MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
TRÁFEGO AÉREO
CIRCEA 100-54
PADRONIZAÇÃO DA ELABORAÇÃO DE
PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA
2012
MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO
TRÁFEGO AÉREO
CIRCEA 100-54
PADRONIZAÇÃO DA ELABORAÇÃO DE
PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA
2012
MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO
PORTARIA DECEA No 3/SDOP, DE 16 DE JANEIRO DE 2012.
Aprova a reedição da Circular que trata da
padronização
da
elaboração
de
procedimentos de navegação aérea.
O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições
que lhe confere art 269, inciso I do RICA 20-1 “Regimento Interno do DECEA”, aprovado
pela Portaria DECEA nº 103/DGCEA, de 21 de junho de 2011, e considerando a delegação
de competência estabelecida no art. 1º, inciso III, da alínea “g”, da Portaria do DECEA nº
1-T/DGCEA, de 2 de janeiro de 2012, resolve:
Art. 1o Aprovar a edição CIRCEA 100-54 "Padronização da Elaboração de
Procedimentos de Navegação Aérea”, que com esta baixa.
Art. 2o Esta Instrução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º Revoga-se a Portaria DECEA nº 3/PLN2, de 9 de março de 2011, publicada
no Boletim Interno do DECEA nº 103, de 1º de junho de 2011.
(a) Brig Ar LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA
Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA
(Publicado no Boletim do DECEA nº 27 de 08 de fevereiro de 2012)
CIRCEA 100-54/2012
SUMÁRIO
1
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...............................................................................................................6
1.1 FINALIDADE ..................................................................................................................................................6
1.2 ÂMBITO ..........................................................................................................................................................6
2
CONCEITUAÇÕES.......................................................................................................................................7
3
CRITÉRIOS GERAIS .................................................................................................................................12
3.1 GENERALIDADES.......................................................................................................................................12
3.2 COMPRIMENTO MÍNIMO ..........................................................................................................................14
3.3 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA) .....................................................................................................14
3.4 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO E CHEGADA POR INSTRUMENTOS .....................................14
3.5 PROCEDIMENTO DE SAÍDA POR INSTRUMENTOS..............................................................................16
3.6 ESPERAS .......................................................................................................................................................17
3.7 ELABORAÇÃO, REGISTRO, ARQUIVAMENTO E REVISÃO ................................................................17
4
OPERAÇÃO POR INSTRUMENTOS.......................................................................................................18
4.1 PROCEDIMENTOS CONVENCIONAIS .....................................................................................................18
4.2 PROCEDIMENTOS RNAV...........................................................................................................................19
4.3 DESCRIÇÃO TEXTUAL DO PROCEDIMENTO........................................................................................24
4.4 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA HELICÓPTEROS....................................................................25
4.5 CARTA DE ALTITUDE MÍNIMA DE VIGILÂNCIA ATC (ATCSMAC) ..................................................25
5
OPERAÇÃO VISUAL .................................................................................................................................26
5.1 APROXIMAÇÃO ..........................................................................................................................................26
5.2 ROTA .............................................................................................................................................................27
6
DISPOSIÇÕES FINAIS...............................................................................................................................29
Anexo A – Mínimos de pouso e decolagem................................................................................................. 29
Anexo B – Histórico de Processo de Elaboração de Procedimentos......................................................... 40
Anexo C – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Não-precisão Convencional.............................................................................................................................................................. 41
Anexo D – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos RNAV (GNSS) ..................... 56
Anexo E – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Precisão............................ 74
Anexo F – Ficha Cadastro de Carta de Saída Padrão por Instrumentos. .............................................. 96
Anexo G – Ficha Cadastro de Carta de Chegada Padrão por Instrumentos..................................... 108
6
CIRCEA 100-54/2012
1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 FINALIDADE
A presente Circular tem por finalidade padronizar o emprego dos critérios a serem
aplicados durante o processo de elaboração de procedimentos de navegação aérea.
1.2 ÂMBITO
A presente Circular, de observância obrigatória para os elaboradores de
procedimentos (EP), aplica-se à atividade de elaboração e de revisão de procedimentos de
navegação aérea.
7
CIRCEA 100-54/2012
2 CONCEITUAÇÕES
2.1 AERÓDROMO PRINCIPAL
Aeródromo com maior número de operações de pouso e decolagem dentro de
determinada área de controle terminal.
2.2 ALTITUDE
Distância vertical de um nível, um ponto ou um objeto considerado como um ponto,
medida a partir do nível médio do mar (MSL).
2.3 ALTITUDE DE CHEGADA EM TERMINAL (TAA)
A mais baixa altitude que fornece uma margem mínima de separação de obstáculos
de 300 m (1.000 pés) acima de todos os objetos localizados em um arco de círculo definido por um
raio de 46 km (25 NM), centrado no fixo de aproximação inicial (IAF) ou, onde não exista um IAF,
no fixo de aproximação intermediário (IF).
2.4 ALTITUDE DE DECISÃO (DA) OU ALTURA DE DECISÃO (DH)
Altitude ou altura especificada em um procedimento de aproximação de precisão ou
aproximação com guia vertical em que a aproximação perdida deve ser iniciada, caso a referência
visual adequada para continuar a aproximação não tenha sido estabelecida.
NOTA1: A DA é estabelecida com relação ao nível médio do mar e a DH, com relação à elevação
da cabeceira.
NOTA2: A referência visual adequada significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de
aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente, para permitir que o
piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento, em relação à
trajetória de voo desejada.
2.5 ALTITUDE MÍNIMA DE DESCIDA (MDA) OU ALTURA MÍNIMA DE DESCIDA (MDH)
Altitude ou altura especificada em um procedimento de aproximação de não-precisão
ou aproximação para circular em que a descida para pouso não pode ser feita sem a referência
visual adequada.
NOTA1: A MDA é estabelecida com relação ao nível médio do mar e a MDH com relação à
elevação da cabeceira.
NOTA2: A referência visual adequada significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de
aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente para permitir que o
piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento em relação à
trajetória de voo desejada. No caso de uma aproximação para circular, a referência visual
adequada é a vizinhança da pista.
2.6 ALTITUDE/ALTURA DE PROCEDIMENTO
Altitude/altura especificada a ou acima da altitude/altura mínima e estabelecida para
acomodar uma descida estabilizada no gradiente/ângulo de descida estabelecido no segmento
intermediário/final.
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CIRCEA 100-54/2012
2.7 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA)
Menor altitude utilizável em que é garantida uma margem de separação de
obstáculos de 300m (1.000 pés) acima de todos os objetos localizados em uma área contida dentro
de um setor circular de 46 km (25 NM) de raio com centro no auxílio à navegação aérea ou no
ponto de referência do aeródromo (ARP), conforme o caso.
2.8 ALTITUDE DE SEPARAÇÃO DE OBSTÁCULOS (OCA) OU ALTURA DE SEPARAÇÃO
DE OBSTÁCULOS (OCH)
Altitude ou altura mais baixa especificada acima da elevação do aeródromo ou da
cabeceira da pista, conforme o caso, utilizada no estabelecimento do critério de separação de
obstáculos apropriado.
NOTA 1: A OCA é definida com relação ao nível médio do mar e a OCH, com relação à elevação
da cabeceira ou, no caso dos procedimentos de aproximação de não-precisão, à elevação
do aeródromo, a não ser que a elevação da cabeceira da pista esteja a mais de 2m (7 pés)
abaixo da elevação do aeródromo.
NOTA 2: A OCH de uma aproximação para circular é definida com relação à elevação do
aeródromo.
NOTA 3: No caso de um procedimento de aproximação para um ponto no espaço (PinS), a OCH é
definida com relação ao ponto mais alto dentro de um raio de 1,6 km (0,86 NM) do
MAPT.
2.9 ALTURA
Distância vertical de um nível, um ponto ou um objeto considerado como um ponto,
medida a partir de uma referência.
2.10 ALTURA DE REFERÊNCIA (RDH)
Altura da projeção da trajetória de planeio ou de uma trajetoria vertical nominal na
cabeceira da pista.
2.11 ÂNGULO DE TRAJETÓRIA VERTICAL (VPA)
Ângulo publicado para o segmento de aproximação final de um procedimento de
aproximação por instrumentos com guia vertical barométrico.
2.12 APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR
Extensão de um procedimento de aproximação por instrumentos que estabelece uma
manobra visual para circular o aeródromo antes de pousar.
2.13 ÁREA MONTANHOSA
Área cujo perfil do terreno sofra modificações que excedam 900m (3.000 pés) de
elevação dentro de um raio de 18,5km (10 NM).
2.14 CABECEIRA (THR)
O início da porção da pista utilizada para pouso.
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CIRCEA 100-54/2012
2.15 CHEGADA PADRÃO POR INSTRUMENTOS (STAR)
Rota de chegada por instrumentos que conecta um ponto, normalmente em uma rota
ATS, a um ponto a partir do qual um procedimento de aproximação por instrumentos possa ser
iniciado.
2.16 CURVA BASE
Curva executada por uma aeronave durante o segmento de aproximação inicial entre
o final do rumo de afastamento e o início do rumo do segmento intermediário ou segmento de
aproximação final. Seus rumos não são recíprocos.
2.17 CURVA DE PROCEDIMENTO
Manobra na qual uma curva é executada a partir de um rumo estabelecido, seguida
por outra curva na direção oposta permitindo que a aeronave intercepte e retorne em um rumo
recíproco ao anterior.
2.18 DISTÂNCIA MÍNIMA DE ESTABILIZAÇÃO
Distância mínima necessária após o término de uma curva para que uma nova
manobra possa ser realizada.
2.19 ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA
Aplicação dos critérios contidos na legislação pertinente para o estabelecimento de
trajetórias de voo e altitudes mínimas de segurança, bem como os mínimos operacionais que irão
compor o procedimento de navegação aérea.
2.20 ELABORADOR DE PROCEDIMENTOS (EP)
Especialista devidamente habilitado que tem como prerrogativas elaborar, revisar,
modificar, suspender ou cancelar procedimentos de navegação aérea, bem como participar de
missões de “pré-sites” para instalação de auxílios à navegação aérea e realizar análises relacionadas
às superfícies limitadoras de obstáculos que compõem os Planos de Zonas de Proteção.
2.21 ELEVAÇÃO DO AERÓDROMO (ADEL)
Maior altitude observada em toda a porção utilizável da pista. Em aeródromo com
mais de uma pista, a ADEL deve ser considerada como a maior altitude dentre as pistas existentes.
2.22 FIXO DE APROXIMAÇÃO INICIAL (IAF)
Fixo que define o término do segmento de chegada, se aplicável, e o início do
segmento de aproximação inicial.
2.23 FIXO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO (IF)
Fixo que define o término do segmento inicial e o início do segmento intermediário.
2.24 FIXO DE ESPERA DE APROXIMAÇÃO PERDIDA (MAHF)
Fixo utilizado em procedimentos RNAV que define o término do segmento de
aproximação perdida e o centro da espera da aproximação perdida.
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CIRCEA 100-54/2012
2.25 MÍNIMOS OPERACIONAIS DE AERÓDROMO
Limites de uso de um aeródromo para decolagem ou pouso, usualmente expressos
em termos de visibilidade ou RVR, altitude/altura de decisão ou altitude/altura mínima de descida e
condições de nebulosidade.
2.26 OBSTÁCULO DE CONTROLE
Obstáculo existente em cada segmento de um procedimento de navegação aérea que
determinou sua altitude mínima de separação de obstáculos.
NOTA: Nos procedimentos de saída, o obstáculo de controle será aquele determinante do valor do
gradiente mínimo de subida.
2.27 PONTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA (MAPT)
Ponto em um procedimento de aproximação por instrumentos no qual ou antes do
qual o procedimento de aproximação perdida deve ser iniciado de maneira a garantir que a margem
de separação de obstáculos não seja infringida.
2.28 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP)
Localização geográfica designada de um Aeródromo.
2.29 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO (PA)
Procedimento de pouso por instrumentos, baseado em auxílio à navegação, que
possua indicação eletrônica de trajetória de planeio.
2.30 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos que deverá ser
executada pela aeronave, caso não seja estabelecida a referência visual para continuar a
aproximação e pousar.
2.31 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS (IAP)
Série de manobras predeterminadas referenciadas a intrumentos de voo com proteção
específica de obstáculos a partir do fixo de aproximação inicial ou, onde aplicável, do início de uma
rota de chegada até um ponto a partir do qual o pouso possa ser completado ou, caso o pouso não
possa ser completado, para um ponto no qual o critério de separação de obstáculos para espera ou
rota possa ser aplicado. Os IAP são classificados como:
a) Procedimento de aproximação de não-precisão (NPA) – IAP que utiliza guia
lateral, mas não utiliza guia vertical.
b) Procedimento de aproximação com guia vertical (APV) – IAP que utiliza guia
lateral e vertical, mas não cumpre os requisitos definidos para aproximação de
precisão.
c) Procedimento de aproximação de precisão (PA) – IAP que utiliza guia de precisão
lateral e vertical com mínimos determinados conforme a categoria de operação.
NOTA: A guia lateral e vertical pode ser fornecida por auxílios à navegação aérea
baseados no solo ou por dados de navegação gerados por computadores.
11
CIRCEA 100-54/2012
2.32 PROCEDIMENTO DE REVERSÃO
Procedimento estabelecido para habilitar a aeronave a reverter sua direção durante o
segmento de aproximação inicial de um procedimento de aproximação por instrumentos. Pode ser
definido com uma curva base ou de procedimento.
2.33 SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTOS (SID)
Rota de saída por intrumentos que conecta o aeródromo, ou uma pista específica de
um aeródromo com um ponto significativo, normalmente em uma rota ATS, no qual a fase em rota
do voo possa ser iniciada.
2.34 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL
Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos no qual o
alinhamento e a descida para pouso são completados.
2.35 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos entre o fixo de
aproximação inicial e o fixo intermediário ou, onde aplicável, o ponto ou fixo de aproximação final.
2.36 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos entre o fixo
intermediário e o fixo ou ponto de aproximação final, ou entre o final de um procedimento de
reversão, hipódromo ou navegação estimada e o ponto ou fixo de aproximação final.
2.37 TETO
Altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens abaixo de
6.000m (20.000 pés), cobrindo mais da metade do céu.
NOTA 1: O valor do TETO publicado nas cartas de procedimentos de navegação aérea é
encontrado arredondando-se o valor da OCH do segmento de aproximação final,
estabelecido em relação à elevação do aeródromo ou da cabeceira, conforme o caso,
para o múltiplo superior de 100 (cem) pés.
NOTA 2: Medidas de base de nebulosidade normalmente não darão uma boa indicação da altura na
qual o piloto conseguirá adquirir contato visual com o solo, por diversas razões:
a) As medições não são normalmente feitas na posição sob a rampa do glide onde o
piloto estabelece contato visual;
b) As nuvens normalmente não têm uma base nivelada;
c) A posição na rampa do glide pode coincidir com uma quebra na nuvem;
d) A distância que o piloto pode ver enquanto ainda dentro da nuvem vai variar com
a espessura da nuvem, assim como com a visibilidade abaixo da nuvem.
2.38 VISIBILIDADE
Distância mínima do aeródromo que permite ao piloto, ao atingir a MDA/DA, avistar
a pista ou as luzes de aproximação e continuar uma aproximação direta, avistar o aeródromo e suas
vizinhanças para circular ou ainda avistar e evitar obstáculos durante um procedimento de saída por
instrumentos que exija referências visuais.
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CIRCEA 100-54/2012
3 CRITÉRIOS GERAIS
3.1 GENERALIDADES
3.1.1 BASE DE INFORMAÇÕES
3.1.1.1 Serão utilizados todos os documentos, cartas ou registros fornecidos pelo Instituto de
Cartografia da Aeronáutica ou por outro órgão, reconhecido e autorizado pelo DECEA, que forneça
informações sobre o relevo e sobre aproveitamentos de solo em determinada região.
NOTA: Obstáculo não contido em documentação oficial, mas que seja de conhecimento do
Elaborador de Procedimentos, deverá ser avaliado quanto à necessidade de levantamento
topográfico, por organização reconhecida pelo DECEA.
3.1.1.2 Também poderão ser utilizados, em substituição ou complemento aos documentos acima
citados, base de dados eletrônica e programas automatizados para confecção de procedimentos,
quando aprovados pelo DECEA.
3.1.1.3 Os procedimentos de navegação aérea serão elaborados com base nos critérios aprovados
pelo DECEA levando em consideração todas as informações existentes. Deverá haver contínua
coordenação com todas as partes interessadas durante o processo de elaboração e validação, para
garantir que o procedimento atenda às necessidades dos usuários e da comunidade.
3.1.2 UNIDADES DE MEDIDA
As seguintes unidades NON-SI serão utilizadas como sistema de medidas na
publicação das cartas: "NM" (distância), "KT" (velocidade), "PÉS" (altitude/altura) e "s" ou "min"
(tempo).
3.1.3 ALTITUDES/ALTURAS
3.1.3.1 Todas as altitudes constantes nos procedimentos para determinada localidade que estiverem
acima da altitude de transição deverão ser expressas em níveis de voo, e aquelas que estiverem
abaixo deverão ser expressas em altitude.
NOTA: Aeródromos situados em espaço aéreo sob jurisdição de um mesmo órgão ATS deverão
possuir a mesma altitude de transição, a qual não deverá ser inferior à maior altitude de
início dos procedimentos de aproximação por instrumentos, excetuando os procedimentos
de penetração.
3.1.3.2 Para elaboração de procedimentos de navegação aérea, um aumento na OCA poderá ser
necessário nas seguintes situações:
a) TERRENO MONTANHOSO: deverá ser utilizado um acréscimo de 100% da
MOC original prevista para o respectivo segmento, excetuando-se a OCA dos
segmentos de aproximação final dos procedimentos de aproximação de precisão
e com guia vertical, por serem protegidos por rampas de avaliação de obstáculos;
NOTA: Caso exista algum estudo específico, esse valor poderá ser menor que 100%.
b) PRECISÃO DAS CARTAS: a imprecisão topográfica das cartas deve ser
considerada na elaboração de um procedimento, utilizando-se os processos de
(1) tolerância vertical (adicioná-la à altitude do obstáculo de controle) e (2)
tolerância horizontal (supor que o obstáculo está mais próximo da rota prevista
do que o indicado na carta por um valor igual à tolerância horizontal);
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CIRCEA 100-54/2012
NOTA: Quando a aplicação destas tolerâncias produzir efeitos inadmissíveis
operacionalmente, uma informação topográfica complementar, mais
precisa, deve ser solicitada e utilizada para refinar a localização e a altitude
do obstáculo.
c) FONTE REMOTA DE AJUSTE DE ALTÍMETRO: Quando o ajuste de altímetro
é derivado de uma fonte remota situada a mais de 5NM da cabeceira da pista, a
MOC, das áreas de aproximação final e para circular, deve ser acrescida na razão
de 5 pés (ou um valor maior, se determinado pelo DECEA) para cada milha
náutica ou fração que exceda 5NM. Em áreas montanhosas ou outras, onde não
seja possível prever condições meteorológicas razoavelmente homogêneas, não se
deve elaborar um procedimento baseado em ajuste do altímetro de uma fonte
remota. Em todos os casos, sempre que a fonte de ajuste do altímetro estiver a
mais de 5NM da cabeceira da pista, deve-se colocar uma nota de advertência na
carta de aproximação por instrumentos (IAC), identificando a fonte de ajuste de
altímetro.
3.1.4 RUMOS
3.1.4.1 O Elaborador de Procedimentos utilizará somente azimutes verdadeiros na confecção de
procedimentos de navegação aérea. Posteriormente, o Instituto de Cartografia Aeronáutica, por
meio de ferramentas oficiais de cálculo de declinação magnética, fará a devida conversão para
azimutes magnéticos.
3.1.5 IDENTIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SAÍDA E CHEGADA
3.1.5.1 O número constante da identificação de um procedimento de saída e de um procedimento de
chegada define o controle da versão do procedimento e não da carta e, dessa forma, deverá ser
definido pelo EP por ocasião da sua elaboração/modificação.
NOTA: O EP deverá utilizar seu melhor julgamento para definir as situações que caracterizam
modificações nos procedimentos e onde, consequentemente, os números referentes ao
controle da versão devem ser alterados.
3.1.5.2 Os procedimentos de saída e chegada que utilizam sensores diferentes de/para uma mesma
cabeceira para/de um mesmo ponto serão considerados procedimentos com trajetórias diferentes e,
dessa forma, deverão ter suas identificações diferenciadas por uma letra, como, por exemplo:
DAISE 1A (SID convencional da pista 11 de SBPA para DAISE) e DAISE 1B (SID RNAV da pista
11 de SBPA para DAISE).
3.1.6 IDENTIFICAÇÃO DE FIXOS E WAYPOINTS
3.1.6.1 É responsabilidade do ICA (Setor de Cálculos) a nomenclatura de fixos/waypoints
constantes em um procedimento de navegação aérea; entretanto, para facilitar a correta nomeação
destes fixos/waypoints, o EP deverá utilizar o seguinte padrão de nomenclatura na fase de
elaboração:
a) CÓDIGO 05 LETRAS: <duas últimas letras do indicativo de localidade do
aeroporto> - <sufixo>, como, por exemplo, SV-NOVO1, RF-NOVO12, GRNOVO15, etc.
NOTA 1: O sufixo será formado pela palavra “NOVO” e um número sequencial.
NOTA 2: Quando determinado ponto for comum a procedimentos para aeródromos
diferentes, sua denominação deverá, obrigatoriamente, ser feita por meio
de código de 05 letras.
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CIRCEA 100-54/2012
b) CÓDIGO ALFANUMÉRICO: <duas últimas letras do indicativo de localidade do
aeroporto> - <sufixo>, como, por exemplo, GO-WPT1, GL-WPT13, BR-WPT17,
etc.
NOTA: O sufixo será formado pela palavra “WPT” e um número sequencial,
excetuando aqueles terminados em 0 ou 5.
3.1.7 SEPARAÇÃO DE OBSTÁCULOS
3.1.7.1 As superfícies de separação de obstáculos dos procedimentos de navegação aérea não
poderão implicar em valores inferiores àqueles definidos pelas superfícies limitadoras de obstáculos
(OLS) contidas no Anexo 14, ou em outra norma nacional equivalente.
NOTA 1: Quando a altura da superfície de decolagem/aproximação do Anexo 14 for superior à
altura das áreas horizontais e cônicas, estas deverão ser levadas em consideração.
NOTA 2: No caso de um procedimento de aproximação ou de chegada, quando houver vantagem
operacional, poderá ser estabelecido um stepdown fix (SDF) para permitir uma descida
adicional e definir uma altitude mínima mais baixa para um segmento.
3.2 COMPRIMENTO MÍNIMO
3.2.1 Para determinação do comprimento mínimo entre waypoint/fixo/auxílio deverá ser
observado o seguinte:
a) Ângulo mínimo de mudança de curso de 50º;
b) IAS conforme a fase de voo; e
c) TAS conforme a altitude de passagem no “waypoint”.
NOTA: O conceito de comprimento mínimo deve ser considerado também na confecção de
procedimentos convencionais.
3.3 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA)
3.3.1 A MSA de um procedimento de saída por instrumentos seguirá os mesmos critérios de
elaboração definidos para um procedimento de aproximação por instrumentos, com as
características para publicação estabelecidas no Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas
(MACAR).
3.3.2 Todas as MSA dos procedimentos baseados no mesmo auxílio à navegação aérea ou no
mesmo ARP deverão possuir valores iguais.
NOTA: A SID poderá ter MSA diferente dos procedimentos de aproximação, em função de
necessidades operacionais.
3.4 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO E CHEGADA POR INSTRUMENTOS
3.4.1 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
3.4.1.1 Por ocasião de sua elaboração, todos os novos procedimentos de aproximação direta deverão
ter a superfície protetora do segmento visual (VSS) analisada
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CIRCEA 100-54/2012
NOTA 1: Os procedimentos já existentes e elaborados anteriormente à aplicação dos critérios de
VSS deverão ser revisados até 15 de março de 2012.
3.4.1.2 A análise será realizada para os ângulos do segmento de aproximação final compreendidos
entre 3º e o ângulo no qual não houver violação, respeitando-se o máximo de 3,5º, relacionando-se
todas as violações e seus respectivos recuos.
NOTA 1: No momento do cálculo da VSS, o EP deverá verificar se existe algum NOTAM alterando
as distâncias declaradas da pista.
NOTA 2: Para efeito do cálculo da VSS, quando o código de pista não tiver sido informado pela
ANAC, será utilizado o código de pista obtido em função do cálculo do comprimento
básico de pista.
3.4.1.3 No caso dos procedimentos PinS para aeródromos homologados somente para operação
VFR, é obrigatória a análise da VSS desde o MAPT até a cabeceira.
3.4.1.4 Os procedimentos SEM FAF terão suas VSS analisadas para o ângulo ótimo de 3º somente.
NOTA: Caso haja violação, as seguintes informações deverão ser coletadas e encaminhadas ao
DECEA, a fim de subsidiar a sua decisão quanto à manutenção/suspensão do procedimento:
a) Existe PAPI instalado na cabeceira?
b) Qual o ângulo do PAPI?
b) Existe ILS instalado na cabeceira?
c) É conveniente alterar o ângulo do PAPI de acordo com o ângulo da VSS no qual
não há violação?
d) Quais os demais procedimentos existentes para a mesma cabeceira?
e) Quais os usuários e respectivos tipos de equipamento que operam no Aeroporto.
3.4.1.5 No caso de ILS OFFSET, a VSS deverá considerar o valor de OFFSET da antena do LOC.
3.4.2 APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR
3.4.2.1 Os procedimentos de aproximação para circular somente serão publicados em conjunto com
procedimentos de aproximação direta quando houver ganho operacional justificável.
3.4.2.2 Os mínimos operacionais para circular para um mesmo aeródromo deverão ser iguais,
exceto onde os mesmos devam ser compatibilizados com os mínimos para pouso direto.
3.4.2.3 Dentre outras informações, deverão ser indicadas nas IAC que contenham aproximação para
circular:
a) Cabeceiras para as quais a aeronave não pode circular; e
b) Setores que devem ser evitados, nos casos da existência de setorização da
aproximação para circular.
16
CIRCEA 100-54/2012
3.4.3 PUBLICAÇÃO
3.4.3.1 Somente para efeito de publicação, a OCH deverá ser arredondada para o múltiplo superior de
10 (dez) pés.
3.4.3.2 As tabelas de altitudes e de razões de descida recomendadas somente se aplicam aos
procedimentos de aproximação por instrumentos de não-precisão.
NOTA 1: As razões de descida recomendadas correspondem às IAS usadas com maior frequência na
aproximação final e têm como finalidade permitir que o piloto faça uma rápida consulta,
sem a necessidade de cálculos mais complexos.
NOTA 2: Para efeito de determinação da razão de descida recomendada, deverão ser utilizadas as
seguintes IAS nas cartas de aproximação por instrumento: 090KT, 110KT, 130KT,
150KT, 170KT e 190KT.
NOTA 3: A Tabela de altitudes recomendadas deverá representar o perfil vertical da aeronave na
aproximação final, atendendo aos seguintes critérios:
a) representar a distância da MDA, a distância do FAF e as distâncias intermediárias,
informadas de milha em milha ou, quando não for possível, outro intervalo julgado
conveniente pelo EP;
b) o arredondamento das altitudes deverá ser para o inteiro mais próximo, exceto a
MDA e altitude de passagem no FAF, que serão arredondadas para o múltiplo
superior de 10 (dez) pés.
3.4.3.3 O tempo de afastamento deve ser publicado em múltiplos de 10 segundos.
3.4.3.4 Serão calculados e publicados os valores de DA/OCH/TETO/VISIBILIDADE dos
procedimentos de aproximação de precisão e procedimentos com guia vertical.
NOTA: A DA será arredondada para a unidade inteira superior.
3.4.3.5 Serão calculados e publicados os valores de MDA/OCH/TETO/VISIBILIDADE dos
procedimentos de aproximação de não-precisão, tanto para aproximações diretas como para
aproximações para circular.
NOTA: A MDA será arredondada para o múltiplo superior de 10 (dez) pés.
3.5 PROCEDIMENTO DE SAÍDA POR INSTRUMENTOS
3.5.1 PUBLICAÇÃO
3.5.1.1 As seguintes informações deverão constar nas cartas de saída por instrumentos: PDG, quando
maior que 3,3%; altitude de transição; e altitude mínima de setor (MSA).
3.5.1.2 Quando houver necessidade de especificar a altitude em que uma aeronave deve iniciar uma
curva imediata, embora a referida altitude seja tratada como altitude de curva, ela será representada
através da simbologia de altitude mínima.
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3.5.1.3 Nos procedimentos de saída, quando houver obstáculos próximos ao aeródromo, com
altura inferior a 60m, em relação ao DER, e que não possam ser superados com um PDG de
até 5%, deve-se calcular o PDG sem considerar esses obstáculos. Neste caso, devem ser
mencionadas na carta de saída as localizações dos obstáculos e a visibilidade, a partir do
DER, que permita ver e evitar esses obstáculos.
3.6 ESPERAS
3.6.1 As áreas de proteção de esperas em rota ou esperas relacionadas a procedimentos de
aproximação deverão ser feitas, preferencialmente, através das equações retangulares (área
simplificada). Nos casos em que haja ganho operacional, poderá ser aplicado o método das
Tolerâncias Acumulativas (área reduzida), conforme DOC8168-OPS/611.
3.7 ELABORAÇÃO, REGISTRO, ARQUIVAMENTO E REVISÃO
3.7.1 A legislação adotada pelo Brasil para elaboração de procedimentos de navegação aérea
é aquela definida pelo DECEA na ICA 100-24 - Elaboração de Procedimentos de Navegação
Aérea.
NOTA: Os critérios específicos e complementares para a elaboração dos procedimentos de
navegação aérea no Brasil estão contidos nesta Circular.
3.7.2 Todas as informações relativas à elaboração de determinado procedimento deverão ser
registradas de forma a permitir a sua revisão, alteração, consulta, controle ou necessidade
operacional.
3.7.3 O processo de elaboração de um procedimento de navegação aérea deve ser composto
pelo menos da seguinte documentação: histórico (Anexo B), croqui da carta e ficha cadastro
(Anexo C, D, E, F ou G, conforme o caso).
NOTA 1: Outros documentos poderão ser inclusos, quando julgados pertinentes, a critério do
EP.
NOTA 2: Todos os documentos de registro da elaboração de um procedimento deverão ser
confeccionados e arquivados de forma a permitir a sua rastreabilidade.
3.7.4 A Divisão de Coordenação e Controle (DCCO) do Subdepartamento de Operações
(SDOP) compilará, até o dia 01 de setembro, as informações constantes do Anexo C da ficha
cadastro de todas as cartas aeronáuticas publicadas nos últimos 12 meses e enviará à Seção de
Gerenciamento de Tráfego Aéreo da OACI – Montreal, impreterivelmente até o dia 15 de
setembro, o relatório anual do SISCEAB sobre redução de emissão de CO2.
3.7.5 Todo procedimento deverá ser revisado por pelo menos um EP diferente daquele que o
elaborou, de modo a eliminar possíveis não conformidades.
3.7.6 Os procedimentos publicados deverão ser submetidos a revisões periódicas, para
garantir adequação a mudanças de critérios e atender às necessidades dos usuários.
NOTA: O intervalo de revisão não poderá ser superior a 3 (três) anos.
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4 OPERAÇÃO POR INSTRUMENTOS
4.1 PROCEDIMENTOS CONVENCIONAIS
4.1.1 APROXIMAÇÃO
4.1.1.1 NÃO-PRECISÃO
4.1.1.1.1 Nos procedimentos com curva de reversão do tipo curva base, para o cálculo da
divergência entre o rumo de aproximação inicial e o rumo da aproximação final/intermediário,
será considerada a maior IAS permitida em função da categoria, conforme DOC 8168OPS/611.
4.1.1.1.2 O cálculo do tempo de afastamento deve considerar as informações contidas na
tabela I-4-3-1 do DOC 8168-OPS/611.
NOTA: O tempo de afastamento do procedimento será o tempo necessário para permitir a
descida no afastamento ou a descida na aproximação final, o que for maior.
4.1.1.1.3 Caso o procedimento seja para todas as categorias, o valor da razão de descida na
aproximação final deverá variar entre 590 pés/min e 655 pés/min.
4.1.1.1.4 Na aproximação final, quando a aeronave não retornar ao mesmo ponto do início do
afastamento, deverá ser considerada, para efeito de cálculo de tempo, a trajetória desejada a
ser voada pela aeronave, a qual será calculada considerando-se a hipotenusa do triângulo
retângulo formado entre o auxílio, a trajetória da aproximação final e o rumo da pista.
NOTA: Deverá ser considerada a pertinência/necessidade de limitar a IAS de afastamento
e/ou de aproximação, bem como de separar o procedimento em duas cartas: uma para
categorias A/B e outra para C/D/E.
4.1.1.1.5 Na determinação do rumo de aproximação final deve-se buscar, sempre que
possível, o menor ângulo de cruzamento com o alinhamento do eixo da pista, conforme DOC
8168-OPS/611.
4.1.1.2 PRECISÃO
4.1.1.2.1 A RDH de um ILS CAT I, II ou III deve ser de 15m (50 pés). Uma tolerância de
mais ou menos 3m (10 pés) poderá ser considerada quando necessário.
NOTA 1 : Na determinação destes valores de RDH foi considerada uma distância máxima
vertical de 5,8m (19 pés) entre a trajetória da antena do glide da aeronave e a
trajetória da parte inferior das rodas do trem de pouso na cabeceira.
NOTA 2: Os valores máximos e mínimos de RDH do ILS são aplicáveis também ao radar de
precisão (PAR).
4.1.1.2.2 Os obstáculos a serem avaliados com o programa CRM serão, no mínimo, aqueles
compreendidos nos limites laterais das superfícies ILS Básicas.
4.1.1.2.3 A rampa de proteção da aproximação perdida, em um procedimento de
aproximação de precisão PAR, começará na posição (x = - 900m) da respectiva cabeceira de
aproximação.
4.1.2 SAÍDA
4.1.2.1 A necessidade de provisão de guia positivo de curso nos procedimentos de saída
deverá atender ao previsto no DOC 8168-OPS/611.
NOTA 1: Quando for necessário estabelecer segmentos sem guia acima dos limites previstos,
poderá ser considerada a possibilidade de utilizar o serviço radar, devendo, nesses
casos, haver na planta da carta a informação de serviço radar requerido.
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NOTA 2: O segmento da saída, onde o serviço radar é requerido (constante da SID), deverá
estar disponível na apresentação radar, possibilitando a sua aplicação pelo ATCO.
4.1.2.2 Nas cartas com procedimentos de saída em curva, as quais contenham mais de 15º de
divergência entre o guia positivo de curso fornecido por um auxílio à navegação aérea e o
rumo da pista, deverá ser indicado o rumo para interceptação da rota (radial/QDR) de saída.
4.2 PROCEDIMENTOS RNAV
4.2.1 ESPECIFICAÇÃO DE NAVEGAÇÃO
4.2.1.1 Para os procedimentos que utilizam o conceito de navegação baseada em
performance, deverão ser empregadas as seguintes especificações de navegação:
Procedimento
Chegada
Saída
Aproximação
Especificação de Navegação
RNAV 1 e Básico-RNP 1 (B-RNP 1)
RNAV 1 e Básico-RNP 1 (B-RNP 1)
RNP APCH ou RNP AR
4.2.2 APROXIMAÇÃO
4.2.2.1 A limitação das áreas de avaliação dos segmentos RNAV deverá ser estabelecida
conforme a figura abaixo.
Figura 1 – Limites de segmentos e área de análise de obstáculos
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4.2.2.2 GUIA VERTICAL BAROMÉTRICO (APV BARO/VNAV)
4.2.2.2.1 Para o cálculo e ajuste da altura de passagem no FAP, com base na correção de
temperatura, deverão ser usados valores arredondados para o múltiplo inferior de 10 (dez),
conforme tabela do DOC 8168-OPS/611; no entanto, a temperatura publicada na IAC deve
ser a média arredondada para o múltiplo inferior de 5 (cinco).
NOTA: Quando a altura do FAP não coincidir com os valores existentes na tabela acima
citada, deverá ser utilizada a coluna que contenha a altura imediatamente superior.
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4.2.2.3 ILS COM TRANSIÇÃO RNAV
4.2.2.3.1 A princípio, os critérios aplicáveis ao segmento de precisão do ILS com transição
RNAV são aqueles aplicáveis ao ILS convencional e os critérios aplicáveis aos segmentos
inicial, intermediário e de aproximação perdida são aqueles previstos para os procedimentos
RNAV, com as seguintes modificações:
a) O segmento de precisão deverá ser avaliado por meio da superfície OAS,
que também será utilizada para junção com as áreas de proteção do
segmento RNAV;
b) A transição RNAV só será utilizada única e exclusivamente com ILS CAT I
e, a princípio, não será elaborado procedimento LOC associado, a não ser
que seja julgado conveniente do ponto de vista operacional;
c) Por questões relacionadas com a sua codificação, não deve ser estabelecido
waypoint na cabeceira da pista;
e) O FAF não é aplicável ao ILS com transição RNAV;
f) O FAP deve ser definido por um waypoint; e
g) O segmento intermediário deverá ser alinhado com o segmento de
aproximação final.
4.2.2.3.2 Além do previsto no DOC 8168-OPS/611, para a junção da área do segmento
intermediário com o segmento de precisão, deve ser observado o seguinte:
a) A largura da área de proteção na posição do FAP (waypoint) é aquela
definida pela superfície OAS; e
b) A junção da área do segmento intermediário com a área do segmento final é
realizada partindo-se da área intermediária com um ângulo mínimo de 30º
de forma a encontrar a superfície OAS no ATT posterior do FAP, conforme
a figura abaixo.
4.2.2.3.3 No caso de aproximação perdida direta, além do previsto no DOC 8168-OPS/611,
para a junção da área do segmento de precisão com a área do segmento de aproximação
perdida, deve ser observado o seguinte:
a) A área da superfície OAS será estendida até 300 metros de altura;
b) Após 300 metros, inicia-se a área da superfície RNAV; e
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c) A junção da área da superfície RNAV com a área da superfície OAS é
realizada partindo-se da área da superfície RNAV com um ângulo de 15º de
forma a encontrar a superfície OAS no ponto onde esta atingir 300 metros
de altura, conforme a figura abaixo.
4.2.2.3.4 No caso de aproximação perdida com curva imediata, além do previsto no DOC
8168-OPS/611, para a junção da área do segmento de precisão com a área do segmento de
aproximação perdida, deve ser observado o seguinte:
a) Deve-se definir a posição, em relação à cabeceira da pista, em que a
aeronave atinge a DA e considerar, neste ponto, a existência fictícia de um
waypoint;
b) Aplica-se um ATT anterior de 444 metros (sentido da aproximação) antes
da posição da DA (waypoint fictício);
c) Neste ponto deve se iniciar a abertura da superfície RNAV, conforme a
figura abaixo;
d) Deve-se definir o rumo do segmento de aproximação perdida a ser seguido
após a DA; e
e) A partir daí se aplicam os mesmos critérios previstos para uma a
aproximação perdida RNAV em curva.
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4.2.2.4 PinS PARA AERÓDROMOS HOMOLOGADOS SOMENTE PARA OPERAÇÃO
VFR
4.2.2.4.1 Este tipo de procedimento só poderá ser elaborado nas localidades que tenham área
de controle terminal (TMA) e uma carta de chegada padrão por instrumentos (STAR)
publicada.
NOTA: Este procedimento utiliza os critérios de navegação de área (RNAV), empregando o
Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS) como sensor de navegação.
4.2.2.4.2 O procedimento PinS permitirá a aproximação por instrumentos até determinado
ponto (análogo ao MAPT), onde o piloto poderá cancelar o plano de voo IFR para realizar
uma aproximação direta sob as regras de voo visual, ingressar no circuito de tráfego padrão
ou ingressar no circuito previsto na VAC, caso exista, conforme figura abaixo.
NOTA: Se não houver o cancelamento IFR, deverá ser executado o procedimento de
aproximação perdida publicado.
4.2.2.4.3 Em princípio, o procedimento PinS poderá atender mais de um aeródromo,
considerando os seguintes critérios:
a) MDH mínima (MAPT/PinS) de 1.500 pés;
b) ângulo de descida ótimo de 3 graus;
c) RDH 50 pés (no caso de aproximação direta VFR).
4.2.2.4.4 Não devem ser estabelecidas aproximações diretas VFR (segmento VFR), caso os
parâmetros ótimos previstos no DOC 8168-OPS/611 para uma aproximação direta IFR não
sejam possíveis.
4.2.2.4.5 Para uma aproximação direta VFR deve-se efetuar análise das OLS (tipo de
operação – visual) do aeródromo conforme o Anexo 14.
NOTA: Caso ocorra violação das OLS, o procedimento PinS não deve ser elaborado.
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4.2.2.4.6 É obrigatória a análise da VSS desde o MAPT até a cabeceira.
NOTA 1: Caso ocorra violação da VSS, não será permitido o estabelecimento de
SEGMENTO VFR para uma aproximação VFR direta.
NOTA 2: No caso em que ocorrer a violação da VSS para um aeródromo em particular e a
OLS não estiver violada, poderá ser estabelecido um segmento VFR para ingresso
no circuito de tráfego ou na VAC.
4.2.2.4.7 Deverá ser realizada a análise da área para circular dos aeródromos servidos,
considerando que a altitude mínima de descida do procedimento PinS não poderá ser inferior
a qualquer uma das MDA para circular.
4.2.2.4.8 A posição do MAPT/PinS não poderá estar localizada fora da área de cobertura da
área para circular dos diversos aeródromos servidos, considerando a maior categoria de
aeronave.
4.2.3 SAÍDA
4.2.3.1 Salvo nos casos previstos no DOC 8168-OPS/611 para curvas livres, não deverão ser
utilizadas mudanças de curso superiores a 115º.
NOTA: Tal medida tem a finalidade de evitar que, por ocasião dos cálculos de declinação
magnética e dos arredondamentos posteriores, seja publicado um valor superior a
120º.
4.3 DESCRIÇÃO TEXTUAL DO PROCEDIMENTO
4.3.1 Visando facilitar a codificação pelo provedor da base de dados e minimizar a
possibilidade de ocorrência de erros nesse processo, a descrição das características das STAR
e SID, RNAV ou convencional, deverá ser efetuada conforme o previsto no DOC 8168OPS/611 e implementada na própria carta, conforme previsto no MACAR – Manual de
Confecção de Cartas Aeronáuticas.
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4.4 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA HELICÓPTEROS
4.4.1 Procedimentos específicos para helicópteros deverão utilizar os critérios de mínimos
operacionais de visibilidade previstos no ORDER_8260.3B, da FAA, com as respectivas
reduções previstas no referido documento.
4.5 CARTA DE ALTITUDE MÍNIMA DE VIGILÂNCIA ATC (ATCSMAC)
4.5.1 As altitudes mínimas apresentadas nas ATCSMAC serão determinadas de acordo com
os critérios estabelecidos para separação de obstáculos dos procedimentos em vetoração
tática.
NOTA 1: Salvo quando comprovadamente existir ganho operacional ou para atender a outros
aeródromos dentro da TMA, setores mais próximos do auxílio básico ou do ARP
não deverão ter altitude mínima de segurança maior que setores mais externos.
NOTA 2: Para efeito de elaboração, a ATCSMAC deverá ser centrada no auxílio básico do
aeródromo principal da TMA.
4.5.2 O formato e as informações a serem publicadas nas ATCSMAC estão contidos no
MACAR (Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas).
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5 OPERAÇÃO VISUAL
5.1 APROXIMAÇÃO
5.1.1 A área de proteção do circuito de tráfego visual será estabelecida considerando as
distâncias horizontais por categoria de aeronaves e as margens de separação de obstáculos
conforme figura abaixo.
NOTA: A área de proteção do circuito de tráfego de um aeroporto não deve sobrepor à área
de proteção do circuito de tráfego de outro aeroporto.
Área de proteção do circuito de tráfego
Quando o circuito de tráfego for estabelecido
para os dois lados da pista, aplicar a distância
“a” para ambos os lados da extensão do seu
eixo.
Figura 2 – Área de proteção do circuito de tráfego
Categoria
A
B
C
D
E
H
a
1,25
1,5
2,25
4,0
4,0
1,25
Distâncias (NM)
b
0,25
0,25
0,5
0,5
0,5
0,25
c
1,25
1,5
2,25
3,0
3,0
1,25
Tabela 1 – Distâncias horizontais por categoria de aeronaves
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PISTA
ÁREA DE SUBIDA/
DESCIDA
ÁREA DE SUBIDA/
DESCIDA
MOC 650 pés
(325 pés CAT H)
MOC 500 pés
(250 pés CAT H)
MOC 650 pés
(325 pés CAT H)
Figura 3 – Margens de separação de obstáculos do circuito de tráfego
5.2 ROTA
5.2.1 A área de proteção de uma rota de voo visual para aeronaves de asa fixa será
estabelecida com 1,5NM para cada lado do seu eixo e margem de separação de obstáculos de
500 pés.
5.2.2 A área de proteção de uma rota de voo visual para aeronaves categoria H será
estabelecida com 0,5NM para cada lado do seu eixo e margem de separação de obstáculos de
500 pés.
NOTA 1: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida no sobrevoo de
referências naturais e/ou artificiais, tais como, rios, vales, linhas de litoral, rodovias,
grandes avenidas e ferrovias, a margem de separação de obstáculos para aeronaves
categoria H poderá ser de 300 pés.
NOTA 2: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida em espaço aéreo
controlado, para aeronaves categoria H, poderão ser aplicados valores reduzidos de
largura, desde que o valor adotado seja técnica e operacionalmente justificado e não
seja inferior a 100 metros para cada lado do eixo da rota.
NOTA 3: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida em espaço aéreo
não controlado, para aeronaves categoria H, poderão ser aplicados valores
reduzidos de largura, desde que o valor adotado seja técnica e operacionalmente
justificado e não seja inferior a 250 metros para cada lado do eixo da rota.
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Figura 4 – Área de proteção de rota de voo visual
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6 DISPOSIÇÕES FINAIS
6.1 Os casos não previstos nesta Circular serão resolvidos pelo Exmo. Sr. Chefe do
Subdepartamento de Operações do DECEA.
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Anexo A – Mínimos de Pouso e Decolagem
1. GENERALIDADES
Este anexo tem por finalidade sintetizar os critérios aplicados pelo DECEA para se
determinar os mínimos de pouso e decolagem às aeronaves civis e militares que operam no Brasil.
Os mínimos de pouso e decolagem podem ser obtidos a partir do Manual de
Operações a Todo Tempo (DOC 9365 OACI) ou do TERPS (DOC 8260-3B FAA). Cabe ressaltar
que estes valores são menos restritivos à operação das aeronaves do que aqueles.
Embora exista a recomendação da OACI para que os aeronavegantes considerem o
previsto no Anexo 6 à CACI para calcular os mínimos operacionais aplicáveis à sua aeronave, no
Brasil, a legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) prevê que os mínimos de pouso
e decolagem publicados nas cartas tenham caráter compulsório e impeditivo para aproximações e
decolagens, impedindo a operação abaixo dos mínimos publicados nas cartas.
Dessa forma, considerando que os mínimos de pouso e decolagem publicados pela
FAA apresentam a mesma forma impeditiva prevista pela ANAC e, ainda, até que haja
compatibilização da legislação nacional para atendimento pleno das normas e recomendações da
OACI, o DECEA optou por aplicar os critérios contidos no TERPS (DOC 8260-3B-FAA).
Os mínimos especificados neste anexo referem-se a aproximações para pouso direto,
para circular e para decolagem. Estes mínimos operacionais serão representados nas cartas por meio
dos valores de MDA ou DA, bem como pelos valores meteorológicos, que incluem a visibilidade e o
teto, exigidos no procedimento.
Os mínimos devem ser publicados para cada categoria de aeronave que possa utilizar
o procedimento e, caso exista alguma restrição que impeça a execução de uma aproximação por
instrumentos para determinada categoria de aeronave, utilizar-se-á a sigla NA (não autorizado), no
espaço reservado para indicação dos mínimos.
Para otimizar a operação, o EP deve estar atento aos requisitos dos equipamentos
luminosos, necessários para promover a redução dos mínimos estabelecidos para determinado
aeródromo.
2. PRINCÍPIOS
Os critérios contidos no TERPS estabelecem os mínimos operacionais permitidos por
meio da sua aplicação específica para cada condição indicada no procedimento, isto é, pouso direto,
para circular e decolagem, conforme requerido. Os valores mínimos devem ser estabelecidos para os
seguintes elementos:
- Altitude de decisão (DA);
- Altura de decisão (DH);
- Altitude mínima de descida (MDA);
- Altitude de Separação de Obstáculos (OCA);
- Altura de Separação de Obstáculos (OCH); e
- Alcance visual da pista (RVR) ou visibilidade.
NOTA 1: A OACI recomenda que a MDA seja estabelecida pelo operador, a partir do valor da OCA
publicado pelo prestador dos serviços de navegação aérea. Considerando as
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particularidades nacionais e até que seja realizada uma compatibilização das normas em
vigor, o valor de MDA publicado no Brasil corresponde ao valor da OCA calculada pelo
EP.
3. AUXÍLIOS VISUAIS E LUMINOSOS
Para a redução dos valores de mínimos de pouso resultantes da aplicação de auxílios
visuais e luminosos nos procedimentos de precisão, não-precisão e com guia vertical, o aeródromo
deverá estar dotado de infraestrutura necessária para orientar o piloto em condições meteorológicas
desfavoráveis, quando na aproximação final. Para isto, de acordo com os auxílios visuais e
luminosos instalados, são previstos mínimos específicos de visibilidade.
Os mínimos de visibilidade são determinados pelo EP em função (1) dos auxílios
visuais e luminosos instalados no aeródromo e (2) do tipo de procedimento de aproximação por
instrumentos (precisão, não-precisão ou com guia vertical).
3.1 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – ALS
O sistema de luzes de aproximação é uma configuração de sinais luminosos dispostos
em forma de barras, instalados simetricamente ao longo do prolongamento da linha de pista,
começando na cabeceira e estendendo-se a uma distância de até 900m no setor de aproximação. O
sistema é projetado para fornecer orientação quanto ao alinhamento, inclinação, atitude e altura da
aeronave em relação à pista.
A distância longitudinal entre as barras é de 30m e, quando o sistema for dotado de
lampejos (FLASH), recebe a denominação de ALSF, podendo ser classificado como ALSF-1 ou
ALSF-2, conforme a categoria de aproximação de precisão (CAT I ou CAT II, respectivamente).
Em função do seu comprimento total, o sistema pode ser classificado conforme a
tabela 1 abaixo.
Classe do Auxílio
Completo (FALS)
Intermediário
(IALS)
Básico
(BALS)
NIL
(NALS)
Sistema de Luzes de Aproximação (ALS)
ALSF-1, ALSF-2, SSALR, MALSR
Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas
MALSF, MALS, SSALF, SSALS, SALS/SALSF
Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas
ODALS
Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas
Comprimento do ALS (m)
Sem luzes de aproximação
Nenhum ou < 210m
≥ 720m
420 – 719m
210 – 419m
Tabela 1 – Classificação do sistema de luzes de aproximação
Um ALS utilizado em conjunto com procedimentos de aproximação por instrumentos
de precisão deve possuir um comprimento mínimo de 720m, naquelas localidades cuja rampa de
planeio seja de 2,75º ou maior. Nas localidades cuja rampa de planeio seja menor que 2,75º, o
comprimento mínimo do ALS deve ser de 900m. Um ALS utilizado em conjunto com
procedimentos de aproximação de não-precisão deve possuir 420m de comprimento.
3.1.1 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASH CATEGORIA 1 – ALSF-1
Consiste em uma barra luminosa central, composta por conjuntos de 4m de largura,
com 5 lâmpadas cada e espaçados em intervalos de 30m, com início a 100m da cabeceira e
estendendo-se até 720m ou 900m da cabeceira, conforme o caso. A barra luminosa central, a 60m da
cabeceira é composta por 11 lâmpadas e possui 15m de largura, e a 300m da cabeceira é composta
por 21 lâmpadas e possui 30m de largura. Duas barras luminosas contendo 5 lâmpadas vermelhas
cada estão localizadas a 30m da cabeceira, uma de cada lado da extensão do eixo da pista.
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Figura 5 – ALSF-1
3.1.2 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASH CATEGORIA 2 – ALSF-2
O ALSF-2 difere do ALSF-1 somente nos 300m próximos a cabeceira. São instaladas
barras luminosas compostas por 03 lâmpadas vermelhas de cada lado da extensão do eixo da pista
em intervalos de 30m.
Figura 6 – ALSF-2
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3.1.3 SISTEMA REDUZIDO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – SALS
Consiste em uma instalação reduzida do ALSF-1, isto é, compreende os 500m iniciais
deste sistema a partir da cabeceira, com a informação luminosa de que a aeronave se encontra a
300m da cabeceira. O SALS poderá apresentar algumas variações, mas que são consideradas
equivalentes para a redução de visibilidade.
3.1.4 SISTEMA REDUZIDO E SIMPLIFICADO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – SSALS
É uma versão simplificada do SALS e consiste em sete barras de luzes dispostas
simetricamente ao longo do prolongamento da linha de pista, a partir da cabeceira. A primeira barra
é colocada a 60m da cabeceira seguida das demais barras com intervalos de 60m até atingir 420m ao
longo da aproximação. Tal instalação prevê a indicação de 300m no sentido de aproximação para a
cabeceira.
3.1.5 SISTEMA REDUZIDO E SIMPLIFICADO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO DE PISTA,
COM INDICADOR DE ALINHAMENTO DE PISTA – SSALR
Consiste em sete barras de luzes e oito sequências de “FLASHES” colocados ao
longo do prolongamento da linha de centro de pista a partir da cabeceira. As barras estão separadas
em intervalos de 60m a partir da cabeceira. Os FLASHES começam a 60m da última barra
estendendo-se no sentido da aproximação até completar 900m que é o comprimento total do sistema.
Encontramos algumas características direcionais e listas de luzes com a indicação de 30m no sentido
da aproximação para a cabeceira.
Figura 7 – SSALR
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3.1.6 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – MALS
Consiste em sete barras de luzes de 60m dispostos ao longo do prolongamento da
linha de pista após a cabeceira no sentido de aproximação. As primeiras luzes estão a 60m da
cabeceira e as últimas a 420m no sentido de aproximação. É um sistema similar ao SSALS com
diferença que as luzes têm menor intensidade. Da mesma forma que os demais, possui características
que indiquem certo movimento em direção à pista, com a indicação de 300m de distância da
cabeceira, no sentido de aproximação.
3.1.7 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASHER
– MALSF
Podemos ainda encontrar o MALS com a inclusão de FLASHER (lampejos)
recebendo a denominação de MALSF. Nesse caso, uma sequência de 3 FLASHERS é localizada na
área de aproximação onde se considera a existência de algum problema, como, por exemplo,
dificuldades de identificação do MALS devido a outros objetos luminosos nas proximidades.
3.1.8 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM
INDICADOR DO ALINHAMENTO DA PISTA – MALSR
Consiste em um número sequenciado de “FLASHES” instalado no prolongamento da
linha de centro de pista sendo que a primeira luz está colocada a 60m da cabeceira. As luzes estão
instaladas em intervalos de 60m no sentido contrário ao da aproximação, porém não possuem
qualquer indicação de sequenciamento ou informação relativa à distância da cabeceira. Não existem
parâmetros quanto ao comprimento padrão para o RAIL, ficando a sua instalação, de acordo com as
características de cada setor de aproximação em termos de indicação da pista.
Figura 8 – Sistemas de intensidade média de luzes de aproximação
35
CIRCEA 100-54/2012
3.2 SISTEMA IDENTIFICADOR DE FINAL DE PISTA – REIL
Consiste em uma sequência de pares de luzes idênticas ao sistema de luzes de flashes.
Figura 9 – Sistema identificador de final de pista
4. MÍNIMOS OPERACIONAIS PARA POUSO
4.1 ALTITUDES
Apesar de a OACI preconizar que cabe ao piloto e operador efetuarem o cálculo da
MDA/DA, conforme descrito no Anexo 6 à CACI, o DECEA publica esses mínimos de acordo com
os critérios da FAA. Desta forma, a MDA/DA publicada na IAC deve ser considerada como a mais
baixa altitude na qual uma aeronave poderá descer em um procedimento de aproximação, a menos
que a cabeceira da pista, outras marcas que a identifiquem, ou as luzes de aproximação apresentemse claramente visíveis.
NOTA 1: A referência visual exigida significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de
aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente, para permitir que o
piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento, em relação à
trajetória de voo desejada.
NOTA 2: O valor da OCA não será publicado nas cartas nacionais.
NOTA 3: O valor de MDA/DA publicado nas cartas nacionais corresponde ao valor da OCA
definido para o segmento de aproximação final do procedimento.
4.2 CÁLCULO DE TETO
4.2.1 POUSO DIRETO
O teto mínimo para pouso direto é único para todas as categorias de aeronaves, de
acordo com cada tipo de procedimento (não-precisão, precisão e com guia vertical) e com os auxílios
visuais disponíveis.
O valor de teto mínimo para pouso direto é calculado arredondando-se o valor da
OCH do segmento de aproximação final, estabelecido em relação à elevação do aeródromo ou da
cabeceira, conforme o caso, para o múltiplo de 100 pés imediatamente superior.
4.2.2 PARA CIRCULAR
O teto mínimo para circular é variável e dependente da categoria da aeronave, não
podendo, contudo, ser inferior ao especificado para pouso direto, quando os dois procedimentos
estiverem publicados em conjunto.
NOTA: O valor variável ocorre porque a área de proteção do procedimento para circular é
proporcional à velocidade da aeronave, podendo dar origem a diferentes valores de OCH
para circular.
36
CIRCEA 100-54/2012
O valor de teto mínimo para circular é calculado arredondando-se o valor da OCH do
segmento de aproximação final, estabelecido em relação à elevação do aeródromo, para o múltiplo
de 100 pés imediatamente superior.
NOTA: Além dos valores de OCH encontrados matematicamente, somando-se as MOC aos diversos
obstáculos dentro das áreas de proteção dos procedimentos para circular, é necessário
consultar a tabela 2 abaixo para identificar se o valor encontrado pode ser aplicado.
Categoria
MOC
Limite inferior OCH acima da ADEL
A
90m (295 pés)
120m (394 pés)
B
90m (295 pés)
150m (492 pés)
C
120m (394 pés)
180m (591 pés)
D
120m (394 pés)
210m (689 pés)
150m (492 pés)
240m (787 pés)
E
Tabela 2 – Valores mínimos de OCH para circular.
4.3 CÁLCULO DE VISIBILIDADE
4.3.1 POUSO DIRETO
4.3.1.1 A visibilidade/RVR para pouso direto, conforme o caso, é determinada pelo valor mais
elevado derivado das tabelas de 3 a 7, considerando os sistemas de luzes de aproximação
apropriados.
NOTA 1: As tabelas de 3 a 7 têm seus valores baseados nas tabelas encontradas no TERPS (DOC
8260-3B FAA), adaptados à legislação brasileira.
NOTA 2: A tabela 7 especifica os mínimos de visibilidade que devem ser utilizados exclusivamente
no pouso direto, para as aeronaves categorias C/D/E, nas aproximações de não-precisão,
elaboradas sob condições especiais. Esta tabela deve ser usada após a aplicação da tabela
3 e devem ser utilizados os maiores valores.
NOTA 3: Aeronave de categoria superior não poderá ter visibilidade menor que aquela de categoria
inferior.
NOTA 4: Para efeito de publicação, o DECEA considera que os valores de RVR são aplicáveis
somente aos procedimentos de aproximação de precisão e sempre consideram o
funcionamento de um ALS.
NOTA 5: Os valores de visibilidade do procedimento de não-precisão não poderão ser menores que
os respectivos valores dos procedimentos de precisão/com guia vertical contidos na
mesma carta, para uma determinada categoria.
37
CIRCEA 100-54/2012
OCH
0
201
211
221
231
241
251
261
281
301
321
341
361
381
401
421
441
461
481
501
521
541
561
581
601
621
641
661
681
701
721
741
761
801
851
901
951
1001
1101
1201
200
210
220
230
240
250
260
280
300
320
340
360
380
400
420
440
460
480
500
520
540
560
580
600
620
640
660
680
700
720
740
760
800
850
900
950
1000
1100
1200
---
FALS
RVR
5501 2, 700
5501 2, 700
5501 2, 700
5501 2, 700
5501 2, 700
5501 2, 700
5501 2, 700
6001 2, 700
6501 2, 700
700
750
850
1000
1000
1100
1100
1250
1400
1400
1550
1550
1700
IALS
VIS
800
800
800
800
800
800
800
800
800
800
800
900
1000
1100
1200
1300
1400
1500
1500
1600
1700
1800
1900
2000
2100
2200
2300
2400
2500
2600
2700
2700
2900
3100
3300
3600
3800
4100
4600
5000
RVR
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1250
1400
1400
1550
1700
1700
VIS
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1300
1400
1500
1600
1700
1800
1800
1900
2000
2100
2200
2300
2400
2500
2600
2700
2800
2900
3000
3000
3200
3400
3600
3900
4100
4400
4900
5000
BALS
RVR
VIS
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1250
1300
1250
1400
1400
1500
1400
1600
1550
1700
1700
1800
1700
1900
2000
2100
2100
2200
2300
2400
2500
2600
2700
2800
2900
3000
3100
3200
3300
3400
3600
3800
4100
4300
4600
5000
5000
NALS
RVR
VIS
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1200
1100
1300
1100
1300
1250
1300
1250
1400
1250
1400
1400
1500
1550
1600
1550
1700
1700
1800
1700
1900
2000
2100
2200
2300
2400
2400
2500
2600
2700
2800
2900
3000
3100
3200
3300
3400
3500
3600
3800
4000
4300
4500
4900
5000
5000
1. PA Categoria I com luzes de zona de toque e centro de pista.
2. PA Categoria I sem luzes de zona de toque e centro de pista autorizado quando comprimento mínimo da pista é de
1500m e para aproximação utilizando FD, AP ou HUD até a DA. Neste caso, esta observação deverá constar nos RMK
da carta, conforme NOTA 6.
Tabela 3 - Mínimos de visibilidade e RVR (em metros) para procedimentos ILS CAT I e APV
(todas as categorias) e procedimentos de não-precisão (categorias C, D e E)
38
CIRCEA 100-54/2012
NOTA 6: Para os casos especiais apontados na Tabela 3, os valores deverão ser lançados no quadro
de visibilidades da carta de aproximação de acordo com os exemplos abaixo.
Exemplo 1: pista com luzes de zona de toque e centro de pista ou sem luzes e comprimento
mínimo de 1500m.
POUSO DIRETO
CAT
A
B
C
D
CAT I
with TDZL/CL or
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
FD/ AP/ HUD
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800/ 1200/ 550
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800 / 1200/ 700
MDA / OCH / TETO
650 / 630 / 700
E
CAT I
LOC
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
750/ 1600/ 700
2200 / 2900 / NIL
Exemplo 2: pista sem luzes de zona de toque e centro de pista e comprimento mínimo de
1500m.
POUSO DIRETO
CAT
CAT I
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800/ 1200/ 550
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800 / 1200/ 700
MDA / OCH / TETO
650 / 630 / 700
FD/ AP/ HUD
A
B
C
D
E
CAT I
LOC
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
750/ 1600/ 700
2200 / 2900 / NIL
Exemplo 3: pista com luzes de zona de toque e centro de pista ou sem luzes e comprimento
menor que 1500m.
POUSO DIRETO
CAT I
with TDZL/CL
CAT
A
B
C
D
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800/ 1200/ 550
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800 / 1200/ 700
MDA / OCH / TETO
650 / 630 / 700
CAT I
LOC
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
750/ 1600/ 700
2200 / 2900 / NIL
E
39
CIRCEA 100-54/2012
Exemplo 4: pista sem luzes de zona de toque e centro de pista e comprimento menor que
1500m.
POUSO DIRETO
CAT
A
B
C
D
DA / OCH / TETO
217 /200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
800 / 1200/ 700
MDA / OCH / TETO
650 / 630 / 700
CAT I
LOC
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
ALS TDZ/CL
750/ 1600/ 700
ALS/SSALR/SALS/SSALR
E
2200 / 2900 / NIL
MALSR/MALS/ODALS
NO LIGHTS
RVR
M
RVR
VIS
RVR
VIS
RVR
VIS
300
350
450
500
700
750
700
750
Tabela 4 – Procedimento PAR (todas as categorias) com OCH inferior a 200 pés
FALS
OCH
250 - 880
881 - acima
1.
RVR
1
700
1100
IALS
VIS
1
750
1200
BALS
NALS
RVR
VIS
RVR
VIS
RVR
VIS
1100
1550
1200
1600
1100
1550
1200
1600
1550
1700
1600
2000
Para NDB, RVR 1100, VIS 1200m.
Tabela 5 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categoria A)
OCH
250 - 740
741 - 950
951 - acima
1.
RVR
1
700
1100
1550
VIS
1
800
1200
1600
RVR
2
1100
1550
1700
VIS
1200
1600
2000
RVR
1100
1550
1700
VIS
1200
1600
2000
RVR
1550
1700
VIS
1600
2000
2400
Para NDB, RVR 1100, VIS 1200m.
Tabela 6 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categoria B)
Elaboração de Procedimento
- Final deslocada no máximo 5°;
- Segmento de Aproximação Final mínimo 3NM;
- Procedimento com PFAF:
- Distância PFAF à THR Max 8NM (APENAS APROXIMAÇÃO POR TEMPO)
TODOS OS OUTROS
RVR
VIS
RVR
VIS
700
750
1100
1200
Tabela 7 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categorias C, D e E)
4.3.2 Para circular
A visibilidade para circular é determinada pelo valor mais elevado derivado das
tabelas 8 e 9.
NOTA: A visibilidade mínima para circular é variável e dependente da categoria da aeronave, não
podendo, contudo, ser inferior às especificadas nos procedimentos para pouso direto para a
mesma pista, quando os dois tipos de procedimentos estiverem publicados em conjunto.
40
CIRCEA 100-54/2012
Categoria ACFT
OCH
Visibilidade (m)
A
350
B
450
1600
C
450
2400
D
550
E
550
3200
Tabela 8 – Valores mínimos de visibilidade permitidos para circular.
OCH (ft)
CAT A
OCH (ft)
CAT B
OCH (ft)
CAT C
OCH (ft)
CAT D
OCH (ft)
CAT E
351 – 810
811 – acima
1600
2000
451 – 810
811 – 950
1600
415 – 600
601 – 670
2400
2800
551 – 670
951 – acima
2000
671 – 740
741 – 810
881 – 950
951 – acima
4400
4800
3200
3600
4000
671 – 740
741 – 810
811 – 880
4400
3200
2400
811 – 880
881 – acima
3600
4000
551 – 600
601 – 670
671 – 740
741 – 810
811 – acima
4800
3200
3600
4000
4400
4800
Tabela 9 – Mínimos de visibilidade para circular em função dos valores de OCH.
5. MÍNIMOS OPERACIONAIS PARA DECOLAGEM
5.1 Os mínimos regulares para decolagem em termos de teto e visibilidade são os mesmos previstos
para pouso de aeronaves categoria “A” constantes das IAC, considerando os setores de decolagem
da pista em uso.
NOTA 1: Aeródromos com mínimos IFR acima ou abaixo dos mínimos regulares são aqueles
atualmente previstos na parte inicial da AIP-MAP e serão incorporados nas respectivas
cartas de saída.
NOTA 2: A visibilidade publicada na SID é referenciada ao setor de decolagem.
5.2 Os mínimos operacionais de aeródromo para decolagem são obtidos levando-se em consideração
o número de motores que a aeronave possui, conforme tabela abaixo. Entretanto, os valores de teto
também podem ser requeridos para ver e evitar um obstáculo. Neste caso, o procedimento publicado
tem que identificar a localização do(s) obstáculo(s) que deve(m) ser evitado(s).
Número de Motores
Visibilidade (m)
1 ou 2
1600
3 ou 4
800
Tabela 10 - Número de motores/visibilidade
41
CIRCEA 100-54/2012
Anexo B - Histórico De Processo De Elaboração De Procedimentos
ASSUNTO: Elaboração de procedimentos IFR (NDB) para o Aeroporto Afonso Pena,
SBCT.
1. Motivo/Necessidade: Instalação de auxílio à navegação aérea.
2. Data de Elaboração/Modificação: 08 / 07 / 09.
3. Responsável: 1º Ten ESP CTA Fulano de Tal.
4. Identificação: NDB Rwy 15.
5. Envio ao ICA por meio do SGEP em 18 / 07 / 09.
6. Envio ao GEIV por meio do SGEP em 18 / 08 / 09.
7. Voo de Homologação realizado em 08 / 10 / 09.
Of. CTA / Piloto Inspetor: 1º Ten ESP CTA Fulano de Tal / Cap Av Ciclano de Tal.
Aprovação: Sem Rest. ( x ) / Não aprovado ( )
8. Publicação: EMD AIP n.º 13/09, de 16 / 12 / 09, com entrada em vigor em 13 / 01 /
10.
DATA
OBSERVAÇÕES – COMENTÁRIOS
RESPONS.
42
CIRCEA 100-54/2012
Anexo C - Ficha Cadastro Carta de Aproximação por Instrumento de não-Precisão Convencional
FICHA CADASTRO
CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE NÃO-PRECISÃO CONVENCIONAL
1. IDENTIFICAÇÃO:
LOCALIDADE: Florianópolis / Hercílio Luz, SBFL.
CARTA: VOR Rwy 14
2. PISTA:
DIMENSÕES
2.294,93m x 45m
RWY
14
RUMO VERD
121º 11’ 44.00”
ADEL(ft)
17,32
THEL(ft)
16,72
Grad Pista(%)
0,70
Código
4
OBS: TORA 2.294m, TODA 2.294m, ASDA 2.294m, LDA 2.294m.
FONTE: Perfil de pista de junho de 2000 e tabela de localização de auxílios de fevereiro de 2004, ambos do
ICA.
3. GERAL:
TIPO PROCEDIMENTO
NPA
SENSOR
VOR/DME
COORDENADAS
31º43’08”s/052º19’41”w
ELEV BASE ANT
17m
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
LEGISLAÇÃO
EDIÇÃO / EMENDA / DATA
DOC 8168 – PANS-OPS
5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010
ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais)
CHANGE 21 – 05/06/2009
CIRCEA 100-54
Março de 2012
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL
5.1.1 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO(NM) RDH(ft)
5,7
50
GRADIENTE
RUMO
VERD
DISTÂNCIA(m)
ALTITUDE
FAF(ft)
5,94% (3,4 graus)
121.20
---
2.100
OBS: Segmento alinhado com a pista.
5.1.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
64
IDENT
Prédio
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
246
OCA(ft)
590
OCH(ft)
573
TETO(ft)
600
OBS: NIL.
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.2.1 DADOS INICIAIS
IAS (KT)
230
TAS + 10Kt
254
d(m)
392
X(m)
1.960
ATT(m)
1.852
SOC(m)
4.204
Gradiente(%)
5,0
OCH final (ft)
573
43
CIRCEA 100-54/2012
5.2.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
4
Ident
Área
SECUNDÁRIA
ÁRVORE
MOC(ft)
90,93
OCA(ft)
530
OCH(ft)
513
TETO(ft)
600
OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi elevado para 5% para livrar os obstáculos nº 34, 27
e 17 e, consequentemente, reduzir a OCH do segmento de aproximação final de 677 ft para 513 ft.
5.2.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.2.4.1 DADOS DA VSS
Tipo
OCH (ft)
Alinhamento
NPA
573
0,00
5.2.4.2 ANÁLISE DA VSS
3,0 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,1 Graus
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
3,2 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,3 Graus
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
3,4 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,5 Graus
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
OBS: Não houve violação da VSS.
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.3.1 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO(NM)
RUMO VERD
GRADIENTE
5,0
121.20
OBS: NIL
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
IDENT
127 MORRO
ALTITUDE IF(ft)
3,94% (2,25º)
ÁREA
SECUNDARIA
MOC(ft)
427,21
2.100
OCA(ft)
2.100
OCH(ft)
2.019
-
OBS: NIL.
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
IAF
COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD
1
7,0
121.20
GRADIENTE
6,65% (3,80º)
ALTITUDE IAF(ft)
3.300
2
---
---
---
---
3
---
---
---
---
OBS: NIL.
44
CIRCEA 100-54/2012
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
IAF 1
N°
352
IDENT
ÁREA
PRIMÁRIA
MORRO
MOC(ft)
985
OCA(ft)
3.300
OCH(ft)
3.283
-
MOC(ft)
---
OCA(ft)
---
OCH(ft)
---
-
MOC(ft)
---
OCA(ft)
---
OCH(ft)
---
-
IAF 2
N°
---
IDENT
---
ÁREA
--IAF 3
N°
---
IDENT
---
ÁREA
---
OBS: As altitudes de início em cada IAF foram escolhidas em função da necessidade de compatibilização com
o valor da MSA. O comprimento de 7NM foi estabelecido para manter o gradiente de descida dentro de
parâmetros aceitáveis.
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
MSA ( X )
TAA (
)
OBSTÁCULOS
SETOR
Nº
MOC(ft)
OCA(ft)
STEPDOWN(NM)
301.2º/51.2º
348
985
7.500
10
51.2º/191.2º
348
985
7.500
10
191.2º/301.2º
349
985
4.000
-
OBS: O STEPDOWN foi estabelecido visando permitir a descida da aeronave para uma altitude que permita a
manutenção do gradiente de descida dos segmentos iniciais e intermediário em valores aceitáveis.
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
RUMOS
Nº
ÁREA
MOC(ft)
OCA(ft)
ESPERA 1
121.2º/301.2º
350
PRIMARIA
1.000
4.000
ESPERA 2
121.2º/301.2º
374
PRIMARIA
1.000
4.000
OBS: A ESPERA1 foi estabelecida com curvas à esquerda tendo em vista a menor complexidade do relevo
naquele setor e sua altitude foi elevada para 6000 pés para compatibilização com o valor da MSA.
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
ALTITUDE RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL
1,49
2,0
3,0
3,2
4,0
5,7
RWY 14
ALT
(HGT)
590
573
789
772
1150
1133
1222
1205
1511
1494
2200
2183
45
CIRCEA 100-54/2012
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL
KT
90
550
FPM
110
700
130
800
150
900
FAF-MAPT
170
1050
190
1150
NIL
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
POUSO DIRETO
CAT
A
B
MDA / OCH / TETO
VOR/DME
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
C
D
E
590 / 573 / 600
NIL / 1600 / NIL
NIL / 2600 / NIL
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado.
PARA CIRCULAR
MDA / OCH / TETO
VIS (m)
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
1.
Considerando os mínimos obtidos sem a utilização do DME (cerca de 1.300 pés, muito próximos dos
mínimos para operação VFR, portanto), DME FLN requerido à execução do procedimento;
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
N
4
20
Ident
ÁRVORE
ÁRVORE
H
H Altitude (m) Fonte
Tipo
Lat
Long
Obst. Natural 08 10 34,45 S 036 08 42,90 W
774,29
Lev Plan
Obst. Natural 08 10 02,86 S 036 14 22,90 W
851,50
Lev Plan
Data
Ago/10
Ago/10
9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
SBFL - FLORIANOPOLIS/HERCILIO LUZ, SC
- AGA 30/07/10 19:09 - 30/01/11 00:00
PSN NR 4 PATIO NR 2 CLSD
REF: AIP-BRASIL MAP ADC)
(E1877/2010)
20/09/10 14:31 - PERM
SER COMBUSTIVEL (QUEROSENE E AVGAS) MODIFICAR:
1) NA AIP BRASIL AD 2.3
ITEM 12 OBSERVACOES (2) PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048
(48)3236-1464 (48)3236-1464
(48)3338-3459 (48)3338-3459
(48)8834-6080 (48)8834-6080
(48)8826-2111 (48)8826-2111. NO
PATIO MIL, AVBL SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR
POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.
2)NO ROTAER 3-F:
RMK (2.2): PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048
(48)3236-1464 (48)3236-1464
(48)3338-3459 (48)3338-3459
(48)8834-6080 (48)8834-6080
(48)8826-2111 (48)8826-2111. NO
PATIO MIL, AVBL
SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1
(UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.)
(E2422/2010)
46
CIRCEA 100-54/2012
27/09/10 17:19 - 23/03/11 18:00
MET CMM (1 A 9) AVBL O/R PELO TEL (48) 3229-5039 (48) 3229-5039 OU (48) 3236-0788 (48) 32360788
R:430 COM 24H DE ANTECEDENCIA
REF.: ROTAER 3-F)
(E2504/2010)
08/11/10 16:55 - PERM
SER COMBATE INCENDIO/SALVAMENTO REDUZIDO A CAT 7
REF: AIP BRASIL AD 2.6
ROTAER 3-F)
(E3005/2010)
22/11/10 00:00 - 29/04/11 02:59
AD - OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA 12 (DOZE) TONELA DAS SOMENTE
MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS
TELEFONES
(48) 3331-4012 (48) 3331-4012 OU (48) 3331-4095 (48) 3331-4095
COM MNM 24HR BFR LDG
REF: AIP BRASIL AD 2.2)
(E3021/2010)
27/12/10 21:57 - 15/03/11 01:59
AD - AP COORDENADO, EM CONSEQUENCIA:
1)CONFORME REGRAS E PROC DESCRITOS NA AIP-BRASIL ENR 1.9 ITEM
2,TODAS AS ACFT QUE PRETENDAM OPR EM SBFL TERAO SUAS OPS
CONDICIONADAS A DISPONIBILIDADE DE ATENDIMENTO EM FUNCAO DA
CAPACIDADE DE PATIO DO AD E DEVERAO SOLICITAR O ATENDIMENTO COM
ANTECEDENCIA MNM DE 01 HR E MAX DE 25 HR DA HR DESEJADA DA OPS A
CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS ATRAVES DO SITE DO GNA
(WWW.CGNA.GOV.BR),
NA OPCAO SERVICOS. O ATENDIMENTO SERA CONFIRMADO PELO
FORNECIMENTO
DE UM CODIGO NUMERICO QUE DEVERA CONSTAR NO ITEM 18 DO PLN
PRECEDIDO DA SIGLA RMK/CLR EXEMPLO: RMK/CLR FL 165342.
2)AS ACFT QUE OPEREM EM SBSP, SBBR OU SBMT CUJA ORIGEM OU
DESTINO
SEJA SBFL, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM
SBSP,
SBBR OU SBMT, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM
SBFL.
3) AS ACFT QUE OPEREM SM SBFL, CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBJR,
DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBFL, E ESTARAO
DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBJR.
4) SERA APLICADO SLOT DE OPORTUNIDADE EM SBFL AS ACFT CITADAS NO
ITEM 2
5) AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA
SUA
NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA SUPERIOR A 02(DUAS) HR DO
HORARIO
PREVISTO DEVERAO CANCELA-LO PELO SITE DO CGNA.
6)AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA
NAO
UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA INFERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO
PREVISTO DEVERAO INFORMAR A SALA AIS DO AP COORDENADO OU AO
ORGAO
ATC, QUANDO EM VOO.
7) SERA ALOCADO NO MAX 01(UM) PAR DE SLOTS DLY, POR MATRICULA DE
47
CIRCEA 100-54/2012
ACFT
8) A ACFT PODERA PERMANECER NO MAX ATE 01(UMA) HORA NO PATIO DE
SBFL. CASOS EMERGENCIAIS DEVERAO SER COORDENADOS COM A
ADMINISTRACAO DO AD.
9) OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA DE 12(DOZE) TONELADAS SOMENTE
MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TEL
(48)3331-4012 (48)3331-4012 OU (48)3331-4095 (48)3331-4095
COM MNM 24 HR BFR LDG.
10)O PERIODO DE FUNCIONAMENTO DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS SERA
DE
09 DEC 2010 TIL 15 MAR 2011 H24.
11)OS SLOTS PARA VOOS REGULARES SAO DISTRIBUIDOS POR OCASIAO DA
APROVACAO DO HOTRAN, CONSTANDO DE PLANILHA ESPECIFICA. OS
PROCEDIMENTOS DESCRITOS NO ITEM 1 NAO SE APLICAM AOS VOOS
REGULARES.
12)PRB UTILIZACAO DE SBFL COMO MUDANCA DE DEST OU ALTN DOS FLTS
ORIGINALMENTE PLANEJADOS DEVIDO CAPACIDADE DE PATIO.
13)PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS, LIGAR PARA O TELEFONE DA
CENTRAL
INTEGRADA DE SLOTS 0800-282-6612, SALA AIS DE SBFL (48)32295039.
(E3458/2010)
31/12/10 14:44 - 20/03/11 02:00
RWY 03/21 CLSD DEVIDO PRKG ACFT NOS PRIMEIROS 600M DA THR 03)
(E3487/2010)
- ATM 19/11/10 17:07 - 19/05/11 17:07
APP- NAO SERAO ACEITOS PELO APP FLORIANOPOLIS PLANOS DE VOO AFIL DE
ACFT DECOLANDO DE AD SITUADOS NA PROJECAO DOS LIMITES DA TMA
FLORIANOPOLIS, DESPROVIDOS DE SALA AIS. AS ACFT DEVERAO APRESENTAR
ANTES DA DECOLAGEM, O PLANO DE VOO COMPLETO A QUALQUER SALA AIS
CREDENCIADA DA FIR DE ORIGEM DO VOO, OU PLANO DE VOO SIMPLIFICADO A
SALA AIS DE FLORIANOPOLIS TEL PLN/FAX:(48)3229-5039
REF: AIP BRASIL AD 2)
(E3086/2010)
- CNS 12/03/10 19:09 - PERM
VOR/DME FLN FREQ 113.40MHZ CANAL 81X COORD 274011.70S/0483225.63W O
PR
H24 INSTL
REF: ROTAER 3-F
AIP ENR 2.1
ENR 4.1
AD 2.19)
(E0633/2010)
19/11/10 13:16 - 23/03/11 22:00
FAC A/G OPS 122.50MHZ U/S)
48
CIRCEA 100-54/2012
(E3072/2010)
- NAV 03/12/10 08:10 - 28/02/11 01:00
DEC 03/04 TIL FEB 27/28 SR/0100
PJE ACONTECERA SUBJ COOR APP FLORIANOPOLIS CENTRO COORD
280124S/0483648W (GAROPABA, SC) RAIO 3KM RTO
GND - FL140))
(E3218/2010)
- OTR 19/10/10 09:00 - 23/03/11 18:00
AIS MIL HR SER:
OCT 19 TIL FEB 20 0900/1700 FEB 21 TIL MAR 23 1000/1800 MON TIL FRI
(EXC HOL) NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A
QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO
A SALA AIS CIVIL DE FLORIANOPOLIS PELO TEL PLN/FAX (48)3229-5039
TEL PLN (48)3235-2732
REF.: ROTAER 3-F)
(E2806/2010)
---| FIM DA LISTAGEM |---
ASSINATURA:
ELABORADO POR: FULANO DE TAL
ASSINATURA:
REVISADO POR: CICLANO DE TAL
Data: 15/01/11
Data: 17/01/11
49
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
N
4
5
7
8
9
26
34
35
36
37
42
45
Ident
47
46
42
RVR-2(TRANSMISSOR)
ANEMÔMETRO 2
PONTO PARADA 5A - PATIO 1
RVR-1 (RECEPTOR)
ANEMÔMETRO 1
RVR-1 (TRANSMISSOR)
GLIDE SLOPE IFL
BIRUTA
AP-1017(TWR ANTIGA)
Tipo
Implantação
Implantação
Implantação
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Obst. Natural
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Implantação
Lat
27 40 36,7
27 40 40,1
27 40 40,1
27 40 26,8
27 40 26,6
27 39 57,2
27 40 07,6
27 40 07,8
27 40 06,3
27 40 05,7
27 40 11,4
27 39 47,5
H
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
Long
048 31 44,6
048 31 45,4
048 31 41,1
048 32 02,1
048 32 02,1
048 32 38,7
048 32 52,4
048 32 52,5
048 32 54,7
048 32 55,9
048 33 03,2
048 32 54,3
H Altitude (m)
W
8,13
W
10,14
W
10,21
W
6,90
W
11,95
W
4,62
W
7,34
W
12,47
W
7,37
W
12,24
W
10,97
W
26,98
Fonte
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
Data
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Dez/07
Ago/10
Ago/10
50
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
VEL
Path
Term.
Nome
Localização
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude
(ft)
(KT)
TF
SUSER
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
FB
Y
----
----
5000
TF
PINPI
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
FB
Y
258
----
TF
CANO
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
FB
Y
348
TF
FOFO
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
FB
Y
FA
RONI
FB
DF
CAROL
FB
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
25 48 12.3 s
048 24 35.2 w
VPA
Perform.
Requerida
250
----
----
4000
----
----
----
----
2680
150
----
----
348
R
370
----
3,50º
----
Y
348
----
770
----
----
----
Y
----
L
5000
----
----
----
51
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET
OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de
vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel
Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta;
OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais
como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre
outros.
OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta,
considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam.
52
CIRCEA 100-54/2012
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO
FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE NÃO-PRECISÃO
1. IDENTIFICAÇÃO:
(a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade;
(b) Carta: Inserir a identificação da carta;
2. PISTA:
(a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista;
(b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo;
(d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais;
(e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais;
(f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais;
(g) CÓDIGO: Inserir o código de referência;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista;
(i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do
ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma;
3. GERAL:
(a) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre
outros;
(b) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena;
(c) ELEV BASE ANT: Inserir a elevação da base da antena;
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
(a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s)
procedimento(s).
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL
5.1.1 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de grau;
(e) DISTÂNCIA: Inserir a distância de cruzamento do segmento de aproximação final com o eixo da pista;
53
CIRCEA 100-54/2012
(f) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.2.1 DADOS INICIAIS
(a) IAS: Inserir o valor da velocidade indicada considerada;
(b) TAS + 10KT: Inserir o valor da TAS calculada com acréscimo de 10 KT;
(c) d(m): Inserir o valor de distância percorrida durante 3 seg;
(d) x(m): Inserir o valor de distância percorrida durante 15 seg;
(e) ATT(m): Inserir o valor da tolerância do fixo, conforme o caso;
(f) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT;
(g) GRADIENTE: Inserir o valor de gradiente considerado no segmento de aproximação perdida;
(h) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final;
5.2.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
54
CIRCEA 100-54/2012
5.2.4.1 DADOS DA VSS
(a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA;
(b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS;
(c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento
paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos à direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para
OFFSET/deslocamento à esquerda do eixo da pista;
5.2.4.2 ANÁLISE DA VSS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.3.1 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
(a) IAF: Inserir a identificação do IAF;
(b) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
55
CIRCEA 100-54/2012
(d) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(e) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF;
(f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
(a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso;
(b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
(a) Inserir os valores de distância definidos;
56
CIRCEA 100-54/2012
(b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma determinada
distância;
(c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura;
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
(a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final do procedimento de aproximação de
não-precisão para uma determinada velocidade;
(b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso;
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
(a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO;
(c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual da
pista, quando for o caso;
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR:
(a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO;
(b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis;
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
(a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP;
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
(a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão ser inseridos pelo ICA na planta da carta;
9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
(a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento;
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo;
(c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea);
(d) LAT: Inserir a latitude;
(e) H: Inserir o hemisfério;
(f) LONG: Inserir a longitude;
(g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude;
(h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc;
(i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso;
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
(a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento;
57
CIRCEA 100-54/2012
(b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento;
(c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto;
(d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY;
(e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório;
(f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo;
(g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda;
(h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento;
(i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento;
(j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento;
(k) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento;
58
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO D
FICHA CADASTRO
CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO RNAV (GNSS)
1. IDENTIFICAÇÃO:
LOCALIDADE: Florianópolis / Hercílio Luz, SBFL.
CARTA: RNAV (GNSS) Rwy 14
2. PISTA:
DIMENSÕES
RWY
RUMO VERD
ADEL(ft)
THEL(ft)
Grad Pista(%)
Código
2.294,93m x 45m
14
121º 11’ 44.00”
17,32
16,72
0,70
4
OBS: TORA 2.294m, TODA 2.294m, ASDA 2.294m, LDA 2.294m
FONTE: Perfil de pista de junho de 2000 e tabela de localização de auxílios de fevereiro de 2004, ambos do
ICA.
3. GERAL:
TIPO PROCEDIMENTO
APV
SENSOR
GNSS
NPA
GNSS
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
LEGISLAÇÃO
EDIÇÃO / EMENDA / DATA
DOC 8168 – PANS-OPS
5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010
ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais)
CHANGE 21 – 05/06/2009
CIRCEA 100-54
Março de 2012
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (VNAV)
5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ)
Nº
IDENT
ÁREA
VIOLAÇÃO(m)
---
---
---
---
OBS: OFZ não violada. OCH mínima de 75m.
5.1.2 CÁLCULOS
VPA
RDH
Tempmin
HGTFAP
CorrTemp
Grad Perd
IAS
VAR ISA
3,40º
15 m
-10º C
2.047 pés
192 pés
4,00%
230KT
15
TAS
X (18seg)
SOC(m)
ÂngFAS
XFAS(m)
XZi(m)
XZf(m)
244 KT
2.270,48m
2.714,48m
3,94º
1.484,59m
-548,89m
-1.048,89m
OBS: Tendo em vista a MDA de 2.100 pés do segmento intermediário, foi analisada inicialmente a final com
6.4NM e VPA 3.00º, encontrando-se MDA de 750 pés.
59
CIRCEA 100-54/2012
Na tentativa de reduzir o valor da MDA, foram realizados diversos ensaios, os quais apontaram como melhor
resultado o estabelecimento do comprimento da final em 5.7NM e o VPA em 3.40º, conseguindo-se reduzir a
MDA em cerca de 300 pés. Paralelo a isso, o aumento do gradiente da aproximação perdida para 4,0%
possibilitou uma redução da OCH do segmento Baro/VNAV de 394 pés para 319 pés. Sendo assim as referidas
modificações geraram ganho operacional tanto para o procedimento BARO/VNAV quanto para o procedimento
LNAV.
5.1.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
64
IDENT
Prédio
ÁREA
Superf. Horiz.
VIOLAÇÃO(m)
22,26 m
OCA(ft)
340 pés
OCH(ft)
319 pés
TETO(ft)
400 pés
45
Antena
Superf. Horiz.
21,88 m
340 pés
318 pés
400 pés
67
Árvore
Superf. Horiz.
13,93 m
310 pés
292 pés
300 pés
66
Torre
Superf. Horiz.
13,86 m
310 pés
292 pés
300 pés
72
Casa
Superf. Horiz.
13,77 m
310 pés
291 pés
300 pés
71
Árvore
Superf. Horiz.
13,46 m
310 pés
290 pés
300 pés
OBS: NIL
5.1.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.1.4.1 DADOS DA VSS
Tipo
OCH (ft)
Alinhamento
APV
319
5.1.4.2 ANÁLISE DA VSS
0,00
3,0 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,1 Graus
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
3,2 Graus
Nº
--
Ident
3,3 Graus
Violação(m)
Recuo(m)
Violação(m)
Recuo(m)
0,00
0,00
0,00
0,00
----------------------------
3,4 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,5 Graus
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
OBS: Não houve violação da VSS.
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LNAV)
5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA
Segmento alinhado com a pista.
5.2.2 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO(NM)
5.7 NM
RDH(ft)
50
GRADIENTE
5,94% (3,4 graus)
ALTITUDE FAF(ft)
2.100
60
CIRCEA 100-54/2012
5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
64
IDENT
Prédio
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
246
OCA(ft)
590
OCH(ft)
573
TETO(ft)
600
45
Antena
SECUNDARIA.
55,88
440
423
500
67
Árvore
SECUNDÁRIA
33,93
430
413
500
OBS:
(1) Considerando o posicionamento do obstáculo nº 64, foi estabelecido um SDF no segmento de aproximação
final a 3.2NM da cabeceira. Esta distância foi determinada por meio do critério previsto no item 2.7.4
(Obstacle close to a final approach fix or stepdown fix) do DOC 8168.
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.3.1 DADOS INICIAIS
SOC(m)
2.714,48m
Gradiente(%)
5,0%
OCH final(ft)
573
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
4
Ident
ÁRVORE
Área
SECUNDÁRIA
MOC(ft)
90,93
OCA(ft)
530
OCH(ft)
513
TETO(ft)
600
OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi elevado para 5% para livrar os obstáculos nº 34, 27
e 17 e, consequentemente, reduzir a OCH do segmento de aproximação final de 677 ft para 513 ft.
5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.3.4.1 DADOS DA VSS
Tipo
OCH (ft)
Alinhamento
NPA
573
0,00
5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS
3,0 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,1 Graus
Recuo(m)
0,00
3,2 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Ident
----------------------------
Recuo(m)
0,00
3,3 Graus
Violação(m)
Recuo(m)
Violação(m)
Recuo(m)
0,00
0,00
0,00
0,00
3,4 Graus
Nº
--
Violação(m)
0,00
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,5 Graus
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
OBS: Não houve violação da VSS.
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO
RUMO VERD
GRADIENTE
ALTITUDE IF(ft)
61
CIRCEA 100-54/2012
5,0NM
121.20
0,00% (0º)
2.100
OBS: NIL
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
127
IDENT
MORRO
ÁREA
SECUNDARIA
MOC(ft)
427,21
OCA(ft)
2.100
OCH(ft)
2.019
-
OBS: NIL.
5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.5.1 CARACTERÍSTICAS
IAF
COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD
GRADIENTE
ALTITUDE IAF(Ft)
Esquerdo
7,0 NM
51.20
7,86% (4,49º)
3.300
Central
7,0 NM
121.20
6,65% (3,80º)
3.300
Direito
7,0 NM
191.20
2,01% (1,15º)
3.300
OBS: NIL.
5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
IAF ESQUERDO
N°
351
IDENT
MORRO
ÁREA
PRIMÁRIA
MOC(ft)
985
OCA(ft)
3.300
OCH(ft)
3.283
-
OCA(ft)
3.300
OCH(ft)
3.283
-
OCA(ft)
3.300
OCH(ft)
3.283
-
IAF CENTRAL
N°
352
IDENT
MORRO
ÁREA
PRIMÁRIA
MOC(ft)
985
IAF DIREITO
N°
353
IDENT
MORRO
ÁREA
PRIMÁRIA
MOC(ft)
985
OBS: As altitudes de início em cada IAF foram escolhidas em função da necessidade de compatibilização com
o valor das TAA. O comprimento de 7NM foi estabelecido para manter o gradiente de descida dentro de
parâmetros aceitáveis, considerando o TRD de 5,65NM para os IAF laterais.
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
SETOR
MSA (
)
TAA ( X )
OBSTÁCULOS
Nº
MOC(ft)
OCA(ft)
STEPDOWN(NM)
301.2º/51.2º
348
985
7.500
10
51.2º/191.2º
348
985
7.500
10
191.2º/301.2º
349
985
4.000
-
62
CIRCEA 100-54/2012
OBS: O STEPDOWN foi estabelecido visando permitir a descida da aeronave para uma altitude que permita a
manutenção do gradiente de descida dos segmentos iniciais e intermediário em valores aceitáveis.
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
RUMOS
Nº
ÁREA
MOC(ft)
OCA(ft)
ESPERA 1
121.2º/301.2º
350
PRIMARIA
1.000
4.000
ESPERA 2
121.2º/301.2º
374
PRIMARIA
1.000
4.000
OBS: A ESPERA1 foi estabelecida com curvas a esquerda tendo em vista a menor complexidade do relevo
naquele setor e sua altitude foi elevada para 6000 pés para compatibilização com o valor da TAA.
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
ALTITUDE RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL
RWY 14
1,49
2,0
3,0
3,2
4,0
5,7
ALT
(HGT)
590
573
789
772
1150
1133
1222
1205
1511
1494
2200
2183
OBS: NIL.
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL
KT
FPM
90
550
110
700
130
800
150
900
FAF-MAPT
170
1050
190
1150
NIL
OBS: NIL.
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
POUSO DIRETO
CAT
A
B
C
DA / OCH / TETO
319 / 302 / 400
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
NIL / 1600 / NIL
MDA / OCH / TETO
590 / 573 / 600
LNAV/VNAV
LNAV
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
NIL / 1600 / NIL
D
NIL / 2600 / NIL
OBS: NIL.
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado.
PARA CIRCULAR
MDA / OCH / TETO
VIS (m)
OBS: NIL.
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
Criados os seguintes WP com as respectivas coordenadas WGS-84:
(a) FL-WPT1 – MAHF - 27 48 53.01 S/48 16 26.62 W;
1. (b) RWY14 – MAPT – 27 39 56.6 S/048 33 04.3 W;
(c) FL-WPT2 – FAP - 27 36 58.84 S/48 38 33.61 W;
(d) FL-WPT3 – IF – 27 34 22.92 S/48 43 22.37 W;
E
63
CIRCEA 100-54/2012
(e) FL-WPT4 - IAF1 - 27 38 46.69 S/48 49 30.95 W;
(f) FL-WPT5 – IAF2 - 27 30 44.58 S/48 50 6.42 W; e
(g) FL-WPT6 – IAF 3 - 27 27 29.76 S/48 41 50.66 W
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
N
4
20
Ident
ÁRVORE
ÁRVORE
H
H Altitude (m) Fonte
Tipo
Lat
Long
Obst. Natural 08 10 34,45 S 036 08 42,90 W
774,29
Lev Plan
Obst. Natural 08 10 02,86 S 036 14 22,90 W
851,50
Lev Plan
Data
Ago/10
Ago/10
9.2 TABELA DE VALORES PARA VOO DE HOMOLOGAÇÃO:
(SOMENTE PARA PROCEDIMENTO APV BARO/VNAV)
BARO-VNAV RWY (14) – SBFL
COORDENADAS
(FAP)
FAF
27 36.98 S/48 38.56 W
COORDENADAS
CABECEIRA (14)
27 39.94 S/048 33.72 W
AVALIAÇÃO DA CLEARANCE
PONTO
Origem da Superfície de
Avaliação da Aproximação
(Início da descida)
Término da Superfície
(Nivelamento)
Início da Superfície de Avaliação
da Aproximação Perdida (Início da
subida)
LOCALIZAÇÃO
FAP (FAF)
10,70 NM (*)
-17,31 NM (*)
ALTITUDE
1236 pés
2700 pés
2700 pés
GRADIENTE DE SUBIDA
4,52%
0%
2,5%
(*) Distância para a THR. Valor negativo significa que o ponto está depois da THR.
9.3 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
SBFL - FLORIANOPOLIS/HERCILIO LUZ, SC
- AGA 30/07/10 19:09 - 30/01/11 00:00
PSN NR 4 PATIO NR 2 CLSD
REF: AIP-BRASIL MAP ADC)
(E1877/2010)
20/09/10 14:31 - PERM
SER COMBUSTIVEL (QUEROSENE E AVGAS) MODIFICAR:
1) NA AIP BRASIL AD 2.3
ITEM 12 OBSERVACOES (2) PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048
(48)3236-1464 (48)3236-1464
(48)3338-3459 (48)3338-3459
(48)8834-6080 (48)8834-6080
(48)8826-2111 (48)8826-2111. NO
PATIO MIL, AVBL SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR
POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.
2)NO ROTAER 3-F:
RMK (2.2): PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048
(48)3236-1464 (48)3236-1464
(48)3338-3459 (48)3338-3459
(48)8834-6080 (48)8834-6080
(48)8826-2111 (48)8826-2111. NO
PATIO MIL, AVBL
64
CIRCEA 100-54/2012
SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1
(UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.)
(E2422/2010)
27/09/10 17:19 - 23/03/11 18:00
MET CMM (1 A 9) AVBL O/R PELO TEL (48) 3229-5039 (48) 3229-5039 OU (48) 3236-0788 (48) 32360788
R:430 COM 24H DE ANTECEDENCIA
REF.: ROTAER 3-F)
(E2504/2010)
08/11/10 16:55 - PERM
SER COMBATE INCENDIO/SALVAMENTO REDUZIDO A CAT 7
REF: AIP BRASIL AD 2.6
ROTAER 3-F)
(E3005/2010)
22/11/10 00:00 - 29/04/11 02:59
AD - OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA 12 (DOZE) TONELA DAS SOMENTE
MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS
TELEFONES
(48) 3331-4012 (48) 3331-4012 OU (48) 3331-4095 (48) 3331-4095
COM MNM 24HR BFR LDG
REF: AIP BRASIL AD 2.2)
(E3021/2010)
27/12/10 21:57 - 15/03/11 01:59
AD - AP COORDENADO, EM CONSEQUENCIA:
1)CONFORME REGRAS E PROC DESCRITOS NA AIP-BRASIL ENR 1.9 ITEM
2,TODAS AS ACFT QUE PRETENDAM OPR EM SBFL TERAO SUAS OPS
CONDICIONADAS A DISPONIBILIDADE DE ATENDIMENTO EM FUNCAO DA
CAPACIDADE DE PATIO DO AD E DEVERAO SOLICITAR O ATENDIMENTO COM
ANTECEDENCIA MNM DE 01 HR E MAX DE 25 HR DA HR DESEJADA DA OPS A
CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS ATRAVES DO SITE DO GNA
(WWW.CGNA.GOV.BR),
NA OPCAO SERVICOS. O ATENDIMENTO SERA CONFIRMADO PELO
FORNECIMENTO
DE UM CODIGO NUMERICO QUE DEVERA CONSTAR NO ITEM 18 DO PLN
PRECEDIDO DA SIGLA RMK/CLR EXEMPLO: RMK/CLR FL 165342.
2)AS ACFT QUE OPEREM EM SBSP, SBBR OU SBMT CUJA ORIGEM OU
DESTINO
SEJA SBFL, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM
SBSP,
SBBR OU SBMT, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM
SBFL.
3) AS ACFT QUE OPEREM SM SBFL, CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBJR,
DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBFL, E ESTARAO
DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBJR.
4) SERA APLICADO SLOT DE OPORTUNIDADE EM SBFL AS ACFT CITADAS NO
ITEM 2
5) AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA
SUA
NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA SUPERIOR A 02(DUAS) HR DO
HORARIO
PREVISTO DEVERAO CANCELA-LO PELO SITE DO CGNA.
65
CIRCEA 100-54/2012
6)AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA
NAO
UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA INFERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO
PREVISTO DEVERAO INFORMAR A SALA AIS DO AP COORDENADO OU AO
ORGAO
ATC, QUANDO EM VOO.
7) SERA ALOCADO NO MAX 01(UM) PAR DE SLOTS DLY, POR MATRICULA DE
ACFT
8) A ACFT PODERA PERMANECER NO MAX ATE 01(UMA) HORA NO PATIO DE
SBFL. CASOS EMERGENCIAIS DEVERAO SER COORDENADOS COM A
ADMINISTRACAO DO AD.
9) OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA DE 12(DOZE) TONELADAS SOMENTE
MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TEL
(48)3331-4012 (48)3331-4012 OU (48)3331-4095 (48)3331-4095
COM MNM 24 HR BFR LDG.
10)O PERIODO DE FUNCIONAMENTO DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS SERA
DE
09 DEC 2010 TIL 15 MAR 2011 H24.
11)OS SLOTS PARA VOOS REGULARES SAO DISTRIBUIDOS POR OCASIAO DA
APROVACAO DO HOTRAN, CONSTANDO DE PLANILHA ESPECIFICA. OS
PROCEDIMENTOS DESCRITOS NO ITEM 1 NAO SE APLICAM AOS VOOS
REGULARES.
12)PRB UTILIZACAO DE SBFL COMO MUDANCA DE DEST OU ALTN DOS FLTS
ORIGINALMENTE PLANEJADOS DEVIDO CAPACIDADE DE PATIO.
13)PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS, LIGAR PARA O TELEFONE DA
CENTRAL
INTEGRADA DE SLOTS 0800-282-6612, SALA AIS DE SBFL (48)32295039.
(E3458/2010)
31/12/10 14:44 - 20/03/11 02:00
RWY 03/21 CLSD DEVIDO PRKG ACFT NOS PRIMEIROS 600M DA THR 03)
(E3487/2010)
- ATM 19/11/10 17:07 - 19/05/11 17:07
APP- NAO SERAO ACEITOS PELO APP FLORIANOPOLIS PLANOS DE VOO AFIL DE
ACFT DECOLANDO DE AD SITUADOS NA PROJECAO DOS LIMITES DA TMA
FLORIANOPOLIS, DESPROVIDOS DE SALA AIS. AS ACFT DEVERAO APRESENTAR
ANTES DA DECOLAGEM, O PLANO DE VOO COMPLETO A QUALQUER SALA AIS
CREDENCIADA DA FIR DE ORIGEM DO VOO, OU PLANO DE VOO SIMPLIFICADO A
SALA AIS DE FLORIANOPOLIS TEL PLN/FAX:(48)3229-5039
REF: AIP BRASIL AD 2)
(E3086/2010)
- CNS 12/03/10 19:09 - PERM
VOR/DME FLN FREQ 113.40MHZ CANAL 81X COORD 274011.70S/0483225.63W O
PR
H24 INSTL
REF: ROTAER 3-F
66
CIRCEA 100-54/2012
AIP ENR 2.1
ENR 4.1
AD 2.19)
(E0633/2010)
19/11/10 13:16 - 23/03/11 22:00
FAC A/G OPS 122.50MHZ U/S)
(E3072/2010)
- NAV 03/12/10 08:10 - 28/02/11 01:00
DEC 03/04 TIL FEB 27/28 SR/0100
PJE ACONTECERA SUBJ COOR APP FLORIANOPOLIS CENTRO COORD
280124S/0483648W (GAROPABA, SC) RAIO 3KM RTO
GND - FL140))
(E3218/2010)
- OTR 19/10/10 09:00 - 23/03/11 18:00
AIS MIL HR SER:
OCT 19 TIL FEB 20 0900/1700 FEB 21 TIL MAR 23 1000/1800 MON TIL FRI
(EXC HOL) NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A
QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO
A SALA AIS CIVIL DE FLORIANOPOLIS PELO TEL PLN/FAX (48)3229-5039
TEL PLN (48)3235-2732
REF.: ROTAER 3-F)
(E2806/2010)
---| FIM DA LISTAGEM |---
ASSINATURA:
ELABORADO POR: FULANO DE TAL
ASSINATURA:
REVISADO POR: CICLANO DE TAL
Data: 15/01/11
Data: 17/01/11
67
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
N
4
5
7
8
9
26
34
35
36
37
42
45
Ident
47
46
42
RVR-2(TRANSMISSOR)
ANEMÔMETRO 2
PONTO PARADA 5A - PATIO 1
RVR-1 (RECEPTOR)
ANEMÔMETRO 1
RVR-1 (TRANSMISSOR)
GLIDE SLOPE IFL
BIRUTA
AP-1017(TWR ANTIGA)
Tipo
Implantação
Implantação
Implantação
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Obst. Natural
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Aux. Naveg.
Implantação
Lat
27 40 36,7
27 40 40,1
27 40 40,1
27 40 26,8
27 40 26,6
27 39 57,2
27 40 07,6
27 40 07,8
27 40 06,3
27 40 05,7
27 40 11,4
27 39 47,5
H
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
S
Long
048 31 44,6
048 31 45,4
048 31 41,1
048 32 02,1
048 32 02,1
048 32 38,7
048 32 52,4
048 32 52,5
048 32 54,7
048 32 55,9
048 33 03,2
048 32 54,3
H Altitude (m)
W
8,13
W
10,14
W
10,21
W
6,90
W
11,95
W
4,62
W
7,34
W
12,47
W
7,37
W
12,24
W
10,97
W
26,98
Fonte
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
LEV ICA
Data
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Ago/10
Dez/07
Ago/10
Ago/10
68
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
Path
Term.
Nome
TF
FL-WPT1
TF
FL-WPT2
TF
FL-WPT3
TF
FL-WPT4
FA
FL-WPT5
Localização
27 48 53.01 S
48 16 26.62 W
27 39 56.6 S
048 33 04.3 W
27 36 58.84 S
48 38 33.61 W
27 34 22.92 S
48 43 22.37 W
27 38 46.69 S
48 49 30.95 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude
(FT)
VEL
(KT)
VPA
Perform.
Requerida
FO
N
----
----
5000
250
----
----
FB
N
258
----
4000
----
----
RNP
APCH
FB
N
348
----
2680
150
----
RNP
APCH
FO
N
348
R
370
----
3/50
RNP
APCH
FB
N
348
----
770
----
----
RNP
APCH
69
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET
OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de
vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel
Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta;
OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais
como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre
outros.
OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta,
considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam.
70
CIRCEA 100-54/2012
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO
FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO RNAV (GNSS)
1. IDENTIFICAÇÃO:
(a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade;
(b) Carta: Inserir a identificação da carta;
2. PISTA:
(a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista;
(b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo;
(d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais;
(e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais;
(f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais;
(g) CÓDIGO: Inserir o código de referência;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista;
(i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do
ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma;
3. GERAL:
(a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: APV e/ou NPA;
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
(a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s)
procedimento(s).
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (VNAV)
5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ)
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área da OFZ sob a qual o obstáculo esta localizado: aproximação interna, transição interna ou pouso interrompido;
(d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes, bem como, no caso de procedimento APV a OCH mínima a ser considerada;
5.1.2 CÁLCULOS
(a) VPA: Inserir o ângulo do segmento de aproximação final;
71
CIRCEA 100-54/2012
(b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira;
(c) Tempmin: Inserir a temperatura mínima abaixo da qual o procedimento APV não poderá ser executado;
(d) HGTFAP: Inserir a altura de passagem no FAP;
(e) CorrTemp: Inserir o valor em pés utilizado para correção de temperatura;
(f) GRAD PERD: Inserir o gradiente considerado para o segmento de aproximação perdida;
(g) IAS: Inserir a velocidade indicada a ser empregada no segmento de aproximação perdida;
(h) VAR ISA: Inserir a variação da atmosfera padrão a ser considerada no calculo de conversão de velocidade;
(i) TAS: Inserir o valor de velocidade verdadeira considerado no segmento de aproximação perdida;
(j) X (18 seg): Inserir a distância a ser voada durante os 18 seg (3 seg de tempo de reação do piloto e 15 seg da distância transicional);
(k) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT;
(l) ÂngFAS: Inserir o ângulo da superfície de aproximação final;
(m) XFAS: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a FAS tem início;
(n) XZi: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a superfície intermediária tem início;
(o) XZf: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a superfície final tem início;
(p) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área do segmento de aproximação final na qual se encontra o obstáculo;
(d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.1.4.1 DADOS DA VSS
(a) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS;
(b) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento
paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para
OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista;
5.1.4.2 ANÁLISE DA VSS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
72
CIRCEA 100-54/2012
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LNAV)
5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA
(a) Inserir o valor de OFFSET, o valor de deslocamento lateral e/ou a distância de cruzamento do eixo da pista a partir da cabeceira,
conforme o caso.
5.2.2 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.3.1 DADOS INICIAIS
(a) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT;
(b) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento;
(c) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final;
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
73
CIRCEA 100-54/2012
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.3.4.1 DADOS DA VSS
(a) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS;
(b) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento
paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para
OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista;
5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
74
CIRCEA 100-54/2012
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.5.1 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
(a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso;
(b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
75
CIRCEA 100-54/2012
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
(a) Inserir os valores de distância definidos;
(b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma determinada
distância;
(c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura;
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
(a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final para uma determinada velocidade;
(b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso;
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
(a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO;
(c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual da
pista, quando for o caso;
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR:
(a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO;
(b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis;
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
(a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP;
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
(a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta;
9.2 TABELA DE VALORES PARA VOO DE HOMOLOGAÇÃO:
(SOMENTE PARA PROCEDIMENTO APV BARO/VNAV)
(a) Neste campo deverão ser inseridas as informações necessárias à inspeção em voo dos procedimentos de aproximação do tipo APV
BARO/VNAV;
9.3 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
(a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento;
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo;
(c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea);
(d) LAT: Inserir a latitude;
76
CIRCEA 100-54/2012
(e) H: Inserir o hemisfério;
(f) LONG: Inserir a longitude;
(g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude;
(h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc;
(i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso;
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
(a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento;
(b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento;
(c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto;
(d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY;
(e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório;
(f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo;
(g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda;
(h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento;
(i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento;
(j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento;
(k) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento;
77
CIRCEA 100-54/2012
Anexo E - Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Precisão
FICHA CADASTRO
CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE PRECISÃO
1. IDENTIFICAÇÃO:
LOCALIDADE: Rio de Janeiro / Antônio Carlos Jobim, INTL, SBGL.
CARTA: ILS w Rwy 10.
2. PISTA:
DIMENSÕES
RWY
RUMO VERD
ADEL(ft)
THEL(ft)
Grad Pista(%)
Código
4.000m x 45m
10
074°27’07,75”
28,00
28,00
0,70
4
OBS: TORA 4.000m, TODA 4.000m, ASDA 4.000m, LDA 4.000m.
FONTE: AIP-BRASIL AD 2 SBGL 1 (18/12/08)
3. GERAL:
TIPO PROCEDIMENTO
SENSOR
PA
ILS
NPA
LOC
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
LEGISLAÇÃO
EDIÇÃO / EMENDA / DATA
DOC 8168 – PANS-OPS
5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010
ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais)
CHANGE 21 – 05/06/2009
CIRCEA 100-54
Março de 2012
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE PRECISÃO
5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ)
Nº
---
IDENT
---
ÁREA
---
VIOLAÇÃO
---
OBS: Não existem obstáculos na OFZ.
5.1.2 DADOS GERAIS
GPescolhido
Altitude
GP(ft)
Dist
GP(m)
RDH(ft)
Altitude
FAP(ft)
Dist
FAP(NM)
Grad
Perd(%)
DIST. LOCTHR(m)
3,0º
17,07
349,86
61
2.820
8,6
5,0
4.360,18
OBS: O valor de RDH 61 pés publicado no procedimento ILS em vigor foi mantido.
5.1.3 ILS BÁSICA
Nº
564
IDENT
Anemômetro
VIOLAÇÃO
3,25m
78
CIRCEA 100-54/2012
566
RVR
4,16m
573
Antena do GP
12,12m
734
Biruta
96,96m
OBS: NIL
5.1.4 OAS
5.1.4.1 CONSTANTES OAS
A
B
C
0,028500 0,000000 -10,010000
W
X
0,028834
0,190104 -21,321040
Y
0,018915
0,270093 -36,592459
Z
-0,050000
0,000000 -45,000000
--W*
5.1.4.2 ANÁLISE OAS
---
--Área
Violação(m)
564
IDENT
Anemômetro
Y
566
RVR
Y
3,91
4,37
573
Antena do GP
Y
574
Biruta
575
Abrigo MET
Nº
OCH(ft)
193
DA(ft)
216
TETO(ft)
200
193
216
200
12,12
---
---
---
Z
1,41
198
216
200
Z
1,41
198
216
200
OBS: O obstáculo 573 (antena do GS) violou a OAS em 12,12m, porém foi desconsiderado de acordo com o
previsto no DOC 8168.
5.1.5 CRM
** INCLUIR CRM SUMMARY REPORT **
5.1.6 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.1.6.1 DADOS DA VSS
Tipo
OCH(ft)
Alinhamento
PA
200
5.1.6.2 ANÁLISE DA VSS
0,00
3,0 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,2 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,4 Graus
Nº
Ident
Violação(m)
Recuo(m)
3,1 Graus
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,3 Graus
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,5 Graus
Violação(m)
Recuo(m)
79
CIRCEA 100-54/2012
--
----------------------------
0,00
0,00
0,00
0,00
OBS: Não houve violação da VSS.
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LOC)
5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA
Segmento alinhado com a pista.
5.2.2 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO(NM)
8,6
RDH(ft)
61
GRADIENTE
5,24% (3,0 graus)
ALTITUDE FAF(ft)
2.820
OBS: NIL.
5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
25
IDENT
Prédio
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
246
OCA(ft)
350
OCH(ft)
322
TETO(ft)
400
OBS:
(1) Com a finalidade de evitar que futuras construções que não violem a ZPA da pista venham a interferir no
procedimento, a OCH foi elevada para 394 pés com base no desnível de 45m da superfície horizontal interna.
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.3.1 DADOS INICIAIS
SOC(m)
Gradiente(%)
OCH final(ft)
2.714,48
5,0
394
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
23
Ident
CAIXA D’ ÁGUA
Área
PRIMARIA
MOC(ft)
98
OCA(ft)
180
OCH(ft)
202
TETO(ft)
300
OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi mantido em 5% por razões relacionadas com a
circulação aérea da TMA-RJ.
5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.3.4.1 DADOS DA VSS
Tipo
OCH (ft)
Alinhamento
NPA
394
0,00
5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS
3,0 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,1 Graus
Recuo(m)
0,00
3,2 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
3,3 Graus
Violação(m)
Recuo(m)
Violação(m)
Recuo(m)
0,00
0,00
0,00
0,00
80
CIRCEA 100-54/2012
3,4 Graus
Nº
--
Ident
----------------------------
Violação(m)
0,00
3,5 Graus
Recuo(m)
0,00
Violação(m)
0,00
Recuo(m)
0,00
OBS: Não houve violação da VSS.
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
COMPRIMENTO(NM)
RUMO VERD
GRADIENTE
5,4
074.45
4,41% (2,52º)
ALTITUDE IF(ft)
4.300
OBS:
(1) Tendo em vista (a) a impossibilidade de alteração da altitude mínima (6000 pés) e da posição do IAF
central (VELA), previsto na STAR de mesmo nome; (b) o ganho operacional no estabelecimento do IAF
lateral (GL381); e (c) a necessidade de estabelecimento do segmento intermediário com 3NM de comprimento,
após análise de todas as soluções cabíveis, optou-se pela manutenção do gradiente de 4,41% no segmento
intermediário, acima dos 4% previstos no DOC 8168, por considerar que esta solução causaria menor impacto
operacional.
(2) Considerando (1) que a altitude mínima de 4000 pés prevista em MUSO foi estabelecida em função do
Corredor C, cuja altitude máxima é 3500 pés e (2) que, caso mantivéssemos a supracitada restrição, seria
impossível aplicar os critérios de gradiente máximo dos segmentos final e intermediário, a altitude mínima em
MUSO foi reduzida para 3600 pés e foi estabelecido um SDF a 2,0NM de VELA (limite lateral do Corredor
C), para garantir a separação vertical das aeronaves executando o procedimento com as demais aeronaves
voando no corredor.
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
N°
1070 MORRO
IDENT
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
495
OCA(ft)
2.400
OCH(ft)
2.372
-
OBS: Embora a MDA para o segmento seja 2400 pés, a altitude mínima estabelecida no IF (MUSO) foi de
3600 pés em função da necessidade de perda de altura (6000 pés no IAF) e da limitação do gradiente máximo
de 4% no segmento intermediário.
5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.5.1 CARACTERÍSTICAS
IAF
COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD
GRADIENTE
ALTITUDE IAF(ft)
1
5,0
074.40
8,15% (4,65º)
6.000
2
6,0
024.40
7,42% (4,24º)
4.500
3
---
---
---
---
OBS:
(1) Foi estabelecido um SDF (GL376) a 2,0NM de VELA pela razão citada na observação (2) do item 7.3;
(2) A restrição de 6000 pés obrigatórios nos IAF (VELA e GL381) foi mantida/estabelecida devido a CTR
Santa Cruz;
(3) Tendo em vista o estabelecimento da intermediária com 3NM e a consequente dificuldade de para manter o
segmento intermediário dentro de parâmetros aceitáveis de gradiente máximo, distância mínima de
estabilização e TRD, a mudança de curso em MUSO foi estabelecida em 50º, bem como, a IAS foi limitada em
81
CIRCEA 100-54/2012
185KT.
(4) Considerando a necessidade de união das STAR em vigor com os novos procedimentos elaborados na
FASE 1 do Projeto DECEA para elaboração/revisão de procedimentos de navegação aérea, foram
estabelecidos apenas 02 IAF. Cabe ressaltar que, por ocasião da FASE III do Projeto, haverá necessidade de
modificação desses novos procedimentos.
5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
IAF 1
N°
---
IDENT
---
ÁREA
---
MOC(ft)
---
OCA(ft)
---
OCH(ft)
---
-
MOC(ft)
985
OCA(ft)
4.500
OCH(ft)
4.472
-
MOC(ft)
---
OCA(ft)
---
OCH(ft)
---
-
IAF 2
N°
1071 MORRO
IDENT
ÁREA
PRIMÁRIA
IAF 3
N°
---
IDENT
---
ÁREA
---
OBS: NIL.
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
MSA (
)
TAA ( X )
OBSTÁCULOS
SETOR
Nº
MOC(ft)
OCA(ft)
STEPDOWN(NM)
254.5º/004.5º
1071
985
4.500
---
---
---
---
---
---
---
---
---
---
---
OBS:
(1) A TAA do IAF VELA não foi publicada, pois o procedimento só poderá ser realizado por aeronaves
provenientes das STAR ou que tenham sido vetoradas pelo APP-RJ, conforme NOTA inserida na IAC;
(2) Embora a OCA da TAA seja 4500 pés, por necessidades de circulação, foi necessário fixar a altitude de
início do procedimento em GL381 em 6000 pés.
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
ESPERA 1
RUMOS
102.5º/282.5º
Nº
1072
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
1.000
OCA(ft)
2.436
ESPERA 2
---
---
---
---
---
OBS: Não foram estabelecidas esperas nos IAF em virtude das mesmas já existirem nas STAR.
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
82
CIRCEA 100-54/2012
ALTITUDES RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL
1,08
2,0
3,0
4,0
6,0
8,6
RWY 10
ALT
(HGT)
430
394
725
697
1043
1015
1362
1334
1999
1971
2820
2792
OBS: NIL.
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL
KT
90
110
130
150
170
190
FPM
500
600
700
800
900
1000
FAF-MAPT
NIL
OBS: NIL.
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
POUSO DIRETO
CAT
A
B
C
DA / OCH / TETO
228 / 200 / 200
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
NIL / 600 / NIL
MDA / OCH / TETO
430 / 394 / 400
CAT I
LOC
ALS / NO ALS / RVR ALS (m)
NIL /800 / NIL
D
E
NIL / 1100 / NIL
OBS: NIL.
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado.
PARA CIRCULAR
MDA / OCH / TETO
VIS (m)
OBS: NIL.
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
Criados os seguintes WP com as respectivas coordenadas WGS-84:
(a) GL-WPT1 – MAPT – 22 46 3.07 S/43 7 20.30 W;
1. (b) GL-WPT2 – SDF – 22 51 59.51 S/43 30 32.02 W;
(c) GL-WPT3 – FAP – 22 50 24.81 S/43 15 18.6 W; e
(d) GL-WPT4 – IAF1 – 22 56 46.94 S/ 43 30 8.73 W.
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
N
64
Ident
POSTE
Tipo
Implantação
H
H Altitude (m) Fonte
Lat
Long
27 39 36,60 S 048 32 56,00 W
27,36
LEV ICA
Data
Nov/06
9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
SBGL - RIO DE JANEIRO/GALEAO-ANTONIO CARLOS JOBIM, RJ
- AGA 13/08/10 17:38 - 13/02/11 02:59
ALS (ALSF-1) RWY 15 U/S
REF: AIP BRASIL MAP ADC)
(D1414/2010)
83
CIRCEA 100-54/2012
09/11/10 19:29 - PERM
AD - EMISSAO DE AUTH DE SOBREVOO E TRANSITO PARA
ACFT CIVIS
ESTRANGEIRAS EM VOOS PARTICULARES E
NAO REMUNERADOS HR SER MON TIL
FRI 1130/2130 EXC HOL
REF: AIP BRASIL AD 2.2, ROTAER 3-R)
(D2028/2010)
26/11/10 20:21 - 24/02/11 02:00
PATIO MIL OPR CTN DEVIDO OBRAS)
(D2165/2010)
15/12/10 01:10 - 01/03/11 02:59
RWY 15 FST 400M CLSD DEVIDO OBRAS NAS ESTRUTURAS
DAS TORRES DO ALS)
(D2342/2010)
28/12/10 20:24 - PERM
CWY RWY 15 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2449/2010)
28/12/10 20:30 - PERM
SWY RWY 15 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2450/2010)
29/12/10 17:05 - PERM
DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA:
TORA TODA ASDA LDA
RWY 15 3180M 3180M 3180M 3180M
RWY 33 3180M 4775M 3180M 3180M
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2455/2010)
30/12/10 21:10 - 01/03/11 02:59
DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA:
TORA TODA ASDA LDA
84
RWY 15 2780M 2780M
RWY 33 2780M 2780M
CIRCEA 100-54/2012
2780M
3180M
2780M
2780M)
(D2470/2010)
11/01/11 10:00 - 11/01/11 19:00
ALS (ALSF-1) RWY 28 U/S)
(D0005/2011)
14/01/11 15:00 - 14/01/11 17:00
PAPI (L9) RWY 33 U/S)
(D0006/2011)
14/01/11 17:00 - 14/01/11 19:00
PAPI (L9) RWY 15 U/S)
(D0007/2011)
05/01/11 22:57 - 04/03/11 03:00
AD - AEROPORTO MONITORADO,EM CONSEQUENCIA, TODAS
AS INTENCOES DE VOO REGULARES DE PASSAGEIROS E/OU
CARGA ASSIM COMO DA REDE POSTAL ESTARAO
CONDICIONADAS AS REGRAS E PROCEDIMENTOS
DESCRITOS NA AIP BRASIL ENR 1.9 ITEM 1)
(D0023/2011)
07/01/11 13:15 - PERM
SWY RWY 33 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D0031/2011)
21/01/11 15:00 - 21/01/11 17:00
PAPI RWY 28 U/S)
(D0035/2011)
21/01/11 17:00 - 21/01/11 19:00
PAPI RWY 10 U/S)
(D0036/2011)
16/10/10 12:30 - 19/02/11 20:00
OCT 16 1230/1400 1800/2100 OCT 17 TIL FEB 19 0030/0200 1130/1300 1700/2000
AD - TKOF COM DEST A SBAR, SBMO, SBRF, SBJP, SBNT,
85
CIRCEA 100-54/2012
SBPS, SBIL, SBTV E SBTC DEVEM SEGUIR AS SEGUINTES
ROTAS PREFERENCIAIS:
SBPS - UN857
SBTV - UN857
SBIL - UN857 SGR DCT
SBTC - UN857 SGR DCT
SBMO - UN857 MEDIT DCT
SBRF - UN857 RUBEN DCT
SBJP - UN857 RUBEN DCT REC DCT
SBNT - UN857 RUBEN DCT REC DCT JPS DCT
SBAR - UN857 ESLIB DCT
(Z0417/2010)
15/12/10 21:22 - 17/05/11 23:59
AD - TKOF COM DEST A SBRP DEVEM SEGUIR PELAS SEGUINTES ROTAS
PREFERENCIAIS:
ESPACO AEREO INFERIOR: W50 KEVUS DCT MAVIK W13
ESPACO AEREO SUPERIOR: UA312 AKSUG DCT MAVIK DCT FUR(NDB) DCT
VERME DCT RPR(NDB))
(Z0542/2010)
- ATM 29/10/10 21:25 - PERM
IAC ILS W RWY 15, DE 29 JUL 10 AIRAC, CORRIGIR NO
QUADRO DO PERFIL
DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- IGL (NM):
NO IF LOCK: DE 13.7
PARA 10.8,
NO FAF GL012: DE 10.7 PARA 7.8,
NO OM: DE 6.8 PARA
6.9.
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D1975/2010)
09/11/10 18:08 - 11/02/11 20:00
IAC VOR Y RWY 28, DE 11 MAR 10, SUSPENSA
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2023/2010)
19/11/10 19:58 - PERM
IAC ILS X RWY 28, DE 23 SEP 10 (AIRAC),
CORRIGIR NO QUADRO DE
PERFIL DE APCH:
1- DIST TO ILM (DME):
NA THR 28, INCLUIR A
SEGUINTE INFO: 2.4NM
NO MAPT: CORRIGIR DE 2.68NM PARA 2.9NM
NO FAP GL018: CORRIGIR DE 7.06NM PARA 7.3NM
86
CIRCEA 100-54/2012
NO IF EUJE: CORRIGIR
DE 13.18NM PARA 13.1NM
2- NO FAP GL018:
CORRIGIR DE ALT MNM
1600FT PARA ALT OBRIGATORIA 1600FT
3- INCLUIR A 02NM ANTES DO FAP
GL018:
ALT OBRIGATORIA: 1600FT DIST: 6.9NM TO THR28 E 9.3NM TO
ILM
(DME)
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2099/2010)
30/11/10 15:00 - PERM
IAC ILS Y RWY 28 E ILS Z RWY 28, AMBAS DE 18 NOV 10
(AIRAC),
CORRIGIR:
1- NO QUADRO DE VISTA DE PLANTA:
NO FIXO EUJE: DE 12.9
DME ILM PARA 13.1 DME ILM
2- NO QUADRO DE VISTA DE PERFIL:
NO
FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM
DIST BTN FIXO LOBO
E FIXO EUJE: DE 4.1NM PARA 4.6NM
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2201/2010)
03/12/10 13:09 - PERM
IAC ILS Y RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D2238/2010)
03/12/10 13:15 - PERM
IAC ILS X RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D2239/2010)
03/12/10 13:19 - PERM
IAC ILS Z RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO FIXO NATU: DE 18 DME IGL PARA 18.3 DME IGL
- NO FIXO ROTA: DE 14 DME IGL PARA 14.3 DME IGL
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
87
CIRCEA 100-54/2012
(D2240/2010)
17/12/10 14:48 - 14/02/11 23:00
SID RNAV(GNSS) AWAKE 1B/2D - DOGSU
1B/2D ESMAP 1B/2D FIGOS 1B/2D,
DE 19 NOV 09, CORRIGIR:
NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
ITEM III-SAIDA DOGSU: ...CURVAR A
DIREITA (TF) RUMO 058, VOAR 147.8NM
PARA A INTERSECAO FLY-BY DOGSU.)
(D2375/2010)
17/12/10 14:52 - 14/02/11 02:00
SID RNAV(GNSS) ABSAL A/1D ASGAT A/1D KNOLL
A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR:
1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX:
HDG DE 111DEG PARA 112DEG
2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
RWY 10 ABSAL A ASGAT A KNOLL A:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF)
RUMO 046, PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001,
COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A
DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA
VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF)
RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT
FLY-BY GL003, ENTAO
RWY 33 ABSAL 1D ASGAT 1D KNOLL 1D:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF),
PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA O
WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX
230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112,
VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX,
CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR
13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO...)
(D2376/2010)
17/12/10 14:55 - 14/02/11 23:00
SID RNAV(GNSS) AWAKE A/1D DOGSU
A/1D - ESMAP A/1D FIGOS A/1D, DE
19 NOV 09, CORRIGIR:
1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR
PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG
2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
RWY 10 AWAKE A DOGSU A
ESMAP A FIGOS A: APOS A DECOLAGEM
CURVAR A ESQUERDA(CF), PARA INTERCEPTAR
RUMO 046 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001
COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A
DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM
PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A
ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM
CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A
OU ACIMA FL100, ENTAO
88
CIRCEA 100-54/2012
RWY 33 AWAKE 1D DOGSU 1D
ESMAP 1D - FIGOS 1D:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF),
PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA
WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX
230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112,
VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX,
CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR
13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002
A OU ACIMA FL100, ENTAO...)
(D2377/2010)
- CNS 09/11/10 18:04 - 11/02/11 20:00
VOR CAX 113.00MHZ U/S RDL 115
REF: AIP BRASIL AD 2)
(D2022/2010)
15/12/10 19:51 - 13/02/11 01:59
ILS GP IGL RWY 15 U/S)
(D2347/2010)
- OTR 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00
DLY 1000/1300 1600/2000
REH MANGUINHOS E REH FERROVIA BTN POSICAO
MARACANA E MADU CLSD)
(D2458/2010)
30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00
DEC 30 1000 TIL JAN 04 0200 JAN 04 TIL JAN 31 1000/1300 1600/2000
REA PENHA CLSD)
(D2460/2010)
13/09/10 19:47 - 11/03/11 00:00
VOOS PROCEDENTES DE SBGR OU SBGL COM DEST A KMIA, KORD,KATL,
SVMI E KJFK QUE INTENCIONAREM INGRESSAR NA FIR AMAZONICA PELAS
ROTAS UZ23 E UL304, NO PERIODO BTN 0300 A 0630 UTC DEVERAO
SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS:
- TKOF DE SBGR - UW2 BRS UZ24 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60)
DCT BVI UL304 ISANI
- TKOF DE SBGL - UA312 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60)
DCT BVI UL304 ISANI
REF: AIP-BRASIL ENR 2
89
CIRCEA 100-54/2012
(Z0351/2010)
---| FIM DA LISTAGEM |---
ASSINATURA:
ELABORADO POR: FULANO DE TAL
ASSINATURA:
REVISADO POR: CICLANO DE TAL
Data: 15/01/11
Data: 17/01/11
90
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
N
Ident
Tipo
Lat
H
Long
H
Altitude (m)
Fonte
Data
1
CAB 15
Implantação
22 48 44,7 S 043 15 49,3 W
4,98
LEV ICA
Nov/06
2
PONTO MAIS ELEVADO DA TDZE CAB-15
Implantação
22 48 48,5 S 043 15 43,6 W
5,00
LEV ICA
Nov/06
3
PLATAFORMA ALS 10A -
Implantação
22 48 38,6 S 043 15 57,8 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
4
PLATAFORMA ALS 10B -
Implantação
22 48 39,3 S 043 15 58,3 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
5
PLATAFORMA ALS 11 -
Implantação
22 48 38,4 S 043 15 59,0 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
6
PLATAFORMA ALS 12 -
Implantação
22 48 37,8 S 043 15 59,9 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
7
GLIDE SLOPE IGL (CAB-15)
Aux. Naveg.
22 48 55,2 S 043 15 41,0 W
21,96
LEV ICA
Nov/06
8
PLATAFORMA ALS 13 -
Implantação
22 48 37,2 S 043 16 00,7 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
9
ANEMOMÊTRO
Aux. Naveg.
22 48 55,5 S 043 15 40,3 W
14,13
LEV ICA
Nov/06
10 RVR RECEPÇÃO (CAB-15)
Aux. Naveg.
22 48 55,7 S 043 15 40,0 W
7,56
LEV ICA
Nov/06
11 PLATAFORMA ALS 14 -
Implantação
22 48 36,6 S 043 16 01,6 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
12 PLATAFORMA ALS 15 -
Implantação
22 48 36,1 S 043 16 02,5 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
13 PLATAFORMA ALS 16 -
Implantação
22 48 35,5 S 043 16 03,3 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
14 RVR TRANSMISSÃO (CAB-15)
Aux. Naveg.
22 48 57,1 S 043 15 37,8 W
7,62
LEV ICA
Nov/06
15 PLATAFORMA ALS 18 -
Implantação
22 48 34,3 S 043 16 05,1 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
16 PLATAFORMA ALS 19 -
Implantação
22 48 33,8 S 043 16 05,9 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
17 PLATAFORMA ALS 20 -
Implantação
22 48 33,2 S 043 16 06,8 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
18 PLATAFORMA ALS 21 -
Implantação
22 48 32,7 S 043 16 07,6 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
19 PLATAFORMA ALS 22 -
Implantação
22 48 32,1 S 043 16 08,5 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
20 PLATAFORMA ALS 23 -
Implantação
22 48 31,5 S 043 16 09,4 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
21 PLATAFORMA ALS 24 -
Implantação
22 48 30,9 S 043 16 10,3 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
22 PLATAFORMA ALS 25 -
Implantação
22 48 30,3 S 043 16 11,1 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
23 036-CAIXA D´ÁGUA 2
Implantação
22 48 23,2 S 043 15 33,4 W
23,11
LEV ICA
Nov/06
24 PLATAFORMA ALS 26 -
Implantação
22 48 29,8 S 043 16 12,0 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
25 037-PREDIO 1
Implantação
22 48 23,3 S 043 15 31,1 W
22,99
LEV ICA
Nov/06
26 PLATAFORMA ALS 27 -
Implantação
22 48 29,2 S 043 16 12,9 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
27 PLATAFORMA ALS 28 -
Implantação
22 48 28,6 S 043 16 13,7 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
28 Marcador médio ITB (CAB-10)
Aux. Naveg.
22 48 14,8 S 043 15 50,3 W
7,95
LEV ICA
Nov/06
29 PLATAFORMA ALS 29 -
Implantação
22 48 28,0 S 043 16 14,6 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
30 POSTE TPS 8
Implantação
22 48 41,2 S 043 15 18,6 W
51,45
LEV ICA
Nov/06
31 POSTE TPS 9
Implantação
22 48 37,7 S 043 15 19,0 W
51,69
LEV ICA
Nov/06
32 PLATAFORMA ALS 30 -
Implantação
22 48 27,5 S 043 16 15,5 W
0,00
LEV ICA
Nov/06
33 POSTE TPS 7
Implantação
22 48 44,4 S 043 15 17,2 W
51,77
LEV ICA
Nov/06
34 POSTE TPS 10
Implantação
22 48 34,3 S 043 15 18,6 W
51,76
LEV ICA
Nov/06
35 473
Implantação
22 48 13,8 S 043 15 38,0 W
4,03
LEV ICA
Nov/06
(CAB-15)
91
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
Path
Term.
Nome
TF
GL-WPT1
TF
GL-WPT2
TF
GL-WPT3
TF
RW10
FA
GL-WPT4
Localização
22 56 46.94 S
43 30 8.73 W
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
25 48 12.3 S
48 24 35.2 W
22 50 24.81 S
43 15 18.6 W
VEL
Fly
Over
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude
(FT)
(KT)
VPA
Perform.
Requerida
FO
Y
----
----
5000
250
----
----
FB
N
258
----
4000
----
----
RNP
APCH
FB
N
348
----
2680
150
----
RNP
APCH
FO
N
348
R
370
----
3,50º
RNP
APCH
FO
N
348
----
770
----
----
RNP
APCH
92
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET
OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto
de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta
“ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta;
OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta,
tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo,
entre outros.
OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta,
considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam.
93
CIRCEA 100-54/2012
•
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO
FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE PRECISÃO
1. IDENTIFICAÇÃO:
(a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade;
(b) Carta: Inserir a identificação da carta;
2. PISTA:
(a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista;
(b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo;
(d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais;
(e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais;
(f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais;
(g) CÓDIGO: Inserir o código de referência;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista;
(i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de
auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma;
3. GERAL:
(a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA e/ou PA;
(b) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre
outros.
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
(a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração
do(s) procedimento(s).
5. SEGMENTOS
5.1 SEGMENTO DE PRECISÃO
5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ)
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área da OFZ sob a qual o obstáculo esta localizado: aproximação interna, transição interna ou pouso
interrompido;
(d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes, bem como, no caso de procedimento APV a OCH mínima a ser
considerada;
94
CIRCEA 100-54/2012
5.1.2 DADOS GERAIS
(a) GPESCOLHIDO: Inserir o ângulo selecionado para o GP;
(b) ALTITUDE GP: Inserir a altitude da pista no través da antena GP;
(c) DIST GP: Inserir a distância da cabeceira até o través da antena do GP;
(d) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira;
(e) ALTITUDE FAP: Inserir a altitude de passagem no FAP;
(f) DIST FAP: Inserir a distância da cabeceira até o FAP;
(g) GRAD PERD: Inserir o gradiente considerado para o segmento de aproximação perdida;
(h) DIST LOC-THR: Inserir a distância da cabeceira até a antena do LOC;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.3 ILS BÁSICA
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.4 OAS
5.1.4.1 CONSTANTES OAS
(a) Inserir os valores das constantes A, B e C;
5.1.4.2 ANÁLISE OAS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área da OAS sob a qual o obstáculo esta localizado;
(d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista;
(e) OCH: Inserir o valor de OCH encontrado;
(f) DA: Inserir o valor da altitude de decisão;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.1.5 CRM
(a) Incluir o relatório gerado pelo CRM;
5.1.6 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.1.6.1 DADOS DA VSS
95
CIRCEA 100-54/2012
(a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA;
(b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS;
(c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento
paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para
OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista;
5.1.6.2 ANÁLISE DA VSS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LOC)
5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA
(a) Inserir o valor de OFFSET, o valor de deslocamento lateral e/ou a distância de cruzamento do eixo da pista a partir da
cabeceira, conforme o caso.
5.2.2 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA
5.3.1 DADOS INICIAIS
96
CIRCEA 100-54/2012
(a) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT;
(b) GRADIENTE: Inserir o valor de gradiente considerado no segmento de aproximação perdida;
(c) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final;
5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS)
5.3.4.1 DADOS DA VSS
(a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA;
(b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS;
(c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento
paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para
OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista;
5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO
5.4.1 CARACTERÍSTICAS
(a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
(c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
97
CIRCEA 100-54/2012
5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL
5.5.1 CARACTERÍSTICAS
(a) IAF: Inserir a identificação do IAF;
(b) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau;
(d) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau;
(e) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF;
(f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
(a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso;
(b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso;
98
CIRCEA 100-54/2012
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES:
8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS:
(a) Inserir os valores de distância definidos;
(b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma
determinada distância;
(c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura;
8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL:
(a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final do procedimento de
aproximação de não-precisão para uma determinada velocidade;
(b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso;
8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA:
(a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO;
(c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual
da pista, quando for o caso;
8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR:
(a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO;
(b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis;
9. OBSERVAÇÕES GERAIS:
(a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP;
9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
(a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta;
9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
(a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento;
99
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo;
(c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea);
(d) LAT: Inserir a latitude;
(e) H: Inserir o hemisfério;
(f) LONG: Inserir a longitude;
(g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude;
(h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc;
(i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso;
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
(a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento;
(b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento;
(c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto;
(d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY;
(e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório;
(f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo;
(g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda;
(h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento;
(i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento;
(j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento;
(h) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento;
100
CIRCEA 100-54/2012
Anexo F – Ficha Cadastro de Carta de Saída Padrão por Instrumentos
FICHA CADASTRO
CARTA DE SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTO
1. IDENTIFICAÇÃO:
LOCALIDADE: Campo Grande / Campo Grande, SBCG.
CARTA: SID RNAV BRAKE 1A – CREMA 1A – DARAL 1A – IRLAM 1A – KISAB1A – SIOGA 1A.
2. PISTA:
DIMENSÕES
RWY
RUMO VERD
ADEL(ft)
DER(ft)
TEMP REF
2.600m x 43m
06
042° 06’ 23”
1.835,40
1.835,40
36º C
CWY
COMP
ELEV
-
-
OBS: TORA 2.600m, TODA 2.600m, ASDA 2.600m, LDA 2.600m.
FONTE: Perfil Longitudinal ICA/Locação de auxílios à navegação aérea (ago 2001) e AIP-BRASIL AD 2
SBCG 1 (10/04/08).
3. GERAL:
TIPO PROCEDIMENTO
SENSOR
COORDENADAS
ALT TRANS(ft)
SAÍDA DIRETA
GNSS
---
4.000
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
LEGISLAÇÃO
DOC 8168 – PANS-OPS
EDIÇÃO / EMENDA / DATA
5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010
ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais)
CHANGE 21 – 05/06/2009
CIRCEA 100-54
Março de 2012
5. SEGMENTOS:
a) TP DEFINIDO POR:
DISTÂNCIA ( X )
FIXO
CG-WPT1 (FO)
DIST
4.0NM
ALTITUDE (
ALT
)
-
OBS: O TP foi estabelecido com 5NM em função da redução
do gradiente de 8,52% para 4,82%.
b) PARÂMETROS DA CURVA EFETUADA NO TP:
IAS+10%
TAS
R(razão curva)
r (raio curva)
302,5KT
331,79KT
0,882º/s
5,987 NM
c) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO:
SID BRAKE 1A
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD CURSO
COMP MNM(NM)
VEL(KT)
DER – CG-WPT1
042.34
0º
3.0NM
250 KT
101
CIRCEA 100-54/2012
CG-WPT1 - BRAKE
057.34
15º
6.5NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de
4,1% para 3,4%.
SID CREMA 1A
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD CURSO
COMP MNM(NM)
VEL(KT)
DER – CG-WPT1
042.34
0º
3.0NM
250 KT
CG-WPT1 - CREMA
072.34
30º
11.5NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente
de 4,1% para 3,4%.
SID DARAL 1A
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD CURSO
COMP MNM(NM)
VEL(KT)
DER – CG-WPT1
042.34
0º
3.0NM
250 KT
CG-WPT1 – DARAL
087.34
45º
15.7NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente
de 4,1% para 3,4%.
SID IRLAM 1A
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD CURSO
COMP MNM(NM)
VEL(KT)
DER – CG-WPT1
042.34
0º
3.0NM
250 KT
CG-WPT1 – IRLAM
012.34
30º
11.5NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente
de 4,1% para 3,4%.
SID KISAB 1A
SEGMENTO
DER – CG-WPT1
RUMO VERD
042.34
MUD CURSO
0º
COMP MNM(NM)
3.0NM
VEL(KT)
250 KT
CG-WPT1 – KISAB
032.34
10º
6.5NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente
de 4,1% para 3,4%.
SID SIOGA 1A
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD CURSO
COMP MNM(NM)
VEL(KT)
DER – CG-WPT1
042.34
0º
3.0NM
250 KT
CG-WPT1 – SIOGA
092.34
50º
16.4NM
250 KT
OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente
de 4,1% para 3,4%.
d) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO:
SID BRAKE 1A – CREMA 1A – IRLAM 1A – KISAB 1A - SIOGA 1A
SEGMENTO
Nº
ÁREA
MOC(ft)
Violação
PDG
PDG
PDG
NECESSÁRIO
ARRED
Altitude
3.3%(ft)
102
CIRCEA 100-54/2012
3.3%(ft)
ÁREA
12,50
2.596,06
295
3,36%
3,4%
CURVA
OBS: Não existem obstáculos significativos nos demais segmentos das saídas.
e) OBSTÁCULOS VIOLANDO A ÁREA DE PROTEÇÃO, MAS COM ALTURA INFERIOR A 60m:
VIOLAÇÃO
Nº
PDGAnalisado
DER – CG-WPT1
14
OBS: NIL.
8. MÍNIMOS OPERACIONAIS:
OBS: Os valores de mínimos reduzidos previstos na tabela da AIP MAP (teto não requerido e visibilidade de
600m) devem ser mantidos.
9. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
SETOR
OBSTÁCULOS
Nº
MOC(ft)
OCA(ft)
STEPDOWN(NM)
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
OBS: Devido à proximidade entre o VOR CGR e o ARP e, considerando que não foi identificada nenhuma
discrepância com relação à MSA em vigor publicada para o referido auxílio, optou-se pela manutenção dos
valores já publicados.
10. OBSERVAÇÕES GERAIS:
1. Foi criado o CG-WPT1 com as seguintes coordenadas, 20 24 41.54 S/54 37 4.70 W;
10.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
N
---
Ident
---
Tipo
---
Lat
---
H
-
Long
---
H Altitude (m)
---
Fonte
---
Data
---
10.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
SBCG – CAMPO GRANDE/CAMPO GRANDE, MS
- AGA 27/10/10 17:26 - 20/02/11 02:00
MET CMA (1 A 9) HR SER 0900/0000 CMM (1 A 12) HR SER MON TIL FRI
0900/2100 DEMAIS DIAS E HR O/R PELO TEL (67) 3368-3187, COM 01 HR
DE ANTECEDENCIA
REF: AIP-BRASIL AD 2.3)
(E2901/2010)
12/01/11 17:15 - 12/04/11 21:00
CUST HR SER MON TIL FRI 0900/2100 SAT 0900/1300
)
(E0093/2011)
- ATM -
103
CIRCEA 100-54/2012
03/12/09 12:07 - PERM
APP CAMPO GRANDE FREQ 119.35MHZ 119.65MHZ 121.00MHZ H24 INSTL
REF: AIP BRASIL ENR 2.1-28, SBCG AD 2.18
AIP BRASIL MAP SBCG SID E IAC, SSIE VAC)
(E3574/2009)
18/11/10 02:00 - 17/05/11 23:59
IAC ILS W RWY 06 DE 18 NOV 10 AIRAC, CNL NA PLANTA ORBITA SOBRE VOR
GRD
REF: AIP BRASIL MAP)
(E3057/2010)
23/11/10 19:06 - 28/04/11 23:59
IAC RNAV (GNSS) RWY 24, DE 06 MAY 10, SUSPENSA
REF: AIP BRASIL MAP)
(E3116/2010)
03/12/10 23:43 - 03/03/11 23:59
IAC ILS Z RWY 06, DE 06 MAY 10, SUSPENSA)
(E3238/2010)
16/12/10 00:01 - 05/03/11 23:59
SID (ATNAS 1B-ATNAS 2C-CREMA 1B-CREMA 1C-INASU 1B-INASU 1C RWY 06)
MODIFICADO NO TRECHO ETEXU/INASU A SAIDA INASU 3A PARA INASU 1C)
(E3246/2010)
30/12/10 11:00 - PERM
SID BRAKE 1C - DARAL 1C - GAVEB 1 - IRLAM 1C - RET
ER 1C - SIOGA 1C DE 18 NOV 10 AIRAC CORRIGIR RMK 4 PARA:
CASO VOR GRD INOP UTILIZAR NDB CGR PARA:
- SAIDA RETER 1C: QDR 184 ATE FIXO EKAGA
- SAIDA BRAKE 1C, DARAL 1C, GAVEB 1, IRLAM 1C, SIOGA 1C: QDR 136
ATE FIXO AMVOL
REF: AIP MAP
)
(E3471/2010)
- CNS 18/11/10 00:00 - PERM
VOR/DME CAMPO GRANDE ID CGR FREQ/CH 115,70MHZ/104X CNL
REF: AIP
BRASIL ENR 4 AD2
AIP BRASIL MAP IAC, SID, ADC
AIP BRASIL
104
CIRCEA 100-54/2012
MAP ENRC H1,H3, L1, L2
ROTAER 3-C)
(E2036/2010)
18/11/10 00:00 - PERM
VOR/DME CAMPO GRANDE ID GRD FREQ/CH 112,80MHZ/CH75X COORD
202900,6495S/0544119,6233W INSTL
REF AIP BRASIL ENR 4 AD2
AIP
BRASIL MAP IAC, SID, ADC
ENRC H1 H3, L1, L2
ROTAER 3-C)
(E2037/2010)
- OTR 27/10/10 17:17 - 20/02/11 02:00
AIS MIL HR SER: MON THU 0900/1800 TUE WED FRI 1000/1800 (EXC HOL)
RMK: NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A QUALQUER
SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO A SALA
AIS CIVIL DE CAMPO GRANDE PELO TEL PLN/FAX (67) 3368-6041
REF: ROTAER 3-C)
(E2900/2010)
---| FIM DA LISTAGEM |---
ASSINATURA:
ELABORADO POR: FULANO DE TAL
ASSINATURA:
REVISADO POR: CICLANO DE TAL
Data: 15/01/11
Data: 17/01/11
105
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
Lat
H
Long
H
Altitude (m)
Fonte
Data
Implantação
20 28 43.2
S
054 40 56.4
W
763.91
Lev ICA
VOR Check Point (twy D)
Implantação
20 28 40.6
S
054 40 58.9
W
954.38
Lev ICA
Ago/01
Jun/04
3
CAB06L (PISTA TÁXI)
Implantação
20 28 38.8
S
054 41 01.5
W
974.55
Lev ICA
Set/05
4
GLIDE SLOPE IGC
Auxílio
20 28 37.8
S
054 40 46.3
W
774.29
Lev ICA
Set/05
5
THD DO GLIDE SLOPE ICG
Auxílio
20 28 37.7
S
054 40 46.4
W
404.70
Lev ICA
Set/05
6
VOR 2(PRE-SITE)
Auxílio
20 28 28.4
S
054 40 58.5
W
797.93
Lev ICA
Set/05
7
VOR 3(PRE-SITE)
Auxílio
20 29 00.4
S
054 41 19.6
W
828.83
Lev ICA
Set/05
8
NDB-2 (PRE-SITE)
Auxílio
20 28 13.4
S
054 40 55.7
W
914.46
Lev ICA
Set/05
9
NDB-1 (PRE-SITE)
Auxílio
20 28 12.1
S
054 40 57.2
W
790.93
Lev ICA
Set/05
10
BIRUTA
Auxílio
20 28 18.1
S
054 40 36.8
W
985.25
Lev ICA
Set/05
11
PRÉDIO DOS BOMBEIROS(TORRE)
20 28 10.5
S
054 40 48.6
W
1054.09
Lev ICA
Set/05
12
RADAR DE TERMINAL (PRE-SITE 1)
Auxílio
20 28 25.9
S
054 40 25.7
W
555.19
Lev ICA
Set/05
13
MARCADOR MÉDIO IGC
Auxílio
20 29 08.6
S
054 41 20.9
W
712.33
Lev ICA
Set/05
14
NDB IG (M.M)
Auxílio
20 29 09.1
S
054 41 21.6
W
691.57
Lev ICA
Set/05
15
RADAR (STAR 2000)
Auxílio
20 28 34.9
S
054 40 18.1
W
685.03
Lev ICA
Set/05
16
RADAR DE TERMINAL (PRE-SITE 2)
Auxílio
20 28 32.4
S
054 40 08.8
W
704.93
Lev ICA
Set/05
17
SITE MONITOR (RADAR STAR 2000)
Auxílio
20 27 53.6
S
054 41 06.3
W
731.52
Lev ICA
Set/05
18
AP-27 (THD ANTIGO)
Auxílio
20 28 09.0
S
054 40 13.6
W
748.66
Lev ICA
Set/05
19
THD VOR CGR (AP-851)
Auxílio
20 28 09.1
S
054 40 12.9
W
879.79
Lev ICA
Set/05
20
VOR CGR
Auxílio
20 28 07.7
S
054 40 13.3
W
851.50
Lev ICA
Set/05
21
CAIXA D´ÁGUA 08
Implantação
20 28 35.7
S
054 40 00.9
W
627.59
Lev ICA
Set/05
22
EUCALIPTOS
Implantação
20 29 26.1
S
054 41 34.8
W
523.72
Lev ICA
Set/05
23
VOR 1(PRE-SITE)
20 27 52.5
S
054 40 25.3
W
537.62
Lev ICA
Set/05
24
ANTENA 16
Implantação
20 29 34.4
S
054 40 10.5
W
528.90
Lev ICA
Set/05
25
INS-3 (Pátio militar)
Implantação
20 27 52.1
S
054 39 51.0
W
535.53
Lev ICA
Set/05
26
CAB24R(PISTA TÁXI)
Implantação
20 27 38.6
S
054 40 03.5
W
689.56
Lev ICA
Set/05
27
FAROL ROTATIVO
20 27 28.0
S
054 40 19.4
W
732.23
Lev ICA
Set/05
28
QFE
Implantação
20 27 40.1
S
054 39 56.6
W
719.33
Lev ICA
Set/05
29
CAB-24
Implantação
20 27 40.3
S
054 39 56.0
W
798.94
Lev ICA
Set/05
30
ANTENA OPR 122.5
Implantação
20 27 51.0
S
054 39 46.2
W
753.43
Lev ICA
Set/05
31
PRÉDIO 04
Implantação
20 27 50.9
S
054 39 46.0
W
502.97
Lev ICA
Set/05
32
INS-2 (AP-805 Pátio civil)
Implantação
20 27 28.3
S
054 40 09.8
W
503.07
Lev ICA
Set/05
33
INS-4 (Pátio militar)
Implantação
20 27 47.8
S
054 39 47.2
W
503.70
Lev ICA
Set/05
34
ANTENA CELULAR
Implantação
20 27 26.7
S
054 40 11.2
W
503.16
Lev ICA
Set/05
35
AP-807 (TWR)
Implantação
20 27 26.7
S
054 40 11.2
W
501.40
Lev ICA
Set/05
36
VOR Check Point (twy A)
Implantação
20 27 31.2
S
054 40 01.6
W
1195.13
Lev ICA
Set/05
37
INS-1 (Pátio civil)
Implantação
20 27 27.7
S
054 40 03.6
W
1011.94
Lev ICA
Dez/07
38
LOCALIZER IGC
39
40
N
Ident
1
CAB-06
2
Tipo
Implantação
Auxílio
Auxílio
20 27 35.5
S
054 39 51.1
W
915.02
Lev ICA
ANTENA 12
Implantação
20 27 14.4
S
054 38 48.7
W
501.40
Lev ICA
Dez/07
Jun/04
CAIXA D´ÁGUA 03
Implantação
20 28 09.5
S
054 38 22.4
W
501.40
Lev ICA
Jun/04
41
ANTENA 15
Implantação
20 27 25.3
S
054 38 00.1
W
800.11
Lev ICA
Jun/04
42
CAIXA D´ÁGUA
Implantação
20 26 07.4
S
054 38 54.5
W
701.04
Lev ICA
Jun/04
43
COLÉGIO
Implantação
20 26 10.6
S
054 38 41.3
W
701.04
Lev ICA
Jun/04
Auxílio
106
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
SID BRAKE 1A
Path
Term.
Nome
TF
CG-WPT1
TF
BRAKE
Localização
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
PDG
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
SID CREMA 1A
Path
Term.
Nome
TF
CG-WPT1
TF
CREMA
Localização
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
PDG
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
SID DARAL 1A
Path
Term.
Nome
TF
CG-WPT1
TF
DARAL
Localização
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
PDG
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
SID IRLAM 1A
Path
Term.
Nome
TF
CG-WPT1
TF
IRLAM
Localização
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
PDG
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
SID KISAB 1A
Path
Term.
Nome
Localização
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
PDG
Perform.
Requerida
107
CIRCEA 100-54/2012
TF
CG-WPT1
TF
KISAB
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
SID SIOGA 1A
Path
Term.
Nome
TF
CG-WPT1
TF
SIOGA
Localização
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
FO
Y
258.40
----
1000
----
3,40%
FB
N
348.40
----
5000
250
3,30%
PDG
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
108
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET
OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de
vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO
Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta;
OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais
como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre
outros.
OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta,
considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam.
109
CIRCEA 100-54/2012
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO
FICHA CADASTRO DE CARTA DE SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTO
1. IDENTIFICAÇÃO:
(a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade;
(b) Carta: Inserir a identificação da carta;
2. PISTA:
(a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista;
(b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo;
(d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais;
(e) DER: Inserir a elevação da cabeceira oposta com precisão de duas casas decimais;
(f) TEMP REF: Inserir a temperatura de referência do aeródromo;
(g) CWY COMP: Inserir o comprimento da clearway;
(h) CWY ELEV: Inserir a elevação do ponto mais alto da clearway;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista;
(i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios
do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma;
3. GERAL:
(a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: Saída direta ou em curva;
(b) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre
outros.
(c) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena;
(d) ALT TRANS: Inserir a altitude de transição;
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
(a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração
do(s) procedimento(s).
5. SEGMENTOS:
a) TP DEFINIDO POR:
(a) Marcar DISTÂNCIA OU ALTITUDE, conforme o caso, para indicar como foi estabelecido o TP;
(b) FIXO: Inserir a identificação do fixo que determina o TP e o tipo: FO (flyover) ou FB (flyby);
(c) DIST: Inserir a distância da DER até o TP;
(d) ALT: Inserir a altitude na qual o TP foi estabelecido, se for o caso;
110
CIRCEA 100-54/2012
(e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
b) PARÂMETROS DA CURVA EFETUADA NO TP:
(a) IAS + 10%: Inserir o valor de velocidade indicada considerado com acréscimo de 10%;
(b) TAS: Inserir o valor da TAS calculada;
(c) R: Inserir a razão de curva;
(d) r: Inserir o raio de curva;
c) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO:
(a) SID: Inserir o nome da SID;
(b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de grau;
(d) MUD CURSO: Inserir o valor em graus de modificação de curso que antecede o segmento;
(e) COMP MNM: Inserir o comprimento mínimo requerido para o segmento com precisão de uma casa decimal;
(f) VEL: Inserir a velocidade indicada considerada no cálculo do comprimento mínimo;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
d) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO:
(a) SID: Inserir o nome da SID;
(b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, primária, secundária, etc.;
(e) MOC: Inserir o valor da margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) VIOLAÇÃO PDG 3,3%: Inserir o valor de violação da OIS para um PDG de 3,3%;
(f) PDGNecessário: Inserir o valor de PDG necessário para livrar os obstáculos;
(g) PDGARRED: Inserir o valor de PDG necessário para livrar obstáculos arredondado para efeito de publicação;
(h) ALTITUDE 3,3%: Inserir a altitude a partir da qual a aeronave poderá empregar o PDG de 3,3%;
(i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
d) OBSTÁCULOS VIOLANDO A ÁREA DE PROTEÇÃO, MAS COM ALTURA INFERIOR A 60m:
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) PDGAnalisado: Inserir o valor de PDG considerado na análise;
(c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação;
(d) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
8. MÍNIMOS OPERACIONAIS:
(a) Inserir os valores de mínimos operacionais a serem aplicados no procedimento;
111
CIRCEA 100-54/2012
9. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
(a) SETOR: Inserir os valores em graus verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(e) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso;
(f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
10. OBSERVAÇÕES GERAIS:
(a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP;
10.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
(a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta;
10.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
(a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento;
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo;
(c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea);
(d) LAT: Inserir a latitude;
(e) H: Inserir o hemisfério;
(f) LONG: Inserir a longitude;
(g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude;
(h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc;
(i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso;
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
(a) SID: Inserir o nome da SID;
(b) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento;
(c) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento;
(d) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto;
(e) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY;
(f) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório;
(g) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo;
112
CIRCEA 100-54/2012
(h) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda;
(i) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento;
(j) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento;
(k) PDG: Inserir o valor do gradiente de subida do segmento;
(l) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento;
113
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO G
FICHA CADASTRO
CARTA DE CHEGADA PADRÃO POR INSTRUMENTO
1. IDENTIFICAÇÃO:
LOCALIDADE: Rio de Janeiro / Antônio Carlos Jobim, INTL, SBGL.
CARTA: STAR RNAV RIOH 1B – TUBO 1B
2. PISTA:
DIMENSÕES
RWY
RUMO VERD
ADEL(ft)
THEL(ft)
TEMP REF
3.180m x 47m
15
125°31’56.60”
28,00
16,00
31,9º C
OBS: TORA 3.180m, TODA 3.180m, ASDA 3.180m, LDA 3.180m.
FONTE: AIP-BRASIL AD 2 SBGL 1 (18/12/08).
3. GERAL:
TIPO PROCEDIMENTO
SENSOR
COORDENADAS
ALT TRANS(ft)
CHEGADA
GNSS
---
4.000
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
LEGISLAÇÃO
DOC 8168 – PANS-OPS
EDIÇÃO / EMENDA / DATA
5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010
ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais)
CHANGE 21 – 05/06/2009
CIRCEA 100-54
Março de 2012
5. SEGMENTOS:
a) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO:
STAR RIOH 1B
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD
CURSO
COMP
MNM(NM)
GRAD(%)
VEL(KT)
RIOH - ODIR
174.00
10º
6.5NM
7,86%
250 KT
ODIR – GL-NOVO23
173.00
15º
11.6NM
4,23%
250 KT
GL-NOVO23 – GL-NOVO24
173.00
70º
22.8NM
5,26%
250 KT
GL-NOVO24 – GL-NOVO25
173.00
0º
7.5NM
6,12%
250 KT
GL-NOVO25 – GL-NOVO30
167.00
0º
5.5NM
3,22%
250 KT
GL-NOVO30 – GL-NOVO6
167.00
27º
5.0NM
7,08%
250 KT
OBS: NIL.
STAR TUBO 1B
SEGMENTO
RUMO VERD
MUD
CURSO
COMP
MNM(NM)
GRAD(%)
VEL(KT)
TUBO - LECO
099.00
10º
7.1NM
4,86%
250 KT
114
CIRCEA 100-54/2012
LECO – GL-NOVO35
101.00
10º
15.0NM
3,23%
250 KT
GL-NOVO35 – GL-NOVO26
101.00
0º
4.5NM
2,26%
250 KT
GL-NOVO26 – GL-NOVO27
101.00
0º
11.6NM
5,62%
250 KT
GL-NOVO27 – GL-NOVO26
101.00
16º
1.9NM
1,22%
250 KT
GL-NOVO26 – GL-NOVO4
099.00
0º
7.6NM
8,08%
250 KT
OBS: NIL.
b) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO:
STAR RIOH 1B
SEGMENTO
RIOH - ODIR
Nº
1066
ÁREA
PRIMARIA
MOC(ft)
2.000
OCA(ft)
15.000
ODIR – GL-NOVO23
-
-
-
10.000
GL-NOVO23 – GL-NOVO24
-
-
-
8.500
GL-NOVO24 – GL-NOVO25
-
-
-
7.000
GL-NOVO25 – GL-NOVO30
1067
PRIMARIA
2.000
6.000
GL-NOVO30 – GL-NOVO6
-
-
-
4.500
OBS: No trecho RIOH - ODIR, o obstáculo imporia um SDF de 7100 pés, porém como no GLNOVO25, por motivo de circulação, a altitude é obrigatória em 8000 Pés, não foi necessário tal
“step”.
STAR TUBO 1B
SEGMENTO
Nº
MOC(ft)
1068
ÁREA
PRIMARIA
2.000
OCA(ft)
7.200
TUBO - LECO
LECO – GL-NOVO35
-
-
-
7.000
GL-NOVO35 – GL-NOVO26
-
-
-
7.000
GL-NOVO26 – GL-NOVO27
-
-
-
6.500
GL-NOVO27 – GL-NOVO26
1069
PRIMARIA
2.000
6.000
GL-NOVO26 – GL-NOVO4
-
-
-
5.100
OBS
1. No trecho LECO – GL-NOVO35, o obstáculo imporia um SDF de 7200 pés, porém devido a
CTR-SC, foi necessário um nível mínimo FL120.
2. No trecho GL-NOVO27 – GL-NOVO26, o SDF de 6000 pés foi determinado em função da
CTR-SC.
c) ARCO DME:
- RAIO:
- RADIAIS GUIAS:
STAR --SEGMENTO
---
Nº
---
ÁREA
---
MOC(ft)
---
OBS: NIL.
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
SETOR
OBSTÁCULOS
OCA(ft)
---
115
CIRCEA 100-54/2012
Nº
MOC(ft)
OCA(ft)
STEPDOWN(NM)
090/180
1070
2.000 pés
7.500 pés
-
180/270
1071
2.000 pés
9.500 pés
-
270/090
1072
2.000 pés
5.500 pés
OBS: NIL.
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
ESPERA 1
RUMOS
174/354
Nº
1073
ÁREA
PRIMARIA
MOC
2.000 pés
OCA
9.000 pés
ESPERA 2
173/353
984
PRIMARIA
2.000 pés
8.000 pés
ESPERA 3
097/277
-
-
-
12.000 pés
ESPERA 4
101/281
-
-
-
12.000 pés
OBS:
1. ESPERA 1 – A OCA poderia ser FL080, porém foi determinada em função do nível mínimo na aerovia.
2. ESPERA 2 – A OCA é a já existente atualmente e leva em conta a CTR-SC.
3. ESPERA 4 – A OCA foi determinada em função da CTR-SC.
8. OBSERVAÇÕES GERAIS:
1. NIL.
8.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
N
---
Ident
---
Tipo
---
Lat
---
H
-
Long
---
H Altitude (m)
---
Fonte
---
Data
---
8.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
SBGL - RIO DE JANEIRO/GALEAO-ANTONIO CARLOS JOBIM, RJ
- AGA 13/08/10 17:38 - 13/02/11 02:59
ALS (ALSF-1) RWY 15 U/S
REF: AIP BRASIL MAP ADC)
(D1414/2010)
09/11/10 19:29 - PERM
AD - EMISSAO DE AUTH DE SOBREVOO E TRANSITO PARA
ACFT CIVIS
ESTRANGEIRAS EM VOOS PARTICULARES E
NAO REMUNERADOS HR SER MON TIL
FRI 1130/2130 EXC HOL
REF: AIP BRASIL AD 2.2, ROTAER 3-R)
(D2028/2010)
116
CIRCEA 100-54/2012
26/11/10 20:21 - 24/02/11 02:00
PATIO MIL OPR CTN DEVIDO OBRAS)
(D2165/2010)
15/12/10 01:10 - 01/03/11 02:59
RWY 15 FST 400M CLSD DEVIDO OBRAS NAS ESTRUTURAS
DAS TORRES DO ALS)
(D2342/2010)
28/12/10 20:24 - PERM
CWY RWY 15 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2449/2010)
28/12/10 20:30 - PERM
SWY RWY 15 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2450/2010)
29/12/10 17:05 - PERM
DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA:
TORA TODA ASDA LDA
RWY 15 3180M 3180M 3180M 3180M
RWY 33 3180M 4775M 3180M 3180M
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D2455/2010)
30/12/10 21:10 - 01/03/11 02:59
DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA:
TORA TODA ASDA LDA
RWY 15 2780M 2780M 2780M 2780M
RWY 33 2780M 2780M 3180M 2780M)
(D2470/2010)
11/01/11 10:00 - 11/01/11 19:00
ALS (ALSF-1) RWY 28 U/S)
(D0005/2011)
14/01/11 15:00 - 14/01/11 17:00
PAPI (L9) RWY 33 U/S)
117
CIRCEA 100-54/2012
(D0006/2011)
14/01/11 17:00 - 14/01/11 19:00
PAPI (L9) RWY 15 U/S)
(D0007/2011)
05/01/11 22:57 - 04/03/11 03:00
AD - AEROPORTO MONITORADO,EM CONSEQUENCIA, TODAS
AS INTENCOES DE VOO REGULARES DE PASSAGEIROS E/OU
CARGA ASSIM COMO DA REDE POSTAL ESTARAO
CONDICIONADAS AS REGRAS E PROCEDIMENTOS
DESCRITOS NA AIP BRASIL ENR 1.9 ITEM 1)
(D0023/2011)
07/01/11 13:15 - PERM
SWY RWY 33 CNL
REF: AIP AD 2.12
AIP MAP ADC)
(D0031/2011)
21/01/11 15:00 - 21/01/11 17:00
PAPI RWY 28 U/S)
(D0035/2011)
21/01/11 17:00 - 21/01/11 19:00
PAPI RWY 10 U/S)
(D0036/2011)
16/10/10 12:30 - 19/02/11 20:00
OCT 16 1230/1400 1800/2100 OCT 17 TIL FEB 19 0030/0200 1130/1300 1700/2000
AD - TKOF COM DEST A SBAR, SBMO, SBRF, SBJP, SBNT,
SBPS, SBIL, SBTV E SBTC DEVEM SEGUIR AS SEGUINTES
ROTAS PREFERENCIAIS:
SBPS - UN857
SBTV - UN857
SBIL - UN857 SGR DCT
SBTC - UN857 SGR DCT
SBMO - UN857 MEDIT DCT
SBRF - UN857 RUBEN DCT
SBJP - UN857 RUBEN DCT REC DCT
SBNT - UN857 RUBEN DCT REC DCT JPS DCT
SBAR - UN857 ESLIB DCT
(Z0417/2010)
118
CIRCEA 100-54/2012
15/12/10 21:22 - 17/05/11 23:59
AD - TKOF COM DEST A SBRP DEVEM SEGUIR PELAS SEGUINTES ROTAS
PREFERENCIAIS:
ESPACO AEREO INFERIOR: W50 KEVUS DCT MAVIK W13
ESPACO AEREO SUPERIOR: UA312 AKSUG DCT MAVIK DCT FUR(NDB) DCT
VERME DCT RPR(NDB))
(Z0542/2010)
- ATM 29/10/10 21:25 - PERM
IAC ILS W RWY 15, DE 29 JUL 10 AIRAC, CORRIGIR NO
QUADRO DO PERFIL
DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- IGL (NM):
NO IF LOCK: DE 13.7
PARA 10.8,
NO FAF GL012: DE 10.7 PARA 7.8,
NO OM: DE 6.8 PARA
6.9.
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D1975/2010)
09/11/10 18:08 - 11/02/11 20:00
IAC VOR Y RWY 28, DE 11 MAR 10, SUSPENSA
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2023/2010)
19/11/10 19:58 - PERM
IAC ILS X RWY 28, DE 23 SEP 10 (AIRAC),
CORRIGIR NO QUADRO DE
PERFIL DE APCH:
1- DIST TO ILM (DME):
NA THR 28, INCLUIR A
SEGUINTE INFO: 2.4NM
NO MAPT: CORRIGIR DE 2.68NM PARA 2.9NM
NO FAP GL018: CORRIGIR DE 7.06NM PARA 7.3NM
NO IF EUJE: CORRIGIR
DE 13.18NM PARA 13.1NM
2- NO FAP GL018:
CORRIGIR DE ALT MNM
1600FT PARA ALT OBRIGATORIA 1600FT
3- INCLUIR A 02NM ANTES DO FAP
GL018:
ALT OBRIGATORIA: 1600FT DIST: 6.9NM TO THR28 E 9.3NM TO
ILM
(DME)
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2099/2010)
119
CIRCEA 100-54/2012
30/11/10 15:00 - PERM
IAC ILS Y RWY 28 E ILS Z RWY 28, AMBAS DE 18 NOV 10
(AIRAC),
CORRIGIR:
1- NO QUADRO DE VISTA DE PLANTA:
NO FIXO EUJE: DE 12.9
DME ILM PARA 13.1 DME ILM
2- NO QUADRO DE VISTA DE PERFIL:
NO
FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM
DIST BTN FIXO LOBO
E FIXO EUJE: DE 4.1NM PARA 4.6NM
REF: AIP BRASIL MAP)
(D2201/2010)
03/12/10 13:09 - PERM
IAC ILS Y RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D2238/2010)
03/12/10 13:15 - PERM
IAC ILS X RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D2239/2010)
03/12/10 13:19 - PERM
IAC ILS Z RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO
DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO:
- NO FIXO NATU: DE 18 DME IGL PARA 18.3 DME IGL
- NO FIXO ROTA: DE 14 DME IGL PARA 14.3 DME IGL
- NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL
REF: AIP-BRASIL MAP)
(D2240/2010)
17/12/10 14:48 - 14/02/11 23:00
SID RNAV(GNSS) AWAKE 1B/2D - DOGSU
1B/2D ESMAP 1B/2D FIGOS 1B/2D,
DE 19 NOV 09, CORRIGIR:
NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
ITEM III-SAIDA DOGSU: ...CURVAR A
DIREITA (TF) RUMO 058, VOAR 147.8NM
PARA A INTERSECAO FLY-BY DOGSU.)
(D2375/2010)
120
CIRCEA 100-54/2012
17/12/10 14:52 - 14/02/11 02:00
SID RNAV(GNSS) ABSAL A/1D ASGAT A/1D KNOLL
A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR:
1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX:
HDG DE 111DEG PARA 112DEG
2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
RWY 10 ABSAL A ASGAT A KNOLL A:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF)
RUMO 046, PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001,
COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A
DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA
VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF)
RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT
FLY-BY GL003, ENTAO
RWY 33 ABSAL 1D ASGAT 1D KNOLL 1D:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF),
PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA O
WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX
230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112,
VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX,
CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR
13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO...)
(D2376/2010)
17/12/10 14:55 - 14/02/11 23:00
SID RNAV(GNSS) AWAKE A/1D DOGSU
A/1D - ESMAP A/1D FIGOS A/1D, DE
19 NOV 09, CORRIGIR:
1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR
PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG
2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA:
RWY 10 AWAKE A DOGSU A
ESMAP A FIGOS A: APOS A DECOLAGEM
CURVAR A ESQUERDA(CF), PARA INTERCEPTAR
RUMO 046 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001
COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A
DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM
PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A
ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM
CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A
OU ACIMA FL100, ENTAO
RWY 33 AWAKE 1D DOGSU 1D
ESMAP 1D - FIGOS 1D:
APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF),
PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA
WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX
230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112,
VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX,
CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR
13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002
A OU ACIMA FL100, ENTAO...)
(D2377/2010)
- CNS -
121
CIRCEA 100-54/2012
09/11/10 18:04 - 11/02/11 20:00
VOR CAX 113.00MHZ U/S RDL 115
REF: AIP BRASIL AD 2)
(D2022/2010)
15/12/10 19:51 - 13/02/11 01:59
ILS GP IGL RWY 15 U/S)
(D2347/2010)
- OTR 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00
DLY 1000/1300 1600/2000
REH MANGUINHOS E REH FERROVIA BTN POSICAO
MARACANA E MADU CLSD)
(D2458/2010)
30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00
DEC 30 1000 TIL JAN 04 0200 JAN 04 TIL JAN 31 1000/1300 1600/2000
REA PENHA CLSD)
(D2460/2010)
13/09/10 19:47 - 11/03/11 00:00
VOOS PROCEDENTES DE SBGR OU SBGL COM DEST A KMIA, KORD,KATL,
SVMI E KJFK QUE INTENCIONAREM INGRESSAR NA FIR AMAZONICA PELAS
ROTAS UZ23 E UL304, NO PERIODO BTN 0300 A 0630 UTC DEVERAO
SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS:
- TKOF DE SBGR - UW2 BRS UZ24 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60)
DCT BVI UL304 ISANI
- TKOF DE SBGL - UA312 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60)
DCT BVI UL304 ISANI
REF: AIP-BRASIL ENR 2
(Z0351/2010)
---| FIM DA LISTAGEM |---
ASSINATURA:
ELABORADO POR: FULANO DE TAL
ASSINATURA:
REVISADO POR: CICLANO DE TAL
Data: 15/01/11
Data: 17/01/11
122
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
N
1060
Ident
ANTENA VHF
Tipo
Implantação
1061
FAROL ROTATIVO
Auxílio
1062
NDB PTP
Auxílio
1063
NDB PAI
Auxílio
1064
VOR PAI
1065
THD (AP-03)
1066
Morro do Pau Branco
1067
Morro
1068
Morro
1069
Morro
1070
Morro
1071
Morro
1072
Morro
Lat
H
Long
H Altitude (m) Fonte
Data
22 33 05.40 S 043 42 21.10 W
672.82
Lev ICA Ago/01
22 33 03.00 S 043 42 21.70 W
672.17
Lev ICA Jun/04
22 33 00.50 S 043 42 25.40 W
690.32
Lev ICA Set/05
22 27 18.40 S 043 50 27.40 W
526.11
Lev ICA Set/05
22 27 14.60 S 043 50 25.80 W
Implantação 22 27 14.80 S 043 50 26.60 W
Obst Natural 22 46 57.59 S 043 21 21.35 W
Obst Natural 22 48 44.70 S 043 15 49.30 W
514.53
Obst Natural 22 51 24.51 S 042 38 49.71 W
Obst Natural 22 55 38.00 S 042 52 57.00 W
Obst Natural 22 35 24.40 S 043 29 03.41 W
700
Obst Natural 22 55 57.21 S 043 28 25.38 W
Obst Natural 22 53 43.00 S 042 52 56.00 W
975
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
433
Lev ICA Set/05
Auxílio
506.74
155
915
560
580
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
Lev ICA Set/05
123
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
STAR RIOH 1B
Path
Term.
Nome
TF
RIOH
TF
ODIR
TF
GLNOVO23
TF
GLNOVO24
FA
GLNOVO25
Localização
23 43 22.44 S
42 15 09.73 W
23 22 03.97 S
42 38 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
25 48 12.3 S
48 24 35.2 W
22 50 24.81 S
43 15 18.6 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
Altitude VEL
(FT)
(KT)
VPA
FO
Y
----
----
10.000
150
----
FB
N
258
----
7.000
----
----
FB
N
348
----
6.000
250
----
FO
N
348
R
5.000
----
----
FB
N
348
----
4.500
----
----
Altitude VEL
(FT)
(KT)
VPA
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
STAR TUBO 1B
Path
Term.
Nome
TF
TUBO
TF
BOTOM
TF
MRC
TF
PCX
FA
FICO
Localização
22 56 46.94 S
43 30 8.73 W
22 46 3.07 S
43 7 20.30 W
22 51 59.51 S
43 30 32.02 W
25 48 12.3 S
48 24 35.2 W
22 50 24.81 S
43 15 18.6 W
Tipo
Comp
Rumo
Verd
Direção
de Curva
FO
Y
----
----
9.000
150
----
FB
N
258
----
8.000
----
----
FB
N
348
----
7.000
250
----
FO
N
348
R
6.500
----
----
FB
N
348
----
6.000
----
----
Perform.
Requerida
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
RNAV 1
B-RNP 1
124
CIRCEA 100-54/2012
ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET
OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto
de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta
“ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta;
OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta,
tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo,
entre outros.
OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta,
considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam.
125
CIRCEA 100-54/2012
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO
FICHA CADASTRO DE CARTA DE CHEGADA PADRÃO POR INTRUMENTOS
1. IDENTIFICAÇÃO:
(a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade;
(b) Carta: Inserir a identificação da carta;
2. PISTA:
(a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista;
(b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo;
(d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais;
(e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais;
(f) TEMP REF: Inserir a temperatura de referência do aeródromo;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista;
(h) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de
auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma;
3. GERAL:
(a) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre
outros.
(b) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena;
(c) ALT TRANS: Inserir a altitude de transição;
4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA:
(a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração
do(s) procedimento(s).
5. SEGMENTOS:
a) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO:
(a) STAR: Inserir o nome da STAR;
(b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento;
(c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento (com precisão de dezenas de grau);
(d) MUD CURSO: Inserir o valor em graus de modificação de curso que antecede o segmento;
(e) COMP MNM: Inserir o comprimento mínimo requerido para o segmento com precisão de uma casa decimal;
(f) GRAD: Inserir o gradiente do segmento;
(g) VEL: Inserir a velocidade indicada considerada no cálculo do comprimento mínimo;
(h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
126
CIRCEA 100-54/2012
b) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO:
(a) STAR: Inserir o nome da STAR;
(b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, segmento inicial, etc.;
(e) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(f) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
c) ARCO DME:
(a) RAIO: Inserir o raio do arco;
(b) RADIAIS GUIAS: Inserir quais as radiais guias e o auxílio, como, por exemplo: 146 MRC 114.60;
(a) STAR: Inserir o nome da STAR;
(b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento;
(c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, segmento inicial, etc.;
(e) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(f) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR:
(a) SETOR: Inserir os valores em graus verdadeiros que delimitam o setor da MAS/TAA;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
(e) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso;
(f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
7. ESPERA
7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS
(a) RUMOS: Inserir os valores em graus verdadeiros dos rumos das pernas de aproximação e afastamento da espera;
(b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos;
(c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo;
(d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável;
(e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento;
127
CIRCEA 100-54/2012
(f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes;
8. OBSERVAÇÕES GERAIS:
(a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP;
8.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA:
(a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta;
8.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO:
(a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento;
ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS
(a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo;
(b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo;
(c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea);
(d) LAT: Inserir a latitude;
(e) H: Inserir o hemisfério;
(f) LONG: Inserir a longitude;
(g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude;
(h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc;
(i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso;
ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR
(a) STAR: Inserir o nome da STAR;
(b) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento;
(c) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento;
(d) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto;
(e) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY;
(f) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório;
(g) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento (com precisão de dezenas de grau);
(h) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda;
(i) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento;
(j) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento;
(k) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio;
(l) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento.
Download

Cap - Tarifas de Navegação Aérea