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Cogumelos, da floresta à produção de Cogumelos
Comestíveis em Borra de Café
Esta atividade pretende introduzir os participantes
para o fascinante mundo dos cogumelos, a sua
biologia e ecologia e sensibilizar para a valorização
de um resíduo que atualmente tem uma taxa muito
pequena de valorização (borra de café). Vamos
fornecer algumas dicas para construção
e manutenção de um kit de produção de
cogumelos que irá dar o seu “fruto” .
Marco Ferraz ( Eng.º Biotecnólogo)
Educador e Gestor Ambiental é o fundador da marca AMBIEDUCA.
Presta serviços educativos na área de Educação Ambiental e Ciência Experimental.
O desenvolvimento de tecnologia low-cost para o aproveitamento solar, a valorização de
resíduos, e a identificação de Cogumelos são algumas das suas paixões.
O Marco vai-nos apresentar o seu projecto AMBIFUNGI animando a actividade: Cogumelos, da
floresta à produção em borra de café.
Link do Blog: ambiente-que-educa.blogspot.pt
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Descobrir as borboletas
Os participantes aprendem a tratar pelo nome cerca de 20 espécies
diurnas habituais e a perceber a sua ecologia, compreendendo-se que a
fragilidade destes insectos não passa só pelos danos que os nossos dedos
lhes causam mas sobretudo pela incompreensão votada à flora
espontânea de que dependem.
Nesta oficina, os participantes apuram o sentido de observação,
cultivando o espírito de responsabilidade e os seus valores estéticos.
Funciona assim: reunidos numa sala, passa-se uma breve apresentação
audiovisual. Segue-se depois para o interior do Parque, onde se visitam
locais apreciados pelas borboletas, e as suas plantas hospedeiras.
Registam-se as espécies e a quantidade de espécimes e contemplam-se
alguns comportamentos específicos. Regresso à sala para conclusão da
actividade.
Fornece-se uma folha A4 com as espécies mais habituais e ficha de
observação pessoal.
A época mais adequada para se realizar esta oficina é de maio a agosto.
Jorge Gomes. Parque Biológico de Gaia
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Escrita Criativa
Segredos de um escritor.
Workshop criativo com dicas da
autora Helena Osório para se iniciar
na escrita com imaginação e para ser
o melhor aluno em redações na Língua Portuguesa.
Helena Osório, jornalista cultural desde 1989, com artigos publicados em várias revistas e jornais,
lança o primeiro livro infanto-juvenil em 2008 («Dos 8 aos 80») ilustrado pelas pintoras Armanda
Passos, Emília Nadal, Graça Martins, Graça Morais, Gracinda candeias e Paula Rego. O último título
é lançado em 2012 («Osvaldo enfeitiçador de cobras e lagartos») depois de uma viagem a Angola
onde a autora nasce. O livro apresenta capa do escultor José Rodrigues e desenhos de crianças e
jovens angolanos e portugueses. Os oito livros publicados, entre 2008 e 2012, contam com
ilustração e pintura de grandes nomes da arte portuguesa como o arquiteto Álvaro Siza, o escultor
Paulo Neves e os pintores António Barros, Armando Alves, Dulce Barata Feyo, Fernando Veloso,
Henrique Silva, José de Guimarães, Júlia Pintão, Júlio Resende, Margarida Leão, Mide Plácido,
entre outros. Helena Osório é licenciada em Estudos Europeus pela UM (Lisboa), pós-graduada e
mestre em Artes Decorativas pela UCP (Porto) e doutoranda em Estudos da História da Arte e da
Música na USC (Santiago de Compostela).
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Garden and Indwelling
Modern city turns towards the idea of
the green city, taking into account the
growing interest in sustainable
development. Similarly, planning of
suburban habitats must take into
account the growing interest in
environmental issues. Historical parks
and gardens are metaphors of
philosophical attitudes of people of
different cultures and times. As such they retain their universal value, being
simultaneously inexhaustible source of inspiration for the modern design of
landscapes, gardens and green areas. According to one of the philosophical ideas of
M. Heidegger man should take care of the environment when he relates to it in
practical way; by adopting the attitude of concern we have a chance to identify
ourselves with the possibility of accepting the world which we create as our own
and of indwelling in it, what means giving up the destructive attitude towards
nature.
The aim of the workshop is to let participants enter more deeply into this
philosophical concept by making them familiar with some different traditions of the
culture of garden, while they will be designing "garden of one's dreams". During the
workshop lasting 1.5 hour we will creatively use waste and natural materials.
Maja Piotrowska-Tryzno, born in 1974, graduate of Faculty of Graphics and Painting at Fine Arts
Academy in Łódź, Poland. Since 2011 PhD student at Aesthetics Department of Philosophy
Institute at the University of Warsaw, particularly interested in research into aesthetics history,
hermeneutics and phenomenology of perception. Author of several published texts on art and
aesthetics, active participant in several international conferences in Poland and Europe. Member
of the Society for Philosophical Education 'Kuźnia Umysłów', presently involved in events
promoting philosophy for young people (Warsaw Science Festival in 2012 and 2013, Open Day of
the Institute of Philosophy in 2013).
For four years she has run a course for schoolchildren and youth "New Forms of Art" in the Centre
of Culture and Civic Initiatives in Podkowa Leśna, which popularizes the principles and
achievements of art. Active artist and designer, translator of texts on art, architecture and design
from English. Contact: [email protected]
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O conto como fornecedor de
valores ambientais.
Na nossa curta experiência, vimos trabalhando com a conceção de arte integrada. Quer dizer, a
conjunção das diferentes manifestações artísticas. Quer pintura, literatura ou música. Ainda, a
intenção educativa nunca está isenta das nossas obras.
E, particularmente, aquela que diz a respeito ao cuidado do Ambiente.
Se escolhermos, apenas, o exemplo do Rei da Floresta, livrinho para crianças de 3 aos 80 anos,
todo ele se desenvolve no ambiente natural das nossas montanhas galegas, Courel ou Ancares. E
sempre há uma mensagem de respeito à natureza, na urdidura da estória seja ela qual for.
Isto não é nenhuma novidade. Todos os contos têm esse intuito de educar na sua essência. Cada
cultura vai transmitir os seus valores sempre através do Conto Infantil.
Nós definimos aqui como valor, o respeito à natureza, à Terra e também o mútuo respeito aos
seres humanos que nela habitam. Nunca seria um valor único, mas o conjunto do que damos em
chamar a Educação em Valores: Co-Educação, Educação cívica e de convívio democrático,
Educação para a Saúde e Educação Ambiental. Estes valores têm de ir num todo. A mudança de
Paradigma na sociedade atual implica também um estabelecimento da escala de valores que têm
muito a ver com o respeito ao conjunto da humanidade e também da Biosfera. Uma Ética
antropocêntrica dar ia passo a uma ética biocêntrica , em que o respeito a todos os seres vivos do
Planeta for o objetivo final.
Isto implica fazer umas normas para conservar a Biodiversidade, quer pelo que diz a respeito das
diferentes espécies que habitam na Terra, como pelos Ecossistemas em que todos viveram.
Respeito e proteção à variedade de espécies e de ecossistemas têm de ser a norma que guie a
civilização se quisermos ter um mundo habitável e parar a destruição que está bem encaminhada
na atualidade.Quer pelos poderes fáticos, quer pela indolência e desleixo dos cidadãos.
O Conto infantil, atual tem de fomentar esses valores, porque assim é como é concebido o conto
(transmissor dos valores em uso duma sociedade qualquer).
Tomando o exemplo do Rei da Floresta:
As estórias são contadas a o menino Martinho por seu tio, de maneira a sinalar a relação afetiva
entre os membros da família. Todo o livro acontece durante o Natal e são ressaltados os valores
familiares. Os contos fazem sempre referência à natureza e às tradições populares, o que reforça o
arraigo. As personagens são variadas. A principal é a figura do Apalpador. Um velhinho forte e
grande que representa a força da montanha, que vive de fazer carvão a partir da lenha que tira
dos ramos dos castanheiros. Que desce no Natal para cuidar dos meninos comprovando se têm a
barriguinha gordinha e os pezinhos quentes e lhes deixa castanhas quentinhas ao pé da cama.
Outras personagens são passarinhos, gatinhos, cavalinhos mágicos que moram nas pólas dos
carvalhos nos soutos de castanheiros ou nos rios da montanha. Há também o Rei da floresta que
cuida dos seus “eidos” e anda namorado da fada Mirnaia que penteia seus longos cabelos à beira
de três rios ao mesmo tempo, e cuida das águas destes. Todos os contos têm a sua canção para
reforçar o aprendido e para implicar na estória a quem lê ou escuta. O CD do livro foi feito de
maneira voluntária por amadores, sendo a música composta por Xaquim Facal, também de
maneira desinteressada.
Nos contos pode ter ou não relevância o lugar onde é que acontecem. Eu gosto de colocar os
meus atores num meio determinado. Desta maneira acho que ajuda a implicar a ação no ambiente
e identificar estes com aquele. Também a imagem gráfica é muito importante. Ajuda a fixar a
(cont)
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imaginação e criar mundos a partir dela que atua como um iniciador do imaginário. Sabemos,
segundo as teorias da Aprendizagem significativa e do construtivismo que o conhecimento
constrói-se utilizando a ancoragem em conceitos e ideias que já têm o seu lugar nas estruturas
cerebrais. Os contos iriam ajudar à construção destas estruturas apoiadas por imagens sugestivas
que os miúdos possam identificar facilmente. A partir de aí os conhecimentos são muito melhor
incorporados e, mesmo construídos. E são os conhecimentos os que nos hão-de fornecer e
sustentar os nossos valores de comportamento.
As Ciências da Educação Ambiental sustentam-se não apenas no amor ao nosso entorno. Mas
também na construção de estratégias eficazes par ao gerir de jeito sustentável. Estas estratégias
têm de basear-se em Valores e em conhecimentos cientificamente assentes no nosso acervo
cultural.
Os contos, por serem estórias curtas mantendo uma ideia fulcral, colaboram na construção duma
ética de comportamento. Quer contos infantis ou contos para adultos.
No Ano Internacional das Florestas (2011) publicamos dois livrinhos dedicados a estas:
Madeira de Mulher que, e em chave feminina, refere estórias de mulheres, associadas a diferentes
árvores que irão condicionar a sua vida, e o Rei da Floresta de literatura infantil que já foi indicado
mais acima.
Cuidamos, desde a nossa óptica de Educadoras Ambientais, que a arte é um poderoso aliado na
defesa do Ambiente e dos valores ambientais. Por isso é que o praticamos em aquelas vertentes
em que podemos: Pintura, Literatura ou Música.
Galiza agosto, 2013,
Adela Figueroa Panisse, Escritora e Educadora Ambiental
Celsa Sànchez Vàzquez, Pintora e Educadora Ambiental
Adela Figueroa, Professora reformada do Ensino Secundário na Galiza. Bióloga de formação e estudiosa da
Geologia, nomeadamente pelo atinge á Galiza. Ativista na Ecologia desde 1973. Vogal de ADEGA,
Associação para a Defesa Ecológica da Galiza. Colaboradora de variados médios informativos.
Na atualidade pretendo escrever coisinhas que possam ter interesse para outra gente alem de mim mesma.
Isso com as janelas abertas para a criatividade e a aprendizagem. Gosto de fazer turismo interior,
explorando aqueles sentimentos que pudessem estar agachados sem terem oportunidade de se exprimir
tanto em mim como nas outras gentes que vivem á minha volta. Com a recolha dos aprendidos nessas
viagens turísticas intento construir uma realidade mais ou menos real sem negar a virtualidade que toda
situação tem inevitavelmente.
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Azul + Amarelo = Brinquedos
Verdes
Esta oficina pretende desenvolver a criatividade na arte de brincar, assim
como sensibilizar o público para as questões ambientais.
Do azul retiramos o papel e o cartão, do amarelo as embalagens de
plástico. Desta forma criamos o polvo, o tubarão, a borboleta e muito
mais...
Hoje em dia, estão ao dispor da criança milhares de brinquedos
industriais que consomem recursos e geram desperdício. Em alternativa,
construir os próprios brinquedos a partir dos resíduos do dia-a-dia,
poderá ser uma forma divertida de poupar o ambiente!
Um livro para crianças e adultos, em conjunto, brincarem de fazer
brinquedos!
Simão Bolívar, nasceu em João Pessoa, Brasil. Reside no Poro desde 2006 onde desenvolveu o
projecto Simão
Feito à Mão. Actualmente dedica-se exclusivamente a esse projecto participando em feiras de
artesanato, exposições individuais e desenvolvendo oficinas para crianças. Muito recentemente
lançou um livro com o mesmo título das oficinas Azul + Amarelo = Brinquedos Verdes que ensina a
fazer 10 brinquedos mantendo as mesmas linhas do projecto simão feito à mão, ou seja,
construção de brinquedos dotados de movimento feitos a partir da reutilização de materiais.
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Cores da terra
Visando divulgar uma prática testada de educação
ambiental para a sustentabilidade propomos uma
oficina de expressão criativa, integrando uma atividade
experimental, que integra conceitos de educação
ambiental e arqueologia experimental, interligados com
a temática da origem da arte – pintura.
Promove-se a utilização de produtos e resíduos naturais, e a sua reutilização como forma
de dissuadir a utilização de materiais de pintura sintéticos (godets, tintas e pinceis), numa
estratégia de redução do consumo de recursos e de fomento de uma atitude de poupança.
Corresponde a uma efetiva utilização interdisciplinar das artes aliando a Educação
Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, Educação do Consumidor e Educação não
formal na área das ciências evolutivas e sociais (Evolução Humana, Arqueologia e História
de Arte).
Objetivos da Oficina
 Fomentar a consciência ecológica dos participantes;
 Promover ações de educação não formal, com base numa aprendizagem
social e na experimentação;
 Promover a formação e a sensibilização para as questões em torno do
Património Arqueológico, numa abordagem interdisciplinar;
 Realizar atividade pedagógica, com recurso a métodos da arqueologia
experimental.
Atividade:
 Preparação dos pigmentos, aglutinantes e dos utensílios a utilizar.
 Utilização dos materiais para reproduzir algumas técnicas arqueológicas.
 Utilização das tintas, pinceis e godets numa tela à escolha e com tema livre
ou direcionado por temática.
Telma Fontes, geógrafa, pós-graduada em Educação Ambiental. Técnica Superior do Município de Leiria,
na Divisão de Desenvolvimento Económico e Ambiente. Responsável pela coordenação técnica das
atividades do Centro de Interpretação Ambiental do Município de Leiria. Membro da direção da ASPEA.
Vânia Carvalho, arqueóloga, mestre em Evolução Humana e doutoranda em Turismo, Lazer e Cultura.
Técnica Superior do Município de Leiria, na Divisão de Ação Cultural, Museus e Biblioteca. Responsável pela
coordenação técnica da Casa dos Pintores - Oficina Municipal de Arqueologia e Centro de Interpretação do
Abrigo do Lagar Velho. Integra os corpos dirigentes do GEEvH – Grupo de Estudos em Evolução Humana,
sendo sócia fundadora da associação.
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Oficina de Reutilização Construção de carrinhos em
garrafas recicladas
A partir de várias garrafas de água que são furadas
e atravessadas por paus de espetadas, construímos
carrinhos para crianças, que podem ser puxados
por um cordel ou andar com energia solar.
As técnicas permitem construir carrinhos
semelhantes com outras embalagens.
Júlio Piscarreta. Dedico-me ao ensino de energias alternativas desde 1976, em escolas,
associações, cooperativas e câmaras municipais. Participo em encontros de Educação ambiental,
em exposições e feiras do ambiente. Faço formação de reclusos, no estabelecimento prisional do
Funchal, professores em Bragança, Praia Grande, Tires, Odemira, Santo André e São Tomé.
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Expressão Dramática com Rios
No âmbito do Projeto Rios promovido em Portugal pela ASPEA e LPN, a
oficina em causa, procura explorar os nossos sentidos na abordagem de
temáticas como os ecossistemas ribeirinhos e a sua biodiversidade. Os
participantes serão convidados a descobrir formas de equilíbrio e
interdependências entre as espécies que caracterizam um ecossistema
ribeirinho e procurarão criar relações entre si e o espaço onde se
encontram através de estratégias participativas e criativas de actuação e
de expressão.
Mariana Cruz Gestora de Projectos na BioRumo, Consultoria em Ambiente e Sustentabilidade
desde Março de 2009; Licenciada em Engenharia do Ambiente pela Escola Superior de
Biotecnologia - UCP; Mestrado em Biologia e Gestão de Águas – Faculdade de Ciências do Porto; ;
Formadora acreditada no domínio da Biologia A07 e Educação Ambiental D08 pelo Conselho
Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores; GRI’s Training of Trainers Course Global Reporting Initiative, Monitora do Projeto Rios.
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Monitorização da Qualidade da Água
A equipa do Projeto "Mil Escolas" assumirá a dinamização de uma Oficina
de “Monitorização da Qualidade da Água”, na qual serão aferidos os
parâmetros físico-químicos de 4 amostras de água - água engarrafada,
água da torneira, água da ribeira de Canide e água do mar, dos quais se
destacarão o pH, a temperatura (ºC), a presença de nitratos e nitritos
(mg/L), o nível de transparência da água, a dureza total (GH) e a dureza
dos carbonatos (KH). Para tal, será utilizado o Kit Projeto “Mil Escolas”, a
disponibilizar a todos os participantes, bem como uma ficha de registo de
observações para preenchimento no local.
Ana Sofia Oliveira Cibrão da Silva - Licenciada em Biologia, Ramo Cientifico-Tecnológico, Biologia
Animal Aplicada (pré-Bolonha) (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto). Experiência
como Monitora do Programa Ciência Viva e de exposições temáticas.
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Paisagens Sonoras
Apresentaremos globalmente as linhas de atuação da Associação de
Professores de Expressão e Comunicação Visual nos últimos anos e os
projetos para o futuro, com especial incidência nos projetos onde se
trabalha a educação ambiental a partir das artes. Neste workshop vamos
utilizar o conceito de paisagem sonora para realizar uma atividade
educativa de compreensão e consciência do lugar através dos sentidos e
da expressão visual, corporal e sonora.
Luisa Vidal, Angela Saldanha, Teresa Eça
artistas, educadoras, investigadoras em Educação artística, membros da APECV
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Propagar Suculentas com Arte
As Suculentas são plantas bonitas e
interessantes. Estas plantas requerem
pouca água e manutenção para que se
mantenham saudáveis por isso são uma
boa opção para quem não tem muito
tempo ou acha que não tem jeito para as
plantas. A propagação das suculentas é fácil
e pode-se sempre multiplicar a nossa colecção trazendo uma folhinha ou
uma pequena estaca do jardim de um amigo.
Nesta oficina pretende-se mostrar como se propagam as suculentas por
folha ou estaca de caule. Depois de aprender a multiplicar as suculentas
demonstra-se como usar estas plantas numa variedade de projectos
decorativos desde uma rolha, uma concha do mar ou outros recipientes
divertidos.
Maria José Valinhas. formadora na área de Jardinagem e responsável pelo projecto, a Hortinha da
Patela. Para mim, jardinar, é muito mais do que um hobby nos tempos livres, mas a melhoria da
minha qualidade de vida e da família e as ferramentas para diminuir a minha pegada ecológica.
Sou Engenheira do ambiente e nos últimos 17 anos liderei, geri e organizei projectos nesta área
nomeadamente, monitorização atmosférica, avaliação de impacte ambiental e sustentabilidade.
A jardinagem começou com dois vasos oferecidos por dois amigos há mais de vinte anos. Desde ai,
de uma forma autodidacta e também com formação avançada, evolui para uma jardinagem
sustentável e para a horticultura biológica.
O projecto, a Hortinha da Patela, inclui um jardim mediterrânico e uma hortinha familiar
cultivados de modo biológico, 1 m3 de compostagem caseira, quase 300 l de reaproveitamento da
água da chuva e um espaço de partiha e experimentação. Neste momento encontra-se em fase de
reconversão de acordo com os princípios da Permacultura.
[email protected]
hortinhadapatela.blogspot.pt
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Animação e leitura dos contos
Ler dá saúde e faz crescer
A autora Helena Osório
apresenta os seus oito livros
publicados, com animação de
contos ilustrados por grandes
nomes da arte portuguesa. Um incentivo à leitura em
colaboração direta com as crianças e jovens que
queiram participar.
Helena Osório Nasce em Benguela, Angola (1967). Doutoranda em História da Arte Portuguesa
(FLUP), pós-graduada e mestre em Artes Decorativas (UCP), licenciada em Estudos Europeus (UM).
Jornalista há 22 anos, é mentora e coordenadora editorial da revista de artes BomBart (registada
como VomVart). Docente em Artes Visuais. Fundadora em 2009 da Animedições, editora de arte e
literatura.
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Coleção de maravilhas naturais
A melhor forma de descobrir os segredos da natureza
envolvente é colecionar elementos naturais. No Jardim
e no nosso mostruário portátil vamos escolher os
elementos favoritos para iniciar a nossa coleção:
Construção de micro-gabinetes curiosos devidamente
etiquetados e identificados.
Objetivos





Despertar a curiosidade pela natureza
Descobrir a coleção como forma de conhecimento
Descrever e nomear seres vivos
Tomar contacto com guias de identificação de espécies
Alertar para a preservação da natureza e cuidados a ter na construção de uma
coleção natural
 Observar e registar, recorrendo ao desenho e à escrita
Metodologia
Conversa breve sobre a biodiversidade e a necessidade de a conhecer e preservar.
Apresentação da “Coleção de maravilhas naturais” – um armário portátil com
coleções de elementos naturais devidamente identificados.
Os participantes são convidados a examinar alguns destes elementos.
São também convidados a procurar e recolher no local perto da oficina alguns
elementos vegetais que estejam caídos no chão, como folhas, ramos ou sementes.
É proposto que criem um micro gabinete de curiosidades ou seja uma mini coleção
de elementos naturais. Para isso é distribuída uma caixa com divisórias onde se
poderão guardar, colar ou coser alguns elementos à escolha.
Estão à disposição os recolhidos no Parque e os do armário portátil.
Depois de constituída a coleção, é distribuído um livro com páginas em branco, onde
se vão desenhar, descrever e catalogar os elementos.
Este livro, colocado na tampa da caixa, fará parte integrante da coleção.
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(cont)
Esta oficina foi concebida para ser realizada por famílias (crianças acompanhadas de
adultos) e é dessa forma que será apresentada nas III Jornadas Art’ambiente. É uma
oficina muito versátil possível de ser adaptada em contextos diversos. Professores e
outros interessados em educação ambiental têm aqui uma fonte de inspiração para
futuros projetos.
Vanda Vilela . Lisboa, 1968.
Licenciatura Pintura FBAUL, 1995.
Exposições individuais e colectivas desde 1994.
Projectos artísticos no espaço público: “Observatório” 1997 em Lisboa, “El secret” 1998 em Barcelona ,
“Tecedeira” 2007 na Lousã.
Em parceria com Sandra Casaca organizou os projectos colectivos "Microart" em 2000 e "Bloom, arte e
jardins efémeros" em 2005.
Pertence à Direcção da Associação Traços na Paisagem, que desenvolve iniciativas culturais e pedagógicas,
colaborando com os Serviços Educativos de Instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu
do Chiado, o Centro Cultural de Belém ou o Teatro Maria Matos.
http://www.tracosnapaisagem.pt/projectos.htm
http://vvilela.blogspot.pt/
Ana Pêgo. Licenciatura em Biologia Marinha e Pescas (Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente da
Universidade do Algarve).
De 1998 a 2002, fez parte da equipa de vários projetos de investigação na Universidade do Algarve (UAlg), e
colaborou pontualmente em projetos da Universidade dos Açores (DOP - Departamento de Oceanografia e
Pescas, Faial). Participou em Cruzeiros de Investigação com funções de técnica de investigação colaborando
nas amostragens biológicas a bordo (IPIMAR e DOP).
De 2003 até 2011 foi Técnica de Laboratório no Laboratório Marítimo da Guia (Cascais) (Centro de
Oceanografia da FCUL), dando apoio técnico, no campo e no laboratório, e fazendo a gestão dos projetos
desenvolvidos no Laboratório.
Em 2013, colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian como monitora da exposição “360º Ciência
Descoberta” e como monitora de várias oficinas, do Serviço Educativo dos Jardins Gulbenkian, dirigidas a
escolas e famílias. Colaborou também com Artemanhas, substituindo ocasionalmente professores das
AEC’s (Aulas de Expressões artísticas e na realização de uma oficina “iniciação à ilustração científica” para
crianças dos 5 aos 10 anos, na Ludobiblioteca de São Pedro do Estoril.
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O poder da mecânica
quântica na cura da
depressão e outras
enfermidades
Em jeito de conferência, uma “cientista” apresenta uma comunicação em
que garante poder ensinar como a mecânica quântica cura a depressão e
outras enfermidades. Ao longo da peça, de forma bem-humorada, a
personagem vai focando aspectos da história da física e divagando sobre
conceitos físicos e sua aplicabilidade.
Projeto “Ciência ao palco”
Este projeto consiste na produção e apresentação de conteúdos de
ciência através das artes performativas. Nasceu da vontade de encontrar
formas apelativas de comunicar e divulgar ciência e do gosto pelo palco.
Dulce Ferreira. Nasceu em Aveiro, onde vive e trabalha. É licenciada em Ensino de Física e
Química, mestre em Activação do Desenvolvimento Psicológico e doutorada em Didáctica e
Formação, pela Universidade de Aveiro e é pós-graduada em Educação Especial, pela Faculdade de
Psicologia da Universidade de Lisboa. As suas áreas de interesse incidem na educação científica
para todos, especialmente na articulação entre ambientes de aprendizagem formais e nãoformais, e nas aproximações arte e ciência – destacando-se a participação na produção e
interpretação de teatro e ciência.
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A ARTE, O JOGO E A
FANTASIA - OFICINA de
SOMBRAS
Atividades de sombras em diversos contextos pedagógicos e lúdicos, com
públicos diferenciados, em ambiente natural ou com luz artificial.
Potencial da técnica de sombras para desenvolver atividades relacionadas
com várias formas de expressão artística, com a língua, com a ciência,
entre outras áreas.
Jogos e experiências com: sombras humanas, sombras chinesas, objetos e
materiais transformativos, adereços, cenários, corpos opacos e
translúcidos, elementos da natureza, música, movimento e texto.
Exploração da forma, cor e dimensão.
Fernanda Maria Lopes Dias. Educadora de Infância desde 1982, fez também Curso de Estudos
Superiores Especializados em “Teatro e Educação”. Pertence ao Quadro de Agrupamento de
Escolas do M.E. e exerce funções docentes no ensino regular.
Tem ainda experiência profissional em Escola de Ensino Especial, no 1º Ciclo em ensino curricular e
extracurricular e em formação de adultos.
É formadora nos domínios das Expressões Dramática e Plástica e das Didáticas Específicas (préescolar e 1º ciclo) e tem o C.A.P.F. passado pelo I.E.F.P. de Lisboa.
Conta com uma vasta experiência nos domínios do teatro e do conto para a infância e juventude,
da dança, do canto, da atividade lúdica e das artes plásticas.
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ITINERÁRIO Uma noite no Parque
Vai conseguir absorver um maior conhecimento dos ritmos
vitais do Parque Biológico de noite. No passeio nocturno
vai ouvir sons, vislumbrar silhuetas da vida selvagem,
sentir cheiros da natureza...
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Oficina de Trapos, Nós
e Sacos
Como reutilizar uma T-Shirt usada
a) Modelo A - saco com franja
b) Modelo B - saco com elástico
c) Modelo C – T shirt sexy.
Como transformar um pano quadrado um saco para transportar compras,
utilizando a técnica japonesa de “furoshiki” existente há mais de dois séculos
a) Modelo A – alças longas
b) Modelo B – alças curtas.
Como transformar uma echarpe num colete comprido ou curto.
Como fazer uma aboborinha para ser utilizada como saquinho de cheiros
(alfazema, alecrim, etc.), almofada para alfinetes ou decoração
a) Modelo das tiras
b) Modelo de duas circunferências
c) Modelo de rolinho.
Graciete Xavier. Leocádia Mendonça. Júlia Almeida. ASPEANAS.
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QUEST – Itinerários de Descoberta
Quest ou Questing é um
método
activo
de
conhecimento sobre um local e
as suas características naturais
e culturais únicas. É também
uma boa forma de promover os
espaços naturais ou florestais.
Envolve a criação de trilhos não
marcados, por onde as pessoas
podem andar e ao mesmo
tempo seguir as direcções/instruções que lhe são fornecidas sob a forma
de curtas rimas.
Para passar de um “posto” a outro, têm de responder à questão/puzzle e
encontrar o lugar respectivo. No final do trilho há um “tesouro” que ao
ser encontrado, confirma que toda a rota foi terminada com sucesso.
FÁTIMA MATOS ALMEIDA co-fundadora da ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental, em
1990. De 1992 a 2013, presidente da ASPEA, actualmente secretária-geral.
Desde o ano 2000, vice-presidente da Fundação CEI – Caretakers of the Environment International, com
sede na Holanda, uma rede de alunos e professores activos na educação ambiental.
Participou em vários projectos da Europeus, tais como ECONET - Agenda 21 Escolar (2004), URBANET
(Educação Ambiental em Ambiente Urbano), SEEPS (Educação para a Sustentabilidade em Escolas Básicas
Europeias) e CREPA – Abordagens Criativas na Educação de Adultos (2009-2011). Coordenou o workshop
Europeu Grundtvig CREARTE (2011) e o Projecto de Europeu de Parcerias Grundtvig Forests for All, All for
Forests (2011-2013). Coordena actualmente o Projecto de Europeu de Parcerias Grundtvig PROMORIVER
(2013-2015).
Coordena desde 1993, as Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental e as Jornadas de Art’Ambiente.
Formadora creditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores nas áreas
de educação e projectos de educação ambiental e Educação Especial, tendo participado em inúmeros
cursos de formação de professores e de monitores de educação ambiental, desde 1996.
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Plantas Comestíveis
Após Salada de Flores, um livro nitidamente
primaveril, e Sementes à Solta, uma história
de outono, Hortas Aromáticas preenche
com aprendizagens intensas os dias longos
de verão. Os quatro amigos voltam a
encontrar-se, desta vez para acampar na
quinta ecológica da Sara. Com entusiasmo,
mergulham na diversidade do mundo vegetal,
onde o fascínio pelas plantas não tem fim.
Além de descobrirem as Fabáceas, que não
são só favas, constroem herbários, fazem óleo
de hipericão, espreitam a colmeia e visitam a
seara do Ti João. No fim, como não podia
deixar de ser, há receitas deliciosas da mãe da
Sara e um guia de utilização de plantas para
pais e professores.
Fernanda Botelho nasce na Tojeira, concelho de Sintra, e aos 17 anos viaja para Londres, onde inicia e
conclui a formação como educadora no método Montessori. Na capital inglesa, estuda ainda pedagogia
Waldorf e fotografia, realizando vários cursos sobre plantas medicinais. Membro da Herb Society UK desde
1997, regressa a Portugal aos 37 anos e desenvolve diversos projetos de educação ambiental junto de
escolas, de associações culturais e de câmaras municipais.
Autora do blogue www.malvasilvestre.blogspot.com, estuda literatura infantil com António Torrado e
Margarida Fonseca Santos e, mais tarde, publica As Plantas e a Saúde, um guia básico de primeiros
socorros. No seu jardim, partilha os dias com plantas medicinais, um enorme sabugueiro, uma velha fi
gueira, muitos pássaros e alguns gatos.
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Criatividade e ação com o Projecto Rios
O Projeto Rios é um projeto de empreendedorismo social, económico e
ambiental sob a coordenação nacional da Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA).
O Projecto Rios tem como principal objetivo concretizar um plano de adopção de um troço (500 metros) de
um rio ou ribeira. No Projecto Rios é possível aprender a cuidar, a conhecer e cuidar valorizar a importância
dos sistemas ribeirinhos, integrar uma rede internacional através da observação, monitorização ou
vigilância, envolvendo actividades de conservação e melhoria dos rios e ribeiras adoptados.
Pretende-se ainda desencadear neste projeto ações experimentais de educação ambiental, atividades
interdisciplinares e de participação pública para auxiliar a implementação da Lei da água, da Diretiva
Quadro da Água e melhoria das competências das pessoas envolvidas. O envolvimento e a
responsabilização de toda a comunidade civil são fundamentais para a implementação de processos de
reabilitação fluvial.
Esta oficina integra uma apresentação com alguns métodos de ação criativa no âmbito dos rios onde a arte
pode contribuir para uma melhor de utilização do espaço, melhorar a aprendizagem, contribuir para a
reabilitação das linhas de água e concretizar atividades de empreendedorismo. Será realizada uma saída de
campo junto a uma linha de água de exemplificação.
Com o Projeto Rios foi possível criar uma rede de grupos, de monitores e de parceiros, promovendo, em
conjunto, a conservação e adoção de diferentes troços de rios e ribeiras, que é constituída por: 300 grupos
em 86 municípios, 256 monitores em 17 cursos de monitores do Projeto Rios e mais de 7500 pessoas com
600 professores e de 400 turmas que realizam ações de monitorização e melhoria de rios e ribeiras.
O Projeto Rios cria um ambiente propício para criar valor Social, económico e ambiental, de forma
integrada e tendo em vista um desenvolvimento sustentado.
*Rui Francisco e **Pedro Teiga
*Técnico de apoio ao Projeto Rios
** Coordenador Nacional do Projeto Rios
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Sessão de Astronomia no Parque
O Parque dispõe do um Observatório de Astronomia, desde 11 de Junho de 2010.
Criado com o intuito de servir os visitantes e a comunidade de astrónomos amadores,
proporciona um local adequado para observações regulares.
A observação do céu - património da humanidade - em todo o seu esplendor é hoje em dia
uma raridade face à poluição luminosa e atmosférica que cada vez mais afecta as observações.
A sensibilização da população para este património e para a diminuição da poluição não deixa
de ser também mais uma forma de proteger a natureza.
* Técnicos do Parque Biológico de Gaia
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