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1. FINALIDADE / OBJETIVO
O presente documento tem por finalidade estabelecer as condições técnicas e
especificações de materiais e serviços para construção do Centro de Vivência nas
dependências do IEE- USP, denominado neste documento como Contratante.
1.1. Generalidades
Fazem parte integrante da presente especificação, todas as normas técnicas publicadas
pela ABNT, compreendendo:
-normas técnicas de serviços e/ou obras;
-especificações;
-terminologias;
-padronização;
-simbologias.
Casos específicos e/ou omissões serão resolvidos pelas presentes especificações ou pela
fiscalização do CONTRATANTE.
A totalidade das informações compõe-se através dos documentos fornecidos pela
CONTRATADA:
Projeto Executivo de ARQUITETURA
Projeto Executivo de HIDRÁULICA
Especificações Técnicas de Obras Civis
Planilha de Custos da Obra
TODOS OS PROJETOS DEVERÃO TER UM PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA
AUTORIA
DO
PROJETO
E
DEVERÃO
SER
FORNECIDAS
ART
DE
CADA
ESPECIALIDADE.
Todos os serviços descritos neste documento e listados na planilha de custo serão
compostos, sem exceção, pelo fornecimento do material e da mão de obra especializada
para a execução dos trabalhos.
2. NORMAS PARA EXECUÇÃO DA OBRA E RESPONSABILIDADES
2.1. Normas para execução
Será por conta da Contratada à responsabilidade de quaisquer acidentes no trabalho, na
execução das obras e serviços contratados, uso de patentes registradas e, ainda que
resultante de caso fortuito, ou por qualquer outra causa a, destruição ou danificação da
obra em construção até o recebimento definitivo pela CONTRATANTE, bem como as
indenizações que possam vir a ser devidas a terceiros por fatos oriundos dos serviços
contratados, ainda que ocorridos em via pública.
A Execução dos serviços obedecerá rigorosamente a todos os seguintes parâmetros:
• Desenhos, tabelas de acabamentos, especificações e demais documentos integrantes do
Projeto.
• Requisitos de Normas (NB) e/ou Especificações (EB) Métodos de Ensaios (MB) e
Terminologia (TB) estabelecidos pela ABNT ou formulados por laboratórios ou Institutos de
Pesquisas Tecnológicas Brasileiros.
• Requisitos de normas e/ou especificações e/ou métodos de ensaio e/ou padrões
estabelecidos por entidades estrangeiras congêneres (ASTM, DIN, outras), quando da
inexistência de normas ou especificações brasileiras, correspondentes para determinados
tipos de materiais, serviços ou equipamentos.
• Recomendações, instruções e especificações de fabricantes de materiais em sua
aplicação ou na realização de certos tipos de trabalhos e especificações de fabricantes de
materiais em sua aplicação ou na realização de certos tipos de trabalho.
• Dispositivos aplicáveis da Legislação vigente (Federal, Estadual ou Municipal), relativo a
materiais, segurança, proteção, instalação do canteiro de obras e demais aspectos das
construções.
• Antes do início da execução de cada serviço, deverão ser verificadas (diretamente na
obra e sob a responsabilidade da Contratada) as condições técnicas e as medidas locais
ou posições a que o mesmo se destinar.
Toda imperfeição verificada nos serviços vistoriados, bem como toda discrepância dos
mesmos em relação a desenhos ou especificações, serão prontamente corrigidas antes do
prosseguimento dos trabalhos.
Casos específicos e/ou omissões serão resolvidos pelas presentes especificações ou pela
fiscalização da Contratante.
A totalidade das informações compõe-se através dos documentos fornecidos pelos
responsáveis habilitados pelo CREA.
2.2. Outras Obrigações da Contratada
A Contratada responderá integralmente por qualquer ônus que a venha a ser imputado ao
Proprietário em razão da falha dos recolhimentos devidos à Previdência e Assistência
Social, a par do direito de regresso que já é assegurado a este último pela legislação
pertinente; assim, sob nenhuma hipótese, o Proprietário irá arcar com qualquer ônus
relativo aos encargos sociais e trabalhistas devidos ao pessoal da Contratada em razão
dos serviços objeto deste Caderno, muito menos com os custos legais e moratórios daí
decorrentes, como já foi estabelecido.
3. GARANTIA , MANUTENÇÃO e PRAZOS
3.1. Garantia na construção civil
Para falhas aparentes e ou ocultas que envolvam solidez e segurança da edificação
3.1.1. CÓDIGO CIVIL
Art 618 do Código Civil
“Nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis, o
empreiteiro de materiais e execução responderá, durante cinco anos, pela solidez e
segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como do solo.”
Paragrafo único – Decairá do direito assegurado neste artigo o dono da obra que não
propuser a ação contra o empreiteiro, nos 180 (cento e oitenta) dias seguintes ao
aparecimento do vício ou defeito.
3.1.2. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ( em relações de consumo)
Art 26 – O direito de reclamar pelos viícios aparentes ou de facil contataçao caduca em:
II - Para os vícios aparentes, tratando de fornecimento de serviço e de produtos não
duráveis o prazo de reclamação é de 90 dias, a contar da efetiva entrega do produto ou do
término da execução dos serviços.
& 3º Tratando-se de vícios ocultos o prazo decadencial inicia-se no momento em que
ficar evidenciado o defeito.
Art. 27 - Prescreve em 5 (cinco)anos a pretensão “a reparação dos danos causados por
fato do produto ou serviço previsto na seção II deste Capítulo, iniciando-se a contagem do
prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria
Art.12 - Determina que o fabricante, o produtor, o construtor e o importador respondem,
independentemente da existência de culpa, pela reparação de danos causados aos
consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem,
formular, manipulação, apresentação, bem como por informações insuficientes ou
inadequadas sobre utilização e riscos.
3.2. Assistência têcnica
Será exigido da empresa CONTRATADA. Um período, estabelecido pelo código de defesa
do consumidor para assistência técnica por todos os serviços executados e descritos nesta
especificação ou constante em planilha de custo.
Dentro deste período, a CONTRATADA, deverá prestar toda a assistência técnica, quando
solicitado pela CONTRATANTE, disponibilizando mão de obra especializada para
eventuais reparos de construtivos, substituição de equipamentos de iluminação com
defeito de fabricação ou instalação, lâmpadas que apresentarem defeitos dentro do prazo
de garantia.
3.3. Prazo de Execução
Será estabelecido um prazo máximo a partir da assinatura do contrato, para que seja
entregue a obra. De acordo com o Cronograma físico-financeiro anexo.
A CONTRATADA deverá juntamente com a proposta comercial elaborar um cronograma
de obra, com distribuição das atividades por semanas, durante o período total de obras
proposto no cronograma físico financeiro.
Mesmo após aprovado, este cronograma poderá ser alterado de acordo com a equipe de
fiscalização da obra ou pela CONTRATANTE.
3.4. Entrega da Obra
A entrega da obra será realizada mediante assinatura de “termo de recebimento” por parte
do proprietário (CONTRATANTE), após inspeção realizada em conjunto com a empresa
(CONTRATADA). Tal inspeção será realizada em lista de verificação, contemplando os
elementos visíveis da obra.
A assinatura do “termo de recebimento”, não exime a construtora, em nenhuma hipótese,
por defeitos que venham a afetar a estabilidade ou segurança da estrutura, ou vícios
ocultos em qualquer elemento.
4. FISCALIZAÇÃO DA OBRA
4.1. Equipe de fiscalização
Será estabelecida uma equipe técnica, do corpo de profissionais da própria
CONTRATANTE, ou empresa contratada para este fim, procedendo à inspeção diária da
obra, em exames cuidadosos dos produtos utilizados e métodos construtivos adequados,
podendo esta aprovar ou reprovar cada etapa da obra.
Esta equipe de fiscalização poderá recusar o recebimento deste material se o mesmo não
estiver de acordo com as especificações contidas neste memorial descritivo, ou por não
estar conforme normas da ABNT.
5. SERVIÇOS TÉCNICOS E DESPESAS GERAIS
5.1. Detalhamento Complementar
A CONTRATADA, com o acompanhamento do respectivo projetista, e da Fiscalização da
Contratante elaborará o detalhamento complementar, que forem necessários para a
completa execução dos serviços, mesmo que não explicitamente descritos nestas
especificações, porém necessários para a entrega dos serviços perfeitamente prontos e
acabados em todos os seus detalhes.
5.2. Projeto AS BUILT
Ao final da obra, antes de sua entrega provisória, a CONTRATADA deverá apresentar o
respectivo “as built” de todos os serviços executados, conforme o seguinte roteiro:
representação sobre as plantas dos diversos projetos, denotando como os serviços
resultaram após sua execução; as retificações dos projetos deverão ser feitas sobre cópias
sépia dos originais, constando, acima do selo de cada prancha, a alteração e a respectiva
data.
Caderno contendo as retificações e complementações das Discriminações Técnicas do
presente Caderno de Encargos, compatibilizando-as às lterações introduzidas nas plantas.
Não será admitida nenhuma modificação nos desenhos originais dos projetos, bem como
nas suas Discriminações Técnicas.
O “as built” consistirá em expressar todas as modificações, acréscimos ou reduções
ocorridas durante a construção, devidamente autorizadas pela SPTC – SSP/SP.
5.3. Placa de Obra
1.2.1 – Generalidades
A Contratada deverá obedecer às normas estabelecidas pelos Conselhos Regionais e
Federais pertinentes ao assunto.
Será obrigatória a colocação de placas identificadoras da execução dos serviços, exigidas
pelo Ministério do Trabalho, Prefeitura, CREA e etc.
Serão ainda colocadas placas de todas as empresas envolvidas no empreendimento, em
dimensões e locais compatíveis com as normas e em local a ser definido pela
Fiscalização.
5.3.1. Especificação
Antes do início da obra a Contratada enviará à Contratante o modelo de placa para
aprovação de modo que a Contratada possa providenciar a imediata confecção e
colocação da placa em local a ser determinado.
Após a conclusão dos serviços, as placas serão retiradas e entregues ao Contratante, à
seu critério.
5.3.2. Aplicação
Serão colocadas em local de fácil visualização, de comum acordo entre a Fiscalização e a
Contratada.
Não serão aceitas placas da Contratada com intenção de propaganda, face às regras de
postura do Governo do Estado de São Paulo.
5.4. Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
A contratada deverá fornecer todos os equipamentos de proteção individual necessário e
adequado ao desenvolvimento de cada tarefa nas diversas etapas da obra, conforme
previsto na NR-06 e NR-18 da Portaria n º 3214 do Ministério do Trabalho, bem como nos
demais dispositivos de segurança.
6. SONDAGEM DE SOLO A PERCURSSÃO
6.1. Objetivo Geral
A sondagem a percussão (SP) tem o objetivo de determinar os tipos de solos e suas
profundidades de ocorrência e índices de resistência à penetração do solo, e obter a
posição do nível d’água.
O índice de resistência à penetração, é realizado pela cravação de amostrador padrão no
terreno, em golpes sucessivos de um peso determinado em queda livre, sobre a cabeça de
cravação, conectada às hastes e ao barrilete corresponde ao número de golpes
necessários à cravação do amostrador.
Quando à resistência do material impede a cravação do amostrador padrão, o ensaio deve
ser interrompido, ou segundo critérios preestabelecidos em função da finalidade da
sondagem a ser realizada.
6.2. Equipamento e Materiais necessários para execução
a.) tripé ou equivalente;
b.) hastes;
c.) tubos de revestimento;
d.) amostradores;
e.) peso para cravação do conjunto haste e amostrador;
f.) bomba d’água;
g.) baldinho;
h.) válvula de pé;
i.) trepano de lavagem;
j.) motor com guincho;
k.) macacos ou saca tubos;
l.) medidor de mível de água;
m.) trado do tipo cavadeira ou espiral;
n.) trena;
o.) recipientes para coletas de amostras, etiquetas, caixa d’ água;
6.3. Prazo de Execução
Deverá ser executado antes do ínicio das fundações, para verificação e confirmação do tpo
de solo
7. INÍCIO DA OBRA
O início dos trabalhos, in loco, terá como atividades principais, a Instalação do Canteiro de
Obras e a Demolição Geral da Edificação existente, e a movimentação de terra, caso seja
necessário.
A Instalação do Canteiro deverá seguir as orientações do item 7, deste caderno,
respeitando os espaço de locação da construção no terreno, evitando mudanças no
decorrer da obra.
A Edificação existente será totalmente demolida e removida do Local através de caçambas
estacionarias ou caminhões, que destinarão o entulho produzido, para aterros e bota fora
autorizados e o desrespeito as leis e normas do meio ambiente, poderão ser penalizadas
com o rompimento do contrato.
8. INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS
8.1. Instalações Provisórias
O canteiro de obras têm de dispor de : instalação sanitária; vestiário, alojamento locais de
refeições, cozinha (se houver preparo de refições) lavanderia e ambulatório quando se
tratar de frentes de trabalhos com mais de 50 operários). Quando se tratar de instalações
móveis, precisa ser previsto projeto alternativo que garanta os requisitos mínimos de
conforto e higiene aqui estabelecidos
8.1.1. Tapumes e Alojamentos Administrativos da Obra
Caso a CONTRATADA, faça opção por um sistema de canteiro móveis, tipo container, os
mesmos deverão obedecer às necessidades aqui descritas.
8.1.2. ALUGUEL DE CONTAINER
1.1.1 – Generalidades
Para serviços de escritório e almoxarifado, a Contratada determinará o tipo de container a
ser utilizado, porém sendo exigido que se cumpram às determinações do Ministério do
Trabalho com relação ao conforto e higiene do local.
As áreas destinadas à instalação do Canteiro de Obras deverão ser indicadas no plano de
trabalho da Contratada, ressalvando-se ao Contratante o direito de efetuar as modificações
que julgar necessária.
Após a conclusão dos serviços, os contêineres serão prontamente removidos, sendo
recuperado o local onde estiveram montados, restaurando-o à sua configuração inicial.
8.1.3. Especificação
Serão
empregados
contêineres
metálicos
pré-fabricados,
módulos
içável,
com
aproximadamente 2,20 x 6,20m, com 2,50m de altura, de referências Fladafi, Soldatopo ou
similar.
O container destinado a escritório e almoxarifado será dotado de todas as instalações
elétricas pertinentes ao seu bom funcionamento.
Não será permitido o alojamento de funcionários em container ou qualquer outra
dependência do complexo, por nenhum período de tempo.
Será de inteira responsabilidade da Contratada a guarda e preservação dos materiais
inseridos nestes locais, não cabendo ao Contratante nenhuma responsabilidade sobre o
que possa ocorrer no interior destes recintos.
1.1.2 – Aplicação
Serão empregados containeres para escritório e almoxarifado para uso exclusivo do
pessoal da Contratada. A localização dos containeres será definida pela Fiscalização.
Seu emprego se dará durante o período de execução da obra.
8.1.4. Depósito de Materiais
No mesmo espaço será construído pela CONTRATADA, um depósito de materiais, com
piso, paredes, forro e pintura de características idênticas às do barracão, com no mínimo
15,00 m2.
A porta de acesso será dotada de fechadura de cilindro.
8.1.5. Tapume de chapa de madeira compensada c/ abertura e portão
Instalar um tapume em toda a largura do terreno onde terá o prédio novo, ao lado do
prédio existente, em madeira compensada e estrutura em caibros de pinho; pintar c/
esmalte sintético cor Branca.
Fazer dois acessos: um com 3,00m de largura p/ acesso de materiais e outra com largura
80 cm para acesso de operários, ambas com dobradiças, fechadura e chaves.
Os tapumes internos necessários para isolar áreas de trabalho também ficarão a cargo da
CONTRATADA.
O tapume deverá obedecer ao código de obras local.
8.1.6. Andaimes
É de responsabilidade da CONTRATADA, a execução dos andaimes onde seja
necessários para a execução dos especificados neste caderno, assim como a sua
segurança, atendendo as prescrições da NR 8. Neste item estão inclusos os andaimes
internos e, principalmente, os andaimes externos (do tipo jahu).
A Contratada utilizará andaimes tubulares metálicos, para a execução dos serviços em que
seu emprego seja necessário para sua correta execução.
A Contratada deverá se precaver de possíveis acidentes quando da montagem e
desmontagem.
O trânsito nos locais onde os andaimes estiverem montados será evitado na medida do
possível, a fim de que não se verifique nenhum acidente.
Nenhum operário poderá permanecer sobre os andaimes sem os equipamentos de
segurança necessários.
A Contratada será responsável por quaisquer acidentes provenientes da utilização dos
andaimes, devendo, portanto tomar as medidas que julgar conveniente para que isto não
se verifique.
8.2. Mestre de obra
A CONTRATADA alocará para o canteiro de obras os profissionais abaixo mencionados,
com a respectiva carga horária:
Mestre-de-Obras: tempo integral da obra
8.2.1. Engenheiro
A CONTRATADA alocará para o canteiro de obras os profissionais abaixo mencionados,
com a respectiva carga horária:
Engenheiro ou Arquiteto: 01 h/dia
Engenheiro Eletricista: 02 h/semana
9. SERVIÇOS GERAIS INTERNOS
Nota: Todos os custos referentes a esta etapa, fazem parte do BDI.
9.1. Remoção Periódica de Entulho
9.1.1. Generalidades:
Cabe à Contratada manter permanentemente limpos os locais onde serão realizados os
serviços, evitando-se o acúmulo de detritos que possam comprometer a salubridade local.
Será também de grande importância que a Contratada utilize métodos de trabalho que
permitam minimizar o desperdício de materiais durante a execução dos serviços, fato este
que contribuirá decisivamente para a redução do volume de entulho produzido.
Equipamentos de perfuração rotativa e de corte como serras circulares, serão exigidos em
substituição a perfurações por impacto de marretas. O vazamento de entulho os de obra
se dará nas áreas ao redor do lote, no sentido de viabilizar as pistas municipais futuras.
9.1.2. Especificação
A remoção periódica de entulho será providenciada sempre que o volume acumulado
completar a capacidade de um caminhão.
O entulho somente poderá ser removido em caminhões do tipo basculante, pois a
legislação proíbe a retirada em outro tipo de veículo.
O local para vazadouro do entulho será unicamente de responsabilidade da Contratada,
cabendo-lhe, portanto todas as multas e sanções decorrentes de possíveis irregularidades
provocadas quando da execução deste trabalho.
Enquanto aguarda sua remoção e ainda durante a mesma, o entulho será periodicamente
molhado.
9.2. Carga de Entulho em Caçamba móvel.
Todo entulho resultante da obra deverá ser carregado em caminhões pela CONTRATADA,
e depositado em caçambas móveis.
Estas deverão ser removidas em horários permitidos pela CONTRATANTE.
9.3. Transporte de Material em caminhão
Todo entulho resultante da obra será transportado pela CONTRATADA para local que
atenda às exigências da municipalidade.
10. MOVIMENTAÇÕES DE TERRA, LIMPEZA DE LOTE
Deverá ser efetuada a limpeza manual ou mecanizada, PARCIAL OU INTEGRAL das
áreas do lote, visando à implantação de obras e das obras de REFORMA necessárias.
Cabe a Contratada a limpeza, poda, corte ou replantio eventual de árvores, demolição
eventual de alguma edificação remanescente, fundação antiga, ruína, etc. movimentações
de terra para a criação dos platôs de implantação da unidade, liberando integralmente o
lote para o início da execução.
11. LASTRO DE CONCRETO
11.1.1. DESCRIÇÃO
Camada de concreto simples, traço 1:4:8, cimento, areia e brita; espessura 5cm
11.1.2. APLICAÇÃO
Base resistente para trabalhos de concretagem e assentamento de tubulações, alvenarias
e pisos.
No caso de pisos, utilizar somente em locais em que não se tenha umidade ascendente.
11.1.3. EXECUÇÃO
O concreto deve ser lançado e espalhado sobre solo firme, compactado ou sobre lastro de
brita.
Em áreas extensas ou sujeitas à grande solicitação prever juntas formando painéis de 2 x
2m até 4m x 4m, conforme utilização ou previsto em projeto.
As juntas podem ser secas ou de dilatação, conforme especificado.
A superfície final deve estar nivelada.
11.1.4. RECEBIMENTO
Atendidas as condições de execução, a tolerância deve ser de 5% em relação às
declividades e, nos pisos, 5mm para desnivelamentos acima da cota prevista.
11.1.5. SERVIÇOS INCLUÍDOS NO PREÇO
Fornecimento e lançamento de concreto para lastro.
11.1.6. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
Lastrro de concreto; espessura 5cm.
m² - medição pela área real.
11.1.7. NORMAS
NBR-5732 – Cimento Portland Comum
NBR-7220 – Agregados – Determinação de impurezas orgânicas húmicas em agregado
miúdo.
12. ALVENARIAS E FECHAMENTOS
12.1. Alvenaria comum
12.1.1. Paredes e muretas
Características do Bloco
Os blocos serão vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural, de
primeira qualidade, aprovados pela FISCALIZAÇÃO, com dimensões (140x190x390mm),
novos, uniformes em coloração e textura, e conforme locais indicados no projeto.
Não serão aceitos blocos trincados, quebrados ou danificados de qualquer forma,
assim como blocos com menos de 30 dias de fabricação.
Todas estas peças
danificadas deverão ser rejeitadas.
Resistência à compressão média de 2,5 Mpa, mínima individual de 2,0 Mpa e Absorção
Média menor ou igual a 10% máxima individual de 15%.
Prever módulos de 3,00 ou 4,00m com juntas de dilatação de 1cm e reforço estrutural nas
extremidades, com a execução de Graute e ferragem de reforço.
O assentamento será feito com argamassa de cimento e areia média peneirada, traço 1:3
em volume, sem adição de cal.
Nas extremidades dos módulos de 3,00m preencher com o graute e Vergalhão de Aço
CA50 - 4 Ø 8mm, estribo CA60 Ø 5,0 a cada 20,00 cm.
Para cada graute, considerar, micro concreto, elaborado com pedrisco e aglomerados
médio e cimento, ou utilizar graute industrializado.
12.1.2. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m³ – pelo volume real de alvenaria executada.
m² – pela área real de alvenaria executada, deduzindo-se todo e qualquer vão de
interferência.
12.1.3. NORMAS
NBR 6136 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria estrutural – Especificação.
NBR 7184 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Determinação da
resistência à compressão – Método de ensaio.
NBR 8798 – Execução e controle de obras em alvenaria de blocos vazados de concreto.
13. PISOS / PAVIMENTAÇÃO
13.1. Concreto liso - fundação direta (áreas internas)
13.1.1. DESCRIÇÃO
Piso de concreto desempenado liso para áreas internas com fundação direta.
13.1.2. Estrutura do piso
• Espessura da placa: 8cm - com tolerância executiva de +1cm e –0,5cm.
• Armadura superior: tela soldada nervurada Q-138 – em painel.
• Barras de transferência: barra de aço liso ø12,5mm, comprimento 35cm, metade pintada
e engraxada, espaçadas a cada 30cm.
• Espessura da sub-base: 8cm - com tolerância executiva de +2cm e -1cm.
• Concreto (fck): 25 MPa.
• O concreto usinado deverá atender os seguintes requisitos mínimos:
--Resistência à compressão (fck): 25 MPa;
--Abatimento: 8 + 1 cm;
--Consumo mínimo e máximo de cimento: 320 a 380 kg/m³;
--Consumo máximo de água: 185 L/m³;
--Fibra de polipropileno monofilamento: 600 g/m³;
--Retração hidráulica máxima: 500 μm/m;
--Teor de ar incorporado: < 3%;
--Exsudação: < 4%.
• Poderão ser empregados cimentos tipo CP-II, CP-III ou CP-V, de acordo com as normas
técnicas NBR 11578, 5735 e 5733.
• O concreto poderá ser dosado com aditivos plastificantes de pega normal, de modo a não
interferir e principalmente retardar o período de dormência e postergar as operações de
corte das juntas.
Preparo da Sub Base
• Sub base em brita graduada simples, com granulometria compreendida entre os limites
das faixas apresentadas no quadro abaixo:
• Nota: A sub-base poderá ser de solo-brita (com teor de bica corrida superior a 50%),
desde que apresente CBR>40%.
Armaduras
• A armadura deve-se constituir por telas soldadas, CA-60, fornecidas em painéis (não será
permitido o uso de telas fornecidas em rolo), e que atendam a NBR 7481.
Selantes
• Os selantes das juntas deverão ser do tipo moldado in loco, resistentes às intempéries.
• As juntas de construção, serradas e encontro deverão ser seladas com mastique de
poliuretano, com dureza Shore A = 30 ± 5.
Endurecedor de Superfície
• O líquido endurecedor de superfície deverá ser aplicado após 7 dias de cura do concreto.
Quando for empregado concreto produzido com cimento CPIII (escória de alto forno), este
tempo deverá ser estendido para 28 dias ou quando o concreto atingir a resistência de
projeto.
• Antes da aplicação, eventuais resíduos de produto da cura devem ser removidos e em
áreas revestidas a aplicação é facultativa.
• Embora não existam ensaios específicos para o controle de qualidade destes produtos,
admite-se que eles quando empregados com concreto de fc28>25Mpa, devem atingir a
faixa B da NBR 11801 (ABNT) ou CLASSE 3 da BS 8204: Part 02. O fornecedor do
endurecedor de superfície deverá apresentar documento de garantia por 10 anos contra a
formação de pó.
Protótipo comercial
• Tela soldada e barras de transferência:
--BELGO MINEIRA
--GERDAU
• Fibra de Polipropileno Monofilamento:
--DEGUSSA (Masterfiber)
--FITESA (Polycret MF)
• Selante das Juntas:
--DEGUSSA (NP1)
--EFFECTUS (PU-8100)
--FOSROC REAX (Nitoseal PU30)
--SIKA (Sikaflex Construction ou Sikaflex 1 A Plus)
• Líquido endurecedor de superfície:
--DEGUSSA (Lapidolith)
--EFFECTUS (Ashford Formula)
--L&M CONSTRUCTION CHEMICALS (Seal Hard)
• Laboratórios de Controle Tecnológico:
--BETONTECH - Tecnologia e Engenharia
--CONCRE-TEST - Controle Tecnológico de Concreto e Aço
--EPT - Engenharia e Pesquisas Tecnológicas
--IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas
--JBA - Engenharia e Consultoria
--L.A. FALCÃO BAUER - Centro Tecnológico de Controle da Qualidade
13.1.3. APLICAÇÃO
• Em ambientes internos, apenas no pavimento térreo, com fundação direta, conforme
indicação em projeto. (Rodapé de acordo com o especificado e/ou detalhado em projeto).
Obs.:
--Em áreas internas, pavimentos superiores, utilizar os serviços:
»»“S12.05 Argamassado Liso (áreas internas)” ou
»»“S12.28 Concreto Liso - Tipo Laje Zero (p/ pav. superior)”;
--Em áreas externas, com fundação direta, utilizar o serviço:
»»“S12.06 Concreto Camurçado - fundação direta (áreas externas)”.
• Em áreas externas, com restrição e devidamente justificado.
• Nota:
Caso a área seja destinada a tráfego de veículos leves, a espessura do piso deverá
ser aumentada de 8cm para 10cm.
13.1.4. EXECUÇÃO
Preparo do sub leito
• O material do subleito deverá apresentar grau de compactação superior a 95% do
Proctor Normal (PN), CBR > 6% e expansão < 2%.
• Sempre que for observado material de baixa capacidade de suporte (borrachudo), esse
deverá ser removido e substituído por material de boa qualidade.
• Também deverão ser consideradas as especificações apresentadas na Ficha S1 –
Movimento de Terra e respectivas fichas relacionadas.
13.2. Piso cimentado desempenado – Calçada externa
13.2.1. Descrição
Argamassa de cimento e areia, traço 1:3, espessura de 3,5cm (inclui camada de
regularização).
13.2.2. APLICAÇÃO
Em áreas externas, conforme indicação do projeto.
13.2.3. EXECUÇÃO
A execução do piso deve estar de acordo com o projeto de • arquitetura, atendendo
também às recomendações da NBR-9050 - Acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiências a edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos.
A superfície deve ser dividida em painéis, formando quadriculado de 1,80m.
Quando não indicado em projeto, deve ser considerada declividade mínima de 0,3% em
direção às canaletas ou pontos de saída de água.
A argamassa deve ser lançada imediatamente após o lançamento do lastro de concreto
para cura conjunta, e em quadros alternados para se obter a junta seca.
A superfície final deve ser desempenada.
As bordas do piso devem ter arestas chanfradas ou boleadas, não sendo admitidos cantos
vivos.
Impedir a passagem sobre o piso durante no mínimo 2 dias após a execução; a cura deve
ser feita conservando a superfície úmida durante 7 dias; deve ser impedida a ação direta
do sol nos 2 primeiros dias.
13.2.4. RECEBIMENTO
O serviço pode ser recebido se atendidas as condições de fornecimento de materiais e
execução.
A tolerância máxima, para desvio nas medidas, deve ser de 2%.
Verificar se o caimento foi executado no sentido correto.
Não deve apresentar empoçamento de água.
O piso não deve apresentar baixa resistência à abrasão (esfarelamento superficial).
Verificar o alinhamento e nivelamento das juntas.
Verificar o acabamento nas bordas do piso, que deve ser
•
boleado ou chanfrado, não
sendo admitidos cantos vivos.
13.2.5. SERVIÇOS INCLUÍDOS NOS PREÇOS
Fornecimento dos materiais e execução dos serviços, inclusive juntas secas.
13.2.6. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m² - pela área real.
13.2.7. NORMAS
NBR-5732 - Cimento Portland comum.•
NBR-7220 - Agregado - Determinação de impurezas orgâni• cas húmicas em agregado
miúdo.
13.3. Pisos Cerâmicos Esmaltados Antiderrapante
13.3.1. Generalidades
Os pisos cerâmicos devem seguir às prescrições técnicas das normas técnicas, as quais
se classificam as placas cerâmicas e devem ser previamente apresentadas amostras de
todos os pisos a serem aplicados na edificação, com fornecedores de 1ª qualidade, cores
e dimensões solicitadas para uma aprovação da Contratante e do autor do projeto.
13.3.2. Material
Piso cerâmico Grês (litocerâmica)
Dimensões Nominais – 31x31 cm
Piso alto tráfego - PEI 5
Grupo de Absorção - BIIa
Cor Bege
Local de Uso – LD
COF ASTM Úmido – I 0,40 a 0,74
Dureza 9
13.3.3. Recebimento
O recebimento do material no canteiro, deverá ser verificado se a embalagem contém as
seguintes informações
Marca do fabricante
Identificação de 1ª qualidade
Tipo de revestimento
Tamanho nominal (N)
Tamanho de Fabricação (W)
Esmalta (GL) ou não esmaltada (UGL)
Classe de abrasão – PEI
Tonalidade
13.3.4. Execução
No assentamento dos pisos, deverão ser eles comprimidos com o cabo da colher de
pedreiro e devem ser mantidos constantemente limpos. As juntas serão preenchidas, após
72 h do assentamento, com material industrializado próprio, as quais não poderão ser
superiores a 5mm ou 1mm, estas deverão ser executados com auxilio do rodo.
Quando existirem juntas de dilatação no contrapiso, elas precisam ser rigorosamente ser
reproduzidas no revestimento cerâmico
As juntas da estrutura do edifício, se existentes, deverão ser mantidas em toda a
espessura da argamassa e dos ladrilhos.
Além destas juntas e dependendo das características da base (lastro ou lajes) a revestir,
das dimensões do piso, das solicitações e das condições ambientes, é conveniente
prever-se juntas no revestimento do piso. Estas juntas terão largura aproximada de 5 a 10
mm “palitadas” e profundidade igual à espessura do ladrilho.
O espaçamento destas juntas depende de cada caso específico, e de uma forma geral,
serão previstas ao longo dos encontros do piso com as paredes fracionando as regiões
onde ocorrem os maiores momentos fletores.
Preparar quantidade de argamassa de modo a se evitar que o início de seu endurecimento
- início de pega do cimento se dê antes do término do assentamento.
A argamassa não deve ser estendida em grandes áreas, pois endurecerá, levando o
assentador a usar nova quantidade de água para, inadequadamente, facilitar as operações
de "bater" e "nivelar". O excesso de água tornará precária a aderência da pasta de cimento
aos ladrilhos.
Certificar-se de que todos os engradados ou caixas contenham o mesmo tamanho nominal
e tom de ladrilhos.
O acabamento e limpeza serão feitos com pano limpo.
Testes de elasticidade deverão ser realizados após 15 ou 20 dias através percussão ou
queda livre de pequena esfera de aço com diâmetro de cerca de 1/2. Nenhum ladrilho
deverá soar oco.
A CONTRATADA, antes da execução dos serviços referentes a especificação supra,
deverá fornecer em tempo hábil, amostras do piso, para a devida aprovação da
FISCALIZAÇÃO.
13.4. Piso Porcellanato
13.4.1. Generalidades
Os pisos cerâmicos devem seguir às prescrições técnicas das normas técnicas, as quais
se classificam as placas cerâmicas e devem ser previamente apresentadas amostras de
todos os pisos a serem aplicados na edificação, com fornecedores de 1ª qualidade, cores
e dimensões solicitadas para uma aprovação da Contratante e do autor do projeto.
Material
Piso porcellanato polido
Dimensões Nominais – 60x60 cm
Junta de assentamento 2.00mm
Classe de Atrito I
Espessura 9.50mm
Grupo de Abosrção BIA
Resistência a Abrasão Superficial N/A
13.5. Piso tátil
13.5.1. Descrição
A sinalização tátil de alerta consiste em um conjunto
o de relevos tronco-cônicos
padronizados pela ABNT (ver figura acima), cujo objetivo principal é sinalizar as situações
de risco ao deficiente visual e às pessoas com visão subnormal.
Também é utilizada em composição com o piso tátil direcional, para sinalizar as mudanças
ou alternativas de direção.
13.5.2. Características
O piso cromo diferenciado tátil de alerta deve apresentar cor contrastante com a do piso
adjacente:
Em superfícies claras (bege, cinza claro, etc.): amarelo,azul ou marrom;
Em superfícies escuras (preta, marrom, cinza escuro, etc.): amarelo ou azul.
A sinalização tátil de alerta deve ter largura de 250mm a600mm;
As peças do piso tátil devem apresentar modulação que garanta a continuidade da textura
e padrão de informação, podendo ser sobrepostas ou integradas ao piso existente:
quando sobreposta, o desnível entre a superfície do piso existente e a superfície do piso
implantado deve ser chanfrado e não exceder 2mm;
quando integrada, não deve haver desnível com relação ao piso adjacente, exceto aquele
existente no próprio relevo.
Tipos de piso tátil e protótipos comerciais DE SOBREPOR (uso interno, sob autorização
do Depto. De Projetos)
Pisos em placas de borracha, espessura 2mm, dimensões 250 x 250mm, de assentamento
com cola à base de neoprene.
Indicados exclusivamente para aplicação em áreas secas internas, com baixo tráfego,
diretamente sobre o piso existente, quando se deseja evitar quebra de piso e o
assentamento com argamassa for inconveniente.
Nunca aplicar em áreas submetidas a lavagens frequentes.
Cores: amarelo, azul e marrom
Piso: DAUD, STEEL RUBBER
Cola: PETROCOLA P4000, BRASCOLA
INTEGRADO
Pisos em placas de borracha, espessura 7mm, dimensões 250 x 250mm, de assentamento
com argamassa, indicados para aplicação em áreas internas e externas.
Cores: amarelo, azul e marrom (a cor azul não deve ser utilizada em áreas externas)
Piso: DAUD
• Pisos cimentícios, tipo ladrilho hidráulico, espessura 20mm, dimensões 250 x 250mm, de
assentamento com argamassa colante, indicados para aplicação em áreas internas e
externas.
Cores: café, mostarda e vinho
Piso: CASA FRANCEZA
APLICAÇÃO
Em situações que oferecem risco de acidentes: obstáculos suspensos à altura entre 0,60m
a 2,10m, rebaixamentos de guias do passeio público, porta de elevadores, início e término
de rampas, início e término de lances de escadas e desníveis (plataformas, palcos, etc.),
obedecendo aos critérios estabelecidos na NBR 9050 e de acordo com o projeto.
Em composição com o piso tátil direcional, para sinalizar mudança ou alternativas de
direção, conforme indicado em projeto.
• Nota: O projeto deve especificar tipo de piso, cor e, no caso de piso cimentício em áreas
internas, também opção de acabamento, considerando:
indicação de aplicação para áreas internas ou externas;
variações dimensionais das placas conforme os padrões de cada fabricante;
contraste com cor / tonalidade das superfícies dos pisos adjacentes.
13.5.3. EXECUÇÃO
A execução do piso deve estar de acordo com o projeto de arquitetura, atendendo também
às recomendações da NBR9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos.
Pisos de borracha colados: a superfície do piso existente, onde será aplicado o piso tátil,
deve estar perfeitamente limpa e seca, totalmente isenta de poeira, oleosidade e umidade.
Deve-se evitar dias úmidos e chuvosos para execução do serviço. Lixar o verso da placa
do piso com lixa de ferro
40/80/100 para abrir os poros da borracha (quando se notar presença de oleosidade na
placa, antes de lixar a superfície de contato, deve-se limpar a placa com acetona líquida).
Passar cola de contato à base de neoprene no verso das placas e na superfície do piso
existente, em área máxima de 10m². Aguardar a evaporação do solvente até o ponto de
aderência da cola para iniciar o assentamento das placas.
Atentar para o perfeito alinhamento entre as placas e para que não se forme bolhas de ar,
garantindo-se a máxima aderência das placas no piso existente (ver figura acima).
Após execução do serviço, aguardar 24 horas, no mínimo, para liberar o piso ao tráfego.
• Pisos de borracha assentados com argamassa: o contrapiso deve ser feito com
argamassa de cimento e areia no traço 1:3, nivelado, desempenado e rústico.
Efetuar excelente limpeza com vassoura e água e molhar o contrapiso com água e cola
branca. A argamassa de assentamento deve ter traço 1:2, com mistura de cola branca e
água na proporção 1:7 (aproximadamente, 1 saco de 50kg de cimento : 4 latas de 18 litros
de areia : 5 litros de cola branca : 35 litros de água).
Passar argamassa no verso das placas, preenchendo completamente as garras da placa e
colocar o piso batendo com martelo de borracha (ou batedor de madeira) até o piso atingir
a posição desejada e o perfeito nivelamento com o piso adjacente (ver figura acima).
Pisos cimentícios, tipo ladrilho hidráulico, assentados com argamassa colante: o contrapiso
deve ser feito com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, nivelado e desempenado.
Com a base totalmente seca, aplicar uma camada de argamassa com 6mm de espessura,
em uma área de aproximadamente 1m², em seguida passar a desempenadeira metálica
dentada criando sulcos na argamassa.
Logo a seguir, assentar os ladrilhos secos, batendo com um sarrafo ou martelo de
borracha macia, até o piso atingir a posição desejada e o perfeito nivelamento com o piso
adjacente.
Nunca bater diretamente sobre o ladrilho (ver figura acima).
13.5.4. RECEBIMENTO
O serviço pode ser recebido se atendidas as condições s de fornecimento de materiais e
execução.
Aferir especificações dos pisos e colas.
Verificar acabamento das placas, observando ausência defeitos como:
bolhas de ar, rebarbas - para pisos de borracha;
buracos, trincas, lascados, falhas na pintura, formato dos relevos - para pisos cimentícios;
amassados, rebarbas - para pisos metálicos e verificartambém aplicação de material
vedante.
Verificar o posicionamento, tipo, cor e acabamento das placas, conforme indicado em
projeto.
Não deve haver desalinhamento nem desnivelamento entre as peças contíguas.
Para os pisos integrados, verificar o perfeito nivelamento com o piso adjacente.
No caso de pisos colados, verificar a perfeita aderência das placas sobre o piso.
13.5.5. SERVIÇOS INCLUÍDOS NO PREÇO
Fornecimento e instalação das placas, incluindo cola.
Fornecimento e instalação das placas, incluindo argamassa de assentamento.
13.5.6. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m² - por área instalada.
13.5.7. Normas
NBR-9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
13.6. Piso intertravado línea (tijolo) cor cinza – áreas externas
13.6.1. Pavimentação Intertravada
a.) Generalidades
Esta pavimentação deverá atender as normas da NBR 9780 e NBR 9781.
Certificação de qualidade ISO 9002:94
b.) Material
-
Tráfego
leve
Características físicas
pedestres, passeio, até veículos leves.
Peso em Kgf
2.000
Espessura
60mm
Resistência a Compressão 35 Mpa
Forma
Retangular
Dimensões
200x100mm
Peso (kgf/m2)
120
Peças / m2
50
c.) Recebimento
O recebimento do material no canteiro deverá ser verificado se a embalagem contém as
seguintes informações
d.) Execução
Sub-Base
Marca do fabricante
Identificação de 1ª qualidade
Tipo de revestimento
Tamanho nominal (N)
Tonalidade
Solo +bica-corrida + areia + piso
Procedimentos
Compactar o solo e a bica-corrida com rolo mecânico.
Compactar a camada de areia com placa vibratória.
Assentar e compactar o Piso com placa vibratória, espalhando-se areia sobre ele.
e.) Precauções
Não lavar com máquina de alta pressão
Não usar ácido na limpeza do piso
14. REVESTIMENTOS DE PAREDES
14.1. Chapisco
14.1.1. DESCRIÇÃO
O chapisco é uma argamassa de cimento e areia (traço 1:3 em volume) que tem a
finalidade de melhorar a aderência entre a alvenaria e o emboço.
Chapisco comum:
Argamassa de traço 1:3, cimento Portland e areia grossa, diâmetro de 3 até 5mm.
Chapisco fino:
Argamassa de traço 1:3, cimento Portland e areia de granulometria média.
Chapisco grosso:
Argamassa de traço 1:3, cimento Portland e areia de granulometria grossa, à qual se
adiciona pedrisco selecionado, com diâmetro médio de 6mm.
Chapisco rolado:
Argamassa de traço 1:3, cimento Portland e areia fina, à qual se adiciona adesivo para
argamassa.
Protótipo comercial
Adesivo:
BIANCO (OTTO BAUMGART)
CHAPIX (FOSROC)
BIANCOLA (CIPLAK)
14.1.2. APLICAÇÃO
Em alvenarias de tijolos ou blocos de concreto ou cerâmicos de superfície de concreto
para recebimento posterior do emboço.
Em superfícies muito lisas ou pouco porosas que receberão gesso posteriormente
(chapisco rolado).
14.1.3. EXECUÇÃO
Chapisco comum
Testar a estanqueidade de todas as tubulações de água e esgoto antes de iniciar o
chapisco.
A superfície deve receber aspersão com água para remoção de poeira e umedecimento da
base.
Os materiais da mescla devem ser dosados a seco.
Deve-se executar quantidade de mescla conforme as etapas de aplicação, a fim de evitar o
início de seu endurecimento antes de seu emprego.
A argamassa deve ser empregada no máximo em 2,5 horas a partir do contato da mistura
com a água e desde que não apresente qualquer vestígio de endurecimento.
O chapisco comum é lançado diretamente sobre a superfície com a colher de pedreiro.
A camada aplicada deve ser uniforme e com espessura de 0,5cm e apresentar um
acabamento áspero.
O excedente da argamassa que não aderir à superfície não pode ser reutilizado, sendo
expressamente vedado reamassá-la.
Chapisco fino/grosso
São aplicados sobre a superfície semi-acabada, atuando como revestimentos.
A superfície da base para aplicação deve se apresentar bastante regular, limpa, livre de
pó, graxas, óleos ou resíduos orgânicos.
O chapisco fino é aplicado com o auxílio da peneira para que o acabamento seja uniforme.
No caso do chapisco grosso, aplicar diretamente sobre o reboco (massa desempenada)
com a colher de pedreiro sobre a superfície previamente regularizada.
Deve ser executada quantidade de mescla conforme as etapas de aplicação, a fim de
evitar o início de seu endurecimento antes de seu emprego.
A argamassa pode ser utilizada no máximo em 2,5 horas a partir do contato da mistura
com a água e desde que não apresente qualquer vestígio de endurecimento.
O excedente da argamassa que não aderir à superfície não pode ser reutilizado, sendo
expressamente vedado reamassá-la.
Chapisco rolado
É aplicado sobre superfícies muito lisas ou pouco porosas, como concreto armado e bloco
cerâmico laminado que receberão gesso com o revestimento.
A superfície da base para aplicação deve-se apresentar bastante regular, limpa, livre de
pó, graxas, óleos ou resíduos orgânicos.
Superfícies muito lisas divido a utilização de formas plastificadas, resinadas ou com
excesso de desmoldantes, devem ser lavadas, escovadas ou até mesmo apicoadas a fim
de garantir a perfeita aderência do chapisco.
O chapisco rolado deve ser aplicado um dia antes à execução do serviço de revestimento
de gesso, com rolo de lã ou broxa no traço 1:3 de cimento e areia fina preparado com
adesivo para argamassa diluído em água na proporção de 1:2 (1 parte de adesivo para 2
partes de água).
14.1.4. RECEBIMENTO
Atendidas as condições de fornecimento e execução, o chapisco pode ser recebido se não
existirem desníveis significativos na superfície.
14.1.5. SERVIÇOS INCLUÍDOS NOS PREÇOS
Fornecimento dos materiais e execução.
14.1.6. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m² – pela área real (chapisco efetivamente executado).
14.1.7. NORMAS
NBR-7200 – Revestimentos de paredes e tetos com argamassas – materiais – preparo,
aplicação e manutenção.
14.2. Emboço
14.2.1. DESCRIÇÃO
Camada de regularização de parede, com espessura entre 10 e 20mm, constituído por
argamassa mista de cimento, cal e areia média (traço 1:2:8 em volume).
14.2.2. APLICAÇÃO
Em alvenaria de tijolos ou blocos (cerâmicos ou de concreto) ou em superfícies lisas de
concreto que já tenham recebido o chapisco. O emboço deve ser aplicado no mínimo 24
horas após a aplicação do chapisco.
14.2.3. EXECUÇÃO
Dosar os materiais das mesclas a seco.
Inicialmente deve ser preparada mistura de cal e areia na dosagem 1:4. É recomendável
deixar esta mescla em repouso para hidratação completa da cal. Somente na hora de seu
emprego, adicionar o cimento, na proporção de 158kg/m³ da mistura previamente
preparada.
A superfície deve receber aspersão com água para remoção de poeira e umedecimento da
base.
Utilizar a argamassa no máximo em 2,5 horas a partir da adição do cimento e desde que
não apresente qualquer sinal de endurecimento.
Aplicar a argamassa em camada uniforme de espessura nivelada, fortemente comprimida
sobre a superfície a ser revestida, atingindo a espessura máxima de 2cm.
O emboço poderá ser desempenado e se constituir na última camada do revestimento.
No emboço simples, a superfície deve ficar rústica, facilitando a aderência do reboco.
No emboço desempenado a superfície deve ficar bem regularizada para receber a pintura
final.
O emboço deve ser umedecido, principalmente nos revestimentos externos, por um
período de aproximadamente 48 horas após sua aplicação.
Assentar com a argamassa, pequenos tacos de madeira (taliscas), deixando sua face
aparente a uma distância aproximada de 15mm da base.
As duas primeiras taliscas devem ser assentadas próximas do canto superior nas
extremidades da alvenaria e depois com auxílio do fio prumo, assentar duas taliscas
próximo ao piso e depois assentar taliscas intermediárias de modo que a distância entre
elas fique entre 1,50 e 2,50m.
Aplicar argamassa numa largura de aproximadamente 25cm entre as taliscas,
comprimindo-a com uma régua apoiada em duas taliscas constituindo as guias-mestras ou
prumadas-guias.
14.2.4. RECEBIMENTO
Atendidas as condições de fornecimento e execução, o emboço pode ser recebido se não
houver desvios de prumo superiores a 3mm/m.
Colocada a régua de 2,5 metros, não pode haver afastamentos maiores que 3mm para
pontos intermediários e 4mm para as pontas.
14.2.5. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m² - pela área do emboço efetivamente executado. Deduzir vãos maiores que 2m²; neste
caso, as espaletas são desenvolvidas.
14.2.6. NORMAS
NBR-7200 – Revestimentos de paredes e tetos com argamassas – materiais – preparo,
aplicação e manutenção.
14.3. Revestimento cerâmico
14.3.1. Paredes INTERNAS
-Material
porcelanato cerâmico
-Dimensões
30 x 40 cm
-Cor –
Branco
-Acabamento
Liso
-Juntas
Cinza
-Qualidade
extra
-Fabricação
aprovado pela fiscalização e autor do projeto de arquitetura.
Os revestimentos em porcelanato deverão ter o esmalte e vitrificação homogêneos, lisos,
coloração uniforme sem diferença de tonalidade e superfície plana.
14.3.2. Paredes EXTERNAS
-Material
Revestimento em porcelanato
-Dimensões
05 x 20 cm
-Cor
Terra
-Acabamento
Liso
-Juntas
Cinza
-Qualidade
extra
-Fabricação
aprovado pela fiscalização e autor do projeto de arquitetura.
Os revestimentos em porcelanato deverão ter o esmalte e vitrificação homogêneos, lisos,
coloração uniforme sem diferença de tonalidade e superfície plana.
14.3.3. Assentamento
Antes do início dos serviços deverão ser testadas todas as instalações hidráulicas
embutidas, a fim de se verificar possíveis vazamentos.
Antes do assentamento, os revestiemntos serão revisados segundo a sua qualidade e
dimensões; serão eliminadas todas as peças com imperfeições na superfície e no
acabamento e as que apresentem diferenças de tamanho para mais ou para menos.
Nas divisões a meia altura quando indicado no projeto, o paramento terminará com uma
fiada de azulejos inteiros, e a face superior da parede também será revestida com o
mesmo material.
Nas barras de revestimentos que terminem antes do forro, o reboco restante deve ficar
rente à superfície dos azulejos, separado por uma ranhura fina feita com colher no ato do
remate superior.
O assentamento dos revestimentos será feito de forma a que se obtenham juntas a prumo
iguais de 1 a 1,5 mm, “palitadas”. Não será aceita a colocação sem juntas, com os azulejos
tocando-se uns aos outros. – cor cinza
As arestas salientes (verticais e horizontais) levarão cantoneiras de alumínio de embutir
(ou equivalente aprovado).
Os revestimentos serão assentados em fiadas horizontais e com juntas “palitadas”, em
nível e a prumo perfeitamente alinhado de largura constante, de acordo com as seguintes
especificações:
-chapisco na parede com traço 1:3 em volume;
-emboço perfeitamente desempenado de argamassa de cimento, cal e areia no traço 1:1:6,
em volume, sobre o chapisco completamente seco;
-o assentamento se fará sobre superfície emboçada há pelo menos 48 horas, com
argamassa de cimento colante industrializada, devendo seu fabricante ser aprovado pela
fiscalização. Para a sua aplicação, observar normas e recomendações do fabricante.
O rejuntamento será feito após 1 semana com argamassa para rejunte industrializada,
juntas e bordas limpas e secas, retirando-se os excessos de pasta.
Antes do rejuntamento deverá ser feita uma inspeção do serviço (a percussão) para
verificação da existência de vazios sob os azulejos, devendo estes, serem retirados e
assentados novamente, a custas da CONTRATADA.
A superfície acabada deve ficar completamente plana e a prumo, sem rebarbas.
Revestimentos que forem cortados para passagem de canos, aparelhos sanitários ou
qualquer outro motivo não poderão apresentar rachaduras ou emendas.
As bordas dos cortes serão esmerilhadas.
14.4. Pastilhas de porcelana
14.4.1. DESCRIÇÃO
Pastilhas de porcelana, coladas em placas de papel, naturais (foscas) ou esmaltadas
(acetinadas ou brilhantes), conforme especificação do projeto; com arestas bem definidas.
Controle de fornecimento: não devem apresentar racha• duras, base descoberta por falta
do vidrado (esmaltadas), depressões, crateras, bolhas, furos, pintas, manchas, cantos
despontados, lados lascados, incrustações de corpos estranhos, riscados ou ranhurados,
bem como diferença de tonalidade e dimensão dentro do mesmo lote. Além das condições
acima, os produtos devem atender aos requisitos mínimos de qualidade prescritos nas
normas da ABNT.
Argamassa pré-fabricada para assentamento e rejuntamento, adequada tanto ao
assentamento quanto ao rejuntamento de pastilhas de porcelana.
14.4.2. Protótipo comercial
Pastilhas:
ATLAS:
Linhas Esmaltadas: (todas as linhas nos tamanhos: »»2,5x2,5cm, 4x4cm, 5x5cm)
Mate (acetinada): Pantheon»
Brilhantes: Metalo,» D’Orsay
JATOBÁ:
Linha Natural: »
N»atural (2,5x2,5cm/5x5cm);
Linhas Esmaltadas: (nos tamanhos 2,5x2,5cm, »4x4cm, 5x5cm)
C»lassica (brilhante)
A»rquitetura (acetinada)
NGK:
Linha Esmaltada: Gran Real, Vila Real (no tamanho »5X5cm)
14.4.3. argamassa de assentamento e rejuntamento
ARGAMONT (Pastmont Super Aderente PVA)»
QUARTZOLIT (Cimentcola para Pastilhas)»
INCOMED (Argaflex AC-III)»
REJUNTABRÁS (Pastilhaflex CL Flexível)»
14.4.4. APLICAÇÃO
Em revestimentos externos, conforme especificações do projeto.
14.4.5. EXECUÇÃO
A base de assentamento das pastilhas deve ser constituída de um emboço desempenado,
devidamente curado.
A superfície deve estar áspera, ser varrida e posteriormente umedecida.
A argamassa de assentamento deve ser aplicada na base com o lado liso da
desempenadeira. Em seguida, aplicar o lado dentado criando estrias para garantir melhor
aderência e nivelamento. Esta aplicação deve ser feita em pequenas áreas, pois ela não
pode iniciar seu processo de cura antes de receber as placas de pastilhas.
As placas de pastilhas devem estar secas e limpas no lado do assentamento.
Colocar a placa de pastilhas sobre superfície plana, horizontal e seca, com a face do papel
voltada para baixo. Com o lado liso da desempenadeira, preencher as juntas com
argamassa, deixando um excesso de 2 a 3 mm sobre a placa. A placa deve ser colocada
sobre a superfície, observando-se as linhas de prumo e nível, e pressionada com as mãos.
Após colocadas 5 a 6 placas, observando-se sempre o alinhamento devido, fazer dois
cortes verticais em cada placa com a ponta da colher, para expelir o ar, e com o auxílio do
batedor e do martelo, rebater todas as placas aplicadas.
O papel que prende as pastilhas deve ser removido com • solução a 5% de soda cáustica
em água, aplicada abundantemente com a brocha no sentido de cima para baixo; retirar
com cuidado o papel no mesmo sentido.
As pastilhas devem ser lavadas com água para retirar o • excesso de cola.
Aplicar a pasta de rejuntamento usando rodo de borracha • em movimentos alternados,
pre-enchendo todas as juntas. Deixar secar um pouco e passar a estopa para a retirada do
pó.
Após 15 minutos do término do rejuntamento, retirar o • excesso de material com esponja
úmida de água. Após secagem total, limpar com estopa seca.
14.4.6. RECEBIMENTO
Atendidas as condições de fornecimento e execução, o revestimento pode ser recebido se
não apresentar desvios de prumo e alinhamento superiores a 3mm/m.
Não devem ser aceitos desníveis significativos entre peças contíguas.
14.4.7. SERVIÇOS INCLUÍDOS NOS PREÇOS
Fornecimento dos materiais e execução do serviço, incluindo a argamassa para
assentamento e rejuntamento e excluindo a argamassa de regularização.
14.4.8. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m² - pela área real da superfície efetivamente revestida, descontando-se toda e qualquer
interferência, acrescentando-se as áreas desenvolvidas como espaletas ou dobras.
14.4.9. NORMAS
NBR-13816 - Placas cerâmicas p/ revestimento - terminologia.
NBR-13817 - Placas cerâmicas p/ revestimento - classificação.
NBR-13818 - Placas cerâmicas p/ revestimento - especificações e métodos de ensaio.
15. Cantoneiras de alumínio
15.1. DESCRIÇÃO
Cantoneiras em perfilado de alumínio de alta resistência; cor natural.
15.1.1. Protótipo comercial
15.1.2. Para azulejo
ALCOA (DS264, DS020)
CBA (N-1595)
15.1.3. Para reboco:
ALCOA (DS261)
15.1.4. APLICAÇÃO
Em cantos expostos de paredes internas de alvenaria de tijolos ou blocos de concreto, ambas com revestimento.
15.1.5. EXECUÇÃO
A cantoneira deve ser colocada antes da aplicação da arga• massa de revestimento ou do assentamento de
azulejos.
15.1.6. RECEBIMENTO
Atendidas as condições de fornecimento e execução.
15.1.7. SERVIÇOS INCLUÍDOS NOS PREÇOS
Fornecimento e assentamento da cantoneira.
15.1.8. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
m - pelo comprimento real.
16. DIVISÓRIAS SANITÁRIAS
16.1. Componentes / Materiais
16.1.1. Painéis e portas
Em laminado melamínico estrutural TS, com acabamento texturizado dupla face.
Trata-se de material monolítico de alta densidade, totalmente à prova d’água, com elevada
resistência mecânica, dureza superficial e quimicamente inerte. Resultante da prensagem
em alta temperatura e pressão (150°C e 80 kgf/cm 2), da composição de extrato de fibras
celulósicas impregnadas com resina fenólica e papel decorativo com resina melamínica
nas duas faces.
16.1.2. Cores
Marfim claro, azul lago
16.1.3. Observações
Abertura das portas: o sistema permite desde que pré-determinado, a instalação das
portas com abertura interna ou externa sem a necessidade de acessórios especiais.
Junção horizontal: os painéis internos possuem junção horizontal à meia altura, executada
com a utilização de um perfil especial de alumínio com fixadores de painel nas
extremidades, assegurando total rigidez e consolidação.
16.1.4. Perfil Montante
Perfil reforçado de alumínio, liga 6063, têmpera T-6, modelo exclusivo da empresa.
Perfis complementares exclusivos:
-Montante reforçado para situações especiais de projeto.
-Coluna auto-portante para estruturação de painéis isolados.
-Coluna de acabamento
-Coluna para junções em angulo (variável).
Cores e acabamentos:
- pintura eletrostática brilhante na cor branca
Dobradiças automáticas
Tipo “self-closing” em liga especial de alumínio (03 unidades por porta), com duplo apoio
para o pino eixo, articulado sobre buchas de nylon, com controle do ângulo de
permanência de 30° (abertura parcial), 0° (fechada), ou qualquer outro ângulo múltiplo de
30°.
Acabamento: anodizado fosco acetinado ou pintura
eletrostática
nas
cores
dos
montantes de alumínio.
Fechadura Universal tipo tarjeta livre/ocupado com o corpo em nylon reforçado com fibra
de vidro (material de alta resistência mecânica) na cor preta fosca e espelhos de
acabamento em policarbonato, impresso na cor branca.
Características:
- abertura externa de emergência
- puxadores, externo e interno anatômicos.
- sistema universal de abertura com lingueta deslizante, possibilitando sua utilização por
portadores de deficiências físicas.
- inexistência de fixações aparentes dificultando a remoção indevida (anti-furto).
16.1.5. Fixadores dos painéis
Peça em liga especial de alumínio com parafuso trava em aço inox com fenda sextavada.
Cores e acabamentos:
anodização fosco acetinada ou pintura eletrostática na mesma cor dos montantes de
alumínio.
16.1.6. Demais componentes
-Sapata rígida (interna não aparente) do montante em liga especial alumínio, fixada no piso
com chumbadores de aço.
-Sapata de nylon sob a sapata rígida para isolação e vedação no piso.
-Parafusos de fixação dos perfis e acessórios em aço inoxidável.
-Tampa dos perfis em nylon na cor preta.
-Batedeira do montante em EPDM preto
16.1.7. ACESSÓRIOS
16.1.8. Tapa-vista de entrada (TVE)
-altura: na mesma altura da divisória, sem elevação do piso.
-largura: conforme projeto, com perfil especial auto-portante na extremidade.
16.1.9. Tapa-vista de lavatório (TVL)
-altura: na mesma altura da divisória, elevado do piso com a utilização de um aparador
para travamento, em TS-10mm.
-largura: 0,65m de largura (padrão) com perfil de arremate na extremidade.
16.1.10. Tapa-vista de mictório (TVM):
Chapa simples de TS-10 mm, com cantos externos arredondados, acoplado com prateleira
porta-objeto de 0,25 x 0,275m , fixados com suportes especiais de alumínio nas paredes.
- medida padronizada: 0,40 x 0,80m, elevada 0,50 m do piso.
- outras medidas e desenhos: conforme projeto.
16.1.11. GARANTIA
Ferragens articuladas como dobradiças e fechadura: 05 anos.
Demais componentes: 10 anos. Pelo fabricante
17. SOLEIRAS, RODAPÉS E PEITORIL
17.1.1. Soleiras e Peitoris
Em princípio será de granito cinza andorinha, porém a decisão final será a critério da
fiscalização.
Deverão estar perfeitamente niveladas, não devendo existir ressaltos entre elas e os pisos.
No caso de aberturas externas, com desnível, as soleiras deverão contar com pingadeiras.
No caso de junção de materiais de pisos diferentes, a emenda será executada de forma a
ficar sob a folha da porta, do lado interno da soleira.
Todos os peitoris, pelo lado externo, deverão ultrapassar a parede acabada em 3cm, e
deverão contar com pingadeiras de corte seco na parte inferior do peitoril.
Os peitoris pelo lado interno deverão transpassar as paredes acabadas, no mínimo 1cm, e
não precisarão de pingadeiras.
17.1.2. Rodapés
Existirá em todo o piso cerâmico que seja limitado por paredes com revestimento de
argamassa.
Regra geral deverão ser do mesmo material usado nos pisos, na altura normal de 7 cm ou
conforme indicado no projeto de Arquitetura.
18. INSTALÇÕES HIDRÁULICAS
18.1. Normas
Para o desenvolvimento do projeto acima referido foram observadas as normas, códigos e
recomendações das entidades a seguir relacionadas:
- NBR 5626/98
Instalações Prediais de Água Fria.
- NBR 7198/93
Projeto e execução de instalações prediais de água quente
- NBR 8160/99
Instalações Prediais de Esgoto Sanitário.
18.2. Água Fria
O projeto de instalações de água fria foi elaborado de modo a garantir o fornecimento de
água de forma contínua em quantidade suficiente, mantendo sua qualidade, com pressões
e velocidades adequadas ao perfeito funcionamento do sistema de tubulações, incluindo
as limitações dos níveis de ruído.
18.2.1. Critérios de Dimensionamento
Para o cálculo das vazões de dimensionamento, utilizou-se o método de pesos previsto na
NBR-5626 da ABNT. As perdas de carga foram calculadas com base na fórmula de FairWhipple-Hsiao para tubos de PPR
18.2.2. Fixações
As fixações para tubos de PVC rígido marrom e cobre no teto ou na parede, deverão ser
feitas com materiais galvanizados eletrolíticos. Quando houverem pesos concentrados,
devido à presença de registros, estes deverão ser apoiados independentemente do
sistema de tubos.
Apoios deverão estar sempre o mais perto possível das mudanças de direção, os mesmos
deverão ter um comprimento de contato mínimo de 5 cm e um ângulo de abraçamento de
180° isto é, envolvendo a metade inferior do tubo, inclusive acompanhando a sua forma.
Nos sistemas de apoio, apenas um poderá ser fixo, os demais deverão estar livres,
permitindo o deslocamento longitudinal dos tubos, causado pelo efeito da dilatação
térmica. Não serão permitidas fixações de tubos no teto feitas com arame.
18.3. Esgoto Sanitário
O projeto das instalações de esgotos sanitários foi desenvolvido de modo a atender as
exigências técnicas mínimas quanto à higiene, segurança, economia e conforto dos
usuários, incluindo-se a limitação nos níveis de ruído.
As instalações foram projetadas de maneira a permitir rápido escoamento dos esgotos
sanitários e fáceis desobstruções, vedar a passagem de gases e animais das tubulações
para o interior das edificações, impedir a formação de depósitos na rede interna e não
poluir a água potável.
Foi previsto um sistema de ventilação para os trechos de esgoto primário proveniente de
desconectores e despejos de vasos sanitários, a fim de evitar a ruptura dos fechos hídricos
por aspiração ou compressão e também para que os gases emanados dos coletores sejam
encaminhados para a atmosfera.
18.3.1. Critérios de Dimensionamento
Para o cálculo das tubulações primárias, secundárias e coletores principais, observou-se o
descrito na NBR-8160/93 da ABNT. O dimensionamento foi baseado num fator
probabilístico numérico que representa a freqüência habitual de utilização, associada à
vazão típica de cada uma das diferentes peças e aparelhos sanitários em funcionamento
simultâneo na hora de contribuição máxima.
18.4. Especificações de Material hidráulica - Água Fria
Vasos Sanitários em louça branca, com caixa acoplada, Mictórios em louça branca,
lavatórios individuais em louça branca, torneiras de pressão com fechamento automático,
valvulas de lavatório.
A CONTRATADA deverá fornecer as ligações flexiveis, sifões tubos de chuveiros.
a.) Tubulações e conexões
Os tubos deverão ser em PVC rígido marrom, com juntas soldáveis, pressão de serviço de
7,5 Kgf/cm2. Os tubos deverão ser fabricados em conformidade com as especificações da
norma EB-892 (NBR 5648) da ABNT. O fornecimento deverá ser em tubos com
comprimento útil de 6,0m. As conexões deverão ser em PVC rígido marrom, com bolsa
para junta soldável, pressão de serviço de 7,5 Kgf/cm2. Nas interligações com os metais
sanitários deverão ser utilizadas conexões azuis com bucha de latão.
Fabricante: Tigre ou Fortilit.
b.) Registros de gaveta: distribuição
Deverão ser em bronze com canopla e por se tratar de elementos decorativos atenderão
as especificações arquitetônicas.
Fabricante: Deca, Fabrimar ou similar.
c.) Registros de pressão
Deverão ser em bronze com canoplas, e deverão atender as especificações arquitetônicas.
Fabricante: Deca ou Docol.
d.) Metais sanitários
Por se tratar de elementos também decorativos, deverão atender as especificações
arquitetônicas.
18.5. Especificações de Material hidráulica - Água quente
18.5.1. NORMAS TÉCNICAS
Os tubos e conexões Amanco PPR atendem à norma ISO 15874: Sistemas de tubulações
de plástico para instalações de água quente e fria - Polipropileno (PP), que supera as
especificidades exigidas pela NBR 7198: Projeto e Execução de instalações prediais de
água quente
18.5.2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os tubos e conexões fabricados com, o Polipropileno Copolímero Random Tipo 3.
Classe de pressão
Uso
PN 25 (identificado pela linha vermelha) Água quente ou água fria
PN 20 (identificado pela linha amarela)
Água quente ou água fria
PN 12 (identificado pela linha azul)
Água fria
18.6. Especificações de Materiais Hidráulicos - Esgoto Sanitário.
a.) Tubulações e conexões
Os tubos e conexões deverão ser em PVC rígido tipo esgoto, com junta elástica, ponta e
bolsa, conforme norma ABNT NBR 5688.
Fabricante: Tigre ou Fortilit.
18.6.2. Ensaio e Recebimento das Instalações
O instalador testará em presença do proprietário todas as instalações de acordo com o
seguinte roteiro:
a.) Água fria e Água Quente
Todas as canalizações de água serão antes de eventual pintura ou fechamento dos rasgos
das alvenarias ou de seu envolvimento por capas de argamassa, lentamente cheias de
água para eliminação completa de ar, e em seguida, submetidas à prova de pressão
interna.
Toda a tubulação de água fria deverá ser submetida a uma pressão de trabalho igual a
uma pressão de trabalho normal previsto, no caso 25mca, ou seja, 2,5Kgf/cm², sem que
apresentem vazamentos durante pelo menos 6 (seis) horas.
b.) Esgoto
Toda a tubulação de esgoto deverá ser testada com água ou ar comprimido sob pressão
de 3,00mca, ou seja, 0,30Kgf/cm² durante um período mínimo de 30 minutos, com todas
as aberturas previamente tamponadas a exceção da mais elevada.
Após a instalação dos aparelhos sanitários, todos os seus fechos hídricos deverão ser
completamente
preenchidos
com
água,
devendo
as
demais
coberturas
serem
tamponadas, exceto as aberturas dos tubos ventiladores e a abertura de introdução para a
prova de fumaça.
Quando for notada a saída de fumaça pelos tubos ventiladores, estes deverão ser
tamponados e a fumaça deverá ser introduzida até atingir a pressão de 25mca, por um
período mínimo de 15 minutos.
18.6.3. EXECUÇÃO
Na armazenagem guardar os tubos sempre na posição horizontal, e as conexões em
sacos ou caixas em locais sombreados, livres da ação direta ou exposição contínua ao sol,
livres do contato direto com o solo, produtos químicos ou próximos de esgotos.
Os tubos devem ser soldados com adesivo plástico apropriado, após lixamento com lixa
d’água e limpeza com solução desengordurante das superfícies a serem soldadas.
Limpar a ponta e a bolsa dos tubos com solução limpadora.
O adesivo deve ser aplicado na bolsa (camada fina); e na ponta do tubo (camada mais
espessa); após a junção das peças, deve-se remover o excesso de adesivos, pois estes
atacam o PVC; os tubos não devem ser movimentados antes de pelo menos 5 minutos.
Após a soldagem, aguardar 24 horas antes de submeter a tubulação às pressões de
serviços ou ensaios.
Para desvios ou pequenos ajustes, empregar as conexões adequadas, não se aceitando
flexões nos tubos.
Não devem ser utilizadas bolsas feitas com o próprio tubo recortado, sendo necessário o
uso de luvas adequadas.
Os tubos embutidos em alvenaria devem receber capeamento com argamassa de cimento
e areia, traço 1:3.
Nas instalações de chuveiro ou aquecedor de passagem individual elétricos com tubulação
em PVC, prever conexão com bucha e reforço de latão e aterramentos, pois o PVC é
isolante.
A tubulação pode ser chumbada em alguns pontos, nunca nas juntas.
Testar a instalação com ensaio de obstrução e estancamento; nos casos de tubulações
embutidas, os testes devem ser feitos antes da aplicação do revestimento.
A instalação deve ser testada com ensaio de estanqueidade e obstrução.
18.7. Teste de estanqueidade e obstrução
Os ensaios devem obedecer à NBR 5626.
Nos casos de tubulações embutidas os testes devem ser realizados antes da aplicação de
revestimento.
Onde não houver a possibilidade de instalar a peça sanitária final (louça ou metal), vedar
todas as extremidades abertas, ou seja, os pontos de utilização (saída de água) com plug
e fita veda rosca.
Realizar o ensaio da linha em trechos que não excedam 500m em seu comprimento.
Aplicar à tubulação uma pressão 50% superior à pressão hidrostática máxima da
instalação (esta pressão não ser menor que 1kg/m² em nenhum ponto).
Sempre que possível, o teste deve ser feito com o acoplamento de um pressurizador ao
sistema, porém a critério da fiscalização, pode ser aceito ensaio com a pressão d’água
disponível sem o uso de bombas.
A duração mínima da prova deve ser 6horas.
Os pontos de vazamentos ou exsudações (transpirações) devem ser sanados, corrigidos e
novamente testados até a completa estanqueidade.
Após o ensaio de estanqueidade, deve ser verificado se a água flui livremente nos pontas
de utilização (não havendo nenhuma obstrução).
18.7.1. RECEBIMENTO
O serviço pode ser recebido se atendidas todas as condições de projeto, fornecimento dos
materiais e execução.
Observar os critérios para recebimento da NBR 5626.
Não aceitar peças com defeitos visíveis na superfície, como trincas, empenamentos,
amassados, ondulados, etc.
A Fiscalização deve acompanhar a execução dos ensaios exigidos.
18.8. Caixa d’água de polietileno
18.8.1. DESCRIÇÃO
Os reservatórios (caixas d’água) e as devem ser construídos de acordo com o projeto
estrutural, respeitando todas as recomendações, espessuras de lajes, paredes bitolas de
aço, resistência do concreto entre outras que constam do projeto.
18.8.2. Impermeabilização
Descrição
Impermeabilizante à base de resinas termoplásticas e cimentos aditivados que em
composição, resultam em uma membrana de polímero modificado, com cimento de
excelentes características de resistência e impermeabilidade.
2. Vantagens
• Resistente à altas pressões hidrostáticas positivas;
• Produto de fácil aplicação com trincha ou vassoura de pelo;
• Não altera a potabilidade da água, sendo atóxico e inodoro;
• Aplicado sobre superfícies de concreto ou argamassa isenta de cal. Confere excelente
aderência;
• Acompanha as movimentações estruturais e fissuras previstas nas normas brasileiras.
3. Características Técnicas
(Componente A)
(Componente B)
Aspecto: líquido viscoso Aspecto: pó
Cor: branca Cor: cinza
Densidade a 25ºC: 1,00 a 1,05g/ml
*Viscosidade de Krebs: 85a 120 UK
PH: 7,5 a 9,5 *Aplicação: boa Viscosidade de Bookfield: 100 a 400 Cps
*Tempo de vida da mistura:
mín. 1 hora
* Viscosidade de Krebs: 85 a 120 UK
* Aplicação: boa
* Tempo de vida de mistura: mín. 1hora
18.8.3. Preparação da superfície
O substrato deverá apresentar-se limpo, sem partes soltas ou desagregadas, nata de
cimento, óleos,desmoldantes, etc. Recomenda-se a lavagem com escova de aço e água
ou jato d'água de alta pressão.
Ninhos e falhas de concretagem deverão ser tratados com argamassa de cimento e areia,
traço 1:3 amassada com solução de água e emulsão adesiva Viafix, na proporção de 2:1
em volume.
Deve-se calafetar eventuais juntas de dilatação, fissuras e ao redor de tubulações com
mástique Poliuretano.
Sobre o substrato úmido, aplique 2 demãos de Viaplus 1000 ou Viaplus Top e aguarde
secar de 2 a 6 horas entre demãos (ver catálogos específicos). Esta aplicação tem como
objetivo o estucamento e a selagem dosporos do substrato.
18.8.4. Preparação do produto
O produto é fornecido em dois componentes:
Componente A (resina) - Resina e aditivos;
Componente B (pó cinza) - Cimentos especiais, aditivos impermeabilizantes e
plastificantes.
Adicione aos poucos o componente B (pó cinza) ao componente A (resina), misturando
mecanicamente por 3 minutos ou manualmente por 5 minutos, obtendo uma pasta
homogênea e sem grumos.
Uma vez misturados os componentes A+B, o tempo de utilização desta mistura não deve
ultrapassar o período de 60 minutos, na temperatura de 25 °C. Passado este período, sua
utilização não é recomendada.
Em hipótese alguma adicione água na mistura mistura do Viaplus 5000.
Aplicação do produto
Misture constantemente o produto durante a aplicação. Aplique Viaplus 5000 com trincha
ou vassoura de pelo.
Na primeira demão, aguarde secar por um período mínimo de 4 horas. Aplique as
"demãos" subsequentes em
sentido cruzado, em camadas uniformes por igual período ou dependendo da temperatura
ambiente, até atingir o consumo especificado.
Entre a 2ª e a 3ª demão, reforce o revestimento com incorporação de uma tela de poliéster
(Mantex) malha 2x2mm.
Espalhe areia peneirada e seca antes da secagem da última demão do Viaplus 5000 para
melhor ancoragem da argamassa de proteção ou revestimento final.
Aguarde a cura do produto por no mínimo 5 dias antes do teste de estanqueidade e
execução da proteção mecânica.
18.8.5. Argamassa de Proteção Mecânica
Horizontal
Execute argamassa de proteção mecânica de cimento e areia traço 1:3, desempenada
com espessura mínima de 3 cm.
18.8.6. Recomendações
Ambos os componentes não apresentam riscos à saúde quando utilizados corretamente.
Utilize luvas de borracha para manuseio do produto. Após o seu uso, lave bem as mãos.
Em caso de contato do produto com os olhos ou mucosas, lave com água em abundância.
Persistindo a irritação, procure orientação médica.
A utilização dos EPIs normais e insuflador para renovação do ar interno é imprescindível
quando o produto for aplicado em locais fechados.
Para reservatórios e torres de água, recomenda-se que antes da preparação da superfície,
seja executado o teste de carga d'água por no mínimo 72 horas, para acomodação da
estrutura. Verifique o aparecimento de eventuais trincas e fissuras que podem ocorrer na
carga total.
Aguarde a cura do produto por um período mínimo de 5 dias ou conforme condições de
temperatura ambiente, umidade relativa e ventilação.
18.8.7. Requisitos
O reservatório (caixa d’água) não deve apresentar fissuras, bolhas, rebarbas ou furos, a
não ser os previstos para as ligações hidráulicas.

Toxidade: a água potável em contato com o reservatório não deve apresentar
alterações em suas características sensoriais tais como coloração visível, sabor ou
odor estranhos, bem como não deve apresentar substâncias indesejáveis, tóxicas
ou contaminantes, que representem um risco à saúde humana em quantidades
superiores aos limites máximos especificados na Portaria vigente do Ministério da
Saúde, que estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle
e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de
potabilidade;
Estanqueidade à água:

Inexistência de vazamentos ou infiltração de água após enchimento completo
de seu volume efetivo;
18.8.8. EXECUÇÃO
O reservatório deve ser construído de forma a garantir sua efetiva operação e
manutenção, da forma mais simples e econômica possível. O acesso ao interior do
reservatório, para inspeção e limpeza, deve ser garantido através de espaço em torno do
reservatório com dimensões mínimas de 60cm.
A tampa deve ser acoplada ao corpo do reservatório por meio de parafusos ou outro
sistema de fechamento, de acordo com as recomendações do fabricante. O sistema de
vedação deve garantir que a tampa se mantenha firmemente presa na sua posição
impedindo a entrada de líquidos, poeira, insetos e outros animais no interior do
reservatório.
Nas ligações hidráulicas devem ser utilizados componentes adequados, previamente
definidos em projeto. Utilizar adaptadpr flangeado dotado de junta adequada à tubulação a
que estará ligado; atenção especial deve ser dada à estanqueidade da ligação hidráulica e,
para tanto, utilizar vedação constituída de anéis de material plástico ou elástico nas faces
externas do reservatório.
.
19. COMBATE À INCÊNDIO POR EXTINTORES
A instalação de extintores foi projetada de acordo com as especificações do Corpo de
Bombeiros do Estado de São Paulo Decreto nº 46076/2001, que deverá prevalecer nos
casos em que se apresentem dúvidas e/ou omissões.
19.1.1. Disposição dos Extintores
Forma previstos extintores de água pressurizadas (carga extintora de 2-A), de pó tipo BC
(carga extintora de 20:C), e de dióxido de carbono (carga extintora de 5-B:C), conforme
especificação e localização em planta.
19.1.2. Normas de Instalação dos Extintores
Deverão ser seguidas as seguintes descrições:
O extintor não poderá ter sua parte superior à mais de 1,60 do piso
O local onde será instalado o extintor deverá permanecer visível, livre, desobstruído e
perfeitamente sinalizado de acordo com as normas do Corpo de Bombeiros do Estado de
São Paulo;
Os extintores deverão ser do tipo aprovado pela ABNT e portador do selo de conformidade
do INMETRO, além da etiqueta coma data de carga e a data da próxima recarga.
19.1.3. Especificações para Liberação das Instalações
Os serviços de instalações hidráulicas deverão acompanhar o cronograma da obra de
modo que não atrase sua execução, observando os itens abaixo como condições mínimas
para liberação final das mesmas;
19.1.4. Especificações de Materiais
Os Equipamentos e/ou materiais deverão obedecer as últimas edições das normas
vigentes da ABNT, Concessionárias locais e as especificações feitas pelo IEE.
19.1.5. Garantia dos Equipamentos
As instalações executadas na forma do presente memorial deverão ser garantidas pela
empresa instaladora quanto a qualidade dos materiais empregados , ainda, quanto a
conformidade com exigências em vigor nesta data, impostas pelas repartições e
companhias com jurisdição sobre referidas instalações desde que as alterações que
porventura venham acontecer após a entrega da mesma, sejam por ela feitas ou
supervisionadas.
19.1.6. Requisitos Gerais dos Materiais e Equipamentos
19.1.7. Extintores
Extintores: Os extintores deverão ser do tipo aprovado pela ABNT e portador do selo de
conformidade do INMETRO, e contendo etiqueta da data da carga e data de recarga. Os
tipos utilizados no projeto são seguintes:
De água pressurizada, portátil, com carga extintora de 2-A
De pó tipo BC, portátil, com carga extintora de 20-B:C
De dióxido de carbono, portátil, com carga extintora de 5-B:C
Fabricação: Bucka Spiero, Wormald Resmat ou produto Equivalente
20. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
20.1. NORMAS E ESPECIFICAÇÕES
As instalações deverão atender às condições fixadas nas seguintes normas e
especificações nas suas últimas revisões editadas, e na ausência delas, normas
internacionais vigentes, como segue:
NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
NBR 5413 – Iluminância de Interiores – Procedimento;
NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
20.2. ELEMENTOS GRÁFICOS
Fazem parte deste projeto os seguintes elementos:
- 0802 –EL-DE-05 – Iluminação
- 0802 –EL-DE-06 – Tomadas, Lógica e Telefonia
- 0802 –EL-DE-07 – Quadro QLT – Diagrama Trifilar e Detalhe
- 0802 –EL-DE-08 – SPDA _ Planta e Corte AA e Detalhes
-0802-EL-MD-02 - Memorial Descritivo
-0802-EL-LM-02 - Lista de Materiais
20.3. SISTEMAS PROPOSTOS
20.4. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
20.4.1. Iluminação:
O sistema de iluminação será feita através de diversos tipos luminárias de embutir,
conforme modelo indicado no projetos.
O nível de iluminamento foi calculado conforme recomenda a norma para cada ambiente..
As alimentações das luminárias serão efetuadas pelo quadro QLT a ser instalado conforme
indicado em projeto..
20.4.2. Tomadas Uso Geral:
Foram previstas tomadas 2P+T de 20/25A, 110V e220V,, de uso geral, distribuídas através
de eletrodutos em PVC a serem embutidos na laje, parede ou piso e de eletrodutos em aço
galvanizado em instalações aparentes, conforme projeto.
A alimentação das tomadas de uso geral serão efetuadas pelo quadro QLT a ser instalado
conforme indicado em projeto.
20.4.3. Alimentação do Quadro QLT
A alimentação do quadro QLT será do sistema existente, a ser definida em obra.
20.4.4. Distribuição de Força:
O quadro QLT será novo e deverá ser instalado conforme projeto.
Todo sistema elétrico (iluminação e tomadas ) será alimentado através do quadro QLT.
20.5. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS ELÉTRICOS.
20.5.1. GENERALIDADES
O executante deverá proceder minucioso exame no local da obra, nas plantas,
especificações, memoriais e demais elementos constantes da documentação, de modo a
verificar as condições, medidas, quantidades e técnicas necessárias ao desenvolvimento
dos serviços.
Qualquer discrepância, porventura observada, que possa trazer dúvidas ou embaraços
futuros ao desenvolvimento dos serviços, deverá ser esclarecida com a engenharia.
Nestas condições, qualquer eventual omissão do presente memorial, não justificará a não
execução ou fornecimento de material/serviço que implique na conclusão, dentro da boa
técnica dos serviços relacionados.
Os materiais a serem empregados, deverão ser de primeira qualidade, novos, devendo
obedecer às normas, marcas e especificações deste memorial, da ABNT, regulamento das
Concessionárias e recomendações, normas e prescrições dos fabricantes.
Qualquer substituição de material, produto ou marca especificada, só poderá ser proposta
por motivo relevante de força maior como inexistência no mercado, prazos de entrega
incompatíveis com o prazo da obra, ou outros materiais solicitados.
20.6. PRESCRIÇÕES GERAIS DA INSTALAÇÃO
20.6.1. Tubulações:
Deverão ser utilizados, para todos os tipos de instalações, eletrodutos rígidos, conforme as
especificações do projeto.
Os eletrodutos rígidos devem ser emendados através de luvas atarraxadas em ambas as
extremidades a serem ligadas, as quais serão introduzidas na luva até se tocarem,
assegurando a continuidade da superfície interna do eletrodutos.
A junção de eletrodutos e/ou conexões deve sempre ser precedida de inspeção dos
trechos a serem unidos, retirando-se quaisquer detritos aí encontrados: a junção deve ser
feita de modo a permitir e manter permanentemente o alinhamento e estanqueidade.
Os eletrodutos devem ser cortados por plano perpendicular ao seu eixo, retirando-se
cuidadosamente todas as rebarbas deixadas nas operações de corte e abertura de rosca.
Os eletrodutos enterrados e/ou sujeitos a inundação eventual ou permanente deverão ser
de material plástico não corrosível.
Os eletrodutos devem ser instalados em linha reta, sempre que possível; nos eletrodutos
enterrados deve ser prevista declividade mínima de 0,3 % no sentido da(s) extremidade (s)
que permita(m) a saída de água infiltrada.
Não poderão ser feitas curvas a quente nos eletrodutos rígidos, devendo ser usadas,
quando necessárias, curvas pré fabricadas; estas curvas devem ser de padrão comercial e
devem apresentar compatibilidade dimensional com o eletroduto e rosca utilizados.
Todas as terminações de eletrodutos em quadros e caixas devem ser acabados com
buchas e arruelas para o tipo de eletroduto utilizado, sem deixar sobras de eletrodutos no
interior das caixas.
As tubulações que não forem ocupadas deverão ter arame de # 16 BWG passado.
20.6.2. Condutores:
Os condutores de energia elétrica devem, sempre que a linha do material permitir, ser
identificados pela cor do isolamento, conforme o seguinte código de cores:
Fase 1 (A ou R) – Preto
Fase 2 (B ou S) – Branco
Fase 3 (C ou T) – Vermelho
Retorno –Mesma cor da fase
Condutor neutro - Azul Claro
Condutor de proteção – Verde
Sempre que a instalação por cores não for possível e for importante que os condutores sejam identificados,
deve-se recorrer a identificadores plásticos do tipo presilha ou fita isolante colorida.
As instalações devem ser executadas de forma a evitar, durante e após a montagem, qualquer dano aos
cabos em virtude de bordas cortantes ou superfícies abrasivas.
Durante a instalação dos condutores, as forças de tração não devem ser superiores aos valores apropriados
ao tipo de condutor, e devem, de preferência, ser aplicados somente aos condutores, e não à isolação ou
proteção.
Os condutores somente devem ser enfiados após a conclusão total da rede de dutos, e terminando todos os
serviços de construção que os possam danificar. A enfiação deve ser iniciada após o revestimento das
paredes com massa fina ou seu equivalente, e a limpeza das tubulações.
A fim de facilitar a enfiação dos condutores, podem ser utilizadas guias de puxamento ou arames-guia, que
entretanto, só devem ser introduzidas após a conclusão das tubulações; pode ainda ser utilizado talco
industrial como lubrificante, desde que sua composição não comprometa o condutor, seu isolamento ou o
eletroduto.
Os condutores, em cada trecho de eletrodutos, devem ser contínuos, não sendo permitidas emendas ou
derivações no interior dos mesmos; nas caixas de passagem deverão ser deixados excessos de cerca 10 cm
no comprimento dos condutores, durante a enfiação.
As extremidades dos condutores devem ser sempre conectadas aos dispositivos de fiação adequados ao
tipo de ligação e bitola dos cabos, prolongando a secção total dos cabos até a conexão; para conexões com
parafusos, devem ser usados terminais próprios, preferencialmente prensados.
As emendas e derivações em fios e cabos de bitolas iguais ou superiores a 10 mm² devem ser feitas com
emendas próprias, a compressão.
Deverão ser observados os raios mínimos de curvatura para os diversos tipos de condutores utilizados. O
raio mínimo de curvatura para cabos sem blindagem metálica deverá ser 6 (seis) vezes o diâmetro nominal e
12 (doze) vezes o diâmetro nominal para cabos com blindagem metálica.
20.6.3. 6.2.3. Materiais
- Eletrodutos de aço carbono:
Eletroduto de aço-carbono galvanizado eletroliticamente isento de rebarbas, tipo médio.
Fabricantes: Daisa, Wetzel ou equivalente.
- Eletrodutos de aço carbono:
Eletroduto de PVC rígido.
Fabricantes: Tigre, Amanco ou equivalente.
- Buchas e arruelas:
Injetadas em liga de alumínio silício, com acabamento liso, com roscas paralelas BSP, segundo NBR
8133/83.
Fabricantes: P. Thomeu, Wetzel, Daisa.
- Braçadeiras e acessórios de fixação:
Em chapa de aço decapada e galvanizada a fogo, para o tipo de fixação e dimensões exatas, do tipo e
resistência mecânica adequadas ao tipo de tubulação e posição, com parafusos de aço
bicromatizados.
Fabricantes: Sisa, Marvitec, Daisa.
20.6.4. 6.2.4. Caixas e Quadros
- Quadros de distribuição:
Executados em chapa de aço #14 , com acabamento de porta e espelho, placa de montagem
removível, pintura eletrostática epóxi cinza RAL 7032 externa e laranja RAL 2002 nas partes sob
tensão, barramentos em cobre eletrolítico com 99,9% de pureza. A porta externa deverá ser dotada
de fechadura isolante tipo “yale” , grau de proteção IP 40 conforme IEC 144.
Fabricantes: Siemens, Propainel, Incotec, Paschoal Thomeu.
20.6.5. 6.2.5. Condutores e Acessórios
- Condutores para baixa tensão de classe 750V:
Condutores de cobre têmpera mole, encordoamento classe 4, com isolação de composto
termoplástico de PVC, não propagante de chama, com temperatura de serviço de 70º C, isolamento
para 750 V, em fio rígido para bitolas de até 6mm², e em cabos para bitolas maiores, conforme NBR
6880e NBR 6148.
Fabricantes: Pirelli. Alcoa, Ficap.
- Condutores para baixa tensão de classe 0,6/1kV:
Condutores de cobre têmpera mole, encordoamento classe 4, com isolação de composto
termoplástico de PVC, não propagante de chama, com temperatura de serviço de 70º C, isolamento
para 0,6/1kV, conforme NBR 6880e NBR 6148.
Fabricantes: Pirelli. Alcoa, Ficap.
- Cabos múltiplos de baixa tensão
Cabos de cobre têmpera mole, encordoamento classe 4, com isolação de composto termoplástico de
PVC, não propagante de chama, com temperatura de serviço de 70º C, isolamento para 0,6/1 kV,
conforme NBR 6880e NBR 6251 e NBR7288.
Fabricantes: Pirelli. Alcoa, Ficap.
- Cabos para ligações internas de luminárias:
Cabo multipolar com 3 condutores de cobre têmpera mole, encordoamento classe 4, com isolação de
composto termoplástico de PVC, não propagador de fogo, com isolamento para 750 V, conforme
NBR 6880/84 e NBR 6980/80.
Fabricantes: Pirelli, Condurgel, Induscabos.
- Terminais para cabo / barra:
Terminais de compressão, em cobre eletrolítico, com acabamento estanhado, com baixa resistência
ao contato.
Fabricantes: Burndy, Eltec, Magnet.
- Emendas para cabos:
Emendas a compressão, em cobre eletrolítico, com acabamento estanhado, com baixa resistência ao
contato.
Fabricantes: 3 M, Pirelli, Raychen.
- Conectores para réguas de bornes:
Conectores para instalação modular em perfis padronizados, em composto plástico termofixo, com
parafusos e contatos de alta condutibilidade, e previsão de encaixes para identificação, adequado às
bitolas dos condutores.
Fabricantes: Conexel, Siemens, Sprecher.
- Conectores de nylon para montagem de luminárias:
Conectores injetados em composto de nylon, com inserts de latão cadmiado, parafusos mecânicos
cadmiados, adequados às bitolas dos cabos.
Fabricantes: Sindal, Conexel.
- Identificadores para condutores singelos:
Marcadores em plástico semi-rígido, com encaixe para alinhamento, instalação em posição
intermediária do cabo, em tamanhos adequados às diversas bitolas dos condutores.
Fabricantes: 3 M, Hellerman, Identifix.
20.6.6. 6.2.6. Chaves e Dispositivos de Proteção e Comando
- Disjuntores até 50A:
Termomagnéticos de caixa moldada, secos para baixa tensão, unipolares ou multipolares, com
acionamento por alavanca, com correntes e capacidades de interrupção especificadas no projeto.
Fabricantes: Siemens, Merlin Gerin.
- Disjuntores acima de 50 A:
Termomagnéticos, de caixa moldada, secos para baixa tensão, multipolares, com acionamento por
alavanca vertical e para instalação em painéis, com correntes e capacidades de interrupção
especificadas no projeto.
Fabricantes: Siemens, Merlin Gerin.
Interruptores:
Corpo em condulete de alumínio, com duas entradas, em rosca padrão BSP (gás) paralela
ou a pedido NPT cônica conforme norma ANSI B-2.1. Acabamento em epóxi na cor cinza,
alta reistencia mecânica e versatilidade.
Fabricantes: Pial, Wetzel.
20.6.7. 6.2.7. Luminárias
- Luminárias fluorescentes para embutir:
Luminária para 2 lâmpadas fluorescentes de 28W, de embutir em forro, refletor em alumínio
anodizado, soquetes em policarbonato, com contatos em bronze fosforoso; reator eletromagnético de
2x32W – 220V- com capacitor de correção incorporado, fiação interna resistente a 110ºC.
Fabricantes: Lustres Projeto, Lumicenter, Philips, Itaim.
20.6.8. 6.2.8. Tomadas
- Tomadas:
Corpo em condulete de alumínio, com duas entradas, em rosca padrão BSP (gás) paralela ou a
pedido NPT cônica conforme norma ANSI B-2.1. Acabamento em epóxi na cor cinza, alta reistencia
mecânica e versatilidade.
Fabricantes: Pial, Wetzel.
20.7. Serviços Projetados
A.
B.
C.
Tubulação para Sistema de Força
Tubulação para Tomadas de Energia
Tubulação para Sistemas de Voz e Dados
20.8. Generalidades
O projeto foi elaborado de acordo com os arquivos fornecidos pelos projetistas de parte
arquitetônica.
Os serviços deverão ser executados conforme as especificações deste memorial, de
acordo com o projeto e as Normas Brasileiras dos sistemas envolvidos.
A empresa instaladora se encarregará de efetuar os pedidos de ligações e inspeções que
se fizerem necessários, devendo antes da execução das tubulações dos sistemas
envolvidos,
normas .
confirmar os detalhes executivos com os projetos aprovados e suas
Quaisquer dúvidas em relação aos
desenhos,
especificações,
normas, medidas,
recomendações ou interpretações, deverão ser esclarecidas em consulta por escrito
à Fiscalização.
Todos os desenhos e detalhes do Instalador ou de seus fornecedores, deverão ser
aprovados pela fiscalização, antes da execução.
Não serão aceitas quaisquer modificações sem a aprovação prévia da Fiscalização.
As instalações a serem executadas devem ser garantidas quanto a qualidade dos
materiais empregados e a Mão de Obra.
O instalador deverá substituir por sua conta, qualquer material ou
aparelho de seu
fornecimento que apresentar defeito decorrentes de fabricação ou má instalação. Ficam
ressalvados, entretanto, os casos
em que os defeitos provenham do mau uso das
instalações ou desgaste natural dos materiais.
Todo serviço considerado mal acabado, tais como caixas tortas, fundas ou saliências,
quadros mal feitos, altura dos pontos diferentes dos especificados, etc., deverá ser refeito
a custo do Instalador, a critério da Fiscalização.
A Fiscalização dos serviços em nada eximirá a Instaladora das responsabilidades
assumidas.
Devem ser observadas as seguintes normas para perfeita execução dos serviços:
a) Emprego de ferramentas próprias para cada tipo de serviço ou atividade;
b) As tubulações deverão ser aparentes sobre o forro e embutidas nas paredes, salvo nos
locais onde houver indicação em contrário;
c) As caixas de ligação e as tubulações deverão ser fixadas às formas antes de
concretagem;
d) Os tubos deverão ser cortados com serra e ter as bordas limadas antes das ligações
às caixas, em cujas ligações deverão ser utilizadas buchas e arruelas;
e) As junções de tubulações deverão ser feitas por meio de luvas próprias;
f) Não poderão ser executados trechos de tubulações em forma de "U";
g) A execução de enfiação deverá obedecer as seguintes observações :
- deve ser executada após o revestimento das paredes e tetos;
- quando houver azulejos, só depois de acabados;
- nos pisos, após a colocação do seu acabamento (taco, assoalho, cerâmica ou pedra ) ;
- as tubulações deverão estar limpas e secas, caso seja necessário o uso de lubrificante,
deve-se usar "talco";
- não poderão ser feitas emendas em condutores, nem nas tubulações e nem nas caixas;
h) Os cabos verticais de prumadas, devem ser fixos às eletrocalhas por meio
de
braçadeiras, afim de diminuir a tensão mecânica devida a seu peso próprio;
i) Nas tubulações secas, deverão ser deixados arames guía, galvanizado afim de facilitar
a passagem das enfiações.
Todos os serviços de tubulações e enfiações, deverão ser testados antes de colocação
dos aparelhos, conforme o especificado na ultima revisão da NBR 5410 ( NB- 3/90).
20.9. Montagem e instalação dos equipamentos
A instaladora deverá montar e instalar todos os equipamentos constantes do
projeto
mesmo não sendo de seu fornecimento com o máximo esmero, afim de garantir um
acabamento de primeira qualidade.
20.10. Fornecimento dos materiais
Ficará a cargo da fiscalização da obra, definir a quem caberá a responsabilidade sobre o
fornecimento dos materiais empregados, bem como apontar e aprovar a especificação
fornecida para os mesmos.
Deverá ser preenchida pela fiscalização, a folha " LIMITES DE FORNECIMENTO"
20.11. Normas Relacionadas
A instalação somente será aceita se forem atendidas as prescrições em sua última edição
ou revisão, das seguintes normas:
NBR – 5176
NBR - 5410
NBR - 6148
NBR - 5282
NBR - 5624
NBR - 5370
PB - 23
NBR - 6147
NBR
Observações :
– para segurança de aparelhos eletrônicos
- Instalações Elétricas de Baixa Tensão.
- Condutores Elétricos Isolados até 750 V- 70 oC.
- Disjuntores em Caixa Moldada.
- Eletrodutos Metálicos.
- Conectores para Cabos Elétricos.
- Caixas de Derivações de Instalações Elétricas
- Plugs e Tomadas de Uso Doméstico.
- Condutores de 0,6/1 Kv
- Os equipamentos a serem utilizados nas instalações projetadas, devem ser classe II de
isolamento;
- Todos os materiais a serem utilizados e/ou especificados devem possuir certificação do
INMETRO e/ou ISSO 9002.
20.12. Testes
Toda a instalação elétrica, após concluída sua montagem, deve ser verificada, ensaiada
e aceita, para o que se deve observar se atende ao projeto, as prescrições de montagem
das normas NBR-5410, além das prescrições apresentadas adiante.
Os equipamentos devem ser da mesma forma que as instalações, ensaiados no campo
em conformidade com as instruções do fabricante respectivo. De início, deve se fazer
ensaios de funcionamento e tensão e posteriormente, de tensão e correntes nominais
(potência).
Caso aprovado nestes ensaios, os equipamentos serão aceitos.
Todos os dados de testes e resultados devem ser devidamente anotados e enviados
por escrito a fiscalização.
Os cabos até 750 volts, deverão ser verificados quanto à continuidade e ser testados
usando um Megger de 1.000 Vcc.
20.13. Fiação
A especificação dos cabos deverá seguir a NBR 5410 para BT, utilizando como
especificação, cabos flexíveis de isolamento PVC/750v anti-chama, para circuitos de
distribuição: Sintenax, Gsette/Fiterflex e/ou EPR 0,6/1 KV 90º , para alimentadores e em
casos especiais ( para máquinas de ar condicionado ) cabos TPK 105º .
Não será permitido o uso de cabos embutidos diretamente na alvenaria ou o uso de “platchumbo”, como também de modo aparente.
Deve ser observada a seguinte norma de cores da isolação dos condutores e da
isolação ou capa dos cabos elétricos:
CORES DA ISOLAÇÃO OU DA CAPA
CONDUTORESCABOS
Tipo Pirastic Tipo Sintenax Flex
Tipo Afumex
unipolar Multipolar
unipolar Multipolar
Até 16 mm² 25 mm² acima
FASESR
Vermelha
Preta
Vermelha
Preta n.º 1 Preta
Preta n.º 1
S
Branca
Preta
Branca
Preta n.º 2 Preta
Preta n.º 2
T
Preta
Preta
Preta
Preta n.º 3 Preta
Preta n.º 3
NEUTRO
Azul Claro
Azul claro Azul claro
Preta n.º 4 Azul Claro Preta n.º 4
PROTEÇÃO Verde Amarela Verde
Verde
Verde
Verde
Verde
(TERRA )
OBS.: Nos cabos com a cor de isolação preta e nos cabos numerizados, utilizar anilha
identificando as fases R, S e
T com as letras R, S, T e N para o neutro.
Retorno – cinza.
No centro de medição, câmara de transformação e quadros gerais serão utilizados cabos
com isolamento EPR 90º nas interligações TRAFO/QTA/QGBT.
20.14. Quadro de Distribuição de Luz e Força (existente)
O quadro de distribuição é existente e será nele acrescentado os 4 novos circuitos para
alimentação de tomadas e ponto de força para ar condicionado.
20.15. Distribuição de Energia
A distribuição secundária aos pontos de consumo será efetuada por condutores em
proteção anti - chama e dimensionados conforme prescreve a norma NBR-5410, para
atender as cargas projetadas.
Os alimentadores do quadro deverão ter, além das características de não propagação e
auto extinção do fogo, as propriedades de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos e
corrosivos ( sem halogênios ).
Toda a instalação foi calculada para uma queda de tensão de 2% nos circuitos terminais e
3% nos circuitos de distribuição, respeitando o valor limite de 5%.
A bitola mínima dos condutores deverá ser a seguinte:
- Circuitos Terminais para Tomadas
2,5 mm²
A tubulação foi dimensionada para condutores de cobre, com isolamento plástico para 750
V, série métrica.
20.16. Instalação de Tomadas
A alimentação do quadro será feita com 3 fases, neutro e terra, conforme o diagrama
anexo ao projeto.
A altura dos equipamentos (tomadas) deverá ser confirmada com o projetista arquitetônico
ou decorador.
20.17. Distribuição de Tomadas
Foram previstas, em todos os ambientes, tomadas de uso específicas. Conforme a folha
de projeto desta distribuição. Sua alimentação será feita a partir do quadro termina
existente.
A distribuição de tomadas será feita em eletrodutos aparentes sobre o forro e embutidos
na parede e/ou piso, conforme o projeto.
Sua adequação de posição deverá atender as plantas de “Lay-Out”.
20.18. Instalação de Força
Todos os quadros e equipamentos deverão ser devidamente aterrados, conforme definido
pela NBR-5410.
Os cabos foram dimensionados considerando-se queda de tensão máxima de 5% com
corrente nominal.
As ligações dos cabos aos disjuntores, deverão ser feitas
por meio de terminais de
compressão a alicate.
20.19. Tubulação para Sistema de Voz e Dados
O alimentador do DG será dotado de caixas de passagem conforme padrão "Telebrás",
de piso ou de parede (protegidas por alvenaria) .
A execução deverá ser feita de acordo com as plantas, memoriais e especificações que
fazem parte do projeto e detalhes constantes do projeto aprovado pela concessionária.
Os pontos projetados para cada ambiente, serão instalados no rodapé, nas bancadas ou
nos dutos estruturados, conforme detalhe do projeto específico. De acordo com o sistema
de tomadas.
A tubulação destinada à Concessionária, deve ser feita rigorosamente de acordo com o
projeto aprovado, e não pode ser utilizada para outros fins.
Todas as extremidades dos tubos devem ser protegidas por buchas e arruelas. As caixas
de passagem e das prumadas, deverão ser pintadas na côr cinza.
As curvas devem merecer especial atenção para que não fiquem demasiado apertadas ou
deformadas.
O diâmetro mínimo da tubulação será de 3/4" (25 mm). Os diâmetros indicados em mm
atendem ao padrão da Concessionária.
Sua relação com os diâmetros comerciais são:
Polegadas
3/4"
Concessionária
Comercial/PVC
19 mm
25 mm
Deve ser instalada apenas tubulação seca, com arame # 14, galvanizado, devendo a
instalação dos cabos ser executada após inspeção da Concessionária, execução e
aprovação do projeto de cabos por projetista credenciado.
O projeto de interligação do DG à rede da concessionária e sua execução, deve ser
providenciado pelo instalador ou construtor, em tempo próprio a não interferir com
a entrega da obra através de empresa credenciada pela concessionária.
20.20. Tubulação para Tomadas e Informática
Foi projetado sistema de dutos e eletrodutos para possibilitar a instalação de pontos de
lógica (ou micros) e tomadas de corrente estabilizadas.
O projeto deverá ser aprovado pelo instalador dos equipamentos, caso o mesmo já esteja
definido.
A tubulação deverá ser executada com as mesmas características das tubulações
telefônicas e deverá ser deixado arame guia galvanizado para facilitar a futura passagem
dos cabos do sistema de lógica.
20.21. Especificações técnicas
20.21.1. Eletrodutos
As instalações dos eletrodutos seguirão as recomendações da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas).
20.21.2. Tipos de tubulações
a)
Nas tubulações aparentes e nas interligações com as Concessionárias,
deverão ser utilizados eletrodutos galvanizados eletroliticamente com costura, pintados na
cor cinza.
b) Nas tubulações embutidas no piso, teto ou parede, serão utilizados eletrodutos de PVC
ou eletrodutos de polietileno de alta densidade, semi-rígidos do tipo pesado para estrutura
e tipo leve para alvenaria.
Deverão ser instalados com buchas de acoplamento fornecidas pelo mesmo fabricante dos
tubos.
c) Nas prumadas verticais e demais tubulações embutidas em poços, espaços e demais
dutos da construção:
Eletrodutos de PVC rígido, rosqueados, conforme NBR-6150/1980.
20.21.3. NOTA
Não serão aceitas mangueiras comuns, cuja fabricação não seja própria para o emprego
como eletroduto e para as quais não existam caixas e conexões apropriadas.
20.21.4. Eletrocalhas
Em chapa galvanizada, lisa pré zincadas a fogo, com tampa conforme indicação de
projeto.
Acessórios próprios aos sistemas utilizados
20.21.5. Condutores
Os condutores deverão atender as prescrições da norma NBR-6148 da ABNT, onde
aplicável.
20.21.6. Condutores de Baixa Tensão
a) Maneiras de Instalar 1,2,3,5,6,12 e 13 da NBR 5410 :
Condutores isolados, de cobre eletrolítico secção métrica, isolados com PVC 70 oC,
isolação mínima 750 V.
b) Maneiras de Instalar 4,7,8,9,10, e 11 da NBR 5410:
Condutores Uni ou Multipolares alta condutibilidade, de cobre eletrolítico isolados com
PVC 70 oC, com capa, isolação mínima 750 V.
Para circuitos alimentadores, com dupla isolação ( tipo sintenax ) e para circuitos de
distribuição com isolação termoplástica (tipo Pirastic).
Para áreas comuns, circulações e sala de reuniões devem ser utilizados condutores com
isolamento de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos e corrosivos (sem halogênios).
OBSERVAÇÃO
Os condutores deverão possuir as seguintes cores:
CORES DA ISOLAÇÃO OU DA CAPA
CONDUTORES
Tipo Pirastic
CABOS
Tipo Sintenax Flex
Tipo Afumex
unipolar
Multipolar
unipolar
Multipolar
Até 16 mm²
25 mm² acima
Vermelha
Preta
Vermelha
Preta n.º 1
Preta
Preta n.º 1
FASES R
Branca
Preta
Branca
Preta n.º 2
Preta
Preta n.º 2
S
Preta
Preta
Preta
Preta n.º 3
Preta
Preta n.º 3
T
Azul Claro
Azul claro
Azul claro
Preta n.º 4
Azul Claro
Preta n.º 4
NEUTRO
PROTEÇÃO (TERRA ) Verde Amarela
Verde
Verde
Verde
Verde
Verde
OBS.: Nos cabos com a cor de isolação preta e nos cabos numerizados, utilizar anilha identificando as fases R, S e
T com as letras R, S, T e N para o neutro.
20.21.7. Caixas
Deverão obedecer as prescrições da norma pertinente da ABNT (PB - 23).
20.21.8. Embutidas na Estrutura
Deverão ser de PVC, polietileno, de construção e montagem estanque.
4" x 4" octogonal de fundo móvel para embutir nas lajes.
4" x 4" ou 4" x 2" para embutir em alvenaria.
20.21.9. Embutidas na Alvenaria
Deverão ser de polietileno nas dimensões apropriadas .
- 4" x 2" retangular para caixas de passagem ou de equipamentos (até três).
- 4" x 4" quadradas para caixas de passagem ou de equipamentos (mais de três).
20.21.10. Tomadas
De embutir, com haste, contatos de prata e componentes de junção elétrica
cobre. (2P+T).
- Dependências de serviço (F+F+T) 2 pólos com "terra", padrão brasileiro.
- Tomadas gerais (F+F+T) Plug, 2 pólos com "terra", padrão brasileiro.
OBSERVAÇÃO: As tomadas deverão ser dotadas de pólo para pino “terra”.
20.21.11. Conectores e Terminais
Conforme necessidades da instalação.
20.22. Fábricação recomendada
em liga de
20.22.1. Eletrodutos
Aço Galvanizado
Tubos de aço rígido, sem costura, com rosca BSP, acabamento galvanizado (contínuo)
a quente, interna e externamente com marca do fabricante impressa.
Fabricação: APOLLO, SISA, PASCHOAL THOMEU, ADMARTINO, ROGAN.
20.22.2. Eletrocalhas
Fabricação: SALF , MOPA, MEGA OU CELMAR.
20.22.3. Condutores
Fios e cabos de cobre eletrolítico de alta condutibilidade, revestimento termo-plástico e
nível de isolamento para 750 V.
Revestimento em cores diversas, segundo especificação do projeto, com gravação da
bitola, isolação, temperatura e nome do fabricante.
Fabricação: PIRELLI, FICAP , CONDUGEL ou ALCOA.
20.22.4. Caixas para Equipamentos
De Chapa de Aço Esmaltado
N.º 16, estampada, esmaltada a quente interna e externamente, dotadas de orelhas e
olhais, nas seguintes dimensões:
- 4"x 2" retangular para caixas de passagem ou de equipamentos
tomadas, etc ).
(interruptores,
- 4" x 4" quadradas para caixa de passagem ou equipamentos.
Fabricação: PASCHOAL THOMEU, GOMER, ou MORATORI.
20.22.5. Caixas de Passagem
Dimensões até 4" x 4" (10 x 10 cm)
De Piso
Alumínio Fundido
Fabricação: WETZEL.
20.22.6. Disjuntores
Automáticos, com proteção termo-magnéticas, tipo "Quick-lag" ou "Diaquik", classe 600 V,
com fixação na base e manobra superior. Padrão IEC.
Fabricação: SIEMENS, MERLIN GERIN, ABB , ESTON.
20.22.7. Tomadas
De embutir, com haste, contatos de prata e componentes de junção elétrica em liga de
cobre, com pólo para pino “terra”.
Fabricação: PIAL-LEGRAND , BTICINO, SIEMENS, PRIMELÉTRICA.
- 2 pólos com "terra",.
Fabricação: PRIMELÉTRICA ou PIAL.
- Tomadas gerais (F+F+T) Plug, 2 pólos com "terra".
20.22.8. Conectores e Terminais
Conforme necessidades da instalação.
Fabricação: BURNDY, CONEXEL, INTELLI, MAGNET.
20.22.9. Buchas e Arruelas
Fabricação: WETZEL ou DAISA.
20.22.10. Fitas Isolantes
Fabricação: Scoth, Firestone, Tigre, 3M.
21. Iluminação
21.1. Luminária de embutir em forro G.A. para 2x32w com refletor
Tipo: embutir em forro de gesso
Tipo de lâmpada: fluorescente tubular 32W
Quantidade de lâmpadas da luminária: 2x32W
Material: Corpo em aço fosfatizada na cor branca Ópticas em alumínio alta pureza
Conjunto óptico: refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza
Cor da luminária: branca
Tamanho da luminária: De embutir TBS027: para forro de gesso 2 x 32 W (1380 x 275
mm)
Tipo de soquete: antivibratório com engate rápido e rotor de segurança
Rendimento: Superior ou igual a 80%
Classe de ofuscamento: Superior ou igual a B/300 lux.
21.2. Lâmpadas Fluorescentes Tubulares 32W de sobrepor – Alta Eficiencia
Lembramos que essas lâmpadas podem funcionar nas tensões 127V quanto 220V
Tipo: tubular
Potência: 32W
Fluxo luminoso: igual ou superior a 1200 lumens
Temperatura de cor: 4000K a 4100K
Índice de reprodução de cor: igual ou superior a 85%
Bulbo: T-8 (26 mm)
Comprimento: 0,60 m
Base: G13 – bipino
Tipo de pó: trifósforo
Vida nominal: igual ou superior a 7500 horas.
21.3. Reator eletrônico duplo 2x16w/127
Tensão de alimentação
127V
Fator Fluxo luminoso
maior ou igual a 0,96
Fator de potência
maior ou igual a 0,97
Distorção harmônica
menor ou igual a 10%
Fator de eficácia do reator
maior ou igual a 2,70
Freqüência de rede
60Hz
Freqüência de alimentação
20kHz a 50 kHz
Partida
Rápida, Ultra rápida ou instantânea
Fator de crista de corrente
menor que 1,7
Temperatura máxima de carcaça igual a 65ºC
Corpo do reator
em material metálico
Vida útil
superior ou igual a 30.000h
Os materiais de iluminação, fora das especificações mínimas aqui exigidas serão
reprovados e impedidos de serem utilizados na obra.
22. ESQUADRIAS PADRONIZADAS DE ALUMÍNIO
22.1. Normas de Referencia para esquadrias
NBR-10825 Caixilho para Edificação - Janela do Tipo Basculante - Verificação
da Resistência às Operações de Manuseio
NBR-10820 Caixilho para Edificação - Janela
NBR-10821 Caixilho para Edificação - Janela
Serão instaladas caixilhos em alumínio anodizado, tipo Basculante, tamanho Comercial
a.) Materiais
As esquadrias serão executadas com perfis de série, e obedecerão aos detalhes
respectivos quanto as dimensões e funcionamento. Todas estas esquadrias serão
fornecidas e montadas completas, incluindo dobradiças, fechos, baguetes, placas de
arremate, contramarcos, vedações, etc.
b.) Recomendações
A justaposição da folha com a guarnição deverá ser estanque à água de chuva, sem ter
frestas que permitam a passagem de corrente de ar,. Entre as folhas e as guarnições
serão deixadas folgas mínimas necessárias ao perfeito funcionamento das partes móveis.
As bordas das folhas móveis terão de justapor-se perfeitamente entre si e com guarnições,
pelo sistema de mata-juntas.
O caixilho precisa ter dispositivo que permita a drenagem da água que porventura possa
penetrar ao interior dos perfis. A ferragem necessária a movimentação, colocação e
fixação ou fechamento da esquadria será fornecido pelo serralheiro e, por ele, colocada.
As juntas entre o alumínio e a alvenaria, concreto, peitoris, assim como entre os montantes
e folhas fixas das esquadrias, terão de ser calafetadas com massa vedante, elástica ou
plástica permanente, que deverá preencher totalmente os interstícios.
A CONTRATANTE deverá participar da qualificação dos fornecedores de esquadrias,
portanto serão considerados alguns crítérios técnicos para a contratação do fabricante:









Informatização dos projetos, automação dos processos, origem dos perfis;
Relatórios demosntrativo de obras anteriores
Avaliação dos serviços de instalação com outros Contratantes.
Selo de qualidade Afeal e certificação ISSO 9000
Modelo de projetos elaborados pelo fornecedor e especificação técnica e
detalhamento da esquadria.
Assistência técnica oferecida: instalação, pós venda
Condições de entrega: embalagem, transportes
Prazo de entrega
Emissão de notas fiscais e faturas.
c.) Execução
Todas as partes móveis sujeitas a choques serão soldadas, sendo que as guarnições fixas
e as que não tomem parte do conjunto de resistência da esquadria, poderão ser rebitadas
ou parafusadas.
Os vidros serão assentados em gaxetas de neoprene ou silicone embutido nos montantes,
a fim de que os vidros não venham a ser afetados por pressões ou vibrações dos
montantes (ver especificação de vidro).
d.) Instalação
As esquadrias serão fixadas por meio de parafusos, nos contramarcos previamente
colocados nos vãos. Serão devidamente niveladas, aprumadas e vedadas para garantir o
perfeito funcionamento e estanqueidade.
No caso de contramarcos, estes serão fixados às alvenarias por meio de grapas soldadas
aos mesmos ou com buchas de nylon, sendo 2 (dois) o número mínimo de grapas de cada
lado.
e.) Acabamento
Cor: Anodizado Branco brilhante
Peças Padronizadas, conforme indicado no Projeto Básico, sendo:
07 vitrôs Basculante com 2 módulos, 6 Basculas móveis e 02 fixas
Dimensões 0,60x1,60m, Completas com vidro cristal liso e transparente, ferragens
completas.
Deverá ser fornecido em matéria prima e ferragens de 1ª linha (não usar plástico),
fabricadas em perfil tubular mínimo de 25 mm, roldanas de nylon, borrachas com EPDM
(substância que impede o ressecamento e deformação), vedação com silicone e escovas
com felpas de polipropileno, para garantir perfeita estanqueidade; embalagem de proteção
das esquadrias para remoção após o final da obra.
22.1.2. FERRAGENS
As ferragens deverão ser entregues no local da obra em perfeitas condições de
acabamento e funcionamento.
A localização das fechaduras, fechos, puxadores, dobradiças e outras ferragens,
obedecerão à discriminação do projeto arquitetônico.
a.) Material
Fabricação: para aprovação da CONTRATANTE
Acabamento: Latão Cromado
Qualidade: 1a.
23. Estrutura Metálica de Cobertura
23.1. Treliças Metálicas e Apoios
23.1.1. Material
Serão utilizadas Treliças Metálicas, montadas a partir de perfis de aço descritos abaixo:
Cantoneira de abas iguais de acordo com as especificações de projeto. As cantoneiras
deverão possuir seção transversal em forma de ângulo reto, com abas iguais, com bitolas
em polegadas e em milímetros.
Perfil U - PEL - Perfil Estrutural Leve, deverá ser utilizado na montagem construção das
treliças bem como, será utilizado como viga de apoio e terças, seguindo as especificações
de dimensões descritas em projetos.
24. Pergolado de Madeira
24.1. Madeira Tratada por autoclave
Estrutura do pergolado confeccionada em eucalipto aparelhado tratada, a pressão em
autoclave, com a Osmse K33 C – Óxido, um preservativo hidrossolúvel, de ação fungicida
e inseticida, classificado quimicamente como Arseniato de Cobre Cromatado (CCA –
ÓXIDO).
sendo:
14 pilares de 12x12 cm seção quadrada, comprimento 2,15m
42 Vigas de 06x21 cm seção retangular, comprimento 1,50m
03 Viga de 06x12 cm seção retangular, comprimento total 6,00 m
Ripas aparelhadas 02x05 cm , comprimento total 60,00m
25. Telhas de Aço Galvanizado - Termoacústica
25.1. Telhas Cobertura
25.1.1. Procedimentos Gerais
Para preservar a qualidade das telhas de aço é necessário tomar algumas precauções:
transporte, manuseio, armazenamento até a instalação.
a.) Ao receber o lote, verifique se as telhas estão devidamente cobertas e sem danos.
b.) Se as telhas chegarem molhadas não as estoque, enxugue-as na medida que forem
descarregadas.
c.) Para descarregá-las use o mesmo número de carregadores na carroceria e no solo.
d.) Todos devem estar devidamente protegidos com luvas de raspa.
e.) Um armazenamento correto é fundamental para a conservação das telhas.
f.) O ambiente de estocagem deve ser coberto, ventilado e seco.
g.) Se o ambiente não tiver essas condições, as telhas devem ser cobertas com lona ou outros
materiais impermeáveis.
h.) O lote deve ficar sobre algum apoio à 15cm do solo.
i.) Caso
contrário
o
aumento
da
temperatura,
junto
com
a
umidade
acelera as reações de corrosão.
j.) Lembre-se: o período de estocagem deve ser o menor possível.
25.1.2. Material
- Perfil:; Trapezoidal, 40
- Espessura* da chapa: 0,65mm
- Isolante: EPS tipo "T5AF" - auto-extinguível, antiga denominação "F3".
- Densidade do EPS: 22,5 kg/m³ (média)
- Isolação Térmica: k = 0,032 kcal/hm0C (k - coef. condutibilidade térmica).
- Acabamento: pós-pintada
- Cor Branca
ambiente,
25.1.3. Montagem
A montagem exigirá, de imediato a verificação das dimensões, que devem ser indicadas
no projeto, sobretudo com relação a:
comprimento e largura
espaçamento
nivelamento da face superior
paralelismo das terças
As telhas devem ser elevadas do chão ao local de assentamento. Na fixação com
parafusos recomenda-se o uso de brocas 5mm para terças de espessuras até 3mm e
brocas de 5,5mm para terças de espessuras maiores. Se a fixação for feita através de
ganchos use brocas de diâmetro 1/32” maior que o diâmetro do gancho.
Durante a montagem, retire as limalhas de furação na superfície da cobertura. As limalhas
quentes grudam na película da tinta e enferrujam rapidamente, dando início ao processo
de corrosão.
Para maior segurança no canteiro, adote o método de tábuas apoiadas no mínimo em três
terças. Assim, o pessoal da montagem se deslocará em segurança.
26. MANTA IMPERMEABILIZANTE INDUSTRIALIZADA
Manta impermeabilizante industrializada, produzida à base de asfaltos modificados com
polímeros de SBS (copolímeroestireno-butadieno-estireno) e estruturada com armadura de
“não tecido” de filamentos de poliéster agulhados, estabilizados previamente com resina
termofixada. Boa flexibilidade, alta resistência à tração, à punção e ao rasgamento.
• Espessura de 4 mm.
• Acabamentos: para receber proteção mecânica: revestida com filme de polietileno ou
areia ;
• Aplicação com asfalto quente ou primer à base de asfalto e maçarico.
• As mantas devem estar de acordo com as seguintes
especificações:
a.) resistência à tração longitudinal: mín. 400N/50mm;
b.) resistência à tração transversal: mín. 400N/50mm;
c.) alongamento médio longitudinal:min. 30%;
d.) alongamento médio transversal:min. 30%;
e.) absorção de água (120h/50 graus centígrados): máx 3%;
f.) fexibilidade à baixas temperaturas (4h à 5 graus centígrados):sem fissuras e sem vazamentos;
g.) resistência ao impacto (4,9 J após 2h à 0 grau centígrado):sem perfuração e sem vazamentos;
h.) puncionamento estático (1h/25kg): sem perfuração e sem vazamentos;
i.) escorrimento sob ação do calor (2h/95 graus centígrados):sem ocorrência de deslocamento da
massa alfáltica ou pontos com acúmulo de material;
j.) determinação da estabilidade dimensional (72h/80graus centígrados): variação dimensional +
ou - 1% no máximo,sem ocorrência de bolhas ou distorções na superfície;
k.) envelhecimento acelerado por ação da temperatura (672h/80graus centígrados): sem
ocorrência de modificações visuais;
l.) flexibilidade após envelhecimento acelerado por ação da temperatura (4h/5graus centígrados):
sem ocorrência de fissuras ou rompimento e sem ocorrência de vazamentos.
Protótipo comercial
• Mantas:
Acabamento com polietileno ou areia:
TORODIN (VIAPOL)
DENVERMANTA SBS (DENVER)
DRYCOMANTA SBS (DRYCO)
LWARFLEX (LWART)
• Primer:
VIABIT (VIAPOL)
DRYCOPRIMER (DRYCO)
DENVERMANTA PRIMER TOP (DENVER)
LW55 (LWART)
• Apresentação do produto: bobinas 1x10m, palets com 20 bobinas.
26.2. Aplicação
Em impermeabilizações de áreas com grande dimensão, planas, expostas às intempéries
e com estrutura sujeita à grande trabalhabilidade.
• Acabamento com filme de polietileno ou areia para áreas transitáveis, com necessidade
de proteção mecânica.
• Acabamento com grânulos de ardósia/granita ou aluminizada:áreas não transitáveis, sem
necessidade de proteção mecânica.
26.3. Execução
26.3.1. Preparo da superfície
• A superfície deve estar limpa e seca e isenta de partículas soltas.
• A superfície deve ser regularizada com argamassa de cimento e areia, no traço 1:3 (em
volume) e isenta de hidrofugantes, acabamento com desempenadeira sem queimas, com
declividade mínima de 1% em direção aos pontos de escoamento da água.
• Em áreas verticais o arremate da impermeabilização deve ser de no mínimo 30cm do
nível do piso acabado e a regularização deve ser feita sobre um chapisco de cimento e
areia grossa, traço 1:3 (em volume).
• Nas áreas cobertas ou protegidas, a regularização deve adentrar de 50 a 60 cm por baixo
dos batentes e contra marcos para posterior arremate da impermeabilização.
• Todos os cantos e arestas devem ser arredondados com raio de aproximadamente
8,0cm.
• No entorno de ralos e condutores deve-se criar desníveis de 1cm com raio de 30cm para
evitar acúmulo de água e para execução do reforço.
• As juntas estruturais devem ser consideradas como divisores de águas de forma a
afastar a água das mesmas, evitando acúmulo. Elas devem estar limpas e desobstruídas
para sua normal movimentação.
Aplicação da manta
• Aplicar sobre a superfície devidamente preparada, regularizada e seca, uma demão de
primer à base de asfalto com rolo ou trincha. Aguardar de 3 a 6 horas para total secagem.
• Para colagem com asfalto: aplicar (após aplicação do prímer) uma demão de asfalto
oxidado a quente (camada de adesão), na temperatura de 180 oC a 220oC, com auxílio
de um espalhador. A manta deve ser desenrolada sobre a superfície, seguindo instruções
do fabricante.
• Para colagem com maçarico: direcionar a chama de forma
a aquecer a parte inferior da bobina, manta e a superfície imprimida com asfalto.
• A manta deve ser pressionada durante a colagem, no sentidodo centro para as bordas,
para evitar bolhas de ar.
• A sobreposição entre duas mantas deve ser de 10cm, tomando-se cuidados necessários
para perfeita aderência.
• Ralos, condutores, arremates devem ser tratados com a própria manta (verificar
recomendação do fabricante), ou com produtos pré-fabricados.
• Após total colagem e acabamento, os ralos serão lacrados e a área impermeabilizada
deverá ser submetida ao teste de estanqueidade com espelho d’água durante 72 horas no
mínimo.
• Proteção mecânica (para mantas com acabamento com filme de polietileno ou areia).
Em locais transitáveis, após a colocação da manta, colocar uma camada separadora com
papel Kraft, gramatura 80, ou filme de polietileno de baixa gramatura, com a finalidade
deformar película separadora entre a camada impermeável ea de proteção mecânica.
Executar uma proteção mecânica,com argamassa de cimento e areia, traço 1:7 e
espessura média de 3cm, com juntas perimetrais.
• A argamassa deverá ser armada com tela galvanizada em superfícies verticais ou com
grandes inclinações (ver figura acima).
26.4. Recebimento
• Atendidas as condições de fornecimento e execução, a impermeabilização deve ser
recebida se, após teste de estanqueidade ou até o recebimento da obra, não apresentar
falhas que prejudiquem a sua função, devendo a fiscalização acompanhar a execução do
teste.
26.5. Serviços incluídos nos preços
Fornecimento dos materiais e execução do serviço.
Limpeza, preparo da superfície, aplicação de prímer e asfalto oxidado, aplicação de manta.
A regularização e a proteçãomecânica devem ser pagas à parte.
26.6. Critérios de medição
m² - pela área real da superfície impermeabilizada.
m² - pela área real da superfície regularizada.
NORMAS
• NBR-9952 - Mantas asfálticas com armadura, para impermeabilização.
27. VIDROS
27.1. Vidro Comum
Nas janelas existentes, em que existirem vidros quebrados, tricados ou faltando, estes
deverão ser recolocados com o mesmo tipo de vidro existente no local inclusive o sistema
de colocação.
a.) Material Novo
Os vidros serão planos isentos de bolhas, lentes, ondulações e ranhuras,
perfeitamente polidos do tipo vidro de segurança; não estilhaçantes, esp. 6 mm.
A espessura, quando não indicada no projeto, será em função da área de
abertura, e será no mínimo de 6 mm, conforme NB-226 (Projeto e Execução de
Envidraçamento na Construção Civil).
Devem obedecer à Especificação Brasileira EB-91 - Vidro Plano e
Transparente para Vidraça.
b.) Colocação
Os vidros deverão ser assentados em rebaixo com largura e altura mínima de 16 mm, e
com folga de bordo e laterais de no mínimo 5 mm.
Os mesmos serão fixados com gaxeta de Neoprene ou silicone, conforme indicado no
projeto, quando o rebaixo for fechado, e massa à base de óleo de linhaça e gesso, quando
o rebaixo for aberto.
Serão colocados calços de Neoprene nos rebaixos para melhor distribuição de forças
provocadas pelo peso do vidro em relação ao movimento do caixilho.
27.2. Vidro para espelho
O vidro será devidamente recoberto no verso com proteção quimicamente depositiva, a
qual será recoberta de camada de cobre resistente à água e a umidade, sendo aplicada
galvanoplasticamente sobre a película de prata.
28. PINTURA
28.1. Tinta esmalte sintético
28.1.1. DESCRIÇÃO
Tinta à base de resinas alquídicas, acabamento acetinado ou brilhante, lavável, em
conformidade com os requisitos mínimos estabelecidos na NBR 15494.
Cores prontas.
Rendimento médio: 12,5m²/ litro/ demão
Diluente: aguarrás.
Fundos de acordo com material a ser pintado (ver ficha de referência)
Protótipo comercial
BONA esmalte sintético brilhante
CORALAR esmalte sintético
CORALAR esmalte sintético extra-rápido
DACAR esmalte sintético standard
EUCALAR esmalte sintético
FUTURA SUPER esmalte sintético
GLASURIT madeira e metais
NOVACOR esmalte sintético metal & madeira
PEG & PINTE esmalte sintético extra
RESICOLOR esmalte color brilhante
UNIVERSO unilar esmalte sintético
WANDALUX esmalte sintético
28.1.2. APLICAÇÃO
Uso geral para exteriores e interiores, em superfícies de metais ferrosos, galvanizados ou
madeira.
Pode ser aplicado, também em alvenarias internas e externas, de acordo com
especificação em projeto.
28.1.3. EXECUÇÃO
A superfície deve estar firme, coesa, limpa, seca sem poeira, gordura ou graxa, sabão,
mofo, ferrugem, etc.
As partes soltas ou mal aderidas deverão ser raspadas e ou escovadas. O brilho deve ser
eliminado através de lixamento.
Quando necessário ou especificado, aplicar a massa (ver ficha S14.03 Massa niveladora
para madeira).
Quando o ambiente a ser pintado não estiver vazio, os objetos devem ser protegidos de
danos com respingos, devendo ser cobertos com jornais, plásticos, etc.
Não aplicar com temperaturas inferiores a 10 graus centígrados e umidade relativa do ar
superior a 90%.
Evitar pintura em áreas externas em dias chuvosos ou com ocorrência de ventos fortes
que possam transportar poeira ou partículas suspensas no ar para a pintura.
A tinta deve ser diluída com aguarrás na proporção indicada pelo fabricante.
A aplicação pode ser feita com pincel, rolo ou revólver, de acordo com instruções do
fabricante.
Deve receber uma demão primária de fundo de acordo com indicação do fabricante.
Após secagem da base, aplicar 2 a 3 demãos de tinta esmalte, com intervalo conforme
indicado pelo fabricante (4 a 12 horas).
Proteger o local durante o tempo necessário para a secagem final, conforme indicação do
fabricante (8 a 24 horas).
28.2. Recebimento
O serviço pode ser recebido, se atendidas todas as condições de projeto, fornecimento e
execução.
A superfície pintada deve apresentar textura uniforme, sem escorrimentos, boa cobertura,
sem pontos de descoloração.
A fiscalização pode, a seu critério, solicitar a execução de 3ª demão de pintura, caso não
considere suficiente a cobertura depois da 2ª demão.
28.2.1. SERVIÇOS INCLUÍDOS NO PREÇO
Fornecimento dos materiais e execução do serviço, inclusive preparo da superfície
(constituindo limpeza e lixamento); são previstas 2 demãos de pintura de acabamento e 1
demão de fundo primer. Para pintura em estrutura e esquadrias, o fundo primer, específico
para cada material a ser pintado, será pago em outro serviço.
28.2.2. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO
m² - pela área de projeção horizontal.
m² - pela área efetivamente pintada.
M² - pela área de vão de luz ou pela área de projeção do conjunto no plano vertical ou
horizontal, sendo:
esquadrias vazadas, gradis, vedação com tela e/ou vidro – multiplicar por 1 (uma vez)
esquadrias com vedação cega pintada sem batentes – multiplicar por 2 (duas vezes).
Esquadrias com vedação cega pintada com batentes – multiplicar por 3 (três vezes);
Janelas tipo veneziana ou persianas de enrolar – multiplicar por 5 (cinco vezes)
Divisórias, lambris, revestimentos internos em armários, prateleiras, painéis: pela área real
pintada.
m – pelo comprimento real.
m² - pelas áreas efetivamente pintadas.
28.2.3. NORMAS
NBR 11702: 1992 – Tintas para edificações não industriais – Classificação.
NBR 15494: 2007 – Tintas para construção civil – Tinta brilhante à base de solvente com
secagem oxidativa – Requisitos de desempenho de tintas para edificações não industriais.
Obs.: As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda
norma está sujeita à revisão, recomenda-se verificar a existência de edições mais recentes
das normas citadas.
28.3. Tinta látex standard
28.3.1. DESCRIÇÃO
Tinta à base de dispersão aquosa, fosca, linha standard, em conformidade à NBR 15079:
Poder de cobertura de tinta seca: mínimo 5,0m²/L – (NBR 14942).
Poder de cobertura de tinta úmida: mínimo 85% - (14943);
Resistência à abrasão úmida com pasta abrasiva: mínimo 40 ciclos (NBR 14940).
Cores prontas.
Rendimento médio: 12 m² / litro / demão.
Diluente: água potável
Protótipo comercial
ANJO tinta acrílica arquitetura – standard
AQUACRYL tinta látex – standard
BONA tinta acrílica ultra – standard
CORAL rende muito – standard
DACAR acrílico – standard
EUCATEX látex pva xpower – standard
EXTRAVINIL SUPER tinta látex – standard
FUTURA SUPER tinta látex vinil acrílica – standard
GLASURIT special paredes – standard
NOVACOR parede tinta acrílica sem cheiro – standard
NOVACOR parede tinta látex – standard
RESICOLOR acrilatex export – standard
UNIVERSO polyvinil tinta látex – standard
YPIRANGA renova acrílico – standard
28.3.2. APLICAÇÃO
Em alvenarias externas, sobre superfícies de reboco, gesso,concreto ou superfícies
cimentícias.
Pode ser aplicado em ambientes internos, de acordo com especificação em projeto.
28.3.3. EXECUÇÃO
A superfície deve estar firme , coesa, limpa, seca sem poeira, gordura ou graxa, sabão,
mofo ferrugem, etc.
As partes soltas ou mal aderidas deverão ser raspadas e ou escovadas.
Quando necessário ou especificado, aplicar a massa acrílica (ver ficha S14.02 Massa
niveladora para exterior e interior).
Quando o ambiente a ser pintado não estiver vazio, os objetos devem ser protegidos de
danos com respingos, devendo ser cobertos com jornais, plásticos, etc.
Não aplicar com temperaturas inferiores a 10 graus centígrados e umidade relativa do ar
superior a 90%.
Evitar pintura em áreas extrernas em dias chuvosos ou com ocorrência de ventos fortes
que possam transportar poeira ou partículas suspensas no ar para a pintura.
A tinta deve ser diluída com água potável de acordo com recomendações do fabricante.
A aplicação pode ser feita com pincel, rolo ou revolver, de acordo com instruções do
fabricante.
Deve receber uma demão primária de fundo de acordo com indicação do fabricante.
Após secagem do fundo, aplicar 2 a 3 demãos, com intervalo conforme indicado pelo
fabricante (4 a 6 horas).
Proteger o local durante o tempo necessário para a secagem final, conforme indicação do
fabricante (4 a 12 horas).
28.3.4. RECEBIMENTO
O serviço pode ser recebido, se atendidas todas as condições de projeto, fornecimento e
execução.
A superfície pintada deve apresentar textura uniforme, sem escorrimentos, boa cobertura,
sem pontos de descoloração.
A fiscalização pode, a seu critério, solicitar a execução de 3ª demão de pintura, caso não
considere suficiente a cobertura depois da 2ª demão.
28.3.5. SERVIÇOS INCLUÍDOS NO PREÇO
Fornecimento dos materiais e execução dos serviços, constituindo limpeza, lixamento, uma
demão de selador e duas demãos de tinta; aplicação prévia de massa niveladora nos
casos específicos.
28.3.6. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO
m² - pelas áreas efetivamente pintadas.
28.3.7. NORMAS
NBR 11702: 1992 – Tintas para edificações não industriais – Classificação
NBR 14940: 2003 – Tintas para construção civil – Método para avaliação de desempenho
de tintas para edificações não – Determinação da resistência à abrasão úmida.
NBR 14942: 2003 – Tintas para construção civil – Método para avaliação de desempenho
de tintas para edificações não industriais – Determinação do poder de cobertura de tinta
seca.
NBR 14943: 2003 – Tintas para construção civil – Método para avaliação de desempenho
de tintas para edificações não industriais – Determinação do poder de cobertura de tinta
úmida.
NBR 15079: 2008 – Tintas para construção civil – Especificação dos requisitos mínimos de
desempenho de tintas para edificações não industriais – Tintas látex nas cores claras.
Obs.: As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda
norma está sujeita à revisão, recomenda-se verificar a existência de edições mais recentes
das normas citadas.
28.3.8. Generalidades
As pinturas serão executadas de acordo com os tipos, marcas e cores indicadas no projeto
e estas especificações e cujas amostras serão apresentadas previamente pela
CONTRATADA para aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Os serviços incluem todo o fornecimento de todas as tintas para as das pinturas indicadas,
de toda a mão-de-obra necessária e sua conseqüente aplicação, assim como o
fornecimento de todos os andaimes, estrados, escadas, panos, solventes, brochas,
pincéis, corantes, etc., que se façam necessários.
Todos os materiais serão de primeira qualidade, executados por pessoal de reconhecida
capacidade, não sendo admitidos defeitos decorrentes da incompetência de mão-de-obra.
A definição das cores (quando não indicadas no projeto) será solicitada pela
CONTRATADA junto à FISCALIZAÇÃO em tempo hábil, para evitar atrasos na entrega
dos materiais na obra.
28.3.9. Precauções Iniciais
Todas as superfícies a pintar serão cuidadosamente limpas, isentas de poeiras, óleos,
gorduras, graxas, argamassas, etc.
As superfícies somente poderão ser pintadas quando completamente secas e limpas.
Todos os defeitos existentes nas superfícies a serem pintadas deverão ser corrigidos antes
do início dos trabalhos aqui indicados.
Nenhum trabalho de pintura externo deverá ser executado em tempo úmido ou durante
chuva.
28.3.10. Aplicação
Haverá cuidado especial para evitar-se o escorrimento da tinta sobre as superfícies que
não serão pintadas, tais como, vidros, ferragens, etc.
Os salpicões e manchas que não puderem ser evitados, serão removidos enquanto a tinta
estiver fresca, empregando-se para isto, removedor adequado.
Cada camada deverá estar sem manchas, lixada e completamente seca antes da
aplicação da camada sucessiva, deixando-se pelo menos 24 horas de espaçamento entre
as demãos quando do uso de esmalte sintético, óleo, epóxi, verniz, impermeabilizantes
para madeira e silicone, e de 5 horas para látex PVA ou acrílico.
Caberá à CONTRATADA, efetuar as suas custas todos os retoques na pintura que sejam
necessários, após a colocação dos diversos acessórios (vidros, ferragens, etc.), em peças
ou superfícies danificadas ou estragadas durante as obras.
Não será permitido o uso de corantes, na obra. As tintas deverão ser entregues dentro das
cores já determinadas no catalogo do fabricante pela fiscalização, ou pela indicação em
projeto.
28.3.11. Limpeza
Todos os papeis, panos, trapos oleosos, estopas e outros elementos que possam
ocasionar fogo, deverão ser mantidos em recipientes de metal e removidos da construção
diariamente; estes materiais, sob nenhuma hipótese, poderão acumular-se.
Manchas de tintas, óleos, salpicões, etc., sobre superfícies já executadas, serão removidas
e a obra inteira deixada limpa e aceitável pela FISCALIZAÇÃO. Correrão por conta da
CONTRATADA, todos os danos causados por operações de pintura às partes existentes.
28.3.12. Aprovação de amostras
Quando indicadas duas ou mais referências de materiais ou fabricantes, a opção poderá
ser da CONTRATADA, sujeita a aprovação prévia por parte da FISCALIZAÇÃO.
Nenhum material será pedido, entregue, comprado ou aplicado sem a autorização prévia
da FISCALIZAÇÃO.
29. LIMPEZA DA OBRA
29.1. Descrição
Limpeza geral de pisos, paredes, vidros equipamentos (bancadas, louças, metais, etc.) e
áreas externas.
29.2. Aplicação
Em toda a área construída.
29.3. Execução
Usar para a limpeza, de modo geral, água e sabão neutro; o uso de detergentes, solventes
e removedores químicos deve ser restrito e feito de modo a não causar danos nas
superfícies e peças.
Todos os respingos de tintas, argamassas, óleos, graxas e sujeiras em geral devem ser
raspados e limpos.
Os pisos cimentados e cerâmicos, azulejos, vidros, aparelhos sanitários, etc. devem ser
lavados totalmente, observando que cerâmicas com PEI 1, 2 e 3 são sensíveis aos ácidos
e cerâmicas PEI 4 e 5 aceitam uma solução de1 parte de ácido muriático para 20 partes de
água; pastilhas de vidro, azulejos, vidros aparelhos sanitários não devem ser limpos com
saponáceos, escovas e buchas que podem riscar a superfície; nos pisos vinílicos, utilizar
somente pano úmido e sabão neutro, sendo vedado o uso de produto à base de derivados
de petróleo (querosene, gasolina, solvente e outros).
Não utilizar ácido para limpeza dos pisos de mosaico português para não descolori-lo.
Superfícies de madeira envernizadas não devem ser limpas com produtos à base de
solventes.
Pisos de assoalho e tacos de madeira devem durante os 30 primeiros dias após a
aplicação do verniz utilizar apenas pano seco ou vassoura para limpeza sem utilização de
pano úmido. Após 30 dias, a limpeza poderá ser feita com vassoura ou pano úmido, e no
caso de sujeira de difícil remoção ou gorduras, utilizar água com detergente.
As ferragens cromadas em geral, devem ser limpas com removedor adequado e nunca
com abrasivos, palhas de aço e saponáceos, e após a limpeza devem ser polidas com
flanela seca.
O entulho, restos de materiais, andaimes e outros equipamentos da obra devem ser
totalmente removidos da obra.
29.4. Recebimento
Atendidas as condições de execução, a obra deverá apresentar-se completamente limpa,
pronta para utilização.
29.5. Serviços incluídos no preço
Fornecimento do material e limpeza geral.
29.6. Critérios de medição
m² - pela área real.
un – por unidade
30. DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS
Serão executados todos os trabalhos necessários às desmontagens de instalações
provisórias que foram utilizadas na obra, como desmontagem das torres e andaimes,
desmontagem de tapumes, barracões, depósitos e alojamentos.
As instalações provisórias de luz e força, assim como telefone e sanitários da obra serão
desmontadas e removidas.
Será
providenciada
a
arrumação
do
material
passível
de
posterior utilização,
procedendo-se ao empilhamento de tábuas, convenientemente despregadas e livres de
ferragens, classificação de tubulações remanescentes, assim como da disposição, em
local adequado, para remoção de todas as ferramentas e equipamentos auxiliares.
Serão devidamente removidos da obra todos os materiais e equipamentos, assim como
peças remanescentes e sobras utilizáveis de materiais, ferramentas e acessórios.
Proceder-se-á igualmente à remoção de todo o entulho da obra, deixando-a
completamente livre, de todos os resíduos de construção.
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Documentos de Referência: