32ª REUNIÃO ANUAL DE PAVIMENTAÇÃO BRASILIA-DF OUTUBRO DE 2000 ENSAIOS PARA OBTENÇÃO DE “MÓDULOS DE ELASTICIDADE” AUTORES: ENG.º CIV. THOMAS ULF NILSSON ESTEIO ENGENHARIA E AEROLEVANTAMENTOS S/A TEL: (041) 332 4299 E-MAIL: [email protected] ENG.ª CIVIL LÚCIA REGINA ASSUMPÇÃO MONTANHINI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TEL: (041) 361 3224 E-MAIL: [email protected] ENSAIOS PARA OBTENÇÃO DE “MÓDULOS DE ELASTICIDADE” AUTORES: ENG.º CIV. THOMAS ULF NILSSON ENG.ª CIV. LÚCIA REGINA A. MONTANHINI 1. RESUMO Neste trabalho apresentamos descrição, comparação e discussão sobre diversos ensaios que permitem a obtenção de parâmetros de deformação, que a geotecnia vem sendo utilizados através do mundo, particularmente em pavimentação. 2. INTRODUÇÃO Entre os ensaios mais comuns para projetos de pavimentação no Brasil estão o ensaio CBR, o ensaio de Viga Benkelman e o ensaio de FWD (Falling Weight Deflectometer). O ensaio CBR avalia a resistência à penetração, a Viga Benkelman mede a deflexão ocorrida no ce ntro da carga, e o FWD mede deflexões a partir do centro da carga ao longo da bacia das deflexões. Verifica-se grandes diferenças do processo real de transmissão de carga em relação ao processo de emissão de cargas destes ensaios tradicionais, enquanto o ensaio CBR no laboratório com um pistão punciona a amostra, o ensaio de Viga Benkelman recebe grande influência de camadas subjacentes ou intermediárias, difícil a analisar a parcial de cada contribuente. Por outro lado, as teorias de módulo de elasticidad e foram desenvolvidas para a relação entre tensão (Pa) e deformação (%), e não para tensão/deflexão (m). Por que então se correlaciona deflexões medidas à deformações? Porque deflexões são mensuráveis mais facilmente. E, aceitando o conceito de “modulo de deflexão” evita-se a dificuldade (lê-se impossibilidade) da obtenção de deformações lineares em um solo “ in situ”. 3. OS ENSAIOS 3.1. ENSAIO DE COMPRESSÃO SIMPLES É o ensaio que é mais se aproxima ao conceito clássico de módulo de elasticidade, pois abrange apenas uma dimensão. No ensaio de compressão simples a única tensão operante é a pressão axial, aplicada entre os extremos da amostra. A amostra é cilíndrica com a altura, em geral, três vezes o diâmetro. A carga é aplicada progressivamente e como não existe confinamento, a amostra deve ter agregação suficiente, através da coesão ou de cimentação, para que o ensaio possa ser realizado. Muito embora o ensaio permita a determinação da curva tensão/deformação sua aplicabilidade prática fica comprometida pela inexistência de tensão confinante. O ensaio é principalmente utilizado em geotecnia para avaliação da coesão em argila. Para uma argila pura, o valor de coesão corresponde ao valor da tensão à ruptura (1) dividido com 2. 3.2. ENSAIO DE PLACA ESTÁTICA, ENSAIO DE VIGA BENKELMAN O ensaio de Viga Benkelman é um ensaio “in situ” que avalia a deformação resiliente e apresenta algumas particularidades regionais. No Brasil, o ensaio de Viga Benkelman é realizado sem o uso de placa. A aplicação da carga, no contato da super fície, dá-se através do duplo rodado integrante do eixo traseiro simples de um caminhão (caçamba) com 8,2 tf de carga (peso 80kN). A calibragem dos pneus deve ser de 560 kPa, o que corresponde a uma área de contato para cada conjunto duplo de 0,071429 m², equivalente a um diâmetro para área circular de aproximadamente 300 mm . A ponta da Viga Benkelman é então colocada entre os pneus da roda dupla. Quando o extensômetro indica movimento 0,01 mm/min ou, quando decorridos 3 min após a ligação de um vibrador, destinado a evitar eventuais inibições do ponteiro do extensômetro, o caminhão é lentamente deslocado para a frente, parando após um avanço superior a 10 m. Visando determinar o raio de curvatura de bacias de deformação, faz -se leitura adicional, deslocando-se as rodas duplas 25 cm a frente da ponta da viga. O ensaio de viga Benkelman na Europa é realizado com a aplicação de uma placa metálica de diâmetro 300 mm (existem também placas maiores: de 450 mm, 700 mm etc...). A tensão é aplicada na placa através um macaco hidráulico. Registra -se, normalmente através de equipamento digital, a aplicação gradual das tensões. Por exemplo de 80, 160, 240, 320, 400, 450 até 500 kPa. Descarga -se nos passos 250, 120 até 0 kPa. Em alguns procedimentos, exige -se a repetição da carga, mais 1 ou 2 vezes. Sendo as tensões/deflexões registradas, os módulos Ev1, EvRES e Ev2 podem ser calculados. Nos Estados Unidos os dois procedimentos são praticados. O caminhão utilizado no primeiro procedimento exerce 80 kN de peso, através do rodado duplo, cada um com 483 kPa, cobrindo uma área correspondente ao diâmetro para área circular de aproximadamente 325mm. 3.3. ENSAIO DE OEDÔMETRO E ENSAIO DE COMPRESSÔM ETRO O ensaio do oedômetro é representativo para casos de carregamento atuando em superfícies onde a dimensão da área é relativamente grande diante da espessura. No oedômetro, o corpo de prova é confinado lateralmente por um anel o qual pode ser fixo ou flutuante. As extremidades (superior e inferior) da amostra são fixadas por pedras porosas drenantes. A colocação de anel flutuante objetiva reduzir as forças de atrito que surgem entre o solo e o anel, quando a carga está sendo aplicada. Uma redução significativa pode também ser obtida para o anel fixo quando revestido com teflon ou lubrifi cado. A aplicação do carregamento é feita gradualmente e a cada acréscimo de carga registra se leituras da deformação (alteração da altura da amostra). Existe também um modelo, CRS, onde a deformação é mantida constante e as alterações das tensões são regi stradas. Através do ensaio de oedômetro avalia-se o módulo de elasticidade (oedométrico), tensão de pré adensamento e coefieciente de adensamento. Um ensaio de oedômetro em argila leva uma semana, porém feito com CRS, o tempo poderá ser minimizado a 1 dia. O ensaio de compressômetro é um ensaio que segue o mesmo princípio do oedômetro, onde impede -se as deformações laterais. Pode -se dizer que é um oedômeto gigantesco. O diâmetro da amostra é 700 mm, altura é 750 mm. Este ensaio é principalmente utilizado p ara solos grossos granulares. Os ensaios de oedômetro tem maior aplicabilidade em geotecnia por permitir a obtenção de diversos parâmetros para análise de recalques preferencialmente gerados por cargas atuando em área extensa, como os aterros de estradas. 3.4. ENSAIOS SÍSMICOS São também utilizados na geotecnia. Sendo adequados para avaliação de deformações micrométricas, devem ser evitados em projetos de pavimentação pois definem módulos de elasticidade com valores mais altos do que realmente ocorre em paviment o flexível, onde as deformações são relativamente altas. O equipamento sísmico pode emitir e receber ondas da superfície, ou entre 2 furos (“crosshole”) ou dentro do cone CPT Sísmico. 3.5. ENSAIO TRIAXIAL A câmara triaxial é constituída por paredes cilíndrica t ransparentes onde a amostra, envolvida por uma membrana de borracha ou silicone, é colocada. As extremidades da amostra são assentadas sobre pastilhas de pedras porosas. Sob a pedra porosa colocada ao pé da amostra encontra se um filtro, que ligado a um tu bo oferece drenagem controlada. Um pistão atua sobre o plano superior da amostra, aplicando a pressão 1. O espaço compreendido entre a parede da câmara e a amostra é preenchido por ar comprimido ou líquido (água ou óleo de parafina), submetendo à amostra a pressão 3 (pressão confinante). A tensão resultante da diferença entre as pressões principais, 1 e 3, é chamada tensão-desvio. O controle da drenagem durante o ensaio é feito por uma bureta graduada e por uma válvula. Três tipos de ensaios podem ser executados em um aparelho triaxial: CD Consolidado drenado CU Consolidado não drenado UU Não consolidado, não drenado O ensaio CD é o indicado para pavimento. Para a determinação do módulo de resiliência, o ensaio é executado com tensão axial repetitiva e tensão confinante constante ou variável (tri axial dinâmico, simulando solicitações repetitivas). A partir do ensaio triaxial, o módulo de resiliência, MR pode ser avaliado através de vários modelos, entre eles os modelos K - (Seed et a l ) , K - G ( B r o w n , H y d e ) , o s m o d e l o s d e B o yc e , U z a n , E l h a n n a n i o u d e elementos finitos. Ensaios triaxiais são bastante confiáveis. Infelizmente, o tempo e a economia não sempre admite que uma quantidade de ensaios estatisticamente satisfatória seja realizado. Alguns ensaios t riaxiais deveriam constar em projetos de pavimentação de modo a calibrar os ensaios “in situ”. 3.6. ENSAIO DEFLECTOMÉTRICO FWD Neste ensaio realizado “in situ”, uma placa é colocada sobre a superfície a ser avaliada e de onde aplica -se um impacto que é distribuído através de uma sistema de molas. Geofones ou acelerômetros registram as deflexões. A força de pico do impacto deve ser ao menos de 50 kN, e sugere -se que o impulso dure 20-60 ms. A placa tem diâmetro de 300 mm ou 450 mm. A medida da deflexão é feita através transdutores normalmente espaçados de 300 mm. Normalmente os transdutores são alinhados na direção da estrada e dispostos, 1 no centro de impulso e 3 para cada lado. O FWD é bem conhecido e usado no Brasil e é fácil obter informação deste equipamento . Com técnica similar ao FWD, o LWD (Light Weight Deflectometer) é um equipamento manual constituído por um deflectômetro em forma de tubo com diâmetro de 5 -15 cm e comprimento em torno de um metro. Na operação, mantendo o tubo verticalmente, uma extremida de do tubo é colocada junto à superfície. Um cilindro de carga de 3 -10 kg opera dentro do tubo, produzindo um impacto em uma placa colocada no subleito ou no pavimento. Esta placa tem diâmetro de 25 -200 mm. A deflexão é medida por acelerômetro ou geofone, como no FWD. Como o diâmetro do LWD é pequeno, a irradiação da carga é menos profunda em pavimentos do que o FWD. Assim sendo, ensaiando sobre o revestimento, o LWD normalmente fornece maiores valores do módulo de elasticidade que o FWD. Isto ocorre pois o FWD integra em seus resultados as resistências menores das camadas inferiores, enquanto que o LWD fornece resistências principalmente das mais fortes camadas superiores. Experiências com o LWD indicam resultados mais satisfatórios em camadas não cimentad as, principalmente em solos finos. 3.7. ENSAIO DE PLACA EM SUBLEITO POR PROJETOS DE PAVIMENT O RÍGIDO Muito utilizado em projetos de pavimento rígido, o valor de k é um parâmetro “chave” e deve ser apropriadamente ensaiado. Ou seja, nunca determinado através correlações com outros ensaios, mas sempre obtido através ensaio de placa estática (vide item anterior) com uma placa de diâmetro 760-800 mm (A 0,50 m²), depois precarregamento. Para avaliar o módulo de k do subleito, a placa é colocada diretamente no subleito aplicando uma carga correspondente a 1 mm de deflexão. Para ensaios em camadas granulares em pavimentos aplica -se uma força de 50 kN, gerando a tensão de aproximadamente 100 kPa. 3.8. ENSAIO DE PRESSIÔMETRO O ensaio de pressiômetro está intimamente ligad o à geotecnia, porém recentemente desenvolveu-se um certo tipo de pressiômetro para a área de pavimentação. 3.9. ENSAIO DE COMPRESSÃO DIAMETRAL O ensaio de compressão diametral é utilizado para determinar o módulo de elasticidade de misturas betuminosas (CBUQ, PMQ...). Neste ensaio um esforço de tração é aplicado repetidamente no plano diametral vertical de uma amostra cilíndrica de mistura betuminosa sendo medida a deformação específica (recuperável no caso de módulo de resiliência) correspondente à tensão apli cada em uma dada temperatura T. O diâmetro do corpo de prova deve ser de 10 cm, com altura entre 3,50 a 6,50 cm. 3.10. ENSAIO CBR O ensaio CBR é um ensaio de puncionamento em material saturado e compactado por Proctor Normal, Intermediário ou Modificado. O puncionamento é efetuado mediante um pistão rijo de 2” (50,8 mm) que atua sobre a amostra confinada em um cilindro com diâmetro de 150 mm e altura de 175 mm. O ensaio é efetuado apenas com material que passa a peneira ¾” (19,1 mm). A velocidade do ensaio é 0,05”/min (1,25 mm/min). Geralmente o CBR empregado em projeto corresponde a penetração de 2 min, obtendo um deslocamento vertical da pistão igual a 0,1” (2,54 mm), a menos que o índice após 4 min seja maior, caso em que este é adotado. A distribuição das tensões do pistão sobre a amostra gera uma curva de tensões com grandes diferenças, operando na periferia do base da pistão tensões superiores às do centro da amostra. O valor do CBR, é expresso em % de um pressão padrão, p j, estabelecida previamente. A pressão padrão, pj, para a deformação correspondente a 0,1” é de 7 MPa. Assim, a fórmula: CBR p (1) pj onde p = a pressão obtida da curva tensão/deformação, correspondente a deflexão padrão, normalmente 0,1”. 3.11. OUTROS 3.11.1. ENSAIOS PARA AVALIAÇÃO DO MÓDULO DO ELASTICIDADE ENSAIO DE SSG – SOIL STIFFNESS GAUGE O ensaio de SSG mede a “rigidez” do solo, definida como: K F (2) através de um instrumento portátil colocado na superfície, no subleito ou num furo, com área de contato em forma de anel (diâmetro externo igual a 11 4 mm, diâmetro interno igual a 89 mm), emite vibrações de freqüências 100 -196 kHz que provoca pequeno deslocamento ( 1,3 x 10-3 mm). O instrumento é novo no mercado brasileiro assim sendo, aguardamos mais informação e experiências para melhor formar op inião. De qualquer forma, mesmo que mostre -se eficiente este equipamento parece-nos que não seja apropriado para avaliação de pavimentos onde trabalha-se com maiores deformações. 3.11.2. CONE DE PENETRAÇÃO DINÂMICA - DCP (CONE SUL AFRICANO) O Penetrômetro Dinâmico de Cone ( DCP) é uma ferramenta simples e sensível que permite realizar de maneira expedita. uma investigação in situ das camadas do solo granulares e levemente cimentadas componentes de um pavimento durante sua construção ou em sua etapa de serviço. O principio de funcionamento é muito simples, uma sonda com um extremo em forma de cone penetra através das camadas de forma continua sob ação dinâmica de uma massa M que cai livremente de uma altura H ambas fixas e preestabelecidas. Existem distintos equipamentos desenvolvidos no mundo, fundamentalmente de origem alemã, belga e sul africana que se diferenciam entre si pela energia ministrada para a cravação do instrumento. O penetrômetro de Cone Sul Africano é um equipamento que pesa cerca de 12 kg, destinado a prospecções rápidas de pavimentos flexíveis e subleitos até profundidades de 0,80 m. O DCP é formado de uma haste de 1,935 m de comprimento e 16 mm de diâmetro, com uma extremidade pontiaguda, em forma de cone a 60º, com 20 mm de diâmetro. A penetração no pavimento e/ou subleito dá -se por meio de golpes sucessivo de um peso de 8 kg, deslizando ao longo da haste e caindo de uma altura constante de 57,5 cm. Com o objetivo de estabelecer uma aproximação teórica dos resultados obtidos com o DCP, Chua (198 8) apresentou uma solução analítica que tenta vincular o valor DN ( penetração em milímetros do cone por golpe) com o módulo elástico do material que se penetra. Não há informação da validação desta solução com resultados " in situ". Como qualquer outro ensaio de penetração, o resultado não separa a parte plástica e elástica. 3.11.3 CLEGG HAMMER O ensaio "Clegg Hammer", foi desenvolvido para detectar material mal compactado. Consiste de um martelo de 4,5 kg e de suporte com base eletrônica. Na operação, o martel o é levantado a 460 mm, e depois solto em queda livre. O pico da desaceleração no impacto é medido através um acelerômetro. As correlações com outros ensaios de elasticidade são pouco confiáveis. 4. APLICABILIDADE DOS ENSAIOS Os ensaios realizados através de placas são ensaios de deflexão. Os ensaios tri-axial e do oedômetro são ensaios que avaliam deformações. Para tensões muito pequenas, imediatamente antes do efeito de puncionamento sobre a amostra, o ensaio CBR pode ser classificado como ensaio de deflex ão, mas a manutenção deste estágio exige um procedimento muito cuidadoso. O ensaio de DCP punciona o pavimento, fornece assim parâmetros plásticos de ruptura antes a parâmetros elásticos. Ensaios sísmicos geram deformações tão pequenas, que não deveriam ser aplicadas como ensaios para pavimento. Que ensaios deverão então serem usados em obras de pavimentação rodoviária? Teoricamente, os ensaios de oedômetro e tri -axiais são os mais recomendados, especialmente o ensaio de triaxial dinâmico, mas como são demorados e onerosos, dificilmente são estatisticamente suficientes. Descartando os ensaios de puncionamente e ensaios sísmicos pelo incompatibilidade a carga real, restam apenas os ensaios de placa. Os ensaios de placa são fáceis de mensurar e de execução r elativamente rápida. Apresentam custo relativamente baixo por ensaio, o que possibilita a execução de um grande quantidade, o que é estatisticamente desejável. 5. CONCLUSÕES Os ensaios empregados para obtenção de uma curva de tensão/deformação (ou deflexã o) e consequentemente um módulo de elasticidade devem ser aqueles que mais se aproximam do comportamento funcional do pavimento. O pavimento sendo aplicado acima do subleito acompanha o comportamento mecânico do solo “in situ”. Desta forma, muitos ensaios deverão ser feitos, “in situ” para obedecer os leis estatisticos. Nos modelos mais simples, o material está considerado linear -elástico, e o módulo de elasticidade é estimado através um ensaio que fornece um valor absoluto, muitas vezes obtido de correlaçõ es ou empirismo. Hoje existem modelos mecanísticos, que detalhadamente descrevem as características elásticas e plásticas dos materiais e com apoio computacional rápido processa os cálculos, consequentemente os ensaios devem acompanhar o progresso. Primeiro, o ensaio deve fornecer uma curva tensão/deflexão até a tensão máxima do projeto. A camada ensaiada deve simular as condições "in situ". Segundo, a deterioração do material sujeito a fadiga deverá ser ensaiado com ensaio tri -axial para obter a formulação matemática da redução do módulo de elasticidade. O primeiro critério será atendido pelo ensaio de placa e o segundo critério através ensaio dinâmico tri -axial. 6. 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