PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS – EAD Sumário 1.- INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS 1.1 Identificação da IES 1.2 Missão Institucional 1.3 Visão Institucional 1.4 Objetivos Institucionais 1.5 Valores 1.6 Caracterização Regional 2. PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS 2.1. Justificativa da oferta do curso 2.2 Finalidades e objetivos do curso 2.3. Perfil Profissional de Conclusão 3. Corpo docente 3.1 Perfil do corpo docente 4. Concepção Pedagógica 4.1 Organização Didático-Pedagógica 4.2 Estágio 4.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 4.4 Atividades Complementares (ATC) 4.5 Pesquisa 4.6 Iniciação Científica 4.7 Organização das atividades de extensão 4.7 Políticas e Práticas de Educação a Distância 4.8 Informática 4.9 Ouvidoria 4.10 Do Núcleo Docente Estruturante (NDE) 4.11 Núcleo de Prática Acadêmica (NPA) 4.12 Seleção de Conteúdos 4.13 Princípios Metodológicos 4.14 Práticas Pedagógicas Inovadoras 5. Perfil do Egresso 6. Diretrizes e Políticas Institucionais 6.1. Políticas de Ensino 6.2. Políticas de Pesquisa 6.3. Políticas de Extensão 6.4 Políticas de Gestão 6.5 Do Extraordinário Aproveitamento de Estudos 7. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 1.- INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS 1.1.- Identificação da IES A FACULDADE DE TECNOLOGIA DE RIO CLARO - CBTA (Centro Brasileiro de Tecnologia Aplicada), instituição de ensino superior com limite territorial de atuação circunscrito ao município de Rio Claro, estado de São Paulo, situada na Rodovia Washington Luiz Km 173,3 - Rio Claro - Estado de São Paulo, é mantida pelo INSTITUTO DE ENSINO DE RIO CLARO E REPRESENTAÇÕES LTDA (IERC), pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob nº. 05.143.059/0001/52, com sede e foro no mesmo local acima, é regida pela Constituição Federal, pela legislação de Ensino Superior, pelo Estatuto da Mantenedora e por este Regimento. 1.2. Missão Institucional Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, permitindo a educação para todos e a inserção social, por meio da qualidade do ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e apoio estudantil, por meio das parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento das necessidades da comunidade. 1.3.- Visão Institucional Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, permitindo a educação para todos e a inserção social por meio da qualidade de ensino e da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e de apoio estudantil, por meio de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da comunidade, incentivando, ainda, a continuidade de estudos. 1.4.- Objetivos Institucionais O CBTA tem por objetivos: - formar profissionais e especialistas em nível superior nas diferentes modalidades de ensino para a inserção nos setores profissionais, na participação do desenvolvimento da sociedade brasileira e colaborar na sua formação contínua; - contribuir para o fortalecimento da solidariedade humana através do cultivo dos valores educacionais, culturais, morais e cívicos; - oferecer oportunidades de atualização nos campos de conhecimento e técnicas correspondentes aos cursos ministrados; - estimular o desenvolvimento cultural tanto da comunidade acadêmica quanto regional; - realizar pesquisas que contribuam para o desenvolvimento tecnológico; - oferecer extensão do ensino e da pesquisa à comunidade através de cursos e serviços especiais. O CBTA, visando o credenciamento como Centro de Educação Tecnológica, deverá: - Consolidar cursos superiores de tecnologia, atendendo às contínuas transformações da sociedade e do mercado de trabalho; - Implementar novos cursos superiores de graduação na área de tecnologia; - Implementar, de forma prudente e gradativa, cursos de formação de professores; - Atender às demandas da sociedade referente à educação profissional de nível técnico e educação contínua; - Implementar a pesquisa tecnológica; - Implementar cursos de pós-graduação; - Estabelecer parcerias que organizem uma rede de interconexões entre o ensino profissional e as organizações empresariais correspondentes às áreas de atuação da Instituição; - Estabelecer parcerias com outras instituições de ensino no Brasil; - Prestar serviços educacionais e de pesquisa tecnológica à comunidade. 1.5.- Valores No desempenho de sua missão, o CBTA se orientará pelos princípios de justiça e ética, valorizando: - A competência; - O profissionalismo; - A participação; - O espírito de equipe; - A solidariedade; - A disciplina; - A integridade; - A eficiência; - O respeito: - a hierarquia; - ao indivíduo; - à Instituição. 1.6 Caracterização Regional A IES é localizada na Cidade de Rio Claro, Interior de São Paulo, a 170 Km de São Paulo, a 90 Km de Campinas, importante pólo tecnológico, a 50 Km de São Carlos, centro tecnológico. A região é composta por várias cidades de porte médio, com ampla atividade nos setores agroindustriais (cana de açúcar, metal mecânico, bens de consumo duráveis, entre outros setores de relevância industrial e nos setores de serviços e ramos comerciais). Entre os investimentos previstos e em curso, com reflexo direto e indireto na região de atuação podem ser apontados: concessão ao setor privado de mais de 5 mil km de rodovias estaduais; transferência à iniciativa privada de toda a malha ferroviária do Estado; privatização comercial da Hidrovia Tietê-Paraná; construção das Companhias Elétricas em todos os municípios paulistas; construção do gasoduto Brasil-Bolívia; Distribuição de gás encanado – com recursos superiores a 500 milhões pela Comgás e 120 milhões pela Gás Brasiliano; privatização do sistema de telefonia; construção de termelétricas – com previsão de investimentos de US$ 300 milhões pela norte-americana Duke Energy Internacional; operações de rede de fibra-ótica, com fechamento de contratos por todas as empresas concessionárias das rodovias paulistas. O processo de desenvolvimento da Economia e da Sociedade Brasileira, sua inserção no mundo Globalizado, dependem, entre outros fatores, da capacidade de qualificação e articulação das pessoas, e das organizações, sejam elas públicas e ou privadas, e da sociedade como um todo. A interlocução e interação desses atores podem promover o desenvolvimento eficiente e sustentável de uma região, e do próprio País. Em função da crescente necessidade de mecanismos eficientes de gestão na esfera pública e privada, as organizações, tem buscado desenvolver métodos e ferramentas capazes de provocar repercussões positivas na econômica, política, e na sociedade. No âmbito regional vemos uma localidade totalmente em sintonia com o cenário descrito que tem grandes empresas do setor privado, na Indústria, no comércio varejista, nos setores logísticos, visto a sua ótima localização geográfica, proximidade com grandes centros, com eixos centrais de estradas de rodagem, ferrovia e transporte aéreo. O Curso Superior de Tecnologia em Recursos Humanos corresponde a essa demanda por pessoal especializado, com conhecimento técnico, formando profissionais com competências e habilidades técnicas nas áreas de RH, constituindo-se em uma forma eficiente de inserção de novos e qualificados profissionais no mercado de trabalho brasileiro, contribuindo para que esses profissionais tenham uma visão ampliada do ambiente empresarial e capacitação técnica para atuação nas áreas específicas. A pressão competitiva tem forçado muitas empresas a estabelecerem suas iniciativas e objetivos estratégicos dentro de um ambiente balizado pelas competências centrais da organização e as relações necessárias para o funcionamento ideal da área de RH, visto que esta área talvez seja o maior diferencial competitivo das organizações que comercializam produtos e serviços. Sem adequada gestão organizacional ou Gestão de Pessoas, baseadas em regimes holísticos e harmônicos onde direitos e deveres são contratados e aceitos por todo o corpo funcional da organização. Além disso, essas competências internas precisam estar relacionadas com os reais valores dos clientes, a partir dos quais devem ser estabelecidas as prioridades organizacionais e definidos os objetivos estratégicos. Como os valores reais dos clientes variam com o passar do tempo, o ambiente competitivo torna-se dinâmico, havendo necessidade de um alinhamento perfeito entre os objetivos estratégicos, a capacidade de mensurar resultados de ações desenvolvidas no sentido de alcançar esses objetivos e o sucesso operacional. 2.- PROJETO PEDAGÓGICO – CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS 2.1. Justificativa da oferta do curso O processo de desenvolvimento da Economia e da Sociedade Brasileira, sua inserção no mundo Globalizado, dependem, entre outros fatores, da capacidade de qualificação e articulação das pessoas, e das organizações, sejam elas públicas e ou privadas, e da sociedade como um todo. A interlocução e interação desses atores podem promover o desenvolvimento eficiente e sustentável de uma região, e do próprio País. Em função da crescente necessidade de mecanismos eficientes de gestão na esfera pública e privada, as organizações, tem buscado desenvolver métodos e ferramentas capazes de provocar repercussões positivas na econômica, política, e na sociedade. O Ensino tem papel fundamental como ferramental para o desenvolvimento humano, do conhecimento humano, como agente de transformação da realidade individual e coletiva. No Século XIX deve ser capaz de utilizar novas configurações tecnológicas que estão sendo construídas e incorporadas à Sociedade. A Tecnologia não é uma ferramenta em si, mas uma das formas de intensificação da interação entre as informações, as pessoas, as organizações, as regiões geográficas e a Sociedade. O processo incessante de Globalização Econômica, de propulsão “a jato” da Tecnologia da Informação e conseqüente propagação global das informações, dos conceitos, da cultura, e dos métodos de gerenciamento empresarial. Este contexto faz com o Brasil tenha a necessidade crescente de inserção global. Hoje atingimos o Status de País Emergente, os BRICS, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, temos a sexta maior economia mundial, mas temos, contudo, desequilíbrios de renda e estrutura que nos colocam em incomodas posições quando falamos em Índice de Desenvolvimento Humano, indicadores Socioeconômicos. Alinhado a este cenário temos um processo em curso de redesenho do papel do Estado na Sociedade brasileira, de combate a corrupção no campo político, de organização da estrutura organizacional do setor público, de estruturação de projetos e ações para desenvolvimento, ou seja, estamos inseridos em um processo de mudanças estruturais em curso, e em alguns setores sem um formato institucional definido, em um ambiente fervoroso de discussões e interesses diversos. No âmbito regional vemos uma localidade totalmente em sintonia com o cenário descrito que tem grandes empresas do setor privado, na Indústria, no comércio varejista, nos setores logísticos, visto a sua ótima localização geográfica, proximidade com grandes centros, com eixos centrais de estradas de rodagem, ferrovia e transporte aéreo. É notória, a necessidade do investimento crescente na capacitação e qualificação do seu capital intelectual, a incorporação contínua de tecnologia e a demanda por qualidade de serviços o que cria nas instituições a demanda por quadros com maior grau de conhecimento especializado e de capacidade de trabalho em equipe, “team work”. A grande variedade de conhecimentos que se fazem obrigatórios aos funcionários já é tanta que impossibilita às empresas o treinamento do pessoal de que necessita. O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos corresponde a essa demanda por pessoal especializado, com conhecimento técnico, formando profissionais com competências e habilidades técnicas nas áreas de gestão de recursos humanos, constituindo-se em uma forma eficiente de inserção de novos e qualificados profissionais no mercado de trabalho brasileiro, contribuindo para que esses profissionais tenham uma visão ampliada do ambiente empresarial e capacitação técnica para atuação nas áreas específicas. A pressão competitiva tem forçado muitas empresas a estabelecerem suas iniciativas e objetivos estratégicos dentro de um ambiente balizado pelas competências centrais da organização e as relações necessárias para o funcionamento ideal da área de Gestão de Recursos Humanos, visto que, o Capital Humano talvez seja o maior diferencial competitivo das organizações. Sem adequada gestão organizacional ou Gestão de Pessoas, baseadas em regimes holísticos e harmônicos onde direitos e deveres são contratados e aceitos por todo o corpo funcional da organização. Além disso, essas competências internas precisam estar relacionadas com os reais valores dos clientes, a partir dos quais devem ser estabelecidas as prioridades organizacionais e definidos os objetivos estratégicos. Como os valores reais dos clientes variam com o passar do tempo, o ambiente competitivo tornase dinâmico, havendo necessidade de um alinhamento perfeito entre os objetivos estratégicos, a capacidade de mensurar resultados de ações desenvolvidas no sentido de alcançar esses objetivos e o sucesso operacional. O processo decisório que acompanha a gestão das empresas passou a depender da existência de recursos humanos preparados para gerir as fases de planejamento, implementação e controle das atividades. Num país de dimensões continentais como o Brasil, o aumento da demanda por Trabalhadores Qualificados e Preparados torna-se ainda mais crítico uma vez que a dimensão de gestão de recursos humanos alcança regiões não cobertas por escolas que formem esse tipo de profissional especializado, concentrando-se nas regiões mais industrializadas. Dessa forma, seria extremamente importante a implantação de um Curso Superior em Tecnologia em Recursos Humanos na modalidade EaD, o que irá permitir a formação de profissionais qualificados para atuação em todas as regiões do país. A planifição geral de todas as áreas de Gestão de Recursos Humanos e o estudo amplo da sua especificidade e atuação contribui de forma decisiva para a formação de qualidade dos recursos humanos, que serão formados pelo curso EaD em Recursos Humanos a ser oferecido pelo sistema virtual, o qual será muito importante para a eficiência, eficácia, efetividade e produtividade dos sistemas de Gestão de RH, com conseqüências e reflexos bastante positivos para os formandos nesse cursos e em última instância para a economia nacional. 2.2. Finalidades e objetivos do curso Preparar profissionais competentes para atuar na área de Recursos Humanos, com capacitação para ter uma visão holística dos ambientes organizacionais, e de desenvolver os processos inerentes às responsabilidades da área, como área de apoio e de prestação de serviços, assim como preparar profissionais para que ocupem cargos de liderança (em níveis de coordenação, supervisão e gerência) para atuarem como gestores. Profissionais de Recursos Humanos Planejamento Estratégico de Recursos Humanos: Abordagem de aspectos da contribuição dos indivíduos para o sucesso empresarial como: Apoiar-se nos Recursos Humanos, identificando-os como o componente que dinamiza, de forma criativa, a organização na direção da sua realização. Prover a capacitação a curto, médio e longo prazo de modo a assegurar a eficácia da continuidade empresarial. Proporcionar aos funcionários oportunidades de desenvolvimento profissional e de carreira. Contribuir para que as gerências assumam com êxito suas responsabilidades sobre a gestão dos Recursos Humanos. Subordinar a visão técnica às novas exigências do ambiente externo, do contexto organizacional e das expectativas dos funcionários. Dimensionar qualitativa e quantitativamente os Recursos Humanos da organização de forma a atingir os resultados esperados quanto à produtividade e custos. Recrutamento e Seleção de Pessoal: Planejamento e aplicação de técnicas de Recrutamento e Seleção de Pessoal, de maneira a atender as necessidades da organização, detectadas junto ás gerências, buscando desenvolver fontes de recrutamento externo, assim como processos de recrutamento interno que possibilitem oportunidades de crescimento profissional para os funcionários, através do desenvolvimento de planos de sucessão condizentes com os objetivos da organização. Rotinas de Pessoal: Desenvolvimento e elaboração de todas as rotinas operacionais como: operacionalização da Folha de Pagamentos; Cálculos e Recolhimentos de Encargos Sociais e Previdenciários; Elaboração de CAGED, RAIS, DIRF e Informes de Rendimentos; Apropriação de Horas Trabalhadas; Programação, provisão e Cálculo de Férias e 13º Salário; Verbas Rescisórias e Homologações. Remuneração Indireta: Planejamento e aplicação de Políticas de Benefícios que venham a atender os anseios dos funcionários, proporcionando mais conforto e qualidade de vida, respeitando os Acordos Coletivos de Trabalho firmados pela categoria, assim como as condições financeiras da organização. Neste aspecto deverá ter habilidade para buscar sempre as melhores condições através de negociações que atendam as expectativas da organização e dos beneficiários. Cargos e Salários: Desenvolver uma Política de Cargos e Salários através da definição de uma Estrutura de Cargos e da Descrição e Avaliação de Cargos, comparadas com o mercado através de pesquisas e condizentes com o porte e condições financeiras da organização, de maneira a oferecer uma remuneração justa aos funcionários, incluindo ainda, quando possível, Planos de Participação nos Lucros e Remuneração Variável. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal: Desenvolver uma Política e um Plano de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal de acordo com os objetivos da organização a curto, médio e longo prazo, baseado em um Levantamento de Necessidades de Treinamento apoiado por um Plano de Avaliação de Desempenho e por um Plano de Sucessão baseado na Estrutura de Cargos, considerando cargos críticos e cargos-chave para os processos executados pela organização. O Plano de Desenvolvimento de Pessoal deve também contemplar os programas participativos, de comunicação empresarial e de conscientização para a Qualidade. Relações Trabalhistas: Capacidade para interagir nas Negociações Sindicais de maneira a atender os interesses tanto da organização quanto dos empregados, assim como entender, interpretar e aplicar a Legislação Trabalhista, Previdenciária e Constitucional pertinente a cada caso. Higiene, Segurança e Saúde Ocupacional: Capacidade de, embora se trate de áreas com formações específicas, interagir e gerenciar este processo, de acordo com a Legislação vigente atendendo a todas as Normas Regulamentadoras. Observação: O profissional formado em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos deverá ser capaz de assumir tanto funções específicas em cada um dos processos acima citados, como Analista ou Supervisor ou Coordenador de Recursos Humanos, de Cargos e Salários, de Treinamento, de Recrutamento e Seleção e de Rotinas de Pessoal como em caráter geral, até atingir, gradativamente, cargos gerenciais e estratégicos nas organizações que requeiram a gestão de pessoas. Deverá também ter competência para atuar em cargos de supervisão e gerência de qualquer seguimento empresarial, aplicando as políticas elaboradas pela área de Recursos Humanos, de maneira a manter um clima de motivação e produtividade entre seus colaboradores. 2.3. Perfil Profissional de Conclusão O profissional formado pelo curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos deverá ter competência e habilidades para elaborar e colocar em prática um Planejamento de Recursos Humanos, abrangente, e que permita o dimensionamento dos Recursos Humanos da organização a curto, médio e longo prazo, a partir da definição da estrutura de cargos, descrição de cargos e determinação de requisitos necessários à sua ocupação, assim como da elaboração de um Plano de Sucessão a partir da definição de cargos-chave e cargos-críticos para o desempenho satisfatório da organização. O Planejamento deverá contemplar todos os processos da área de Recursos Humanos, permitindo as ações referentes a cada um deles, de forma que a organização possa contar com técnicas atualizadas, mantendo seus Recursos Humanos atuantes, motivados e envolvidos em um Clima Organizacional favorável à produtividade e qualidade dos produtos e serviços oferecidos. O profissional poderá atuar tanto em cada um dos processos isoladamente, quanto no gerenciamento de toda a área, isto vai depender das características, do seguimento de atuação e do porte da organização, sejam elas públicas, privadas e de qualquer porte (microempresa, empresa de médio ou de grande porte). Poderá também atuar em empresas prestadoras de serviços especializados ou como profissional autônomo prestando consultoria para pequenas e médias empresas, assim como especialista em um ou mais dos processos inerentes à área. O profissional formado pelo curso de Gestão de Recursos Humanos deverá ter as seguintes competências: Colocar em prática um Planejamento de Recursos Humanos. Dimensionar os Recursos Humanos da organização a curto, médio e longo prazo. Identificar a estrutura de cargos ideal para o porte da empresa. Elaborar o Plano de Sucessão baseado na identificação de cargos – chave e críticos. Conhecer e atuar em todos os processos da Área de Recursos Humanos. Desenvolver técnicas atualizadas capazes de manter os funcionários motivados. Desenvolver programas que contribuam para a melhoria do Clima Organizacional. Conduzir as ações de Recursos Humanos no sentido de atender o Planejamento Estratégico de organização. Atuar em empresas de qualquer seguimento de atuação no mercado. Poderá também atuar como gestor de qualquer área da organização e em qualquer seguimento de negócios, entendendo e aplicando de maneira adequada às políticas elaboradas pela área de Recursos Humanos e adotada pela organização. A) Nível Estratégico: Conhecimento amplo da Área de Recursos Humanos e suas interfaces; Capacidade de diagnosticar oportunidades e soluções de âmbito da área de pessoal; Capacidade de planejar, desenvolver e implantar projetos colaborativos internamente e ao longo da organização; Possuir visão integrada e com enfoque sistêmico, de modo a obter sinergia, motivação; Capacidade de organizar projeto de curto, médio e longo prazo para captar e reter talentos pela empresa; Assim como as demais áreas manter foco no cliente, no processo e em resultados, com o objetivo de obter níveis de serviços e custos competitivos; Conhecimento da potencialidade de utilização de ferramentas gerenciais e de sistemas de gestão e informação integrados; Possuir espírito empreendedor e capacidade de negociação; Possuir habilidade e conhecimento para balancear adequadamente teoria e prática; Ser integrador e possuir coeficiente emocional compatível com o cargo; Pensar e agir não somente em curto prazo, mas, também – e especialmente – a médio e longo prazo; Possuir capacidade de comunicação e flexibilidade para adaptar-se aos diferentes contextos; B) Nível Tático: Capacidade de liderar projetos; Possuir visão integrada e com enfoque sistêmico; Possuir espírito empreendedor e capacidade de negociação; Possuir flexibilidade para adaptar-se e interagir com as diferentes áreas da empresa e segmentos de mercado; Desenvolver e usufruir de modernas ferramentas de gestão e de informações gerenciais; Possuir capacidade analítica e abstração numérica para o desenvolvimento e utilização de modelos matemáticos; Facilidade de comunicação, liderança e trabalho em equipe; Ser integrador e possuir equilíbrio emocional; Ter capacidade para tomadas de decisão rápidas e adequadas. C) Nível Operacional: Ser especializado e dispor de conhecimentos para a utilização e aplicação de ferramentas e dispositivos tecnológicos de operação e controle da área de recursos humanos. Ter competência e habilidade para atuar nas áreas de recursos humanos. D) Caráter Geral: Capacidade para entendimento e posicionamento sobre a Carreira, possibilitando uma escolha equilibrada e com visão de longo prazo; Facilidade de comunicação e capacidade de trabalho em equipe; Treinamento e reciclagem permanentes; Comprometimento e atitude pró-ativa; Manter foco no cliente (interno e externo) e nos resultados da unidade e da empresa; Estar sempre atualizado e informado (especialmente para os níveis estratégico e tático); Possuir atitude colaborativa. 2.4. Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação) As unidades curriculares estão organizadas em módulos, com duração de 50 (cinqüenta) dias letivos. O curso é constituído de 8 módulos com carga horária máxima de 200 horas por módulo. O aluno poderá organizar o desenvolvimento do curso quando da sua implantação total, ou seja, quando todos os módulos estiverem sendo oferecidos. Após o processo seletivo, o aluno poderá optar por qualquer módulo que esteja sendo oferecido, respeitado o número de vagas existentes e/ou aprovadas para o curso cursando-as em qualquer ordem. Desta forma, o aluno pode, por opção, montar seu percurso de formação de acordo com suas necessidades e/ou interesses, sendo que só será permitido ao aluno ingressar em um novo módulo quando concluir todas as Unidades Curriculares do módulo que está cursando. Ao concluir cada um dos módulos o aluno terá direito ao certificado correspondente. A conclusão de todos os módulos (quatro), com seus respectivos componentes curriculares dá o direito ao Diploma de Curso Superior em Tecnologia em GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS. Grade Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos: Unidade Curricular CH SEM Técnicas de Comunicação e Metodologia da Pesquisa Métodos Quantitativos Fundamentos de Gestão de Recursos Humanos TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Tecnologia da Informação Técnicas de Gestão e Empreendedorismo Comportamento e Cultura Organizacional TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Orçamento de RH e Terceirização Legislação Trabalhista e Rotinas de Pessoal Ética e Responsabilidade Pessoal TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Técnicas de Recrutamento e Seleção Segurança do Trabalho e Patrimonial Saúde Ocupacional TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Planejamento de Recursos humanos Remuneração Direta e Indireta Competências Especiais TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Relações Trabalhistas e Sindicais Jogos de empresas e administração de conflitos Gerenciamento de pessoas e Liderança TOTAL DO MÓDULO 10 10 5 25 Treinamento e Desenvolvimento de RH Psicologia das Relações Humanas Legislação Previdenciária Treinamento e Desenvolvimento de RH 10 10 5 25 Avaliação de Desempenho e Gestão de Carreira Endomarketing Gestão do Conhecimento TOTAL DO MÓDULO TOTAL GERAL 10 10 5 25 200 AULAS AULAS CH Professor Responsável TEÓRICAS PRÁTICAS TOTAL Módulo – Fundamentos 3 1 80 Prof. Ricardo Luís Bruno 3 1 80 Prof. Ana Lucia Castro Pimenta de Souza 1 1 40 Prof. Reginaldo Silva 7 3 200 Módulo – Certificado em Gestão Empresarial 3 1 80 Prof.. Roberto Joseph Didio 3 1 80 Prof. Jeane Meneghelli 1 1 40 Prof. Pablo Nascimento Beloni 7 3 200 Módulo – Certificado em Orçamento e Legislação 3 1 80 Prof. Marco Schio 3 1 80 Prof. Reginaldo Silva 1 1 40 Prof. Ricardo Luís Bruno 7 3 200 Módulo – Certificado em Recrutamento e Segurança 3 1 80 Prof. Rilke Cegagno 3 1 80 Prof. João Renato Alves dos Santos 1 1 40 Prof. Nilson Zanella 7 3 200 Módulo – Certificado em Planejamento e Remuneração 3 1 80 Prof. José Augusto Pereira Ribeiro 3 1 80 Prof. João da Cunha Antunes 1 1 40 Prof. Jeane Meneghelli 7 3 200 Módulo – Certificado em Gestão de Relacionamento 3 1 80 Prof. João Renato Alves dos Santos 3 1 80 Prof. José Augusto Pereira Ribeiro 1 1 40 Prof. Eliana L. Rodrigues 7 3 200 Módulo – Certificado em Desenvolvimento e Psicologia 3 1 80 Prof. Rilke Cegagno 3 1 80 Profa. Maria Teresa Volpato 1 1 40 Prof. Marcos César Botelho 7 3 200 Módulo – Certificado em Mobilização Interna 3 1 80 Prof. Eliana L. Rodrigues 3 1 80 Maria Helena Myczkowski 1 1 40 Prof. Jeane Meneghelli 7 3 200 56 34 1600 NDE TITULAÇÃO JORNADA DE TRABALHO S N N Doutor Mestre Especialista Parcial Parcial Horista S N N Doutor Especialista Especialista Integral Horista Horista N N S Especialista Especialista Doutor Horista Horista Parcial N N N Especialista Mestre Especialista Parcial Horista Horista S S N Mestre Especialista Especialista Parcial Parcial Horista N S N Mestre Mestre Especialista Horista Parcial Horista N S S Especialista Mestre Doutor Parcial Parcial Horista N N N Especialista Mestre Especialista Horista Parcial Horista Coordenador do Curso Nome José Augusto Pereira Ribeiro CPF 108.013.868-45 Titulação Mestre Regime de Trabalho Parcial 3.1Perfil do Corpo Docente: TITULAÇÃO Nº DOCENTES % JORNADA DE TRABALHO Nº DOCENTES % CORPO DOCENTE MESTRE DOUTOR 3 19 5 31 CORPO DOCENTE HORISTA PARCIAL 8 50 7 44 ESPECIALISTA 8 50 INTEGRAL 1 6 4. Concepção Pedagógica 4.1 Organização Didático-Pedagógica O planejamento didático-pedagógico da IES atende as normas para a Educação Superior emanadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e contempla as necessidades das comunidades interna, regional e nacional. Objetiva estabelecer critérios gerais para definição dos projetos pedagógicos dos cursos novos e fundamentos para a revisão dos projetos dos cursos em andamento, enfatizando a busca da participação efetiva dos docentes, discentes e comunidade externa e a consideração dos resultados do processo de avaliação institucional para a atualização das propostas. São órgãos da administração da IES: - Conselho Técnico Profissional; - Diretoria; - Coordenação de Curso. São órgãos de Apoio Acadêmico: - Secretaria; - Tesouraria; - Biblioteca; - Zelador ia; - Informática; - Ouvidor ia; - Núcleo Docente Estruturante (NDE); - Núcleo de Pratica Acadêmica (NPA); - Instituto Superior de Educação (ISE); - dos demais serviços. 4.2 Estágio O estágio curricular não e exigido para o curso, porem, havendo interesse de alunos, e realizado ao longo do curso de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e nao-escolares que ampliem e fortaleçam atitudes éticas, conhecimentos e competências: Considera-se Estagio Supervisionado a atividade de complementação acadêmica nos moldes estabelecidos pela legislação vigente. O aluno deve relacionar as atividades observadas à fundamentação teórica previa ou simultaneamente adquirida. Tal como estabelecido na legislação, sua realização e obrigatória e o não cumprimento da disciplina impede o aluno de obter o registro de seu diploma. Portanto, o Estagio Supervisionado tem como finalidade básica proporcionar a complementação da formação acadêmica e, ao mesmo tempo, permite que o aluno tenha acesso ao seu futuro campo de atuação profissional e um contato direto com questões praticas e teóricas, através do cumprimento de determinado numero de horas, conforme estabelece o currículo do curso. Um grupo de professores supervisionara e orientara os estágios curriculares obrigatórios dos alunos, devendo desses atos serem elaborados os relatórios semestrais e final de estagio, que, conforme formação previa devera conter: „h Plano de estagio, „h Histórico da organização, „h Perfil da organização e, „h Diagnostico da organização. O Estagio e regido por regulamento próprio, devidamente aprovado pelos órgãos colegiados da Instituição e mantêm como seus anexos, os seguintes documentos: I - Regulamento de Acordo de Estagio (Empresa x Escola); II - Termo de Compromisso de Estagio (Escola x Aluno x Empresa); III - Cartilha do Estagiário (informações resumidas sobre a Lei 11.788/2008); IV - Kit de Estagio (modelos de requerimentos e outros). 4.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) não e exigido para o curso, porem, havendo interesse de alunos segue uma regulamentação: O TCC consiste na investigação através da pesquisa ou da extensão sobre contexto pertinente ao curso em que o aluno esteja matriculado e sob a orientação de um ou mais professor, especialmente designado para esses trabalhos, como Orientador de TCC. O TCC tem como objetivos demonstrar os conhecimentos adquiridos pelo aluno; estimular a produção cientifica; doutrinar o manuseio de bibliografia especializada; aprimorar a capacidade de interpretação; e discernir de forma critica a área de formação. A coordenação do TCC esta a cargo do Núcleo de Pratica Acadêmica (NPA), que dispõe de pessoal e instalações adequadas para organizar, orientar, supervisionar e avaliar sua realização, sendo regida por regulamento próprio, devidamente aprovado pelos órgãos colegiados da IES. O TCC deve ser elaborado sob a orientação de um ou mais professores pertencentes ao corpo docente da IES, podendo o acadêmico contar com a colaboração de profissional, devidamente autorizado pela Coordenação. O vinculo do Orientador de TCC com o discente tem inicio a partir da protocolização, junto ao NPA, do Termo de Aceite, e do Projeto de TCC, assinados pelas partes (orientador e orientando). Fica vedado ao aluno protocolizar TCC sem o cumprimento de, pelo menos, a metade do período de integralização curricular. A alteração do tema protocolizado do TCC poderá ser procedida na seguinte forma: I - ser submetido e aprovado pelo do Coordenador de TCC; II - haver a anuência do Orientador de TCC e de seu interesse na continuidade na orientação, ou, ainda, em substituição, a concordância de outro Orientador de TCC devidamente aprovado pelo NPA. Alterações definidas pelo Orientador de TCC como não comprometedoras as linhas fundamentais do projeto original são toleradas a qualquer tempo. O relatório final do TCC pode ser apresentado sob a forma de artigo aprovado para publicação em Revista Cientifica, comunicação oral e painel em eventos de natureza cientificam da Faculdade ou outra instituição. Segundo o regulamento especifico os critérios adotados para avaliação de TCC são: a) APRESENTACAO DO TEXTO: Postura, recursos didáticos utilizados, exposição clara, linguagem apropriada; b) INDEPENDENCIA INTELECTUAL: Habilitado para apresentar-se perante Banca Examinadora e o uso de prazos; c) APRESENTACAO FORMAL: Obediência às normas técnicas, Referencia bibliográficas, Apresentação correta de citações e notas de rodapé, Margens, recuos, tamanho de letra, número de paginas, Importância do tema na área envolvida/enfoque; d) RELEVANCIA DO TEMA: Esgotamento dos problemas Propostos; e) DELIMITACAO DO TEMA: Contextualização do problema; f) FUNDAMENTACAO: Embasamento teórico preciso, Clareza do método utilizado, Identificação clara das fontes utilizadas/citadas, Coerência entre argumentos e resultados apresentados, Adequação e correto uso da metodologia escolhida para a pesquisa; g) METODOLOGIA UTILIZADA: Revisão bibliográfica e Documental completa e atual. 4.4 Atividades Complementares (ATC) As Atividades Complementares (ATC) são regidas pela articulação entre pesquisa e extensão, da ética profissional, da defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania, da interdisciplinaridade e da integração entre corpo discente, docente e comunidade. Define-se como ATC a participação do aluno em cursos, pesquisa, extensão, seminários, simpósios, congressos, conferencias, monitoria, iniciação cientifica e disciplinas não previstas no currículo pleno do curso em que o (a) discente encontra-se matriculado. Alem das disciplinas teóricas e práticas, a Faculdade proporciona ao aluno a oportunidade de realizar uma trajetória, autônoma e particular, paralela ao desenvolvimento do currículo que são as ATC. As ATC têm a função de oferecer subsídios para que o aluno possa aprimorar o conhecimento por meio de atividades desenvolvidas fora do espaço escolar. A carga horária obrigatória para as Atividades Complementares do Curso e mínima de 100 horas. O Regulamento de ATC explicita detalhadamente como se deve dar o cumprimento da carga horária exigida (Disponível no site www.uniesp.edu.br). A comprovação do cumprimento da carga horária das atividades complementares se fará pela apresentação dos documentos respectivos, dentro do prazo estabelecido no calendário letivo e na forma do Regulamento próprio. Os professores designados para essas atividades, contam com o suporte do Núcleo de Pratica Acadêmica (NPA). O Curso oferece, durante cada um dos períodos letivos, palestras e seminários com o objetivo de permitir que os alunos possam cumprir parte da carga horária das Atividades Complementares. Com a finalidade de promover projetos de extensão envolvendo alunos e Coordenadores do Curso, promove freqüentes ações e articulações, diretamente ou por convênios, com entidades publicas e privadas, incluindo a prestação de serviços à comunidade. Outra atividade complementar prevista e o oferecimento opcional da disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) com carga horária de 40hs. 4.5 Pesquisa A IES incentiva a pesquisa por meio de atividades desenvolvidas pelas unidades curriculares, para a execução do projeto pedagógico. Os projetos de pesquisa são coordenados pelos Coordenadores de cursos a que estejam afeta sua execução. 4.6 Iniciação Cientifica Os docentes são guiados para despertar e incentivar o interesse pela pesquisa, abordando temas que despertam maior interesse nos alunos. O desenvolvimento desses trabalhos será sob orientação docente. Almeja-se que desses trabalhos surjam conteúdos passiveis de serem apresentadas em congressos, publicados em revistas cientificas, apresentação de painéis, etc.. 4.7 Organização das atividades de extensão A relação entre a Faculdade e a comunidade, por meio da extensão, visa possibilitar a compreensão, assimilação e a produção de novos conhecimentos que impulsionem mudanças no meio social. Esta articulação estrutura-se a partir da produção de um saber socialmente construído, voltado ao atendimento dos interesses da comunidade e a valorização do estudo teórico prático, que contribua para a construção da cidadania e o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da região. A extensão contempla as seguintes dimensões: Uma pratica educacional que promova a interface entre a faculdade e a sociedade com vistas à reflexão, fundamentação, problematizarão e busca de possíveis respostas as questões sociais. A relação dialética entre teoria e pratica como dimensão pedagógica de formação profissional que permita a interação entre a faculdade e a comunidade para a retroalimentação do saber cientifico e tecnológico. A relação encher, multi e transdisciplinar entre as áreas de conhecimento visando à formação integral. Os projetos de extensão organizam-se com base nas pesquisas referentes à demanda interna e externa e nas políticas educacionais da instituição, abrangendo as seguintes atividades: a) Implementar as políticas de estagio, praticas profissional e atividades complementares; b) Possibilitar a formação de Grupos de Estudos e Trabalho de Extensão Acadêmica; c) Participar na elaboração da política e da estrutura de funcionamento da extensão acadêmica, considerando os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelos Grupos de Extensão Acadêmica; 4.8 Políticas e Práticas de Educação à Distância Com base na legislação vigente, a instituição pode introduzir em sua organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas do currículo na modalidade semi-presencial. A implementação deste recurso e apontada na Portaria nº. 4.059, de 2004: (...) caracteriza-se a modalidade semi-presencial como quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na auto-aprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação que utilizem tecnologias de comunicação remota. ¡± 2o Poderão ser ofertadas as disciplinas referidas no caput, integral ou parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse 20 % (vinte por cento) da carga horária total do curso. ¡± 3o As avaliações das disciplinas ofertadas na modalidade referida no caput serão presenciais. ¡± 4o A introdução opcional de disciplinas previstas no caput não desobriga a instituição de ensino superior do cumprimento do disposto no art. 47 da Lei no 9.394, de 1996, em cada curso superior reconhecido. (Lei no 9.394, de 1.996, art. 81.)¡As Tecnologias de Informação (TI) assumem uma dimensão prioritária na formulação das políticas institucionais para a ampliação da oferta de vagas no nível do ensino de graduação. Por isso, as instituições de ensino superior, cuja função social e aumentar as oportunidades de inclusão da população com dificuldade de acesso a níveis mais avançados de educação, vaiem obrigadas a sua implementação. Dentro do conjunto de alternativas abertas pelas aplicações das tez no campo educacional, a educação a distancia (EaD) oferece possibilidades ilimitadas de democratização do ensino ao quebrar barreiras econômicas e geográficas, dispondo de orçamentos exíguos. O objetivo e produzir uma educação que crie competências e habilidades que possibilite plena autonomia ao egresso, capaz de desenvolver o autoconhecimento continuam e o aprendizado durante toda a vida profissional frente ao competitivo mundo do trabalho. A FAJAU conta com uma plataforma multidisciplinar com experiência em educação a distancia que oferece esse tipo de recurso tecnológico a Instituição. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Educação desenvolveu uma metodologia/plataforma tecedor e criou um Ambiente Colaborativo de Aprendizagem, que utiliza a tecnologia de Internet e recursos/ferramentas tecnológicas síncronas e assíncronas. A metodologia TecEdu permite que alunos on-line sejam integrados a alunos off-line. 4.9 Informática A área de Informática e responsável pela implantação, manutenção e atualização dos sistemas de informação da Faculdade e de toda sua infra-estrutura tecnicopedagogica. Os laboratórios de informática são regidos por regulamento próprio, devidamente aprovado por resolução do Conselho Técnico Profissional. 4.10 Ouvidoria A Ouvidoria da IES tem caráter exclusivo de mediadora nas questões que envolvam a administração da Faculdade, servidores, alunos, a comunidade externa e, naquilo que lhe competir, a Mantenedora. A Ouvidoria e exercida por Ouvidor designado por portaria da presidência da Mantenedora, para exercício de 2 (dois) anos, permitida a recondução. A Ouvidoria e regida por regulamento próprio, devidamente aprovado por resolução do Conselho Técnico Profissional. 4.11 Do Núcleo Docente Estruturante (NDE) O NDE especifica de cada curso de graduação oferecido pela Faculdade, define-se como uma equipe formada por docentes do próprio curso, considerados lidere acadêmicos, cujas atribuições pautam-se no acompanhamento dos processos de concepção e continua atualização do Projeto Pedagógico do Curso, almejando, assim, melhor qualidade, transparência e bem-estar de sua comunidade. O NDE tem como objetivos gerais elaborar e atualizar com freqüência o Projeto Pedagógico de Curso e a composição curricular e interdisciplinar, observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais especifica o Regimento Geral da Instituição e as peculiaridades regionais e nacionais; e contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso. O NDE tem como objetivos específicos: garantir os princípios de igualdade de condições dos alunos para acesso e permanência na escola e de alcançar os níveis graduais e mais elevados do ensino, segundo a desenvoltura individual; estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito cientifico e do pensamento reflexivo; habilitar profissionais nas diferentes áreas de conhecimento, aptos a inserção em seus segmentos profissionais e a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, colaborando na sua formação continua; incentivar o trabalho de pesquisa e investigação cientifica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia; promover e difundir conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e o entendimento do homem e do meio em que vive; estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados e de extensão a comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso, definidas pelo Regimento Interno e pela Comissão Própria de Avaliação (CPA); analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; constituir a integração curricular horizontal e vertical do curso, dando ênfase a possíveis formas de interdisciplinaridade e flexibilidade acadêmica; e. acompanhar o cumprimento das atividades docentes, recomendando ao Diretor, quando necessárias, as adequações e supostas indicações ou substituições. O NDE e constituído por um Presidente e seus membros docentes, mediante aprovação da Congregação, obedecidos os critérios abaixo descritos: mínimo de 5 (cinco) docentes do curso; mínimo de 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; 100% (cem por cento) dos membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral; e mínimo de 20% (vinte por cento) em tempo integral. E priorizada a estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE visando assegurar a continuidade dos trabalhos inerentes, salvo nos casos de renuncia do membro ou de desligamento da Instituição. A Presidência do NDE cabe ao Coordenador do Curso, competindo-lhe: convocar e presidir as reuniões, com direito apenas ao voto de desempate; representar o NDE junto aos órgãos da instituição; distribuir as deliberações do NDE aos órgãos competentes e comunicando, de oficio, o Diretor Acadêmico; designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Núcleo, lavrando-se ata das sessões ocorridas; indicar docente responsável para cada área do saber; e coordenar a integração com os demais colegiados e setores da instituição. A indicação dos membros do NDE e feita pelo Coordenador do Curso ao Diretor Acadêmico, sendo admitidos mediante aprovação e publicação de Portaria, com prazo indeterminado. Ao vincular o docente como membro do NDE, deve-se firmar compromisso de sua permanência ate, pelo menos, o ato de reconhecimento ou da próxima renovação de reconhecimento do curso, respeitada a legislação em vigor e os casos de desligamento. Os membros do NDE reunen-se, ordinariamente, por convocação do seu Presidente, duas vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocados pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. As decisões do NDE são tomadas por maioria simples de votos, com base no numero de presentes, cabendo ao Presidente o voto de desempate, lavrando-se ata da sessão, dando-se conhecimento, de imediato, ao Diretor Acadêmico, mediante recibo. Casos omissos são resolvidos pelo Diretor Acadêmico, cabendo recurso, no prazo Maximo de cinco dias úteis, a Congregação, quando e exaurido o pleito. DOCENTE Robert Joseph Didio Ricardo Luiz Bruno Maria Teresa Volpato João da Cunha Antunes José Augusto Pereira Ribeiro NDE TITULAÇÃO Doutor Doutor Mestre Especialista Mestre JORNADA Integral Parcial Parcial Parcial Parcial 4.12 Núcleo de Pratica Acadêmica (NPA) O NPA define-se como órgão de apoio aos Coordenadores de Curso e disciplina o acompanhamento, supervisão e avaliação, dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos regularmente matriculados nos Cursos de Graduação e que são inerentes às atividades de Estagio Supervisionado, de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e de Atividades Complementares, quando exigidos nos seus Projetos Pedagógicos, respeitadas as competências especificas dos demais órgãos que compõem a administração da IES. O NPA dispõe de pessoal e instalações adequadas para organizar, orientar, supervisionar e avaliar a realização de Estagio, do Trabalho de Conclusão de Curso e das Atividades Complementares. O NPA e regido por regulamento próprio, devidamente aprovado por resolução do Conselho Técnico Profissional. 4.13 Seleção de Conteúdos A seleção dos conteúdos contempla a articulação com as praticas pedagógicas desenvolvidas em sala de aula e a vinculação com as demais unidades curriculares de acordo com a proposta de formação de cada curso ofertado. Um conteúdo e considerado valioso e legitimo quando goza do aval social, por isso a escolha atende não só a critérios psicopedagogicos, mas também a uma idéia de individuo e de sociedade. O currículo apresenta os conteúdos necessários ao desenvolvimento das competências exigidas para o exercício profissional, tratados nas dimensões teórica, procedimental e atitudinal. A seleção dos conteúdos deve considerar os seguintes aspectos: deve promover o desenvolvimento das potencialidades educativas e afetivas que configuram o perfil do egresso; deve ser funcional, aplicável a profissão, ajustado a Instituição, atualizado técnica e cientificamente; deve ser flexível às particularidades dos alunos e possibilitar a integração com conteúdos afins; deve corresponder aos objetivos e competências propostos. 4.14 Princípios Metodológicos Os princípios metodológicos implementados observam o paradigma de ensinoaprendizagem proposto pela atual LDB e os princípios indicados no documento da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, da UNESCO1: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser¨. Estes pressupostos orientam as seguintes praticas: criar, difundir e socializar conhecimentos científicos e tecnológicos; desenvolver os currículos dos cursos na perspectiva da educação continuada e a possibilidade de certificações intermediarias, observando os interesses individuais dos estudantes e a viabilidade pedagógica e administrativa da Instituição; promover o raciocínio critico; prover praticas pedagógicas reflexivas; formar profissionais nas diversas áreas do conhecimento, compromissados com o desenvolvimento socioeconômico e político, regional e nacional; preservar os ideais de ética, responsabilidade, cidadania, solidariedade e espírito coletivo, vinculando-os a vida cotidiana; fomentar a pesquisa cientifica, com vistas ao desenvolvimento tecnológico e social; atender as necessidades regionais e nacionais, mediante serviços específicos a comunidade e relações de parceria; oferecer espaços para consolidação das atividades de extensão; 1 1 Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Diluas. O Relatório este publicado em forma de livro no Brasil, com o titulo Educação: Um Tesouro a Descobrir (UNESCO, MEC, Cortez Editora, São Paulo, 1999). Neste livro, a discussão dos "quatro pilares" ocupa todo o quarto capitulo p. 89-102. A metodologia de ensino deve ser ativa, dinâmica e envolvente, aproximando-se o Maximo possível da realidade do aluno e mobilizando recursos e atividades que facilitem a construção de competências, mediante a integração de teoria e pratica. Este mecanismo de produção do conhecimento implica flexibilidade, autonomia e interdisciplinaridade, necessárias para o desenvolvimento de um currículo por competências. 4.15 Praticas Pedagógicas Inovadoras O conceito de praticas pedagógicas alude a todas as situações em que enervem docentes, discentes, instituição e sociedade com vistas à apropriação e a transferência dos saberes. Esta pratica devem estimular a construção do conhecimento mediante o desenvolvimento de projetos de maneira interdisciplinar. A instituição convoca periodicamente os professores e coordenadores, que possuem conhecimento e experiência profissional na área, para uma reformulação previa ao inicio do semestre letivo. Esta visa uma maior integração entre os docentes e a articulação interdisciplinar das unidades curriculares propostas. Entre as praticas pedagógicas implementadas destacam-se: „h aulas expositivas e dialógicas: articulam-se, sempre que possível, com outras praticas, como a resolução de problemas, aulas de laboratório, atividades acadêmicas complementares, atividades de pesquisa bibliográfica, visitas técnicas, etc.; „h aulas praticas em laboratórios: articulam-se também com outras atividades auxiliando na experimentação teorico-pratica; „h resolução de problemas reais: propõe a vivencia das questões estudadas permitindo aos alunos a compreensão e a proposta de soluções fundamentais de maneira criativa e inovadora; „h desenvolvimento e execução de projetos: contribui para a promoção da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, aproximando o individuo da realidade; „h desenvolvimento de projeto integrador: promove a interdisciplinaridade, a transdisciplinaridade e a articulação entre teoria e pratica, e permite avaliar o aluno sob circunstancias próximas as de um ambiente real. Realiza-se em grupo, ao longo de um período, por etapas definidas e apresentadas por todos os docentes envolvidos; „h professor como mediador: o docente atua como orientador dos alunos e deixa de ser repositório do saber; „h visitas técnicas: oportunizam a contextualização dos conceitos e conhecimentos adquiridos no âmbito acadêmico por meio da observação e identificação dos. Processos em empresas. O aproveitamento dos alunos e avaliado mediante a elaboração de relatórios escritos, exposições individuais ou em grupo, workshops, painel de debates e outras atividades que permitam a demonstração da compreensão dos processos observados; „h workshops: A participação dos alunos nestas atividades devera ser estimulada e avaliada pelos docentes no âmbito das unidades curriculares envolvidas. „h atividades complementares: seminários, minioficinas, etc. 5. Perfil do Egresso O profissional formado pelo curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos deverá ter competência e habilidades para elaborar e colocar em prática um Planejamento de Recursos Humanos, abrangente, e que permita o dimensionamento dos Recursos Humanos da organização a curto, médio e longo prazo, a partir da definição da estrutura de cargos, descrição de cargos e determinação de requisitos necessários à sua ocupação, assim como da elaboração de um Plano de Sucessão a partir da definição de cargos-chave e cargos-críticos para o desempenho satisfatório da organização. O Planejamento deverá contemplar todos os processos da área de Recursos Humanos, permitindo as ações referentes a cada um deles, de forma que a organização possa contar com técnicas atualizadas, mantendo seus Recursos Humanos atuantes, motivados e envolvidos em um Clima Organizacional favorável à produtividade e qualidade dos produtos e serviços oferecidos. O profissional poderá atuar tanto em cada um dos processos isoladamente, quanto no gerenciamento de toda a área, isto vai depender das características, do seguimento de atuação e do porte da organização, sejam elas públicas, privadas e de qualquer porte (microempresa, empresa de médio ou de grande porte). Poderá também atuar em empresas prestadoras de serviços especializados ou como profissional autônomo prestando consultoria para pequenas e médias empresas, assim como especialista em um ou mais dos processos inerentes à área. O profissional formado pelo curso de Gestão de Recursos Humanos deverá ter as seguintes competências: • Colocar em prática um Planejamento de Recursos Humanos. • Dimensionar os Recursos Humanos da organização a curto, médio e longo prazo. • Identificar a estrutura de cargos ideal para o porte da empresa. • Elaborar o Plano de Sucessão baseado na identificação de cargos – chave e críticos. • Conhecer e atuar em todos os processos da Área de Recursos Humanos. • Desenvolver técnicas atualizadas capazes de manter os funcionários motivados. • Desenvolver programas que contribuam para a melhoria do Clima Organizacional. • Conduzir as ações de Recursos Humanos no sentido de atender o Planejamento Estratégico de organização. • Atuar em empresas de qualquer seguimento de atuação no mercado. Poderá também atuar como gestor de qualquer área da organização e em qualquer seguimento de negócios, entendendo e aplicando de maneira adequada às políticas elaboradas pela área de Recursos Humanos e adotada pela organização. A) Nível Estratégico: • Conhecimento amplo da Área de Recursos Humanos e suas interfaces; • Capacidade de diagnosticar oportunidades e soluções de âmbito da área de pessoal; • Capacidade de planejar, desenvolver e implantar projetos colaborativos internamente e ao longo da organização; • Possuir visão integrada e com enfoque sistêmico, de modo a obter sinergia, motivação; • Capacidade de organizar projeto de curto, médio e longo prazo para captar e reter talentos pela empresa; • Assim como as demais áreas manter foco no cliente, no processo e em resultados, com o objetivo de obter níveis de serviços e custos competitivos; • Conhecimento da potencialidade de utilização de ferramentas gerenciais e de sistemas de gestão e informação integrados; • Possuir espírito empreendedor e capacidade de negociação; • Possuir habilidade e conhecimento para balancear adequadamente teoria e prática; • Ser integrador e possuir coeficiente emocional compatível com o cargo; • Pensar e agir não somente em curto prazo, mas, também – e especialmente – a médio e longo prazo; • Possuir capacidade de comunicação e flexibilidade para adaptar-se aos diferentes contextos; B) Nível Tático: • Capacidade de liderar projetos; • Possuir visão integrada e com enfoque sistêmico; • Possuir espírito empreendedor e capacidade de negociação; • Possuir flexibilidade para adaptar-se e interagir com as diferentes áreas da empresa e segmentos de mercado; • Desenvolver e usufruir de modernas ferramentas de gestão e de informações gerenciais; • Possuir capacidade analítica e abstração numérica para o desenvolvimento e utilização de modelos matemáticos; • Facilidade de comunicação, liderança e trabalho em equipe; • Ser integrador e possuir equilíbrio emocional; • Ter capacidade para tomadas de decisão rápidas e adequadas. C) Nível Operacional: • Ser especializado e dispor de conhecimentos para a utilização e aplicação de ferramentas e dispositivos tecnológicos de operação e controle da área de recursos humanos. • Ter competência e habilidade para atuar nas áreas de recursos humanos. D) Caráter Geral: • Capacidade para entendimento e posicionamento sobre a Carreira, possibilitando uma escolha equilibrada e com visão de longo prazo; • Facilidade de comunicação e capacidade de trabalho em equipe; • Treinamento e reciclagem permanentes; • Comprometimento e atitude pró-ativa; • Manter foco no cliente (interno e externo) e nos resultados da unidade e da empresa; • Estar sempre atualizado e informado (especialmente para os níveis estratégico e tático); • Possuir atitude colaborativa. 6. Diretrizes e Políticas Institucionais As Políticas Institucionais são princípios orientadores das decisões e ações pelas quais se pretende alcançar pleno e satisfatório atendimento a toda a comunidade acadêmica, com extensão a comunidade externa, priorizando as camadas sociais menos favorecidas. Assim, e com gestão democrática, participativa e transparente norteia-se a IES pelas políticas de integração das praticas e dos conceitos de ética, responsabilidade social, inclusão social, meio ambiente, memória cultural, produção artística, patrimônio cultural e o desenvolvimento econômico e social. 6.1. Políticas de Ensino O Plano Político Pedagógico de cada curso ministrado e proposto e elaborado pela direção acadêmica e a coordenação de curso, a partir de uma pesquisa de mercado local e regional, observando as Diretrizes Curriculares Nacionais e o Regimento Interno da Faculdade. Os princípios que orientam as ações de ensino são: caracterização da formação acadêmica e profissional de acordo com a inserção local, regional e nacional da instituição; flexibilidade na definição do perfil profissional do egresso e na organização do currículo; compreensão da necessidade da formação acadêmica continuada; desenvolvimento da capacidade intelectual e profissional, autônoma e permanente, do discente; duração do curso compatível com a necessidade media de formação; estratégias de ensino-aprendizagem que contribuam para a formação acadêmica e para a redução dos índices de evasão; Inclusão de outras experiências de ensino-aprendizagem; valorização do conhecimento inter e multidisciplinar; relação entre os conhecimentos teóricos e sua aplicação pratica, em articulação com as necessidades do mercado de trabalho. 6.2. Políticas de Pesquisa Dada a dificuldade de definir a pesquisa que pode e deve ser feita por uma Faculdade, segue um texto para auxiliar a elaboração das políticas de pesquisa. Dentre as diretrizes norteadoras das praticas acadêmicas, destacam-se a pesquisa como principio educativo e como principio investigativo, por meio da qual o aluno e motivado a Apropriar-se do conhecimento já existente para aplicá-lo e difundi-lo visando estreitar a relação da instituição com a sociedade e dar o retorno de conhecimento esperado. Assim, a pesquisa e realizada de uma forma muito articulada com o ensino e a extensão. Dentro da concepção de educação, a pesquisa assume um papel fundamental, pois consiste em meio eficaz de promover o espírito investigativo do aluno incentivando o questionamento, a busca de informações fora da sala de aula, o desenvolvimento da visão sistêmica e, consequentemente, da progressiva autonomia intelectual do aluno. Assim, as políticas de pesquisa obedecerão as seguintes diretrizes: - Pesquisa como principio pedagógico: Metodologia da aprendizagem proposta para as disciplinas que contemple, obrigatoriamente, atividades de pesquisa de fontes bibliográficas (textos, artigos e livros), para a busca de informações pelo aluno e o retorno do resultado dessa pesquisa, em sala de aula, por meio de atividades de aprendizagem, a exemplo de seminários, debates, ente outras. - Programa Institucional de Praticas de Investigação: Realização de iniciação a investigação, por meio de programa de bolsas (desconto mensalidade ou bolsas fornecidas por instituições parceiras) ou de forma voluntária, onde os alunos desenvolvam temas relacionados à área de conhecimento do curso, preferencialmente voltados para as demandas da região onde a Instituição se insere, de modo a articular a investigação com a extensão. 6.3. Políticas de Extensão Numa perspectiva curricular renovadora, o desenvolvimento da extensão contribui para a vitalidade do processo acadêmico. Dado que a função da extensão e a consolidação da interface entre a comunidade acadêmica e a sociedade, o desafio consiste em estabelecer um relacionamento permanente e articulado. A interrelação possibilita, a cada uma das partes, o enriquecimento necessário para o processo integrador de produção do conhecimento, com vistas à melhoria das condições de vida da sociedade em geral. A extensão ocupa um lugar próprio e bem definido de atividade-fim. Relaciona-se ao ensino e a pesquisa, diferenciando-se destes, entretanto, por seu modo de realização e por suas relações de parceria com a sociedade. A atividade de extensão tem como objetivo promover a interação transformadora entre a instituição e a sociedade. Pressupõe uma ação junto à comunidade que, integrando os saberes e buscando o desenvolvimento social, possibilita a difusão do conhecimento desenvolvido na Faculdade. Este processo, por sua vez, permite a captação das demandas e necessidades da sociedade que orientarão a produção de um novo saber no âmbito acadêmico. Esta relação dinâmica entre a IES e seu contexto social promove: Articulação ensino e sociedade por meio de ações de extensão desenvolvidas por estudantes e professores; Construção da cidadania profissional do estudante, mediante o contato com situações desafiadoras da realidade social; Aproximação entre os currículos de formação profissional e a realidade social; Estimulo a problematizarão como atitude de interação com a realidade; Estimulo a experimentação de novas metodologias de trabalho comunitário ou de ação social; Desenvolvimento de uma atitude questionadora e pro - ativa diante dos desafios impostos pela realidade social; Identificação de tendências e vocações regionais; Estimulo aos processos de aprendizagem em temáticas relevantes para a comunidade, através da articulação entre a produção do conhecimento e o desenvolvimento social; Elaboração de diagnostico e planejamento de ações de forma participativa. 6.4 Políticas de Gestão A Faculdade almeja concretizar a forma de gestão participativa, onde os atores interagem na busca de novos espaços de humanização que viabilizem, alem dos objetivos da educação superior emanados da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, maior participação e responsabilidade social. Correspondendo a essa política, a instituição estabeleceu a criação da Congregação, órgão superior deliberativo em matéria didático - cientifica e disciplinar, coadjuvado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) de cada curso. A Congregação tem suas atribuições descritas no Regimento Interno e transcritas como segue: o colegiado funciona com a presença da maioria absoluta de seus membros e decide por maioria dos presentes em primeira chamada ou com quantos se fizerem presentes em segunda chamada; o Presidente do colegiado participa da votação e, no caso de empate, terá o voto de qualidade; nenhum membro do colegiado pode participar de sessão em que se aprecie matéria de seu interesse particular; as reuniões ordinárias se realizam no inicio e no final do semestre letivo, sendo convocadas com antecedência mínima de 48 horas; das reuniões são lavradas atas, lidas e assinadas por todos os membros presentes. 6.5 Do Extraordinário Aproveitamento de Estudos. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, designada por portaria do Diretor Acadêmico, podem ter abreviada a duração do seu curso, de acordo com as normas do sistema de ensino. O assunto a que se refere artigo e regido pelo Regulamento de Extraordinário Aproveitamento de Estudos, aprovado pelo Conselho Técnico Profissional. 7. Planos de Ensino dos Componentes Curriculares UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Técnicas de Comunicação e Metodologia de Pesquisa Módulo 1 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Capacitar o aluno a ler, interpretar, analisar e aplicar os recursos expressivos da linguagem, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. Capacitar o aluno a redigir e elaborar relatórios, trabalhos de pesquisa e monografias, obedecendo às normas da metodologia científica. Competências e Habilidades: Analisar, ler, interpretar e aplicar os recursos expressivos da linguagem, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. Compreender, analisar e respeitar as manifestações da linguagem, utilizadas por diferentes grupos sociais, em suas esferas de socialização e profissionalização. Conceituar e caracterizar textos científicos, identificando procedimentos à realização da pesquisa, bem como seu conceito e a sua importância para a realização do projeto. Compreender aspectos filosóficos da linguagem. Colocar-se como protagonista na produção e recepção do texto. Alcançar uma dimensão crítica pela análise. Utilizar a linguagem nos diversos níveis de competência: interativo, gramatical e textual. Elaborar, organizar e desenvolver projetos de pesquisa. Empregar ferramentas de pesquisa utilizando metodologia adequada. Expressar e apresentar resultados de pesquisas e demais trabalhos em padrão científico. Elaborar e apresentar trabalhos em padrão científico. Ementa: Tecnologia, técnica e ciência; classificação das ciências; pesquisa tecnológica; organização e ética da pesquisa tecnológica; normas técnicas; preparo, apresentação e comunicação de relatórios e monografias. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. K. Conceitos sobre linguagem e adequação social. Princípios sobre mecanismos discursivos. Conceitos sobre redação técnica. Noções sobre os mecanismos da redação comercial. Compreensão sobre o funcionamento da linguagem e do estilo. Princípios sobre relatórios, técnica e modelos. Noções sobre produção de textos. Conceitos sobre a utilização de técnicas e modelos. Noções sobre seleção de textos, leitura e crítica. Metodologia científica Normas de elaboração de trabalhos científicos Bibliografia Básica: Título Autor Fundamentos da Metodologia Científica Edição Editora Ano LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. 6 Atlas 2009 Metodologia do Trabalho Científico SEVERINO, A. J. 23 Cortez 2007 Redação Científica MEDEIROS, J. B. 11 Atlas 2009 Editora Ano Atlas 2001 Atlas 2006 Bibliografia Complementar Título Autor Português Instrumental MEDEIROS, J. B. Metodologia Científica LAKATOS Edição 4 UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Métodos Quantitativos Módulo 1 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Desenvolver a capacidade de compreender estudos científicos de natureza quantitativa. Preparar os alunos para a elaboração de estratégias quantitativas de análise adequadas a um problema de pesquisa. Capacitar os alunos na aplicação de técnicas de análise estatística multivariada suportada por pacotes estatísticos. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • • • • • • Compreender e utilizar conceitos matemáticos ou estatísticos; Elaborar, realizar, interpretar e analisar resultados de pesquisas ou situações concretas; Compreender e utilizar diferentes tipos de instrumentos tecnológicos como ferramenta de auxílio à resolução de situações problema, conhecendo suas potencialidades e limitações; Compreender uma situação problema expressa em diferentes formas de linguagem e representá-la matematicamente; Reconhecer o objetivo e a importância dos gráficos, identificar os diferentes tipos, construí-los, interpretálos, analisá-los e descrever os fenômenos neles registrados; Identificar os diferentes tipos de variáveis estatísticas e representar os dados na forma de tabela e gráfico; Construir tabelas de distribuições de freqüências e representá-las graficamente; Determinar medidas de tendência central e compreender seu significado; Determinar medidas de dispersão e compreender seu significado; Organizar dados estatísticos utilizando calculadoras científicas e/ou Excel; Interpretar adequadamente porcentagens e juros em textos orais ou escritos; Usar calculadora científica na resolução de situações problemas; Usar o Excel na resolução de situações problemas; Determinar o valor de áreas de superfícies e volumes de sólidos. Ementa: Análise exploratória de dados. Probabilidade. Distribuições de probabilidade. Amostragem. Inferência. Análise de regressão e correlação. Séries temporais. Técnicas multivariadas (Componentes principais, análise fatorial, análise discriminante, correlação canônica, análise de conglomerados, análise de correspondência, escalonamento multidimensional). Uso de softwares aplicativos e análise de casos aplicados à gestão. Amostra e população. Organização de dados (estudo das freqüências). Medidas de tendência central (média, mediana e moda). Medidas de dispersão (amplitude, variância, desvio-padrão). Regressão linear e não linear. Probabilidades. Razões e proporções. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. Noções de Gráficos; Noções de Amostragem; Noções de Variáveis; Noções de Tabelas; Conceito de Distribuição de freqüências; Definição e conceito de Medidas de tendência central; Definição e conceito de Medidas de dispersão; Definição e conceito de Porcentagem; Definição e conceito de Juros simples e compostos; Definição e conceito de Áreas e volumes. Bibliografia Básica: Título Estatística Básica. v.1. Matemática: Contexto e Aplicações, v. único Estatística aplicada Autor MORETTIN, L.G. Edição DANTE, L.R. LARSON, Ron 2ª Editora Makron Books Ano 1999 Atica 2000 Prentice Hall 2004 Editora Ano Bibliografia Complementar Título Fundamentos de matemática elementar Estatística aplicada à administração e economia UNI Autor Edição LEZZI, G e outros ANDERSON, D.R.;SWEENNEY, D.J.;WILLIANS, T.A Atual 2ª Cengage Learning 2007 DE CURRICULAR: Técnica de Comunica UNIDADE CURRICULAR: Fundamentos de Gestão de RH Período Letivo: Módulo 1 Carga Horária 40 h/a Objetivos: Apresentar uma noção geral dos fundamentos da Gestão de Recursos Humanos, seus conceitos, suas metodologias, seus recursos e ferramentas, e suas aplicações. Ter uma visão das disciplinas ligadas ao profissional da área específica. Competências e Habilidades: Compreender os objetivos e fundamentos da Gestão de Recursos Humanos; Ter uma noção das ferramentas e recursos da Gestão de RH; Entender o perfil e as qualificações do profissional de RH; Ter uma visão dos componentes curriculares do curso de Gestão de RH. Ementa: Fundamentos de Gestão de Recursos Humanos. Recursos e Ferramentas de RH. Ciclo de vida do Profissional na organização. Processos de RH. Visão geral dos componentes do curso. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. K. L. Fundamentos de Gestão de RH Recursos e Ferramentas Planejamento de recursos humanos Terceirização Processo de recrutamento e seleção Qualificação e treinamento Remuneração Avaliação de desempeno Benefícios e saúde ocupacional Aposentadoria Demissão Aspectos jurídicos e legais Bibliografia Básica: Título Recursos Humanos Autor Edição Editora Ano CHIAVENATO, I. 9 Campus 2009 Gestão de Recursos Humanos IVANCEVICH, J. M. 10 McGrawHill 2008 Gestão dos Recursos Humanos SEKIOU, L. 1 Piaget Editora 2009 Bibliografia Complementar Título Administração dos Recursos Humanos Administração dos Recursos Humanos UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor BOUDREAU, J. W.; MIKOVICH, G. T. SNELL, S.: BOHLANDER, G. Edição 1 1 Editora Ano Atlas 2000 Cengage Learning 2010 Tecnologia da Informação Módulo 2 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Compreender as necessidades tecnológicas de hardware e de software do ambiente empresarial frente às necessidades requeridas no contexto dos negócios e da internet. Escolher a ferramenta de informática mais adequada para cada tipo de projeto ou processo logístico. Projetar soluções adequadas aos tipos de Sistemas de Informação. Implantar a tecnologia da informação em projetos relacionados às atividades profissionais e ao ramo de negócios específicos. Competências e Habilidades: Detectar necessidades tecnológicas de hardware e de software a partir da análise das dimensões organizacional e humana dos sistemas de informação, dentro do contexto dos negócios e da sociedade. Aplicar e aperfeiçoar o uso de ferramentas de informática em todas as etapas da gestão organizacional; Selecionar Sistemas de Informação adequados às necessidades empresariais. Definir e acompanhar os indicadores de desempenhos das ferramentas implantadas; Planejar, elaborar e implantar Planos de Ação para corrigir eventuais falhas na implantação ou operação das ferramentas de informática; Selecionar adequadamente os componentes dos Sistemas de Informação baseados em computador: Hardware, Software, Banco de Dados, Telecomunicações. Elaborar relatórios de desempenho; Identificar a necessidade e conveniência de se utilizar as ferramentas de informática na Gestão Organizacional. Ementa: Conceitos básicos de Sistemas de informação e EDI. Introdução ao Hardware. Conceitos de ERP. Introdução ao Software. Conceitos gerais de comunicação de dados. Conceitos gerais de Banco de Dados. Introdução ao CRM. Segurança e conceitos éticos da Tecnologia da Informação. Conceitos de Comércio Eletrônico. Tecnologia RFID. Aplicações e casos de Tecnologia da Informação. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. Introdução aos Sistemas de Informação e EDI Introdução ao Hardware e ERP Introdução ao Software e WMS Introdução as Telecomunicações TMS Introdução ao gerenciamento de banco de dados e ECR/CRM Segurança, conceitos éticos da Tecnologia da Informação e VMI Conceito de E-Commerce (Comércio Eletrônico) e Tecnologia RFID. Fiscalização digital e nota fiscal eletrônica Bibliografia Básica: Título Autor Sistemas de Informação e as decisões Gerenciais na era da Internet. Edição O’BRIEN, J. A. Editora Ano Ed. Saraiva 2011 Gerenciamento de sistemas e de informação LAUDON, K. C. & LAUDON, J. P. 9ª. ed. LTC 2011 Princípios de Sistemas de Informação STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. 9ª. ed. Ed, Thomson 2011 Editora Ano Ed. Atlas, 2008 Ed, Atlas 2008 Bibliografia Complementar Título Autor Sistemas de Informações Organizacionais . REZENDE, D. A. Administração de Informática ALBERTIN, A. L. Oral e Escrita UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Edição 6ª. ed. Técnicas de Gestão e Empreendedorismo Módulo 2 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Alinhar os alunos ao processo de gestão empresarial e o gestor de negócios às técnicas de administração; demonstrar a evolução da administração fazendo com que entendam o pensamento empreendedor e o apliquem. Auxiliar os alunos a desenvolver a interpretação dos vários cenários empresariais e as mudanças na gestão de negócios. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • • • • • • • Interpretar elementos da cultura e filosofia organizacional e sua influência na gestão de pessoas e da empresa; Compreender a estruturação de um plano de negócios avaliando sua eficiência, objetivos específicos e sua abrangência; Compreender o processo de criação e gestão de empresas; Definir os conceitos, definições, a história, evolução do empreendedorismo e seu ambiente; Identificar o perfil inovador, desenvolvendo uma postura empreendedora em sua área de atuação; Relacionar elementos da cultura e filosofia organizacional e aplicá-los na gestão de pessoas e da empresa; Produzir meios de divulgação e identificar a cultura organizacional; Desenvolver a visão de negócios; Planejar elementos necessários para criação e manutenção de empresas; Medir impactos de todos os elementos organizacionais no destino da empresas; Estimular a criatividade nos negócios e na solução de problemas; Identificar as características de empreendedores e os fatores de sucesso e fracasso; Estar apto a desenvolver ações e projetos empreendedores; Despertar o senso crítico e observador das oportunidades e ações empreendedoras; Identificar aspectos e as diversas fases na elaboração e consolidação de um plano de negócios. Ementa: Técnicas voltadas ao empreendedorismo. Inovação. Economia da inovação. Inovação coletiva. Inovação da cadeia de valor. Inovação e estratégia regional. Inovação e complexidade. Sistemas de inovação. Estrutura e ator. Casos e modelos de sistemas nacionais e regionais de inovação. Aglomerações produtivas e inovação. Sistemas de informação e inovação coletiva. Novos produtos, processos e modelos de gestão coletivos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. K. L. M. N. Análise de Mercado; Conceito de Marketing; Posicionamento no Mercado; Planejamento Estratégico; Criação do Plano de Negócios; Identificando Oportunidades; Plano de Negócios; Criação do Plano de Negócios (PN); Práticas de Plano de Ação (PN); Assessoria para Abertura de Negócios; Questões Legais; Processo Empreendedor; Perfil do empreendedor; Inovação e Criatividade. Bibliografia Básica: Título Gestão Estratégica de negócios; evolução, cenários, diagnóstico e ação Autor CAVALCANTI, M. Edição Editora Thompson Learning Ano Dominando os desafios do empreendedor Empreendedorismo: transformando idéias em negócios Bibliografia Complementar Título Inovação e espírito empreendedor Boa Idéia! E agora? Plano de Negócios, o caminho mais seguro para criar e gerenciar sua empresa. UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: BIRLEY, Sue Prentice Hall 2001 DORNELAS, José Carlos Assis Campus 2008 Editora Pioneira Ano 1994 Cultura 2000 Autor DRUKER, P. R. Edição DOLABELA, Fernando, [et. al.] Comportamento e Cultura Organizacional Módulo 2 Carga Horária 40 h/a Objetivos: Demonstrar ao aluno a importância da interação com a cultura da organização. Lidar com os conflitos interpessoais e de grupo na organização. Desenvolver a assertividade e as relações em grupo. Motivar. Levar os alunos a discriminar as diferentes formas de interação humana nas práticas organizacionais. Identificar e atuar sobre os aspectos que envolvem a relação de individuo com o trabalho. Discriminar as diferenças individuais identificando os aspectos que envolvem a relação do indivíduo com o trabalho. Proporcionar o entendimento da importância das pessoas nas organizações, buscando identificar suas contribuições para o desenvolvimento e crescimento da empresa. Competências e Habilidades: • • • • • Identificar as relações existentes entre indivíduos e grupos, dentro do contexto e da cultura organizacional. Interpretar e contribuir na melhoria dos fatores que determinam essas relações entre os indivíduos, grupos e a organização. Diagnosticar as diferentes situações de relacionamento e comportamento, no contexto e cultura organizacional. Aplicar as técnicas adequadas para cada situação. Conduzir os indivíduos e grupos à eficácia do relacionamento humano, contribuindo para a melhoria do desempenho operacional. Ementa: Conceitos e objetivos do Comportamento organizacional. Comportamento microorganizacional, mesoorganizacional e macroorganizacional. O indivíduo, suas aptidões e habilidades. Valores e diferenças individuais. Percepção nas organizações e no processo de tomada de decisão. Motivação humana no trabalho. Grupos e equipes. Comunicação interpessoal e organizacional. Poder e ética no trabalho. Administração de conflitos. Processo de negociação. Prática da liderança. Estrutura organizacional. Planejamento do trabalho. Cultura organizacional. Mudança organizacional. Práticas de Recursos Humanos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. Definição de Comportamento Organizacional Conceitos de Habilidades e Aptidões Conceitos de Ética e Valores Pessoais Conceitos de Percepção e Processo de Tomada de Decisão Conceitos de Motivação Conceitos de Comunicação Organizacional Conceitos de Trabalho e Comportamento em Equipes Conceitos de Liderança de Equipes Conceitos e Princípios da Cultura e Organizacional Bibliografia Básica: Título Fundamentos do comportamento organizacional. Comportamento organizacional. Comportamento Organizacional – Criando Vantagem Competitiva Bibliografia Complementar Autor Título A estratégia e o cenário dos negócios: textos e casos. Organização, Sistemas e Métodos e as tecnologias de Gestão Organizacional – v. 1 Autor UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Edição Editora Ano Prentice Hall, 2004 ROBBINS, Stephen P. Prentice Hall, 2002 WAGNER III, John A.; HOLLENBECK, John R. Editora Saraiva 2002 Editora Ano Bookman, 2007 Atlas 2006 ROBBINS, Stephen P. Edição PANKAJ, Ghemawat. ARAUJO, Luis César G. de. 2ª Orçamento de RH e Terceirização Módulo 3 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Conduzir a identificação dos conceitos e princípios fundamentais de orçamento de recursos humanos e da terceirização, relacionando o planejamento e o controle financeiro ou de resultados, com as funções de Administração e Contabilidade. Preparar profissionais competentes para atuar na área de Recursos Humanos, desenvolvendo todos os processos inerentes às responsabilidades da área, como área de apoio e de prestação de serviços, assim como preparar profissionais que ocupem cargos de gerência e supervisão para gerenciarem pessoas através da aplicação correta das práticas e políticas de Recursos Humanos. Competências e Habilidades: • • • • • • Conhecer de orçamento da área de recursos humanos; Desenvolver aptidão para decisões sobre terceirização; Capacidade de elaboração, entendimento e senso crítico para atuar e elaborar o planejamento orçamentário da área de recursos humanos; Capacidade de identificar aspectos e necessidades dos remanejamentos estratégicos dentro de orçamento; Planejamento de recursos humanos; Proporcionar o desenvolvimento de competências e habilidades que capacitam o aluno a planejar e coordenar processos operacionais e estratégicos da área de recursos humanos. Ementa: Organização para gestão dos recursos do departamento de recursos humanos. Terceirização. Planejamento Estratégico do orçamento para RH. Planejamento orçamentário de recursos humanos. Decisões sobre terceirização de atividades. Conceito de terceirização. Razões para terceirizar, métodos, vantagens e limitações de cada um para avaliar o desempenho econômico. Definição de orçamento. Elaboração de planilha. Recursos materiais. Recursos financeiros. Outros tipos de recursos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. Metodologia de planejamento de recursos humanos; II. Técnicas orçamentárias; III. Metodologia orçamentária; IV. Sistemas orçamentários para recursos humanos V. Sistema de avaliação para planejamento financeiro de recursos humanos VI. Sistema de análise comparativa; VII. Planilhas contábeis; VIII. Sistemas quantitativos de análise. Bibliografia Básica: Título Iniciação ao Direito do Trabalho Contabilidade Introdutória Gestão Estratégica e Terceirização Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial Autor NASCIMENTO, Amauri Mascaro Equipe de Professores da FEA/USP KARDEC, Alan; CARVALHO, Cláudio Edição 33ª 9ª FREZATTI, Fábio Editora LTR Ano 2007 Atlas 1998 Qualitymark 2002 Atlas 2007 Bibliografia Complementar Título Contabilidade Facil Contabilidade e finanl(as para nao especialistas UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor MOURA, Osni Edição 14ª,. CHlNG, Hong Yuh Editora Saraiva Prentice Hall Ano 2001 2007 Legislação Trabalhista e Rotina de Pessoal Módulo 3 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Proporcionar aos alunos conhecimentos inerentes a legislação trabalhista e previdenciária aplicada aos recursos humanos, bem como aos diversos processos e às atividades do departamento pessoal, com vistas a cálculos trabalhistas, impostos e contribuições incidentes sobre folha de pagamento. Desenvolver no estudante a habilidade para elaboração da folha de pagamento, cálculos e encargos além das obrigações acessórias. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • Compreensão e análise crítica de legislação trabalhista; Capacitar profissionais da gestão de Recursos Humanos na correta aplicação e interpretação do direito e da legislação do trabalho com o intuito de prevenir e diminuir o passivo trabalhista da organização; Interpretar a legislação previdenciária, trabalhista, segurança do trabalho, aplicável ao setor de recursos humanos; Aplicar rotinas de avaliação de desempenho do pessoal; Proporcionar uma visão e estudo sobre as áreas de não incidência do direito do trabalho; Obrigações principais e acessórias do contrato de trabalho; Noções de processo judiciário do trabalho; Seguridade social; Noções de segurança do trabalho. Ementa: Documentos necessários ao cumprimento da legislação trabalhista: Rotina de Admissão de Pessoal. Legislação Base. Obrigações Trabalhistas da Empresa: Programa de Integração Social – PIS. Código Brasileiro de Ocupação – CBO. Registro de Horário. Cadastro Geral de Admitidos e Demitidos – CAGED. Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social – SEFIP. Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT. Relação Anual de Informações Sociais – RAIS. Cálculos Trabalhistas: Cálculo da Folha de Pagamento. Proventos. Descontos. Férias. 13º Salário. Rescisão Contratual. Normas de segurança e medicina do trabalho: NRs. Direitos e deveres do trabalhador (noções de legislação trabalhista e previdenciária). Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. Legislação trabalhista; Manuais de segurança e saúde no trabalho; Consolidação das Leis do Trabalho – CLT; Classificação Brasileira de Ocupações – CBO; Cadastro Geral de Admitidos e Demitidos – CAGED; Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS; SEFIP; PAT; RAIS; NRs. Bibliografia Básica: Título Manual de Prática Trabalhista. Autor OLIVEIRA, A Cálculos trabalhistas OLIVEIRA, Aristeu de Edição 19ª Editora Atlas Ano 2007 Atlas 2008 Rotinas Trabalhistas: Departamento Pessoal Modelo de AaZ Aduaneiras COSTA, Rosânia de Lima 2008 Bibliografia Complementar Título Comentários à Consolidação das Leis de Trabalho Segurança e Medicina do Trabalho. Autor Editora Ano CARRION, Valentin Saraiva 2007 (Manuais de Legislação Atlas) Atlas 2008 UNIDADE CURRICULAR: Edição Ética e Responsabilidade Social Módulo 3 Período Letivo: Carga Horária 40 h/a Objetivos: Conhecer as bases epistemológicas da Ética enquanto ciência que estuda a conduta humana. Estudar de forma científica a problemática Ética e os desafios da sociedade globalizada Compreender a gênese do conceito de responsabilidade social; Aprofundar temas referentes à ética na organização e a sua relação com o código de ética. Competências e Habilidades: 1. Conhecer os princípios e fundamentos da Ética no contexto da empresa, de maneira a estar preparado para planejar e conduzir um Projeto de Responsabilidade Social. 2. Analisar a importância da Ética no contexto da empresa. 3. Analisar a importância da Responsabilidade Social no contexto da empresa e da comunidade. 4. Conhecer e aplicar a Legislação Vigente. 5. Aplicar os princípios da Ética e Responsabilidade Social à Gestão de RH. 6. Traçar planos e metas para Implantação de Projetos de Responsabilidade Social. Ementa: Contribuição da ética, ao longo da história, para a vida humana e sócio-econômica, e análise de sua influência nas organizações. Análise do conceito, problemas e história da responsabilidade social e as áreas de ação e suas conseqüências no meio social. O perfil de uma empresa eticamente responsável e comprometida com a melhoria da qualidade de vida e com a sustentabilidade. . Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. Princípios e Fundamentos da Ética Definição da Criação de Sistemas de Valores Definição dos Estágios de Desenvolvimento Moral Princípios e Fundamentos da Responsabilidade Social Conceitos e Procedimentos para elaboração de Códigos de Ética Conceitos e Procedimentos para elaboração de Balanço Social Princípios e Fundamentos da Norma SA 8000 Bibliografia Básica: Título Autor Edição Editora Ano Ética nas Empresas Ética & História A Responsabilidade e o Social MARROQUIN, J. A. C. PINEDA, E. S. 1 McGrawHill 2009 Disal 2004 Saraiva 2007 Editora Ano Atlas 2004 LTR 2007 LEVY. N. GOMES, A. 1 Bibliografia Complementar Título Ética nas organizações. Responsabilidade Social nas Relações Laborais UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição PASSOS, E. E. DARCANCHY, M. V. 1 Técnicas de Recrutamento e Seleção Módulo 4 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Fornecer aos alunos conhecimentos técnicos e práticos para recrutar, selecionar, capacitar e desenvolver os Recursos Humanos e a Organização visando à melhoria da Produtividade e da Qualidade de Vida das Pessoas nas Organizações Humanas. Competências e Habilidades: • • • • • • • Administrar projetos de recursos humanos voltados a recrutamento de seleção; Aplicar as técnicas e metodologias de recursos humanos no recrutamento e seleção, bem como suas ferramentas, pesquisa de clima organizacional; Elaborar e implantar programas de capacitação, desenvolvimento e treinamento; Planejar e implantar sistemas de cargos e salários; Coordenar processo de recrutamento e seleção; Diagnosticar problemas de comportamento humano; Assessorar os profissionais das demais áreas da empresa na elaboração de estratégias motivacionais. Ementa: Discutir o processo de recrutamento e seleção dentro do ambiente organizacional incluindo metodologias, tendências e o papel de recursos humanos. Estudos dos processos de recrutamento e seleção, técnicas de seleção, papel da área de recursos humanos, aspectos legais, seleção interna, terceirização. Mudanças organizacionais. Treinamento e desenvolvimento de pessoas. Desenvolvimento organizacional. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. Técnicas de recrutamento; II. Processo de recrutamento; III. Técnicas de seleção; IV. Testes e processos seletivos; V. Integração do novo empregado; VI. Processos de mudanças e as pessoas; VII. O conhecimento como alavancagem para as mudanças; VIII. Análise da estrutura organizacional; IX. Políticas de capacitação e desenvolvimento; X. Identificação das necessidades da organização XI. Plano de capacitação de pessoas; XII. Execução de treinamento; XIII. Avaliação de resultados; XIV. Programas especiais – trainee, aprendiz; XV. Resolução de conflitos. Bibliografia Básica: Título Comportamento organizacional. Administração de recursos humanos Gestão de Pessoas Autor ROBBINS, Stephen P. Edição Editora Prentice Hall Ano 2003 DESSLER, Gary Prentice Hall 2003 CHIAVENATO, Idalberto Campus 2004 Editora Ano Qualitymark 2006 Manole 2008 Bibliografia Complementar Título Estudo de casos para seleção e treinamento em RH Planejamento, recrutamento seleção pessoal UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição FRANCISCO FILHO, Egildo e CHIAVENATO, Idalberto 1ª Segurança do Trabalho e Patrimonial Módulo 4 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Apresentar aos alunos as técnicas e necessidades para a proteção de perímetro físico. Apresentar ferramentas, recursos, controles e outros fatores que se façam necessários para garantir os controles de segurança físicos e patrimoniais adequados. Resposta a emergências e proteções ambientais será apresentada, e também normas e regulamentações. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • • • • • Orientar e coordenar sistemas de segurança do trabalho e patrimonial, investigando riscos e causas de acidentes, bem como avaliar um esquema de prevenção para garantir a integridade das pessoas e o patrimônio da empresa. Inspecionar locais, instalações e equipamentos; Estabelecer normas e dispositivos de segurança; Sugerir modificações nos equipamentos e instalações; Inspecionar os postos de combate a incêndio; Comunicar resultados das inspeções; Investigar os acidentes ocorridos; Manter contato com serviços médicos e sociais; Registrar irregularidades ocorridas; Instruir funcionários sobre normas de segurança, combate a incêndio e CIPA; Coordenar a publicação de matéria sobre normas de segurança; Participar de reuniões, palestras e debates sobre segurança no trabalho; Estar atento aos problemas de saúde. Ementa: Segurança do trabalho e patrimonial: histórico e evolução. Normas regulamentadoras. Serviço especializado em segurança do trabalho e patrimonial e medicina do trabalho. Acidente do trabalho. Comunicação de acidente do trabalho. Riscos ambientais: físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes mecânicos. Higiene do trabalho. Prevenção de acidentes: análise preliminar de riscos, medidas de controle, equipamentos de proteção coletiva e individual. Programas de segurança do trabalho: PPRA, PCMSO, CIPA, AMT, PPCI, PPR, PCA. Insalubridade e periculosidade. Legislação. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. Programa de Proteção a Riscos Ambientais – PPRA; II. Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO; III. Comissão Interna de Prevenção a Acidentes – CIPA; IV. Assistência Médica do Trabalho – AMT; V. Plano de Proteção e prevenção Contra Incêndio – PPCI; VI. Programa de proteção Respiratória – PPR; VII. Programa de Conservação auditiva – PCA; VIII. Insalubridade e periculosidade; IX. Administração e legislação aplicadas; X. Princípios de tecnologia industrial; XI. Higiene e medicina do trabalho; XII. Psicologia e segurança do trabalho; XIII. Ergonomia; XIV. Tecnologia e prevenção a sinistros; XV. Informática aplicada; XVI. Prevenção e controle de perdas. Bibliografia Básica: Título Segurança e Medicina do Trabalho. Manual de Prática Trabalhista. Autor Edição Editora Ano Manuais de Legislação Atlas Atlas 2008 OLIVEIRA, A. Atlas 2007 Manual de segurança corporativa BARROSO, Adriana; ANDRADE, Fred Atlas 2007 Editora Ano BRASILIANO, Antônio Celso Ribeiro e BLANCO, Lucas Editora Sicurezza 2003 Gonzaga, Paulo LTR 2007 Bibliografia Complementar Título Manual de Planejamento Tático e Técnico em Segurança Empresarial Temas Atuais em Segurança e Saúde no Trabalho UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição Saude Ocupacional Módulo 4 Carga Horária 40 h/a Objetivos: Apresentar os aspectos conceituais e históricos da relação entre saúde e trabalho, em sua articulação com a saúde ambiental, sob a ótica da Saúde Coletiva; Estudar as situações de risco presentes nos ambientes de trabalho e formas de desenvolver uma investigação da história clínica que possa identificar exposições presentes e passadas a estes fatores de risco. Competências e Habilidades: Correlacionar as necessidades humanas básicas com as necessidades de saúde do empregado. Identificar os impactos da legislação previdenciária e trabalhista no país. Identificar os impactos gerados pelo serviço de saúde do trabalho numa Organização Identificar aspectos da saúde ocupacional na gestão de recursos humanos Utilizar a legislação vigente Analisar as convenções prevencionistas regionais. Analisar e identificar o desempenho do indivíduo, assim como os desvios de conduta. Identificar os impactos da legislação previdenciária de trabalhista no país. Reconhecer e interpretar a legislação previdenciária e trabalhista do país. Aplicar os princípios de higiene no trabalho e saúde ocupacional à gestão de recursos humanos Traçar medidas que atendam aos requisitos de saúde ocupacional nas organizações Ementa: Conceitos; ambiente de trabalho e saúde; acidentes de trabalho; anamnese ocupacional; Toxicologia ambiental e ocupacional; monitoramento clínico e epidemiológico das substâncias químicas; e, noções de Biossegurança. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho – LTCAT Noções sobre Insalubridade e Periculosidade Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional - NR 07 Elaboração de um SESMT de acordo com NR 04 Prática de pesquisa de informações em PPRA e LTCAT Segurança ambiental e biossegurança Bibliografia Básica: Título Autor Manual de Gestão e Prática em Saúde Ocupacional Gestão de Assistência à Saúde Saúde do Trabalho Edição Editora Ano FERNANDA, S. R. 1 GZ Editora 2010 Diversos 1 LTC 2009 LTR 2009 Editora Ano MICHEL, O. 1 Bibliografia Complementar Título Fundamentos para a Prática em Terapia Ocupacional Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição HAGEDORN, R. 1 Roca 2003 SALIBA, T. M. 4 LTR 2011 Planejamento de Recursos Humanos Módulo 5 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Fornecer aos alunos conhecimentos sobre o planejamento, sua importância para as Organizações e o como iniciar o processo de Planejamento de recursos Humanos. Desenvolver o planejamento de recursos humanos no contexto da organização e estudar os fundamentos do planejamento estratégico de recursos humanos: missão, objetivos, políticas e diretrizes de RH. Aplicar o planejamento de recursos humanos; Conhecer o desdobramento do planejamento estratégico em planejamento operacional; Analisar a evolução do mercado de trabalho e do mercado de RH. Competências e Habilidades: • • • • Elaborar, desenvolver e aplicar o Planejamento de Recursos Humanos; Desenvolver o Planejamento de Recursos Humanos no contexto da organização; Avaliar e mensurar o planejamento estratégico e desenvolver o planejamento operacional de recursos humanos; Identificar e solucionar as necessidades de RH requeridas pela organização. Ementa: Métodos e técnicas de planejamento e controle de recursos humanos. Organização para o planejamento de RH. Planejamento de RH em ambiente dinâmico e competitivo. Planejamento de Gestão de Pessoas. Bases e sistemas legais de gerenciamento de recursos humanos. Partes e tipos de planejamento e controle de recursos humanos. Ferramentas de mensuração do desempenho e correção do planejamento de recursos humanos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. Planejamento, ferramenta de gestão; A organização e o planejamento; Planejamento estratégico em recursos humanos (fundamentos, conceitos e práticas); Diretrizes de recursos humanos; Planejamento operacional de recursos humanos; Mercado de trabalho; Mercado de recursos humanos; Enfoque sistêmico no planejamento de recursos humanos. Bibliografia Básica: Título Gestão do Clima Organizacional Autor LUZ, Ricardo Edição Editora Qualitymark Ano 2003 Motivação nas organizações BERGAMINI, Cecília W. Atlas 1988 Planejamento de Recursos Humanos LUCENA, Maria Diva da Salete Atlas 1990 Editora Ano CARRION, Valentin Saraiva 2007 IPEA IPEA 1973 4ª Bibliografia Complementar Título Comentários à Consolidação das Leis de Trabalho Planejamento de Recursos Humanos UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição Remuneração Direta e Indireta Módulo 5 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Inteirar o aluno sobre as regras salariais. Ampliar nos discentes os conceitos de habilidades que focam, predominantemente, cargos operacionais e técnicos ou de competências que envolvem, primordialmente, cargos com formação superior ajustando à sistemática de Réguas Salariais, onde estabelecerá um range para evolução “natural” das pessoas (empregados) dentro do seu segmento. Competências e Habilidades: • • • • • Desenvolvimento e aplicação das exigências legais; Percepções sociais, psicológicas e comportamentais; Ações e remunerações estratégicas; Gestão do turnover; Possibilidades de absorção desta prática. Ementa: Conceito e definição de remuneração. Salário. Remuneração e incentivos. Remuneração por competências e habilidades. Privilégios. Cargos e Salários versus o que o mercado pode pagara. Plano de remuneração versus estrutura de cargos. Capacidade de concatenar estratégias em nível macro com planos de remuneração. Plano de cargos e de remuneração direta e indireta. Delineamento do plano de remuneração da empresa com sua missão e seus valores. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. III. V. VI. VIII. IX. X. XI. Plano de remuneração versus estrutura de cargos; II. Composto salarial; Valor relativo de cada cargo; IV. Avaliação de cargo; Administração de salário; Gestão Integrada de Remuneração – GIR – Gerando comprometimento; VII. Regras salariais; Gestão de remuneração; Planos de Cargos & Salários – PCS; Remuneração por competências e habilidades; XII. Carreiras naturais. Réguas salariais Bibliografia Básica: Título Cargos, Carreiras, e remuneração. Administração de recursos humanos Administração de cargos e salários Bibliografia Complementar Autor SOUZA , Maria Zélia de Almeida, Título Remuneração estratégica: a nova vantagem competitiva Autor PICARELLI FILHO, Vicente; WOOD JR, Thomaz Administração da remuneração MARRAS, Jean Pierre UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Edição Editora FGV Ano 2005 DESSLER, Gary Prentice Hall 2003 PONTES, Benedito Rodrigues LTR 2002 Editora Atlas Ano Edição 3ª Thomson Learning 2004 2002 Competências Essenciais Módulo 5 Carga Horária 40 h/a Objetivos: Apresentar aos alunos os conceitos e recursos relacionados à gestão por competências, focando nas competências essenciais da organização (que levam à vantagem competitiva) e o impacto em seus recursos humanos. Competências e Habilidades: Analisar a empresa de forma sistêmica, em busca de pontos da estratégia organizacional, em que o Conhecimento possa ser usado como vantagem competitiva e estar preparado para, como gestor de recursos humanos, planejar e monitorar a condução deste processo. Saber gerenciar as inovações geradas na empresa, para seu melhor posicionamento no mercado. Monitorar o gerenciamento do conhecimento da empresa. Disseminar a prática da gestão do conhecimento, contribuindo para o alcance dos objetivos da organização. Ementa: Gestão de Competências: mentores, tutores e coaches, métodos de avaliação do capital intelectual, competências e seus limites, competências e suas possibilidades na gestão de pessoas, dimensões da competência, modelos de informação e do conhecimento. Planejamento e gestão do capital intelectual. Projeto de Gestão do Conhecimento. Educação corporativa. Levantamento de perfis e qualificações essenciais para os recursos humanos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. Princípios e Fundamentos da Gestão do Conhecimento B. Princípios e Fundamentos de Capital Intelectual C. Conceitos de Aprendizagem e Inteligência Organizacional D. Conceitos e Procedimentos de Gestão de Competências E. Conceitos e Procedimentos para implantação de um Projeto de Gestão de Conhecimento F. Princípios e Fundamentos de Educação e Universidade Corporativa G. Procedimentos para implantação de Universidade Corporativa Bibliografia Básica: Título Autor Edição Editora Ano Gestão por competências e Gestão do Conhecimento CARBONE, P. P. 3 FGV 2009 Gestão de Pessoas CHIAVENATO, I. 3 Campus 2009 DUTRA, J. S. 1 Atlas 2007 Editora Ano Atlas 2008 Atlas 2001 Competências – Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna Bibliografia Complementar Título Autor Competências – Conceitos, Métodos e Experiências FLEURY, M. T. L.; RUAS, R. L. Gestão Estratégica do Conhecimento FLEURY, M. T. L. Objetivos: 1 1 Relações Trabalhistas e Sindicais UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Edição Módulo 6 Carga Horária 80 h/a Conhecer a legislação trabalhista para maior segurança na aplicação dessas leis no tocante as relações profissionais do responsável pelos recursos humanos. Planejar e desenvolver soluções legais para os problemas de recursos humanos relacionados às Relações Sindicais. Aperfeiçoar as relações de trabalho para evitar conflitos ligados aos conflitos coletivos e contrato de trabalho. Investigar a relação Empregado e Empregador abordando os temas: assedio moral, Assedio sexual. Estudar a suspensão e interrupção do contrato de trabalho, duração do trabalho, cessação do contrato de trabalho, aviso prévio, estabilidade e FGTS. Conhecer as formas de identificação e registro profissional, trabalho da criança, do adolescente e do portador de necessidades especiais. Competências e Habilidades: • • • • • • • • Conhecer os detalhes do cenário sindical brasileiro; Estar apto a relacionar-se com os funcionários; Ter noções da Legislação Trabalhista; Relacionar-se adequadamente com Funcionários; Gerenciar o Clima Organizacional; Entender uma Convenção Coletiva e implicações para a empresa; Saber prevenir a empresa contra reclamações trabalhistas; Saber o conceito de terceirização. Ementa: Retrospectiva do movimento sindical. Liberdade sindical. Autonomia sindical. A organização sindical. A representação dos trabalhadores nas empresas. O funcionamento da área de Relações Trabalhistas e Sindicais. Negociação Trabalhista e Dissídios Coletivos. Greve. Breves noções de direito processual do trabalho. Papel do Preposto. Junta de conciliação. Órgãos Fiscalizadores. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. Sindicatos; Data Base/Dissídio Coletivo; Convenção Coletiva; Técnicas de Negociação; Demissão; Faltas Legais; Medidas disciplinares; Prevenção de reclamações trabalhistas; Assédio Moral; Assédio Sexual; Terceirização. Bibliografia Básica: Título Manual de Prática Trabalhista. Segurança e Medicina do Trabalho. Cálculos trabalhistas Bibliografia Complementar Autor OLIVEIRA, A Edição (Manuais de Legislação Atlas) OLIVEIRA, Aristeu de 19ª Editora Atlas Ano 2007 Atlas 2008 Atlas 2008 Título Comentários à Consolidação das Leis de Trabalho Manual prático das relações trabalhistas UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Autor Edição CARRION, Valentin VIANNA, Cláudia Salles Vilela 9ª Editora Ano Saraiva 2007 LTR 2008 Jogos de Empresas e Administração de Conflitos Módulo 6 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Sensibilizar o aluno para a importância da integração das pessoas da organização. Estimular a comunicação. Transpor as barreiras físicas e interpessoais. Lidar com os conflitos interpessoais e de grupo. Desenvolver a assertividade e as relações em grupo. Motivar. Orientar o aluno para satisfação dos colaboradores. Demonstrar a importância dos trabalhos em equipe. Identificação dos tipos de liderança. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • Analisar a empresa de forma sistêmica, em busca de pontos da estratégia organizacional, em que os jogos de empresas possam ser usados como vantagem competitiva e estar preparado, para como gestor de recursos humanos, planejar e monitorar a condução deste processo; Conhecer e identificar as características essenciais dos jogos que poderão ser utilizados dentro dos processos de recursos humanos nas organizações; Conhecer e analisar a correta utilização dos jogos no ambiente organizacional; Como administrar conflitos nas Empresas; Vivenciar de forma mais dinâmica o processo de aprendizagem para resolução de problemas; Disseminar a utilização dos jogos, contribuindo para o alcance dos objetivos da organização; Observar e verificar a cultura da organização por meio de utilização dos jogos e como estes podem contribuir para as mudanças comportamentais e organizacionais; Como agir em casos de conflito; Desenvolver-se como negociador. Ementa: Competição e competitividade; Vantagem competitiva e diferencial estratégico; Mercado e ética; Estratégias de atuação empresarial; Conflitos no ambiente corporativo e sua resolução; Gestão por conflitos. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. XV. XVI. XVII. XVIII. XIX. XX. Origem dos jogos; Definição de jogo; O jogo e sua importância na educação; Tipos de jogos; O jogo e o lúdico; Estruturando jogos; Aplicando jogos; O jogo como instrumento de desenvolvimento; Oficina de jogos; Vivências e simulações; Estilo de Liderança; Administração de Conflitos; Visão positiva do conflito; Possíveis causas do conflito; Níveis de conflito; Tipos de conflito; Áreas de conflito; Conflitos interpessoais nas organizações; Conseqüências do conflito; Como administrar os conflitos. Bibliografia Básica: Título Jogos de empresas Dinâmicas e jogos na empresa: método, instrumento e praticas de treinamento. Mediação e solução de conflitos: teoria e prática Autor GRAMIGNA, Maria Rita Miranda Edição Editora Pearson Ano 2005 LUPERINI, Roberto Vozes 2008 FIORELLI, Jose Osmir; FIORELLI, Maria Rosa; JUNIOR MALHADAS, Marco Julio Olive Atlas 2008 Editora Ano DESSLER, Gary Prentice Hall 2003 JALOWITZKI, Marise Madras 2007 Bibliografia Complementar Título Administração de recursos humanos Jogos e Técnicas Vivenciais nas Empresas UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Objetivos: Autor Edição Gerenciamento de Pessoas e Liderança Módulo 6 Carga Horária 40 h/a Formar profissionais gestores de área, com capacidade de liderança de grupos e equipes, com conhecimento do estudo do comportamento, técnicas e ferramentas gerenciais. Conhecer a gestão de pessoas e seus desdobramentos de forma estratégica e desenvolver o perfil do profissional como líder de pessoas, bem como desenvolver ambientes de trabalho que gerem satisfação e motivação no trabalho. Competências e Habilidades: Interpretar as relações que se estabelecem no interior das organizações entre indivíduos e grupos/organizações e conhecer os fatores determinantes do como as referidas relações acontecem na dinâmica organizacional; Avaliar a capacidade e planejar a qualificação de equipe de trabalho. Sublinhar comportamentos e posturas adequadas ao ambiente organizacional Conduzir as pessoas à eficácia/eficiência do relacionamento humano contribuindo para a melhoria do desempenho organizacional Dominar técnicas e estilos de liderança Gerenciar equipes Planejar a qualificação da equipe de trabalho Ementa: Política de Recursos Humanos. Administração do tempo. Estrutura e Planejamento estratégico de um sistema de Recursos Humanos. Formação de um sistema de informação de recursos humanos nas empresas. Treinamento e desenvolvimento de pessoal nas organizações Técnicas de liderança. Planejamento e gestão de recursos. Trabalho colaborativo. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. Ambiente Organizacional Técnicas de Liderança Gerenciamento de equipes Dinâmicas organizacionais Motivação, Liderança, Clima Organizacional Planos de Desenvolvimento Organizacional Bibliografia Básica: Título Autor Gestão de Pessoas Edição CHIAVENATO, I. Gestão Estratégica de Pessoas – Conceitos e Tendências MARRAS, J. P. Liderança e Motivação LUND, M. et al Editora 3 Ano Campus 2009 Saraiva 3 FGV 2009 Editora Ano Campus 2005LUND Atlas 2009 Bibliografia Complementar Título Liderança e Motivação Gestão de Pessoas – Perspectivas Estratégicas Autor HBR Books ALBUQUERQUE, L. G. de Edição 1 1 UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Treinamento e Desenvolvimento de RH Módulo 7 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Compreender a importância, objetivo e as funções da gestão de pessoas no contexto atual. Identificar a importância do desenvolvimento de pessoas como uma das ferramentas para gestão de pessoas nas organizações. Identificar, compreender, conceituar e analisar os processos que estruturam o desenvolvimento de pessoas. Delinear tendências atuais no desenvolvimento de pessoas. Propiciar a discussão de temas emergentes. Oportunizar o desenvolvimento da capacidade dos alunos para aplicar os conteúdos à prática administrativa. Apresentar o processo de Treinamento e Desenvolvimento – T&D. nas organizações, abordando as principais questões relacionadas à área, proporcionando aos acadêmicos uma visão critica frente às tendências organizacionais. Oportunizar atividades interdisciplinares e contatos com profissionais que atuem como gestores de Recursos Humanos. Competências e Habilidades: • • • • Conhecer o processo de Treinamento e Desenvolvimento; Utilizar a gestão de capital intelectual; Identificar a relação entre desenvolvimento de RH e de Capital intelectual; Desenvolver a visão sistêmica. Ementa: Planejamento e desenvolvimento de recursos humanos, treinamento, plano e programas, modelos e técnicas. Os principais elementos do Treinamento e Desenvolvimento – T&D. Capital humano e capital intelectual das organizações. Organizações que aprendem. Planejamento do processo de Treinamento e Desenvolvimento nas organizações. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. XV. XVI. Treinamento e Desenvolvimento – T&D; Processo de treinamento e desenvolvimento; Novos paradigmas e as tendências em T&D; Treinamento e desenvolvimento de pessoal; Conceitos, objetivos e importância; Capital humano e capital intelectual das Organizações; Etapas do processo de T&D; Métodos e técnicas de aprendizagem e treinamento; Educação corporativa; Educação à distância; Qualificação profissional e empregabilidade; Desenvolvimento Organizacional; Técnicas de desenvolvimento organizacional; Avaliação do processo de treinamento e desenvolvimento; Importância da avaliação do treinamento; Feedback de 360 graus no treinamento e desenvolvimento. Bibliografia Básica: Título Manual de Treinamento e Desenvolvimento: processos e operações Autor Educação corporativa Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos: como incrementar talentos na empresa Bibliografia Complementar Título Treinamento: princípios, métodos e técnicas Treinamento, desenvolvimentos e educação em organizações e trabalho: fundamentos para a gestão de pessoas UNIDADE CURRICULAR: Período Letivo: Edição Editora Ano BOOG, Gustavo G. Pearson 2007 MEISTER, Jeanne C. Makron Books 2005 7ª Manole 2008 Edição Editora Ano CARVALHO, Antônio Vieira. Pioneira 2001 BORGES - ANDRADE, Jairo E. Artmed 2006 CHIAVENATO, Idalberto Autor Psicologia das Relações Humanas Módulo 7 Carga Horária 80 h/a Objetivos: Possibilitar a reflexão a respeito das relações humanas na sociedade contemporânea a partir dos pressupostos da psicologia social crítica e construir com o grupo uma análise das relações de trabalho constituídas no contexto profissional dos recursos humanos. Analisar os processos básicos do comportamento humano, focalizando-os no contexto das organizações: percepção (destaque à percepção social), motivação (ênfase à motivação para o trabalho), pensamento e linguagem (ênfase nas representações sociais), comunicação. Conceituação e caracterização de papéis sociais e processos grupais nas organizações. Competências e Habilidades: • • • • • • • • • • • Desenvolvimentos da percepção e sensação nos seus diferentes tipos; Motivação para o trabalho Interdependência; Habilidades na comunicação; A transposição das possibilidades de entraves o contexto das organizações; Inter-relação entre papel social, percepção social e personalidade no contexto das organizações; Liderança; Cooperação e competição; Competência e habilidade para lidar com os problemas humanos no ambiente de trabalho; Competência interpessoal; O processo de feedback como processo de mudança e crescimento pessoal e profissional. Ementa: A Psicologia nas relações humanas. A UNIDADE CURRICULAR propõe um estudo e uma discussão da Psicologia e de questões de nossa contemporaneidade, que produzem transformações significativas no sujeito e nas suas relações de trabalho. Através de estudos de princípios de psicologia e dinâmica de grupo, proporcionar aos alunos melhores níveis de relacionamento interpessoal, favorecendo assim, a situação de grupo e, conseqüentemente, o processo de aprendizagem, bem como a futura atuação profissional. Contribuições da Psicologia no ambiente empresarial com foco no relacionamento. Desenvolvimento das habilidades nas relações humanas. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. Perspectivas teóricas em psicologia; II. A constituição do sujeito nas relações sociais; III. As relações de trabalho no contexto profissional dos recursos humanos; IV. A representação social da profissão; V. A dimensão institucional das relações sociais: grupo, organizações, instituições; VI. A Psicologia como subsídio na melhoria das relações humanas; VII. Processos psicológicos básicos e suas manifestações no contexto das organizações; VIII. Papéis sociais; IX. Processos grupais nas organizações; X. Relacionamento; XI. Stress e qualidade de vida no trabalho. Bibliografia Básica: Título Psicologia e relações humanas no trabalho Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil Psicologia aplicada à administração Bibliografia Complementar Título Fundamentos do comportamento organizacional Psicologia no gerenciamento de pessoas Autor OLIVEIRA, Cassio Fernandes de; SILVA, Milena Oliveira da; FERNANDES, Almesinda ZANELLI, Jose Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS, Antonio Virgilio Bittencourt. MINICUCCI, Agostinho Autor SCHERMERHORN, John R. Jr.; HUNT, James G.; OSBORN, Richard N. BANOV, Marcia Regina UNIDADE CURRICULAR: Legislação Previdenciária Período Letivo: Módulo 7 Objetivos: Edição 5ª Edição Editora Ano AB EDITORA 2006 Artmed 2004 Atlas 1995 Editora Ano Bookman 1999 Atlas 2008 Carga Horária 40 h/a Fornecer ao aluno a compreensão dos conceitos básicos de Direito previdenciário, bem como noção das circunstâncias em que há cobertura da previdência e o direito aos mais diversos benefícios. Competências e Habilidades: Apresentar os conceitos básicos do Direito Previdenciário. Apresentar os elementos constituintes e sua função social e os benefícios individualmente Desenvolver no aluno uma visão introdutória acerca do Direito Previdenciário. Introduzir o aluno nos principais institutos relacionados com a disciplina Ementa: Teoria Geral da Securidade Social. Custeio da Securidade Social. Princípios da Securidade Social. Benefícios da Previdência Social. Acidente do Trabalho. Seguro Desemprego. Assistência Social e Saúde. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. K. Direito Previdenciário. BENEFICIÁRIOS FILIAÇÃO E INSCRIÇÃO PRESTAÇÕES Dependentes dos segurados. Manutenção e perda da qualidade de segurado. Regime geral da previdência e regime especial. Acumulação de benefícios. Período de carência. Benefícios Decadência e prescrição. Bibliografia Básica: Título Autor Edição Editora Ano Legislação Previdenciária MARTINS, S. P. 17 Atlas 2011 Constituição CLT Legislação Previdenciária e Legislação Complementar MARTINS, S. P. 2 Atlas 2011 Legislação Previdenciária OLIVEIRA, A. 15 Lumen Juris 2007 Editora Ano Manole 2006 Jurua 2010 Bibliografia Complementar Título CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – Legislação Previdenciária Legislação Previdenciária UNIDADE CURRICULAR: Autor Jurídica Manole FONTOURA, I. P.; SABATOVSKI, E. Edição 1 26 Avaliação de Desempenho e Gestão de Carreira Carga Horária Módulo 8 Período Letivo: 80 h/a Objetivos: Explicar a necessidade de recorrer a determinados pressupostos teórico-metodológicos para inserir na prática o enfoque por competências na GRH, de recorrer ao processo de formação como única via sustentável de manter revitalizadas essas competências e seu desenvolvimento, e de utilizar a avaliação do desempenho como processo de retroalimentação para a revitalização e o desenvolvimento das referidas competências profissionais. Tem por objetivo conduzir os participantes a habilitarem-se a serem líderes nos novos cenários organizacionais e gestores das próprias carreiras, fornecendo dados sobre projeto de vida e projeto profissional que permitam o planejamento e o desenvolvimento de carreiras com maior adequação. Competências e Habilidades: • • • • • • • Eleger e compreender as variáveis internas e externas que impactam na gestão da carreira e na várias formas de avaliação e mensuração de desempenho; Formatar, aplicar e analisar programas de avaliação de desempenho; Gerir eficazmente programas de carreira; Utilizar de forma eficiente a ferramenta de planejamento estratégico; Desenvolver capacidade de liderança, buscando o desenvolvimento das potencialidades humanas; Saber negociar com grupos de interesses; Implantar sistemas de informação de recursos humanos, voltada para gestão de pessoas e avaliação de desempenho. Ementa: Gerenciamento e carreira: Conceitos e objetivos. Fases da carreira. O equilíbrio: Vida pessoal, familiar e profissional. Planejamento de carreira. A importância da cultura nos sistemas de avaliação de desempenho. Avaliação de desempenho: Evolução histórica, conceituação, objetivos, usos. Métodos de avaliação de desempenho: Escalas: Gráfica e forçada. Avaliação por resultados. Autoavaliação. Erros comuns na avaliação. Análise organizacional. Sensibilização e comprometimento. Acompanhamento e controle. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. Conhecimento sobre organizações: conceitos e objetivos; Organizações e ambiente; Modelo explicativo de comportamento; Avaliação de desempenho; Evolução, conceitos e usos; Métodos de avaliação de desempenho; Elaboração de sistemas de desempenho; Estratégia de implantação de sistemas de avaliação de desempenho. Bibliografia Básica: Título Autor Edição Editora Ano Avaliação de desempenho humano na empresa BERGAMINI, Cecília W. Atlas 2007 Gestão de pessoas, não de pessoal VROOM, Victor H. Campus 1997 Avaliação de desempenho PONTES, Benedito Rodrigues LTR 2007 Editora Ano 2004 10ª Bibliografia Complementar Título Autor Avaliação 360 graus: um instrumento de desenvolvimento REIS, Germano Glufke Atlas Planejamento e gestão da carreira profissional FARIAS, Edvaldo de Sprint UNIDADE CURRICULAR: Edição Endomarketing Período Letivo: Módulo 8 Carga Horária 80 h/a Objetivos: A utilização do endomarketing como uma importante ferramenta no processo gerencial. Entender as possibilidades do endomarketing na gestão organizacional. Possibilitar ao aluno a análise correta do cenário das organizações no contexto dos valores humanos. Contribuir para que os alunos estabeleçam as relações existentes entre o marketing externo e o endomarketing. Competências e Habilidades: • • • • • • • • Desenvolver uma visão geral do endomarketing; Diferenciação do marketing e do endomarketing; Programas de implantação do endomarketing; As atividades do endomarketing – aplicação ampliada; Avaliar programas de endomarkeitng; Implantação e gerenciamento dos momentos da verdade; Cultura de serviços e estrutura organizacional; Perspectivas do endomarketing. Ementa: Atividades do endomarkeitng. Desenho, desenvolvimento e aplicação dos produtos de endomarketing. Planejamento, orçamento, contabilização, e avaliação dos resultados de endomarketing. Cuidados e dicas. Mitos e realidades sobre endomarketing. A importância da comunicação interna nas organizações como instrumento de relacionamentos com clientes. Identificar necessidades organizacionais e as ferramentas adequadas a cada público interno. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. Endomarketing: definição e importância; A Cultura Organizacional; Pesquisa de ambivalência organizacional; Dimensão e implantação de um programa de endomarketing; Atividades do endomarketing; Avaliação do endomarketing; Comunicação: Motivação pela informação; Entropia da Informação; Desmotivação: Fatores Materiais e Emocionais; Desenho: Empresa, Funcionários e Clientes; Produtos do Endomarketing: Instrumentos utilizados Planejamento, Orçamento, Contabilização e Avaliação dos Resultados; Endomarketing: Mitos e Realidades. Bibliografia Básica: Título Endomarketing: como estratégica de gestão Autor Edição Editora Ano BRUM, Analisa de Medeiros L&PM 2005 Endomarketing: como pratica-lo com sucesso BEKIN, Saul Faingaus Pearson / Prentice Hall 2003 Endomarketing de A a Z BRUM, Analisa de Medeiros Sagra Luzzatto 2007 Editora Prentice Hall Ano 2005 Atlas 2007 Bibliografia Complementar Título Administração de Marketing Autor KOTLER, Philip Edição 12ª Prática de recursos humanos PRH: conceitos, ferramentas e procedimentos FRANÇA, Ana Cristina Limongi UNIDADE CURRICULAR: Gestão do Conhecimento Período Letivo: Módulo 8 Carga Horária Objetivos: Permitir uma visão global das questões que envolvem o gerenciamento da informação e do conhecimento nas organizações do conhecimento a partir de concepções teóricas e práticas contemporâneas. Competências e Habilidades: 40 h/a Ter conhecimento dos conceitos relacionados à informação e conhecimento; Compreender a utilização da informação nas organizações; Conhecer os produtos, ferramentas e serviços associados à gestão da informação; Compreender os aspectos comportamentais ligados à Gestão do Conhecimento; Identificar e administrar o capital intelectual da organização Ter capacidade de mapear o conhecimento nas organizações; Ser habilitado a administrar o ciclo do conhecimento e os processos associados. Ementa: Gestão de Conhecimento: Conceitos, Diferentes Visões e implicações para a organização. O Conhecimento como vantagem competitiva. Aspectos Fundamentais sobre aprendizagem e inovação nas organizações. O fator humano como capital intelectual. Ciclo de vida de conhecimento. Conhecimento Tácito e Conhecimento Explicito. Invenção e Inovação. Criação de Conhecimento nas Organizações: aprendizagem Individual, aprendizagem em equipe, aprendizagem organizacional. Os processos de Compartilhamento e difusão do conhecimento nas organizações. Organização em Aprendizagem. Bases Tecnológicas: conceitos, procedimentos, técnicas, ferramentas, modelos. Gestão do Conhecimento Conhecimento tácito e explícito Mapeamento do conhecimento Valor da informação e do conhecimento nas organizações Organizações do Conhecimento Projetos de Gestão do Conhecimento Estudos de Casos Bibliografia Básica: Título Autor Edição Editora Ano Gestão do Conhecimento TERRA, J. C. C. 5 Campus 2005 Gestão do Conhecimento QUEL, L. F. 1 Saraiva 2006 RODRIGEZ, M. V. 1 Qualitymark 2011 Editora Ano Cengage Learning 2003 Atlas 2001 Gestão do Conhecimento e Inovação nas empresas Bibliografia Complementar Título Administração de Sistemas de Informação e a Gestão do Conhecimento Gestão Estratégica do Conhecimento Autor ROSSINI, A. M. FLEURY, M. T. L. Edição 1 1