VITÓRIA, ES, DOMINGO, 17 DE FEVEREIRO DE 2013 ATRIBUNA 49 Concursos SUCESSO NA PREPARAÇÃO Musa é aprovada e vai ser juíza Servidora do TRT, Ivy Malacarne, 27 anos, passou em 1º lugar em concurso do Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe Flora Viguini la tem 27 anos, é considerada por colegas a musa do TRTES e já foi aprovada no concurso para juiz trabalhista no Tribunal Regional do Trabalho de Sergipe (TRT-SE), no Nordeste do País. A capixaba Ivy Malacarne E OS NÚMEROS R$ 21.766 6 horas 15 anos chega o salário de juiz trabalhista ela estudava por dia idade em que escolheu a carreira passou em primeiro lugar no concurso para quatro vagas de juiz. O salário chega a R$ 21.766. Atualmente, Ivy ocupa a função de analista judiciário no Tribunal Regional do Trabalho do Espírito Santo (TRT-ES) de Vitória, onde trabalha desde setembro de 2009. A decisão de qual carreira deveria seguir foi tomada quando ela ainda tinha 15 anos, em 2001. Na época, Ivy foi aprovada no vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) para o curso de Direito. A conclusão da graduação ocorreu em agosto de 2007, quando ela tinha 21 anos. “Se para a maioria das pessoas já é difícil escolher a profissão aos 17 anos, para mim foi ainda mais. Escolhi Direito pela possibilidade de atuar em diversas áreas”, conta. A dedicação aos concursos começou antes mesmo de terminar a faculdade. Ivy foi aprovada para o cargo de técnico no concurso do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES). Em 2008, a jovem assumiu o cargo, mas não permaneceu por muito tempo, pois em 2009 ela passou para o concurso de analista do Tribunal Regional do Rio de Janeiro (TRT-RJ). No mesmo ano, Ivy voltou para o MURILO GOMES IVY MALACARNE, que já foi aprovada em vários concursos e ainda sonha ser desembargadora, conta que se dedicou muito para conquistar a posição Eu fazia uma média diária de 6 horas de estudo. Agora sim posso afirmar que estou realizada profissionalmente “ ” Espírito Santo para assumir o mesmo cargo no TRT-ES, onde também foi aprovada. SONHO Apesar de tantas aprovações, a nova juíza, que também sonha em ser desembargadora, conta que se dedicou muito para conquistar a posição que assumirá em breve. “Eu fazia um cursinho pela manhã, trabalhava no TRT à tarde, e estudava em casa até as 2 horas da manhã, numa média diária de 6 horas de estudo. Agora sim posso afirmar que estou realizada profissionalmente”, conclui. MAIS CASOS DE SUCESSO na página 50