I CONCURSO DE MONOGRAFIAS MAÇÔNICAS “JOSÉ CASTELLANI” DO GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL REGRAS PARA APRESENTAÇÃO E FORMATAÇÃO DA MONOGRAFIA 1. INTRODUÇÃO A monografia deve ser escrita em uma linguagem clara e objetiva, de forma que os seguintes requisitos sejam adequadamente satisfeitos: a) Objetividade – o texto deve discutir exclusivamente os tópicos relacionados ao tema da Monografia; b) Clareza – a linguagem adotada no texto deve permitir que este seja lido por diferentes estratos da população. É necessário utilizar linguagem impessoal, evitando-se parágrafos extensos ou muito curtos. Não há uma receita única quanto a tamanho de frases e parágrafos. O autor deve atentar para que as frases e parágrafos contenham ideias claras e com tamanhos suficientes para sua compreensão por diversos públicos de leitores; c) Coerência e coesão – isso implica que as diversas partes da Monografia componham um conjunto, em que uma seção tenha relação clara com as seções anteriores e posteriores. É preciso que o texto seja bem articulado. Um trabalho monográfico se inicia com a proposição de um problema de pesquisa e é o problema de pesquisa que permitirá, ao autor da Monografia, localizar textos pertinentes ao trabalho, organizá-los em uma estrutura textual lógica e definir o método de pesquisa mais apropriado. É também o problema que servirá como parâmetro nas análises e discussões dos dados e informações coletados; d) Impessoalidade – a monografia deve ser escrita em linguagem impessoal. O uso da 3a. pessoa do singular e a voz passiva é tradição nos trabalhos monográficos. 2. ESTRUTURA A Monografia deve ser composta por três partes: Abertura (pré-texto) Corpo principal (texto) Fechamento (pós-texto) 2.1 Abertura (pré-texto) A seção de abertura deve ser composta pelos seguintes elementos: Capa – topo da página: GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL, centralizado e em caixa alta; três linhas abaixo: I CONCURSO DE MONOGRAFIA “JOSÉ CASTELLANI”, centralizado e em caixa alta; no centro da página: TÍTULO DA MONOGRAFIA, centralizado e em caixa alta; pé da página: Brasília, 2015, centralizado. Folha de rosto – deve conter apenas o título da Monografia, escrito em caixa alta no meio da página e centralizado. Dedicatória (opcional) – este campo será inserido posteriormente, conforme Artigos 8o e 18, do Regulamento. Agradecimentos (opcional) – este campo será inserido posteriormente, conforme Artigos 8o e 18, do Regulamento. Dístico ou Epígrafe – este campo será inserido posteriormente, conforme Artigos 8o e 18, do Regulamento. Resumo – é a apresentação clara e concisa do conteúdo da Monografia e deve ser inscrito em um único parágrafo. Sumário – visa a fornecer uma visão global do conteúdo da Monografia destacando títulos de capítulos, seções e demais partes importantes, na mesma ordem e grafia em que aparecem no corpo do documento, com as respectivas páginas. Lista de Ilustrações (opcional). Lista de tabelas (opcional). Lista de siglas e abreviações (opcional). 2.1.1 Título da Monografia O título deve ser grafado todo em caixa alta, no meio da capa e da folha de rosto O tamanho máximo do título é de 200 caracteres Tamanho da fonte: 14. Negrito. Centralizado Espaçamento entre linhas: 1.5 linhas. 2.1.2 Nomes e dados do autor Nenhuma informação do autor deve constar ao longo do texto da Monografia. Os dados do autor devem ser inseridos apenas no Formulário de inscrição. 2.1.3 Resumo O tamanho máximo do Resumo é de 1.200 caracteres. O Resumo deve ser objetivo, indo direto ao ponto principal do trabalho. Deve apresentar a proposta da Monografia, a metodologia utilizada para o seu desenvolvimento, os resultados encontrados e a contribuição do trabalho para o GODF em particular ou para a Maçonaria em geral. Salienta-se que o Resumo é o “cartão de visitas” da Monografia. Sendo assim, deve ser sintético e ao mesmo tempo representativo de tudo o que foi escrito. 2.2 Corpo principal (texto) O texto da Monografia deve assumir a forma de uma dissertação ou exposição fundamentada de uma opinião sobre o tema escolhido. Deve ser capaz de comunicar, com clareza e precisão, as ideias, considerações e propostas do autor. A composição básica do texto deve ser a seguinte: Introdução. Metodologia. Apresentação dos dados e dos resultados da pesquisa. Conclusão ou Considerações Finais. 2.2.1 Introdução A Introdução deve ser completa no sentido de não apenas introduzir ao tema, mas apresentar também alguma descrição da literatura que antecede o trabalho e demonstrar ao leitor qual a contribuição do trabalho no âmbito da Maçonaria. A Introdução não deve ser curta. Deve ter tamanho suficiente para deixar o leitor informado sobre todas as atividades de pesquisa, resultados e discussões do trabalho. Tipicamente deve conter entre duas e três páginas. A Introdução deve apresentar uma breve motivação ao tema, uma apresentação do problema pesquisado e seu contexto, bem como alguma exposição dos métodos e metodologia empregados. A Introdução deve apresentar uma antecipação dos resultados do trabalho. A Introdução deve apresentar também uma breve descrição da estrutura do trabalho. 2.2.2 Metodologia Deve haver uma exposição clara da metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho, com apresentação ao leitor, de forma clara e didática, das técnicas e métodos de pesquisa empregados, de forma que a Monografia se torne uma referência não apenas para conhecedores da área, mas também para leitores leigos interessados em assuntos maçônicos. Na discussão metodológica, deve uma vez mais ser apresentada a contribuição do trabalho. Dessa vez, de forma mais detalhada e com justificativas claras. Nesse sentido, deve-se contrastar os métodos e resultados com os encontrados na literatura similar. 2.2.3 Apresentação dos dados e dos resultados da pesquisa Os resultados do trabalho devem ser exaustivamente apresentados e discutidos. Os resultados secundários (além dos resultados principais) devem também ser reportados. O autor deve tecer considerações críticas dos próprios resultados, de forma a dar uma ideia ao leitor das carências do estudo e das necessidades de aperfeiçoamento. Devem ser apresentadas propostas de extensão do trabalho para uma maior exploração do assunto abordado. 2.2.4 Conclusão ou Considerações Finais A Conclusão do trabalho deve ser uma repetição de várias discussões efetuadas ao longo da Monografia. Deve, portanto, conter uma retomada de tudo o que foi apresentado ao longo do trabalho. Toda conclusão contém algum teor de repetição de textos e sentenças anteriormente apresentados. O primeiro parágrafo da Conclusão deve conter menção ao que foi feito no trabalho, relembrando ao leitor de tudo o que de importante foi apresentado. Na Conclusão podem ser apresentadas várias considerações sobre os resultados da Monografia, as recomendações dos autores e as limitações do trabalho Sugestões de extensão do trabalho podem ser novamente apresentadas, com menos detalhe. Mais uma vez deve ser ressaltada a contribuição do trabalho para o GODF em particular ou para a Maçonaria em geral. A Conclusão deve conter entre duas e três páginas. 2.3 Fechamento (pós-texto) O fechamento da Monografia dar-se-á com os seguintes elementos: Referências (obrigatório) Apêndices (opcional) Anexos (opcional) 2.3.1 Referências (elemento obrigatório) Das Referências devem constar exclusivamente as obras efetivamente citadas ao longo do texto. O detalhamento e orientações sobre as “Referências” encontra-se no subitem 3.8 deste documento. 2.3.2 Apêndices O apêndice serve para apresentar o material que foi elaborado pelo próprio autor da Monografia, de forma a comprovar, fundamentar e ilustrar a pesquisa. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Podem fazer parte do apêndice: tabelas, questionários, fluxogramas, cronogramas, gráficos, cópias de projetos, quadros e outras ilustrações. 2.3.3 Anexos Os Anexos constituem informações complementares ao texto principal do trabalho. Sua falta não compromete a argumentação desenvolvida e se prestam unicamente para corroborar com dados e informações o texto apresentado. São documentos complementares que não foram elaborados pelo autor da Monografia, mas que podem servir de apoio na comprovação da pesquisa ou que ilustra o trabalho. Os anexos, igualmente aos apêndices, são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. 3. ASPECTOS FORMAIS 3.1 Aspectos gerais Devem ser observados os seguintes aspectos: Arquivo em MS Word. Papel A4. Margens: Superior: 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; e Direita: 2 cm. Espaçamento (parágrafo): Antes: 0 pt.; Depois: 12pt.; Entre linhas: 1.5 linhas. Os parágrafos não devem conter recuo. Fonte: Arial (em toda a Monografia). Alinhamento de parágrafo: justificado. Número de páginas do texto – mínimo: 25; máximo: 40. Numeração das páginas: canto inferior direito. Cor da fonte: preta (em toda a Monografia). Não deve haver nenhum tipo de numeração automática de títulos e subtítulos. 3.2 Títulos das seções Tamanho da fonte das seções: 14. Negrito. Todo o título em letras maiúsculas Espaçamento (parágrafo) – antes: 24 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5 linhas. Os títulos de todas as seções do trabalho devem ser numerados (algarismos arábicos). Usar o número, um ponto de separação e um espaço antes do título. Exemplo: “2. METODOLOGIA”. Não usar numeração automática. Os títulos das seções devem ser curtos e autoexplicativos. Toda seção deve iniciar com uma apresentação do que será descrito na mesma. 3.3 Títulos das subseções (subtítulos – 1o. nível) Tamanho da fonte das subseções de 1o. nível: 14. Negrito. Uso de mínima capitalização (apenas a primeira letra do título e de nomes próprios em letra maiúscula). Espaçamento (parágrafo) – antes: 18 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5 linhas. Devem ser numeradas, mas não usar numeração automática. Sugere-se que as seções não contenham mais do que cinco subseções internas. Os títulos das subseções devem ser curtos e autoexplicativos. 3.4 Títulos das subseções (subtítulos – 2o. nível) Tamanho da fonte das subseções de 2o. nível: 12. Negrito e itálico. Uso de mínima capitalização (apenas a primeira letra do título e de nomes próprios em letra maiúscula). Espaçamento (parágrafo) – antes: 18 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5 linhas. Devem ser numeradas, mas não usar numeração automática. Sugere-se que as seções não contenham mais do que cinco subseções internas. Os títulos das subseções devem ser curtos e autoexplicativos. 3.4 Figuras As figuras utilizadas na Monografia devem ser de autoria própria, ou seja, não deve haver uso de figuras copiadas de outros trabalhos ou páginas da internet, a não ser que estritamente necessário ao bom entendimento do trabalho. O uso sem moderação desse tipo de conteúdo pode ser razão para a não aceitação do trabalho submetido. No caso de recurso a figura de outros trabalhos ou páginas da internet, deve apresentar a citação da fonte em uma nota de rodapé inserida logo após o título da figura. A qualidade das figuras deve ser no mínimo 300 dpi. No caso de figuras que contenham textos, deve-se assegurar plena visibilidade ao leitor. São expressamente vedadas figuras com textos muito pequenos. Tamanho de fonte mínimo: 10. Os títulos das figuras devem ser dispostos abaixo das mesmas e devem ser numerados. A fonte dos títulos é Arial, cor preta, tamanho 12. Espaçamento 1.5 linhas. As figuras devem ser centralizadas no documento. O tamanho das figuras não devem ultrapassar meia página. Usar apenas o label “Figura” e não “Imagem”, “Gráfico”, ou outro similar. Usar um traço como separador entre o número e o título da figura. Uso de mínima capitalização no título da figura (apenas a primeira letra do título e de nomes próprios em letra maiúscula). Ao longo do texto, deve-se referenciar uma figura usando o seu número e a primeira letra em maiúscula. “Como visto na Figura 1, ...”. 3.5 Tabelas As tabelas utilizadas devem ser de autoria própria, ou seja, não deve haver uso de tabelas copiadas de outros trabalhos ou páginas da internet, a não ser que estritamente necessário ao bom entendimento do trabalho. O uso sem moderação desse tipo de conteúdo pode ser razão para a não aceitação do trabalho submetido. No caso de recurso a tabelas de outros trabalhos ou páginas da internet, deve apresentar a citação da fonte em uma nota de rodapé inserida logo após o título da tabela. Pode-se utilizar a nota de rodapé para apresentar detalhes da elaboração da tabela. Também com essa finalidade pode ser usado um apêndice, inserido após as referências da Monografia – contando que o leitor seja informado da existência desse apêndice. As tabelas devem ser produzidas utilizando-se recursos mínimos de separação de linhas e/ou células, sem recurso de cores. Caso importadas como figuras, a qualidade das tabelas deve ser no mínimo 300 dpi. Tamanho de fonte do conteúdo das tabelas: 11. São expressamente vedadas tabelas com textos muito pequenos ou com uso de cores. Os títulos das tabelas devem ser dispostos acima das mesmas e devem ser numerados. A fonte dos títulos é Arial, cor preta, tamanho 12. Espaçamento 1.5 linhas. As tabelas devem ser centralizadas no documento. Usar apenas o label “Tabela” e não “Quadro” ou outro similar. Usar um traço como separador entre o número e o título da tabela. Uso de mínima capitalização no título da figura (apenas a primeira letra do título e de nomes próprios em letra maiúscula). Ao longo do texto, deve-se referenciar uma tabela usando o seu número e a primeira letra em maiúscula. “Como visto na Tabela 1, ...”. 3.6 Notas de rodapé As notas de rodapé devem conter somente a informação adicional minimamente necessária à compreensão do trabalho. Fonte Arial, cor preta, tamanho 10. Espaçamento simples entre linhas. Espaçamento 0 pt antes e 6 pt depois. 3.7 Citações Ao repetir ou comentar resultados obtidos por outros autores eles devem, obrigatoriamente, ser citados. As citações a serem no texto da Monografia devem ser do tipo autor-data, conforme exemplos a seguir: Barros (2010) ressalta que .... Na ótica de Araújo (2008), há evidências que ..... Observa nas colocações de Nabuco e Almeida (2013) que ... A pesquisa realizada por Smith at al (2015) identificou que ... Quando for feita uma citação direta, isto é, quando parte do texto original for transcrito para a Monografia, esta deve ser destacada. Formas de se fazer esse destaque: a) Transcrição de texto com até três linhas: Deve-se inserir a transcrição normalmente no texto da Monografia, colocando-a entre aspas e citando a fonte, conforme exemplo a seguir: Na Câmara de Reflexão o profano e candidato a Aprendiz Maçom é instado a exercer uma ação para dentro, a fazer uma introspecção, levando-o a meditar sobre o seu papel diante da pátria, da família e de si mesmo. De acordo com Costa (2004), “esse esforço reflexivo o leva a pensar sobre a vida, o passado e o futuro na procura do seu Eu interno. Essa reflexão sobre a sua origem e destino constitui a benesse do autoconhecimento”. b) Transcrição de texto com mais três linhas: No caso da transcrição ultrapassar a três linhas, esta deve ser destacada no texto da Monografia com as seguintes características: Deve-se iniciar um novo parágrafo especificamente para a transcrição com recuo de três centímetros na margem esquerda; Tipo de letra e fonte desse parágrafo: Arial 10 pt; Não usar aspas nem letras em itálico; Vide exemplo a seguir: Há de se distinguir a iniciação vivenciada pelo ser humano em geral, nas diversas fases da vida, da iniciação a que são submetidas os candidatos de ordens esotéricas, como a Maçonaria. Nestes casos, a iniciação segue um ritual específico, onde se pode perfeitamente identificar, simbolicamente, a morte do candidato em relação à vida passada e a ressurreição para uma nova realidade, uma nova vida. Tal constatação é corroborada por Elíade (1958), apud Carvalho (2007), quando afirma que A maior parte das provas iniciáticas implicam, de maneira mais ou menos transparente, numa morte ritual que se segue a uma ressurreição ou novo nascimento. O momento central de toda iniciação vem representado pela cerimônia que simboliza a morte do neófito e sua volta ao mundo dos vivos. Mas o que volta à vida é um homem novo, assumindo um modo de ser distinto. A morte iniciática significa ao mesmo tempo o fim da infância, da ignorância e da condição profana. Obviamente, para que isto aconteça, faz-se necessário que o candidato realmente tenha sido “iniciado” e não apenas tenha sido submetido a um processo de iniciação. 3.8 Referências O título da seção de referências deve ser sempre “Referências”. Não usar as expressões “Bibliografia”, “Referências Bibliográficas”, ou similares. Fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento justificado, sem recuos à esquerda ou direita, espaçamento simples entre as linhas, espaçamento de 0 pt antes e 6 pt depois. Uso de mínima capitalização nas referências: nunca usar letra maiúscula para todas as letras dos nomes de autor (apenas início de nomes próprios e início de títulos). se o autor for corporativo e contiver uma sigla, usar a sigla em letra maiúscula, mas apenas após o nome completo da instituição. A única ênfase utilizada será o itálico. Nunca usar negrito ou sublinhado. Usar somente vírgula para separar nomes de autores. Nunca usar ponto e vírgula ou travessão. Nome do(s) autor(es): ordem invertida – nome de família primeiro, seguido da abreviatura dos primeiros nomes. Usar apenas o nome de família por inteiro, com maiúscula apenas da primeira letra. Para vários autores, separar com vírgula, sendo que o último autor é separado por “e”. Não usar “et al” nas referências finais da Monografia. Ele pode ser usado para mais de três autores, e apenas ao longo do texto. Ano de publicação sempre entre parênteses após o nome do autor. Não inserir ponto para separar o ano do título. Inserir letras minúsculas para designar sequências de artigos do mesmo autor no mesmo ano. Exemplos de referências a) Livros – um autor Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica. b) Livros – dois autores Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica. c) Livros – três autores Azevedo, J. R., Guimarães, P. R. e Marinho, J. C. (2015) História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica. d) Livros – mais de três autores Azevedo, J. R., Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015) História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica. e) Livros – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica. Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Brasília: Editora Maçônica. f) Periódicos – um autor Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. g) Periódicos – dois autores Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. h) Periódicos – três autores Azevedo, J. R. Guimarães, P. R. e Marinho, J. C. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. i) Periódicos – mais de três autores Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. j) Periódicos – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99. k) Anais de Congresso – um autor Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. l) Anais de Congresso – dois autores Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. m) Anais de Congresso – três autores Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., e Marinho, J. C. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. n) Anais de Congresso – mais de três autores Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. o) Anais de Congresso – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo. p) Dissertações ou teses Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem sociológica. Dissertação (Mestrado em Sociologia), Universidade Latinoamericana, São Paulo. Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem sociológica. Tese (Doutorado em Sociologia), Universidade Latinoamericana, São Paulo. q) Revistas e Jornais Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Jornal da Maçonaria Universal, 25/04/2015, São Paulo. r) Legislação Brasil (1988) Constituição da República Federativa do Brasil. Senado Federal, Brasília. Brasil (1997) Lei nº 9.432, de 08/01/1997: Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. Senado Federal, Brasília. Brasil (1981) Decreto nº 99.274, de 6 de junho de 1990: Regulamenta a Lei nº 6.902, de 27 de abril de 1981, que dispõe sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental, e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/antigos/d99274.htm>, acessado em 03/06/2012. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente (2002) Resolução nº307, de 05 de julho de 2002: estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Brasília: DOU, n. 136, 17 de julho de 2002. Seção 1. s) Documentos oficiais ANTAQ – Agência Nacional de Transporte Aquaviário (2012). Anuário estatístico. Disponível em <http://www.antaq.gov.br/Portal/Anuarios/Anuario 2012/40.htm>, acessado em 21/12/2012. ANTT – Agência Nacional de Transporte Terrestres (2010). Transporte de carga. Disponível em <www.antt.gov.br>, acessado em 20/10/2010. CNT – Confederação Nacional dos Transportes (2012) Pesquisa de Rodovias. Disponível em <http://pesquisarodovias.cnt.org.br>, acessado em 26/06/2013. SEP – Secretaria Especial de Portos (2013) Plano Nacional de Logística Portuária – PNLP. Brasília: SEP. TCU – Tribunal de Contas da União (2012) Consolidação dos trabalhos de fiscalização de obras públicas integrantes do orçamento da união referentes ao exercício de 2012. Brasília: TCU. Os casos omissos serão resolvidos pelo Secretário de Educação e Cultura do GODF, ouvida a Comissão Organizadora. Brasília – DF, em 31 de agosto de 2015. Luiz Gonzaga da Rocha Secretário de Educação e Cultura Presidente da Comissão Organizadora do Concurso