Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo
PLANO DE MELHORIA
00PDG
Mod.
Anos letivos 2014/2015 e 2015/2016
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ÍNDICE
Títulos
Pág.
1. INTRODUÇÃO
3.
2. ESTRUTURA DO PLANO DE MELHORIA
4.
3. DESCRIÇÃO DA FICHA DE AÇÃO DE MELHORIA
5.
4. AVALIAÇÃO EXTERNA EFETUADA PELA IGEC (2014) e AUTOAVALIAÇÃO
6.
EFETUADA PELA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INTERNA (2014)
5. PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA
7.
Tabela 2. AM1. Instituição de práticas sistemáticas de avaliação e monitorização
de resultados dos alunos.
Tabela 3. AM2. Valorização do sucesso dos alunos.
Tabela 4. AM3.Supervisão e acompanhamento da prática letiva em
contexto de sala de aula.
8.
Tabela 5. AM4. Prevenção do abandono e da desistência.
Tabela 6. AM5. Definição de metas claras, quantificáveis e avaliáveis, nos
documentos estruturantes, em ordem a alcançar os objetivos delineados pela
Escola.
9.
Tabela 7. AM6. Desenvolvimento de um processo de autoavaliação
consistente.
10.
Tabela 8. AM7. Prevenção da falta de pontualidade e assiduidade.
6. CRONOGRAMA DO PLANO DE MELHORIA 2014/2015
12.
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
13.
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Mod.
7. ACOMPANHAMENTO NA EVOLUÇÃO DOS PONTOS FORTES DA ESCOLA
11.
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1.INTRODUÇÃO
O presente Plano de Melhoria resulta, em grande parte, das reflexões retiradas da leitura atenta
do Relatório de Avaliação Externa da Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), cuja intervenção
ocorreu nesta Escola entre 27 e 29 de janeiro de 2014 e radica-se em 7 áreas de melhoria de prioridade
educativa que visam o aperfeiçoamento do serviço educativo prestado. Tendo em conta que a avaliação
interna e externa devem ser um processo útil para o desenvolvimento e para a melhoria de cada escola,
entende-se que é primordial que a responsabilidade da escola seja a definição de uma linha de ação e a
consequente elaboração de um plano de intervenção.
A Comissão de Avaliação Interna concebeu como estratégia de envolvimento da comunidade
educativa – na delineação do Plano de Melhoria – a reflexão sobre as áreas de melhoria identificadas pela
IGEC, em articulação com as reveladas pelas ações de diagnóstico efetuadas pela própria Comissão de
Avaliação Interna. A partir desta análise reflexiva, foi concretizada uma cuidada planificação de cada uma
das ações de melhoria assente nos pressupostos que serão objeto de descrição detalhada, no decurso do
desenvolvimento deste Plano, e representados sob a forma de tabela.
O Plano de Melhoria agora apresentado pretende, assim, constituir-se como um compromisso da
Escola na melhoria do seu desempenho em áreas identificadas como prioritárias pela avaliação externa e
pela Comissão de Avaliação Interna (CAI) desta Escola, visando o reforço na excelência e na qualidade do
trabalho desenvolvido.
O presente Plano segue as orientações expressas no âmbito do modelo Common Assessement
Framwork (CAF) e será divulgado pelos meios mais expeditos de comunicação interna da Escola, publicado
na Página electrónica da Escola e dado o respetivo conhecimento desta publicação à DGEST (Direção-Geral
dos Estabelecimentos Escolares).
O Presente Plano tem um horizonte temporal de dois anos letivos (2014/2015 e 2015/2016).
Reconhece-se, contudo, que algumas destas ações de melhoria foram objeto de intervenção prioritária, ao
longo do Ano Letivo 2013/2014, sobretudo “A instituição de práticas sistemáticas de avaliação e
monitorização de resultados dos alunos, tendo em vista a regulação dos processos de ensino e
aprendizagem e a melhoria dos resultados escolares”. Verificou-se que a aplicação de diversas estratégias
neste âmbito permitiu melhorar os resultados escolares devendo, por isso, este trabalho ter continuidade
no universo temporal acima referido. A este propósito, destaca-se o notável parque informático que a
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escola detém, sendo uma referência nacional.
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2. ESTRUTURA DO PLANO DE MELHORIA
Este Plano tem como objetivo apoiar a Direção da EPDRR e as suas estruturas intermédias na
implementação de um conjunto de ações que permitam melhorar o seu desempenho, contribuindo desse
modo para uma maior qualidade, eficiência e eficácia organizacionais.
Os pontos considerados fortes serão igualmente objeto de acompanhamento, de modo a reforçar
a vantagem competitiva e a sustentabilidade dos esforços já realizados. Os aspetos a melhorar foram
analisados e discutidos pela Comissão de Avaliação Interna e objeto de reflexão e de debate no Conselho
Pedagógico e nos Departamentos Curriculares. Em consequência dessa reflexão alargada e ponderada,
delinearam-se condições de análise adaptadas a cada ação de melhoria.
Assim, e de modo a facilitar a leitura deste documento, apresentamos a estrutura básica deste
Plano e a descrição da respetiva Ficha de Ação de Melhoria:
. Identificação das ações de melhoria em resultado da avaliação externa efetuada
pela IGEC
. Identificação da ação de melhoria em resultado da autoavaliação efetuada pela
Comissão de Avaliação Interna
. Plano de Ações de Melhoria
. Cronograma de execução do Plano de Melhoria 2014/2015
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Mod.
. Acompanhamento na evolução dos pontos fortes da escola
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Tabela 1- Explicitação da ficha de ação de melhoria
DESCRIÇÃO DA FICHA DE AÇÃO DE MELHORIA
DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DE MELHORIA
Título da ação de melhoria
DESCRIÇÃO DA AÇÃO DE MELHORIA
OBJETIVO (S) E OBJETIVOS
Descrição da ação de melhoria, o que se pretende
OPERACIONAIS DA AÇÃO DE MELHORIA
efetivamente obter com a aplicação da ação de
melhoria.
RESULTADO ESPERADO
As
metas
ou
indicadores
utilizados
para
a
implementação da ação de melhoria.
As condições necessárias e suficientes para que os
objetivos sejam atingidos.
CALENDARIZAÇÃO
Período de implementação da ação de melhoria.
REVISÃO E AVALIAÇÃO DA AÇÃO
Os mecanismos para monitorização do progresso da
ação
de
melhoria,
de
forma
a
assegurar
a
implementação da ação, conforme o previsto e, se
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Mod.
necessário, efetuar correções.
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1. AVALIAÇÃO EXTERNA EFETUADA PELA IGEC (2014)
Do relatório da avaliação externa, extraíram-se as seguintes áreas de melhoria que se
classificaram da seguinte forma:

AM1.
A instituição de práticas sistemáticas de avaliação e monitorização de
resultados dos alunos, tendo em vista a regulação dos processos de ensino e aprendizagem e
a melhoria dos resultados escolares;

AM2.
A valorização do sucesso dos alunos que se distingam pelos seus resultados
académicos, sociais e profissionais, envolvendo a Escola e outros parceiros, em ordem à motivação
dos alunos, às suas escolhas e à melhoria dos seus resultados;

AM3.
A supervisão e acompanhamento da prática letiva em contexto de sala de aula,
tendo em vista o trabalho colaborativo e cooperativo e o desenvolvimento profissional dos
docentes;

AM4.
A definição de um plano de ação com medidas direcionadas para a prevenção do
abandono e da desistência, com reflexos na melhoria do serviço educativo prestado e do
sucesso escolar;

AM5.
O desenvolvimento pelas diferentes lideranças de um trabalho orientado por metas
claras, quantificáveis e avaliáveis, definidas nos documentos estruturantes, em ordem
a alcançar os objetivos delineados pela Escola;

AM6.
O desenvolvimento de um processo de autoavaliação consistente, que priorize os
principais problemas com que a Escola se defronta e implemente planos de melhoria necessários.
2. AUTOAVALIAÇÃO EFETUADA PELA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INTERNA (2014)
Das conclusões da equipa de avaliação interna, identificou-se ainda a seguinte área de
melhoria:

AM7.
A elaboração de um plano de intervenção com a indicação de medidas para a prevenção
da falta de pontualidade e assiduidade, com impacto na melhoria do serviço educativo
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prestado e do sucesso escolar.
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3. PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA
Tabela 2. AM1. Instituição de práticas sistemáticas de avaliação e monitorização de resultados dos
alunos.
Objetivos
Operacionais
Ação
Objetivos
Monitorização e
regulação dos
processos de
ensino e
aprendizagem e
a melhoria dos
resultados
escolares.
Desenvolver e
implementar
procedimentos
de
monitorização
dos resultados
escolares, de
forma a
concretizar uma
melhoria eficaz
dos resultados.
Fomentar um
sistema de
cooperação ao
nível
interorgânico.
Conceber
mecanismos de
monitorização
das taxas de
prosseguimento
de estudos e de
empregabilidad
e dos ex-alunos,
mesmos dos
alunos que não
concluíram o
ciclo de
formação.
Difundir o
trabalho
colaborativo
entre as várias
estruturas da
escola.
Metas
Alcançar a meta
M1.1, definida
no PE, para os
anos letivos
2014/2015 e
2015/2016
Promover uma
cultura de
qualidade,
exigência e
responsabilidade
Indicadores
Calendarização
Monitorização
Relatórios
intermédios/
final de
autoavaliação.
Janeiro de 2015
e 2016
Conselho Geral
Atas das
Direções de
Turma e de
curso.
Desenvolver uma
cultura de
aperfeiçoamento
institucional.
Direção
Abril de 2015 e
2016
Conselho
Pedagógico
Julho de 2015 e
2016
Comissão de
Avaliação
Interna
Atas das
diversas
estruturas de
liderança da
escola.
Promover práticas
de reflexão, crítica e
cooperação entre as
várias estruturas de
liderança da escola.
Departamentos
Curriculares
Ajustar a
intervenção em
função da avaliação.
Coordenação
Pedagógica:
-Diretores de
Turma
-Diretores de
Curso
Relatórios sobre
as taxas de
empregabilidad
e/prosseguimen
to de estudos.
Promover o
reconhecimento
do ensino
ministrado pela
Escola.
Resultado
Esperado
Gabinete de
Apoio ao Aluno
– Secção de
Empreendedoris
mo
Tabela 3. AM2. Valorização do sucesso dos alunos.
Ação
Objetivos
Distinção dos
alunos pelos
seus resultados
académicos,
sociais e
profissionais,
envolvendo a
Escola e outros
parceiros, em
ordem à
motivação dos
alunos, às suas
escolhas e à
melhoria dos
seus resultados.
Desenvolver
uma cultura de
esforço e
dedicação por
parte dos
alunos.
Melhorar a
imagem da
escola no
exterior.
Motivar os
jovens da
comunidade a
inscreverem-se
na EPDRR.
Objetivos
Operacionais
Reconhecer
publicamente o
mérito
académico dos
alunos, através
do Quadro de
Mérito, onde
constarão os
alunos com
média superior
a 16 valores,
sem módulos
em atraso e sem
faltas
injustificadas.
Metas
Atribuir a pelo
menos um
aluno, por ano
escolar, um
prémio de
mérito.
Indicadores
Atas das
Direções de
Turma e de
Curso.
Calendarização
Resultado
Esperado
Monitorização
Conselho Geral
Julho de 2015 e
2016
Elevar o nível de
excelência dos
resultados escolares.
Direção
Conselho
Pedagógico
Comissão de
Avaliação
Interna
Coordenação
Pedagógica:
-Diretores de
Turma
-Diretores de
Curso
Associação de
Estudantes
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Mod.
Tabela 4. AM3.Supervisão e acompanhamento da prática letiva em contexto de sala de aula.
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Ação
Objetivos
Supervisão e
acompanhamen
to da prática
letiva em
contexto de sala
de aula, tendo
em vista o
trabalho
colaborativo e
cooperativo e o
desenvolviment
o profissional
dos docentes.
Promover a
observação de
aulas interpares
com impacto
nas práticas
profissionais,
nos processos
de ensino e de
aprendizagem e
nos resultados
escolares dos
alunos.
Incentivar a
partilha de
materiais e de
boas práticas.
Melhorar a
qualidade do
ensino e de
desenvolviment
o profissional.
Objetivos
Operacionais
Planear
conjuntamente
atividades
letivas na
abordagem de
conteúdos e na
exploração de
práticas de
diferenciação
pedagógica em
sala de aula.
Observar aulas
interpares para
disseminação de
boas práticas
pedagógicas e
promoção do
desenvolviment
o profissional.
Refletir
conjuntamente
sobre as aulas
observadas,
visando a
identificação de
aspetos
positivos e
negativos.
Metas
Indicadores
Calendarização
outubro/
novembro 2014
e 2015
Resultado
Esperado
Monitorização
Supervisão/
acompanhamen
to pedagógico
em sala de aula,
em pelo menos
um momento,
em cada
período.
Memorandos de
supervisão/
acompanhamento
da prática letiva
Direção
Promover o
sucesso
educativo.
Atas dos
Departamentos
Curriculares.
janeiro/
fevereiro/
março 2015 e
2016
Comissão de
avaliação interna
Trabalho
colaborativo
entre docentes,
em pelo menos
dois momentos
diferentes, em
cada período.
Plano de Ação do
Departamento.
maio/junho
2015 e 2016
Coordenadores
de
departamento
Conselho
Pedagógico
Reforçar práticas
de reflexão,
partilha e
cooperação
interpares.
Maior abertura
da sala de aula.
Apresentação
de um
memorando,
por par
pedagógico, das
aulas
observadas,
uma vez por
período, em
reunião de
departamento.
Elaborar um
memorando de
cada aula
observada.
Tabela 5. AM4. Prevenção do abandono e da desistência.
Ação
Objetivos
00PDG
Mod.
Definição de um
plano de ação
com medidas
direcionadas
para a
prevenção do
abandono e da
desistência, com
reflexos na
melhoria do
serviço
educativo
prestado e do
sucesso escolar.
Prevenir o
abandono e a
desistência.
Objetivos
Operacionais
Definir
estratégias
concertadas no
Conselho de
Diretores de
Turma.
Promover uma
cultura de
responsabilizaçã
o das condições
definidas no
contrato de
formação, junto
do aluno e /ou
EE.
Metas
Alcançar a meta
M.2 definida no
PE para os anos
letivos
2014/2015 e
2015/2016
Indicadores
Plano de
Prevenção.
Calendarização
Monitorização
Resultado Esperado
novembro 2014
(plano de
prevenção)
Conselho Geral
Redução progressiva
da taxa de
abandono/
desistência escolar
Pauta de faltas.
Atas do
Conselho de
Turma.
Registos do
GAA.
janeiro 2015 e
2016
abril 2015 e
2016
julho 2015 e
2016
Direção
Conselho
Pedagógico
Comissão de
Avaliação
Interna
Coordenação
Pedagógica:
-Diretores de
Turma
-Diretores de
Curso
Identificar os
alunos em risco
de abandono.
Serviços Sociais/
Residências para
Estudantes
Encaminhar os
alunos para o
GAA, onde se
Associação de
Estudantes
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prestará um
apoio
personalizado.
Tabela 6. AM5. Definição de metas claras, quantificáveis e avaliáveis, nos documentos estruturantes,
em ordem a alcançar os objetivos delineados pela Escola.
Ação
Objetivos
Desenvolvimento
pelas diferentes
lideranças de um
trabalho
orientado por
metas claras,
quantificáveis e
avaliáveis,
definidas nos
documentos
estruturantes, em
ordem a alcançar
os objetivos
delineados pela
Escola.
Tornar os
documentos
estruturantes
mais
operacionais.
Melhorar a
coerência e
articulação
entre Projeto
Educativo e o
Plano Anual de
Atividades.
Objetivos
Operacionais
Metas
Indicadores
Criar um modelo
de PAA, que
contemple a
identificação da
meta do PE que
pretende
atingir.
Monitorizar,
uma vez por
período letivo, o
cumprimento
dos objetivos/
atividades
propostas.
Modelo de PAA
(anexo 1)
Criar uma grelha
de avaliação do
cumprimento
das atividades
do PAA, com
indicadores de
avaliação
objetivos.
Cumprir em 95%
as atividades
propostas no
PAA.
Grelha de
monitorização
do PAA
Calendarização
outubro 2014
Conselho Geral
Direção
dezembro 2014
e 2015
abril 2015 e
2016
Relatório final
de avaliação do
PAA (elaborado
pela equipa)
Monitorização
julho 2015 e
2016
Constituir uma
equipa de
trabalho para
estruturar e
monitorizar o
cumprimento do
PAA.
Conselho
Pedagógico
Comissão de
Avaliação
Interna
Resultado Esperado
Existência de uma
linha orientadora
comum a todos os
documentos
estruturantes.
Planificação de
atividades em
função dos objetivos
do PE.
Coordenação
Pedagógica:
-Diretores de
Turma
-Diretores de
Curso
Associação de
Estudantes
Tabela 7. AM6. Desenvolvimento de um processo de autoavaliação consistente.
Ação
Objetivos
Conceção de um
processo de
autoavaliação
consistente que
priorize os
principais
problemas com
que a Escola se
defronta e
implemente
planos de
melhoria
necessários.
Conceber um
dispositivo de
autoavaliação
com impacto na
melhoria do
serviço
educativo.
Construir e
testar
instrumentos de
recolha de
informação.
Identificar os
pontos fortes e
fracos da escola.
00PDG
Mod.
Delinear planos
de melhoria
consistentes
com as
fragilidades
detetadas.
Objetivos
Operacionais
Implementar
procedimentos
de
autoavaliação,
de forma a
concretizar a
melhoria do
ambiente
educativo, da
cultura de
colaboração e
dos resultados
escolares.
Aplicar
questionários às
diferentes
estruturas
intermédias e
comunidade
escolar.
Analisar taxas
de sucesso e
Metas
Indicadores
Calendarização
Aplicar os
inquéritos por
questionário
Inquéritos por
questionário por
satisfação
Monitorizar os
resultados da
assiduidade e
aproveitamento
nos três
momentos de
avaliação.
Pautas de
avaliação por
período
janeiro 2015 e
2016
Pautas de faltas
março/abril
2015 e 2016
Superar
progressivament
e os pontos
fracos
assinalados pela
avaliação
externa
Atas: conselho
de diretores de
turma/
conselhos de
turma/ conselho
de diretores de
curso/
departamentos
curriculares
Monitorização
Resultado Esperado
Conselho Geral
Melhor o
conhecimento dos
resultados escolares
dos alunos e da
problematização dos
aspetos que
condicionam o
sucesso escolar.
Direção
julho 2015 e
2016
Conselho
Pedagógico
Comissão de
Avaliação
Interna
Coordenação
Pedagógica:
-Diretores de
Turma
-Diretores de
Curso
Maior valorização do
processo de
autoavaliação na
identificação e
planificação de
ações de melhoria
para a promoção do
sucesso escolar.
Associação de
Estudantes
Relatórios
intermédios e
finais
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assiduidade, por
período.
Elaborar
relatórios
intermédios e
relatório final
Apresentar o
respetivo Plano
de Melhoria
para o ano letivo
seguinte.
Tabela 8. AM7. Prevenção da falta de pontualidade e assiduidade.
Ação
Objetivos
Definição de um
plano de ação
com medidas
direcionadas
para a
prevenção do
absentismo e da
falta de
pontualidade.
Responsabilizar
os alunos e EE
para o
cumprimento do
Contrato de
Formação e
Regulamento
Interno, no que
diz respeito à
assiduidade.
Reduzir a taxa
de absentismo.
Aumentar os
níveis de
pontualidade.
Objetivos
Operacionais
Definir em
conselho de
diretores de
turma atitudes
concertadas no
que concerne à
justificação de
faltas.
Aplicar os
mesmos
critérios de
pontualidade
por parte dos
elementos do
conselho de
turma.
Reforçar o
contacto com os
EE.
Metas
Reduzir o
número de
faltas
justificadas em
documento
interno da
escola.
Reduzir o
número de
alunos que
ficam excluídos
aos módulos por
excesso de
faltas.
Reduzir o
número de aulas
de recuperação
de assiduidade.
Indicadores
Calendarização
Monitorização
Pautas de faltas
setembro/
outubro 2014 e
2015
Conselho Geral
Registos de
ocorrências no
sistema
informático
Atas de
conselhos de
turma
Relatórios
elaborados pela
comissão de
avaliação
interna
janeiro 2015 e
2016
abril 2015 e
2016
julho 2015 e
2016
Resultado
Esperado
Diminuição do
número de alunos
que ficam excluídos
aos módulos por
excesso de faltas.
Direção
Conselho
Pedagógico
Cumprimento do
dever de assiduidade
e pontualidade.
Comissão de
Avaliação
Interna
Departamentos
Curriculares
Coordenação
Pedagógica:
Diretores de
Turma
Diretores de
Curso
Serviços Sociais/
Residências para
Estudantes
00PDG
Mod.
Associação de
Estudantes
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4. CRONOGRAMA DO PLANO DE MELHORIA 2014/2015
O processo de implementação do plano de melhoria implica um planeamento das ações ajustado
à organização temporal da Escola e do calendário escolar, pelo que elaborada a priorização e a seleção das
ações de melhoria (AM) a desenvolver, procedeu-se à sua calendarização:
Ações
Set
Out
Nov
Dez
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
AM1. Monitorização e regulação dos processos de
ensino e aprendizagem e a melhoria dos resultados
escolares.
AM2. Distinção dos alunos pelos seus resultados
académicos, sociais e profissionais.
AM3. Supervisão e acompanhamento da prática letiva
em contexto de sala de aula.
AM4. Definição de um plano de ação para a prevenção
do abandono e da desistência.
AM4. Monitorização do plano de ação para a prevenção
do abandono e da desistência.
AM5. Definição de metas claras, quantificáveis e
avaliáveis, nos documentos estruturantes (PE e PAA).
AM5. Monitorização do PAA.
00PDG
Mod.
AM6. Desenvolvimento de um processo de
autoavaliação consistente.
AM7. Definição de um plano de ação para a prevenção
do absentismo e da falta de pontualidade.
AM7. Monitorização do plano de ação para a prevenção
do absentismo e da falta de pontualidade.
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5. ACOMPANHAMENTO NA EVOLUÇÃO DOS PONTOS FORTES DA ESCOLA
No sentido de dar corpo à dinâmica de evolução da Escola, todos os agentes educativos e estruturas
intermédias da Escola serão convidados a impulsionar ações concretas que visem o aperfeiçoamento e
intensificação dos pontos fortes no desempenho da Escola.
Do relatório da avaliação externa promovido pela IGEC, extraíram-se os seguintes
pontos fortes:
. O reconhecimento dos contributos da Escola no desenvolvimento da comunidade local e regional,
por parte dos representantes da autarquia e empresários locais e regionais;
. As respostas educativas aos alunos com necessidades educativas especiais, decorrentes do
trabalho de articulação e cooperação dos docentes com a professora de Educação Especial e o diretor de
turma, com impacto nos resultados destes alunos;
. A aposta da direção no estabelecimento de protocolos e parcerias com entidades locais e
regionais, tendo em vista a diversificação da oferta formativa e o aproveitamento das oportunidades para
introduzir mudanças e mobilizar recursos;
. A utilização generalizada dos espaços de educação e ensino para a realização das atividades
práticas e experimentais, com impacto na formação técnica dos alunos.
Nesta medida, a EPDRR tem realizado diversas ações de aperfeiçoamento dos pontos fortes atrás
evocados, nomeadamente encetando uma dinâmica de cooperação com o exterior, através da criação de
parcerias/protocolos com o tecido empresarial de diversas regiões do país e do estrangeiro, visando o
alargamento dos horizontes culturais dos alunos, criando novas oportunidades de formação, bem como a
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Mod.
ampliação das suas potencialidades de empregabilidade.
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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Plano de Melhoria não é uma realidade estática.
É fundamental que Direção seja informada do andamento das atividades e é indispensável
estabelecer canais eficientes de comunicação entre todos os envolvidos no processo.
Seria igualmente importante manter e fomentar a colaboração, o espírito de equipa e o sentido de
pertença, pois são algumas das condições necessárias ao exercício de um desempenho de excelência que
a todos dignifique e nos encha de orgulho!
A diretora
00PDG
Mod.
Maria Manuela Martins Lopes
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