CONCLUSÕES A sociedade da informação, baseada na utilização das redes de comunicação a que a informática, a inteligência artificial e o digital acrescentaram grandes potencialidades, operou uma revolução no mundo inteiro. Com a invenção do computador em meados do século XX e da Internet na década de oitenta do mesmo, assiste-se a um desenvolvimento humano sem precedentes. Vivemos uma época cada vez mais dependente das novas tecnologias de informação e comunicação, que permitem a massificação do acesso à informação, a facilidade da execução genérica do acto comunicativo e a universalização das grandes descobertas humanas. A sociedade, que é altamente condicionada pela tecnologia, originou altos níveis de qualidade de vida de bem-estar que não se compadecem com formas estáticas, isoladas e compartimentadas de viver. O progresso consegue-se com a permuta de ideias, pela interacção de comportamentos, pela abertura a novas experiências. A comunicação, nova ideologia, condiciona a organização social e o desenvolvimento humano - Educar para os “media”, um desígnio da educação do futuro A comunicação tornou-se a nova ideologia dos tempos modernos: os poderes executivos fazem pender a sua acção na auscultação das opiniões públicas e os cidadãos informados tornam-se mais reivindicativos, exigindo melhores práticas políticas e, em teoria, a sociedade evolui para níveis mais avançados. O domínio e a manipulação da informação através dos modernos media tanto ajuda a perpetuar políticas, como a definir novas reformas de acordo com os mais diversos interesses. Nesta problemática da sociedade da informação, abrem-se campos antagónicos de análise. Há aqueles que advogam que ela exerce um maior controlo sobre a humanidade, contribuiu para a privação da liberdade, para despoletar reacções condicionadas pela falta de reflexão interior e cria um pensamento clonado, ainda há aqueles outros que crêem fielmente nas suas virtualidades, pois elas vão permitir, por si só o desenvolvimento humano sem paralelo. Posicionamentos na perspectiva crítica de que será necessário saber operar a tecnologia, nas duas valências a instrumental e da programação, para aquisição do conhecimento e o consequente desenvolvimento, aliada a uma aprendizagem do exercício da cidadania que exige e pressupõe a ‘educação para os media’, ou a aquisição A escola na sociedade do conhecimento da consciência crítica de agir perante os conteúdos: na capacidade de saber escolher, na certificação da verdade e do rigor face à saturação informativa. Com a educação e a formação é possível construir uma sociedade de informação para todos As novas tecnologias estão presentes em todos os sectores da actividade humana, constatamos que elas estão-no primordialmente no sector económico e de entretenimento. Há uma lacuna da sua presença no sector cultural e no ensino em geral. Identificámos vários condicionalismos: a falta de meios, de formação, de motivação da comunidade educativa, entre outros. A escola não pode ficar à margem do processo de desenvolvimento tecnológico, deve acompanhá-lo de perto, a fim de que o seu papel formativo contribua para uma melhor inserção dos alunos nessa sociedade altamente competitiva e complexa, preparando-os, simultaneamente, a tirarem o melhor partido das suas vantagens e a defenderem-se dos seus perigos. A ligação entre a Escola e as TIC constitui um objectivo estratégico de desenvolvimento que exige mudanças a diferentes níveis, desde o investimento em equipamento e recursos humanos até à criação de software de qualidade, de ambientes virtuais e da implementação do ensino em linha. Mostrámos que a interdependência entre o desenvolvimento social, político, económico e técnico e as formas de comunicação é perfeitamente visível. O ensino e a investigação são os dois sectores chave onde assenta a evolução da sociedade para uma economia mais competitiva e dinâmica. A rápida evolução tecnológica e a qualificação das relações sociais e de trabalho obrigam todos os cidadãos activos a uma “alfabetização digital” que inclui um razoável conhecimento em informática. Fruto desta exigência de habilitações para o mercado de trabalho existe o risco da divisão entre aqueles que têm acesso aos meios e os que o não têm, o que implicará uma nova forma de desigualdade, com risco de se generalizarem os nichos de exclusão, colocando em causa a democracia, a justiça social e a universalização da cidadania - daí a necessidade de lutar por uma sociedade de informação para todos. Todos os cidadãos deverão dominar culturalmente as tecnologias de informação e comunicação para desempenharem um papel activo numa sociedade que cada vez mais depende do conhecimento. Cabe à escola reivindicar, através de uma prática concertada, o espaço ideal para aprender a manusear estas tecnologias, de modo, que, de novo, se cumpra o seu papel de 2 A escola na sociedade do conhecimento qualificação para a vida e para o mercado de trabalho isto é formar cidadãos livres, autónomos, responsáveis e úteis. Será ainda, no espaço da formação que construiremos uma sociedade para todos sem lugar à exclusão. A sociedade de informação coloca novos desafios ao ambiente escolar, que são os de que a formação é uma constante da existência humana e o homem necessita do regresso ao ensino continuadamente. Por outro lado, as redes de comunicação comportam virtualidades que enriquecem o acto educativo e por isso a necessidade da sua presença desde os primeiros anos de escolaridade. A integração das TIC na escola enquadra-se nos novos paradigmas educacionais e contribuem para o reencantamento da escola Esta nova realidade reinventa o conceito de escola e de aprendizagem. A escola como organização de pessoas alarga-se ao conceito de comunidade educativa, como sistema passa a deter novas ferramentas que facilitam a interacção de comportamentos, como instituição passa a ter mais intervenção no meio, promovedora de especificidades e tendo como base uma ideia de projecto. Estão também colocados novos desafios à profissão docente que são, entre outros: a aquisição e desenvolvimento de novas competências e capacidades ligadas à inovação na produção de materiais didácticos, de confronto com diversas fontes de informação, de desenvolvimento de parcerias e o recurso a metodologias mais activas e participativas. O papel do professor redimensionase, terá de sentir vontade de renovar o acto de ensinar e tornar-se um mediador na construção do conhecimento. De simples transmissor de conhecimentos, o papel do docente é redimensionado e passa a ser treinador da aprendizagem ou facilitador da aprendizagem. Contudo, reafirmamos que o professor não poderá ser substituído por qualquer máquina mais ou menos artificial porque o seu papel e a sua presença física são fundamentais. O nosso estudo pressupôs uma análise das ferramentas do conhecimento proporcionadas pelas TIC. Elas reflectem-se principalmente em três campos: o software educativo, o ensino à distância e os ambientes virtuais relacionados com o ensino. A principal conclusão é a de que falta ainda percorrer um longo caminho para se tirar partido destes novos contextos educativos que se adivinham enriquecedores. É incontornável que eles se desenvolverão pelas necessidades de uma sociedade cada vez 3 A escola na sociedade do conhecimento mais complexa e dependente do conhecimento e do facto da aprendizagem passar a ser uma actividade para toda a vida. Na apreciação que fizemos à construção da sociedade da informação na Europa conclui-se que as metas propostas assentam na necessidade de generalização da banda larga, de legislar e implementar a cibersegurança, de intercambiar experiências, de avaliar eficazmente o desempenho e uma boa coordenação global das políticas existentes. Constatamos que existem realidades assíncronas entre os vários países. O nosso país coloca-se ainda na posição de subalternidade. Muitas das bases estão lançadas. Negativo, parece-nos ser as reformas navegarem ao sabor dos programas partidários, das políticas com visão curta de modo a obter eco momentâneo na opinião pública e sem pensamento estratégico e direccionadas a darem resultados eleitorais rápidos. Elas devem ser acompanhadas de programas sérios e abrangentes que produzam efeitos consequentes e duradouros. Para além das macro-políticas dirigidas por organismos burocratizados e centralizados, seria necessário apoiar e promover iniciativas locais e mesmo ao nível de escola que englobem toda a comunidade educativa. Neste redemoinho de intenções, convém lembrar que as reformas só se fazem com as pessoas, as máquinas poderão fazer subir os indicadores estatísticos mas mais importante é a mudança de mentalidades. Na análise feita aos recentes estudos, confirma-se que a integração das TIC é um importante catalisador das reformas do ensino que estão associadas ao campo semântico onde surgem palavras como autonomia, participação, inovação, qualidade e inclusão. É certo que, para uma correcta implementação é fundamental a formação do pessoal docente. Uma outra conclusão centra-se na confirmação da hipótese de que uma eficaz aplicação das TIC aumenta os padrões académicos dos alunos. Registámos que o recurso à Internet e às redes telemáticas criam novos modelos pedagógicos e fornecem pistas para aprendizagens activas e significativas. Pugnamos no sentido da utilização das TIC implicar uma relação biunívoca que proporcionará o enriquecimento global e recíproco dos intervenientes. Constatamos que tem havido um esforço da administração para dotar as escolas do nosso país das ferramentas electrónicas para uma correcta integração das TIC e no sentido da formação de professores consubstanciado no projecto “Internet nas escolas”. No espaço geográfico de Trás-os-Montes, os dois projectos 4 de integração estão A escola na sociedade do conhecimento baseados em instituições de ensino superior, o que lhes confere um rótulo de qualidade e algum sucesso. Eles surgem da necessidade de dar continuidade à formação de professores. Os projectos “Espiguinha” e “Os Catraios”, espelham o que deve ser um portal regional de apoio às escolas. Concluímos que os resultados desta acção são só quase visíveis no Primeiro Ciclo do Ensino Básico e carecem de interactividade e participação a ritmo de cruzeiro nas escolas. Muito ainda há a fazer...... Um verdadeiro empurrão para a integração das TIC no Ensino Básico, deveria partir da definição de competências essenciais para o Primeiro e Segundo Ciclos do Ensino Básico. Para isso, o aluno deve dominar, desde esta fase escolar, os princípios básicos da cultura informática nas dimensões tecnológica e de cidadania. Por outro lado, o risco de diluição das especificidades culturais minoritárias em outras mais pujantes, mas de capital importância para a afirmação dos povos, pressupõe projectos e estratégias a nível estatal para fazer face a um mundo cada vez mais competitivo e que não contemporiza com a diferença e a minoria. As TIC potenciam a construção da autonomia nas escolas Queremos vincar a ideia que a sociedade da informação permite aceder ao espaço da “aldeia global”, melhorar comunicações e simplificar processos vitais a uma escola moderna, mas acima de tudo aceita evidenciar, desenvolver e pôr em comum especificidades que enriquecerão o todo e nos há-de direccionar para um mundo melhor. Esta construção deve ser feita a partir da comunidade educativa num contexto de autonomia e gestão das escolas e, daqui é possível a construção de variadas “teias” que enriqueçam e valorizem o ensino e a globalidade. Os grandes princípios orientadores e a definição das estratégias da acção são um trabalho colectivo. Elas devem ser integradoras e integradas num contexto local e de condicionantes específicas e perfeitamente delineadas no projecto educativo de escola. A edificação deve ser enquadrada num novo relacionamento entre a comunidade educativa encimada pelo princípio da cooperação e de uma nova atitude pedagógica que é a de que o saber é uma construção em que todos (professores, alunos e encarregados de educação) contribuem e têm a sua responsabilidade. Os agrupamentos de escola, propostos na nova gestão são um microcosmo para a integração das TIC numa dinâmica cooperativa entre todas as comunidades escolares envolvidas. 5 A escola na sociedade do conhecimento As TIC podem desenvolver a diversidade e a permuta de saberes e ajudam ao intercâmbio de afinidades culturais A afirmação de uma cultura de um estado, de um país e de uma região é possível deitando mão aos órgãos próprios de amplificação e divulgação. O desenvolvimento cultural de um país é também medido pelo grau de implementação da sociedade de informação. As tecnologias de informação e comunicação são uma ferramenta poderosa para lutar contra a ileteracia e são instrumento de divulgação e permuta de saberes. Com o manuseamento das novas tecnologias abrem-se campos infinitos de interactividade entre os povos. Elas podem ser ferramentas essenciais, nomeadamente para aprofundamento de laços da diáspora lusíada, reatar ou desenvolver laços culturais que se iniciaram com a aventura dos descobrimentos. Nos mares do ciberespaço novos mundos estão à espera para descobrir. Na última parte do trabalho, defendemos a ideia de que é possível a afirmação da especificidade e da diversidade num mundo global. Contra aqueles que advogam que os valores culturais específicos, minoritários, localizados, como a nossa realidade portuguesa de país pequeno e limítrofe, se diluirão nos maioritários, mais pujantes e poderosos e, da poeira dos tempos sobrará a globalização, a estandartização e uma cultura única, contrapomos a necessidade de afirmação das culturas nacionais, regionais e locais que poderão enriquecer o global e, por este, serem enriquecidos. As TIC são as ferramentas necessárias para afirmação da diversidade e a construção de parcerias que buscam interesses comuns mas com contextualizações perfeitamente definidas e a desenvolver para um enriquecimento global. Portugal desenvolveu um percurso histórico próprio, construiu relacionamentos e valores que contribuíram para a disseminação do espírito humanista. Temos uma cultura própria, possuímos um capital de valores único e importantíssimo do ponto de vista humano que pode enriquecer o espaço comum que habitamos, a Europa, e o mundo. Falamos uma língua que é a sexta mais falada no mundo inteiro1 e agregamo-nos numa comunidade de povos que tem como traço comum esse linguajar herdado de Camões. 1 O PORTUGUÊS é a sexta língua materna mais falada no Mundo, atrás do mandarim, hindu, castelhano, inglês e bengali, indicam estatísticas da UNESCO, que dão igualmente conta da existência de mais de 6700 línguas vivas no planeta. A língua portuguesa tem vindo, desde o início do século XX, a ganhar falantes, que, segundo a UNESCO, atingiram os 176 milhões no ano 2000. “Português é a sexta língua mais falada do mundo” in Público, 8 de Maio de 2002. 6 A escola na sociedade do conhecimento Temos especial responsabilidade, não por sermos “proprietários da língua” mas como antiga potência colonizadora, país mais velho, solidário, com mais recursos que a maioria dos outros países lusófonos. Com a gesta dos descobrimentos colaborámos, retirados os exageros, para disseminar os valores da civilização ocidental que se mostraram grosso modo correctos e propiciadores de progresso da humanidade, contribuímos para a miscigenação no respeito pela diferença cultural e étnica. Competenos alimentar esse espírito usando os novos instrumentos de comunicação e informação: com a criação de páginas na Internet, a criação de software informativo e educativo, o acesso a bancos de dados, a realização de cursos, conferências e seminários on-line. Se assim fizermos “temos de novo abertos às naus portuguesas todos os continentes e viagens”.2 Uma última nota para sublinhar a constatação: se as reformas do ensino estão viradas para a integração das novas tecnologias, especialmente quando estas envolvem a Internet, a simples presença do computador, de software de qualidade e de outros recursos não representam por si só uma melhoria para a escola se o professor não estiver motivado e não veja razão para a sua utilização, se utilizar métodos inadequados, conteúdos falsos e ultrapassados e visar objectivos que não tenham valor didáctico. A tecnologia por si não resolve os problemas dos estudantes com falta de conhecimentos ou dos professores com formação deficiente. No entanto, elas abrem novas oportunidades à aprendizagem, desde muito cedo, a começar pelos primeiros anos de escolaridade, podem alargar horizontes e determinar interesses. Os alunos ainda precisam de ler livros, de pesquisar em bibliotecas, de efectuar experiências laboratoriais, de reflectir sobre o seu mundo, do contacto pessoal para um relacionamento humano próximo. O projecto de investigação que realizámos teve algumas limitações: o tempo a que estamos obrigados para a execução do trabalho que a própria calendarização deste mestrado preconiza; uma deficiente avaliação do tema poderá ter conduzido a caminhos não tão determinantes como poderiam ser outros; o condicionamento do paradigma cultural do momento que valoriza as novas tecnologias; a evolução da investigação 2 José Magalhães, Homo sapiens – Cenas da vida no ciberespaço – Lisboa: Quetzal Editores, 2001, p. 131. 7 A escola na sociedade do conhecimento modificou objectivos propostos e houve a necessidade de acrescentar outros. Este é um trabalho datado, pois estamos conscientes que muitos dos dados que apuramos, fruto da investigação na Internet,3 estão já desactualizados e quiçá alguns endereços visitados já não existem em rede, tal é a força deste novo suporte de informação. É, no mínimo contraditório e injusto que o grande desenvolvimento que se operou no mundo subsistam, em radical contraste regiões deprimidas, votadas ao isolamento, subdesenvolvidas e com baixos níveis de vida. Como em todos os desafios, após o caminho percorrido, sentimos alguma frustração advinda do muito que ficou por fazer. A abrangência temática originou que alguns assuntos fossem só tratados superficialmente. Consola-nos a ideia de ter ficado com uma ideia geral da problemática e das hipóteses que colocamos se terem confirmado. Desejamos retomar o assunto em próximas abordagens, nomeadamente reflectir sobre as páginas Web das escolas, o estudo das implicações da arquitectura em rede de comunidades escolares, a pressão que as TIC e a globalização têm operado sobre a Língua Portuguesa... Que esta investigação tenha um real reflexo positivo na prática diária da nossa actividade e que saibamos, na medida das nossas forças, contagiar outros para todos juntos construirmos uma sociedade mais informada, comunicadora, esclarecida e de progresso – a sociedade do conhecimento. 3 Os sites da Internet visionados e não datados de onde obtemos dados para este trabalho estavam acessíveis à data da conclusão deste trabalho. 8 A escola na sociedade do conhecimento BIBLIOGRAFIA ABRANTES, José Carlos, Os media e a escola da imprensa aos audiovisuais no ensino e na formação, Lisboa: Texto Editora (colecção Educação Hoje), 1992 ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA, Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, I e II Volume, Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa e Editorial Verbo, 2001. ALMEIDA Leandro S. e FREIRE, Teresa, Metodologia da Investigação em Psicologia e Educação, Coimbra: APPORT, 1997. BABIN, Pierre, Linguagem e Cultura dos Media, Venda Nova: Bertrand Editora, 1993. 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