opinião
Novembro 2007
Nosso Jeito de ser, crer e viver!
É com muita alegria que oferecemos a
você mais um Jornal Diocesano. Neste penúltimo
número de 2007, ele nos apresenta uma temática
importante em nossa ação evangelizadora e
pastoral. Ela é a primeira das prioridades do Plano
Diocesano de Pastoral: a Juventude. Nestes
últimos anos, a realidade dos jovens está na
agenda da Igreja do Brasil, que culminou com a
publicação do documento “Evangelização da
Juventude” (CNBB - 2007). Em nível de Igreja
latino-americana e caribenha o Documento de
Aparecida reafirma a opção pelos jovens. O
próprio Papa Bento XVI, em sua visita ao Brasil, em
maio deste ano, no encontro com os jovens, diz:
“Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja...,
vós sois o presente jovem da Igreja e da
humanidade. Sois seu rosto jovem... Sem o rosto
jovem a Igreja se apresenta desfigurada”.
Isto é motivo de plena satisfação não só
para quem está envolvido, mais especialmente
com a pastoral ou setor da juventude, mas
também para todos/as que acreditam na força da
organização dos jovens, nos grupos de base do
campo e na cidade, na escola e na periferia onde
partilham a vida, vivem a fé e promovem um
contínuo processo de formação.
Por isso, vamos participar da grande festa
da celebração dos 25 anos das PJ's de Santa
Catarina no próximo dia 18 (3º domingo de
novembro) na cidade de Ituporanga.
Cremos que as demais temáticas desta
edição do Jornal Diocesano são excelentes
contribuições para a reflexão e ação, sendo um
elo a mais no anúncio da Boa Nova de Jesus de
Nazaré nem sempre fácil e simpático. Boa leitura!
Pe. Ivo Pedro Oro
Palavra do Bispo
No dia 20 de outubro
em Tubarão, aqui em nosso
Estado, foi beatificada a
jovem Albertina
Berkenbrock, e no dia
seguinte, 21 de outubro, em
Frederico Westphalen, no
vizinho Estado do Rio
Grande do Sul, repetiu-se a
mesma celebração,
elevando às honras dos altares, o jovem Adílio
Daronch e o Padre Manuel Gomez Gonzalez.
Beatificação é o ato solene pelo qual a
nossa Igreja católica declara que uma pessoa é
santa e digna de veneração pública pelos fiéis
católicos de uma região. A beatificação distinguese da canonização apenas pela sua abrangência.
Depois de canonizado, o santo ou a santa pode ser
venerado ou venerada pelos fiéis do mundo inteiro.
A beatificação pode ser presidida por um Cardeal,
como foi em Tubarão e em Frederico Westphalen.
A canonização é sempre presidida pelo Papa.
Houve uma época em que se pensava e,
ainda hoje, com freqüência se pensa ser a santidade privilégio dos padres, bispos, papas e das
religiosas e religiosos (as Irmãs e os Irmãos). No
entanto, a santidade é própria de cada cristão e de
cada cristã. Ser cristão é igual a ser santo. A Palavra
de Deus em diversas passagens nos lembra esta
verdade:
A vós todos os que estais em Roma,
amados de Deus e santos por vocação (Rm 1,7).
Sereis santos porque eu sou santo (1Pd 1,16; cf
Lv 11,44).
A vontade de Deus é que sejais santos (1Ts 4,3).
Nossa Igreja, através de seus documentos,
também não cessa de repetir que a santidade é para
todos.
Todos na Igreja, precisamente porque são seus
membros, recebem e, por conseguinte, partilham a
comum vocação à santidade. (ChL 16).
Se na Igreja nem todos seguem o mesmo
caminho, todos, no entanto, são chamados à santidade
(LG 32/80).
O Senhor Jesus, Mestre e Modelo divino de
toda a perfeição, a todos e a cada um dos discípulos de
qualquer condição pregou a santidade de vida (LG
40/101).
Com freqüência nós católicos somos acusados
de idolatria. Segundo alguns irmãos nossos, de outras
Igrejas cristãs, nós adoramos os santos e as suas
imagens. É bom prestarmos atenção ao que é dito a
nosso respeito. De fato, muitas vezes, por falta de
orientação alguns católicos têm atitudes em relação aos
santos e às suas imagens que beiram à adoração. Não
esqueçamos nunca. Nosso culto aos santos e santas é de
veneração, ou seja, os santos e santas são para nós, nada
mais, nada menos do que modelos e intercessores.
Assim como nós aqui na terra intercedemos uns pelos
outros, os pais rezam pelos filhos e os filhos pelos pais,
assim os santos e santas também podem interceder, ou
seja, rezar por nós, junto de Deus.
O diálogo no projeto eclesial de Aparecida
A V Conferência do Episcopado Latinoamericano e Caribenho surpreendeu. Num contexto
eclesial em que se respira ares pouco rarefeitos na
reflexão teológica, na espiritualidade, na prática
pastoral, pouco se acreditava que a Conferência de
Aparecida teria condições de “abrir as janelas” para
respirar ares novos. E os primeiros passos que
conduziam os bispos a Aparecida foram realmente
frustrantes para quem esperava mudanças: um
Documento de Participação centrado numa
eclesiologia abstrata; um Documento Síntese que
tentava ajeitar meio sem jeito as contrapropostas ao
Documento de Participação; a impressão de que a
presença do papa poderia dificultar aos bispos uma
expressão livre e consciente dos desafios e anseios
da Igreja junto aos nossos povos. Sinais de uma
eclesiologia ultramontana, mesmo após a superação dos temores de uma possível Conferência
ultramar.
Falar em diálogo, nesse contexto, parecia ilusão.
Tentou-se preparar a Conferência de Aparecida num
circuito fechado, com horizontes limitados no
âmbito teológico, espiritual e pastoral, num
monólogo das posições centralizadoras e sem
perspectivas de abertura para um diálogo de caráter
plural.
Mas Aparecida surpreendeu. Aconteceu uma
mudança de rumo quase inesperada (ou, se
esperada, não acreditada), tanto no desenvolvimento quanto nas Conclusões da V Conferência. Os
temas mais significativos (Vida, Jesus Cristo, Missão,
Igreja, Sociedade, Cultura...) inovaram, senão pelo
conteúdo ao menos pelo espírito da abordagem. E
uma das novidades foi exatamente o espírito de
diálogo com que esses temas são abordados. Claro,
nem sempre esse espírito é manifestado com convicção em todas as passagens das Conclusões de
Aparecida. Mas ele existe e como um dos elementos
que configuram o ser e agir do cristão discípulo
missionário hoje.
Em grandes eixos, pode-se afirmar como características do diálogo na Conferência de Aparecida: é um
diálogo da vida, gerador de novas realidades e
revitalizador das forças que sustentam a vida plena,
livre e digna dos povos latino-americanos e caribenhos; é um diálogo missionário, que explicita a
verdade cristã mais pelo testemunho existencial do
que pela afirmação de doutrinas; é um diálogo intercultural, pelo encontro com a ciência, as artes, as
diferentes tradições culturais do presente; é um
diálogo renovador, que propõe mudanças teóricas e
práticas na Igreja, compreendendo que “a Igreja
precisa mudar muito para ser fiel a si mesma”; é um
diálogo ecumênico, na busca do testemunho comum
da fé evangélica e da comunhão na Igreja de Cristo; é
um diálogo inter-religioso, compreendendo que a
graça salvífica não exclui as pessoas pelo credo que
possuem; é um diálogo de comunhão, propondo a
unidade entre todos os povos, a humanidade toda,
formando um só povo de Deus.
Enfim, a Conferência de Aparecida mostrou,
novamente, a Igreja do e no diálogo, um modo
privilegiado de se viver o evangelho como discípulos e
missionários de Cristo no mundo de hoje.
_____________________
Pe. Elias Wolff
JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS: MAS O QUE É ISSO?
_______________________
Solange Aparecida Correia
A primeira vez que ouvi falar
de políticas públicas para juventude, foi
em 1999 na preparação para o Dia
Nacional da Juventude, que naquele
ano trazia como tema: Políticas
Públicas. E como lema: Vida em
Plenitude, trabalho pra Juventude!
Muitos jovens da minha comunidade
estavam envolvidos com toda aquela
celebração, e eu uma jovem de 17 anos
que nunca tinha ouvido falar de
políticas públicas estava “boiando”
diante de tanta euforia, afinal era a
primeira vez que a Juventude da
comunidade abordava um tema como
esse.
Fizemos uma reflexão junto a
uma música do grupo Biquíni Cavadão
que muitos conhecem o “Zé Ninguém”.
Ouvindo a música, com intuito de
montar um teatro que despertasse o
jovem para uma consciência crítica
passamos a discutir as situações em
que vivíamos, e isso me despertou uma
curiosidade muito grande.
Eu tinha abandonado os
estudos era mais um dos jovens semianalfabetos do nosso Brasil! E me
perguntava o que seria essa tal de
políticas públicas? Qual o intuito de
fazer uma apresentação com essa
música? E ainda, que fosse provocativa
ao jovem?
Eu não entendia, nem sabia o
que era aquilo me sentia envergonhada, abrir a boca e perguntar? Nem
pensar! Fiquei ali ouvindo, prestando a
atenção e me sentindo uma inútil, a
partir dessa situação comecei a me
perguntar: Seria eu uma desinformada,
por ter abandonado os estudos?
Muitos eram os meus
questionamentos e por não me
envolver com a realidade da sociedade,
pensava: Não devo ficar aqui, não serei
útil já que não sei o que querem dizer e
fazer! Foram esses e muitos outros
pensamentos que dominavam minha
cabeça!
Quando cheguei em casa
questionei minha mãe sobre o assunto,
e qual foi minha decepção? Minha mãe
não sabia! Continuei a participar dos
encontros com os jovens da minha
comunidade, foi quando decidi voltar a
estudar e passei a me interessar por
Políticas Publicas.
Matriculei-me no supletivo da escola
do bairro onde morava, e voltei a sala
de aula, toda empolgada comecei a
pesquisar sobre políticas públicas,
esperava ansiosa as aulas de geografia
e história, pois associei que seriam
essas matérias que iriam me ajudar, foi
minha segunda decepção, perguntei
para professora quando iríamos
estudar sobre políticas públicas? Ela
me respondeu rindo: - Não estudamos
isso na escola, não faz parte das
matérias do ano letivo; Mas podemos
conversar sobre o assunto fora da
escola. Eu adorei. Mas infelizmente isso
nunca aconteceu.
Passei a ter acesso a internet e
passei a ter maiores informações, e
achei bárbaro principalmente quando
lia sobre as questões de cultura, saúde,
educação, etc...
“
milhões de jovens sem saber o que era
essa tal de políticas públicas...
Depois de muitas pesquisas,
entendi que eu precisava fazer algo,
tomar alguma atitude, mas acabei me
frustrando, pois a cada novo anseio
uma nova dificuldade, a falta de
conhecimento, de interesse não só do
jovem, mas da sociedade em geral é
muito grande, acaba sendo um
obstáculo.
Os textos aos que tive acesso
via internet, livros, subsídios, os
encontros de jovens que participei,
(inclusive participei de curso que trazia
como tema políticas públicas).
Levantavam discussões, mostravam
que a juventude tem direito a saúde,
mas se eu for atendida pelo SUS, não
terá um médico especialista em
problemas de juventude, assim, como
o idoso e a criança também não!
O jovem na rua ele não tem
nenhuma assistência, ao contrário é
um excluído da sociedade, ele
causa medo.
Na educação temos o projetos
universidade para todos, mas
ainda não é suficiente, emprego,
moradia, são muitos projetos,
maiores as dificuldades, isso
desperta em mim o desejo de
querer fazer algo por essa
juventude.
Sei que muito tem sido feito,
mas não tem sido suficiente, não
precisamos de assistencialismo!
Precisamos de trabalho, de
aprendizado, de um voto de confiança,
de uma oportunidade...
Acredito na juventude,
defendo seus direitos, sei que ela
precisa de emprego, saúde, lazer,
cultura, educação, entre outros, mas
para que a juventude desfrute dos seus
direitos, para que as Políticas Públicas
para Juventude funcione, para que os
projetos saiam do papel, a juventude
precisa entender o porquê! Ter o
conhecimento do que realmente é
necessário, saber o que é, e para que
existe as políticas públicas.
Vivemos em uma sociedade
onde a cultura é a da reclamação, do
comodismo, consumismo, da televisão,
etc...
“
Editorial
Novembro 2007
A Juventude precisa de
educação, mas essa educa
ção deve vir a partir de
assuntos que diz respeito a
ela...
E comecei a perceber
que ao passar dos meses eu já estava
entendo um pouquinho mais sobre
essa tal de políticas públicas, o grupo
de jovens que participava trabalhava
muito com esse tema, eu já falava
sobre isso nos encontros, já estava
expressando minhas idéias e opiniões,
e comecei a entender que era um
projeto ousado, mas que não funcionava da forma que deveria, não sei
porque, se era culpa da sociedade, do
poder público, ou porque faltava
interesse do próprio jovem, comecei a
me ver como uma jovem, que estava
no meio desse mundo, cheia de sonhos
e anseios, na teoria, entendendo um
pouquinho de políticas públicas, mas
sem ação, não sabia o que fazer! Não
sabia como agir. Decidi que deveria
falar com outras pessoas sobre
políticas públicas, outros jovens! E foi aí
que eu descobri que existiam outros
A Juventude precisa de
educação, mas essa educação deve vir a
partir de assuntos que diz respeito a ela,
que abra caminhos precisamos de novos
horizontes!
A juventude precisa ser
motivada, seria muito legal se os
municípios se organizassem, criassem
parcerias com as Igrejas, ONG's, grupos
escolares, todos juntos investissem em
um espaço para juventude, onde se
trabalharia com recuperação de valores,
perspectivas de vida, projetos de vida,
revisão de vida, e dentro desse espaço,
trabalharia a juventude e a arte,
juventude e o esporte, juventude e a
educação, trabalhos de cooperativas
criando parcerias com grandes empresas
para preparar o jovem para o mercado
de trabalho, mostrando que o Jovem
deve ser protagonista da sua história,
mas para isso ele precisa de conhecimento, de motivação, de atenção, de
esperança, precisa de alguém que
entenda que ele vive na favela, mas é
inteligente e tem uma vida inteira pela
frente, vive na periferia, mas sonha com
um mundo justo, que estudou em escola
publica a vida toda e que vai para uma
universidade publica, por que ele tem
esse direito, que aquele grupo de dança
que ele participa será reconhecido, Não
por dinheiro ou por fama, mas sim
porque ele está ali e faz a diferença...
É tudo muito Utópico, sim eu
sei, mas se temos tanto dinheiro
rodando nas mãos de “maus brasileiros”,
poderia se olhar com carinho para a
juventude, [...] e a partir de uma boa
formação a juventude, junto com a
sociedade e com o governo teria a
condição de se articular, e fazer valer os
seus direitos de políticas públicas para
juventude com eficiência.
E com certeza teríamos um
número bem maior de jovens, trabalhando, estudando, militando, ingressando para política, esses jovens sim
teriam uma visão ampla de sociedade e
do mundo, seus sonhos e anseios seriam
outros, e suas perspectivas vida seriam
melhores, buscando uma sociedade
igualitária, justa e fraterna.
Fonte:
http://www.casadajuventude.org.br
Novembro 2007
dicas de...
Novembro 2007
...saúde
Região Pastoral de
Itapiranga
Aconteceu: O 3º encontro
da Região Pastoral. Foi no
dia 10 de outubro de
2007, na Paróquia Nossa
Senhora Das Mercês –
Iporã do Oeste, tendo
como tema: Terapia Natural, com assessoria de Ir.
Lídia Smaniotto de Faxinal dos Guedes. Contamos
com a participação de 60 agentes da
Pastoral da Saúde e das demais
pastorais e entidades da região. Inês
relata: “Sentimo-nos contentes com
o trabalho e dedicação das coordenações das Paróquias São João do
Oeste, Itapiranga, Tunápolis e Iporã
do Oeste e agentes da pastoral.
Agradecemos os padres que estão
sempre apoiando e fortalecendo o
trabalho conjunto das pastorais.
Destacamos que os/as agentes de
Pastoral da Saúde, tenham presente
que precisamos nos organizar e atuar
Agenda Diocese
nas três dimensões, sempre em favor da vida. O
próprio Jesus disse: “Eu vim para que todos
tenham vida e vida em abundância.” É o grande
sonho de todas/os. É com esse sentimento que
queremos continuar com nosso trabalho voluntário como agentes da Pastoral da Saúde, para
motivar mais pessoas sobre a importância do
valor à vida.
_________________
Inêz Petry
Coordenadora da Região
Pastoral de Itapiranga.
Arquivo Paroquia
dicas...
Data
Atividade
Local
01
Reunião RP Seara
Itá
Ingredientes:
05
Reunião do Conselho de Presbíteros
CDF / Chapecó
2 xícaras (chá) de folhas e talos picados de beterraba
1 xícara (chá) de caldo de folhas cozidas
1 ovo (ver substitutos)
½ xícara (chá) de água
1 colher (chá) de açúcar
3 colheres (chá) de sal
15 gramas ou 1 tablete de fermento biológico
3 colheres (sopa) de óleo
4 e ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
06
Reunião da Coodenação de Catequese - RP Seara
Itá
06
Reunião RP Xanxerê
Faxinal dos Guedes
07
Reunião RP Palmitos
São Carlos
07
Encontro da Coordenação dos Grupos de Reflexão Chapecó
08
Reunião RP Quilombo
Galvão
08
Reunião da Coord. de Catequese - RP Maravilha
Maravilha
10
Encontro da CODEIR
Xanxerê
10 e 11
Encontro de Junioristas da Diocese
S. Miguel do Oeste
10 e 11
Estágio Vocacional
Chapecó
10 e 11
CTPL SMOeste
S. Miguel do Oeste
10 e 11
CTPL Pinhalzinho / Maravilha
Pinhalzinho
10 e 11
CTPL Campo Erê
Anchieta
10
Reunião da Coord. de Catequese - RP Campo Erê
Palma Sola
10 e 11
Escola Bíblica - RP Itapiranga
São João do Oeste
10 e 11
Reunião de Avaliação e Planejamento da PAMEN
Águas de Chapecó
11 e 12
Reunião de Aval./ Planej. /Coord. Dioc. de Liturgia
Bom Jesus do Oeste
13
Reunião RP Chapecó
Santo Antônio/Ccó
14
Reunião RP Maravilha
Romelândia
16 e 17
Reunião da Equipe Diocesana de Catequese
Chapecó
18
Celebração Estadual dos 25 anos das PJs/SC
Ituporanga
19
Reunião da Coordenação Dioc. da Pastoral da Saúde SDP / Chapecó
19 e 20
Encontro do Clero Diocesano
CDF / Chapecó
20 e 21
Reunião da Equipe Diocesana do SAV
São Miguel do Oeste
22
Encontro Coord. Dioc. Pastoral da Criança
SDP / Chapecó
22 e 23
Reunião do Conselho Regional de Pastoral
Lages
23 e 24
Reunião do Conselho Dioc. de Pastoral Ampliado
CDF / Chapecó
23 e 25
Reunião Equipe Est. Ampliada de CEBs /G. Reflexão Lages
24 e 25
Escola Bíblica - 3ª etapa
Xanxerê
25
Reunião da Coord. Dioc. da Pastoral Carcerária
Chapecó
27
Reunião RP Campo Erê
Palma Sola
28
Reunião RP SMOeste
Descanso
29
Reunião RP Itapiranga
Iporã do Oeste
30
Avaliação do SDP - agentes e funcionários int.
SDP / Chapecó
PÃO DE TALOS E FOLHAS DE BETERRABA
Preparo:
Coloque as folhas de talos no liquidificador com água e o caldo
das folhas cozidas. Bata bem. Junte o ovo, o açúcar, o sal, o
fermento e o óleo e continue batendo. Coloque em uma
vasilha a farinha de trigo e despeje a mistura do liquidificador.
Amasse até desgrudar das mãos. Deixe a massa crescer até
dobrar de volume. Amasse novamente e forme os pães,
colocando em uma assadeira untada. Deixe crescer
novamente. Coloque em forno moderado para assar por
aproximadamente 40 minutos.
O Natal está chegando. É momento de prepararmos nossa casa e nossa igreja,
manifestando nossa gratidão pelo nascimento de Jesus e também
nossa fraternidade em relação a cada ser humano.
A Livraria Diocesana envolvida neste espírito natalino, oferece a você e
sua comunidade presépios de diversas formas e descontos especiais.
s c/
Presépio
c.
20% des
s
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Soment
o
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de nove
em defesa ao meio ambiente
Aniversariantes
01/11
02/11
02/11
02/11
02/11
03/11
03/11
05/11
06/11
08/11
11/11
12/11
12/11
13/11
15/11
19/11
21/11
21/11
22/11
22/11
26/11
27/11
28/11
28/11
28/11
29/11
29/11
30/11
Fátima Frozza Steffani
Anair Batista
Ir. Maria Therezia Bremm
Ir. Dilva Fátima Mazaro
Salete Zonta
Ir. Ana Maria da Cruz
Loreno Eckert
Fidelis Grazel
Otília Dalazen
Pe. Sérgio Melz
Frei José Lorenz Führ
Ir. Fidência Vicenzi
Ir. Giovana Fadini
Pe. Canício José Ludwig
Marines Píer
Pe. Airton Maltauro
Ir. Lúcia Catarina Mueller
Nailda Menegotto
Alexandre Ferreira de Andrade
Ir. Amélia Lando
Edson Finatto
Ir. Gilda Zanotto
Ivanor de Moura
Rosa M. S. Gris
Salete G. de Oliveira
Ir. Maria Miria Mossmann
Ir. Oneida M. R. Beluso
Ourora Bolzan
Ita
Faxinal dos Guedes
Chapecó
São Miguel do Oeste
Seara
São Miguel do Oeste
São José do Cedro
Itapiranga
Chapecó – P. Sto Antônio
Itá
Xaxim
Faxinal dos Guedes
Xaxim
Chapecó – P. Sto Antônio
Modelo
Seara
São Miguel do Oeste
São Miguel do Oeste
Filosofia - Passo Fundo
Xanxerê
Vargeão
Chapecó
Anchieta
Quilombo
Mondaí
São Miguel do Oeste
Chapecó
São Domingos
Agenda Dom Manoel
Data
01
02
03
03 e 04
05
06
07
08
09
10
10
11
13
14 a 17
18
19 e 20
21
22 e 23
23 e 24
25
27
28
29
30
Atividade
Local
Reunião RP de Seara
Itá
Celebração de Finados - Cemitério Mun. - 09h00 Chapecó
Reunião Equipe de Formadores
Chapecó
Visita Pastoral
Seara
Reunião do Conselho de Presbíteros
Chapecó
Reunião da Presidência da CNBB Reg. Sul IV
Florianópolis
Assembléia ASDI - 08h30
Chapecó
Reunião RP Quilombo
Galvão
Visita Pastoral
Seara
Reunião CODEIR - manhã
Xanxerê
Celebração Crisma - B. Pres. Médice - 17h00
Chapecó
Celebrações Crisma
Coronel Freitas
Reunião RP Chapecó - Santo Antônio
Chapecó
Serminário do CONIC
São Paulo
Celebração 25 anos Com. Bilat. Católica/Anglicana São Paulo
Encontro do Clero Diocesano
Chapecó
Encontro do SAV
S. Miguel do Oeste
Reunião do Conselho Regional de Pastoral
Lages
Reunião do Conselho Dioc. de Pastoral Ampliado Chapecó
Celebração Crisma - 09h00
Caxambu do Sul
Reunião RP Campo Erê
Palma Sola
Reunião RP SMOeste
Descanso
Reunião RP Itapiranga
Iporã do Oeste
Avaliação SDP - tarde
Chapecó
Novembro 2007
notícias da igreja
compromisso social
Uma Igreja Missionária
Região Pastoral de Seara promove
o 15º Encontrão de Catequistas
Albertina é a primeira
bem-aventurada leiga do Brasil
Arquivo Paróquia
Não é nada fácil expressar
em algumas linhas o evento da V
Conferência Geral do Episcopado
Latino-americano e Caribenho,
que teve lugar em Aparecida, de 13
a 31 de maio. 15 anos depois de
Santo Domingo, sob a batuta de
um outro papa, frente a uma
sociedade apresentando novos e
sérios desafios, não se podia
prever com segurança o seu
desenlace. O discurso de Bento XVI
foi pragmático e decisivo. A partir
da centralidade da fé em Jesus
Cristo ele não silenciou os graves
problemas sociais deste continente, nem deixou de reconhecer o
empenho pastoral da Igreja nos
anos passados.
Creio que o eixo central
desta V Conferência, presente em
cada página do documento final,
consiste na vocação missionária da
Igreja Latino-americana e de cada
um de seus membros. Mesmo em
nossa pobreza, em nossa insuficiente evangelização passada,
gozamos de um rico patrimônio
que é o substrato cristão de nossos
povos. Temos que potencializá-lo e
dinamizá-lo passando de uma
pastoral de manutenção para uma
outra de conquista, na qual todos
estejam empenhados, especialmente leigos e leigas. Esta missão
está voltada não só para os católicos afastados em nossos países,
mas também para outros continentes que necessitam nossa
?
?
Cromagem
ajuda. Naturalmente este dinamismo missionário, que brota do
Evangelho e não de um proselitismo fora de moda, irá requerer
mudanças nas mentalidades dos
católicos (bispos, padres, leigos/as), como também nas
estruturas pastorais da Igreja
(dioceses, paróquias, participação
maior do laicato).
Diante de uma sociedade
secularizada, presa fácil do individualismo e do consumismo,
carente de referências éticas
sólidas, à mercê de uma cultura
globalizada de cunho neoliberal,
mas buscando realidades transcendentes e experiências místicas,
a V conferência reafirma a centralidade da pessoa de Jesus Cristo, a
importância de seu anúncio, a
alegria da fé, o processo para nos
tornarmos discípulos autênticos
do mestre de Nazaré. Mas também
diante de uma sociedade com
profundas e dolorosas desigualdades sociais, com novos rostos da
pobreza e da exclusão social, com
os migrantes sempre mais numerosos, com a desvalorização da
vida humana em vista da produtividade e do lucro, a V Conferência
retoma o método ver, julgar e agir e
reafirma a responsabilidade social
oriunda da fé, a opção preferencial
pelos pobres e excluídos, a pastoral em função de uma promoção
humana integral, a reabilitação
ética da política, o empenho pela
reconciliação, a paz e a justiça na
sociedade latino-americana.
Para nós, jesuítas, a V
Conferência de Aparecida incentiva a linha adotada pela Companhia
de Jesus em suas últimas
Congregações Gerais.
O anúncio da fé nos difíceis
areópagos de uma sociedade
pluralista e a promoção da justiça
na contracorrente de uma sociedade neoliberal. Nela encontramos
afirmações que orientam e
animam nossas obras, colégios e
universidades, ensino teológico e
formação espiritual, pastoral
familiar e comunicação social,
proximidade aos excluídos bem
como aos formadores de opinião e
construtores da nova sociedade.
Que saibamos apreciar e transformar em realidade este evento,
dom de Deus para nosso continente, fruto da ação do Espírito Santo e
abençoado pela mãe de Deus,
Nossa Senhora Aparecida.
_______________________
Pe. Mário de França Miranda, sj
Professor de Teologia da PUC-Rio,
Jesuíta, Teólogo Perito do V CELAM
O 1 5 º . E n c o n t rã o d e
Catequistas e Lideranças de
nossa Região Pastoral de Seara
é um marco histórico, que
envolve as lideranças das três
p a ró q u i a s ( I tá , S e a ra e
Xavantina). O objetivo de
nosso Encontrão é celebrar a
vida, a partilha, a caminhada e
a missão de todas as nossas
lideranças e famílias. Para que
este encontro acontecesse foi
elaborado um material de
grupo de reflexão que tratava
sobre os temas: “sacramento
do batismo compromisso e
missão” e “o desafio de viver
em família hoje”, concluindo
com a celebração de envio
realizada nas comunidades no
final de semana anterior ao
Encontrão.
Nosso 15º Encontrão de
Catequistas e Lideranças que
teve como tema “família: fonte
de vida e amor”, e como lema
“compromisso e missão”.
Aconteceu na comunidade de
Santa Apolônia – Paial, no dia
27 de outubro e contou com a
participação de aproximadamente 800 pessoas, dentre elas
nosso bispo diocesano Dom
Manoel João Francisco e a Irmã
M a r i ve te , c o o rd e n a d o ra
diocesana de catequese.
Queremos agradecer a
presença, participação, apoio e
comprometimento de todas as
lideranças, famílias, equipes de
trabalho e, em especial, as
equipes de coordenações
paroquiais.
Um forte e caloroso abraço
Equipe de Coordenação da
Região Pastoral
MOVIMENTO PRÓ-UNIVERSIDADE E MEC
DEFINEM IMPLANTAÇÃO DA NOVA UNIVERSIDADE
No último dia 23 de
outubro aconteceu, em Brasília,
a reunião do Grupo de Trabalho
para definir o cronograma e as
estratégias de elaboração do
projeto acadêmico da
Universidade Pública Federal
para a Mesorregião Grande
Fronteira do Mercosul. O grupo
de trabalho é formado por
técnicos do Ministério de
Educação e Cultura (MEC) e por
11 integrantes do Movimento
Pró-universidade.
O Governo Federal propôs
instalar uma sede e dois
campi (um por estado)
iniciando com o funcionamento de 14 cursos e um
projeto de expansão para
30 cursos com ensino,
pesquisa e extensão.
O Ministério da
Ed u ca çã o va i i n sta l a r
oficialmente o Grupo de
Trabalho através de uma
Portaria e em 90 dias o
projeto desta nova universidade deverá estar concluído. A nova universidade vai
abranger 381 municípios e
cerca de 3,7 milhões de
pessoas distribuídas entre o
Sudoeste do Paraná, Oeste de
Santa Catarina e Norte do Rio
Grande do Sul.
As negociações são o
resultado da luta das diferentes organizações da sociedade
civil, dos três Estados da Região
Sul, que desde 2003 reivindicam insistentemente junto ao
Governo Federal a instalação
desta universidade.
Fonte:: www.prouniversidade.com.br
Novembro 2007
No último dia
20 de outubro na
catedral diocesana de
Nossa Senhora da
Piedade, em Tubarão,
SC, foi beatificada a
serva de Deus Albertina
Berkenbrock,
assassinada aos 12
anos, no dia 14 de junho
de 1931.
Albertina foi
assassinada ao resistir
uma tentativa de
estupro. “Ela quis preservar a sua pureza espiritual e
corporal e defender a dignidade da mulher, por causa
da fé e da fidelidade a Deus. Ela o fez, heroicamente,
como verdadeira mártir. O valor da pureza corporal e
espiritual, tão desacreditado na sociedade hodierna,
Albertina está testemunhando como grande valor.
Especialmente a juventude tem nela um modelo de
jovem que viveu a castidade”, afirma o bispo de
Tubarão, dom Jacinto Bergmann.
A celebração eucarística foi presidida pelo
prefeito da Congregação para as Causas dos Santos,
cardeal José Saraiva Martins.
Fonte: www.diocesechapeco.org.br
Mártires são beatificados
em Frederico Westphalen
O dia 21 de outubro de 2007 vai ficar marcado
para a história: os mártires do RS, também chamados
mártires de Nonoai/RS, o Pe. Manoel Gómes González
e o coroinha Adílio Daronch, foram declarados bemaventurados pelo Cardeal José Saraiva Martins,
Presidente da Congregação para as Causas dos Santos
da Santa Sé. A celebração aconteceu neste domingo,
21, às 16h, no Parque de Exposições Monsenhor Vitor
Battistella, na cidade de Frederico Westphalen.
A missa solene contou com a presença do
Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri,
da maioria dos bispos do RS e alguns de outros
Estados. Também estavam presentes centenas de
sacerdotes e diáconos, centenas de coroinhas,
dezenas de milhares de romeiros e fiéis de várias
cidades e estados do Sul do Brasil e inúmeras autoridades federais, estaduais e municipais.
A partir de agora, o dia 21 de maio está
inscrito como o dia da celebração dos Bemaventurados Pe. Manoel e do coroinha Adílio, data que
recorda o assassinato ocorrido no dia 21 de maio de
1924 na localidade de Feijão Miúdo, perto do município de Três Passos/RS.
Fonte: www.diocesechapeco.org.br
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Novembro 2007 - Diocese Chapecó