestou homenagem ao expresidente Lula, paraninfo
da turma. | PÁGINA 8 |
José Geraldo da Fonseca
O Comitê de Política Monetária (Copom)
do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira, elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 12% ao ano, o nível mais alto
desde o período de 22 de janeiro a 11 de
março de 2009, quando o juro básico estava em 12,75% ao ano. Foi a terceira reunião
do comitê no governo de Dilma Rousseff
sob a presidência de Alexandre Tombini. A
decisão não foi unânime: cinco integrantes
do Copom votaram por alta de 0,25 ponto e
dois, por elevação de 0,5 ponto.
Concluída a reunião, o BC divulgou um
comunicado que foi interpretado pelo mercado como indicação de que pelo menos
mais uma alta da Selic será feita. O próximo
encontro será nos dias 7 e 8 de junho.
A Confederação Nacional da Indústria
(CNI) considerou “inadequada” a decisão. “A
alta de 0,25 ponto dos juros básicos, ainda que
em ritmo menor que na reunião passada, mostra uma perspectiva de combate ao aumento
dos preços centrada unicamente na política
monetária, sem o peso devido da política fiscal”, afirma nota divulgada pela entidade.
A alta foi criticada também pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
(Fiesp). De acordo com o presidente da entidade, Paulo Skaf, o aumento da Selic para
12% ao ano é uma decisão que não conseguirá reduzir os preços das commodities que
pressionam os preços internos. | PÁGINA 2 |
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HPDEULO
PROTESTO - Integrantes de centrais sindicais (CGTB, Força Sindical, CUT, CTB,
Nova Central e UGT) protestam em frente à sede do Banco Central, em São Paulo,
contra o aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic.
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VDOYDJXDUGDVSURYLVyULDV
Marcelo Casal Jr. / ABr
Direitos
e Deveres
Correção de crédito
trabalhista convertido
em TR é cobrança ilegal
de juros sobre juros.
Não há base legal para
a exigência de juros de
mora entre a data dos
cálculos e o depósito,
ou entre o depósito e o
levantamento do alvará
judicial. | PÁGINA 8 |
A inflação medida pelo Índice de Preços ao
Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) foi de 0,77%
neste mês, o que indica aceleração ante a taxa
de 0,60% de março, informou o IBGE. O percentual também superou o de abril de 2010,
que ficou em 0,48%. A alta no índice foi puxada pela elevação nos preços dos alimentos
e bebidas (de 0,46% para 0,79%) e dos transportes (de 1,11% para 1,45%). O IPCA-15 é
considerado uma prévia da inflação oficial e
acumula alta de 3,14% no ano e de 6,44% nos
12 meses encerrados em abril. | PÁGINA 2 |
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SUHoRGRJiVSDUD
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A Petrobras surpreendeu e decidiu reduzir
o preço do gás natural de origem nacional em
9,7% para as distribuidoras a partir de 1º de
maio. A expectativa dos especialistas do setor é de que haveria aumento. De acordo com
comunicado da estatal, “diante do cenário recente de evolução dos preços dos energéticos
e suas consequências sobre os valores estipulados nos contratos de gás natural de origem
nacional, a Petrobras resolveu, a seu exclusivo
critério, conceder um desconto nestes contratos a partir de maio de 2011”. | PÁGINA 7 |
Fernando Pimentel: “Continuamos atentos à questão e poderemos utilizar se for preciso”
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, admitiu que o Brasil poderá
adotar salvaguardas comerciais provisórias caso sejam constatados danos comerciais graves a algum setor da economia
brasileira. Ao invés de resultar na sobretaxação de um determinado produto importado, a aplicação da salvaguardas impõe
alíquotas de punição para todas as mercadorias de um setor. Muito mais forte do
que a aplicação de tarifas antidumping, a
medida nunca foi utilizada no mundo, por
ser bastante agressiva e demandar um
processo muito rigoroso de comprovação.
“Tomando um exemplo hipotético,
se constatarmos que o setor siderúrgico
está prestes a fechar as portas, poderíamos utilizar a salvaguarda, mas não é o
caso e não há nenhum processo em aberto”, afirmou o ministro. Ele confirmou
que até existem pedidos por parte da
CNI, mas as investigações só terão início
se forem bem fundamentadas . “Nenhum
país do mundo até hoje conseguiu usar o
instrumento, mas continuamos atentos à
questão e poderemos utilizar se for preciso”, disse Pimentel. | PÁGINA 3 |
2
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
ECONOMIA
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Nível é o mais alto desde o período de 22 de janeiro a 11 de março de 2009, quando taxa estava em 12,75%
Fabio Graner
Da Agência Estado
O Comitê de Política Monetária
(Copom) chancelou a expectativa
do mercado de juros futuros de
diminuição no ritmo de aperto monetário e elevou a taxa básica do
País (Selic) em 0,25 ponto percentual. Com isso, a Selic atingiu 12%
ao ano, nível mais elevado desde o
período de 22 de janeiro a 11 de
março de 2009, quando o juro básico vigente foi de 12,75% ao ano.
A decisão não foi unânime. Cinco
integrantes do comitê votaram por
alta de 0,25 ponto porcentual e
dois, por elevação de 0,5 ponto.
“Considerando o balanço de
riscos para a inflação, o ritmo
ainda incerto de moderação da
atividade doméstica, bem como a
complexidade que ora envolve o
ambiente internacional, o Comitê entende que, neste momento,
a implementação de ajustes das
condições monetárias por um período suficientemente prolongado
é a estratégia mais adequada para
garantir a convergência da inflação para a meta em 2012”, afirmou sobre a decisão o comunicado
do BC, que foi interpretado como
indicação de que pelo menos mais
uma elevação da Selic será feita.
A próxima reunião do Copom será
nos dias 7 e 8 de junho.
Ajuste - Sob a presidência de
Tombini e com uma diretoria composta exclusivamente de funcionários públicos, o ajuste nos juros
este ano já soma 1,25 ponto percentual, bem próximo do aperto
de 1,5 ponto percentual promovido por Henrique Meirelles quando este assumiu o BC do governo
Lula em 2003. Na gestão Meirelles, no entanto, o ajuste no juro
ocorreu sobre uma base mais ele-
&1,H)LHVSFULWLFDPDGHFLVmRGR&RSRP
Valter Campanato / ABr
A Confederação Nacional
da Indústria (CNI) considerou
“inadequada” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de
juros para 12% ao ano. “A alta
de 0,25 ponto dos juros básicos, ainda que em ritmo menor
que na reunião passada, mostra
uma perspectiva de combate ao
aumento dos preços centrada
unicamente na política monetária, sem o peso devido da política fiscal”, afirma nota divulgada pela entidade.
“O aumento da Selic aponta
para um ciclo de aperto monetário com reflexos na valorização
cambial e graves danos à atividade produtiva. A política fiscal é
subutilizada no controle da inflação, quando deveria ser prioritária para evitar uma alta sistemática dos preços”, acrescenta a nota.
Para a CNI, a experiência
internacional mostra que o
controle do gasto público causa efeitos mais eficientes e
rápidos sobre o nível geral de
preços do que a política movada, já que a Selic herdada foi de
25% ao ano, e dava continuidade
a um ajuste iniciado pelo governo
anterior logo após as eleições, que
já tinha subido o juro básico em
sete pontos porcentuais.
Apesar de o BC de fato estar
apertando as condições da economia - tanto via alta de juros, como
por meio de medidas de contenção de crédito -, a autoridade
monetária ainda está sob fogo
cruzado do mercado financeiro.
netária. “O custo econômico
desse impacto é substancialmente menor, tanto em termos
de crescimento do Produto
Interno Bruto como na duração do ciclo de ajuste ao longo
dos anos”, diz a nota. “A busca
do controle da inflação unicamente pela via monetária
concentra o ônus sobre o setor
produtivo e encarece consideravelmente o investimento.”
A alta foi criticada também
pela Federação das Indústrias
do Estado de São Paulo (Fiesp).
De acordo com o presidente da
entidade, Paulo Skaf, o aumento da Selic para 12% ao ano é
uma decisão que não conseguirá reduzir os preços das commodities que pressionam os preços
internos. “Vai, sim, aumentar o
gasto público brasileiro, consumindo no ano mais R$ 4,5 bilhões que poderiam ser investidos em áreas prioritárias, como
saúde, educação e infraestrutura”, afirmou, por meio de nota.
Segundo a Fiesp, o custo
provocado pela alta da Selic
A avaliação é de que, diante do
quadro inflacionário bastante
preocupante, com a inflação já
rodando em 12 meses próximo do
teto da meta (6,5%), e dos sinais
de que a economia ainda tem
uma demanda interna pujante, o
BC brasileiro estaria assumindo
riscos demais com a atual política de ajuste gradual dos juros.
No fim - Para o economista do
BES Investimento Flavio Serrano
a decisão de subir em 0,25 ponto
&Æ0%,2
Skaf: mais gasto público
seria suficiente para a construção de 3 mil escolas e o aparelhamento de 180 hospitais.
Além disso, para a entidade, o
Brasil está na contramão das
taxas verificadas em outros países. “Este aumento agravará
a entrada de capital especulativo no Brasil, comprometendo
ainda mais nossa competitividade, que já sofre com um real
supervalorizado em relação ao
dólar”, afirmou Skaf.
percentual indica que o processo
de aperto monetário está no final
e que alguma outra medida macroprudencial (que tem sido usada
para arrefecer o ritmo do crédito)
deverá ser adotada para complementar a política monetária.
Na visão de Serrano, uma
alta de 0,5 ponto, que era esperada pela maioria dos analistas, seria uma demonstração de maior
atenção do BC com o processo
inflacionário que está instalado
no País. Ele explicou que, dado o
movimento de aumento nos núcleos de inflação (que retiram o
impacto dos choques em alguns
preços, como alimentos) desde
o final do ano passado (e que a
divulgação do IPCA-15 mostrou
que se manteve em curso este
mês), o ciclo de aperto monetário deveria ter começado antes e
ter sido mais agressivo.
“A estratégia do BC pode até
dar certo, mas ela considera que
não haverá mais qualquer choque.
E, no nível que a inflação está, até
um choque pequeno pode colocar em risco o cumprimento da
meta”, disse Serrano, lembrando
que a inflação neste ano já deve
ficar pelo segundo ano seguido
acima do centro da meta, o que
não é bom para a credibilidade do
BC. “O BC está com uma estratégia restritiva, mas que não é confortável. Achamos que poderia ter
sido mais incisivo.”
Relatório - Do lado do BC,
o último relatório de inflação
deixou claro que a autoridade
monetária está de olho não só
em domar a inflação, mas também em não sacrificar demais o
crescimento econômico. Por isso,
o documento trouxe explicitamente que o BC não vai buscar o
centro da meta (4,5%) neste ano,
apostando que este objetivo será
alcançado em 2012.
O BC já se preparou para conviver com críticas até o terceiro
trimestre, enquanto a inflação
em 12 meses estiver rodando em
níveis elevados, mas espera que
no final do ano o IPCA acumulado começa a desenhar claramente a trajetória de convergência
para a meta de 4,5%, que já poderá ser alcançada até o segundo trimestre do ano que vem.
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Thais Leitão
Fabio Graner
Da Agência Estado
O fluxo cambial em abril continua em ritmo bem menos intenso do que nos meses anteriores
deste ano. De acordo com dados
divulgados pelo Banco Central,
as entradas de divisas neste mês,
até o último dia 15, superaram as
saídas em US$ 605 milhões. No
primeiro trimestre deste ano, a
média mensal do fluxo foi de US$
11,9 bilhões. Mas nos 11 primeiros dias úteis de abril do ano passado, o desempenho foi negativo
em US$ 977 milhões.
Na primeira quinzena deste
mês, a desaceleração do ingresso de moeda estrangeira no País
se deu basicamente por conta do
fluxo financeiro, que ficou negativo em US$ 277 milhões no período, com entradas de US$ 19,295
bilhões e saídas de US$ 19,571
bilhões. É nesse grupo que são
contabilizadas, por exemplo, as
operações de crédito externo,
que passaram a ser taxadas em
6% de IOF nos financiamentos
com prazo de até dois anos. Era
o financeiro que vinha puxando
os elevados ingressos de divisas
no primeiro trimestre.
Já no segmento comercial, o
fluxo no mês está positivo em US$
881 milhões, com exportações de
US$ 8,942 bilhões e importações
de US$ 8,061 bilhões.
Semana passada - Considerando-se só a semana passada, o
fluxo cambial foi positivo em US$
618,6 milhões. O financeiro teve
resultado negativo de US$ 356,5
milhões, com entradas de US$
8,724 bilhões e saídas de US$
9,08 bilhões. O segmento comercial, por sua vez, teve superávit
de US$ 975,1 milhões, com exportações de US$ 4,382 bilhões e importações de US$ 3,407 bilhões.
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(VWDWDLVVXSHUDPSULYDGDV
As empresas estatais federais
investem mais em inovação do
que as privadas, segundo a Pesquisa de Inovação nas Empresas
Estatais Federais de 2008, divulgada pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE).
Entre as 72 estatais federais
pesquisadas, 68,1% (49) implementaram um produto ou um processo
www.jgn.com.br
novo entre 2006 e 2008, ante 38,6%
das empresas privadas acompanhadas pela Pesquisa de Inovação Tecnológica 2008, a Pintec.
Nas estatais, os investimentos
em treinamento e na aquisição de
software receberam grau maior
de importância, 75,5% e 71,4%
respectivamente, do que nas privadas (59,9% e 26,5%). Nas pri-
vadas, a aquisição de máquinas e
equipamentos tem maior relevância (77,7%) na comparação com as
estatais federais (67,3%).
Entre as estatais inovadoras,
71,4% estabeleceram alguma
relação de cooperação para desenvolver produtos e processos
novos, ante apenas 10,4% das privadas pesquisadas pela Pintec.
Da Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, apresentou
variação de 0,77% neste mês, resultado acima do registrado em
março, de 0,60%. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado do ano, o IPCA-15
registra inflação de 3,14%. Considerando os últimos 12 meses, a
taxa acumulada é de 6,44%.
A alta no índice foi puxada
pela elevação nos preços dos alimentos e das bebidas (de 0,46%
para 0,79%) e dos transportes (de
1,11% para 1,45%), que contribuíram com 0,46 ponto percentual, o
que significa 60% do IPCA-15. No
caso dos transportes, as principais
pressões partiram dos combustíveis, que tiveram elevação de
5,26% e foram responsáveis pela
maior contribuição individual do
mês: 0,24 ponto percentual.
Também subiram os preços
das tarifas dos ônibus urbanos
(de 0,83% para 0,62%) e intermunicipais (de 1,94% para 0,87%).
Já as passagens aéreas apresentaram queda de 9,39%, depois
de terem aumentado 29,16%
em março. Os automóveis novos
continuaram com redução, tendo
passado de -0,29% para -0,39%.
De acordo com o levantamento,
os principais destaques para a alta
dos preços dos alimentos foram a
cebola (de 3,67% para 22,56%), o
leite pasteurizado (de -0,38% para
1,58%), a batata-inglesa (de 9,66%
para 10,05%%), o feijão-carioca
(de -6,91% para 5,99%) e os pescados (de 0,08% para 2,91%). Em movimento oposto, o índice das carnes
(de -2,33 % para -0,43%) permaneceram em queda, embora tenha diminuído o ritmo de deflação. Também caíram os preços do açúcar
refinado (de -2,55% para -2,49%) e
das frutas (de 3,33% para -0,81%).
O grupo habitação registrou
elevação (de 0,39% para 0,72%),
com a influência das altas em aluguel residencial (de 0,40% para
0,76%) e condomínio (de 0,60%
para 0,99%). O mesmo movimento foi observado em vestuário (de
–0,37% para 1,46%), refletindo a
entrada da coleção da nova estação, e em saúde e cuidados pessoais (de 0,35% para 0,57%). Já os
artigos de residência apresentaram queda de 0,26% para -0,07%,
com a redução nos preços de eletrodomésticos (de -0,54% para
-0,98%), principalmente TV, som e
informática (de -0,9% para -0,6%)
e mobiliário (de 1,1% para 0,24%).
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Filiado à
BANDA LARGA
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Karla Mendes
Da Agência Estado
O ministro das Comunicações,
Paulo Bernardo, disse que a presidente Dilma Rousseff quer que
sejam convocadas para atuar no
Plano Nacional de Banda Larga
(PNBL), além das concessionárias
de telefonia fixa - que têm a obrigação de universalizar o serviço
-, também as operadoras autorizadas e as empresas de telefonia
móvel e de TV por assinatura
- que não possuem metas de universalização. “Ela me estimulou
a conversar com todos os setores:
operadoras móveis, TV a cabo e as
que não são concessionárias”, disse Bernardo, depois de participar
de uma reunião com a presidente.
Segundo o ministro, está descartada a possibilidade de oferta
de banda larga no PNBL com velocidade abaixo de 1 megabit por segundo. Além disso, de acordo com
Bernardo, a presidente quer que as
empresas apresentem uma proposta
de aumento da velocidade até 2014.
“Nós precisamos oferecer para
o consumidor brasileiro a melhor internet que temos condição
hoje”, afirmou Bernardo. Para isso,
a presidente quer a atuação das
empresas em duas frentes: uma focada nos movimentos de popularização do serviço e outra nos investimentos de infraestrutura para
suportar o aumento da velocidade.
Sobre a possibilidade de se fazer um acerto de contas para cobrir possíveis déficits das empresas na implantação do serviço, o
ministro disse que levou “uma
bronca” da presidente, que quer
que o ministério endureça as negociações com as empresas.
Para maximizar a expansão
da infraestrutura de banda larga, Bernardo disse que a presidente quer a Telebrás atuando
fortemente na construção de
redes de fibras óticas. Para isso,
Dilma até admite a destinação
de recursos do Orçamento da
União até o limite de R$ 1 bilhão
por ano, segundo o ministro.
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O Brasil terminou março com
210,5 milhões de assinantes da telefonia celular. O dado foi anunciado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No final
de fevereiro, o Brasil tinha cerca
de 207,5 milhões de celulares, ou
seja, foram adicionados 2.943.350
terminais ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) somente no mês passado.
Considerando o resultado acumulado do primeiro trimestre de
2011, foram 7,6 milhões de novos
celulares, informa a Anatel.
A “teledensidade” ao final
do mês passado atingiu a marca de 108,34 acessos para cada
grupo de cem habitantes, ou
seja, há mais de um celular
para cada brasileiro. Em fevereiro, a “teledensidade” era de
106,91 celulares para cada grupo de cem habitantes.
Estados - A distribuição, entretanto, não é homogênea, pois
somente 17 unidades da Federação
têm mais de um celular por habitante: Distrito Federal, São Paulo,
Mato Grosso do Sul, Rio de Janeio,
Goiás, Rio Grande do Sul, Roraima,
Mato Grosso, Santa Catarina, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná,
Tocantins, Rio Grande do Norte,
Amapá, Minas Gerais e Sergipe. O
estado com a mais baixa “teledensidade” ao final de março foi o Maranhão, com 65,11 terminais para
cada grupo de 100 pessoas.
Preços de Assinatura
Trimestral ..................R$ 60,00
Semestral ................R$ 110,00
Anual ........................R$ 210,00
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Serviço Noticioso
Agências Brasil e Estado
As matérias e artigos são de
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representam, necessariamente,
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ECONOMIA
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
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Medida nunca foi utilizada no mundo por ser bastante agressiva e demandar processo muito rigoroso de comprovação
Eduardo Rodrigues
Da Agência Estado
Apesar das dificuldades que
o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) tem encontrado nos
últimos meses para investigar
práticas desleais de comércio
nas importações brasileiras, o
ministro Fernando Pimentel
admitiu pela primeira vez que
o Brasil poderá adotar salvaguardas comerciais provisórias
caso sejam constatados danos
comerciais graves a algum setor
da economia brasileira.
A medida, muito mais forte
do que a aplicação de tarifas antidumping, nunca foi utilizada no
mundo, por ser bastante agressiva
e demandar um processo muito rigoroso de comprovação. Ao invés
de resultar na sobretaxação de
um determinado produto importado, a aplicação da salvaguardas
impõe alíquotas de punição para
todas as mercadorias de um setor.
“Tomando um exemplo hipotético, se constatarmos que o
setor siderúrgico está prestes a
fechar as portas, poderíamos utilizar a salvaguarda, mas não é o
caso e não há nenhum processo
em aberto”, afirmou Pimentel.
Pedidos - Durante participação
na quarta-feira no programa de
rádio “Bom Dia Ministro”, na sede
da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro confirmou
que até existem pedidos por parte da Confederação Nacional da
Indústria (CNI), mas somente se
forem bem fundamentados as investigações terão início. “Nenhum
país do mundo até hoje conseguiu
usar o instrumento, mas continuamos atentos à questão e poderemos utilizar se for preciso”, disse.
Segundo Pimentel, o Brasil
continua aplicando medidas anti-
dumping para tentar coibir casos
pontuais de práticas ilegais de comércio. “É uma proteção da economia brasileira contra concorrência
desleal. Temos que estar o tempo
todo vigilantes e utilizar medidas
que a Organização Mundial do Comércio nos autoriza”, completou.
China - Dias depois da visita
da presidente Dilma Rousseff à
China, o ministro afirmou que não
existem barreiras no comércio entre os dois países. “Nosso problema
com a China é o preço. Por isso eles
conseguem entrar aqui com manufaturados e nós temos dificuldade
em fazer o mesmo lá”, afirmou. A
China já é o maior destino das exportações brasileiras, mas os embarques se concentram em commodities, como soja e minério de ferro.
Segundo Pimentel, a grande
quantidade de ações antidumping
que o Brasil tem aplicado a produtos do país asiático não prejudica
as relações comerciais entre os dois
parceiros. “Não se trata de uma
proteção excessiva à indústria brasileira. O que o governo quer é propiciar condições de igualdade”, .
Foxconn - Apesar das dúvidas levantadas por parte do mercado sobre os 100 mil empregos
que podem ser criados no Brasil
com os investimentos de US$
12 bilhões anunciados pela Foxconn, durante visita da presidente Dilma Rousseff à China,
Fernando Pimentel afirmou que,
no longo prazo, a geração de tantas vagas de trabalho é factível.
“A Foxconn é uma empresa
enorme. Para nós, 100 mil empregos é muito, mas para ela não.
Além disso, trata-se de um processo longo de investimentos, planejado para cinco ou seis anos. Não
serão 100 mil empregos da noite
para o dia, mas é perfeitamente
possível que a empresa confirme
o plano”, afirmou.
LPS PATRIMÓVEL CONSULTORIA DE IMÓVEIS S.A.
CNPJ Nº 08.904.611/0001-76
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO: Em cumprimento às disposições legais, submetemos à apreciação de V.Sas. e aos demais interessados, as Demonstrações Financeiras acompanhadas das Notas Explicativas, relativas ao exercício encerrado em
31/12/10 e de 2009. Colocamo-nos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais julgados necessários. Os valores estão expressos em milhares de reais, exceto quando de outra forma indicado. A Administração.
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS
BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais)
FINDOS EM 31/12/10 E 2009(Em milhares de reais - R$)
ATIVOS
2010
2009
PASSIVOS
2010
2009
2010 2009
Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais
Circulantes..................................................................... 3.939
4.738
Circulantes ...................................................
12.025
12.869
Lucro Líquido do Exercício.................................................... 13.590 5.066
Fornecedores ..................................................................
785
686
Caixa e equivalentes de caixa (Nota 3) ........
7.627
10.265
Despesas (receitas) que não afetam o caixa:
Salários, provisões e contribuições sociais (Nota 6).........
602
493
Contas a receber de clientes (Nota 4) ..........
4.161
1.581
Depreciações e amortizações ..................................................
863 1.045
Impostos e contribuições a pagar (Nota 7) .......................
647
510
Impostos a compensar..................................
189
399
Despesas de imposto de renda e contribuição social
Imposto de renda e contribuição social correntes (Nota 8) ... 1.731
1.651
Outras contas a receber................................
48
624
reconhecidas no resultado do exercício .................................. 4.968 3.283
Dividendos a pagar ..........................................................
1.203
Não circulantes............................................
6.723
2.098
Provisão para créditos de liquidação duvidosa.......................... (433)
636
Outras contas a pagar......................................................
174
195
Imobilizado (Nota 5) ......................................
6.350
1.957
Variações nos ativos e passivos operacionais:
10.229
Patrimônio líquido ....................................................... 14.808
373
141
Intangível .......................................................
Contas a receber de clientes .................................................... (2.147) 1.484
Capital Social (Nota 9) ................................................. 4.119
4.119
Impostos a compensar .............................................................
210
434
TOTAL DOS ATIVOS ....................................
18.748
14.967
Reserva de lucros ........................................................ 10.689
6.110
Despesas antecipadas.............................................................
31
Prejuízos acumulados .................................................
DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO PARAOS EXERCÍCIOS FINDOS EM
Outras contas a receber ...........................................................
577 (352)
TOTAL DOS PASSIVOS E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO .. 18.748
14.967
31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)
Fornecedores...........................................................................
99
684
2010
2009
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARAOS
Impostos e contribuições a pagar .............................................
137 (437)
Receita operacional líquida (Nota 10).............................. 39.135
26.899
EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/10 E 2009 (Em milhares de reais - R$)
Salários, provisões e contribuições sociais ...............................
109
(95)
(5.289)
Custo dos serviços prestados (Nota 12) ........................... (6.109)
Outras contas a pagar ..............................................................
(28)
(72)
Reserva de lucros
Lucros
Lucro bruto ....................................................................... 33.026
21.610
Imposto de renda e contribuição social pagos........................... (4.888) (3.055)
Capital Reserva Retenção acumu(Despesas) receitas operacionais: Com vendas (Nota 12).... (5.523)
(4.781)
Caixa Líquido Gerado pelas Atividades Operacionais............. 13.059 8.652
Total
social
legal de lucros
lados
Gerais e administrativas (Nota 12)................................. (8.938)
(7.736) Saldos em 31/12/08 .......... 4.119
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento
196
2.051
- 6.367
Remuneração da Administração (Nota 12)....................
(51)
(11) Lucro líquido do exercício ...
Aquisição de bens do ativo imobilizado e intangível................... (5.490) (886)
5.066 5.066
Com depreciações e amortizações (Nota 12) .................
(863)
(1.045) Proposta para destinação
Caixa Líquido Aplicado nas Atividades de Investimento ........... (5.490) (886)
(43)
8
Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas ..................
Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento
do lucro:
Lucro operacional antes do resultado financeiro............ 17.608
8.045
Pagamentos de dividendos, incluindo saldo de anos anteriores .. (10.212) (169)
Constituição da reserva
950
304
Resultado Financeiro .....................................................
4
(7)
(Pagamento) / Empréstimo com pessoas ligadas ....................
legal .............................
252
(253)
(1)
Receitas financeiras (Nota 11)............................................
965
311
Caixa Líquido Gerado nas Atividades de Financiamento........ (10.208) (176)
Dividendos mínimos
Despesas financeiras (Nota 11) .........................................
(15)
(7)
Aumento (Redução) Líquido no Caixa e Equivalentes de Caixa... (2.638) 7.590
obrigatórios ...................
(1.203) (1.203)
Lucro antes do IR e da contribuição social................................ 18.558
8.349
Dividendos adicionais
Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício.................. 10.265 2.675
Imposto de renda e contribuição social (Nota 13)............... (4.968)
(3.283)
3.610
(3.610)
propostos .....................
Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício ..................... 7.627 10.265
(4.968)
(3.283) Saldos em 31/12/09 .......... 4.119
448
5.661
- 10.229
Aumento(Redução)doSaldodeCaixaeEquivalentesdeCaixa ... (2.638) 7.590
Lucro líquido do exercício................................................ 13.590
5.066
Dividendos complemen2010
2009
Lucro líquido do exercício por ação
tares propostos
Lucro líquido do exercício................................................ 13.590
5.066
Números de ações (mil).................................................. 8.228
8.228
(exercício anterior) .........
(3.610)
- (3.610)
Reserva legal constituída no exercício limitada a 20%
Lucro por ação - R$ ........................................................1,65170 0,61571
Lucro líquido do exercício ...
13.590 13.590
(375)
(252)
do capital social da Cia..................................................
Proposta para destinação
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS
4.814
Base de cálculo para os dividendos mínimos ................. 13.215
do lucro:
EXERCÍCIOS FINDOS EM 31/12/10 E 2009 (Valores expressos em milha- Constituição da
1.203
Dividendos mínimos obrigatórios (25%) ......................... 3.304
res de reais - R$, exceto quando indicado de outra forma)
1.203
Total de dividendos a pagar ............................................. 3.304
reserva legal (Nota 9.b.) ...
375
(375)
1. Contexto Operacional: A LPS Patrimóvel Consultoria de Imóveis S.A. ("LPS Pa- Dividendos mínimos
3.610
Dividendos adicionais propostos (i) ................................ 2.096
trimóvel" ou "Companhia") tem como atividades a prestação de serviços de intermeobrigatórios (Nota 9.c.)..
(3.304) (3.304)
(i) Distribuição antecipada de dividendos do exercício de 2010.
diação imobiliária, assessoria e consultoria imobiliária, gerenciamento de vendas, Dividendos antecipados
2010
2009
10. Receita Operacional Líquida:
marketing imobiliário e avaliação de bens. A Companhia é uma controlada direta da
Nota 9.c.).......................
(2.096) (2.096)
Receita operacional bruta................................................... 42.818 30.060
empresa LPS Brasil Consultoria de Imóveis S.A., que tem suas ações negociadas Reserva de retenção
(-) Impostos incidentes sobre serviços................................ (3.683) (3.161)
na BM&FBovespa, Bolsa de Valores Mercadorias e Futuros S.A.. 2. Apresentação de lucros........................
7.815
(7.815)
39.135 26.899
das Demonstrações Contábeis e Principais Práticas Contábeis: 2.1. Declara- Saldos em 31/12/10 .......... 4.119
823
9.866
- 14.808
11. Resultado Financeiro:
2010
2009
ção de conformidade: As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo
Receitas financeiras:
com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem os princípios contábeis lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro líquido do exercí- Rendimentos sobre aplicações financeiras.......................
934
298
em consonância com a Lei das S/A's, incluindo as alterações promovidas pela Lei cio atribuível aos acionistas pela quantidade média ponderada de ações ordiná- Ajuste a valor presente sobre clientes ...............................
9
11.638/07 e pela MP nº449/08, posteriormente convertida na Lei 11.941/09, e os rias em circulação durante o exercício. l) Estimativas contábeis: Na aplicação Demais receitas financeiras..............................................
22
13
pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, apli- das práticas contábeis descritas acima a Administração da Cia. deve fazer julga965
311
cadas de maneira consistente com as práticas contábeis descritas na Nota Explica- mentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e pas- Despesas financeiras:
tiva nº 2.2. Foram realizadas reclassificações na apresentação da posição financei- sivos os quais não são facilmente obtidos de outras fontes. As demonstrações Descontos concedidos .....................................................
(2)
ra de 31/12/09, pela aplicação do ICPC 08 - Contabilização da proposta de paga- contábeis incluem estimativas referentes à relação das vidas úteis dos ativos Despesas e encargos bancários.......................................
(2)
(2)
imobilizados, provisões necessárias para os passivos contingentes e outras simento de dividendos.
Juros s/Recolhimento de Impostos ...................................
(7)
(2)
milares. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas.
2009
(4)
(3)
Demais despesas financeiras...........................................
3. Caixa e Equivalentes de Caixa:
2010
2009
Apresentado Ajustes Reclassificado
(15)
(7)
Caixa e bancos..........................................................
344
1.359
Dividendos a pagar 950
304
Aplicações financeiras:
(Passivo circulante) ......................
4.813 (3.610)
1.203
7.283
8.906
Certificados de Depósito Bancário - CDBs.............
12. Despesa por Natureza:
2010
2009
Dividendos adicionais propostos 7.627
10.265
Despesas com pessoal ..................................................... (3.404)
(3.034)
3.610
3.610
(Patrimônio líquido) ......................
Despesas com depreciação e amortização .......................
(863)
(1.046)
4. Contas a Receber de Clientes:
2010
2009
4.813
4.813
Serviços contratados......................................................... (6.199)
(4.991)
Circulante:
2.2. Principais práticas contábeis adotadas: a) Moeda funcional e de apre- Contas a receber de clientes...................................
Outras despesas............................................................... (11.076)
(9.791)
4.569
2.452
sentação: As demonstrações financeiras da Cia. são apresentadas em reais Ajuste a valor presente ............................................
(21.542) (18.862)
(18)
(R$), que é a moeda funcional e de apresentação. b) Caixa e equivalentes de Provisão para créditos de liquidação duvidosa ......
(390)
(871) Classificados como: Custo dos serviços prestados............ (6.109)
(5.289)
caixa: Incluem caixa, saldos em conta movimento e aplicações financeiras de
4.161
1.581
Despesas com vendas...................................................... (5.523)
(4.781)
alta liquidez (com prazo original, igual ou inferior a 90 dias), prontamente conver- A composição das contas a receber, por vencimento, é como segue:
Despesas gerais e administrativas .................................... (8.938)
(7.736)
síveis em um montante de caixa e sujeitos a insignificante risco de mudança de
Remuneração da administração .......................................
(51)
(11)
2010
2009
valor. As aplicações financeiras estão demonstradas pelos valores aplicados, A vencer:
Despesas com depreciação e amortização .......................
(863)
(1.045)
acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, cujos valores não Até 60 dias .................................................................
Outras despesas operacionais, líquidas ............................
(58)
3.472
22
superam os valores de mercado. c) Instrumentos financeiros: Somente são re- Vencidas:
(21.542) (18.862)
conhecidos a partir da data em que a Cia. se torna parte das disposições contra- Até 60 dias .................................................................
543
1.089
13. Imposto de Renda e Contribuição Social:
2010
2009
tuais dos instrumentos financeiros. Quando reconhecidos, são inicialmente re- De 61 a 90 dias ..........................................................
134
34
Cia. tributada pelo lucro presumido:
gistrados ao seu valor justo acrescido dos custos diretamente atribuíveis à sua De 91 a 180 dias........................................................
47
147
Receita bruta de serviços .................................................. 42.844
29.406
aquisição ou emissão. Sua mensuração subsequente ocorre a cada data de ba- De 181 a 360 dias......................................................
54
318
2
Vendas canceladas/devoluções ........................................
lanço de acordo com as regras estabelecidas para cada tipo de classificação de Acima de 360 dias .....................................................
318
843
Receita
líquida de serviços ................................................ 42.844
29.408
instrumentos financeiros. A Cia. classifica seus ativos financeiros sob a catego4.569
2.452
Lucro
presumido
(32%)
.....................................................
13.710
9.411
ria de: empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a
5.
Imobilizado:
É
composto
como:
972
318
Outras
receitas
operacionais
e
financeiras
........................
qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classiTaxa mé2010
2009
Base de cálculo do IRPJ e da CSLL................................... 14.682
9.729
ficação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. i) Empréstimos e
dia anual
IRPJ - alíquota nominal - 15%............................................ (2.202)
(1.459)
recebíveis: Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíIRPJ - adicional de 10% .................................................... (1.444)
(948)
de depreDepre- Líqui- Líquiveis que são ativos financeiros não derivativos com recebimentos fixos ou deterCSLL - alíquota nominal de 9%.......................................... (1.321)
(876)
ciação - % Custo ciação
do
do
mináveis: porém, não cotados em mercado ativo. Após o reconhecimento inicial, Imobilizado:
Despesa com imposto de renda e contribuição social ........ (4.968)
(3.283)
são mensurados pelo custo amortizado pelo método da taxa efetiva de juros. Os Benfeitorias e instalações
em imóveis de terceiros......
20 8.161 (4.305) 3.856
467
14. Instrumentos Financeiros: A Cia. não mantêm instrumentos financeiros para
juros, menos as perdas do valor recuperável, quando aplicável, são reconheci20 1.732 (1.200)
532
490
operações com derivativos em 31/12/10 nem com operações de risco semelhante. a)
dos no resultado, quando incorridos. Os ativos financeiros reconhecidos pela Equipamentos de informática..
10 2.666 (1.706)
960
746
Risco de capital: A Administração da Cia. administra o capital da Cia. e de suas conCia. nesta categoria de instrumentos financeiros são: caixa e equivalentes de Móveis e utensílios................
10
701
(96)
605
71
troladas de maneira que possam continuar com suas atividades normais, ao mesmo
caixa e contas a receber de clientes. Os passivos financeiros são classificados Máquinas e equipamentos ....
20
291
(172)
119
26
tempo em que maximizam o retorno a todas as partes interessadas ou envolvidas em
de acordo com a natureza dos instrumentos financeiros contratados ou emiti- Veículos................................
278
278
155
suas operações, por meio da otimização do saldo das dívidas e do patrimônio. A esdos. i) Passivos financeiros mensurados pelo custo amortizado: Os passivos fi- Imobilizado em andamento ...
6.350
1.955
trutura de capital da Cia. consiste em caixa e equivalentes de caixa e patrimônio líquinanceiros não derivativos que não são usualmente negociados antes do vencido (compreendendo o capital e reservas de lucros, conforme apresentado na nota
2010
2009
mento, após o reconhecimento inicial são mensurados pelo custo amortizado 6. Salários, Provisões e Contribuições Sociais:
explicativa nº 9).
207
182
pelo método da taxa efetiva de juros. Os juros, quando aplicável, são reconheci- Salários a pagar e encargos sociais ..............................
b) Categorias dos principais instrumentos financeiros:
392
311
Valor contábil
dos no resultado, quando incorridos. Os passivos financeiros reconhecidos pela Provisão para férias e encargos ....................................
3
Ativos financeiros:
Cia. nessa categoria de instrumentos financeiros são, principalmente, contas a Outros .............................................................................
2010
2009
602
493
pagar a fornecedores. d) Contas a receber de clientes: Registradas inicialmente
Empréstimos e recebíveis
pelo valor nominal dos títulos, os quais estão sujeitos ao ajuste a valor presente. 7. Impostos e Contribuições a Pagar:
Caixas e equivalentes de caixa................................. 7.627
10.265
2010
2009
A Cia. considera cada transação no cálculo desse ajuste contabilizando, quando Imposto Sobre Serviços - ISS ........................................
Contas
a
Receber......................................................
4.161
1.581
282
265
relevante, a crédito nesse grupo de contas em contrapartida à rubrica "Receita
11.788
11.846
46
41
bruta de serviços", no resultado. A provisão para créditos de liquidação duvidosa PIS ..................................................................................
Passivos financeiros:
214
191
é constituída com base na análise dos riscos de realização dos créditos a rece- COFINS ..........................................................................
Mensurados pelo custo amortizado
ber, em montante considerado pela Administração como suficiente para cobrir Contribuições retidas na fonte a recolher......................
6
5
Contas a pagar a fornecedores.................................
785
686
eventuais perdas. e) Imobilizado: Os ativos imobilizados foram registrados ao IRRF................................................................................
14
5
785
686
custo de aquisição e são depreciados pelo método linear, considerando-se a Outros impostos a recolher ............................................
85
3
Os instrumentos financeiros os quais estão reconhecidos nas demonstrações finanvida útil-econômica estimada de cada bem. f) Imposto de renda e contribuição
647
510
ceiras
da
Cia.
a
valor
contábil,
não
apresentam
variações
significativas
em
relação
social: A Cia. optou pelo regime de tributação com base no lucro presumido. A
aos
respectivos
valores
de
mercado.
O
saldo
do
contas
a
receber
é
apresentando
2010
2009
base de cálculo do imposto de renda e a da contribuição social é apurada à ra- 8. Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar:
considerando-se as respectivas apropriações de receitas e encargos. c) Risco de
1.251
zão de 32% sobre as receitas brutas provenientes da prestação de serviços e Imposto de renda............................................................ 1.249
crédito: Os instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Cia. e suas con482
400
100% das receitas financeiras, sobre as quais se aplicam as alíquotas regulares Contribuição social .........................................................
troladas a concentrações de risco de crédito consistem primariamente em caixa e
1.731
1.651
de 15%, acrescidas do adicional de 10% para o imposto de renda e 9% para a
contribuição social. g) Direitos e obrigações: Os direitos e as obrigações sujeitos 9. Patrimônio Líquido: a) Capital social: É representado por bancos, aplicações financeiras e contas a receber. A Cia. mantêm contas correntes
à variação monetária estão demonstrados pelos seus valores atualizados. h) 8.227.872 ações ON, escriturais e sem valor nominal, correspondente bancárias com instituições aprovadas pela Administração com o objetivo de diversifiApuração do resultado: A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida ao valor de R$ 4.119. b) Reserva legal: É constituída mediante a apro- cação de risco. A base de clientes é pulverizada, sendo o nível de contas a receber
recebida ou a receber, deduzida de descontos comerciais. A receita é reconheci- priação de 5% do lucro líquido, a qual não poderá exceder a 20% do das Cia.s, monitorado por meio de controles internos e, para aqueles em que não há
da quando da efetiva prestação de serviços e o custo do serviço prestado é reco- capital social apurado no fim de cada exercício, até atingir os limites fi- expectativa de realização, é constituída a provisão para perdas com créditos de liquidação duvidosa, o que limita o risco de contas inadimplentes. d) Risco de liquidez: A
nhecido no mesmo período que a receita é contabilizada. As despesas são re- xados pela legislação societária.
responsabilidade final pelo gerenciamento do risco de liquidez é da Administração da
gistradas quando incorridas. i) Resultado financeiro (receitas e despesas finan2010
2009
Cia., que elaborou um modelo apropriado de gestão de risco de liquidez para o geceiras): Representam juros sobre aplicações financeiras, descontos diversos e Saldo inicial .....................................................................
448
196
renciamento das necessidades de captação e gestão de liquidez no curto, médio e
ajuste a valor presente, que são reconhecidos nos resultados do exercício pelo
Constituição.....................................................................
375
252
longo prazo. A Cia. gerencia o risco de liquidez mantendo adequadas reservas e liregime de competência, conforme demonstrado na nota explicativa nº 10. j)
nhas de crédito bancárias, por meio do monitoramento contínuo dos fluxos de caixa
823
448
Saldo
final
........................................................................
Ajuste a valor presente: Os ativos e passivos monetários de curto e longo prazos
são ajustados ao seu valor presente quando o efeito é considerado relevante em c) Dividendos: Aos acionistas é assegurada a distribuição de 25% do lucro previstos e reais, e pela combinação dos perfis de vencimento dos ativos e passivos
relação às demonstrações financeiras. As contas a receber de clientes prefixa- líquido do exercício, ajustado de acordo com o art. 202 da Lei 6.404/76. Os financeiros. e) Risco de mercado: Risco de câmbio: A Cia. não está exposta a mudas, foram trazidas ao seu valor presente na data das transações, devido a seus dividendos para o exercício findo em 31/12/10 foram calculados conforme danças na taxa de câmbio, pois não possui contratos em moeda estrangeira.
prazos, com base nas taxas internas de juros para clientes. k) Lucro por ação: O demonstrado a seguir:
Contadora: Luana Fontes da Silva de Araujo - CRC-RJ 102.055/O-2
4
COMERCIAL DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
-8&(5-$ JUNTA
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
P U B L I C A Ç Ã O D E D E S PA C H O S
Despachos de 20 de abril de 2011
Documentos Deferidos
PROC.
111383056
111426987
111419484
111245575
111308917
111414946
111070112
111370191
111414610
111434335
111430054
110906888
111435030
111435137
111431425
111413478
111416590
111320984
111321026
111396093
111396107
111395976
111396026
111425557
111425620
111432693
111416116
111420423
111427428
110704444
111418224
111338794
111149665
111227534
111394376
111234077
111234093
110549937
111413222
111413230
111394260
111429706
111429730
111415616
111418739
111391814
111385512
111419557
111426774
111413052
111427401
111428629
111428637
111428653
111427436
111427452
110791320
111364167
111426278
111426391
111347360
111126100
111398576
111418810
111418895
111420075
111420091
111419964
111382505
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111417570
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111417678
111419727
EMPRESA
100% EMBALAGENS DISTRIBUIDORA ALEM PARAIBA LTDA EPP
2GET RECRUTAMENTO & SELECAO S A
521 PARTICIPACOES S/A
A B VIDREX SERVICOS DE SERRALHERIA LTDA ME
A C BAPTISTA JUNIOR TRANSPORTES
A C BAPTISTA JUNIOR TRANSPORTES
A C DA MOTA INFORMATICA ME
A C MONTEIRO SERVICOS DE GESTAO EMPRESARIAL LTDA ME
A CENTRAL FLORES LTDA ME
A IMPOSSIVEL DOS CEREAIS LTDA ME
A J COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA E EVENTOS LTDA
A J COMERCIO E SERVICOS DE INFORMATICA E EVENTOS LTDA
A L MARMORARIA DE ITATIAIA LTDA
A L MARMORARIA DE ITATIAIA LTDA
A L S MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME
A M CONSULTING CONSULTORIA E SERVICOS EM MEIO
AMBIENTE LTDA
A P PIMENTEL DE SOUZA ME
A PORDENONE INCORPORACOES LTDA
A PORDENONE INCORPORACOES LTDA
A R BARBOSA CORRESPONDENTE FINANCEIRO
A R BARBOSA CORRESPONDENTE FINANCEIRO
A R PEREIRA LOJA PET SHOP
A R PEREIRA LOJA PET SHOP
A S SILVA PROCESSAMENTO DE DADOS
A S SILVA PROCESSAMENTO DE DADOS
A. MESSIAS DA COSTA COMERCIO DE AGUAS
ABENGOA CONCESSOES BRASIL HOLDING S/A
ABORGAMA DO BRASIL LTDA
ACCEND-EMPREENDIMENTOS ELETRICOS E ELETRONICOS
LTDA EPP
ACOUGUE MECEJANA LTDA
ACOVED ACOPLAMENTOS E VEDACOES TECNICAS LTDA
ACQUAZUL COMERCIO E SERVICOS LTDA
ACTIVE SAILING ACESSORIOS NAUTICOS E ESPORTIVOS LTDA ME
ADAILTON CARVALHO PACHECO
ADEEL MATERIAL DE CONSTRUCAO E SERVICOS LTDA
ADEGA AZUL LTDA
ADEGA AZUL LTDA
ADMOVEO CONSULTORIA ECONOMICA E DE COMUNICACAO LTDA
ADRIMON REFEICOES LTDA
ADRIMON REFEICOES LTDA
AFRANIO LUIZ CAVALLIER COMERCIO DE INFORMATICA E
ELETRONICOS
AGAPE CONFECCOES E MODA LTDA
AGAPE CONFECCOES E MODA LTDA
AGENCIA O GLOBO SERVICOS DE IMPRENSA S.A.
AGITO BALL CLUB EVENTOS LTDA ME
AGNELLA INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTIGOS DE VESTUARIOS
E ACESSORIOS LTDA ME
AGRO IBA LTDA ME
AGUAS DO LINS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA EPP
ALBERTO MARTIGNONI
ALDEIA DA PEDRA DE ITAOCARA COMERCIO E
REPRESENTACOES LTDA ME
ALEXANDRE BELCHIOR NICOLAU
ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A
ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A
ALLPARK EMPREENDIMENTOS PARTICIPACOES E SERVICOS S A
ALTERNATIVA CLEAN LTDA
ALTERNATIVA CLEAN LTDA
ALTO JATOBA DISTRIBUIDORA LTDA
ALUMINI ART LTDA ME
ALVEZ E MUNIZ COMERCIO VAREJISTA DE TINTAS LTDA
ALVEZ E MUNIZ COMERCIO VAREJISTA DE TINTAS LTDA
AMANKALO CONFECCOES LTDA ME
AMAURI RICARDO DE MORAES
AMCOL CETCO DE BRASIL SERVICOS E PRODUTOS DE
CONSTRUCAO LTDA
AMERIKA FASHION ROUPAS LTDA
AMERIKA FASHION ROUPAS LTDA
AMPLA ENERGIA E SERVICOS S/A
AMPLA ENERGIA E SERVICOS S/A
AMPLA INVESTIMENTOS E SERVICOS S/A
ANDRE DA SILVA ARANTES REPRESENTACOES
ANDRE DA SILVA ARANTES REPRESENTACOES
ANDREA SA FERREIRA VIANNA
ANDREIA CORREIA CARDOSO BRAGA
ANGABRI COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME
ANIL-LAB 1288 COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA
ANTARES EDUCACIONAL S A
ANTONIONI SERRI LAGO COMERCIO DE ROUPAS ME
APA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA
APLAM BORDADOS ARTISTICOS LTDA ME
APOIO ADMINISTRACAO E SERVICOS LTDA
APPLE RIO 2008 DISTRIBUIDORA DE CEREAIS LTDA ME
AQUI NA ESQUINA RESTAURANTE E LANCHONETE LTDA ME
ART PAPER EMBALAGENS LTDA
ATE III TRANSMISSORA DE ENERGIA S/A
ATIMO & OTIMA TRATAMENTO DE DADOS LTDA
ATIMO & OTIMA TRATAMENTO DE DADOS LTDA
AUGSBURG ADMINISTRACAO E PARTICIPACOES LTDA
AUTO CAPAS RJ LTDA
AUTO CENTER KENNEDY LTDA
AUTO CENTER KENNEDY LTDA
AUTO ESCOLA CALIFORNIA LTDA
AUTO ESCOLA CALIFORNIA LTDA
AUTO PECAS GOMES & GUIMARAES LTDA
AUTO PECAS GOMES & GUIMARAES LTDA
AUTO POSTO GAS TUDO MOVEL LTDA
AUTO POSTO TRES PONTOS LTDA
AXR DO BRASIL LTDA ME
AZEVEDO & OLIVEIRA MANUTENCAO DE AREAS VERDES LTDA ME
B. S. DIAS
B25 PARTICIPACOES LTDA
B25 PARTICIPACOES LTDA
B2B INTERNATIONAL CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA
BAIXO BEBE MOVEIS LTDA ME
BANCO DO BRASIL S A
BANCO DO BRASIL S A
BANCO DO BRASIL S A
BANCO DO BRASIL S A
BANCO DO BRASIL S A
BANCO DO BRASIL S A
BANDEIRANTES EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO S A
BAR TOCA DOS PESCADORES DE JURUJUBA LTDA EPP
BARST ARQUITETURA E URBANISMO LTDA
BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA
BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA
BAZAR CENTRAL PRESENTES LTDA
BAZAR MC BARROS LTDA
BAZAR MC BARROS LTDA
BAZAR OLIVEIRA DE CARMO LTDA
BF VIA BRASIL LANCHES LTDA
BIGUGAO LANCHONETE LTDA ME
BJE SISTEMAS DE INFORMACAO LTDA ME
BRASILUSO INDUSTRIA E COMERCIO DE COSMETICOS LTDA
BRAVIM EMPREITEIRA DE OBRAS E SERVICOS LTDA
BRAXCAM CONSTRUTORA LTDA ME
BRICE ANDRE HATHAWAY DE GALLERY DE LA SERVIERE
BRUNA CABRAL SUITA
C A CALDAS FARIA ME
C F COUTO
C F COUTO
C P COELHO COMERCIO E INDUSTRIA DE ROUPAS E
ACESSORIOS ME
C S BARBOSA TRANSPORTES LTDA ME
CABIANCA COMUNICACAO DE MARKETING LTDA
CAMARGO CORREA OLEO E GAS S A
CAMARGO CORREA OLEO E GAS S A
CAMORIM OFFSHORE SERVICOS MARITIMOS LTDA
CANAA COMERCIO DE MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME
CANETA CONTINENTAL LTDA
CARE CLUB ADMINISTRADORA DE BENEFICIOS LTDA
CARIBE INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS LTDA
CARLOS ALEXANDRE PEREIRA SILVA
CAROLINE VELONI CAMPOS ME
CARRARA 3000 SERVICOS DE COBRANCAS LTDA ME
CASA DAS PEDRAS DE BUZIOS E MATERIAIS DE CONSTRUCAO
LTDA ME
CASALBORE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA
CASALBORE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA
CASSIO & MARCIA BAR E MERCEARIA LTDA ME
CEG RIO S/A
CENTRAL PILATES STUDIO E COMERCIO LTDA
CHAVE DE OURO AUTOMOVEIS LTDA
CHRISTAL DA TRINDADE MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME
CIMENTO TUPI S/A
CIRIO GERALDO GOMES
CIRRUS PARTICIPACOES LTDA
CITTAMATE COMESTIVEIS LTDA ME
CLAN DE VILA ROSALI MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME
CLARINHAS BIJUTERIAS LTDA ME
CLAUDIA ANDREA DE SOUZA TIRRE
CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES
CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES
CLAUDIA CAMACHO BRITO LOPES
CLAUDIO COMERCIO E SERVICOS DE REFRIGERACAO LTDA
CLAUDIO COMERCIO E SERVICOS DE REFRIGERACAO LTDA
CLIFFS DRILLING DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA
CLIFFS DRILLING DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA
CLURCRI DISTRIBUIDORA DE GAS LTDA ME
COMERCIAL PLENITUDE INFORMATICA LTDA
COMERCIAL PLENITUDE INFORMATICA LTDA
COMERCIO DE PECAS E ACESSORIOS AUTOMOTORES NOSSA
SENHORA DO AMPARO 2003 LTDA ME
COMERCIO DE RECICLAGEM SAO LOURENCO LTDA ME
COMEX INTERNATIONAL TRADE IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA
COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIAO DO
PORTO DO RIO DE JANEIRO S/A CDURP
COMPANHIA DISTRIBUIDORA DE GAS DO RIO DE JANEIRO CEG
COMVERSE DO BRASIL LTDA
111420539
111420512
110860080
111394228
111394252
111067723
111413290
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111433657
111376858
111376890
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111312027
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111417333
111065380
111420784
111141699
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111247420
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111413311
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111065070
111413770
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111418186
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111432553
111134757
111420733
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111416787
111428882
111428904
111396743
111387280
111302684
111417155
111417180
111331668
111426812
110802306
111428173
CONCESSIONARIA PORTO NOVO S/A
CONSORCIO ALUSA MPE
CONSULTORIO MEDICO MIRIA DE AMORIM LTDA ME
COOLARTE DESIGN GRAFICO LTDA
COOLARTE DESIGN GRAFICO LTDA
COOPERATIVA DE DINAMIZADORES DE ARTE E CULTURA DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
COPIADORA CENTRAL DO MEIER LTDA ME
COPPELI COOPERATIVA DOS PROFISSIONAIS EM CURSO
DE ENSINO LIVRE E AFINS ENTIDADES DE CLASSE E AFINS
E TRABALHADORES AUTONOMOS LTDA
COSTA DOS COQUEIROS OPERADORA DE TURISMO E VIAGENS
LTDA ME
COSTA VERDE CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA
COSTA VERDE CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA
CREDMED MANUTENCAO E DISTRIBUICAO DE EQUIPAMENTOS
MEDICO HOSPITALAR LTDA EPP
CVI TELECOMUNICACOES LTDA ME
DA ROCHA PROJETO E PRODUCAO LTDA
DAIANA DA COSTA MENEZES
DALECA COMERCIO DE VESTUARIO LTDA
DAVI CHAAR BIJUTERIAS LTDA EPP
DELMAQ MAQUINAS E EQUIPAMENTOS GRAFICOS LTDA ME
DELTA REMOCOES E ICAMENTO LTDA
DELTA REMOCOES E ICAMENTO LTDA
DIAG EFEITO COMERCIO DE PRODUTOS PARA LABORATORIOS
LTDA ME
DIAG EFEITO COMERCIO DE PRODUTOS PARA LABORATORIOS
LTDA ME
DIEGO CESAR VIDAL DE LIMA
DIEGO DE SOUSA SANTOS
DISTRIACCI DISTRIBUIDORA ACCIOLI DE PLASTICOS LTDA
DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS CESTA MIX CARIOCA LTDA
DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS CESTA MIX CARIOCA LTDA
DISTRIBUIDORA DE PECAS FUSCAO PRETO LTDA
DLX SERVICOS LTDA ME
DONALU S/A AGRO PESQUEIRA
DRATEC ENGENHARIA LTDA
DROGARIA MUITO MAIS SAUDE LTDA ME
DUO ROMANOS REPRESENTACOES LTDA
DUO ROMANOS REPRESENTACOES LTDA
DW RIO DE JANEIRO CONSULTORIA E SERVICOS DE INFORMATICA S/A
E C M DISTRIBUIDORA DE LIVROS LTDA
E2S EMPREITEIRA DE MAO DE OBRA LTDA
EBENEZER COMERCIO E SERVICOS LTDA ME
ECO SISTEMA REVESTIMENTOS E PROTECAO PASSIVA LTDA
ECO SISTEMA REVESTIMENTOS E PROTECAO PASSIVA LTDA
ECR MANUTENCAO PREDIAL LTDA
EDEZIO GOMES DO NASCIMENTO
EDIMAR H DA SILVA EMPREITEIRA DE OBRAS
EDIMAR H DA SILVA EMPREITEIRA DE OBRAS
EDISONHO EDITORA LTDA ME
EDNA MARIA DE OLIVEIRA FERREIRA
EJ PEREIRA AUTO CENTER LTDA
EJ PEREIRA AUTO CENTER LTDA
ELETRONICA NOSSA SENHORA DE NAZARETH LTDA ME
ELEVADORES FAHER LTDA
ELIEZER GARCIA CORREA DOS SANTOS ME
ELO DE NITEROI ELETRODOMESTICOS LTDA ME
EMI EMPRESA DE MONTAGENS INDUSTRIAIS LTDA EPP
EMPORIO DOS LATICINIOS BOM JARDIM DE MARICA LTDA
EMPORIO DOS LATICINIOS BOM JARDIM DE MARICA LTDA
EMPORIO GABRICH LTDA ME
ESPACO X MAGAZINE LTDA
ESQUADRIAS METALICAS NOVA FAMA LTDA
ESQUADRIAS METALICAS NOVA FAMA LTDA
ESSO EXPLORACAO SANTOS BRASILEIRA LTDA
ESTRELA DO QUAFA AUTO PECAS LTDA
ESTRELLAS PHONE SERVICOS EM TELEFONIA LTDA
ESTRELLAS PHONE SERVICOS EM TELEFONIA LTDA
ETT PARTICIPACOES LTDA
ETT PARTICIPACOES LTDA
EXCEED SPEED AUTOMACAO COMERCIAL LTDA ME
EXXONMOBIL QUIMICA LTDA
F M S RODRIGUES COMERCIO DE MALAS E BOLSAS
F M S RODRIGUES COMERCIO DE MALAS E BOLSAS
F R BARRETO ME
FABIANO DE BRITO E SILVA
FARCHI & VANZAN CLINICA ODONTOLOGICA LTDA EPP
FASTEL DO BRASIL OPERADORES LOGISTICOS E ARMAZEM
GERAL LTDA
FAZENDA FRUTIFIQUE DE TERESOPOLIS HORTIFRUTIGRANJEIROS
LTDA ME
FEDERAL COPA FOMENTO MERCANTIL LTDA
FELIX EMPRESARIADOS ARTISTICOS LTDA ME
FERNANDA CHEIBUB DE CARVALHO
FERNANDA CHEIBUB DE CARVALHO
FERNANDA DOS SANTOS SCANFERLA DE SA
FERNANDO J OLIVEIRA F ANDRADE VOZ E PUBLICIDADE
FERNANDO J OLIVEIRA F ANDRADE VOZ E PUBLICIDADE
FERNANDO REIS CORRETORA DE IMOVEIS LTDA ME
FERRREIRA PAES RIO TRANSPORTE LTDA
FERRREIRA PAES RIO TRANSPORTE LTDA
FIO DO CORPO COMERCIO E INDUSTRIA DE ROUPAS LTDA ME
FIRE COPIAS LTDA
FIRE COPIAS LTDA
FIRST ANC VIAGENS E TURISMO LTDA ME
FLAMAR MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA
FLAMAR MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA
FLY PINT LONAS DESIGNERS LTDA
FLY PINT LONAS DESIGNERS LTDA
FORTUNY LEBLON ROUPAS LTDA EPP
FOSTER COSMETICS COMERCIAL LTDA
FOUR LINES AUDIO ILUMINACAO E INFORMATICA LTDA ME
FOXTEL TELECOMUNICACOES LTDA
FRASCOPET EMBALAGENS PLASTICAS LTDA
FRASCOPET EMBALAGENS PLASTICAS LTDA
FREGUESIA PARTICIPACOES LTDA
FRONTIER VEICULOS LTDA ME
FROST FREE COMERCIO TECNICO DE EQUIPAMENTOS E
REFRIGERACAO LTDA ME
FUGRO BRASIL SERVICOS SUBMARINOS E LEVANTAMENTOS LTDA
FULA S SALGADOS DOCES E PETISCOS LTDA ME
G ALMEIDA FAGUNDES
G ALMEIDA FAGUNDES
G CARDOSO BARCELOS CONFECCOES ME
G CARDOSO BARCELOS CONFECCOES ME
GADELHA E MEDEIROS SERVICO DE INFORMATICA SOCIEDADE
EMPRESARIA LTDA ME
GALERIA DAS BICICLETAS LTDA
GALERIA DAS BICICLETAS LTDA
GALPAO 51 CONFECCAO DE ROUPAS LTDA
GALPAO 51 CONFECCAO DE ROUPAS LTDA
GAS NATURAL SERVICOS S/A
GENISE BRAGA BARBOZA
GERDAU ACOS LONGOS S/A
GERDAU ACOS LONGOS S/A
GERDAU S/A
GERDAU S/A
GERDAU S/A
GESSO CARIOCA DO RECREIO EMPREITEIRA LTDA
GISELDA DE LOURDES NASCIMENTO DANTAS
GISELE TORRES TEPEDINO
GKS GLOBAL BRINDES E PROMOCOES LTDA ME
GLOBO DE TERESOPOLIS PAPELARIA E LIVARRIA LTDA
GLOBO DE TERESOPOLIS PAPELARIA E LIVARRIA LTDA
GMPACK SOLUCOES EM EMBALAGENS LTDA
GMPACK SOLUCOES EM EMBALAGENS LTDA
GOLDEN DIAMANTE IGUACU JOIAS E PRESENTES LTDA
GOODFISH PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA
GOSPEL MANIA 2005 DE NILOPOLIS MANUTENCAO DE
MAQUINAS LTDA ME
GPA EDICOES MUSICAIS LTDA
GUIANET NEGOCIOS PELA INTERNET LTDA
H L F SOUZA BASTOS CONFECCAO E COMERCIO DE ROUPAS
LTDA ME
H N DE FRIBURGO COMUNICACAO VISUAL LTDA ME
HABITU S DO CORPO RECREIO COMERCIO DE COSMETICOS
LTDA ME
HAVYARD SOUTH AMERICA REPRESENTACAO LTDA
HD ENTRETENIMENTOS LTDA ME
HEBRON BIOFARMACOS S/A
HESTIA MINERACAO LTDA EPP
HOPE RECURSOS HUMANOS S A
HOUSE SERVICE CONSTRUCAO E PAISAGISMO LTDA
HOUSE SERVICE CONSTRUCAO E PAISAGISMO LTDA
HOUSTON PORT SERVICOS OFF SHORE LTDA
HOUTER DO BRASIL LTDA
HUANG WEIREN
HUANG WEIREN
I A CARNEIRO & CIA LTDA
I DOS REIS RIBEIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO
I DOS REIS RIBEIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO
I L DE OLIVEIRA COMERCIO DE ROUPAS
I L DE OLIVEIRA COMERCIO DE ROUPAS
IBEG ENGENHARIA E CONSTRUCOES LTDA
IDEIA 2007 INSTITUTO DE DIREITO E ESTUDOS
INTERDISCIPLINARES AVANCADOS LTDA EPP
IGN CRUZ WEB & DESIGN
ILHA CENTRO AUTOMOTIVO LTDA EPP
IMAGEM E FORMA PROJETOS E GESTAO IMOBILIARIA LTDA
INDONESIA COMERCIO DE ARTESANATOS LTDA
INDUSTRIA DE PLASTICOS VALENCA LTDA
INOVATS CONSULTORIA EM DESENVOLVIMENTO E GESTAO
EMPRESARIAL LTDA
INSTINTO FEMININO COMERCIO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA
INSTINTO FEMININO COMERCIO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA
INSTITUTO ROBERTO COSTA COMERCIO E SERVICO LTDA
INVESTIMENTOS TER LTDA
ITAURNAS INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
J ALENCAR LANNA
J ALENCAR LANNA
J C FERREIRA COMERCIO DE BEBIDAS E GENEROS ALIMENTICIOS
J C REPRESENTACOES E SERVICOS MEDICOS LTDA ME
J F SERVICOS EMPRESARIAIS LTDA
J J BARRETO MANUTENCAO DE MAQUINAS INDUSTRIAS LTDA
111428181
111345995
111346010
110961412
111419913
111428920
111428971
111393787
111353629
111430933
110982223
110982231
110802268
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110890957
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111428980
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111151201
111151244
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111415772
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111420350
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111428424
111416167
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111416230
111333270
111333296
111428564
111434718
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111391121
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111419301
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111420725
111420440
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111366070
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111366160
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111416205
111348277
111348293
111089220
111425395
111345316
J J BARRETO MANUTENCAO DE MAQUINAS INDUSTRIAS LTDA
J J IRMAOS INFORMATICA COMERCIO E SERVICOS LTDA
J J IRMAOS INFORMATICA COMERCIO E SERVICOS LTDA
J J TENORIO LOGISTICA E TRANSPORTES LTDA
J R F EMPREITEIRA DE QUEIMADOS OBRAS E SERVICOS LTDA ME
J R LAMIN MODAS E CALCADOS
J R LAMIN MODAS E CALCADOS
JACILDA DIAS DE FREITAS DE ABREU
JB MALHARIA LTDA
JEAN CARLOS CARNEIRO CORREA
JEFERSON VERAS CITRANGULO
JEFERSON VERAS CITRANGULO
JF SERVICOS EMPRESARIAIS LTDA
JFG LOCACOES LTDA ME
JILU COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO DE PRODUTOS
MANUFATURADOS LTDA
JMHS COMERCIO DE JOIAS LTDA
JOAO MANOEL DE CASTRO ME
JOHNCENTER DISTRIBUICAO & LOGISTICA LTDA
JORGE L DE A FRANCO INFORMATICA
JORGE L DE A FRANCO INFORMTICA
JORGE LUIZ DE SOUZA LOPES ME
JORGE S CAMPANA
JOSE CARLOS GOMES INFORMATICA
JOSE CARLOS GOMES INFORMATICA
JOSHUA SERVICOS DE ALIMENTACAO LTDA
JPH BITTENCOURT MERCHANDSING E EVENTOS EPP
JPH BITTENCOURT MERCHANDSING E EVENTOS EPP
JPVG COMERCIO E SERVICOS LTDA
JPVG COMERCIO E SERVICOS LTDA
JR SALAO BELEZA LTDA
JR SALAO DE BELEZA LTDA
JULIO C M MEI MARKETING DE INCENTIVO
JULIO C M MEI MARKETING DE INCENTIVO
JULIO CESAR DE ALMEIDA RIOS IMOBILIARIA ME
JUNCO GRANRIO COMERCIO DE JUNCO LTDA ME
JURIVAL DOS SANTOS CABRAL
JVS EDITORA E GRAFICA LTDA
JVS EDITORA E GRAFICA LTDA
K DA SILVA CUNHA PADARIA E CONFEITARIA ME
KAMAR LOCACOES LTDA
KAMAR LOCACOES LTDA
KARIN PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA
KERO PIZZA PIZZARIA LTDA
KERO PIZZA PIZZARIA LTDA
KETIE C J PENHA CABELEIREIROS ME
KEYRUS BRASIL SERVICOS DE INFORMATICA LTDA
KI PRECO ARTIGO DE BAZAR ARMARINHO PAPELARIA E
PRESENTES LTDA
KSH COMERCIO DE ALIMENTOS E LIMPEZA LTDA ME
L & C SHOPPING DAS MADEIRAS CAMPOS LTDA EPP
L T D M MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME
L&M MATERIAIS MAQUINAS E SERVICOS LTDA ME
LABOR SERVICE CONSULTORIA EM SAUDE OCUPACIONAL
E MEDICINA DO TRABALHO LTDA
LABORATORIOS BAGO DO BRASIL S A
LABPLAST INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTEFATOS
PLASTICOS LTDA
LANCHONETE ESQUINA DO IGUATEMI LTDA ME
LAURO GOMES ALBERTO
LAZARINI’S JOGOS E PRODUTOS ELETRONICOS LOCACAO
DE GAMES LANCHES LTDA ME
LECCA DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA
LETICIA BORGES CANNAVALE
LEVYPLAST INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA EPP
LGL IN LIFE PROMOTORA DE VENDAS LTDA
LIGHT ENERGIA S/A
LIGHT ESCO PRESTACAO DE SERVICOS S A
LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S/A
LILIA CUSTODIO DE LIMA COMERCIO DE MADEIRAS
LILIA CUSTODIO DE LIMA COMERCIO DE MADEIRAS
LIQUIDEZ DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA
LISA E BELA CENTRO DE BELEZA E ESTETICA LTDA ME
LIVRE ESTETICA E DEPILACAO LTDA
LIVRE ESTETICA E DEPILACAO LTDA
LLG LARA COMERCIO E REPRESENTACAO DE EQUIPAMENTOS
COMERCIAIS LTDA ME
LLV TREINAMENTO PROFISSIONAL LTDA
LLV TREINAMENTO PROFISSIONAL LTDA
LOBSTER HOTEL LTDA ME
LOOM COMERCIO DE MALHAS LTDA
LOOM COMERCIO DE MALHAS LTDA
LOPES & MARTINS MATERIAIS DE CONSTRUCAO LTDA ME
LOPES E SANTOS TECNOLOGIA E INFORMATICA LTDA ME
LOYAL CONSULTORIA E ASSESSORIA EM INFORMATICA LTDA
LUCIENE DE AZEVEDO DA SILVA DE JESUS
LUMINOSITA COMERCIO DE COSMETICOS LTDA ME
LUNA RESTAURANTE PORTILHO LTDA
LUNA RESTAURANTE PORTILHO LTDA
LUZIA N C LINHARES
M B MERCEARIA DE ITAOCARA LTDA ME
M F B F DA SILVA COMERCIO DE PECAS INTIMAS ME
M F MENDONCA DE SOUZA BAR ME
M JUNJER
M JUNJER
M L DE SOUZA FESTAS
M V RAMIRO MATERIAIS DE CONSTRUCAO ME
M VILAS BOAS REPRESENTACOES ME
MAC ID COMERCIO SERVICOS E TECNOLOGIA DA INFORMATICA
LTDA EPP
MADE IN ROCA COMERCIO DE MOVEIS E ANTIGUIDADES LTDA ME
MADUREIRA REI DOS ESTOFADOS LTDA
MADUREIRA REI DOS ESTOFADOS LTDA
MALEX 254 COMERCIO DE ALIMENTOS E BEBIDAS LTDA ME
MANDRAK SOUL PROMOCOES E EVENTOS LTDA ME
MANEKINEKO RIO RESTAURANTE LTDA
MANGUEIRINHA LOCACAO DE BENS LTDA
MANGUEIRINHA LOCACAO DE BENS LTDA
MARCELO QUEIROZ DE MATTOS INSTRUTOR DE MERGULHO ME
MARCUS VINICIUS CANDIDO CARDOSO
MARCUS VINICIUS CANDIDO CARDOSO
MARGARETE V M COMERCIO DE GAS LTDA
MARGARETE V M COMERCIO DE GAS LTDA
MARIA IZABEL CUNHA DE AGUIAR
MARIA IZABEL CUNHA DE AGUIAR
MARIA JOSE DA CONCEICAO
MARIA JOSE LOPES RAPOSO VICENTE
MARISA LOJAS S/A
MARISA LOJAS S/A
MARIZA DOS SANTOS MESQUITA DE SOUZA
MARTINIQUE INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS E
ACESSORIOS LTDA ME
MARTINS QUINTELA COMERCIO DE DOCES E CONFEITOS LTDA ME
MASTERTAXI COMERCIO DE VEICULOS LTDA
MATERIAL DE CONSTRUCAO 8164 LTDA
MAUKRON COMERCIAL LTDA EPP
MAURICIO CORREA CHTERPENSQUE
MAXXFERRO RIO SUPORTES METALICOS E AUTO PECAS LTDA ME
MBR SERVICOS E INSTALACOES DE TELECOMUNICACOES LTDA ME
MBT COMERCIO DE JOIAS LTDA
MC RIO 3000 REFRIGERACAO LTDA ME
MDRJ 44 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES LTDA
MDRJ 51 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A
MEDIUNICA COMERCIO DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR LTDA
MEDIUNICA COMERCIO DE MATERIAL MEDICO HOSPITALAR LTDA
MEGA FASHION COMERCIO LTDA ME
MERCADINHO REAL DE NOVA CAMPINAS LTDA ME
MERCADINHO REAL DE NOVA CAMPINAS LTDA ME
MERCADO E PADARIA L M LOUZADA LTDA
MERCADO E PADARIA L M LOUZADA LTDA
MERCADO PRATA DA FAZENDA LTDA
MERCADO PRATA DA FAZENDA LTDA
MERCEARIA E BAR MV DE TERESOPOLIS LTDA
MERCEARIA E BAR MV DE TERESOPOLIS LTDA
MERCEARIA ZMDD DE CORDOVIL LTDA
MERCEARIA ZMDD DE CORDOVIL LTDA
METAL MIX 2011 ARTEFATOS DE METAIS LTDA
MFB VIAGENS E TURISMO LTDA ME
MILLENIUM RIO ELEVADORES LTDA ME
MINERGY RESOURCES PESQUISA E EXPLORACAO LTDA
MMLA GNV INSTALADORA GAS NATURAL VEICULAR LTDA ME
MOLDURANDO TELAS INDUSTRIA E COMERCIO DE MOLDURAS
LTDA ME
MONIFARMA LTDA
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOTEL E RESTAURANTE VILA REAL LTDA EPP
MOVITEK EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA
MRS LOGISTICA S/A
MUG TRANSPORTES INTERMODAL LTDA ME
NABLAT COMERCIO DE JOIAS LTDA
NATHALINA HELENA CARDOZO SILVA
NAVEPORT INTERNATIONAL LTDA EPP
NAVEPORT INTERNATIONAL LTDA EPP
NEIDE SOUZA MELO COMERCIO DE ROUPAS E ACESSORIOS
NEOCODE CONSULTORIA DE SISTEMAS DE INFORMATICA LTDA
NGM ARTESANATOS LTDA
NGM ARTESANATOS LTDA
NOEMIA ARTES E PRESENTES LTDA
NOVA BARRA LAVANDERIA LTDA ME
NOVA GERACAO COMESTIVEIS LTDA
NOVA SHELTER COMERCIAL DISTRIBUIDORA LTDA EPP
NOVO GAS DA SERRA COMERCIO E TRANSPORTE LTDA EPP
NPN OTICA LTDA EPP
NTE NORDESTE TRANSMISSORA DE ENERGIA S/A
NUCREPE CREPERIA LTDA
NUCREPE CREPERIA LTDA
O ALEPH PATOLOGIA CIRURGICA E CITOPATOLOGIA LTDA
OBILHEIRO E SILVA WEB SERVICOS DIGITAIS E PRODUCOES
ARTISTICAS LTDA
OBILHEIRO E SILVA WEB SERVICOS DIGITAIS E PRODUCOES
ARTISTICAS LTDA
COMERCIAL DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
-8&(5-$ JUNTA
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
5
P U B L I C A Ç Ã O D E D E S PA C H O S
111427010
111427029
110768795
111378958
110865138
110865170
111391407
111391415
111429013
111426820
111429005
111428327
111370442
111420580
111420636
111416760
111427460
111369150
111369177
111392110
111418038
111418097
111300959
111429749
111429960
110445635
111397200
111397251
111413109
111429188
111416892
111394767
110912462
111048478
111416620
111375460
111413842
111413869
111416248
111348269
111418755
111418828
111284643
111278716
111278724
110865332
111415870
111420431
111337372
110938771
111339316
111397731
111383811
111427843
111416639
111418232
111418275
111413893
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111396433
111396425
111427363
111427371
111336651
111388902
111388910
111151716
111428068
111417538
111374430
111332982
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111195195
111195209
111420881
111399033
111399084
111280893
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111383412
111348374
111348404
111428998
111428513
OCEAN PNEUS COMERCIO E SERVICOS GERAIS LTDA
OCEAN PNEUS COMERCIO E SERVICOS GERAIS LTDA
ODONTOQUALITY IMPORTACAO LIMITADA
ONE 234 INDUSTRIA E COMERCIO DE ARTIGOS DO VESTUARIO
LTDA EPP
OPERADORA DE MARKETING DIRETO MONTAO DE COISAS LTDA
OPERADORA DE MARKETING DIRETO MONTAO DE COISAS LTDA
PADARIA DEL CASTILHO LTDA
PADARIA DEL CASTILHO LTDA
PADARIA PALOMO E FERNANDES DE MACAE LTDA ME
PADARIA PRINCESINHA DA GRAMA LTDA ME
PANIFICACAO MANA DINIZ LTDA ME
PAPELARIA GERACAO 2000 LTDA ME
PARAISO RESENDE FREIOS E MOLAS LTDA ME
PARATI S A PARTICIPACOES EM ATIVOS DE ENERGIA ELETRICA
PARATI S A PARTICIPACOES EM ATIVOS DE ENERGIA ELETRICA
PARTICIPACOES E EMPREENDIMENTOS REYNOSA S/A
PATHFINDER EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S/A
PATOTA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
PATOTA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
PATRICIA ACACIO RAMOS COMERCIO DE ALIMENTOS
PDG REALTY S/A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
PDG REALTY S/A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
PENSAO DA TIA BELL N M LTDA ME
PET SHOP MORADA DOS BICHOS LTDA
PET SHOP MORADA DOS BICHOS LTDA
PETROLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS
PHELIMAR MERCEARIA E PRODUTOS DESCARTAVEIS LTDA
PHELIMAR MERCEARIA E PRODUTOS DESCARTAVEIS LTDA ME
PILATE INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS
LTDA EPP
PINK FLOWERS ROUPAS E ACESSORIOS LTDA ME
PMGA INCORPORACAO E CONSTRUCAO LTDA
POINT DE FESTAS DE CAMPO GRANDE CASA DE FESTAS LTDA ME
POLIFRUT HORTIFRUTIGRANJEIROS CEREAIS LTDA
POLIMEROS VALENCA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
PONTES & VIEIRA LTDA ME
POUSADA LADY GIOVANNA LTDA
POUSADA MARE ALTA DA ILHA DA MADEIRA LTDA
POUSADA MARE ALTA DA ILHA DA MADEIRA LTDA
PRANIS COMERCIO REPRESENTACAO E SERVICOS LTDA
PRATA DO RIO LOCACAO DE VEICULOS LTDA
PRD ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA
PRD ARTIGOS ESPORTIVOS LTDA
PREMIUM SERVICOS DE CONSULTORIA LTDA ME
PRESERVARE REPRESENTACOES LTDA
PRESERVARE REPRESENTACOES LTDA
PROFECTY ASSESSORIA EMPRESARIAL DE RECURSOS
HUMANOS LTDA
PROGRESSO DE IRAJA TELHAS LTDA ME
PRUDENTIAL DO BRASIL SEGUROS DE VIDA S/A
PW NETWORK INFORMATICA E TELECOMUNICACOES LTDA ME
QUALITY MARMORES E GRANITOS LTDA ME
QUEIROZ DIVER ATIVIDADE DE MERGULHO LTDA
QUEIROZ DIVER ATIVIDADE DE MERGULHO LTDA
QUINTA DO SOL MP INDUSTRIA DE ALIMENTOS LTDA
QUINTO ELEMENTO CLINICA DE REABILITACAO
FISIOTERAPEUTICA LTDA ME
R & A GONCALENSE ESTRUTURA METALICA LTDA ME
R C NUNES DA COSTA PEREIRA COMERCIO DE BOLSAS
R C NUNES DA COSTA PEREIRA COMERCIO DE BOLSAS
R CAMPISTA SILVA ME
R F S LUCIO COUTINHO CONFECCOES
R F S LUCIO COUTINHO CONFECCOES
R S CASSERES LANCHONETE
R S CASSERES LANCHONETES
RAFAEL E SANDRA RELOJOARIA LTDA
RAFAEL E SANDRA RELOJOARIA LTDA
RALACAO II DE CAMPO GRANDE JEANS LTDA ME
RARO EFEITO PRESENTES LTDA ME
RARO EFEITO PRESENTES LTDA ME
RASEC AIAM PROJETOS DESENHOS E DIGITALIZACAO GRAFICA LTDA
REALIDADE DA MODA COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME
REATA COMERCIO TEXTIL LTDA ME
RECIBRAS PORTO REAL RESIDUOS LTDA
RECIPRESS EQUIPAMENTOS PARA RECICLAGEM LTDA EPP
RECIPRESS EQUIPAMENTOS PARA RECICLAGEM LTDA EPP
REI DA GULA LOJA DE CONVENIENCIA LTDA
REI DA GULA LOJA DE CONVENIENCIA LTDA
REI DAS LUVAS LTDA ME
REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA
REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA
REINTJES ENGRENAGENS E SISTEMAS DO BRASIL LTDA
RENATA M. COSTA LOPES
RENATO DA COSTA ALVES
RESTAURANTE SONHO MEU SELF SERVICE LTDA ME
RIO BELLO COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA
RIOCAMPOS GESTAO E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA ME
RIOCAR COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA
RIOCAR COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA
RJ PESCADOS COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA
RN 2010 COMERCIO DE AUTO PECAS LTDA ME
ROCK PEIXES ORNAMENTAIS COMERCIO EXPORTACAO E
IMPORTACAO LTDA
RONALDO JORDAO BUSSIERE
RONALDO JORDAO BUSSIERE
RONALDO JORDAO BUSSIERE
ROSANGELA FERREIRA DE SOUSA
ROSIMAR AGUIAR BELARMINO SILVA
RSQ CAXIENSE COMERCIO DISTRIBUICAO CONSULTORIA E
REPRESENTACAO LTDA
RURALPUR PRODUTOS RURAIS LTDA ME
S B M C COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA
S B M C COMERCIO E SERVICOS AUTOMOTIVOS LTDA
S M S DE MELO COMERCIO E CONFECCAO DE ROUPAS ME
SAAVEDRA DOWNTOWN COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA ME
111431921
111191475
111417970
111125804
111394023
111388384
111316006
111332834
111418909
111430151
110711785
111315743
111315760
111415896
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110191064
110838360
111415799
111045592
111417430
111366836
111007232
111426545
111337496
111188105
111417244
111418496
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111418410
111418437
111420458
111379717
111306469
111395500
111395712
110934881
111376386
107696320
111430020
111418143
111218985
111416043
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111311012
111311071
111191920
111427592
111427614
111387981
111392543
111303591
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111072085
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111425930
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111415411
111415438
110912349
111416329
111313686
111120179
111393752
111393884
111381096
111141389
111141397
111362784
111362806
110841263
111248639
111425883
111396204
111396255
111429790
111429803
111430216
111430232
111393850
111419280
110665856
SACARIA LILI LTDA ME
SAH SOCIEDADE DE ADMINISTRACAO HOSPITALAR LTDA
SAIPEM DO BRASIL SERVICOS DE PETROLEO LTDA
SANTOS PINTO IMOVEIS LTDA
SAO JOSE DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS MAQUINAS E
EQUIPAMENTOS LTDA
SAPHYR INVESTIMENTOS S A
SB COMERCIO DE MOVEIS LTDA ME
SEAL DANI MERRASH COMERCIO DE ROUPAS ACESSORIOS E
PERFUMARIA LTDA
SEASON COMERCIO INDUSTRIA DE MODA PRAIA LTDA ME
SERCOM RIO COMERCIO DE PAPEIS E EMBALAGENS EM GERAL
LTDA ME
SERGIO ARAUJO GASPAR FERREIRA
SERVTEC ASSESSORIA E SERVICOS TECNICOS ESPECIALIZADOS LTDA
SERVTEC ASSESSORIA E SERVICOS TECNICOS ESPECIALIZADOS LTDA
SHENON MANUTENCAO PREDIAL LTDA ME
SHIDETAKI GERENCIAMENTO E PROJETOS LTDA
SHIPINVEST PARTICIPACOES LTDA
SHIPINVEST PARTICIPACOES LTDA
SHOPPING DELICIAS DO RECREIO LTDA EPP
SILMAR ALEXANDRE SILVA FERREIRA
SIMONE DE CARVALHO VALLADARES ME
SINSTAL SERVICOS E REPRESENTACOES LTDA
SIREMAR BAZAR MOVEIS LTDA
SISMIC SURF WEAR COMERCIO DE ROUPAS E ACESSORIOS LTDA
SK REFRIGERACAO E-COMMERCE LTDA ME
SO X CALCADOS LTDA ME
SOBRADO DO BIZERRAO ROUPAS LTDA ME
SONAT BRASOCEAN SERVICOS DE PERFURACOES LTDA
SONAT BRASOCEAN SERVICOS DE PERFURACOES LTDA
SONAT OFFSHORE DO BRASIL PERFURACOES MARITIMAS LTDA
SONAT OFFSHORE DO BRASIL PERFURACOES MARITIMAS LTDA
SOUTH AMERICAN COPACABANA HOTEL LTDA
SPA ENGENHARIA LTDA
SR EMBALAGENS PLASTICAS TRES RIOS LTDA
SRL ENGENHARIA E GESTAO AMBIENTAL LTDA
SRL ENGENHARIA E GESTAO AMBIENTAL LTDA
STA SOLUCOES TECNOLOGIAS E CONSULTORIAS AMBIENTAIS LTDA
STAF MED COMERCIO DE EQUIPAMENTOS MEDICOS LTDA ME
STALLION ADMINISTRACAO DE HOTEIS LTDA EPP
STANDARD PRODUTOS PARA DIAGNOSTICOS LTDA ME
STAR GAMES 3 SERVICOS E COMERCIO DE ELETRONICOS LTDA ME
START BAZAR E PAPELARIA LTDA ME
STE SUL TRANSMISSORA DE ENERGIA S/A
STRATAGEO SOLUCOES TECNOLOGICAS S A
STRATAGEO SOLUCOES TECNOLOGICAS S A
STRATAGEO SOLUCOES TECNOLOGICAS S A
STRATAGEO SOLUCOES TECNOLOGICAS S A
STRATAGEO SOLUCOES TECNOLOGICAS S A
STRONG COMPANY SERVICOS DE REFORMA & CONSTRUCAO
LTDA ME
STUDIO WL FISIOPILATES LTDA
STUDIO WL FISIOPILATES LTDA
SUDESTE SERVICOS LTDA
SUGAN COMERCIO E INDUSTRIA EQUIPAMENTOS E COMBATE
A INCENDIO LTDA
SUL AMERICA S/A
SUL AMERICA S/A
SUNSET PARTICIPACOES LTDA
SUPER PLASTIC COMERCIO DE DESCARTAVEIS LTDA
T L ARAGAO BAR E MERCEARIA ME
T R DA SILVA CALCADOS ME
T V DA SILVA FONSECA COMERCIO E BENEFICIAMENTO DE
COURO ME
T Y D TELECOMUNICACOES E DESENVOLVIMENTO LTDA
TAG SERVICOS DE INFORMATICA LTDA
TALMT LTDA ME
TANIA REGINA REGIS DO MONTE
TAURUS EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA
TECFILM MATERIAL HOSPITALAR LTDA ME
TECH INSP TREINAMENTOS E SERVICOS LTDA ME
TECHNIP BRASIL ENGENHARIA INSTALACOES E APOIO
MARITIMO LTDA
TECHNOS DA AMAZONIA INDUSTRIA E COMERCIO S/A
TECIDOS JACOB CHREEM S/A
TECIDOS JACOB CHREEM S/A
TEM TUDO COMERCIO E SERVICOS LTDA EPP
TEM TUDO COMERCIO E SERVICOS LTDA EPP
TEREZA DE SOUZA VIEIRA
TEREZA DE SOUZA VIEIRA
TERRATOPO TOPOGRAFIA GEORREFERENCIAMENTO E
SERVICOS LTDA
TOCA DO BATUKE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
TRAJETO TRANSPORTE E LOGISTICA LTDA
TRANSCEIVER SISTEMAS DE COMUNICACAO LTDA
TRANSPORTADORA TEIXEIRA E FILHO LTDA
TRANSPORTADORA TEIXEIRA E FILHO LTDA
TRANSPORTADORA TRES AMIGOS LTDA ME
TRANSPORTES RODOVIARIO SOUTO LTDA
TRANSPORTES RODOVIARIO SOUTO LTDA
TREVO DO PAO PADARIA CONFEITARIA E LANCHONETE LTDA
TREVO DO PAO PADARIA CONFEITARIA E LANCHONETE LTDA
TRI STAR VIAGENS TURISMO LTDA ME
TRUST CURSOS DE IDIOMAS LTDA EPP
TURISBARRA VIAGENS E TURISMO LTDA ME
V H DOS PRAZERES CONFECCAO
V H DOS PRAZERES CONFECCAO
V L F VIDRACARIA LTDA
V L F VIDRACARIA LTDA
VALE RIO SERVICO E TRANSPORTES LTDA
VALE RIO SERVICO E TRANSPORTES LTDA
VALERIA SCHAUSLTZ PEREIRA FAUSTINO ME
VALID SOLUCOES E SERVICOS DE SEGURANCA EM MEIOS DE
PAGAMENTO E IDENTIFICACAO S.A
VALQUIRIA DA SILVA DIAS
111429722
111427240
111363845
111054923
111054974
110216865
111339570
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111353505
111425352
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111432391
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111410940
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111392306
111392179
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111144060
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111393779
111397332
111397448
111425840
111429501
111429480
VANDA LUCIA FRANCA DE MOURA ME
VB ILUMINACAO E INSTALACOES ELETRICAS LTDA EPP
VEIGA E ALMEIDA INDUSTRIA E COMERCIO DE VELAS LTDA ME
VERA LUCIA E MEIRELLES ROUPAS E UTILIDADES DOMESTICAS LTDA
VERA LUCIA E MEIRELLES ROUPAS E UTILIDADES DOMESTICAS LTDA
VEREDA FILMES LTDA
VERTUNO SERVICOS CADASTRAIS LTDA
VIA FONSECAO COMERCIO DE DOCES LTDA
VIA INTIMA LINGERIE LTDA
VIBRACON MAQUINA E EQUIPAMENTOS PARA CONSTRUCAO
CIVIL LTDA
VIDA SEGURADORA S/A
VIP AUTO SERVICOS LTDA
VIP AUTO SERVICOS LTDA
VIPALTO LOCADORA E TURISMO LTDA EPP
VIRMA ADT MIDIA LTDA ME
W C T SERVICOS DE MANIPULACAO EM GERAL LTDA ME
W J PEREIRA REPRESENTACOES LTDA
W J PEREIRA REPRESENTACOES LTDA
W J PEREIRA REPRESENTACOES ME
W L PINHEIRO CARDOSO CONFECCAO ME
W S GOMES SERVICOS DE PUBLICIDADES ME
WALDY PAVAO RECICLAGEM DE CARTUCHOS ME
WIDEA INDUSTRIA E COMERCIO DE MOVEIS LTDA ME
WINNER INTERNACIONAL COMERCIAL E EXPORTADORA LTDA
WJB MATERIAL DE CONSTRUCAO LTDA ME
WPA ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA
WPA ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA
YTELLES REPRESENTACAO EM INFORMATICA LTDA
ZIZIAR INDUSTRIA E COMERCIO DE ROUPAS LTDA ME
ZUUM ESTACIONAMENTO LTDA ME
Documento Indeferido
PROC.
EMPRESA
107392852 RADIO FEDERAL LTDA EPP
DOCUMENTOS EM EXIGÊNCIA
111120128
111413397
111413419
111428130
111425980
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111434181
111428670
111394775
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111321077
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111413125
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111413168
111413192
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111393868
111411181
111018153
110962125
111430143
111417880
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111248990
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110461894
111427606
111427630
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111227518
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111429650
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111393272
111393361
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111190193
111304687
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111415918
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111430062
111415594
111415624
111418380
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111420202
111391059
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111417848
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111249554
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111430194
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111394112
111413460
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111382823
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107741326
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111428750
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111391784
100551602
111425654
111425697
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111392810
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111398991
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111193788
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110964500
110964543
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111420601
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111398827
111398843
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111417287
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111420156
111368812
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111126479
111428807
111434963
111046815
111300614
111300690
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111429579
111429765
111427720
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111048834
111048869
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111419107
111275423
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111147344
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111277086
111417724
111429560
111429595
ECONOMIA
1(*Ï&,2
&61YHQGH
SDUWLFLSDomR
QD5LYHUVGDOH
A Companhia Siderúrgica
Nacional (CSN) vai receber
US$ 832,6 milhões pela venda
de sua participação de mais
19% na produtora de carvão
australiana Riversdale para a
mineradora anglo-australiana
Rio Tinto. O grupo brasileiro
anunciou que decidiu aderir
à oferta feita pela Rio Tinto que, com isso, passa a deter
mais de 70% da Riversdale.
Mudança - A venda das ações
marca uma mudança de posição
da CSN. No fim de março, o diretor executivo da CSN, Paulo
Penido, informou que a empresa manteria sua participação
na Riversdale. “A empresa pretende ficar (na Riversdale). Reconhecemos que precisamos de
um sócio-operador (das minas)
de habilidade”, disse o executivo à época, durante teleconferência com analistas.
Para analistas, a operação de
compra e venda das ações da Riversdale acabou se revelando um
bom investimento financeiro da
CSN. “Quando a CSN começou
a comprar participação na Riversdale, as ações da australiana
estavam cotadas a 6,10 dólares
australianos, e a venda foi feita
pelo preço de 16,50 dólares australianos”, diz um analista que pediu para que seu nome não fosse
citado. (Chiara Quintão / AE)
0(5&$'2
%ROVDVREHHJDUDQWH
DOWDGHQDVHPDQD
Feriados diminuem um pouco o fôlego dos investidores e índice à vista fecha com ganho menor que no exterior
Claudia Violante, Denise Abarca
e Silvana Rocha
Da Agência Estado
O otimismo tomou conta dos
mercados globais - bolsas na Ásia,
Europa e Estados Unidos encerraram em alta - e a Bolsa de Valores de
São Paulo (Bovespa) seguiu o comportamento de perto, a despeito dos
feriados destas quinta e sexta-feiras.
As folgas, no entanto, diminuíram
um pouco do fôlego dos investidores
domésticos e o principal índice à
vista fechou com um ganho menor.
O Ibovespa terminou o dia
em elevação de 1,36%, aos
67.058,02 pontos. Na mínima, registrou 66.165 pontos (+0,01%)
e, na máxima, 67.077 pontos
(+1,39%). Apesar do tombo de
1,9% de segunda-feira, o índice
conseguiu fechar a semana curta com ganho, de 0,56%. No mês,
acumula perda de 2,23% e, no
ano, de 3,24%. O giro financeiro
totalizou R$ 6,702 bilhões.
Exterior - No exterior, os
bons balanços corporativos e
os dados do setor imobiliárioamericano impulsionaram as
ações, enquanto os leilões bemsucedidos de títulos de Espanha
e Portugal ajudaram no clima
positivo dos negócios.
O índice Dow Jones terminou o
dia em alta de 1,52%, aos 12.453,54
pontos, depois de ter registrado
durante a manhã 12.475,53 pontos, o maior patamar intraday
desde 2 de junho de 2008. O S&P
encerrou com ganho de 1,35%, aos
1.330,36 pontos e Nasdaq avançou
2,1%, aos 2.802,51 pontos.
Na Europa, as bolsas também
subiram ajudadas pela menor
preocupação com a dívida soberana de alguns países da região,
após um leilão de títulos relativamente bem-sucedido na Espanha.
No Brasil, OGX ON foi novamente destaque de alta, ainda sem
resgatar toda a perda registrada
na segunda-feira. O papel avançou
5,57%, na maior elevação do índice, seguida por LLX ON (+4,38%)
e B2W ON (+4,14%). BrT PN liderou as perdas, com -5,41%, seguida por Telemar PN, -5,37%, e Tele
Norte Leste PNA, -5,07%.
Petrobras ON subiu 2,47%
e PN, 2,18%. Na Nymex, o con-
trato do petróleo para junho ganhou 2,92%, a US$ 111,45. Vale
ON terminou em alta de 1,82%
e a PNA, de 1,68%, em dia de
avanço dos metais no exterior.
Juros - As expectativas para
a reunião do Copom foram o
principal driver do segmento
de juros, cujas taxas de curto e
médio prazos ficaram rondando
o ajuste de terça-feira, enquanto
as longas subiram, refletindo justamente este rcado majoritariamente posicionado para uma redução do ritmo da alta da Selic.
Ao término da negociação normal da BM&F, o DI junho de 2011
(285 230 contratos) ia de 11,94%
para 11,965%, o DI julho de 2011
(528.485 contratos), estável, projetava 12,03%, e o DI janeiro de
2012 (395.625 contratos) passava
de 12,25% para 12,23%. O DI janeiro de 2013 (170.710 contratos)
estava em 12,65%, de 12,63% na
terça-feira. Nos longos, o DI janeiro de 2017 (22.200 contratos)
estava em 12,63%, de 12,59% na
véspera, e o DI janeiro de 2021
(5.830 contratos) subia a 12,53%,
de 12,50% no ajuste anterior.
Após iniciar o dia em sintonia
com a queda externa, o dólar no
mercado doméstico devolveu as
perdas ao longo da manhã e iniciou a tarde em leve alta. Contudo, o ajuste positivo foi passageiro porque o mercado não
identificou uma razão plausível
para justificar a subida das cotações às máximas intraday e o dólar devolveu os ganhos e fechou
em baixa.
“Diante do feriadão no Brasil,
algum player pode ter reduzido
posição vendida por se sentir
desconfortável em se manter fortemente vendido, uma vez que
amanhã os mercados internacionais funcionam normalmente”,
disse um operador. A maior volatilidade das cotações locais da
moeda ajudou a manter os negócios relativamente aquecidos.
No fechamento, o dólar à
vista caiu 0,38%, a R$ 1,570 no
balcão - menor valor desde 4 de
agosto de 2008, quando encerrou a R$ 1,5630. Na semana, a
moeda acumulou desvalorização
de 0,51%; no mês tem baixa de
3,68% e, no ano, uma perda de
5,65%. Na BM&F, o dólar pronto
recuou 0,29%, a R$ 1,5725. Até
16h30, o giro financeiro em D+2
somou cerca de US$ 1,6 bilhão.
No mercado futuro às 16h32, o
dólar para maio de 2011 caía 0,38%,
para R$ 1,570, com um volume financeiro negociado de US$ 16,14
bilhões, equivalente ao giro da véspera. O Banco Central manteve o
script e realizou dois leilões de compra à vista, em que fixou as taxas de
corte em R$ 1,5688 e R$ 1,570.
No exterior, o clima favorável
estimulou o apetite por moedas
de maior risco e as commodities,
em detrimento do dólar. A melhora do sentimento foi amparada pelos bons resultados corporativos nos Estados Unidos e os
bem-sucedidos leilões de bônus
e títulos da Espanha e Portugal.
A moeda alcançou a máxima
intraday de US$ 1,4548, o que não
acontecia desde janeiro de 2010.
Às 16h30, o euro subia para US$
1,4515, de US$ 1,4334 no fim da
tarde de terça-feira. O dólar caía
a 82,42 ienes, de 82,58 ienes, e
recuava a 0,8888 franco suíço, de
0,8999 franco suíço na véspera.
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Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
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ECONOMIA
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Desconto de 9,7% nos contratos do produto de origem nacional valerá a partir de 1º maio, segundo informou a estatal
Kelly Lima
Da Agência Estado
Contrariando todas as expectativas do mercado, a Petrobras decidiu reduzir o preço do gás natural de origem
nacional em 9,7% para as distribuidoras a partir de 1º de
maio. Especialistas do setor
haviam calculado que haveria
aumento nesse período.
Segundo a estatal, “diante
do cenário recente de evolução
dos preços dos energéticos e
suas consequências sobre os valores estipulados nos contratos
de gás natural de origem nacional, a Petrobras resolveu, a seu
exclusivo critério, conceder um
desconto nestes contratos a partir de maio de 2011”. A companhia informou que esta medida
se baseou em estudos da área
comercial e visa preservar a
competitividade do gás natural
no mercado.
Disponibilidade - A estatal
tem este ano um grande volume de gás natural sendo disponibilizado com a entrada em
produção das unidades de Mexilhão, Uruguá-Tambaú e também o projeto piloto do campo
de Lula (ex-Tupi), que sozinho
tem capacidade para gerar 6
milhões de metros cúbicos, ou
o equivalente ao total consumido pelo mercado de Gás Natural Veicular (GNV).
Ainda segundo a Petrobras,
o desconto médio de 9,7% será
praticado nos próximos três meses (maio a julho). “Além de não
afetar a fórmula de precificação
vigente, o desconto não constitui mudança nos contratos ou
acordo, mantendo-se, portanto,
inalterados todos os instrumentos contratuais existentes”.
A empresa deverá manter
também as vendas de gás natural de curto prazo por meio de
leilões eletrônicos. O último leilão, realizado em março garantiu
para as distribuidoras suprimento firme de abril até julho, de
7,8 milhões de metros cúbicos
por dia com deságio de 46% em
relação ao preço dos contratos
que têm reajuste em maio. Desta forma, o preço de venda da
Petrobras do gás natural nacional, incluindo o desconto em 1º
de maio e os leilões, se posiciona
em média 24% abaixo do preço dos contratos de longo prazo
com as distribuidoras.
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Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
JUSTIÇA
MENSALÃO DO DEM
José Geraldo da Fonseca
Promotora é presa
acusada de corrupção
Deborah Guerner e o marido, que também foi preso, planejavam fugir do País
Marcello Casal Jr / ABr
Leandro Colon
Da Agência Estado
O esquema de corrupção no
Distrito Federal, conhecido como
“mensalão do DEM”, levou, nesta quarta-feira, um integrante do
Ministério Público (MP) para a
cadeia. A promotora de Justiça
Deborah Guerner e seu marido, o
empresário Jorge Guerner, foram
presos pela Polícia Federal (PF)
em Brasília. Em um relatório de
86 páginas, o Ministério Público
Federal (MPF) pediu a prisão preventiva dos dois sob a alegação de
que estão atrapalhando as investigações com documentos falsos
e viajaram ao exterior sem pedir
autorização à Justiça.
O pedido de prisão foi deferido na noite de terça-feira (19)
pela desembargadora Mônica
Sifuentes, do Tribunal Regional
Deborah sendo levada para a Superintendência da PF
Federal da 1ª Região. Segundo
o documento, Deborah, ao fingir
ter problemas mentais, tenta “induzir” o Ministério Público e a
Justiça ao erro e fere a “credibilidade” das instituições públicas.
Os dois estão presos na Superintendência da PF e seus advo-
gados já entraram com pedido de
habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A promotora
é o braço do Ministério Público
do DF no esquema de corrupção
local, desmantelado em novembro de 2009 na Operação Caixa
de Pandora. Ela e o colega Leo-
nardo Bandarra, ex-procuradorgeral (cargo que chefia os promotores locais), são acusados de
cobrar propina do ex-governador
José Roberto Arruda para garantir a proteção do Ministério
Público ao seu governo. Arruda,
aliás, chegou a passar dois meses
preso em 2010. Deborah ainda teria agido, como promotora, para
ajudar o marido nos negócios de
coleta de lixo no governo do DF.
O Ministério Público Federal monitorou os passos do casal e confirmou que eles não
pediram autorização à Justiça
nem informaram nada sobre a
viagem ao exterior. A Polícia
Federal chegou a gravar o casal embarcando, com dezenas
de malas. Os investigadores receberam informações de que a
dupla planejava sair do Brasil
novamente nos próximos dias.
LEI MARIA DA PENHA
STJ deve acelerar julgamentos
A Câmara Criminal do MPF,
que trata de matéria criminal e
controle externo da atividade policial, fez o levantamento de todos os
casos criminais de agressões a mulheres pendentes de julgamento no
Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A iniciativa tem o objetivo
de proporcionar uma atuação simultânea dos subprocuradoresgerais da República que trabalham nesses casos, no sentido de
acelerar os julgamentos.
De acordo com a coordenadora da Câmara, subprocuradorageral da República Raquel Dodge, o Supremo Tribunal Federal
(STF) decidiu, recentemente,
que todas as agressões às mulheres praticadas por companheiros, maridos ou namorados, no
ambiente doméstico, seriam de
grande potencial ofensivo, não
aplicando-se a elas a Lei 9.099/95.
Comentando a decisão do
STF, Raquel Dodge explica que
os agressores estarão sujeitos
à previsão da Lei Maria da Penha. Na prática, eles devem
responder efetivamente a ações
penais que podem resultar em
prisão. “Se fosse aplicada a Lei
9.099, poderia apenas ocorrer a
suspensão do processo ou uma
reprimenda judicial de natureza
meramente moral”, destaca a coordenadora da câmara.
A decisão do STF é de extrema importância para o anda-
mento das ações que aguardam
julgamento no STJ, acerca da
natureza da gravidade de agressões praticadas contra mulheres
no ambiente doméstico.
Aproximadamente 330 processos estão pendentes no STJ
e a celeridade das decisões
possibilitará o curso de várias
ações penais em primeira instância que abordam do tema.
A medida também evitará a
prescrição dos casos.
PAÍS
POLÍTICA EXTERNA
Foco nos direitos humanos
Dilma Rousseff participa da formatura de diplomatas, em que Lula foi paraninfo
A presidente Dilma Rousseff ressaltou nesta quarta-feira
que a defesa dos direitos humanos é o centro de preocupação
da política externa brasileira.
Ao participar da formatura de
109 diplomatas, no Palácio do
Itamaraty, Dilma prestou uma
homenagem ao ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, paraninfo da turma, e destacou
que o governo brasileiro atuará
para dar mais valor agregado
aos produtos de exportação.
AEROLEV PROSPECÇÕES E AEROLEVANTAMENTOS S.A.
CNPJ 33.496.563/0001-71
Edital de Convocação: Ficam os Srs. Acionistas convocados para AGO
que se realizará na sede social na Praça Rui Barbosa, 160 A, Centro, Petrópolis, Rio de Janeiro/RJ, Cep: 25.685-050, dia 03/05/2011 às 10h para
GHOLEHUDU VREUH D DSURYDomR GDV GHPRQVWUDo}HV ¿QDQFHLUDV ¿QGDV HP
31/12/2010, assuntos gerais e os demais assuntos pertinentes ao Art. 132
da Lei 6.404/76, b) Eleição da Diretoria. Rio de Janeiro, 20/4/2011.
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“A defesa dos direitos humanos, desde sempre e mais ainda
agora está no centro da preocupação de nossa política externa.
Vamos promovê-la em todas as
instâncias internacionais, sem
concessão, sem discriminação e
sem seletividade, coerentemente,
com as preocupações que temos
no nosso próprio País”, afirmou.
No discurso, Dilma citou a
recente “onda saudável de democracia” nos países árabes e no
norte da África. “Lidamos com
fenômenos que não aceitam políticas imperiais, certezas categóricas e respostas guerreiras”, disse.
Ao falar de Lula, Dilma disse
que o antecessor é um “filho do
Brasil”, que associou sua vida a
transformações que estão mudando o País. “Todos nós deixamos de ver o Brasil como um país
pequeno e impotente diante do
desafio histórico”, disse.
Um pouco antes, o assessor de
assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, que
representava Lula, leu o discurso
dele no qual agradecia a homenagem e reconhecia que se tratava
de uma valorização das conquistas obtidas pela política externa
brasileira nos últimos anos.
COPA 2014
Licitações podem
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O ministro das Cidades, Mário
Negromonte, afirmou nesta quarta-feira que metade das 12 cidades que vão sediar jogos da Copa
do Mundo de 2014 tem atrasos na
apresentação de projetos de mobilidade urbana para o mundial.
“Existe atraso na entrega
dos projetos. Não são todas
as cidades que atrasam, é boa
parte, eu diria que uma meia
dúzia”, disse, ao chegar ao Itamaraty, onde foi condecorado
na cerimônia de comemoração
do Dia do Diplomata.
Negromonte afirmou também
que está em estudo a possibilidade de haver flexibilização nas
licitações de projetos da Copa.
“É um dos caminhos, simplificar
normativas sem deixar de ser republicano, ético, moral e legal”.
O ministro afirmou que as
obras com atraso estão sendo
monitoradas para que os “gargalos” sejam resolvidos. “Estamos
monitorando essas obras, muitas
delas têm problemas jurídicos,
fundiário, ambiental, têm problema no Ministério Público, de
licitações, têm gargalos que estamos desobstruindo”, disse.
Arenas - Um relatório que
avalia os estádios brasileiros
para a Copa do Mundo apontou
que as arenas de São Paulo e de
Natal são as mais preocupantes
entre as doze cidades-sedes do
campeonato mundial.
O relatório foi divulgado pelo
Portal 2014, mantido pelo Sindicato Nacional da Arquitetura
e da Engenharia (Sinaenco) e
pela Mandarim Comunicação.
Direitos
e Deveres
[email protected]
blogzegera.blogspot.com
www.poisze.com.br
Os juros de mora na
Justiça do Trabalho
o processo do trabalho, os juros da mora incidem sobre o capital monetariamente corrido, à taxa de 1%
ao mês, de forma simples, e desde o ajuizamento da
ação. Corrigido o débito, e contados os juros, o crédito do trabalhador é convertido em TR (taxa referencial). Admito que
se corrija o débito da época própria ao dia da apresentação
do cálculo e, sobre o total corrigido, se ajuntem os juros da
mora desde o ajuizamento da ação. Se o credor soma taxa de
juros ao principal corrigido e converte ambos em TR, a taxa
referencial continua sendo apenas a expressão da correção
monetária, e não embuta juros. Não é assim, evidentemente.
Se o depósito foi feito em TR e o crédito depositado já embutia juros de mora convertidos em TR, o devedor já quitou a
obrigação porque respondeu pelos prejuízos a que sua mora
deu causa, mais juros e atualização dos valores monetários,
segundo os índices oficiais regularmente estabelecidos.
Na liquidação, o credor atualiza o débito, acrescenta juros
de mora e divide o capital composto (capital corrigido + juros de mora) pela TR, passando, a partir daí, a executar um
crédito convertido num valor móvel que corresponderá, no
dia do depósito, ao equivalente em reais obtido da multiplicação do total de TR em que o crédito foi dividido no dia da
atualização pelo valor da TR no dia do depósito. Por esse critério, o credor dividiu em TR o capital corrigido e, também,
a taxa de juros apurada entre a época própria e o data do
cálculo, o que é um erro. Ao somar taxa de juros a um valor
corrigido monetariamente e converter o produto (principal +
juros) em TR, o credor está convertendo em TR tanto o principal corrigido quanto a própria taxa de juros. Assim, sempre
que multiplicar o equivalente do débito, em TR, pelo valor
de qualquer TR futura, estará elevando não apenas o capital
corrigido, mas multiplicando pelo mesmo valor da TR também os quanta de juros.
Não está apenas repondo
Correção de crédito
ao principal a parte corroída pela inflação, mas
trabalhista convertido
“corrigindo juros”. Se sobre esse resultado a parte
em TR é anatocismo.
ainda pretender aplicar
novas taxas de juros suNão há base legal
postamente devidos entre
a atualização e o depósito,
para a exigência de
estará contando juros sobre juros corrigidos, o que
juros de mora entre a
traduz rematado equívoco
e anatocismo ainda mais
data dos cálculos e o
perverso. Isso é uma evidência contábil, e não um
depósito
sofisma jurídico. Não há
base legal para a cobrança
de juros de mora, da atualização do crédito ao dia do depósito, porque a multiplicação,
pela TR, dos juros já embutidos no capital, “corrige os juros”,
isto é, já repõe ao credor, no lapso entre a atualização e o depósito, até mais do que ele obteria se em vez de “corrigir os
juros” pela TR se limitasse a cobrar a mora.
A afirmação de que a conversão do crédito em TR embute
apenas correção, e não juros, apenas em parte é verdadeira.
Isso é certo se apenas o principal corrigido é convertido em
TR, mas não é o que de hábito se faz na liquidação. O comum
é corrigir-se o débito, da época própria à atualização, calcular
os juros da mora até ali, somá-los ao principal corrigido e dividir ambos, principal corrigido e juros por TR e, no depósito
do crédito, já em TR, contar outra vez taxa de juros da atualização ao depósito, exatamente sob esse ardiloso argumento
de que a TR somente embute correção. Se a Vara do Trabalho
converte em TR apenas o principal corrigido, haverá sempre
espaço legal para recontagem de juros de mora porque, nesse caso, somente o principal estaria sendo automaticamente
elevado pela multiplicação dos quanta de TR a que corresponde. Se a Vara atualiza o principal em seus valores históricos, aplica as taxas de juro até a data do cálculo e converte
o produto (correção + juros) em TR, pelo valor da TR no dia
do cálculo, os juros não serão devidos da data do cálculo à do
depósito porque no depósito o devedor recolheu em TR tanto
o principal corrigido quanto os juros, que, somados a ele, formam agora um só capital. Não há prejuízo algum para o empregado porque o depósito convertido em TR estará sendo
feito pelo valor da TR no dia do pagamento e a “correção dos
juros pela multiplicação em TR” representa para ele quantia
superior à que receberia se apenas contasse juros da atualização ao depósito, sem os embutir no principal.
N
José Geraldo da Fonseca é desembargador Federal do Trabalho no Rio de
Janeiro (7ª Turma), membro da SEDI e da Comissão de Jurisprudência do TRT/
RJ, presidente do Conselho Consultivo da ESACS (Escola de Capacitação do
TRT/RJ), especialista em Processo Civil pela PUC/SP e em Direito Processual do
Trabalho pela UFF/Escola Judicial do TRT/RJ, doutorando em Direito do Trabalho
na Universidade Pública de Buenos Aires (UBA), autor e professor universitário.
C
U
R
T
A
Crise na Orquestra Sinfônica
Brasileira chega ao Congresso
A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura do
Congresso Nacional decidiu investigar o recente episódio das
demissões de cerca de 30 músicos da Orquestra Sinfônica
Brasileira (OSB). Em nota divulgada por sua assessoria de
imprensa, a presidente da Frente, a deputada Jandira Feghali,
informou que a ideia “é somar os esforços das comissões de
Educação e Cultura e Esporte do Senado e Finanças, Controle
e do Trabalho da Câmara e tratar do assunto conjuntamente e
garantir mais agilidade no gerenciamento da crise”.
RIO
Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
ESGOTO
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Tiago Rogero
Da Agência Estado
O rompimento de um tanque
da estação de tratamento de esgoto que deixou dez pessoas feridas e
arrastou carros em Niterói, no Rio,
resultou em multa de R$ 110 mil,
aplicada pelo Instituto Estadual
do Ambiente (Inea) à concessionária Águas de Niterói, responsável
pelo local. Segundo o instituto, o
vazamento de 4,3 milhões de litros
de esgoto em tratamento provocou
a poluição do solo e da água, já
que “o destino provável” dos dejetos foi a Baía de Guanabara. A
Secretaria de Estado do Ambiente
do Rio e o Inea decidiram impor
outras sanções à empresa.
Além do pagamento da multa,
a Águas de Niterói será obrigada
a instalar duas “ecobarreiras”
- feitas a partir de material reciclado, como garrafas PET, por
exemplo - em rios que deságuam
na Baía de Guanabara, e implantar um programa de recolhimento de lixo flutuante na região.
O Inea informou, por meio de
nota, que vai fazer uma auditoria
ambiental nas estações de tratamento de esgoto da empresa, “em
caráter preventivo, para evitar
que acidentes semelhantes voltem a ocorrer”. Além disso, segundo o Inea, a Águas de Niterói será
obrigada a instalar um biodigestor para tratamento de esgoto, em
comunidade a ser escolhida.
INCENTIVO
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Os moradores das comunidades pacificadas Cidade
de Deus, Complexo da Penha,
Complexo do Alemão e Borel
poderão, em breve, contar com
os serviços da Previdência Social bem perto de casa. O secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos,
Rodrigo Neves, e a diretora de
atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social, Cinara Wagner Fredo, visitaram no
dia 19 de abril as comunidades para definir os locais onde
serão implantados os postos
avançados da Previdência Social nestas localidades.
“A parceria entre a Secretaria
de Estado de Assistência Social
e o INSS neste projeto é fundamental para viabilizar o desenvolvimento local, com incentivo à
formalização dos microempreendedores individuais”, destacou o
secretário Rodrigo Neves.
Os postos devem começar a
funcionar a partir de junho deste ano e oferecerão cerca de 30
serviços diferentes, como agendamento de requerimento de benefício, inscrição do contribuinte, marcação de perícia médica,
orientação inicial, extrato do benefício, simulação de contagem
de tempo de serviço, entre outros.
9
DUQUE DE CAXIAS
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Projeto inclui ampliação da coleta seletiva que gera 1,2 mil t de lixo por dia
Isabela Vieira
Da Agência Brasil
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES) pode conceder ainda
este ano, um apoio financeiro
até R$ 5 milhões para projetos
com catadores de material reciclável do município de Duque de
Caxias, na Baixada Fluminense.
O banco e a prefeitura negociam
o financiamento para projetos
de geração de renda.
Após reunião nesta sexta-feira, na sede do BNDES, no Rio, o
secretário de Meio Ambiente do
município, Samuel Maia, disse
que encaminhará, em um mês,
um projeto com alternativas de
qualificação profissional e trabalho para os catadores. O documento incluirá a ampliação da
coleta seletiva de lixo em Duque
de Caxias, onde são geradas 1,2
mil toneladas de lixo por dia.
“A nossa meta é dar inclusão
social para os catadores, fazen-
do com que possam se tornar, no
futuro, gestores da cadeia produtiva da reciclagem, com mais
renda”, afirmou o secretário. No
município, 20% dos trabalhadores são catadores de material
reciclável. A maioria está na profissão por falta de outras oportunidades de emprego, segundo a
levantamento da prefeitura.
O projeto de Caxias será
avaliado pelo BNDES e, “no
melhor cenário, pode ser aprovado três meses após a entrega
do documento”, disse o gerente do Departamento de Economia Solidária da instituição,
Eduardo Lins de Carvalho.
Será considerado para finan-
ciamento não reembolsável,
principalmente, a quantidade
de material reciclável obtido a
partir da coleta seletiva.
“Se eu tenho um volume tal,
isso significa que vou precisar de
apenas uma central de triagem e
20 catadores. Se a quantidade for
maior, vou precisar de mais material, mais gente, mais qualificação”, explicou Carvalho. Segundo
ele, o montante do financiamento
pode chegar a R$ 5 milhões, mas
como o município tem cerca de
800 mil habitantes, o financiamento tende a ser menor.
A prefeitura de Duque de Caxias vai investir em geração de
renda para atender os 2,5 mil
Proposta é investir em geração de renda
para atender os 2,5 mil catadores que, com
o fechamento do lixão de Jardim Gramacho,
sofrerão redução na quantidade de trabalho
catadores que devem ter o trabalho diminuído com o fechamento
do lixão de Jardim Gramacho. O
local recebe o lixo da cidade do
Rio de Janeiro, mas sobrecarregado, será desativado em 2012.
Parte do lixo carioca, já começou
a ser levado para um aterro no
município de Seropédica, também na Baixada Fluminense.
A parceria da prefeitura com
BNDES prevê uma contrapartida de pelo menos 50%, que
pretende levantar o dinheiro
também por meio do Fundo de
Capacitação dos Catadores, criado como forma de compensar os
impactos provocados pelo lixão.
Os recursos do fundo deveriam ser depositados pela administradora do aterro após o
fechamento do mesmo. Mas para
antecipar o uso do dinheiro, o
secretário Samuel Maia negocia
com a Câmara de Vereadores
uma medida jurídica. Ele também cobra um aporte da Secretaria Estadual do Ambiente.
&RPHoDDIXQFLRQDUFHQWUDOHP6HURSpGLFD
A nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, - que vai gradativamente
receber os resíduos que iam para
o Aterro de Gramacho - entrou
em funcionamento nesta quartafeira. A Central reúne tecnologia de ponta inédita na América
Latina para garantir o destino
adequado do lixo, sem riscos
para o meio ambiente. Com isso,
a prefeitura inicia o processo de
encerramento das atividades no
Aterro Controlado de Gramacho,
em Duque de Caxias.
O início das operações da nova
CTR foi acompanhado de perto
pelo prefeito Eduardo Paes, pelos
secretários municipais de Conservação e Serviços Públicos, Carlos
Roberto Osório, e da Casa Civil,
Pedro Paulo Carvalho Teixeira,
além da presidente da Comlurb,
Angela Fonti, da presidente da Ciclus, Adriana Felipetto, e de diretores da empresa concessionária.
Nesta primeira fase serão depositadas na CTR cerca de mil
toneladas diária de lixo. Esta
quantidade será levada para
Seropédica em nove carretas,
que farão cinco viagens, totalizando 45 percursos por dia. O
local abrigará inicialmente os
detritos vindos da Estação de
Transferência de Jacarepaguá,
destino dos caminhões coletores e basculantes que circulam
nos bairros da Barra da Tijuca,
Recreio e Jacarepaguá.
A Central de Tratamento de
Resíduos em Seropédica é uma
concessão da Companhia de
Limpeza Urbana (Comlurb) à Ciclus e, além dos resíduos do Rio,
receberá os detritos dos municípios de Itaguaí e Seropédica. A
Ciclus, responsável pelo projeto
do empreendimento e realização
das obras, vai operar a CTR.
O secretário municipal de
Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório,
explicou como vai funcionar o
novo centro. “O Rio de Janeiro
gera hoje 9 mil ton de lixo e estamos começando as operações
aqui colocando mil ton por dia.
Esse é um processo que vai crescendo gradativamente”, explica.
MUNDO
IRÃ
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VHJXH.KDPHQHLH
SURYRFDWHQVmR
As pressões políticas aumentaram sobre o presidente do Irã,
Mahmoud Ahmadinejad, após
mais de 200 parlamentares iranianos alertarem nesta quartafeira que ele precisa obedecer
a ordem do líder supremo do
país, o aiatolá Ali Khamenei, e
reempossar no cargo o poderoso
ministro da Inteligência (espionagem), Heidar Moslehi.
A disputa que envolve o
cargo de Moslehi trouxe novas
especulações de que Ahmadinejad e seus aliados tentam
conquistar mais poder e desafiar a autoridade do líder supremo da república islâmica.
A disputa também mostrou
mais fissuras no núcleo do governo de Ahmadinejad, à medida que sua base de poder encolhe entre os parlamentares.
Moslehi renunciou ao cargo
no domingo, após supostas disputas internas com Ahmadinejad.
O presidente aceitou publicamente a renúncia do ministro.
Mas apenas algumas horas depois, o aiatolá Khamenei ordenou que Moslehi permaneça no
emprego. Ele teve um papel crucial na repressão aos milhares de
manifestantes que em 2009 foram às ruas contestar a reeleição
de Ahmadinejad a presidente.
TEXAS
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Bombeiros do Texas combatiam vários incêndios em todo o
Estado nesta quarta-feira. Mais
de 400 mil hectares de terras foram queimados em pouco mais
de uma semana no Estado, atingido por uma forte seca.
O fogo começou no dia 15, na
área do lago Possum Kingdom,
uma comunidade com predominância de casas de veraneio a
cerca de 115 quilômetros a oeste
de Fort Worth, e se espalhou para
outros condados que continuavam
a queimar na noite de terça-feira.
As autoridades ordenaram a
retirada de 400 moradores de Palo
Pinto, cerca de 80 quilômetros a
oeste de Fort Worth por causa do
avanço das chamas, disse Trooper
Gary Rozzell, que trabalha no Departamento de Segurança Pública
do Texas. Detentos também foram
evacuados, assim como os moradores da comunidade de Graford e
da cidade de Straw, ao sul do lago.
A meteorologia prevê chuva
e níveis de umidade mais altos
no restante da semana em algumas partes do Estado.
ATAQUE
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Tim Hetherington, indicado ao Oscar de melhor documentário, foi morto na ação
Um jornalista foi morto e três
ficaram feridos, um dos quais
gravemente, por disparos de
morteiro na quarta-feira na cidade sitiada de Misurata, informou
um jornalista da AFP.
A identidade do jornalista
morto não foi divulgada e depende da notificação à família.
Segundo a ABC News, o premiado jornalista britânico Tim Hetherington, indicado ao Oscar de
melhor documentário por “Restrepo”, foi morto no ataque.
O jornalista americano Chris
Hondros, de 41, da agência fotográfica Getty, seria o jornalista
gravemente ferido, mas a ABC
informou que Hondros também
foi morto. Os outros dois nomes
não foram divulgados.
Os quatro jornalistas foram
atingidos por disparos de morteiro na rua Trípoli, a principal via
e centro de confrontos em Misurata, que está sitiada há quase
dois meses por forças ligadas ao
líder líbio Muamar Kadafi.
Hetherington codirigiu “Restrepo” junto com o norte-americano Sebastian Junger. O filme
documenta um ano em uma base
de guerra no Afeganistão, considerada o “lugar mais mortal do
mundo” e batizada de Restrepo
em homenagem ao soldado Juan
Sebastián Restrepo, morto em
combate. O filme foi premiado
no Festival de Sundance foi indicado para o Oscar.
No dia 12 de março do cameraman Ali Hassan al Jaber, da Al
Jazeera, foi morto e seu colega
feridos numa emboscada perto de
Benghazi, sede da oposição. Jaber
foi o primeiro jornalista morto na
Líbia desde o início do levante contra Kadafi em 15 de fevereiro, mas
vários jornalistas foram detidos e
maltratados pelo regime líbio.
Auxílio - A França enviou um
“pequeno número” de oficiais
militares para assessorar os rebeldes do Conselho Nacional de
Transição (TNC, na sigla em inglês) da Líbia em Benghazi, principal cidade controlada pelos rebeldes, afirmou o Ministério das
Relações Exteriores em Paris
nesta quarta-feira.
A Itália também realizou
anúncio similar, dizendo que
enviará 10 instrutores militares
para auxiliar os rebeldes.
“A França colocou um pequeno número de oficiais de
conexão junto com nosso enviado especial para Benghazi, que
estão realizando uma missão de
assessoria com o TNC”, afirmou
uma porta-voz da chancelaria
francesa, Christine Fage.
*RYHUQRSUHQGHDWLYLVWDHHVWXGDQWHV
Autoridades da Síria prenderam uma importante figura da
oposição, Mahmoud Issa, disseram ativistas pelos direitos humanos nesta quarta-feira. A prisão foi
feita de madrugada, horas após o
governo anunciar o fim do estado
de emergência que vigorava havia
quase cinco décadas no país.
Também nesta quarta-feira
ocorreram manifestações contra o
governo nas cidades de Deraa e em
Alepo, apesar de uma advertência
do governo para que as pessoas não
saíssem de casa. Em Alepo, um protesto de estudantes universitários
foi reprimido brutalmente e pelo
menos 37 deles foram detidos.
Em Deraa, cerca de 4 mil pessoas se concentraram em protesto na
mesquita al-Omairi, que tem sido
um dos locais de reuniões dos manifestantes desde que os protestos
começaram na Síria em meados de
março. Os manifestantes de Deraa
convocaram o país inteiro para novos protestos contra o governo do
presidente Bashar Assad na sextafeira. Ativistas dos direitos humanos disseram à emissora Al Jazeera que os estudantes da Faculdade
de Medicina de Alepo, segunda
maior cidade do país, realizaram
um protesto contra o governo nesta quarta-feira. A emissora noticiou que o protesto foi brutalmente reprimido, com 37 estudantes
espancados e detidos pela polícia.
O chefe do grupo Liga Síria pelos Direitos Humanos,
Abdul-Karim Rihawi, disse que
agentes prenderam o ativista
Mahmoud Issa na casa dele,
em Homs, no centro do país.
Antes, Issa havia concedido
uma entrevista à Al Jazeera
no fim da terça-feira. Segundo Rihawi, a prisão arbitrária
lembra as regras do período do
estado de emergência no país.
PROLAR S.A.
CNPJ 33.101.270/0001-48 - NIRE 33.300.118.829
Edital de Convocação: São convocados os senhores acionistas, nos termos do
Art. 123, § único, alínea E, da Lei 6.404/76 (“LSA”), a se reunirem em Assembleia
Geral Ordinária e Extraordinária de Prolar S.A. (“Companhia”), a realizar-se em
27 de abril de 2011, às 10 horas, na Rua México, 168, 5º andar, Rio de Janeiro-RJ,
a ¿m de deliberar sobre a seguinte ordem do dia: (i) tomar as contas dos
administradores e votar as demonstrações ¿nanceiras dos exercícios encerrados
em 31.12.2006, 31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009 e 31.12.2010; (ii) deliberar a
destinação do lucro líquido de tais exercícios; (iii) destituir e eleger administradores
da Companhia; (iv) deliberar: (a) a especi¿cação de pessoa(s) que possam receber
e levantar valores na ação de desapropriação nº 1977.014.000104-0, da 4ª VC de
Campos dos Goytacazes; (b) revisão e revogação de atos praticados, acordos e
contratos celebrados e procurações outorgadas pela atual diretoria; e (v) outros
assuntos de interesse da sociedade. Nos termos do art. 124, § 2º, da LSA, por
motivo de força maior, a AGOE não se realizará na sede da Companhia, mas no
endereço indicado acima. RJ, 18 de abril de 2011. Kátia Chalita Mattar, acionista
(na ausência de convocação pela administração).
10 Quinta-feira, 21 de abril, a segunda-feira, 25 de abril de 2011
ARTES
ESPORTES
CECÍLIA MEIRELES
Reforma integra casa
de concerto à cidade
Com orçamento em R$ 12 milhões, sala deve ser reaberta no começo de 2012
A Sala Cecília Meireles, uma
das casas de concerto mais tradicionais do país, se prepara para
reestrear em grande estilo até sua
próxima temporada, entre março e abril de 2012. Instalado na
Lapa, bairro que está sendo revitalizado, o espaço que recebe respeitadas orquestras sinfônicas há
45 anos irá se integrar ainda mais
à cidade do Rio. O patrimônio
está sendo reformado desde maio
de 2010 para resgatar sua história
e atrair mais espectadores, que
poderão ver além das paredes de
concreto do prédio do fim do século XIX: no lugar do arco em alto
relevo da fachada, será erguido
um vitral de 12 metros de altura.
Orçado em R$ 12 milhões, o
projeto de restauração do único
teatro voltado para a música erudita no estado inclui a modernização de mais locais de convivência.
“Com a reforma, patrocinada
pelo BNDES e pela empresa de
telefonia Claro, queremos que a
Sala Cecília Meireles fique mais
conectada à cidade. Vamos aumentar o pé direito do arco da
fachada para ficar mais visível.
Do bistrô, será possível apreciar
a vista, o Passeio Público, e quem
passa pelas ruas também poderá
ver a sala. O Café será aberto ao
público diariamente. A ideia é
modernizar a sala de forma funcional e que interaja com o con-
Divulgação
Público ganhará mais funcionalidade e conforto
texto onde o equipamento está
instalado: ao lado dos Arcos da
Lapa”, afirmou a secretária de
Cultura, Adriana Rattes.
Restaurada pela última vez
nos anos 80, a sala de concertos
sinfônicos ganhará mais funcionalidade e conforto. Para devolver o espaço à cidade, a Secretaria de Cultura substituirá a grade
de ferro que cerca o equipamento
pelo reforço na iluminação. Portadores de deficiência poderão
contar com mais acessibilidade,
com elevadores e assentos especiais. A acústica perfeita receberá atenção especial: para que
as obras não comprometessem o
grande trunfo da sala, foram realizados testes específicos. Em
maio, a Emop inicia a segunda
fase das obras, que é o restauro.
A primeira etapa foi a de demolição e o estudo estrutural.
Arquitetura - O prédio neocolonial da casa de espetáculos,
construído em 1896, já abrigou o
Grande Hotel da Lapa e o Cine
-Teatro Colonial, e se transformou
em um local dedicado à música
em 1° de dezembro de 1965. Toda
a história do imóvel tombado pelo
Instituto Estadual do Patrimônio
Cultural (Inepac) e os detalhes
antes encobertos pelo tempo são
revelados a cada nova etapa das
intervenções. Durante a reforma,
foram descobertas as características originais do antigo prédio. Os
traços das janelas e portas do an-
tigo hotel serão reforçados e a cor
original, que está sendo pesquisada, pode ser recuperada.
“Todas as intervenções foram
autorizadas pelo Conselho Estadual de Tombamento para que
pudéssemos realizar as obras em
perfeita segurança. Para mostrar
um pouco da trajetória da sala,
vamos deixar expostas, em uma
parte das paredes do espaço, resquícios das três fases do prédio:
quando era hotel, cinema e a
própria Sala Cecília Meireles nos
anos 60, com tijolos furados”, disse o diretor da Sala Cecília Meireles, João Guilherme Ripper.
Projetos - Depois da modernização, a Cecília Meireles volta a
realizar seus tradicionais concertos - que durante as obras estão
sendo apresentados no Theatro
Municipal, Parque Lage, Teatro
João Caetano e Centro Cultural
Banco do Brasil - e seus programas para incentivar novas composições e a formação de plateia.
O projeto “Sala de Música”,
uma parceria entre as secretarias de Cultura e Educação,
abre as portas da casa de espetáculos para que os jovens
aprendam um pouco mais sobre
música erudita. A grande novidade será a abertura da Sala
Cecília Meireles também para
espetáculos durante os dias de
semana e na hora do almoço.
COPA REI
Real Madrid
quebra tabu e
leva o título
Gol da vitória foi feito por
Cristiano Ronaldo na prorrogação
O Real Madrid quebrou
nesta quarta-feira um tabu de
18 anos sem títulos da Copa
do Rei, venceu o arquirrival
Barcelona por 1 a 0 na prorrogação, em Valência, e voltou
a faturar a segunda principal
competição do futebol espanhol. Cristiano Ronaldo, de
cabeça, marcou o único gol do
jogo, aos 12 minutos do primeiro tempo extra, aproveitando a
baixa estatura de Mascherano,
improvisado como zagueiro no
lugar do machucado Puyol.
Com a conquista da Copa do
Rei, o Real Madrid finalmente dá a Florentino Pérez, o seu
presidente, o único título que
faltava na passagem dele pela
direção do clube. De quebra,
encerra um jejum de seis jogos
sem vencer o seu maior rival.
Se no jogo do último sábado,
pelo Campeonato Espanhol, o
clássico teve o Barcelona atacando e o Real Madrid só defendendo, nesta quarta essa situação só foi vista nos minutos
finais do tempo regulamentar
e, depois, da prorrogação. De
resto, muita marcação, principalmente da parte do Real Madrid, muita violência, dos dois
lados, e poucas chances de gol.
Messi, mesmo em noite de pouco brilho, procurou bastante o
jogo. Iniesta e Xavi, outros pilares do clube catalão, nem isso.
Enquanto isso, Cristiano Ronaldo foi decisivo nas poucas vezes
em que teve esta oportunidade.
As duas equipes voltam a
se enfrentar nesta quarta, pela
Liga dos Campeões da Europa,
em Madri, no jogo de ida das
semifinais da competição. A
partida de volta acontece na
terça seguinte (dia 3 de maio),
fechando a série de quatro clássicos. Até aqui está 1 a 1, com
vantagem do Real Madrid, que
impôs a Guardiola a sua primeira derrota numa decisão - agora
são seis vitórias em sete finais.
Já Mourinho conquistou o seu
primeiro título com o Real Madrid - o 12.º na carreira.
CORINTHIANS
CINEMA
(VWUHLDR¿OPHµ$
PLQKDYHUVmRGR$PRU¶
Baseado no belo livro de Modercai Richler, “Minha Versão do
Amor” mistura ingredientes pouco usuais em receitas de comédias românticas, gênero em que
alguns enquadram esse filme de
Richard J. Lewis. Seu protagonista, Barney Panofsky, é o que se
poderia chamar de protótipo do
politicamente incorreto: bebe,
fuma e prevarica. Mesmo assim,
conta com a simpatia do público.
Mais ainda: Barney enfrenta
uma acusação de homicídio e, em
crise, revê sua vida em flashback.
Relembra seus altos e baixos e,
inclusive, sua grande história de
amor com Miriam (Rosamund
Pike). O filme é abertamente comercial e não deixa de ter interesse. Um divertimento de qualidade. Giamatti é grife do cinema
indie e ator envolvente. Em especial num tipo de papel que domina, quando tenta parecer sério...
sem se levar muito a sério.
Mas aqui ele terá de enfrentar outros desafios. Sua história
se estende por várias décadas e
o personagem precisará encarar
o desafio da decadência - sempre
um problema para o ator. Vai bem,
mesmo porque o roteiro tira o
sumo de um livro bastante acima
da média e o coloca à disposição
do diretor. É pena que Lewis decida, na última parte da trama,
deixar de lado o tom autoirônico
e satírico, e desabe para um melodrama lascado. Daquele tipo destinado a “resgatar” o personagem,
como se isso fosse necessário. Nesse ponto, o filme desaba um pouco.
Se Giamatti vai bem, quem dá
show como pai de Barney é Dustin Hoffman, no papel de Izzy Panofsky, um policial meio cafajeste e bem engraçado. Ator é ator.
INSCRIÇÕES
Projetos para
o Instituto
Vital Brazil
Fábio Hecico
Da Agência Estado
Até o dia 27 de abril estão abertas as inscrições para
apresentação de novos empreendimentos de base tecnológica que farão parte do Programa de Incubação da Biotec
(Unidade Operacional de Incubação de Biotecnologia).
As inscrições deverão ser
feitas pelo formulário disponível no site www.ivb.rj.gov.
br ou www.incubadora.uff.vr/
biotec, pelo telefone 2711-9266
(ramal 179) ou ainda na sede
do Instituto Vital Brazil (Rua
Maestro José Botelho, 64, Vital
Brazil, em Niterói).
RELATÓRIO DA DIRETORIA: Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010. A Diretoria fica à disposição dos senhores acionistas para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Rio de Janeiro, 20 de abril de 2011. A Diretoria.
BALANÇO PATRIMONIAL - Em MR$
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - Em MR$
Controladora Consolidado
Controladora
Consolidado
2010
2009
2010
ATIVO
2010
2009
2010
Vendas ..................................................... 76.948 68.901
79.573
Circulante................................................ 22.657 18.601
23.053
Deduções de Vendas................................ (19.698) (15.493)
(19.976)
Disponível ..............................................
743
223
852
Receita Líquida do Exercício..................... 57.250 53.408
59.597
Valores a Receber a Curto Prazo ............ 15.646 12.158
15.513
Custo Operacional.................................... (27.867) (27.176)
(29.193)
Estoques ................................................ 6.061
6.220
6.481
Despesas do Exercício Seguinte.............
207
0
207
Lucro Operacional Bruto........................ 29.383 26.232
30.404
Outras Receitas Operacionais ..................
621
675
415
Realizável a Longo Prazo .......................
373
814
336
Lucro na Avaliação da Equivalência
Permanente............................................. 4.669
4.310
4.527
Patrimonial .............................................
139
0
0
Investimentos .........................................
486
327
327
Despesas Operacionais ........................... (27.865) (24.348)
(28.482)
Imobilizado Tangível ............................... 3.959
3.662
3.973
Juros s/Capital Próprio..............................
(614)
(389)
(614)
Imobilizado Intangível .............................
224
212
227
Lucro Operacional Líquido ....................
1.664
2.170
1.723
Imobilizações em Curso..........................
0
109
0
Receitas Não Operacionais ......................
106
43
106
Total do Ativo........................................... 27.699 23.725
27.916
Despesas Não Operacionais ....................
0
(3)
0
Controladora
Consolidado
Resultado Antes das Provisões .............
1.770
2.210
1.829
2010
2009
2010
PASSIVO
Provisão p/Contribuição Social s/Lucro .....
(152)
(202)
(193)
Circulante ............................................... 14.795 11.882
14.892
Provisão p/Imposto de Renda ...................
(390)
(525)
(408)
Exigível a Longo Prazo........................... 2.095
2.262
2.215
Resultado do Exercício ..........................
1.228
1.483
1.228
Patrimônio Líquido................................. 10.809
9.581
10.809
Reserva Legal - 5% ..................................
(62)
(74)
(62)
Capital Social Realizado......................... 5.000
3.500
5.000
Participação minoritária ............................
0
0
(1)
Reservas de Capital ...............................
49
49
49
Resultado antes da Reversão dos
Reserva Legal........................................
337
275
337
1.166
1.409
1.165
Juros s/Capital Próprio.........................
Resultados Acumulados......................... 5.477
5.811
5.477
Reversão dos Juros s/Capital Próprio .......
614
389
614
C.M.Especial-Art.3º Lei 8200/91 .............
(54)
(54)
(54)
Resultado do Exercício ..........................
1.780
1.798
1.779
Total do Passivo ..................................... 27.699 23.725
27.916
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - Em MR$
Reserva de Lucros
C.M.Especial (Lucros)/Prejuízos
Capital
Reserva
social
de capital
Legal Art.3º Lei 8200/91
acumulados
Total
49
(54)
8.099
Saldo em 31 de dezembro de 2008.................. 3.500
202
4.402
Lucro líquido do exercício ...................................
1.482
1.482
Destinações: Reserva legal ................................
73
(73)
(54)
49
275
5.811
9.581
Saldo em 31 de dezembro de 2009.................. 3.500
Lucro líquido do exercício ...................................
1.228
1.228
Destinações: Capital Social ................................ 1.500
(1.500)
62
(62)
Reserva legal ......................................................
337
(54)
49
5.477
10.809
Saldo em 31 de dezembro de 2010.................. 5.000
DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ACUMULADOS - Em MR$
Controladora
2010
2009
Recursos ..............................................................
7.581
6.612
Saldo no início do exercício ...............................
5.811
4.402
Resultado do Exercício ......................................
1.770
2.210
Aplicações ...........................................................
2.104
801
Provisão p/Contribuição Social s/Lucro.............
152
202
Provisão p/Imposto de Renda............................
390
525
Reserva Legal.....................................................
62
74
Capital Social......................................................
1.500
0
Saldo no Final do Exercício ...............................
5.477
5.811
Imperador deve
voltar em agosto
NOTAS EXPLICATIVAS
1. Principais Práticas Contábeis: a) As demonstrações contábeis foram
elaboradas com observância das disposições estabelecidas pela Lei
6.404/76 alteradas pela Lei 11.638/07, e na Legislação Tributária vigente. b)
Imobilizado: está demonstrado ao custo de aquisição, ajustado por depreciações acumuladas, calculadas pelo método Linear, a taxas estabelecidas em
função do tempo de vida útil dos bens. 2. Capital Social: Aumento do Capital
Social em 25/02/10 de R$ 3.500.000,00 para R$ 5.000.000,00 sem emissão de
novas ações, mediante a capitalização de resultados acumulados, no valor total de R$ 1.500.000,00, nos termos do art. 169, § 1º, da Lei 6.404/76, conforme
apurado em balanço patrimonial levantado em 31/12/09, dividido em 16.278
ações nominativas e sem valor nominal, sendo 8.140 ações ordinárias e 8.138
ações preferenciais. 3. Empresa Controlada: A Limppano S/A, participa da so-
O Corinthians planejava
a estreia de Adriano diante do Grêmio, no dia 22 de
maio, na abertura do campeonato Brasileiro.
Vai seguir batalhando para
que o camisa 10 entre em campo diante dos gaúchos. Mas,
agora, apenas no duelo do segundo turno do Campeonato
Brasileiro, dia 31 de agosto.
O jogador passou por cirurgia no tendão de Aquiles, bemsucedida, nesta quarta-feira e
iniciará a fisioterapia no dia 2.
A meta dos médicos corintianos é reduzir o tempo de
recuperação, normalmente avaliado em cinco meses, e colocálo em campo já em agosto, um
mês antes do previsto.
“É uma cirurgia não muito
comum no futebol, na carreira devo ter feito no máximo
10 (em jogadores), uma lesão
que surge por fatalidades. A
gente não faz reconstrução, faz
reparação, sutura o tendão e o
Adriano teve a felicidade que
não foi no meio, mas na união
com o músculo, onde a cicatrização fica mais fácil”, enfatizou
o médico Joaquim Grava.
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA - Em MR$
Controladora
2010 2009
Fluxos de caixa das atividades operacionais
(Lucro) líquido / prejuízo do exercício .............................. 1.228 1.482
Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades
geradas pelas atividades operacionais:
Depreciação e amortização.................................................... 594
477
Variação cambial .................................................................... 276
342
Juros sobre Empréstimos....................................................... (1.198) (824)
..................
Variações nos ativos e passivos operacionais
(1.806) (1.811)
(Aumento)/redução na conta clientes ..................................... (2.289) (1.158)
Aumento/(redução) nos estoques .......................................... 159
(789)
(Aumento)/redução em Prêmios de Seguro a vencer ............. (207)
0
(Aumento)/redução em Adiantamento de fornecedores ......... (463)
66
Aumento/(redução) nos impostos a recuperar........................
(49)
(69)
Aumento/(redução) nos empréstimos/depósitos
compulsórios e cauções ....................................................... 382
(252)
(Aumento)/redução no Banco Conta Vinculada...................... (648)
837
(Aumento)/redução em Débitos de Controladas.....................
(36)
0
Aumento/(redução) outras contas do Ativo ............................
88
(19)
Aumento/(redução) em fornecedores..................................... 321
(760)
(Aumento)/redução no Obrigações Fiscais a Recolher .......... 154
96
(Aumento)/redução pessoal, encargos e benefícios sociais... 320
211
(Aumento)/redução na Provisão p/IRPJ e CSLL..................... 109
(87)
(Aumento)/redução outras contas do Passivo ........................ 353
113
Disponibilidades líquidas geradas pelas
(aplicadas nas) atividades operacionais............................. (906) (334)
Fluxos de caixa das atividades de investimentos
Aquisição de imobilizado, ativos intangíveis e diferido............ (953) (1.044)
Disponibilidades líquidas geradas pelas
(aplicadas nas) atividades de investimentos ................... (953) (1.044)
Fluxos de caixa das atividades de financiamentos
Empréstimos Bancários ....................................................... 2.060
911
FINAME................................................................................
(2)
252
Banco conta Garantidas ....................................................... 427
(13)
Juros sobre capital próprio ................................................... (249) (198)
Créditos de Acionistas .......................................................... (90)
0
Arrendamento Mercantil (Leasing) ....................................... 233
36
Disponibilidades líquidas geradas pelas (aplicadas nas)
atividades de financiamentos............................................... 2.379
988
Demonstração do (aumento) redução nas disponibilidades
No início do exercício............................................................. 223
613
Aumento (redução) nas disponibilidades .......................... 520
(390)
223
No fim do exercício................................................................ 743
ciedade da empresa Ava Distribuidora de Produtos de Limpeza Ltda, com 99%
do total do capital social que corresponde a 19.800 quotas, no valor de R$ 1,00,
cada uma, ou seja, R$ 19.800,00, constituída em 26/03/10. 4. Balanço Patrimonial: O presente Balanço e a DRE apresenta-se consolidado com a empresa controlada, respeitando as disposições estabelecidas pela Lei 6.404/76 alteradas pela Lei 11.638/07.
Rio de Janeiro, 20 de abril de 2011.
A DIRETORIA
Jorge David Leal - Contador - CRC-RJ 072023/O-1
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