MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-54 PADRONIZAÇÃO DA ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO CIRCEA 100-54 PADRONIZAÇÃO DA ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 3/SDOP, DE 16 DE JANEIRO DE 2012. Aprova a reedição da Circular que trata da padronização da elaboração de procedimentos de navegação aérea. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere art 269, inciso I do RICA 20-1 “Regimento Interno do DECEA”, aprovado pela Portaria DECEA nº 103/DGCEA, de 21 de junho de 2011, e considerando a delegação de competência estabelecida no art. 1º, inciso III, da alínea “g”, da Portaria do DECEA nº 1-T/DGCEA, de 2 de janeiro de 2012, resolve: Art. 1o Aprovar a edição CIRCEA 100-54 "Padronização da Elaboração de Procedimentos de Navegação Aérea”, que com esta baixa. Art. 2o Esta Instrução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revoga-se a Portaria DECEA nº 3/PLN2, de 9 de março de 2011, publicada no Boletim Interno do DECEA nº 103, de 1º de junho de 2011. (a) Brig Ar LUIZ CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Publicado no Boletim do DECEA nº 27 de 08 de fevereiro de 2012) CIRCEA 100-54/2012 SUMÁRIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...............................................................................................................6 1.1 FINALIDADE ..................................................................................................................................................6 1.2 ÂMBITO ..........................................................................................................................................................6 2 CONCEITUAÇÕES.......................................................................................................................................7 3 CRITÉRIOS GERAIS .................................................................................................................................12 3.1 GENERALIDADES.......................................................................................................................................12 3.2 COMPRIMENTO MÍNIMO ..........................................................................................................................14 3.3 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA) .....................................................................................................14 3.4 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO E CHEGADA POR INSTRUMENTOS .....................................14 3.5 PROCEDIMENTO DE SAÍDA POR INSTRUMENTOS..............................................................................16 3.6 ESPERAS .......................................................................................................................................................17 3.7 ELABORAÇÃO, REGISTRO, ARQUIVAMENTO E REVISÃO ................................................................17 4 OPERAÇÃO POR INSTRUMENTOS.......................................................................................................18 4.1 PROCEDIMENTOS CONVENCIONAIS .....................................................................................................18 4.2 PROCEDIMENTOS RNAV...........................................................................................................................19 4.3 DESCRIÇÃO TEXTUAL DO PROCEDIMENTO........................................................................................24 4.4 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA HELICÓPTEROS....................................................................25 4.5 CARTA DE ALTITUDE MÍNIMA DE VIGILÂNCIA ATC (ATCSMAC) ..................................................25 5 OPERAÇÃO VISUAL .................................................................................................................................26 5.1 APROXIMAÇÃO ..........................................................................................................................................26 5.2 ROTA .............................................................................................................................................................27 6 DISPOSIÇÕES FINAIS...............................................................................................................................29 Anexo A – Mínimos de pouso e decolagem................................................................................................. 29 Anexo B – Histórico de Processo de Elaboração de Procedimentos......................................................... 40 Anexo C – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Não-precisão Convencional.............................................................................................................................................................. 41 Anexo D – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos RNAV (GNSS) ..................... 56 Anexo E – Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Precisão............................ 74 Anexo F – Ficha Cadastro de Carta de Saída Padrão por Instrumentos. .............................................. 96 Anexo G – Ficha Cadastro de Carta de Chegada Padrão por Instrumentos..................................... 108 6 CIRCEA 100-54/2012 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 FINALIDADE A presente Circular tem por finalidade padronizar o emprego dos critérios a serem aplicados durante o processo de elaboração de procedimentos de navegação aérea. 1.2 ÂMBITO A presente Circular, de observância obrigatória para os elaboradores de procedimentos (EP), aplica-se à atividade de elaboração e de revisão de procedimentos de navegação aérea. 7 CIRCEA 100-54/2012 2 CONCEITUAÇÕES 2.1 AERÓDROMO PRINCIPAL Aeródromo com maior número de operações de pouso e decolagem dentro de determinada área de controle terminal. 2.2 ALTITUDE Distância vertical de um nível, um ponto ou um objeto considerado como um ponto, medida a partir do nível médio do mar (MSL). 2.3 ALTITUDE DE CHEGADA EM TERMINAL (TAA) A mais baixa altitude que fornece uma margem mínima de separação de obstáculos de 300 m (1.000 pés) acima de todos os objetos localizados em um arco de círculo definido por um raio de 46 km (25 NM), centrado no fixo de aproximação inicial (IAF) ou, onde não exista um IAF, no fixo de aproximação intermediário (IF). 2.4 ALTITUDE DE DECISÃO (DA) OU ALTURA DE DECISÃO (DH) Altitude ou altura especificada em um procedimento de aproximação de precisão ou aproximação com guia vertical em que a aproximação perdida deve ser iniciada, caso a referência visual adequada para continuar a aproximação não tenha sido estabelecida. NOTA1: A DA é estabelecida com relação ao nível médio do mar e a DH, com relação à elevação da cabeceira. NOTA2: A referência visual adequada significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente, para permitir que o piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento, em relação à trajetória de voo desejada. 2.5 ALTITUDE MÍNIMA DE DESCIDA (MDA) OU ALTURA MÍNIMA DE DESCIDA (MDH) Altitude ou altura especificada em um procedimento de aproximação de não-precisão ou aproximação para circular em que a descida para pouso não pode ser feita sem a referência visual adequada. NOTA1: A MDA é estabelecida com relação ao nível médio do mar e a MDH com relação à elevação da cabeceira. NOTA2: A referência visual adequada significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente para permitir que o piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento em relação à trajetória de voo desejada. No caso de uma aproximação para circular, a referência visual adequada é a vizinhança da pista. 2.6 ALTITUDE/ALTURA DE PROCEDIMENTO Altitude/altura especificada a ou acima da altitude/altura mínima e estabelecida para acomodar uma descida estabilizada no gradiente/ângulo de descida estabelecido no segmento intermediário/final. 8 CIRCEA 100-54/2012 2.7 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA) Menor altitude utilizável em que é garantida uma margem de separação de obstáculos de 300m (1.000 pés) acima de todos os objetos localizados em uma área contida dentro de um setor circular de 46 km (25 NM) de raio com centro no auxílio à navegação aérea ou no ponto de referência do aeródromo (ARP), conforme o caso. 2.8 ALTITUDE DE SEPARAÇÃO DE OBSTÁCULOS (OCA) OU ALTURA DE SEPARAÇÃO DE OBSTÁCULOS (OCH) Altitude ou altura mais baixa especificada acima da elevação do aeródromo ou da cabeceira da pista, conforme o caso, utilizada no estabelecimento do critério de separação de obstáculos apropriado. NOTA 1: A OCA é definida com relação ao nível médio do mar e a OCH, com relação à elevação da cabeceira ou, no caso dos procedimentos de aproximação de não-precisão, à elevação do aeródromo, a não ser que a elevação da cabeceira da pista esteja a mais de 2m (7 pés) abaixo da elevação do aeródromo. NOTA 2: A OCH de uma aproximação para circular é definida com relação à elevação do aeródromo. NOTA 3: No caso de um procedimento de aproximação para um ponto no espaço (PinS), a OCH é definida com relação ao ponto mais alto dentro de um raio de 1,6 km (0,86 NM) do MAPT. 2.9 ALTURA Distância vertical de um nível, um ponto ou um objeto considerado como um ponto, medida a partir de uma referência. 2.10 ALTURA DE REFERÊNCIA (RDH) Altura da projeção da trajetória de planeio ou de uma trajetoria vertical nominal na cabeceira da pista. 2.11 ÂNGULO DE TRAJETÓRIA VERTICAL (VPA) Ângulo publicado para o segmento de aproximação final de um procedimento de aproximação por instrumentos com guia vertical barométrico. 2.12 APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR Extensão de um procedimento de aproximação por instrumentos que estabelece uma manobra visual para circular o aeródromo antes de pousar. 2.13 ÁREA MONTANHOSA Área cujo perfil do terreno sofra modificações que excedam 900m (3.000 pés) de elevação dentro de um raio de 18,5km (10 NM). 2.14 CABECEIRA (THR) O início da porção da pista utilizada para pouso. 9 CIRCEA 100-54/2012 2.15 CHEGADA PADRÃO POR INSTRUMENTOS (STAR) Rota de chegada por instrumentos que conecta um ponto, normalmente em uma rota ATS, a um ponto a partir do qual um procedimento de aproximação por instrumentos possa ser iniciado. 2.16 CURVA BASE Curva executada por uma aeronave durante o segmento de aproximação inicial entre o final do rumo de afastamento e o início do rumo do segmento intermediário ou segmento de aproximação final. Seus rumos não são recíprocos. 2.17 CURVA DE PROCEDIMENTO Manobra na qual uma curva é executada a partir de um rumo estabelecido, seguida por outra curva na direção oposta permitindo que a aeronave intercepte e retorne em um rumo recíproco ao anterior. 2.18 DISTÂNCIA MÍNIMA DE ESTABILIZAÇÃO Distância mínima necessária após o término de uma curva para que uma nova manobra possa ser realizada. 2.19 ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA Aplicação dos critérios contidos na legislação pertinente para o estabelecimento de trajetórias de voo e altitudes mínimas de segurança, bem como os mínimos operacionais que irão compor o procedimento de navegação aérea. 2.20 ELABORADOR DE PROCEDIMENTOS (EP) Especialista devidamente habilitado que tem como prerrogativas elaborar, revisar, modificar, suspender ou cancelar procedimentos de navegação aérea, bem como participar de missões de “pré-sites” para instalação de auxílios à navegação aérea e realizar análises relacionadas às superfícies limitadoras de obstáculos que compõem os Planos de Zonas de Proteção. 2.21 ELEVAÇÃO DO AERÓDROMO (ADEL) Maior altitude observada em toda a porção utilizável da pista. Em aeródromo com mais de uma pista, a ADEL deve ser considerada como a maior altitude dentre as pistas existentes. 2.22 FIXO DE APROXIMAÇÃO INICIAL (IAF) Fixo que define o término do segmento de chegada, se aplicável, e o início do segmento de aproximação inicial. 2.23 FIXO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO (IF) Fixo que define o término do segmento inicial e o início do segmento intermediário. 2.24 FIXO DE ESPERA DE APROXIMAÇÃO PERDIDA (MAHF) Fixo utilizado em procedimentos RNAV que define o término do segmento de aproximação perdida e o centro da espera da aproximação perdida. 10 CIRCEA 100-54/2012 2.25 MÍNIMOS OPERACIONAIS DE AERÓDROMO Limites de uso de um aeródromo para decolagem ou pouso, usualmente expressos em termos de visibilidade ou RVR, altitude/altura de decisão ou altitude/altura mínima de descida e condições de nebulosidade. 2.26 OBSTÁCULO DE CONTROLE Obstáculo existente em cada segmento de um procedimento de navegação aérea que determinou sua altitude mínima de separação de obstáculos. NOTA: Nos procedimentos de saída, o obstáculo de controle será aquele determinante do valor do gradiente mínimo de subida. 2.27 PONTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA (MAPT) Ponto em um procedimento de aproximação por instrumentos no qual ou antes do qual o procedimento de aproximação perdida deve ser iniciado de maneira a garantir que a margem de separação de obstáculos não seja infringida. 2.28 PONTO DE REFERÊNCIA DO AERÓDROMO (ARP) Localização geográfica designada de um Aeródromo. 2.29 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO (PA) Procedimento de pouso por instrumentos, baseado em auxílio à navegação, que possua indicação eletrônica de trajetória de planeio. 2.30 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA Fase de um procedimento de aproximação por instrumentos que deverá ser executada pela aeronave, caso não seja estabelecida a referência visual para continuar a aproximação e pousar. 2.31 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS (IAP) Série de manobras predeterminadas referenciadas a intrumentos de voo com proteção específica de obstáculos a partir do fixo de aproximação inicial ou, onde aplicável, do início de uma rota de chegada até um ponto a partir do qual o pouso possa ser completado ou, caso o pouso não possa ser completado, para um ponto no qual o critério de separação de obstáculos para espera ou rota possa ser aplicado. Os IAP são classificados como: a) Procedimento de aproximação de não-precisão (NPA) – IAP que utiliza guia lateral, mas não utiliza guia vertical. b) Procedimento de aproximação com guia vertical (APV) – IAP que utiliza guia lateral e vertical, mas não cumpre os requisitos definidos para aproximação de precisão. c) Procedimento de aproximação de precisão (PA) – IAP que utiliza guia de precisão lateral e vertical com mínimos determinados conforme a categoria de operação. NOTA: A guia lateral e vertical pode ser fornecida por auxílios à navegação aérea baseados no solo ou por dados de navegação gerados por computadores. 11 CIRCEA 100-54/2012 2.32 PROCEDIMENTO DE REVERSÃO Procedimento estabelecido para habilitar a aeronave a reverter sua direção durante o segmento de aproximação inicial de um procedimento de aproximação por instrumentos. Pode ser definido com uma curva base ou de procedimento. 2.33 SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTOS (SID) Rota de saída por intrumentos que conecta o aeródromo, ou uma pista específica de um aeródromo com um ponto significativo, normalmente em uma rota ATS, no qual a fase em rota do voo possa ser iniciada. 2.34 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos no qual o alinhamento e a descida para pouso são completados. 2.35 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos entre o fixo de aproximação inicial e o fixo intermediário ou, onde aplicável, o ponto ou fixo de aproximação final. 2.36 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO Segmento de um procedimento de aproximação por instrumentos entre o fixo intermediário e o fixo ou ponto de aproximação final, ou entre o final de um procedimento de reversão, hipódromo ou navegação estimada e o ponto ou fixo de aproximação final. 2.37 TETO Altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens abaixo de 6.000m (20.000 pés), cobrindo mais da metade do céu. NOTA 1: O valor do TETO publicado nas cartas de procedimentos de navegação aérea é encontrado arredondando-se o valor da OCH do segmento de aproximação final, estabelecido em relação à elevação do aeródromo ou da cabeceira, conforme o caso, para o múltiplo superior de 100 (cem) pés. NOTA 2: Medidas de base de nebulosidade normalmente não darão uma boa indicação da altura na qual o piloto conseguirá adquirir contato visual com o solo, por diversas razões: a) As medições não são normalmente feitas na posição sob a rampa do glide onde o piloto estabelece contato visual; b) As nuvens normalmente não têm uma base nivelada; c) A posição na rampa do glide pode coincidir com uma quebra na nuvem; d) A distância que o piloto pode ver enquanto ainda dentro da nuvem vai variar com a espessura da nuvem, assim como com a visibilidade abaixo da nuvem. 2.38 VISIBILIDADE Distância mínima do aeródromo que permite ao piloto, ao atingir a MDA/DA, avistar a pista ou as luzes de aproximação e continuar uma aproximação direta, avistar o aeródromo e suas vizinhanças para circular ou ainda avistar e evitar obstáculos durante um procedimento de saída por instrumentos que exija referências visuais. 12 CIRCEA 100-54/2012 3 CRITÉRIOS GERAIS 3.1 GENERALIDADES 3.1.1 BASE DE INFORMAÇÕES 3.1.1.1 Serão utilizados todos os documentos, cartas ou registros fornecidos pelo Instituto de Cartografia da Aeronáutica ou por outro órgão, reconhecido e autorizado pelo DECEA, que forneça informações sobre o relevo e sobre aproveitamentos de solo em determinada região. NOTA: Obstáculo não contido em documentação oficial, mas que seja de conhecimento do Elaborador de Procedimentos, deverá ser avaliado quanto à necessidade de levantamento topográfico, por organização reconhecida pelo DECEA. 3.1.1.2 Também poderão ser utilizados, em substituição ou complemento aos documentos acima citados, base de dados eletrônica e programas automatizados para confecção de procedimentos, quando aprovados pelo DECEA. 3.1.1.3 Os procedimentos de navegação aérea serão elaborados com base nos critérios aprovados pelo DECEA levando em consideração todas as informações existentes. Deverá haver contínua coordenação com todas as partes interessadas durante o processo de elaboração e validação, para garantir que o procedimento atenda às necessidades dos usuários e da comunidade. 3.1.2 UNIDADES DE MEDIDA As seguintes unidades NON-SI serão utilizadas como sistema de medidas na publicação das cartas: "NM" (distância), "KT" (velocidade), "PÉS" (altitude/altura) e "s" ou "min" (tempo). 3.1.3 ALTITUDES/ALTURAS 3.1.3.1 Todas as altitudes constantes nos procedimentos para determinada localidade que estiverem acima da altitude de transição deverão ser expressas em níveis de voo, e aquelas que estiverem abaixo deverão ser expressas em altitude. NOTA: Aeródromos situados em espaço aéreo sob jurisdição de um mesmo órgão ATS deverão possuir a mesma altitude de transição, a qual não deverá ser inferior à maior altitude de início dos procedimentos de aproximação por instrumentos, excetuando os procedimentos de penetração. 3.1.3.2 Para elaboração de procedimentos de navegação aérea, um aumento na OCA poderá ser necessário nas seguintes situações: a) TERRENO MONTANHOSO: deverá ser utilizado um acréscimo de 100% da MOC original prevista para o respectivo segmento, excetuando-se a OCA dos segmentos de aproximação final dos procedimentos de aproximação de precisão e com guia vertical, por serem protegidos por rampas de avaliação de obstáculos; NOTA: Caso exista algum estudo específico, esse valor poderá ser menor que 100%. b) PRECISÃO DAS CARTAS: a imprecisão topográfica das cartas deve ser considerada na elaboração de um procedimento, utilizando-se os processos de (1) tolerância vertical (adicioná-la à altitude do obstáculo de controle) e (2) tolerância horizontal (supor que o obstáculo está mais próximo da rota prevista do que o indicado na carta por um valor igual à tolerância horizontal); 13 CIRCEA 100-54/2012 NOTA: Quando a aplicação destas tolerâncias produzir efeitos inadmissíveis operacionalmente, uma informação topográfica complementar, mais precisa, deve ser solicitada e utilizada para refinar a localização e a altitude do obstáculo. c) FONTE REMOTA DE AJUSTE DE ALTÍMETRO: Quando o ajuste de altímetro é derivado de uma fonte remota situada a mais de 5NM da cabeceira da pista, a MOC, das áreas de aproximação final e para circular, deve ser acrescida na razão de 5 pés (ou um valor maior, se determinado pelo DECEA) para cada milha náutica ou fração que exceda 5NM. Em áreas montanhosas ou outras, onde não seja possível prever condições meteorológicas razoavelmente homogêneas, não se deve elaborar um procedimento baseado em ajuste do altímetro de uma fonte remota. Em todos os casos, sempre que a fonte de ajuste do altímetro estiver a mais de 5NM da cabeceira da pista, deve-se colocar uma nota de advertência na carta de aproximação por instrumentos (IAC), identificando a fonte de ajuste de altímetro. 3.1.4 RUMOS 3.1.4.1 O Elaborador de Procedimentos utilizará somente azimutes verdadeiros na confecção de procedimentos de navegação aérea. Posteriormente, o Instituto de Cartografia Aeronáutica, por meio de ferramentas oficiais de cálculo de declinação magnética, fará a devida conversão para azimutes magnéticos. 3.1.5 IDENTIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SAÍDA E CHEGADA 3.1.5.1 O número constante da identificação de um procedimento de saída e de um procedimento de chegada define o controle da versão do procedimento e não da carta e, dessa forma, deverá ser definido pelo EP por ocasião da sua elaboração/modificação. NOTA: O EP deverá utilizar seu melhor julgamento para definir as situações que caracterizam modificações nos procedimentos e onde, consequentemente, os números referentes ao controle da versão devem ser alterados. 3.1.5.2 Os procedimentos de saída e chegada que utilizam sensores diferentes de/para uma mesma cabeceira para/de um mesmo ponto serão considerados procedimentos com trajetórias diferentes e, dessa forma, deverão ter suas identificações diferenciadas por uma letra, como, por exemplo: DAISE 1A (SID convencional da pista 11 de SBPA para DAISE) e DAISE 1B (SID RNAV da pista 11 de SBPA para DAISE). 3.1.6 IDENTIFICAÇÃO DE FIXOS E WAYPOINTS 3.1.6.1 É responsabilidade do ICA (Setor de Cálculos) a nomenclatura de fixos/waypoints constantes em um procedimento de navegação aérea; entretanto, para facilitar a correta nomeação destes fixos/waypoints, o EP deverá utilizar o seguinte padrão de nomenclatura na fase de elaboração: a) CÓDIGO 05 LETRAS: <duas últimas letras do indicativo de localidade do aeroporto> - <sufixo>, como, por exemplo, SV-NOVO1, RF-NOVO12, GRNOVO15, etc. NOTA 1: O sufixo será formado pela palavra “NOVO” e um número sequencial. NOTA 2: Quando determinado ponto for comum a procedimentos para aeródromos diferentes, sua denominação deverá, obrigatoriamente, ser feita por meio de código de 05 letras. 14 CIRCEA 100-54/2012 b) CÓDIGO ALFANUMÉRICO: <duas últimas letras do indicativo de localidade do aeroporto> - <sufixo>, como, por exemplo, GO-WPT1, GL-WPT13, BR-WPT17, etc. NOTA: O sufixo será formado pela palavra “WPT” e um número sequencial, excetuando aqueles terminados em 0 ou 5. 3.1.7 SEPARAÇÃO DE OBSTÁCULOS 3.1.7.1 As superfícies de separação de obstáculos dos procedimentos de navegação aérea não poderão implicar em valores inferiores àqueles definidos pelas superfícies limitadoras de obstáculos (OLS) contidas no Anexo 14, ou em outra norma nacional equivalente. NOTA 1: Quando a altura da superfície de decolagem/aproximação do Anexo 14 for superior à altura das áreas horizontais e cônicas, estas deverão ser levadas em consideração. NOTA 2: No caso de um procedimento de aproximação ou de chegada, quando houver vantagem operacional, poderá ser estabelecido um stepdown fix (SDF) para permitir uma descida adicional e definir uma altitude mínima mais baixa para um segmento. 3.2 COMPRIMENTO MÍNIMO 3.2.1 Para determinação do comprimento mínimo entre waypoint/fixo/auxílio deverá ser observado o seguinte: a) Ângulo mínimo de mudança de curso de 50º; b) IAS conforme a fase de voo; e c) TAS conforme a altitude de passagem no “waypoint”. NOTA: O conceito de comprimento mínimo deve ser considerado também na confecção de procedimentos convencionais. 3.3 ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR (MSA) 3.3.1 A MSA de um procedimento de saída por instrumentos seguirá os mesmos critérios de elaboração definidos para um procedimento de aproximação por instrumentos, com as características para publicação estabelecidas no Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas (MACAR). 3.3.2 Todas as MSA dos procedimentos baseados no mesmo auxílio à navegação aérea ou no mesmo ARP deverão possuir valores iguais. NOTA: A SID poderá ter MSA diferente dos procedimentos de aproximação, em função de necessidades operacionais. 3.4 PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO E CHEGADA POR INSTRUMENTOS 3.4.1 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 3.4.1.1 Por ocasião de sua elaboração, todos os novos procedimentos de aproximação direta deverão ter a superfície protetora do segmento visual (VSS) analisada 15 CIRCEA 100-54/2012 NOTA 1: Os procedimentos já existentes e elaborados anteriormente à aplicação dos critérios de VSS deverão ser revisados até 15 de março de 2012. 3.4.1.2 A análise será realizada para os ângulos do segmento de aproximação final compreendidos entre 3º e o ângulo no qual não houver violação, respeitando-se o máximo de 3,5º, relacionando-se todas as violações e seus respectivos recuos. NOTA 1: No momento do cálculo da VSS, o EP deverá verificar se existe algum NOTAM alterando as distâncias declaradas da pista. NOTA 2: Para efeito do cálculo da VSS, quando o código de pista não tiver sido informado pela ANAC, será utilizado o código de pista obtido em função do cálculo do comprimento básico de pista. 3.4.1.3 No caso dos procedimentos PinS para aeródromos homologados somente para operação VFR, é obrigatória a análise da VSS desde o MAPT até a cabeceira. 3.4.1.4 Os procedimentos SEM FAF terão suas VSS analisadas para o ângulo ótimo de 3º somente. NOTA: Caso haja violação, as seguintes informações deverão ser coletadas e encaminhadas ao DECEA, a fim de subsidiar a sua decisão quanto à manutenção/suspensão do procedimento: a) Existe PAPI instalado na cabeceira? b) Qual o ângulo do PAPI? b) Existe ILS instalado na cabeceira? c) É conveniente alterar o ângulo do PAPI de acordo com o ângulo da VSS no qual não há violação? d) Quais os demais procedimentos existentes para a mesma cabeceira? e) Quais os usuários e respectivos tipos de equipamento que operam no Aeroporto. 3.4.1.5 No caso de ILS OFFSET, a VSS deverá considerar o valor de OFFSET da antena do LOC. 3.4.2 APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR 3.4.2.1 Os procedimentos de aproximação para circular somente serão publicados em conjunto com procedimentos de aproximação direta quando houver ganho operacional justificável. 3.4.2.2 Os mínimos operacionais para circular para um mesmo aeródromo deverão ser iguais, exceto onde os mesmos devam ser compatibilizados com os mínimos para pouso direto. 3.4.2.3 Dentre outras informações, deverão ser indicadas nas IAC que contenham aproximação para circular: a) Cabeceiras para as quais a aeronave não pode circular; e b) Setores que devem ser evitados, nos casos da existência de setorização da aproximação para circular. 16 CIRCEA 100-54/2012 3.4.3 PUBLICAÇÃO 3.4.3.1 Somente para efeito de publicação, a OCH deverá ser arredondada para o múltiplo superior de 10 (dez) pés. 3.4.3.2 As tabelas de altitudes e de razões de descida recomendadas somente se aplicam aos procedimentos de aproximação por instrumentos de não-precisão. NOTA 1: As razões de descida recomendadas correspondem às IAS usadas com maior frequência na aproximação final e têm como finalidade permitir que o piloto faça uma rápida consulta, sem a necessidade de cálculos mais complexos. NOTA 2: Para efeito de determinação da razão de descida recomendada, deverão ser utilizadas as seguintes IAS nas cartas de aproximação por instrumento: 090KT, 110KT, 130KT, 150KT, 170KT e 190KT. NOTA 3: A Tabela de altitudes recomendadas deverá representar o perfil vertical da aeronave na aproximação final, atendendo aos seguintes critérios: a) representar a distância da MDA, a distância do FAF e as distâncias intermediárias, informadas de milha em milha ou, quando não for possível, outro intervalo julgado conveniente pelo EP; b) o arredondamento das altitudes deverá ser para o inteiro mais próximo, exceto a MDA e altitude de passagem no FAF, que serão arredondadas para o múltiplo superior de 10 (dez) pés. 3.4.3.3 O tempo de afastamento deve ser publicado em múltiplos de 10 segundos. 3.4.3.4 Serão calculados e publicados os valores de DA/OCH/TETO/VISIBILIDADE dos procedimentos de aproximação de precisão e procedimentos com guia vertical. NOTA: A DA será arredondada para a unidade inteira superior. 3.4.3.5 Serão calculados e publicados os valores de MDA/OCH/TETO/VISIBILIDADE dos procedimentos de aproximação de não-precisão, tanto para aproximações diretas como para aproximações para circular. NOTA: A MDA será arredondada para o múltiplo superior de 10 (dez) pés. 3.5 PROCEDIMENTO DE SAÍDA POR INSTRUMENTOS 3.5.1 PUBLICAÇÃO 3.5.1.1 As seguintes informações deverão constar nas cartas de saída por instrumentos: PDG, quando maior que 3,3%; altitude de transição; e altitude mínima de setor (MSA). 3.5.1.2 Quando houver necessidade de especificar a altitude em que uma aeronave deve iniciar uma curva imediata, embora a referida altitude seja tratada como altitude de curva, ela será representada através da simbologia de altitude mínima. 17 CIRCEA 100- 54/2012 3.5.1.3 Nos procedimentos de saída, quando houver obstáculos próximos ao aeródromo, com altura inferior a 60m, em relação ao DER, e que não possam ser superados com um PDG de até 5%, deve-se calcular o PDG sem considerar esses obstáculos. Neste caso, devem ser mencionadas na carta de saída as localizações dos obstáculos e a visibilidade, a partir do DER, que permita ver e evitar esses obstáculos. 3.6 ESPERAS 3.6.1 As áreas de proteção de esperas em rota ou esperas relacionadas a procedimentos de aproximação deverão ser feitas, preferencialmente, através das equações retangulares (área simplificada). Nos casos em que haja ganho operacional, poderá ser aplicado o método das Tolerâncias Acumulativas (área reduzida), conforme DOC8168-OPS/611. 3.7 ELABORAÇÃO, REGISTRO, ARQUIVAMENTO E REVISÃO 3.7.1 A legislação adotada pelo Brasil para elaboração de procedimentos de navegação aérea é aquela definida pelo DECEA na ICA 100-24 - Elaboração de Procedimentos de Navegação Aérea. NOTA: Os critérios específicos e complementares para a elaboração dos procedimentos de navegação aérea no Brasil estão contidos nesta Circular. 3.7.2 Todas as informações relativas à elaboração de determinado procedimento deverão ser registradas de forma a permitir a sua revisão, alteração, consulta, controle ou necessidade operacional. 3.7.3 O processo de elaboração de um procedimento de navegação aérea deve ser composto pelo menos da seguinte documentação: histórico (Anexo B), croqui da carta e ficha cadastro (Anexo C, D, E, F ou G, conforme o caso). NOTA 1: Outros documentos poderão ser inclusos, quando julgados pertinentes, a critério do EP. NOTA 2: Todos os documentos de registro da elaboração de um procedimento deverão ser confeccionados e arquivados de forma a permitir a sua rastreabilidade. 3.7.4 A Divisão de Coordenação e Controle (DCCO) do Subdepartamento de Operações (SDOP) compilará, até o dia 01 de setembro, as informações constantes do Anexo C da ficha cadastro de todas as cartas aeronáuticas publicadas nos últimos 12 meses e enviará à Seção de Gerenciamento de Tráfego Aéreo da OACI – Montreal, impreterivelmente até o dia 15 de setembro, o relatório anual do SISCEAB sobre redução de emissão de CO2. 3.7.5 Todo procedimento deverá ser revisado por pelo menos um EP diferente daquele que o elaborou, de modo a eliminar possíveis não conformidades. 3.7.6 Os procedimentos publicados deverão ser submetidos a revisões periódicas, para garantir adequação a mudanças de critérios e atender às necessidades dos usuários. NOTA: O intervalo de revisão não poderá ser superior a 3 (três) anos. 18 CIRCEA 100- 54/2012 4 OPERAÇÃO POR INSTRUMENTOS 4.1 PROCEDIMENTOS CONVENCIONAIS 4.1.1 APROXIMAÇÃO 4.1.1.1 NÃO-PRECISÃO 4.1.1.1.1 Nos procedimentos com curva de reversão do tipo curva base, para o cálculo da divergência entre o rumo de aproximação inicial e o rumo da aproximação final/intermediário, será considerada a maior IAS permitida em função da categoria, conforme DOC 8168OPS/611. 4.1.1.1.2 O cálculo do tempo de afastamento deve considerar as informações contidas na tabela I-4-3-1 do DOC 8168-OPS/611. NOTA: O tempo de afastamento do procedimento será o tempo necessário para permitir a descida no afastamento ou a descida na aproximação final, o que for maior. 4.1.1.1.3 Caso o procedimento seja para todas as categorias, o valor da razão de descida na aproximação final deverá variar entre 590 pés/min e 655 pés/min. 4.1.1.1.4 Na aproximação final, quando a aeronave não retornar ao mesmo ponto do início do afastamento, deverá ser considerada, para efeito de cálculo de tempo, a trajetória desejada a ser voada pela aeronave, a qual será calculada considerando-se a hipotenusa do triângulo retângulo formado entre o auxílio, a trajetória da aproximação final e o rumo da pista. NOTA: Deverá ser considerada a pertinência/necessidade de limitar a IAS de afastamento e/ou de aproximação, bem como de separar o procedimento em duas cartas: uma para categorias A/B e outra para C/D/E. 4.1.1.1.5 Na determinação do rumo de aproximação final deve-se buscar, sempre que possível, o menor ângulo de cruzamento com o alinhamento do eixo da pista, conforme DOC 8168-OPS/611. 4.1.1.2 PRECISÃO 4.1.1.2.1 A RDH de um ILS CAT I, II ou III deve ser de 15m (50 pés). Uma tolerância de mais ou menos 3m (10 pés) poderá ser considerada quando necessário. NOTA 1 : Na determinação destes valores de RDH foi considerada uma distância máxima vertical de 5,8m (19 pés) entre a trajetória da antena do glide da aeronave e a trajetória da parte inferior das rodas do trem de pouso na cabeceira. NOTA 2: Os valores máximos e mínimos de RDH do ILS são aplicáveis também ao radar de precisão (PAR). 4.1.1.2.2 Os obstáculos a serem avaliados com o programa CRM serão, no mínimo, aqueles compreendidos nos limites laterais das superfícies ILS Básicas. 4.1.1.2.3 A rampa de proteção da aproximação perdida, em um procedimento de aproximação de precisão PAR, começará na posição (x = - 900m) da respectiva cabeceira de aproximação. 4.1.2 SAÍDA 4.1.2.1 A necessidade de provisão de guia positivo de curso nos procedimentos de saída deverá atender ao previsto no DOC 8168-OPS/611. NOTA 1: Quando for necessário estabelecer segmentos sem guia acima dos limites previstos, poderá ser considerada a possibilidade de utilizar o serviço radar, devendo, nesses casos, haver na planta da carta a informação de serviço radar requerido. 19 CIRCEA 100- 54/2012 NOTA 2: O segmento da saída, onde o serviço radar é requerido (constante da SID), deverá estar disponível na apresentação radar, possibilitando a sua aplicação pelo ATCO. 4.1.2.2 Nas cartas com procedimentos de saída em curva, as quais contenham mais de 15º de divergência entre o guia positivo de curso fornecido por um auxílio à navegação aérea e o rumo da pista, deverá ser indicado o rumo para interceptação da rota (radial/QDR) de saída. 4.2 PROCEDIMENTOS RNAV 4.2.1 ESPECIFICAÇÃO DE NAVEGAÇÃO 4.2.1.1 Para os procedimentos que utilizam o conceito de navegação baseada em performance, deverão ser empregadas as seguintes especificações de navegação: Procedimento Chegada Saída Aproximação Especificação de Navegação RNAV 1 e Básico-RNP 1 (B-RNP 1) RNAV 1 e Básico-RNP 1 (B-RNP 1) RNP APCH ou RNP AR 4.2.2 APROXIMAÇÃO 4.2.2.1 A limitação das áreas de avaliação dos segmentos RNAV deverá ser estabelecida conforme a figura abaixo. Figura 1 – Limites de segmentos e área de análise de obstáculos 20 CIRCEA 100- 54/2012 4.2.2.2 GUIA VERTICAL BAROMÉTRICO (APV BARO/VNAV) 4.2.2.2.1 Para o cálculo e ajuste da altura de passagem no FAP, com base na correção de temperatura, deverão ser usados valores arredondados para o múltiplo inferior de 10 (dez), conforme tabela do DOC 8168-OPS/611; no entanto, a temperatura publicada na IAC deve ser a média arredondada para o múltiplo inferior de 5 (cinco). NOTA: Quando a altura do FAP não coincidir com os valores existentes na tabela acima citada, deverá ser utilizada a coluna que contenha a altura imediatamente superior. 21 CIRCEA 100- 54/2012 4.2.2.3 ILS COM TRANSIÇÃO RNAV 4.2.2.3.1 A princípio, os critérios aplicáveis ao segmento de precisão do ILS com transição RNAV são aqueles aplicáveis ao ILS convencional e os critérios aplicáveis aos segmentos inicial, intermediário e de aproximação perdida são aqueles previstos para os procedimentos RNAV, com as seguintes modificações: a) O segmento de precisão deverá ser avaliado por meio da superfície OAS, que também será utilizada para junção com as áreas de proteção do segmento RNAV; b) A transição RNAV só será utilizada única e exclusivamente com ILS CAT I e, a princípio, não será elaborado procedimento LOC associado, a não ser que seja julgado conveniente do ponto de vista operacional; c) Por questões relacionadas com a sua codificação, não deve ser estabelecido waypoint na cabeceira da pista; e) O FAF não é aplicável ao ILS com transição RNAV; f) O FAP deve ser definido por um waypoint; e g) O segmento intermediário deverá ser alinhado com o segmento de aproximação final. 4.2.2.3.2 Além do previsto no DOC 8168-OPS/611, para a junção da área do segmento intermediário com o segmento de precisão, deve ser observado o seguinte: a) A largura da área de proteção na posição do FAP (waypoint) é aquela definida pela superfície OAS; e b) A junção da área do segmento intermediário com a área do segmento final é realizada partindo-se da área intermediária com um ângulo mínimo de 30º de forma a encontrar a superfície OAS no ATT posterior do FAP, conforme a figura abaixo. 4.2.2.3.3 No caso de aproximação perdida direta, além do previsto no DOC 8168-OPS/611, para a junção da área do segmento de precisão com a área do segmento de aproximação perdida, deve ser observado o seguinte: a) A área da superfície OAS será estendida até 300 metros de altura; b) Após 300 metros, inicia-se a área da superfície RNAV; e 22 CIRCEA 100- 54/2012 c) A junção da área da superfície RNAV com a área da superfície OAS é realizada partindo-se da área da superfície RNAV com um ângulo de 15º de forma a encontrar a superfície OAS no ponto onde esta atingir 300 metros de altura, conforme a figura abaixo. 4.2.2.3.4 No caso de aproximação perdida com curva imediata, além do previsto no DOC 8168-OPS/611, para a junção da área do segmento de precisão com a área do segmento de aproximação perdida, deve ser observado o seguinte: a) Deve-se definir a posição, em relação à cabeceira da pista, em que a aeronave atinge a DA e considerar, neste ponto, a existência fictícia de um waypoint; b) Aplica-se um ATT anterior de 444 metros (sentido da aproximação) antes da posição da DA (waypoint fictício); c) Neste ponto deve se iniciar a abertura da superfície RNAV, conforme a figura abaixo; d) Deve-se definir o rumo do segmento de aproximação perdida a ser seguido após a DA; e e) A partir daí se aplicam os mesmos critérios previstos para uma a aproximação perdida RNAV em curva. 23 CIRCEA 100- 54/2012 4.2.2.4 PinS PARA AERÓDROMOS HOMOLOGADOS SOMENTE PARA OPERAÇÃO VFR 4.2.2.4.1 Este tipo de procedimento só poderá ser elaborado nas localidades que tenham área de controle terminal (TMA) e uma carta de chegada padrão por instrumentos (STAR) publicada. NOTA: Este procedimento utiliza os critérios de navegação de área (RNAV), empregando o Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS) como sensor de navegação. 4.2.2.4.2 O procedimento PinS permitirá a aproximação por instrumentos até determinado ponto (análogo ao MAPT), onde o piloto poderá cancelar o plano de voo IFR para realizar uma aproximação direta sob as regras de voo visual, ingressar no circuito de tráfego padrão ou ingressar no circuito previsto na VAC, caso exista, conforme figura abaixo. NOTA: Se não houver o cancelamento IFR, deverá ser executado o procedimento de aproximação perdida publicado. 4.2.2.4.3 Em princípio, o procedimento PinS poderá atender mais de um aeródromo, considerando os seguintes critérios: a) MDH mínima (MAPT/PinS) de 1.500 pés; b) ângulo de descida ótimo de 3 graus; c) RDH 50 pés (no caso de aproximação direta VFR). 4.2.2.4.4 Não devem ser estabelecidas aproximações diretas VFR (segmento VFR), caso os parâmetros ótimos previstos no DOC 8168-OPS/611 para uma aproximação direta IFR não sejam possíveis. 4.2.2.4.5 Para uma aproximação direta VFR deve-se efetuar análise das OLS (tipo de operação – visual) do aeródromo conforme o Anexo 14. NOTA: Caso ocorra violação das OLS, o procedimento PinS não deve ser elaborado. 24 CIRCEA 100- 54/2012 4.2.2.4.6 É obrigatória a análise da VSS desde o MAPT até a cabeceira. NOTA 1: Caso ocorra violação da VSS, não será permitido o estabelecimento de SEGMENTO VFR para uma aproximação VFR direta. NOTA 2: No caso em que ocorrer a violação da VSS para um aeródromo em particular e a OLS não estiver violada, poderá ser estabelecido um segmento VFR para ingresso no circuito de tráfego ou na VAC. 4.2.2.4.7 Deverá ser realizada a análise da área para circular dos aeródromos servidos, considerando que a altitude mínima de descida do procedimento PinS não poderá ser inferior a qualquer uma das MDA para circular. 4.2.2.4.8 A posição do MAPT/PinS não poderá estar localizada fora da área de cobertura da área para circular dos diversos aeródromos servidos, considerando a maior categoria de aeronave. 4.2.3 SAÍDA 4.2.3.1 Salvo nos casos previstos no DOC 8168-OPS/611 para curvas livres, não deverão ser utilizadas mudanças de curso superiores a 115º. NOTA: Tal medida tem a finalidade de evitar que, por ocasião dos cálculos de declinação magnética e dos arredondamentos posteriores, seja publicado um valor superior a 120º. 4.3 DESCRIÇÃO TEXTUAL DO PROCEDIMENTO 4.3.1 Visando facilitar a codificação pelo provedor da base de dados e minimizar a possibilidade de ocorrência de erros nesse processo, a descrição das características das STAR e SID, RNAV ou convencional, deverá ser efetuada conforme o previsto no DOC 8168OPS/611 e implementada na própria carta, conforme previsto no MACAR – Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas. 25 CIRCEA 100- 54/2012 4.4 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA HELICÓPTEROS 4.4.1 Procedimentos específicos para helicópteros deverão utilizar os critérios de mínimos operacionais de visibilidade previstos no ORDER_8260.3B, da FAA, com as respectivas reduções previstas no referido documento. 4.5 CARTA DE ALTITUDE MÍNIMA DE VIGILÂNCIA ATC (ATCSMAC) 4.5.1 As altitudes mínimas apresentadas nas ATCSMAC serão determinadas de acordo com os critérios estabelecidos para separação de obstáculos dos procedimentos em vetoração tática. NOTA 1: Salvo quando comprovadamente existir ganho operacional ou para atender a outros aeródromos dentro da TMA, setores mais próximos do auxílio básico ou do ARP não deverão ter altitude mínima de segurança maior que setores mais externos. NOTA 2: Para efeito de elaboração, a ATCSMAC deverá ser centrada no auxílio básico do aeródromo principal da TMA. 4.5.2 O formato e as informações a serem publicadas nas ATCSMAC estão contidos no MACAR (Manual de Confecção de Cartas Aeronáuticas). 26 CIRCEA 100- 54/2012 5 OPERAÇÃO VISUAL 5.1 APROXIMAÇÃO 5.1.1 A área de proteção do circuito de tráfego visual será estabelecida considerando as distâncias horizontais por categoria de aeronaves e as margens de separação de obstáculos conforme figura abaixo. NOTA: A área de proteção do circuito de tráfego de um aeroporto não deve sobrepor à área de proteção do circuito de tráfego de outro aeroporto. Área de proteção do circuito de tráfego Quando o circuito de tráfego for estabelecido para os dois lados da pista, aplicar a distância “a” para ambos os lados da extensão do seu eixo. Figura 2 – Área de proteção do circuito de tráfego Categoria A B C D E H a 1,25 1,5 2,25 4,0 4,0 1,25 Distâncias (NM) b 0,25 0,25 0,5 0,5 0,5 0,25 c 1,25 1,5 2,25 3,0 3,0 1,25 Tabela 1 – Distâncias horizontais por categoria de aeronaves 27 CIRCEA 100- 54/2012 PISTA ÁREA DE SUBIDA/ DESCIDA ÁREA DE SUBIDA/ DESCIDA MOC 650 pés (325 pés CAT H) MOC 500 pés (250 pés CAT H) MOC 650 pés (325 pés CAT H) Figura 3 – Margens de separação de obstáculos do circuito de tráfego 5.2 ROTA 5.2.1 A área de proteção de uma rota de voo visual para aeronaves de asa fixa será estabelecida com 1,5NM para cada lado do seu eixo e margem de separação de obstáculos de 500 pés. 5.2.2 A área de proteção de uma rota de voo visual para aeronaves categoria H será estabelecida com 0,5NM para cada lado do seu eixo e margem de separação de obstáculos de 500 pés. NOTA 1: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida no sobrevoo de referências naturais e/ou artificiais, tais como, rios, vales, linhas de litoral, rodovias, grandes avenidas e ferrovias, a margem de separação de obstáculos para aeronaves categoria H poderá ser de 300 pés. NOTA 2: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida em espaço aéreo controlado, para aeronaves categoria H, poderão ser aplicados valores reduzidos de largura, desde que o valor adotado seja técnica e operacionalmente justificado e não seja inferior a 100 metros para cada lado do eixo da rota. NOTA 3: Excepcionalmente, quando a rota de voo visual for estabelecida em espaço aéreo não controlado, para aeronaves categoria H, poderão ser aplicados valores reduzidos de largura, desde que o valor adotado seja técnica e operacionalmente justificado e não seja inferior a 250 metros para cada lado do eixo da rota. 28 CIRCEA 100- 54/2012 Figura 4 – Área de proteção de rota de voo visual 29 CIRCEA 100- 54/2012 6 DISPOSIÇÕES FINAIS 6.1 Os casos não previstos nesta Circular serão resolvidos pelo Exmo. Sr. Chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA. 30 CIRCEA 100-54/2012 Anexo A – Mínimos de Pouso e Decolagem 1. GENERALIDADES Este anexo tem por finalidade sintetizar os critérios aplicados pelo DECEA para se determinar os mínimos de pouso e decolagem às aeronaves civis e militares que operam no Brasil. Os mínimos de pouso e decolagem podem ser obtidos a partir do Manual de Operações a Todo Tempo (DOC 9365 OACI) ou do TERPS (DOC 8260-3B FAA). Cabe ressaltar que estes valores são menos restritivos à operação das aeronaves do que aqueles. Embora exista a recomendação da OACI para que os aeronavegantes considerem o previsto no Anexo 6 à CACI para calcular os mínimos operacionais aplicáveis à sua aeronave, no Brasil, a legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) prevê que os mínimos de pouso e decolagem publicados nas cartas tenham caráter compulsório e impeditivo para aproximações e decolagens, impedindo a operação abaixo dos mínimos publicados nas cartas. Dessa forma, considerando que os mínimos de pouso e decolagem publicados pela FAA apresentam a mesma forma impeditiva prevista pela ANAC e, ainda, até que haja compatibilização da legislação nacional para atendimento pleno das normas e recomendações da OACI, o DECEA optou por aplicar os critérios contidos no TERPS (DOC 8260-3B-FAA). Os mínimos especificados neste anexo referem-se a aproximações para pouso direto, para circular e para decolagem. Estes mínimos operacionais serão representados nas cartas por meio dos valores de MDA ou DA, bem como pelos valores meteorológicos, que incluem a visibilidade e o teto, exigidos no procedimento. Os mínimos devem ser publicados para cada categoria de aeronave que possa utilizar o procedimento e, caso exista alguma restrição que impeça a execução de uma aproximação por instrumentos para determinada categoria de aeronave, utilizar-se-á a sigla NA (não autorizado), no espaço reservado para indicação dos mínimos. Para otimizar a operação, o EP deve estar atento aos requisitos dos equipamentos luminosos, necessários para promover a redução dos mínimos estabelecidos para determinado aeródromo. 2. PRINCÍPIOS Os critérios contidos no TERPS estabelecem os mínimos operacionais permitidos por meio da sua aplicação específica para cada condição indicada no procedimento, isto é, pouso direto, para circular e decolagem, conforme requerido. Os valores mínimos devem ser estabelecidos para os seguintes elementos: - Altitude de decisão (DA); - Altura de decisão (DH); - Altitude mínima de descida (MDA); - Altitude de Separação de Obstáculos (OCA); - Altura de Separação de Obstáculos (OCH); e - Alcance visual da pista (RVR) ou visibilidade. NOTA 1: A OACI recomenda que a MDA seja estabelecida pelo operador, a partir do valor da OCA publicado pelo prestador dos serviços de navegação aérea. Considerando as 31 CIRCEA 100-54/2012 particularidades nacionais e até que seja realizada uma compatibilização das normas em vigor, o valor de MDA publicado no Brasil corresponde ao valor da OCA calculada pelo EP. 3. AUXÍLIOS VISUAIS E LUMINOSOS Para a redução dos valores de mínimos de pouso resultantes da aplicação de auxílios visuais e luminosos nos procedimentos de precisão, não-precisão e com guia vertical, o aeródromo deverá estar dotado de infraestrutura necessária para orientar o piloto em condições meteorológicas desfavoráveis, quando na aproximação final. Para isto, de acordo com os auxílios visuais e luminosos instalados, são previstos mínimos específicos de visibilidade. Os mínimos de visibilidade são determinados pelo EP em função (1) dos auxílios visuais e luminosos instalados no aeródromo e (2) do tipo de procedimento de aproximação por instrumentos (precisão, não-precisão ou com guia vertical). 3.1 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – ALS O sistema de luzes de aproximação é uma configuração de sinais luminosos dispostos em forma de barras, instalados simetricamente ao longo do prolongamento da linha de pista, começando na cabeceira e estendendo-se a uma distância de até 900m no setor de aproximação. O sistema é projetado para fornecer orientação quanto ao alinhamento, inclinação, atitude e altura da aeronave em relação à pista. A distância longitudinal entre as barras é de 30m e, quando o sistema for dotado de lampejos (FLASH), recebe a denominação de ALSF, podendo ser classificado como ALSF-1 ou ALSF-2, conforme a categoria de aproximação de precisão (CAT I ou CAT II, respectivamente). Em função do seu comprimento total, o sistema pode ser classificado conforme a tabela 1 abaixo. Classe do Auxílio Completo (FALS) Intermediário (IALS) Básico (BALS) NIL (NALS) Sistema de Luzes de Aproximação (ALS) ALSF-1, ALSF-2, SSALR, MALSR Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas MALSF, MALS, SSALF, SSALS, SALS/SALSF Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas ODALS Intensidade média ou alta e/ou luzes estroboscópicas Comprimento do ALS (m) Sem luzes de aproximação Nenhum ou < 210m ≥ 720m 420 – 719m 210 – 419m Tabela 1 – Classificação do sistema de luzes de aproximação Um ALS utilizado em conjunto com procedimentos de aproximação por instrumentos de precisão deve possuir um comprimento mínimo de 720m, naquelas localidades cuja rampa de planeio seja de 2,75º ou maior. Nas localidades cuja rampa de planeio seja menor que 2,75º, o comprimento mínimo do ALS deve ser de 900m. Um ALS utilizado em conjunto com procedimentos de aproximação de não-precisão deve possuir 420m de comprimento. 3.1.1 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASH CATEGORIA 1 – ALSF-1 Consiste em uma barra luminosa central, composta por conjuntos de 4m de largura, com 5 lâmpadas cada e espaçados em intervalos de 30m, com início a 100m da cabeceira e estendendo-se até 720m ou 900m da cabeceira, conforme o caso. A barra luminosa central, a 60m da cabeceira é composta por 11 lâmpadas e possui 15m de largura, e a 300m da cabeceira é composta por 21 lâmpadas e possui 30m de largura. Duas barras luminosas contendo 5 lâmpadas vermelhas cada estão localizadas a 30m da cabeceira, uma de cada lado da extensão do eixo da pista. 32 CIRCEA 100-54/2012 Figura 5 – ALSF-1 3.1.2 SISTEMA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASH CATEGORIA 2 – ALSF-2 O ALSF-2 difere do ALSF-1 somente nos 300m próximos a cabeceira. São instaladas barras luminosas compostas por 03 lâmpadas vermelhas de cada lado da extensão do eixo da pista em intervalos de 30m. Figura 6 – ALSF-2 33 CIRCEA 100-54/2012 3.1.3 SISTEMA REDUZIDO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – SALS Consiste em uma instalação reduzida do ALSF-1, isto é, compreende os 500m iniciais deste sistema a partir da cabeceira, com a informação luminosa de que a aeronave se encontra a 300m da cabeceira. O SALS poderá apresentar algumas variações, mas que são consideradas equivalentes para a redução de visibilidade. 3.1.4 SISTEMA REDUZIDO E SIMPLIFICADO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – SSALS É uma versão simplificada do SALS e consiste em sete barras de luzes dispostas simetricamente ao longo do prolongamento da linha de pista, a partir da cabeceira. A primeira barra é colocada a 60m da cabeceira seguida das demais barras com intervalos de 60m até atingir 420m ao longo da aproximação. Tal instalação prevê a indicação de 300m no sentido de aproximação para a cabeceira. 3.1.5 SISTEMA REDUZIDO E SIMPLIFICADO DE LUZES DE APROXIMAÇÃO DE PISTA, COM INDICADOR DE ALINHAMENTO DE PISTA – SSALR Consiste em sete barras de luzes e oito sequências de “FLASHES” colocados ao longo do prolongamento da linha de centro de pista a partir da cabeceira. As barras estão separadas em intervalos de 60m a partir da cabeceira. Os FLASHES começam a 60m da última barra estendendo-se no sentido da aproximação até completar 900m que é o comprimento total do sistema. Encontramos algumas características direcionais e listas de luzes com a indicação de 30m no sentido da aproximação para a cabeceira. Figura 7 – SSALR 34 CIRCEA 100-54/2012 3.1.6 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO – MALS Consiste em sete barras de luzes de 60m dispostos ao longo do prolongamento da linha de pista após a cabeceira no sentido de aproximação. As primeiras luzes estão a 60m da cabeceira e as últimas a 420m no sentido de aproximação. É um sistema similar ao SSALS com diferença que as luzes têm menor intensidade. Da mesma forma que os demais, possui características que indiquem certo movimento em direção à pista, com a indicação de 300m de distância da cabeceira, no sentido de aproximação. 3.1.7 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM FLASHER – MALSF Podemos ainda encontrar o MALS com a inclusão de FLASHER (lampejos) recebendo a denominação de MALSF. Nesse caso, uma sequência de 3 FLASHERS é localizada na área de aproximação onde se considera a existência de algum problema, como, por exemplo, dificuldades de identificação do MALS devido a outros objetos luminosos nas proximidades. 3.1.8 SISTEMA DE INTENSIDADE MÉDIA DE LUZES DE APROXIMAÇÃO COM INDICADOR DO ALINHAMENTO DA PISTA – MALSR Consiste em um número sequenciado de “FLASHES” instalado no prolongamento da linha de centro de pista sendo que a primeira luz está colocada a 60m da cabeceira. As luzes estão instaladas em intervalos de 60m no sentido contrário ao da aproximação, porém não possuem qualquer indicação de sequenciamento ou informação relativa à distância da cabeceira. Não existem parâmetros quanto ao comprimento padrão para o RAIL, ficando a sua instalação, de acordo com as características de cada setor de aproximação em termos de indicação da pista. Figura 8 – Sistemas de intensidade média de luzes de aproximação 35 CIRCEA 100-54/2012 3.2 SISTEMA IDENTIFICADOR DE FINAL DE PISTA – REIL Consiste em uma sequência de pares de luzes idênticas ao sistema de luzes de flashes. Figura 9 – Sistema identificador de final de pista 4. MÍNIMOS OPERACIONAIS PARA POUSO 4.1 ALTITUDES Apesar de a OACI preconizar que cabe ao piloto e operador efetuarem o cálculo da MDA/DA, conforme descrito no Anexo 6 à CACI, o DECEA publica esses mínimos de acordo com os critérios da FAA. Desta forma, a MDA/DA publicada na IAC deve ser considerada como a mais baixa altitude na qual uma aeronave poderá descer em um procedimento de aproximação, a menos que a cabeceira da pista, outras marcas que a identifiquem, ou as luzes de aproximação apresentemse claramente visíveis. NOTA 1: A referência visual exigida significa aquela parte dos auxílios visuais ou da área de aproximação que tenha estado à vista durante um tempo suficiente, para permitir que o piloto faça uma avaliação da posição da aeronave e seu deslocamento, em relação à trajetória de voo desejada. NOTA 2: O valor da OCA não será publicado nas cartas nacionais. NOTA 3: O valor de MDA/DA publicado nas cartas nacionais corresponde ao valor da OCA definido para o segmento de aproximação final do procedimento. 4.2 CÁLCULO DE TETO 4.2.1 POUSO DIRETO O teto mínimo para pouso direto é único para todas as categorias de aeronaves, de acordo com cada tipo de procedimento (não-precisão, precisão e com guia vertical) e com os auxílios visuais disponíveis. O valor de teto mínimo para pouso direto é calculado arredondando-se o valor da OCH do segmento de aproximação final, estabelecido em relação à elevação do aeródromo ou da cabeceira, conforme o caso, para o múltiplo de 100 pés imediatamente superior. 4.2.2 PARA CIRCULAR O teto mínimo para circular é variável e dependente da categoria da aeronave, não podendo, contudo, ser inferior ao especificado para pouso direto, quando os dois procedimentos estiverem publicados em conjunto. NOTA: O valor variável ocorre porque a área de proteção do procedimento para circular é proporcional à velocidade da aeronave, podendo dar origem a diferentes valores de OCH para circular. 36 CIRCEA 100-54/2012 O valor de teto mínimo para circular é calculado arredondando-se o valor da OCH do segmento de aproximação final, estabelecido em relação à elevação do aeródromo, para o múltiplo de 100 pés imediatamente superior. NOTA: Além dos valores de OCH encontrados matematicamente, somando-se as MOC aos diversos obstáculos dentro das áreas de proteção dos procedimentos para circular, é necessário consultar a tabela 2 abaixo para identificar se o valor encontrado pode ser aplicado. Categoria MOC Limite inferior OCH acima da ADEL A 90m (295 pés) 120m (394 pés) B 90m (295 pés) 150m (492 pés) C 120m (394 pés) 180m (591 pés) D 120m (394 pés) 210m (689 pés) 150m (492 pés) 240m (787 pés) E Tabela 2 – Valores mínimos de OCH para circular. 4.3 CÁLCULO DE VISIBILIDADE 4.3.1 POUSO DIRETO 4.3.1.1 A visibilidade/RVR para pouso direto, conforme o caso, é determinada pelo valor mais elevado derivado das tabelas de 3 a 7, considerando os sistemas de luzes de aproximação apropriados. NOTA 1: As tabelas de 3 a 7 têm seus valores baseados nas tabelas encontradas no TERPS (DOC 8260-3B FAA), adaptados à legislação brasileira. NOTA 2: A tabela 7 especifica os mínimos de visibilidade que devem ser utilizados exclusivamente no pouso direto, para as aeronaves categorias C/D/E, nas aproximações de não-precisão, elaboradas sob condições especiais. Esta tabela deve ser usada após a aplicação da tabela 3 e devem ser utilizados os maiores valores. NOTA 3: Aeronave de categoria superior não poderá ter visibilidade menor que aquela de categoria inferior. NOTA 4: Para efeito de publicação, o DECEA considera que os valores de RVR são aplicáveis somente aos procedimentos de aproximação de precisão e sempre consideram o funcionamento de um ALS. NOTA 5: Os valores de visibilidade do procedimento de não-precisão não poderão ser menores que os respectivos valores dos procedimentos de precisão/com guia vertical contidos na mesma carta, para uma determinada categoria. 37 CIRCEA 100-54/2012 OCH 0 201 211 221 231 241 251 261 281 301 321 341 361 381 401 421 441 461 481 501 521 541 561 581 601 621 641 661 681 701 721 741 761 801 851 901 951 1001 1101 1201 200 210 220 230 240 250 260 280 300 320 340 360 380 400 420 440 460 480 500 520 540 560 580 600 620 640 660 680 700 720 740 760 800 850 900 950 1000 1100 1200 --- FALS RVR 5501 2, 700 5501 2, 700 5501 2, 700 5501 2, 700 5501 2, 700 5501 2, 700 5501 2, 700 6001 2, 700 6501 2, 700 700 750 850 1000 1000 1100 1100 1250 1400 1400 1550 1550 1700 IALS VIS 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 900 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1500 1600 1700 1800 1900 2000 2100 2200 2300 2400 2500 2600 2700 2700 2900 3100 3300 3600 3800 4100 4600 5000 RVR 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1100 1250 1400 1400 1550 1700 1700 VIS 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1200 1300 1400 1500 1600 1700 1800 1800 1900 2000 2100 2200 2300 2400 2500 2600 2700 2800 2900 3000 3000 3200 3400 3600 3900 4100 4400 4900 5000 BALS RVR VIS 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1250 1300 1250 1400 1400 1500 1400 1600 1550 1700 1700 1800 1700 1900 2000 2100 2100 2200 2300 2400 2500 2600 2700 2800 2900 3000 3100 3200 3300 3400 3600 3800 4100 4300 4600 5000 5000 NALS RVR VIS 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1200 1100 1300 1100 1300 1250 1300 1250 1400 1250 1400 1400 1500 1550 1600 1550 1700 1700 1800 1700 1900 2000 2100 2200 2300 2400 2400 2500 2600 2700 2800 2900 3000 3100 3200 3300 3400 3500 3600 3800 4000 4300 4500 4900 5000 5000 1. PA Categoria I com luzes de zona de toque e centro de pista. 2. PA Categoria I sem luzes de zona de toque e centro de pista autorizado quando comprimento mínimo da pista é de 1500m e para aproximação utilizando FD, AP ou HUD até a DA. Neste caso, esta observação deverá constar nos RMK da carta, conforme NOTA 6. Tabela 3 - Mínimos de visibilidade e RVR (em metros) para procedimentos ILS CAT I e APV (todas as categorias) e procedimentos de não-precisão (categorias C, D e E) 38 CIRCEA 100-54/2012 NOTA 6: Para os casos especiais apontados na Tabela 3, os valores deverão ser lançados no quadro de visibilidades da carta de aproximação de acordo com os exemplos abaixo. Exemplo 1: pista com luzes de zona de toque e centro de pista ou sem luzes e comprimento mínimo de 1500m. POUSO DIRETO CAT A B C D CAT I with TDZL/CL or DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 FD/ AP/ HUD ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800/ 1200/ 550 DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800 / 1200/ 700 MDA / OCH / TETO 650 / 630 / 700 E CAT I LOC ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 750/ 1600/ 700 2200 / 2900 / NIL Exemplo 2: pista sem luzes de zona de toque e centro de pista e comprimento mínimo de 1500m. POUSO DIRETO CAT CAT I DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800/ 1200/ 550 DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800 / 1200/ 700 MDA / OCH / TETO 650 / 630 / 700 FD/ AP/ HUD A B C D E CAT I LOC ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 750/ 1600/ 700 2200 / 2900 / NIL Exemplo 3: pista com luzes de zona de toque e centro de pista ou sem luzes e comprimento menor que 1500m. POUSO DIRETO CAT I with TDZL/CL CAT A B C D DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800/ 1200/ 550 DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800 / 1200/ 700 MDA / OCH / TETO 650 / 630 / 700 CAT I LOC ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 750/ 1600/ 700 2200 / 2900 / NIL E 39 CIRCEA 100-54/2012 Exemplo 4: pista sem luzes de zona de toque e centro de pista e comprimento menor que 1500m. POUSO DIRETO CAT A B C D DA / OCH / TETO 217 /200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) 800 / 1200/ 700 MDA / OCH / TETO 650 / 630 / 700 CAT I LOC ALS / NO ALS / RVR ALS (m) ALS TDZ/CL 750/ 1600/ 700 ALS/SSALR/SALS/SSALR E 2200 / 2900 / NIL MALSR/MALS/ODALS NO LIGHTS RVR M RVR VIS RVR VIS RVR VIS 300 350 450 500 700 750 700 750 Tabela 4 – Procedimento PAR (todas as categorias) com OCH inferior a 200 pés FALS OCH 250 - 880 881 - acima 1. RVR 1 700 1100 IALS VIS 1 750 1200 BALS NALS RVR VIS RVR VIS RVR VIS 1100 1550 1200 1600 1100 1550 1200 1600 1550 1700 1600 2000 Para NDB, RVR 1100, VIS 1200m. Tabela 5 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categoria A) OCH 250 - 740 741 - 950 951 - acima 1. RVR 1 700 1100 1550 VIS 1 800 1200 1600 RVR 2 1100 1550 1700 VIS 1200 1600 2000 RVR 1100 1550 1700 VIS 1200 1600 2000 RVR 1550 1700 VIS 1600 2000 2400 Para NDB, RVR 1100, VIS 1200m. Tabela 6 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categoria B) Elaboração de Procedimento - Final deslocada no máximo 5°; - Segmento de Aproximação Final mínimo 3NM; - Procedimento com PFAF: - Distância PFAF à THR Max 8NM (APENAS APROXIMAÇÃO POR TEMPO) TODOS OS OUTROS RVR VIS RVR VIS 700 750 1100 1200 Tabela 7 – Mínimos de visibilidade para procedimentos de não-precisão (categorias C, D e E) 4.3.2 Para circular A visibilidade para circular é determinada pelo valor mais elevado derivado das tabelas 8 e 9. NOTA: A visibilidade mínima para circular é variável e dependente da categoria da aeronave, não podendo, contudo, ser inferior às especificadas nos procedimentos para pouso direto para a mesma pista, quando os dois tipos de procedimentos estiverem publicados em conjunto. 40 CIRCEA 100-54/2012 Categoria ACFT OCH Visibilidade (m) A 350 B 450 1600 C 450 2400 D 550 E 550 3200 Tabela 8 – Valores mínimos de visibilidade permitidos para circular. OCH (ft) CAT A OCH (ft) CAT B OCH (ft) CAT C OCH (ft) CAT D OCH (ft) CAT E 351 – 810 811 – acima 1600 2000 451 – 810 811 – 950 1600 415 – 600 601 – 670 2400 2800 551 – 670 951 – acima 2000 671 – 740 741 – 810 881 – 950 951 – acima 4400 4800 3200 3600 4000 671 – 740 741 – 810 811 – 880 4400 3200 2400 811 – 880 881 – acima 3600 4000 551 – 600 601 – 670 671 – 740 741 – 810 811 – acima 4800 3200 3600 4000 4400 4800 Tabela 9 – Mínimos de visibilidade para circular em função dos valores de OCH. 5. MÍNIMOS OPERACIONAIS PARA DECOLAGEM 5.1 Os mínimos regulares para decolagem em termos de teto e visibilidade são os mesmos previstos para pouso de aeronaves categoria “A” constantes das IAC, considerando os setores de decolagem da pista em uso. NOTA 1: Aeródromos com mínimos IFR acima ou abaixo dos mínimos regulares são aqueles atualmente previstos na parte inicial da AIP-MAP e serão incorporados nas respectivas cartas de saída. NOTA 2: A visibilidade publicada na SID é referenciada ao setor de decolagem. 5.2 Os mínimos operacionais de aeródromo para decolagem são obtidos levando-se em consideração o número de motores que a aeronave possui, conforme tabela abaixo. Entretanto, os valores de teto também podem ser requeridos para ver e evitar um obstáculo. Neste caso, o procedimento publicado tem que identificar a localização do(s) obstáculo(s) que deve(m) ser evitado(s). Número de Motores Visibilidade (m) 1 ou 2 1600 3 ou 4 800 Tabela 10 - Número de motores/visibilidade 41 CIRCEA 100-54/2012 Anexo B - Histórico De Processo De Elaboração De Procedimentos ASSUNTO: Elaboração de procedimentos IFR (NDB) para o Aeroporto Afonso Pena, SBCT. 1. Motivo/Necessidade: Instalação de auxílio à navegação aérea. 2. Data de Elaboração/Modificação: 08 / 07 / 09. 3. Responsável: 1º Ten ESP CTA Fulano de Tal. 4. Identificação: NDB Rwy 15. 5. Envio ao ICA por meio do SGEP em 18 / 07 / 09. 6. Envio ao GEIV por meio do SGEP em 18 / 08 / 09. 7. Voo de Homologação realizado em 08 / 10 / 09. Of. CTA / Piloto Inspetor: 1º Ten ESP CTA Fulano de Tal / Cap Av Ciclano de Tal. Aprovação: Sem Rest. ( x ) / Não aprovado ( ) 8. Publicação: EMD AIP n.º 13/09, de 16 / 12 / 09, com entrada em vigor em 13 / 01 / 10. DATA OBSERVAÇÕES – COMENTÁRIOS RESPONS. 42 CIRCEA 100-54/2012 Anexo C - Ficha Cadastro Carta de Aproximação por Instrumento de não-Precisão Convencional FICHA CADASTRO CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE NÃO-PRECISÃO CONVENCIONAL 1. IDENTIFICAÇÃO: LOCALIDADE: Florianópolis / Hercílio Luz, SBFL. CARTA: VOR Rwy 14 2. PISTA: DIMENSÕES 2.294,93m x 45m RWY 14 RUMO VERD 121º 11’ 44.00” ADEL(ft) 17,32 THEL(ft) 16,72 Grad Pista(%) 0,70 Código 4 OBS: TORA 2.294m, TODA 2.294m, ASDA 2.294m, LDA 2.294m. FONTE: Perfil de pista de junho de 2000 e tabela de localização de auxílios de fevereiro de 2004, ambos do ICA. 3. GERAL: TIPO PROCEDIMENTO NPA SENSOR VOR/DME COORDENADAS 31º43’08”s/052º19’41”w ELEV BASE ANT 17m 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: LEGISLAÇÃO EDIÇÃO / EMENDA / DATA DOC 8168 – PANS-OPS 5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010 ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais) CHANGE 21 – 05/06/2009 CIRCEA 100-54 Março de 2012 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL 5.1.1 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO(NM) RDH(ft) 5,7 50 GRADIENTE RUMO VERD DISTÂNCIA(m) ALTITUDE FAF(ft) 5,94% (3,4 graus) 121.20 --- 2.100 OBS: Segmento alinhado com a pista. 5.1.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 64 IDENT Prédio ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 246 OCA(ft) 590 OCH(ft) 573 TETO(ft) 600 OBS: NIL. 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.2.1 DADOS INICIAIS IAS (KT) 230 TAS + 10Kt 254 d(m) 392 X(m) 1.960 ATT(m) 1.852 SOC(m) 4.204 Gradiente(%) 5,0 OCH final (ft) 573 43 CIRCEA 100-54/2012 5.2.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 4 Ident Área SECUNDÁRIA ÁRVORE MOC(ft) 90,93 OCA(ft) 530 OCH(ft) 513 TETO(ft) 600 OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi elevado para 5% para livrar os obstáculos nº 34, 27 e 17 e, consequentemente, reduzir a OCH do segmento de aproximação final de 677 ft para 513 ft. 5.2.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.2.4.1 DADOS DA VSS Tipo OCH (ft) Alinhamento NPA 573 0,00 5.2.4.2 ANÁLISE DA VSS 3,0 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,1 Graus Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 3,2 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,3 Graus Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 3,4 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,5 Graus Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 OBS: Não houve violação da VSS. 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.3.1 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD GRADIENTE 5,0 121.20 OBS: NIL 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° IDENT 127 MORRO ALTITUDE IF(ft) 3,94% (2,25º) ÁREA SECUNDARIA MOC(ft) 427,21 2.100 OCA(ft) 2.100 OCH(ft) 2.019 - OBS: NIL. 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.4.1 CARACTERÍSTICAS IAF COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD 1 7,0 121.20 GRADIENTE 6,65% (3,80º) ALTITUDE IAF(ft) 3.300 2 --- --- --- --- 3 --- --- --- --- OBS: NIL. 44 CIRCEA 100-54/2012 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS IAF 1 N° 352 IDENT ÁREA PRIMÁRIA MORRO MOC(ft) 985 OCA(ft) 3.300 OCH(ft) 3.283 - MOC(ft) --- OCA(ft) --- OCH(ft) --- - MOC(ft) --- OCA(ft) --- OCH(ft) --- - IAF 2 N° --- IDENT --- ÁREA --IAF 3 N° --- IDENT --- ÁREA --- OBS: As altitudes de início em cada IAF foram escolhidas em função da necessidade de compatibilização com o valor da MSA. O comprimento de 7NM foi estabelecido para manter o gradiente de descida dentro de parâmetros aceitáveis. 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: MSA ( X ) TAA ( ) OBSTÁCULOS SETOR Nº MOC(ft) OCA(ft) STEPDOWN(NM) 301.2º/51.2º 348 985 7.500 10 51.2º/191.2º 348 985 7.500 10 191.2º/301.2º 349 985 4.000 - OBS: O STEPDOWN foi estabelecido visando permitir a descida da aeronave para uma altitude que permita a manutenção do gradiente de descida dos segmentos iniciais e intermediário em valores aceitáveis. 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS RUMOS Nº ÁREA MOC(ft) OCA(ft) ESPERA 1 121.2º/301.2º 350 PRIMARIA 1.000 4.000 ESPERA 2 121.2º/301.2º 374 PRIMARIA 1.000 4.000 OBS: A ESPERA1 foi estabelecida com curvas à esquerda tendo em vista a menor complexidade do relevo naquele setor e sua altitude foi elevada para 6000 pés para compatibilização com o valor da MSA. 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: ALTITUDE RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL 1,49 2,0 3,0 3,2 4,0 5,7 RWY 14 ALT (HGT) 590 573 789 772 1150 1133 1222 1205 1511 1494 2200 2183 45 CIRCEA 100-54/2012 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL KT 90 550 FPM 110 700 130 800 150 900 FAF-MAPT 170 1050 190 1150 NIL 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: POUSO DIRETO CAT A B MDA / OCH / TETO VOR/DME ALS / NO ALS / RVR ALS (m) C D E 590 / 573 / 600 NIL / 1600 / NIL NIL / 2600 / NIL 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado. PARA CIRCULAR MDA / OCH / TETO VIS (m) 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: 1. Considerando os mínimos obtidos sem a utilização do DME (cerca de 1.300 pés, muito próximos dos mínimos para operação VFR, portanto), DME FLN requerido à execução do procedimento; 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: N 4 20 Ident ÁRVORE ÁRVORE H H Altitude (m) Fonte Tipo Lat Long Obst. Natural 08 10 34,45 S 036 08 42,90 W 774,29 Lev Plan Obst. Natural 08 10 02,86 S 036 14 22,90 W 851,50 Lev Plan Data Ago/10 Ago/10 9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: SBFL - FLORIANOPOLIS/HERCILIO LUZ, SC - AGA 30/07/10 19:09 - 30/01/11 00:00 PSN NR 4 PATIO NR 2 CLSD REF: AIP-BRASIL MAP ADC) (E1877/2010) 20/09/10 14:31 - PERM SER COMBUSTIVEL (QUEROSENE E AVGAS) MODIFICAR: 1) NA AIP BRASIL AD 2.3 ITEM 12 OBSERVACOES (2) PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048 (48)3236-1464 (48)3236-1464 (48)3338-3459 (48)3338-3459 (48)8834-6080 (48)8834-6080 (48)8826-2111 (48)8826-2111. NO PATIO MIL, AVBL SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA. 2)NO ROTAER 3-F: RMK (2.2): PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048 (48)3236-1464 (48)3236-1464 (48)3338-3459 (48)3338-3459 (48)8834-6080 (48)8834-6080 (48)8826-2111 (48)8826-2111. NO PATIO MIL, AVBL SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.) (E2422/2010) 46 CIRCEA 100-54/2012 27/09/10 17:19 - 23/03/11 18:00 MET CMM (1 A 9) AVBL O/R PELO TEL (48) 3229-5039 (48) 3229-5039 OU (48) 3236-0788 (48) 32360788 R:430 COM 24H DE ANTECEDENCIA REF.: ROTAER 3-F) (E2504/2010) 08/11/10 16:55 - PERM SER COMBATE INCENDIO/SALVAMENTO REDUZIDO A CAT 7 REF: AIP BRASIL AD 2.6 ROTAER 3-F) (E3005/2010) 22/11/10 00:00 - 29/04/11 02:59 AD - OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA 12 (DOZE) TONELA DAS SOMENTE MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TELEFONES (48) 3331-4012 (48) 3331-4012 OU (48) 3331-4095 (48) 3331-4095 COM MNM 24HR BFR LDG REF: AIP BRASIL AD 2.2) (E3021/2010) 27/12/10 21:57 - 15/03/11 01:59 AD - AP COORDENADO, EM CONSEQUENCIA: 1)CONFORME REGRAS E PROC DESCRITOS NA AIP-BRASIL ENR 1.9 ITEM 2,TODAS AS ACFT QUE PRETENDAM OPR EM SBFL TERAO SUAS OPS CONDICIONADAS A DISPONIBILIDADE DE ATENDIMENTO EM FUNCAO DA CAPACIDADE DE PATIO DO AD E DEVERAO SOLICITAR O ATENDIMENTO COM ANTECEDENCIA MNM DE 01 HR E MAX DE 25 HR DA HR DESEJADA DA OPS A CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS ATRAVES DO SITE DO GNA (WWW.CGNA.GOV.BR), NA OPCAO SERVICOS. O ATENDIMENTO SERA CONFIRMADO PELO FORNECIMENTO DE UM CODIGO NUMERICO QUE DEVERA CONSTAR NO ITEM 18 DO PLN PRECEDIDO DA SIGLA RMK/CLR EXEMPLO: RMK/CLR FL 165342. 2)AS ACFT QUE OPEREM EM SBSP, SBBR OU SBMT CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBFL, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBSP, SBBR OU SBMT, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBFL. 3) AS ACFT QUE OPEREM SM SBFL, CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBJR, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBFL, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBJR. 4) SERA APLICADO SLOT DE OPORTUNIDADE EM SBFL AS ACFT CITADAS NO ITEM 2 5) AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA SUPERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO PREVISTO DEVERAO CANCELA-LO PELO SITE DO CGNA. 6)AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA INFERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO PREVISTO DEVERAO INFORMAR A SALA AIS DO AP COORDENADO OU AO ORGAO ATC, QUANDO EM VOO. 7) SERA ALOCADO NO MAX 01(UM) PAR DE SLOTS DLY, POR MATRICULA DE 47 CIRCEA 100-54/2012 ACFT 8) A ACFT PODERA PERMANECER NO MAX ATE 01(UMA) HORA NO PATIO DE SBFL. CASOS EMERGENCIAIS DEVERAO SER COORDENADOS COM A ADMINISTRACAO DO AD. 9) OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA DE 12(DOZE) TONELADAS SOMENTE MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TEL (48)3331-4012 (48)3331-4012 OU (48)3331-4095 (48)3331-4095 COM MNM 24 HR BFR LDG. 10)O PERIODO DE FUNCIONAMENTO DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS SERA DE 09 DEC 2010 TIL 15 MAR 2011 H24. 11)OS SLOTS PARA VOOS REGULARES SAO DISTRIBUIDOS POR OCASIAO DA APROVACAO DO HOTRAN, CONSTANDO DE PLANILHA ESPECIFICA. OS PROCEDIMENTOS DESCRITOS NO ITEM 1 NAO SE APLICAM AOS VOOS REGULARES. 12)PRB UTILIZACAO DE SBFL COMO MUDANCA DE DEST OU ALTN DOS FLTS ORIGINALMENTE PLANEJADOS DEVIDO CAPACIDADE DE PATIO. 13)PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS, LIGAR PARA O TELEFONE DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS 0800-282-6612, SALA AIS DE SBFL (48)32295039. (E3458/2010) 31/12/10 14:44 - 20/03/11 02:00 RWY 03/21 CLSD DEVIDO PRKG ACFT NOS PRIMEIROS 600M DA THR 03) (E3487/2010) - ATM 19/11/10 17:07 - 19/05/11 17:07 APP- NAO SERAO ACEITOS PELO APP FLORIANOPOLIS PLANOS DE VOO AFIL DE ACFT DECOLANDO DE AD SITUADOS NA PROJECAO DOS LIMITES DA TMA FLORIANOPOLIS, DESPROVIDOS DE SALA AIS. AS ACFT DEVERAO APRESENTAR ANTES DA DECOLAGEM, O PLANO DE VOO COMPLETO A QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR DE ORIGEM DO VOO, OU PLANO DE VOO SIMPLIFICADO A SALA AIS DE FLORIANOPOLIS TEL PLN/FAX:(48)3229-5039 REF: AIP BRASIL AD 2) (E3086/2010) - CNS 12/03/10 19:09 - PERM VOR/DME FLN FREQ 113.40MHZ CANAL 81X COORD 274011.70S/0483225.63W O PR H24 INSTL REF: ROTAER 3-F AIP ENR 2.1 ENR 4.1 AD 2.19) (E0633/2010) 19/11/10 13:16 - 23/03/11 22:00 FAC A/G OPS 122.50MHZ U/S) 48 CIRCEA 100-54/2012 (E3072/2010) - NAV 03/12/10 08:10 - 28/02/11 01:00 DEC 03/04 TIL FEB 27/28 SR/0100 PJE ACONTECERA SUBJ COOR APP FLORIANOPOLIS CENTRO COORD 280124S/0483648W (GAROPABA, SC) RAIO 3KM RTO GND - FL140)) (E3218/2010) - OTR 19/10/10 09:00 - 23/03/11 18:00 AIS MIL HR SER: OCT 19 TIL FEB 20 0900/1700 FEB 21 TIL MAR 23 1000/1800 MON TIL FRI (EXC HOL) NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO A SALA AIS CIVIL DE FLORIANOPOLIS PELO TEL PLN/FAX (48)3229-5039 TEL PLN (48)3235-2732 REF.: ROTAER 3-F) (E2806/2010) ---| FIM DA LISTAGEM |--- ASSINATURA: ELABORADO POR: FULANO DE TAL ASSINATURA: REVISADO POR: CICLANO DE TAL Data: 15/01/11 Data: 17/01/11 49 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS N 4 5 7 8 9 26 34 35 36 37 42 45 Ident 47 46 42 RVR-2(TRANSMISSOR) ANEMÔMETRO 2 PONTO PARADA 5A - PATIO 1 RVR-1 (RECEPTOR) ANEMÔMETRO 1 RVR-1 (TRANSMISSOR) GLIDE SLOPE IFL BIRUTA AP-1017(TWR ANTIGA) Tipo Implantação Implantação Implantação Aux. Naveg. Aux. Naveg. Obst. Natural Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Implantação Lat 27 40 36,7 27 40 40,1 27 40 40,1 27 40 26,8 27 40 26,6 27 39 57,2 27 40 07,6 27 40 07,8 27 40 06,3 27 40 05,7 27 40 11,4 27 39 47,5 H S S S S S S S S S S S S Long 048 31 44,6 048 31 45,4 048 31 41,1 048 32 02,1 048 32 02,1 048 32 38,7 048 32 52,4 048 32 52,5 048 32 54,7 048 32 55,9 048 33 03,2 048 32 54,3 H Altitude (m) W 8,13 W 10,14 W 10,21 W 6,90 W 11,95 W 4,62 W 7,34 W 12,47 W 7,37 W 12,24 W 10,97 W 26,98 Fonte LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA Data Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Dez/07 Ago/10 Ago/10 50 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR VEL Path Term. Nome Localização Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude (ft) (KT) TF SUSER 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w FB Y ---- ---- 5000 TF PINPI 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w FB Y 258 ---- TF CANO 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w FB Y 348 TF FOFO 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w FB Y FA RONI FB DF CAROL FB 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w 25 48 12.3 s 048 24 35.2 w VPA Perform. Requerida 250 ---- ---- 4000 ---- ---- ---- ---- 2680 150 ---- ---- 348 R 370 ---- 3,50º ---- Y 348 ---- 770 ---- ---- ---- Y ---- L 5000 ---- ---- ---- 51 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta; OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre outros. OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta, considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam. 52 CIRCEA 100-54/2012 ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE NÃO-PRECISÃO 1. IDENTIFICAÇÃO: (a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade; (b) Carta: Inserir a identificação da carta; 2. PISTA: (a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista; (b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo; (d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais; (e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais; (f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais; (g) CÓDIGO: Inserir o código de referência; (h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista; (i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma; 3. GERAL: (a) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre outros; (b) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena; (c) ELEV BASE ANT: Inserir a elevação da base da antena; 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: (a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s) procedimento(s). 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL 5.1.1 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de grau; (e) DISTÂNCIA: Inserir a distância de cruzamento do segmento de aproximação final com o eixo da pista; 53 CIRCEA 100-54/2012 (f) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.2.1 DADOS INICIAIS (a) IAS: Inserir o valor da velocidade indicada considerada; (b) TAS + 10KT: Inserir o valor da TAS calculada com acréscimo de 10 KT; (c) d(m): Inserir o valor de distância percorrida durante 3 seg; (d) x(m): Inserir o valor de distância percorrida durante 15 seg; (e) ATT(m): Inserir o valor da tolerância do fixo, conforme o caso; (f) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT; (g) GRADIENTE: Inserir o valor de gradiente considerado no segmento de aproximação perdida; (h) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final; 5.2.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 54 CIRCEA 100-54/2012 5.2.4.1 DADOS DA VSS (a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA; (b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS; (c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos à direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para OFFSET/deslocamento à esquerda do eixo da pista; 5.2.4.2 ANÁLISE DA VSS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.3.1 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.4.1 CARACTERÍSTICAS (a) IAF: Inserir a identificação do IAF; (b) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; 55 CIRCEA 100-54/2012 (d) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (e) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF; (f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: (a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso; (b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: (a) Inserir os valores de distância definidos; 56 CIRCEA 100-54/2012 (b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma determinada distância; (c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura; 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: (a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final do procedimento de aproximação de não-precisão para uma determinada velocidade; (b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso; 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: (a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO; (c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual da pista, quando for o caso; 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: (a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO; (b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis; 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: (a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP; 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: (a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão ser inseridos pelo ICA na planta da carta; 9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: (a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento; ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo; (c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea); (d) LAT: Inserir a latitude; (e) H: Inserir o hemisfério; (f) LONG: Inserir a longitude; (g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude; (h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc; (i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso; ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR (a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento; 57 CIRCEA 100-54/2012 (b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento; (c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto; (d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY; (e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório; (f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo; (g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda; (h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento; (i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento; (j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento; (k) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento; 58 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO D FICHA CADASTRO CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO RNAV (GNSS) 1. IDENTIFICAÇÃO: LOCALIDADE: Florianópolis / Hercílio Luz, SBFL. CARTA: RNAV (GNSS) Rwy 14 2. PISTA: DIMENSÕES RWY RUMO VERD ADEL(ft) THEL(ft) Grad Pista(%) Código 2.294,93m x 45m 14 121º 11’ 44.00” 17,32 16,72 0,70 4 OBS: TORA 2.294m, TODA 2.294m, ASDA 2.294m, LDA 2.294m FONTE: Perfil de pista de junho de 2000 e tabela de localização de auxílios de fevereiro de 2004, ambos do ICA. 3. GERAL: TIPO PROCEDIMENTO APV SENSOR GNSS NPA GNSS 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: LEGISLAÇÃO EDIÇÃO / EMENDA / DATA DOC 8168 – PANS-OPS 5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010 ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais) CHANGE 21 – 05/06/2009 CIRCEA 100-54 Março de 2012 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (VNAV) 5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ) Nº IDENT ÁREA VIOLAÇÃO(m) --- --- --- --- OBS: OFZ não violada. OCH mínima de 75m. 5.1.2 CÁLCULOS VPA RDH Tempmin HGTFAP CorrTemp Grad Perd IAS VAR ISA 3,40º 15 m -10º C 2.047 pés 192 pés 4,00% 230KT 15 TAS X (18seg) SOC(m) ÂngFAS XFAS(m) XZi(m) XZf(m) 244 KT 2.270,48m 2.714,48m 3,94º 1.484,59m -548,89m -1.048,89m OBS: Tendo em vista a MDA de 2.100 pés do segmento intermediário, foi analisada inicialmente a final com 6.4NM e VPA 3.00º, encontrando-se MDA de 750 pés. 59 CIRCEA 100-54/2012 Na tentativa de reduzir o valor da MDA, foram realizados diversos ensaios, os quais apontaram como melhor resultado o estabelecimento do comprimento da final em 5.7NM e o VPA em 3.40º, conseguindo-se reduzir a MDA em cerca de 300 pés. Paralelo a isso, o aumento do gradiente da aproximação perdida para 4,0% possibilitou uma redução da OCH do segmento Baro/VNAV de 394 pés para 319 pés. Sendo assim as referidas modificações geraram ganho operacional tanto para o procedimento BARO/VNAV quanto para o procedimento LNAV. 5.1.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 64 IDENT Prédio ÁREA Superf. Horiz. VIOLAÇÃO(m) 22,26 m OCA(ft) 340 pés OCH(ft) 319 pés TETO(ft) 400 pés 45 Antena Superf. Horiz. 21,88 m 340 pés 318 pés 400 pés 67 Árvore Superf. Horiz. 13,93 m 310 pés 292 pés 300 pés 66 Torre Superf. Horiz. 13,86 m 310 pés 292 pés 300 pés 72 Casa Superf. Horiz. 13,77 m 310 pés 291 pés 300 pés 71 Árvore Superf. Horiz. 13,46 m 310 pés 290 pés 300 pés OBS: NIL 5.1.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.1.4.1 DADOS DA VSS Tipo OCH (ft) Alinhamento APV 319 5.1.4.2 ANÁLISE DA VSS 0,00 3,0 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,1 Graus Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 3,2 Graus Nº -- Ident 3,3 Graus Violação(m) Recuo(m) Violação(m) Recuo(m) 0,00 0,00 0,00 0,00 ---------------------------- 3,4 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,5 Graus Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 OBS: Não houve violação da VSS. 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LNAV) 5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA Segmento alinhado com a pista. 5.2.2 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO(NM) 5.7 NM RDH(ft) 50 GRADIENTE 5,94% (3,4 graus) ALTITUDE FAF(ft) 2.100 60 CIRCEA 100-54/2012 5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 64 IDENT Prédio ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 246 OCA(ft) 590 OCH(ft) 573 TETO(ft) 600 45 Antena SECUNDARIA. 55,88 440 423 500 67 Árvore SECUNDÁRIA 33,93 430 413 500 OBS: (1) Considerando o posicionamento do obstáculo nº 64, foi estabelecido um SDF no segmento de aproximação final a 3.2NM da cabeceira. Esta distância foi determinada por meio do critério previsto no item 2.7.4 (Obstacle close to a final approach fix or stepdown fix) do DOC 8168. 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.3.1 DADOS INICIAIS SOC(m) 2.714,48m Gradiente(%) 5,0% OCH final(ft) 573 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 4 Ident ÁRVORE Área SECUNDÁRIA MOC(ft) 90,93 OCA(ft) 530 OCH(ft) 513 TETO(ft) 600 OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi elevado para 5% para livrar os obstáculos nº 34, 27 e 17 e, consequentemente, reduzir a OCH do segmento de aproximação final de 677 ft para 513 ft. 5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.3.4.1 DADOS DA VSS Tipo OCH (ft) Alinhamento NPA 573 0,00 5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS 3,0 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,1 Graus Recuo(m) 0,00 3,2 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Ident ---------------------------- Recuo(m) 0,00 3,3 Graus Violação(m) Recuo(m) Violação(m) Recuo(m) 0,00 0,00 0,00 0,00 3,4 Graus Nº -- Violação(m) 0,00 Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,5 Graus Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 OBS: Não houve violação da VSS. 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.4.1 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO RUMO VERD GRADIENTE ALTITUDE IF(ft) 61 CIRCEA 100-54/2012 5,0NM 121.20 0,00% (0º) 2.100 OBS: NIL 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 127 IDENT MORRO ÁREA SECUNDARIA MOC(ft) 427,21 OCA(ft) 2.100 OCH(ft) 2.019 - OBS: NIL. 5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.5.1 CARACTERÍSTICAS IAF COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD GRADIENTE ALTITUDE IAF(Ft) Esquerdo 7,0 NM 51.20 7,86% (4,49º) 3.300 Central 7,0 NM 121.20 6,65% (3,80º) 3.300 Direito 7,0 NM 191.20 2,01% (1,15º) 3.300 OBS: NIL. 5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS IAF ESQUERDO N° 351 IDENT MORRO ÁREA PRIMÁRIA MOC(ft) 985 OCA(ft) 3.300 OCH(ft) 3.283 - OCA(ft) 3.300 OCH(ft) 3.283 - OCA(ft) 3.300 OCH(ft) 3.283 - IAF CENTRAL N° 352 IDENT MORRO ÁREA PRIMÁRIA MOC(ft) 985 IAF DIREITO N° 353 IDENT MORRO ÁREA PRIMÁRIA MOC(ft) 985 OBS: As altitudes de início em cada IAF foram escolhidas em função da necessidade de compatibilização com o valor das TAA. O comprimento de 7NM foi estabelecido para manter o gradiente de descida dentro de parâmetros aceitáveis, considerando o TRD de 5,65NM para os IAF laterais. 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: SETOR MSA ( ) TAA ( X ) OBSTÁCULOS Nº MOC(ft) OCA(ft) STEPDOWN(NM) 301.2º/51.2º 348 985 7.500 10 51.2º/191.2º 348 985 7.500 10 191.2º/301.2º 349 985 4.000 - 62 CIRCEA 100-54/2012 OBS: O STEPDOWN foi estabelecido visando permitir a descida da aeronave para uma altitude que permita a manutenção do gradiente de descida dos segmentos iniciais e intermediário em valores aceitáveis. 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS RUMOS Nº ÁREA MOC(ft) OCA(ft) ESPERA 1 121.2º/301.2º 350 PRIMARIA 1.000 4.000 ESPERA 2 121.2º/301.2º 374 PRIMARIA 1.000 4.000 OBS: A ESPERA1 foi estabelecida com curvas a esquerda tendo em vista a menor complexidade do relevo naquele setor e sua altitude foi elevada para 6000 pés para compatibilização com o valor da TAA. 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: ALTITUDE RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL RWY 14 1,49 2,0 3,0 3,2 4,0 5,7 ALT (HGT) 590 573 789 772 1150 1133 1222 1205 1511 1494 2200 2183 OBS: NIL. 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL KT FPM 90 550 110 700 130 800 150 900 FAF-MAPT 170 1050 190 1150 NIL OBS: NIL. 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: POUSO DIRETO CAT A B C DA / OCH / TETO 319 / 302 / 400 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) NIL / 1600 / NIL MDA / OCH / TETO 590 / 573 / 600 LNAV/VNAV LNAV ALS / NO ALS / RVR ALS (m) NIL / 1600 / NIL D NIL / 2600 / NIL OBS: NIL. 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado. PARA CIRCULAR MDA / OCH / TETO VIS (m) OBS: NIL. 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: Criados os seguintes WP com as respectivas coordenadas WGS-84: (a) FL-WPT1 – MAHF - 27 48 53.01 S/48 16 26.62 W; 1. (b) RWY14 – MAPT – 27 39 56.6 S/048 33 04.3 W; (c) FL-WPT2 – FAP - 27 36 58.84 S/48 38 33.61 W; (d) FL-WPT3 – IF – 27 34 22.92 S/48 43 22.37 W; E 63 CIRCEA 100-54/2012 (e) FL-WPT4 - IAF1 - 27 38 46.69 S/48 49 30.95 W; (f) FL-WPT5 – IAF2 - 27 30 44.58 S/48 50 6.42 W; e (g) FL-WPT6 – IAF 3 - 27 27 29.76 S/48 41 50.66 W 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: N 4 20 Ident ÁRVORE ÁRVORE H H Altitude (m) Fonte Tipo Lat Long Obst. Natural 08 10 34,45 S 036 08 42,90 W 774,29 Lev Plan Obst. Natural 08 10 02,86 S 036 14 22,90 W 851,50 Lev Plan Data Ago/10 Ago/10 9.2 TABELA DE VALORES PARA VOO DE HOMOLOGAÇÃO: (SOMENTE PARA PROCEDIMENTO APV BARO/VNAV) BARO-VNAV RWY (14) – SBFL COORDENADAS (FAP) FAF 27 36.98 S/48 38.56 W COORDENADAS CABECEIRA (14) 27 39.94 S/048 33.72 W AVALIAÇÃO DA CLEARANCE PONTO Origem da Superfície de Avaliação da Aproximação (Início da descida) Término da Superfície (Nivelamento) Início da Superfície de Avaliação da Aproximação Perdida (Início da subida) LOCALIZAÇÃO FAP (FAF) 10,70 NM (*) -17,31 NM (*) ALTITUDE 1236 pés 2700 pés 2700 pés GRADIENTE DE SUBIDA 4,52% 0% 2,5% (*) Distância para a THR. Valor negativo significa que o ponto está depois da THR. 9.3 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: SBFL - FLORIANOPOLIS/HERCILIO LUZ, SC - AGA 30/07/10 19:09 - 30/01/11 00:00 PSN NR 4 PATIO NR 2 CLSD REF: AIP-BRASIL MAP ADC) (E1877/2010) 20/09/10 14:31 - PERM SER COMBUSTIVEL (QUEROSENE E AVGAS) MODIFICAR: 1) NA AIP BRASIL AD 2.3 ITEM 12 OBSERVACOES (2) PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048 (48)3236-1464 (48)3236-1464 (48)3338-3459 (48)3338-3459 (48)8834-6080 (48)8834-6080 (48)8826-2111 (48)8826-2111. NO PATIO MIL, AVBL SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA. 2)NO ROTAER 3-F: RMK (2.2): PETROBRAS: H24 TEL: (48)3236-0048 (48)3236-0048 (48)3236-1464 (48)3236-1464 (48)3338-3459 (48)3338-3459 (48)8834-6080 (48)8834-6080 (48)8826-2111 (48)8826-2111. NO PATIO MIL, AVBL 64 CIRCEA 100-54/2012 SOMENTE 0800-0300; FORA DESTE HORARIO, SOLICITAR POR TEL COM 1 (UMA) HORA DE ANTECEDENCIA.) (E2422/2010) 27/09/10 17:19 - 23/03/11 18:00 MET CMM (1 A 9) AVBL O/R PELO TEL (48) 3229-5039 (48) 3229-5039 OU (48) 3236-0788 (48) 32360788 R:430 COM 24H DE ANTECEDENCIA REF.: ROTAER 3-F) (E2504/2010) 08/11/10 16:55 - PERM SER COMBATE INCENDIO/SALVAMENTO REDUZIDO A CAT 7 REF: AIP BRASIL AD 2.6 ROTAER 3-F) (E3005/2010) 22/11/10 00:00 - 29/04/11 02:59 AD - OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA 12 (DOZE) TONELA DAS SOMENTE MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TELEFONES (48) 3331-4012 (48) 3331-4012 OU (48) 3331-4095 (48) 3331-4095 COM MNM 24HR BFR LDG REF: AIP BRASIL AD 2.2) (E3021/2010) 27/12/10 21:57 - 15/03/11 01:59 AD - AP COORDENADO, EM CONSEQUENCIA: 1)CONFORME REGRAS E PROC DESCRITOS NA AIP-BRASIL ENR 1.9 ITEM 2,TODAS AS ACFT QUE PRETENDAM OPR EM SBFL TERAO SUAS OPS CONDICIONADAS A DISPONIBILIDADE DE ATENDIMENTO EM FUNCAO DA CAPACIDADE DE PATIO DO AD E DEVERAO SOLICITAR O ATENDIMENTO COM ANTECEDENCIA MNM DE 01 HR E MAX DE 25 HR DA HR DESEJADA DA OPS A CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS ATRAVES DO SITE DO GNA (WWW.CGNA.GOV.BR), NA OPCAO SERVICOS. O ATENDIMENTO SERA CONFIRMADO PELO FORNECIMENTO DE UM CODIGO NUMERICO QUE DEVERA CONSTAR NO ITEM 18 DO PLN PRECEDIDO DA SIGLA RMK/CLR EXEMPLO: RMK/CLR FL 165342. 2)AS ACFT QUE OPEREM EM SBSP, SBBR OU SBMT CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBFL, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBSP, SBBR OU SBMT, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBFL. 3) AS ACFT QUE OPEREM SM SBFL, CUJA ORIGEM OU DESTINO SEJA SBJR, DEVERAO SOLICITAR SLOT APENAS PARA A OPERACAO EM SBFL, E ESTARAO DISPENSADAS DA SOLICITACAO DE SLOT EM SBJR. 4) SERA APLICADO SLOT DE OPORTUNIDADE EM SBFL AS ACFT CITADAS NO ITEM 2 5) AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA SUPERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO PREVISTO DEVERAO CANCELA-LO PELO SITE DO CGNA. 65 CIRCEA 100-54/2012 6)AS ACFT DE POSSE DE UM SLOT ATC QUE TENHAM CONHECIMENTO DA SUA NAO UTILIZACAO COM ANTECEDENCIA INFERIOR A 02(DUAS) HR DO HORARIO PREVISTO DEVERAO INFORMAR A SALA AIS DO AP COORDENADO OU AO ORGAO ATC, QUANDO EM VOO. 7) SERA ALOCADO NO MAX 01(UM) PAR DE SLOTS DLY, POR MATRICULA DE ACFT 8) A ACFT PODERA PERMANECER NO MAX ATE 01(UMA) HORA NO PATIO DE SBFL. CASOS EMERGENCIAIS DEVERAO SER COORDENADOS COM A ADMINISTRACAO DO AD. 9) OPS ACFT AVIACAO GERAL ACIMA DE 12(DOZE) TONELADAS SOMENTE MEDIANTE AUTH DO CENTRO DE OPS AEROPORTUARIAS LOCAL PELOS TEL (48)3331-4012 (48)3331-4012 OU (48)3331-4095 (48)3331-4095 COM MNM 24 HR BFR LDG. 10)O PERIODO DE FUNCIONAMENTO DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS SERA DE 09 DEC 2010 TIL 15 MAR 2011 H24. 11)OS SLOTS PARA VOOS REGULARES SAO DISTRIBUIDOS POR OCASIAO DA APROVACAO DO HOTRAN, CONSTANDO DE PLANILHA ESPECIFICA. OS PROCEDIMENTOS DESCRITOS NO ITEM 1 NAO SE APLICAM AOS VOOS REGULARES. 12)PRB UTILIZACAO DE SBFL COMO MUDANCA DE DEST OU ALTN DOS FLTS ORIGINALMENTE PLANEJADOS DEVIDO CAPACIDADE DE PATIO. 13)PARA MAIORES ESCLARECIMENTOS, LIGAR PARA O TELEFONE DA CENTRAL INTEGRADA DE SLOTS 0800-282-6612, SALA AIS DE SBFL (48)32295039. (E3458/2010) 31/12/10 14:44 - 20/03/11 02:00 RWY 03/21 CLSD DEVIDO PRKG ACFT NOS PRIMEIROS 600M DA THR 03) (E3487/2010) - ATM 19/11/10 17:07 - 19/05/11 17:07 APP- NAO SERAO ACEITOS PELO APP FLORIANOPOLIS PLANOS DE VOO AFIL DE ACFT DECOLANDO DE AD SITUADOS NA PROJECAO DOS LIMITES DA TMA FLORIANOPOLIS, DESPROVIDOS DE SALA AIS. AS ACFT DEVERAO APRESENTAR ANTES DA DECOLAGEM, O PLANO DE VOO COMPLETO A QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR DE ORIGEM DO VOO, OU PLANO DE VOO SIMPLIFICADO A SALA AIS DE FLORIANOPOLIS TEL PLN/FAX:(48)3229-5039 REF: AIP BRASIL AD 2) (E3086/2010) - CNS 12/03/10 19:09 - PERM VOR/DME FLN FREQ 113.40MHZ CANAL 81X COORD 274011.70S/0483225.63W O PR H24 INSTL REF: ROTAER 3-F 66 CIRCEA 100-54/2012 AIP ENR 2.1 ENR 4.1 AD 2.19) (E0633/2010) 19/11/10 13:16 - 23/03/11 22:00 FAC A/G OPS 122.50MHZ U/S) (E3072/2010) - NAV 03/12/10 08:10 - 28/02/11 01:00 DEC 03/04 TIL FEB 27/28 SR/0100 PJE ACONTECERA SUBJ COOR APP FLORIANOPOLIS CENTRO COORD 280124S/0483648W (GAROPABA, SC) RAIO 3KM RTO GND - FL140)) (E3218/2010) - OTR 19/10/10 09:00 - 23/03/11 18:00 AIS MIL HR SER: OCT 19 TIL FEB 20 0900/1700 FEB 21 TIL MAR 23 1000/1800 MON TIL FRI (EXC HOL) NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO A SALA AIS CIVIL DE FLORIANOPOLIS PELO TEL PLN/FAX (48)3229-5039 TEL PLN (48)3235-2732 REF.: ROTAER 3-F) (E2806/2010) ---| FIM DA LISTAGEM |--- ASSINATURA: ELABORADO POR: FULANO DE TAL ASSINATURA: REVISADO POR: CICLANO DE TAL Data: 15/01/11 Data: 17/01/11 67 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS N 4 5 7 8 9 26 34 35 36 37 42 45 Ident 47 46 42 RVR-2(TRANSMISSOR) ANEMÔMETRO 2 PONTO PARADA 5A - PATIO 1 RVR-1 (RECEPTOR) ANEMÔMETRO 1 RVR-1 (TRANSMISSOR) GLIDE SLOPE IFL BIRUTA AP-1017(TWR ANTIGA) Tipo Implantação Implantação Implantação Aux. Naveg. Aux. Naveg. Obst. Natural Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Aux. Naveg. Implantação Lat 27 40 36,7 27 40 40,1 27 40 40,1 27 40 26,8 27 40 26,6 27 39 57,2 27 40 07,6 27 40 07,8 27 40 06,3 27 40 05,7 27 40 11,4 27 39 47,5 H S S S S S S S S S S S S Long 048 31 44,6 048 31 45,4 048 31 41,1 048 32 02,1 048 32 02,1 048 32 38,7 048 32 52,4 048 32 52,5 048 32 54,7 048 32 55,9 048 33 03,2 048 32 54,3 H Altitude (m) W 8,13 W 10,14 W 10,21 W 6,90 W 11,95 W 4,62 W 7,34 W 12,47 W 7,37 W 12,24 W 10,97 W 26,98 Fonte LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA LEV ICA Data Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Ago/10 Dez/07 Ago/10 Ago/10 68 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR Path Term. Nome TF FL-WPT1 TF FL-WPT2 TF FL-WPT3 TF FL-WPT4 FA FL-WPT5 Localização 27 48 53.01 S 48 16 26.62 W 27 39 56.6 S 048 33 04.3 W 27 36 58.84 S 48 38 33.61 W 27 34 22.92 S 48 43 22.37 W 27 38 46.69 S 48 49 30.95 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude (FT) VEL (KT) VPA Perform. Requerida FO N ---- ---- 5000 250 ---- ---- FB N 258 ---- 4000 ---- ---- RNP APCH FB N 348 ---- 2680 150 ---- RNP APCH FO N 348 R 370 ---- 3/50 RNP APCH FB N 348 ---- 770 ---- ---- RNP APCH 69 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta; OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre outros. OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta, considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam. 70 CIRCEA 100-54/2012 ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO RNAV (GNSS) 1. IDENTIFICAÇÃO: (a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade; (b) Carta: Inserir a identificação da carta; 2. PISTA: (a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista; (b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo; (d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais; (e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais; (f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais; (g) CÓDIGO: Inserir o código de referência; (h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista; (i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma; 3. GERAL: (a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: APV e/ou NPA; 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: (a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s) procedimento(s). 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (VNAV) 5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ) (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área da OFZ sob a qual o obstáculo esta localizado: aproximação interna, transição interna ou pouso interrompido; (d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes, bem como, no caso de procedimento APV a OCH mínima a ser considerada; 5.1.2 CÁLCULOS (a) VPA: Inserir o ângulo do segmento de aproximação final; 71 CIRCEA 100-54/2012 (b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira; (c) Tempmin: Inserir a temperatura mínima abaixo da qual o procedimento APV não poderá ser executado; (d) HGTFAP: Inserir a altura de passagem no FAP; (e) CorrTemp: Inserir o valor em pés utilizado para correção de temperatura; (f) GRAD PERD: Inserir o gradiente considerado para o segmento de aproximação perdida; (g) IAS: Inserir a velocidade indicada a ser empregada no segmento de aproximação perdida; (h) VAR ISA: Inserir a variação da atmosfera padrão a ser considerada no calculo de conversão de velocidade; (i) TAS: Inserir o valor de velocidade verdadeira considerado no segmento de aproximação perdida; (j) X (18 seg): Inserir a distância a ser voada durante os 18 seg (3 seg de tempo de reação do piloto e 15 seg da distância transicional); (k) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT; (l) ÂngFAS: Inserir o ângulo da superfície de aproximação final; (m) XFAS: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a FAS tem início; (n) XZi: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a superfície intermediária tem início; (o) XZf: Inserir a distância horizontal a partir da cabeceira na qual a superfície final tem início; (p) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área do segmento de aproximação final na qual se encontra o obstáculo; (d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.1.4.1 DADOS DA VSS (a) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS; (b) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista; 5.1.4.2 ANÁLISE DA VSS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; 72 CIRCEA 100-54/2012 (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LNAV) 5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA (a) Inserir o valor de OFFSET, o valor de deslocamento lateral e/ou a distância de cruzamento do eixo da pista a partir da cabeceira, conforme o caso. 5.2.2 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.3.1 DADOS INICIAIS (a) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT; (b) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento; (c) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final; 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; 73 CIRCEA 100-54/2012 (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.3.4.1 DADOS DA VSS (a) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS; (b) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista; 5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.4.1 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; 74 CIRCEA 100-54/2012 (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.5.1 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: (a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso; (b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; 75 CIRCEA 100-54/2012 (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: (a) Inserir os valores de distância definidos; (b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma determinada distância; (c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura; 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: (a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final para uma determinada velocidade; (b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso; 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: (a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO; (c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual da pista, quando for o caso; 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: (a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO; (b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis; 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: (a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP; 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: (a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta; 9.2 TABELA DE VALORES PARA VOO DE HOMOLOGAÇÃO: (SOMENTE PARA PROCEDIMENTO APV BARO/VNAV) (a) Neste campo deverão ser inseridas as informações necessárias à inspeção em voo dos procedimentos de aproximação do tipo APV BARO/VNAV; 9.3 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: (a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento; ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo; (c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea); (d) LAT: Inserir a latitude; 76 CIRCEA 100-54/2012 (e) H: Inserir o hemisfério; (f) LONG: Inserir a longitude; (g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude; (h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc; (i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso; ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR (a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento; (b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento; (c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto; (d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY; (e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório; (f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo; (g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda; (h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento; (i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento; (j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento; (k) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento; 77 CIRCEA 100-54/2012 Anexo E - Ficha Cadastro de Carta de Aproximação por Instrumentos de Precisão FICHA CADASTRO CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE PRECISÃO 1. IDENTIFICAÇÃO: LOCALIDADE: Rio de Janeiro / Antônio Carlos Jobim, INTL, SBGL. CARTA: ILS w Rwy 10. 2. PISTA: DIMENSÕES RWY RUMO VERD ADEL(ft) THEL(ft) Grad Pista(%) Código 4.000m x 45m 10 074°27’07,75” 28,00 28,00 0,70 4 OBS: TORA 4.000m, TODA 4.000m, ASDA 4.000m, LDA 4.000m. FONTE: AIP-BRASIL AD 2 SBGL 1 (18/12/08) 3. GERAL: TIPO PROCEDIMENTO SENSOR PA ILS NPA LOC 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: LEGISLAÇÃO EDIÇÃO / EMENDA / DATA DOC 8168 – PANS-OPS 5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010 ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais) CHANGE 21 – 05/06/2009 CIRCEA 100-54 Março de 2012 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE PRECISÃO 5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ) Nº --- IDENT --- ÁREA --- VIOLAÇÃO --- OBS: Não existem obstáculos na OFZ. 5.1.2 DADOS GERAIS GPescolhido Altitude GP(ft) Dist GP(m) RDH(ft) Altitude FAP(ft) Dist FAP(NM) Grad Perd(%) DIST. LOCTHR(m) 3,0º 17,07 349,86 61 2.820 8,6 5,0 4.360,18 OBS: O valor de RDH 61 pés publicado no procedimento ILS em vigor foi mantido. 5.1.3 ILS BÁSICA Nº 564 IDENT Anemômetro VIOLAÇÃO 3,25m 78 CIRCEA 100-54/2012 566 RVR 4,16m 573 Antena do GP 12,12m 734 Biruta 96,96m OBS: NIL 5.1.4 OAS 5.1.4.1 CONSTANTES OAS A B C 0,028500 0,000000 -10,010000 W X 0,028834 0,190104 -21,321040 Y 0,018915 0,270093 -36,592459 Z -0,050000 0,000000 -45,000000 --W* 5.1.4.2 ANÁLISE OAS --- --Área Violação(m) 564 IDENT Anemômetro Y 566 RVR Y 3,91 4,37 573 Antena do GP Y 574 Biruta 575 Abrigo MET Nº OCH(ft) 193 DA(ft) 216 TETO(ft) 200 193 216 200 12,12 --- --- --- Z 1,41 198 216 200 Z 1,41 198 216 200 OBS: O obstáculo 573 (antena do GS) violou a OAS em 12,12m, porém foi desconsiderado de acordo com o previsto no DOC 8168. 5.1.5 CRM ** INCLUIR CRM SUMMARY REPORT ** 5.1.6 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.1.6.1 DADOS DA VSS Tipo OCH(ft) Alinhamento PA 200 5.1.6.2 ANÁLISE DA VSS 0,00 3,0 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,2 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,4 Graus Nº Ident Violação(m) Recuo(m) 3,1 Graus Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,3 Graus Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,5 Graus Violação(m) Recuo(m) 79 CIRCEA 100-54/2012 -- ---------------------------- 0,00 0,00 0,00 0,00 OBS: Não houve violação da VSS. 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LOC) 5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA Segmento alinhado com a pista. 5.2.2 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO(NM) 8,6 RDH(ft) 61 GRADIENTE 5,24% (3,0 graus) ALTITUDE FAF(ft) 2.820 OBS: NIL. 5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 25 IDENT Prédio ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 246 OCA(ft) 350 OCH(ft) 322 TETO(ft) 400 OBS: (1) Com a finalidade de evitar que futuras construções que não violem a ZPA da pista venham a interferir no procedimento, a OCH foi elevada para 394 pés com base no desnível de 45m da superfície horizontal interna. 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.3.1 DADOS INICIAIS SOC(m) Gradiente(%) OCH final(ft) 2.714,48 5,0 394 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 23 Ident CAIXA D’ ÁGUA Área PRIMARIA MOC(ft) 98 OCA(ft) 180 OCH(ft) 202 TETO(ft) 300 OBS: O gradiente do segmento de aproximação perdida foi mantido em 5% por razões relacionadas com a circulação aérea da TMA-RJ. 5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.3.4.1 DADOS DA VSS Tipo OCH (ft) Alinhamento NPA 394 0,00 5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS 3,0 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,1 Graus Recuo(m) 0,00 3,2 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 3,3 Graus Violação(m) Recuo(m) Violação(m) Recuo(m) 0,00 0,00 0,00 0,00 80 CIRCEA 100-54/2012 3,4 Graus Nº -- Ident ---------------------------- Violação(m) 0,00 3,5 Graus Recuo(m) 0,00 Violação(m) 0,00 Recuo(m) 0,00 OBS: Não houve violação da VSS. 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.4.1 CARACTERÍSTICAS COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD GRADIENTE 5,4 074.45 4,41% (2,52º) ALTITUDE IF(ft) 4.300 OBS: (1) Tendo em vista (a) a impossibilidade de alteração da altitude mínima (6000 pés) e da posição do IAF central (VELA), previsto na STAR de mesmo nome; (b) o ganho operacional no estabelecimento do IAF lateral (GL381); e (c) a necessidade de estabelecimento do segmento intermediário com 3NM de comprimento, após análise de todas as soluções cabíveis, optou-se pela manutenção do gradiente de 4,41% no segmento intermediário, acima dos 4% previstos no DOC 8168, por considerar que esta solução causaria menor impacto operacional. (2) Considerando (1) que a altitude mínima de 4000 pés prevista em MUSO foi estabelecida em função do Corredor C, cuja altitude máxima é 3500 pés e (2) que, caso mantivéssemos a supracitada restrição, seria impossível aplicar os critérios de gradiente máximo dos segmentos final e intermediário, a altitude mínima em MUSO foi reduzida para 3600 pés e foi estabelecido um SDF a 2,0NM de VELA (limite lateral do Corredor C), para garantir a separação vertical das aeronaves executando o procedimento com as demais aeronaves voando no corredor. 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS N° 1070 MORRO IDENT ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 495 OCA(ft) 2.400 OCH(ft) 2.372 - OBS: Embora a MDA para o segmento seja 2400 pés, a altitude mínima estabelecida no IF (MUSO) foi de 3600 pés em função da necessidade de perda de altura (6000 pés no IAF) e da limitação do gradiente máximo de 4% no segmento intermediário. 5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.5.1 CARACTERÍSTICAS IAF COMPRIMENTO(NM) RUMO VERD GRADIENTE ALTITUDE IAF(ft) 1 5,0 074.40 8,15% (4,65º) 6.000 2 6,0 024.40 7,42% (4,24º) 4.500 3 --- --- --- --- OBS: (1) Foi estabelecido um SDF (GL376) a 2,0NM de VELA pela razão citada na observação (2) do item 7.3; (2) A restrição de 6000 pés obrigatórios nos IAF (VELA e GL381) foi mantida/estabelecida devido a CTR Santa Cruz; (3) Tendo em vista o estabelecimento da intermediária com 3NM e a consequente dificuldade de para manter o segmento intermediário dentro de parâmetros aceitáveis de gradiente máximo, distância mínima de estabilização e TRD, a mudança de curso em MUSO foi estabelecida em 50º, bem como, a IAS foi limitada em 81 CIRCEA 100-54/2012 185KT. (4) Considerando a necessidade de união das STAR em vigor com os novos procedimentos elaborados na FASE 1 do Projeto DECEA para elaboração/revisão de procedimentos de navegação aérea, foram estabelecidos apenas 02 IAF. Cabe ressaltar que, por ocasião da FASE III do Projeto, haverá necessidade de modificação desses novos procedimentos. 5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS IAF 1 N° --- IDENT --- ÁREA --- MOC(ft) --- OCA(ft) --- OCH(ft) --- - MOC(ft) 985 OCA(ft) 4.500 OCH(ft) 4.472 - MOC(ft) --- OCA(ft) --- OCH(ft) --- - IAF 2 N° 1071 MORRO IDENT ÁREA PRIMÁRIA IAF 3 N° --- IDENT --- ÁREA --- OBS: NIL. 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: MSA ( ) TAA ( X ) OBSTÁCULOS SETOR Nº MOC(ft) OCA(ft) STEPDOWN(NM) 254.5º/004.5º 1071 985 4.500 --- --- --- --- --- --- --- --- --- --- --- OBS: (1) A TAA do IAF VELA não foi publicada, pois o procedimento só poderá ser realizado por aeronaves provenientes das STAR ou que tenham sido vetoradas pelo APP-RJ, conforme NOTA inserida na IAC; (2) Embora a OCA da TAA seja 4500 pés, por necessidades de circulação, foi necessário fixar a altitude de início do procedimento em GL381 em 6000 pés. 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS ESPERA 1 RUMOS 102.5º/282.5º Nº 1072 ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 1.000 OCA(ft) 2.436 ESPERA 2 --- --- --- --- --- OBS: Não foram estabelecidas esperas nos IAF em virtude das mesmas já existirem nas STAR. 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: 82 CIRCEA 100-54/2012 ALTITUDES RECOMENDADAS NA APROXIMAÇÃO FINAL 1,08 2,0 3,0 4,0 6,0 8,6 RWY 10 ALT (HGT) 430 394 725 697 1043 1015 1362 1334 1999 1971 2820 2792 OBS: NIL. 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL KT 90 110 130 150 170 190 FPM 500 600 700 800 900 1000 FAF-MAPT NIL OBS: NIL. 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: POUSO DIRETO CAT A B C DA / OCH / TETO 228 / 200 / 200 ALS / NO ALS / RVR ALS (m) NIL / 600 / NIL MDA / OCH / TETO 430 / 394 / 400 CAT I LOC ALS / NO ALS / RVR ALS (m) NIL /800 / NIL D E NIL / 1100 / NIL OBS: NIL. 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: Não será publicado. PARA CIRCULAR MDA / OCH / TETO VIS (m) OBS: NIL. 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: Criados os seguintes WP com as respectivas coordenadas WGS-84: (a) GL-WPT1 – MAPT – 22 46 3.07 S/43 7 20.30 W; 1. (b) GL-WPT2 – SDF – 22 51 59.51 S/43 30 32.02 W; (c) GL-WPT3 – FAP – 22 50 24.81 S/43 15 18.6 W; e (d) GL-WPT4 – IAF1 – 22 56 46.94 S/ 43 30 8.73 W. 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: N 64 Ident POSTE Tipo Implantação H H Altitude (m) Fonte Lat Long 27 39 36,60 S 048 32 56,00 W 27,36 LEV ICA Data Nov/06 9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: SBGL - RIO DE JANEIRO/GALEAO-ANTONIO CARLOS JOBIM, RJ - AGA 13/08/10 17:38 - 13/02/11 02:59 ALS (ALSF-1) RWY 15 U/S REF: AIP BRASIL MAP ADC) (D1414/2010) 83 CIRCEA 100-54/2012 09/11/10 19:29 - PERM AD - EMISSAO DE AUTH DE SOBREVOO E TRANSITO PARA ACFT CIVIS ESTRANGEIRAS EM VOOS PARTICULARES E NAO REMUNERADOS HR SER MON TIL FRI 1130/2130 EXC HOL REF: AIP BRASIL AD 2.2, ROTAER 3-R) (D2028/2010) 26/11/10 20:21 - 24/02/11 02:00 PATIO MIL OPR CTN DEVIDO OBRAS) (D2165/2010) 15/12/10 01:10 - 01/03/11 02:59 RWY 15 FST 400M CLSD DEVIDO OBRAS NAS ESTRUTURAS DAS TORRES DO ALS) (D2342/2010) 28/12/10 20:24 - PERM CWY RWY 15 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2449/2010) 28/12/10 20:30 - PERM SWY RWY 15 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2450/2010) 29/12/10 17:05 - PERM DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA: TORA TODA ASDA LDA RWY 15 3180M 3180M 3180M 3180M RWY 33 3180M 4775M 3180M 3180M REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2455/2010) 30/12/10 21:10 - 01/03/11 02:59 DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA: TORA TODA ASDA LDA 84 RWY 15 2780M 2780M RWY 33 2780M 2780M CIRCEA 100-54/2012 2780M 3180M 2780M 2780M) (D2470/2010) 11/01/11 10:00 - 11/01/11 19:00 ALS (ALSF-1) RWY 28 U/S) (D0005/2011) 14/01/11 15:00 - 14/01/11 17:00 PAPI (L9) RWY 33 U/S) (D0006/2011) 14/01/11 17:00 - 14/01/11 19:00 PAPI (L9) RWY 15 U/S) (D0007/2011) 05/01/11 22:57 - 04/03/11 03:00 AD - AEROPORTO MONITORADO,EM CONSEQUENCIA, TODAS AS INTENCOES DE VOO REGULARES DE PASSAGEIROS E/OU CARGA ASSIM COMO DA REDE POSTAL ESTARAO CONDICIONADAS AS REGRAS E PROCEDIMENTOS DESCRITOS NA AIP BRASIL ENR 1.9 ITEM 1) (D0023/2011) 07/01/11 13:15 - PERM SWY RWY 33 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D0031/2011) 21/01/11 15:00 - 21/01/11 17:00 PAPI RWY 28 U/S) (D0035/2011) 21/01/11 17:00 - 21/01/11 19:00 PAPI RWY 10 U/S) (D0036/2011) 16/10/10 12:30 - 19/02/11 20:00 OCT 16 1230/1400 1800/2100 OCT 17 TIL FEB 19 0030/0200 1130/1300 1700/2000 AD - TKOF COM DEST A SBAR, SBMO, SBRF, SBJP, SBNT, 85 CIRCEA 100-54/2012 SBPS, SBIL, SBTV E SBTC DEVEM SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: SBPS - UN857 SBTV - UN857 SBIL - UN857 SGR DCT SBTC - UN857 SGR DCT SBMO - UN857 MEDIT DCT SBRF - UN857 RUBEN DCT SBJP - UN857 RUBEN DCT REC DCT SBNT - UN857 RUBEN DCT REC DCT JPS DCT SBAR - UN857 ESLIB DCT (Z0417/2010) 15/12/10 21:22 - 17/05/11 23:59 AD - TKOF COM DEST A SBRP DEVEM SEGUIR PELAS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: ESPACO AEREO INFERIOR: W50 KEVUS DCT MAVIK W13 ESPACO AEREO SUPERIOR: UA312 AKSUG DCT MAVIK DCT FUR(NDB) DCT VERME DCT RPR(NDB)) (Z0542/2010) - ATM 29/10/10 21:25 - PERM IAC ILS W RWY 15, DE 29 JUL 10 AIRAC, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - IGL (NM): NO IF LOCK: DE 13.7 PARA 10.8, NO FAF GL012: DE 10.7 PARA 7.8, NO OM: DE 6.8 PARA 6.9. REF: AIP-BRASIL MAP) (D1975/2010) 09/11/10 18:08 - 11/02/11 20:00 IAC VOR Y RWY 28, DE 11 MAR 10, SUSPENSA REF: AIP BRASIL MAP) (D2023/2010) 19/11/10 19:58 - PERM IAC ILS X RWY 28, DE 23 SEP 10 (AIRAC), CORRIGIR NO QUADRO DE PERFIL DE APCH: 1- DIST TO ILM (DME): NA THR 28, INCLUIR A SEGUINTE INFO: 2.4NM NO MAPT: CORRIGIR DE 2.68NM PARA 2.9NM NO FAP GL018: CORRIGIR DE 7.06NM PARA 7.3NM 86 CIRCEA 100-54/2012 NO IF EUJE: CORRIGIR DE 13.18NM PARA 13.1NM 2- NO FAP GL018: CORRIGIR DE ALT MNM 1600FT PARA ALT OBRIGATORIA 1600FT 3- INCLUIR A 02NM ANTES DO FAP GL018: ALT OBRIGATORIA: 1600FT DIST: 6.9NM TO THR28 E 9.3NM TO ILM (DME) REF: AIP BRASIL MAP) (D2099/2010) 30/11/10 15:00 - PERM IAC ILS Y RWY 28 E ILS Z RWY 28, AMBAS DE 18 NOV 10 (AIRAC), CORRIGIR: 1- NO QUADRO DE VISTA DE PLANTA: NO FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM 2- NO QUADRO DE VISTA DE PERFIL: NO FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM DIST BTN FIXO LOBO E FIXO EUJE: DE 4.1NM PARA 4.6NM REF: AIP BRASIL MAP) (D2201/2010) 03/12/10 13:09 - PERM IAC ILS Y RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) (D2238/2010) 03/12/10 13:15 - PERM IAC ILS X RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) (D2239/2010) 03/12/10 13:19 - PERM IAC ILS Z RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO FIXO NATU: DE 18 DME IGL PARA 18.3 DME IGL - NO FIXO ROTA: DE 14 DME IGL PARA 14.3 DME IGL - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) 87 CIRCEA 100-54/2012 (D2240/2010) 17/12/10 14:48 - 14/02/11 23:00 SID RNAV(GNSS) AWAKE 1B/2D - DOGSU 1B/2D ESMAP 1B/2D FIGOS 1B/2D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: ITEM III-SAIDA DOGSU: ...CURVAR A DIREITA (TF) RUMO 058, VOAR 147.8NM PARA A INTERSECAO FLY-BY DOGSU.) (D2375/2010) 17/12/10 14:52 - 14/02/11 02:00 SID RNAV(GNSS) ABSAL A/1D ASGAT A/1D KNOLL A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: 1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG 2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: RWY 10 ABSAL A ASGAT A KNOLL A: APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF) RUMO 046, PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001, COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO RWY 33 ABSAL 1D ASGAT 1D KNOLL 1D: APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO...) (D2376/2010) 17/12/10 14:55 - 14/02/11 23:00 SID RNAV(GNSS) AWAKE A/1D DOGSU A/1D - ESMAP A/1D FIGOS A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: 1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG 2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: RWY 10 AWAKE A DOGSU A ESMAP A FIGOS A: APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 046 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A OU ACIMA FL100, ENTAO 88 CIRCEA 100-54/2012 RWY 33 AWAKE 1D DOGSU 1D ESMAP 1D - FIGOS 1D: APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A OU ACIMA FL100, ENTAO...) (D2377/2010) - CNS 09/11/10 18:04 - 11/02/11 20:00 VOR CAX 113.00MHZ U/S RDL 115 REF: AIP BRASIL AD 2) (D2022/2010) 15/12/10 19:51 - 13/02/11 01:59 ILS GP IGL RWY 15 U/S) (D2347/2010) - OTR 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00 DLY 1000/1300 1600/2000 REH MANGUINHOS E REH FERROVIA BTN POSICAO MARACANA E MADU CLSD) (D2458/2010) 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00 DEC 30 1000 TIL JAN 04 0200 JAN 04 TIL JAN 31 1000/1300 1600/2000 REA PENHA CLSD) (D2460/2010) 13/09/10 19:47 - 11/03/11 00:00 VOOS PROCEDENTES DE SBGR OU SBGL COM DEST A KMIA, KORD,KATL, SVMI E KJFK QUE INTENCIONAREM INGRESSAR NA FIR AMAZONICA PELAS ROTAS UZ23 E UL304, NO PERIODO BTN 0300 A 0630 UTC DEVERAO SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: - TKOF DE SBGR - UW2 BRS UZ24 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60) DCT BVI UL304 ISANI - TKOF DE SBGL - UA312 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60) DCT BVI UL304 ISANI REF: AIP-BRASIL ENR 2 89 CIRCEA 100-54/2012 (Z0351/2010) ---| FIM DA LISTAGEM |--- ASSINATURA: ELABORADO POR: FULANO DE TAL ASSINATURA: REVISADO POR: CICLANO DE TAL Data: 15/01/11 Data: 17/01/11 90 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS N Ident Tipo Lat H Long H Altitude (m) Fonte Data 1 CAB 15 Implantação 22 48 44,7 S 043 15 49,3 W 4,98 LEV ICA Nov/06 2 PONTO MAIS ELEVADO DA TDZE CAB-15 Implantação 22 48 48,5 S 043 15 43,6 W 5,00 LEV ICA Nov/06 3 PLATAFORMA ALS 10A - Implantação 22 48 38,6 S 043 15 57,8 W 0,00 LEV ICA Nov/06 4 PLATAFORMA ALS 10B - Implantação 22 48 39,3 S 043 15 58,3 W 0,00 LEV ICA Nov/06 5 PLATAFORMA ALS 11 - Implantação 22 48 38,4 S 043 15 59,0 W 0,00 LEV ICA Nov/06 6 PLATAFORMA ALS 12 - Implantação 22 48 37,8 S 043 15 59,9 W 0,00 LEV ICA Nov/06 7 GLIDE SLOPE IGL (CAB-15) Aux. Naveg. 22 48 55,2 S 043 15 41,0 W 21,96 LEV ICA Nov/06 8 PLATAFORMA ALS 13 - Implantação 22 48 37,2 S 043 16 00,7 W 0,00 LEV ICA Nov/06 9 ANEMOMÊTRO Aux. Naveg. 22 48 55,5 S 043 15 40,3 W 14,13 LEV ICA Nov/06 10 RVR RECEPÇÃO (CAB-15) Aux. Naveg. 22 48 55,7 S 043 15 40,0 W 7,56 LEV ICA Nov/06 11 PLATAFORMA ALS 14 - Implantação 22 48 36,6 S 043 16 01,6 W 0,00 LEV ICA Nov/06 12 PLATAFORMA ALS 15 - Implantação 22 48 36,1 S 043 16 02,5 W 0,00 LEV ICA Nov/06 13 PLATAFORMA ALS 16 - Implantação 22 48 35,5 S 043 16 03,3 W 0,00 LEV ICA Nov/06 14 RVR TRANSMISSÃO (CAB-15) Aux. Naveg. 22 48 57,1 S 043 15 37,8 W 7,62 LEV ICA Nov/06 15 PLATAFORMA ALS 18 - Implantação 22 48 34,3 S 043 16 05,1 W 0,00 LEV ICA Nov/06 16 PLATAFORMA ALS 19 - Implantação 22 48 33,8 S 043 16 05,9 W 0,00 LEV ICA Nov/06 17 PLATAFORMA ALS 20 - Implantação 22 48 33,2 S 043 16 06,8 W 0,00 LEV ICA Nov/06 18 PLATAFORMA ALS 21 - Implantação 22 48 32,7 S 043 16 07,6 W 0,00 LEV ICA Nov/06 19 PLATAFORMA ALS 22 - Implantação 22 48 32,1 S 043 16 08,5 W 0,00 LEV ICA Nov/06 20 PLATAFORMA ALS 23 - Implantação 22 48 31,5 S 043 16 09,4 W 0,00 LEV ICA Nov/06 21 PLATAFORMA ALS 24 - Implantação 22 48 30,9 S 043 16 10,3 W 0,00 LEV ICA Nov/06 22 PLATAFORMA ALS 25 - Implantação 22 48 30,3 S 043 16 11,1 W 0,00 LEV ICA Nov/06 23 036-CAIXA D´ÁGUA 2 Implantação 22 48 23,2 S 043 15 33,4 W 23,11 LEV ICA Nov/06 24 PLATAFORMA ALS 26 - Implantação 22 48 29,8 S 043 16 12,0 W 0,00 LEV ICA Nov/06 25 037-PREDIO 1 Implantação 22 48 23,3 S 043 15 31,1 W 22,99 LEV ICA Nov/06 26 PLATAFORMA ALS 27 - Implantação 22 48 29,2 S 043 16 12,9 W 0,00 LEV ICA Nov/06 27 PLATAFORMA ALS 28 - Implantação 22 48 28,6 S 043 16 13,7 W 0,00 LEV ICA Nov/06 28 Marcador médio ITB (CAB-10) Aux. Naveg. 22 48 14,8 S 043 15 50,3 W 7,95 LEV ICA Nov/06 29 PLATAFORMA ALS 29 - Implantação 22 48 28,0 S 043 16 14,6 W 0,00 LEV ICA Nov/06 30 POSTE TPS 8 Implantação 22 48 41,2 S 043 15 18,6 W 51,45 LEV ICA Nov/06 31 POSTE TPS 9 Implantação 22 48 37,7 S 043 15 19,0 W 51,69 LEV ICA Nov/06 32 PLATAFORMA ALS 30 - Implantação 22 48 27,5 S 043 16 15,5 W 0,00 LEV ICA Nov/06 33 POSTE TPS 7 Implantação 22 48 44,4 S 043 15 17,2 W 51,77 LEV ICA Nov/06 34 POSTE TPS 10 Implantação 22 48 34,3 S 043 15 18,6 W 51,76 LEV ICA Nov/06 35 473 Implantação 22 48 13,8 S 043 15 38,0 W 4,03 LEV ICA Nov/06 (CAB-15) 91 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR Path Term. Nome TF GL-WPT1 TF GL-WPT2 TF GL-WPT3 TF RW10 FA GL-WPT4 Localização 22 56 46.94 S 43 30 8.73 W 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W 25 48 12.3 S 48 24 35.2 W 22 50 24.81 S 43 15 18.6 W VEL Fly Over Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude (FT) (KT) VPA Perform. Requerida FO Y ---- ---- 5000 250 ---- ---- FB N 258 ---- 4000 ---- ---- RNP APCH FB N 348 ---- 2680 150 ---- RNP APCH FO N 348 R 370 ---- 3,50º RNP APCH FO N 348 ---- 770 ---- ---- RNP APCH 92 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta; OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre outros. OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta, considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam. 93 CIRCEA 100-54/2012 • ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO FICHA CADASTRO DE CARTA DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTO DE PRECISÃO 1. IDENTIFICAÇÃO: (a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade; (b) Carta: Inserir a identificação da carta; 2. PISTA: (a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista; (b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo; (d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais; (e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais; (f) GRAD PISTA: Inserir o gradiente da pista com precisão de duas casas decimais; (g) CÓDIGO: Inserir o código de referência; (h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista; (i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma; 3. GERAL: (a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA e/ou PA; (b) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre outros. 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: (a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s) procedimento(s). 5. SEGMENTOS 5.1 SEGMENTO DE PRECISÃO 5.1.1 ZONA LIVRE DE OBSTÁCULOS (OFZ) (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área da OFZ sob a qual o obstáculo esta localizado: aproximação interna, transição interna ou pouso interrompido; (d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes, bem como, no caso de procedimento APV a OCH mínima a ser considerada; 94 CIRCEA 100-54/2012 5.1.2 DADOS GERAIS (a) GPESCOLHIDO: Inserir o ângulo selecionado para o GP; (b) ALTITUDE GP: Inserir a altitude da pista no través da antena GP; (c) DIST GP: Inserir a distância da cabeceira até o través da antena do GP; (d) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira; (e) ALTITUDE FAP: Inserir a altitude de passagem no FAP; (f) DIST FAP: Inserir a distância da cabeceira até o FAP; (g) GRAD PERD: Inserir o gradiente considerado para o segmento de aproximação perdida; (h) DIST LOC-THR: Inserir a distância da cabeceira até a antena do LOC; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.3 ILS BÁSICA (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.4 OAS 5.1.4.1 CONSTANTES OAS (a) Inserir os valores das constantes A, B e C; 5.1.4.2 ANÁLISE OAS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área da OAS sob a qual o obstáculo esta localizado; (d) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação, caso exista; (e) OCH: Inserir o valor de OCH encontrado; (f) DA: Inserir o valor da altitude de decisão; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.1.5 CRM (a) Incluir o relatório gerado pelo CRM; 5.1.6 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.1.6.1 DADOS DA VSS 95 CIRCEA 100-54/2012 (a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA; (b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS; (c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista; 5.1.6.2 ANÁLISE DA VSS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO FINAL (LOC) 5.2.1 RUMO/DISTÂNCIA DE CRUZAMENTO DO EIXO DA PISTA À CABECEIRA (a) Inserir o valor de OFFSET, o valor de deslocamento lateral e/ou a distância de cruzamento do eixo da pista a partir da cabeceira, conforme o caso. 5.2.2 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RDH: Inserir a altura de cruzamento da cabeceira; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE FAF: Inserir a altitude de passagem no FAF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.2.3 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO PERDIDA 5.3.1 DADOS INICIAIS 96 CIRCEA 100-54/2012 (a) SOC: Inserir a distância para determinação do ponto de início da subida a partir do MAPT; (b) GRADIENTE: Inserir o valor de gradiente considerado no segmento de aproximação perdida; (c) OCH final: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos encontrada no segmento de aproximação final; 5.3.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) TETO: Inserir o valor do teto meteorológico; (h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.3.4 SUPERFÍCIE DO SEGMENTO VISUAL (VSS) 5.3.4.1 DADOS DA VSS (a) TIPO: Inserir o tipo de procedimento: APV, NPA ou PA; (b) OCH: Inserir o valor de OCH considerado para cálculo da VSS; (c) ALINHAMENTO: Inserir o valor de OFFSET (em graus) ou de deslocamento lateral (em metros) em caso de procedimento paralelo com sinal positivo (+) para OFFSET/deslocamentos a direita do eixo da pista e com sinal negativo (-) para OFFSET/deslocamento a esquerda do eixo da pista; 5.3.4.2 ANÁLISE DA VSS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) RECUO: Inserir o valor do recuo imposto pela violação; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.4 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INTERMEDIÁRIO 5.4.1 CARACTERÍSTICAS (a) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (b) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; (c) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (d) ALTITUDE IF: Inserir a altitude de passagem no IF; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 97 CIRCEA 100-54/2012 5.4.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.5 SEGMENTO DE APROXIMAÇÃO INICIAL 5.5.1 CARACTERÍSTICAS (a) IAF: Inserir a identificação do IAF; (b) COMPRIMENTO: Inserir o comprimento do segmento com precisão de décimos de NM; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de décimos de grau; (d) GRADIENTE: Inserir o gradiente do segmento em porcentagem e em décimos de grau; (e) ALTITUDE IAF: Inserir a altitude de passagem no IAF; (f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 5.5.2 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) OCH: Inserir o valor da altura de separação de obstáculos sem arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: (a) Marcar um “X” em MSA ou TAA, conforme o caso; (b) SETOR: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (f) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso; 98 CIRCEA 100-54/2012 (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) RUMOS: Inserir os valores em décimos de grau dos rumos verdadeiros das pernas de aproximação e afastamento da espera; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 8. CÁLCULOS COMPLEMENTARES: 8.1 ALTITUDE DE PROCEDIMENTOS: (a) Inserir os valores de distância definidos; (b) ALT: Inserir os valores de altitude recomendadas na aproximação final do procedimento de não-precisão para uma determinada distância; (c) (HGT): Inserir os valores correspondentes de altura; 8.2 RAZÃO DE DESCIDA E TEMPO NA APROXIMAÇÃO FINAL: (a) FPM: Inserir os valores de razão de descida arredondados recomendados na aproximação final do procedimento de aproximação de não-precisão para uma determinada velocidade; (b) FAF-MAPT: Inserir os valores de tempo do FAF ao MAPT, quando for o caso; 8.3 MÍNIMOS PARA O PROCEDIMENTO DE APROXIMAÇÃO DIRETA: (a) DA ou MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de DA ou MDA, OCH e TETO; (c) ALS/NO ALS/ RVR ALS (m): Inserir os valores de visibilidade com ALS, sem ALS e os valores aplicáveis de alcance visual da pista, quando for o caso; 8.4 CÁLCULOS DO PROCEDIMENTO PARA CIRCULAR: (a) MDA/OCH/TETO: Inserir os valores de MDA, OCH e TETO; (b) VIS (m): Inserir os valores de visibilidade aplicáveis; 9. OBSERVAÇÕES GERAIS: (a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP; 9.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: (a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta; 9.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: (a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento; 99 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo; (c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea); (d) LAT: Inserir a latitude; (e) H: Inserir o hemisfério; (f) LONG: Inserir a longitude; (g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude; (h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc; (i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso; ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR (a) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento; (b) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento; (c) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto; (d) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY; (e) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório; (f) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo; (g) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda; (h) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento; (i) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento; (j) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio do segmento; (h) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento; 100 CIRCEA 100-54/2012 Anexo F – Ficha Cadastro de Carta de Saída Padrão por Instrumentos FICHA CADASTRO CARTA DE SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTO 1. IDENTIFICAÇÃO: LOCALIDADE: Campo Grande / Campo Grande, SBCG. CARTA: SID RNAV BRAKE 1A – CREMA 1A – DARAL 1A – IRLAM 1A – KISAB1A – SIOGA 1A. 2. PISTA: DIMENSÕES RWY RUMO VERD ADEL(ft) DER(ft) TEMP REF 2.600m x 43m 06 042° 06’ 23” 1.835,40 1.835,40 36º C CWY COMP ELEV - - OBS: TORA 2.600m, TODA 2.600m, ASDA 2.600m, LDA 2.600m. FONTE: Perfil Longitudinal ICA/Locação de auxílios à navegação aérea (ago 2001) e AIP-BRASIL AD 2 SBCG 1 (10/04/08). 3. GERAL: TIPO PROCEDIMENTO SENSOR COORDENADAS ALT TRANS(ft) SAÍDA DIRETA GNSS --- 4.000 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: LEGISLAÇÃO DOC 8168 – PANS-OPS EDIÇÃO / EMENDA / DATA 5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010 ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais) CHANGE 21 – 05/06/2009 CIRCEA 100-54 Março de 2012 5. SEGMENTOS: a) TP DEFINIDO POR: DISTÂNCIA ( X ) FIXO CG-WPT1 (FO) DIST 4.0NM ALTITUDE ( ALT ) - OBS: O TP foi estabelecido com 5NM em função da redução do gradiente de 8,52% para 4,82%. b) PARÂMETROS DA CURVA EFETUADA NO TP: IAS+10% TAS R(razão curva) r (raio curva) 302,5KT 331,79KT 0,882º/s 5,987 NM c) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO: SID BRAKE 1A SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) VEL(KT) DER – CG-WPT1 042.34 0º 3.0NM 250 KT 101 CIRCEA 100-54/2012 CG-WPT1 - BRAKE 057.34 15º 6.5NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. SID CREMA 1A SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) VEL(KT) DER – CG-WPT1 042.34 0º 3.0NM 250 KT CG-WPT1 - CREMA 072.34 30º 11.5NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. SID DARAL 1A SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) VEL(KT) DER – CG-WPT1 042.34 0º 3.0NM 250 KT CG-WPT1 – DARAL 087.34 45º 15.7NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. SID IRLAM 1A SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) VEL(KT) DER – CG-WPT1 042.34 0º 3.0NM 250 KT CG-WPT1 – IRLAM 012.34 30º 11.5NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. SID KISAB 1A SEGMENTO DER – CG-WPT1 RUMO VERD 042.34 MUD CURSO 0º COMP MNM(NM) 3.0NM VEL(KT) 250 KT CG-WPT1 – KISAB 032.34 10º 6.5NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. SID SIOGA 1A SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) VEL(KT) DER – CG-WPT1 042.34 0º 3.0NM 250 KT CG-WPT1 – SIOGA 092.34 50º 16.4NM 250 KT OBS: Apesar do comprimento mínimo o TP foi estabelecido com 4NM em função da redução do gradiente de 4,1% para 3,4%. d) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO: SID BRAKE 1A – CREMA 1A – IRLAM 1A – KISAB 1A - SIOGA 1A SEGMENTO Nº ÁREA MOC(ft) Violação PDG PDG PDG NECESSÁRIO ARRED Altitude 3.3%(ft) 102 CIRCEA 100-54/2012 3.3%(ft) ÁREA 12,50 2.596,06 295 3,36% 3,4% CURVA OBS: Não existem obstáculos significativos nos demais segmentos das saídas. e) OBSTÁCULOS VIOLANDO A ÁREA DE PROTEÇÃO, MAS COM ALTURA INFERIOR A 60m: VIOLAÇÃO Nº PDGAnalisado DER – CG-WPT1 14 OBS: NIL. 8. MÍNIMOS OPERACIONAIS: OBS: Os valores de mínimos reduzidos previstos na tabela da AIP MAP (teto não requerido e visibilidade de 600m) devem ser mantidos. 9. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: SETOR OBSTÁCULOS Nº MOC(ft) OCA(ft) STEPDOWN(NM) - - - - - - - - - - OBS: Devido à proximidade entre o VOR CGR e o ARP e, considerando que não foi identificada nenhuma discrepância com relação à MSA em vigor publicada para o referido auxílio, optou-se pela manutenção dos valores já publicados. 10. OBSERVAÇÕES GERAIS: 1. Foi criado o CG-WPT1 com as seguintes coordenadas, 20 24 41.54 S/54 37 4.70 W; 10.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: N --- Ident --- Tipo --- Lat --- H - Long --- H Altitude (m) --- Fonte --- Data --- 10.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: SBCG – CAMPO GRANDE/CAMPO GRANDE, MS - AGA 27/10/10 17:26 - 20/02/11 02:00 MET CMA (1 A 9) HR SER 0900/0000 CMM (1 A 12) HR SER MON TIL FRI 0900/2100 DEMAIS DIAS E HR O/R PELO TEL (67) 3368-3187, COM 01 HR DE ANTECEDENCIA REF: AIP-BRASIL AD 2.3) (E2901/2010) 12/01/11 17:15 - 12/04/11 21:00 CUST HR SER MON TIL FRI 0900/2100 SAT 0900/1300 ) (E0093/2011) - ATM - 103 CIRCEA 100-54/2012 03/12/09 12:07 - PERM APP CAMPO GRANDE FREQ 119.35MHZ 119.65MHZ 121.00MHZ H24 INSTL REF: AIP BRASIL ENR 2.1-28, SBCG AD 2.18 AIP BRASIL MAP SBCG SID E IAC, SSIE VAC) (E3574/2009) 18/11/10 02:00 - 17/05/11 23:59 IAC ILS W RWY 06 DE 18 NOV 10 AIRAC, CNL NA PLANTA ORBITA SOBRE VOR GRD REF: AIP BRASIL MAP) (E3057/2010) 23/11/10 19:06 - 28/04/11 23:59 IAC RNAV (GNSS) RWY 24, DE 06 MAY 10, SUSPENSA REF: AIP BRASIL MAP) (E3116/2010) 03/12/10 23:43 - 03/03/11 23:59 IAC ILS Z RWY 06, DE 06 MAY 10, SUSPENSA) (E3238/2010) 16/12/10 00:01 - 05/03/11 23:59 SID (ATNAS 1B-ATNAS 2C-CREMA 1B-CREMA 1C-INASU 1B-INASU 1C RWY 06) MODIFICADO NO TRECHO ETEXU/INASU A SAIDA INASU 3A PARA INASU 1C) (E3246/2010) 30/12/10 11:00 - PERM SID BRAKE 1C - DARAL 1C - GAVEB 1 - IRLAM 1C - RET ER 1C - SIOGA 1C DE 18 NOV 10 AIRAC CORRIGIR RMK 4 PARA: CASO VOR GRD INOP UTILIZAR NDB CGR PARA: - SAIDA RETER 1C: QDR 184 ATE FIXO EKAGA - SAIDA BRAKE 1C, DARAL 1C, GAVEB 1, IRLAM 1C, SIOGA 1C: QDR 136 ATE FIXO AMVOL REF: AIP MAP ) (E3471/2010) - CNS 18/11/10 00:00 - PERM VOR/DME CAMPO GRANDE ID CGR FREQ/CH 115,70MHZ/104X CNL REF: AIP BRASIL ENR 4 AD2 AIP BRASIL MAP IAC, SID, ADC AIP BRASIL 104 CIRCEA 100-54/2012 MAP ENRC H1,H3, L1, L2 ROTAER 3-C) (E2036/2010) 18/11/10 00:00 - PERM VOR/DME CAMPO GRANDE ID GRD FREQ/CH 112,80MHZ/CH75X COORD 202900,6495S/0544119,6233W INSTL REF AIP BRASIL ENR 4 AD2 AIP BRASIL MAP IAC, SID, ADC ENRC H1 H3, L1, L2 ROTAER 3-C) (E2037/2010) - OTR 27/10/10 17:17 - 20/02/11 02:00 AIS MIL HR SER: MON THU 0900/1800 TUE WED FRI 1000/1800 (EXC HOL) RMK: NOS DEMAIS HR O PLN COMPLETO DEVERA SER APRESENTADO A QUALQUER SALA AIS CREDENCIADA DA FIR CURITIBA E O PLN SIMPLIFICADO A SALA AIS CIVIL DE CAMPO GRANDE PELO TEL PLN/FAX (67) 3368-6041 REF: ROTAER 3-C) (E2900/2010) ---| FIM DA LISTAGEM |--- ASSINATURA: ELABORADO POR: FULANO DE TAL ASSINATURA: REVISADO POR: CICLANO DE TAL Data: 15/01/11 Data: 17/01/11 105 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS Lat H Long H Altitude (m) Fonte Data Implantação 20 28 43.2 S 054 40 56.4 W 763.91 Lev ICA VOR Check Point (twy D) Implantação 20 28 40.6 S 054 40 58.9 W 954.38 Lev ICA Ago/01 Jun/04 3 CAB06L (PISTA TÁXI) Implantação 20 28 38.8 S 054 41 01.5 W 974.55 Lev ICA Set/05 4 GLIDE SLOPE IGC Auxílio 20 28 37.8 S 054 40 46.3 W 774.29 Lev ICA Set/05 5 THD DO GLIDE SLOPE ICG Auxílio 20 28 37.7 S 054 40 46.4 W 404.70 Lev ICA Set/05 6 VOR 2(PRE-SITE) Auxílio 20 28 28.4 S 054 40 58.5 W 797.93 Lev ICA Set/05 7 VOR 3(PRE-SITE) Auxílio 20 29 00.4 S 054 41 19.6 W 828.83 Lev ICA Set/05 8 NDB-2 (PRE-SITE) Auxílio 20 28 13.4 S 054 40 55.7 W 914.46 Lev ICA Set/05 9 NDB-1 (PRE-SITE) Auxílio 20 28 12.1 S 054 40 57.2 W 790.93 Lev ICA Set/05 10 BIRUTA Auxílio 20 28 18.1 S 054 40 36.8 W 985.25 Lev ICA Set/05 11 PRÉDIO DOS BOMBEIROS(TORRE) 20 28 10.5 S 054 40 48.6 W 1054.09 Lev ICA Set/05 12 RADAR DE TERMINAL (PRE-SITE 1) Auxílio 20 28 25.9 S 054 40 25.7 W 555.19 Lev ICA Set/05 13 MARCADOR MÉDIO IGC Auxílio 20 29 08.6 S 054 41 20.9 W 712.33 Lev ICA Set/05 14 NDB IG (M.M) Auxílio 20 29 09.1 S 054 41 21.6 W 691.57 Lev ICA Set/05 15 RADAR (STAR 2000) Auxílio 20 28 34.9 S 054 40 18.1 W 685.03 Lev ICA Set/05 16 RADAR DE TERMINAL (PRE-SITE 2) Auxílio 20 28 32.4 S 054 40 08.8 W 704.93 Lev ICA Set/05 17 SITE MONITOR (RADAR STAR 2000) Auxílio 20 27 53.6 S 054 41 06.3 W 731.52 Lev ICA Set/05 18 AP-27 (THD ANTIGO) Auxílio 20 28 09.0 S 054 40 13.6 W 748.66 Lev ICA Set/05 19 THD VOR CGR (AP-851) Auxílio 20 28 09.1 S 054 40 12.9 W 879.79 Lev ICA Set/05 20 VOR CGR Auxílio 20 28 07.7 S 054 40 13.3 W 851.50 Lev ICA Set/05 21 CAIXA D´ÁGUA 08 Implantação 20 28 35.7 S 054 40 00.9 W 627.59 Lev ICA Set/05 22 EUCALIPTOS Implantação 20 29 26.1 S 054 41 34.8 W 523.72 Lev ICA Set/05 23 VOR 1(PRE-SITE) 20 27 52.5 S 054 40 25.3 W 537.62 Lev ICA Set/05 24 ANTENA 16 Implantação 20 29 34.4 S 054 40 10.5 W 528.90 Lev ICA Set/05 25 INS-3 (Pátio militar) Implantação 20 27 52.1 S 054 39 51.0 W 535.53 Lev ICA Set/05 26 CAB24R(PISTA TÁXI) Implantação 20 27 38.6 S 054 40 03.5 W 689.56 Lev ICA Set/05 27 FAROL ROTATIVO 20 27 28.0 S 054 40 19.4 W 732.23 Lev ICA Set/05 28 QFE Implantação 20 27 40.1 S 054 39 56.6 W 719.33 Lev ICA Set/05 29 CAB-24 Implantação 20 27 40.3 S 054 39 56.0 W 798.94 Lev ICA Set/05 30 ANTENA OPR 122.5 Implantação 20 27 51.0 S 054 39 46.2 W 753.43 Lev ICA Set/05 31 PRÉDIO 04 Implantação 20 27 50.9 S 054 39 46.0 W 502.97 Lev ICA Set/05 32 INS-2 (AP-805 Pátio civil) Implantação 20 27 28.3 S 054 40 09.8 W 503.07 Lev ICA Set/05 33 INS-4 (Pátio militar) Implantação 20 27 47.8 S 054 39 47.2 W 503.70 Lev ICA Set/05 34 ANTENA CELULAR Implantação 20 27 26.7 S 054 40 11.2 W 503.16 Lev ICA Set/05 35 AP-807 (TWR) Implantação 20 27 26.7 S 054 40 11.2 W 501.40 Lev ICA Set/05 36 VOR Check Point (twy A) Implantação 20 27 31.2 S 054 40 01.6 W 1195.13 Lev ICA Set/05 37 INS-1 (Pátio civil) Implantação 20 27 27.7 S 054 40 03.6 W 1011.94 Lev ICA Dez/07 38 LOCALIZER IGC 39 40 N Ident 1 CAB-06 2 Tipo Implantação Auxílio Auxílio 20 27 35.5 S 054 39 51.1 W 915.02 Lev ICA ANTENA 12 Implantação 20 27 14.4 S 054 38 48.7 W 501.40 Lev ICA Dez/07 Jun/04 CAIXA D´ÁGUA 03 Implantação 20 28 09.5 S 054 38 22.4 W 501.40 Lev ICA Jun/04 41 ANTENA 15 Implantação 20 27 25.3 S 054 38 00.1 W 800.11 Lev ICA Jun/04 42 CAIXA D´ÁGUA Implantação 20 26 07.4 S 054 38 54.5 W 701.04 Lev ICA Jun/04 43 COLÉGIO Implantação 20 26 10.6 S 054 38 41.3 W 701.04 Lev ICA Jun/04 Auxílio 106 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR SID BRAKE 1A Path Term. Nome TF CG-WPT1 TF BRAKE Localização 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% PDG Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 SID CREMA 1A Path Term. Nome TF CG-WPT1 TF CREMA Localização 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% PDG Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 SID DARAL 1A Path Term. Nome TF CG-WPT1 TF DARAL Localização 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% PDG Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 SID IRLAM 1A Path Term. Nome TF CG-WPT1 TF IRLAM Localização 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% PDG Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 SID KISAB 1A Path Term. Nome Localização Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) PDG Perform. Requerida 107 CIRCEA 100-54/2012 TF CG-WPT1 TF KISAB 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 SID SIOGA 1A Path Term. Nome TF CG-WPT1 TF SIOGA Localização 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) FO Y 258.40 ---- 1000 ---- 3,40% FB N 348.40 ---- 5000 250 3,30% PDG Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 108 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta; OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre outros. OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta, considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam. 109 CIRCEA 100-54/2012 ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO FICHA CADASTRO DE CARTA DE SAÍDA PADRÃO POR INSTRUMENTO 1. IDENTIFICAÇÃO: (a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade; (b) Carta: Inserir a identificação da carta; 2. PISTA: (a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista; (b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo; (d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais; (e) DER: Inserir a elevação da cabeceira oposta com precisão de duas casas decimais; (f) TEMP REF: Inserir a temperatura de referência do aeródromo; (g) CWY COMP: Inserir o comprimento da clearway; (h) CWY ELEV: Inserir a elevação do ponto mais alto da clearway; (h) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista; (i) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma; 3. GERAL: (a) TIPO PROCEDIMENTO: Inserir o tipo de procedimento: Saída direta ou em curva; (b) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre outros. (c) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena; (d) ALT TRANS: Inserir a altitude de transição; 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: (a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s) procedimento(s). 5. SEGMENTOS: a) TP DEFINIDO POR: (a) Marcar DISTÂNCIA OU ALTITUDE, conforme o caso, para indicar como foi estabelecido o TP; (b) FIXO: Inserir a identificação do fixo que determina o TP e o tipo: FO (flyover) ou FB (flyby); (c) DIST: Inserir a distância da DER até o TP; (d) ALT: Inserir a altitude na qual o TP foi estabelecido, se for o caso; 110 CIRCEA 100-54/2012 (e) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; b) PARÂMETROS DA CURVA EFETUADA NO TP: (a) IAS + 10%: Inserir o valor de velocidade indicada considerado com acréscimo de 10%; (b) TAS: Inserir o valor da TAS calculada; (c) R: Inserir a razão de curva; (d) r: Inserir o raio de curva; c) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO: (a) SID: Inserir o nome da SID; (b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de grau; (d) MUD CURSO: Inserir o valor em graus de modificação de curso que antecede o segmento; (e) COMP MNM: Inserir o comprimento mínimo requerido para o segmento com precisão de uma casa decimal; (f) VEL: Inserir a velocidade indicada considerada no cálculo do comprimento mínimo; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; d) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO: (a) SID: Inserir o nome da SID; (b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, primária, secundária, etc.; (e) MOC: Inserir o valor da margem de separação de obstáculos aplicável; (e) VIOLAÇÃO PDG 3,3%: Inserir o valor de violação da OIS para um PDG de 3,3%; (f) PDGNecessário: Inserir o valor de PDG necessário para livrar os obstáculos; (g) PDGARRED: Inserir o valor de PDG necessário para livrar obstáculos arredondado para efeito de publicação; (h) ALTITUDE 3,3%: Inserir a altitude a partir da qual a aeronave poderá empregar o PDG de 3,3%; (i) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; d) OBSTÁCULOS VIOLANDO A ÁREA DE PROTEÇÃO, MAS COM ALTURA INFERIOR A 60m: (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) PDGAnalisado: Inserir o valor de PDG considerado na análise; (c) VIOLAÇÃO: Inserir o valor de violação; (d) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 8. MÍNIMOS OPERACIONAIS: (a) Inserir os valores de mínimos operacionais a serem aplicados no procedimento; 111 CIRCEA 100-54/2012 9. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: (a) SETOR: Inserir os valores em graus verdadeiros que delimitam o setor da MSA/TAA; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (e) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso; (f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 10. OBSERVAÇÕES GERAIS: (a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP; 10.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: (a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta; 10.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: (a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento; ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo; (c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea); (d) LAT: Inserir a latitude; (e) H: Inserir o hemisfério; (f) LONG: Inserir a longitude; (g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude; (h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc; (i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso; ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR (a) SID: Inserir o nome da SID; (b) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento; (c) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento; (d) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto; (e) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY; (f) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório; (g) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento com precisão de dezenas de segundo; 112 CIRCEA 100-54/2012 (h) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda; (i) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento; (j) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento; (k) PDG: Inserir o valor do gradiente de subida do segmento; (l) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento; 113 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO G FICHA CADASTRO CARTA DE CHEGADA PADRÃO POR INSTRUMENTO 1. IDENTIFICAÇÃO: LOCALIDADE: Rio de Janeiro / Antônio Carlos Jobim, INTL, SBGL. CARTA: STAR RNAV RIOH 1B – TUBO 1B 2. PISTA: DIMENSÕES RWY RUMO VERD ADEL(ft) THEL(ft) TEMP REF 3.180m x 47m 15 125°31’56.60” 28,00 16,00 31,9º C OBS: TORA 3.180m, TODA 3.180m, ASDA 3.180m, LDA 3.180m. FONTE: AIP-BRASIL AD 2 SBGL 1 (18/12/08). 3. GERAL: TIPO PROCEDIMENTO SENSOR COORDENADAS ALT TRANS(ft) CHEGADA GNSS --- 4.000 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: LEGISLAÇÃO DOC 8168 – PANS-OPS EDIÇÃO / EMENDA / DATA 5a. Edição – Emenda 04 – 18/11/2010 ORDER 8260.3b – TERPS (mínimos operacionais) CHANGE 21 – 05/06/2009 CIRCEA 100-54 Março de 2012 5. SEGMENTOS: a) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO: STAR RIOH 1B SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) GRAD(%) VEL(KT) RIOH - ODIR 174.00 10º 6.5NM 7,86% 250 KT ODIR – GL-NOVO23 173.00 15º 11.6NM 4,23% 250 KT GL-NOVO23 – GL-NOVO24 173.00 70º 22.8NM 5,26% 250 KT GL-NOVO24 – GL-NOVO25 173.00 0º 7.5NM 6,12% 250 KT GL-NOVO25 – GL-NOVO30 167.00 0º 5.5NM 3,22% 250 KT GL-NOVO30 – GL-NOVO6 167.00 27º 5.0NM 7,08% 250 KT OBS: NIL. STAR TUBO 1B SEGMENTO RUMO VERD MUD CURSO COMP MNM(NM) GRAD(%) VEL(KT) TUBO - LECO 099.00 10º 7.1NM 4,86% 250 KT 114 CIRCEA 100-54/2012 LECO – GL-NOVO35 101.00 10º 15.0NM 3,23% 250 KT GL-NOVO35 – GL-NOVO26 101.00 0º 4.5NM 2,26% 250 KT GL-NOVO26 – GL-NOVO27 101.00 0º 11.6NM 5,62% 250 KT GL-NOVO27 – GL-NOVO26 101.00 16º 1.9NM 1,22% 250 KT GL-NOVO26 – GL-NOVO4 099.00 0º 7.6NM 8,08% 250 KT OBS: NIL. b) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO: STAR RIOH 1B SEGMENTO RIOH - ODIR Nº 1066 ÁREA PRIMARIA MOC(ft) 2.000 OCA(ft) 15.000 ODIR – GL-NOVO23 - - - 10.000 GL-NOVO23 – GL-NOVO24 - - - 8.500 GL-NOVO24 – GL-NOVO25 - - - 7.000 GL-NOVO25 – GL-NOVO30 1067 PRIMARIA 2.000 6.000 GL-NOVO30 – GL-NOVO6 - - - 4.500 OBS: No trecho RIOH - ODIR, o obstáculo imporia um SDF de 7100 pés, porém como no GLNOVO25, por motivo de circulação, a altitude é obrigatória em 8000 Pés, não foi necessário tal “step”. STAR TUBO 1B SEGMENTO Nº MOC(ft) 1068 ÁREA PRIMARIA 2.000 OCA(ft) 7.200 TUBO - LECO LECO – GL-NOVO35 - - - 7.000 GL-NOVO35 – GL-NOVO26 - - - 7.000 GL-NOVO26 – GL-NOVO27 - - - 6.500 GL-NOVO27 – GL-NOVO26 1069 PRIMARIA 2.000 6.000 GL-NOVO26 – GL-NOVO4 - - - 5.100 OBS 1. No trecho LECO – GL-NOVO35, o obstáculo imporia um SDF de 7200 pés, porém devido a CTR-SC, foi necessário um nível mínimo FL120. 2. No trecho GL-NOVO27 – GL-NOVO26, o SDF de 6000 pés foi determinado em função da CTR-SC. c) ARCO DME: - RAIO: - RADIAIS GUIAS: STAR --SEGMENTO --- Nº --- ÁREA --- MOC(ft) --- OBS: NIL. 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: SETOR OBSTÁCULOS OCA(ft) --- 115 CIRCEA 100-54/2012 Nº MOC(ft) OCA(ft) STEPDOWN(NM) 090/180 1070 2.000 pés 7.500 pés - 180/270 1071 2.000 pés 9.500 pés - 270/090 1072 2.000 pés 5.500 pés OBS: NIL. 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS ESPERA 1 RUMOS 174/354 Nº 1073 ÁREA PRIMARIA MOC 2.000 pés OCA 9.000 pés ESPERA 2 173/353 984 PRIMARIA 2.000 pés 8.000 pés ESPERA 3 097/277 - - - 12.000 pés ESPERA 4 101/281 - - - 12.000 pés OBS: 1. ESPERA 1 – A OCA poderia ser FL080, porém foi determinada em função do nível mínimo na aerovia. 2. ESPERA 2 – A OCA é a já existente atualmente e leva em conta a CTR-SC. 3. ESPERA 4 – A OCA foi determinada em função da CTR-SC. 8. OBSERVAÇÕES GERAIS: 1. NIL. 8.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: N --- Ident --- Tipo --- Lat --- H - Long --- H Altitude (m) --- Fonte --- Data --- 8.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: SBGL - RIO DE JANEIRO/GALEAO-ANTONIO CARLOS JOBIM, RJ - AGA 13/08/10 17:38 - 13/02/11 02:59 ALS (ALSF-1) RWY 15 U/S REF: AIP BRASIL MAP ADC) (D1414/2010) 09/11/10 19:29 - PERM AD - EMISSAO DE AUTH DE SOBREVOO E TRANSITO PARA ACFT CIVIS ESTRANGEIRAS EM VOOS PARTICULARES E NAO REMUNERADOS HR SER MON TIL FRI 1130/2130 EXC HOL REF: AIP BRASIL AD 2.2, ROTAER 3-R) (D2028/2010) 116 CIRCEA 100-54/2012 26/11/10 20:21 - 24/02/11 02:00 PATIO MIL OPR CTN DEVIDO OBRAS) (D2165/2010) 15/12/10 01:10 - 01/03/11 02:59 RWY 15 FST 400M CLSD DEVIDO OBRAS NAS ESTRUTURAS DAS TORRES DO ALS) (D2342/2010) 28/12/10 20:24 - PERM CWY RWY 15 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2449/2010) 28/12/10 20:30 - PERM SWY RWY 15 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2450/2010) 29/12/10 17:05 - PERM DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA: TORA TODA ASDA LDA RWY 15 3180M 3180M 3180M 3180M RWY 33 3180M 4775M 3180M 3180M REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D2455/2010) 30/12/10 21:10 - 01/03/11 02:59 DIST DECLARADAS RWY 15/33 MODIFICADAS PARA: TORA TODA ASDA LDA RWY 15 2780M 2780M 2780M 2780M RWY 33 2780M 2780M 3180M 2780M) (D2470/2010) 11/01/11 10:00 - 11/01/11 19:00 ALS (ALSF-1) RWY 28 U/S) (D0005/2011) 14/01/11 15:00 - 14/01/11 17:00 PAPI (L9) RWY 33 U/S) 117 CIRCEA 100-54/2012 (D0006/2011) 14/01/11 17:00 - 14/01/11 19:00 PAPI (L9) RWY 15 U/S) (D0007/2011) 05/01/11 22:57 - 04/03/11 03:00 AD - AEROPORTO MONITORADO,EM CONSEQUENCIA, TODAS AS INTENCOES DE VOO REGULARES DE PASSAGEIROS E/OU CARGA ASSIM COMO DA REDE POSTAL ESTARAO CONDICIONADAS AS REGRAS E PROCEDIMENTOS DESCRITOS NA AIP BRASIL ENR 1.9 ITEM 1) (D0023/2011) 07/01/11 13:15 - PERM SWY RWY 33 CNL REF: AIP AD 2.12 AIP MAP ADC) (D0031/2011) 21/01/11 15:00 - 21/01/11 17:00 PAPI RWY 28 U/S) (D0035/2011) 21/01/11 17:00 - 21/01/11 19:00 PAPI RWY 10 U/S) (D0036/2011) 16/10/10 12:30 - 19/02/11 20:00 OCT 16 1230/1400 1800/2100 OCT 17 TIL FEB 19 0030/0200 1130/1300 1700/2000 AD - TKOF COM DEST A SBAR, SBMO, SBRF, SBJP, SBNT, SBPS, SBIL, SBTV E SBTC DEVEM SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: SBPS - UN857 SBTV - UN857 SBIL - UN857 SGR DCT SBTC - UN857 SGR DCT SBMO - UN857 MEDIT DCT SBRF - UN857 RUBEN DCT SBJP - UN857 RUBEN DCT REC DCT SBNT - UN857 RUBEN DCT REC DCT JPS DCT SBAR - UN857 ESLIB DCT (Z0417/2010) 118 CIRCEA 100-54/2012 15/12/10 21:22 - 17/05/11 23:59 AD - TKOF COM DEST A SBRP DEVEM SEGUIR PELAS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: ESPACO AEREO INFERIOR: W50 KEVUS DCT MAVIK W13 ESPACO AEREO SUPERIOR: UA312 AKSUG DCT MAVIK DCT FUR(NDB) DCT VERME DCT RPR(NDB)) (Z0542/2010) - ATM 29/10/10 21:25 - PERM IAC ILS W RWY 15, DE 29 JUL 10 AIRAC, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - IGL (NM): NO IF LOCK: DE 13.7 PARA 10.8, NO FAF GL012: DE 10.7 PARA 7.8, NO OM: DE 6.8 PARA 6.9. REF: AIP-BRASIL MAP) (D1975/2010) 09/11/10 18:08 - 11/02/11 20:00 IAC VOR Y RWY 28, DE 11 MAR 10, SUSPENSA REF: AIP BRASIL MAP) (D2023/2010) 19/11/10 19:58 - PERM IAC ILS X RWY 28, DE 23 SEP 10 (AIRAC), CORRIGIR NO QUADRO DE PERFIL DE APCH: 1- DIST TO ILM (DME): NA THR 28, INCLUIR A SEGUINTE INFO: 2.4NM NO MAPT: CORRIGIR DE 2.68NM PARA 2.9NM NO FAP GL018: CORRIGIR DE 7.06NM PARA 7.3NM NO IF EUJE: CORRIGIR DE 13.18NM PARA 13.1NM 2- NO FAP GL018: CORRIGIR DE ALT MNM 1600FT PARA ALT OBRIGATORIA 1600FT 3- INCLUIR A 02NM ANTES DO FAP GL018: ALT OBRIGATORIA: 1600FT DIST: 6.9NM TO THR28 E 9.3NM TO ILM (DME) REF: AIP BRASIL MAP) (D2099/2010) 119 CIRCEA 100-54/2012 30/11/10 15:00 - PERM IAC ILS Y RWY 28 E ILS Z RWY 28, AMBAS DE 18 NOV 10 (AIRAC), CORRIGIR: 1- NO QUADRO DE VISTA DE PLANTA: NO FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM 2- NO QUADRO DE VISTA DE PERFIL: NO FIXO EUJE: DE 12.9 DME ILM PARA 13.1 DME ILM DIST BTN FIXO LOBO E FIXO EUJE: DE 4.1NM PARA 4.6NM REF: AIP BRASIL MAP) (D2201/2010) 03/12/10 13:09 - PERM IAC ILS Y RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) (D2238/2010) 03/12/10 13:15 - PERM IAC ILS X RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) (D2239/2010) 03/12/10 13:19 - PERM IAC ILS Z RWY 15, DE 11 MAR 10, CORRIGIR NO QUADRO DO PERFIL DE APROXIMACAO AS SEGUINTES INFO: - NO FIXO NATU: DE 18 DME IGL PARA 18.3 DME IGL - NO FIXO ROTA: DE 14 DME IGL PARA 14.3 DME IGL - NO OM: DE 6.6 DME IGL PARA 6.9 DME IGL REF: AIP-BRASIL MAP) (D2240/2010) 17/12/10 14:48 - 14/02/11 23:00 SID RNAV(GNSS) AWAKE 1B/2D - DOGSU 1B/2D ESMAP 1B/2D FIGOS 1B/2D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: ITEM III-SAIDA DOGSU: ...CURVAR A DIREITA (TF) RUMO 058, VOAR 147.8NM PARA A INTERSECAO FLY-BY DOGSU.) (D2375/2010) 120 CIRCEA 100-54/2012 17/12/10 14:52 - 14/02/11 02:00 SID RNAV(GNSS) ABSAL A/1D ASGAT A/1D KNOLL A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: 1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG 2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: RWY 10 ABSAL A ASGAT A KNOLL A: APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF) RUMO 046, PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001, COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO RWY 33 ABSAL 1D ASGAT 1D KNOLL 1D: APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA O WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 002, VOAR 13NM PARA WAYPOINT FLY-BY GL003, ENTAO...) (D2376/2010) 17/12/10 14:55 - 14/02/11 23:00 SID RNAV(GNSS) AWAKE A/1D DOGSU A/1D - ESMAP A/1D FIGOS A/1D, DE 19 NOV 09, CORRIGIR: 1- NO TRECHO WAYPOINT GL001 TO VOR PCX: HDG DE 111DEG PARA 112DEG 2- NO QUADRO INSTRUCOES DE SAIDA: RWY 10 AWAKE A DOGSU A ESMAP A FIGOS A: APOS A DECOLAGEM CURVAR A ESQUERDA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 046 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO CURVAR A DIREITA(TF) RUMO 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A OU ACIMA FL100, ENTAO RWY 33 AWAKE 1D DOGSU 1D ESMAP 1D - FIGOS 1D: APOS A DECOLAGEM CURVAR A DIREITA(CF), PARA INTERCEPTAR RUMO 111 PARA WAYPOINT FLY-BY GL001 COM IAS MAX 230KT, ENTAO MANTER RUMO(TF) 112, VOAR 16.4NM PARA VOR FLY-BY PCX, CURVAR A ESQUERDA(TF) RUMO 047, VOAR 13NM CRUZAR WAYPOINT FLY-BY GL002 A OU ACIMA FL100, ENTAO...) (D2377/2010) - CNS - 121 CIRCEA 100-54/2012 09/11/10 18:04 - 11/02/11 20:00 VOR CAX 113.00MHZ U/S RDL 115 REF: AIP BRASIL AD 2) (D2022/2010) 15/12/10 19:51 - 13/02/11 01:59 ILS GP IGL RWY 15 U/S) (D2347/2010) - OTR 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00 DLY 1000/1300 1600/2000 REH MANGUINHOS E REH FERROVIA BTN POSICAO MARACANA E MADU CLSD) (D2458/2010) 30/12/10 10:00 - 31/01/11 20:00 DEC 30 1000 TIL JAN 04 0200 JAN 04 TIL JAN 31 1000/1300 1600/2000 REA PENHA CLSD) (D2460/2010) 13/09/10 19:47 - 11/03/11 00:00 VOOS PROCEDENTES DE SBGR OU SBGL COM DEST A KMIA, KORD,KATL, SVMI E KJFK QUE INTENCIONAREM INGRESSAR NA FIR AMAZONICA PELAS ROTAS UZ23 E UL304, NO PERIODO BTN 0300 A 0630 UTC DEVERAO SEGUIR AS SEGUINTES ROTAS PREFERENCIAIS: - TKOF DE SBGR - UW2 BRS UZ24 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60) DCT BVI UL304 ISANI - TKOF DE SBGL - UA312 STM DCT BUVIP (N0122.25W05913.60) DCT BVI UL304 ISANI REF: AIP-BRASIL ENR 2 (Z0351/2010) ---| FIM DA LISTAGEM |--- ASSINATURA: ELABORADO POR: FULANO DE TAL ASSINATURA: REVISADO POR: CICLANO DE TAL Data: 15/01/11 Data: 17/01/11 122 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS N 1060 Ident ANTENA VHF Tipo Implantação 1061 FAROL ROTATIVO Auxílio 1062 NDB PTP Auxílio 1063 NDB PAI Auxílio 1064 VOR PAI 1065 THD (AP-03) 1066 Morro do Pau Branco 1067 Morro 1068 Morro 1069 Morro 1070 Morro 1071 Morro 1072 Morro Lat H Long H Altitude (m) Fonte Data 22 33 05.40 S 043 42 21.10 W 672.82 Lev ICA Ago/01 22 33 03.00 S 043 42 21.70 W 672.17 Lev ICA Jun/04 22 33 00.50 S 043 42 25.40 W 690.32 Lev ICA Set/05 22 27 18.40 S 043 50 27.40 W 526.11 Lev ICA Set/05 22 27 14.60 S 043 50 25.80 W Implantação 22 27 14.80 S 043 50 26.60 W Obst Natural 22 46 57.59 S 043 21 21.35 W Obst Natural 22 48 44.70 S 043 15 49.30 W 514.53 Obst Natural 22 51 24.51 S 042 38 49.71 W Obst Natural 22 55 38.00 S 042 52 57.00 W Obst Natural 22 35 24.40 S 043 29 03.41 W 700 Obst Natural 22 55 57.21 S 043 28 25.38 W Obst Natural 22 53 43.00 S 042 52 56.00 W 975 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 433 Lev ICA Set/05 Auxílio 506.74 155 915 560 580 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 Lev ICA Set/05 123 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR STAR RIOH 1B Path Term. Nome TF RIOH TF ODIR TF GLNOVO23 TF GLNOVO24 FA GLNOVO25 Localização 23 43 22.44 S 42 15 09.73 W 23 22 03.97 S 42 38 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W 25 48 12.3 S 48 24 35.2 W 22 50 24.81 S 43 15 18.6 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva Altitude VEL (FT) (KT) VPA FO Y ---- ---- 10.000 150 ---- FB N 258 ---- 7.000 ---- ---- FB N 348 ---- 6.000 250 ---- FO N 348 R 5.000 ---- ---- FB N 348 ---- 4.500 ---- ---- Altitude VEL (FT) (KT) VPA Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 STAR TUBO 1B Path Term. Nome TF TUBO TF BOTOM TF MRC TF PCX FA FICO Localização 22 56 46.94 S 43 30 8.73 W 22 46 3.07 S 43 7 20.30 W 22 51 59.51 S 43 30 32.02 W 25 48 12.3 S 48 24 35.2 W 22 50 24.81 S 43 15 18.6 W Tipo Comp Rumo Verd Direção de Curva FO Y ---- ---- 9.000 150 ---- FB N 258 ---- 8.000 ---- ---- FB N 348 ---- 7.000 250 ---- FO N 348 R 6.500 ---- ---- FB N 348 ---- 6.000 ---- ---- Perform. Requerida RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 RNAV 1 B-RNP 1 124 CIRCEA 100-54/2012 ANEXO C – RELATÓRIO DETALHADO IFSET OBS1: Com vistas a documentar os benefícios ou prejuízos da publicação da carta aeronáutica do ponto de vista ambiental, os EP deverão inserir neste anexo o relatório detalhado gerado pela ferramenta “ICAO Fuel Savings Estimation Tool (IFSET)” para cada procedimento contido na carta; OBS2: Os EP deverão relacionar e justificar, ainda, outros benefícios gerados pela publicação da carta, tais como, fluxo de tráfego aéreo, segurança operacional, aumento da operacionalidade do aeródromo, entre outros. OBS3: O relatório detalhado IFSET deverá ter como base o cenário anterior à introdução da nova carta, considerando os procedimentos existentes, o tipo e o número de aeronaves que os executam. 125 CIRCEA 100-54/2012 ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO FICHA CADASTRO DE CARTA DE CHEGADA PADRÃO POR INTRUMENTOS 1. IDENTIFICAÇÃO: (a) Localidade: Inserir a cidade servida, o nome do aeroporto e o indicativo de localidade; (b) Carta: Inserir a identificação da carta; 2. PISTA: (a) DIMENSÕES: Inserir a largura e o comprimento total da pista; (b) RWY: Inserir a cabeceira para a qual a carta será publicada; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro com precisão de décimos de segundo; (d) ADEL: Inserir a elevação do aeródromo com precisão de duas casas decimais; (e) THEL: Inserir a elevação da cabeceira com precisão de duas casas decimais; (f) TEMP REF: Inserir a temperatura de referência do aeródromo; (g) OBS: Inserir as observações julgadas pertinentes, incluindo as distâncias declaradas consideradas para a pista; (h) FONTE: Inserir a documentação utilizada como fonte para obtenção das informações, tal como, tabela de localização de auxílios do ICA, perfil de pista do ICA, AIP-BRASIL, entre outros, citando a data da mesma; 3. GERAL: (a) SENSOR: Inserir o tipo de sensor balizador do procedimento, como, por exemplo, VOR, NDB, ILS, PAR, LOC, GNSS, entre outros. (b) COORDENADAS: Inserir as coordenadas geográficas da antena; (c) ALT TRANS: Inserir a altitude de transição; 4. LEGISLAÇÃO UTILIZADA: (a) EDIÇÃO / EMENDA / DATA: Inserir a edição, a emenda e a data das legislações relacionadas com os critérios de elaboração do(s) procedimento(s). 5. SEGMENTOS: a) COMPRIMENTO MÍNIMO DO SEGMENTO: (a) STAR: Inserir o nome da STAR; (b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento; (c) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento (com precisão de dezenas de grau); (d) MUD CURSO: Inserir o valor em graus de modificação de curso que antecede o segmento; (e) COMP MNM: Inserir o comprimento mínimo requerido para o segmento com precisão de uma casa decimal; (f) GRAD: Inserir o gradiente do segmento; (g) VEL: Inserir a velocidade indicada considerada no cálculo do comprimento mínimo; (h) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 126 CIRCEA 100-54/2012 b) OBSTÁCULOS DENTRO DA ÁREA DE PROTEÇÃO: (a) STAR: Inserir o nome da STAR; (b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, segmento inicial, etc.; (e) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (f) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; c) ARCO DME: (a) RAIO: Inserir o raio do arco; (b) RADIAIS GUIAS: Inserir quais as radiais guias e o auxílio, como, por exemplo: 146 MRC 114.60; (a) STAR: Inserir o nome da STAR; (b) SEGMENTO: Inserir os pontos que delimitam o segmento; (c) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (d) ÁREA: Inserir a área na qual o obstáculo esta localizado: área de curva, segmento inicial, etc.; (e) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (f) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (g) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 6. ALTITUDE MÍNIMA DE SETOR: (a) SETOR: Inserir os valores em graus verdadeiros que delimitam o setor da MAS/TAA; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (d) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; (e) STEPDOWN: Inserir a distância (em NM) na qual o SDF foi estabelecido, se for o caso; (f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 7. ESPERA 7.1 ANÁLISE DE OBSTÁCULOS (a) RUMOS: Inserir os valores em graus verdadeiros dos rumos das pernas de aproximação e afastamento da espera; (b) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo na relação de obstáculos; (c) ÁREA: Inserir a área (primária ou secundária) na qual se encontra o obstáculo; (d) MOC: Inserir a margem de separação de obstáculos aplicável; (e) OCA: Inserir o valor da altitude de separação de obstáculos com o respectivo arredondamento; 127 CIRCEA 100-54/2012 (f) OBS: Inserir as observações julgadas convenientes; 8. OBSERVAÇÕES GERAIS: (a) Neste campo deverá ser inserida toda e qualquer observação de caráter geral julgada conveniente pelo EP; 8.1 RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS A SEREM INSERIDOS NO LAYOUT DA CARTA: (a) Neste campo deverão ser inseridos os obstáculos que deverão constar da planta da carta; 8.2 RELAÇÃO DE NOTAM EM VIGOR NA DATA DA ELABORAÇÃO DO PROCEDIMENTO: (a) Neste campo deverão ser inseridos todos os NOTAM em vigor no momento da elaboração do procedimento; ANEXO A - RELAÇÃO DE OBSTÁCULOS ANALISADOS (a) Nº: Inserir o número de referência do obstáculo; (b) IDENT: Inserir a identificação do obstáculo; (c) TIPO: Inserir o tipo do obstáculo (obstáculo natural, implantação ou auxílio à navegação aérea); (d) LAT: Inserir a latitude; (e) H: Inserir o hemisfério; (f) LONG: Inserir a longitude; (g) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude; (h) FONTE: Inserir a fonte das informações, tais como, levantamentos topográficos, cartas topográficas, etc; (i) DATA: Inserir a data do levantamento ou de atualização da carta, conforme o caso; ANEXO B - DESCRIÇÃO DOS FIXOS E PATH TERMINATOR (a) STAR: Inserir o nome da STAR; (b) PATH TERM: Inserir o código do path terminator do segmento; (c) NOME: Inserir a identificação do ponto de início do segmento; (d) LOCALIZAÇÃO: Inserir as coordenadas geográficas do ponto; (e) TIPO: Inserir FO para FLY OVER e FB para FLY BY; (f) COMP: Inserir Y para reporte compulsório ou N para reporte não compulsório; (g) RUMO VERD: Inserir o rumo verdadeiro do segmento (com precisão de dezenas de grau); (h) DIREÇÃO DE CURVA: Inserir R para segmento em curva para a direita e L para segmento em curva para a esquerda; (i) ALTITUDE: Inserir o valor da altitude mínima do segmento; (j) VEL: Inserir a velocidade indicada máxima ou mínima, conforme o caso, a ser empregada no segmento; (k) VPA: Inserir o valor do ângulo de planeio; (l) PERFORM REQUERIDA: Inserir a especificação de navegação para o segmento.