2015-1
SOLDAGEM: TERMO GENÉRICO
Soldagem
Odontológica
Anusavice - 11ª Ed. – Cap. 19 – 573-586
“Processo de união de metais, envolvendo ou não o fluxo de
um metal de preenchimento entre as partes a serem
soldadas”.
ANUSAVICE, K. J. Phillips’ Science of Dental Materials, 10a ed. 1996.
CLASSIFICAÇÃO DOS
PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM
Soldagem em alta temperatura (brasagem)
Em revestimento
Soldagem convencional (com solda)
SOLDAGEM EM REVESTIMENTO
 É a união de metais pelo
emprego de um metal de carga,
que apresenta temperatura de
fusão substancialmente menor
que a das partes metálicas a
serem unidas.
A mão livre
Elétrica a ponto
Soldagem autógena (sem solda)
 As partes a serem soldadas
estão fixadas em revestimento.
Por pressão
A laser
ANUSAVICE, K. J. Phillips’ Science of Dental Materials, 10a ed. 1996.
SOLDAGEM EM REVESTIMENTO
SOLDAGEM EM REVESTIMENTO
Requisitos para uma liga de soldagem:
 Resistente ao manchamento e corrosão;
Indicações::
Indicações
Incrustações
 Intervalo de fusão inferior ao das partes a serem
soldadas;
 Escoamento livre sobre as partes a serem soldadas;
 Não causar porosidade na união soldada;
 Resistência igual ou maior às partes a serem
soldadas;
 Cor semelhante às partes a serem soldadas.
Coroas
Próteses fixas
Próteses parciais removíveis
Aparelhos ortodônticos
 Fundentes e antifundentes
 Metais a serem soldados e ligas
 Ponto ou zona de fusão do metal;
 Grau de molhamento da liga utilizada;
FUNDENTE & ANTI-FUNDENTE
FUNDENTE & ANTI-FUNDENTE
 Ligas para soldagem.
 Fonte de calor
Fundente:
 Composição dos fundentes
fundentes::
 Bórax vitroso
 O propósito do fundente é
remover a camada superficial
oxidada do metal, quando a
solda estiver fluída e pronta
para
escoar
sobre
os
substratos metálicos.
 Ácido bórico
 Sílica
 Fluoreto de potássio
 O fundente pode ser empregado na
forma de pó, pasta ou líquido.
ANUSAVICE, K. J. Phillips’ Science of Dental Materials, 10a ed. 1996.
FUNDENTE & ANTI-FUNDENTE
FUNDENTE & ANTI-FUNDENTE
Antifundente::
Antifundente
 “É qualquer material colocado sobre a peça antes do
fundente de soldagem ser aplicado, para confinar o
escoamento da solda derretida
derretida..”
Fundente
 Geralmente é utilizado o grafite
Anti-Fundente
ZONA DE FUSÃO DA LIGA PARA SOLDA
Propriedades importantes para
7000 C
Liquidus
que ocorra o processo de
soldagem
Zona de
fusão
Sólidus
00 C
0 Min.
60 Min.
GRAU DE MOLHAMENTO
DA LIGA PARA SOLDA
LIGAS PARA SOLDAGEM

Composição tão diversa quanto os substratos a serem soldados;

Classificação das ligas para solda:

Ligas moles


Ligas duras
Compatibilidade da liga com o metal
metal--base

NENHUM
MOLHAMENTO
MOLHAMENTO
PARCIAL
MOLHAMENTO
PERFEITO
Depende de suas propriedades principais:
1.
Temperatura de escoamento suficientemente baixa;
2.
Capacidade de molhamento do substrato;
3.
Fluidez suficiente à temperatura de escoamento.
escoamento.
2 – CAPACIDADE DE MOLHAMENTO
DO SUBSTRATO
1 – TEMPERATURA DE ESCOAMENTO
Ligas para soldagem
Ligas para soldagem
 “É a temperatura na qual a solda irá molhar e escoar sobre o
metal a ser soldado
soldado..”
 “O molhamento do metal a ser soldado pela liga de solda é essencial
para produzir a união
união..”
 Usualmente é mais alta que a temperatura do liquidus da liga para solda
solda;;
 Geralmente está situada 50
50ºº C, abaixo da temperatura do solidus dos
metais a serem soldados
soldados..
 Auxilia na remoção da camada de óxidos das superfícies a serem
soldadas..
soldadas
7000 C


Liquidus

Zona de fusão
Sólidus
NENHUM
MOLHAMENTO
MOLHAMENTO
PARCIAL
MOLHAMENTO
PERFEITO
00 C
0 Min.
60 Min.
3 - FLUIDEZ DA SOLDA
FONTES DE CALOR
Ligas para soldagem
 “A fluidez de uma liga para solda depende da sua
composição bem como do seu intervalo de fusão
fusão..”
Soldas com
pequenos intervalos de fusão têm
escoamento superior àquelas com grandes intervalos
de fusão
fusão..
 Maçarico
Hidrogênio
Gás natural
Propano
Acetileno
 Forno
FONTES DE CALOR
FORMAS DE CONDUÇÃO DO CALOR
 Convecção:
Convecção: Transmissão através
de correntes de ar
ar;;
 Condução:
Condução: Transmissão através
da estrutura do forno
forno;;
Zona de Mistura
Zona de Combustão
 Calor radiante
radiante:: Transmissão pela
radiação
da
resistência
de
aquecimento..
aquecimento
Zona Redutora
Zona Oxidante
Adaptado de Shillingburg et al. Fundamentos de Prótese Fixa, 1a ed., 1986.
CONTRÔLE DE TEMPERATURA
PARA SOLDAGEM
 A temperatura utilizada deve ser a mínima para completar o
processo de soldagem
soldagem..
 O calor deve ser aplicado ao metal a ser soldado até ele estar
quente o suficiente para fundir a solda, tão logo ela entre em
contato com ele
ele..
 A chama deve ser mantida no local até a solda tenha escoado
completamente na interface a ser soldada
soldada..
 Período mais longo
longo:: Maior possibilidade de difusão entre o metal soldado e a liga
liga..
Seqüência
laboratorial de
soldagem
CLASSIFICAÇÃO DOS
PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM
Soldagem em alta temperatura (brasagem)
Em revestimento
Soldagem convencional (com solda)
A mão livre
Elétrica a ponto
Soldagem autógena (sem solda)
Por pressão
A laser
SOLDAGEM A MÃO LIVRE
“Procedimento de soldagem na qual as
partes a serem unidas não estão incluídas
em revestimento, sendo, normalmente,
fixadas pelo próprio operador”
SOLDAGEM A MÃO LIVRE
CLASSIFICAÇÃO DOS
PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM
Soldagem em alta temperatura (brasagem)
Em revestimento
Soldagem convencional (com solda)
A mão livre
Elétrica a ponto
Soldagem autógena (sem solda)
Por pressão
A laser
SOLDAGEM AUTÓGENA
SOLDAGEM AUTÓGENA
 Soldagem elétrica à ponto
“É a união de metais sem a adição de um metal de
carga, que apresenta temperatura de fusão igual que
a das partes metálicas a serem unidas”
ANUSAVICE, K. J. Phillips’ Science of Dental Materials, 10a ed. 1996.
SOLDAGEM AUTÓGENA
 Soldagem a laser
LABORATÓRIO EM 15 MINUTOS
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Mat I - 8-Soldagem