Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de
Uso Coletivo
Processo
Atendimento aos Clientes
Atividade
Código
Edição
Data
SM01.00-00.002
7ª
Folha
1 DE 120
07/08/2009
HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES
Edição
Data
1ª
28/10/2002
Edição inicial.
2ª
25/01/2005
Padronização do barramento blindado e caixas plásticas.
3ª
28/07/2005
Padronização dos centros de medição CM6 e CM9, do Centro de Distribuição CD
metálicos e adequação aos requisitos da NR10.
15/07/2006
Alteração do ramal de ligação em média tensão com apenas três condutores,
estabelecimento da distância máxima de 40 m entre ponto de
entrega/subestação e CDM, inclusão de reagrupamento de unidades
consumidoras, exigência de projeto apenas a partir de seis unidades ou 75 kW,
restrição do CM com caixas plásticas polifásicas para apenas seis unidades,
exigência do prontuário de instalações elétricas e revisão de materiais se
subestação abrigada.
31/07/2007
Adequação ao novo padrão de normativos no SGN; Alteração no limite de
demanda máxima para atendimento em Baixa Tensão a Edificações de Múltiplas
Unidades Consumidoras de 112,5 kVA para 225 kVA; Padronização de
Subestação com Dupla Transformação; Recomendação do uso de DPS e DR;
Padronização do fornecimento à unidade consumidora do Grupo A através de
entrada de serviço distinta.
19/12/2007
Inclusão do item 4.9, que padroniza, para as unidades consumidoras do grupo B
trifásicas, o medidor eletrônico, o qual permite medição de energia consumida
ativa e reativa; definição das classes de faturamento para as quais a CELPE
deve passar a faturar o consumo de energia elétrica ativa e reativa excedente,
conforme resolução ANEEL 456/2000; alteração do limite máximo de 20 metros
para até 40 metros entre o CDM e o limite de propriedade com a via pública, para
as edificações de múltiplas unidades consumidoras atendidas a partir da rede de
distribuição em baixa tensão da CELPE; limitação da distância máxima em 20
metros entre a subestação interna ao imóvel e o CDM.
07/08/2009
Atualização dos quadros QDG, CD, CM e CDM para tipo I e tipo II; padronização
do CD tipo III; opção para a unidade consumidora "condomínio" das edificações
com demanda entre 75 e 112,5 kVA ser ligada em baixa tensão (grupo B);
padronização da dupla entrada de serviço em média tensão; adequação ao novo
sistema comercial SAP x CCS; padronização da caixa de inspeção na base do
QDG ou CD; unidades consumidoras do grupo A atendidas com transformador
até 300 kVA, podem ser ligadas sem a necessidade de instalação do cubículo de
proteção fusível.
4ª
5ª
6ª
7ª
Alterações em relação à edição anterior
GRUPOS DE ACESSO
Nome dos grupos
Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços.
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de
Uso Coletivo
Processo
Atendimento aos Clientes
Atividade
Código
Edição
Data
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7ª
Folha
2 DE 120
07/08/2009
NORMATIVOS ASSOCIADOS
Nome dos normativos
SM01.00-00.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações
Individuais.
SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV.
SM01.00-00.006 Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão.
SM01.00-00.007 Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de Distribuição, com Operação em
Rampa.
VR01.01-00.004 Especificação de Caixas para Medidores.
VR01.01-00.007 Especificação de Cubículos Modulares 15 kV.
VR01.01-00.074 Especificação Sucinta de Caixa Modelo F3 - Uso Externo.
VR01.01-00.075 Especificação Sucinta de Caixa Modelo F4 - Uso Externo.
VR01.01-00.078 Especificação Sucinta de Centro de Distribuição - CD (Tipo 01).
VR01.01-00.079 Especificação Sucinta de Centro de Medição para 6 Medidores - CM-6 (Tipo 01).
VR01.01-00.080 Especificação Sucinta de Centro de Medição para 9 Medidores - CM-9 (Tipo 01).
VR01.01-00.199 Especificação Sucinta de Caixa Modelo F6.
VR01.01-00.220 Especificação Sucinta de Quadro de Distribuição Geral - QDG (Tipo 01).
VR01.01-00.223 Especificação Sucinta de Centro de Medição para 6 Medidores - CM-6 (Tipo 02).
VR01.01-00.224 Especificação Sucinta de Centro de Medição para 9 Medidores - CM-9 (Tipo 02).
VR01.01-00.225 Especificação Sucinta de Centro de Distribuição - CD (Tipo 02).
VR01.01-00.226 Especificação Sucinta de Quadro de Distribuição Geral - QDG (Tipo 02).
VR01.01-00.227 Especificação Sucinta de Centro de Distribuição - CD (Tipo 03).
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ÍNDICE
Página
1. OBJETIVO .....................................................................................................................................................3
2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................3
3. DEFINIÇÕES..................................................................................................................................................3
4. CRITÉRIOS ....................................................................................................................................................3
5. REFERÊNCIAS ..............................................................................................................................................3
6. APROVAÇÃO ................................................................................................................................................3
ANEXO I. TABELAS........................................................................................................................................33
TABELA 06 – POTÊNCIA DOS APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS.........................................................3
TABELA 07 – ELOS FUSÍVEIS.........................................................................................................................3
TABELA 08 – POSTE PARTICULAR EM BAIXA TENSÃO ............................................................................3
TABELA 09 – ESCOLHA DO TRANSFORMADOR E POSTE PARA SUBESTAÇÃO AÉREA ....................3
TABELA 10 – BARRAMENTO DE COBRE PARA O QDG .............................................................................3
TABELA 11 – CONDUTORES PARA ATERRAMENTO..................................................................................3
TABELA 12 – DEMANDA INDIVIDUAL DO APARTAMENTO EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL.......................3
TABELA 13 – FATOR DE DIVERSIDADE EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS....................3
TABELA 14 – FATORES DE POTÊNCIA TÍPICOS .........................................................................................3
TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS ...............................................3
TABELA 16 – DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA PARA MOTORES.......................................................3
TABELA 17 – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO ..........................................................3
TABELA 18 – FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONDICIONADORES DE AR ......................................3
TABELA 19 - FUSÍVEIS EM MÉDIA TENSÃO PARA CUBÍCULO MODULAR ..............................................3
TABELA 20 – DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS..............................................3
TABELA 21 – QUADROS DE MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO.......................................3
ANEXO II - DESENHOS DE REFERÊNCIA......................................................................................................3
DESENHO 01 – PADRÃO DE ENTRADA E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO ...........................3
DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO ...........................3
DESENHO 03 – ENTRADA DE SERVIÇO COM RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE.............3
DESENHO 04 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM BAIXA TENSÃO ...........................................3
DESENHO 05 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS LOCALIZ. EM VIELAS..........3
DESENHO 06 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA REDES DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO ......................3
DESENHO 07 – DETALHES CONSTRUTIVOS PARA CAIXA DE INSPEÇÃO DE BT ..................................3
DESENHO 08A – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA BT (RAMAL DE ENTRADA APARENTE) .................3
DESENHO 08B - CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA INSTALADA NA BASE DO QDG OU CD ................57
DESENHO 09 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA (RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT APARENTE) ............58
DESENHO 10 – CAIXA DE INSPEÇÃO EM ALVENARIA PARA MÉDIA TENSÃO .......................................3
DESENHO 11A – RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO EM MÉDIA TENSÃO .........................................3
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO...........3
DESENHO 11B - ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO.........................3
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTER. EM MÉDIA TENSÃO .........3
DESENHO 11C - ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO.......................64
DESENHO 12 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA
EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA) ........................................................................................65
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA
DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA)................................................................3
DESENHO 13 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA
EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) .................................................................................3
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA
DE RECUO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL) .....................................................................................3
DESENHO 14 – CAIXA DE INSPEÇÃO E CONECTORES DE ATERRAMENTO PADRONIZADOS ............3
DESENHO 15 – SISTEMA DE DRENAGEM E COLETA DE ÓLEO PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA......3
DESENHO 16 – CAIXA SELADA COM VISOR PARA GUARDA DA CHAVE DA SUBESTAÇÃO ...............3
DESENHO 17 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - PERIGO DE MORTE..............................................................3
DESENHO 18 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - BLOQUEIO DE EQUIPAMENTO...........................................3
DESENHO 19 – MODELO DE LIGAÇÃO DE CASAS GEMINADAS EM BAIXA TENSÃO ...........................3
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DESENHO 20 – MODELO DE LIGAÇÃO PARA DUAS UNIDADES CONSUMIDORAS SITUADAS EM UM
MESMO TERRENO SEM ÁREA DE USO COMUM .........................................................................................3
DESENHO 21A – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO I ........................................................3
DESENHO 21B – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO II .......................................................3
DESENHO 22A – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO I...............3
DESENHO 22B – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO II..............3
DESENHO 22C – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO III.............3
DESENHO 23 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO
PLÁSTICAS INDIVIDUAIS MONOFÁSICAS ....................................................................................................3
DESENHO 24 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO
PLÁSTICAS INDIVIDUAIS TRIFÁSICAS..........................................................................................................3
DESENHO 25 - BARRAMENTO BLINDADO PARA O CENTRO DE MEDIÇÃO - CM ...................................3
DESENHO 26 – TERM. DE PRESSÃO PARA CONEXÃO DOS CONDUTORES AO BARRAM. DO QDG ..3
DESENHO 27 – ARRANJOS PARA MONTAGEM DO CDM ...........................................................................3
DESENHO 28A – CDM - CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS .......................................86
DESENHO 28B – CDM - CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS - CD TIPO III .................87
DESENHO 29 – AMARRAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONDUTORES DO RAMAL DE ENTRADA........88
DESENHO 30 – MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURETA...................................................................................3
DESENHO 31 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS .......................................................3
DESENHO 32A – CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR METÁLICO (CM-6) - TIPO I.................3
DESENHO 32B – CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR METÁLICO (CM-6) - TIPO II................3
DESENHO 33A - CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR (CM-9) - TIPO I......................................3
DESENHO 33B - CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR (CM-9) - TIPO II.....................................3
DESENHO 34 – ATERRAMENTO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) E CENTRO DE
DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) ................................................................................................................3
DESENHO 35 – DIAGRAMAS UNIFILARES....................................................................................................3
DESENHO 36A – CUBÍCULO MODULAR FUSÍVEL 15 KV ............................................................................3
DESENHO 36B – SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR A PARTIR DE 500 KVA EQUIPADA COM
CUBÍCULO MODULAR .....................................................................................................................................3
DESENHO 37 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 500 KVA............................3
DESENHO 38 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA PARA DOIS TRANSFORMADORES DE 225 KVA ................3
DESENHO 39 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE DOIS TRANSFORMADORES DE
POTÊNCIA 225 KVA .........................................................................................................................................3
DESENHO 40 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO
TRANSFORMADOR (2BASES) ........................................................................................................................3
DESENHO 41 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRANSFORMADOR PARTICULAR (CONSUMIDOR
DO GRUPO "A" LOCALIZADO EM EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO).......................................................3
DESENHO 42 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM TRANSFORMADOR PART ..............3
DESENHO 43 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO
TRANSFORMADOR (3 BASES) .......................................................................................................................3
DESENHO 44 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM BASE RESERVA PARA
INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES) ........................................................................3
DESENHO 45 – SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA ............3
DESENHO 46 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE
POTÊNCIA 225 KVA .........................................................................................................................................3
DESENHO 47 – SUBESTAÇÃO COM TRÊS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 500 KVA ..................3
DESENHO 48 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 1500 KVA..........................3
DESENHO 49 - CANALETA E GRADE PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA ..................................................3
DESENHO 50 - CAIXA PARA PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ...........................................3
DESENHO 51 - CAIXA DE MEDIÇÃO TIPO F6 PARA MEDIÇÃO DO CONDOMÍNIO - OPCIONAL ........113
DESENHO 52 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO I - 12 MEDIDORES - CDM 12 .............114
DESENHO 53 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO II - 12 MEDIDORES - CDM 12 ............115
DESENHO 54 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO I - 18 MEDIDORES - CDM 18 .............116
DESENHO 55 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO II - 18 MEDIDORES - CDM 18 ............117
ANEXO III – MODELO DE REQUERIMENTO PARA ANÁLISE DE PROJETO..........................................118
ANEXO IV - MODELO DE REQUERIMENTO PARA INSPEÇÃO E LIGAÇÃO ..........................................119
ANEXO V - MODELO DE PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO ..................3
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
1.OBJETIVO
Padronizar as entradas de serviço e estabelecer as condições para o fornecimento de energia elétrica a
unidades consumidoras localizadas em edificações de uso coletivo.
2.RESPONSABILIDADES
Competem aos órgãos de planejamento, suprimento, segurança, engenharia, projeto, construção, ligação,
operação, manutenção, comercial e atendimento a clientes, assim como aos consumidores, cumprir o
estabelecido neste instrumento normativo.
3.DEFINIÇÕES
3.1Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas no Brasil.
3.2Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL
Autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério de Minas e Energia - MME criada pela lei 9.427 de
26/12/1996, com a finalidade de regular e fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização
da energia elétrica.
3.3Aterramento
Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.
3.4Carga Especial
Equipamento que, pelas suas características de funcionamento ou potência, possa prejudicar a qualidade
do fornecimento a outros consumidores.
3.5Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em
condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).
3.6Centro de Distribuição e Medição
Módulo constituído de proteção geral alimentado diretamente da rede de distribuição secundária, da
subestação do edifício ou de um Quadro de Distribuição Geral.
3.7Centro de Medição
Agrupamento de caixas de medição ou armário modular em chapa metálica, destinado à instalação dos
equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária.
3.8Circuito Alimentador
Condutores instalados entre o Quadro de Distribuição Geral e o Centro de Distribuição e Medição.
3.9Concessionária
Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar serviço público de energia elétrica.
3.10Consumidor
Pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicitar a
CELPE o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas
demais obrigações fixadas pelas normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de
fornecimento, de uso, e de conexão ou de adesão, conforme cada caso.
3.11Cubículos Modulares
Equipamentos de reduzidas dimensões, para aplicação em média tensão, com função específica de
proteção e seccionamento, independentes de outros equipamentos.
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
3.12Demanda
Média das potências ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em
operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo específico.
3.13Demanda Máxima
Máxima potência elétrica, expressa em kVA, solicitada por uma unidade consumidora durante um período
de tempo especificado.
3.14Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS
Dispositivo destinado a prover proteção contra sobretensões transitórias (de origem atmosférica ou surtos
de manobra, transmitidas pela rede de distribuição) nas instalações elétricas da edificação.
3.15Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual - DR
Dispositivo destinado a prover proteção contra correntes de fuga residuais nas instalações elétricas internas
da unidade consumidora.
3.16Edificação de Uso Coletivo
Conjunto vertical ou horizontal com duas ou mais unidades consumidoras que ocupam o mesmo terreno
privado.
3.17Entrada de Serviço
Conjunto de componentes elétricos, compreendidos entre o ponto de derivação da rede de distribuição e o
quadro de distribuição geral, constituído portanto pelo ramal de ligação e o ramal de entrada.
3.18Faixa de Servidão
Área de terreno que permite à concessionária o direito real de gozo, de natureza pública, instituído sobre
imóvel de propriedade alheia, com base em lei, por entidade pública ou por seus delegados, em favor de um
serviço público ou de um bem afetado a fim de utilidade pública.
3.19Grupo “A”
Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão igual ou superior a 2,3 kV,
ou, ainda, atendidas em tensão inferior a 2,3 kV a partir de sistema subterrâneo de distribuição e faturadas
neste Grupo, caracterizada pela estruturação tarifária binômia.
3.20Grupo “B”
Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2,3kV, ou, ainda,
atendidas em tensão superior a 2,3 kV e faturadas neste Grupo, caracterizada pela estruturação tarifária
monômia.
3.21Limite de Propriedade
Demarcação que determina o limite de uma área privada com a via pública no alinhamento designado pelos
poderes públicos.
3.22Padrão de Entrada
Conjunto de condutores, equipamentos de medição e acessórios compreendidos entre a conexão com a
rede da concessionária e o dispositivo de proteção da unidade consumidora.
3.23Caixa de Inspeção
Compartimento enterrado, destinado a facilitar a passagem dos condutores e execução de emendas,
permitindo sua inspeção e quando necessário, usado para aterramento.
3.24Ponto de Entrega
Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade
consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.
3.25Ponto de Medição
Local de instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da concessionária.
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
3.26Poste Particular
Poste situado na propriedade do consumidor, com a finalidade de fixar, elevar ou desviar o ramal de
ligação, permitindo também a instalação do ramal de entrada e a medição.
3.27Quadro de Distribuição Geral
Módulo de proteção geral e barramento de distribuição para os circuitos alimentadores dos centros de
distribuição e medição.
3.28Ramal de Distribuição
Conjunto de componentes elétricos compreendidos entre a medição e o quadro de distribuição.
3.29Ramal de Entrada
Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e o ponto de medição.
3.30Ramal de Ligação
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o
ponto de entrega.
3.31Subestação
Parte das instalações elétricas da unidade consumidora atendida em tensão primária de distribuição que
agrupa os equipamentos condutores e acessórios destinados à proteção, medição, manobra e
transformação de grandezas elétricas.
3.32Subestação Aérea com Dupla Transformação
Conjunto formado por duas subestações aéreas, geralmente instaladas na área de recuo da edificação,
alimentadas por um mesmo ramal de ligação, dotada de um transformador instalado pela concessionária,
para atendimento exclusivo às unidades consumidoras em baixa tensão e outro transformador, instalado
exclusivamente para atender unidade consumidora do grupo A ou carga especial.
3.33Terminais Desconectáveis
Dispositivos de conexão em média tensão tipo “plug-in”, isolados, que permitem fácil conexão ou
desconexão, possuem contatos inacessíveis a animais, poeira e umidade, instaláveis em áreas submersas.
3.34Unidade Consumidora
Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um
só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor.
3.35Zona de Agressividade Industrial
Deve ser considerada como zona de agressividade industrial, um círculo, cuja origem é o ponto gerador da
poluição, com um raio de 500 m.
3.36Zona de Agressividade Salina
Deve ser considerada como zona de agressividade salina, uma faixa compreendida entre o limite de
preamar e uma linha imaginária em terra situada conforme abaixo:
a)
Até 0,5 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas superiores a 3 vezes a
altura do poste.
b)
Até 1,0 km em áreas com anteparos naturais ou construções com alturas até 03 vezes a altura do
poste.
c)
Até 3,0 km em áreas livres (sem anteparos).
4.CRITÉRIOS
4.1Esta Norma se aplica às instalações novas, alteração de carga, reforma de instalações existentes,
inclusive mudança de medição monofásica para trifásica.
4.2As Edificações de Uso Coletivo são atendidas em tensão secundária, diretamente da rede de distribuição
da CELPE, quando a demanda máxima (De) calculada para a edificação estiver dentro dos limites da tabela
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
01, indicando potência nominal para o transformador de distribuição até 225 kVA e não possuírem unidades
consumidoras do grupo A ou cargas especiais.
4.3As Edificações de Uso Coletivo devem ser atendidas em tensão primária, através de subestação aérea
com dupla transformação, instalada em área de recuo interna do imóvel, dispondo de condições adequadas
de acesso, quando a demanda máxima (De) calculada para a edificação superar o limite superior definido
na tabela 01, indicando potência nominal para o transformador acima de 225 kVA e abaixo de 500 kVA e
haja previsão de atendimento a unidades consumidoras do grupo A ou cargas especiais, com transformador
exclusivo.
4.4 As Edificações de Uso Coletivo devem ser atendidas em tensão primária, através de subestação
abrigada, quando a demanda máxima (De) calculada para a edificação for igual ou superior a 500 kVA, e/ou
possuírem unidades consumidoras do grupo A ou cargas especiais, atendidas com transformador exclusivo.
Devem dispor de compartimento interno em condições adequadas de acesso, ventilação, iluminação e
segurança para instalação, pela CELPE, de equipamentos de transformação, operação, proteção e outros
destinados ao suprimento de energia elétrica exclusivamente à edificação.
4.5Caso a edificação seja atendível em tensão secundária e haja previsão de ligação de unidade
consumidora do grupo A, incluindo o condomínio, o atendimento deve ser através de subestação aérea com
dupla transformação ou abrigada, observando o disposto nos itens 4.3 e 4.4.
4.5.1Excepcionalmente, a critério da CELPE, havendo concordância do interessado e condições técnicas da
rede de distribuição, pode o condomínio, com demanda máxima calculada entre 75 e 112,5 kVA (inclusive)
ser atendido em tensão secundária de distribuição, em conformidade com o artigo 7º da resolução 456 da
ANEEL.
4.6Caso o interessado ou responsável pela edificação, em princípio atendível em tensão secundária, optar
por ser atendido em tensão primária ou ocorrer as condições previstas no item 4.5, o investimento adicional
necessário ao atendimento deve ficar a cargo do mesmo, havendo viabilidade técnica.
4.7Consideram-se condições adequadas de acesso:
4.7.1Área de recuo ao nível da rua, com afastamento suficiente, destinada à instalação de subestação
aérea com dupla transformação, que possibilite a demarcação de uma área mínima exclusiva de 12 m² (4 m
x 3 m), com os afastamentos mínimos previstos nesta norma, acesso direto e sem empecilhos à rede de
distribuição em média tensão da CELPE, exclusivamente através de ramal de ligação aéreo;
4.7.2Compartimento interno, para instalação de subestação abrigada localizada a, no máximo, 01 (um)
andar de desnível, entre o nível da rua que dá acesso à edificação e o andar onde está situada a
subestação e desde que respeitado o comprimento máximo para o ramal de ligação em média tensão.
Quando localizada no subsolo ou área sujeita a inundação, deve ser previsto sistema de bombeamento
d’água;
4.7.3A área de recuo ou o compartimento interno, destinado à subestação, não pode estar contíguo à
central de gás, lixeira, depósito de óleo ou de qualquer outro produto combustível.
4.8O fornecimento de energia elétrica a unidades consumidoras em edificações de uso coletivo é realizado
em tensão secundária de distribuição de 380/220 V, na freqüência de 60 Hz.
4.9O medidor utilizado para o faturamento de energia elétrica nas unidades consumidoras trifásicas do
grupo B, deve ser do tipo eletrônico, que permite a medição da energia consumida ativa e reativa.
4.9.1Para as unidades consumidoras do grupo B trifásicas, cadastradas sob as seguintes classes de
faturamento: comercial, industrial, poder público, iluminação pública, rural, serviço público e residencial
(subclasse condomínio) a CELPE deve faturar o consumo da energia elétrica ativa e reativa excedente,
conforme prescreve a resolução ANEEL 456/2000;
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4.9.2Recomenda-se às unidades consumidoras enquadradas nas classes de faturamento acima
relacionadas providenciar as necessárias adaptações em suas instalações, visando a manutenção do fator
de potência de referência no limite mínimo de 0,92;
4.9.3Para as unidades consumidoras do grupo B, cadastradas sob a classe de faturamento residencial
normal, a CELPE deve faturar apenas o consumo da energia elétrica ativa, conforme prescreve a resolução
ANEEL 456/2000;
4.10As unidades consumidoras em edificações de uso coletivo, com carga instalada superior a 75 kW e
demanda contratada ou estimada pelo interessado igual ou inferior a 2.500 kW são atendidas em tensão
primária de distribuição, na freqüência de 60 Hz, em conformidade com a norma SM01.00-00.004
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV.
4.11A CELPE pode, a seu critério, estabelecer tensão de fornecimento sem observar os limites de que trata
o item 4.10, em conformidade com o artigo 7º, § I da resolução 456/2000 da ANEEL.
4.12Não se caracterizam como edificações de uso coletivo, aquelas sem área de uso comum, formadas por
unidades consumidoras contíguas ou geminadas e dispostas em alinhamento com a via pública e no limite
desta, devendo ser ligadas direta e individualmente da rede de distribuição de baixa tensão da CELPE, não
configurando, portanto, condomínio horizontal com agrupamento de medidores, em conformidade com a
norma SM01.00-00.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a
Edificações Individuais.
Ponto de Entrega
4.13Até o ponto de entrega é responsabilidade da CELPE executar as obras necessárias ao fornecimento,
participar financeiramente nos termos da legislação vigente, bem como operar e manter o sistema.
4.14Cada edificação é ligada através de uma única entrada de serviço e um só ponto de entrega.
4.15Caso haja previsão de ligação de unidade consumidora do grupo A ou carga especial, deve ser prevista
entrada de serviço adicional na edificação, exclusiva para atendimento a essa unidade. Essa condição só é
permitida para entradas de serviço (da edificação e da unidade consumidora do grupo A ou carga especial)
em média tensão. Deve ser afixada ao poste da derivação uma placa de advertência alertando, de forma
clara, que a edificação possui duas entradas de serviço, conforme desenho 01 do ANEXO II da norma
SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV.
4.16O ponto de entrega é localizado em função do fornecimento adotado, conforme abaixo:
4.16.1Nas edificações de uso coletivo ligadas em baixa tensão, o ponto de entrega situa-se no limite de
propriedade com a via pública, podendo ser na fachada, em poste particular ou nos bornes secundários do
transformador de distribuição, conforme desenhos 01, 02, 03 e 04 do ANEXO II.
4.16.2Em condomínio horizontal ou unidades consumidoras situadas em vielas, o ponto de entrega situa-se
no limite da via interna com cada fração integrante do parcelamento (unidade consumidora), conforme
legislação em vigor e detalhe no desenho 05 do ANEXO II.
4.16.3Em área servida por rede de distribuição aérea, havendo interesse do consumidor em ser atendido
por ramal de entrada subterrâneo, o ponto de entrega deve situar-se na conexão deste ramal com a rede
aérea, conforme desenho 04 do ANEXO II.
4.16.4Nos casos de edificações de uso coletivo, cuja transformação pertença à CELPE e esteja instalada no
interior do imóvel, o ponto de entrega para as unidades de baixa tensão situa-se na entrada do barramento
geral, conforme desenhos 23 e 24 do ANEXO II.
4.16.5No caso de unidade consumidora do grupo A ou carga especial com transformador particular
ocupando área da subestação abrigada, o ponto de entrega para esta unidade consumidora situa-se na
conexão do ramal de entrada em média tensão com a estrutura de seccionamento (chave fusível), no poste
de derivação da rede de distribuição, conforme desenhos 11a, 11b e 11c do ANEXO II.
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4.16.6 No caso de unidade consumidora do grupo A ou carga especial com transformador particular
ocupando espaço na subestação aérea com dupla transformação, o ponto de entrega desta unidade
consumidora situa-se na conexão do ramal de ligação em média tensão com a estrutura de seccionamento
(chave fusível) localizada no poste da subestação, conforme desenhos 12 e 13 do ANEXO II.
Entrada de Serviço
4.17Os ramais de ligação e de entrada em baixa tensão e a proteção constam da Tabela 01.
4.18A entrada de serviço para as Edificações de Uso Coletivo deve atender as seguintes condições:
4.18.1Quando destinada à ligação dos Centros de Distribuição e Medição, deve ser projetada e
dimensionada a partir da demanda máxima da edificação (De).
Tabela 01 – Dimensionamento da Entrada de Serviço
DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇOS DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO
Demanda Máxima da
Edificação (De)
(kVA)
Tensão 380/220 V
De ≤ 26
Condutores de cobre
Ramal de Entrada Subterrâneo
Ramal de
ou embutido
ligação Aéreo
Seção Duto PVC Duto Aço
Seção (mm²)
(mm²)
Ø(mm)
Ø (mm)
10
16
40
32
Corrente
Disjuntor
Máxima
(A)
(A)
60
60 ou 63
26 < De ≤ 44
16
16
40
32
68
70
44 < De ≤ 58
25
25
50
40
89
80
58 < De ≤ 73
25
35
60
50
111
100
73 < De ≤ 88
35
50
60
50
134
125
88 < De ≤ 112
70
70
85
80
171
150
112 < De ≤ 136
70
95
85
80
207
200
136 < De ≤ 157
95
120
100
100
239
250
157 < De ≤ 242
120
240
100
100
369
350
Notas:
a)
No dimensionamento acima foi considerado isolamento e cobertura dos cabos em XLPE 90 °C;
b)
Os condutores devem ser de dupla isolação, classe de encordoamento 2, tensão nominal 0,6/1kV;
c)
A demanda máxima da edificação deve ser calculada por método definido nesta norma;
d)
Em função de características específicas da instalação tais como modo de instalação dos
condutores, distância para o quadro de distribuição geral, tipo de isolante dos condutores, temperatura
ambiente, etc., outros valores podem ser aceitos desde que justificados no projeto;
e)
Permite-se a instalação de disjuntor dotados de regulagem de corrente. Os disjuntores a partir de
250 A, possuem relé de sobrecorrente ajustável, na faixa de 0,9<In<1,2. Portanto, para a última faixa da
tabela 01 o ajuste recomendado para o relé é 0,9 In;
f)
As seções dos condutores são as mínimas exigidas. Permite-se uma tolerância, para cada faixa de
demanda, de no máximo uma seção acima da indicada na tabela 01, desde que mantido o disjuntor de
proteção correspondente à faixa;
g)
Para fins exclusivos de cálculo de coordenação da proteção, considerar o Fator de Segurança
Mínimo (Fr), no dimensionamento da entrada de serviço, conforme a tabela 05.
4.19Caso a potência nominal do transformador esteja no intervalo entre 112,5 kVA e 225 kVA, a subestação
transformadora de distribuição, projetada para atender a edificação deve estar localizada no mesmo lado da
via pública no qual a mesma estiver situada. Caso necessário, deve-se executar uma extensão em média
tensão, derivando da rede existente, a fim de atender a esta condição.
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4.20Caso a rede de distribuição secundária existente situe-se do mesmo lado da edificação, deve ser
projetada área de transformador com um vão de rede de distribuição para cada lado da subestação
transformadora, visando atender às condições de segurança e operação da rede de distribuição.
4.21Caso a edificação a ser atendida situe-se no lado da via pública sem rede de distribuição, a subestação
transformadora deve ser projetada como exclusiva para a edificação. Quando houver necessidade de
estender a rede de distribuição secundária, deve-se proceder conforme item 4.20.
4.22A CELPE se reserva o direito de não efetuar ligação de unidade consumidora localizada em edificação
que, quando da realização da vistoria, comprovadamente estiver situada dentro de faixa de servidão de
linha de distribuição e/ou linha de transmissão, ou quando detectada a existência de paredes, janelas ou
sacadas construídas sem obedecer aos afastamentos mínimos de segurança, em relação à rede de
distribuição.
Ramal de ligação
4.23Condições Específicas do Ramal de Ligação Aéreo:
4.23.1Não cruzar terreno de terceiros ou passar sobre ou sob área construída;
4.23.2Entrar pela frente do terreno, ficando livre de obstáculos e visível em toda a sua extensão;
4.23.3Ter comprimento máximo de 40 m;
4.23.4Respeitar as legislações municipais, estaduais e federais, especialmente quando atravessar vias
públicas ou áreas preservadas;
4.23.5Não ter emendas nem derivações;
4.23.6Quando em baixa tensão, deve ser em cabo de cobre multiplexado, isolado em polietileno reticulado
XLPE, fixado através de armação secundária dotada de isolador roldana ou olhal instalado em poste
particular, pontalete ou diretamente na fachada da edificação;
4.23.7O ramal de ligação em baixa tensão deve manter as seguintes distâncias mínimas para o solo na pior
condição de trabalho:
a)
6,00 m em travessias de ferrovias (não eletrificadas ou não eletrificáveis);
b)
7,00 m em travessias de rodovias;
c)
5,50 m em ruas e avenidas;
d)
4,50 m em local de passagem de veículo (entradas particulares);
e)
3,50 m em locais de circulação exclusiva de pedestres.
4.23.8O ramal de ligação em média tensão pode ser em cobre nu, alumínio nu ou protegido, conforme o
padrão de rede de distribuição local e manter as seguintes distâncias mínimas para o solo na pior condição
de trabalho:
a)
9,00 m em travessias de ferrovias (não eletrificadas ou não eletrificáveis);
b)
7,00 m em travessias de rodovias;
c)
6,00 m em ruas e avenidas;
d)
6,00 m em locais restritos a veículos;
e)
5,50 m em locais de circulação exclusiva de pedestres.
4.23.9Quando existirem cercas, portões ou grades metálicas passando sob o ramal, os mesmos devem ser
seccionados e aterrados;
4.23.10O ramal deve obedecer às distâncias mínimas para paredes, janelas e sacadas conforme NBR
15688, transcrito para o desenho 06 do ANEXO II.
4.24Condições específicas para o Ramal de Ligação Subterrâneo em Média Tensão:
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4.24.1Ser em cabo de cobre unipolar 12/20 kV, seção mínima 50 mm², isolado em EPR. Deve ser
dimensionado de acordo com a demanda calculada;
4.24.2Quando radial, ser formado por três condutores com comprimento máximo de 40 m, medidos entre a
caixa de inspeção junto ao poste e a 1ª caixa de inspeção dentro da subestação abrigada;
4.24.3Quando em anel, formado por duas descidas espaçadas em pelo menos um vão da rede aérea e
devem convergir para única cabine de proteção e manobra. Cada descida deve ser formada por três
condutores e ter comprimento máximo de 40 m, medidos entre a caixa de inspeção junto ao poste e a 1ª
caixa de inspeção dentro da subestação abrigada;
4.24.4Quando na edificação de uso coletivo existir previsão de unidade consumidora do grupo A, esta deve
ser atendida através de ramal subterrâneo exclusivo, dimensionado de acordo com a demanda calculada,
instalado em poste independente ou, opcionalmente, instalado no mesmo poste da derivação que atende à
edificação, conforme desenho 11a, 11b ou 11c do ANEXO II;
4.24.5Os condutores da descida devem ser protegidos por eletroduto de aço carbono galvanizado, com a
respectiva bucha, diâmetro mínimo 100 mm ( 4”), espessura mínima 3,75 mm, altura mínima de 6,0 m em
relação ao solo, fixados no poste por fitas de aço inoxidável. A extremidade superior do eletroduto deve ser
protegida contra penetração de água, utilizando-se massa de calafetar ou material similar;
4.24.6Ser instalado em banco formado por dois eletrodutos de PVC ou PEAD (Polietileno de Alta
Densidade) corrugado com diâmetro mínimo de 100 mm, profundidade mínima de 800 mm. Os condutores
do ramal devem ser instalados em um mesmo eletroduto, permanecendo o eletroduto reserva vazio;
4.24.7Não cruzar terreno de terceiros, nem vias públicas:
4.24.8Devem ser construídas base e caixa de inspeção padronizadas para subida em poste, utilizando
curva 90º curta de 100 mm ( 4”). A caixa de inspeção deve ser dotada de tampa em concreto armado
com duas alças, conforme desenho 10 do ANEXO II;
4.24.9Ter obrigatoriamente caixas de inspeção, com dimensões mínimas de 1000 mm x 1000 mm x 1200
mm, conforme desenho 10 do ANEXO II, que permitam raios de curvatura dos cabos de no mínimo 10
vezes seu diâmetro externo ou conforme a especificação do fabricante, ter fundo falso com pedra britada,
apresentar o nome CELPE em baixo relevo e ser instalada nos seguintes pontos:
a)
A uma distância de 500 mm, da face do poste de transição da rede aérea para subterrânea;
b)
Nos pontos onde houver curva de ângulo, em relação à direção do ramal, maior que 45 graus. A
distância máxima entre caixas, em trechos retilíneos, deve ser de 25 m.
4.24.10Os cabos devem ter comprimento reserva entre 1e 2 m, pelo menos, nas caixas localizadas nas
extremidades do ramal;
4.24.11Nas edificações em que o ramal de ligação seja instalado de forma aparente, sob o teto do
pavimento subsolo, as caixas de inspeção devem ser construídas em chapas metálicas de ferro galvanizado
nº 18 USG (mínimo), com dimensões mínimas internas de 600 mm x 600 mm x 500 mm e dotadas de
tampas constando o nome CELPE em alto relevo, conforme desenho 09 do ANEXO II;
4.24.12Os condutores do ramal de ligação devem estar protegidos por eletroduto de aço carbono
galvanizado, fixados ao teto através de abraçadeiras metálicas, convenientemente instaladas a espaços
regulares a fim de manter o eletroduto perfeitamente nivelado em relação ao teto. As extremidades do
eletroduto entre duas caixas devem ser fixadas às mesmas através de bucha e arruela de alumínio;
4.24.13As extremidades dos condutores devem ser protegidas por muflas terminais de forma, dimensões e
dimensionamento adequados;
4.24.14O suporte de fixação das muflas terminais de 15 kV, no poste, deve ser feito em cruzeta de concreto
tipo T de 1200 mm, a uma altura mínima de 7,0 m, conforme desenho 11a, 11b ou 11c do ANEXO II;
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Ramal de Entrada e Padrão de Entrada em Baixa Tensão
4.25Quando a edificação for atendida diretamente da rede secundária de baixa tensão, o ramal e o padrão
de entrada devem ser instalados pelo interessado obedecendo aos padrões da CELPE. A partir do ponto de
entrega, deve ser observado o valor máximo de queda de tensão admissível, conforme NBR 5410.
4.26O ramal de entrada em baixa tensão deve ser único e individual para cada edificação, podendo ser
aéreo, subterrâneo ou embutido em parede, conforme desenhos 02, 03 e 04 do ANEXO II.
4.27Para as edificações que, por legislação devem ser atendidas em tensão secundária a partir de
transformador instalado na via pública, nas quais o consumidor manifeste o interesse de ser atendido
através de ramal de entrada subterrâneo, cabe ao mesmo a construção e manutenção do referido ramal.
Especificamente neste caso, o ponto de entrega localiza-se na conexão dos bornes secundários do
transformador com o ramal de entrada, conforme desenho 04 do ANEXO II.
4.28O poste particular do padrão de entrada, para unidades consumidoras situadas em vias internas de
condomínios horizontais ou vielas, deve situar-se no limite entre a unidade consumidora e a via interna,
sendo dimensionado conforme tabela 08 do ANEXO I.
4.29O padrão de entrada tem no máximo três curvas de 90 graus. A distância máxima entre curvas é 3 m.
4.30Os condutores para os ramais de entrada devem ser de cobre, classe de encordoamento 2, com
isolação mínima para 750 V. Se subterrâneos ou embutidos devem ser cobertos em polietileno reticulado
XLPE ou EPR, isolados para 0,6/1 kV.
4.31No caso de condomínios horizontais, a seção dos condutores da unidade consumidora deve ser
dimensionada a partir de sua carga instalada ou demanda máxima, conforme a norma SM01.00-00.001
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais.
4.32Não é permitida a emenda de condutores do ramal de entrada dentro de eletrodutos.
4.33Os eletrodutos e caixas de inspeção do ramal de entrada não podem ser utilizados para fins não
elétricos.
4.34Quando subterrâneo e derivando diretamente dos bornes secundários do transformador de distribuição,
não deve cruzar terrenos de terceiros nem vias públicas. Deve ser construída base e caixa de inspeção
padronizadas para subida em poste, utilizando curva 90 graus. A caixa de inspeção deve ser dotada de
tampa em concreto armado com duas alças e dotada de subtampa interna metálica, conforme desenho 07
do ANEXO II.
4.35Os condutores da descida vertical em poste devem ser protegidos exclusivamente por eletroduto de
aço carbono galvanizado, do tipo pesado, espessura mínima 3,75 mm, com a respectiva bucha, diâmetro
mínimo de 40 mm, fixados ao poste por meio de fita de aço inoxidável.
4.36No trecho subterrâneo, devem ser utilizados eletrodutos de PVC rígido ou PEAD, instalados a uma
profundidade mínima de 300 mm, com declividade mínima entre caixas de passagem de 1%.
4.37Nas edificações em que o ramal de entrada seja instalado de forma aparente, sob o teto do pavimento
subsolo, as caixas de inspeção devem ser construídas em chapas metálicas de ferro galvanizado nº 18
USG (mínimo), com dimensões mínimas internas de 400 mm x 400 mm x 300 mm e dotadas de tampas
constando o nome CELPE em alto relevo e munidas de dispositivo para aplicação de lacre da CELPE,
conforme desenho 08a do ANEXO II.
4.38Nesta condição, os condutores do ramal de entrada devem estar protegidos por eletroduto de aço
carbono galvanizado, fixados ao teto através de abraçadeiras metálicas, convenientemente instaladas a
espaços regulares a fim de manter o eletroduto perfeitamente nivelado em relação ao teto. As extremidades
do eletroduto entre duas caixas devem ser fixadas às mesmas através de bucha e arruela de alumínio.
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4.39Devem ser construídas caixas de inspeção à distância de 500 mm do poste, junto ao centro de medição
e onde houver curva com ângulo superior a 45 graus em relação à direção do ramal. A distância máxima
entre caixas, em trechos retilíneos, deve ser de 25 m.
4.40Os cabos devem ter comprimento reserva entre 1 e 2 m, pelo menos, nas caixas localizadas nas
extremidades do ramal.
4.41É vedado o uso de qualquer dispositivo de interrupção no condutor neutro.
4.42As caixas de inspeção devem ser construídas em alvenaria com dimensões mínimas internas de 600
mm x 600 mm x 700 mm de modo que permitam raios de curvatura dos cabos de no mínimo 10 vezes seu
diâmetro externo ou conforme a especificação do fabricante e ter fundo falso com pedra britada, conforme
desenho 07 do ANEXO II.
4.43As caixas de inspeção devem dispor de tampa de concreto armado, apresentando o nome CELPE em
baixo relevo, subtampa em chapa de ferro galvanizado nº 12 USG e chumbadores. Para fins de lacre da
CELPE, a chapa deve dispor de 04 (quatro) furos e pelo menos dois dos quatro chumbadores devem ter
furo transversal na extremidade do mesmo, para permitir a instalação do lacre da CELPE. Devem ser
instalados em disposição diagonal em relação à chapa, conforme desenho 07 do ANEXO II.
4.44Circuitos medidos e não medidos não podem coexistir nos mesmos eletrodutos e nem nas mesmas
caixas de inspeção.
Subestação
Condições Gerais
4.45A área exclusiva e delimitada ou o compartimento destinado à subestação da CELPE não pode ser
utilizado para outros fins diferentes da transformação, operação e proteção da transformação.
4.46Na montagem da subestação, não se deve utilizar materiais de fácil combustão.
4.47Em caso de subestação com mais de um transformador, que atenda às múltiplas unidades e/ou
unidade consumidora do grupo A, deve ser pintado nos respectivos centros de medição, de forma legível, o
número do código operativo do transformador que alimenta o respectivo centro ou caixa de medição do
consumidor do grupo A. Analogamente, a cada transformador deve ser aplicada a identificação
correspondente à unidade que atende (edificação de múltiplas unidades, condomínio ou cliente do grupo A).
4.48As potências padronizadas para transformadores de uso coletivo são 75, 112,5, 150, 225, 300 e 500
kVA.
4.49O transformador de potência 300 kVA está padronizado exclusivamente para fins de substituição do
transformador de 225 kVA, quando ocorrer eventual necessidade de aumento de potência para edificações
existentes.
4.50No poste da CELPE do qual derivar o ramal de ligação aéreo ou subterrâneo deve ser instalado um
jogo de chaves fusíveis, classe 15 kV, tendo capacidade de interrupção mínima de 10 kA, dimensionado e
instalado pela mesma, e os elos fusíveis de acordo com a tabela 07 do ANEXO I.
4.51Deve ser instalado um jogo de pára-raios classe 12 kV, capacidade de interrupção mínima 10 kA, em
todos os pontos onde houver transição da rede aérea para subterrânea ou vice-versa, solidamente aterrado.
Subestação Aérea com Dupla Transformação
4.52Deve ser reservada uma área mínima de 12,0 m² (4 m x 3 m), na área de recuo da edificação, isolada,
visando não permitir o estacionamento de veículos. Esta área deve ser delimitada por no mínimo quatro
piquetes interligados por corrente ou cordoalha, instalados nos vértices da referida área.
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4.53Deve ser montada em 2 (dois) postes de concreto duplo T, dimensionados conforme tabela 09 do
ANEXO I e instalado no centro da área reservada, com o lado de menor esforço (gaveta) do poste voltado
para a via pública, conforme desenhos 12 ou 13 do ANEXO II.
4.54Deve ter localização e características construtivas que ofereçam boas condições de acessibilidade,
operação e manutenção.
4.55Deve estar localizada o mais próximo possível da via pública, observada uma distância mínima de 2,0
m do limite com a mesma, e de 2,0 m para a lateral do terreno.
4.56O transformador utilizado deve ser trifásico, do tipo distribuição.
4.57Os pára-raios devem ser instalados solidamente aterrados no sistema de aterramento da subestação.
4.58O sistema de aterramento da subestação aérea deve ser composto, no mínimo, dos seguintes
elementos:
4.58.1Uma haste de aço cobreada de dimensões 2400 mm x 16 mm, instalada a uma distância mínima de
1,50 m da base do poste;
4.58.2Cabo de cobre de seção dimensionada conforme tabela 11 do ANEXO I (seção mínima 25 mm² ou
aço cobreado seção 2 AWG), interligando o ponto comum dos pára-raios, neutro e carcaça do
transformador à haste de aterramento, protegido por eletroduto fixado ao poste ou embutido neste;
4.58.3Conector haste-cabo, tipo TGC, conector de aterramento em bronze para conexões com duas porcas
(grampo de aterramento tipo U) ou conector tipo cunha para aterramento, conforme desenho 14 do ANEXO
II;
4.58.4A conexão de aterramento deve estar acessível para efeito de inspeção e medição da resistência de
terra, conforme desenho 14 do ANEXO II.
Subestação Abrigada
4.59Deve existir compartimento interno, com uma área mínima de 12 m², tendo o menor lado 3 m.
4.60A subestação deve ser dotada de iluminação artificial de acordo com os níveis de iluminamento
previstos pela NBR 5413.
4.61Caso a edificação possua sistema de iluminação de emergência, a subestação deve ter um ponto de
luz ligado ao mesmo.
4.62Deve existir proteção contra incêndio através de extintor de CO2 de 12 kg, na parte externa da
subestação, próximo à porta de entrada, devidamente protegido contra intempéries e sinalizado conforme
norma do Corpo de Bombeiros.
4.63A ventilação da subestação deve ser feita através de janelas protegidas por combogós, tipo veneziana,
devidamente telados, com malha de 5 a 13 mm, em arame galvanizado, bitola 12 BWG, e com acesso para
o ar livre ou área adjacente com esse acesso.
4.64As aberturas para ventilação natural devem ser no mínimo duas. Sendo uma para entrada de ar situada
a, no mínimo, 0,50 m do piso exterior e outra, para saída de ar, situada o mais próximo possível do teto da
subestação.
4.65No caso que não seja possível ventilação natural, deve ser feita a instalação de um sistema de
exaustão que garanta, no máximo, 15 ºC de diferença de temperatura entre o ambiente interno e o externo
da subestação.
4.66A área em [m²] para cada janela de ventilação deve ser calculada pela fórmula: A = 0,002* P, onde P é
a potência instalada no centro de transformação em kVA. A área mínima é 1 m².
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4.67O piso da subestação deve ter uma inclinação de 2% na direção de pelo menos um dreno de água com
diâmetro mínimo de 100 mm.
4.68Subestação com uma ou mais unidades transformadoras cujo volume de líquido isolante seja superior a
100 litros (que equivale aproximadamente ao volume de óleo contido em um transformador de 150 kVA)
deve possuir sistema de drenagem com eletroduto de aço galvanizado diâmetro mínimo de 100 mm ( 4”) e
caixa de coleta de óleo, com capacidade volumétrica mínima compatível com o volume de óleo dos
transformadores, conforme desenho 15 do ANEXO II.
4.69As paredes de alvenaria devem ter espessura não inferior a 0,15 m, o teto da subestação deve ser em
concreto armado e a cobertura acima do mesmo impermeável.
4.70Deve existir acesso à subestação que assegure a largura mínima para circulação de modo a permitir a
fácil instalação ou retirada dos transformadores e equipamentos conforme tabela 02, não sendo permitido
escadas com mais de três degraus.
4.71As portas da subestação devem ser metálicas, em chapa de ferro galvanizado nº 18 USG, tela com
malha de 5 a 13 mm, em arame galvanizado bitola 12 BWG, com duas folhas abrindo para fora, possuírem
trinco tipo ferrolho com cadeado e dispositivo que permita o lacre da CELPE.
4.72Para garantir que a abertura da porta possa se processar a qualquer tempo devem ser instalados, pelo
lado de fora da subestação, no mínimo, dois piquetes a pelo menos 0,80 m da porta da subestação.
Tabela 02 – Acesso, Circulação e Base para Subestação Abrigada - Dimensões mínimas
DIMENSÕES VARIÁVEIS COM A POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR
Potência do
Transformador
Dimensões da Porta
Área de Circulação
Dimensões da Base
Até 300 kVA
1,5 x 2,10 m
1,5 m
1,0 m x 1,5 m
500 kVA
1,8 x 2,10 m
1,8 m
1,5 m x 2,0 m
4.73Deve ser instalada, pelo lado externo, a uma altura mínima de 1,80 m, uma caixa de dimensões 100
mm x 100 mm x 50 mm, dotada de visor para guarda de uma chave reserva de abertura da porta em caso
de emergência, conforme desenho 16 do ANEXO II.
4.74A porta e a área de circulação no interior da subestação devem permitir a retirada dos equipamentos
avariados independentemente de manuseio dos demais equipamentos.
4.75Deve ser previsto um cubículo modular, com dimensões aproximadas de 1,0 m x 0,50 m x 1,80 m, para
proteção e seccionamento de cada unidade transformadora, conforme desenho orientativo simplificado 36a
do ANEXO II. Os fusíveis de proteção devem ser dimensionados de acordo com a potência do
transformador, conforme tabela 19 do ANEXO I. O cubículo modular metálico deve estar conforme a norma
VR01.01-00.007 Especificação de Cubículos Modulares 15 kV.
4.76Caso haja previsão de instalação de futura unidade consumidora do grupo A, deve ser prevista uma
base reserva para instalação de cubículo modular, além de uma entrada de serviço adicional, conforme
desenho 40 do ANEXO II. Para unidade consumidora do grupo A com previsão de transformador até 300
kVA não é exigida instalação de cubículo de proteção fusível. A proteção em média tensão é feita apenas
através da chave fusível no poste da derivação.
4.77Na frente dos cubículos, deve existir espaço de pelo menos 1,20 m para operação das chaves e
manuseio das terminações.
4.78A base para instalação do transformador deve situar-se a pelo menos 0,50 m de qualquer parede, e a
1,0 m de outra base.
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4.79O pé direito mínimo para subestação abrigada que utiliza cubículos modulares e transformadores com
buchas para terminais desconectáveis isolados é 2,60 m.
4.80Os transformadores utilizados em subestação abrigada de uso coletivo devem ser trifásicos e ter
buchas especiais para conexão com terminais desconectáveis de média tensão, tipo "plug-in", inclusive
transformadores de unidades consumidoras do grupo A, que eventualmente compartilhem o mesmo espaço
da subestação.
4.81O circuito de interligação entre os terminais de baixa tensão dos transformadores e a proteção geral do
barramento deve ser dimensionado e construído de forma a suportar a demanda máxima prevista com a
queda de tensão máxima de 1%, na formação mínima e seções apresentadas na tabela 03.
4.82O número de unidades transformadoras previstas para uma subestação é função da demanda da
edificação e da potência individual dessas unidades.
4.83Além das recomendações acima, em caso de edificações com cargas comerciais, deve ser prevista
base de reserva conforme tabela 04.
Tabela 03 – Dimensionamento de cabos
Dimensionamento dos Cabos de Saída dos Transformadores
Potência do
Tensão
Condutor de BT
Código
Transformador
Secundária
1 x 95 mm² por fase + 1 x
75 kVA
380/220 V
2223029
95 mm² neutro
1 x 150 mm² por fase + 1 x
112,5 kVA
380/220 V
150 mm² neutro
2223036
1 x 150 mm² por fase + 1 x
150 kVA
380/220 V
150 mm² neutro
1 x 240 mm² por fase + 1 x
225 kVA
380/220 V
240 mm² neutro
2223009
3 x 240 mm² por fase
500 kVA
380/220 V
+ 2 x 240 mm² neutro
Conector
2420167
2425149
4.84A subestação abrigada deve possuir malha de terra com, no mínimo, 04 hastes de aço cobreado de
2400 mm x 16 mm, dispostas retangularmente e interligadas com cabo de cobre nu de seção circular,
dimensionada conforme tabela 11 do ANEXO I ou utilizando a fórmula constante no item 6.4.3 da NBR
14039, sendo no mínimo 25 mm². O esquema de aterramento adotado deve ser o TN-C, conforme item
4.2.3.2 da citada norma.
4.85Os pontos de conexão às hastes devem estar acessíveis para fins de inspeção e medição da
resistência de terra, em pelo menos quatro pontos, através de caixas de inspeção, conforme desenhos 14 e
38 do ANEXO II. A resistência de aterramento não deve superar 10 ohms.
4.86Não devem existir partes vivas nos barramentos, nem nas conexões dos equipamentos existentes no
interior da subestação.
Tabela 04 – Número de bases
Arranjos para Montagem de Subestações Abrigadas
Número de
Potência Máxima
Número de Bases para
Demanda da Instalação
Transformadores do Transformador
Transformadores
Até 150 kVA
1
150 kVA
01
Acima de 150 até 225 kVA
1
225 kVA
02
Acima de 225 até 450 kVA
2
225 kVA
03
Acima de 450 até 900 kVA
3 ou 4
225 kVA
04
Acima de 900 kVA
N
500 kVA
n +1
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4.87Os terminais de baixa tensão dos transformadores devem ser protegidos contra contato acidental
através de fita ou manta isolante.
4.88Todas as partes metálicas não energizadas da subestação, tais como portas, janelas de ventilação,
grades, suportes, carcaça do transformador, além do neutro do mesmo e a blindagem metálica dos cabos
de média tensão devem ser interligadas à malha de terra existente através de cabo de cobre nu seção
mínima 25 mm². Todas as conexões de condutores à malha devem ser feitas através dos conectores
padronizados conforme desenho 14 do ANEXO II, ou utilizando-se solda exotérmica.
4.89O aterramento dos pára-raios, instalados no poste da derivação, deve ser feito através de condutor e
haste exclusivos, não conectados à malha de aterramento da subestação.
4.90A subestação construída em pavimento superior deve ter sua malha de terra construída conforme itens
4.84 e 4.85 e interligada por condutor a uma malha de aterramento constituída de pelo menos duas hastes
diretamente fincadas no solo e também interligadas entre si. Os pontos de conexão devem estar disponíveis
para fins de inspeção e medição da resistência de aterramento.
4.91Deve ser instalada uma placa de advertência, com os dizeres "PERIGO DE MORTE" afixada na porta
de acesso à subestação, conforme desenho 17 do ANEXO II.
4.92Deve estar disponível, no recinto da subestação, placa de aviso de sinalização do travamento ou
bloqueio do cubículo de proteção modular, conforme desenho 18 do ANEXO II, quando de realização de
manutenção preventiva ou corretiva, pela CELPE.
4.93A canaleta de passagem dos condutores de média e baixa tensão, localizada no interior do recinto da
subestação, deve ser construída em alvenaria, bem como a tampa, conforme desenho 49 do ANEXO II.
4.94Dentro da subestação e nos terminais, os condutores de média e baixa tensão devem ser identificados
através de fitas coloridas, conforme o seguinte código de cores:
a)
Fase A – cor vermelha;
b)
Fase B – cor branca;
c)
Fase C – cor marrom;
d)
Neutro – cor azul claro.
4.95Nos desenhos 36b a 48 do ANEXO II, estão disponíveis os modelos de subestação e diagramas
unifilares que devem orientar os projetos de subestações abrigadas para as diversas situações do sistema
de distribuição.
Instalação de Unidades Consumidoras do Grupo A em Edificações de Uso Coletivo
4.96A instalação de unidades consumidoras do grupo A em Edificações de Uso Coletivo deve obedecer às
seguintes condições:
4.96.1As unidades consumidoras do grupo A, interessadas em se instalar em Edificações de Uso Coletivo
devem atender em linhas gerais às prescrições da norma SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia
Elétrica em Tensão Primária de Distribuição, Classe 15 kV, especialmente quanto aos requisitos de
proteção, além das condições específicas desta norma;
4.96.2A edificação deve disponibilizar espaço físico adequado à ampliação da subestação existente ou para
construção de uma nova subestação e atender aos itens 4.3, 4.4 e 4.5 desta norma, conforme o caso;
4.96.3A participação financeira do consumidor deve ser calculada conforme resolução ANEEL nº 250/2007;
4.96.4 É facultado ao interessado a instalação de transformador a óleo ou a seco, desde que atenda às
tensões padronizadas, os requisitos de segurança, as normas pertinentes da ABNT e demais
recomendações prescritas nesta norma de fornecimento;
4.96.5Em subestações abrigadas onde a potência nominal individual dos transformadores (da unidade
consumidora do grupo A e da edificação) não superar 300 kVA, a proteção contra sobrecorrente e curtoSM01.00-00.002
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circuito em média tensão deve ser feita apenas com chaves fusíveis no poste da derivação, conforme
desenho 38 do ANEXO II.
Geradores Particulares
4.97É permitida a instalação de geradores particulares desde que seja instalada uma chave reversível de
acionamento manual, elétrico e/ou automatizado, dotado de intertravamento mecânico e/ou elétrico,
separando os circuitos alimentadores do sistema da CELPE e do gerador particular, de modo a reverter o
fornecimento.
Inspeção e Testes de Geradores Particulares
4.97.1A execução física do sistema deve obedecer fielmente ao projeto analisado, sendo a instalação
recusada caso ocorra discrepâncias;
4.97.2Devem ser verificados e testados todos os mecanismos e equipamentos que compõem o Sistema de
Transferência Automática, com acompanhamento de pessoal técnico da Celpe;
4.97.3Devem ser realizadas diversas operações de entrada e saída do grupo motor gerador, para certificarse do bom desempenho do sistema, com acompanhamento de pessoal técnico da Celpe;
4.97.4À Celpe é reservado o direito de efetuar em qualquer momento, inspeções nas instalações do
consumidor para averiguação das condições do Sistema de Transferência Automática Rede/Gerador.
4.98Conforme disposto na NBR 13534, é obrigatória a disponibilidade de geração própria (fonte de
segurança) para as unidades consumidoras que prestam assistência à saúde, tais como hospitais, centros e
postos de saúde, clínicas, etc.
4.99Os circuitos de emergência supridos por geradores particulares devem ser instalados
independentemente dos demais circuitos, em eletrodutos exclusivos, passíveis de serem vistoriados pela
CELPE até a chave reversível.
4.100A existência de geradores particulares deve ser prevista em projeto que deve ser enviado para análise
e inspeção da CELPE e a critério desta, ser lacrado o quadro de manobras, ficando disponível para o cliente
somente o acesso ao comando da chave reversível.
4.101Em princípio, não é permitido o paralelismo entre gerador particular e o sistema elétrico da CELPE.
Para evitar este paralelismo entre o sistema da CELPE e do consumidor, os projetos das instalações
elétricas devem atender ao disposto na norma SM01.00-00.006 Instalação de Geradores Particulares em
Baixa Tensão.
4.102Em situações excepcionais que sejam objeto de estudo a ser apresentado com subseqüente liberação
da CELPE, permite-se o paralelismo momentâneo de geradores com o sistema da mesma, desde que
atendam ao disposto na norma SM01.00-00.007 Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de
Distribuição, com Operação em Rampa.
Edificação
4.103As edificações, que ao todo ou em parte possuam locais de afluência de público, devem atender aos
requisitos da NBR 13570.
4.104O dimensionamento, especificação e construção das instalações elétricas internas das unidades
consumidoras devem atender às prescrições da NBR 5410 da ABNT e da NR-10, do Ministério do Trabalho
e Emprego. Ressalte-se principalmente a necessidade de cumprimento:
4.104.1Do disposto nos itens 5.4.2 e 6.3.5 da NBR 5410, no que se refere à instalação de Dispositivo de
Proteção contra Surtos (DPS), o qual deve ser instalado após a medição de cada unidade consumidora;
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4.104.2Do disposto nos itens 5.1.3.2.2 e 6.3.6 desta mesma norma, o qual se refere à instalação de
Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual (DR) de alta sensibilidade, no circuito interno de cada unidade
consumidora, observando-se as recomendações quanto à coordenação e seletividade.
4.105As instalações elétricas internas da edificação devem possuir sistema de aterramento compatível com
a utilização do condutor terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato (pino)
correspondente, conforme estabelece a lei federal nº 11.337, de 26/09/2006.
4.106 A responsabilidade quanto ao dimensionamento, especificação e construção das instalações internas
é exclusiva do responsável técnico, expressa através da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART,
emitida pelo CREA.
4.107Devem ser atendidas as recomendações dos fabricantes quanto aos aspectos de segurança e
proteção dos equipamentos eletro-eletrônicos instalados nas unidades consumidoras.
4.108Cada unidade consumidora deve ser alimentada por circuito exclusivo.
4.109Casas geminadas devem ser consideradas edificações individuais se não possuírem área de uso
comum, conforme desenho 19 do ANEXO II.
4.110Prédios de até duas unidades consumidoras situadas no mesmo terreno, com a mesma projeção
horizontal, sem área de uso comum não devem ser considerados de uso coletivo, conforme desenho 20 do
ANEXO II.
4.111A partir de duas unidades consumidoras com área de uso comum, a edificação deve ser considerada
de uso coletivo.
Ligação de obra
4.112Caracteriza-se como ligação de obra, aquela efetuada com medição com prazo definido, para
atendimento de obra de construção civil ou reforma de edificação.
4.113Edificações de uso coletivo regularmente atendidas pela rede de distribuição da CELPE que solicitem
ligação de obra podem ser atendidas através de uma entrada de serviço em baixa tensão, de caráter
provisório, que deve ser desativada ao fim do prazo informado quando do pedido de ligação.
4.114Para esse tipo de fornecimento a CELPE exige que o interessado apresente a autorização de
funcionamento (alvará) emitida pela Prefeitura, bem como a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART),
do responsável técnico pelo serviço, com o visto do CREA e devidamente quitada.
Quadro de Distribuição Geral e Centro de Distribuição e Medição
Quadro de Distribuição Geral (QDG)
4.115Deve ser previsto, para cada edificação de uso coletivo, um Quadro de Distribuição Geral - QDG com
dispositivo de proteção e seccionamento, constituído por um armário em chapa de ferro galvanizado nº 18
USG (parte externa) e 20 USG (parte interna), conforme desenhos 21a e 21b do ANEXO II e instalado em
local de fácil acesso e livre de inundação. As cotas indicadas são as mínimas exigidas.
4.116 No caso de edificações ligadas diretamente da rede de distribuição de baixa tensão, deve estar
localizado o mais próximo possível do ponto de entrega, no limite de propriedade com a via pública.
4.117No caso de edificações ligadas através de subestação deve estar localizado preferencialmente em
parede próxima ou contígua à mesma.
4.118QDGs padronizados:
4.118.1QDG tipo I, previsto para ser aplicado em edificações de uso coletivo ligadas em baixa tensão,
diretamente da rede de distribuição da CELPE ou edificações ligadas em média tensão com subestação
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própria (interna ao imóvel), no qual o circuito que interliga os bornes secundários do transformador ao QDG
seja composto de no máximo 04 (quatro) condutores (1 por fase + 1 neutro) com seção até 240 mm²,
conforme VR01.01-00.220 Especificação Sucinta de Quadro de Distribuição Geral - QDG (Tipo 01) e
desenho orientativo simplificado 21a do ANEXO II;
4.118.2QDG tipo II, previsto para ser aplicado em edificações de uso coletivo ligadas em média tensão, com
subestação interna ao imóvel (abrigada) no qual o circuito que interliga os bornes secundários do
transformador ao QDG seja composto de condutores de seção igual ou superior a 240mm² sendo mais de 1
por fase, conforme VR01.01-00.226 Especificação Sucinta de Quadro de Distribuição Geral - QDG (Tipo 02)
e desenho orientativo simplificado 21b do ANEXO II;
4.118.3O QDG tipo II pode ser usado também em função de alguma peculiaridade de projeto ou quando
ocorrer situação especial inerente à edificação, indicando a necessidade de sua instalação. Nesta condição,
recomenda-se uma consulta à CELPE por parte do interessado.
4.119O QDG deve prever dispositivo para selagem com parafusos de segurança padronizados e instalados
pela CELPE, além de disjuntor de proteção geral dos alimentadores dos centros de distribuição e medição
fornecidos pelo consumidor.
4.120O dispositivo de proteção geral deve ser um disjuntor termomagnético tripolar dimensionado pela
demanda máxima calculada para a edificação, capaz de atuar com a corrente de curto-circuito do local e
suportar a corrente de curto-circuito mínima de 10 kA, conforme NBR NM 60898.
4.121O compartimento que abriga os barramentos deve possuir tampa cega de aço ou alumínio com
dispositivo para permitir no mínimo a colocação de dois parafusos de segurança. A tampa deve abrir
lateralmente e ser fixada através de dobradiças. Nessa tampa deve estar pintado “USO EXCLUSIVO DA
CELPE”. A alavanca de acionamento do disjuntor geral deve estar acessível para manobra, sem violação do
lacre.
4.122Os barramentos podem ser feitos em barras de cobre nu ou blindados. Quando construído em barras
de cobre nu, conforme tabela 10 do ANEXO I, deve-se utilizar, para as conexões, o terminal de pressão
padronizado conforme desenho 26 do ANEXO II. Os barramentos blindados devem atender às seguintes
exigências específicas:
4.122.1Serem fabricados em liga de cobre estanhado com espessura mínima de 8 µm, com condutividade
mínima de 95% IACS a 20°C. O corpo envolvente deve ser de material polimérico de alta resistência
mecânica e às intempéries, conforme desenho 25 do ANEXO II;
4.122.2Ser apropriados para permitir a conexão de condutores de cobre de seção entre 6 mm² e 50 mm² e
corrente máxima de 300 A.
4.122.3Serem identificados pelas cores Vermelha, Branca e Marrom; sendo o neutro de cor Azul;
4.122.4Serem fixados à caixa com parafusos de latão, aço inoxidável ou aço bicromatizado.
4.123Os condutores de interligação do barramento do QDG aos Centros de Distribuição e Medição – CDM
são instalados pelo consumidor. As conexões devem ser feitas utilizando-se conector apropriado e
especificado pela CELPE, conforme desenho 26 do ANEXO II.
Centro de Distribuição e Medição (CDM)
4.124O Centro de Distribuição e Medição – CDM se constitui de dois módulos:
4.124.1Centro de Distribuição – CD;
4.124.2Centro de Medição – CM (agrupamento de caixas plásticas individuais ou CM6 e CM9 – armário
modular metálico).
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4.125Os medidores das unidades consumidoras são instalados em CDM projetados e instalados pelo
interessado, cujos projetos devem atender às seguintes recomendações:
4.125.1O CDM pode ser alimentado diretamente a partir da rede de distribuição secundária, da subestação
do edifício ou interligado a esta através de um QDG, quando existir mais de um CDM a ser alimentado;
4.125.2O CDM deve ser instalado em parede, muro ou mureta, localizado a uma distância máxima de até
40 (quarenta) metros em relação ao limite de propriedade com a via pública, para as edificações atendidas
a partir da rede de distribuição em baixa tensão da CELPE, observados os limites de queda de tensão para
o ramal de entrada;
4.125.3 Para as edificações atendidas por subestação exclusiva, aérea com dupla transformação ou
abrigada, o CDM deve ser instalado em parede, muro ou mureta, localizado a uma distância máxima de até
20 (vinte) metros em relação à mesma, prevalecendo o disposto no item 4.116. Sempre que possível, o
CDM deve ser construído no limite de propriedade, voltado para a via pública ou instalado no muro lateral
da edificação;
4.125.4Os barramentos devem ser do tipo blindado para ramais de distribuição cuja seção não supere 50
mm². Acima dessa seção o barramento deve ser de cobre nu.
4.126O CDM, quando instalado em área externa, deve ter proteção em alvenaria contra chuva.
4.127O consumidor é responsável pela guarda do medidor de energia elétrica e dos equipamentos
auxiliares mantidos sob lacre.
4.128Os centros de medição e seus acessórios são fornecidos e instalados pelo interessado, cabendo à
CELPE instalar os medidores e demais equipamentos necessários à medição.
4.129Os locais onde se situam os CDM devem permitir um espaço livre mínimo de circulação de 0,70 m da
face externa do quadro, com as portas abertas, à parede oposta, caso esta parede esteja livre. No caso
dela estar ocupada por outro quadro, esse espaçamento deve ser de no mínimo 0,70 m na pior condição,
considerando as portas de ambos abertas.
4.130Os CDM devem prever disjuntor geral e barramento do tipo blindado para interligação dos circuitos
alimentadores das unidades consumidoras individuais.
4.131Cada unidade consumidora deve possuir apenas 01 (um) ramal de distribuição e 01 (uma) única
medição.
4.132Os pontos de medição devem ser agrupados em um ou mais CDM, em locais facilmente acessíveis
aos leituristas e serem identificados por unidade consumidora através de placas. O recinto onde se localiza
os CDM deve ser dotado de ventilação adequada e iluminação artificial de acordo com os níveis de
iluminamento previstos pela NBR 5413.
4.133Faz-se necessária a instalação de um QDG apenas quando o número de unidades consumidoras
superar doze ou dezoito unidades, dependendo do tipo de arranjo escolhido. Atingindo-se a ocupação
máxima por arranjo, as unidades adicionais devem ser alojadas em novo agrupamento de medição. Os
desenhos 27, 52, 53, 54 e 55 do ANEXO II apresentam os arranjos e as opções disponíveis para os CDMs
modulares metálicos.
Centro de Distribuição (CD)
4.134O Centro de Distribuição – CD é alimentado a partir do QDG através de um circuito alimentador
exclusivo. Caso não exista o QDG, o CD é alimentado diretamente da rede de baixa tensão da CELPE ou
da subestação da edificação. Constitui-se de um armário montado em chapa metálica galvanizada nº 18
USG (parte externa) e 20 USG (parte interna), onde estão contidos os barramentos blindados e um disjuntor
termomagnético tripolar, dimensionados pela demanda calculada para o agrupamento, conforme desenhos
orientativos simplificados 22a, 22b e 22c do ANEXO II. As cotas indicadas são as mínimas exigidas.
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4.135O CD também pode ser montado utilizando-se caixa plástica ou metálica padronizada onde devem ser
alojados os barramentos blindados, cuja tampa permita condições de lacre através do uso de dois
parafusos de segurança e por uma caixa exclusiva para o disjuntor de proteção geral, conforme desenhos
28a e 28b, do ANEXO II.
4.136A interligação do barramento até o medidor e disjuntor geral da unidade consumidora deve ser feita
com condutores de cobre, com classe de encordoamento 2 e de isolação 750 V ou 0,6/1 kV. Esses
condutores devem ser amarrados através de cinta plástica e identificados por anilhas com numeração
correspondente ao número de identificação da unidade consumidora, conforme desenho 29 do ANEXO II.
No caso de unidades consumidoras monofásicas, essa ligação também pode ser feita em cabo isolado de
cobre tipo concêntrico, classe de isolação 750 ou 0,6/1 kV.
4.137Os condutores de interligação do barramento para os medidores são instalados pelo consumidor.
4.138Os circuitos de alimentação das unidades consumidoras, incluindo os condutores neutros e de
proteção, devem ser individuais para cada unidade consumidora a partir do barramento.
4.139O CD deve ter compartimento para alojar o disjuntor e os barramentos, cuja tampa permita condições
de lacre, através do uso de dois parafusos de segurança pela CELPE. A tampa deve abrir lateralmente e
ser fixada através de dobradiças.
4.140Um CD pode atender até dois Centros de Medição (CM). Estão disponíveis em 03 tipos: CD tipo I,
conforme VR01.01-00.078 Especificação Sucinta de Centro de Distribuição CD - (Tipo 01) para ser utilizado
em conjunto com o CM tipo I; CD tipo II, conforme VR01.01-00.225 Especificação Sucinta de Centro de
Distribuição CD - (Tipo 02), para ser utilizado em conjunto com o CM tipo II e o CD tipo III, conforme
VR01.01-00.227 Especificação Sucinta de Centro de Distribuição CD - (Tipo 03) para ser utilizado em
edificações de múltiplas unidades consumidoras de pequeno porte, alimentando agrupamentos de caixas
plásticas individuais. Detalhes nos desenhos orientativos simplificados 22a, 22b e 22c do ANEXO II.
4.141Na tampa interna deve estar pintado “USO EXCLUSIVO DA CELPE”. A alavanca de acionamento do
disjuntor deve estar acessível para manobra, sem violação do lacre.
Centro de Medição (CM)
4.142Em situações onde existam até cinco unidades consumidoras monofásicas, em um mesmo terreno ou
imóvel, pode-se utilizar a disposição em mureta de alvenaria, conforme mostrado no desenho 30 do ANEXO
II. Neste caso, cada unidade consumidora tem entrada de serviço distinta e não é necessária a instalação
do CD.
4.143O Centro de Medição – CM pode ser montado através de caixas de medição plásticas individuais
justapostas e agrupadas ou através de armário modular metálico. Alguns tipos de arranjos são mostrados
no desenho 27 do ANEXO II.
4.144Permite-se executar o centro de medição em arranjo de caixas plásticas de seis ou nove unidades
quando a edificação possuir unidades consumidoras monofásicas, com exceção do condomínio. Caso o
número de unidades seja superior a nove, um novo CM deve ser previsto.
4.145No arranjo com caixas plásticas monofásicas, estas devem ser dispostas de modo que a face inferior
da caixa mais baixa situe-se a partir de 0,30 m do nível do solo e que a face superior da caixa mais alta não
exceda 1,70 m do nível do solo, conforme desenho 23 do ANEXO II.
4.146Permite-se executar o centro de medição em arranjo de caixas plásticas até seis unidades quando a
edificação possuir unidades consumidoras trifásicas, conforme desenho 24 do ANEXO II. Caso o número de
unidades seja superior a seis, um novo CM deve ser previsto.
4.147Caso a edificação possua unidades consumidoras monofásicas e trifásicas, excetuando-se o
condomínio, recomenda-se que estas sejam dispostas em CM distintos. Não se permitem arranjos mistos
de caixas monofásicas e trifásicas em um mesmo CM.
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4.148As caixas plásticas individuais devem obedecer à norma VR01.01-00.004 Especificação de Caixas
para Medidores, conforme modelos do desenho 31 do ANEXO II.
4.149As caixas plásticas devem ser fixadas diretamente na parede, através de três buchas nº 8 com
parafusos, conforme desenhos 23, 24 e 28 do ANEXO II.
4.150Todas as interligações entre as caixas devem ser aparentes, feitas através de “niple” ou de eletroduto
de PVC rígido rosqueáveis, especificados conforme a NBR 15465. Quando for utilizado eletroduto, a
distância entre as caixas não deve ser superior à conseguida quando utilizado o niple, salvo na interligação
da caixa com o centro de distribuição.
4.151Os niples ou eletrodutos de interligação devem ser travados com buchas e arruelas de aço zincado.
4.152Os CM tipo armário modular metálico são padronizados para abrigar seis (CM-6) ou nove (CM-9)
medidores monofásicos ou trifásicos indistintamente. Devem ser construídos em chapa de ferro galvanizado
nº 18 USG (parte externa) e 20 USG (parte interna), conter em seu interior cubículos de medição individual,
dotados de tampa com visor e parafuso de segurança com dispositivo para aplicação de lacre da CELPE,
bem como suporte destinado à instalação da proteção individual (Disjuntor) e do DPS (Dispositivo de
Proteção contra Surtos) de cada unidade consumidora, conforme desenhos orientativos simplificados 32a,
32b, 33a e 33b do ANEXO II.
4.153Os CM tipo armário modular metálico estão disponíveis em dois tipos: tipo I conforme VR01.01-00.079
Especificação Sucinta de Centro de Medição para 6 Medidores - CM-6 (tipo 01) e VR01.01-00.223
Especificação Sucinta de Centro de Medição para 6 Medidores - CM-6 (tipo 02) e tipo II conforme VR01.0100.080 Especificação Sucinta de Centro de Medição para 9 Medidores - CM-9 (tipo 01) e VR01.01-00.224
Especificação Sucinta de Centro de Medição para 9 Medidores - CM-9 (tipo 02), sendo que o tipo I permite
ligação de unidades consumidoras com ramal de entrada de seção até 16mm²; o tipo II permite ligação de
unidades consumidoras com ramal de entrada de seção até 35 mm².
4.154Os CM tipo armário modular metálico devem ser instalados em base de alvenaria com altura mínima
de 0,50 m em relação ao solo.
4.155A instalação de CM tipo armário modular metálico está restrita às edificações que contenham no
mínimo seis unidades consumidoras, estando condicionada à apresentação de projeto à CELPE.
4.156No CM devem ser alojados os medidores, disjuntores de proteção individual e o DPS de cada unidade
consumidora.
4.157As unidades consumidoras monofásicas devem possuir disjuntor termomagnético monopolar para
proteção de sobrecorrente, dimensionado de acordo com a carga instalada.
4.158As unidades consumidoras trifásicas devem possuir disjuntor termomagnético tripolar para proteção
de sobrecorrente, dimensionado de acordo com a demanda máxima prevista.
4.159Quando o CM for executado em agrupamento de caixas plásticas individuais, a medição do
condomínio deve ser instalada em caixa para medição individual, padronizada pela CELPE, conforme
norma VR01.01-00.004 Especificação de Caixas para Medidores, para carga instalada até 75 kW ou norma
SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição 15 kV, para
demanda superior a 75 kW. A tabela 21 do ANEXO I apresenta os modelos de caixas padronizadas para o
condomínio.
4.160Em edificações constituídas por mais de um bloco, a medição do condomínio pode ser individual por
bloco ou geral para todos os blocos.
4.161Quando o centro de medição for do tipo armário modular metálico, a medição do condomínio, se em
baixa tensão e/ou com demanda máxima até 75 kW, pode ser instalada em um dos cubículos existentes ou
em caixa padronizada individual.
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4.162Se o cálculo da demanda máxima do condomínio indicar uma seção do condutor de alimentação até
35 mm², deve-se prever a instalação de caixa de medição plástica polifásica tipo 2 ou caixa metálica modelo
F6, conforme VR01.01-00.199 Especificação Sucinta de Caixa Modelo F6 e desenho orientativo simplificado
51 do ANEXO II. Valores de seção do condutor de alimentação do condomínio acima de 35 mm² exigem a
instalação de caixas de medição metálicas, tipo F3 ou F4, respectivamente conforme VR01.01-00.074
Especificação Sucinta de Caixa Modelo F3 - Uso Externo e VR01.01-00.075 Especificação Sucinta de Caixa
Modelo F4 - Uso Externo e de acordo com a tabela 21 do ANEXO I.
4.163Em edificações constituídas por um único bloco e mais de um CDM instalado, a medição do
condomínio deve ser derivada diretamente dos barramentos do QDG.
4.164QDG e CDM devem ter seus elementos neutros e massas conectados a uma malha de terra formada
pelo menos por uma haste de aço cobreado de 16 mm x 2400 mm, e conector de aterramento padronizado
pela CELPE, conforme desenhos 14, 23 e 34 do ANEXO II. Permite-se, excepcionalmente neste caso, que
a caixa de inspeção do circuito de baixa tensão seja utilizada para instalação da haste de aterramento.
4.165É obrigatório o aterramento do QDG e CDM. Caso existam QDG e CDM instalados em um mesmo
recinto, todos os pontos de aterramento devem ser interligados com cabos de seção mínima 25 mm²
dispostos longitudinalmente ao comprimento do CDM, a uma distância frontal de 0,50 m deste e
profundidade mínima de 0,07 m.
4.166Junto à base do QDG ou CD, no piso, deve existir obrigatoriamente uma caixa de inspeção em
alvenaria, destinada à passagem dos condutores do circuito alimentador dos mesmos. Não são permitidas
construções que impeçam ou inviabilizem a construção dessas caixas de inspeção, tais como: caixas
d'
água, fossas, tubulações de água ou de esgoto, etc.
4.167Excepcionalmente, quando existir impedimentos físicos estruturais ou características do solo que
impossibilitem ou dificultem a construção de caixas de inspeção em alvenaria junto ao QDG ou CD (p.ex.:
existência de base, sapata ou lençol freático passível de provocar inundação nas caixas), permite-se a
instalação de caixa metálica na base de alvenaria dos referidos quadros de medição, de modelo e
dimensões conforme padronizada no item 4.37 e desenhos 08a e 08b do ANEXO II.
4.168Em edificações de uso coletivo pertencentes ao poder público, como mercados públicos, feiras livres e
outros, o CM deve ser instalado em recinto fechado, com iluminação e ventilação adequadas, de forma que
o acesso às caixas de medição seja controlado.
Reagrupamento de Unidades Consumidoras
4.169O reagrupamento de medição ocorre quando se unifica a medição de parte ou todas as unidades
consumidoras de uma edificação, classificada originalmente como de Múltiplas Unidades Consumidoras, em
uma única medição.
4.170Permite-se o reagrupamento de unidades consumidoras atendidas em média tensão, quando a
entrada de serviço e a medição da edificação estão em conformidade com a norma SM01.00-00.004
Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição – Classe 15 kV.
4.171 Permite-se o reagrupamento de unidades consumidoras atendidas em baixa tensão, quando a
entrada de serviço e a medição estão em conformidade com a norma SM01.00-00.001 Fornecimento de
Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais.
4.172Cumulativamente, para que seja possível o reagrupamento, o proprietário ou responsável pela
edificação deve atender integralmente ao disposto no artigo 14 da resolução 456 da ANEEL.
Projeto Elétrico
4.173Para novas instalações, alteração de carga, reforma de instalações existentes e reagrupamento de
medição em edificações de uso coletivo, com mais de cinco unidades consumidoras ou carga instalada
superior a 75 kW, deve ser apresentado projeto elétrico elaborado conforme as disposições desta norma.
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4.174Também se faz necessário a apresentação de projeto elétrico para as edificações que contemplem a
partir de três unidades consumidoras trifásicas, independentemente da carga instalada ou demanda.
4.175Os projetos devem ser elaborados utilizando-se os padrões de desenhos e simbologia recomendados
pela norma NBR 5444 da ABNT.
4.176Os projetos da subestação devem obedecer aos documentos de normalização dos órgãos de
licenciamento ambiental, de uso e ocupação do solo, de regulação, da ABNT, do Corpo de Bombeiros e do
Ministério do Trabalho e Emprego.
4.177Os projetos devem ser apresentados em 03 (três) vias nas seguintes escalas mínimas:
4.177.1Escala 1:25 ou 1:50 para cortes e plantas baixas;
4.177.2Escala 1:1000 ou 1:2000 para a planta de situação;
4.177.3Escala 1:200 ou 1:500 planta de locação.
4.178Os projetos devem ser apresentados com a seguinte documentação:
4.178.1Memorial descritivo;
4.178.2Plantas de situação, locação, cortes, esquema vertical e plantas baixas;
4.178.3Vistas e cortes da área ou compartimento exclusivo, destinado à subestação, quando for o caso;
4.178.4Projeto civil do banco de eletrodutos entre o limite de propriedade e a subestação, quando for o
caso;
4.178.5Diagrama unifilar geral e dos CDM, conforme modelos do desenho 35 do ANEXO II, confeccionado
em prancha única, destacando todos os elementos relevantes do circuito, tais como equipamentos de
transformação, proteção e seccionamento em AT e BT, proteção contra descargas atmosféricas, tipo e
seção dos condutores e barramentos, sistema de aterramento, geração própria (se houver), etc., entre o
ponto de derivação na rede da CELPE e a medição;
4.178.6Especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção;
4.178.7Quadros de cargas por quadro de distribuição;
4.178.8Projeto detalhado do sistema gerador de emergência, quando existente;
4.178.9Projeto e cálculo da malha de terra se a demanda máxima for igual ou superior a 1 MVA;
4.178.10Anotação de Responsabilidade Técnica quitada referente ao projeto, assinada por engenheiro
eletricista ou profissional habilitado pelo CONFEA/CREA;
4.178.11Certificado de Licença Ambiental emitido pelo órgão de controle ambiental, quando a edificação
estiver situada em área de proteção ambiental ou a legislação exigir;
4.178.12Autorização do IBAMA em caso de obras com atividades de supressão vegetal.
4.179No memorial descritivo devem constar os seguintes itens:
4.179.1Finalidade do Projeto;
4.179.2Localização do imóvel;
4.179.3Derivação, características do condutor e comprimento do ramal de ligação;
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4.179.4Carga a instalar e dimensionamento das instalações;
4.179.5Tipo da subestação;
4.179.6Proteção elétrica;
4.179.7Medição;
4.179.8Especificação das características relativas à proteção contra choques elétricos, queimaduras e
outros riscos adicionais;
4.179.9Indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (verde -“D”, desligado e
vermelho – “L”, ligado);
4.179.10Descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos, incluindo dispositivos
de manobra, de controle, de proteção, de intertravamento, dos condutores e os próprios equipamentos e
estruturas, definindo como tais indicações devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das
instalações;
4.179.11Recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos componentes das
instalações;
4.179.12Precauções aplicáveis em face das influências externas;
4.179.13O princípio funcional dos dispositivos de proteção, constantes do projeto, destinado à segurança
das pessoas; e
4.179.14Descrição da compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica.
4.180As edificações de uso coletivo devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas,
conforme recomendações da NR 10, formado pelo diagrama unifilar (subitem 4.178.5) e especificações do
sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção (subitem 4.178.6).
4.181O prontuário de instalações elétricas deve estar disponível em local abrigado, visível, de fácil acesso e
acondicionado em caixa exclusiva, conforme desenho 50 do ANEXO II.
4.182Os desenhos referentes aos subitens 4.178.3, 4.178.4 e 4.178.5 anteriores devem constar na mesma
planta que é analisada e carimbada pela CELPE, liberando-a para construção e a inspeção que antecede a
energização final.
4.183O dimensionamento da instalação elétrica da edificação deve atender às normas da ABNT e ser
efetuado com base na demanda máxima prevista para a carga instalada, assinada por profissional
habilitado pelo CONFEA/CREA.
4.184O projeto deve ser apresentado acompanhado do Requerimento para Análise de Projeto, assinado
pelo interessado, com firma reconhecida em cartório, conforme ANEXO III.
4.185Após a análise, não havendo exigências, uma via do projeto é devolvida ao interessado, carimbada e
assinada, acompanhada de carta de conformidade com as normas da CELPE e ABNT.
4.186Opcionalmente, o interessado pode fornecer inicialmente apenas uma via do projeto e, após a análise,
caso não haja exigências, as duas vias restantes devem ser entregues, para complementação do processo
de conformidade.
4.187Havendo alguma exigência, o interessado recebe uma carta de não conformidade do projeto. Após
efetuadas as devidas correções o mesmo deve apresentar uma via corrigida do projeto e, não havendo
exigências, o interessado fornece as duas vias restantes, assinando, no ato da entrega, um Protocolo de
Entrega de Documentação de Projeto, conforme ANEXO V.
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4.188 A validade do projeto é de trinta e seis meses contados da data de conclusão de sua análise pela
CELPE, ressalvada as modificações impostas pela legislação em vigor.
4.189Quaisquer alterações que se fizerem necessárias, após a liberação do projeto, não devem ser
executadas sem que sejam analisadas pela CELPE, razão pela qual o interessado deve encaminhar três
vias dos desenhos modificados e aguardar a devolução de uma via, constando o parecer.
4.190Para edificações de uso coletivo atendidas pela CELPE, é obrigatória a apresentação de projeto
elétrico pelo condomínio, para fins de análise pela CELPE, com a respectiva Anotação de Responsabilidade
Técnica (ART) com o visto do CREA e quitada, obedecendo às prescrições dos itens 4.177, 4.178 e 4.179
no que couber e for pertinente, conforme o tipo da solicitação acima discriminado, que solicitem os
seguintes serviços:
a)
Inclusão / reagrupamento de unidades consumidoras;
b)
Alteração do tipo de ligação de unidades consumidoras (monofásica para trifásica);
c)
Aumento de carga instalada, para qualquer das unidades e/ou para o condomínio;
d)
Modificação da localização da entrada de serviço, dos Centros de Distribuição e Medição (CDM)
e/ou da subestação.
4.190.1Edificações de uso coletivo atendidas pela CELPE, que apresentem, quando da análise de
conformidade do projeto ou nas inspeções realizadas pela CELPE alguma irregularidade em sua entrada de
serviço e/ou nos CDMs que possam vir a comprometer a segurança, o funcionamento e/ou o faturamento
da energia elétrica devem ser regularizadas, como pré-condição necessária para a conformidade do projeto
e de suas instalações.
Ligação com Necessidade de Estudo
4.191São elaborados estudos, antes da ligação, para verificar a necessidade de reforço de rede e evitar
possíveis perturbações nos seguintes casos:
a)
Ligações com motor ou máquina de solda a motor superior a 3 cv por fase nas tensões de 380/220
V;
b)
Ligações com cargas especiais, tipo raios X de qualquer potência, máquinas de solda de qualquer
potência em ligações monofásicas ou máquinas de solda a transformador com potência superior a 5 kVA
em ligações trifásicas.
4.192A ligação de motores trifásicos está condicionada à aplicação de dispositivos de limitação da corrente
de partida, conforme tabela 20 do ANEXO I. Não é permitida a ligação de motor trifásico com carga superior
a 40 cv, em tensão secundária de distribuição.
Demanda da Edificação
4.193A demanda máxima da Edificação (De) para fins de projeto da instalação elétrica até o ponto de
entrega é calculada por critério definido pela CELPE.
4.194A partir do ponto de entrega, a instalação elétrica deve ser dimensionada pelo responsável técnico
obedecendo às exigências da NBR 5410 em sua última versão.
4.195O método recomendado para cálculo da demanda da edificação considera a diferença entre as curvas
de carga para áreas residencial e comercial.
Edifícios Residenciais
4.196O cálculo da demanda total da edificação para edifícios residenciais constitui-se das seguintes etapas:
4.196.1Determinação da demanda dos apartamentos;
4.196.2Determinação da demanda do condomínio;
4.196.3Determinação da demanda total do edifício através da adição da demanda dos apartamentos com a
demanda do condomínio.
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Edificações de Uso Residencial - Determinação da demanda dos apartamentos
4.197A carga instalada para consumidores monofásicos ou demanda para consumidores trifásicos é
calculada com base na potência nominal dos equipamentos declarados pelo consumidor ou conforme tabela
06 do ANEXO I.
4.198Para fins de dimensionamento do ramal de distribuição de cada unidade consumidora, deve-se
considerar a queda de tensão máxima admissível a partir do CDM. A tabela 17 do ANEXO I apresenta,
como sugestão, a seção do ramal de distribuição e a corrente nominal do disjuntor de proteção por faixa de
carga instalada (unidade consumidora monofásica) ou demanda (unidade consumidora trifásica).
4.199A demanda individual em kVA dos apartamentos é calculada em função da área útil. Neste método, já
estão incluídas as cargas específicas, tais como iluminação, tomadas de uso geral, chuveiros elétricos,
aparelhos de ar condicionado, aquecedores, etc. conforme tabela 12 do ANEXO I.
4.200Para edificações onde existam unidades consumidoras com diferentes áreas úteis, determina-se a
área útil através da média ponderada das áreas envolvidas.
4.201Em seguida, determina-se o fator de diversidade, em função do número de apartamentos residenciais
da edificação com base na tabela 13 do ANEXO I.
4.202Multiplica-se a demanda individual obtida, pelo fator de diversidade em função do número total de
apartamentos residenciais da edificação.
4.203Assume-se a demanda residencial (Dr) igual a 26 kVA como o valor mínimo da demanda quando os
cálculos acima forem inferiores a este valor. Tal medida tem como objetivo dotar o sistema de proteção das
instalações internas da edificação de seletividade mínima necessária, garantindo que a proteção de cada
unidade consumidora tenha capacidade de corrente inferior à da proteção geral.
Determinação da demanda do condomínio
4.204A demanda da área de serviço (Ds) deve ser calculada pelo critério da potência instalada.
4.205A demanda do condomínio é determinada considerando-se, individualmente, as seguintes cargas:
4.205.1Cargas de iluminação;
4.205.2Cargas de tomadas;
4.205.3Motores de elevadores e bombas d’água;
4.205.4Outras cargas, tais como saunas, equipamentos de piscina, portões automáticos, etc.
4.206A potência instalada, em kW, é calculada com base na potência nominal dos equipamentos
declarados pelo consumidor ou, na falta desta, conforme tabela 06 do ANEXO I.
4.207A potência em kVA é calculada com base nos fatores de potência típicos apresentados na tabela 14
do ANEXO I.
4.208O cálculo da demanda pelo critério da potência instalada utiliza a seguinte fórmula:
Ds = a + b + c + d
4.208.1A primeira parcela (a) representa a soma das demandas referentes à iluminação e tomadas das
áreas não residenciais (serviço) da edificação.
Cálculo da parcela de demanda referente às cargas de iluminação:
a)
100% para os primeiros 10 kW;
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b)
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25% para o que exceder a 10 kW.
Ao valor encontrado em kW, deve ser aplicado o fator de potência específico apresentado na tabela 14 do
ANEXO I.
Cálculo da parcela de demanda referente às cargas de tomadas de uso geral:
c)
20% aplicado sobre a carga total em kW;
Ao valor encontrado em kW, deve ser aplicado o fator de potência igual a 1,0 (um).
4.208.2A segunda parcela (b) representa a parcela de demanda referente a elevadores e bombas d’água,
devendo ser utilizados os fatores da tabela 16 do ANEXO I separadamente, para os grupos de motores de
elevadores e de bombas d’água, adotando-se o fator de diversidade 1,0 para este grupo;
4.208.3A terceira parcela (c) representa a parcela referente a outras cargas motrizes, monofásicas ou
trifásicas, tais como portões automáticos, equipamentos de piscina, etc., devendo ser utilizados os fatores
da tabela 16 do ANEXO I para cada tipo de carga, adotando-se o fator de diversidade 1,0 para este grupo;
4.208.4A parcela (d) representa a demanda de outros tipos de cargas, tais como saunas, aquecedores,
centrais de ar condicionado, banheiras de hidromassagem, etc. Estas cargas devem ser analisadas em
particular, aplicando-se às mesmas, fatores de diversidade que são função de suas características
particulares de utilização, definidas no projeto. Para estas cargas devem ser aplicados fatores de potência
específicos, conforme definido no projeto.
Determinação da demanda total do edifício residencial
4.209A demanda total do edifício é determinada pela soma das demandas dos apartamentos mais a
demanda do condomínio, conforme abaixo:
De = Dr.Fr + Ds
Onde:
De= demanda total da edificação
Dr= demanda total dos apartamentos residenciais, calculado pelo método da área útil.
Ds= demanda do condomínio, calculada pelo método da potência instalada.
Fr= fator de segurança mínimo.
4.210Os fatores de segurança mínimos constam da tabela 05.
Tabela 05 – Fator de Segurança Mínimo
Dr (Dem. Aptos.) Dr ≤ 26kVA 26kVA<Dr ≤ 50kVA 50kVA<Dr ≤ 100kVA Dr > 100kVA
Fr mínimo
1,4
1,3
1,2
1,0
Edifícios comerciais ou mistos
4.211A demanda dos edifícios comerciais (Dc) é calculada pelo método da potência instalada, portanto
utilizando a mesma fórmula e mesmas tabelas utilizadas no cálculo da demanda da área de serviço.
Dc = a + b + c + d + e + f
4.211.1As parcelas a, b, c e d correspondem às mesmas parcelas do cálculo da demanda da área de
serviço (Ds), supra. Neste caso, para determinação do fator (a), devem ser utilizados os fatores de
demanda constantes na tabela 15 do ANEXO I.
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4.211.2Dentro da parcela “d”, quando o projeto da edificação contemplar aparelhos de ar condicionado
individuais, deve-se aplicar a tabela 18 do ANEXO I, para determinação da demanda dessas cargas. Para
centrais de ar condicionado, deve ser considerado o fator de diversidade unitário.
4.211.3A parcela (e) representa a demanda das máquinas de solda a transformador, calculada conforme
seguinte critério:
a)
100% da potência do primeiro maior aparelho;
b)
70% da potência do segundo maior aparelho;
c)
40% da potência do terceiro maior aparelho;
d)
30% da potência dos demais aparelhos.
4.211.4A parcela (f) representa a demanda dos aparelhos de raios X, calculada da seguinte forma:
a)
100% da potência do maior aparelho;
b)
10% da potência dos demais aparelhos.
4.212A demanda total da edificação deve ser calculada aplicando-se a fórmula:
De = Dr.Fr + Ds + Dc
Onde:
De = demanda total da edificação
Dr = demanda total dos apartamentos residenciais, calculado pelo método da área útil.
Ds = demanda do condomínio calculada pelo método da potência instalada.
Dc = demanda das cargas comerciais, calculada pelo critério da potência instalada.
Fr = fator de segurança mínimo.
4.213Com base na Demanda Máxima da edificação (De) calculada acima, devem ser dimensionados o
circuito alimentador do Quadro de Distribuição Geral (QDG), os Centros de Distribuição e Medição (CDM) e
seus respectivos circuitos alimentadores, os transformadores e configurado o arranjo da subestação.
5.REFERÊNCIAS
Os equipamentos e as instalações de consumidor devem atender às exigências da última revisão das
normas da ABNT, resoluções dos órgãos regulamentadores oficiais, em especial as listadas a seguir:
GS01.03-02.001 Emissão de Instrumentos Normativos
NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão
NBR 5413 – Iluminância de interiores
NBR 15688 - Redes de Distribuição Aérea de Energia Elétrica com Condutores Nus
NBR 5444 - Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais
NBR 6233 – Eletroduto de PVC Rígido e Respectiva Junta - Verificação da Estanqueidade à Pressão
Interna
NBR 15465 - Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos de
desempenho
NBR 13534 - Instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos específicos para instalação em
estabelecimentos assistenciais de saúde
NBR 13570 – Instalações Elétricas em locais de afluência de público – requisitos específicos
NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1.0 a 36,2 kV
NBR ISO 9001-Sistemas de Gestão da Qualidade
NBR NM 280 – Condutores de cabos isolados (IEC 60228)
NBR NM 60898 – Disjuntores para proteção de sobrecargas para instalações domésticas e similares
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
Na ausência de normas específicas da ABNT ou em casos de omissão das mesmas, devem ser observados
os requisitos das últimas edições das normas e recomendações das seguintes instituições:
ANSI - American National Standard Institute, inclusive o National electric Safety Code (NESC);
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
NEMA - National Electrical Manufacturers Association
NEC - National Electrical Code
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers
IEC - International Electrotechnical Commission.
6.APROVAÇÃO
BRUNO DA SILVEIRA LOBO
Departamento de Planejamento de Investimentos - EPI
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Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ANEXO I. TABELAS
TABELA 06 – POTÊNCIA DOS APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS
ITEM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
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27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
TIPO
POTÊNCIA W
AMACIADOR DE CARNE
AMALGAMADOR
AMPLIFICADOR DE SOM
AMPLIFICADOR/CODIFICADOR - PARABOLICA
APARELHO DE ENDOSCOPIA
APARELHO DE ULTRASSONOGRAFIA
AQUECEDOR DE ÁGUA (200 L)
AQUECEDOR DE ÁGUA (50 A 175 L)
ARCONDICIONADO 6000 BTUS
ARCONDICIONADO 7000 BTUS
ARCONDICIONADO 7500 BTUS
ARCONDICIONADO 8000 BTUS
ARCONDICIONADO 9000 BTUS
ARCONDICIONADO 10000 BTUS
ARCONDICIONADO 11000 BTUS
ARCONDICIONADO 12000 BTUS
ARCONDICIONADO 14000 BTUS
ARCONDICIONADO 15000 BTUS
ARCONDICIONADO 16000 BTUS
ARCONDICIONADO 18000 BTUS
ARCONDICIONADO 21000 BTUS
ARCONDICIONADO 26000 BTUS
ARCONDICIONADO 30000 BTUS
ASPIRADOR DE PO COMERCIAL
ASPIRADOR DE PO RESIDENCIAL
ASSADEIRA GRANDE
ASSADEIRA PEQUENA
BALANÇA ELÉTRICA
BALCÃO FRIGORÍFICO GRANDE
BALCÃO FRIGORÍFICO PEQUENO
BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM
BANHO MARIA ( RESTAURANTE )
BARBEADOR ELÉTRICO
BATEDEIRA DE BOLO
BEBEDOURO
BETONEIRA
BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/4 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/3 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)1/2 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)3/4 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)1 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)2 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)3 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)5 CV
BOMBA D’AGUA (PISCINA)7,5 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/4 CV
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
890
200
50
30
45
500
2000
1500
800
900
950
1000
1100
1200
1300
1400
1600
1800
1950
2350
2400
2850
3200
2240
750
1000
500
20
1000
500
6600
1800
50
100
200
1000
184
245
368
552
736
1472
2208
3680
5520
184
33 de 120
Norma
ITEM
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TIPO
POTÊNCIA W
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/3 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)1/2 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO)3/4 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 1 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 2 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 3 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 5 CV
BOMBA D’AGUA (IRRIGAÇÃO) 7,5 CV
BOMBA D’AGUA 1/3 HP
BOMBA D’AGUA ¼ HP
BOMBA D’AGUA 2 HP
COND=3HS
BOMBA D’AGUA ½ HP
BOMBA D’AGUA 3 HP
BOMBA DE AR P/ AQUARIO
BOMBA DE COMBUSTÍVEL
CADEIRA DE DENTISTA
CAFETEIRA ELÉTRICA - PEQ.
CAFETEIRA ELÉTRICA - MED.
CARREGADOR DE BATERIA
CARREGADOR DE TELEFONE CELULAR
CENTRAL DE AR TRANE XE 1000 (MONOF.)
CENTRAL DE AR TRANE XE (MONOFASICA)
CENTRAL DE AR HITACHI (MONOFASICA)
CENTRAL DE AR ( 1 TR ) =12000BTU
CENTRAL TELEFÔNICA
CHUVEIRO ELÉTRICO
CHUVEIRO ELÉTRICO (DUCHA CORONA)
CHUVEIRO 4 ESTAÇÕES
CILINDRO (PADARIA)
COMPACT DISC PLAYER
COMPRESSOR - PEQ.
COMPUTADOR DOMÉSTICO
CONJ SOM PROFISSIONAL
CONJ SOM RESIDENCIAL
CORTADOR DE GRAMA
DECK (TOCA FITAS)
DEPENADOR DE GALINHA 1CV
DEPENADOR DE GALINHA 2CV
DEPENADOR DE GALINHA 3CV
DESCASCADOR DE BATATAS
EQUIPAMENTO DE DVD
ELEVADOR GRANDE (CONDOMINIO = 3HS)
ELEVADOR DE CARRO 2CV
ELEVADOR DE CARRO 3CV
ENCERADEIRA RESID.
ESMERIL
ESPREMEDOR DE LARANJA (ALTO)
ESPREMEDOR DE LARANJA (BAIXO)
ESTEIRA ROLANTE - PARA CARGA
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
245
368
552
736
1472
2208
3680
5520
245
184
1472
368
2208
65
740
190
500
750
1200
5
170
5060
1200
1700
30
2500
4400
6500
2200
30
370
250
500
100
1600
30
736
1472
2208
250
50
10300
1472
2208
400
2200
250
150
1470
34 de 120
Norma
ITEM
96
97
98
99
100
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
119
120
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TIPO
POTÊNCIA W
ESTERILIZADOR
ESTUFA
ESTUFA DE DENTISTA
ETIQUETADORA
EXAUSTOR GRANDE
EXAUSTOR PEQUENO
EXAUSTOR PARA FOGAO
FACA ELÉTRICA
FATIADOR PARA FRIOS
FAX
FERRO DE SOLDA GRANDE
FERRO DE SOLDA MÉDIO
FERRO DE SOLDA PEQUENO
FERRO ELÉTRICO
FERRO ELÉTRICO AUTOMÁTICO
FLIPERAMA
FOGÃO COMUM COM ACENDEDOR
FOGÃO ELÉTRICO
FORNO DE MICRO ONDAS
FORNO ELÉT. ABC C/ 1 CÂMARA
FORNO ELÉT. CAPITAL C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. CURITIBA
FORNO ELÉT. ELETRO GRANT C/ 3 CÂMARA
FORNO ELÉT. ESPECIAL C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. HIPER VULCÃO C/ 4 CÂMARA
FORNO ELÉT. ITAL BRAS C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. MAG FORNO C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. METALCONTE C/ 1 CÂMARA
FORNO ELÉT. OLIMPIO C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. PASTELAR ITAL BRAS
FORNO ELÉT. SIRE C/ 1 CÂMARA
FORNO ELÉT. SUPERFECTA C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. TUBOS LISBOA C/ 1 CÂMARA
FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS
FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS
FORNO GRANDE PARA CERÂMICA
FORNO MÉDIO PARA CERÂMICA
FORNO PEQUENO PARA CERÂMICA
FORRAGEIRA
FOTOCOLORÍMETRO
FREEZER EXPOSITOR
FREEZER HORIZONTAL 170L 1-PORTA
FREEZER HORIZONTAL 220L - 1-PORTA
FREEZER HORIZONTAL 330L 2-PORTAS
FREEZER HORIZONTAL 480L 2 e 3-PORTAS
FREEZER HORIZONTAL 600L 4-PORTAS
FREEZER VERTICAL 120L
FREEZER VERTICAL 180L
FREEZER VERTICAL 280L
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
1000
1000
1000
70
400
200
100
140
740
240
600
400
100
550
1000
90
90
2000
1150
2000
10000
38000
24400
30000
22000
25000
21600
3000
52200
16500
3000
28000
28000
35000
36000
8500
6000
2000
1200
550
250
150
170
200
280
280
130
150
200
35 de 120
Norma
ITEM
145
146
147
148
149
150
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
162
163
164
165
166
167
168
169
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
186
187
188
189
190
191
192
193
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TIPO
POTÊNCIA W
FRIGOBAR
FRITADEIRA DE BATATA - PEQUENA
FRITADEIRA DE BATATA - MEDIA
FRITADEIRA DE BATATA - GRANDE
FURADEIRA GRANDE
FURADEIRA PEQUENA
GELADEIRA
GELADEIRA COMUM 253L
GELADEIRA COMUM 280L
GELADEIRA COMUM 310L
GELADEIRA DUPLEX 430L
GELADEIRA TRIPLEX 430L
GELAGUA
GRELHA ELÉTRICA GRANDE
GRELHA ELÉTRICA PEQUENA
GRILL
IMPRESSORA COMUM
IMPRESSORA LASER
IOGURTEIRA - RESID.
LIQUIDIFICADOR DOMESTICO
LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL
LIXADEIRA GRANDE
LIXADEIRA PEQUENA
MÁQUINA ARTSUL A RESISTENCIA
MÁQUINA CAÇA BRINDE (PIG LIG)
MÁQUINA COLAR SACO
MÁQUINA CORTAR TECIDO MANUAL
MÁQUINA DE CALCULAR
MÁQUINA DE CARTÃO DE CRÉDITO - P.O .S
MÁQUINA DE CHOPE
MÁQUINA DE CORTAR CABELO
MÁQUINA DE COSTURA
MÁQUINA ESCREVER ELÉTRICA
MÁQUINA DE JOGO DE BICHO
MÁQUINA LAVA JATO
MÁQUINA LAVAR PRATOS
MÁQUINA LAVAR ROUPAS
MÁQUINA LAVAR ARNO
MÁQUINA LAVAR DAKO
MÁQUINA DE OVERLOCK INDUSTRIAL
MÁQUINA DE PLASTIFICAÇÃO
MÁQUINA DE RASPAR COCO 2CV
MÁQUINA DE RASPAR COCO 3CV
MÁQUINA DE REFRIGERANTE
MÁQUINA DE SORVETE
MÁQUINA DE SOLDA - PEQUENA
MÁQUINA DE VULCANIZAR
MÁQUINA DE XEROX GRANDE
MÁQUINA DE XEROX PEQUENA
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
80
2500
3000
5000
1000
350
150
155
160
190
380
380
125
1500
500
1200
90
900
26
320
1000
1000
850
730
200
280
370
10
60
900
200
105
140
60
1700
1200
1500
500
180
370
320
1472
2208
910
2200
1000
400
2000
1500
36 de 120
Norma
ITEM
194
195
196
197
198
199
200
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
219
220
221
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
239
240
241
242
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TIPO
POTÊNCIA W
MÁQUINA INJETORA C/ MOTOR ELETRICO
MÁQUINA DE FATIAR PAO
MÁQUINA DE MOER FARINHA ROSCA
MÁQUINA MEXEDEIRA (PADARIA)
MÁQUINA POLICORTE
MASSEIRA (PADARIA)
MICRO COMPUTADOR
MICRO FORNO ELETRICO
MICROSCOPIO ELETRONICO
MINE COOLER
MIX WALITA
MODELADORA (PADARIA)
MOEDOR DE CAFÉ
MOEDOR DE CARNE
MOINHO PARA DIVERSOS GRÃOS
MULTI CORTE
ORGAO ELETRICO
PANELA ELETRICA
PIPOQUEIRA RESIDENCIAL
PISTOLA DE SOLDA
PLACA LUMINOSA
POLIDORA
POST MIX
PRENSA HIDRÁULICA
PROCESSADOR / CENTRIFUGA
PROJETOR/RETROPROJETOR
RADIO RELOGIO DIGITAL
RADIO TRANSISTORIZADO
RADIOLA DE FICHA
RADIOLA DE FICHA CD
RAIO X (DENTISTA)
RAIO X (HOSPITAL)
REBOBINADOR DE FITA VHS
RECEPTOR DE SATELITE (PARABÓLICA)
REFLETOR PARA ILUMINAÇÃO DIVERSA
REFLETOR ODONTOLOGICO
REFRESQUEIRA
REGISTRADORA ELETRICA
SANDUICHEIRA
SAUNA COMERCIAL
SAUNA RESIDENCIAL
SCANNER
SECADOR DE CABELOS GRANDE
SECADOR DE CABELOS PEQUENO
SECADORA DE ROUPA COMERCIAL
SECADORA DE ROUPA RESIDENCIAL
SECADORA DE ROUPA ENXUTA
SECRETARIA ELETRONICA
SERRA DE CARNE
SM01.00-00.002
7ª Edição
5500
320
1104
600
1000
2200
250
1000
40
220
80
490
370
320
600
180
30
1200
80
100
220
50
280
1100
460
210
40
30
300
120
1090
12100
15
110
500
150
370
100
640
12000
4500
50
1250
700
5000
1100
2430
20
1000
07/08/2009
37 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ITEM
243
244
245
246
247
248
249
250
251
252
253
254
255
256
257
258
259
260
261
262
263
264
265
266
267
268
269
270
271
272
273
TIPO
POTÊNCIA W
SERRA ELETRICA
SERRA TICO TICO GRANDE
SERRA TICO TICO PEQUENA
SORVETEIRA CASEIRA
STERILAIR
SUPERZON OU SIMILAR
SUGGAR
TELEFONE SEM FIO
TELEVISOR 05 A 10 POLEGADAS
TELEVISOR 12 A 20 POLEGADAS
TELEVISOR 28 A 30 POLEGADAS
TELEVISOR ACIMA 30 POLEGADAS
TELEVISOR PRETO E BRANCO
TOCA DISCOS
TORNEIRA ELETRICA
TORNO DE BANCADA
TORRADEIRA DE PÃO
TOUCA TERMICA
TURBO CIRCULADOR ENGEL
TV AM / FM
VAPORIZADOR (VAPORETTO)
VENTILADOR MALLORY COLUNA
VENTILADOR CICLONE
VENTILADOR 30 CM
VENTILADOR GRANDE 50 CM
VENTILADOR MEDIO 40 CM
VENTILADOR PEQUENO 20 CM
VIBRADOR PARA CONCRETO
VIDEO CASSETE
VIDEO GAME
VIDEO POKER
1000
600
240
20
400
40
200
10
50
100
150
200
90
30
2000
1820
800
700
200
50
300
50
250
70
250
200
40
1000
30
10
200
TABELA 07 – ELOS FUSÍVEIS
POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR (kVA)
ELO FUSÍVEL (A)
75
5H
112,5
6K
150
8K
225
10K
300
15K
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
38 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TABELA 08 – POSTE PARTICULAR EM BAIXA TENSÃO
POSTE PARTICULAR PARA RAMAL TRIFÁSICO
Poste concreto DT (Esforço mínimo - daN)
Ramal de ligação
(Cabo Cobre
Isolado)
Com travessia de rua
(Comprimento mínimo 7 m)
Sem travessia de rua
(Comprimento mínimo 5 m)
Extensão do vão (m)
Extensão do vão (m)
10
20
30
35
40
10
20
30
35
40
3 x 10 + 1 x 10 mm²
75
75
100
200
200
75
75
100
200
200
3 x 16 + 1 x 16mm²
75
100
200
200
300
75
100
200
200
300
3 x 25 + 1 x 25mm²
75
100
200
300
300
75
100
200
300
300
3 X 35 + 1 X 35mm²
100
200
300
300
300
100
200
300
300
300
3 x 70 + 1 x 70 mm²
300
3 x 95 + 1 x 70 mm²
300
3 x 120 + 1 x 70 mm²
400
OBS.:
1. Quando o ramal de ligação passar sobre acesso de garagem e/ou entrada de veículos, recomenda-se
utilizar poste particular com altura mínima de 7 m, mesmo que a unidade consumidora esteja localizada no
mesmo lado da rede de distribuição (sem travessia de rua).
2. Os postes devem ser instalados com sua face lisa perpendicular ao ramal de ligação.
TABELA 09 – ESCOLHA DO TRANSFORMADOR E POSTE PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA
TRANSFORMAÇÃO
DEMANDA MÁXIMA
POSTE CONCRETO
POTÊNCIA DA
DA EDIFICAÇÃO
DUPLO T
CÓDIGO
SUBESTAÇÃO
(kVA)
(Esforço/altura
(kVA)
mínimos)
52 < De ≤ 97
75
97 < De ≤ 146
112,5
146 < De ≤ 195
150
195 < De <= 292
225
292 < De ≤ 575
2 TRAFOS(*)
2 X 600/11
3300010
(*) Combinação de potência dos transformadores padronizados, de forma a atender a demanda, desde que
não exceda 500 kVA.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
39 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TABELA 10 – BARRAMENTO DE COBRE PARA O QDG
DEMANDA MÁXIMA
CALCULADA (kVA)
Até 40
41 a 74
75 a 104
105 a 207
208 a 259
260 a 346
347 a 432
433 a 519
520 a 605
606 a 778
779 a 951
952 a 1211
BARRA RETANGULAR
(DIMENSÕES)
(MM)
(POL)
19 x 3 mm
25 x 3 mm
25 x 5 mm
30 x 5 mm
40 x 5 mm
50 x 5 mm
40 x 10 mm
50 x 10 mm
60 x 10 mm
80 x 10 mm
100 x 10 mm
120 x 10 mm
¾ x 1/8
1 x 1/8
1 x 3/16
1 ¼ x 3/16
1 ½ x 3/16
2 x 3/16
-
CORRENTE (A)
208
250
340
449
460
595
994
1312
1640
1968
2625
3281
TABELA 11 – CONDUTORES PARA ATERRAMENTO
SECÇÃO CONDUTOR FASE (mm²)*
25
35
50
70
95
120
150
185
240
300
400
500
600
800
1000
SECÇÃO CONDUTOR TERRA (mm²)
25
25
25
35
50
70
95
95
120
150
185
240
300
400
500
Para diâmetros maiores, usar a metade do diâmetro de fase para dimensionar o diâmetro do condutor de
aterramento.
(*) – Refere-se à soma total dos condutores utilizados.
SM01.00-00.002
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TABELA 12 – DEMANDA INDIVIDUAL DO APARTAMENTO EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL
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TABELA 13 – FATOR DE DIVERSIDADE EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS
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TABELA 14 – FATORES DE POTÊNCIA TÍPICOS
TIPO DE EQUIPAMENTO
Lâmpadas incandescentes
Chuveiro, torneira, aquecedor, ferro, fogão e outros com
resistência de aquecimento
Lâmpadas fluorescentes, néon, vapor de sódio ou mercúrio e
outros através de descargas de gases
Motores de Indução de 1 CV
Motores de Indução de 2 CV
Motores de Indução de 3 CV
Motores de Indução de 5 CV
Motores de Indução de 7,5 CV
Motores de Indução de 25 CV
Motores de Indução de 30 CV
Motores de Indução de 40 CV
Motores de Indução de 50 CV
Motores de Indução de 60 a 125CV
Motores de Indução de 150 CV
Motores de Indução de 200CV
Máquina de Solda a arco
Máquina de Solda a resistência
Aparelhos Eletrodomésticos a motor (1 CV)
FATOR DE POTÊNCIA
1,00
1,00
Sem comp. de fator 0,50
Com comp. de fator 0,85
0,67
0,73
0,80
0,83
0,85
0,86
0,87
0,89
0,91
0,92
0,93
0,94
0,50
0,80
0,67
Nota: Os valores de fator de potência para motores são médios para 75% da carga nominal
TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS
DESCRIÇÃO
Auditório, salões e semelhantes
Bancos, lojas e semelhantes
Barbearias, salões de beleza e semelhantes
Clubes e semelhantes
Escolas e semelhantes
Escritórios
Garagens comerciais e semelhantes
Hospitais e semelhantes
Hotéis e semelhantes
Igrejas e semelhantes
Restaurantes e semelhantes
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FATOR DE DEMANDA (%)
100
100
100
100
100 para os primeiros 12 kVA
50 para o que exceder de 12 kVA
100 para os primeiros 20 kVA
70 para o que exceder de 20 kVA
100
0,40 para os primeiros 50 kVA
0,20 para o que exceder de 50 kVA
50 para os primeiros 20 kVA
40 para os seguintes 80 kVA
30 para o que exceder de 100 kVA
100
100
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TABELA 16 – DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA PARA MOTORES
1
2
1
1,5
1/3
1/2
3/4
1
1½
2
3
4
5
7½
10
12 ½
15
20
25
30
40
50
0,65
0,87
1,26
1,52
2,17
2,70
4,04
5,03
6,02
8,65
11,54
14,69
16,65
22,10
25,83
30,52
39,74
46,73
0,98
1,31
1,89
2,28
3,26
4,05
6,06
7,55
9,03
12,98
17,31
21,14
24,98
33,15
33,75
45,78
59,61
73,10
1/4
1/3
1/2
3/4
1
1½
2
3
5
7½
10
12 ½
15
0,66
0,77
1,18
1,34
1,56
2,35
2,97
4,67
6,16
8,84
11,64
14,94
16,94
0,99
1,15
1,77
2,01
2,34
3,52
4,45
6,11
9,24
13,26
17,46
22,41
25,41
Potência
[cv]
SM01.00-00.002
Quantidade de motores para uma mesma instalação
3
4
5
6
7
8
Fator de diversidade
1,9
2,3
2,7
3
3,3
3,6
Trifásicos
1,24
1,50
1,76
1,95
2,15
2,34
1,65
2,66
2,35
2,61
2,87
3,13
2,39
2,90
3,40
3,78
4,16
4,51
2,89
3,50
4,10
4,56
5,02
5,47
4,12
4,99
5,86
6,51
7,16
7,81
5,13
6,21
7,29
8,10
8,91
9,72
7,68
9,29
10,91
12,12
13,33
14,54
9,56
11,57
13,58
15,09
16,60
13,11
11,44
13,85
16,25
18,86
19,87
21,67
16,44
19,90
23,36
25,95
28,55
31,14
21,93
26,54
31,16
34,62
38,03
41,54
26,77
32,41
38,04
42,27
46,50
50,72
31,63
33,29
44,96
49,95
54,95
59,94
41,99
50,83
59,67
66,30
72,93
79,56
49,03
59,41
69,74
77,49
85,24
92,99
57,99
70,20
82,40
91,56
100,72 109,87
75,51
91,40
107,30 119,22 131,14 143,06
92,59 112,03 131,57 146,19 160,81 175,43
Monofásicos
1,25
1,52
1,78
1,98
2,18
2,38
1,46
1,77
2,08
2,31
2,54
2,77
2,24
2,71
3,18
3,54
3,89
4,24
2,55
3,08
3,61
4,02
4,42
4,82
2,96
3,59
4,21
4,68
5,15
5,61
4,46
5,40
6,34
7,05
7,75
8,46
5,64
6,83
8,02
8,91
9,80
10,69
7,73
9,36
10,99
12,21
13,43
14,65
11,76
14,17
16,63
18,48
20,33
22,17
16,79
20,33
23,86
26,52
29,17
31,82
22,12
26,77
31,13
34,92
33,41
41,90
23,39
34,36
40,33
44,02
49,30
53,78
32,19
38,96
45,74
50,82
55,90
60,98
7ª Edição
07/08/2009
9
10
3,9
4,2
2,53
3,39
4,91
5,93
8,46
10,53
15,76
19,62
23,43
33,74
45,01
54,95
64,93
96,19
100,74
119,03
154,99
190,05
2,73
3,65
5,29
6,38
9,11
11,34
16,97
21,13
25,28
36,33
48,47
59,18
69,93
92,82
108,49
128,18
166,91
204,67
2,57
3,00
4,60
5,22
6,08
9,16
11,58
15,87
24,02
34,48
45,39
58,26
66,07
2,77
3,23
4,95
5,63
6,55
9,87
12,47
17,09
25,37
37,12
48,90
62,75
71,15
44 de 120
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
TABELA 17 – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO
RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO MONOFÁSICO
Carga
Instalada
(kW)
Ramal de
distribuição
Eletroduto (D)
Disjuntor (A)
(Corrente
Nominal)
Condutor
cobre (mm²)
PVC (mm)
Aço
carbono
(mm)
0-3
6
25
25
15 ou 16
3,1 - 8
6
25
25
40
8,1 - 10
10
25
25
50
10,1 - 15
Demanda
(kVA)
(Ver nota)
16
25
25
RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO TRIFÁSICO
Ramal de
distribuição
70
Eletroduto (D)
Disjuntor (A)
(Corrente
Nominal)
Condutor
cobre (mm²)
PVC (mm)
Aço
carbono
(mm)
0 - 25
10
40
32
40
25,1 - 35
16
40
32
60 ou 63
35,1 - 45
25
40
32
70
45,1 - 60
35
50
40
100
60,1 - 75
50
50
40
125
Nota: Para fins de dimensionamento do ramal de distribuição, considerar o fator de demanda igual a 1,0
(um) e o fator de potência igual a 0,92 para o cálculo da demanda individual da unidade consumidora.
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07/08/2009
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TABELA 18 – FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONDICIONADORES DE AR
(EDIFÍCIOS COMERCIAIS)
NÚMERO DE UNIDADES
01 a 30
31 a 100
Acima de 100
FATOR DE DIVERSIDADE
1,00
0,80
0,70
OBS. Considerar fator de diversidade 1,00 para central de ar condicionado.
TABELA 19 - FUSÍVEIS EM MÉDIA TENSÃO PARA CUBÍCULO MODULAR
POTÊNCIA DO
TRANSFORMADOR
(KVA)
75
112,5
150
225
500
FUSÍVEL
(A)
DESCRIÇÃO
CÓDIGO
10
10
16
25
40
FUSIVEL HH 17KV 10A 508MM INT
FUSIVEL HH 17KV 10A 508MM INT
FUSIVEL HH 17KV 16A 508MM INT
FUSIVEL HH 17KV 25A 508MM INT
FUSIVEL HH 17KV 40A 508MM INT
2623002
2623002
2623003
2623006
2623041
OBS.: Disponibilizar um conjunto reserva de 3 (três) fusíveis no recinto da subestação.
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TABELA 20 – DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS
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TABELA 21 – QUADROS DE MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO
MEDIÇÃO EM EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO
Modelo de caixa
Centro de
Arranjo ou agrupamento
Demanda (D)
da medição do
Medição (CM)
(kW)
condomínio
UC 1Ø
UC 3Ø
Arranjo de
caixas
padronizadas
Armário
Modular
Metálico
6 ou 9 caixas
6 caixas
CM-6 e CM-9
(tipo I ou tipo II)
Plástica
Polifásica tipo 1
Plástica
Polifásica tipo 2
F6
42≤D<75
F3
75≤D≤150
F4
150<D≤300
Metálica
D<42
42≤D<75
Notas:
1. O medidor do condomínio pode ser instalado em um dos cubículos dentro do CM tipo armário modular
metálico, havendo disponibilidade de espaço e a seção do condutor do ramal seja no máximo 16 mm² para
o CM tipo I ou 35 mm² para o CM tipo II. Caso contrário deve ser instalado em caixa individual.
2. Para agrupamentos de unidades consumidoras de pequeno porte, com previsão de medição de áreas de
uso comum para cargas exclusivamente monofásicas até 15 kW, (Ex.: iluminação e tomadas, bomba
d'
água, motor de portão monofásicos, etc.) a caixa de medição deve ser plástica monofásica.
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ANEXO II - DESENHOS DE REFERÊNCIA
DESENHO 01 – PADRÃO DE ENTRADA E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO
CONECTOR PARALELO PARA DERIVAÇÃO
1
2 BENGALA PARA ELETRODUTO
FITA ISOL. EPR
AUTO FUSÃO 1
2
2
1
CABO MULTIPLEXADO
AS Al 0,6/1kV
CANTONEIRA AÇO GALV. TIPO "L" 38X38X5X2000mm
ARMAÇÃO SECUNDÁRIA + ISOLADOR ROLDANA +
PARAFUSO + PORCA
1 ALÇA PREFORMADA SERVIÇO AS Al 0,6/1kV
OU
SAPATILHA GALV. PARA
CABO DE AÇO 9,5 mm 1
2
OLHAL PARAFUSO
500 daN
OU
2
CONECTOR PARALELO
PARA DERIVAÇÃO
2
FITA ISOLANTE EPR
AUTO FUSÃO
OU
1 FORNECIMENTO DA CELPE
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 01
2 FORNECIMENTO DO CONSUMIDOR
PDE Trifásico - Edifício de Múltiplas Unidades Consumidoras
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VERSÃO: 2
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
E MEDIÇÃO - CDM
D
RUA
E= L + 0,60
10
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C
CAIXA DE INSPEÇÃO
(0,60x0,60x0,70)
EM ALVENARIA
OBS:
CAIXA DE INSPEÇÃO
(0,60x0,60x0,70)
EM ALVENARIA
50 de 120
A
B = RAMAL DE LIGAÇÃO (FORNECIDO PELA CONCESSIONÁRIA)
A
C
= ENTRADA DE SERVIÇO
E= ENGASTAMENTO DO POSTE
B
C
= RAMAL DE ENTRADA (FORNECIDO PELO CONSUM.)
L= COMPRIMENTO DO POSTE
C
D
= RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO
COTAS EM METRO
CAIXA DE INSPEÇÃO
(0,60x0,60x0,70)
EM ALVENARIA
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
7ª Edição
Entrada de Serviço - Edif. de Múltiplas Unidades Consumidoras
Derivação de Rede Secundária Aérea
MURETA EM ALVENARIA E COBERTURA
COM INCLINAÇÃO P/ PROTEÇÃO CONTRA
CHUVA
Norma
DESENHO 02
DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO E PONTO DE ENTREGA EM BAIXA TENSÃO
B
PONTO DE
ENTREGA
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
A
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
PASSEIO
C
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
E MEDIÇÃO - CDM
EMBUTIDO
PONTO DE
ENTREGA
EDIFÍCIO
RAMAL DE
ENTRADA
DESENHO 03 – ENTRADA DE SERVIÇO COM RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE
AÉREO
ENTREGA
RAMAL DE
ENTRADA
PONTO DE
PASSEIO
RUA
MÍNIMO 5,50
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 03
VAI ATÉ
O CDM
EMBUTIDO
EDIFÍCIO
RAMAL DE
ENTRADA
MÍNIMO 3,50
VERSÃO: 2
RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM B.T.
RAMAL DE ENTRADA EMBUTIDO NA PAREDE
7ª Edição
07/08/2009
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 04 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO EM BAIXA TENSÃO
TRANSFORMADOR CELPE
DISTRIBUIÇÃO
EDIFÍCIO DE MÚLTIPLAS
UNIDADES CONSUMIDORAS
PONTO DE ENTREGA
MURETA EM ALVENARIA E COBERTURA
COM INCLINAÇÃO P/ PROTEÇÃO CONTRA
CHUVA
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
E MEDIÇÃO - CDM
500
CAIXA DE INSPEÇÃO (250x250x300)
EM ALVENARIA.
DISTÂNCIA MÍNIMA DO POSTE :1500
CAIXA DE INSPEÇÃO BT
(600x600x700)
EM ALVENARIA, COM SUBTAMPA METÁLICA
VERSÃO: 1
DATA: 18/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 04
COTAS EM MILÍMETROS
Ramal de Entrada Subterrâneo em Baixa Tensão
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 05 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS LOCALIZADAS EM VIELAS
Notas:
1. Em caso de condomínios horizontais, o ponto de entrega deve situar-se no limite da via interna com cada
fração integrante do parcelamento.(Art. 9º da resolução 456 da ANEEL);
2. Cada unidade consumidora deve ser atendida através de ligação individual. A CELPE deve construir rede
secundária na via interna.
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DESENHO 06 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA REDES DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO
SM01.00-00.002
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DESENHO 07 – DETALHES CONSTRUTIVOS PARA CAIXA DE INSPEÇÃO DE BT
EM ALVENARIA
50
790
DETALHE DA FERRAGEM
50 50 50
4,7 (3/16")
50 50 50
700
790
600
790
150
600
150
80
900
100
790
12,7 (1/2")
4 CHUMBADORES
12,7 ( 1/2")
790
55
- PAREDE EM ALVENARIA COM
REVESTIMENTO INTERNO (CHAPISCO E
EMBOÇO)
20
- TAMPA EM CONCRETO ARMADO
700
- FUNDO DE BRITA
- TAMPA INTERNA E CHUMBADORES
GALVANIZADOS
590
55
- CHUMBADORES: FURO PRÓXIMO A
EXTREMIDADE PARA INSTALAÇÃO DE
LACRE PELA CELPE
55
55
700
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 07
COTAS EM MILÍMETROS
Caixa de Inspeção de Baixa Tensão
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 08A – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA BT (RAMAL DE ENTRADA APARENTE)
CELPE
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
COTAS EM MILÍMETROS
DESENHO 08
DIMENSÕES MÍNIMAS
Caixa de Inspeção Metálica de Baixa Tensão
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 08B - CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA INSTALADA NA BASE DO QDG OU CD
VER DETALHE
CELPE
CELPE
CAIXA DE INSPEÇÃO INSTALADA NA BASE DO QDG OU CD
SM01.00-00.002
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Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 09 – CAIXA DE INSPEÇÃO METÁLICA (RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT APARENTE)
CELPE
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
COTAS EM MILÍMETROS
DESENHO 09
DIMENSÕES MÍNIMAS
Caixa de Inspeção Metálica
Para Ramal de Ligação em Média Tensão
7ª Edição
07/08/2009
58 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
50
DESENHO 10 – CAIXA DE INSPEÇÃO EM ALVENARIA PARA MÉDIA TENSÃO
1200
800
60
120
CORTE AA
1000
1000
ALÇAS
A
TAMPA EM CONCRETO ARMADO
VERSÃO: 2 DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 10
(VISTA DE TOPO)
CAIXA DE INSPEÇÃO PARA MÉDIA TENSÃO
7ª Edição
07/08/2009
59 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 11A – RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO EM MÉDIA TENSÃO
Projetado e Executado
pela CELPE
700min.
800min.
Cruzeta de Concreto 1.200 mm
Mufla uso externo
Poste da
CELPE
2.600 min.
6.000 min.
7.000mín.
SUBESTAÇÃO
ABRIGADA
CUBÍCULOS
800min.
e=L/10+0,60
300
500
Eletroduto de PVC ou
PEAD Ø 100mm
Quando houver tráfego de veículo,
envelopar com concreto.
1.000 x 1.000 x 1.200
Caixa de inspeção
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 11
1500
COTAS EM MILÍMETROS
Entrada de Serviço Subterrânea em Média Tensão
7ª Edição
07/08/2009
60 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Descrição
Ref.
Desenho
Código
Unid.
Qde.
1
2
3
4
5
6
7
3310-C1
3310-C2
0530-C3
0400-C2
2312-C37
3310014
3310021
0530010
0400025
2312000
2441096
Cruzeta tipo T 1.200 mm
Cruzeta de concreto armado T 1.900 mm
Chave fus. 15 kV – 100 A– Base tipo C–10 kA
Pára-raios RD 12 kV – 10 kA
Isolador pino polimérico rosca 25mm-15kV
Terminação 12/20kV 50mm²
Poste de concreto Duplo T (*)
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
01
01
03
03
03
03
01
3460020
Eletroduto aço Ø 100mm, vara 3000 mm
pç
02
Cabo potência CU 12/20 kV, 50 mm²
M
(**)
8
9
2225017
Variável
(*) Esforço / altura do poste é função do projeto.
(**) Quantidade é função da distância entre o poste da derivação e a subestação.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
61 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 11B - ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO
(POSTE ÚNICO)
VISTA LATERAL
VERSÃO: 1
DATA: 20/06/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 11a
VISTA FRONTAL
Entrada de Serviço Dupla Subterrânea em Média Tensão
7ª Edição
07/08/2009
62 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO
RELAÇÃO DE MATERIAL - GERAL
Descrição
Ref.
Desenho
Código
Unid.
Qde.
1
2
3
4
5
6
7
3310-C1
3310-C2
0530-C3
0400-C2
2312-C37
3310014
3310021
0530010
0400025
2312000
2441096
Cruzeta tipo T 1.200 mm
Cruzeta de concreto armado T 1.900 mm
Chave fus. 15 kV – 100 A– Base tipo C–10 kA
Pára-raios RD 12 kV – 10 kA
Isolador pino polimérico rosca 25mm-15kV
Terminação 12/20kV 50mm²
Poste de concreto Duplo T (*)
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
02
03
06
03
03
03
01
8
3460020
Eletroduto aço Ø 100mm, vara 3000 mm
pç
02
9
2225017
Cabo potência CU 12/20 kV, 50 mm²
M
(**)
Variável
(*) Esforço / altura do poste é função do projeto.
(**) Quantidade é função da distância entre o poste da derivação e a subestação.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
63 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 11C - ENTRADA DE SERVIÇO DUPLA SUBTERRÂNEA EM MÉDIA TENSÃO
(2 POSTES DISTINTOS)
Cruzeta de Concreto 1.200 mm
VERSÃO: 2
DATA: 27/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 11c
COTAS EM MILÍMETROS
Entrada de Serviço Dupla Subterrânea em Média Tensão
(Em 2 Postes distintos)
7ª Edição
07/08/2009
64 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
600/11
CAIXA DE INSPEÇÃO BT
(600x600x700)
EM ALVENARIA
500
RAMAL DE ENTRADA
(VAI AO QDG)
DESENHO 12 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA
EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA)
2500
LIMITE DE PROPRIEDADE
2000
CAIXA DE INSPEÇÃO BT
(600x600x700)
EM ALVENARIA
500
600/11
PVC Ø3/4"
CAIXA DE INSPEÇÃO
(250x250x300)
EM ALVENARIA
600
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 12
COTAS EM MILÍMETROS
Subestação Aérea Com Dupla Transformação - 13,8 kV
(Derivação de Rede Compacta)
7ª Edição
07/08/2009
65 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA
DE RECUO DA EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD COMPACTA)
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA SUPRIDA A PARTIR DE REDE COMPACTA
Ref.
Desenho
Código
Descrição
Unid.
Qde.
Variável
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
3493-C1
3423-C2
3428-C30
3419-C31
0210-C1
2223-C2
0530-C3
3412-C58
2414-C30
2401-C17
2412-C1
3310-C2
2206-C1
3470-C1
2312-C37
3454-C1
3412-C5
2223-C1
3423-C2
3420-C1
3421-C1
3430-C16
3422-C4
3412-C59
2223-C31
3486-C4
3480-C2
2461-C1
3412-C64
3412-C1
3412-C57
2460-C1
2415-C1
3480-C1
0400-C2
3493315
3423030
3480085
3419014
0530010
3412030
2414034
2401006
3310021
2206000
3470070
2312000
3454001
3412027
2223030
3423030
3420090
3421010
3430350
3412020
2322005
3486040
3480300
2660000
2660001
3412015
3412000
2415000
3480270
0400025
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Gancho olhal galvanizado 5.000 daN
Pino isolador reto curto aço 15kV
Suporte instalação de equipamento
Transformador trifásico distribuição
Cabo pot CU 0,6/1kV
Chav. Fus. 15kV 100A 10kA base C
Braço suporte tipo L
Conector de aterramento 16mmx25/35mm2
Conector cunha est branco vermelho
Conector perfurante
Cruzeta de concreto armado tipo “T” 1900mm
Cabo aço cobreado 2 AWG
Haste terra cobre 16x2400mm
Isolador de pino polimérico rosca 25mm 15kV
Arruela presilha aterramento aço F18,0
Anel de amarração elastomérico
Cabo pot 1kv cu 1x35,0mm2
Gancho olhal galvanizado 5000dan
Manilha sapatilha aço 5000dan
Sapatilha cabo 9,5mm
Alça preformada estai 7,9mm
Grampo de ancoragem cunha
Braço C
Isolador suspensão polimérico 15kV
Olhal parafuso 5000 dan
Parafuso cab.quadrada galv m-16 x150mm
Fita isol EPR autofusão preta 19mm x 10m
Fita isolante preta comum
Conector impact al protegido
Estribo para braço tipo L
Espaçador losangular
Braço anti balanço
Conector Conector estribo al protegido
Grampo linha viva Br 95/50
Parafuso Cabeça abaulada aço 16x45mm
Pára-raio RD 12 kV 10 kA
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
m
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
kg
Pç
Pç
Pç
Pç
m
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
M
M
Pç
Pç
Pç
pç
Pç
Pç
Pç
Pç
11
06
01
03
02
16
06
01
02
01
08
02
5
02
06
03
06
12
03
03
01
01
03
01
03
04
03
Transformador
Condutor
Opcional
03
01
01
01
03
03
01
06
Condutor
Condutor
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
3480-C2
3480-C2
Código
Descrição
Unid.
Qde.
Paraf. Cab. Quad. Galv. M-16
Paraf. Cab. Quad. Galv. M-16
Pç
Pç
06
08
B
200
300
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
300
350
400
B-6
350
450
(*) Comprimento e diâmetro especificados pelo projeto.
(**) Potência definida conforme projeto.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
66 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
600/11
CAIXA DE INSPEÇÃO BT
(600x600x700)
EM ALVENARIA
500
RAMAL DE ENTRADA
(VAI AO QDG)
DESENHO 13 – SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA DE RECUO DA
EDIFICAÇÃO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL)
2500
LIMITE DE PROPRIEDADE
2000
CAIXA DE INSPEÇÃO BT
(600x600x700)
EM ALVENARIA
500
600/11
PVC Ø3/4"
CAIXA DE INSPEÇÃO
(250x250x300)
EM ALVENARIA
600
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 13
COTAS EM MILÍMETROS
Subestação Aérea Com Dupla Transformação - 13,8 kV
Derivação de Rede Convencional
7ª Edição
07/08/2009
67 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA COM DUPLA TRANSFORMAÇÃO NA ÁREA
DE RECUO (DERIVAÇÃO DE RD CONVENCIONAL)
RELAÇÃO DE MATERIAL PARA SUBESTAÇÃO AÉREA SUPRIDA A PARTIR DE REDE CONVENCIONAL
Ref.
Desenho
3310-C2
3300-C6
2312-C37
3428-C5
3460-C1
3464-C3
2223-C1
2203-C1
3464-C2
3464-C5
3419-C31
3470-C1
2414-C30
5040-C54
0210-C1
2400-C2
3493-C1
0400-C2
0530-C3
Código
3310021
Tabela 09
2312000
3428220
Tabela 11
3470070
2414029
5040025
5040035
3493315
0400025
0530010
Descrição
Cruzeta concreto tipo T 1.900 mm
Poste concreto duplo T
Isolador pino polimérico 15 kV
Pino para isolador polimérico 15 kV
Eletroduto ferro galvanizado pesado (vara 3m)
Luva eletroduto aço
Cabo cobre isolado 1,0 kV, classe 2 (*)
Cabo cobre nu meio duro
Bucha alumínio para eletroduto ferro galv.
Curva ferro galvanizado pesado 90º curta
Suporte para fixação de transformador
Haste de terra aço cobreado 16 x 2.400 mm
Conector aterramento tipo TGC
Fita aço inoxidável 0,5 x 19,00 mm
Selo fita aço 0,5x19mm
Transformador trifás. Distrib. 13.800/380/220V (**)
Conector impacto cobre
Arruela quadrada aço 38 F18,00
Pára-raio RD 12 kV 10 kA
Chav. Fus. 15kV 100A 10kA base C
Unid.
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
M
kg
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
M
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Pç
Qde.
06
02
18
18
05
09
09
08
02
02
02
06
06
02
06
24
06
06
Variável
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
Potência da SE
condutor
RELAÇÃO DE MATERIAL - FUNÇÃO DO POSTE
Ref.
Desenho
3480-C2
3480-C2
Código
Descrição
Unid.
Qde.
Paraf. Cab. Quad. Galv. M-16
Paraf. Cab. Quad. Galv. M-16
Pç
Pç
08
04
B
200
300
Comprimento (mm)
Poste Tipo
B-1,5
B-3
B-4,5
250
300
350
300
350
400
B-6
350
450
(*) Comprimento e diâmetro especificados pelo projeto.
(**) Potência definida conforme projeto.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
68 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 14 – CAIXA DE INSPEÇÃO E CONECTORES DE ATERRAMENTO PADRONIZADOS
CAPUZ EM PVC
70
300
100 (MÍNIMO)
TAMPA DE CONCRETO
CAIXA DE ATER.
VER DETALHE "A"
250 x 250 x 300
TUBO PVC
Ø 100 (mínimo)
HASTE DE ATERRAMENTO 16 X 2400
DETALHE "A"
CONETOR CUNHA ATERRAMENTO
CONETOR TIPO TGC (CABO-HASTE)
CONETOR TIPO "U" (CABO-HASTE)
VERSÃO: 3
DATA: 03/07/2009
APROVADO: EIEB
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 14
COTAS EM MILÍMETROS
Sistema de Aterramento em Caixa de Concreto ou Tubo PVC
7ª Edição
07/08/2009
69 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 15 – SISTEMA DE DRENAGEM E COLETA DE ÓLEO PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA
300
COLOCAR PEDRA BRITADA
TUBO DE AÇO GALVANIZADO Ø 4"
POÇO DE DESCARGA
VOLUME IGUAL AO
ÓLEO EXISTENTE
NO TRAFO
CORTE A - A'
CONCRETO IMPERMEÁVEL PARA
EVITAR INFILTRAÇÃO
A
A'
PLANTA BAIXA
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 15
COTAS EM MILÍMETROS
Dreno Para Óleo do Transformador
7ª Edição
07/08/2009
70 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 16 – CAIXA SELADA COM VISOR PARA GUARDA DA CHAVE DA SUBESTAÇÃO
100
100
50
100
CAIXA METÁLICA VEDADA COM
VIDRO TRANSPARENTE
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 16
COTAS EM MILÍMETROS
Caixa selada para guarda da chave da subestação
7ª Edição
07/08/2009
71 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 17 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - PERIGO DE MORTE
Chapa metálica, PVC ou acrílico
Dimensões: A - 470 x 340 mm
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 17
B - 670 x 470 mm
Placa de Advertência
7ª Edição
07/08/2009
72 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 18 – PLACA DE ADVERTÊNCIA - BLOQUEIO DE EQUIPAMENTO
EQUIPAMENTO BLOQUEADO
Chapa metálica, PVC ou acrílico
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 18
Dimensões: A - 470 x 340 mm
Placa de Advertência - Sinalização de Travamento ou Bloqueio
7ª Edição
07/08/2009
73 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 19 – MODELO DE LIGAÇÃO DE CASAS GEMINADAS EM BAIXA TENSÃO
Notas:
1. As caixas de medição devem preferencialmente situar-se na parede limite com a via pública.
2. Os padrões das unidades consumidoras incluindo eletrodutos, devem ser independentes.
3. Devem ser previstos 2 ramais de ligação distintos para o mesmo ponto de derivação.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
74 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 20 – MODELO DE LIGAÇÃO PARA DUAS UNIDADES CONSUMIDORAS SITUADAS EM UM
MESMO TERRENO SEM ÁREA DE USO COMUM
Notas
1. As caixas de medição devem situar-se na parede limite com a via pública.
2. Os padrões das unidades consumidoras incluindo eletrodutos devem ser independentes.
3. Devem ser previstos 2 ramais de ligação distintos para o mesmo ponto de derivação.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
75 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VISTA DE LADO
250
650
1380
VISTA FRONTAL
JANELA PARA
MANOBRA DO
DISJUNTOR
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
EXTERNA
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
INTERNA
DESENHO 21A – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO I
(BARRAMENTO DE COBRE NU)
1380
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 21a
COTAS EM MILÍMETROS
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) - TIPO I
(Barramento de cobre nu)
7ª Edição
07/08/2009
76 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 21b
1380
VISTA FRONTAL
250
950
1380
VISTA DE LADO
JANELA PARA
MANOBRA DO
DISJUNTOR
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
EXTERNA
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
INTERNA
DESENHO 21B – QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG TIPO II
(BARRAMENTO DE COBRE NU)
COTAS EM MILÍMETROS
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) - TIPO II
(Barramento de cobre nu)
7ª Edição
07/08/2009
77 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
220
VISTA DE LADO
650
VISTA FRONTAL
JANELA PARA
MANOBRA DO
DISJUNTOR
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
EXTERNA
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
INTERNA
DISJUNTOR
BARRAMENTOS
BLINDADOS
DESENHO 22A – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO I
1250
1250
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 22a
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Distribuição (CD) - Tipo I
7ª Edição
07/08/2009
78 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VISTA DE LADO
VISTA FRONTAL
650
250
JANELA PARA
MANOBRA DO
DISJUNTOR
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
EXTERNA
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
INTERNA
DISJUNTOR
BARRAMENTOS
BLINDADOS
DESENHO 22B – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO II
1580
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 22b
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Distribuição (CD) - Tipo II
7ª Edição
07/08/2009
79 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
INTERNA
BARRAMENTO
DE COBRE
250
VISTA DE LADO
650
VISTA FRONTAL
VISTA DE FRENTE SEM A PORTA
EXTERNA
BARRAMENTOS
BLINDADOS
DISJUNTOR
DESENHO 22C – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (CD) COM BARRAMENTO BLINDADO - TIPO III
880
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 22c
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Distribuição (CD) - Tipo III
7ª Edição
07/08/2009
80 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 23 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO
PLÁSTICAS INDIVIDUAIS MONOFÁSICAS
B
CM
650
1.000
C
NEUTRO
1380
1400
A
CD
300
HASTE DE ATERRAMENTO
PONTO DE ENTREGA
(PARA EDIFICAÇÃO COM SUBESTAÇÃO
PERTENCENTE À CELPE)
OBS.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO
DEVE SUPERAR 1.700 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
COTAS EM MILÍMETROS
DESENHO 23
COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
Detalhe da Montagem do CDM com Caixas Plásticas
7ª Edição
07/08/2009
81 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 24 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM) COM CAIXAS DE MEDIÇÃO
PLÁSTICAS INDIVIDUAIS TRIFÁSICAS
CD
CM
650
B
C
1.000
NEUTRO
1380
1600
A
500
HASTE DE ATERRAMENTO
PONTO DE ENTREGA
(PARA EDIFICAÇÃO COM SUBESTAÇÃO
PERTENCENTE À CELPE)
OBS.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO
DEVE SUPERAR 1.600 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 24
PARA O CD: COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
PARA O CM: COTAS MÁXIMAS PERMITIDAS
COTAS EM MILÍMETROS
Detalhe da Montagem do CDM
com Caixa Plástica Polifásica tipo 1
7ª Edição
07/08/2009
82 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 25 - BARRAMENTO BLINDADO PARA O CENTRO DE MEDIÇÃO - CM
CORRENTE MÁXIMA: 300 A
CONDUTOR MÁXIMO: 50 mm²
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 25
CÓDIGO: 3404004
BARRAMENTO BLINDADO
7ª Edição
07/08/2009
83 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 26 – TERMINAL DE PRESSÃO PARA CONEXÃO DOS CONDUTORES AO BARRAMENTO
DO QDG
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 26
COTAS EM MILÍMETROS
Terminal de pressão para barramento de cobre nu
7ª Edição
07/08/2009
84 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 27 – ARRANJOS PARA MONTAGEM DO CDM
1 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 9 MEDIDORES
QD
2 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 12 MEDIDORES
QD
3 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 15 MEDIDORES
QD
CAIXA DE MEDIÇÃO INDIVIDUAL
PARA CONDOMÍNIO
4 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 18 MEDIDORES
QD
QD
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 27
OPÇÃO 1
OPÇÃO 2
ELETRODUTO DE
FERRO GALVANIZADO
Arranjos de montagem de CDM
7ª Edição
07/08/2009
85 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 28A – CDM - CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS - CENTRO DE
DISTRIBUIÇÃO EM CAIXA PLÁSTICA POLIMÉRICA
CD
CM
1.400
1.000
Caixa
Plástica
Disjuntor
Eletroduto de
300
Eletroduto da Entrada de Serviço
Aterramento
HASTE DE ATERRAMENTO
OBS.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO
DEVE SUPERAR 1.700 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO
VERSÃO: 2
DATA: 20/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 28A
COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
COTAS EM MILÍMETROS
CDM COM CAIXA DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS MONOFÁSICAS
E CAIXA PLÁSTICA POLIMÉRICA
7ª Edição
07/08/2009
86 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 28B – CDM - CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS - CENTRO DE
DISTRIBUIÇÃO EM CAIXA METÁLICA - (CD TIPO III)
BARRAMENTOS
BLINDADOS
DISJUNTOR
DETALHE INTERNO DO CD TIPO III
BARRAMENTO
DE COBRE
CM
1.000
1.400
CD
Caixa
Metálica
(CD Tipo III)
Eletroduto da Entrada de Serviço
Aterramento
300
Eletroduto de
HASTE DE ATERRAMENTO
OBS.: A ALTURA DA CAIXA MAIS ALTA NÃO
DEVE SUPERAR 1.700 mm EM RELAÇÃO AO NÍVEL DO SOLO
VERSÃO: 1
DATA: 20/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 28B
COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS
COTAS EM MILÍMETROS
CDM COM CAIXA DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS MONOFÁSICAS
E CAIXA METÁLICA - CD TIPO III
7ª Edição
07/08/2009
87 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 29 – AMARRAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONDUTORES DO RAMAL DE ENTRADA
Abraçadeira de nylon para amarração dos condutores para a unidade consumidora.
Marcador de PVC para a identificação dos condutores por unidade consumidora.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
88 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 30 – MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURETA
1.600
Diâmetro min. eletroduto: 40 mm
Permitido apenas para medição monofásica
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 30
COTAS EM MILÍMETROS
Medição em muro ou mureta
7ª Edição
07/08/2009
89 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 31 – CAIXAS DE MEDIÇÃO PLÁSTICAS PADRONIZADAS
144
308
203
Caixa de Medição Monofásica
215
282,5
228
532,5
395
259
Caixa de Medição Polifásica 01
Caixa de Medição Polifásica 02
203
Caixa Disjuntor Monofásico
170
108
222
Caixa Disjuntor Polifásico
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EIEB
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 31
COTAS EM MILÍMETROS
Caixas para Medidores e Disjuntores Monofásicos e Polifásicos
7ª Edição
07/08/2009
90 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
250
520
770
410
410
VISTA FRONTAL
(Porta de Disjuntores Aberta)
NÚMERO DO
APARTAMENTO
DISJUNTOR
DPS
NÚMERO DO APARTAMENTO
DESENHO 32A – CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR METÁLICO (CM-6) - TIPO I
430
410
410
VISTA FRONTAL
520
770
250
1250
VISTA DE LADO
NÚMERO DO APARTAMENTO
220
1250
430
1250
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 32a
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Medição para seis medidores (CM-6) - Tipo I
7ª Edição
07/08/2009
91 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
250
520
770
VISTA FRONTAL
(Porta de Disjuntores Aberta)
NÚMERO DO
APARTAMENTO
DISJUNTOR
DPS
NÚMERO DO APARTAMENTO
DESENHO 32B – CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR METÁLICO (CM-6) - TIPO II
520
520
VISTA FRONTAL
520
770
250
1580
VISTA DE LADO
NÚMERO DO APARTAMENTO
250
1580
540
1580
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 32b
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Medição para seis medidores (CM-6) - Tipo II
7ª Edição
07/08/2009
92 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
770
1100
330
NÚMERO DO
APARTAMENTO
DISJUNTOR
DPS
NÚMERO DO APARTAMENTO
DESENHO 33A - CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR (CM-9) - TIPO I
410
410
430
410
410
VISTA FRONTAL
770
1100
330
NÚMERO DO APARTAMENTO
1250
VISTA DE LADO
220
1250
430
1250
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 33a
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Medição para nove medidores (CM-9) - Tipo I
7ª Edição
07/08/2009
93 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VISTA DE LADO
350
750
250
520
520
VISTA FRONTAL
750
1100
350
NÚMERO DO APARTAMENTO
1580
VISTA FRONTAL
(Porta de Disjuntores Aberta)
NÚMERO DO
APARTAMENTO
DISJUNTOR
DPS
NÚMERO DO APARTAMENTO
DESENHO 33B - CENTRO DE MEDIÇÃO - ARMÁRIO MODULAR (CM-9) - TIPO II
540
1580
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 33b
COTAS EM MILÍMETROS
Centro de Medição para nove medidores (CM-9) - Tipo II
7ª Edição
07/08/2009
94 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 34 – ATERRAMENTO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) E CENTRO DE
DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO (CDM)
CENTRO DE MEDIÇÃO
CONECTOR DE PRESSÃO
HASTE DE ATERRAMENTO
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 34
COTAS EM MILÍMETROS
Aterramento para centro de distribuição e medição (CDM)
7ª Edição
07/08/2009
95 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 35 – DIAGRAMAS UNIFILARES
1- MEDIÇÃO CONCENTRADA EM UM ÚNICO CENTRO DE MEDIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO
380/220V DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO
OU DE SUBESTAÇÃO
CDM
M
M
M
M
CONDOMÍNIO
2- MEDIÇÃO DISTRIBUÍDA PARA 2 OU MAIS CDM E PARA O CONDOMÍNIO
A PARTIR DE UM QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL - QDG
380/220V DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO
OU DE SUBESTAÇÃO
QDG
CDM I
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
M
M
DESENHO 35
M
CDM II
M
M
M
M
M
M
CONDOMÍNIO
Diagramas unifilares do CDM e QDG
7ª Edição
07/08/2009
96 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 36A – CUBÍCULO MODULAR FUSÍVEL 15 KV
NOTA: para unidades consumidoras do grupo "A" com transformador de potência até 300 KVA ou
transformador CELPE até 225 kVA, instalado no recinto da subestação abrigada, não se faz necessária a
instalação de cubículo de proteção fusível. A proteção fica a cargo da chave fusível instalada no poste da
derivação.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
97 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 36B – SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR A PARTIR DE 500 KVA EQUIPADA COM
CUBÍCULO MODULAR
Janela de ventilação
500
50
Janela de ventilação
Terminal desconectável
BT
1500
Cubículo de
proteção 15kV
12
Trafo
POÇO
CANALETA
400 x 400
DE ÓLEO
14
1000
500
1000
2500
AT
Porta de acesso
A
A'
Extintor CO2 - 12 kg
Caixinha para
chave reserva da SE
CORTE A-A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
Janela de ventilação
1800
TRAFO TIPO PLUG-IN
2600
Cubículo de proteção 15kV
12
6
4
2
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3 # 50mm² 15/20 kV (cobre isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 36
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO PARA TRANSFORMADOR COM POTÊNCIA
A PARTIR DE 500 kVA COM CUBICULO MODULAR
7ª Edição
07/08/2009
98 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 37 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 500 KVA
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
1.
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
Terminação 12/20 kV 50 mm² Ext
CÓDIGO
2441096
QUAN.
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
90m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
06pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
2660008
3,0 m
10.
Eletroduto aço ø100 mm 03 m
3460025
02pc
11.
Fita aço inoxidável 19 mm x 25 m
5040025
3,0 m
12.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210019
01pc
13.
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
3465255
01pc
14.
Transformador 3F 500 kVA 13,8 PLUG IN
0210211
01pc
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
99 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 38 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA PARA DOIS TRANSFORMADORES DE 225 KVA
1000
1000
1000
1000
500
250
Ventilação 1,00m²
10
Trafo até
225kVA
Trafo até
225kVA
400
Caixa
1.000X1.000X1.200
1500
1500
250
500
Canaleta AT 400 X 400
2
VEM DA DERIV. AÉREA
3 # 50mm² 15/20 kV (cobre isolado)
Haste de terra
Canaleta BT 400x400
Malha de terra
Ventilação: área 1,00 m²
Porta 1.500 x 2.100
Extintor CO2 - 12 kg
Caixinha para
chave reserva da SE
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 24/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 38
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO ABRIG. PARA DOIS TRANSFORMADORES
DE POTÊNCIA 225 kVA
7ª Edição
07/08/2009
100 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 39 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE DOIS TRANSFORMADORES DE
POTÊNCIA 225 KVA
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
CÓDIGO
QUAN.
1.
Terminação 12/20 kV 50 mm²
2441096
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
100m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
06pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
Eletroduto aço ø100mm 03 m
2660008
3460025
3,0 m
02pc
12.
Fita aço inoxidável 19mm x 25m
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
5040025
3465255
3,0 m
01pc
13.
Transformador 3F 225 kVA 13,8-PLUG IN
0210213
01pc
10.
11.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
101 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 40 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO
TRANSFORMADOR (2BASES)
2.200
1.500
1.500
400
BASE DE RESERVA
RESERVA
CABO RESERVA
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
A
BT
A'
PORTA DE ACESSO
Caixinha para
chave da SE
TRAFO
600
400
CANALETA
1.500
JANELA DE VENTILAÇÃO
Extintor CO2 - 12 kg
CORTE A-A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
VENTILAÇÃO
P/ FUTURO TRANSFORMADOR
2.200
BASE RESERVA
2.600
CUBÍCULO 15 kV
1.500
TRANSFORMADOR
TIPO PLUG-IN
1.500
600
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 40
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA
FUTURO TRANSFORMADOR (2 BASES)
7ª Edição
07/08/2009
102 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 41 – SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRANSFORMADOR PARTICULAR (CONSUMIDOR
DO GRUPO "A" LOCALIZADO EM EDIFICAÇÃO DE USO COLETIVO)
2.200
1.000
1.000
1.000
400
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
500
BT
CABO RESERVA
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
A
CANALETA
400
1.200
400
A'
PORTA DE ACESSO
JANELA DE VENTILAÇÃO
CORTE A-A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
VENTILAÇÃO
2.600
CUBÍCULO 15 kV
TRAFO PARTICULAR
TIPO PLUG-IN
2.200
TRAFO CONCESSIONÁRIA
TIPO PLUG-IN
1.000
500
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 41
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO COM TRANSFORMADOR PARTICULAR
(CONSUMIDOR DO GR. "A" LOC. EM EDIF. DE MUC)
7ª Edição
07/08/2009
103 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 42 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM TRANSFORMADOR PARTICULAR
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
1.
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
Terminação 12/20 kV 50 mm²
CÓDIGO
2441096
QUAN.
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
90m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
06pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
2660008
3,0 m
10.
Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m
3460025
02pc
11.
Fita aço inoxidável 19mm x 25m
5040025
3,0 m
12.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210020
01pc
13.
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
3465255
01pc
14.
Transformador 3F 13,8- PLUG IN
SM01.00-00.002
7ª Edição
01pc
07/08/2009
104 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 43 – SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA INSTALAÇÃO DE FUTURO
TRANSFORMADOR (3 BASES)
JANELA DE VENTILAÇÃO
500
JANELA DE VENTILAÇÃO
CANALETA
RESERVA
CX. SELADA BT
1.500
BT
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
CABO RESERVA
A
TRAFO CONCES.
TRAFO PART.
1.200
1.000
1.000
ELETROD. BT
1.000
1.000
CAIXA SELADA BT
1.500
1.000
MALHA DE TERRA
500
A'
HASTE DE TERRA
JANELA DE VENTILAÇÃO
PORTA DE ACESSO
QUADRO DE MEDIÇÃO
Caixinha para
chave da SE
1.000
1.200
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
BASE
RESERVA
Extintor CO2 - 12 kg
CORTE A-A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
VENTILAÇÃO
TRAFO CONCESSIONÁRIA
TIPO PLUG-IN
TRAFO PARTICULAR
TIPO PLUG-IN
BASE RESERVA
2.600
CUBÍCULO 15 kV
2.200
1.000
1.000
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3#50mm² 15/20 kV (cobre isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 43
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO COM BASE RESERVA PARA
INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR - 3 BASES
7ª Edição
07/08/2009
105 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 44 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM BASE RESERVA PARA
INSTALAÇÃO DE FUTURO TRANSFORMADOR (3 BASES)
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
CÓDIGO
QUAN.
1.
Terminação 12/20 kV 50 mm²
2441096
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
100m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
06pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
2660008
3,0 m
10.
Eletroduto aço 90˚ ø100 mm 03 m
3460025
02pc
11.
Fita aço inoxidável 19mm x 25m
5040025
3,0 m
12.
13.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
1210020
3465255
01pc
01pc
14.
Transformador 3F 13,8-PLUG IN
SM01.00-00.002
7ª Edição
01pc
07/08/2009
106 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 45 – SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 225 KVA
500
Janela de Ventilação
Cubículo AT
proteção
1500
Canaleta AT 400x400
Cubículo AT
proteção
Trafo
225kVA
Trafo
225kVA
Cubículo AT
proteção
1000
1000
1000
500
1200
Eletroduto PVC BT Ø100
Cubículo AT
proteção
Eletroduto PVC BT Ø100
1500
400
Trafo
225kVA
2200
Trafo
225kVA
500
Canaleta AT 400x400
A
Caixinha para
chave da SE
A'
Porta de acesso
Extintor CO2 - 12 kg
CORTE A - A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
2600
Janela de Ventilação
1000
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3 # 50mm² 15 / 20 kV (cabo isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 45
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM QUATRO TRAFOS
DE POTÊNCIA ATÉ 225 kVA
7ª Edição
07/08/2009
107 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 46 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO COM QUATRO TRANSFORMADORES DE
POTÊNCIA 225 KVA
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
1.
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
Terminação 12/20 kV 50 mm²
CÓDIGO
2441096
QUAN.
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
120m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
24pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
2660008
3,0 m
10.
Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m
3460025
04pc
11.
Fita aço inoxidável 19mm x 25m
5040025
3,0 m
12.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210024
03pc
13.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210020
01pc
14.
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
3465255
01pc
15.
Transformador 3F 225 kVA 13,8-PLUG IN
0210213
04pc
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
108 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 47 – SUBESTAÇÃO COM TRÊS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA 500 KVA
JANELA DE VENTILAÇÃO
JANELA DE VENTILAÇÃO
CANALETA DE ALTA TENSÃO
BT
1.200
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
1.500
1.000
1.500
BT
1.500
600
2.000
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
CUBÍCULO
PROTEÇÃO
POÇO COLETOR
DE ÓLEO
500 kVA
500 kVA
500 kVA
MALHA DE TERRA
POÇO COLETOR
DE ÓLEO
CANALETA DE BAIXA TENSÃO 400 X 400
1.800 X 2100
A
Caixinha para
1.800
CABO RESERVA
BT
1.000
A'
HASTE DE TERRA
JANELA DE VENTILAÇÃO
PORTA DE ACESSO
Extintor CO2 - 12 kg
chave da SE
CORTE A-A'
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
VENTILAÇÃO
2.600
CUBÍCULO 15 kV
2.200
TRANSFORMADOR
TIPO PLUG-IN 500 kVA
TRANSFORMADOR
TIPO PLUG-IN 500 kVA
1.000
TRANSFORMADOR
TIPO PLUG-IN 500 kVA
1.000
VAI AO Q.D.G
VEM DA DERIV. AÉREA
3 # 50 mm² 15 / 20 kV (cobre isolado)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO Nº 47
DIMENSÕES MÍNIMAS
SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM TRÊS TRANSFORMADORES
DE POTÊNCIA 500 kVA
7ª Edição
07/08/2009
109 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 48 – DIAGRAMA UNIFILAR PARA SUBESTAÇÃO DE POTÊNCIA 1500 KVA
MATERIAL BÁSICO DA SUBESTAÇÃO
ITEM
1.
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS
Terminação 12/20 kV 50 mm²
CÓDIGO
2441096
QUAN.
03pc
2.
Cabo Pot CU 12/20 kV 50 mm²
2225017
120m
3.
KIT – Terminal Desconectável cabo 50 mm².
2444014
03pc
4.
Terminal Desc 25kV 50 90G
2444003
18pc
5.
Cabo Nu Cobre 35mm²
2203016
12kg
6.
Conector paraf Br 70/70
2410011
18pc
7.
Fita Isol PVC 19,0 mm Azul
2660003
3,0 m
8.
Fita Isol PVC 19,0 mm Branca
2660005
3,0 m
9.
Fita Isol PVC 19,0 mm Marrom
2660008
3,0 m
10.
Eletroduto aço 90˚ ø100mm 03 m
3460025
02pc
11.
Fita aço inoxidável 19mm x 25 m
5040025
3,0 m
12.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210024
02pc
13.
Cubículo 15kV 400A Extensível Proteção
1210020
01pc
14.
Curva esgoto PVC 90˚ ø100mm
3465255
01pc
15.
Transformador 3F 500 kVA 13,8-PLUG IN
0210211
03pc
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
110 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 49 - CANALETA E GRADE PARA SUBESTAÇÃO ABRIGADA
50
500
VISTA EM CORTE DA GRADE
DETALHE DA FERRAGEM
4,7 (3/16")
50
OBS:
- PAREDE DA CANALETA EM ALVENARIA COM
REVESTIMENTO INTERNO (CHAPISCO E
EMBOÇO)
50
400
- GRADE EM CONCRETO ARMADO C/
MALHA RETANGULAR: DIAGONAL MÁXIMA DE
100 MM
300
- A GRADE DEVE SUPORTAR O PESO E RESISTIR À
MOVIMENTAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS.
150
400
150
500
VISTA EM CORTE DA CANALETA
800
VISTA SUPERIOR DA GRADE DE CONCRETO
DETALHE DA GRELHA COM FERRAGEM Ø4,7 (3/16")
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 49
COTAS EM MILÍMETROS
Detalhes da canaleta e grade de média e baixa tensão
7ª Edição
07/08/2009
111 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
80
DESENHO 50 - CAIXA PARA PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
350
PRONTUÁRIO ELÉTRICO
NR - 10
1400
250
1 - Quadro em chapa metálica, plástico ou madeira
2 - Visor em vidro ou acrílico transparente
3 - Fechadura tipo cadeado
4 - Fixação através de bucha e parafuso ou embutida na parede
5 - Instalação em local abrigado, visível e de fácil acesso
VERSÃO: 2
DATA: 15/07/2007
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 50
COTAS EM MILÍMETROS
Modelo de caixa para Prontuário de Instalações Elétricas
7ª Edição
07/08/2009
112 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
VISTA FRONTAL
PORCA P/ INST. DO
PARAF. LOBULAR
610
FECHO
TRIANGULAR
VISTA LATERAL
VISTA FRONTAL
(SEM PORTAS)
DESENHO 51 - CAIXA DE MEDIÇÃO TIPO F6 PARA MEDIÇÃO DO CONDOMÍNIO - OPCIONAL
600
VERSÃO: 3
DATA: 15/07/2009
APROVADO: EPI
ESCALA: S/ESCALA
SM01.00-00.002
DESENHO 51
COTAS EM MILÍMETROS
CAIXA MODELO F6 - USO INTERNO
MEDIÇÃO DE CONDOMÍNIO
7ª Edição
07/08/2009
113 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 52 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO I - 12 MEDIDORES - CDM 12
CDM-12 MEDIDORES (TIPO I)
CM-6-ESQUERDO
CM-6-DIREITO
1250
CD TIPO 01
770
650
770
1250
VISTA FRONTAL
770
650
770
VISTA FRONTAL
(Portas Abertas)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 5
DATA: 03/08/2009
S/ESCALA
DESENHO: 3400-C3
FOLHA: 01/05 APROVADO: EIEB
SM01.00-00.002
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 12 MEDIDORES
DETALHE DE MONTAGEM COM CD TIPO 01
7ª Edição
07/08/2009
114 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 53 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO II - 12 MEDIDORES - CDM 12
CDM-12 MEDIDORES (TIPO II)
CM-6-ESQUERDO
CM-6-DIREITO
1580
CD TIPO 02
770
650
770
1580
VISTA FRONTAL
770
650
770
VISTA FRONTAL
(Portas Abertas)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 03/08/2009
S/ESCALA
DESENHO: 3400-C11
FOLHA: 01/05 APROVADO: EIEB
SM01.00-00.002
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 12 MEDIDORES
DETALHE DE MONTAGEM COM CD TIPO 02
7ª Edição
07/08/2009
115 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 54 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO I - 18 MEDIDORES - CDM 18
CDM-18 MEDIDORES (TIPO I)
CM-9-ESQUERDO
CM-9-DIREITO
1250
CD TIPO 01
1100
650
1100
1250
VISTA FRONTAL
1100
650
1100
VISTA FRONTAL
(Portas Abertas)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 5
DATA: 03/08/2009
S/ESCALA
DESENHO: 3400-C4
FOLHA: 01/05 APROVADO: EIEB
SM01.00-00.002
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 18 MEDIDORES
DETALHE DE MONTAGEM COM CD TIPO 01
7ª Edição
07/08/2009
116 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
DESENHO 55 - CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO TIPO II - 18 MEDIDORES - CDM 18
CDM-18 MEDIDORES (TIPO II)
CM-9-ESQUERDO
CM-9-DIREITO
1580
CD TIPO 02
1100
650
1100
1580
VISTA FRONTAL
1100
650
1100
VISTA FRONTAL
(Portas Abertas)
COTAS EM MILÍMETROS
VERSÃO: 2
DATA: 03/08/2009
S/ESCALA
DESENHO: 3400-C12
FOLHA: 01/05 APROVADO: EIEB
SM01.00-00.002
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO E MEDIÇÃO PARA 18 MEDIDORES
DETALHE DE MONTAGEM COM CD TIPO 02
7ª Edição
07/08/2009
117 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ANEXO III – MODELO DE REQUERIMENTO PARA ANÁLISE DE PROJETO
A
COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE
NESTA
Prezados Senhores
__________________________________ vem, pela presente, solicitar a V. Sas a análise de conformidade
do projeto elétrico em ANEXO, para atender ao empreendimento abaixo discriminado:
NOME DO EMPRENDIMENTO:
ENDEREÇO DE LIGAÇÃO:
CEP:
BAIRRO:
CIDADE:
NOME OU RAZÃO SOCIAL DO CLIENTE:
ENDEREÇO:
CEP:
CPF/CNPJ:
CARGA PREVISTA:
DEMANDA CALCULADA:
PREVISÃO(*):
RESPONSÁVEL TÉCNICO:
CNPJ/MF:
CPF:
Nº DO CONTRATO(**):
BAIRRO:
CIDADE:
kW:
kVA:
Atenciosamente
______________________________________
PROPRIETÁRIO
(*) – Tempo de duração da obra para a subestação provisória ou de ligação da obra para subestação
definitiva.
(**)- Da ligação provisória ou do prédio vizinho.
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
118 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ANEXO IV - MODELO DE REQUERIMENTO PARA INSPEÇÃO E LIGAÇÃO
A
COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO – CELPE
NESTA
_____________________________________vem, pelo presente, solicitar a V. Sas. A inspeção e
posterior ligação das instalações elétricas do edifício_______________________________, sito à
__________________________, município de _______________________________, construída
conforme detalhamentos apresentados no projeto contido no processo nº ___________, aprovado
por esta Companhia em ___________.
______________, ____de __________de_______
______________________
Proprietário
Nome:
Endereço:
Telefone:
Declaração:
Declaro que as instalações elétricas acima mencionadas foram executadas e estão em condições de serem
ligadas ao sistema da CELPE.
Anotação de Responsabilidade Técnica – ART – registrada no CREA-PE nº________.
_________________________
Técnico Responsável
Nome:
Endereço:
Telefone:
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
119 de 120
Norma
Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo
ANEXO V - MODELO DE PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
PROTOCOLO DE ENTREGA DE DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
A ___________ / CELPE
Eu _____________________________________________________________________
(nome do Interessado ou Responsável Técnico)
CPF nº __________________ / ____
RG nº __________________ / ÓRGÃO EMISSOR _________ / _____
REGISTRO NO CREA nº __________________
Conforme Carta de Notificação de Não-Conformidade nº_________/____, emitida em
_____/_____/_____, enviada por essa empresa CELPE, referente à análise do Processo nº
________ / _____, estou devolvendo _____ vias do projeto com as devidas correções solicitadas
e efetuadas, para fins de nova análise de conformidade.
____________________, ____ / _____ / _____
(Município)
(data)
___________________________________
(assinatura do Proprietário ou Responsável Técnico)
OBS.: Reconhecer Firma
SM01.00-00.002
7ª Edição
07/08/2009
120 de 120
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(Fornecimento a múltiplas unidades consumidoras) 2009