opinião Novembro 2007 Nosso Jeito de ser, crer e viver! É com muita alegria que oferecemos a você mais um Jornal Diocesano. Neste penúltimo número de 2007, ele nos apresenta uma temática importante em nossa ação evangelizadora e pastoral. Ela é a primeira das prioridades do Plano Diocesano de Pastoral: a Juventude. Nestes últimos anos, a realidade dos jovens está na agenda da Igreja do Brasil, que culminou com a publicação do documento “Evangelização da Juventude” (CNBB - 2007). Em nível de Igreja latino-americana e caribenha o Documento de Aparecida reafirma a opção pelos jovens. O próprio Papa Bento XVI, em sua visita ao Brasil, em maio deste ano, no encontro com os jovens, diz: “Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja..., vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem... Sem o rosto jovem a Igreja se apresenta desfigurada”. Isto é motivo de plena satisfação não só para quem está envolvido, mais especialmente com a pastoral ou setor da juventude, mas também para todos/as que acreditam na força da organização dos jovens, nos grupos de base do campo e na cidade, na escola e na periferia onde partilham a vida, vivem a fé e promovem um contínuo processo de formação. Por isso, vamos participar da grande festa da celebração dos 25 anos das PJ's de Santa Catarina no próximo dia 18 (3º domingo de novembro) na cidade de Ituporanga. Cremos que as demais temáticas desta edição do Jornal Diocesano são excelentes contribuições para a reflexão e ação, sendo um elo a mais no anúncio da Boa Nova de Jesus de Nazaré nem sempre fácil e simpático. Boa leitura! Pe. Ivo Pedro Oro Palavra do Bispo No dia 20 de outubro em Tubarão, aqui em nosso Estado, foi beatificada a jovem Albertina Berkenbrock, e no dia seguinte, 21 de outubro, em Frederico Westphalen, no vizinho Estado do Rio Grande do Sul, repetiu-se a mesma celebração, elevando às honras dos altares, o jovem Adílio Daronch e o Padre Manuel Gomez Gonzalez. Beatificação é o ato solene pelo qual a nossa Igreja católica declara que uma pessoa é santa e digna de veneração pública pelos fiéis católicos de uma região. A beatificação distinguese da canonização apenas pela sua abrangência. Depois de canonizado, o santo ou a santa pode ser venerado ou venerada pelos fiéis do mundo inteiro. A beatificação pode ser presidida por um Cardeal, como foi em Tubarão e em Frederico Westphalen. A canonização é sempre presidida pelo Papa. Houve uma época em que se pensava e, ainda hoje, com freqüência se pensa ser a santidade privilégio dos padres, bispos, papas e das religiosas e religiosos (as Irmãs e os Irmãos). No entanto, a santidade é própria de cada cristão e de cada cristã. Ser cristão é igual a ser santo. A Palavra de Deus em diversas passagens nos lembra esta verdade: A vós todos os que estais em Roma, amados de Deus e santos por vocação (Rm 1,7). Sereis santos porque eu sou santo (1Pd 1,16; cf Lv 11,44). A vontade de Deus é que sejais santos (1Ts 4,3). Nossa Igreja, através de seus documentos, também não cessa de repetir que a santidade é para todos. Todos na Igreja, precisamente porque são seus membros, recebem e, por conseguinte, partilham a comum vocação à santidade. (ChL 16). Se na Igreja nem todos seguem o mesmo caminho, todos, no entanto, são chamados à santidade (LG 32/80). O Senhor Jesus, Mestre e Modelo divino de toda a perfeição, a todos e a cada um dos discípulos de qualquer condição pregou a santidade de vida (LG 40/101). Com freqüência nós católicos somos acusados de idolatria. Segundo alguns irmãos nossos, de outras Igrejas cristãs, nós adoramos os santos e as suas imagens. É bom prestarmos atenção ao que é dito a nosso respeito. De fato, muitas vezes, por falta de orientação alguns católicos têm atitudes em relação aos santos e às suas imagens que beiram à adoração. Não esqueçamos nunca. Nosso culto aos santos e santas é de veneração, ou seja, os santos e santas são para nós, nada mais, nada menos do que modelos e intercessores. Assim como nós aqui na terra intercedemos uns pelos outros, os pais rezam pelos filhos e os filhos pelos pais, assim os santos e santas também podem interceder, ou seja, rezar por nós, junto de Deus. O diálogo no projeto eclesial de Aparecida A V Conferência do Episcopado Latinoamericano e Caribenho surpreendeu. Num contexto eclesial em que se respira ares pouco rarefeitos na reflexão teológica, na espiritualidade, na prática pastoral, pouco se acreditava que a Conferência de Aparecida teria condições de “abrir as janelas” para respirar ares novos. E os primeiros passos que conduziam os bispos a Aparecida foram realmente frustrantes para quem esperava mudanças: um Documento de Participação centrado numa eclesiologia abstrata; um Documento Síntese que tentava ajeitar meio sem jeito as contrapropostas ao Documento de Participação; a impressão de que a presença do papa poderia dificultar aos bispos uma expressão livre e consciente dos desafios e anseios da Igreja junto aos nossos povos. Sinais de uma eclesiologia ultramontana, mesmo após a superação dos temores de uma possível Conferência ultramar. Falar em diálogo, nesse contexto, parecia ilusão. Tentou-se preparar a Conferência de Aparecida num circuito fechado, com horizontes limitados no âmbito teológico, espiritual e pastoral, num monólogo das posições centralizadoras e sem perspectivas de abertura para um diálogo de caráter plural. Mas Aparecida surpreendeu. Aconteceu uma mudança de rumo quase inesperada (ou, se esperada, não acreditada), tanto no desenvolvimento quanto nas Conclusões da V Conferência. Os temas mais significativos (Vida, Jesus Cristo, Missão, Igreja, Sociedade, Cultura...) inovaram, senão pelo conteúdo ao menos pelo espírito da abordagem. E uma das novidades foi exatamente o espírito de diálogo com que esses temas são abordados. Claro, nem sempre esse espírito é manifestado com convicção em todas as passagens das Conclusões de Aparecida. Mas ele existe e como um dos elementos que configuram o ser e agir do cristão discípulo missionário hoje. Em grandes eixos, pode-se afirmar como características do diálogo na Conferência de Aparecida: é um diálogo da vida, gerador de novas realidades e revitalizador das forças que sustentam a vida plena, livre e digna dos povos latino-americanos e caribenhos; é um diálogo missionário, que explicita a verdade cristã mais pelo testemunho existencial do que pela afirmação de doutrinas; é um diálogo intercultural, pelo encontro com a ciência, as artes, as diferentes tradições culturais do presente; é um diálogo renovador, que propõe mudanças teóricas e práticas na Igreja, compreendendo que “a Igreja precisa mudar muito para ser fiel a si mesma”; é um diálogo ecumênico, na busca do testemunho comum da fé evangélica e da comunhão na Igreja de Cristo; é um diálogo inter-religioso, compreendendo que a graça salvífica não exclui as pessoas pelo credo que possuem; é um diálogo de comunhão, propondo a unidade entre todos os povos, a humanidade toda, formando um só povo de Deus. Enfim, a Conferência de Aparecida mostrou, novamente, a Igreja do e no diálogo, um modo privilegiado de se viver o evangelho como discípulos e missionários de Cristo no mundo de hoje. _____________________ Pe. Elias Wolff JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS: MAS O QUE É ISSO? _______________________ Solange Aparecida Correia A primeira vez que ouvi falar de políticas públicas para juventude, foi em 1999 na preparação para o Dia Nacional da Juventude, que naquele ano trazia como tema: Políticas Públicas. E como lema: Vida em Plenitude, trabalho pra Juventude! Muitos jovens da minha comunidade estavam envolvidos com toda aquela celebração, e eu uma jovem de 17 anos que nunca tinha ouvido falar de políticas públicas estava “boiando” diante de tanta euforia, afinal era a primeira vez que a Juventude da comunidade abordava um tema como esse. Fizemos uma reflexão junto a uma música do grupo Biquíni Cavadão que muitos conhecem o “Zé Ninguém”. Ouvindo a música, com intuito de montar um teatro que despertasse o jovem para uma consciência crítica passamos a discutir as situações em que vivíamos, e isso me despertou uma curiosidade muito grande. Eu tinha abandonado os estudos era mais um dos jovens semianalfabetos do nosso Brasil! E me perguntava o que seria essa tal de políticas públicas? Qual o intuito de fazer uma apresentação com essa música? E ainda, que fosse provocativa ao jovem? Eu não entendia, nem sabia o que era aquilo me sentia envergonhada, abrir a boca e perguntar? Nem pensar! Fiquei ali ouvindo, prestando a atenção e me sentindo uma inútil, a partir dessa situação comecei a me perguntar: Seria eu uma desinformada, por ter abandonado os estudos? Muitos eram os meus questionamentos e por não me envolver com a realidade da sociedade, pensava: Não devo ficar aqui, não serei útil já que não sei o que querem dizer e fazer! Foram esses e muitos outros pensamentos que dominavam minha cabeça! Quando cheguei em casa questionei minha mãe sobre o assunto, e qual foi minha decepção? Minha mãe não sabia! Continuei a participar dos encontros com os jovens da minha comunidade, foi quando decidi voltar a estudar e passei a me interessar por Políticas Publicas. Matriculei-me no supletivo da escola do bairro onde morava, e voltei a sala de aula, toda empolgada comecei a pesquisar sobre políticas públicas, esperava ansiosa as aulas de geografia e história, pois associei que seriam essas matérias que iriam me ajudar, foi minha segunda decepção, perguntei para professora quando iríamos estudar sobre políticas públicas? Ela me respondeu rindo: - Não estudamos isso na escola, não faz parte das matérias do ano letivo; Mas podemos conversar sobre o assunto fora da escola. Eu adorei. Mas infelizmente isso nunca aconteceu. Passei a ter acesso a internet e passei a ter maiores informações, e achei bárbaro principalmente quando lia sobre as questões de cultura, saúde, educação, etc... “ milhões de jovens sem saber o que era essa tal de políticas públicas... Depois de muitas pesquisas, entendi que eu precisava fazer algo, tomar alguma atitude, mas acabei me frustrando, pois a cada novo anseio uma nova dificuldade, a falta de conhecimento, de interesse não só do jovem, mas da sociedade em geral é muito grande, acaba sendo um obstáculo. Os textos aos que tive acesso via internet, livros, subsídios, os encontros de jovens que participei, (inclusive participei de curso que trazia como tema políticas públicas). Levantavam discussões, mostravam que a juventude tem direito a saúde, mas se eu for atendida pelo SUS, não terá um médico especialista em problemas de juventude, assim, como o idoso e a criança também não! O jovem na rua ele não tem nenhuma assistência, ao contrário é um excluído da sociedade, ele causa medo. Na educação temos o projetos universidade para todos, mas ainda não é suficiente, emprego, moradia, são muitos projetos, maiores as dificuldades, isso desperta em mim o desejo de querer fazer algo por essa juventude. Sei que muito tem sido feito, mas não tem sido suficiente, não precisamos de assistencialismo! Precisamos de trabalho, de aprendizado, de um voto de confiança, de uma oportunidade... Acredito na juventude, defendo seus direitos, sei que ela precisa de emprego, saúde, lazer, cultura, educação, entre outros, mas para que a juventude desfrute dos seus direitos, para que as Políticas Públicas para Juventude funcione, para que os projetos saiam do papel, a juventude precisa entender o porquê! Ter o conhecimento do que realmente é necessário, saber o que é, e para que existe as políticas públicas. Vivemos em uma sociedade onde a cultura é a da reclamação, do comodismo, consumismo, da televisão, etc... “ Editorial Novembro 2007 A Juventude precisa de educação, mas essa educa ção deve vir a partir de assuntos que diz respeito a ela... E comecei a perceber que ao passar dos meses eu já estava entendo um pouquinho mais sobre essa tal de políticas públicas, o grupo de jovens que participava trabalhava muito com esse tema, eu já falava sobre isso nos encontros, já estava expressando minhas idéias e opiniões, e comecei a entender que era um projeto ousado, mas que não funcionava da forma que deveria, não sei porque, se era culpa da sociedade, do poder público, ou porque faltava interesse do próprio jovem, comecei a me ver como uma jovem, que estava no meio desse mundo, cheia de sonhos e anseios, na teoria, entendendo um pouquinho de políticas públicas, mas sem ação, não sabia o que fazer! Não sabia como agir. Decidi que deveria falar com outras pessoas sobre políticas públicas, outros jovens! E foi aí que eu descobri que existiam outros A Juventude precisa de educação, mas essa educação deve vir a partir de assuntos que diz respeito a ela, que abra caminhos precisamos de novos horizontes! A juventude precisa ser motivada, seria muito legal se os municípios se organizassem, criassem parcerias com as Igrejas, ONG's, grupos escolares, todos juntos investissem em um espaço para juventude, onde se trabalharia com recuperação de valores, perspectivas de vida, projetos de vida, revisão de vida, e dentro desse espaço, trabalharia a juventude e a arte, juventude e o esporte, juventude e a educação, trabalhos de cooperativas criando parcerias com grandes empresas para preparar o jovem para o mercado de trabalho, mostrando que o Jovem deve ser protagonista da sua história, mas para isso ele precisa de conhecimento, de motivação, de atenção, de esperança, precisa de alguém que entenda que ele vive na favela, mas é inteligente e tem uma vida inteira pela frente, vive na periferia, mas sonha com um mundo justo, que estudou em escola publica a vida toda e que vai para uma universidade publica, por que ele tem esse direito, que aquele grupo de dança que ele participa será reconhecido, Não por dinheiro ou por fama, mas sim porque ele está ali e faz a diferença... É tudo muito Utópico, sim eu sei, mas se temos tanto dinheiro rodando nas mãos de “maus brasileiros”, poderia se olhar com carinho para a juventude, [...] e a partir de uma boa formação a juventude, junto com a sociedade e com o governo teria a condição de se articular, e fazer valer os seus direitos de políticas públicas para juventude com eficiência. E com certeza teríamos um número bem maior de jovens, trabalhando, estudando, militando, ingressando para política, esses jovens sim teriam uma visão ampla de sociedade e do mundo, seus sonhos e anseios seriam outros, e suas perspectivas vida seriam melhores, buscando uma sociedade igualitária, justa e fraterna. Fonte: http://www.casadajuventude.org.br Novembro 2007 dicas de... Novembro 2007 ...saúde Região Pastoral de Itapiranga Aconteceu: O 3º encontro da Região Pastoral. Foi no dia 10 de outubro de 2007, na Paróquia Nossa Senhora Das Mercês – Iporã do Oeste, tendo como tema: Terapia Natural, com assessoria de Ir. Lídia Smaniotto de Faxinal dos Guedes. Contamos com a participação de 60 agentes da Pastoral da Saúde e das demais pastorais e entidades da região. Inês relata: “Sentimo-nos contentes com o trabalho e dedicação das coordenações das Paróquias São João do Oeste, Itapiranga, Tunápolis e Iporã do Oeste e agentes da pastoral. Agradecemos os padres que estão sempre apoiando e fortalecendo o trabalho conjunto das pastorais. Destacamos que os/as agentes de Pastoral da Saúde, tenham presente que precisamos nos organizar e atuar Agenda Diocese nas três dimensões, sempre em favor da vida. O próprio Jesus disse: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância.” É o grande sonho de todas/os. É com esse sentimento que queremos continuar com nosso trabalho voluntário como agentes da Pastoral da Saúde, para motivar mais pessoas sobre a importância do valor à vida. _________________ Inêz Petry Coordenadora da Região Pastoral de Itapiranga. Arquivo Paroquia dicas... Data Atividade Local 01 Reunião RP Seara Itá Ingredientes: 05 Reunião do Conselho de Presbíteros CDF / Chapecó 2 xícaras (chá) de folhas e talos picados de beterraba 1 xícara (chá) de caldo de folhas cozidas 1 ovo (ver substitutos) ½ xícara (chá) de água 1 colher (chá) de açúcar 3 colheres (chá) de sal 15 gramas ou 1 tablete de fermento biológico 3 colheres (sopa) de óleo 4 e ½ xícaras (chá) de farinha de trigo 06 Reunião da Coodenação de Catequese - RP Seara Itá 06 Reunião RP Xanxerê Faxinal dos Guedes 07 Reunião RP Palmitos São Carlos 07 Encontro da Coordenação dos Grupos de Reflexão Chapecó 08 Reunião RP Quilombo Galvão 08 Reunião da Coord. de Catequese - RP Maravilha Maravilha 10 Encontro da CODEIR Xanxerê 10 e 11 Encontro de Junioristas da Diocese S. Miguel do Oeste 10 e 11 Estágio Vocacional Chapecó 10 e 11 CTPL SMOeste S. Miguel do Oeste 10 e 11 CTPL Pinhalzinho / Maravilha Pinhalzinho 10 e 11 CTPL Campo Erê Anchieta 10 Reunião da Coord. de Catequese - RP Campo Erê Palma Sola 10 e 11 Escola Bíblica - RP Itapiranga São João do Oeste 10 e 11 Reunião de Avaliação e Planejamento da PAMEN Águas de Chapecó 11 e 12 Reunião de Aval./ Planej. /Coord. Dioc. de Liturgia Bom Jesus do Oeste 13 Reunião RP Chapecó Santo Antônio/Ccó 14 Reunião RP Maravilha Romelândia 16 e 17 Reunião da Equipe Diocesana de Catequese Chapecó 18 Celebração Estadual dos 25 anos das PJs/SC Ituporanga 19 Reunião da Coordenação Dioc. da Pastoral da Saúde SDP / Chapecó 19 e 20 Encontro do Clero Diocesano CDF / Chapecó 20 e 21 Reunião da Equipe Diocesana do SAV São Miguel do Oeste 22 Encontro Coord. Dioc. Pastoral da Criança SDP / Chapecó 22 e 23 Reunião do Conselho Regional de Pastoral Lages 23 e 24 Reunião do Conselho Dioc. de Pastoral Ampliado CDF / Chapecó 23 e 25 Reunião Equipe Est. Ampliada de CEBs /G. Reflexão Lages 24 e 25 Escola Bíblica - 3ª etapa Xanxerê 25 Reunião da Coord. Dioc. da Pastoral Carcerária Chapecó 27 Reunião RP Campo Erê Palma Sola 28 Reunião RP SMOeste Descanso 29 Reunião RP Itapiranga Iporã do Oeste 30 Avaliação do SDP - agentes e funcionários int. SDP / Chapecó PÃO DE TALOS E FOLHAS DE BETERRABA Preparo: Coloque as folhas de talos no liquidificador com água e o caldo das folhas cozidas. Bata bem. Junte o ovo, o açúcar, o sal, o fermento e o óleo e continue batendo. Coloque em uma vasilha a farinha de trigo e despeje a mistura do liquidificador. Amasse até desgrudar das mãos. Deixe a massa crescer até dobrar de volume. Amasse novamente e forme os pães, colocando em uma assadeira untada. Deixe crescer novamente. Coloque em forno moderado para assar por aproximadamente 40 minutos. O Natal está chegando. É momento de prepararmos nossa casa e nossa igreja, manifestando nossa gratidão pelo nascimento de Jesus e também nossa fraternidade em relação a cada ser humano. A Livraria Diocesana envolvida neste espírito natalino, oferece a você e sua comunidade presépios de diversas formas e descontos especiais. s c/ Presépio c. 20% des s e no mê Soment o r b m de nove em defesa ao meio ambiente Aniversariantes 01/11 02/11 02/11 02/11 02/11 03/11 03/11 05/11 06/11 08/11 11/11 12/11 12/11 13/11 15/11 19/11 21/11 21/11 22/11 22/11 26/11 27/11 28/11 28/11 28/11 29/11 29/11 30/11 Fátima Frozza Steffani Anair Batista Ir. Maria Therezia Bremm Ir. Dilva Fátima Mazaro Salete Zonta Ir. Ana Maria da Cruz Loreno Eckert Fidelis Grazel Otília Dalazen Pe. Sérgio Melz Frei José Lorenz Führ Ir. Fidência Vicenzi Ir. Giovana Fadini Pe. Canício José Ludwig Marines Píer Pe. Airton Maltauro Ir. Lúcia Catarina Mueller Nailda Menegotto Alexandre Ferreira de Andrade Ir. Amélia Lando Edson Finatto Ir. Gilda Zanotto Ivanor de Moura Rosa M. S. Gris Salete G. de Oliveira Ir. Maria Miria Mossmann Ir. Oneida M. R. Beluso Ourora Bolzan Ita Faxinal dos Guedes Chapecó São Miguel do Oeste Seara São Miguel do Oeste São José do Cedro Itapiranga Chapecó – P. Sto Antônio Itá Xaxim Faxinal dos Guedes Xaxim Chapecó – P. Sto Antônio Modelo Seara São Miguel do Oeste São Miguel do Oeste Filosofia - Passo Fundo Xanxerê Vargeão Chapecó Anchieta Quilombo Mondaí São Miguel do Oeste Chapecó São Domingos Agenda Dom Manoel Data 01 02 03 03 e 04 05 06 07 08 09 10 10 11 13 14 a 17 18 19 e 20 21 22 e 23 23 e 24 25 27 28 29 30 Atividade Local Reunião RP de Seara Itá Celebração de Finados - Cemitério Mun. - 09h00 Chapecó Reunião Equipe de Formadores Chapecó Visita Pastoral Seara Reunião do Conselho de Presbíteros Chapecó Reunião da Presidência da CNBB Reg. Sul IV Florianópolis Assembléia ASDI - 08h30 Chapecó Reunião RP Quilombo Galvão Visita Pastoral Seara Reunião CODEIR - manhã Xanxerê Celebração Crisma - B. Pres. Médice - 17h00 Chapecó Celebrações Crisma Coronel Freitas Reunião RP Chapecó - Santo Antônio Chapecó Serminário do CONIC São Paulo Celebração 25 anos Com. Bilat. Católica/Anglicana São Paulo Encontro do Clero Diocesano Chapecó Encontro do SAV S. Miguel do Oeste Reunião do Conselho Regional de Pastoral Lages Reunião do Conselho Dioc. de Pastoral Ampliado Chapecó Celebração Crisma - 09h00 Caxambu do Sul Reunião RP Campo Erê Palma Sola Reunião RP SMOeste Descanso Reunião RP Itapiranga Iporã do Oeste Avaliação SDP - tarde Chapecó Novembro 2007 notícias da igreja compromisso social Uma Igreja Missionária Região Pastoral de Seara promove o 15º Encontrão de Catequistas Albertina é a primeira bem-aventurada leiga do Brasil Arquivo Paróquia Não é nada fácil expressar em algumas linhas o evento da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e Caribenho, que teve lugar em Aparecida, de 13 a 31 de maio. 15 anos depois de Santo Domingo, sob a batuta de um outro papa, frente a uma sociedade apresentando novos e sérios desafios, não se podia prever com segurança o seu desenlace. O discurso de Bento XVI foi pragmático e decisivo. A partir da centralidade da fé em Jesus Cristo ele não silenciou os graves problemas sociais deste continente, nem deixou de reconhecer o empenho pastoral da Igreja nos anos passados. Creio que o eixo central desta V Conferência, presente em cada página do documento final, consiste na vocação missionária da Igreja Latino-americana e de cada um de seus membros. Mesmo em nossa pobreza, em nossa insuficiente evangelização passada, gozamos de um rico patrimônio que é o substrato cristão de nossos povos. Temos que potencializá-lo e dinamizá-lo passando de uma pastoral de manutenção para uma outra de conquista, na qual todos estejam empenhados, especialmente leigos e leigas. Esta missão está voltada não só para os católicos afastados em nossos países, mas também para outros continentes que necessitam nossa ? ? Cromagem ajuda. Naturalmente este dinamismo missionário, que brota do Evangelho e não de um proselitismo fora de moda, irá requerer mudanças nas mentalidades dos católicos (bispos, padres, leigos/as), como também nas estruturas pastorais da Igreja (dioceses, paróquias, participação maior do laicato). Diante de uma sociedade secularizada, presa fácil do individualismo e do consumismo, carente de referências éticas sólidas, à mercê de uma cultura globalizada de cunho neoliberal, mas buscando realidades transcendentes e experiências místicas, a V conferência reafirma a centralidade da pessoa de Jesus Cristo, a importância de seu anúncio, a alegria da fé, o processo para nos tornarmos discípulos autênticos do mestre de Nazaré. Mas também diante de uma sociedade com profundas e dolorosas desigualdades sociais, com novos rostos da pobreza e da exclusão social, com os migrantes sempre mais numerosos, com a desvalorização da vida humana em vista da produtividade e do lucro, a V Conferência retoma o método ver, julgar e agir e reafirma a responsabilidade social oriunda da fé, a opção preferencial pelos pobres e excluídos, a pastoral em função de uma promoção humana integral, a reabilitação ética da política, o empenho pela reconciliação, a paz e a justiça na sociedade latino-americana. Para nós, jesuítas, a V Conferência de Aparecida incentiva a linha adotada pela Companhia de Jesus em suas últimas Congregações Gerais. O anúncio da fé nos difíceis areópagos de uma sociedade pluralista e a promoção da justiça na contracorrente de uma sociedade neoliberal. Nela encontramos afirmações que orientam e animam nossas obras, colégios e universidades, ensino teológico e formação espiritual, pastoral familiar e comunicação social, proximidade aos excluídos bem como aos formadores de opinião e construtores da nova sociedade. Que saibamos apreciar e transformar em realidade este evento, dom de Deus para nosso continente, fruto da ação do Espírito Santo e abençoado pela mãe de Deus, Nossa Senhora Aparecida. _______________________ Pe. Mário de França Miranda, sj Professor de Teologia da PUC-Rio, Jesuíta, Teólogo Perito do V CELAM O 1 5 º . E n c o n t rã o d e Catequistas e Lideranças de nossa Região Pastoral de Seara é um marco histórico, que envolve as lideranças das três p a ró q u i a s ( I tá , S e a ra e Xavantina). O objetivo de nosso Encontrão é celebrar a vida, a partilha, a caminhada e a missão de todas as nossas lideranças e famílias. Para que este encontro acontecesse foi elaborado um material de grupo de reflexão que tratava sobre os temas: “sacramento do batismo compromisso e missão” e “o desafio de viver em família hoje”, concluindo com a celebração de envio realizada nas comunidades no final de semana anterior ao Encontrão. Nosso 15º Encontrão de Catequistas e Lideranças que teve como tema “família: fonte de vida e amor”, e como lema “compromisso e missão”. Aconteceu na comunidade de Santa Apolônia – Paial, no dia 27 de outubro e contou com a participação de aproximadamente 800 pessoas, dentre elas nosso bispo diocesano Dom Manoel João Francisco e a Irmã M a r i ve te , c o o rd e n a d o ra diocesana de catequese. Queremos agradecer a presença, participação, apoio e comprometimento de todas as lideranças, famílias, equipes de trabalho e, em especial, as equipes de coordenações paroquiais. Um forte e caloroso abraço Equipe de Coordenação da Região Pastoral MOVIMENTO PRÓ-UNIVERSIDADE E MEC DEFINEM IMPLANTAÇÃO DA NOVA UNIVERSIDADE No último dia 23 de outubro aconteceu, em Brasília, a reunião do Grupo de Trabalho para definir o cronograma e as estratégias de elaboração do projeto acadêmico da Universidade Pública Federal para a Mesorregião Grande Fronteira do Mercosul. O grupo de trabalho é formado por técnicos do Ministério de Educação e Cultura (MEC) e por 11 integrantes do Movimento Pró-universidade. O Governo Federal propôs instalar uma sede e dois campi (um por estado) iniciando com o funcionamento de 14 cursos e um projeto de expansão para 30 cursos com ensino, pesquisa e extensão. O Ministério da Ed u ca çã o va i i n sta l a r oficialmente o Grupo de Trabalho através de uma Portaria e em 90 dias o projeto desta nova universidade deverá estar concluído. A nova universidade vai abranger 381 municípios e cerca de 3,7 milhões de pessoas distribuídas entre o Sudoeste do Paraná, Oeste de Santa Catarina e Norte do Rio Grande do Sul. As negociações são o resultado da luta das diferentes organizações da sociedade civil, dos três Estados da Região Sul, que desde 2003 reivindicam insistentemente junto ao Governo Federal a instalação desta universidade. Fonte:: www.prouniversidade.com.br Novembro 2007 No último dia 20 de outubro na catedral diocesana de Nossa Senhora da Piedade, em Tubarão, SC, foi beatificada a serva de Deus Albertina Berkenbrock, assassinada aos 12 anos, no dia 14 de junho de 1931. Albertina foi assassinada ao resistir uma tentativa de estupro. “Ela quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher, por causa da fé e da fidelidade a Deus. Ela o fez, heroicamente, como verdadeira mártir. O valor da pureza corporal e espiritual, tão desacreditado na sociedade hodierna, Albertina está testemunhando como grande valor. Especialmente a juventude tem nela um modelo de jovem que viveu a castidade”, afirma o bispo de Tubarão, dom Jacinto Bergmann. A celebração eucarística foi presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal José Saraiva Martins. Fonte: www.diocesechapeco.org.br Mártires são beatificados em Frederico Westphalen O dia 21 de outubro de 2007 vai ficar marcado para a história: os mártires do RS, também chamados mártires de Nonoai/RS, o Pe. Manoel Gómes González e o coroinha Adílio Daronch, foram declarados bemaventurados pelo Cardeal José Saraiva Martins, Presidente da Congregação para as Causas dos Santos da Santa Sé. A celebração aconteceu neste domingo, 21, às 16h, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor Battistella, na cidade de Frederico Westphalen. A missa solene contou com a presença do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, da maioria dos bispos do RS e alguns de outros Estados. Também estavam presentes centenas de sacerdotes e diáconos, centenas de coroinhas, dezenas de milhares de romeiros e fiéis de várias cidades e estados do Sul do Brasil e inúmeras autoridades federais, estaduais e municipais. A partir de agora, o dia 21 de maio está inscrito como o dia da celebração dos Bemaventurados Pe. Manoel e do coroinha Adílio, data que recorda o assassinato ocorrido no dia 21 de maio de 1924 na localidade de Feijão Miúdo, perto do município de Três Passos/RS. Fonte: www.diocesechapeco.org.br