Norma Técnica SABESP NTS 068 Medidor de vazão ultrassônico tipo “CLAMP-ON” Especificação São Paulo Revisão 02 - Agosto / 2012 NTS 068 : 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP SUMÁRIO 1 OBJETIVO ..................................................................................................................... 1 2 GENERALIDADES ........................................................................................................ 1 2.1 Abreviaturas .............................................................................................................. 1 2.2 Denominações ........................................................................................................... 1 2.3 Sistema de unidades ................................................................................................. 2 3 REQUISITOS GERAIS ................................................................................................... 2 3.1 Condições do ambiente ............................................................................................ 2 3.2 Documentos............................................................................................................... 2 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS .................................................................................. 2 4.1 Configuração do equipamento ................................................................................. 2 4.2 Condições de processo ............................................................................................ 2 4.3 Dispositivo primário de medição (medidor) ............................................................ 2 4.4 Dispositivo secundário de medição (conversor) .................................................... 3 4.5 Características elétricas ........................................................................................... 4 4.6 Proteção contra surtos de tensão ............................................................................ 4 5 CONTROLE DE QUALIDADE DO FORNECEDOR ....................................................... 4 6 ENSAIOS, INSPEÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE ............................................... 5 6.1 Ensaios de recebimento ........................................................................................... 5 6.2 Calibração .................................................................................................................. 6 7 FERRAMENTAS ESPECIAIS ........................................................................................ 6 8 TRANSPORTE ............................................................................................................... 6 9 OPERAÇÃO E ACEITAÇÃO ......................................................................................... 6 10 PRAZO DE ENTREGA................................................................................................. 6 11 GARANTIA .................................................................................................................. 6 12 INFORMAÇÕES TÉCNICAS........................................................................................ 6 ANEXO A - Folha de dados a ser preenchida pelo requisitante da Sabesp ................ 8 ANEXO B - Folha de dados a ser preenchida pelo proponente ................................. 10 20/08/2012 Norma Técnica SABESP NTS 068 : 2012 – Revisão2 Medidor de vazão ultrassônico tipo “CLAMP-ON” 1 OBJETIVO A presente Norma tem por objetivo descrever as características técnicas e demais condições necessárias para fornecimento de medidor de vazão ultrassônico tipo “clampon” para utilização em água bruta, água tratada e efluentes. 2 GENERALIDADES O equipamento deve ser como especificado aqui, sendo que todas as discrepâncias entre as especificações contidas nesta norma e o padrão do Proponente, devem ser claramente listadas na proposta, estando sua aceitação sujeita à análise da Sabesp. A adequada seleção de materiais para o equipamento é de exclusiva responsabilidade da Contratada. Quando for indicado um material para determinado componente, este deve ser entendido como preferencial e de padrão de qualidade mínimo aceitável para Sabesp. É obrigatório à Contratada indicar materiais equivalentes ou superiores aos listados. 2.1 Abreviaturas ABNT AISI INMETRO IP ISO NBR NTS RS Sabesp SI - Associação Brasileira de Normas Técnicas - American Iron and Steel Institute - Instituto Nacional de Metrologia - International Protection (índice proteção interna de cabos/equipamentos) - International Organization for Standardization - Norma Técnica Brasileira - Norma Técnica Sabesp - Recommended Standart (padrão recomendado de comunicação serial) - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sistema Internacional de Unidades. 2.2 Denominações Nesta norma os termos a seguir terão os seguintes significados: Sabesp: requisitante, comprador ou contratante; Proponente: empresa que apresenta proposta para o fornecimento dos equipamentos ou serviços; Contratada: empresa a quem é confiado o fornecimento dos equipamentos ou serviços; Fornecedor: empresa que fornece de matéria-prima, peças, equipamentos ou serviços à contratada; Fabricante: empresa que fornece matéria-prima, peças ou equipamentos a serem fornecidos, por ela ou por terceiros, à contratada; Inspetor: pessoa ou organização contratada pela Sabesp para inspeção de provas, testes e ensaios das peças e dos equipamentos a serem fornecidos; “Clamp-on”: sensor sem contato com o fluido, conectado externamente à tubulação por abraçadeira; Norma Técnica Sabesp: documento técnico oficial da Sabesp que define, padroniza e divulga, procedimentos, especificações, métodos de ensaio e características para produtos e serviços de aplicação corporativa, dentro do campo da engenharia. 20/08/2012 1 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP 2.3 Sistema de unidades Todas as unidades de medida adotadas devem, obrigatoriamente, constar do Sistema Internacional de Unidades ( SI ) ou serem abrangidas pelo decreto-lei n.º 62.292 de 22 de Fevereiro de 1968 e n.º 63.233 de 12 de Setembro de 1968. 3 REQUISITOS GERAIS 3.1 Condições do ambiente a) Temperatura: máxima de 50ºC; mínima de -10ºC. b) Umidade relativa do ar: Acima de 95 % para o dispositivo primário de medição (medidor); Até 80 % para o dispositivo secundário de medição (conversor). c) Possibilidade de exposição a ambiente contendo gases corrosivos (ver item A2 anexo A). 3.2 Documentos Devem ser encaminhados à Sabesp os seguintes documentos finais: a) Manual de instruções, operação e manutenção em 2 vias, preferencialmente em Português, sendo aceitável também Espanhol ou Inglês; b) Certificados de calibração dos instrumentos utilizados nos ensaios do medidor em 2 vias; c) Certificado de calibração do medidor. 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 4.1 Configuração do equipamento Medidor ultrassônico de vazão composto de um par de sensores como dispositivo primário de medição e um dispositivo secundário de medição (conversor). O fornecimento deve ser completo, incluindo todos os acessórios, ferramentas especiais. 4.2 Condições de processo a) Temperatura ambiente: -10ºC a +50ºC; b) Temperatura do processo: verificar Anexo A item A 5; c) Outras condições conforme definido no Anexo A, itens A2 e A3. 4.3 Dispositivo primário de medição (medidor) 4.3.1 Descrição básica Um par de sensores ou mais, encapsulados por material isolante, que transmitem e recebem os sinais sob o comando do dispositivo secundário de medição (conversor). 4.3.2 Corpo do sensor a) Material: plástico, resina, ou outro material que permita utilização do equipamento em linhas de aço inox, aço-carbono, ferro fundido, plástico (PVC), concreto e cerâmica. b) Temperatura: conforme o especificado no Anexo A item A 4. c) Montagem: 2 20/08/2012 Norma Técnica SABESP NTS 068: 2012 – Revisão 2 - Externa à tubulação “clamp-on”, com todos os acessórios para a fixação do sensor à tubulação. - Os acessórios mecânicos para a fixação dos sensores à tubulação devem estar inclusos no fornecimento do equipamento e devem atender as faixas de diâmetro externo de 100 mm a 2500 mm. - A pasta condutiva também deve fazer parte do fornecimento, sendo em quantidade suficiente para 100 aplicações no mínimo. - Um medidor de espessura para as tubulações deve ser fornecido com o medidor, caso este não possua um embutido. d) Dimensões físicas: o sensor deve ter uma dimensão física que permita a sua instalação em tubulações com diâmetro externo na faixa de 100 mm à 2500 mm, exceto se especificado de forma diferente no item A 7 do anexo A. e) Espessura da parede do tubo: o medidor deve garantir funcionalidade nas condições de exatidão dentro das especificações da Contratada, quando a espessura da parede da tubulação for menor ou igual a 50 mm. Importante: O comprimento desejável dos cabos de conexão dos sensores é de 25m. Valores menores, de acordo com as limitações da Contratada. 4.4 Dispositivo secundário de medição (conversor) 4.4.1 Generalidades O conversor deve ser microprocessado e programável no local, para as funções de vazão, totalização, alarmes e sinais de saída. 4.4.2 Requisitos básicos do conversor: a) Deve possuir um totalizador de vazão com integração digital em unidades do SI, com no mínimo seis dígitos; b) Deve possuir display frontal alfanumérico. c) A parametrização do conversor deve ser realizada através de teclado alfanumérico localizado na parte frontal do mesmo, ou através de programador de mão, utilizandose da comunicação remota. 4.4.3 Funções que devem ser obrigatoriamente incorporadas ao conversor: a) Deve possuir senha de segurança para que a programação do medidor seja feita apenas por pessoas autorizadas; b) Deve possuir menu de auto-diagnóstico de falhas, além de um contato de saída que permita identificar a ocorrência de um problema interno (sinal para alarme); c) Deve possibilitar indicação de vazões no sentido direto e reverso; d) Deve possuir indicação de vazão instantânea em unidades do S.I. (m³, litro) / (hora, minuto, segundo); e) Condições de “zero” e "span" não interativos. f) Protocolo de comunicação (ver anexo A). 4.4.4 Características metrológicas a) Rangeabilidade: no mínimo 30:1; b) Exatidão: o medidor deve ser selecionado de modo a garantir uma exatidão de leitura melhor ou igual a ±2% para medição de água e ±5% para medição de efluentes; c) Repetitividade: deve ser melhor ou igual ±0,5% da vazão. 20/08/2012 3 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP 4.5 Características elétricas 4.5.1 Sinais de saída a) Deve possuir um sinal de saída de 4 – 20mA, corrente contínua proporcional à vazão; b) Deve possuir um sinal de saída de pulso com variação de frequência proporcional à vazão; c) Deve possuir comunicação remota via RS 232C ou RS 485; d) Deve possuir saída para alarme de vazão alta e baixa (configurável). 4.5.2 Característica de alimentação a) O conversor deve operar em 24 Vcc, com tolerância máxima de ±20%, sendo este o padrão Sabesp, exceções ver anexo A, item A4; b) O “sistema de falta de energia” quando solicitado, deve atender ao especificado no item A 4.2 do Anexo A e que atenda às seguintes características: -mantenha o conjunto (dispositivo primário + dispositivo secundário de medição) operando por no mínimo 8 horas de falta ininterrupta de energia elétrica. -a tensão de alimentação do “sistema de falta de energia” deve ser 110 ou 220 Vca, conforme especificado no item A 4.2 do anexo A. -o “sistema de falta de energia” deve ter uma tensão de saída que atenda a tensão de entrada do dispositivo secundário de medição, conforme especificado no item A 4.2 do Anexo A. c) A tensão de saída do “sistema de falta de energia“ deve ter uma tolerância máxima de ± 20%. Obs. 1: A utilização do “sistema de falta de energia” pode ser desconsiderada somente quando a Sabesp optar pelo não fornecimento, de acordo com a planilha de compra e anexo A. Obs. 2: É importante salientar que os itens A 4.1 e A 4.2 do Anexo A são complementares e devem ser observados atentamente. 4.6 Proteção contra surtos de tensão Para que a integridade do sistema de medição de vazão seja garantida é recomendável o emprego de protetores dedicados contra surtos de tensão para as interligações do medidor, envolvendo alimentações e sinais. O Proponente deve considerar em sua proposta os protetores adequados ao seu equipamento, considerando características da instalação. Deve tomar como referência o Manual Orientador SPDA: 2011 – Proteção contra descargas atmosféricas – Proteção contra surtos, documento disponível no Portal Corporativo da Sabesp, na página da Superintendência de Desenvolvimento Operacional; Engenharia de Operação; Automação; Padrões de Automação. 5 CONTROLE DE QUALIDADE DO FORNECEDOR 5.1 Na fase de apresentação da proposta técnica, os licitantes devem apresentar um dossiê com a descrição de seu controle de qualidade. 5.2 O dossiê deve descrever procedimentos que garantam a aplicação de técnicas adequadas na construção de equipamentos e que assegurem que o produto esteja de acordo com as condições estabelecidas nesta norma. 5.3 A Proponente deve mencionar o controle de qualidade no recebimento de serviços e materiais dos seus fornecedores. Deve ainda informar como são tratadas as discrepâncias. 4 20/08/2012 Norma Técnica SABESP NTS 068: 2012 – Revisão 2 5.4 No ato de entrega do medidor, a contratada deve apresentar um "Data Book" contendo toda documentação relativa ao equipamento fornecido e demais documentos integrantes desse fornecimento (por exemplo: folha de dados, relatório de ensaios, certificado de ensaio de materiais, desenhos certificados, etc.), conforme estabelecido no pedido de compra. 6 ENSAIOS, INSPEÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE 6.1 Ensaios de recebimento 6.1.1 Os ensaios de recebimento devem ser feitos para assegurar ao usuário a aquisição de um produto dentro das características funcionais e que possa atender aos requisitos de uso ao qual ele se destina. 6.1.2 Os ensaios funcionais devem ser realizados nas dependências da Sabesp, em local onde possa ser comprovada a condição de funcionamento do equipamento. 6.1.3 A realização dos ensaios deve ser feita na fase de entrega dos medidores à Sabesp e a sua aceitação, para efeito de faturamento, está sujeita aos testes de verificação funcional, descritos nesse subitem. 6.1.4 Caso o medidor não atenda aos requisitos dos testes de verificação funcional, a Contratada deve fazer a substituição do equipamento por outro que atenda as condições, sem ônus à Sabesp. 6.1.5 Na impossibilidade de realização dos testes nas dependências da Sabesp ou caso os resultados não tenham contemplado as condições mínimas de funcionamento do equipamento, a Contratada ou a Sabesp podem requerer a realização dos testes em laboratório onde os equipamentos de calibração sejam verificados metrologicamente com padrões rastreados por laboratórios credenciados pelo INMETRO, ou por laboratório referencial de vazão acreditado internacionalmente. 6.1.6 Os testes de verificação funcional compreendem a verificação de: a) Aspectos visuais do equipamento; b) Aspecto funcional elétrico; c) Aspecto funcional elétrico e metrológico (vazão, totalização). 6.1.7 O teste metrológico, quando realizado pela Sabesp, deve ser feito utilizando-se um medidor ou padrão referencial calibrado e rastreado por laboratório referencial de vazão acreditado internacionalmente ou pelo INMETRO. - Deve-se então realizar um teste comparativo deste medidor rastreado com o medidor adquirido. - Os dados dos dois medidores devem ser armazenados em “Data Logger” para posterior análise estatística. - O intervalo de tempo de coleta dos dados é de 5 segundos, exceto se especificado diferente. - Os pontos de vazão a serem checados (quando possível) são 0%,10%, 25%, 50%, 75% e 100% da faixa de trabalho da bancada de teste. - A quantidade mínima de dados para análise são 30 valores por ponto. Para estas condições de testes, a incerteza não deve ser superior a 8% do valor da vazão para medidores tipo “Tempo de Trânsito” e 10% do valor da vazão para medidores tipo “Doppler”. Obs. 1: A bancada de teste deve permitir a condição de operação do medidor “Doppler” ou de “Tempo de Trânsito” e a Contratada ou fabricante deve concordar com o processo e acompanhar a realização dos testes, para que não haja dúvidas quanto aos resultados finais obtidos. Se alguma dúvida for levantada quanto às 20/08/2012 5 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP condições da bancada, a Contratada deve proceder conforme descrito no 5º parágrafo, do item 6.1 desta norma e custear os testes. Obs. 2: Quando os testes forem realizados por um órgão reconhecido internacionalmente ou delegado pelo INMETRO, seguir a metodologia específica do referido órgão. 6.2 Calibração a) Cada medidor fornecido para a Sabesp deve vir acompanhado do seu certificado de calibração. b) O acessório utilizado para as medições da espessura da tubulação também deve vir acompanhado do seu certificado de calibração. c) A calibração deve ser realizada em bancadas de calibração, verificadas metrologicamente com padrões rastreados por laboratório credenciado pelo INMETRO, ou por laboratório referencial de vazão acreditado internacionalmente. 7 FERRAMENTAS ESPECIAIS Caso os medidores necessitem de ferramentas especiais para montagem, manuseio ou manutenção, estas devem fazer parte do fornecimento. 8 TRANSPORTE Os medidores devem ser transportados pela Contratada e entregues no(s) endereço(s) definido(s) pela Sabesp. O seguro do transporte é de responsabilidade da Contratada. 9 OPERAÇÃO E ACEITAÇÃO 9.1 A aceitação final do equipamento está condicionada à perfeita operação do mesmo e livre de problemas operacionais de desempenho. 9.2 A Contratada deve corrigir de imediato todas as falhas constatadas durante a operação do equipamento, e sem qualquer ônus adicional à Sabesp. 10 PRAZOS DE ENTREGA Deve ser mencionado na proposta o prazo de entrega (em dias), preferencialmente atendendo cronograma definido pela Sabesp. 11 GARANTIA A Contratada deve garantir os equipamentos assim como qualquer dos seus componentes, pelo prazo de 12 meses a partir da data de entrada em operação, ou 18 meses a partir da data de entrega, prevalecendo o prazo que expirar primeiro. 12 INFORMAÇÕES TÉCNICAS 12.1 A proposta deve conter uma descrição técnica do fornecimento, suficientemente completa e detalhada de modo a propiciar o seu amplo conhecimento para a seleção de alternativas e confronto ou complementação ao conteúdo desta norma técnica. 6 20/08/2012 Norma Técnica SABESP NTS 068: 2012 – Revisão 2 12.2 Detalhes em desacordo com o especificado, em conseqüência de técnicas próprias de fabricação do Proponente, devem ser relacionados e descritos, e sua aceitação fica sujeita à análise da Sabesp. 12.3 A proposta entregue à Sabesp para o processo licitatório deve conter: a) Catálogo e publicações técnico-comerciais dos equipamentos; b) Desenho esquemático de instalação e curvas de desempenho dos medidores; c) Cronograma de fabricação, indicando todas as fases do fornecimento; d) Documentos solicitados no item 5 desta norma; e) Documentos relativos ao laboratório de vazão, abrangendo os certificados de calibração de todos os instrumentos que fazem parte direta ou indiretamente do processo de calibração dos medidores a serem adquiridos, tais como: tanques, medidores “Master” se forem utilizados, tubos e instrumentação auxiliar; f) Folha de dados (Anexo B) preenchida pela Proponente; g) Descrição técnica dos equipamentos e de seus detalhes construtivos, e confronto da proposta às exigências desta Norma, ao menos ressaltando os itens em desacordo e declarando os demais em total conformidade a elas; h) Outros documentos e informações, a critério do Proponente, que proporcionem um melhor conhecimento dos equipamentos propostos. 20/08/2012 7 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP ANEXO A - Folha de dados a ser preenchida pelo requisitante da Sabesp Folha de dados do requisitante Deve ser preenchida pelo requisitante da Sabesp e entregue junto com pedido de compra. A1 Tipo: “Tempo de Trânsito” (água tratada, água bruta) “Doppler” (efluente) Tecnologia que permita a medição de água tratada e efluente simultaneamente A2 Atmosfera corrosiva? ( sim / não); Quais gases? (listar): A3 Materiais possíveis do conduto de medição para a aplicação requerida: a) Condição Geral: Aço inoxidável Ferro fundido Aço-carbono Plástico (PVC) b) Condição específica (depende do fabricante, pois existem medidores que não conseguem medir em tubos com estes materiais, portanto, assinale apenas se for realmente de seu interesse.): cerâmica. concreto. outros informar : A4 Alimentação do dispositivo secundário de vazão (conversor): A 4.1 a) b) C.A. 110 Vca/60 Hz d) 220 Vca/60 Hz C.A. c) C.C. C.C. 110 Vca/60 Hz com “No Break” e baterias ( Obs.1 e 2 ) 220 Vca/60 Hz com “No Break” e baterias ( Obs.1 e 2 ) 24 Vcc 24 Vcc com “Carregador comutador” e baterias (Obs. 3) Obs. 1: O fornecimento do “No Break” não será necessário, apenas se o equipamento já possuir um “No Break” interno com autonomia mínima de 8h, mesmo que a SABESP tenha optado pelo seu fornecimento. Obs 2: O “No Break” deve ter saída senoidal. Obs 3: O fornecimento do “Carregador comutador” e baterias não será necessário, apenas se o equipamento já possuir um “Carregador comutador” e baterias. 8 20/08/2012 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP A.4.2 Tensão de alimentação do “Sistema de falta de energia”(apenas se houver opção pelo mesmo): a) C.A. b) c) d) C.A. C.A. C.A. 110 Vca/60Hz (entrada) e 24 Vcc (saída) (carregador comutador). 220 Vca/60Hz (entrada) e 24 Vcc (saída) (carregador comutador). 220 Vca/60Hz (entrada) e 110 Vca/60Hz (saída) (“No Break”). 220 Vca/60Hz (entrada) e 220 Vca/60Hz (saída) (“No Break”). Obs. 4: Se a opção recair sobre os item A3.2 c ou d, a escolha da alimentação do conversor (item A3.1) deve ser o subitem b. O “No Break” deve ter saída senoidal. Obs. 5: Os itens A 3.1 b) e d) e o item A3.2 não têm efeito apenas se o medidor possuir “No Break” ou “carregador comutador” interno com autonomia mínima de 8h00 com a carga. A5 Temperatura máxima da tubulação do processo: 0 à 80 °C maior que 80 °C especificar: _______°C A6 Acessórios: a) Medidor de espessura de tubulação exceto se já for parte integrante do medidor de vazão ultrassônico. b) Data Logger com Software para aquisição e tratamento dos dados de vazão, exceto se já for parte integrante do medidor de vazão. c) Comunicação remota via interface RS 232 ou RS 485. A7 Diâmetros de tubos onde se pretende utilizar o medidor (ver item 5.3.2 d) desta Norma: a) b) c) Mínimo diâmetro a ser medido: (mm) Máximo diâmetro a ser medido: (mm) Minha aplicação está dentro da faixa contida no item 5.3.2, d) desta Norma. A8 Proteção contra surtos de tensão: a) b) c) - alimentação do conversor. - sinal de saída ( 4 – 20 mA )/ saída de frequência. - nenhuma proteção. A9 Protocolo de comunicação: Modbus Hart Nenhum Nota: 20/08/2012 9 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP ANEXO B - Folha de dados a ser preenchida pelo proponente Folha de dados da Proponente Deve ser preenchida pela Proponente, obrigatoriamente, e entregue junto com os documentos do processo licitatório, conforme item 12 dessa norma. B1 Nome do Proponente: B2 Nome do Fabricante: B3 Nosso medidor é do tipo: a) b) c) “Tempo de trânsito” (água tratada, água bruta) “Doppler” (efluente) Tecnologia que permite a medição de água tratada e efluente simultaneamente B4 Atende Atmosfera corrosiva e os gases listados? ( sim / não) B5 Assinalar em que tipo de conduto é possível fazer a medição com o equipamento e colocar ao lado a espessura máxima em que ele mantenha as características operacionais especificadas pelo fabricante. Informar a espessura em mm Aço inoxidável: mm Ferro fundido: mm Concreto: mm Aço-carbono: mm Plástico (PVC): mm Cerâmica: mm :- mm outros informar : B6 Tensão de alimentação do Conversor: Vca: Vcc: _____________V _____________V B7 Consumo do conjunto Conversor + Sensor: ________________VA B8Tensão de alimentação do “Sistema de falta de energia”: a) “No Break” com saída senoidal Sim Não - Tensão de entrada: - Tensão de saída: _____________Vca _____________Vca - Tensão de entrada: - Tensão de saída: _____________Vca _____________Vcc b) “Carregador comutador” Sim Não c) potência: VA. d) autonomia em carga: horas. B9 Proteção contra surtos de tensão: - na alimentação do conversor : . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Sim - Não . 10 20/08/2012 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP - no sinal de saída ( 4 – 20 mA ) : . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sim - Não . B10 A temperatura máxima da tubulação do processo que o nosso equipamento pode operar é: a) 0 à 80°C b) é mais ampla que esta; indicar a faixa: _________°C à _________°C c) é inferior a esta; indicar a faixa: _________ °C à __________°C B11 Acessórios: a) Medidor de espessura: É parte integrante do equipamento. Não é parte integrante do equipamento e é fornecido no pacote, sendo que o mesmo se adapta perfeitamente ao nosso instrumento. Não é parte integrante do equipamento e não é fornecido no pacote. b) “Data Logger” com “Software” para aquisição e tratamento dos dados de vazão. É parte integrante do equipamento. Não é parte integrante do equipamento e é fornecido no pacote, sendo que o mesmo é perfeitamente compatível com o nosso instrumento. Não é parte integrante do equipamento e não é fornecido no pacote. c) Comunicação Remota via interface RS 232 ou RS 485: É parte integrante do equipamento. Não é parte integrante do equipamento e é fornecido no pacote, sendo que a mesma é perfeitamente compatível com o nosso instrumento. Não é parte integrante do equipamento e não é fornecido no pacote. d) A interface serial fornecida é: RS 232 RS 485 B.12 Protocolo de comunicação: Modbus Hart Nenhum NOTA: 20/08/2012 11 NTS 068: 2012 – Revisão 2 Norma Técnica SABESP Medidor de vazão ultrassônico tipo “CLAMP-ON” Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - TX Departamento de Normalização e Acervo Técnico - TXA Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 São Paulo - SP - Brasil e -mail : [email protected] - - Palavras Chave: medidor de vazão; ultrassônico; água; esgoto. 11 páginas Considerações finais: 1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados a TXA Departamento de Acervo e Normalização Técnica 2) Tomaram parte na elaboração desta revisão DIRETORIA M M M M R T T UNIDADE MAGG MAGO MAGO MPOM ROP TOE TXA NOME Adauto Luiz de S. Silva Emerson I Yoshida Rildo T Inaoka Jorge Luis de Campos Bueno Carlos Alberto Ikeda Ribeiro Alexandre Magno Parente da Rocha Marco Aurélio Lima Barbosa 20/08/2012