MEMORIAL DESCRITIVO
CONSTRUÇÃO DE “ACADEMIA DA SAÚDE”
Indaial, Fevereiro de 2014
Construção de Academia da Saúde – Memorial Descritivo
APRESENTAÇÃO
O Ministério da Saúde através do Fundo Municipal de Saúde disponibilizou um estudo
preliminar de um espaço físico para orientação de práticas corporais e atividades físicas, lazer e
modos de vida saudáveis, intitulado “Academia da Saúde” na Modalidade Ampliada. O partido previa
uma edificação (área de vivência) com espaço externo composto por área multiuso e área com
equipamentos para alongamento. Além disso disponibilizou um lote com dimensões de 15,00m de
largura e 31,78m de profundidade. Nesta modalidade o estudo preliminar, elaborado por um escritório
de arquitetura no Estado de Pernambuco, contemplava uma edificação para área de vivência com um
partido composto por sistema viga/pilar coberto com uma laje impermeabilizada que curva-se sobre a
fachada frontal. O fechamento era proposto por blocos de concreto em três tipos no estilo cobogó,
permitindo a ventilação cruzada em regiões com maior incidência de ventos, notadamente na região
nordeste do Brasil (fato que não ocorre no Município de Indaial).
Entretanto, de acordo com a Portaria Nº 1.401 de 15/06/2011 do Ministério da Saúde, o
Município de Indaial firmou convênio para implantação do Pólo de Academia da Saúde na Modalidade
Básica, destinada à construção de área de vivência e espaço externo composto de área multiuso com
equipamentos para alongamento.
Dadas estas condicionantes e a dimensão reduzida do lote oferecido, elaborou-se um novo
partido arquitetônico com a colaboração dos técnicos Marcelo Conzatti, Patrícia Nickhorn e Antônio
Gonçalves Dias, da equipe de planejamento do Município. A proposta prevê uma área de vivência
composta por um módulo sanitário com depósito e uma área coberta com uma cobertura espacial
treliçada. Esta área coberta será pavimentada com piso industrial monolítico, diferenciando-o do
restante do espaço e permitindo atividades físicas específicas no solo como alongamento e até artes
marciais.
Finalizando, o espaço multiuso ao longo do terreno será pavimentado com piso intertravado,
com uma pequena faixa gramada ao redor junto ao perímetro do terreno, sendo este circundado na
frente e lateral esquerda por um alambrado com mourões.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O presente documento tem por objetivo detalhar os serviços e materiais que deverão ser fornecidos e
empregados para que as premissas de projeto e os serviços sejam executados com boa técnica. Os
serviços contratados serão rigorosamente executados de acordo com os critérios estabelecidos neste
memorial descritivo.
Para perfeita execução das obras e serviços referidos neste documento, a CONTRATADA se
obriga sob as responsabilidades legais vigentes a prestar toda assistência técnica e administrativa
necessária. Para as obras e serviços contratados, caberá a CONTRATADA fornecer e conservar os
equipamentos e ferramentas necessárias, empregar mão-de-obra capacitada, de modo a reunir
permanentemente uma equipe homogênea e suficiente para garantir a conclusão das obras dentro do
prazo fixado e com a qualidade desejada. Todos os materiais empregados serão de primeira
qualidade, assim como todos os serviços executados estarão em completa obediência à boa técnica,
objetivando a obtenção de um acabamento esmerado nos serviços que só serão aceitos nessas
condições, devendo ainda satisfazer rigorosamente as normas técnicas brasileiras pertinentes.
Correrá por conta da CONTRATADA a responsabilidade sobre quaisquer acidentes de trabalho, na
execução das obras e serviços contratados, uso de patentes registradas e a destruição ou
danificação da obra em construção, ainda que resulte de caso fortuito ou por qualquer outra causa,
até o recebimento definitivo pela FISCALIZAÇÃO, bem como as indenizações que possam vir a
serem devidas a terceiros por fatos oriundos dos serviços contratados, ainda que ocorridos em via
pública. A CONTRATADA deverá providenciar os EPI’s (Equipamentos de Proteção Individuais)
exigidos por lei, obrigando a utilização dos mesmos pelos operários envolvidos na obra. Deverão ser
tomadas medidas de segurança no que diz respeito às operações em máquinas e equipamentos de
carpintaria, que somente podem ser realizadas por trabalhadores qualificados nos termos da NR–18 –
Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
Durante todas as etapas de execução da presente obra, a CONTRATADA tomará as devidas
precauções no que se refere ao isolamento da área evitando o acesso de estranhos a obra.
A CONTRATADA deverá elaborar o projeto executivo da estrutura metálica espacial com
telhamento metálico, prevista no estudo preliminar do presente projeto (prancha ARQ03),
apresentando todo o dimensionamento da estrutura conforme item 18 do presente memorial. O prazo
para conclusão deste projeto específico é de 30 (trinta) dias consecutivos após a assinatura da ordem
de serviço.
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1. SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 Instalações provisórias do barracão
As instalações provisórias constituem-se de um pequeno barracão 3x2m com depósito de
ferramentas e insumos da obra que será de pequena duração (quatro meses). O barracão conterá
ligação provisória de água e a ligação definitiva de luz, que serão de responsabilidade da
CONTRATADA e fornecidas pelas concessionárias locais, CASAN e CELESC respectivamente, bem
como o seu pedido de desligamento quando da conclusão do serviço.
A ligação de luz a ser executada no início da obra, já será permanente para a utilização posterior da
edificação e respeitará todos os padrões da CELESC. A CONTRATADA deverá fornecer banheiro
químico para os funcionários.
O barracão ainda conterá banheiro provisório com vaso sanitário com uma fossa circular provisória
instalada, que deverá ser removida ao final das obras.
1.2 Limpeza do terreno
Todo o terreno será roçado e limpo com a retirada de toda a vegetação e matéria orgânica superficial
que possa causar empecilho ao andamento da obra.
1.3 Placa de obra em chapa de aço galvanizado (2,00x1,00m)
A CONTRATADA deverá fornecer e instalar 1 (uma) placa de obra nas dimensões de 2,00 de largura
por 1,00 de altura. A CONTRATADA deverá solicitar junto a FISCALIZAÇÃO o modelo da Placa de
Obra referente ao local onde será construída a academia. Fica por conta da CONTRATADA a
instalação das placas identificadoras da empresa e demais placas exigidas pela legislação.
1.4 Locação da obra
A locação da obra visa a definir com perfeição as cotas determinadas em projeto tanto para a
edificação como para as demais superfícies das áreas externas. A CONTRATADA procederá à
locação planimétrica e altimétrica da obra de acordo com o projeto de implantação. Procederá
também à aferição das dimensões, dos alinhamentos, dos ângulos e de quaisquer outras indicações
constantes do projeto com as reais condições encontradas no local.
Havendo discrepância entre as reais condições existentes no local e os elementos do projeto, a
ocorrência será objeto de comunicação, por estrito, à FISCALIZAÇÃO, a quem competirá deliberar a
respeito.
Após a demarcação dos alinhamentos e pontos de nível, a CONTRATADA fará comunicação à
FISCALIZAÇÃO que procederá às verificações e aferições que julgar oportunas.
Depois de atendidas pela CONTRATADA todas as exigências formuladas pela FISCALIZAÇÃO, a
FISCALIZAÇÃO dará por aprovada a locação, sem que tal aprovação prejudique, de qualquer modo,
o disposto a seguir.
A ocorrência de erros na locação da obra projetada implicará, para a CONTRATADA, obrigação de
proceder por sua conta e nos prazos contratuais às modificações, demolições e reposições que se
tornarem necessárias, a juízo da FISCALIZAÇÃO, ficando, além disso, sujeito à sanções, multas e
penalidades aplicáveis em cada caso particular, de acordo com o Contrato.
A FISCALIZAÇÃO efetuará rigorosa verificação no sentido de comprovar se a obra está sendo
executada de acordo com a locação.
2. MOVIMENTO DA TERRA
2.1 Escavações manuais para fundações (módulo sanitário e cobertura)
Os serviços iniciais constituem na escavação para a confecção das fundações do módulo sanitário e
do pilar de aço da cobertura de acordo com o projeto estrutural.
Caso haja a possibilidade de reutilização do material escavado na própria obra, o mesmo deverá ser
reservado em local devidamente aprovado pela fiscalização. Caso não seja possível reaproveitá-lo, o
material deverá ser descartado em bota-fora e em local previamente aprovado pela fiscalização.
2.2 Apiloamento de fundo de vala para fundações
O fundo das valas das fundações do módulo sanitário e sapata de apoio do pilar de aço deverão ser
regularizados e compactados manualmente, preenchendo-se eventualmente alguns locais com
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material de escavação da própria obra, visando obter um fundo da plano e uniforme. De qualquer
forma deve ocorrer o nivelamento perfazendo uma superfície na mesma cota de nível em toda a sua
extensão.
2.3 Reaterro de material escavado
Somente após a desforma das sapatas da fundação o volume resultante das cavas da fundação será
preenchido com o material inicialmente escavado, sendo compactado com soquete manual em
camadas de 20cm.
3. DRENAGEM
3.1 Escavação mecânica de vala (l=40cm) em material 1ª categoria
Proceder à marcação topográfica da localização da rede de drenagem, obedecendo aos
alinhamentos e os locais projetados. As profundidades variam de 0,50m situadas no fundo do terreno
até 1,00m ou um pouco mais na saída da drenagem situada no acesso proposto (portão). Para a
escavação será utilizada escavadeira hidráulica ou retro escavadeira para efetuar as operações de
escavação e carga, depositando metade do material removido sobre os caminhões basculantes e
metade deverá ser reservado na obra para reaterro da vala. O material excedente deverá ser
transportado para bota-foras licenciados e autorizados. Aquele que permanecer na obra deverá
seguir orientações da equipe de fiscalização sendo devidamente acondicionado, evitando que
prejudique a passagem de pedestres, acessos ou cause a obstrução de outras galerias de águas
pluviais. A vala deverá ser bem alinhada de modo a garantir à tubulação um perfeito alinhamento. Os
fundos das valas devem obedecer a declividade mínima de 1,0%, isento de saliências. O serviço será
medido por metro cúbico geométrico de material escavado na vala.
3.2 Lastro de brita 3
Executar o lastro de brita, tipo nº 3, no fundo da vala após liberação da escavação da vala, a qual
deverá estar nivelada nas cotas e declividades descritas anteriormente.
3.3 Pranchão de madeira (30x5cm)
Sobre o lastro de brita devidamente nivelado serão assentados pranchões de madeira tipo pinho. Os
pranchões deverão conformar um perfil longitudinal com no mínimo 1,0% de declividade. Quaisquer
ajustes na brita e nos pranchões deverão ser executados pela contratada afim de que seja atingida
esta declividade para uma boa drenagem. Os serviços serão mensurados por metro de pranchão
assentado.
3.4 Fornecimento e assentamento de tubos Ø15cm
Serão fornecidos e assentados tubos de concreto com diâmetro interno de 15cm, que serão lançados
e alinhados pela geratriz superior obedecendo às cotas, declividades e alinhamentos, como também
efetuar o rejuntamento dos tubos com argamassa composta por areia e cimento.
A qualificação da tubulação com a relação à resistência a compressão diametral será controlada
através dos ensaios preconizados pela norma da ABNT NBR 8890/07. Os serviços serão medidos por
metro linear executado.
3.5 Caixa de areia em alvenaria com grelha pré-fabricada (40x40)
As caixas de areia com grelha são caracterizadas como dispositivos de captação, localizados junto
aos bordos dos meios-fios internos e no fundo do módulo sanitário que transferem os deflúvios para
as tubulações. A caixa de inspeção será terá dimensões internas de 40x40cm, construída em
alvenaria de tijolos maciços em 1 vez, revestida com argamassa 1:4 (cimento:areia), sobre base de
concreto simples Fck=15Mpa, com grelha concreto pré-fabricada 50x50cm, sendo que os serviços
incluem a escavação e o reaterro. Os serviços serão medidos por unidade executada.
3.6 Reaterro apiloado de vala com material da própria obra
O reaterro tem como objetivo restaurar as condições do solo as mais próximas das originais. Após a
colocação do berço e dos tubos reaterrar a vala utilizando material escavado inicialmente, o qual
devera ser compactado utilizando equipamentos tipo vibro - propulsores de operação manual até uma
altura de 60 cm acima da geratriz superior da tubulação. Após esta altura será permitida a
compactação mecânica até atingir a cota natural do terreno.
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4. INFRAESTRUTURA
4.1 Lastro de brita 3
Sobre o fundo das cavas das fundações devidamente compactadas e niveladas deverá ser lançada
uma camada de brita Nº 3 com espessura de 5cm (cinco centímetros) também nivelada. Atenção
especial deve ser concedida para não haver mistura de matéria orgânica (argila) com a brita, devendo
a mesma estar limpa para concretagem das sapatas.
4.2 Forma plana em madeira 2,5x30cm com reaproveitamento 2 vezes
A execução das formas deverá obedecer às normas técnicas NBR-6118 e à NBR-8800. As formas
deverão ser feitas de madeira plana comum e apresentar-se isenta de nós fraturáveis, furos ou vazios
deixados por nós, fendas, rachaduras, curvaturas ou empenamentos, tendo a espessura mínima de
25 mm. É parte da "forma" não só a madeira em contato com o concreto, mas também a que se fizer
necessária à transferência das cargas para as cabeças das peças verticais de escoramento. As
formas deverão estar de acordo com as dimensões indicadas no projeto. Qualquer parte da estrutura
que se afastar das dimensões e/ou posições indicadas nos desenhos, deverá ser removida e
substituída, sem ônus adicional para a CONTRATANTE.
As formas deverão ser saturadas com água em fase imediatamente anterior à do lançamento do
concreto, mantendo as superfícies úmidas e nunca encharcadas.
4.3 Armação CA-50
Os aços para armaduras destinadas às estruturas de concreto armado obedecerão à NBR-7480,
observadas as disposições do item 10 da NBR-6118. Devido às características de resistência do solo,
as fundações foram concebidas por sapatas com dimensões de 0,80 x 0,80 m, e altura de 0,30 m,
armada com malha de aço CA-50 Ø8mm.
A partir das sapatas nascem os colarinho com dimensões de 15 x 30 cm com altura estimada em
1,0m, armada com aço CA-50 Ø10mm – 6 barras com 2,5 m.
As vigas baldrames com dimensões de 15 x 40 cm com armadura de aço CA-50 4 barras Ø10mm e
estribos a cada 15cm CA-60 Ø4,2mm. A partir dos baldrames os pilares passam a seção de 15 x 30
cm.
4.4 Concreto Fck=25Mpa com lançamento
Deve-se obedecer não apenas a todas as condições gerais estabelecidas nas especificações e
relacionadas à boa técnica de execução e ao atendimento das Normas Brasileiras, como também às
condições de Resistência e estabilidade estruturais, Durabilidade e Trabalhabilidade.
A dosagem para o preparo do concreto na obra, e o fornecimento de concreto pré-misturado, deve ter
por base a resistência característica 25 MPa, de acordo com o projeto estrutural e as normas
vigentes.
A operação de mistura deverá obedecer às especificações da boa técnica para mistura do concreto
em betoneira mecânica, bem como às contidas na NBR-6118.
Antes de iniciar a operação de concretagem, o tambor rotativo da betoneira deverá encontrar-se
perfeitamente limpo e sem resquícios de materiais das betonadas anteriores, assim como em cada
betonada.
Em dias muito quentes e ventilados, deve-se evitar o início da concretagem de lajes no período da
manhã, de modo a não permitir que a pega se inicie nas horas mais quentes do dia, o que facilmente
se pode traduzir em fissuramento de retração.
A FISCALIZAÇÃO deverá ser notificada no mínimo 72 (setenta e duas) horas antes do lançamento do
concreto. Após essa notificação será feita vistoria total da área. Obtida a aprovação, a área será
liberada e a execução da concretagem autorizada.
Após a desforma e antes de qualquer reparo, a FISCALIZAÇÃO inspecionará a superfície do concreto
e indicará os reparos a serem executados, podendo mesmo ordenar a demolição imediata das partes
defeituosas para garantir a qualidade estrutural, a impermeabilidade, a durabilidade e o bom
acabamento do concreto. Fica proibida a execução de qualquer reparo antes da inspeção da
FISCALIZAÇÃO. Todo reparo decorrente de falha construtiva será executado, com metodologias e
materiais determinados pela FISCALIZAÇÃO (graute, epóxi, etc.), sem ônus para a Prefeitura
Municipal de Indaial.
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Nesta etapa deverá estar prevista a instalação de guia inferior embutida com chumbadores da porta
pantográfica, sendo a guia instalada no trecho da viga de baldrame do vão principal de acesso ao
módulo sanitário. A guia deverá ter uma folga inferior para nivelamento com o piso cerâmico.
4.5 Escavação manual de valas para sapatas das luminárias (prof.=50cm)
Serão executadas sapatas em blocos de concreto para suporte das flanges das luminárias.
Para tanto serão realizadas escavações manuais de valas para estas sapatas nas dimensões de
50x50x60cm. Todo o material escavado deverá ser reservado em local aprovado pela
FISCALIZAÇÃO para posterior reaterro e bota-fora.
4.6 Apiloamento de fundo de vala para fundações
O fundo das cavas para as sapatas das luminárias deverão ser regularizados e compactados
manualmente, preenchendo-se eventualmente alguns locais com material de escavação da própria
obra, visando obter um fundo da cava plano e uniforme. De qualquer forma deve ocorrer o
nivelamento do fundo da cava, perfazendo uma superfície que atenda aquela especificada em projeto
permitindo o alinhamento da superfície final superior da sapata com o do pavimento intertravado.
4.7 Lastro de brita, e=5 cm
O fundo da cava, após nivelado, compactado e regularizado, será preenchido com lastro de brita Nº 3
uniformemente distribuído em camada com 5cm de espessura.
4.8 Forma plana em madeira 2,5x30cm com reaproveitamento 2 vezes
As formas para conformação da sapata serão em tábuas de pinho espessura mínima de 2cm,
devidamente posicionadas de forma a conformar a sapata com dimensões de 30x30x50cm, apoiadas
por gravatas que garantam rigidez suficiente para não haver deformação no posicionamento da
armadura e no lançamento do concreto. Antes do posicionamento da armadura a forma da sapata
deverá ser aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
4.9 Aço CA-50
As barras de aço para as armaduras dos blocos dos postes seguirão as prescrições das normas da
ABNT NBR7480, NBR6118 e NBR6120. As barras das armaduras serão colocadas cuidadosamente
e ligadas nos cruzamentos por arame de ferro doce. As barras devem ser mantidas firmemente nas
suas posições durante a colocação do concreto. Quando necessário, serão utilizados espaçadores,
ou suportes próprios de acordo com a NBR6118. Em casos especiais, distanciadores e suportes
poderão ser exigidos em maior número e com espaçamento diferente. Deverão ser obedecidos os
reconhecimentos (cobrimentos) de armaduras geral de 3,0cm utilizando-se espaçadores do tipo
semicalotas de argamassa com traço 1:2 (cimento: areia em volume), mantendo-se relação
água/cimento máxima de 0,52l/kg, com raio igual ao cobrimento especificado. Essas semicalotas
deverão dispor de arames para fixação às armaduras. Os espaçadores terão resistência igual ou
superior à do concreto das peças às quais serão incorporados. Serão dispostos de maneira a
apresentar, teoricamente, um contato pontual com a forma.
A armadura utilizada nos blocos de fundação dos postes deverão ter quatro barras Ø8mm com
estribos de Ø6,3mm estribadas a cada 15cm. De qualquer forma a conformação final da armadura
deverá ter aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Nesta etapa serão afixados parafusos chumbadores. Os chumbadores serão fabricados com perfil de
seção circular, em aço ABNT 1010/20 com diâmetro 1/2” e comprimento 300mm, para fixação das
flanges dos postes aos blocos de ancoragem em concreto. Serão providos de porca, arruela lisa e de
pressão. Acabamento superficial revestido com zinco por imersão a quente conforme NBR 6323/90.
4.10 Concreto Fck 25 Mpa com lançamento
Após a aprovação do posicionamento das formas e da armadura dos blocos de fundação para os
postes, estes poderão receber o concreto. Seguir todas as especificações para o concreto
previamente descritas no item 4.4.
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5. IMPERMEABILIZAÇÃO
5.1 Pintura impermeabilizante no baldrame
Todas as vigas de baldrame, antes do início do assentamento da alvenaria de tijolos, serão pintadas
na sua face superior e lateral com tinta impermeabilizante em duas demãos de modo a formar uma
película.
A impermeabilização deverá ser aplicada apenas em superfícies resistentes, uniformes e
perfeitamente secas, sendo obrigatório um mínimo de cinco dias consecutivos de sol antes do início
dos serviços. O baldrame deverá estar totalmente limpo, seco e isento de óleos e graxas. Todos os
materiais a serem utilizados deverão ter autorização prévia da FISCALIZAÇÃO.
6. SUPRAESTRUTURA
6.1 Forma plana para pilar e viga em chapa madeira 10mm resinada
Seguir as especificações prescritas para o item 4.2.
6.2 Armação CA-50
Os aços para armaduras destinadas às estruturas de concreto armado obedecerão à NBR-7480,
observadas as disposições do item 10 da NBR-6118. Pilares e vigas terão armadura com aço CA-50
em 4 barras Ø10mm e estribos a cada 15cm CA-60 Ø5,0mm. A laje também receberá armadura
superior complementar com malha Ø6,3mm a cada 20cm.
6.3 Concreto Fck=25Mpa
Deve-se obedecer não apenas a todas as condições gerais estabelecidas nas especificações e
relacionadas à boa técnica de execução e ao atendimento das Normas Brasileiras, como também às
condições de Resistência e estabilidade estruturais, Durabilidade e Trabalhabilidade.
A dosagem para o preparo do concreto na obra, e o fornecimento de concreto pré-misturado, deve ter
por base a resistência característica 25 MPa, de acordo com o projeto estrutural e as normas
vigentes. O lançamento do concreto somente será autorizado se atendida as especificações de
vistoria do item 6.2. Em nenhum caso poderá ser excedido o prazo de 45 (quarenta e cinco) minutos
entre o início e o fim do lançamento de carga completa de um caminhão betoneira (se for o caso),
evitando-se, assim, possíveis segregações, salvo o concreto com utilização de aditivo retardador de
pega. Além desse prazo, a massa pronta e ainda não aplicada será rejeitada e deverá ser removida
do canteiro, não cabendo à CONTRATANTE nenhum pagamento por essa perda de material. Em
nenhuma hipótese se fará lançamento após o início de pega, conforme o item 13.2 da NBR-6118.
Nesta etapa deverá estar prevista a instalação de guia superior embutida com chumbadores da porta
pantográfica, sendo a guia instalada no trecho da viga superior do vão principal de acesso ao módulo
sanitário.
6.4 Laje com vigotes pré-fabricados e tijolos para forro com capa
Todo o forro sobre os sanitários e o hall de acesso serão cobertos com laje com vigotes para forro
sobrecarga 100kg/m2, armadura com malha aço CA-60 Ø5mm a cada 30cm com capa em concreto
Fck=20MPa. Antes da concretagem da capa o posicionamento da armadura e dos vigotes deverá ser
verificado pela FISCALIZAÇÃO.
6.5 Laje com vigotes pré-fabricados e tijolos para piso com capa
O forro sob a caixa d'água (laje sobre o depósito) será executado com laje com vigotes para piso com
sobrecarga 200kg/m2, armadura com malha aço CA-60 Ø5mm a cada 30cm com capa em concreto
Fck=20MPa. Antes da concretagem da capa o posicionamento da armadura e dos vigotes deverá ser
verificado pela FISCALIZAÇÃO.
7. PAREDES
7.1 Alvenaria de tijolos cerâmicos e=15cm
As alvenarias tanto externas como internas serão executadas com tijolos 6 furos nas dimensões
mínimas de 10x19x19cm, devendo o modelo ser previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO,
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assentados com argamassa de cimento cal e areia no traço 1:2:8, juntas verticais em desalinho
obedecendo as dimensões previstas em projeto. Os tijolos serão alinhados exatamente sobre as
vigas de baldrame obedecendo às posições indicadas em projeto. O posicionamento da primeira fiada
deverá ser aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
Os tijolos deverão estar bem queimados e uniformes. As paredes assentadas sobre o baldrame
deverão ter as três primeiras fiadas assentadas com argamassa de cimento e areia traço 1:3 em
volume, com adição de impermeabilizante idêntica a argamassa do item 4.2.
7.2 Vergas e contra-vergas 10x20cm
Em todas as aberturas (janelas e portas) deverão ser executadas vergas e contra-vergas com 10cm
de largura e 20cm de altura em concreto Fck=20MPa, com duas barra de aço CA-50 Ø6mm. A verga
deverá prolongar-se 20cm para cada lado do vão.
8. REVESTIMENTOS
8.1 Chapisco
Todas as superfícies internas e externas do módulo sanitário serão chapiscadas. Para se executar o
pré-tratamento e melhorar a aderência do emboço, será aplicada sobre a superfície, uma camada
irregular e descontínua de argamassa forte, o chapisco. Antes da aplicação do chapisco, as
superfícies de paredes e tetos deverão ser limpas com vassoura e abundantemente molhadas. O
chapisco poderá ser utilizado também em fachadas como complemento decorativo. A argamassa do
chapisco será composta de cimento e areia grossa ou fina, nos traços 1:3. O chapisco deve ser
lançado fortemente sobre a alvenaria com a colher de pedreiro. A camada aplicada deve cobrir toda a
alvenaria não ultrapassando 0,5cm de espessura.
8.2 Emboço de alisamento
Todas as superfícies internas e externas do módulo sanitário serão emboçadas. A aplicação do
emboço somente será permitida após a cura completa do chapisco ou no mínimo 24 horas após a
aplicação do chapisco, além do embutimento de toda tubulação e caixas, previstas para instalações
de água, esgoto e luz.
O emboço será composto de argamassa mista de cimento, cal e areia no traço 1:2:8. A areia a ser
utilizada nas argamassas para emboço deverá ser de granulometria média, com diâmetro máximo de
2,4 mm. Antes da aplicação do emboço, deverão ser executadas guias mestras de argamassa, de
forma a permitir que a superfície emboçada fique totalmente plana e regular com espessura máxima
de 1,5cm. Nas 3 primeiras fiadas ou no mínimo a 50cm de altura do baldrame o emboço conterá
aditivo impermeabilizante. Para esta faixa de impermeabilização a superfície chapiscada deverá
apresentar-se seca, limpa e isenta de corpos estranhos e os cantos vivos da estrutura deverão ser
levemente arredondados. A estrutura não poderá apresentar trincas ou falhas de concretagem e as
existentes deverão ser devidamente tratadas. Os aditivos deverão ser adicionados às argamassas,
obedecendo-se as recomendações do fabricante. A aplicação deverá ser feita em camada única de
1cm e o acabamento será feito com desempenadeira de madeira. A cura da argamassa deverá ser
constante através de molhagem, e por, no mínimo, três dias. Para facilitar a aderência do restante do
emboço, as superfícies chapiscadas deverão ser umedecidas durante a execução dos serviços.
O emboço final deve apresentar acabamento não liso (sem estar desempolado) para facilitar a união
com o reboco.
8.3 Reboco para frisos
A fachada externa receberá reboco com espessura de 1cm, destinado a demarcar os frisos conforme
definido em projeto. O reboco deve ser aplicado no mínimo 7 dias após a aplicação do emboço, com
os marcos, aduelas, peitoris, caixas de luz e demais suportes devidamente colocados. O reboco deve
apresentar-se perfeitamente desempenado, aprumado, alinhado e nivelado.
Também conforme projeto arquitetônico serão executados ornamentos de acabamento com a mesma
massa do reboco ao redor da abertura da porta pantográfica e das três janelas com 0,5cm de
espessura e 10cm de largura.
8.4 Azulejo branco com rejuntamento
Os sanitários masculino e feminino serão revestidos internamente até o teto com azulejos na cor
branca. Os azulejos serão isentos de manchas e fissuras e apresentar índice de absorção de água
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inferior a 4%. As juntas serão a prumo, com espessura máxima constante de 5mm. O rejuntamento
de cor gelo deverá ser executado 5 (cinco) dias após o assentamento com índice de absorção de
água inferior a 4%.
9. COBERTURA
9.1 Estrutura treliçada espacial em alumínio galvanizado
Conforme especificações do projeto de estrutura metálica previsto na seção 18.
9.2 Telha trapezoidal em alumínio anodizado na cor amarela
Conforme especificações do projeto de estrutura metálica previsto na seção 18.
9.3 Calhas em chapa alumínio galvanizado
Conforme especificações do projeto de estrutura metálica previsto na seção 18.
9.4 Rufos em chapa alumínio galvanizado
Conforme especificações do projeto de estrutura metálica previsto na seção 18.
10. PAVIMENTAÇÕES
Pavimentação interna do módulo sanitário
10.1 Regularização e compactação interno do módulo sanitário
Este serviço consiste na regularização do solo nos ambientes internos do módulo sanitário com
espessura média de 20cm com material proveniente da própria escavação até atingir o greide de
10cm abaixo da face superior do baldrame.
10.2 Lastro de brita Nº3 apiloado manualmente e=5cm (interno)
Sobre a camada regularizada interna no módulo sanitário será aplicada uma base de brita graduada
Nº3 com 5cm de espessura para posterior execução do contra-piso. A base deverá estar
devidamente nivelada.
10.3 Contra piso argamassa 1:4 e=4cm
Sobre a camada de brita nivelada interna será aplicado o contra piso em argamassa com cimento e
areia no traço 1:4, espessura 4cm. A camada será nivelada no topo do baldrame e devidamente
preparada para o posterior recebimento do revestimento cerâmico.
10.4 Piso cerâmico 30x30cm
Todos os ambientes internos no módulo sanitário receberão piso cerâmico que inclui a cerâmica
30x30cm, inclui a argamassa de assentamento e o reajuntamento com cimento branco. A cerâmica
será esmaltada extra ou de primeira qualidade com classificação PEI-4. O modelo da cerâmica
somente poderá ser utilizada após aprovação comum da FISCALIZAÇÃO e do representante legal do
Fundo Municipal da Saúde de Indaial.
Preparação da área externa do terreno para pavimentação (bloco intertravado e piso
monolítico)
10.5 Escavação e carga material 1a categoria (rebaixo cancha em 25cm)
Toda a área externa coberta e descoberta do terreno será raspada superficialmente para conformar
um greide com declividades para as laterais do terreno cerca de 25cm abaixo da cota acabada
prevista identificada em projeto. O serviço inicialmente consiste na escavação e carga de material em
1ª categoria para implantação de um greide conformando um perfil transversal abaulado com cota
25cm abaixo da cota do eixo central com caimento de 10cm para as laterais até o limite previsto para
o meio-fio das laterais, seguindo as cotas de projeto. As operações de rebaixamento do terreno
podem ser efetuadas com retroescavadeira hidráulica.
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10.6 Regularização e compactação mecânica de toda a área externa
Este serviço consiste na regularização da plataforma mediante pequenos ajustes com o material solto
até atingir o greide de 23cm abaixo da área para o piso monolítico e 20cm abaixo do definido para o
pavimento intertravado. Procede-se a escarificacão, quando necessário, seguida de pulverização,
umedecimento ou secagem, compactação e acabamento visando um terreno abaulado e conforme as
cotas definidas em projeto.
Pavimentação externa com pavimento intertravado
10.7 Meio-fio em concreto pré-moldado 15x30x100cm
A implantação de meios fios visa proteger e estabilizar a estrutura do piso monolítico do pavimento
intertravado e deste do gramado ao redor, garantindo as contenções destas áreas. As peças deverão
atender à norma NBR 9781 – “Peças de Concreto para Pavimentação – Especificação” no que
concerne à dimensão das peças e às resistências previstas em norma.
Os meios fios serão implantados conforme indicado na planta de locação da obra, tomando-se o
cuidado para que todo o piso monolítico e a grama sejam totalmente confinados pelos mesmos. Os
meios fios serão reajuntados com argamassa traço 1:4 (cimento e areia).
Atenção especial deve ser concedida ao meio fio que circunda o piso monolítico que deverá respeitar
as cotas e a declividade prevista em projeto permitindo posteriormente o alinhamento na execução do
piso monolítico com caimento lateral de 1,1% (11cm de queda por 10 metros de comprimento) em
direção às laterais do lote (para a execução do piso monolítico seguir os itens
O meio-fio de contenção lateral entre a grama e o pavimento intertravado deverá ficar com cota 10cm
acima do pavimento intertravado acabado.
10.8 Camada de macadame seco e=10cm
Após o devido confinamento e nivelamento do meio-fio, procede-se com o lançamento, compactação
e a regularização da superfície do subleito com macadame seco em toda a área externa e coberta
deixando-o nivelado e com a declividade conforme projeto. Procede-se a escarificação, quando
necessário, seguida de pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento
conforme cotas e larguras pré-existentes.
A base deverá sofrer forte compactação. A camada de macadame deverá obedecer às exigências
dos órgãos competentes, ter espessura conforme projeto específico e ser rolada com rolos lisos de
pneus e chapa metálica vibratória, ficando sob autorização da FISCALIZAÇÃO a adoção de outro
método mais conveniente.
Não tolerar expansão dos materiais superior a 2%. Obter grau de compactação mínima de 95% do
proctor normal e teor de umidade máximo de ±2 da umidade ótima obtida pelo ensaio de
caracterização.
ATENÇÃO: dependendo do perfil do terreno no local da implantação da quadra poderá haver
diferença no volume de macadame. Este volume deverá ser aferido com a FISCALIZAÇÃO
ajustando-se o mesmo para lançamento em eventual aditivo.
10.9 Fornec. e assent. bloco intertravado de concr. cor cinza natural, Fck 35 Mpa (20x10x6cm),
inclusive pó de pedra e= 4cm
10.10 Fornec. e assent. bloco intertravado de concr. cor grafite, Fck 35 Mpa (20x10x6cm), inclusive
pó de pedra e= 4cm
Depois de feitos os serviços preliminares descritos, começa de fato a construção do piso intertravado
pela camada de pó de pedra para assentamento dos blocos. Esta deverá ser constituída de
partículas limpas, finas, duras e duráveis, isentas de matéria orgânica, torrões de argila ou outros
materiais deletérios. A melhor condição é que o pó de pedra não esteja nem seco nem saturado. Para
se obter o teor de umidade desejado recomenda-se que o pó de pedra, no pátio de estocagem do
canteiro, esteja sempre coberto.
Antes de começar o serviço de espalhamento do pó de pedra para assentamento dos blocos de
concreto deve-se conferir a camada de base de brita corrida, fazendo as verificações citadas a seguir
e providenciar os reparos necessários, sendo que: a superfície não deve ter calombos nem buracos;
o material deve estar bem compactado e nivelado; o caimento para escoamento da água deve estar
conformando um greide abaulado; a superfície deve estar na cota prevista de maneira que se tenha a
altura certa para construir a camada de pó de pedra e colocar os blocos como definido no projeto; o
confinamento construído com meio-fio deve estar bem firme, alinhado e na altura definida no projeto.
É importante que a espessura do pó de pedra seja uniforme e constante, não devendo variar
simplesmente para compensar irregularidades grosseiras no acabamento superficial da camada de
brita corrida. Para tanto a camada de pó de pedra deve ser nivelada manualmente por meio de uma
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régua niveladora (sarrafo) correndo sobre mestras (ou guias), de madeira ou alumínio, colocadas
paralelas e assentadas sobre a base nivelada e compactada. Do lado de fora, dois auxiliares
passarão lentamente a régua sobre as mestras, uma ou duas vezes, em movimentos de vaivém. A
espessura da camada de pó de pedra tem que ser a mesma em toda a área para evitar que o
pavimento fique ondulado depois de compactado. Por isso é importante que a superfície da base
esteja plana, sem buracos e sem calombos. O pó de pedra deve ser jogado seco, limpo e solto (sem
compactar) entre as guias de aço ou de madeira e depois ser sarrafeado com a régua que corre
sobre as guias.
Uma vez espalhada, o pó de pedra não deve ser deixado no local durante a noite ou por períodos
prolongados aguardando a colocação dos blocos. Por isso deve-se lançar apenas a quantidade
suficiente para cumprir a jornada de trabalho prevista de assentamento dos blocos.
Os vazios formados na retirada das guias mestras devem ser preenchidos com pó de pedra solto e
rasados cuidadosamente com uma desempenadeira, evitando prejudicar as áreas vizinhas já prontas.
Não pisar no pó de pedra depois de pronto. Caso ocorra algum dano, consertar antes de colocar os
blocos. A superfície rasada do pó de pedra deve ficar lisa e completa. No caso de ser danificada
antes do assentamento dos blocos (por pessoas, animais, veículos etc), a área defeituosa deve ser
solta com um rastelo e sarrafeada novamente com uma régua menor, desempenadeira ou colher de
pedreiro.
Especificações para Assentamento dos Blocos Intertravados
a) Colocação dos blocos de concreto em fileiras: todo o piso deve apresentar inclinação de 1,1% no
sentido transversal em direção às laterais do lote para escoamento de águas pluviais. A colocação
dos blocos é uma das atividades mais importantes de toda a construção do pavimento pois é
responsável, em grande parte, por sua qualidade final. Dela dependerão níveis, alinhamentos do
padrão de assentamento, regularidade da superfície, largura das juntas etc, que são fundamentais
para o bom acabamento e a durabilidade do pavimento. Como é uma atividade manual, da qual
participam muitas pessoas, é importante ter dela um controle rigoroso. O alinhamento correto dos
blocos é um indicativo de sua boa qualidade (dimensões uniformes) e da atenção que se teve durante
a construção do pavimento. Não existe diferença de rendimento do trabalho entre colocar os blocos
cuidadosamente alinhados ou deixá-los a mercê dos desvios que o procedimento possa causar, mas
o resultado final, sobretudo do ponto de vista estético, será muito diferente.
A marcação da primeira fiada é a mais importante e deve ser feita com cuidado. É dela que sai todo o
alinhamento do restante do pavimento. Fios-guia devem acompanhar a frente de serviço indicando o
alinhamento dos blocos tanto na largura quanto no comprimento da área. As juntas entre os blocos
devem ter 3mm em média, variando entre 2,5mm e 4mm. Assentar a primeira fiada de acordo com o
arranjo estabelecido para cada local segundo orientações da FISCALIZAÇÃO e atendendo aos
seguintes critérios. A princípio adotar-se-á o padrão trama, composto por pares de blocos 2 a 2
dispostos os pares transversalmente uns aos outros, configurando numa trama com junta coincidente
em 20x20cm, acompanhando o posicionamento dos meios-fios laterais do terreno. Junto ao meio-fio
que separa o piso monolítico do pavimento intertravado, haverá um cordão transversal de
confinamento para transição, sendo as peças alinhadas uma ao lado da outra perpendicularmente a
este meio-fio, formando um coroamento externo. Estas peças serão na cor cinza grafite. O mesmo
cordão será aplicado junto ao meio-fio lateral e ao redor das caixas de drenagem com grelha.
Para garantir a qualidade da aparência, é preciso manter controle sobre os padrões de
posicionamento e alinhamento dos blocos ao longo da via. Para isto, é preciso utilizar linhas
longitudinais e transversais fixadas e esticadas com estacas, varetas ou blocos, verificando-se o
posicionamento a cada 5 metros de avanço. Eventuais desajustes podem ser corrigidos sem a
necessidade de retirar blocos, mas apenas utilizando cuidadosamente uma cunha ou talhadeira.
Como os blocos são colocados principalmente à mão, o colocador deverá usar ao máximo luvas de
proteção. Ademais, o trabalho ao nível do chão é cansativo e, para evitar fadiga, terá que mudar
frequentemente de posição. A atividade do colocador é a mais cansativa de todas. Para não
sobrecarregar a sua capacidade física, é conveniente dispor de equipe nas quais cada função possa
ser exercida por todos em rodízio.
A equipe mínima de trabalho em cada frente será composta por três operários: um colocador, um
auxiliar para transportar e outro para carregar e distribuir. Porém, se a obra permitir, poderão ser
utilizadas equipes com maior número de colocadores. A equipe deverá estar apta para que o
assentamento dos blocos ocorra num ritmo mínimo de 60m² (sessenta metros quadrados) de blocos
por dia. Este parâmetro será utilizado para aferir o atendimento dos objetivos deste empreendimento.
Os blocos são assentados diretamente sobre a camada de pó de pedra rasada onde o bloco, pego
com a mão, é encostado firmemente contra os outros já assentados e, a seguir, deslizado
verticalmente para baixo até encostar no pó de pedra.
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Quando houver interrupções no pátio como covas, tampas e caixas de inspeção ou outros
confinamentos internos, a sequência de colocação deverá ser controlada com linhas em forma de
quadrícula ao seu redor, de modo a não perder o alinhamento até que esta interferência seja
ultrapassada.
Na ordem de colocação em fileiras transversais, pode ser utilizada como guia, tanto um dos lados do
terreno como uma linha no seu eixo. Inicialmente colocam-se uns 25 blocos até que o padrão fique
definido e, a seguir, prossegue-se com um ou dois colocadores (com duas linhas cada um) e, de
preferência, um na frente do outro. O desenho da colocação deve estar sempre semelhante a uma
escada.
Visando otimizar e garantir a precisão na colocação dos blocos, deve-se colocar primeiramente todos
os blocos inteiros que caibam em um trecho, orientando-se pelas linhas. Após concluir os blocos
inteiros, os blocos de ajustes devem ser cortados 2mm mais curtos que os espaços restantes a serem
preenchidos. Para preencher espaços vazios menores que 1/4 da dimensão do bloco deve-se
preencher o espaço utilizando-se uma argamassa de concreto bem seca traço 1:4, umedecendo
todas as argamassas após finalizado o trecho.
Se chover logo após a colocação dos blocos é necessário verificar o estado da camada de pó de
pedra. A forma de realização desta análise consiste na retirada de alguns blocos, verificando-se
sulcos coincidentes com as juntas dos blocos. Ocorrendo, será a indicação de que deverão ser
retirados todos os blocos e toda a camada de pó de pedra deverá ser substituída. Na ausência de
danos, deixa-se escorrer a água da chuva antes de iniciar a compactação.
ATENÇÃO: durante a colocação e antes que os blocos sejam compactados, a circulação dos
operários e dos materiais sobre as áreas não concluídas quando estritamente necessário, deverá
ocorrer exclusivamente sobre proteções de madeira (tábuas ou chapas grossas).
b) Compactação inicial e revisão: nas compactações será utilizado vibrocompactador comum com
baixa potência, evitando a quebra dos blocos. Na compactação inicial deve-se passar a
vibrocompactadora pelo menos duas vezes e em direções opostas, primeiro totalmente num sentido e
logo depois no sentido contrário. Deve haver uma sobreposição dos percursos em 20 cm para evitar a
formação de degraus. A compactação deve prosseguir até um metro antes de alcançar a extremidade
final do trecho interrompido, exceto se este estiver confinado com meio-fio ou guia concretada. Esta
faixa final de um metro sem confinamento deve ser compactada com o trecho seguinte. Após a
compactação inicial, retirar com auxílio de duas colheres de pedreiro os blocos quebrados e substituílos por novos.
10.11 Selagem das juntas com areia fina e compactação final
O rejuntamento com areia fina diminui a permeabilidade do piso de água e garante o funcionamento
mecânico do pavimento. Por isso é preciso utilizar materiais e mão−de−obra de boa qualidade na
selagem e compactação final. Com rejunte mal feito os blocos ficam soltos, o piso perde travamento e
se deteriora rapidamente. No rejuntamento deve-se utilizar areia fina com grãos menores que 2,5mm,
do tipo utilizado para reboco de paredes, devendo estar totalmente seca sem conter cimento ou cal.
Para tanto a areia deve ser passada por peneira com malha 2,5mm para retirar corpos estranhos e
soltar a areia para que seque mais facilmente. Deve-se evitar o contato da areia com o solo a
qualquer custo e remexê-la com frequência. Normalmente utiliza-se em torno de 3,5 litros de areia por
metro quadrado de pavimento, ou seja, 1 m³ serve para selar 285 m2 de pavimento. A areia é posta
sobre os blocos em camadas finas para evitar que sejam totalmente cobertos e espalhada com uma
vassoura até preencher completamente as juntas. Com número maior de operários pode-se alternar a
varrição com a primeira compactação. Deve-se evitar que a areia grude na superfície dos blocos e
nem forme protuberâncias que afundem excessivamente os blocos na passagem da
vibrocompactadora.
Realizar no mínimo uma verificação após a primeira compactação com o intuito de atestar o
preenchimento total das juntas. No caso da observância de vazios, deve ser realizado novo
espalhamento de areia e, feito isto, será realizada a compactação final com a placa vibratória visando
preencher os vazios restantes.
Deverão ser feitas, pelo menos, quatro passadas, em diversas direções, com a placa
vibrocompactadora e sobrepondo parcialmente os percursos sucessivos. Esta operação deve ser
repetida até o preenchimento total dos vazios e o serviço será dado como concluído pela
FISCALIZAÇÃO somente após o preenchimento total das juntas.
Encerrada esta operação o pavimento pode ser aberto ao trânsito de pedestres. Se for possível, com
a previsão de ausência de chuvas e sob aprovação da FISCALIZAÇÃO, um pequeno excesso da
areia para rejunte pode ser deixado sobre o pavimento por até duas semanas, de modo que a própria
circulação de pedestres contribua para completar o selado das juntas. Antes da abertura ao tráfego
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verificar se a superfície do pavimento está nivelada, se atende aos caimentos para drenagem, se
todos os ajustes e acabamentos foram feitos adequadamente ou se há algum bloco que deva ser
substituído. A superfície do pavimento intertravado deve resultar desempenada, não devendo
apresentar desnível maior do que 1 cm, medido com uma régua de 3 m de comprimento apoiada
sobre a superfície.
Pavimentação com piso industrial monolítico
O piso industrial monolítico será executado sobre a área coberta estando delimitado pelo meio-fio de
travamento do pavimento intertravado previamente executado. Para a execução desta pavimentação
será exigida da CONTRATADA a contratação de empresa com equipamentos e mão de obra
qualificada e adequada para sua perfeita execução. Alguns procedimentos descritos a seguir deverão
ser respeitados durante a preparação e concretagem do piso industrial monolítico.
Antes da execução do piso industrial monolítico deverá ser conferido o travamento do meio-fio de
contenção do pavimento intertravado, deverá estar executada a caixa de passagem elétrica 30x30cm
junto ao módulo sanitário e concluído o bloco de fundação com chumbadores para apoio do pilar de
aço que sustenta a estrutura metálica espacial.
10.12 Base em brita corrida com compactação e=5cm
Este serviço consiste na aplicação de base de brita corrida sobre a sub-base devidamente
compactada. Brita corrida é a camada de base composta por produtos resultantes de britagem
primária de rocha sã, enquadrados em uma condição granulométrica contínua, que assegure
estabilidade à camada, depois de adequadas operações de espalhamento e compactação.
O espalhamento da brita corrida é efetuado manualmente pela ação da motoniveladora. Concluído o
espalhamento, são executadas as operações de incorporação de água à camada, com irrigação
manual de água pela ação do caminhão-tanque irrigador, e de revolvimento e homogeneização com a
lâmina da motoniveladora. O teor de umidade da mistura homogeneizada deve estar compreendido
no intervalo de –2% a +1% em relação à umidade ótima obtida no ensaio de compactação DNER-ME
129/94, executado com a energia especificada (energia modificada ou energia superior, adotada a
partir da execução do segmento experimental). É desejável a obtenção de um teor de umidade
situado no ramo seco, cerca de 1% abaixo da umidade ótima. A camada em execução recebe, em
seguida, a conformação final, sendo preparada para a compactação.
A compactação é executada mediante o emprego de rolos vibratórios lisos, e de rolos pneumáticos de
pressão regulável, devendo evoluir até que se obtenha o grau de compactação mínimo de 95%.
No caso do local ser inacessível aos equipamentos tradicionais de compressão assim entendidos
pela FISCALIZAÇÃO, a compactação requerida é feita à custa de compactadores portáteis, manuais
ou mecânicos.
Os equipamentos utilizados para execução deste serviço são: motoniveladora, rolos compactadores,
grade de discos e carro tanque distribuidor de água.
A execução destes serviços com equipamentos diferentes daqueles especificados neste item poderá
ser feito desde que devidamente autorizado pela FISCALIZAÇÃO.
10.13 Impermeabilização com lona plástica esp.=0,2mm
Antes da aplicação da lona plástica, deverá ser posicionado apoio tipo luva em aço galvanizado com
3” de diâmetro interno e espessura 2mm com tampa, para apoio das balizas da rede de vôlei e das
traves de futsal, segundo orientações do fornecedor das balizas e devidamente aprovados pela
FISCALIZAÇÃO.
Será aplicada lona plástica sobre base da quadra existente para isolamento e redução de fricção no
trabalho (dilatação, expansão e contração) do piso decorrente da variação térmica. Antes da
colocação da armadura em tela e também antes da concretagem, o posicionamento da lona deverá
ser devidamente vistoriado e aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
10.14 Armação em tela soldada Q-92 (aço CA-60 Ø4,2mm c/15cm) ou similar
Para distribuição de carga, o piso será armado com telas eletro-soldadas do tipo Q-92 ou similar,
adequadas à carga solicitada do piso. Importante destacar a necessidade de sobreposição entre os
bordos das telas adjacentes em 10cm aproximadamente. O posicionamento das telas deverá ser
devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
10.15 Espaçador de aço tipo caranguejo para tela soldada (bitola: 10mm)
Para o perfeito posicionamento das telas soldadas e das barras de transferência, estas serão
devidamente apoiadas em espaçadores do tipo caranguejo, para que fiquem totalmente encobertas
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pelo concreto. O modelo e tipo de caranguejo deverá ser previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO
antes da sua instalação.
De forma adequada, pode-se utilizar barra de Ø10mm (3/8”) CA-50 ou CA-25 para a confecção dos
caranguejos, formando um “U” invertido com pés em sentido normal a este “U” invertido (um para a
frente e outro para trás).
Para assegurar o posicionamento das telas soldadas sugere-se, nesse caso, o consumo de quatro
peças/m2. Sendo assim, o consumo de aço será de quatro peças/m2 x 0,76 m/peça x 0,617 kg/m =
1,88 kg/m2.
O posicionamento dos caranguejos deverá ser aprovado pela FISCALIZAÇÃO antes da concretagem.
10.16 Concreto usinado bombeado fck=30mpa, inclusive coloc., espalham. e acab.
O concreto será usinado, bombeado e lançado com seu adensamento realizado com vibradores de
imersão ou régua vibratória treliçada, seguindo índice de planicidade Ff = 50 e índice de planicidade
Fl = 30. O concreto a ser utilizado deverá seguir as seguintes características: fck 30,0 MPa, fct,K 4,2
MPa, slump 100±20 mm, Dmax 19,0mm e teor de argamassa de 48%. O cimento a ser utilizado
deverá ser o CP II ou CP V e deverá ser impermeabilizado com adição de produto tipo Sika, Vedacit
ou similar. O concreto conterá fibra fix (conforme descrito no item 10.16). A espessura será de 5cm.
Recomenda-se a conferência das ondulações com nível óptico laser. A retirada de ondulações do
concreto lançado será com rodo de corte. Durante a pega do concreto, o piso será flotado (flutuado),
por FLOAT MANUAL e/ou por FLOAT MECÃNICO, para correção de planicidade e compressão do
agregado graúdo do concreto, ficando na parte superior a nata e agregados miúdos para
acabamento. O processo de acabamento será com alisadoras duplas de alta rotação com disco de
flotação para argamassamento da superfície (politriz mecânica), sendo que as alisadoras serão
dotadas de pás inclinadas para garantir o acabamento liso da superfície sendo este do tipo polido
vítreo.
Após o acabamento liso, o piso será devidamente curado mantendo-se a umidade do concreto
através da proteção por lona plástica por no mínimo três dias. Sobre a lona deverá ser espalhada
uma leve camada de areia apenas para manter a lona esticada, sem exercer pressão sobre a
superfície do concreto.
10.17 Fibra fix poliéster 20mm
Misturado ao concreto será usado Fibra Fix poliéster 20mm na proporção de 1kg (um quilo) para cada
1m³ (um metro cúbico), afim de diminuir o surgimento de fissuras ao longo do tempo.
10.18 Corte e tratamento de juntas de dilatação
O corte para juntas de dilatação deverá ser feito em mais ou menos de 20 horas após a concretagem,
com máquina específica com disco diamantado para corte de piso. As juntas de dilação são cortes
feitos para direcionar as retrações nos pisos de concreto, mas não exclui possíveis fissuras que
poderão aparecer com o tempo do piso. As juntas serão cortadas conforme o projeto executivo ou
cortadas de acordo com negociação entre a FISCALIZAÇÃO e o executor, deixando claro que quanto
menor for o espaçamento das juntas, maior é a possibilidade de haver custos com manutenção de
juntas, e que quanto maior for o espaçamento de juntas, maiores serão as possibilidades de
empenamento e fissuração do piso. Serão utilizadas juntas de controle, conhecidas também como
Juntas Serradas. Agem para aliviar tensões advindas das retrações iniciais do concreto por cura e
mudanças térmicas, dos quais o primeiro normalmente é muito importante. Espaçadas corretamente,
reduzem a possibilidade de fissuras ao acaso. Em pisos industriais e comerciais a indução é feita
através do corte utilizando-se uma serra diamantada com profundidade de um quarto da espessura
do piso, quando usado armadura de retração e de um terço quando usado fibras. Em pisos espessos
pode ser colocado um indutor de fissura fixo na sub-base, debaixo da junta, para reduzir a seção.
O objetivo desta indução, através do corte ou outro meio, é reduzir a seção transversal da faixa de
concreto naquele ponto, forçando a fissura a acontecer na linha e não em outra parte, mantendo a
estética e permitindo o movimento horizontal do piso. A transferência de carga em juntas de controle
é dada pelo entrosamento dos agregados, formado quando da fratura. Pisos sujeitos a altas cargas
e/ou com longos espaçamentos entre juntas necessitam de dispositivo de transferência de carga. As
retrações de um piso acontecem mais rapidamente em superfícies expostas, causando o
empenamento, para cima, das bordas. Se o empenamento do piso for contido, acontecerão fissuras
onde a restrição imponha tensões maiores que a resistência à tração. Considerando que a retração
por cura é uma característica inerente do concreto de cimento portland, é normal acontecer alguns
empenos e fissuras. A quantidade de empenos e fissuras dependerá do projeto e dos elementos
estruturais, restrição de movimentos, quantidade de água, exposição da superfície. As juntas
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serradas devem ser executadas no máximo 15 horas após a concretagem e a profundidade do corte
não pode variar mais do que 5mm com relação a profundidade.
O tratamento das juntas receberá selante c/ mastique sikaflex 1A ou similar, sendo necessário
material de dureza shore D-50 ou acima.
10.19 Aplicação de endurecedor químico de superfície
Para cura, selamento e endurecimento do piso deverá ser previsto a aplicação de ASHFORD
FÓRMULA ou similar. O produto efetivo em climas quentes não permite o surgimento de trincas,
quando aplicado imediatamente após o acabamento final e se for mantido saturado durante 30
minutos. Sela o concreto transformando-o em uma massa praticamente sólida, diminuindo assim a
sua porosidade natural. Sua qualidade de penetração, proporciona selamento efetivo por toda a vida
útil do concreto. Aumenta a resistência à abrasão em até 30,7% a mais, dentro de 30 dias, quando
comparado a um concreto sem tratamento. Após este período, o concreto continuará enrijecendo-se,
gradualmente. Combina-se com os sais do concreto, tornando-se parte integrante dele em uma
estrutura mais reforçada, com uma superfície mais regular impedindo assim a formação de pó.
Aumenta a resistência à abrasão da superfície tratada, para receber pinturas, compostos de
calafetagem, adesivos e revestimentos para pisos. Ele também aumenta adesão e a vida útil desses
materiais. Inibe os danos causados pelo congelamento e descongelamento do concreto. Quando
aplicado corretamente, restringe a entrada da umidade e do gelo no concreto, limitando assim o ciclo
de expansão / contração, que tantos danos causa ao piso de concreto.
Para finalização do piso, este receberá selante de porosidade e anti-poeira Ashford Fórmula ou
similar, gerado pela cal livre do concreto. Este tipo de material também aumenta a resistência à
abrasão e proporciona brilho ao longo do tempo (ou forçado com lustração mecânica), facilitando a
limpeza. Esta segunda aplicação deverá ser de forma polida.
11. ESQUADRIAS E DIVISÓRIAS
11.1 Porta em madeira 1,00x2,10m completa sem pintura
As portas serão em madeira de lei, bem seca, sem nós ou fendas, não ardida, isenta de carunchos ou
brocas. Os batentes (marcos) e guarnições (alizares) não poderão apresentar empenamentos,
deslocamentos, rachaduras, lascas, desigualdades na madeira, entre outros defeitos. As faces serão
em madeira compensada de 35mm, enchimento tipo colméia rígida de compensado, com estrutura
central de montantes e travessas sarrafeadas em madeira de lei, maciça, e em largura suficiente para
permitir o embutimento de fechaduras e dobradiças. Os marcos de madeira serão fixados aos tacos
por intermédio de 8 parafusos no mínimo, por marco.
As esquadrias deverão ser fornecidas com todos os acessórios necessários ao seu perfeito
funcionamento. Todas as ferragens (dobradiças, cilindros e maçanetas) serão inteiramente novas, em
perfeitas condições de funcionamento e acabamento. As ferragens serão de latão ou em liga de
zamak (liga de alumínio, cobre, magnésio e zinco), com partes de aço. O acabamento se apresentará
da seguinte forma:
CROMADO: Peça que recebeu um banho de cobre alcalino, um banho de cobre ácido, um banho de
níquel e por fim um banho de cromo. As ferragens, principalmente as dobradiças, serão
suficientemente robustas, de forma a suportarem, com folga, o regime de trabalho que venham a ser
submetidas. Os cilindros das fechaduras serão do tipo monobloco. As ferragens obedecerão ao
disposto nas normas da ABNT atinentes ao assunto. As maçanetas das portas com as fechaduras
serão localizadas a 105 cm do piso acabado.
11.2 Porta em madeira 0,80x2,10m completa sem pintura
Seguir as mesmas especificações para o item 11.1.
11.3 Porta pantográfica em ferro 1,50x2,40m pintura eletrostática
No vão de entrada do módulo sanitário executar porta de grade tipo pantográfica, metálica,com
1,50x2,40m, executada com aço galvanizado em perfil “U”, com estrutura compatível com a função de
segurança, com duas travas cilíndricas
A porta pantográfica será composta por duas folhas articuláveis fabricadas em aço galvanizado perfil
“U” de ¾”x1/2”, barras chatas de 5/8”X1/8”, montagem com 03 tesouras tipo “X”, vão livre de 100mm,
guia superior ”Stanley”, guia inferior embutida, roldanas duplas e fechadura “bico de papagaio”. A
abertura das folhas deverá ficar centralizada no vão.
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A pintura das portas pantográficas deverá ser eletrostática em pó a base de resina 100% poliéster de
alta resistência na cor branca. NÃO SERÁ ACEITO, pintura escorrida, com rugas ou com falhas. As
portas pantográficas devem ser lubrificadas (trilhos superior e inferior) com graxa branca.
11.4 Janela em alumínio basculante 120x80cm com vidro canelado 4mm
As janelas dos sanitários e do depósito serão em alumínio galvanizado com pintura branca com
dimensões 1,20x0,80m em duas seções. Serão do tipo vitrô basculantes com 8 bandeiras com as 2
inferiores fixas contendo vidro canelado 4mm.
11.5 Divisória de granito engastada na parede (50x80cm)
Os banheiros receberão pequenas divisórias engastadas na parede. Serão em granito ocre-polido
dimensões 50x80cm com 1cm de espessura, instaladas a 70cm do piso. As divisórias deverão ser
firmemente engastadas na parede utilizando-se cantoneiras com parafusos.
11.6 Grade em ferro barra chata (janelas)
Todas as janelas receberão grade externa de proteção constituída por moldura em ferro barra chata
3/16” com detalhe interno em barras verticais 3/8” soldadas a moldura e espaçadas 10cm umas das
outras. Todo o conjunto será firmemente chumbado nas laterais dos vãos das janelas com
cantoneiras 1”x1/8”. Sugere-se realizar primeiramente a pintura da grade para melhor recobrimento
(item 12.4).
12. PINTURA
12.1 Fundo selador PVA 1 demão
Todas as faces com reboco das paredes externas e internas receberão tratamento prévio com
selador acrílico 1 demão. Antes da aplicação do fundo, as superfícies serão cuidadosamente limpas,
isenta de pó, óleo ou graxa e deverão estar completamente secas. O fundo será aplicado sobre todo
o reboco preenchendo-o por completo.
12.2 Pintura PVA latex sem massa (2 demãos)
Todas as faces com reboco das paredes externas e internas receberão pintura em duas demãos com
tinta PVA látex no padrão de cor definida pela FISCALIZAÇÃO em comum acordo com a Fundação
Municipal de Esportes. Todas as tintas serão vigorosamente agitadas dentro das latas, e
periodicamente mexidas com espátulas limpas, a fim de evitar a sedimentação dos pigmentos e
componentes mais densos. As diluições serão somente com solvente apropriado ou de acordo com
as instruções do respectivo fabricante. Evitar pintura em dias chuvosos ou com ocorrência de ventos
fortes que podem transportar para a pintura poeira ou partículas suspensas no ar. Não aplicar com
temperaturas inferiores a 10 graus centígrados e umidade relativa do ar superior a 90%. A aplicação
pode ser feita com pincel ou rolo (verificar instruções do fabricante). Aplicar 2 a demãos com intervalo
mínimo de 4 horas.
12.3 Alquídica em madeira duas demãos com fundo
As folhas das portas, marcos e guarnições deverão receber aplicação de verniz acetinado fosco
incolor. Antes dos itens em madeira receberem pintura com verniz, os mesmos deverão ser lixados e
deverão receber no mínimo 1 demãos de selante, intercaladas com lixamento e polimento, até
possuírem as superfícies lisas e isentas de asperezas. Revestidas com pintura esmalte nas duas
faces na cor branca.
12.4 Pintura esmalte 2 demãos com 1 demão de zarcão
O procedimento a ser utilizado para a pintura das grades de ferro das janelas deverá ser o seguinte:
efetuar o lixamento manual ou mecânico das superfícies a serem pintadas, bem como retirar todo
óleo, graxa ferrugem e pó da superfície; Efetuar o tratamento anticorrosivo e aplicar primer cromato
de Zinco 230 Renner, ou similar. Após aplicar 02 demãos no mínimo de esmalte sintético na cor
branca idêntica a aplicada na porta pantográfica até o perfeito recobrimento das superfícies.
13. INSTALAÇÃO HIDRÁULICA
Toda a instalação hidráulica deverá seguir o especificado em projeto e o quantitativo descrito na
planilha orçamentária. Toda a tubulação de água fria será em PVC rígido soldável marca Tigre ou
Amanco na bitola conforme projeto. Os pontos incluem canalizações, conexões e no final de cada
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ramal aplicar conexão com rosca metálica. Providenciar teste de tubulação antes do fechamento da
mesma com revestimento de argamassa. Consideram-se incluídos nestes serviços todos os
materiais, mão de obra e acessórios e/ou complementos necessários para a completa execução dos
serviços, mesmo que não explicitamente descritos na planilha, porém necessários para a entrega dos
serviços perfeitamente prontos e acabados em todos os seus detalhes.
14. INSTALAÇÃO SANITÁRIA
Toda a instalação sanitária deverá seguir o especificado em projeto e o quantitativo descrito na
planilha orçamentária. Toda a tubulação de esgoto será em PVC soldável, marca Tigre ou Amanco,
inclusive conexões. Toda a instalação deverá ser convenientemente ventilada e o tubo será elevado
até altura mínima de 30 cm acima da laje do forro, assentado com chapéu na extremidade.
As ligações das canalizações de PVC de esgoto secundário e primário serão executadas, com juntas
soldáveis de acordo com as especificações do fabricante. Consideram-se incluídos nestes serviços
todos os materiais, mão de obra e acessórios e/ou complementos necessários para a completa
execução dos serviços, mesmo que não explicitamente descritos na planilha, porém necessários para
a entrega dos serviços perfeitamente prontos e acabados em todos os seus detalhes.
A caixa de inspeção será em alvenaria de tijolos maciços com medidas internas de 40x40x40cm,
revestida internamente nas laterais, tendo o fundo lastro de concreto magro sobre leito de brita
graduada e tampa de concreto maciça.
O tanque séptico e o filtro anaeróbio deverão seguir as especificações construtivas da NBR7229.
Serão fechados com tampas em concreto armado dimensões 60x160x5cm. Todo o conjunto deverá
ser verificado pela FISCALIZAÇÃO antes do reaterro.
15. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Toda o procedimento de montagem da instalação elétrica deverá seguir o especificado em projeto e o
quantitativo descrito na planilha orçamentária bem como as prescrições da NBR5410. A entrada de
energia deverá obedecer rigorosamente às recomendações da CELESC. Toda a instalação deverá
ser devidamente aterrada conforme exigências das normas técnicas.
Será fornecido e instalado conjunto de poste com luminárias formato globo. O poste será
confeccionado em tubo de aço SAE 1010/1020, com solda de alta resistência. O acabamento
atenderá a NBR6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido – Especificação, com
apresentação de atestado de galvanização. O conjunto terá altura de 3 metros. As luminárias serão
do tipo globo com difusor em polietileno ou acrílico de alta resistência, na cor leitoso, com diâmetro
para comportar com segurança lâmpada vapor metálico de 150W. Os postes deverão conter bases
flangeadas com chumbadores embutidos no concreto. Deverão atender a norma técnica NBR 14744
– Poste de aço para iluminação. O modelo do poste da luminárias antes do fornecimento deverá ser
previamente aprovado pelo Departamento de Planejamento da Secretaria de Planejamento e
Habitação.
Será instalado um extintor de incêndio na face externa da parede entre a circulação e o depósito
sinalizado de acordo com as Normas de Segurança Contra Incêndio do Estado de Santa Catarina.
16. OBRAS COMPLEMENTARES E URBANIZAÇÃO
Cerca com mourões
16.1 Escavação a trado com 30cm diâmetro (profundidade 80cm)
Para a divisa lateral esquerda e na testada principal, será construída cerca em tela com mourões. Os
trabalhos iniciam-se com a escavação dos furos de trado a cada 3 metros. Estes furos serão
executadas “IN LOCO” tipo Strauss com perfuração em trado manual, com diâmetro nominal de
0,30m e profundidade tal que penetre no mínimo 80cm.
Caso haja a possibilidade de
reutilização do material escavado na própria obra, o mesmo deverá ser reservado em local
devidamente aprovado pela fiscalização. Caso não seja possível reaproveitá-lo, o material deverá ser
descartado em bota-fora e em local previamente aprovado pela fiscalização.
16.2 Lastro de brita, e=5 cm
O fundo dos furos de trado após nivelados, compactados e regularizados, serão preenchidos com
lastro de brita uniformemente distribuído em camada com 5cm de espessura. O lastro deverá estar
totalmente nivelado.
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16.3 Concreto estrutural fck 15 Mpa para fundação
Nas estacas, serão utilizados 3 barras de aço Ø8,0mm CA-50 armadas com 4 estribos com ferro
Ø4,2mm a cada 20 cm e que deverão penetrá-la no mínimo 0,80m servindo para amarração dos
mourões. Após atingir a profundidade especificada, apiloar o fundo da perfuração com pilão
apropriado.
Concomitantemente à concretagem serão posicionados os mourões de concreto, especificados no
item 16.4, respeitando-se a distância de 2m entre eles, amarrados às armaduras dos furos de trado.
O concreto será lançado até cobrir pelo menos 5cm acima das barras de aço. O concreto estrutural
terá resistência Fck 15 Mpa, executado com betoneira com controle de Slump superior a 45,
utilizando areia grossa e brita Nº 2, sendo estes materiais limpos sem presença de impurezas.
16.4 Mourão de concreto 10x10x300cm
Os mourões de concreto devem ter as dimensões (seção 10x10cm e altura total 3m) e estarem de
acordo com a NBR 7176. Devem ser retilíneos e isentos de defeitos, tais como: trincas, arestas
esborcinadas, ninhos provenientes de falhas de estocagem e saliências, não sendo permitidas
pinturas nem reparos posteriores a sua desmoldagem com a finalidade de ocultar esses defeitos. No
início e no final do trecho devem ser executados mourões esticadores (apoios). Todos os mourões
devem ser escorados permanecendo assim até a cura total do concreto.
16.5 Tela de arame galvanizado fio 12 # 8 p/ alambrado
Serão utilizadas telas de malha quadrangular abertura 8cm, confeccionada com espirais entrelaçadas
em arame galvanizado à quente por imersão, Fio BWG nº12, devendo atender. O posicionamento do
arame deverá respeitar uma altura máxima de 5cm entre o solo e a tela.
16.6 Meio-fio em concreto pré-moldado 15x30x100cm
A implantação de meios fios visa proteger e estabilizar o solo e proporcionar um confinamento
externo a grama e futuramente a calçada frontal. As peças deverão atender à norma NBR 9781 –
“Peças de Concreto para Pavimentação – Especificação” no que concerne à dimensão das peças e
às resistências previstas em norma. Os meios fios serão implantados conforme indicado na planta
acompanhando os mourões entre eles. Os meios fios serão reajuntados com argamassa traço 1:4
(cimento e areia).
16.7 Portão de correr
Fornecimento e instalação de portão de correr em moldura tubos de ferro medindo 3000x2000mm
com tela em alambrado. Fabricados em quadros de tubos de ferro 2”, trilho inferior embutido em viga
baldrame de concreto, rolamentos inferiores e trincos reforçados tipo “ferrolho” com suportes para
posterior colocação de cadeados.
Pintura com pelo menos duas demãos de fundo galvite e acabamento com pelo menos duas demãos
de tinta esmalte sintético na cor a ser definida pela FISCALIZAÇÃO. Não será aceita pintura
escorrida, com rugas ou com falhas.
Área verde e mobiliário
16.8 Plantio de grama em placas
Será fornecida em aplicada grama do tipo batatais ou equivalente em placas com aplicação de
calcário dolomítico tipo A, adubo orgânico bovino e fertilizante NPK 10:10:10.
16.9 Fornecimento e instalação de bancos de concreto para jardim
Será fornecido banco de concreto com o modelo e o local de instalação a serem aprovados e
definidos FISCALIZAÇÃO.
16.10 Fornecimento e instalação de prismas para estacionamento de bicicletas
Os prismas de concreto perfurados terão dimensões suficientes para o perfeito encaixe das rodas de
bicicletas deixando-as em pé com segurança. O posicionamento será conforme definido em projeto.
16.11 Fabricação, fornecimento e instalação de espaldar
Será construído espaldar composto por tubos de aço galvanizado NBR5580 classe leve diâmetro
nominal de 1”, apoiados em coluna de concreto armado Fck=15MPa. As colunas serão apoiadas em
furos de trado idênticos ao do muro. De qualquer forma deve-se seguir as especificações de projeto e
determinações do Fundo Municipal da Saúde.
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Construção de Academia da Saúde – Memorial Descritivo
16.12 Fabricação, fornecimento e instalação de barras para flexão vertical
Será construído barras para flexão vertical composto por tubos de aço galvanizado NBR5580 classe
leve diâmetro nominal de 1”, apoiados em coluna de concreto armado Fck=15MPa. As colunas serão
apoiadas em furos de trado idênticos ao do muro. De qualquer forma deve-se seguir as
especificações de projeto e as determinações do Fundo Municipal da Saúde.
16.13 Construção de pranchas em concreto para exercícios abdominais
Serão construídas pranchas para exercícios abdominais em concreto armado Fck=15MPa sendo a
armadura aprovada pela FISCALIZAÇÃO antes da concretagem. Conterão apoio para os pés em
tubos de aço galvanizado NBR5580 classe leve diâmetro nominal de 1” em formato “T” conforme
projeto. As pranchas terão duas inclinações longitudinais conforme especificado em projeto e de
qualquer forma deve-se seguir as determinações do Fundo Municipal da Saúde.
16.14 Fornecimento e montagem de totens conforme projeto
Serão fornecidos e instalados pela CONTRATADA 2 totens de identificação e instruções, sendo 1
Totem Principal a ser instalado junto ao portão principal e 1 Totem de Apoio a ser instalado ao lado
do Módulo Sanitário, sendo a localização exata deste último a ser definida pela FISCALIZAÇÃO EM
conjunto com um representante do Fundo Municipal da Saúde. A confecção dos totens deverá seguir
as especificações do documento Manual da Marca Academia da Saúde.
16.15 Placas de sinalização para portas em chapas de aço 1,5mm
Serão fornecidas e instaladas placas do tipo tabuletas a serem instaladas nas 3 portas de acesso do
Módulo Sanitário e no interior dos sanitários, conforme especificações do documento Manual da
Marca Academia da Saúde.
17. SERVIÇOS FINAIS
17.1 Limpeza final da obra
Será removido todo o entulho da obra e os resíduos e quaisquer detritos que possam causar
escorregamentos e acidentes. A CONTRATADA deverá reparar quaisquer danos oriundos do
processo de limpeza. Os resíduos serão transportados para bota-fora devidamente aprovados pela
FISCALIZAÇÃO. A obra deverá ser entregue limpa.
18. PROJETO DA ESTRUTURA METÁLICA
18.1 Projeto das Estruturas Metálicas
A CONTRATADA deverá elaborar o projeto executivo da estrutura metálica espacial com telhamento
metálico conforme estudo preliminar exposto nos desenhos das pranchas ARQ02 e ARQ03. O projeto
deverá conter:
18.1.1 Plantas da estrutura da cobertura sobre a área de vivência e módulo sanitário, incluindo dimensões
principais, definição dos elementos estruturais, locações, níveis, especificação dos perfis utilizados e
tratamento superficial (especificando o tipo de pintura de fundo e de acabamento ou galvanização a fogo).
18.1.2 Detalhamento da platibanda metálica em todo o contorno, contendo detalhes construtivos de
acabamento e das calhas e coletores pluviais.
18.1.3 Detalhe dos encontros das ligações espaciais da estrutura metálica e dos apoios da telha
diretamente sobre a alvenaria que envolve o reservatório do módulo sanitário.
18.1.4 Detalhes de apoios, sendo ligações aos pilares no módulo sanitário, apoios às colunas de aço, apoio
central no piso da junção das colunas em 'V”, parafusos, treliças, fixação das telhas, e tudo o mais que se
fizer necessário à perfeita compreensão do projeto;
18.1.5 Memorial de Cálculo e Relatório técnico, contendo as justificativas técnicas do dimensionamento,
determinação dos esforços de vento (velocidade básica, fatores s1,s2 e s3, coeficientes aerodinâmicos,
coeficientes de forma, etc..), dimensionamento dos perfis e peças metálicas, uniões, chumbadores,
travamentos e contraventamentos
18.1.6 Previsões de consumo de materiais e a sequência executiva obrigatória, requerida pelo esquema
estrutural;
18.1.7 Quantitativos e especificações técnicas de materiais e serviços.
18.1.8 Previsão de utilização de tratamento contra a corrosão na telha metálica trapezoidal e platibandas.
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Construção de Academia da Saúde – Memorial Descritivo
Observação: no local da obra deverá permanecer uma cópia do presente memorial descritivo e
do projeto executivo para consulta pelos responsáveis pela execução e pela fiscalização. A
obra deverá ser executada conforme este memorial. Não poderá ocorrer qualquer alteração
durante a execução da obra sem autorização da FISCALIZAÇÃO Municipal de Indaial.
FABRÍCIO JOSÉ BARBOSA
ENÍLSON ERLEY DE FREITAS
RESPONSÁVEL TÉCNICO
Arquiteto CAU nº A38060-1
SECRETÁRIO DE SAÚDE
Proponente
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MEMORIAL DESCRITIVO - Prefeitura Municipal de Indaial