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it fmi h\iin
RI IQTI-CA
Colonos distribuíram 100 caixas
couve-manteiga.
RETRIBUINDO
SOLIDARIEDADE
Dia 19 de outubro passado uma
comissão de agricultores de Nova
Ronda Alta distribuiu a sua segunda
produção de verduras entre os
moradores da Vila "Lomba do
Pinheiro", município de Viamão. Esta
i a segunda vez que os colonos
entregam a sua produção coletiva
aos operários da região
metropolitana de Porto Alegre.
Segundo eles, o gesto representa a
retribuição das famílias de Nova
Ronda Alta ao apoio recebido durante
o acampamento de
Encruzilhada Natalino.
J
Porto Alegre- primeira e segunda quinzena de outubro de 1982
CANTOS DO POVO
E uma coletânea de cantos
da Romaria da terra e do
poeta gaúcho Adão Preto .
"Foi a partir do sofrimen
to que a gente vive
que
começaram a surgir minhas
poesias", diz o poeta. 0
livroestá ã disposição,ao
preço de Cr$ 250,00. Pedi
dos ã CxPostal 1916, CEP
90.000. Porto Alegre -RS.,
CONTINUA
O MASSACRE
DE POSSEIROS
Sem Terras
fizeram
encontro
nacional ,
Saiu mna carta aos Sem
Terra do Brasil. t7 •
estados'participaram.
Edição especial a seguir.
————■—'
■—■—
LEIA EDITORIAL E ÚLTIMA
CONDENADO POR DEFENDER AGRICULTORES
0 jornalista Juvencio Mazzai
rol Io, colaborador da CPI
do
Paraná foi condenado no final
do mês passado a um ano de pri^
são com base na Lei de Seguran
ça Nacional pelo Conselho Per
manente de Justiça da 5a Circunscrição Militar de Curitiba,
PR. Os militares negaram
ao
jornalista o direito ao benefT
cio da suspensão
condicionaT
da pena e o direito de apelar
em liberdade. Assim que terminou o julgamento, Juvencio foi
recolhido pela policia federal
ã Penitenciária Central do Pa
raná, no município de Piraquara. Ele é editor do jornal"Nos^
so Tempo" de Foz do Iguaçu
e
autor de "A Taipa da Injusti -
ça", uma publicação da CPT do
Paraná que fala sobre as violências cometidas contra os de
sapropriados da Itaipu binacio
nal.
Pela "justiça do^ militares"
o jornalista foi enquadrado na
LSN porque publicou no "Nosso
Tempo" matérias contendo crTti^
cas ãs autoridades, entre elas
os coronéis João Guilherme da
Costa Labre e Clõvis Cunha Via
na, este último interventor mu
nicipal em Foz do Iguaçu.
Nos do Comitê de Apoio
do
Rio Grande do Sul e do boletim
SEM TERRA, que conhecemos Juvencio e o seu trabalho,concor
damos inteiramente com seu advogado, Wagner D^ngelis.pres^
dente da Comissão Justiça
_e
Paz do Paraná de que a decisão
da justiça militar foi " mais
política do que técnica, para
atender aos interesses das au^
toridades de Foz do Iguaçu".Ju
vencio é um intransigente defensor dos trabalhadores
rurais oprimidos daquele estado.
Por isso, repudiamos essa condenação, nos solidarizamos com
o jornalista Juvencio Mazzarol^
Io e apoiamos a iniciativa de
desenvolver uma ampla campanha
de solidariedade ao jornalista
condenado e pela revogação ime
diata da Lei de Segurança Nacional .
EDITORIAL
VIOLÊNCIA:
GOVERNO É O
RESPONSÁVEL
0 brutal assassinato do po_s
sslro Henrique José Trindade
é apenas rnais um na verdadai
ra escalada de violincia
e
terror que a população do cam
po vem sofrendo. 0 Governo e
o maior responsável por essa
onda de violência. Dmitindose em casos que deve ser
o
promotor da justiç.a.Sendo cúm
plice.em outros momentos,dos
que cometem tais violências.
Foi assim no mais recente cai
30 de posseiro assassinado .
Henrique teve seu corpo rnutl
lado - olhos arrancados s Ia
bios cortados
, r jagunços
e policiais civis. Dona Oda
miIa, viúva de H ■
:et per
guntou logo depois de ter en
contrado o corpo do marido :
"Para que eles queriam o olho
e o lábio de meu marido?Cer~
|;flíi|ili||}pi
laniliiilli !
.nrique r
allllilíiiltíorí
u sabxamente. Henriq;
^om
a vida o preço da coragem e
||^|Í8fÍ|;ÍpÍpÍÍÍÍ|Íç3:f
r <3
sda família e a terra onde
i^plÉglilillí
mandante do crime poderá agora
ítranqullawentel
'rporar
a pequena propri
iue
deixou o posseiro ao seu Ia
tifúndio. Tranqüilamente par
||gÍÍlÍÍÍKÍ;Í;ti
liará toda a
proteção, par
'■ mB.
is e mais terras, expulsando
os humildes e indefesos laNo Sul do Mato Grosso Cco
mo dKa
• s. nesta edição,)
WI^ÊÊÊÊSÊ:
:3SpeJo
das 16 famílias de arrendatá
rios que tiveram suas casas
e pertences q
gunços e policiais da regiãa
E,
snta
contra
fiz
o jornalista Juvencio Ma2zarollo, é punido
tacâo
i
",-
t
> ■■
-
-^'t'
O drama vivido pelos
agricultores de Passo
Real poderá se repetir
com as milhares de
famílias que serõo
desapropriadas pelas
barragens do Rio Uruguai
FUTURO DOS EXPROPRIADOS
DO ALTO URUGUAI É INCERTO
Das 25 barragens que serão
construídas no curso do
rio
Uruguai (entre Brasil e Argentina - 22 nacionais e 3 binacionais] pelo menos sete delas
estarão funcionando até 1995,
afirmaram técnicos da Eletro sul (subsidiária da Eletrobrás
e responsável pela execução dos
projetos). Uma área de 75.300
Km2 f.icará totalmente submersa
e 2 milhões e 500 mil habitantes serão desalojados.
Duas destas barragens, a de
Machadinho e Itá, serão as prjl
meiras a serem construídas. Su_
as obras já estão em andamento
e as indenizações do canteiro
(dos dados e fatos) pelos tec
nicos e autoridades envolvidas
na questão.
Dia 15 de fevereiro próximo
será realizada no município de
Viadutos (RS) a tradicional R£
maria da Terra. A preparação
vem sendo feita pelas CPTs de
SC e RS e Comissão Regional das
Barragens. Enquanto isso, permanece incerto o futuro dos rrra
radares da região. E a conversa fluente no lugar é a indag£
ção: Terão eles (os desabrigados) o mesmo destino dos "Afogados" do Passo Real?
Alguns
respondem que "não"e explicamf
"Estamos numa situação de "Afo
gandos".
ORA, PoRQuE o
eoue'5M3T1E00
pAie, pona^
pgA BOTAK. A.60A
ÇM CIMA
AFOGADOS AGUARDAM SOLUÇÃO
Durante o III Seminário de
Estudos Latinoamericanos real^
zado em fins de setembro na Uni
versidade Federal do Rio Grande do Sul, ouvimos um depoimeji
to que revelou o que nós,do Co
mitê de Apoio aos Sem Terra,ja
desconfiávamos: a situação das
mais de 300 famílias"Afogadas"
do Passo Real além de dramática está sendo manipulada
por
interesses alheios aos dos agricultores. 0 depoimento foi
prestado por trabalhadores ru
rais que participaram do painel sobre "Movimentos Agrários
no Rio Grande do Sul", realiza_
do durante o seminário. Em fun
ção do espaço deixamos de publicá-lo nesta edição mas apro
veitaremos o material numa pro
xima oportunidade.
< '50^7
NOVA RONDA ALTA I
.
Querem amarrar, amordaçar
(e matar) os que
protestam
contra a opressão mas
não
conseguirão. Alguém ocupará
o lugar de Henrique. Nós
e
outros continuaremos o traba
lho de Juvencio.
de obras ja foram efetuadas.As
duas juntas formarão um
lago
que submergirá 44.050 ha
de
terras consideradas altamente
produtivas e densamente povoadas. Aproximadamente 3.280 fa
mílias (16.400 pessoas) serão
desalojadas dos 18 municípios
atingidos - 6 em SC e 12 no RS.
Algumas comunidades, como a de
Itá em Santa Catarina, Vila Mi
rim e Carlos Gomes no RS serão
totalmente submersas pelo lago
de Machadinho que atingirá uma
altura de 124 metros e 270 Km2
de extensão.
Os moradores de Carlos Gomes - cerca de 85 famílias - ,
município de Viadutos ( divisa
entre os dois estados) exigem
a transferência integral da co
munidade para outro local
na
região. Segundo eles, a EletnD
sul não aceita este tipo de ne
gociação (coletiva) pretendida
pelos desabrigados. A empresa
"prefere" o método de
acerto
individual e diferenciado que
amplia a margem de manipulação
Terra à vista
0s colonos sem-terras de No
va Ronda Alta ouviram no início de outubro a declaração ma
is forte até o momento de que
receberão terras no estado. Um
grupo de 12 representantes dos
agricultores mantiveram audiên
cia com o Secretário da
Agri
cultura do Rio Grande do Sul,
José Marques da Rocha,que lhes
garantiu uma solução para o pro
blema até o final do seu manda^
to. 0 secretário autorizou os
próprios agricultores a procurarem terras na região de Ronda Alta e assegurou-lhes que o
governador "endossa tudo o que
lhes disse".Até o final do mes
os colonos deverão retornar a
Porto Alegre para iniciar com
o Governo as negociações
de
sua permanência em terras gaúchas .
Momento decisivo
Representantes de mais
de
15 entidades de apoio aos colo
nos de Nova Ronda Alta (entre
elas a CNBB, C.J. e Paz, MJDH,
CEPERGS e Intersindical do RS)
estiveram reunidos dia 20 último para avaliar a atual situação do movimento dos
semterras. Na reunião foi levanta
da a preocupação no sentido das
entidades respaldarem qualquer
atitude dos colonos nesse deci
sivo período de negociações com
o Estado, ü próxmo encontro fi
cou marcado para o início
de
novembro.
Acampamento militar montado pelo "Curió" ainda existe.
AGRICULTORES FORAM ESQUECIDOS
Quarenta famílias de agriculto
res sem terras gaúchos vivem
há mais de um ano numa situa
ção de insegurança e muita
duvida quanto ao futuro.Eles
estão no acampamento montado
pelo Exército (próximo a En
cruzilhada Natalino, no munT
cTpio de Ronda Alta) durante
a intervenção do coronel Curió naquele local, em julho
do ano passado. 0 acampamento foi erguido para abrigar
os sem-terras que aceitavam
a proposta do Governo de as^
sentamento no projeto de colonização de Lucas do
Rio
Verde, no Mato Grosso, e de-
sistissem de permanecer acam
pados ã beira da estrada. Ho
je, nenhuma das famílias ira
is aceita ser transferida pa^
ra o Mato Grosso, e o projeto de Lucas do Rio Verde, in
clusive, já esta fechado pa^
ra agricultores gaúchos.0 go
verno acena com uma nova
a^
rea de colonização no território de Roraima,extremo-no£
te do pais. Uma região ainda
mais inóspita e com tudo por
fazer. Afora isso,^ nenhuma
outra alternativa e apontada
para resolver o problema des^
sas famílias.
MINISTÉRIO DA TERRA
DIFICULTARÁ, DIZ CPT
A criação do Ministério da
Terra dificultará o trabalho
da igreja. A afirmação partiu
do presidente da Comissão Pa_s
toral da Terra (CPT), Dom Mo£
cir Grechi, bispo de Acre-Purus. Para ele, as primeiras di^
ficuldades são a proibição da
entrada de agentes de pastoral
nas áreas de conflito e a obtenção de visto de permanência
a missionários estrangeiros que
pretendem trabalhar na Amazônia .
"G novo ministério foi cria
do para militarizar a questão
fundiária no país e tem como £
bjetivo esvaziar os movimentos
sindicais e tentar desmorali zar o trabalho da Igreja e o £
poio das entidades civis ã que£
tão dos camponeses", denunciou
o presidente da CPT. Ele previ
a perseguição ainda maior
às
pessoas ligadas a Igreja.
Dom Moacir Grechi não acredita que o novo Ministério da
Terra promova a reforma agra ria. "A estratégia a ser empre
gada", afirmou ele, "será a de
criar uma classe média rural ,
sem, no entanto, solucionar a
questão fundiária que é distri
buir a terra para a massa
de
trabalhadores rurais".
As declarações de dom Moa cir foram feitas durante o encontro da presidência da
CPT
em Goiânia, no começo de outubro, com a presença, também,de
dom Pedro Casaldáliga, vice presidente da entidade e do s£
ciólogo José de Souza Martins,
autor do estudo "Ministério de
Assuntos Fundiários: o quartel
da terra" analisado durante o
encontro.
LUTA PELA TERRA CONTINUA FAZENDO
VÍTIMAS NOS ESTADOS DO MATO GROSSO
Posseiro foi assassínodo no Norte. Famílias despejadas no Sul
A Comissão Pastoral da Terra do
Estado do Mato Grosso, em nota ã im
prensa manifesta seu "irrestrito ã
poio aos posseiros de Capão Verde 7
município de_AUo^Paraguai (MT), e
era especial ã família; de Henrique
José Trindade, assassinado friamente pela policia civil e por jagun ■Cos jcfarquele município, no começo de
setembro passado".
0 posseiro Henrique José Trindade foi assassinado por jagunços da
Fazenda Coreana e por membros da po
licia civil ao tentar reagir a inva
são de sua casa, segundo relata Do
na Odamila Paimel, de 27 anos,compa
nheira de Henrique, mãe de 4 filhos
e jãno nono mês de gestação.
Dona
Odamila conta que chegaram a região
em 1976, juntando-se as demais famT
lias de trabalhadores que se instalaram na área. "Em 1979, três anos
depois de chegarmos aqui, começou a
haver problema com a Fazenda Coreana, de um senhor conhecido como"Por
tuguês"; que vem tentanto expulsa?
a gente daqui desde aquela época .
Meu marido disse que só saia se
o
"Português" mostrasse a
escritura
FORAM EXPULSOS DA TERRA
No Mato Grosso do Sul, municTpio
de Taquarussú, 16 famílias de arren
datãrios foram violemtamente despejados das terras que ocupavam na Fa
zenda Pecanto, de propriedade do fa
zendeiro Ludjobrag Arambazick- Elas
ocupavam parte dos 2.600 alqueires
da fazenda_(1.300 de terras devolutas) através de contratos de arrendamentQ_que lhes garantia a explora
ção da área por um perTodo de dois
anos. Terminado o contrato, plantavam pastagem para o gado do fazende
iro e iam_cultivar outro pedaço de
terra. 0_último contrato,segundo os
arrendatários, venceria somente em
novembro próximo. Mas, já há dois
anos, jagunços contratados pela fa
zendeiro vinham pressionando as famílias para deixarem o local.
Uma
das áreas cultivadas foi
invadida
pelo gado da fazenda que destriu to
talmente a plantação.
No último dia 16 de agosto,as 16
famílias (aproximadamente 100 pessoas na maioria crianças)
tiveram
suas casas e pertences queimados,a^
guns foram espancados(inclusive cora
ferimentos graves provocados por co
ronhadas de fuzis) e depois
foram
violentamente despejados pelos ja gunços do fazendeiro e policias de
Bataiporã, Taquarussú e Nova Andradina. Três crianças já morreram
e
52 se encontram em estado de subnutrição . Para agravar a
situação
das famílias, o fazendeiro não adrai
te qualquer indenização de sua parte das benfeitorias construídas pe
los arrendatários na área,
embora
isto esteja previsto na Lei do Esta
tuto da Terra. Foi aberto inquérito
na Comarca de Nova Andradina visando a indenização desses bens,mas o
proprietário (apesar de convocado
pelo juiz Dirceu de Souza da Segun
da Vara daquele municTpio) tem
se
negado a prestar depoimento.
Enquanto aguardam uma decisão da
justiça e do Incra,_as famílias es^
tão hájnais de um mês vivendo
em
condições sub-humanas em
barracos
que abrigam até 4 famílias na periferia da cidade. Mas, decidiram per
manecer unidos em Taquarussú, aguar
dar a decisão judicial; manter contato com autoridades e reivindicar
apoio junto ã comunidade.
TODA MANIFESTAÇÃO DE APOIO E 30
LIDARIEDADE AS FAMÍLIAS DE TAQUARI&
S0 DEVEM SER ENVIADAS AO SINfllCATÜ
DOS TRABALHADORES RURAIS DAQUELE MU
NICTPIO. 0 CÓDIGO POSTAL E 79.760 7
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL.
legal da terra. Mas ele mostrou ape
nas uma escritura de sua fzenda dê'
1.000 hectares. Depois de muita in^
sistência do meu marido e dos advo~
gados do Incra, Fracisco Cassiano e
Õavid Tavares Duarte, ele mostrou u
ma outra escritura que correspondi?
aos .1.200 hectares. No entanto,os a
dvogados afirmaram que a área
era
devòluta e que a escritura era falsa".
Dona Odamila assegura que,por vá
rias vezes, o fazendeiro tentou fã
zer acordo com as três famTlias que
estavam dentro da área
pretendida
por ele, oferecendo Cr$ 30 mil para
cada uma. "Nem meu marido, nem
os
outros aceitaram e ai começaram as
perseguições".
Henrique foi intimado pela policia de Alto Paraguai para aceitar o
acordo que o fazendeiro propunha e
sempre recusou.
Depois de algumas ciladas,
das
quais Henrique escapou ileso, e da
prisão de um dos posseiros pela policia civil de Alto Paraguai,o pior
veio a acontecer na noite de sábado^
4 de setembro: o delegado Nelson,de
Alto Paraguai, acompanhado de
alguns jagunços entrou íia casa,atirou
em Henrique José Trindade que rea giu correndo para fora da casa, mas
foi capturado pelos assassinos que
o levaram (ainda com vida),sendo o
corpo encontrado no dia
seguinte,
por seus familiares e posseiros da
região, todo baleado, com os olhos
e o lábio inferior arrancado." Para
que eles queriam o olho e o
lábio
de meu marido? Certamente para pro
var ao mandante do crime que Henrique realmente foi morto", lamentava
Dona Odamila.
Capão Verde é uma área de aproxi
madamente 4 mil hectares, onde vi~
vem cerca da 170 famTlias, a 70 qui
lúmetros de Alto Paraguai. A região
começou a ser desbravada há 14 anos,
conforme revela Raimundo Salles, um
dos posseiros mais velhos do local.
E uma região fertilTssima, onde as
quase 200 famTlias de posseiros atualmente cultivara arroz, feijão.rai
lho e banana era larga escala, sendo
ura dos principais abastecedores de
Cuiabá.
Boletim Sem Terra informativo da campanha
Circulaçao:Regional
Sul de Agricultores
de Solidariedade aos Agricultores Sem Terra
Sem Terra (Rio Gran
de do Sul, Santa Ca
Responsabilidade
tarina, Paraná, Sao
Paulo e Mato Grosso
do Comitê de Apoio aos AgricultoresSem Torrado sui
Cx.Pbstal 1916-90.000 Pbrto Alegre-RS
a!o72ge5oíese^?r
res.
Download

CONDENADO POR DEFENDER AGRICULTORES