CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 ATA DA 190ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU, REALIZADA EM 30 DE JUNHO DE 2009 Às oito horas do dia trinta do mês de junho do ano de dois mil e nove, na Sala de Reuniões da Diretoria Executiva da CODEBA, foi realizada a 190ª Reunião Ordinária do Conselho de Autoridade Portuária dos Portos de Salvador e Aratu, sob a presidência do conselheiro Jorge Luiz Zuma e Maia e com as presenças dos conselheiros Adary Oliveira, Alberto Chicourel Neto, Antônio Alberto Cotrim Silva, Demir Lourenço Júnior, Edenval José de Carvalho Urpia, Fernando Corrêa dos Santos, Gilberto Moraes Moura Costa Filho, Joaquim Luiz de Souza, João Luiz Gomes e Silva, Jorge Augusto Halla Guimarães, Lúcio Félix de Souza Filho, Luiz Borba Souza, Luiz Fernando Studart Ramos de Queiroz, Marconi Andraos Oliveira, Paulo Henrique de Almeida, Renato Neves da Rocha Filho e Ulisses Souza Oliveira Júnior e do senhor Antônio Celso Pereira Alves, Diretor de Gestão Comercial e Desenvolvimento de Negócios da CODEBA, convidado. O conselheiro Frederico Maciel encaminhou mensagem, justificando a sua ausência. A seguir, foi procedida a Pauta: I – Exame e aprovação da Ata da 189ª Reunião Ordinária, realizada em 28/5/2009: a referida Ata foi aprovada e assinada. II – Leitura e distribuição de documentos expedidos e/ou recebidos pelo Conselho: não ocorreram expedição/recepção de documentos. A seguir, houve inversão na Pauta, passando-se ao item IV – Indicadores de desempenho e segurança dos Portos de Salvador e Aratu (apresentação pela CODEBA): relatório apreciado antecipadamente pelo Colegiado. Dando prosseguimento, o Presidente solicitou licença ao conselheiro Ulisses Oliveira, com relação aos seus informes do CDA (item III da Pauta), para primeiramente ser contemplado o item VI – Apresentação pelo Bloco II da reestruturação tarifária aprovada pela ANTAQ: o Presidente relatou que a proposta de reestruturação já foi apresentada à Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ e ao Ministério da Fazenda, analisada e aprovada recentemente por aqueles órgãos, esclarecendo que manteve contatos com a ANTAQ, visando acompanhar de perto todo o procedimento, inclusive informando que havia sido publicada resolução daquela Agência em 29/6/2009, no Diário Oficial da Reunião (cópia distribuída nesta reunião), aprovando o realinhamento em pauta, para que, então, o assunto fosse submetido a este Colegiado. A seguir, o senhor Mauro Coqueijo, técnico da CODEBA, procedeu à apresentação detalhada do estudo de realinhamento tarifário, discorrendo sobre os vários componentes da proposta encaminhada aos conselheiros. Após a apresentação, questionamentos foram levantados pelos presentes, a exemplo do conselheiro Gilberto Moura Costa, que perguntou sobre a tarifa diferenciada a ser praticada para os navios de passageiros, criada agora, a quem o conselheiro Renato Neves da Rocha e Mauro Coqueijo informaram que como essa receita é muito pequena, é difícil de comparar com os navios de movimentação de carga, por isso a CODEBA, além da proposta do aumento linear de 17%, preocupou-se em corrigir alguns itens que apresentavam distorção e proporcionavam rendas insignificantes, como é o caso da receita com navios de passageiros. Em seguimento, o senhor Antônio Celso, Diretor de Gestão Comercial e Desenvolvimento de Negócios da CODEBA, participante convidado, comentou ser impossível gerenciar uma empresa com 10 anos de tarifa fixa, diante da inflação existente no País, por isso a necessidade da revisão da atual estrutura tarifária. Também falou que existe a proposta de um navio de passageiros passar a operar durante o ano todo no Nordeste, a partir do próximo mês de novembro, fato que proporcionará introdução à programação de atividades previstas para a realização da Copa do Mundo/2014 e do projeto Portocidade. Solicitando a palavra, o conselheiro Luiz Fernando Queiroz citou que considera que as atas das reuniões deste CAP são muito sintéticas, e que às vezes não refletiam o que tinha se passado, sugerindo que sejam registradas de forma mais analítica, e o conselheiro Ulisses Oliveira também se manifestou, comentando que considera como problema o modo de gravação das sessões, que está ultrapassado, sugerindo à CODEBA adoção de novo procedimento, com utilização de equipamentos mais modernos, para registros mais fidedignos. Quanto a esse particular, o Presidente observou que o secretário sempre anota os registros mais CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 importantes do Colegiado, porque o procedimento de degravação é muito complexo, e que se os conselheiros acharem conveniente realizar alguma consideração sobre esses registros deveriam sempre solicitar alterações no texto da Ata. Novamente com a palavra, conselheiro Luiz Fernando Queiroz disse que gostaria de ter recebido um estudo comparativo sobre a tarifa, ao invés de somente tabelas, com um embasamento e justificativa dos números, pois gostaria de levar o assunto à instituição que o indicou com maior fundamentação. O Presidente propôs que a apresentação da nova estrutura tarifária seja concluída, para que sejam realizadas as posteriores considerações. O conselheiro Adary Oliveira indagou se as tarifas são referência para todas as empresas usuárias, obtendo resposta positiva pelo conselheiro Lúcio Félix. Na ocasião, o conselheiro Renato Neves da Rocha comentou que o conselheiro João Luiz Gomes sempre está lembrando da necessidade de instalação de novas defensas, ação que a CODEBA ainda não praticou por insuficiência de verba, já que a aquisição desses equipamentos exige investimento alto, que não pode ser suprido pelo faturamento operacional atual. Também referiu-se à situação precária dos equipamentos do Porto de Aratu, vistoriados pelo CAP no mês passado, os quais não têm manutenção adequada porque a CODEBA não dispõe de recursos financeiros necessários. O conselheiro Luiz Borba também manifestou-se sobre o assunto, comentando a necessidade do realinhamento da tarifa e propostas da CODEBA que sinalizavam para promoção da contenção de despesas diante do quadro crítico que enfrenta, dentre elas o uso racional dos veículos a serviço, pela diretoria executiva. Por sua vez, o conselheiro Edenval Urpia comentou que durante todo o tempo em que não ocorreu reajuste, para os operadores usuários - que de todas as formas usufruíram de uma tarifa defasada - os números relativos não tinham a significação que têm agora, quando surge a necessidade de um realinhamento, opinião partilhada pelo conselheiro Carlos Tomaz. O conselheiro Ivan Pedro questionou quais são os benefícios a serem alcançados por todos os blocos, além da CODEBA, com o realinhamento da tarifa, mostrando-se, no entanto, favorável nesse sentido. O conselheiro Demir Lourenço, em sua fala, considerou importante ser concedido incentivo à movimentação da carga de cabotagem, por ser a de maior potencial no Porto de Salvador. Seqüenciando, o conselheiro Ulisses Oliveira comentou que a CODEBA está muito atrasada no quesito informação, em relação a outros portos brasileiros, e referindo-se ao realinhamento da tarifa, esclareceu que a CODEBA está se adequando à realidade nacional, opinando que esse assunto deveria ser discutido anualmente. O conselheiro Joaquim Souza falou que está clara a necessidade do reajuste e aguarda a opinião de seus pares no Bloco IV, que são, na realidade, os pagadores das tarifas comentadas, para definir os termos da sua votação. O conselheiro Marconi Oliveira comentou, que independentemente de qualquer coisa, em seu pronunciamento estão excluídas as questões políticas, não sendo contrário ao reajuste da tarifa, mas que o assunto deve ser aprofundado e fornecidos novos esclarecimentos, para poder ser procedida a votação, sugerindo a criação de Grupo de Trabalho para emitir relatório formal, que expresse com clareza a avaliação técnica sobre o reajuste em tela. Em seqüência, o conselheiro Luiz Fernando Queiroz parabenizou o Presidente pela maneira democrática e equilibrada com que conduziu o assunto e opinou que na administração pública tudo deve estar registrado e que para confirmar os números apresentados como verdadeiros, opinava pela necessidade de documento que formalize os estudos feitos para essa comprovação, e que sem o estudo necessário não se considera em posição de aprovar ou rejeitar o reajuste, pois precisava levar o assunto à sua instituição, para ser discutido, ouvir opiniões e então trazer o resultado. Em sua manifestação, o conselheiro Adary Oliveira indagou em que nível o aumento proposto impacta no faturamento da CODEBA, se irá resolver os problemas enfrentados, se o assunto poderia ser estudado com mais critério, e que quando se faz uma análise de custos tem que se considerar os custos de investimento distribuído ao longo de determinado período, operacional e de manutenção. O conselheiro Jorge Halla disse que considera que o reajuste realmente deve ser feito, pois trabalhar no vermelho deixa qualquer empresa vulnerável, e que é necessário também fazer investimentos nos portos, alinhando-se à opinião do conselheiro Ulisses Oliveira, quanto ao assunto ser discutido 2 CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 anualmente. O conselheiro Paulo Henrique, por sua vez, comentou ser necessário estudo mais aprofundado com apresentação de relatório, não concordando, porém, que seja antes elaborado o estudo para depois ser votado o realinhamento. Sugeriu que a tarifa seja preliminarmente corrigida pelos índices de inflação, e após feito o estudo, realizada o ajuste efetivo. O conselheiro Fernando Corrêa, então, esclareceu que os números apresentados não são aleatórios, mas foram obtidos de forma padronizada, conforme a ANTAQ, têm balizamento e fundamentação, pois aquela Agência avaliou tecnicamente a proposta utilizando metodologia própria. Nas suas considerações, o conselheiro Alberto Chicourel comentou que deve ter havido estudo para se chegar ao aumento pretendido e que a realização de outro estudo demandará tempo, que os casos pontuais poderiam ser estudados oportunamente, e que é preciso solução imediata, referindo-se ao declínio de movimentação no Porto de Aratu e à atual situação financeira da CODEBA. A seguir, com a palavra o conselheiro Antônio Cotrim, que fez algumas ponderações e afirmou que a CODEBA prepara estudos sobre tarifa e que não são de forma aleatória e não impõe números ao governo, na expectativa da sua operacionalidade e do mercado, os submetem à ANTAQ, que é o órgão público brasileiro mais aparelhado para estudo de tarifas portuárias, pois aquela Agência analisa as propostas, faz comparações, submetendo ao Ministério da Fazenda, que dá parecer favorável ou não; desse modo, há o estudo criterioso, discutido e analisado pelos órgãos competentes. Continuando, disse que a empresa é pública, mas convive com expectativas de mercado, para que possa responder às expectativas dos usuários, por isso não é possível perder essa oportunidade de aprovar a reestruturação proposta como questão de prioridade deste Colegiado. O conselheiro Luiz Fernando Queiroz disse que, se a tarifa não é reajustada há 10 anos, se for esperado mais um mês isso matará ou reativará a CODEBA, e o conselheiro Luiz Borba exemplificou que este mês a CODEBA ainda não havia depositado o vale-alimentação dos empregados, que deveria ter ocorrido no dia 25, por falta de recursos. O Presidente, então, solicitou ao senhor Antônio Celso responder à maioria dos questionamentos realizados, destacando como o reajuste da tarifa irá impactar no faturamento da CODEBA. Concedida a palavra ao conselheiro Lúcio Félix, este lembrou que a CODEBA até o ano passado estava incluída no Plano de Nacional de Desestatização e isso liquidaria a Companhia. Destacou que atualmente a CODEBA vem mudando seus posicionamentos e está buscando parcerias com o empresariado, como a aceitação de implantação de guindaste, proposta feita pela empresa que o conselheiro representa. Também falou que houveram mudanças de critérios de cobrança e modernização da estrutura de tarifas da Companhia, acompanhando a modernização da economia e dos serviços portuários. Ressaltou o fato de que o sistema portuário brasileiro se desenvolverá ainda mais e que está havendo a valorização do porto público e está se dando mais importância à presença do nosso Estado na atividade portuária, ressaltando o grande interesse que os empresários estão demonstrando com relação ao sistema portuário, e por isso a competitividade será cada vez mais forte. Concluiu que é preciso tomar uma decisão e que se deve auxiliar à CODEBA, para que possa sobreviver à crise recessiva, e promover a homologação do reajuste como voto de confiança para se poder cobrar os resultados com autoridade. Em seguida, o senhor Antônio Celso complementou dizendo que o CAP pode, e deve, sempre, participar da gestão da CODEBA, como órgão de conselho que é. Atendendo à solicitação do Presidente, informou que a receita de contratos de arrendamento da CODEBA, por exemplo, é de cerca de R$ 2 milhões e que o ponto de equilíbrio da Companhia gira em torno de R$ 4,5 milhões a R$ 5 milhões - se a Companhia faturar menos de R$ 5 milhões/mês não paga as suas despesas mensais. Citou este mês de junho, por exemplo, que teve um leve decréscimo, sobretudo em Aratu, e sempre com prejuízo mensal entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, por isso, continuou, a CODEBA “joga com o tempo”, enquanto as receitas entram somente para pagar os débitos. Por isso, disse, o reajuste da tarifa, já ajudará bastante na receita. A seguir, o conselheiro Antônio Cotrim informou que neste mês foram elaboradas 3 folhas de pagamento dos empregados: 1 com o salário líquido, 1 com a primeira parcela do 13º mês e outra com os proventos de férias; porém a CODEBA só pôde pagar aquela com o salário líquido; essa é a verdadeira situação da CODEBA. O 3 CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 conselheiro Luiz Fernando Queiroz, então, disse que lamenta que o reajuste da tarifa seja discutido ante a presente situação que a CODEBA vem enfrentando, em caráter de urgência, indagando porque somente agora o assunto foi abordado, e não na reunião anterior. Retornando a palavra ao Presidente, este, com relação à indagação do conselheiro Carlos Tomaz, sobre quais benefícios aos Blocos representados no CAP, informou que o Bloco dos Trabalhadores será beneficiado com o realinhamento tarifário. Prosseguindo, o Presidente esclareceu que o assunto não constou da pauta da reunião anterior foi porque se aguardava o posicionamento da ANTAQ e da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, que avalia o posicionamento daquela Agência reguladora. Complementou dizendo que concorda que as informações não foram encaminhadas antecipadamente, mas este Colegiado tem poder de negociação e se for constado algum erro tem-se condições de mandar corrigir, por isso tem condições de homologar o realinhamento da tarifa, divulgando seu voto favorável. Retomando a palavra, o conselheiro Luiz Fernando Queiroz ratificou que não é contrário ao realinhamento, mas que não houve estudo preliminar e o CAP tem o dever de primeiro analisar para poder homologar ou não, tomar decisão fundamentada e responsável, pois a maneira com que o assunto foi conduzido é que foi equivocada e isso pode gerar precedentes para que outras decisões de igual importância sejam tomadas da mesma forma. Por sua vez, o conselheiro Lúcio Félix esclareceu que o estudo existe e foi encaminhado à ANTAQ no último mês de janeiro e só foi aprovado em 24/6, dizendo que também gostaria de ter recebido mais informações e mais dados, reafirmando sua opinião do voto de confiança, diante da difícil situação da CODEBA. O Conselheiro Ulisses Oliveira concordou em gênero, número e grau com as críticas que foram feitas pelos representantes do Bloco IV, de que não houve estudo preliminar, porém considera necessária a votação nesta sessão e que havendo aprovação da homologação da tarifa, propõe que a CODEBA elabore o estudo para comprovar ao Bloco IV os números constantes das tabelas apresentadas e o submeta ao CAP. Continuando, comentou que se a situação permanecer, a CODEBA não vai se sustentar até o mês de dezembro, pois não poderá pagar as suas despesas, exemplificando as grandes dívidas existentes com fornecimento de energia elétrica e AGU, por isso não se tem outra solução a ser dada, afirmou. O conselheiro Joaquim Souza teve o mesmo posicionamento sobre a não apresentação de estudo preliminar, inferindo se poderia ser autorizado o reajuste em caráter emergencial, concedido prazo para realização desse estudo e, após isso, feito o realinhamento, se constatadas distorções, o reajuste seria modificado para maior ou menor. O conselheiro Gilberto Costa fez observações sobre a coerência entre os pontos de vista dos representantes dos Blocos, quanto à homologação em caráter provisório e concessão de prazo para apresentação de estudo sobre o realinhamento, sugerindo ao Presidente que proceda à votação, para o Colegiado poder passar a outros itens da Pauta. O Presidente sugeriu que o CAP homologue o realinhamento e seja realizada reunião extraordinária, para ser apresentado o que está correto e/ou incorreto na tarifa. O Presidente informou que somente os titulares tinham direito a voto: no Bloco I: o Presidente, Alberto Chicourel e Paulo Henrique de Almeida; Bloco II: Renato Neves da Rocha, João Luiz Gomes, Lúcio Félix, Gilberto Costa; Bloco III: Ivan Pedro, Ulisses Oliveira, Luiz Borba e Edenval Urpia; Bloco IV: Adary Oliveira, Luiz Fernando Queiroz, Joaquim Souza e Marconi Oliveira. Procedeu-se à votação desta proposta, obtendo-se a seguinte apuração: Bloco II: Renato Neves da Rocha, Lúcio Félix e Gilberto Costa votaram a favor; João Luiz Gomes votou contra a homologação e favorável à apresentação do estudo; Bloco III: Ivan Pedro, Ulisses Oliveira, Luiz Borba e Edenval Urpia votaram a favor; Bloco IV: Adary Oliveira, Luiz Fernando Queiroz, Joaquim Souza e Marconi Oliveira votaram contra; Bloco I: o Presidente, Alberto Chicourel e Paulo Henrique de Almeida votaram a favor. Após o processo de votação, o Colegiado decidiu, por 3 votos contra 1 (Bloco IV), homologar o realinhamento da estrutura tarifária, conforme documentação aprovada pela ANTAQ e pelo Ministério da Fazenda e publicada no Diário Oficial da União, assim também decidiu a formação de grupo de trabalho para avaliação do estudo que será emitido pela CODEBA, composto por um representante de cada Bloco, sendo eleitos pelo Colegiado os conselheiros Fernando Corrêa (Bloco I), 4 CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 João Luiz Gomes (Bloco II), Luiz Borba Souza (Bloco III), Adary Oliveira (Bloco IV). Também comporá o Grupo o conselheiro Renato Neves da Rocha (representando a CODEBA), por sugestão do conselheiro Gilberto Costa. O Presidente informou que o realinhamento terá validade a partir da publicação da competente Deliberação no Diário Oficial da União. Também será emitida Deliberação constituindo o Grupo de Trabalho. Em sequência, foi introduzido ao recinto o senhor Walter de Freitas Pinheiro, deputado federal e secretário de Planejamento do Estado da Bahia, que tomou posse como conselheiro titular representando o Governo do Estado da Bahia no Bloco I. Foi retomada a Pauta, reiniciando com o item III – Informe do(s) representante(s) do CAP no CDA/CODEBA; informe do Conselho de Supervisão do OGMOSA: a reunião do CDA/CODEBA praticamente não ocorreu, pois não foi alcançado o quorum mínimo e os assuntos foram transferidos para a reunião seguinte. Aproveitou para apresentar as boasvindas ao conselheiro Walter Pinheiro, que saudou todos os membros do CAP e manifestou sua satisfação em poder contribuir na área portuária, comentando que esperava obter sugestões e contribuições do CAP, que também é parte do processo de planejamento e adoção de medidas do Governo do Estado, esperando construir mais um caminho de aprendizado. O Presidente agradeceu a presença do conselheiro, enaltecendo a importância de sua contribuição na solução dos grandes problemas enfrentados no âmbito deste Colegiado. Na oportunidade, o conselheiro Adary Oliveira novamente solicitou o encaminhamento de cópias do PDZ, proposta orçamentária/2009 e Plano de Dragagem dos Portos de Salvador e Aratu. O conselheiro Lúcio Félix introduziu o assunto da construção da estação de passageiros prevista para ser construída pelo Governo do Estado, pois soubera que havia novo estudo com longo prazo para realização, e o conselheiro Walter Pinheiro informou que essa questão poderia ser melhor comentada pelo Secretário de Turismo e discorreu sobre algumas propostas de trabalho empreendidas pelo Governo do Estado. V – Apresentação pelo Conselho de Supervisão do OGMOSA da atual situação da entidade: não foi possível ser contemplado, devido ao tempo de reunião já transcorrido. Assim, o Presidente registrou e agradeceu a presença do senhor João Carlos de Oliveira Santos, membro do Conselho de Supervisão do OGMOSA, sugerindo que o assunto relativo a esse Órgão seja transferido para a Pauta da próxima reunião, no quê obteve a concordância dos presentes. VII – Comunicados finais de interesse: o Presidente também empossou, no decorrer desta reunião, os seguintes conselheiros: Ivan Pedro Bispo dos Santos e Antônio Carlos Florisvaldo, representantes titular e suplente, respectivamente, dos Trabalhadores Portuários sem Vínculo; Carlos Tomaz do Carmo, representante suplente dos Trabalhadores Portuários sem Vínculo; Luiz Borba Souza, representante titular dos Trabalhadores Portuários com Vínculo; Ulisses Souza Oliveira Júnior, representante titular dos Trabalhadores Portuários com Vínculo. O conselheiro João Luiz Gomes solicitou informações sobre as dragagens dos portos de Salvador e Aratu, cujas licitações estavam sob a responsabilidade da SEP, e o Presidente informou que já foi publicado o resultado de habilitação, porém houve interposição de recursos quanto à decisão e estão sendo cumpridos os procedimentos previstos em lei. Como nada mais houvesse a ser tratado, o Presidente encerrou a reunião e mandou lavrar esta Ata, que após lida e achada conforme, vai assinada por mim, Ivair Alves Santos, Secretário Executivo, pelo Presidente e pelos Conselheiros presentes. Salvador, 30 de junho de 2009. JORGE LUIZ ZUMA E M AIA Bloco I – Governo Federal (Presidente) FERNANDO CORRÊA DOS SANTOS WALTER DE FREITAS PINHEIRO Bloco I – Governo Estadual (Titular) PAULO HENRIQUE DE ALMEIDA Bloco I – Governo Federal (Suplente) Bloco I – Governo Estadual (Suplente) 5 CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 ALBERTO CHICOUREL NETO Bloco I – Governo Municipal (Titular) JORGE AUGUSTO HALLA GUIMARÃES Bloco I – Governo Municipal (Suplente) RENATO NEVES DA ROCHA FILHO ANTÔNIO ALBERTO COTRIM SILVA Bloco II – Administração Portuária (Titular) Bloco II – Administração Portuária (Suplente) JOÃO LUIZ GOMES E SILVA Bloco II – Armadores (Titular) GILBERTO MORAES MOURA COSTA FILHO LÚCIO FÉLIX DE SOUZA FILHO DEMIR LOURENÇO JÚNIOR Bloco II – Terminais Privados (Suplente) Bloco II – Terminais Privados (Titular) Bloco II – Demais Operadores Portuários (Titular) IVAN PEDRO BISPO DOS SANTOS ANTÔNIO CARLOS FLORISVALDO Bloco III – Demais Trabalhadores Port. s/ Vínculo (Titular) Bloco III – Demais Trabalhadores Port. s/ Vínculo (Suplente) EDENVAL JOSÉ DE CARVALHO URPIA CARLOS TOMAZ DO CARMO Bloco III – Demais Trabalhadores Port. s/ Vínculo (Titular) Bloco III – Demais Trabalhadores Port. s/ Vínculo (Suplente) ULISSES SOUZA OLIVEIRA JÚNIOR LUIZ BORBA SOUZA Bloco III – Demais Trabalhadores Port. c/ Vínculo (Titular) Bloco III – Demais Trabalhadores Port. c/ Vínculo (Titular) LUIZ FERNANDO STUDART RAMOS DE QUEIROZ Bloco IV – Propriet. Consig. de Mercadorias (Titular) ADARY OLIVEIRA Bloco IV–Propriet. Consig. de Mercadorias (Titular) M ARCONI ANDRAOS OLIVEIRA Bloco IV – Propriet. Consig. de Mercadorias (Suplente) JOAQUIM LUIZ DE SOUZA Bloco IV – Terminais Retroportuários (Titular) ANTÔNIO CELSO PEREIRA ALVES Diretor de Gestão Comercial e Desenvolvimento de Negócios da CODEBA (convidado) IVAIR ALVES SANTOS Secretário Executivo 6