I CONCURSO DE MONOGRAFIAS MAÇÔNICAS “JOSÉ CASTELLANI”
DO GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL
REGRAS PARA APRESENTAÇÃO E FORMATAÇÃO DA MONOGRAFIA
1. INTRODUÇÃO
A monografia deve ser escrita em uma linguagem clara e objetiva, de forma que os
seguintes requisitos sejam adequadamente satisfeitos:
a) Objetividade – o texto deve discutir exclusivamente os tópicos relacionados ao
tema da Monografia;
b) Clareza – a linguagem adotada no texto deve permitir que este seja lido por
diferentes estratos da população. É necessário utilizar linguagem impessoal,
evitando-se parágrafos extensos ou muito curtos. Não há uma receita única
quanto a tamanho de frases e parágrafos. O autor deve atentar para que as frases
e parágrafos contenham ideias claras e com tamanhos suficientes para sua
compreensão por diversos públicos de leitores;
c) Coerência e coesão – isso implica que as diversas partes da Monografia
componham um conjunto, em que uma seção tenha relação clara com as seções
anteriores e posteriores. É preciso que o texto seja bem articulado. Um trabalho
monográfico se inicia com a proposição de um problema de pesquisa e é o
problema de pesquisa que permitirá, ao autor da Monografia, localizar textos
pertinentes ao trabalho, organizá-los em uma estrutura textual lógica e definir o
método de pesquisa mais apropriado. É também o problema que servirá como
parâmetro nas análises e discussões dos dados e informações coletados;
d) Impessoalidade – a monografia deve ser escrita em linguagem impessoal. O uso
da 3a. pessoa do singular e a voz passiva é tradição nos trabalhos monográficos.
2. ESTRUTURA
A Monografia deve ser composta por três partes:  Abertura (pré-texto)
 Corpo principal (texto)
 Fechamento (pós-texto)
2.1 Abertura (pré-texto)
A seção de abertura deve ser composta pelos seguintes elementos:
 Capa – topo da página: GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL,

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


centralizado e em caixa alta; três linhas abaixo: I CONCURSO DE
MONOGRAFIA “JOSÉ CASTELLANI”, centralizado e em caixa alta; no
centro da página: TÍTULO DA MONOGRAFIA, centralizado e em caixa alta;
pé da página: Brasília, 2015, centralizado.
Folha de rosto – deve conter apenas o título da Monografia, escrito em
caixa alta no meio da página e centralizado.
Dedicatória (opcional) – este campo será inserido posteriormente,
conforme Artigos 8o e 18, do Regulamento.
Agradecimentos (opcional) – este campo será inserido posteriormente,
conforme Artigos 8o e 18, do Regulamento.
Dístico ou Epígrafe – este campo será inserido posteriormente, conforme
Artigos 8o e 18, do Regulamento.
Resumo – é a apresentação clara e concisa do conteúdo da Monografia e
deve ser inscrito em um único parágrafo.
Sumário – visa a fornecer uma visão global do conteúdo da Monografia
destacando títulos de capítulos, seções e demais partes importantes, na
mesma ordem e grafia em que aparecem no corpo do documento, com as
respectivas páginas.
Lista de Ilustrações (opcional).
Lista de tabelas (opcional).
Lista de siglas e abreviações (opcional).
2.1.1 Título da Monografia
 O título deve ser grafado todo em caixa alta, no meio da capa e da folha de
rosto
 O tamanho máximo do título é de 200 caracteres
 Tamanho da fonte: 14.
 Negrito.
 Centralizado
 Espaçamento entre linhas: 1.5 linhas.
2.1.2 Nomes e dados do autor
 Nenhuma informação do autor deve constar ao longo do texto da
Monografia.
 Os dados do autor devem ser inseridos apenas no Formulário de inscrição.
2.1.3 Resumo
 O tamanho máximo do Resumo é de 1.200 caracteres.
 O Resumo deve ser objetivo, indo direto ao ponto principal do trabalho.
Deve apresentar a proposta da Monografia, a metodologia utilizada para o
seu desenvolvimento, os resultados encontrados e a contribuição do
trabalho para o GODF em particular ou para a Maçonaria em geral.

Salienta-se que o Resumo é o “cartão de visitas” da Monografia. Sendo
assim, deve ser sintético e ao mesmo tempo representativo de tudo o que
foi escrito.
2.2 Corpo principal (texto)
O texto da Monografia deve assumir a forma de uma dissertação ou exposição
fundamentada de uma opinião sobre o tema escolhido. Deve ser capaz de
comunicar, com clareza e precisão, as ideias, considerações e propostas do autor.
A composição básica do texto deve ser a seguinte:
 Introdução.
 Metodologia.
 Apresentação dos dados e dos resultados da pesquisa.
 Conclusão ou Considerações Finais.
2.2.1 Introdução
 A Introdução deve ser completa no sentido de não apenas introduzir ao
tema, mas apresentar também alguma descrição da literatura que antecede
o trabalho e demonstrar ao leitor qual a contribuição do trabalho no âmbito
da Maçonaria.
 A Introdução não deve ser curta. Deve ter tamanho suficiente para deixar o
leitor informado sobre todas as atividades de pesquisa, resultados e
discussões do trabalho. Tipicamente deve conter entre duas e três páginas.
 A Introdução deve apresentar uma breve motivação ao tema, uma
apresentação do problema pesquisado e seu contexto, bem como alguma
exposição dos métodos e metodologia empregados.  A Introdução deve apresentar uma antecipação dos resultados do trabalho.
 A Introdução deve apresentar também uma breve descrição da estrutura do
trabalho.
2.2.2 Metodologia
 Deve haver uma exposição clara da metodologia utilizada para o
desenvolvimento do trabalho, com apresentação ao leitor, de forma clara e
didática, das técnicas e métodos de pesquisa empregados, de forma que a
Monografia se torne uma referência não apenas para conhecedores da
área, mas também para leitores leigos interessados em assuntos
maçônicos.
 Na discussão metodológica, deve uma vez mais ser apresentada a
contribuição do trabalho. Dessa vez, de forma mais detalhada e com
justificativas claras. Nesse sentido, deve-se contrastar os métodos e
resultados com os encontrados na literatura similar.
2.2.3 Apresentação dos dados e dos resultados da pesquisa


Os resultados do trabalho devem ser exaustivamente apresentados e
discutidos. Os resultados secundários (além dos resultados principais)
devem também ser reportados. O autor deve tecer considerações críticas
dos próprios resultados, de forma a dar uma ideia ao leitor das carências
do estudo e das necessidades de aperfeiçoamento.
Devem ser apresentadas propostas de extensão do trabalho para uma
maior exploração do assunto abordado.
2.2.4 Conclusão ou Considerações Finais
 A Conclusão do trabalho deve ser uma repetição de várias discussões
efetuadas ao longo da Monografia. Deve, portanto, conter uma retomada
de tudo o que foi apresentado ao longo do trabalho. Toda conclusão
contém algum teor de repetição de textos e sentenças anteriormente
apresentados.
 O primeiro parágrafo da Conclusão deve conter menção ao que foi feito no
trabalho, relembrando ao leitor de tudo o que de importante foi
apresentado.
 Na Conclusão podem ser apresentadas várias considerações sobre os
resultados da Monografia, as recomendações dos autores e as limitações
do trabalho
 Sugestões de extensão do trabalho podem ser novamente apresentadas,
com menos detalhe.
 Mais uma vez deve ser ressaltada a contribuição do trabalho para o GODF
em particular ou para a Maçonaria em geral.  A Conclusão deve conter entre duas e três páginas.
2.3 Fechamento (pós-texto)
O fechamento da Monografia dar-se-á com os seguintes elementos:
 Referências (obrigatório)
 Apêndices (opcional)
 Anexos (opcional)
2.3.1 Referências (elemento obrigatório)
Das Referências devem constar exclusivamente as obras efetivamente citadas ao
longo do texto. O detalhamento e orientações sobre as “Referências” encontra-se
no subitem 3.8 deste documento.
2.3.2 Apêndices
O apêndice serve para apresentar o material que foi elaborado pelo próprio autor
da Monografia, de forma a comprovar, fundamentar e ilustrar a pesquisa. Os
apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos
respectivos títulos.
Podem fazer parte do apêndice: tabelas, questionários, fluxogramas, cronogramas,
gráficos, cópias de projetos, quadros e outras ilustrações.
2.3.3 Anexos
Os Anexos constituem informações complementares ao texto principal do trabalho.
Sua falta não compromete a argumentação desenvolvida e se prestam unicamente
para corroborar com dados e informações o texto apresentado. São documentos
complementares que não foram elaborados pelo autor da Monografia, mas que
podem servir de apoio na comprovação da pesquisa ou que ilustra o trabalho. Os
anexos, igualmente aos apêndices, são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
3. ASPECTOS FORMAIS
3.1 Aspectos gerais
Devem ser observados os seguintes aspectos:
 Arquivo em MS Word.
 Papel A4.
 Margens: Superior: 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; e Direita: 2 cm.
 Espaçamento (parágrafo): Antes: 0 pt.; Depois: 12pt.; Entre linhas: 1.5
linhas.
 Os parágrafos não devem conter recuo.
 Fonte: Arial (em toda a Monografia).
 Alinhamento de parágrafo: justificado.
 Número de páginas do texto – mínimo: 25; máximo: 40.
 Numeração das páginas: canto inferior direito.
 Cor da fonte: preta (em toda a Monografia).
 Não deve haver nenhum tipo de numeração automática de títulos e
subtítulos.
3.2 Títulos das seções
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
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
Tamanho da fonte das seções: 14.
Negrito.
Todo o título em letras maiúsculas
Espaçamento (parágrafo) – antes: 24 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5
linhas.
Os títulos de todas as seções do trabalho devem ser numerados
(algarismos arábicos). Usar o número, um ponto de separação e um
espaço antes do título. Exemplo: “2. METODOLOGIA”.
Não usar numeração automática.
Os títulos das seções devem ser curtos e autoexplicativos.
Toda seção deve iniciar com uma apresentação do que será descrito na
mesma.
3.3 Títulos das subseções (subtítulos – 1o. nível)







Tamanho da fonte das subseções de 1o. nível: 14.
Negrito.
Uso de mínima capitalização (apenas a primeira letra do título e de nomes
próprios em letra maiúscula).
Espaçamento (parágrafo) – antes: 18 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5
linhas.
Devem ser numeradas, mas não usar numeração automática.
Sugere-se que as seções não contenham mais do que cinco subseções
internas.
Os títulos das subseções devem ser curtos e autoexplicativos.
3.4 Títulos das subseções (subtítulos – 2o. nível)







Tamanho da fonte das subseções de 2o. nível: 12.
Negrito e itálico.
Uso de mínima capitalização (apenas a primeira letra do título e de nomes
próprios em letra maiúscula).
Espaçamento (parágrafo) – antes: 18 pt.; depois: 12 pt.; entre linhas: 1.5
linhas.
Devem ser numeradas, mas não usar numeração automática.
Sugere-se que as seções não contenham mais do que cinco subseções
internas.
Os títulos das subseções devem ser curtos e autoexplicativos.
3.4 Figuras





As figuras utilizadas na Monografia devem ser de autoria própria, ou seja,
não deve haver uso de figuras copiadas de outros trabalhos ou páginas da
internet, a não ser que estritamente necessário ao bom entendimento do
trabalho. O uso sem moderação desse tipo de conteúdo pode ser razão
para a não aceitação do trabalho submetido.
No caso de recurso a figura de outros trabalhos ou páginas da internet,
deve apresentar a citação da fonte em uma nota de rodapé inserida logo
após o título da figura.
A qualidade das figuras deve ser no mínimo 300 dpi.
No caso de figuras que contenham textos, deve-se assegurar plena
visibilidade ao leitor. São expressamente vedadas figuras com textos
muito pequenos. Tamanho de fonte mínimo: 10. Os títulos das figuras devem ser dispostos abaixo das mesmas e devem
ser numerados. A fonte dos títulos é Arial, cor preta, tamanho 12.
Espaçamento 1.5 linhas. 





As figuras devem ser centralizadas no documento.
O tamanho das figuras não devem ultrapassar meia página. Usar apenas o label “Figura” e não “Imagem”, “Gráfico”, ou outro similar. Usar um traço como separador entre o número e o título da figura. Uso de mínima capitalização no título da figura (apenas a primeira letra do
título e de nomes próprios em letra maiúscula). Ao longo do texto, deve-se referenciar uma figura usando o seu número e a
primeira letra em maiúscula. “Como visto na Figura 1, ...”. 3.5 Tabelas
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



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



As tabelas utilizadas devem ser de autoria própria, ou seja, não deve haver
uso de tabelas copiadas de outros trabalhos ou páginas da internet, a não
ser que estritamente necessário ao bom entendimento do trabalho. O uso
sem moderação desse tipo de conteúdo pode ser razão para a não
aceitação do trabalho submetido. No caso de recurso a tabelas de outros trabalhos ou páginas da internet,
deve apresentar a citação da fonte em uma nota de rodapé inserida logo
após o título da tabela. Pode-se utilizar a nota de rodapé para apresentar detalhes da elaboração
da tabela. Também com essa finalidade pode ser usado um apêndice,
inserido após as referências da Monografia – contando que o leitor seja
informado da existência desse apêndice. As tabelas devem ser produzidas utilizando-se recursos mínimos de
separação de linhas e/ou células, sem recurso de cores. Caso importadas como figuras, a qualidade das tabelas deve ser no mínimo
300 dpi. Tamanho de fonte do conteúdo das tabelas: 11. São expressamente
vedadas tabelas com textos muito pequenos ou com uso de cores. Os títulos das tabelas devem ser dispostos acima das mesmas e devem ser
numerados. A fonte dos títulos é Arial, cor preta, tamanho 12.
Espaçamento 1.5 linhas. As tabelas devem ser centralizadas no documento. Usar apenas o label “Tabela” e não “Quadro” ou outro similar. Usar um traço como separador entre o número e o título da tabela. Uso de mínima capitalização no título da figura (apenas a primeira letra do
título e de nomes próprios em letra maiúscula). Ao longo do texto, deve-se referenciar uma tabela usando o seu número e
a primeira letra em maiúscula. “Como visto na Tabela 1, ...”. 3.6 Notas de rodapé

As notas de rodapé devem conter somente a informação adicional
minimamente necessária à compreensão do trabalho. 
Fonte Arial, cor preta, tamanho 10. Espaçamento simples entre linhas.
Espaçamento 0 pt antes e 6 pt depois. 3.7 Citações 


Ao repetir ou comentar resultados obtidos por outros autores eles devem,
obrigatoriamente, ser citados.
As citações a serem no texto da Monografia devem ser do tipo autor-data,
conforme exemplos a seguir:
 Barros (2010) ressalta que ....
 Na ótica de Araújo (2008), há evidências que .....
 Observa nas colocações de Nabuco e Almeida (2013) que ...
 A pesquisa realizada por Smith at al (2015) identificou que ...
Quando for feita uma citação direta, isto é, quando parte do texto original
for transcrito para a Monografia, esta deve ser destacada. Formas de se
fazer esse destaque:
a) Transcrição de texto com até três linhas:
Deve-se inserir a transcrição normalmente no texto da Monografia,
colocando-a entre aspas e citando a fonte, conforme exemplo a seguir:
Na Câmara de Reflexão o profano e candidato a Aprendiz Maçom é instado a exercer
uma ação para dentro, a fazer uma introspecção, levando-o a meditar sobre o seu papel
diante da pátria, da família e de si mesmo. De acordo com Costa (2004), “esse esforço
reflexivo o leva a pensar sobre a vida, o passado e o futuro na procura do seu Eu
interno. Essa reflexão sobre a sua origem e destino constitui a benesse do
autoconhecimento”.
b) Transcrição de texto com mais três linhas:
No caso da transcrição ultrapassar a três linhas, esta deve ser destacada
no texto da Monografia com as seguintes características:
 Deve-se iniciar um novo parágrafo especificamente para a
transcrição com recuo de três centímetros na margem esquerda;
 Tipo de letra e fonte desse parágrafo: Arial 10 pt;
 Não usar aspas nem letras em itálico;
 Vide exemplo a seguir:
Há de se distinguir a iniciação vivenciada pelo ser humano em geral, nas diversas fases
da vida, da iniciação a que são submetidas os candidatos de ordens esotéricas, como a
Maçonaria. Nestes casos, a iniciação segue um ritual específico, onde se pode
perfeitamente identificar, simbolicamente, a morte do candidato em relação à vida
passada e a ressurreição para uma nova realidade, uma nova vida. Tal constatação é
corroborada por Elíade (1958), apud Carvalho (2007), quando afirma que
A maior parte das provas iniciáticas implicam, de maneira mais ou menos transparente,
numa morte ritual que se segue a uma ressurreição ou novo nascimento. O momento
central de toda iniciação vem representado pela cerimônia que simboliza a morte do
neófito e sua volta ao mundo dos vivos. Mas o que volta à vida é um homem novo,
assumindo um modo de ser distinto. A morte iniciática significa ao mesmo tempo o fim
da infância, da ignorância e da condição profana.
Obviamente, para que isto aconteça, faz-se necessário que o candidato realmente tenha
sido “iniciado” e não apenas tenha sido submetido a um processo de iniciação.
3.8 Referências 







O título da seção de referências deve ser sempre “Referências”. Não usar
as expressões “Bibliografia”, “Referências Bibliográficas”, ou similares. Fonte Arial, tamanho 12, cor preta, alinhamento justificado, sem recuos à
esquerda ou direita, espaçamento simples entre as linhas, espaçamento de
0 pt antes e 6 pt depois. Uso de mínima capitalização nas referências: nunca usar letra maiúscula
para todas as letras dos nomes de autor (apenas início de nomes próprios
e início de títulos). se o autor for corporativo e contiver uma sigla, usar a
sigla em letra maiúscula,
mas apenas após o nome completo da
instituição.
A única ênfase utilizada será o itálico. Nunca usar negrito ou sublinhado.
Usar somente vírgula para separar nomes de autores. Nunca usar ponto e
vírgula ou travessão. Nome do(s) autor(es): ordem invertida – nome de família primeiro, seguido
da abreviatura dos primeiros nomes. Usar apenas o nome de família por
inteiro, com maiúscula apenas da primeira letra. Para vários autores,
separar com vírgula, sendo que o último autor é separado por “e”. Não usar “et al” nas referências finais da Monografia. Ele pode ser usado
para mais de três autores, e apenas ao longo do texto.
Ano de publicação sempre entre parênteses após o nome do autor. Não
inserir ponto para separar o ano do título. Inserir letras minúsculas para
designar sequências de artigos do mesmo autor no mesmo ano.
Exemplos de referências
a) Livros – um autor
 Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal. Brasília: Editora
Maçônica.
b) Livros – dois autores
 Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal.
Brasília: Editora Maçônica.
c) Livros – três autores
 Azevedo, J. R., Guimarães, P. R. e Marinho, J. C. (2015) História da
maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica.
d) Livros – mais de três autores
 Azevedo, J. R., Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015)
História da maçonaria universal. Brasília: Editora Maçônica.
e) Livros – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano
 Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal. Brasília: Editora
Maçônica.

Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Brasília: Editora
Maçônica.
f) Periódicos – um autor
 Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem
pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99.
g) Periódicos – dois autores
 Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal:
uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99.
h) Periódicos – três autores
 Azevedo, J. R. Guimarães, P. R. e Marinho, J. C. (2015) História da
maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista Maçônica, vol.
91, n. 2, pp. 55-99.
i) Periódicos – mais de três autores
 Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015)
História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Revista
Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99.
j) Periódicos – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano
 Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal: uma abordagem
pragmática. Revista Maçônica, vol. 91, n. 2, pp. 55-99.

Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Revista Maçônica,
vol. 91, n. 2, pp. 55-99.
k) Anais de Congresso – um autor
 Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem
pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo.
l) Anais de Congresso – dois autores
 Azevedo, J. R. e Guimarães, P. R. (2015) História da maçonaria universal:
uma abordagem pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São
Paulo.
m) Anais de Congresso – três autores
 Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., e Marinho, J. C. (2015) História da
maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso Internacional
de Maçonaria, São Paulo.
n) Anais de Congresso – mais de três autores
 Azevedo, J. R. Guimarães, P. R., Marinho, J. C. e Alves, G. P. (2015)
História da maçonaria universal: uma abordagem pragmática. Congresso
Internacional de Maçonaria, São Paulo.
o) Anais de Congresso – mais de um trabalho do mesmo autor no mesmo ano
 Azevedo, J. R. (2015a) História da maçonaria universal: uma abordagem
pragmática. Congresso Internacional de Maçonaria, São Paulo.

Azevedo, J. R. (2015b) História da maçonaria no Brasil. Congresso
Internacional de Maçonaria, São Paulo.
p) Dissertações ou teses
 Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem
sociológica. Dissertação (Mestrado em Sociologia), Universidade Latinoamericana, São Paulo.

Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem
sociológica. Tese (Doutorado em Sociologia), Universidade Latinoamericana, São Paulo.
q) Revistas e Jornais
 Azevedo, J. R. (2015) História da maçonaria universal: uma abordagem
pragmática. Jornal da Maçonaria Universal, 25/04/2015, São Paulo.
r) Legislação
 Brasil (1988) Constituição da República Federativa do Brasil. Senado
Federal, Brasília.

Brasil (1997) Lei nº 9.432, de 08/01/1997: Dispõe sobre a ordenação do
transporte aquaviário e dá outras providências. Senado Federal, Brasília.

Brasil (1981) Decreto nº 99.274, de 6 de junho de 1990: Regulamenta a Lei
nº 6.902, de 27 de abril de 1981, que dispõe sobre a criação de Estações
Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental, e dá outras providências.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/antigos/d99274.htm>,
acessado em 03/06/2012.

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente (2002) Resolução nº307,
de 05 de julho de 2002: estabelece diretrizes, critérios e procedimentos
para a gestão dos resíduos da construção civil. Brasília: DOU, n. 136, 17 de
julho de 2002. Seção 1.
s) Documentos oficiais
 ANTAQ – Agência Nacional de Transporte Aquaviário (2012). Anuário
estatístico. Disponível em <http://www.antaq.gov.br/Portal/Anuarios/Anuario
2012/40.htm>, acessado em 21/12/2012.

ANTT – Agência Nacional de Transporte Terrestres (2010). Transporte de
carga. Disponível em <www.antt.gov.br>, acessado em 20/10/2010.

CNT – Confederação Nacional dos Transportes (2012) Pesquisa de
Rodovias. Disponível em <http://pesquisarodovias.cnt.org.br>, acessado
em 26/06/2013.

SEP – Secretaria Especial de Portos (2013) Plano Nacional de Logística
Portuária – PNLP. Brasília: SEP.

TCU – Tribunal de Contas da União (2012) Consolidação dos trabalhos de
fiscalização de obras públicas integrantes do orçamento da união
referentes ao exercício de 2012. Brasília: TCU.
Os casos omissos serão resolvidos pelo Secretário de Educação e Cultura do GODF,
ouvida a Comissão Organizadora.
Brasília – DF, em 31 de agosto de 2015.
Luiz Gonzaga da Rocha
Secretário de Educação e Cultura
Presidente da Comissão Organizadora do Concurso
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Regras para Apresentação e Formatação das Monografias