FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos. INSTITUTO TOCANTINENSE PRES. ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA. Rua 02, Qd. 07 - Jardim dos Ypês - Centro - Porto Nacional - TO - CEP 77.500-000 CX Postal 124 - Fone: (63) 3363 - 9600 - CNPJ – 10.261. 569/0001 – 64 www.itpacporto.com.br PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE ENFERMAGEM PORTO NACIONAL/TO 2015 1 “A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!” Florence Nightingale. 2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO ........................................................................................ 6 2. CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL .......................................................... 6 3. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL.................................................................. 8 3.1. ESTADO DO TOCANTINS ................................................................... 8 3.2. MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL..........................................................11 3.3. ASPECTOS DO SISTEMA DE SAÚDE ......................................................16 3.4. CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS ...........................................................31 3.4.1.Turismo........................................................................................................ 32 3.4.2. Natureza e Pesca ..................................................................................... 33 3.5. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS............................................................33 3.6. ASPECTOS CULTURAIS E A CULTURA AFRO-BRASILEIRA ......................33 3.7. CONTRIBUIÇÃO COM AS DEMANDAS DE DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO, TECNOLÓGICO E CULTURAL EM SUA ÁREA DE ABRANGÊNCIA 35 4. CONTEXTO EDUCACIONAL .........................................................................36 5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM ...................................39 5.1. IDENTIFICAÇÃO ..................................................................................39 5.2. NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO ........................................................40 5.3. JUSTIFICATIVAS PARA CRIAÇÃO DO CURSO ...........................................41 5.4. CONCEPÇÃO E PERFIL DO CURSO .........................................................45 5.5. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO CURSO.............................52 5.6. OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................55 5.6.1. Objetivo Geral ........................................................................................... 56 5.6.2. Objetivos Específicos............................................................................... 56 5.7. PERFIL PROFISSIONAL E COMPETÊNCIAS DO EGRESSO ...........................57 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR......................................................................58 6.1. POLÍTICAS AMBIENTAIS.......................................................................61 6.2. METODOLOGIA DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGE............................63 6.3. REGULAMENTO DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA ......................66 6.4. EDUCAÇÃO INCLUSIVA .......................................................................69 6.5. Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem..............................71 7. CONTEÚDOS CURRICULARES .............................................................73 7.1. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2008/2 e 2013/1..................................75 7.2. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2015/1. ...............................................86 7.2.1. Ementas e Bibliografias ........................................................................... 90 Bibliografia Básica: ....................................................................................95 8. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................. 140 8.1. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENFERMAGEM. ........................................................................................ 142 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO..................................................... 153 10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................. 157 3 10.1. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM.................................................................. 159 11. MONITORIA.......................................................................................... 164 12. ATENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................. 165 12.1. PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO- PNA ................................ 167 12.2. NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP .................................... 167 12.3. LIGAS ACADÊMICAS ........................................................................ 168 12.4. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO- TICs ..................... 169 13. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ....... 171 14. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA ............................................. 173 14.1. AUTOAVALIAÇÃO............................................................................. 176 15. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ......................................................... 177 16. INCENTIVO À PESQUISA E À EXTENSÃO ................................................. 177 16.1. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ....................................................... 180 16.2. COMITÊ DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS – CEUA ................................. 180 16.3. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA ................................................. 181 16.3.1. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. ................... 181 17. PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS ........................................................ 181 17.1. PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE – PCRD.................... 181 17.1.1. Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD Políticas e Normatização ..................................................................................................... 191 17.1.2. Fluxograma de contratação docente ...................................................... 195 17.2. FORMAÇÃO CONTINUADA ............................................................ 196 18. FORMAS DE ACESSO AO CURSO DE ENFERMAGEM................................... 196 19. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ................................................ 198 19.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ................................................. 198 19. 2. COORDENAÇÃO DO CURSO ............................................................. 200 19.2.1. Coordenadora do Curso ...................................................................... 202 19.3. COLEGIADO DO CURSO.................................................................... 203 19.4. CORPO DOCENTE .......................................................................... 204 19.4.1. Regime de trabalho do corpo docente do curso ........................... 207 19.4.2. Experiência profissional do corpo docente....................................... 207 19.4.3. Experiência de magistério superior do corpo docente ................... 207 19.5. CONDIÇÕES DE TRABALHO ............................................................ 208 20. OUVIDORIA .......................................................................................... 208 21. PARCERIAS INSTITUCIONAIS ................................................................. 209 22.INFRAESTRUTURA .............................................................................. 209 22.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA GERAL ...................................................... 209 22.1.1 Espaço Acadêmico e Administrativo .................................................. 210 22.1.2 Salas de Aula ......................................................................................... 211 22.1.3. Biblioteca e Laboratórios de Ensino .................................................. 212 22.1.4. Ambulatório Médico ............................................................................. 214 22.1.5. Bloco Phi – (384,69M²)........................................................................ 215 4 22.2. LABORATÓRIOS DE ENSINO ............................................................. 216 22.2.1. Políticas para os Laboratórios............................................................ 216 22.3. LABORATÓRIOS EXISTENTES ............................................................ 218 22.3.1. Expansão ............................................................................................... 219 22.3.2. Logística Didática da IES .................................................................... 220 22.3.3. Equipamentos de Informática para o acesso dos discentes ......... 221 22.4. BIBLIOTECA.................................................................................... 222 22.4.1. Espaço físico ......................................................................................... 223 22.4.2. Acervo por área do conhecimento..................................................... 223 22.4.2. Biblioteca Digital ..................................................................................... 224 22.4.3. Cronograma de expansão do acervo ................................................ 225 23. CONVÊNIOS E CONTRATOS EM SAÚDE .................................................... 227 24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................. 228 5 1. APRESENTAÇÃO A presente proposta pedagógica para o curso de Enfermagem tem respaldo nas Diretrizes Curriculares Nacionais instituídas através da Resolução CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro de 2001 e, busca demonstrar as variáveis norteadoras das ações pedagógicas para a formação do Enfermeiro. O que delimita a elaboração deste projeto é a sua contextualização de mercado e as demandas sociais, tendo como foco a valorização do profissional e do seu ambiente. Tendo em vista a existência de um mercado competitivo e que exige qualidade dos serviços, pretende-se com este projeto a formação de um profissional comprometido com esta realidade, tanto na percepção quanto na implementação das mudanças. Este documento será um norteador da prática pedagógica e se tornará instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações docentes e do seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subsequentes. Somente desta forma o Projeto Pedagógico estará cumprindo suas funções de articulação, identificação, inovação e ética para tornar a filosofia e o projeto educacional viável e efetivo, ressaltando que: “A evolução dos paradigmas da educação superior exige das Instituições de Educação Superior (IES) modernização e inovação que repercute na formação de recursos humanos (DEMO, 1994)”. Neste contexto a FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, com o respaldo e a seriedade de uma empresa responsável, prestando serviços de natureza pública com a mobilidade da iniciativa privada, fortalece, inova e aprimora seus serviços na área de educação. Reconhecida em todo o Estado do Tocantins, destaca-se como uma das melhores faculdades da Região Norte. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL O ITPAC PORTO NACIONAL LTDA – Instituto Tocantinense 6 Presidente Antonio Carlos Porto Ltda. é a entidade mantenedora da FAPAC – FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS, credenciada Instituição de Ensino Superior, por ato do Chefe do Executivo do Estado do Tocantins, através do Decreto nº. 3.486, de 04/09/2008, publicado no Diário oficial do Estado do Tocantins nº. 2.728, publicado no dia 05/09/2008. Pelo mesmo ato foram transferidos para a FAPAC os cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Comunicação Social, Enfermagem, Engenharia Civil, Fisioterapia, Medicina e Odontologia, e, ainda, o descredenciamento da UNIPORTO/IESPEN (revogação do Decreto nº. 3.254/08). O processo originário do credenciamento do ITPAC PORTO NACONAL foi publicado no Diário Oficial nº. 2.722, publicado no dia 28/08/2008. A efetivação da transferência dos cursos e alunos da UNIPORTO/IESPEN decorreu do TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA firmado em 29/02/2008 e devidamente aditado em 25/07/2008, visando garantir a continuidade dos cursos e preservação dos interesses dos alunos. Em 19 de novembro de 2010, através de um ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA entre a UNIÃO, representada pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, por meio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, o ESTADO DO TOCANTINS, representado pela SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO e o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, representado pela PROCURADORIA DA REPÚBLICA no estado do Tocantins, firmaram compromisso de migração para o Sistema Federal de Ensino. A cidade de Porto Nacional - TO esta localizada na Região Norte do Brasil, representando o cenário do Estado do Tocantins, tombada como uma cidade de toda a HUMANIDADE, da qual é considerada Patrimônio Histórico. A FAPAC com o respaldo e a seriedade de uma empresa responsável, de reputação ilibada, cumpridora de seu papel na sociedade, prestando serviços de natureza pública com a mobilidade da iniciativa privada, fortalece, inova e aprimora seus serviços na área de educação, reconhecido em todo o Estado do Tocantins, destaca-se como uma das melhores Faculdades da Região Norte, dando a FAPAC a visibilidade em todo território nacional. 7 3. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL 3.1. ESTADO DO TOCANTINS O Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial, medindo 8.511.965 km2. A sua população de 190.732.694 habitantes (Censo 2010) não é bem distribuída por todo esse espaço. Ocupar o Norte do Brasil nunca foi uma tarefa fácil, pois esbarramos em vários problemas de ordem natural, social e econômica. Porém, apesar de todas estas dificuldades, o norte goiano, começou a sonhar, e fazer valer o espírito de conquistar um espaço geográfico mais produtivo, mais desenvolvido e mais justo para esta população. O Estado do Tocantins é o mais novo dos 27 estados do Brasil. Localiza-se na região Norte, exatamente no centro geográfico do país, condição que lhe possibilita fazer limite com estados do Nordeste, CentroOeste e do próprio Norte. Está localizado a sudeste da região Norte e tem como limites o Maranhão a nordeste, o Piauí a leste, a Bahia a sudeste, Goiás a sul, Mato Grosso a sudoeste e o Pará a noroeste. BRASÃO BANDEIRA TOCANTINS A população do Estado do Tocantins é estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 2010) em 1.383.445 habitantes, distribuídos em seus 139 municípios, de acordo com a tabela a seguir: Criação do Estado : 05/10/1988 Instalação: 01/01/1989 8 População: 1.383.445 habitantes (fonte: IBGE, 2010) Área: 277.720,520 km² Número de municípios: 139 Clima: tropical semi-úmido Temperatura média anual: 25ºC a 29ºC Vegetação: Cerrado (87% de seu território) com florestas de transição (12%) Sigla do Estado: TO Capital: Palmas Região do IBGE: Norte Gentílico dos Nascidos no Estado Tocantins: Tocantinense Segundo dados do IBGE (2010), 68,8% dos tocantinenses são pardos, 24,2%, brancos, 6,8%, negros e 0,3%, amarelos ou indígenas. Os valores foram reponderados com base na projeção da população do Brasil e das Unidades da Federação – Revisão 2013. Fonte: IBGE 2013 Cor/Raça Porcentagem Pardos 68,8% Brancos 24,2% Negros 6,8% Amarelos ou Indígenas 0,3% Quanto à divisão por sexo, 49,1% são homens e 50,9%, mulheres. Em relação à divisão da população por faixa etária, a população pode ser considerada jovem, segundo os dados do Censo realizado pelo IBGE em 2010: População Residente, por Grupos de Idade, segundo os Municípios e Sexo 9 Entre os Estados da Região Norte, o Tocantins teve o terceiro maior IDH-M (0,699), ficando atrás apenas dos estados de Roraima (0,707) e Amapá (0,708). O índice tem valores que variam entre 0 e 1 para menor ou maior fator de desenvolvimento humano e é calculado de 10 em 10 anos a partir de 1991. Entre os anos de 2000 e 2010 (resultados mais recentes), o Tocantins teve a maior evolução do IDH-M, saindo de 0,525 e atingindo os atuais 0,699. Ao todo, o Estado teve uma variação de 0,276 pontos e atingiu um índice de 0,624 em 2010. No entanto, o indicador mais positivo no Tocantins é o da Longevidade, que leva em conta o fator esperança de vida ao nascer. Neste quesito, o Estado atingiu 0,793, considerado “bom” pelo levantamento. No aspecto social a população tocantinense é composta por imigrantes de várias partes do Brasil, o índio também compõe o contingente populacional do estado. São, ao todo, sete etnias (Karajá, Xambioá, Javaé, Xerente, krahô Canela, Apinajé e Pankararú), totalizando aproximadamente 10 mil índios, distribuídos em 82 aldeias. Existe ainda no Tocantins um pequeno grupo de índios isolados da tribo Avá-Canoeiro, que vivem sem nenhum tipo de contato com a civilização na região da Mata do Mamão, localizada no interior da Ilha do Bananal. Até hoje estes índios continuam rejeitando qualquer tentativa de contato, sendo que já foram encontrados diversos vestígios que indicam a presença deles na Mata do Mamão. Dentre os aspectos inerentes ao estado do Tocantins, destacam-se também as comunidades quilombolas, correspondendo a aproximadamente mais de 15, as quais abrigam milhares de pessoas. 10 Por muitos anos as comunidades quilombolas viveram à margem social, carregando o mesmo peso do preconceito que sofreram os seus ancestrais - os escravos que fugiam das senzalas e se refugiavam em áreas rurais desabitadas, formando agrupamentos chamados de quilombos. Hoje, a situação é bem diferente. Reconhecidas pelo Governo Federal e pela Fundação Cultural Palmares, as comunidades quilombolas (descendente dos escravos), agora têm suas tradições valorizadas e resgatadas. Ao mesmo tempo, os serviços públicos e privados estão chegando até estas pessoas, resgatando sua cidadania. 3.2. MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL A história de Porto Nacional está ligada ao Rio Tocantins. A palavra Tocantins, nariz de tucano, era o nome de uma tribo indígena com nariz comprido que habitava as margens do rio. A exploração do ouro, iniciada em 1722, na Província de Goiás, trouxe muitos mineradores e foi responsável pela maioria dos pequenos núcleos que se estabeleceram na região. A travessia destes mineradores, tropeiros, mascates e viajantes já era realizada no local onde é hoje o centro histórico de Porto Nacional, em barcos do português Félix Camôa, quando, em 1791, o cabo Thomaz de Souza Villa Real, que verificava a possibilidade de navegação e do estabelecimento de uma rota de comércio sul-norte, instala um destacamento militar na região. Com privilegiada localização entre dois povoados mineradores importantes, Pontal e Carmo, surge PORTO REAL, que se desenvolve com o comércio e a navegação. Em 1831 o julgado de Porto Real é elevado à categoria de Vila mudando seu nome para Vila de PORTO IMPERIAL. Quando de sua elevação à condição de cidade, pela Resolução Provincial nº 333, de 13 de julho de 1861, Porto Imperial era um importante empório comercial, com muitos comerciantes, comércio fluvial intenso com o Norte e 4.313 habitantes. Com a Proclamação da República a cidade passa a se denominar PORTO NACIONAL. Em 1886, chegam os primeiros padre dominicanos a cidade. Os Dominicanos foram os grandes benfeitores nas esferas religiosa, social, política e cultural da região de Porto Nacional. Em 1904, com as Irmãs Dominicanas os 11 trabalhos de educação se intensificam sendo Porto Nacional uma referência na área atraindo alunos de diversos municípios. A construção da catedral de Nossa Senhora das Mercês, no mesmo local do primeiro templo de 1810, é desta época e foi inaugurada em 1903. A vida da cidade ainda hoje é marcada pelas festas religiosas e pelas folias que colorem e movimenta desde janeiro as ruas cidade. O sistema de transporte e comunicação de Porto Nacional estava muito ligado ao Rio Tocantins, onde navegavam com botes impulsionados por remeiros ou vareiros. Somente em 1923, foi lançado nas águas do Tocantins o primeiro barco a vapor - a lancha Mercês. E motor somente na década de 40. No ano de 1929 os dois primeiros veículos - um caminhão e um carro chegam à cidade depois de meses de viagem, inclusive abrindo estradas. Eram conduzidos pelo Dr. Francisco Ayres da Silva, deputado e médico que lutava para a abertura de linha mais eficiente de comunicação. A partir da década de 30, se desenvolve a ligação aérea feita pelo Correio Aéreo Nacional - CAN. Era a Rota do Tocantins que saia do Rio de Janeiro e chegava a Belém aterrrisando nos aeroportos instalados por Lysias Rodrigues, entre eles Porto Nacional. Criado o Estado do Tocantins, em 1988, e definida a criação de uma nova capital, com a inspiração em Brasília, a cidade de Porto Nacional passa a ser, junto com Natividade e Arraias, uma das referências históricas mais importantes do Estado. Aqui estão plantadas as raízes do norte goiano. No início da década de 1980, a UFG abria, com seus próprios recursos, novas frentes de trabalho no interior de Goiás. Em março de 1980, era aprovada a criação do Campus Avançado de Porto Nacional, localizado no norte do estado (que nessa época ainda não tinha sido dividido) (UFG Afirmativa, 2009). 12 Figura 1. Sede do Campus avançado da UFG Fonte: Revista UFG Afirmativa, 2009 Neste contexto histórico educacional, a FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos, tendo como mantenedora o ITPAC Porto Nacional– Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto LTDA está inserida, com a responsabilidade de ministrar os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Enfermagem, Engenharia Civil, Odontologia, Medicina e Administração. A FAPAC/ITPAC Porto Nacional participa do desenvolvimento sustentável da região central do Estado, através da produção do conhecimento e da formação de recursos humanos críticos, éticos, criativos e comprometidos com a responsabilidade social. Além de gerar mais de 356 empregos diretos, capacitando seus recursos humanos, trazendo mão de obra especializada e participando da construção e formação de novos conceitos e valores para a comunidade acadêmica, desde setembro/2008. Para manter o ritmo de desenvolvimento humano, o governo do Estado vem investindo em ações que beneficiam a população e garantem educação, longevidade e geração de emprego e renda. Na área da Educação, o Tocantins vem investindo pesado na construção de Escolas de Tempo Integral e em programas para manter os alunos na Escola. Segundo dados da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a rede estadual de ensino conta com 550 escolas, sendo 48 de tempo integral e outras 304 com jornada ampliada pelo programa Mais Educação. Além disso, já estão em fase de construção outras oito ETI, que oferecem ensino de qualidade e atividades extracurriculares aos estudantes. 13 Estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revela que das 355 mil matrículas registradas no Tocantins no ano letivo 2013, 76% (200.785) são de alunos inseridos nas escolas mantidas pelo governo do Estado em turmas dos ensinos fundamental, médio, profissionalizante, especial e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Dados do Censo Escolar mostram ainda o crescimento no número de estudantes cursando o ensino médio nas escolas da rede estadual. No ano de 2014, no Ensino Médio, entre Ensino Médio Regular, EJA e Profissionalizante, foram matriculados mais 3 mil alunos na cidade de Porto Nacional, nas esferas Federal, Estadual, Municipal e privada, como demonstrado na tabela abaixo: Número de Alunos Matriculados em 2014 Matrícula Inicial Ensino Fundamental Município Dependê ncia Estadual PORTO NACIONAL Federal Ensino Educação EJA EJA Educação Especial (Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Médio Profissional (presencial) (semipresencial) Incluídos) (Nível 1ª a 4ª série e Anos Iniciai s 1696 5ª a 8ª Técnico) série e Fundamental 2 Médio2 Funda menta l Médio Médio Ed EJA EJA Prof. Fun d1,2 Médi o1,2 Anos Nível Finais Técnico 3061 2356 0 20 555 0 0 15 0 52 2 0 0 140 84 0 11 0 0 0 0 0 0 Municipal 2013 212 0 0 225 0 0 0 0 0 1 0 Privada Total 1028 4737 620 3893 304 2800 167 251 42 287 11 577 0 0 0 0 0 15 1 1 0 53 0 2 Novas perspectivas se colocam como alternativas para a cidade. A valorização de seu patrimônio, o turismo, o comércio, as atividades agropecuárias constituem hoje a nova realidade da região. O Museu Histórico e Cultural de Porto Nacional foi fundado na década de oitenta e, naquele tempo, mobilizou a população para a doação de acervo. Depois de ocupar diversos prédios hoje se instala em definitivo no prédio restaurado para este fim. Seu acervo é representativo da memória social local e pretende-se com uma ação de educação patrimonial consolidar o papel do Museu como mediador na construção do presente da cidade, através da preservação e 14 comunicação do acervo e símbolo da cultura portuense (PREFEITURA MUNICIPAL/ IPHAN/IBGE, 2014). Porto Nacional está se despontando como importante polo de desenvolvimento do Tocantins, nos últimos anos diversas empresas se instalou na cidade, o que vem contribuindo para alavancar a economia local. Em 2010 o município obteve o quarto maior Produto Interno Bruto do Tocantins, com destaque no crescimento do setor indústria. O grande destaque no setor de serviço é a Atividade de Administração Pública com representatividade de 45,6% deste setor (SEPLAN, 2013). Fonte IBGE, 2014 População estimada 2014 (1) População 2010 Área da unidade territorial (km²) Densidade demográfica (hab/km²) Código do Município Gentílico Prefeito Fonte IBGE, 2014 51.846 49.146 4.449,92 11,04 1718204 Portuense Otoniel Andrade Costa Com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), verifica-se que o município de Porto Nacional vem melhorando a cada ano. Quadro: IDH de Porto Nacional IDHM 1991 0,424 IDHM 2000 0,562 IDHM 2010 0,74 15 Fonte Atlas Brasil 2013 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Fonte: IBGE: Censo Demográfico 2010 Segundo o IBGE (2010), no ano 2000 havia uma taxa de analfabetismo da população de 15 anos ou mais de idade de aproximadamente 14,5%, sendo que em 2010 este índice caiu para 9,2%. Aspecto demográficos/socioeconômicos 2010 (Fonte: IBGE) População do ano População por zona de habitação Rural Urbana Quantidade 6.711 42.435 49.146 % 13,66 86,34 População por Raça/Cor Branca Preta Amarela Parda Indígena Quantidade 11.054 6.641 1.215 30.112 124 % 22,50 13,51 2,47 61,27 0,25 3.3. ASPECTOS DO SISTEMA DE SAÚDE O Estado do Tocantins apresenta indicadores que demonstram um processo de transição epidemiológica contínua e de transição demográfica acelerada, provocados pela queda da fecundidade e aumento da expectativa de vida ao nascer, com uma consequente redução da mortalidade infantil e dos óbitos por doenças transmissíveis. Na contramão tem um aumento progressivo das doenças crônicas não transmissíveis e de causas externas, tornando-se um dos grandes desafios do sistema que possui atualmente 93,3% dos tocantinenses dependentes do SUS. São pessoas que não possuem plano de saúde e buscam assistência 16 médica na rede básica dos municípios e hospitalar estadual. Um número alto que exige do governo investimentos cada vez maiores na assistência ambulatorial e hospitalar. O Tocantins é um dos estados que mais investe recursos próprios em manutenção da atenção, vigilância e gestão da saúde considerando também o investimento em recursos humanos. Sendo o caçula da Federação, o Tocantins conta com um crescimento contínuo e acelerado. Nos seus poucos anos de existência já pode comemorar o avanço nos indicadores de Saúde como: Aumento da cobertura da atenção básica: O Tocantins avançou de 4,35 % em 1998 para mais de 87,5% em 2013; Redução da mortalidade infantil: Caiu de 67,17/1.000NV em 1985 para menos de 20,5/1.000NV em 2010. Uma queda de mais de 63,8%. Aumento da expectativa de vida ao nascer: subiu de 60,32 em 1991 para 72,56 nos dias atuais. A Intensificação e fortalecimento das ações de vigilância em Saúde e controle de doenças em todo o Estado: Menos adoecer por doenças agudas e transmissíveis. Organização da Rede de Atenção à Saúde: Ampliação de 60 leitos hospitalares para 2.300 leitos SUS; Saindo de 27 unidades de saúde em 1988, para mais de 482 unidades distribuídas entre atenção e vigilância à saúde. O governo implementou as Carretas da Mulher, com exames preventivos de câncer de mama e de colo de útero, que percorrem o Estado atendendo mulheres a partir de 45 anos com mamografias e ultrassons. Além disso, o governo já autorizou obras de reforma no Hospital Regional Público de Augustinópolis e de ampliação no número de leitos no Hospital Geral Público de Palmas (HGPP), que vão dar mais qualidade no atendimento hospitalar no Estado. A Secretaria e Estado da Saúde abriu, ainda, edital de licitação para a construção de Ambulatórios Médicos Especializados em cinco municípios do Tocantins; mais três ainda devem ser licitados. As informações sobre a mortalidade, no município de Porto Nacional, por grupos de causas (CID 10) nos mostram a prevalência de óbitos na população em decorrência das Doenças do Aparelho Circulatório e causas 17 externas de morbidade e mortalidade que se mantém ao longo dos anos como as principal causa de óbito. Tal ocorrência se dá em virtude do elevado índice de casos de Hipertensão Arterial na população e dos acidentes de trânsito e violência. Na segunda posição, ocupam os óbitos decorrentes de neoplasias (tumores) (Secretaria municipal de Saúde de porto Nacional, Relatório Anual de Gestão RAG – 2014). Mortalidade por grupos de causas e faixa etária (Fonte: SIM) Faixa Etária Óbitos por Residência Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias 2 - - - - - 1 - 2 1 1 2 9 II. Neoplasmas (tumores) 5 2 5 4 - 3 1 5 7 2 6 2 42 III. Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos e alguns transtornos imunitários - - - - 1 - 1 - - - - - 2 IV. Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas 3 1 3 1 - 1 1 1 - - 1 3 15 V. Transtornos mentais e comportamentais - 1 - - 1 1 2 1 - 2 2 - 10 VI. Doenças do sistema nervoso 2 1 - - - 1 - 1 4 1 1 - 11 VII. Doenças do aparelho circulatório 7 4 3 5 9 5 2 4 3 8 5 10 65 VIII. Doenças do aparelho respiratório 2 - 5 1 3 4 2 2 3 2 2 2 28 IX. Doenças do aparelho digestivo 1 3 1 1 2 1 - - - - 2 1 12 X. Doenças da pele e do tecido subcutâneo - - - 1 2 - - - - - - - 3 XI. Doenças do aparelho geniturinário 2 - - 1 - - - - - - - - 3 XII. Algumas afecções originadas no período perinatal 1 1 1 1 - 2 1 4 3 - 1 - 15 - - 1 - - - - - - - - - 1 - 1 1 - - - 1 2 3 1 2 4 15 3 5 10 9 4 4 3 6 8 6 4 3 65 28 19 30 24 22 22 15 26 33 23 27 27 296 XIII. Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas XIV. Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte XV. Causas externas de morbidade e de mortalidade TOTAL FONTE: SIM/MS/2014 Conforme o quadro de morbidade hospitalar (CID-10), as lesões por envenenamento e algumas outras consequências causas externas, foram a 18 principal causa de morbidade no ano e nas faixas etárias de (15 a 49 anos), onde certas complicações precoces de traumatismo e complicações cirúrgicas, e da assistência médica não classificadas em outra parte aparecem como causa predominante. As internações por gravidez, parto e puerpério caíram para a segunda posição, o parto único espontâneo é a causa prevalente (1.228 partos) com prevalência na faixa etária (15 a 39 anos) somado partos no ano. As Doenças do aparelho respiratório ocupam a terceira posição com 645 nas faixas etárias de 0 a 9 anos. Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência – Tocantins Internações por Capítulo CID-10 e Faixa Etária 01 Município: 171820. Porto Nacional Período: 2014 Faixa Etária Internações por Residência Menor 1 ano 1a4 5a9 anos anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 40 a 50 a 60 a 39 49 59 69 anos anos anos anos 70 a 79 anos 80 anos + Tota l Capítulo CID-10 I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias II. Neoplasias (tumores) 32 72 41 4 11 29 23 29 24 31 31 31 358 - 2 16 2 7 21 37 43 46 23 17 4 218 19 III. Doenças sangue órgãos hemat e transt imunitária 1 2 5 5 4 3 1 1 2 6 9 3 42 IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas 9 1 3 1 3 3 6 13 15 26 23 20 123 V. Transtornos mentais e comportamentais. - 1 1 1 12 17 27 28 11 6 3 2 109 VI. Doenças do sistema nervoso 4 5 7 1 6 8 22 7 11 5 4 1 81 VII. Doenças do olho e anexos - - 2 3 3 9 8 32 35 67 68 34 261 VIII. Doenças do ouvido e da apófise mastóide 1 4 1 - - - - 1 - - - - 7 IX. Doenças do aparelho circulatório 3 1 1 2 2 5 19 22 50 76 70 80 331 X. Doenças do aparelho respiratório 119 158 48 11 3 27 39 24 24 39 74 79 645 XI. Doenças do aparelho digestivo 8 11 15 28 22 71 108 79 77 57 46 28 550 XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo 9 27 12 17 20 20 30 19 7 14 11 9 195 20 XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conjuntivo 3 5 11 13 9 35 41 45 42 11 14 10 239 XIV. Doenças do aparelho geniturinário 30 33 19 11 37 79 93 97 66 54 43 37 599 XV. Gravidez parto e puerpério - - - 16 284 656 253 18 1 - - - 1.22 8 XVI. Algumas afec originadas no período perinatal 175 - - - - - - - - - - - 175 XVII.Malf cong deformid e anomalias cromossômicas 7 8 4 4 2 4 1 2 3 1 - - 36 XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e laborat 1 - 2 3 7 15 20 6 11 9 6 5 85 XIX. Lesões enven e alg out conseq causas externas 5 34 73 86 115 319 257 166 131 74 42 19 1.32 1 XX. Causas externas de morbidade e mortalidade - - - - - - 1 - - - - - 1 XXI. Contatos com serviços de saúde - - 1 2 10 49 73 24 7 3 - 1 170 407 364 262 210 557 1370 1059 656 563 502 461 363 6.77 4 Total FONTE:MS/SIH/SUS (acesso:19/02/2015) 21 O Sistema de Cadastro Nacional de estabelecimentos de Saúde tem seus dados atualizados mensalmente. Durante o ano foram realizados novos cadastros e atualização de outros, inclusive no que se refere ao cadastramento de profissionais e equipamentos existentes nas unidades de saúde. Quadro: Rede Física de Saúde Pública e Privada Prestadora de Serviços ao SUS Tipo de Estabelecimento Total Tipo de Gestão Municipal Posto de saúde 1 1 Centro de saúde/unidade básica 14 14 Policlínica 2 2 Hospital geral 2 Consultório isolado 13 13 Clinica / Centro de Especialidades 13 12 Unidade de apoio diagnose e terapia 7 4 Unidade de Vigilância em Saúde 2 2 Unidade móvel de atendimento préhospitalar na Área de urgência 1 1 Farmácia 2 1 Central de regulação de serviços de saúde 1 1 Secretaria de Saúde 1 1 Centro de atenção hemoterapia e ou hematologia 1 Centro de atenção psicossocial 1 1 Pronto Atendimento 1 1 Cooperativa 1 1 Total 63 53 Esfera Administrativa (Gerência) Estadual Dupla 2 1 1 2 1 1 5 3 Tipo de Gestão Total Municipal Estadual Dupla PRIVADA 34 30 1 3 FEDERAL - - - - ESTADUAL 4 4 - MUNICIPAL 25 - - 25 22 Total 63 55 5 3 Com a assinatura da Declaração de Comando Único pelo gestor municipal em agosto/2012, o município passou a assumir a gerência de serviços de média complexidade em seu território de saúde. Unidades e serviços sob gestão municipal: SAE, CEME, CEO, CAPS, UPA, APAE, COMSAÚDE, CLINICA SÃO VICENTE, CLINICA DE IMAGEM, LABORATÓRIO MODELO, LABORATÓRIO BIONORTE, LABORATÒRIO BIOTINS e LABORATÒRIO COBRA. Com relação aos profissionais, verifica-se que o quadro funcional da secretaria de saúde pode-se perceber o elevado número de profissionais que possuem vínculo empregatício efetivo, um percentual de 57%. Vale ressaltar que há 80 profissionais pertencentes ao Ministério da Saúde/FUNASA, os quais estão cedidos Para o município, 45 profissionais cedidos pela Secretaria de Estado da Saúde. ESTABELECIMENTO CATEGORIA PROFISSIONAL POSTO DE SAÚDE/CENTRO DE SAÚDE/UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE TECNICO DE ENFERMAGEM AGENTE COMUNITARIO DE SAUDE ENFERMEIRO DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA ENFERMEIRO MEDICO DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA TECNICO DE ENFERMAGEM DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA AUXILIAR EM SAUDE BUCAL DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA AUXILIAR EM SAUDE BUCAL CIRURGIAODENTISTA DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA CIRURGIÃO DENTISTA CLINICO GERAL PSICÓLOGO CLÍNICO ASSISTENTE SOCIAL FONOAUDIÓLOGO MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA TERAPEUTA OCUPACIONAL MÉDICO CLÍNICO MÉDICO PEDIATRA NUTRICIONISTA FISIOTERAPEUTA GERAL UPA TECNICO DE ENFERMAGEM ENFERMEIRO MEDICO CLINICO ASSISTENTE SOCIAL FARMACEUTICO SOCORRISTA (EXCETO MÉDICO E NÚMERO DE PROFISSIONAIS 07 113 13 01 14 14 12 02 14 01 03 02 01 01 01 01 01 01 04 13 12 13 01 02 01 23 ENFERMEIRO) CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL CENTRO DE ESPECIALIDADES MÉDICAS CIRURGIÃO DENTISTA ESTOMATOLOGISTA PROTÉTICO DENTÁRIO AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL CIRURGIÃO DENTISTA CLÍNICO GERAL CIRURGIÃO DENTISTA ODONTOPEDIATRIA CIRURGIÃO DENTISTA PERIODONTISTA TÉCNICO EM RADIOLOGIA E IMAGENOLOGIA CIRURGIÃO DENTISTA ENDONDONTISTA CIRURGIÃO DENTISTA ODONTOLOGIA PARA PNES CIRURGIÃO DENTISTA PROTESISTA TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA 01 02 10 03 02 01 01 05 01 01 03 01 MEDICO CLINICO ASSISTENTE SOCIAL TECNICO DE ENFERMAGEM TERAPEUTA OCUPACIONAL ARTESAO COM MATERIAL RECICLAVEL FARMACEUTICO ENFERMEIRO PSICOLOGO CLINICO PEDAGOGO MEDICO PSIQUIATRA 01 02 03 01 02 01 02 02 01 01 TECNICO DE ENFERMAGEM MEDICO CIRURGIÃO VASCULAR FONOAUDIÓLOGA MEDICO ANGIOLOGISTA FISIOTERAPEUTA GERAL MEDICO CIRURGIAO GERAL MEDICO ORTOPEDISTA E TRAUMATOLOGISTA ENFERMEIRO MEDICO CLINICO MEDICO PEDIATRA MEDICO GERIATRA MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA Medico urologista MEDICO PSIQUIATRA Nutricionista MEDICO NEUROLOGISTA Medico dermatologista MEDICO GASTROENTEROLOGISTA Medico endocrinologista e metabologista MEDICO OFTALMOLOGISTA Medico cardiologista MEDICO REUMATOLOGISTA Assistente social Psicólogo clinico 06 01 01 01 07 01 02 04 02 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 04 24 ENFERMEIRO SANITARISTA FARMACÊUTICO CIRURGIAO DENTISTA DE SAUDE COLETIVA MEDICO VETERINARIO AGENTES DE SAÚDE PÚBLICA VISITADOR SANITÁRIO ENFERMEIRA 01 01 AGENTE DE SAÚDE PÚBLICA 48 TÉCNICA DE ENFERMAGEM 01 FARMÁCIA BÁSICA MUNICIPAL ASSISTENTE ADMINISTRATIVO FARMACEUTICO 09 01 REGULACAO DE CONSULTAS E EXAMES ASSISTENTE ADMINISTRATIVO MEDICO CLINICO 05 01 TECNICO DE ENFERMAGEM SOCORRISTA (EXCETO MEDICOS E ENFERMEIROS) 07 AGENTE DE SAUDE PUBLICA ENFERMEIRO ASSISTENTE SOCIAL PEDAGOGO 06 01 01 01 ENFERMEIRO MEDICO CLINICO ASSISTENTE SOCIAL FISIOTERAPEUTA GERAL TECNICO DE ENFERMAGEM FARMACEUTICO 03 03 01 01 02 01 VIGILÂNCIA SANITÁRIA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA SAMU SECRETARIA MUNICIPAL DA SAUDE DE PORTO NACIONAL SAE 01 01 03 01 01 05 Vinculo Empregatício Tipo Total Estatutário/cargo público 393 Emprego Público (MS) 73 Emprego público (FUNASA) 5 DSEI 2 Contrato por prazo determinado 145 Cargo comissionado (decreto) 25 Emprego Público (ESTADO) 45 Total 688 Segue abaixo o demonstrativo da execução das ações anuais, desenvolvidas pela secretaria municipal de saúde, para o exercício do ano de 25 2014. Verifica-se que através das diretrizes, houve atividades que visava a redução dos riscos e agravos à saúde da população, por meio de ações de promoção e Vigilância em Saúde. Vigilância em Saúde 01 Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Previsto Executado Manutenção da Prevista Realizada Vigilância Sanitária. 100% - 01 Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção da Prevista Realizada Vigilância Saúde - Endemias. 100% - 182.000,00 160.933,80 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 434.100,00 464.124,29 Atenção Básica 01 - Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Prevista Realizada Previsto Executado Manutenção Prog. Agentes Com. Saúde PACS 100% - 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção do Prevista Realizada Piso da Atenção Básica - PAB 100% - 03 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção do Prevista Realizada Programa Saúde bucal. 100% - 04 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção do Prevista Realizada Programa Saúde da Família – PSF. 100% - 05 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manut. Núcleo Prevista Realizada de Apoio a Saúde da Família - NASF 100% - 2.344.500,00 2.267.725,56 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 1.548.500,00 1.369.692,85 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto 780.900,00 Executado 439.418,20 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 2.052.500,00 2.320.605,38 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 1.056.000,00 374.445,48 26 07 Ação Meta Anual da PAS Anual da PAS: Prevista Realizada Manut. Programa de Saúde na Escola – PSE. 100% - Recursos Orçamentários da PAS (R$) 08 Ação Meta Anual da PAS Anual da PAS: Manut. Prog. de Prevista Realizada Melhoria do Acesso da Qual. – PMAQ Recursos Orçamentários da PAS (R$) 100% - Previsto Executado 110.000,00 3.936,00 Previsto Executado 622.500,00 845.900,04 Assistência Farmacêutica 01 - Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Previsto Executado Manutenção da Prevista Realizada Farmácia Básica 100% 347.000,00 492.316,50 MAC – Média e Alta Complexidade 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Previsto Executado Manutenção do Prevista Realizada CAPS. 100% 853.600,00 914.918,44 04 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manut. Serviços Prevista Realizada Atenção Especial - SAE 100% - Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 12.000,00 5.713,00 05 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção do Prevista Realizada CEME. 100% - Recursos Orçamentários da PAS (R$) 06 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manutenção do Prevista Realizada SAMU. 100% - Recursos Orçamentários da PAS (R$) 07 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Manut. da Prevista Realizada Unidade de Pronto Atend. UPA Recursos Orçamentários da PAS (R$) 100% 07 - Ação Anual da PAS: Meta Anual da PAS Previsto Executado 133.000,00 43.597,42 Previsto Executado 1.530.000,00 303.844,61 Previsto Executado 1.389.975,00 1.329.904,78 Recursos Orçamentários da PAS (R$) 27 Manut. Serv. Prevista Alta Compl. Ambul. E Hospit. 100% Realizada Previsto Executado - 3.200.000,00 3.014.073,38 Gestão do SUS 01 - Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Previsto Executado Coordenação e Prevista Realizada Adm. Fundo Municipal de Saúde. 100% 28% 6.965.708,00 7.078.605,69 Investimento em Saúde 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS Recursos Orçamentários da PAS (R$) da PAS: Previsto Executado Construção e Prevista Realizada Reforma de Unidade de Saúde. 100% 2% 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Const. UBS Prevista Realizada Padrão I Guaxupé 100% 11% 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Const. UBS Prevista Realizada Padrão II Setor Portal do Lago 100% 11% 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Const. UBS Prevista Realizada Padrão I Jardim do Ypês. 100% 28% 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Const. UBS Prevista Realizada Padrão II Setor Nova Capital. 100% 28% 02 - Ação Anual Meta Anual da PAS da PAS: Construção de Prevista Realizada Unidade Básica de SaúdeCentro e Vila Operaria. 100% 88% 510.000,00 132.943,73 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 407.000,00 225.110,83 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 489.000,00 263.905,77 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 404.000,00 260.871,53 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 429.000,00 240.016,05 Recursos Orçamentários da PAS (R$) Previsto Executado 141.000,00 252.658,44 28 Número de estabelecimento Estabelecimentos de Saúde total 32 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Pediatria 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Obstetrícia 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Psiquiatria 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Clínica 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Cirurgia 0 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Traumato Ortopedia 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Neuro Cirurgia 0 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Cirurgia Buco Maxilofacial 1 Estabelecimentos de Saúde com atendimento de emergência Outros 0 Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao SUS Ambulatorial 20 Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao SUS Internação 2 Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao SUS Emergência 2 Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao SUS UTI/CTI 0 Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao SUS Diálise 0 Fonte: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010 Equipamentos Número de equipamentos Mamógrafo com comando simples 0 Mamógrafo com estéreo-taxia 0 Raio X para densitometria óssea 0 Tomógrafo 0 Ressonância magnética 0 Ultrassom doppler colorido 2 Eletrocardiógrafo 3 Eletroencefalógrafo 0 Equipamento de hemodiálise 0 Raio X até 100mA 2 Raio X de 100 a 500mA 3 Raio X mais de 500mA 1 Fonte: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010 Os fatores que tornam Porto um centro de referência em desenvolvimento, com a atração de investimentos significativos, são a logística 29 de transportes para escoamento da produção, a estrutura educacional, que oferece cursos técnicos e superiores em várias áreas, a infraestrutura, e a incrementação do agronegócio (PARALELO 13, acessado em: 18 de dez. 20103). Neste sentido, Porto Nacional exerce influencia diretamente em 18 municípios tocantinense, com um total de 424.315 habitantes e oferecendo cursos de ensino superior para aproximadamente 28.133 alunos matriculados nas redes de ensino básico (IBGE, 2012). Quadro 1: Cidades próximas de Porto Nacional no raio de 120 km. Cidade População Matriculas no ensino Médio Aliança 5.671 231 Aparecida do Rio Negro 4.213 190 Barrolândia 5.349 272 Brejinho de Nazaré 5.185 269 Chapada de Natividade 3.277 147 Cristalândia 7.234 231 Crixás 1.564 76 Fátima 3.805 178 Ipueiras 1.639 69 Miracema 20.684 4012 Miranorte 12.623 2247 Monte do Carmo 6.716 1173 Natividade 9.000 407 Oliveira de Fatima 1.037 84 Palmas 228.332 12.634 Paraíso 44.417 2364 Ponte Alta 7.180 374 Porto Nacional 51.846 2703 Santa Rosa 4.568 210 Santa Tereza 2.523 182 30 Silvanopolis Total 5.068 296 431.931 28.349 Todavia, há que se ter em vista que a Faculdade não se vinculará apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais. Porto Nacional será um ponto de referência de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelo Tocantins e pelo Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo um espaço brasileiro diversificado e extenso em importante região do país. 3.4. CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS Porto Nacional está inserido na bacia hidrográfica do Rio Tocantins, e apresenta em seu território as seguintes sub bacias: Sub Bacia Córrego Santa Luzia, Bacia do Ribeirão dos Mangues, Sub Bacia Ribeirão Conceição, Sub Bacia Rio água Suja, Sub Bacia Ribeirão do Carmo, Sub Bacia Rio Matança e Sub Bacia do Córrego São João. Os principais afluentes do rio Tocantins localizados na zona urbana da cidade são os córregos São João e Francisquinha. Com relação ao clima da região, predomina em Porto Nacional o tipo C2wA’a” (clima úmido sub-úmido com moderada deficiência hídrica), segundo o método de Thornthwaite, caracterizado por clima úmido sub-úmido com moderada deficiência hídrica no inverno, evapotranspiração potencial média anual de 1.500 mm, distribuindo-se no verão em torno de 420 mm ao longo dos três meses consecutivos com temperatura mais elevada. A região apresenta precipitações em torno de 1.600mm, com pouca variação entre os anos e temperaturas médias anuais em torno de 26°C. Os meses mais quentes coincidem com o rigor da seca, em fins de agosto e setembro. A umidade relativa média anual está entorno de 70%, sendo que no período chuvoso os índices de umidade são superiores a 80% e no período seco entorno de 50% (SEPLAN, 2012). A vegetação predominante na região é o cerrado, cujas principais características são os grandes arbustos e as árvores esparsas, de galhos retorcidos e raízes profundas. 31 3.4.1.Turismo Situada próximo a Palmas, Porto Nacional conta com uma razoável infraestrutura para receber turistas para apreciar de um modo geral a cidade. Os pontos turísticos que embelezam a cidade de Porto Nacional e atrai os turistas que por aqui chegam, são os que seguem: Centro Histórico: dotado de ruas estreitas e prédios quase todos construídos no século XIX. Avenida Beira Rio: via expressa, construída com mais de 3Km de extensão, na orla da cidade. Nova Praia de Porto Real: dotada de infra estrutura, local de eventos culturais e esportivos durante a temporada de junho a setembro. Colégio Sagrado Coração de Jesus: construído pelas irmãs dominicanas na década de 1950 em estilo francês. Prédio da Prefeitura Velha: edificado em 1922, nele funcionou até 1969 a Câmara Municipal, a sala das Audiências Judiciárias e a Administração Municipal. Construído em dois pavimentos, se destaca entre várias construções na parte velha da cidade. Caetanato: localizado na conhecida “Rua do Cabaçaco” no Centro Histórico de Porto Nacional, foi a primeira sede do Colégio das Irmãs Dominicanas. Hoje é sede da COMSAÚDE de Porto Nacional. O nome “Caetanato” é em homenagem a Sra. Caitana Belles, ultima moradora do local. Residência do Sr. Oswaldo Ayres: importante casa residencial de arquitetura antiga, situada na Praça da Igreja Matriz, simboliza o brilhante trabalho do Dr. Francisco Ayres da Silva, como médico, político e jornalista, filho de Porto Nacional. Residência da Senhora Custódia Pedreira: herança da família “Pedreira”, esse casarão chama atenção pela arquitetura de épocas passadas, toda em adobe, conversa o porão e o assoalho de tábuas. Lago da Usina do Lajeado: Constituindo-se em local propício para esportes náuticos e pesca esportiva, localizado em frente à cidade. 32 3.4.2. Natureza e Pesca Porto Nacional tem uma área para pesca esportiva privilegiada por ser banhada pelo rio Tocantins. Na região destacam-se os passeios fluviais com direito a pesca amadora e profissional. 3.5. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS A geração de emprego e renda também tem recebido atenção especial da gestão estadual através de ações que valorizam os pequenos e médios empresários, além dos empreendedores individuais. Neste sentido, diversas ações em parceria com instituições especializadas têm levado capacitação e incentivos para novos empreendedores no Tocantins. Destaque para o programa Compra Governamental, que determina a contratação de micros e pequeno empresários e de empreendedores individuais de até 30% do valor licitado em grandes licitações. A indústria é principalmente a agroindústria, centralizada em seis distritos instalados em cinco cidades pólo: Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins. Boa parte de suas importações é de maquinário, material de construção, ferro e aeronaves de pequeno porte, produtos que representam a base de um expansionismo econômico. Notável pelo potencial agropecuário, Porto Nacional vê no crescimento da capital Palmas, distante 52 km, uma oportunidade para movimentar o comércio local e permitir maior fluxo de capital no município. Em se tratando de Produto Interno Bruto, Porto Nacional ocupa a 4ª posição dentre os 139 municípios do estado. O PIB per capita do município é de R$ 13.652,27, superior ao valor obtido no Estado do Tocantins, que é de R$ 12.462,00 (IBGE, 2010). Em termos de valores, a participação do município de Porto Nacional para o produto interno bruto (PIB) é relevante, representando cerca de 3,89% do PIB estadual. 3.6. ASPECTOS CULTURAIS E A CULTURA AFRO-BRASILEIRA 33 Apesar de ser o Estado mais jovem do Brasil, fundado em 1988, o Tocantins possui uma cultura secular que reflete o seu longo processo de formação. Nas danças, cânticos e nas manifestações populares do Estado, pode-se ver, nitidamente, traços da identidade dos negros que aportaram em seu território para trabalhar na exploração do ouro, ainda sob o regime da escravidão. Nos eventos religiosos tradicionais do Estado, que juntam milhares de fiéis, pode-se sentir que o Tocantins carrega a essência da própria formação mística brasileira. A cultura tocantinense se dá pelos variados acontecimentos culturais, como a Folia de Reis, Caretas de Lizarda, Catira, Cavalhadas, Congo ou Congadas, Festa de Nossa Senhora da Natividade, Festa do Divino Espírito Santo, Festejos de Nossa Senhora do Rosário, Roda de São Gonçalo, Romaria do Bonfim e Sússia e Jiquitaia. No Tocantins, de acordo com a Diretoria de Diversidade da Secretaria de Educação e Cultura do Estado (SEDUC), diversas ações vem sendo desenvolvida para implementação da Lei Nº 10.639/2003 e Lei Nº 11.645/2008, que trata da inclusão de assuntos como Arte e Cultura Indígena, Africana e Afro Brasileira no currículos escolares. Como forma de valorizar as ações institucionais voltadas para as relações Étnico-raciais e o Ensino de História e Cultura Africana, Afro Brasileira e Indígena no Brasil, foi estabelecido um prêmio denominado Orirerê – Cabeças Iluminadas, realizado pelo centro cultural Humaitá com foco nas Secretarias de Educação e Instituições de Ensino Médio e Superior. A cultura de Porto Nacional se deve a exploração do ouro que trouxe muitos mineradores, tropeiros, mascates e viajantes que passaram pelo local deixando sua contribuição. Em Porto Nacional existem dois Centros de Cultura, são eles: Centro Cultural Durval Godinho: possui sala de concerto. Museu Histórico e Cultural de Porto Nacional: foi fundado na década de oitenta e, naquele tempo, mobilizou a população para doação de acervo. Depois de ocupar diversos espaços, hoje se instala em definitivo no prédio restaurado para este fim. Dentre as Festas Populares, Porto Nacional festeja: Festa de São Sebastião: realizada em 20 de janeiro. Festa do Divino: realizado em data móvel. 34 Festa da Padroeira: a festa da padroeira do município (Nossa Sra. das Mercês) é realizada dia 24 de outubro. O centro histórico de Porto Nacional foi tombado pelo IPHAN em 2008. A área delimitada abrange cerca de 250 edificações, conjuntos de ruas, largos e praças, incluindo a Avenida Beira Lago e o entorno da Catedral Nossa Senhora das Mercês. Os Monumentos tombados pelo IPHAN: Catedral Nossa Senhora das Mercês, Seminário São José, Prefeitura Velha e Arquivo Municipal, Caetanato (primeira sede do Colégio das Irmãs Dominicanas, Colégio Sagrado Coração de Jesus, Prédio do Abrigo João XXIII e Biblioteca Municipal Eli Brasiliense, entre outros. 3.7. CONTRIBUIÇÃO COM AS DEMANDAS DE DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO, TECNOLÓGICO E CULTURAL EM SUA ÁREA DE ABRANGÊNCIA Nesse sentido, a trajetória e o crescimento da FAPAC estão diretamente associados ao novo ciclo de desenvolvimento da região Norte, e tem, por meio do compromisso assumido no enunciado de sua missão, contribuído com o aumento da riqueza da sociedade, através da formação de profissionais competentes e éticos. Para tanto, A FAPAC visa também ser uma referência quanto ao desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão articulados as demandas de desenvolvimento socioeconômico, tecnológico e cultural em sua área de abrangência. As atividades desenvolvidas pela instituição priorizam o aumento da oferta de vagas nos cursos de graduação e pós-graduação; a formação de recursos humanos com maior foco nas necessidades apresentadas pelo mercado de trabalho regional, representados pelas empresas, organizações e indústrias. Atua também na oferta de atividades culturais voltadas para a comunidade e o fortalecimento de sua identidade. O estímulo à cultura empreendedora é uma das estratégias para a interação da FAPAC com as empresas circunvizinhas, e se manifesta pela intensificação da produção de conhecimentos em áreas estratégicas do desenvolvimento regional e pela ampliação de serviços prestados a sociedade 35 sob a forma de atividades de extensão. A FAPAC/ ITPAC PORTO NACIONAL entende que esses elementos são condicionantes para o atendimento adequado às demandas da sociedade local apresentadas no decorrer da história da Instituição. A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL com o respaldo e a seriedade de uma empresa responsável, de reputação ilibada, cumpridora de seu papel na sociedade, prestando serviços de natureza pública com a mobilidade da iniciativa privada, fortalece, inova e aprimora seus serviços na área de educação, reconhecido em todo o Estado do Tocantins, destaca-se como uma das melhores Faculdades da Região Norte, dando a FAPAC a visibilidade em todo território nacional. Sendo assim, há que se ter em vista que a Faculdade se vincula apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estende por uma vasta região do centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais, é um ponto de referência de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelos rios Tocantins e Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo um espaço brasileiro diversificado e extenso numa importante região do país. O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do Tocantins, nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de estratégias educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e mesmo as populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus três principais graus e, sobretudo, o universitário. 4. CONTEXTO EDUCACIONAL Porto Nacional, um dos municípios mais antigos do Estado do Tocantins, tombada como Patrimônio da Humanidade no ano de 2008, se localiza de forma privilegiada na região central do estado a 60 km da capital Palmas constituindo uma das cidades localizadas na área de influência do Lago da Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães. Possui patrimônio histórico bem conservado e arquitetura colonial onde se destacou sempre como um grande centro religioso, cultural e educacional. 36 Em 1886, chegam os primeiros padres dominicanos a cidade. Os Dominicanos foram os grandes benfeitores nas esferas religiosas, social, política e cultural da região de Porto Nacional. Em 1904, com as Irmãs Dominicanas os trabalhos de educação se intensificam sendo Porto Nacional uma referência na área atraindo alunos de diversos municípios. No início da década de 1980, a UFG abria, com seus próprios recursos, novas frentes de trabalho no interior de Goiás. Em março de 1980, era aprovada a criação do Campus Avançado de Porto Nacional, localizado no norte do estado (que nessa época ainda não tinha sido dividido) (UFG Afirmativa, 2009). Neste contexto histórico educacional, a FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos, tendo como mantenedora o ITPAC Porto Nacional– Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto LTDA está inserida, com a responsabilidade de ministrar os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Enfermagem, Engenharia Civil, Odontologia, Medicina e Administração. A FAPAC/ITPAC Porto Nacional participa do desenvolvimento sustentável da região central do Estado, através da produção do conhecimento e da formação de recursos humanos críticos, éticos, criativos e comprometidos com a responsabilidade social. Além de gerar mais de 356 empregos diretos, capacitando seus recursos humanos, trazendo mão de obra especializada e participando da construção e formação de novos conceitos e valores para a comunidade acadêmica, desde setembro/2008. Porto Nacional está se despontando como importante polo de desenvolvimento do Tocantins, nos últimos anos diversas empresas se instalou na cidade, o que vem contribuindo para alavancar a economia local. Em 2010 o município obteve o quarto maior Produto Interno Bruto do Tocantins, com destaque no crescimento do setor indústria. O grande destaque no setor de serviço é a Atividade de Administração Pública com representatividade de 45,6% deste setor. No setor industrial, a atividade com maior participação neste ano foi a Construção Civil com representatividade de 37 52,2% deste setor. Na Agropecuária destaca-se a produção de soja, mandioca e cana-de-açúcar e a criação de bovinos, aves e suínos (SEPLAN, 2013). Os fatores que tornam Porto um centro de referência em desenvolvimento, com a atração de investimentos significativos, são a logística de transportes para escoamento da produção, a estrutura educacional, que oferece cursos técnicos e superiores em várias áreas, a infraestrutura, a incrementação do agronegócio (PARALELO 13, acessado em: 18 de dez. 20103). Neste sentido, Porto Nacional exerce influencia diretamente em 18 municípios tocantinense, com um total de 429.231 habitantes e oferecendo cursos de ensino superior para aproximadamente 28.133 alunos matriculados (IBGE, 2012). As Cidades próximas de Porto Nacional concentram-se em um raio de 120 km. São elas: Aliança, Aparecida do Rio Negro, Barrolândia, Brejinho de Nazaré, Chapada de Natividade, Cristalândia, Crixás, Fátima, Ipueiras, Miracema, Miranorte, Monte do Carmo, Natividade, Oliveira de Fátima, Palmas, Paraíso, Ponte Alta, Santa Rosa, Santa Tereza e Silvanopolis perfazendo uma população total de 429.231 habitantes. Portanto, a Faculdade não se vinculará apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais, será um ponto de referência de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelos rios Tocantins e Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo um espaço brasileiro diversificado e extenso em importante região do país. O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do Tocantins, nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de estratégias educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e mesmo as populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus três principais graus e, sobretudo, o universitário. A fixação de profissionais da saúde, em especial, a odontologia, no Estado do Tocantins esbarra em dificuldades que incluem a ausência de um 38 centro formador de recursos humanos na região de abrangência de Porto Nacional e mesmo do Estado. É de grande importância a formação de profissionais que convivem com a realidade social da região, uma vez que conhecedores das dificuldades e problemas relacionados à saúde, objetivem levar à comunidade uma melhor qualidade de vida. Outro aspecto relevante é a permanência desses profissionais na sua região de origem, fixando recursos humanos qualificados e especializados em municípios do interior, pela perspectiva de reconhecimento profissional e de oportunidades de aprimoramento funcional. Com observância ao contexto especifico, seja social, cultural, econômico ou físico, os quais podem influenciar as crenças e os comportamentos culturais e determinar se esses fatores têm ou não um efeito negativo sobre a saúde. Acrescente-se a isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da região, catalisado pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da consolidação da atividade de ensino. E, ainda, o repasse imediato à comunidade do conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de uma política consistente de extensão. 5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM 5.1. IDENTIFICAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL prevê que as atividades educacionais no ensino de graduação deverão proporcionar a oferta de cursos, com seus meios e recursos, para que o educando possa desenvolver-se como sujeito do processo educacional, desenvolvendo seu projeto de vida. As definições previstas no PDI são atendidas pelo curso de Enfermagem, cujos objetivos convergem para a formação de profissionais que possam atender às necessidades de demanda de mão-de-obra especializada na área. O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL prevê as políticas de funcionamento da unidade e contém o planejamento para a implantação dos cursos previstos para a unidade. 39 “Nosso desejo é que a escola cumpra um papel social de humanização e emancipação, onde o aluno possa desabrochar, crescer como pessoa e cidadão, e onde o professor tenha um trabalho menos alienado e alienante, que possa repensar sua prática, refletir sobre ela, re-significá-la e buscar novas alternativas. Para isto, entendemos que o planejamento é um excelente caminho (VASCONCELOS, 2002).” Assim, a fim de assegurar a plena articulação entre o PPC e o PDI, a elaboração desse Projeto Pedagógico contou com a participação da comunidade acadêmica, com participação dos professores que formam o Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de curso e da Coordenação do curso de Enfermagem, em diversas reuniões, com respeito à pluralidade de ideias, valorizando a qualidade do ensino, nas quais foram discutidos: o projeto, os conteúdos das ementas com sua adaptação ao programa e a atualização da bibliografia. A equipe colaborou também na discussão das características do curso, levando em conta (além das Diretrizes Curriculares Nacionais que norteiam o curso) perfil do profissional adequado para a região em que o curso está inserido e os valores institucionais, bem como o referencial teóricometodológico, os princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações previstas no PDI. 5.2. NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO Segundo Oliveira (2009) o processo de municipalização e descentralização político-administrativa inerente ao Sistema Único de Saúde (SUS) é inegável. Sendo que o desafio assumido pelos municípios é reestruturar a atenção primária e promover ações de saúde. Nesta direção, a enfermagem é uma mola propulsora, visto que o seu conhecimento científico e sua pratica são essenciais para identificar as necessidades da população e estabelecer intervenções eficazes. Analisando este cenário, verifica-se a necessidade da expansão dos atores sociais na gestão Democrática do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que os profissionais de enfermagem vem ocupando cargos de direção e 40 cordenação, tornando-se corresponsáveis pela gestão do SUS, seja na questão de competencias técnicas e políticas (FERNANDES, 2014). Para Silva e colaboradores (2011) o curso de enfermagem formar um profissional com formação generalista, na construção de competencias e habilidades de acordo com as exigências do SUS, quer acadêmico-científicas quer ético-humanísticas. Portanto, o profissional de enfermagem tem a oportunidade de ultrapassar o conhecimento biológico, estabelecendo relações entre o processo saúdedoença e o social, subsidiados pelas informações epidemiológicas, na direção de dirimir o sofrimento da população. O ensino de enfermagem está inserido no atual momento educacional brasileiro em que as oportunidades para a construção do conhecimento devem somar-se à consciência crítica do aluno, considerando todos os aspectos de ensino, tanto formal como também o aprendizado adquirido e construído no contexto do indivíduo, pesquisa ou extensão para a aprendizagem (PERES, 2002). O mercado de trabalho absorve significativamente os profissionais de enfermagem. Tem-se, assim, cerca de 3000 enfermeiros (as) inscritos no Conselho Regional do Tocantins (2014), exercendo funções variadas em hospitais de toda natureza, unidades básicas de saúde, empresas, escolas de nível médio, faculdades e universidades (COREN, 2007). Para o Ministério da Saúde (2013) a proporção ideal de enfermeiros em relação a população é de 1 enfermeiro/ 1000 habitantes. O enfermeiro no Brasil pode atuar em diversas áreas relacionadas à assistência primária (Unidades Básicas de Saúde), secundária (ambulatorial, internação) e terciária (unidades de reabilitação), Bancos de Sangue, Bancos de leite, indústria, produção de tecnologias, Ensino, Pesquisa, Assessorias e Auditorias (COREN, 2007). 5.3. JUSTIFICATIVAS PARA CRIAÇÃO DO CURSO Segundo Teixeira e colaboradores (2013) o eixo Sul-Sudeste representa 71,2% do universo de cursos de Graduação em Enfermagem do Brasil. Nestas regiões, destacam-se os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e 41 Paraná, com o maior número de cursos. As regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram 17% dos cursos de graduação em Enfermagem do país. Estudos sobre a formação de profissionais e a distribuição de recursos humanos de saúde também revelam essa desigualdade, identificando que nas regiões Sul e Sudeste do país há melhores índices na relação egresso/habitante dos cursos de graduação da área de saúde, enquanto as regiões Norte e Nordeste possuem os piores índices (CECCIM e PINTO, 2007). Segundo Silva e Baptista (2007) a Região Norte possui uma grande extensão territorial com graves problemas de infraestrutura, principalmente nas áreas de energia, comunicação, transporte, educação, saúde. Com um baixo desenvolvimento econômico, conta com o menor Produto Interno Bruto do país. O fato é que essas condições se apresentam como alguns dos determinantes para que a Região possua um reduzido número de cursos superiores de enfermagem, se comparado às demais regiões. O mercado de trabalho para o curso de enfermagem é bastante amplo, o que permite ascensão rápida do profissional, devido à necessidade desses profissionais em todas as instituições de saúde, bem como em regiões distantes dos grandes centros cuja demanda no Brasil tem sido crescente após a implantação da interiorização da assistência pelo Ministério da Saúde. Cabe ressaltar a importância do curso de Enfermagem ser ofertado por uma Instituição Privada no interior do estado do Tocantins, que zele pela qualidade na prestação de serviços educacionais. Com observância ao contexto especifico, seja social, cultural, econômico ou físico, os quais podem influenciar as crenças e os comportamentos culturais e determinar se esses fatores têm ou não um efeito negativo sobre a saúde. Acrescente-se a isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da região, catalisado pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da consolidação da atividade de ensino. E, ainda, o repasse imediato à comunidade do conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de uma política consistente de extensão. A fixação de profissionais da saúde, em especial, a enfermagem, no Estado do Tocantins esbarra em dificuldades que incluem a ausência de um centro formador de recursos humanos na região de abrangência de Porto Nacional e mesmo do Estado. 42 É de grande importância a formação de profissionais que convivem com a realidade social da região, uma vez que conhecedores das dificuldades e problemas relacionados à saúde objetivem levar à comunidade uma melhor qualidade de vida. Outro aspecto relevante é a permanência desses profissionais na sua região de origem, fixando recursos humanos qualificados e especializados em municípios do interior, pela perspectiva de reconhecimento profissional e de oportunidades de aprimoramento funcional. Segundo o COFEN (2011), a OMS (Organização Mundial para a Saúde) estabeleceu que o número de profissionais de enfermagem por em proporção à população é de 1 profissional de enfermagem para cada 500 habitantes (1:500). No Brasil, a quantidade de profissionais de enfermagem agrupada tem a proporção de 3,8 profissionais de enfermagem/500 habitantes, acima do recomendado pela OMS, porém, quando discriminado por categoria profissional, verifica-se que a categoria dos enfermeiros não atinge essa proporção, desconsiderando a categoria profissional das parteiras que está em extinção, as demais categorias profissionais apresentam resultados acima do recomendado. Tabela 1: Número de Profissionais de Enfermagem por habitante no Brasil em 2010. DESCRIÇÃO TOTAL 1:500 População 190.732.694 Profissionais de Enfermagem 1.449.583 3,80 Enfermeiros 287.119 0.75 Técnicos de Enfermagem 625.863 1.64 Auxiliar de Enfermagem 533.422 1.40 106 Parteiras 0.0 Não Informado 3.073 0.01 Total 998 908 Fonte: Adaptado de dados de pesquisa e dados do censo 2010 (COFEN) do IBGE (2011). O cruzamento de dados da base de dados integrada de profissionais de enfermagem com os dados de população do Censo 2010 do IBGE evidencia que a categoria enfermeiros no Brasil representa (0,75% da população), no entanto na macro região Norte, o percentual alcança a média de (0,67%) da população, demonstrando que esta região está abaixo da Avaliação Nacional. 43 Gráfico 1: Distribuição de profissionais enfermeiros versus total da população na região NORTE e meta da OMS, ano de 2010. Fonte: Adaptado de dados de pesquisa e dados do censo 2010 (COFEN) do IBGE (2011). Segundo a Revista Guia do Estante, há carência de profissionais no Norte e Nordeste do país. A área de saúde da família está em expansão. O governo Federal, por exemplo, mantém um programa do gênero, cujas equipes contam, no mínimo, com um enfermeiro. O aumento da expectativa de vida da população também expandiu a frente de trabalho representada pela prestação de assistência domiciliar. Também é cada vez mais comum encontrar enfermeiros trabalhando em centros de estética, escolas infantis, laboratórios de análises clínicas, ambulatórios empresariais e em serviços de homecare. (http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/saude/enfermagem-685108.shtml) A enfermagem é uma das áreas que o número de empregos tem aumentado muito na última década, sua atuação nos programas de prevenção e assistência às doenças vem crescendo, garantindo novas oportunidades de trabalho. A formação de profissionais da área de saúde, da própria região, com uma visão generalista, críticos e éticos, voltados prioritariamente para a promoção da saúde e com habilidades que os permita atuar na prevenção e cura de doenças, é, sem dúvida, objetivo de elevada relevância social. Acrescente-se a isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da região, catalisado pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da consolidação da 44 atividade de ensino. E, ainda, o repasse imediato à comunidade do conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de uma política consistente de extensão. 5.4. CONCEPÇÃO E PERFIL DO CURSO O Curso de Graduação em Enfermagem, FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, foi concebido com o compromisso de propiciar formação generalista que atenda às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando, prioritariamente, a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento prestado à população do município de Porto Nacional, sem, contudo, perder a perspectiva regional, estadual e nacional. Nesse sentido, a formação acadêmica busca qualificar o enfermeiro frente aos princípios, diretrizes e práticas do Sistema Único de Saúde, por meio da compreensão das relações de trabalho em saúde e sociedade, visando o aprimoramento da dinâmica de gestão, a qualificação dos processos e a proposição de projetos de intervenção, a partir do reconhecimento de diferentes demandas, sustentados por evidências científicas. Com o pensar voltado para a formação prospectiva, antecipando os desafios que aguardam os egressos no futuro que ainda não se conhece o contorno, busca-se uma aprendizagem ativa e problematizadora, que considere em primeiro plano a realidade social, cultural e epidemiológica do município de Porto Nacional, voltada para autonomia intelectual, apoiada em formas criativas e estimulantes para o processo de ensino-aprendizagem, formando profissional comprometido com a curiosidade epistemológica e com a resolução de problemas da realidade cotidiana. Este Projeto Pedagógico pauta-se nos seguintes princípios: - confluência dos processos de desenvolvimento do pensamento, sentimento e ação; - formação baseada na captação e interpretação da realidade, proposição de ações e intervenção na realidade; - sensibilidade às questões emergentes da assistência à saúde, do ensino e do entorno social; 45 - valorização e domínio de um saber baseado no conhecimento já construído e que contemple o inédito; - reconhecimento de que o aprendizado se constitui como um processo dinâmico, apto a acolher a motivação do sujeito e que contemple o desenvolvimento do próprio estilo profissional; - articulação entre o ensino, a pesquisa e extensão. o O Curso de Enfermagem é permeado pelas crenças e valores a seguir descritos: - homem, como cidadão, tem direito à saúde, cujas necessidades devem ser atendidas durante o ciclo vital; - saúde-doença é um processo dinâmico, determinado por múltiplos fatores e pelo contínuo agir do homem frente ao universo físico, mental e social em que vive; - biomédico atua na equipe multiprofissional, visando atender o homem na sua integralidade; - biomédico deve ter competência técnico-científica e atitude crítica, favorecidas por uma formação geral que considera a situação econômica, social, política e cultural do País, e o perfil sanitário e epidemiológico de sua região; - formação é um processo educacional que implica em co-participação de direitos e responsabilidades de docentes, discentes e profissionais de campo, visando o seu preparo para prestar assistência ao cidadão; - educação formal inicia-se no curso de graduação e deverá ser continuada, de forma institucionalizada ou não, para aprimoramento e aperfeiçoamento profissional. Este projeto pedagógico contempla os conteúdos essenciais, as habilidades e as competências necessárias, de modo a instrumentalizar o enfermeiro para compreensão da realidade social e para as diferentes intervenções, seja nos aspectos micro ou macro institucionais. Vale registrar que o presente Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem está, plenamente, adequado aos atos legais que regem as áreas de educação superior e da saúde. A saber: Constituição Federal de 1988. 46 Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde Nº. 8.080, de 19/9/1990. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Nº. 9.394, de 20/12/1996. Lei do Plano Nacional de Educação (PNE) Nº. 10.172/2001. Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Nº. 10.861, de 14/4/2004. Lei do Estágio de Estudantes Nº. 11.788, de 25/9/2008. Decreto 5.626/2005, que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). Decreto que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais, a vigorar a partir de 2009, Nº. 5.296/2004. Decreto que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e Avaliação da Educação Superior Nº. 5.773, de 9/5/2006. Decreto Nº 94.406, de 08/06/1987, que regulamenta a Lei Nº 7.498, de 25/6/1986, que dispõe sobre o Exercício Profissional da Enfermagem. Parecer CNE/CES Nº. 1.133, de 7/8/2001, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais de Enfermagem, Medicina e Nutrição. Resolução CNE/CES Nº 03, de 7/11/2001, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Resolução CNS Nº 196, de 1996, que dispõe sobre Normas e Diretrizes Reguladoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos. Resolução CNS Nº 370, de 8/3/2007, que trata do registro e credenciamento ou renovação de registro e credenciamento do CEP. Código de Ética de Enfermagem. Resolução CNE/CES Nº 2, de 18/6/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Resolução CNE/CES Nº 3, de 2/7/2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de horaaula, e dá outras providências. Resolução CNE/CES Nº 4, de 6/4/2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, 47 Enfermagem, Farmácia, Enfermagem, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial. Declaração Mundial sobre Educação Superior no Século XXI da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, UNESCO: Paris, 1998. Relatórios Finais das Conferências Nacionais de Saúde. Além da adequação à legislação, o Curso de Graduação em Enfermagem está pautado nas Normas Institucionais estabelecidas no Estatuto da Mantenedora (na esfera das suas competências) e no Regimento, Resoluções e outros atos internos da FAPAC. A concepção do presente projeto pauta-se no arcabouço teórico e programático do Sistema Único de Saúde (SUS) e no entendimento da Saúde como condições dignas de vida. A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação (Artigo 196 da Constituição Federal de 1988). Neste contexto, a Enfermagem é considerada como uma prática social historicamente determinada que tem como objeto principal de atuação o cuidado e o cuidar dos seres humanos em todo ciclo vital. A Enfermagem, enquanto ciência e arte do cuidar humano baseia-se na concepção da integralidade da atenção em saúde. O processo de trabalho em enfermagem caracteriza-se historicamente pela assistência/cuidado, quando apreendido na totalidade em relação ao trabalho em saúde. Esse processo concretiza-se por meio dos seguintes subprocessos: Cuidar/Assistir; Administrar/Gerenciar; Investigar/Pesquisar. Além dos aspectos supramencionados, a concepção e a estrutura deste projeto pedagógico consideraram o processo da reforma sanitária brasileira, o processo de trabalho em saúde/enfermagem e o perfil epidemiológico do 48 município de Porto Nacional como contexto essencial na formação do enfermeiro. O processo de construção coletiva deste PPC repousou em três dimensões: Dimensão Conceitual: forneceu os fundamentos e os conceitos chave que configuram o paradigma orientador que subsidia o PPC. Dimensão Normativa forneceu os referenciais que fundamentam o PPC. Dimensão Estrutural forneceu os elementos constitutivos do PPC. Dimensão Conceitual Educação A FAPAC/ITPACPORTO compreende que um dos fins da IES é a formação de recursos humanos em nível de graduação e pós-graduação e a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica, para atender as necessidades da sociedade onde está inserida, ao mesmo tempo em que contribui para sua transformação. Assim, entende a IES como um dos pilares de transformação social, ainda que não o único. E a educação é redefinida como um movimento contínuo de: (...) produção, incorporação, reelaboração, aplicação e testagem de conhecimentos e tecnologias, através de um processo multidimensional de confronto de perspectivas e prioridades, efetivado na relação dialógica e participativa entre os diferentes saberes dos sujeitos sociais, negociando entre as partes envolvidas no ensino e aprendizagem, promovendo a cooperação, a solidariedade, a troca, a superação da realidade existente, para construção da realidade almejada, possível ou utópica (Saupe, 1998). Saúde A Constituição Federal de 1988, art. 196, define que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação” (Artigo 196 da Constituição Federal de 1988). 49 A concepção do presente projeto pauta-se no arcabouço teórico e programático do Sistema Único de Saúde (SUS) e no entendimento da Saúde como condições dignas de vida. A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação (Artigo 196 da Constituição Federal de 1988). As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes (Artigo 198 da Constituição Federal de 1988): I - descentralização; II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais; III - participação da comunidade. O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS). (Artigo 4º da Lei 8.080/90). Parágrafo 2º deste Artigo: A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar. São objetivos do Sistema Único de Saúde (Artigo 5º da Lei 8.080/90): I - identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; II - formulação de política de saúde; III – assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios (Artigo 7º da Lei 8.080/90): 50 I – universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; II – integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; VII – utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática; X – integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico; XII – capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência. Enfermagem É uma prática social historicamente determinada, que acontece em uma sociedade concreta, que tem o ser humano, a família e a comunidade como sujeitos da produção, difusão e aplicação de conhecimento e do exercício profissional. A Enfermagem é a ciência do cuidado. Fundamenta-se, principalmente, na Ética, no Processo Saúde/Doença, na Epidemiologia e na Integralidade da Atenção em Saúde. Dispõe de um corpo de conhecimento, que aborda o saber e o fazer nas várias dimensões do cuidar em enfermagem. Sua atuação envolve a promoção, a prevenção, a recuperação e a reabilitação da saúde individual e coletiva em todo o ciclo vital. O enfermeiro integra a força de trabalho em saúde e o processo de trabalho em enfermagem compreende ações assistenciais, administrativas, educativas e de pesquisa nos diferentes serviços de saúde. Desta forma, o Enfermeiro é considerado, também, como um dos profissionais que atuam com base no cuidado, caracterizando-se como cuidador em saúde. O cuidado é concebido pelo Ministério da Saúde como: Cuidado significa atenção, precaução, cautela, dedicação, carinho, encargo e responsabilidade. Cuidar é servir, é 51 oferecer ao outro, em forma de serviço, o resultado de seus talentos, preparo e escolhas; é praticar o cuidado. Cuidar é também perceber a outra pessoa como ela é, e como se mostra, seus gestos e falas, sua dor e limitação. Percebendo isso, o cuidador tem condições de prestar o cuidado de forma individualizada, a partir de suas idéias, conhecimentos e criatividade, levando em consideração as particularidades e necessidades da pessoa a ser cuidada. Esse cuidado deve ir além dos cuidados com o corpo físico, pois além do sofrimento físico decorrente de uma doença ou limitação, há que se levar em conta as questões emocionais, a história de vida, os sentimentos e emoções da pessoa a ser cuidada. (MS, 2008) Esta dimensão conceitual não se esgota nestes postulados nem nestes conceitos. Vai muito além destas premissas apresentadas. Porém, a esta base conceitual, no processo de construção e de desenvolvimento do PP, outros aportes serão agregados ao documento. Sintetizando, o marco referencial do PPC compreende, também, o Sistema Único de Saúde (SUS); a Saúde da Família; a Epidemiologia; a Ética; a Cidadania; o Processo Saúde-Doença e o Cuidado em Saúde/Enfermagem. Dimensão Normativa Nesta dimensão são considerados como referenciais os perfis demográfico, sócio-econômico, epidemiológico e sanitário do Tocantins e de Porto Nacional, além dos Documentos e Atos Acadêmicos e Administrativos da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL e a legislação em vigor. Dimensão Estrutural Trata dos elementos constitutivos que configuram o Projeto Pedagógico e o Currículo do Curso de Graduação em Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO. 5.5. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO CURSO 52 Formação do Enfermeiro como resultado da articulação entre conteúdos, competências e habilidades adquiridas e/ou desenvolvidos durante o curso. Proposta pedagógica está centrada no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiada no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. Curso de Graduação em Enfermagem como cenário de debates de temas inovadores e relevantes para o exercício profissional do Enfermeiro. Implementação de metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir sobre as realidades sanitária e social e aprenda a aprender. Integração ensino e serviço de saúde. Ter como eixo do desenvolvimento curricular as necessidades de saúde mais freqüentes, referidas pela comunidade e identificadas pelo setor saúde com base nos indicadores epidemiológicos. Utilização de metodologias que privilegiem a participação ativa do aluno na construção de conhecimentos e a integração entre os conteúdos, além de garantir a articulação entre ensino, investigação científica, extensão e assistência em Enfermagem. Promoção da integração e da interdisciplinaridade em coerência com o eixo de desenvolvimento curricular, buscando integrar as dimensões biológicas, psicológicas, sociais e culturais. O projeto político pedagógico para formação de enfermeiro do FAPAC/ITPAC PORTO, se baseia nos entendimentos de pressupostos e conceitos básicos de enfermagem que é uma disciplina e profissão que congrega ciência, arte e tecnologia na produção de conhecimentos necessários ao cuidado de indivíduos, famílias e grupos sociais. O Curso de Enfermagem do FAPAC/ITPAC PORTO formará enfermeiro(a) generalista voltado para as transformações da sociedade e da produção do conhecimento, é dinâmica e aberta para as diversidades, no sentido do desenvolvimento de competências e compromissos com o cuidar, o gerenciar, o educar, o pesquisar e com a sua própria educação ao longo da 53 vida. O processo educativo, como conhecimentos, avaliações, experiências, responsabilidades, compromissos e sentimentos inter-relacionam-se, complementam-se, ampliam-se e influem uns aos outros. A respeito da pluralidade e a diversidade cultural é requisito fundamental, para um processo de formação que se quer aberto, flexível, cidadão. O curso superior de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO é que se propõe a atender aos requisitos mencionados acima, articula-se ensino, pesquisa e extensão, valorizando diversas formas de saber e sendo de fundamental importância para o desenvolvimento regional. A possibilidade de interagir de maneira coerente, ética e eficaz com diferentes estratos da sociedade, promovendo a relação teoria-prática e a formação cidadã. Esta formação permite construir o ser profissional por meios de estratégias globais, tanto em ações isoladas e desvinculadas como também vinculadas ao núcleo epistemológico do curso. As novas diretrizes curriculares às Instituições de Ensino tem um aspecto altamente positivo, a partir do princípio de que a elaboração do currículo implica num projeto pedagógico adequado as aspectos da região, ao perfil do profissional desejado, à elaboração de ementário, bibliografia, conteúdo programático e uma integralização de tudo isso com um corpo docente participativo e atuante, resultando numa natural qualificação do projeto pedagógico como um todo. Dessa forma, o projeto pedagógico do curso de Enfermagem, em consonância com as Diretrizes Curriculares, propõe um roteiro, exercitando a liberdade e a flexibilidade conferidas pela Lei, formulando um currículo cujo objetivo é destacar as habilidades e competências esperadas do egresso, a partir de uma associação com o aporte teórico das disciplinas que compõem o currículo, no intuito de assegurar a preparação do aluno para o exercício de sua função profissional, levando-se em conta as exigências do atual mercado de trabalho e a estrutura do curso de Enfermagem, prevista pelas Diretrizes Curriculares e pelos Padrões de Qualidade preconizados pelo MEC. Espera-se, portanto, que este projeto seja realmente norteador da prática pedagógica desse curso e se torne instrumento de ação para assegurar a unidade e a coerência dos trabalhos e ações docentes e de seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subseqüentes. Somente 54 desta forma o projeto pedagógico cumprirá suas funções de articulação, identificação, inovação, ética e política para tornar a filosofia e o projeto educacional da IES viável e efetiva De acordo com o proposto nas Diretrizes Curriculares de cursos da área de Enfermagem, é necessário que se amplie o conceito de currículo, entendido como construção cultural que proporciona a aquisição do saber de forma articulada. A partir dessa definição, o currículo deve ser constituído por um conjunto de conhecimentos, competências e habilidades além dos objetivos que busca alcançar. O currículo passa a ser todo e qualquer conjunto de atividades acadêmicas que constituem um curso. Essa definição compreende a atividade curricular considerada relevante para que o aluno adquira competências e habilidades necessárias à sua formação, e que possa ser avaliada interna e externamente como processo contínuo e transformador, não excluindo as disciplinas convencionais. Para colocar essa proposta em prática, é necessário antes de tudo, definir quais os conhecimentos, as competências e habilidades que fazem parte do perfil do profissional que se deseja formar, num conjunto de atividades e conteúdos que levem o aluno, a saber, fazer (competências e habilidades) e, a saber ser (atitudes, posturas, valores). A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem contou com a participação dos Docentes que formam o Núcleo Docente Estruturante e da Coordenação do Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO, em diversas reuniões nas quais foi discutida a proposta do projeto, foram revistos os conteúdos das ementas com sua adaptação ao programa e a atualização da bibliografia. A equipe colaborou, também, na discussão das características do curso de Enfermagem, levando em conta o perfil do profissional adequado para a região em que o curso está inserido. 5.6. OBJETIVOS DO CURSO Formar Enfermeiros generalistas para o exercício de competências e habilidades gerais da profissão, assistindo e intervindo a população no processo de saúde-doença, considerando o indivíduo no seu ciclo evolutivo. Atendendo as necessidades sociais da saúde com ênfase no Sistema Único de 55 Saúde (SUS), aprimorando a capacidade de gestão e liderança. Assegurando a qualidade a humanização no atendimento baseado em evidências científicas. O curso possibilita a formação de um profissional apto a atuar no campo da promoção da saúde, na prevenção de doenças agudas ou crônicas, degenerativas, endêmicas, transmissíveis, em qualquer fase do ciclo vital, mediante a prestação de assistência direta ou indireta, e instrumentaliza o profissional à lidar com o indivíduo, a família e a comunidade no contínuo saúde-doença, nas relações interpessoais e multiprofissionais. 5.6.1. Objetivo Geral Dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício de competências e habilidades gerais da profissão, para assistir e intervir no processo saúde-doença nos requisitos de promoção, proteção e reabilitação de saúde, apto a tomada de decisão as condutas adequadas nas evidências científicas. 5.6.2. Objetivos Específicos • Intervir no processo saúde-doença em seus diferentes níveis de complexidade, na perspectiva da integralidade da assistência, em consonância com as propostas à atenção e saúde pautada no princípio científico; • Aplicar de forma integral a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, aos indivíduos e famílias na USF, e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações, etc.), em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade. • Aplicar a sistematização de enfermagem em todos os níveis de assistência, com o intuito de qualificar a organização, planejamento e avaliação do cuidado prestado, fortalecer a comunicação entre a equipe, priorizar as necessidades de cada paciente e desenvolver ações baseadas em conhecimento técnico cientifico. 56 • Atuar na saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso considerando as especificidades da prática de enfermagem e contemplando inovações, baseado na sistematização da assistência em enfermagem; • Propiciar a formação profissional nos princípios das políticas de saúde, no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos da população; • Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos os âmbitos da atuação profissional; • Assegurar e integralidade da atenção, qualidade e humanização o atendimento baseado em evidências científicas. 5.7. PERFIL PROFISSIONAL E COMPETÊNCIAS DO EGRESSO Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais e com base nos conhecimentos, habilidades e atitudes acima definidos, o Curso de Graduação em Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO, formará: • Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, conhecendo a saúde de forma integral, envolvendo uma abordagem multidisciplinar; • Enfermeiro atuante nos programas de assistência integral ao ciclo evolutivo do individuo; • Enfermeiro com a formação profissional nos princípios da Política de Saúde, no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações com ênfase na sua região de atuação; • Enfermeiro apto a gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos os ambitos da atuação; • Enfermeiro atuante com senso de responsabilidade tanto em nível individual como coletivo; • Enfermeiro intervindo nas necessidades sociais da saúde com ênfase no SUS, assegurando a integralidade da atenção, qualidade e humanização. • Enfermeiro adequado as novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar; 57 6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Este projeto representa uma proposta pedagógica do curso de Enfermagem, assim, expressa e norteia as diretrizes curriculares de ação efetiva, para a implantação deste curso na região. As diretrizes curriculares devem, portanto, considerar fundamentalmente o essencial de cada área do conhecimento, campo do saber ou profissão, visando promover no estudante a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional de forma autônoma e permanente. A liberdade oferecida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, às Instituições de Ensino tem um aspecto altamente positivo, a partir do princípio de que a elaboração do currículo implica num projeto pedagógico adequado aos aspectos da região, ao perfil do profissional desejado, à elaboração de ementário, bibliografia, conteúdo programático e uma integração de tudo isso com um corpo docente participativo e atuante, resultando numa natural qualificação do projeto pedagógico como um todo. O Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPACPORTO adota uma filosofia preventiva em todos os níveis de atenção, levando o discente a compreender o binômio saúde–doença como um processo social, onde as ações curativas não são a única meta a alcançar. Com essa concepção buscase o conhecimento da realidade econômica e social da região, estando apto para atuar na iniciativa privada e no sistema público. Entretanto, é necessário desdobrar esse conceito e adequá-lo, em seus detalhes, para que o aluno receba a formação específica do curso, como preparação para sua atuação profissional. Esta atuação não se restringirá aos grandes centros urbanos, mas também aos pequenos, seja como autônomo, ou como prestador de serviços em: convênios, clínicas privadas ou públicas, equipes multidisciplinares, saúde pública, com produtividade e qualidade. O profissional deve atuar tendo como preocupação a promoção da saúde da população, num contexto onde embora exista um trabalho preventivo, ainda é muito evidente o índice de hospitalização por causas evitáveis. O Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO formará um profissional apto para atuar no mercado em intensas e rápidas mudanças, 58 procurando diferenciá-lo com conteúdos que caracterizam a formação de um profissional com visão crítica e reflexiva. Espera-se, portanto, que este projeto seja realmente norteador do processo ensino aprendizagem e se torne instrumento de ação para assegurar a coerência dos trabalhos e ações docentes e seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subsequentes. Somente desta forma o projeto pedagógico cumprirá suas funções de articulação, identificação, inovação, ética e política para tornar a filosofia e o projeto educacional da IES viável e efetiva. A Acessibilidade Pedagógica e Atitudinal torna-se uma importante ferramenta metodológica para promover a mudança nas relações de ensino e aprendizagem. Entende-se por ensino a transmissão do conhecimento de uma forma flexível, interdisciplinar e articulado com a prática, objetivando assim uma aprendizagem significativa promotora de mudanças no cotidiano do acadêmico, sendo então um processo de construção de conhecimentos, competências, habilidades, atitudes e valores, de forma contextualizada, a partir do confronto com a realidade de inserção atuação e dos futuros profissionais enfermeiros. Acessibilidade Atitudinal refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras. Aqui a ênfase é compreendermos o processo de inclusão social ao identificar que as ações estão deixando de dar ênfase em reabilitar pessoas para se ‘enquadrarem’ na sociedade e adotando uma filosofia mundial de modificação da sociedade a fim de incluir e acomodar as necessidades de todas as pessoas, inclusive das pessoas com deficiência. As pessoas com deficiência estão exigindo oportunidades iguais e acesso a todos os recursos da sociedade, ou seja, educação inclusiva, novas tecnologias, serviços sociais e de saúde, atividades esportivas e de lazer, bens e serviços ao consumidor. A FAPAC/ITPAC PORTO proporciona ao seu acadêmico o NAPNúcleo de Assistência Psicopedagógica tendo como objetivos: oferecer acompanhamento psicoterapêutico aos acadêmicos, docentes e colaboradores do ITPAC PORTO; oferecer avaliação psicológica aos acadêmicos, docentes e colaboradores do ITPAC PORTO; oferecer um espaço de acolhimento escuta e possibilidade de auxílio na resolução de conflitos de origem psíquica, relacional 59 e comportamental; acompanhamento psiquiátrico aos acadêmicos, docentes e colaboradores do ITPAC PORTO e, se necessário, encaminhar ao serviço especializado; oferecer suporte especializado na prevenção e tratamento de transtornos mentais, dependência química, dificuldades de relacionamento interpessoal, laboral, estresse e outros e oferecer suporte psicopedagógico aos coordenadores de curso e professores. Oferece o Curso de Libras para funcionários e docentes visando à acessibilidade das comunicações e oferece o NADIME - Núcleo de Apoio Didático e Metodológico, que promoverá a educação continuada e capacitações dos docentes da FAPAC, bem como o acompanhamento, orientação e supervisão das práticas pedagógicas realizadas no âmbito acadêmico, incentivando a reflexão e transformação rumo a uma pratica pedagógica de acessibilidade. O discurso da interdisciplinaridade tem sido priorizado nos documentos oficiais e no pensamento educacional crítico. Como consequência do surgimento de um novo enfoque na condução curricular, oriundo das concepções pós-modernas, a interdisciplinaridade abre a possibilidade de se refletir sobre o ambiente de aprendizagem, não investigando apenas por dentro dela, mas analisando-a em suas conexões com outras disciplinas e com as necessidades sociais. Embora o termo INTERDISCIPLINARIDADE possua uma etimologia variada, compreendemos a interdisciplinaridade como uma prática pedagógica que visa à articulação entre saberes e busca harmonizar de maneira integrativa a totalidade do ser. Desta maneira, amparado nas concepções pedagógicas teórico-críticas, visando não à inclusão do “diferente”, mas a harmonização e mudança do que esta estabelecido no contexto educacional para que ali se inclua as diferenças. Trata-se de uma pedagogia interativa, onde as diferentes técnicas pedagógicas: aulas expositivas/dialogadas; seminários; trabalhos em grupo; intervenções orientadas na comunidade ou em, outros espaços; estudos dirigidos, experimentos em laboratórios, entre outras. Requer do professor uma postura atenta, capaz de identificar dificuldades e lacunas, bem como propor alternativas para minimiza-las. É possível notar a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e utilização de recursos para 60 viabilizar a aprendizagem de estudantes com dificuldades,como, por exemplo: pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação alternativa, leitores de tela, entre outros recursos, implementação de uma biblioteca digital, o reconhecimento e a utilização da LIBRAS ( processo de comunicação entre professores e alunos, a inserção de intérpretes - seja em eventos ou em sala de aula, instalação de telefone para pessoas surdas,etc.); o reconhecimento e a utilização do Braile ( processo de comunicação entre professores e alunos, a aquisição de livros em Braile, confecção de provas em Braile, instalação de diretórios em Braile no campus universitário, etc.); Isso remete a uma avaliação e recuperação durante o processo de ensino e de aprendizagem, o saber na perspectiva dos saberes diferentemente sábios, ou seja, na perspectiva da diversidade cultural. Especialmente, buscase dar visibilidade aos diferentes caminhos pedagógicos para a construção da acessibilidade na universidade. Tal movimento indica necessáriasuperação das barreiras (físicas, comunicacionais ou atitudinais) que se colocam nos caminhos dos aprendizes, bem como disponibilidade dos docentes em aprender continuamente. Especialmente no que toca à inclusão de pessoas com deficiência na universidade, somos desafiados a construir caminhos acessíveis (sejam físicos ou representativos), rompendo as barreiras (físicas, comunicacionais e atitudinais) já existentes e, consequentemente, aprendendo a ser uma IES inclusiva construindo novos e diferentes caminhos que possam ser percorridos pelos diferentes aprendizes (construção de uma cultura inclusiva na comunidade acadêmica). 6.1. POLÍTICAS AMBIENTAIS Os princípios e objetivos da Educação Ambiental são o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo, com uma concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e 61 globais. Vale destacar também o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural. Para Van Eijck e Roth (2007) há diferentes campos de atuação interdisciplinar que se unem para alcançar medidas de conscientização sobre os problemas ambientais, pois os prejuízos à natureza são de responsabilidade de cada indivíduo. Neste contexto, segundo BESERRA e colaboradores (2010), a educação pode ser vista como um meio que, efetivamente, contribuirá para um futuro sustentável, a partir contemporaneidade, como também de intervenções conduzindo coerentes com a os seres humanos a perceberem a importância da autodeterminação para executar ações saudáveis em seu ambiente. As questões ambientais são, atualmente, um problema de saúde, uma vez que a sociedade busca se desenvolver economicamente, muitas vezes sem a devida preocupação com o meio ambiente. Os seres humanos são responsáveis pelos danos causados à natureza, por isso torna-se necessária a reflexão acerca do bem-estar ecológico e humano (BESERRA et al, 2010). As práticas educativas devem alicerçar-se em ações multidisciplinares, havendo uma convergência na integração dos problemas socioambientais com sua prevenção e solução. Tal processo deve orientar-se por uma dinâmica que permita um caminhar metodológico de ações que favoreçam o trabalho em equipe e a formação de condutas conscientes, relacionadas a valores pessoais como respeito, solidariedade, prudência e cidadania em vista da sustentabilidade sócio-ambiental (MOURA CARVALHO, 2006) Mediante ações de promoção da saúde, os enfermeiros têm papéis diferentes na contribuição da saúde dos indivíduos e das comunidades, sendo eles os mais adequados para efetuarem essas implementações (Olshansky, 2007). O enfermeiro pode atuar nesse espaço, trazendo informações acerca da saúde ambiental e, consequentemente, humana. Permitindo o desenvolvimento de habilidades pessoais para fortalecer o reforço da ação comunitária numa articulação coletiva e rever a formulação de políticas públicas para a criação de ambientes saudáveis e livres de poluição. A Enfermagem como profissão educadora, deve inserir-se nesse campo de atuação efetivamente por meio de ações de Promoção da Saúde que 62 capacitem o indivíduo e a comunidade a exercere+m empoderamento e autonomia, bem como reflexão crítica para uma mudança de comportamento comprometida com a saúde ambiental. Trata-se, contudo, do desafio de capacitar pessoas para realizarem condutas ecologicamente corretas, uma vez que o desenvolvimento se encontra continuadamente estimulado, muitas vezes deixando a sustentabilidade à margem. 6.2. METODOLOGIA DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGE A matriz curricular proposta no curso de Enfermagem do ITPACPORTO é semelhante a modalidade clássica, com eixos integradores relacionados com o processo saúde –doença do cidadão, da família e da comunidade, integrando a realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Enfermagem. Esta Matriz concebida a partir das DCN do curso de Enfermagem de 2001, caracterizou-se matriz sequencial e que será ofertado em um modelo de transição com o acompanhamento do NDE subsidiados pela CPA, por modelo tradicional com uma concepção pedagógica de aprendizagem ativa, onde serão adotados estratégias e instrumentos pedagógicos, com coerência com a metodologia implantada apresentando atividades teóricas e práticas presentes desde o início do curso onde permeia toda a formação do Enfermeiro, de forma integrada e interdisciplinar, relacionando os determinantes sociais de saúde com fatores ambientais e étnicos. Para tanto é estimulada a implementação de metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir sobre a realidade social e aprender a aprender, a conhecer, a ser, a fazer, a viver junto, visando desenvolver essas habilidades no contexto da integralidade da atenção, da humanização da assistência, da construção da interdisciplinaridade e do trabalho em equipe. A metodologia Ativa objetiva esse processo ensino aprendizagem onde com ela esperamos re-significar a finalidade de nossas ações incorporando o sentido de humanidade no modo de perceber o ser saudável ou em situação de doença. Nesse contexto o professor assume um lugar de mediador no processo de aprendizagem, negociando com os estudantes e, por vezes, 63 direciona cenários de aprendizagem que sejam significativos e mais próximos da prática profissional. A nossa proposta curricular pretende a associação de metodologias diversas, com incentivo ao uso de metodologias ativas. Dentre os cenários propostos para o aprendizado temos: Estágios na Comunidade, na Matriz Curricular a disciplina Interação à Saúde Comunitária que será ministrada do segundo ao sétimo período, com o objetivo de contemplar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Enfermagem, quando se refere que cada estudante esta inserido dentro do contexto saúde e comunidade, em sua formação acadêmica. Visto a esse olhar da proposta curricular do curso de Enfermagem do ITPAC-PORTO, vem de encontro com a necessidade da proximidade do acadêmico nas vivências práticas realizadas nos serviços de saúde devidamente acompanhados pelos docentes/preceptores, permitindo assim reconhecimento com olhar aguçado, com escuta qualificada e a lógica do cuidado, abrindo um novo campo de possibilidades para atuação de um profissional, buscando caminhos estratégicos com parceria ensino-serviço e comunidade, permitindo assim que o acadêmico incorpore a saúde como valor humano e um direito de cidadania. Os conteúdos das disciplinas que interagem com ensino-serviço e comunidade são revisados de modo que não houvesse repetições de conteúdo programático na abordagem aplicada, propiciando condições para o desenvolvimento de uma prática no contexto do Sistema Único de Saúde SUS, visando a integralidade do cuidado e a integração dos campos de conhecimento, com a disciplina Interação Saúde Comunitária. Há compromissos do ITPAC-PORTO estabelecer vínculos com os moradores, lideranças comunitárias e profissionais de saúde em áreas de abrangências das unidades de saúde e participação em ações locais de proteção, promoção e cuidados à saúde em vários ciclos da vida, com envolvimento de vários atores sociais, tendo a epidemiologia como eixo da saúde pública, proporcionando as bases para avaliação das medidas de profilaxia, fornecendo pistas para diagnose de doenças transmissíveis e não transmissíveis para entendimento ao processo saúde-doença. A partir dos pontos emergentes entre os docentes e discentes, fortalecese a importância de ativar o currículo com atividades inovadoras no 64 ensino/comunidade, voltado na formação com base na realidade do Sistema Único de Saúde - SUS, pensando na ruptura com os modelos tradicionais especifico a doença não a prevenção. E com esta ruptura este olhar fortalece a aprendizagem na realidade e integralidade do cuidado. As necessidades de implantar ações de prevenção e promoção a saúde integrando ensinoaprendizagem com a participação de acadêmicos e da comunidade, com ênfase na avaliação e diagnóstico familiar, mediante utilização de instrumentos de avaliação familiar Como: e-SUS, Genograma Familiar, Firo Familiar , Prática Familiar, escala de Coelho e ciclo de vida familiar, utilizados pelos acadêmicos nas visitas domiciliares, e apresentado pelos mesmos a família como caso clinico em forma de portfólio onde pontua os aspectos encontrados na comunidade e apresentação de estratégias de intervenção. Estágios nas Escolas e Creches , da rede pública municipal, estadual e particular de ensino fundamental, médio que estão localizadas na zona urbana e rural do município de Porto Nacional, proporciona ao aluno contato com as atividades de promoção de saúde, objetivando conhecer e analisar a realidade local, permitindo que o acadêmico planeje, execute ações de saúde, com palestras educativas. A interdisciplinaridade no curso de Enfermagem são projetadas no planejamento pedagógico, com envolvimento dos alunos de vários períodos para execução da pratica, e com divulgação dos resultados. Estágios nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família, através de convênio com a Secretaria Municipal de Saúde, a proposta da disciplina é de inserir os alunos nas unidades básicas de saúde e Estratégia Saúde da Família, proporcionando formação integrada permitindo ao acadêmico atuar em diversas áreas no âmbito do Sistema único de Saúde. Os acadêmicos vivenciam todas as etapas de complexidades do cuidado, desde ação do agente de saúde, até o atendimento, passando por planejamento e gestão. Estágio no CAPS, Centro de Atenção Psicossocial, através de parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, os estágios são direcionado a saúde mental e psiquiatria com objetivo de integrar o a acadêmico com a realidade do cuidado em saúde mental visando a promoção da reinserção do portador de transtorno mental em uma abordagem bio-psico-social. Estágios no Hospital: Regional e Maternidade de Porto Nacional e Geral de Palmas, através do convenio firmado com a Secretaria Estadual, por 65 objetivo mostrar ao acadêmico a atuação dentro dos hospitais, como parte integrante da equipe multidisciplinar, onde pode vivenciar outros níveis de atenção à saúde. A formação do enfermeiro generalista deve estar voltada para uma perspectiva de competências adequadas, a fim de assistir ao indivíduo tanto em episódios de doenças, quanto na promoção de sua saúde. Desenvolver atividades assistenciais e gerenciais na área hospitalar. Aplicar a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).Agregar conhecimento técnico – científico a assistência integral, qualificada e generalizada ao paciente hospitalizado.Desenvolver o senso crítico aliado a uma consciência ética e profissional. Estágio no Ambulatório-Escola é um serviço aberto, com objetivo de atender as necessidades da população que procura, ofertando diversas especialidades que complementa o ensino-aprendizagem em consonância com as diretrizes preconizadas pelo SUS. Os alunos aplicam os conhecimentos teóricos adquiridos e praticam as habilidades e destreza manual, sob a supervisão dos professores, onde aprendem a fazer triagem no atendimento em busca de solucionar a problemática clínica. 6.3. REGULAMENTO DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA CAPITULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC, mantida pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda. - ITPAC Porto Nacional, tem por finalidade definir as formas de integralização da carga horária destinada aos componentes curriculares dos cursos de graduação ofertados, requisito essencial para a conclusão do curso. Art. 2º Entendem-se como componentes curriculares, as disciplinas, projetos específicos, atividades de prática profissional e laboratorial, Estágios Supervisionados, trabalhos de curso e atividades complementares. Art. 3º Os componentes curriculares são operacionalizados por meio de aulas expositivas, dialogadas, atividades teóricas e práticas, em ambientes 66 acadêmicos ou fora deles, intramuros e extramuros, aprendizagens mediadas por tecnologia, estudos dirigidos individuais e em grupo, desenvolvidos a partir da ação direta e indireta de docentes, tendo em vista a formação pessoal, profissional e cidadã dos discentes. Art. 4º A integralização dos cursos de graduação está organizada de forma a oferecer aos discentes e docentes a infraestrutura necessária, priorizando a interdisciplinaridade, a autoaprendizagem e o protagonismo do estudante, contribuindo assim para a atuação do discente numa sociedade complexa e em contínua adaptação. CAPITULO II DA INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA Art. 5º A integralização da carga horária dos cursos será balizada pela: I – Adoção de estratégias de ensino-aprendizagem flexíveis, na qual o currículo de cada curso de graduação é pensado de forma sistêmica, para ser operacionalizado por meio de práticas pedagógicas, promovendo a autonomia discente e a integração com a sua área de formação. II – Mensuração do desenvolvimento dos discentes, por meio da avaliação Interdisciplinar que colaborem para a aquisição de competências, habilidades e atitudes, mantendo a integração dos componentes curriculares alocados em cada período letivo do curso. III – Aquisição de competências para análise de situações e resolução de problemas, desenvolvimento de processos de comunicação, de liderança, de integração e adaptação à mudança. IV – Promoção da percepção dos discentes, em relação ao entendimento de que sua formação pessoal, profissional e cidadã ocorrerão ao longo da vida, e que sua aprendizagem não se esgota na estrutura do ensino, pois engloba um conjunto de outras atividades de formação. Art. 6º A integralização da carga horária envolve atividades acadêmicas de caráter formativo, desenvolvidas pelo discente e transcende o conteúdo desenvolvido em sala de encontros presenciais, interagindo em atividades com 67 atuação direta e indireta dos docentes, na qual, o discente se posiciona como cocriador do seu processo formativo. Art. 7º As atividades acadêmicas destinadas à integralização da carga horária estão institucionalizadas no âmbito de cada curso, por meio de seu projeto pedagógico e planejamento decorrente, quais sejam, programa da disciplina e planos de aula, planejamento de Estágio, do trabalho de curso, das atividades complementares, conforme a especificidade do curso. Art. 8º Cabe à coordenação, ao núcleo docente estruturante e ao colegiado: planejar, organizar, controlar, avaliar e acompanhar assiduamente a integralização da carga horária, conforme os termos desse regulamento e o estabelecido no projeto pedagógico do curso. CAPITULO III DAS FORMAS DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA Art. 9º As atividades acadêmicas visando à integralização da carga horária dos cursos são classificadas em: I. Aulas expositivas e dialogadas, formatadas conforme o planejamento, cronograma e horário estabelecido no calendário acadêmico institucional, contemplando atividades pedagógicas, exposições de conteúdos, seminários, estudos dirigidos, diferentes cenários, devidamente previstos no plano de ensino. II. Atividades práticas, desenvolvidas em realizadas sob orientação docente, visando à aquisição de habilidades específicas e atitudes essenciais para a formação profissional. III. Estágio supervisionado, mediante orientação e supervisão docente, proporcionando aos discentes o aprendizado e desenvolvimento de conhecimentos aplicados à sua formação, relacionando teoria e prática, de forma a promover a aproximação com o campo de trabalho. 68 IV. Atividades complementares, mediante orientação institucional, relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão, ensejando aos discentes o aprofundamento temático e interdisciplinar, o aprimoramento de sua formação pessoal, profissional e cidadã, bem como a interação com a comunidade e com a sua área de atuação. V. Atividades e disciplinas mediadas por tecnologia e comunicação remota, centradas na autoaprendizagem, sob a orientação de docentes. VI. Trabalhos de curso e de iniciação científica, estabelecidos pelo projeto pedagógico, visando à aquisição de competências relacionadas à sua área de formação. Art. 10. A integralização da carga horária está fundamentada na legislação que rege os cursos de graduação em todas as modalidades. CAPITULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 11. Compete ao Colegiado de Curso e ao Núcleo Docente Estruturante – NDE da FAPAC/ITPAC Porto Nacional dirimir as dúvidas referentes à integralização da carga horária do curso e a correta interpretação das normas estabelecidas neste regulamento. Art. 13. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo órgão colegiado competente da FAPAC/ITPAC Porto Nacional, revogando as disposições em contrário. 6.4. EDUCAÇÃO INCLUSIVA A Educação Inclusiva é o programa que possibilita a inclusão dos sujeitos independente de suas condições físicas ou mentais, o acesso a educação foi fortemente defendido pela Declaração de Salamanca, em 1994, consolidando os princípios, políticas e práticas para o atendimento das necessidades educativas especiais. Essa defesa se fortalece a partir da Lei nº 12.764, de 27/12/2012, que trata da Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno e espectro 69 Autista. Versa os referidos documentos que “toda criança tem direito fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem” e “a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer”. A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL entende que a educação inclusiva pode contribuir para a constituição de uma sociedade mais igualitária, mais solidária e, portanto, livre de preconceitos, disposta a reconhecer e valorizar as diferenças, a incompletude e a singularidade própria dos seres humanos. Equidade em educação significa igualdade de oportunidades para todos poderem desenvolver suas potencialidades. Igual para todos não significa uniformidade cultural, significa possibilidade de acesso de todos à educação, independente da condição física, cultural, social ou econômica. Por ser uma questão de respeito ao direito à educação, a educação de pessoas com necessidades especiais, na FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, está baseada nas seguintes diretrizes: enfatizar o ensino e a instituição, bem como as formas e as condições de aprendizagem, em vez de focalizar nas dificuldades e nas deficiências do estudante; atender ao princípio da flexibilidade nos currículos, respeitar o caminhar próprio do estudante e favorecer o progresso escolar; elaborar proposta pedagógica que assegure um conjunto de recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar, quando necessário, os serviços educacionais comuns; definir em seu currículo, práticas heterogêneas e inclusivas que garantam o acesso e a permanência dos estudantes; Perfazendo um projeto pedagógico institucional com abrangência dos princípios de valorização das diferenças e percepções presentes nos seres humanos e na sociedade, A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL está adotando como estratégia para sua participação na educação inclusiva estreitar as relações e parcerias visando promover ações de assistência direcionadas à comunidade universitária, participar do diálogo sobre as necessidades especiais de sua comunidade, contribuir para o processo de consolidação da cidadania, adotar suportes tecnológicos que incluam as pessoas na vida escolar e profissional entre outras. 70 A FAPAC / ITPAC PORTO NACIONAL proporciona ao seu acadêmico o NAP- Núcleo de Assistência Psicopedagógica tendo como objetivos: oferecer acompanhamento psicoterapêutico aos acadêmicos, docentes e colaboradores do FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL; oferecer avaliação psicológica aos acadêmicos, docentes e colaboradores do FAPAC/ ITPAC PORTO NACIONAL; oferecer um espaço de acolhimento escuta e possibilidade de auxílio na resolução de conflitos de origem psíquica, relacional e comportamental; acompanhamento psiquiátrico aos acadêmicos, docentes e colaboradores do ITPAC PORTO e, se necessário, encaminhar ao serviço especializado; oferecer suporte especializado na prevenção e tratamento de transtornos mentais, dependência química, dificuldades de relacionamento interpessoal, laboral, estresse e outros e oferecer suporte psicopedagógico aos coordenadores de curso e professores. Oferece o Curso de Libras para funcionários e docentes visando à acessibilidade das comunicações e oferece o NADIME - Núcleo de Apoio Didático e Metodológico, que promoverá a educação continuada e capacitações dos docentes da FAPAC, bem como o acompanhamento, orientação e supervisão das práticas pedagógicas realizadas no âmbito acadêmico, incentivando a reflexão e transformação rumo a uma pratica pedagógica de acessibilidade. 6.5. Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem Em relação ao ensino-aprendizagem, a avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados – considerando as competências a serem constituídas – e identificar mudanças de percurso, eventualmente necessárias. No contexto do desenvolvimento de competências, avaliá-las na formação dos futuros profissionais significa verificar não apenas se assimilaram os conhecimentos necessários, mas, também, quanto e como os mobilizam para resolver situações - problemas reais ou simulados, relacionados, de alguma forma, com o exercício profissional. Assim, o PPC do curso de Odontologia em consonância com o Regimento Interno da FAPAC / ITPAC Porto Nacional, no capítulo referente ao “SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM”, determina, que: a avaliação do 71 desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, com apuração no final de cada período letivo, abrangendo sempre os elementos de assiduidade e aproveitamento nos estudos, ambos imprescindíveis para a aprovação. Assiduidade: • Será considerado assíduo o aluno que comparecer a no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas contidas na programação de cada disciplina. Desempenho e Avaliação: • As Avaliações terão uma somatória total de 100 pontos, distribuídos em: Avaliação N1: 30 pontos; Avaliação N2: 30 pontos; Avaliação N3: 40 pontos. • A Avaliação N3 será de conteúdo cumulativo da disciplina, ministrado durante todo o semestre letivo. • Para os alunos matriculados no Internato e em Estágios, as avaliações obedecem a critérios específicos, estabelecidos no PPC de cada curso e descrito em Regulamentos norteadores para cada Curso. 2ª Chamada: • O aluno que faltar a alguma avaliação, definida no Programa de Curso da Disciplina, tem direito à segunda (2ª) chamada. Prova Suplementar: • A critério do docente responsável pela disciplina, poderá ser aplicada uma prova suplementar, envolvendo todo o conteúdo da disciplina, ao final do semestre letivo, com o objetivo de substituir a menor nota obtida pelo aluno nas avaliações anteriores. Tal proposta deverá figurar no Programa de Disciplina do docente. Da Média para aprovação e Exame Especial: • Será considerado aprovado na disciplina em que estiver matriculado, o aluno que, ao final do período letivo, obtiver um mínimo de 60% (sessenta por cento) dos pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma; • O Exame Especial consistirá de uma prova ou outro elemento de avaliação. Terá o valor de 100 (cem) pontos e será facultado apenas ao aluno que, tendo sido assíduo na disciplina, tiver obtido 40% a 59% dos pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma, ao final do período letivo; Os pontos obtidos no Exame Especial substituirão os pontos relativos ao período letivo; 72 • O aluno submetido ao Exame Especial será considerado aprovado na disciplina se obtiver a nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento) dos pontos relativos aos instrumentos de avaliação da disciplina; • O aluno que, submetido ao Exame Especial não obtiver nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento), será considerado reprovado e ficará dependente na disciplina. Da reprovação: • Quando a reprovação ocorrer em até três (03) disciplinas, o aluno poderá efetivar a matrícula para o semestre seguinte, através de uma proposta de disciplinas, sendo-lhe permitido matricular-se nessas disciplinas em dependência, simultaneamente com todas as que integrarem o semestre seguinte, desde que haja compatibilidade de horário obedecido os prérequisitos e que não ultrapasse o total de 40 horas semanais; • O aluno que acumular quatro (4) ou mais reprovações de disciplinas no decorrer do curso, não poderá ser matriculado no período subsequente; • As disciplinas em dependência poderão ser cursadas em turmas do mesmo curso que funcionem em turno diverso daquele no qual venha o aluno a se matricular, quando houver. 7. CONTEÚDOS CURRICULARES A Matriz Curricular do curso de Enfermagem da FAPAC/ITPACPORTO adota uma filosofia preventiva em todos os níveis de atenção, levando o discente a compreender o binômio saúde - doença como um processo social, do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em enfermagem onde as ações curativas não são a única meta a alcançar, mas dando ao aluno pleno conhecimento técnico-científico dos avanços da Enfermagem em todos os seus campos. Com esta concepção busca-se o conhecimento da realidade econômico e social da região onde atua. A elaboração da estrutura curricular do curso de Graduação em Enfermagem seguiu os seguintes critérios: I. Atender às Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas pela Resolução CNE/CES, parecer n° 1133 de 7 de Agosto de 2001, as quais apontam as 73 linhas mestras do Curso de Enfermagem (1-profissional generalista; 2compromisso com a saúde; 3-compromisso com a atualização; 4-capacidade de comunicação, liderança e gerenciamento; 5- compromisso com a ética e a cidadania; 6-integração curricular); opções de delineamento de disciplinas, estágios e atividades, carga horária e a organização do curso. II. Limitação e distribuição da carga horária por semestre, possibilitando que o aluno seja estimulado a atuar em iniciação científica, monitorias, programas de extensão e possa cursar disciplinas optativas ofertadas no 7º e 8º períodos. III. Manter uma distribuição de carga horária o mais equitativa possível ao longo dos 10 (deis) semestres do curso. A Matriz Curricular foi definida a partir do diagnóstico do profissional que se pretende formar sendo este orientado para a competência do profissional de saúde, habilitado para atuar de forma a garantir a integralidade da assistência no Sistema Único de Saúde em nível local e regional. As disciplinas foram orientadas de maneira que cada uma assuma posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das competências e habilidades do curso. Os conteúdos contemplam: Ciências Humanas e Sociais Nesta área estão incluídas os conteúdos fundamentais das Ciências Humanas e Sociais, importantes para a formação do aluno: Abordagem Antropológica de Saúde e Doença, Psicologia Aplicada à Saúde, Sociologia da Saúde, interação saúde e comunitária Ciências Biológicas e da Saúde Incluem-se os conteúdos teóricos e práticos fundamentais das Ciências Biológicas e da Saúde, indispensáveis para a formação básica dos alunos do curso: Anatomia Humana, Histologia, Fisiologia, Biofísica, Bioquímica, Farmacologia, Processos Patológicos, Microbiologia e Imunologia, Citologia, Genética e Embriologia. Fundamentos de Enfermagem Neste tópico incluem-se os conteúdos de Fundamentos de Enfermagem, Assistência de Enfermagem, Administração de Enfermagem e Ensino de Enfermagem. Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a sua qualidade e responsabilidade na formação do egresso, bem como com a constante inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento e com a sua qualificação profissional. Por outro lado, a Instituição se compromete a desenvolver uma política permanente de estímulo, capacitação e apoio a esses profissionais. 74 Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico assuma a sua formação plena, levando em conta uma tomada de consciência da diversidade e o respeito aos outros; uma compreensão da condição humana tendo em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais, históricos e espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão, envolvendo autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de humanização, além de um conhecimento sobre as políticas públicas de saúde vigentes no país envolvendo o Sistema municipal e regional de saúde. Desta forma então os Conteúdos Curriculares do Curso de Enfermagem possibilitam muito bem o desenvolvimento do egresso. No segundo semestre de 2012, o Núcleo Docente Estruturante NDE, em frequentes reuniões estabeleceu adequações na matriz curricular de 2008/2 e propôs adequações pertinentes para 2013/1. O tempo de integralização da matriz curricular do Curso de Enfermagem passa a ser de 05 (cinco) anos, devido ao turno de aplicação ser noturno em sua maior parte. Outra alteração importante foi o aumento da carga horária do Estágio Supervisionado visando contemplar o que é proposto pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, contemplando 20% da carga horária total do Curso de Graduação em Enfermagem. Essas alterações entraram em vigor na Matriz Curricular para os acadêmicos ingressantes no Processo Seletivo de 2013/1. 7.1. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2008/2 e 2013/1 Vigência: 2008/2 Carga horária total do curso: 4.136 h/a Turno de Aplicação: Integral Regime: Seriado Semestral Tempo de Integralização: Mínimo: 04 anos (08 semestres). 75 1O PERÍODO ORD EM DISCIPLINA 01 Anatomia Humana 02 Cito/Histologia Básica 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRA L 108 TEÓRICA/PRÁ PRÉ-REQ. TICA 72 36 - 90 54 36 - Genética/Evolução/Embriologia 72 54 18 - 04 Metodologia Científica 36 36 - - 05 História e Teoria de Enfermagem 54 54 - - 06 Bioestatística 54 54 - - 07 Língua Portuguesa 36 36 - - 450 360 90 - CARGA HORÁRIA TOTAL 2O PERÍODO ORD EM DISCIPLINA 08 Introdução à Saúde Pública 09 Bioquímica Aplicada à Enfermagem CARGA HORÁRIA TEÓRICA/PRÁT PRÉ-REQ. SEMESTRA ICA L 54 54 72 54 18 - 54 36 18 01 54 36 18 - 11 Anatomia do exame Físico em Enfermagem Parasitologia 12 Biofísica 54 54 - - 13 Fisiologia e Nutrição em Enfermagem 108 90 18 01 14 Imuno/Microbiologia 90 72 18 03 15 Antropologia e sociologia em saúde 36 36 - - 54 18 36 - 576 450 126 - 10 16 Interação á Saúde Comunitária I – Rede Social # CARGA HORÁRIA TOTAL 76 O 3 PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 17 Semiologia aplicada à Enfermagem # 108 54 54 01 / 10 18 Semiotécnica Aplicada á Enfermagem # 108 - 108 01 / 10 19 Farmacologia 54 36 18 09 / 13 20 Epidemiologia 36 36 - - 21 Processos Patológicos Gerais 54 36 18 - 54 54 - - 54 54 - 05 / 10 36 36 - 09 54 54 - 16 558 360 198 - 22 23 24 25 Ética/Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional Sistematização da Assistência em Enfermagem # Exames diagnósticos em Enfermagem Interação à Saúde Comunitária II – Saúde/Comunidade- Processo Saúde e doença # CARGA HORÁRIA TOTAL O ORDE M 26 27 28 29 30 31 32 4 PERÍODO DISCIPLINA Assistência de Enfermagem em Clínica Médica # Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico # Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica # Saúde Coletiva # Assistência de Enfermagem em Gerontologia Informática na Saúde Interação á saúde Comunitária III Abordagem Coletiva das doenças crônicas degenerativas # CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 108 54 54 72 36 36 108 54 54 72 36 36 10 / 17 18 / 23 10 / 17 18 / 23 17 / 18 / 23 17 / 18 54 54 - - 36 36 - - 54 36 18 25 504 306 198 - 77 O 5 PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 35 Assistência de Enfermagem em Gineco/Obstetrícia e Neonatologia # Assistência de Enfermagem em Pediatria # Gerenciamento em Enfermagem I 36 Psicologia Aplicada à Saúde 54 54 - - 37 Enfermagem em Cardiologia Interação à Saúde Comunitária IVAbordagem Coletiva das doenças Infecto contagiosas # 54 54 - - 54 18 36 32 432 306 126 - 33 34 38 CARGA HORÁRIA TOTAL O 6 PERÍODO ORDE M 39 40 41 42 43 44 DISCIPLINA Assistência em Enfermagem em Doenças tropicais # Didática e Educação em saúde Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria # Gerenciamento em Enfermagem II # Assistência em Enfermagem em UTI e Emergências # Interação à saúde Comunitária V – Manejo de instrumentos de Avaliação da Família # CARGA HORÁRIA TOTAL O 7 PERÍODO ORDE M 45 46 DISCIPLINA Interação á Saúde Comunitária VIEstratégia Saúde da Família # Trabalho de Conclusão de curso TCC1 144 90 54 03 / 17 26 / 28 72 36 36 17 / 18 54 54 - - CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 108 54 54 - 36 36 - - 126 90 36 - 72 36 36 35 90 54 36 - 54 18 36 38 486 288 198 - CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA 54 18 36 36 36 - PRÉ-REQ. 44 * Todas às disciplinas téoricaspráticas anteriores 47 Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar # 416 - 416 48 Optativa 36 36 - - 542 90 452 - CARGA HORÁRIA TOTAL 78 8O PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 49 Trabalho de conclusão de Curso – TCC 2 36 36 - 46 50 Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem à Atenção Primária à saúde # 416 - 416 47 51 Optativa 36 36 - - CARGA HORÁRIA TOTAL 488 72 416 - Atividades Complementares 100 - 100 - 4.136 2.232 1.904 - 52 TOTAL DE HORAS DO CURSO ORDE M DISCIPLINAS OPTATIVAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTICA PRÉ-REQ. 01 Enfermagem em Oncologia 36 36 - - 02 36 36 - - 36 36 - - 36 36 - - 05 Biossegurança em Saúde Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo Inglês Instrumental 36 36 - - 06 Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 36 36 - - 03 04 Vigência: 2013/01 Curso: Graduação em Enfermagem Carga Horária Total do Curso: 4.002 horas Turno de Aplicação: Noturno 1O PERÍODO ORD EM DISCIPLINA CARGA HORÁRIA TEÓRICA/PR PRÉ-REQ. SEMESTR ÁTICA AL 72 36 36 - 01 Anatomia Humana I 02 Embriologia 54 36 18 - 03 Biologia Celular/Histologia Básica 72 36 36 - 04 Metodologia Científica 36 36 - - 05 História e Teoria da Enfermagem 36 36 - - 06 Genética/Evolução 54 36 18 - 07 Língua Portuguesa 36 36 - - 08 Bioestatística 36 36 - - 396 288 108 - CARGA HORÁRIA TOTAL 79 Regime: Seriado Semestral Tempo de Integralização: Mínimo: 05 anos (10 semestres) Máximo: 08 anos (16 semestres) 2O PERÍODO ORDEM DISCIPLINA 09 Anatomia Humana II 10 Bioquímica Aplicada à Enfermagem 11 CARGA HORÁRIA SEMESTR AL 72 TEÓRICA/PRÁ TICA PRÉREQ. 36 36 01 54 36 18 - Informática na Saúde 36 - 36 - 12 Introdução à Saúde Pública 54 54 - - 13 Histologia Humana 72 36 36 03 36 36 - - 36 36 - - 36 36 - - 396 270 126 - 15 Interação à Saúde Comunitária I- Rede Social # Antropologia e Sociologia em Saúde 16 Biofísica 14 CARGA HORÁRIA TOTAL O 3 PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA HORÁRIA SEMESTRA L TEÓRICA/PRÁTI CA PRÉ-REQ. 17 Anatomia do Exame Físico em Enfermagem # 54 36 18 09 18 Fisiologia Humana 54 54 - - 19 Parasitologia/Microbiologia 72 36 36 03 20 Imunologia 36 36 - - 21 Farmacologia 54 54 - 10 - 16 22 Interação à Saúde Comunitária II- Processo Saúde -Doença # 36 36 - 14 23 Nutrição em Saúde 36 36 - - 24 Processos Patológicos Gerais 54 36 18 03 CARGA HORÁRIA TOTAL 396 324 72 - 80 O 4 PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA TEÓRICA/PRÁTI HORÁRIA PRÉ-REQ. CA SEMESTRAL 25 Cálculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem 54 36 18 - 26 Semiologia Aplicada à Enfermagem # 108 54 54 09 - 17 27 Semiotécnica Aplicada à Enfermagem # Interação à Saúde Comunitária III Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas # Sistematização da Assistência em Enfermagem # 108 - 108 09 - 17 36 36 - 22 54 54 - 05 - 17 Exames Diagnósticos em Enfermagem 36 36 - - 396 216 180 - 28 29 30 CARGA HORÁRIA TOTAL O 5 PERÍODO ORDE M 31 32 33 34 35 36 37 DISCIPLINA Ética/Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional Assistência de Enfermagem em Clínica Médica # Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico # Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica # Interação à Saúde Comunitária IVAbordagem Coletiva das Doenças Infecto Contagiosas Epidemiologia Assistência de Enfermagem em Gerontologia CARGA HORÁRIA TOTAL O ORDE M 38 39 40 6 PERÍODO DISCIPLINA Assistência em Enfermagem em Ginecologia Saúde Coletiva # Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia # CARGA HORÁRIA SEMESTRA L TEÓRICA/PRÁTI CA PRÉ-REQ. 54 54 - - 90 54 36 17 – 27 54 36 18 17 – 27 90 54 36 17 – 27 36 36 - 28 36 36 - - 36 36 - - 396 306 90 - CARGA TEÓRICA/PRÁTI HORÁRIA CA SEMESTRAL PRÉ-REQ. 54 36 18 - 54 54 - 26 - 27 126 90 36 32 - 34 41 Psicologia Aplicada à Saúde 54 54 - - 42 Gerenciamento em Enfermagem I 54 54 - - 54 54 - 35 396 342 54 - 43 Interação à saúde Comunitária V – Manejo de Instrumentos de Avaliação da Família # CARGA HORÁRIA TOTAL 81 O 7 PERÍODO ORDE M 44 45 DISCIPLINA Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria # Assistência em Enfermagem em Doenças tropicais # CARGA HORÁRIA SEMESTRA L TEÓRICA/PRÁTI CA PRÉ-REQ. 72 54 18 41 72 54 18 - 46 Enfermagem em Cardiologia 54 54 - - 47 Assistência de Enfermagem em Pediatria # 54 36 18 32 - 34 48 Didática e Educação em Saúde 36 36 - - 49 Gerenciamento em Enfermagem II # 54 18 36 42 36 18 18 43 378 270 108 - 50 Interação à saúde Comunitária VI – Estratégia Saúde da Família # CARGA HORÁRIA TOTAL O 8 PERÍODO ORDE M 51 52 DISCIPLINA Assistência em Enfermagem em UTI e Emergências Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar I # CARGA HORÁRIA TOTAL O 9 PERÍODO ORDE M 53 54 55 56 DISCIPLINA Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar II # Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem a Atenção Primária à Saúde I # Optativa CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMESTRA L 72 TEÓRICA/PRÁTI CA 54 18 270 - 270 342 54 288 CARGA HORÁRIA SEMESTRA L PRÉ-REQ. TEÓRICA/PRÁTI CA * Todas às disciplinas téoricaspráticas anteriores, exceto práticas de laboratório. - PRÉREQ. 54 54 - - 94 - 94 52 198 - 198 52 36 36 - - 382 90 292 - 82 O 10 PERÍODO ORDE M DISCIPLINA CARGA HORÁRIA SEMESTRA L TEÓRICA/PRÁTIC A PRÉREQ. 57 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II 36 36 - 58 Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem a Atenção Primária à Saúde II # 252 - 252 59 Optativa 36 36 - - 324 72 252 - CARGA HORÁRIA TOTAL 60 ORDE M 53-54-55 55 Atividades Complementares 200 - 200 - TOTAL DE HORAS DO CURSO 4002 - - - DISCIPLINAS OPTATIVAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL TEÓRICA/PRÁTI CA PRÉREQ. 01 Enfermagem em Oncologia 36 36 - - 02 Biossegurança em Saúde 36 36 - - 03 Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem 36 36 - - 04 Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo 36 36 - - 05 Inglês Instrumental 36 36 - - 06 Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 36 36 - - Após várias reuniões do Núcleo Docente Estruturante, com leituras e discussões sobre a modernização de metodologias para melhor aplicação dos conteúdos, chegaram a conclusão da necessidade de aumentar a carga horária das disciplinas. O resultado deste trabalho contempla a reforma da matriz curricular, através da atualização de conteúdos e da organização da carga horária. A nova proposta foi apresentada e amplamente discutida. A nova matriz curricular foi constituída pelo Núcleo Docente Estruturante e Colegiado de Curso, aprovada pelo Conselho Superior da IES, com vigência a partir de 2015/1. 83 Carga horária Disciplinas Conteúdos curriculares por disciplina História e Teoria da Enfermagem 40 Antropologia e Sociologia em Saúde 40 Didática e Educação em Saúde 40 Introdução à Saúde Pública 40 Ciências Humanas Psicologia Aplicada à Saúde 60 e Sociais Ética/ Legislação em Enfermagem e Exercício 40 Profissional Língua Portuguesa 40 Informática na Saúde 40 TOTAL Ciências Biológicas e da Saúde Anatomia Humana I e II 120 Bioquímica Aplicada à Enfermagem 60 Genética/Evolução 40 Embriologia 60 Biologia Celular/Histologia Básica 60 Fisiologia Humana 60 Histologia Humana 80 Processos Patológicos Gerais 60 Farmacologia 60 Parasitologia/Microbiologia 80 Bioestatística 40 Biofísica 40 Nutrição em Saúde 40 Epidemiologia 40 Imunologia 40 TOTAL Sistematização da Assistência em Enfermagem Cálculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem Ciências Enfermagem 340 880 40 40 Anatomia do Exame Físico em Enfermagem 40 Semiologia Aplicada à Enfermagem 100 Semiotécnica Aplicada à Enfermagem 100 Exames Diagnósticos em Enfermagem 40 Saúde Coletiva 60 Assistência de Enfermagem em Gerontologia 40 Assistência em Enfermagem em Clínica Médica 100 84 Assistência em Enfermagem em Clínica Cirúrgica Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia 60 Assistência de Enfermagem em Ginecologia 60 Assistência de Enfermagem em Pediatria 60 Enfermagem em Cardiologia 60 de Enfermagem em Doenças Tropicais Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria Assistência em Enfermagem em UTI 80 80 e Emergências 80 Gerenciamento em Enfermagem I 40 Gerenciamento em Enfermagem II 40 Interação á saúde Comunitária I – 40 Rede –Social Interação a Saúde Comunitária II – Processo Saúde e Doença Interação à Saúde Comunitária III- Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas Interação a Saúde Comunitária IV- Abordagem Coletiva das Doenças Infecto Contagiosas Interação á Saúde Comunitária V – Manejo de Instrumentos de Avaliação da Família Interação á Saúde Comunitária VI – Estratégia Saúde da Família 40 40 40 60 40 1640 TOTAL Estágio Supervisionado em Assistência de Enfermagem Hospitalar I e II Estágios Estágio Curriculares Enfermagem à Atenção Primária à Saúde I e II Optativas 120 Assistência em Enfermagem em Centro Cirúrgico Assistência TCC 100 Curricular em Assistência 360 de 440 TOTAL 800 Metodologia Cientifica 40 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I 40 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II 40 TOTAL 120 Enfermagem em Oncologia 60 Biossegurança em Saúde 60 85 *será ofertada no 8º período Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem 60 Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo 60 Inglês Instrumental 60 Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 60 TOTAL 360 Monitorias e Estágios Programas de Iniciação Científica atividades Programas de Extensão Complementares Estudos Complementares Cursos em outras áreas afins 200 TOTAL REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO Percentual da carga horária distribuída por conteúdo curricular Ciências Biológicas da Saúde 22,0% 16,0% Ciências Sociais e Humanas 62,0% Ciências da Enfermagem FIGURA 2 - 7.2. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2015/1. Curso: Graduação em Enfermagem Carga Horária Total do Curso: 4.000 horas Turno de Aplicação: Noturno Regime: Seriado Semestral Vigência: 2015/1 Tempo de Integralização: Mínimo: 05 anos (10 semestres) Máximo:10 anos (20 semestres) ESTRUTURA CURRICULAR: Período UNIDADES CURRICULARES I Anatomia Humana I Embriologia Biologia Celular/Histologia Básica CH Teórica 40 40 40 CH Prática 20 20 20 86 CH TOTAL 60 60 60 Metodologia Científica 40 História e Teoria da Enfermagem 40 Genética/Evolução 20 Língua Portuguesa 40 Bioestatística 40 Total 300 Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem 20 80 40 40 40 40 40 380 CH Teórica Anatomia Humana II 20 Bioquímica Aplicada à Enfermagem 40 Informática na Saúde Introdução à Saúde Pública 40 II Histologia Humana 40 Interação à Saúde Comunitária I- Rede Social # 40 Antropologia e Sociologia em Saúde 40 Biofísica 40 Total 260 Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem CH Prática 40 20 40 40 140 CH TOTAL 60 60 40 40 80 40 40 40 400 CH Teórica Anatomia do Exame Físico em Enfermagem # 20 Fisiologia Humana 60 Parasitologia/Microbiologia 40 Imunologia 40 III Farmacologia 60 Interação à Saúde Comunitária II- Processo Saúde -Doença # 40 Nutrição em Saúde 40 Processos Patológicos Gerais 40 Total 340 Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem CH Prática 20 40 20 80 CH TOTAL 40 60 80 40 60 40 40 60 420 Período Período Período UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES CH Teóric a 20 60 - CH CH Prática TOTAL Cálculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem 20 40 Semiologia Aplicada à Enfermagem # 40 100 Semiotécnica Aplicada à Enfermagem # 100 100 Interação à Saúde Comunitária III 40 IV 40 Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas # Sistematização da Assistência em Enfermagem # 40 40 Exames Diagnósticos em Enfermagem 40 40 Total 200 160 360 Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no Processo Saúde-Doença 87 CH Teórica 40 60 40 60 CH Prática 40 20 40 CH TOTAL 40 100 60 100 40 CH Teórica 40 60 90 60 60 CH Prática 20 30 - CH TOTAL 60 60 120 60 60 CH Teórica 60 60 40 40 20 220 CH Prática 20 20 20 60 CH TOTAL 80 60 60 40 40 280 CH CH Teórica Prática Assistência em Enfermagem em UTI e Emergências 60 20 Assistência em Enfermagem em Doenças tropicais # 60 20 Gerenciamento em Enfermagem II # 20 20 VIII Didática e Educação em Saúde 40 Optativa 60 Total 240 60 Eixo Temático: Integralidade do Cuidado de Enfermagem na Atenção à Saúde em Alta Complexidade CH TOTAL 80 80 40 40 60 300 Período UNIDADES CURRICULARES Ética/Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional Assistência de Enfermagem em Clínica Médica # Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico # Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica # V Interação à Saúde Comunitária IV- Abordagem Coletiva das Doenças 40 Infecto Contagiosas Epidemiologia 40 40 Assistência de Enfermagem em Gerontologia 40 40 Total 320 100 420 Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no Processo Saúde-Doença Período UNIDADES CURRICULARES Assistência em Enfermagem em Ginecologia Saúde Coletiva # Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia # VI Psicologia Aplicada à Saúde Interação à saúde Comunitária V – Manejo de Instrumentos de Avaliação da Família # Total 310 50 360 Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no Processo Saúde-Doença Período UNIDADES CURRICULARES Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria # Enfermagem em Cardiologia Assistência de Enfermagem em Pediatria # VII Gerenciamento em Enfermagem I Interação à saúde Comunitária VI – Estratégia Saúde da Família # Total Eixo Temático: Integralidade do Cuidado de Enfermagem na Atenção à Saúde Período UNIDADES CURRICULARES Período UNIDADES CURRICULARES CH Teórica 40 - CH Prática 220 CH TOTAL 40 220 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar I # IX Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem 180 180 a Atenção Primária à Saúde I # Total 40 400 440 Eixo Temático - Processo de Trabalho em Saúde e Administração e Gerenciamento em Enfermagem na Atenção à Saúde 88 Período CH Teórica 40 - UNIDADES CURRICULARES Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar II # X Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem a Atenção Primária à Saúde II # Total 40 Eixo Temático – Formação Integrada e Integradora do Enfermeiro no contexto do SUS Atividades Complementares TOTAL DE HORAS DO CURSO DISCIPLINAS OPTATIVAS Enfermagem em Oncologia Biossegurança em Saúde Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo Inglês Instrumental Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS CH Prática 140 CH TOTAL 40 140 260 260 400 440 200 - 200 4.000 - - CARGA HORÁRIA SEMESTRAL 60 60 60 60 60 60 Carga Horária Total do Curso 4.000 horas Atividades Teóricas Atividades Práticas Estágio Supervisionado Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso Optativa 2.130 730 800 200 80 60 TEÓRICA/ PRÁTICA 60 60 60 60 60 60 OBSERVAÇÕES: 1- # As disciplinas com esta sinalização, em face de suas especificidades, não permitem ao aluno a solicitação de “TRATAMENTO ESPECIAL EM REGIME DOMICILIAR”. 2- Em cumprimento a Lei Nº 9.795 e Decreto N° 4.281 de 25/06/2002, os assuntos referente às políticas de Educação Ambiental estão inseridos na Disciplina Introdução a Saúde Pública. 3- A Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Indígena (Lei nº 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP Nº 01 de 17 de junho de 2004), seus principais tópicos estão contemplados na Disciplina Antropologia e Sociologia em Saúde., e a disciplina Interação à Saúde Comunitária I. A hora-aula é de 60 (sessenta) minutos de trabalho acadêmico efetivo, que compreende, além de preleções e aulas expositivas, atividades práticas supervisionadas (atividades em laboratórios e biblioteca, trabalhos individuais e em grupo, visitas técnicas a empresas e entidades, iniciação cientifica e outros) previstas no plano de ensino de cada disciplina, realizável nas dependências da instituição ou fora dela. 89 - 7.2.1. Ementas e Bibliografias 1º SEMESTRE Disciplina: Anatomia Humana I Ementa: Conhecimento e estudos em anatomia, sistemas orgânicos em geral e das organizações morfofuncionais dos principais segmentos corpóreos. Bibliografia Básica: DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 757p. MOORE, Keith L.. Anatomia orientada para a clínica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1104 p. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 547 p. Bibliografia Complementar: GRAY, Donald J.. Anatomia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 815 p. GOSS, Charles Mayo. Anatomia . 29.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2012. 1147 p. SOBOTTA, Johannes. Sobotta atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2V. 2008. 399 p. . MACHADO, Angelo B. M.. Neuroanatomia funcional. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2014. 363 p. TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p. Disciplina: Embriologia Ementa: A Embriologia contemplará o estudo dos ciclos reprodutivo masculino e feminino, os principais eventos ocorridos durante o desenvolvimento embrionário, fetal, dos anexos embrionários, placenta e membranas fetais. Além de abordar a origem e a formação dos sistemas tegumentar, esquelético, muscular, circulatório, respiratório, digestivo, urogenital e as principais malformações congênitas. 90 Bibliografia Básica: MOORE, Keith L.. Embriologia clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 540 p. De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular. 16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014. Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto Alegre: Artmed 2014. 1244p. Bibliografia Complementar: CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular - 9ª ed. 2012 - I.S.B.N 9788527720786. PERSAUD, T. V. N.. Embriologia básica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. (Thomas W.). Langman, Embriologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. SADLER, T.W. (Thomas W.). Langman, Embriologia Médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Disciplina: Biologia Celular/Histologia Básica Ementa: Estudo do reconhecimento morfofuncional dos tecidos básicos que compõem os sistemas do organismo humano, suas características microscópicas e suas especificidades. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. 9ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 353 p., 2012. De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular. 16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014. Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto Alegre: Artmed 2014. 1244p. Bibliografia Complementar: CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 91 ROBERTS e WATSON. Biologia Molecular Da Célula, 4° Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. PIEZZI, Ramón S., FORNÉS, Miguel W. Novo Atlas de Histologia Normal de Di Fiore, 4ª Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2008. 334 p. ROSS, M. H.; PAWLINA, W. Histologia - Texto e Atlas - 6ª ed. 2012 HIB, Jose. De Robertis bases da biologia celular e molecular. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001. 418 p. 2 Disciplina: Metodologia Cientifica Ementa:Estudo das diretrizes metodológicas para o trabalho científico nas diversas linhas de pensamento. Leitura e interpretação de textos, fichamento, sublinhado, resumo, reconhecimento de artigos científicos, técnicas de busca de informação, levantamento bibliográfico e elaboração de referências bibliográficas. Bibliografia Básica: TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014. PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed.rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2011. Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. 3 p. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010. FERRER, Walkiria M. Heinrich. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. UNIMAR: Marília/SP, 2012. Disponível em: http://www.unimar.br/universidade/nap/MANUAL_DE_METODOLOGIA_TCC_U NIMAR.pdf. RAMPAZZO, Lino. Metodologia Científica. 6º Ed. São Paulo: Loyola, 2011. SALOMON, Délcio Vieira. Como Fazer uma Monografia. 12ª Ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. 92 Disciplina: Historia e Teoria de Enfermagem Ementa: Retrospectiva histórica da enfermagem: Período antes de Cristo, período da Unidade Cristã, Os grandes humanistas Florence Nightingale, Período Crítico da Enfermagem, Enfermagem Moderna, Teorias em Enfermagem, História da enfermagem no Brasil e no Tocantins, Entidades de Classe da Enfermagem, Estrutura do trabalho da Enfermagem. Bibliografia Básica: GEOVANINI, Telma. História da enfermagem. 3.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.40p. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. OGUISSO Taka (org). Trajetória Histórica e Legal da Enfermagem.2.ed.. Sao Paulo: Manole, 2007 Bibliografia Complementar: HORTA, Wanda de Aguiar; CASTELLANOS, Brigitta E. P. Processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 102 p GELAIN, Ivo. Ética, bioética e os profissionais de enfermagem. 4ª Ed. São Paulo: EPU, 2010. TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais atendimento de enfermagem . 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p. no PORTO, Fernando. História da enfermagem. 2.ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2013. 499 p TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. Disciplina: Genética /Evolução Ementa: Noções básicas das estruturas e funções dos ácidos nucleicos. Herança Mendeliana e multifatorial. Distúrbios autossômicos e ligados ao X. Determinação sexual e alterações cromossômica.Grupos Sanguíneos. Base genética do câncer. Biotecnologia. O papel da genética na prática da Enfermagem. Evidências e teorias da evolução. Bibliografia Básica: 93 BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 776 p. GRIFFITHS, ANTHONY J. F. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de Janeiro. 2013.794p. Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto Alegre: Artmed 2014. 1244p. Bibliografia Complementar: De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular. 16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. 9ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 353 p., 2012. FROTA-PESSOA, Oswaldo. Genética . 2.ed. São Paulo: Roca, 2004. WESTMAN, Judith A.. Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. *FLORIA-SANTOS, M. et al . Atuação do enfermeiro em oncologia na perspectiva da genética e genômica. Texto contexto - enferm., Florianópolis , v. 22, n. 2, June 2013. Disponível em<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010407072013000 200031&lng=en&nrm=iso>. access on 24 Jan. 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S010407072013000200031>*FLORIA-SANTOS, M.; NASCIMENTO, L. C. Perspectivas históricas do Projeto Genoma e a evolução da enfermagem. Rev. bras. enferm., Brasília , v. 59, n. 3, June 2006. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003471672006000300 020&lng=en&nrm=iso>.access on 24 Jan. 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S00347167200600030002> 94 Disciplina: Língua Portuguesa Ementa: Aborda os conhecimentos básicos da Língua Portuguesa, enfatizando a gramática, técnicas de interpretação de textos e formulação de redações técnicas. Bibliografia Básica: CEGALA, D.P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 45 ed. São Paulo: Cia Ed.Nacional, 2002. BECHARA, E. Moderna Janeiro:Lucerma,2004. Gramática Portuguesa. 37 ed.Rio de SILVA, Maria Júlia Paes da; SILVA, Maria Júlia Paes da. Comunicação tem remédio: a comunicação nas relações interpessoais em saúde. 8.ed. São Paulo: Loyola, 2011. 133p Bibliografia Complementar: TERRA, E. Curso prático de Gramática. 4 ed. São Paulo: Scipione,2002. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto para estudantes universitários. 20. Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. 22. ed., Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2002. NICOLA, J. Língua, Literatura e Redação. 13. ed., São Paulo: Scipione, 1998. PLATÃO & FIORINI. Para entender o texto. São Paulo, Ática, 2006. Disciplina: Bioestatística Ementa: Conhecer os parâmetros, cálculo e seu uso, para analisar e interpretar os fenômenos biológicos e ambientais bem como de suas alterações. Bibliografia Básica: VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatística. 4.ed. São Paulo: Elsevier; Campus, 2008. 196 p OLIVEIRA, A. Gouveia. Bioestatística Descodificada. 2. Ed. Lidel, 2014. TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística Básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 459 p. 95 Bibliografia Complementar: BERQUÓ, Elza Salvatori. Bioestatística. 2.ed. São Paulo: pedagógica e universitária, 2011. 350 p. CRESPO, Antonio Arnot. Estatística Fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 218 p. CALLEGARI-JACQUES, Sidia M.. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed, 2003. 255 p. SPIEGEL, Murray R.. Estatística. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. 643 p. BLAIR, R. Clifford ; TAYLOR, Richard A. Bioestatística para ciências da saúde. São Paulo: Pearson Education, 2013. Disponível em: <http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788581431710>. 2º SEMESTRE Disciplina: Anatomia Humana II Ementa: Divisão regional do corpo humano. Anatomia topográfica dos diferentes segmentos do corpo: cabeça, pescoço, tórax, abdome, pelve, períneo, dorso, membro superior e membro inferior. Bibliografia Básica: DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 184 p. GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011, 564 p. GRAY, Donald J. GARDNER, Ernest Dean O'RAHILLY, Ronan. Anatomia, estudo regional do corpo humano, 4ª ed.Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, reimpressão 2010. 815 p. Bibliografia Complementar: GRAY, Henry, GOSS, Charles Mayo. Anatomia. Ed. Rio de Janeiro Guanabara reimpressão 2012, 1147 p. MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 363 p. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 547 p. CASTRO, S. V. Anatomia fundamental. 3ª ed. Pearson Makron Books. São Paulo, 2005. 586 p. 96 SOBOTTA, Johannes; WERNECK, Hélcio. Sobotta atlas de anatomia humana. 22.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, V. 1. 2006. 399 p. Disciplina: Bioquímica Aplicada a Enfermagem Ementa: A disciplina estuda a caracterização e identificação dos principais componentes celulares relacionando suas estruturas e química com as atividades funcionais, bem como patologias vinculadas às carências e/ou desequilíbrios. Bibliografia Básica: COX, Michael M.; NELSON, David L. Principio de Bioquímica de Lehninger. 6ª Ed. Artmed, 2014. 1336p. BERG, Jeremy M.; L. TYMOCZKO, John; STRYER, Lubert. Bioquímica. 7.ed, 2014. HARVEY, Richard A.. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 528 Bibliografia Complementar: JUNQUEIRA, Luís Carlos Uchoa. Biologia Celular e Molecular. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 364p.. DEVLIN, Thomaz M.. Manual de bioquímica. 7.ed. São Paulo: Blucher, 2011. 1252 p. MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. 360 p. MOTTA, VT. Bioquímica. 2 ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2011. 488p. PERIÓDICO: Revista de Ensino de Bioquímica. em:http://bioquimica.org.br/revista/ojs/index.php/REB/index Disponível Disciplina: Informática na Saúde Ementa: Estudo da enfermagem em interação com novas tecnologias de informação, utilizando a informática como ferramenta de apoio à tomada de decisão, utilizando e conhecendo a era da informação como corpo de conhecimento atrelado a vivência profissional. Bibliografia Básica: MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 308p. 97 VELLOSO, Fernando de Castro. Informática. 8. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 391p. MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed. São Paulo: Érica, 2007. 250p. Bibliografia Complementar: MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática. 2. Ed. São Paulo: Pearson education do Basil 2004. 615p. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática. 8. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 391p. HANNAH, Kathryn J.. Introdução à informática em enfermagem . 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 388p.. MORGADO, Flavio. Internet para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2008. 427 p. Revista do Sistema Único de Saúde do Brasil. Disponível em: http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=16794974&lng=pt&nrm=is Disciplina: Introdução a Saúde Pública Ementa: Compreensão crítica do processo saúde-doença. Processo saúde-Doença; História Natural da Doença; Modelos de Atenção à Saúde; promoção; prevenção; Níveis de Assistência; SUS: Histórico, NOB e NOAS; Vigilância à Saúde; Assistência a Saúde; Programas Especiais; Controle Social Bibliografia Básica: CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena. Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS, Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p 98 Bibliografia Complementar: PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p. COSTA, ELISA MARIA AMORIM. Saúde da família. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. CARBONE, Maria Herminda; COSTA, Elisa Maria Amorim da. Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. CADERNOS de saúde pública: reports in public health. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2013. Disciplina: Histologia Humana Ementa: Morfologia, sistemática e fisiologia celular e histológica. Relação entre características estruturais, moleculares e fisiológicas. Diferenciação celular animal. Características histológicas dos tecidos humanos. Princípios gerais da morfologia e histofisiologia dos órgãos e sistemas a partir da interpretação microscópica Bibliografia Básica: CARNEIRO, José. Histologia básica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 538 p. ROSS, Michael H. Histologia texto e atlas: em correlação com biologia celular e molecular. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 987p.. DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 229 p. Bibliografia Complementar: WHEATER, Paul Richard; YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Wheater Histologia Funcional: Texto E Atlas Em Cores. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 415 p. 99 KESSEL, Richard G. Histologia médica básica: a biologia das células, tecidos e orgãos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 511 p. LOWE, James S.; STEVENS, Alan. Histologia humana. 2.ed. São Paulo: Manole, 2001. 408 p PIEZZI, Ramón S.; FORNÉS, Miguel W. Novo atlas de histologia normal de di fiore. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 334 p. ROBERTIS, Eduardo D. P. de; HIB,Jose. De Robertis biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 389 p. Disciplina: Interação a Saúde Comunitária I Ementa: O conteúdo a ser desenvolvido tem como objetivo contribuir na formação de profissionais que consigam ampliar o pensamento crítico e a ação estratégica com em abordagens relacionadas a aspectos socioculturais do processo de saúde e doença. O desenvolvimento da disciplina deve provocar a articulação entre teoria e prática, levando em conta os saberes, as necessidades individuais de aprendizagem e os problemas da realidade, utilizando elementos da abordagem do indivíduo em sua família/comunidade, considerando as investigações de práticas culturais da cura. Bibliografia Básica: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. MCWHINNEY, Ian R. ; FREEMAN, Thomas. Manual de medicina de família e comunidade. 3.ed. Porto Alegre: Artemed, 2010. 472 p. Bibliografia Complementar: EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014. 1004 p. DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. MEC, Brasília: 2004 . PHILLIPI JR, ARLINDO; PELICIONI, MARIA CECILIA FOCESI. Educaçao ambiental e sustentabilidade. 2 ed. São Paulo: Manole, 2012. 1006p. 100 HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. Disciplina: Antropologia e Sociologia em Saúde Ementa: Estudo e discussão sobre questões ligadas à qualidade de vida, cidadania e saúde, sobre uma perspectiva educativa e filantrópica proporcionando ao aluno um embasamento no processo de humanização, levando a construção de uma sociedade mais humana. Bibliografia Básica: LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2005. MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 331 p. WEIL, Pierre. O corpo fala. 69.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p. Bibliografia Complementar: HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Política Nacionalde Saúde Integral da População Negra. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populaca o_negra.pdf>. ALVES, Fátima. Saúde, Medicina e Sociedade. Uma visão sociológica. Pactor Edições de Ciências Sociais e Política Contemporânea, 2013. 272p. EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014. 1004 p. SOUSA, Maria da Conceição de; SCATENA, João Henrique G. and SANTOS, Ricardo Ventura. O Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI): criação, estrutura e funcionamento. Cad. Saúde Pública [online]. 2007, vol.23, n.4, pp. 853-861. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0102311x2007000400013&script=sci_arttext>. 101 Disciplina: Biofísica Ementa: Estudo dos eventos biofísicos, das estruturas supra-moleculares ao nível dos diferentes sistemas funcionais do organismo humano, abordando também radiatividade e radiações de interesse para a área médica. Bibliografia Básica: GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2015. 505 p. GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011, 564 p. RODAS DURAN, José Enrique. Biofísica. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. 390p. Bibliografia Complementar: HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2003. 391 p. COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p. GUYTON, Arthur; HALL, John E. Tratado de Fisiologia Médica. 12ª ed. Guanabara Koogan. 2011. OLIVEIRA, Jarbas de. Biofísica para ciências biomédicas. 3.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. 313 p. WHITING, William C.. Biomecânica funcional. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 297 p. 3º SEMESTRE Disciplina: Anatomia do Exame Físico em Enfermagem Ementa: Anatomia do exame físico em enfermagem estuda a morfologia e a localização anatômica dos órgãos, aparelhos e sistemas, por regiões corporais do indivíduo, buscando ampliar o conhecimento do acadêmico de Enfermagem para execução do exame físico. Bibliografia Básica: BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de, Anamnese do exame físico. 2 ed. São Paulo: Artmed 2010 440 p. 102 DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu,2011. 184 p. VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p.. Bibliografia Complementar: BICKLEY, Lynn S. Bates propedêutica médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 965 p. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 547 p.. POTTER, Patrícía A.. Fundamentos de enfermagem. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1480 p. GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011, 564 p. Disciplina: Fisiologia Humana Ementa: Estudo dos conhecimentos específicos dos eventos fisiológicos nos diferentes sistemas funcionais do organismo humano, seus mecanismos reguladores, correlacionando ao processo saúde-doença na vinculação teórico/prático. Bibliografia Básica: MATFIN, Glenn; PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 8 Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. GUYTON, Arthur C. Tratado de Fisiologia Médica. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 1151p. TORTORA, Gerard J. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p. Bibliografia Complementar: COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p. SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 957 p. 103 CURI, Rui; ARAUJO FILHO, Joaquim Procopio de. Fisiologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 857 p. HOWLEY, Edward T.; POWERS, Scott K. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 6.ed. São Paulo, [s.n.]. 2009. 646 p. DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu,2011. 184 p. Disciplina: Parasitologia/Microbiologia Ementa: Estudos dos principais parasitas. Identificação das doenças por eles causadas, controle e profilaxia de doenças parasitárias. Importância epidemiológica dos parasitas. Bibliografia Básica: ZEIBIG, Elizabeth. Parasitologia Clínica. Uma abordagem laboratorial. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 392 p. clínico- NEVES, David Pereira; FILIPPIS, Thelma de. Parasitologia Básica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2014. 235p. MURRAY, Patrick R.. Microbiologia médica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 948 p. Bibliografia Complementar: BROOKS, Geo F. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelberg. 25.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2012. 653 p. ENGELKIRK, Paul G.. Burton. Microbiologia para as ciências da saúde. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 436 p. LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 663 p. NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 12.ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 546 p. CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia humana: e seus fundamentos gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 390 p. 104 Disciplina: Imunologia Ementa: Estudo dos conhecimentos gerais microbianos, bem como suas relações imunológicas, destacando a importância das defesas inatas do organismo, os diferentes sistemas de respostas imunológico-adaptativa, compreendendo as bases celulares da resposta imune. Bibliografia Básica: COICO, Richard. Imunologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 380 p. BIER, Otto. Imunologia básica e aplicada. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 388 p. BOLNER, Ane Rose. O sistema imune. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 372 p. Bibliografia Complementar: GRUMACH, Anete Sevciovic. Alergia e imunologia na infância e adolescência. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 897 p. CALICH, Vera. Imunologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. 323 p. LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 663 p. LICHTMAN, Andrew H.. Imunologia. Celular e Molecular. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 545p. JANEWAY JR, Charles A. et al. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença . 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 824 p. Disciplina: Farmacologia Ementa: Estudo teórico dos principais grupos farmacológicos de interesse para a prática profissional do enfermeiro, sua indicação, ação farmacológica e efeitos colaterais. Bibliografia Básica: RANG, H. P. Rang & Dale. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier, 2011. 778 p. KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. FUCHS, Flávio Danni. Farmacologia clínica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1261 p. 105 Bibliografia Complementar: FINKEL, Richard. Farmacologia ilustrada. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. SILVA, Penildon. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1325 p. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred Goodman. As bases farmacólogicas da terapêutica de Goodman & Gilman 12.ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 2079 p. ASPERHEIM, Mary Kaye . Farmacologia para enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 256 p. GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 1151p. Disciplina: Interação Saúde Comunitária II- Processo Saúde-Doença Ementa: Atividades teóricas associadas a ações no contexto da comunidade com encontros sistematizados onde os estudantes socializam com lideranças comunitárias – agentes de saúde, professores, comerciantes e presidentes de associações – aspectos relacionados as possibilidades de alterações no processo saúde doença considerando os aspectos culturais, políticos, psicológicos, econômicos e aqueles próprios do indivíduo. Bibliografia Básica: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 845 p. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. Bibliografia Complementar: ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. 106 CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014. 1004 p. HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. CADERNOS de saúde pública: reports in public health. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2013. : Disciplina: Nutrição em Saúde Ementa: Estudo dos conhecimentos específicos dos eventos fisiológicos e nutricionais nos diferentes sistemas funcionais do organismo humano, seus mecanismos reguladores, correlacionando ao processo saúde-doença na vinculação teórico / prático. Bibliografia Básica: TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p. MARCHINI, Sérgio J.. Ciências nutricionais. 2.ed. São Paulo: Sarvier, 2008. 760 p. CUPPARI, Lilian. Guia de nutrição. 2ª ed. Barueri: Manole, 2005. 474 p. Bibliografia Complementar: GUYTON, Arthur C.. Tratado de Fisiologia Médica. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 1151p. COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p. WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 1858 p. WILMORE, Jack H.. Fisiologia do esporte e do exercício. 4.ed. Barueri: Manole, 2010. 594 p. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia. Krause, alimentos, nutrição & dietoterapia. 11.ed. São Paulo: Roca, 2005. 1242 p. 107 Disciplina: Processos Patológicos Gerais Ementa: Mecanismos fundamentais das doenças e conceitos de homeostase. Processos patológicos regressivos, inflamatórios, imunopatológicos, metabólicos, neoplásicos e pré-neoplásicos e a resposta de reparação. Distúrbios circulatórios as hipersensibilidades, autoimunidade e imunodeficiência. Bibliografia Básica: ROBBINS, Stanley L.. Robbins e Cotran. Patologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. FARIA, José Lopes de. Patologia Geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 298 p. MENDES, René. Patologia do Trabalho. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2013, 2076 p. Bibliografia Complementar: BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1501 p. MONTENEGRO, Mário Rubens. Patologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 320 p. Manual de fisiopatologia. 2. ed. São Paulo: Roca, 2007. 622 p. JORNAL brasileiro de patologia. Brasil: Grevy.Conti, 1. ed, Bimestral. 74 p. CAWSON, R. A.; ODELL, E. W. Cawson's fundamentos básicos de patologia e medicina oral. 8.ed. São Paulo: Santos, 2013. 494 p.. 4º SEMESTRE Disciplina: Calculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem Ementa: Proporcionar conhecimento para realizar cálculos, preparo diluição e transformação de soluções medicamentosas e a forma mais adequada de sua administração e registro, conhecendo os aspectos farmacológicos e técnicos, respeitando preceitos legais, éticos e de segurança. Bibliografia Básica: VIANA, Dirce Laplaca. Guia de medicamentos e cuidados de enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. 754 p. 108 POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. SILVA, Penildon. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 1325 p. Bibliografia Complementar: KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2014 FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem. Goiânia: AB editora, 2006. 168 p.. TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p. ENSINA, Luís Felipe Chiaverini (Ed.) Anafilaxia, urticária e alergia e medicamentos na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2014. 184 p. CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível em: <http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p ages/_1. Disciplina: Semiologia Aplicada à Enfermagem Ementa: Cuidado de Enfermagem como ação terapêutica na atenção a saúde individual e coletiva nos níveis primários, secundários e terciários. Identificação de problemas reais e potenciais de desvio de saúde, conhecimentos básicos e técnicas de Enfermagem, utilizadas na manutenção e recuperação da saúde do ser humano, avaliação do atendimento das necessidades básicas do cliente em sua integralidade e singularidade, o processo de comunicação e os aspectos humanísticos na prática de Enfermagem. Estuda a Ciência e Arte do Processo de Cuidar em Enfermagem. Bibliografia Básica: PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. 109 Bibliografia Complementar: NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1592 p. TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais atendimento de enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p. no FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem. Goiânia: AB editora, 2006. 168 p.. Disciplina: Semiotécnica Aplicada à Enfermagem Ementa: Procedimentos teórico-práticos de enfermagem necessários à promoção, proteção e recuperação da saúde do indivíduo, família e comunidade. Técnicas e procedimentos básicos de enfermagem para o atendimento de problemas de menor complexidade do cliente hospitalizado. Métodos clínicos. Exame físico. Técnicas básicas do cuidado de enfermagem. Consulta de enfermagem. Práticas em laboratório, unidade hospitalar e na comunidade. Bibliografia Básica: PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1592 p. 110 TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais atendimento de enfermagem. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 926p. no FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem. Goiânia: AB editora, 2006. 168 p.. Disciplina: Interação á Saúde Comunitária III - Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas Ementa: Desenvolvimento de competências relacionadas às atividades coletivas voltadas para as doenças crônicas e degenerativas com ênfase em Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Melitus. Bibliografia Básica: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V.. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. Bibliografia Complementar: HELMAN, Cecil e BOLNER, Ane Rose. Cultura, saúde e doença. 5. ed., São Paulo: Artmed, 2009. PEDREIRA, Célio. Saúde e comunidade. 2.ed. Goiânia: Kelps, 2011. 214 p. KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS, Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p ALMEIDA, Henriqueta Galvanin Guidio de (Org.). Diabetes Mellitus: uma abordagem simplificada para profissionais de saúde. São Paulo: Atheneu, 1997. 95 p. (Comp.) PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p. 111 Disciplina: Sistematização da Assistência em Enfermagem Ementa: Estudo teórico/prático utilizando o método científico na construção da sistematização da assistência de enfermagem analisando as etapas e subsidiando competências e habilidades para a atuação prática do enfermeiro Bibliografia Básica: TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440 p. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: HORTA, Wanda de Aguiar; CASTELLANOS, Brigitta E. P. Processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 102 p POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais atendimento de enfermagem. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 926p. no CARPENITO, Lynda Juall. Manual de diagnóstico de enfermagem. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 536 p. DOENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridade, fundamentos. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 932 p. Disciplina: Exames Diagnósticos em Enfermagem Ementa: Estudo da leitura e interpretação diagnóstica dos exames laboratoriais e de imagem na prática hospitalar e nos programas de saúde pública, subsidiando a assistência de enfermagem. Bibliografia Básica: VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p. LIMA, A. Oliveira...[et al.]. Métodos de laboratório aplicados à clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 782 p 112 PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. Bibliografia Complementar: DEVLIN, Thomaz M.. Manual de bioquímica. 7.ed. São Paulo: Blucher, 2011. 1252 p. MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. 360 p. HARVEY, Richard A.. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 528 TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais atendimento de enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p. no COX, Michael M.; NELSON, David L. PRINCIPIO DE BIOQUÍMICA DE LEHNINGER. 6ª Ed. Artmed, 2014. 1336p. 5º SEMESTRE Disciplina: Ética /Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional Ementa: Conhecimento dos postulados e fundamentos da Ética Geral e da Enfermagem e das implicações legais que norteiam o exercício profissional: a reflexão da Ética, a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, o Código de Ética e a Enfermagem frente a diversos dilemas éticos profissionais. Capacitação na tomada de decisão ético-legal no exercício da profissão, primando pela compreensão dos direitos e deveres profissionais, bem como, do compromisso do profissional com o crescimento da profissão e com o seu reconhecimento social. Prescrições legais que regem o ensino e o exercício da Enfermagem. Bibliografia Básica: SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 33. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. 302 p. SANTOS, Elaine Franco dos. Legislação em Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006. 367 p. GELAIN, Ivo. A ética, a bioética e os profissionais de enfermagem. 4.ed.São Paulo : EPU, 2010. 113p.. 113 Bibliografia Complementar: GARRAFA, Volnei. Bioéticas, poderes e injustiças. Brasília: CFM, 2012.395 p. PESSINI, Leocir. Problemas atuais de bioética. 8.ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo: Loyola, 2007. 579 p. CAMARGO, M. Manual Sintético da Bioética - O Agir da Vida. Curitiba: Juruá, 2013. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. CÓDIGO de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em: <http://www.cofen.gov.br/wpcontent/uploads/2012/03/resolucao_311_anexo.pdf Disciplina: Assistência de Enfermagem em Clínica Médica Ementa: Estudo teórico/prático com estágio supervisionado desenvolvido no âmbito hospitalar, destacando os conhecimentos científicos e metodologia aplicada à assistência de enfermagem aos pacientes clínicos portadores de diversas afecções de forma holística, nos níveis de atenção secundaria e terciária e autocuidado nas doenças degenerativas Bibliografia Básica: SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 2v POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica . 2.ed. São Paulo: Rocco, 2009. 1814 p. 114 TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem: guia pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009. TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1592 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. Disciplina: Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico Ementa: Estudo teórico/prático, oferecendo base técnico-científica, no desenvolvimento das intervenções sistematizadas de enfermagem no transoperatório, assim como conhecer a dinâmica da central de material e centrocirúrgico, correlacionando às ações do enfermeiro. Bibliografia Básica: SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 2v POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 201/2014: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: POSSARI, João Francisco. Centro cirúrgico. 5.ed. São Paulo: Iátria, 2011. 288 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 3V. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. TOWNSEND, Courtney M. Sabiston tratado de cirurgia: a base biológica da prática cirúrgica moderna. 19.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 2v. TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem: guia pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009. 115 Disciplina: Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica Ementa: Estudo teórico/prático com estágio supervisionado desenvolvido no âmbito hospitalar, destacando os conhecimentos científicos e metodologia aplicada à assistência de Enfermagem aos pacientes cirúrgicos portadores de diversas afecções de forma holística, no pré e pós-operatórios das cirurgias em geral, enfatizando os problemas de domínio psicobiológico, enfocando as técnicas assépticas e sua aplicação no controle da infecção hospitalar. Bibliografia Básica: SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 2v POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: TOWNSEND, Courtney M. Sabiston tratado de cirurgia: a base biológica da prática cirúrgica moderna. 19.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 2v. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem: guia pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009. POSSARI, João Francisco. Centro cirúrgico. 5.ed. São Paulo: Iátria, 2011. 288 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 Disciplina: Interação à Saúde Comunitária IV: Abordagem Coletiva das Doenças Ementa: Desenvolvimento de competências relacionadas as atividades coletivas voltadas para as doenças infecto contagiosas com ênfase Hanseníase e Tuberculose Bibliografia Básica: Silva, Marcelo Gurgel Carlos da. Saúde pública: autoavaliação e revisão. 4. ed. rev.. São Paulo: Atheneu, 2012. 503 p 116 GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V.. CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. Bibliografia Complementar: HELMAN, Cecil e BOLNER, Ane Rose. Cultura, saúde e doença. 5. ed., São Paulo: Artmed, 2009. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS, Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p. Disciplina: Epidemiologia Ementa: Analisa os conceitos da epidemiologia e sua evolução histórica. Discute os principais indicadores de saúde e os principais tipos de estudos epidemiológicos. Discute a epidemiologia das doenças transmissíveis e não transmissíveis. Discute as questões relacionadas á associação e causalidade. Analisa os principais aspectos relacionados á vigilância em saúde. Bibliografia Básica: ALEXANDRE, Lourdes Bernadete dos Santos Pito. Epidemiologia: aplicada nos serviços de saúde. São Paulo: Martinari, 2012. 310 p. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 596 p. ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 699 p. 117 Bibliografia Complementar: MEDRONHO, Roberto de Andrade. Epidemiologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 125 p. ROUQUAYROL, Maria Zelia. Introdução à Epidemiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 282 p. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena. Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 869 p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/CB167E32-92F2-4A4E-AF24D88A692A773E/FinalDownload/DownloadId1D5F227E6CE6927720ABB215DA46BEF4/CB167E32-92F2-4A4E-AF24D88A692A773E/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf Disciplina: Assistência de Enfermagem em Gerontologia Ementa: Estudo dos aspectos biológicos, psicológicos e sócios culturais que interferem no processo de envelhecimento. Prestar assistência de enfermagem sistematizada fazendo as intervenções necessárias na melhoria de vida do idoso. Bibliografia Básica: BRAGA, Cristina. Saúde do adulto e do Idoso. Ed. Saraiva, 2014. FREITAS, Elizabete Viana de...[et al.]. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1573 p. OENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 932 p. Bibliografia Complementar: FILHO JACOB, Wilson. Geriatria e gerontologia básicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 492 p. 118 NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. TOWNSEND, M. C Enfermagem Psiquiátrica - Conceitos de Cuidados na Prática Baseada em Evidências, Ed.7ª, GUANABARA KOOGAN, 2014. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica . 2.ed. São Paulo: Rocco, 2009. 1814 p. 6º SEMESTRE Disciplina: Assistência em Enfermagem em Ginecologia Ementa: Cuidados de Enfermagem à mulher em seguimento ambulatorial e em unidades clínicas, com ênfase na integralidade e na humanização da assistência de enfermagem. Aspectos éticos na assistência integral à mulher e à família. Abordagem à saúde da trabalhadora, considerando classe, etnia e gênero. Bibliografia Básica: ZIEGEL, Erna E.. Enfermagem obstétrica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 696p.. AMEREPAM. Manual de Ginecologia. São Paulo: Roca, 2013. 264. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: 2010. 440 p. Bibliografia Complementar: DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu,2011. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p. 119 TOY ...[et al]. Casos clínicos em ginecologia e obstetrícia. 4.ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 546 p.. Disciplina: Saúde Coletiva Ementa:Atuação do enfermeiro nas ações de prevenção de doenças, promoção e proteção à saúde com ênfase no perfil sócio sanitário da população abrangida. Programas de saúde e suas ações direcionadas à família, ao adulto e ao trabalhador. Programa Nacional de imunização. Educação em saúde. Bases teóricas e abordagens do processo educativo em saúde, considerando classe social, gênero, etnia e faixa etária. Trajetória da enfermagem na saúde da família. Família nos diversos contextos e nos serviços assistenciais. Processo de viver da família. Bibliografia Básica: CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org). Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS, Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p Bibliografia Complementar: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V.. ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011, 699 p. HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena. Saúde Pública: Bases. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001 72p Disciplina: Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia Ementa: Assistência de enfermagem à gestante, parturiente, puérpera e recém-nascido, visando à prevenção, manutenção e recuperação da saúde. 120 Bibliografia Básica: ZIEGEL, Erna E.. Enfermagem obstétrica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 696p.. TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto. Assistência integrada ao recém-nascido de baixo risco. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2012. 262 p. FREITAS, Fernando. Rotinas em Obstetrícia. 6. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011, 680 p. Bibliografia Complementar: SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete. Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: 2010. 440 p. POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p.. LEÃO, Ennio. Pediatria ambulatorial. 5.ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora, 2013. Disciplina: Psicologia Aplicada à saúde Ementa: Fornecer noções básicas de Psicologia, Relações Interpessoais, Teorias de Dinâmica de Grupo em Saúde. Aspectos psicológicos da pessoa em fase de saúde/doença, morte. Psicologia hospitalar, relacionamento enfermeiro-paciente. Bibliografia Básica: BASSOLS, ANA MARGARETH SIQUEIRA; EIZIRIK, CLAUDIO LAKS O Ciclo da Vida Humana – Uma Perspectiva Psicodinâmica - 2ª Ed. Artmed, 2012. ATKINSON & HILGARD Introdução a Psicologia 15 ed. São Paulo, Cengage Learning, 2012. D'ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da personalidade. 19.ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2012. 185 p. 121 Bibliografia Complementar: PAPALIA, Diane E.. Desenvolvimento Humano. 10.ed. Porto Alegre: McGraw Hill:Artmed, 2010. 889 p. HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. PSICOLOGIA médica: a dimensão psicossocial da prática médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 283 p. KÜBLER-ROSS, Elizabeth. Sobre a Morte e o Morrer. 9.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 296 p. AGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Psicologia da saúde. 2.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 304 p. Disciplina: Interação à saúde Comunitária V – Manejos de Instrumentos de Avaliação da Família Ementa: Atividades teóricas para o entendimento dos instrumentos de abordagem de família com ênfase no e-SUS, Genograma, Apgar Familiar, Firo Familiar e Practice Familiar. Atividades práticas no contexto das visitas domiciliares e comunidades específicas com vistas ao manejo dos instrumentos de diagnóstico de família. Bibliografia Básica: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 2V.. CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. Bibliografia Complementar: HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. 122 ALVES, Fátima. Saúde, Medicina e Sociedade. Uma visão sociológica. Pactor Edições de Ciências Sociais e Política Contemporânea, 2013. 272p BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação em Saúde). Disponível em: <http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf>. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Coordenação-Geral de Atenção Domiciliar. Melhor em casa : a segurança do hospital no conforto do seu lar : caderno de atenção domiciliar. Brasília, 2012. 2v. Disponível em: <http://189.28.128.100/dab/docs/geral/cap_4_vol_%201_gestao_do_sad_final. pdf>. 7º SEMESTRE Disciplina: Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria Ementa: Definição da atenção de enfermagem em saúde mental. Promoção e prevenção à saúde mental. Planejamento, implementação e avaliação do cuidado ao paciente com transtorno mental. Cuidado de Enfermagem hospitalar, semi-hospitalar, domiciliar e nas emergências psiquiátricas. Caracterização dos serviços de atenção ao paciente com transtorno mental. Família e o paciente com transtorno mental. Bibliografia Básica: KLAMEN, Toy. Casos Clínicos Em Psiquiatria – 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. LOUZÃ NETO, Mario Rodrigues. Psiquiatria básica. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 712 p. CARVALHO, Mrissol Bastos de. Psiquiatria para a enfermagem. São Paulo: Rideel, 2012. Bibliografia Complementar: NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. RIBEIRO, Mário Sérgio. Ferramentas para descomplicar a atenção básica em saúde mental. Juiz de Fora: UFJF, 2007. 294 p. SADOCK, Benjamin James. Compêndio de psiquiatria. 9.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1584 p. TOWNSEND, M. C Enfermagem Psiquiátrica - Conceitos de Cuidados na Prática Baseada em Evidências, Ed.7ª, GUANABARA KOOGAN, 2014. 123 ENFERMAGEM psiquiátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 510 p Disciplina: Enfermagem em Cardiologia Ementa: Estudo das principais afecções cardiovasculares através da sistematização da assistência de enfermagem, destacando a assistência de enfermagem aos clientes portadores das diversas afecções agudas e o autocuidado nas doenças crônico-degenerativas do aparelho cardiovascular. Bibliografia Básica: AZEVEDO, Maria de Fátima. Cuidados cardiovasculares em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 331 p.. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. BRAGA, Cristina. Saúde do adulto e do Idoso. Ed. Saraiva, 2014. Bibliografia Complementar: GUYTON A.C, HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. Guanabara Koogan, 12. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440 p. DOENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 932 p. MOORE, K. L, DALLEY, A. F, AGUR, A. M. R. Anatomia Orientada para a Clínica. 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012. MORTON, Patricia Gonce. Cuidados críticos de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1500 p. Disciplina: Assistência em Enfermagem em Pediatria Ementa: Estudo das fases de crescimento e desenvolvimento da criança e adolescente e principais agravos à saúde, perpassando pelas políticas públicas, programas de atenção saúde da criança e adolescente e estatuto da criança e do adolescente em rede básica e hospitalar, visando prevenção, manutenção e recuperação da saúde. 124 Bibliografia Básica: LEÃO, Ennio. Pediatria ambulatorial. 5.ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora, 2013. SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete. Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2015/2017: Artmed, 606p. Bibliografia Complementar: KLIEGMAN, Robert M. Nelson tratado de pediatria. 18.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p. PICON, Paula Xavier. Pediatria. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1096 p. MORTON, Patricia Gonce. Cuidados críticos de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1500 p. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440p. Disciplina: Gerenciamento em Enfermagem I Ementa: Estuda o processo de trabalho em saúde, compreendendo as bases teóricas da administração e aplicando no processo de enfermagem. Enfoca o processo decisório e liderança vinculando as relações de poder nas organizações de saúde estabelecidas através das relações humanas do trabalho em equipe. Bibliografia Básica: KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p. MARX, Lore Cecilia. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003. 105 p. 125 Bibliografia Complementar: MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol Jorgensen. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p. KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo: Saraiva, 2006. 356p. PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde: perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008. 127 p. CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível em: <http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p ages/_1 SANTOS, Álvaro da Silva ; MIRANDA, Sônia Maria Rezende Camargo (Orgs.). A enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. Barueri: Manole, 2007. Disponível em: < http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520422946>. Disciplina: Interação à saúde comunitária VI- Estratégia Saúde da Família Ementa: Bases teóricas e legislação do Programa Saúde da Família. Equipe de saúde e estratégias no PSF. Atuação dos profissionais no PSF. Integralidade da atenção em saúde. Competências do enfermeiro de família. Atenção ao cliente/paciente no contexto familiar. Acolhimento e estratégia saúde da família. Enfermagem na saúde da família: instrumentais teóricometodológicos para a prática assistencial e educativa. Processo ensinoaprendizagem na formação de recursos humanos. Bibliografia Básica: GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 845 p. CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena. Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p. Bibliografia Complementar: HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009. 431p. 126 VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. FIGUEIREDO, Elisabeth Niglio de. A estratégia saúde da família na atenção básica do SUS. Disponível em: < http://www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/2/unidades_conteudos/unida de05/unidade05.pdf>. Brasil. Instituto para o Desenvolvimento da Saúde. Universidade de São Paulo. Ministério da Saúde. Manual de Enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. Disponível em: < http://www.ee.usp.br/doc/manual_de_enfermagem.pdf>. 8º SEMESTRE Disciplina: Assistência de Enfermagem em UTI e emergência Ementa: Estudo teórico – prático da metodologia da assistência de enfermagem aos clientes de alto risco sob cuidados específicos e intensivos, com falência de uma ou mais de suas funções vitais, em situações de urgência e emergência, em pronto socorro e unidade de terapia intensiva. Bibliografia Básica: NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. CINTRA, Eliane Araújo. Assistência de enfermagem gravemente enfermo. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 671p. ao paciente KNOBEL, Elias. Terapia intensiva: enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006. 636 p. Bibliografia Complementar: GUYTON, Arthur C.. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115 p. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. 127 KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. TAMEZ, Raquel Nascimento . Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém - nascido de alto risco. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 355 p VIANA, Renata Andréa Pietro Pereira. Enfermagem em Terapia Intensiva. Porto Alegre: Artmed, 2011. 546.p Disciplina: Assistência em Enfermagem em Doenças Tropicais Ementa: Proporcionar ao educando a capacidade de conhecer as doenças tropicais, bem como procedimentos e técnicas que levam ao diagnóstico, tratamento e assistência, com ênfase nas medidas de prevenção e educação em saúde ao indivíduo, família e comunidade. Bibliografia Básica: PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p. DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p. . KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS, Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p Bibliografia Complementar: HINRICHSEN, Sylvia Lemos. DIP: doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 1098 p. ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. NEVES, David Pereira; FILIPPIS, Thelma de.Parasitologia Básica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2014. 235p. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção. <https://online.unisc.br/seer/index.php/epidemiologia/index >. Disponível em: Gerson Oliveira Pena [et al]. Doenças infecciosas e parasitárias : aspectos clínicos, de vigilância epidemiológica e de controle : guia de bolso. 2.ed. rev. e amp. Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde, 2000. 128 Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/GBDIP001_total.pdf < Disciplina: Gerenciamento em Enfermagem II Ementa: Estudo dos sistemas organizacionais do processo administrativo e sua influência na metodologia da assistência de enfermagem; abordar as situações organizacionais das instituições de saúde com vistas e levantar os aspectos vigentes que norteiam o trabalho da equipe de enfermagem; aplicação prática dos estudos teóricos em unidade de saúde. Bibliografia Básica: KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p. MARX, Lore Cecilia. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003. 105 p. Bibliografia Complementar MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol Jorgensen. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p. KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo: Saraiva, 2006. 356p. PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde: perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008. 127 p. CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível em: <http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p ages/_1 SANTOS, Álvaro da Silva ; MIRANDA, Sônia Maria Rezende Camargo (Orgs.). A enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. Barueri: Manole, 2007. Disponível em: < http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520422946>. Disciplina: Didática e Educação em Saúde Ementa: Estudo da metodologia do processo de ensino - aprendizagem e sua utilização pelo enfermeiro na ação educativa com promoção de circunstâncias em que o oriente e ensine ao doente, família e grupos de comunidade, meios 129 para promoção e manutenção da saúde. Dinâmica das atividades de ensino – aprendizagem, com interação no campo de saúde a grupos etários diferentes e treinamento em educação em serviço nos programas e subprogramas de saúde. Bibliografia Básica: VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p. WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. 70.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p Bibliografia Complementar: FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 14.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011. 189 p. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 50.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011. 253p.. WALDOW, Vera Regina. Estratégias de ensino na enfermagem: enfoque no cuidado e no pensamento crítico. Rio de Janeiro: Vozes, 2005. 133 p 11 EX. . FRITZEN, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 40.ed. Petropolis - RJ: Vozes, 2010. 100 p. GONÇALVES, Ana Maria. Dinâmica de grupos na formação de lideranças. 10.ed.. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. 152 p. 9º SEMESTRE Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso – TCC1 Ementa: Aplicar técnicas metodológicas de pesquisa científica na construção do projeto de trabalho de conclusão de curso com enfoque transdisciplinar, proporcionando ao aluno a iniciação científica sob orientação. . Bibliografia Básica: TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014. CRESWELL, John W..Projeto de Pesquisa. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1274p 130 PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012. Bibliografia Complementar POLIT, Denise F.. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 669p. DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 14º Ed.São Paulo:Cortz, 2011. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p. ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística. 3. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 438 p. HULLEY, Stephen B.. Delineando a pesquisa clinica. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 384. Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar I Ementa: Aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no âmbito hospitalar, através de enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto do conhecimento adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Bibliografia Básica: SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 2v NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. Bibliografia Complementar: BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440 p. 131 SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete. Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem à Atenção Primária à Saúde I Ementa: Aplicação da sistematização da assistência de enfermagem no âmbito da saúde pública com enfoque interdisciplinar, contextualizando o indivíduo, família, comunidade e rede básica de saúde, através da atuação assistencialgerencial-educativa, implantando e implementando ações de intervenção no processo saúde-doença com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Bibliografia Básica: CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2015/2017: Artmed, 606p. DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p. Bibliografia Complementar: PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012. GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 845 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. 132 PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p. 10º SEMESTRE Disciplina: Trabalho de conclusão de Curso- TCCII Ementa: Construção de trabalhos de conclusão de curso, a partir de Técnicas metodológicas, com enfoque transdisciplinar pela iniciação científica, sob orientação. Bibliografia Básica: CRESWELL, John W..Projeto de Pesquisa. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1274p TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014. PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012. Bibliografia Complementar POLIT, Denise F.. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 669. DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 14º Ed.São Paulo: Cortz, 2011. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p. ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística. 3. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 438 p. HULLEY, Stephen B.. Delineando a pesquisa clinica. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 384 Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar II Ementa: Aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no âmbito hospitalar, através de enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto 133 do conhecimento adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Bibliografia Básica: SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 2v NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 298 p. Bibliografia Complementar: BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440 p. SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete. Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem à Atenção Primária à Saúde II Ementa: Aplicação da sistematização da assistência de enfermagem no âmbito da saúde pública com enfoque interdisciplinar, contextualizando o indivíduo, família, comunidade e rede básica de saúde, através da atuação assistencialgerencial-educativa, implantando e implementando ações de intervenção no processo saúde-doença com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Bibliografia Básica: CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 260 p. 134 NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p. DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p. Bibliografia Complementar: PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012. GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre: Artmed, 2012. 845 p. ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013. NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1859 p. PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p. DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina: Enfermagem em oncologia Ementa: Estudo da epidemiologia do câncer, um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Abordagem dos princípios básicos da fisiopatologia do câncer e os mecanismos da carcinogênese, assim como a nomenclatura dos tumores, os fatores de risco associados ao câncer e as ações de prevenção primária e secundária. Aplicação da Sistematização da assistência de Enfermagem ao paciente oncológico na avaliação diagnóstica e nos diversos tratamentos. Orientação e acompanhamento aos familiares e cuidadores sobre a Política Nacional de Humanização. Bibliografia Básica: BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética humana. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 776 p. BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São Paulo: Artmed, 2010. 440 p. GATES, Rose A. ; FINK, Regina M. Segredos em enfermagem oncológica: respostas necessárias ao dia-a-dia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 652 p. 135 Bibliografia Complementar: BONASSA, Edva Moreno Aguilar. Terapêutica oncológica para enfermeiros e farmacêuticos. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2012. 644 p. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 443 p. ROBBINS, Stanley L.. Robbins e Cotran patologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. WASHINGTON manual de oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 664 p. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de Informação. Manual de bases técnicas da oncologia – SIA/SUS - Sistema de Informações Ambulatoriais. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 116 p. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/manual_oncologia_14edicao.pd f>. Disciplina: Biossegurança em Saúde Ementa:. Estudo dos fundamentos e princípios que regem as técnicas corretas de manuseio de equipamentos e materiais hospitalares; áreas críticas, semicríticas e não-críticas. Métodos de limpeza, desinfecção, esterilização, articulando a microbiologia. Segurança do profissional enfermeiro e do paciente sob seus cuidados, precauções com equipamentos de proteção individual (EPIs), para controle das infecções hospitalares (IHs) Bibliografia Básica: LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 663 p. NUNES, Flávio de Oliveira. Segurança e saúde no trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2014. 384 p.. COUTO, Renato C ...[et al.]. Infecção hospitalar e outras complicações não - infecciosas da doença. 4.ed. Rio da Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 904 p. Bibliografia Complementar: HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p.. Manual de biossegurança. Barueri: Manole, 2012. 356 p. 136 FIALHO, Ana Cristina Vasconcelos. Biossegurança na área de saúde: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: EdUFSCar, 2011. 87 p Biossegurança no contexto da saúde. São Paulo: Iátria, 2014. 168 p. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção. Disponível em: <https://online.unisc.br/seer/index.php/epidemiologia/index>. Disciplina: Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem Ementa: Estudo da evolução das organizações de saúde no Brasil e suas interfaces com a enfermagem e outras profissões da saúde. Organização do Sistema único de Saúde, responsabilidade de saúde; federal, estadual e municipal; organização da assistência nos diversos níveis de atendimento à saúde do indivíduo, família e comunidade. Bibliografia Básica: BRASIL, Ministério da Saúde. O SUS de A a Z. 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 475 p. KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p. MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p. Bibliografia Complementar: CAVALCANTI, Clóvis. Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2001. 436 p. LOPES, Márcio. Políticas públicas de saúde: interação dos atores sociais. São Paulo: Atheneu, 2010. 101 p PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde: perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008. VASCONCELLOS, José Luiz Faria. Programas de saúde. 26.ed. São Paulo: Ática, 2002. 256 p. Política Nacional de Promoção da Saúde. Brasília DF: Ministério da Saúde, 2006. 58 p 137 Disciplina: Relações Humanas e Dinâmicas de Grupo Ementa:.Histórico e conceituação da dinâmica de grupo com considerações éticas no uso das técnicas e exercícios de grupo. Bibliografia Básica: WEIL, Pierre. O corpo fala. 69.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p. PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p. VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p.. Bibliografia Complementar: GONÇALVES, Ana Maria. Dinâmica de grupos na formação de lideranças. 10.ed.. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. 152 p. CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 506 p. MAYER, Canisio. Dinâmicas de grupo. 5.ed. Campinas S.P.: Papirus, 2005. 200p. MILITÃO, Albigenor. S.O.S. 19. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2012. 176 p. THOMASON, Calvin C.. Relações Humanas. 9.ed. São Paulo: IBRASA, 1990. 206 p. Disciplina: Inglês Instrumental Ementa: Enfoque nas estratégias de leitura, visando à compreensão do texto escrito em inglês: o estudo do enunciado e suas implicações na compreensão textual: produção de sentenças e/ou parágrafos curtos na língua-alvo e prática integrada das habilidades de expressão e compreensão oral. Bibliografia Básica: BRITTO, Marisa M. Jenkins de. Michaelis inglês gramática prática. 3.ed. São Paulo: Melhoramentos, 2006. 400 p. WILLIAMS, Ivor. English for science and engineering. Estados Unidos da America: Thomson, 2007. 106 p. 138 MURPHY, Raymond. English grammar in use. 2.ed. New York: Cambridge, 2004.379p. Bibliografia Complementar: TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: descomplicado. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 448 p. o inglês HORNBY, A. S. Oxford advanced learner's dictionary CD. New York: Oxford University P ress, 2012. MARTINEZ, Ron. O inglês que você nem imagina que sabe . 4.ed.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 147 p. CAMBRIDGE ONLINE DICTIONARY http://dictionary.cambridge.org/ Dicionário Inglês-Inglês com pronúncia e símbolos fonéticos Acesso em 15/01/2014 WORDREFERENCE ONLINE DICTIONARY http://www.wordreference.com/ Dicionário Inglês-Português Acesso em 15/01/2014 Disciplina: Libras Brasileira de Sinais - LIBRAS Ementa:.Retrospectiva sobre a educação dos surdos no Brasil e alguns marcos importantes; a importância da língua e a aquisição da linguagem; cultura Surda; reconhecimento do status linguístico das Línguas de Sinais; a Língua Brasileira de Sinais e introdução à gramática da Libras. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 241 p. QUADROS, R.M; KARNOOP, L. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Linguísticos. Editora Artmed, 1º Edição. Porto Alegre, 2004. 221p. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos. Porto Alegre: Artmed, 1997. 126 p. Bibliografia Complementar GESSER, Audrel. Libras? Que língua é essa?. São Paulo: Parábola. 2009.87p. CAPOVILLA, Fernando César. Novo Paulo.Universidade de São Paulo 2012. 2V. Delt-Libras. 2. Ed. São FELIPE, Tanya. Libras em contexto. 9.ed. Rio da Janeiro: WalPrint Gráfica, 2009. 187 p. 139 FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para aprendizado de libras. São Paulo: Phorte, 2011. 339 p. HONORA, Márcia. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda cultural, 2011. 336 p. Em cumprimento a lei Nº 9.795 e Decreto Nº 4.281 de 25/06/2002, os assuntos referentes às políticas de Educação Ambiental já constam na disciplina de OPTATIVA - Biossegurança E INTERAÇÃO A SAÚDE COMUNITÁRIA I,do 2º período e Assistência Hospitalar no 8º períodos. E a Educação nas relações Étnico-Raciais e Indígenas, os seus principais tópicos estão contemplados nas disciplinas: Antropologia e Sociologia a Saúde, Interação à Saúde Comunitária I – rede Social e Introdução a Saúde Pública (2º período). 8. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Os estágios têm o objetivo de promover a aprendizagem pela vivência dos conhecimentos aplicados, observação e realização de intervenções em níveis de complexidade sob supervisão do docente. Isto contribuirá para o desenvolvimento cognitivo do futuro profissional. Visando consolidar as novas metodologias de ensino vivencial por meio das atividades extra-muro e oferecer à sociedade, profissionais habilitados para atender com qualidade à população. Cada local de estágio terá um supervisor (professor/ preceptor) designado pelo Coordenador de Estágio. O Estágio Supervisionado será realizado sempre sob a responsabilidade da Instituição de Ensino e desenvolvido em Instituições de direito público ou privado que tenham condições de propiciar experiência prática na linha da formação profissional da habilitação cursada pelo aluno. Para que seja caracterizado como Estágio Supervisionado, é necessária a existência de instrumento jurídico periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições de sua realização. Para tanto, o estágio deverá ser realizado mediante Termo de Compromisso celebrado entre o estudante e 140 a concedente, com a mediação da Instituição de Ensino, mediante Acordo de Cooperação entre as duas entidades. A vivência do aluno ocorrerá ao longo do Curso nas diversas áreas e em níveis de complexidade crescente para permitir maior interação entre a teoria e a prática. A partir do 9º período, esta interação cliente-paciente-aluno se estreitará quando serão implementados os estágios supervisionados. O Estágio Supervisionado do Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO com carga horária prevista de 800 horas para Estágio Supervisionado, de caráter obrigatório, sendo dividido em Estágio Supervisionado I (400h) e Estágio Supervisionado II (400h), nos 9º e 10º semestres, respectivamente, conforme determina as Diretrizes Curriculares Nacionais, ou seja, Resolução CNE/CES 3, de 07 de novembro de 2001 será realizado em Serviços de Saúde Conveniados e em Unidades de Saúde Locais. Os estágios são desenvolvidos de forma articulada e com complexidade crescente ao longo do processo de formação profissional. As disciplinas que oferecem esse tipo de atividade na matriz em vigência são: Estágio Curricular em Assistência Hospitalar (9º e 10º períodos) - Aplicabilidade da Sistematização da Assistência de Enfermagem no âmbito hospitalar, através do enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto do conhecimento adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Estágio Curricular em Assistência à Atenção primária à Saúde (9º e 10º períodos) - Aplicabilidade da Sistematização da Assistência de Enfermagem no âmbito da saúde pública com enfoque interdisciplinar, contextualizando o indivíduo, comunidade e rede básica de saúde, através da atuação assistencial-gerencial-educativa, implantando e implementando ações de intervenção no processo saúde doença com vistas ao aprimoramento do perfil profissional. Os alunos serão inscritos para as disciplinas acima descritas, em caráter obrigatório, com supervisão de campo realizada pelo professor/ preceptor, com frequência e produtividade aferidas pela Disciplina de sua vinculação e Coordenação do curso. Os cursos superiores têm por finalidade precípua preparar o futuro profissional para o mercado de trabalho. Esse fato evidencia a necessidade de, em sua organização, oferecer oportunidades concretas de experimentação na atividade definida para a profissionalização pretendida. Os Estágios Supervisionados merecem um 141 tratamento cuidadoso, pois é nesse espaço do currículo que se pretende estabelecer o devido ajuste entre prática e teoria, sem dicotomia, com a intenção de formar um profissional crítico e competente. As Diretrizes e normas para o Estágio Curricular em Enfermagem desenvolve suas atividades consoantes com os aspectos científicos e técnicos dentro da Enfermagem, com um comportamento ético e social voltado para a saúde da população, respeitando o Código de Ética da Enfermagem, considerando relação alunos/Usuários e o atendimento aos princípios éticos da formação e atuação profissional. O estágio obedece às normas internas da Instituição a que for designado, colaborando para o bom funcionamento da mesma. 8.1. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENFERMAGEM. O presente regulamento tem por objetivo normatizar a realização dos Estágios Supervisionados Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem, do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlo/Porto Nacional (TO), de forma a orientar a realização dessas atividades obrigatórias de formação, que devem representar vinte por cento da carga horária total do curso e serem realizados nos dois últimos períodos letivos, sob supervisão docente de forma indireta e preceptoria de enfermeiros dos serviços de forma direta, conforme estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso. CAPÍTULO I Do Caráter e Definição Artigo 1º - O Estágio Supervisionado Regular é uma atividade curricular de caráter obrigatório, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem do ITPAC/Porto, considerado um componente indispensável à integralização curricular. Parágrafo único - O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem do ITPAC/Porto é composto por duas atividades curriculares de Estágio Supervisionado Regular, sendo elas: CEN2009 Estágio Supervisionado I: o 142 processo de trabalho do enfermeiro na Atenção Básica de Saúde e CEN2010 Estágio Supervisionado II: o processo de trabalho do enfermeiro na rede hospitalar. Artigo 2º - É definido como componente obrigatório pela Resolução CNE/ CES nº 3, de 7 de novembro de 2001 que instituiu as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem, em seu Art. 7º: “Na formação do Enfermeiro, além dos conteúdos teóricos e práticos desenvolvidos ao longo de sua formação, ficam os cursos obrigados a incluir no currículo o estágio supervisionado em hospitais gerais e especializados, ambulatórios, rede básica de serviços de saúde e comunidades nos dois últimos semestres do Curso de Graduação em Enfermagem. Parágrafo Único. Na elaboração da programação e no processo de supervisão do aluno, em estágio curricular supervisionado, pelo professor, será assegurada efetiva participação dos enfermeiros do serviço de saúde onde se desenvolve o referido estágio. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá totalizar 20% (vinte por cento) da carga horária total do Curso de Graduação em Enfermagem proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação”. Parágrafo único – Será caracterizado como uma atividade acadêmica específica do tipo atividade especial coletiva, quando o professor orienta coletivamente um grupo de alunos em atividades de prática para o exercício profissional. CAPÍTULO II Da Obrigatoriedade Artigo 4º - Os Estágios Supervisionados Regulares estão mencionados nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem, conforme disposto na Resolução CNE/CES nº 3 de 07 de novembro de 2001, devendo corresponder ao mínimo de 20% da carga horária total do curso. Artigo 5º - Os Estágios Supervisionados Regulares do Curso de graduação em Enfermagem deverão ser realizados somente quando do cumprimento dos 143 componentes curriculares anteriores aos dois últimos períodos letivos do curso, conforme pré-requisitos estabelecidos em sua estrutura curricular. CAPÍTULO III Das Condições para Realização dos Estágios Artigo 6º - Os Estágios Supervisionados Regulares serão realizados em setores e unidades de saúde públicas conveniadas, sob a responsabilidade dos docentes do curso de Enfermagem do ITPAC/Porto. Parágrafo único - Para os Estágios Supervisionados Regulares desenvolvidos junto a pessoas jurídicas de direito público e privado, faz-se necessária a formalização de convênio a ser firmado diretamente com o ITPAC/Porto ou com agentes de integração com ela conveniados. Artigo 8º - Os Estágios Supervisionados Regulares somente poderão ocorrer em unidades que tenham condições de: I - proporcionar experiências práticas na área de formação do estudante; II - dispor de um profissional enfermeiro para assumir a preceptoria do estudante. Artigo 9º - O estudante na condição de estagiário não gera, em hipótese alguma, vínculo empregatício de qualquer natureza e não pode ser remunerado. Artigo 10º - O estagiário deve, em qualquer situação, estar assegurado contra acidentes pessoais, por meio de seguro de vida e contra acidentes, que deverá ser providenciado pelo ITPAC/Porto, sob responsabilidade da Coordenação de Curso encaminhar a relação dos estudantes a serem segurados previamente para os órgãos institucionais responsáveis por esta atividade. Artigo 11º - Em nenhuma hipótese pode ser cobrada ao estagiário qualquer taxa adicional referente às providências administrativas para a obtenção e realização dos Estágios Supervisionados Regulares. CAPÍTULO IV 144 Do Propósito, Competências, Habilidades e Valores em Formação Artigo 12º - Os Estágios Supervisionados Regulares têm como propósito o desenvolvimento de competências e habilidades para intervir no processo de trabalho da enfermagem nos diversos níveis de atenção à saúde, em serviços de atenção básica, média e alta complexidade. Artigo 13º - Os Estágios Supervisionados Regulares visam o desenvolvimento nos estudantes das seguintes competências/habilidades/valores/atitudes: Estímulo à consciência ética e formação de profissionais cidadãos comprometidos com o Sistema de Saúde; Atuação nos diversos níveis de atenção à saúde em consideração aos pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico; Desenvolvimento da visão da integralidade da atenção articulada às ações de serviços de Atenção Básica, Média e de Alta complexidade; Intervenção no processo saúde-doença com responsabilidade pela qualidade do cuidado de enfermagem nos diferentes níveis de atenção à saúde; Integração das ações de enfermagem às ações multiprofissionais, na promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, numa perspectiva de trabalho interdisciplinar e intersetorial; Gerenciamento do processo de trabalho em enfermagem em todas as áreas de atuação profissional com ênfase na formação generalista; Gerenciamento dos serviços de saúde e de enfermagem nos diversos níveis de atenção à saúde; Planejamento, implementação e participação nos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde; Planejamento e implementação das ações de vigilância à saúde, considerando a especificidade dos diferentes perfis de grupos sociais e dos distintos processos de saúde-doença; 145 Desenvolvimento, participação e aplicação dos processos de investigação e outras formas de produção de conhecimento que objetivam a qualificação da organização tecnológica que dá suporte à prática profissional; Respeito aos preceitos éticos, valores, princípios e atos normativos da profissão; Intervenção na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como sujeito de transformação; Realização da avaliação epidemiológica e clínica dos indivíduos e grupos sociais; Correlacionamento do perfil da população com seus determinantes e com a organização dos serviços de saúde; Estabelecimento de planos estratégicos de ação da equipe de enfermagem na intervenção coletiva em saúde; Identificação das necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes; Aplicação de cuidados de enfermagem compatíveis com as necessidades do indivíduo, família e dos diferentes grupos sociais; Sistematização de planos de intervenção clínico-epidemiológica em serviços de atenção básica, média e alta complexidade, de forma segura e humanizada; Identificação de competências e determinação dos responsáveis pelas ações e procedimentos no processo de cuidar da enfermagem, institucionalizados ou não; Avaliação de qualidade e do impacto das ações implementadas na prática da enfermagem; Utilização de instrumentos gerenciais de planejamento, organização e avaliação na gerência de serviços nos diversos níveis de atenção à saúde; Adoção de métodos e princípios científicos na realização do processo de investigação; Aplicação de resultados da produção de conhecimentos específicos ou de outras áreas no aprimoramento da prática profissional. 146 Parágrafo único - As atividades dos Estágios Supervisionados Regulares deverão ser desenvolvidas de acordo com a proposta educacional, a missão do curso e os princípios e Diretrizes do Projeto Pedagógico vigente. CAPÍTULO V Do Funcionamento e Equipe dos Estágios Supervisionados Regulares Artigo 15º - Os Estágios Supervisionados Regulares deverão ser desenvolvidos em serviços de saúde nos diversos níveis de atenção, desde a atenção básica, média até os de alta complexidade, e ter como base um programa e carga horária a serem cumpridos conforme exigências do Projeto Pedagógico do Curso, quando o aluno será supervisionado indiretamente em suas atividades de estágio por docente enfermeiro do curso de enfermagem e supervisionado diretamente por um enfermeiro do serviço que atuará como preceptor. Artigo 16º - As equipes dos Estágios Supervisionados Regulares serão compostas pelo coordenador do curso, coordenador de estágios, docentes supervisores, enfermeiros preceptores dos serviços de saúde e alunos devidamente matriculados nestas atividades. Parágrafo 1º - Compete ao coordenador do curso, que se constitui de um professor do quadro do curso de enfermagem do ITPAC/Porto: § 1º - Confirmar matrícula dos estudantes § 2º - Garantir seguro para os estudantes; § 3º - Conferir termos de estágios e convênios; § 4º - Apreciar os planos de atividades de estágios no início de cada período letivo; § 5º - Analisar e aprovar as escalas de acompanhamento das atividades de estágios; Parágrafo 2º - Compete ao coordenador de estágios, que se constitui de um professor do quadro permanente de professores do curso de enfermagem do ITPAC/Porto, dentre os supervisores de estágio: 147 § 1º - Articular com instituições de saúde as vagas para realização dos estágios e formalizar o encaminhamento dos estudantes e supervisores; § 2º - Verificar a necessidade da celebração ou atualização dos convênios; § 3º - Promover de forma processual a integração entre o ITPAC/Porto e os enfermeiros preceptores, com promoção de atividades para formação/qualificação da preceptoria; § 4º - Realizar reuniões com docentes supervisores e preceptores para planejamento, acompanhamento e avaliação dos estágios; § 5º - Mediar e resolver conflitos relacionados aos estágios e garantir o seu funcionamento. Parágrafo 3º - Compete aos docentes supervisores, que se constituem de professores do quadro do curso de enfermagem do ITPAC/Porto: § 1º - Participar do planejamento, acompanhamento e avaliação dos estágios junto à coordenação dos estágios; § 2º - Realizar visitas sistemáticas aos Serviços de Saúde para o devido acompanhamento dos estudantes nos estágios, com periodicidade mensal; § 3º - Manter contatos permanentes com os preceptores para orientação sobre o programa e o monitoramento dos estágios; § 4º - Realizar reuniões com os estudantes e preceptores para avaliação dos estágios; § 5º - Estimular a participação dos preceptores nos grupos de pesquisa do curso de enfermagem. Parágrafo 4º - Compete aos enfermeiros preceptores dos serviços de saúde, que se constituem em enfermeiros dos serviços de saúde da rede de atenção à saúde pública conveniado: § 1º - Receber o estudante na unidade de saúde; § 2º - Acompanhar diretamente o aluno nas atividades desenvolvidas mediante o programa dos estágios; § 3º - Apoiar os estudantes por meio de orientações e supervisão conforme as necessidades demandadas; § 4º - Manter contatos permanentes com o docente supervisor para mantê-lo informado sobre o andamento dos estágios; § 5º - Realizar avaliações periódicas do desempenho do aluno conforme orientação do docente supervisor; 148 § 6º - Participar das reuniões com alunos e docentes supervisores para avaliação dos estágios; § 7º - Participar de atividades de formação/qualificação promovidas pelo Curso de Enfermagem, especificamente para o desenvolvimento das atividades de preceptoria. Parágrafo 5º - Compete aos alunos matriculados nas atividades dos Estágios Supervisionados Regulares: § 1º - Cumprir a programação estabelecida com pontualidade e assiduidade; § 2º - Cumprir as exigências legais regulamentadoras; § 3º - Agir conforme os preceitos éticos e profissionais considerando o Código de Ética e a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem; § 4º - Participar das reuniões e atividades agendadas; § 5º - Esclarecer dúvidas junto à coordenação, docente supervisor e preceptor; § 6º - Manter bom relacionamento com todos os profissionais dos serviços utilizados para realização dos estágios; § 7º - Cumprir integralmente o cronograma de atividades dos estágios programadas para todo o período de realização dos estágios. CAPÍTULO VI Do Processo Avaliativo Artigo 17º - A avaliação do Estágio Supervisionado Regular ocorrerá de forma contínua e abrangerá a avaliação das condições de aprendizagem ofertadas pelo campo e a avaliação do desempenho do estudante. Artigo 18º - A avaliação das condições de aprendizagem deverá ser feita mediante visitas e reuniões que envolverão a coordenação de estágio, os docentes supervisores e os preceptores. Artigo 19º - A avaliação do desempenho do estudante, com caráter formativo, deve ser feita pelo preceptor, por setor de atuação, a partir de um instrumento elaborado (Apêndices B e C) para este fim, e tomará como base as competências e habilidades que abordarão aspectos cognitivos, técnicos e atitudinais. 149 Artigo 20º - O docente supervisor deverá acompanhar a avaliação de desempenho do aluno e auxiliar/orientar o preceptor conforme necessidades. Artigo 21º - Para fins de avaliação final dos Estágios Supervisionados Regulares será levado em consideração o cumprimento da carga horária total da atividade, devendo, obrigatoriamente, cumprir integralmente a carga horária sob pena de não aprovação por nota. CAPÍTULO VII Das Disposições Finais e Transitórias Artigo 23º - A antecipação dos estágios e/ou seu aproveitamento, bem como solicitação para cursar os Estágios Supervisionados Regulares I e II concomitante serão vetadas, não havendo possibilidades de negociação para antecipar a integralização curricular do curso. Parágrafo único - Somente nas situações específicas de comprovação de aprovação em concurso público e nomeação para cargo efetivo, bem como documento que oficialize sua contratação em serviços privados, os estudantes do último período do curso poderão solicitar aproveitamento e/ou antecipação das atividades, desde que cumprido o mínimo de 50% dos componentes curriculares Parágrafo 4º - Compete aos enfermeiros preceptores dos serviços de saúde, que se constituem em enfermeiros dos serviços de saúde da rede de atenção à saúde pública conveniado: § 1º - Receber o estudante na unidade de saúde; § 2º - Acompanhar diretamente o aluno nas atividades desenvolvidas mediante o programa dos estágios; § 3º - Apoiar os estudantes por meio de orientações e supervisão conforme as necessidades demandadas; § 4º - Manter contatos permanentes com o docente supervisor para mantê-lo informado sobre o andamento dos estágios; 150 § 5º - Realizar avaliações periódicas do desempenho do aluno conforme orientação do docente supervisor; § 6º - Participar das reuniões com alunos e docentes supervisores para avaliação dos estágios; § 7º - Participar de atividades de formação/qualificação promovidas pelo Curso de Enfermagem, especificamente para o desenvolvimento das atividades de preceptoria. Parágrafo 5º - Compete aos alunos matriculados nas atividades dos Estágios Supervisionados Regulares: § 1º - Cumprir a programação estabelecida com pontualidade e assiduidade; § 2º - Cumprir as exigências legais regulamentadoras; § 3º - Agir conforme os preceitos éticos e profissionais considerando o Código de Ética e a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem; § 4º - Participar das reuniões e atividades agendadas; § 5º - Esclarecer dúvidas junto à coordenação, docente supervisor e preceptor; § 6º - Manter bom relacionamento com todos os profissionais dos serviços utilizados para realização dos estágios; § 7º - Cumprir integralmente o cronograma de atividades dos estágios programadas para todo o período de realização dos estágios. CAPÍTULO VI Do Processo Avaliativo Artigo 17º - A avaliação do Estágio Supervisionado Regular ocorrerá de forma contínua e abrangerá a avaliação das condições de aprendizagem ofertadas pelo campo e a avaliação do desempenho do estudante. Artigo 18º - A avaliação das condições de aprendizagem deverá ser feita mediante visitas e reuniões que envolverão a coordenação de estágio, os docentes supervisores e os preceptores. Artigo 19º - A avaliação do desempenho do estudante, com caráter formativo, deve ser feita pelo preceptor, por setor de atuação, a partir de um instrumento elaborado (Apêndices B e C) para este fim, e tomará como base as 151 competências e habilidades que abordarão aspectos cognitivos, técnicos e atitudinais. Artigo 20º - O docente supervisor deverá acompanhar a avaliação de desempenho do aluno e auxiliar/orientar o preceptor conforme necessidades. Artigo 21º - Para fins de avaliação final dos Estágios Supervisionados Regulares será levado em consideração o cumprimento da carga horária total da atividade, devendo, obrigatoriamente, cumprir integralmente a carga horária sob pena de não aprovação por nota. CAPÍTULO VII Das Disposições Finais e Transitórias Artigo 23º - A antecipação dos estágios e/ou seu aproveitamento, bem como solicitação para cursar os Estágios Supervisionados Regulares I e II concomitante serão vetadas, não havendo possibilidades de negociação para antecipar a integralização curricular do curso. Parágrafo único - Somente nas situações específicas de comprovação de aprovação em concurso público e nomeação para cargo efetivo, bem como documento que oficialize sua contratação em serviços privados, os estudantes do último período do curso poderão solicitar aproveitamento e/ou antecipação das atividades, desde que cumprido o mínimo de 50% dos componentes curriculares do semestre, mediante requerimento escrito devidamente comprovado, que serão analisados e deliberados pelo Colegiado do Curso de Graduação para cada caso específico. Artigo 24º - Os Estágios Curriculares Regulares serão realizados nos serviços de saúde do município de Porto Nacional e Palmas conveniada pelo ITPAC/Porto. Artigo 25º - Os casos não previstos, situações especiais e dúvidas emanadas deste Regulamento serão resolvidos exclusivamente pelo Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem. 152 Artigo 26º - Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação. 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso de Enfermagem da FAPAC, é regulamentado e institucionalizado. O objetivo do Trabalho de Conclusão de Curso é “propiciar ao corpo discente a produção de conhecimento científico na área da ciência da saúde, mediante trabalho de pesquisa, normatizado metodologicamente e embasado por sólidos princípios científicos”. O TCC além da finalidade regimental de integralizar o currículo pleno do Curso tem como objetivos específicos: Dinamizar as atividades acadêmicas; Estimular a iniciação científica; Desenvolver atividades de pesquisa e extensão; Demonstrar a habilidade adquirida durante o curso; Aprimorar a capacidade de interpretação e crítica científica. Art. 1º. Este conjunto de disposições normatiza atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Graduação em Enfermagem do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC – Porto. Parágrafo Único – Será considerado TCC de Graduação de iniciação científica desenvolvido por aluno (s), sob a orientação de um professor do curso de Enfermagem ou de cursos de áreas afins. Art. 2º. O TCC no curso de Graduação em Enfermagem do ITPAC-Porto é atividade obrigatória determinada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais DCN´s. Art. 3º. A definição do Professor Orientador é de livre escolha do aluno, devendo o professor manifestar seu aceite por escrito, incluindo co-orientação, se houver. Art. 4º. Professor orientador fará parte da banca examinadora, deverá estar presente na defesa do (s) orientando (s), na posição de observador. Deverá 153 registrar as sugestões da banca examinadora e posteriormente, fazer os ajustes sugeridos no momento da defesa, juntamente com o orientando. Art. 5º. A abertura dos trabalhos, apresentação inicial dos orientandos, orientador, do título do projeto de pesquisa e/ou artigo científico, elaboração da ata e leitura final fica na responsabilidade do professor da disciplina ou representante. Art. 6º. A definição da banca examinadora do trabalho de conclusão de curso, ficará na responsabilidade do professor titular da disciplina de TCC-1 e/ou 2 e do professor assistente, devendo ser observado as linhas de pesquisa de cada examinador para composição da banca. Art. 7º. O número de projetos orientados para cada professor será de três (04), incluindo o artigo científico (TCC-2), semestralmente. Art. 8º. Ao professor orientador de TCC do curso de Enfermagem lhe será atribuída uma carga horária de uma (01) hora semanal por trabalho orientado. Art. 9º. O TCC envolve as seguintes etapas: elaboração e aprovação do projeto, execução do projeto; elaboração do artigo científico, apresentação perante Banca Examinadora e socialização dos resultados em sessão aberta à comunidade. Art. 10º. O período decorrido desde a elaboração do projeto de pesquisa (TCC1) e do artigo científico (TCC-2) será de um (01) ano a partir da matricula do aluno nas referidas disciplinas. Art. 11º. Todos os projetos de pesquisas deverão ser enviados para o Comitê de Ética e Pesquisa definido pela Diretoria Acadêmica, Coordenação de Curso e Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex) do ITPACPorto. 154 Art. 12º. Para obtenção parcial do grau de Bacharel em Enfermagem será obrigatório a elaboração do projeto de pesquisa, definido pela Diretoria Acadêmica, Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex) e Coordenação de Curso da FAPAC com envio para o CEP. Art. 25º. O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor habilitado para o tema ou assunto vinculado ao Curso de Enfermagem ou cursos afins do ITPAC-Porto. § 1º O orientador é escolhido pelo aluno, conforme banca de orientadores disponibilizados pela Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex), com linhas de pesquisas pré-estabelecidas, ou em casos especiais indicados pelo Colegiado de Curso, prioritariamente, entre os professores que compõem o corpo docente do curso, formalmente a orientação, após anuência expressa do professor e homologação pelo Colegiado do Curso. Art. 26º. É considerado aluno em fase de elaboração de TCC, todo aquele regularmente matriculado nas disciplinas de TCC-1 e TCC-2. Art. 27º. O TCC deverá seguir as seguintes etapas para sua elaboração: Elaboração do projeto de pesquisa; Aprovação pelo Comitê de Ética, quando assim o requerer; Implementação das etapas definidas no projeto de pesquisa; Elaboração de artigo científico; Readequação e ajustes apontados na apresentação de banca examinadora; Entrega da versão final do artigo científico aprovado pela banca examinadora. Art. 30º. O(s) aluno(s), em número de 1, quando for o caso, sob a orientação do professor orientador, deve elaborar o projeto de pesquisa, conforme estabelece a disciplina de TCC-1. Atendendo ao que dispõe as normas para as orientações pelo aluno e professor orientador. Art. 31º. A elaboração do projeto de pesquisa deve seguir os critérios técnicos estabelecidos pelas normas vigentes da ABNT/normas. 155 Art. 33º. A elaboração do artigo científico deve seguir os critérios técnicos estabelecidos pelas normas Internacionais de Vancouver. Art. 36º. O artigo científico será entregue para sua avaliação aos professores, da linha de pesquisa do tema do TCC, componentes da Banca Examinadora, conforme aprovação pelo Colegiado de Curso. § 1° A Banca Examinadora é composta por 03 (três) professores 02 (dois) professores indicados pelo titular da disciplina de TCC-2 e pelo Assistente de Disciplina, de acordo com a linha de pesquisa do tema do TCC e um professor convidado de outra instituição. Art. 38º. A avaliação do TCC-2 será composta por duas etapas; uma avaliação com atribuição de nota do artigo científico, entregue à banca examinadora e uma avaliação da apresentação oral, pública com a presença dos 03 (três) membros da banca. Art. 39º. Cabe ao professor responsável pela disciplina TCC-2 com anuência do NDE elaborar e publicar calendário fixando prazos para cada uma das etapas de avaliação dos artigos e apresentações, quando for o caso. Art. 41º. O artigo científico deverá ser entregue a todos os membros da banca, no mínimo, sete (07) dias úteis antes da data de avaliação. Art. 42º. Na apresentação, o(s) aluno(s) tem até 20 (vinte) minutos para apresentar o artigo e cada membro da Banca Examinadora, 20 (vinte) minutos para fazer sua argüição e vinte (20) minutos para fechamento da nota e leitura da ATA. Parágrafo Único: O tempo total para defesa do Trabalho de conclusão de curso (TCC_2), não poderá ultrapassar o período de 1 (uma) hora. Art. 45º. A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora em cada avaliação, professor titular da disciplina e professor orientador. Parágrafo único – Para 156 aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a 60 (sessenta) na média aritmética das notas individuais. Art. 50º. A versão final do trabalho a ser encaminhado para a Biblioteca do ITPAC/PORTO via Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex) em arquivo digital, contendo (um) 01 CD com cópia em Word e PDF juntamente com a ficha catalográfica salva no corpo do artigo em um prazo limite de 15 dias a contar da data de aprovação final. Art. 51º. Esta norma só poderá ser alterada pela Diretoria Acadêmica, Núcleo de Docentes Estruturantes e Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex), sendo de competência deste dirimir dúvidas referentes à sua interpretação, bem como atuar nos casos omissos, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários. Art. 52º. Esta norma entra em vigor a partir da data de sua aprovação. Art. 53º. Revogam-se as disposições em contrário. 10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O PPC do curso de Enfermagem contempla as Atividades Complementares conforme o Art. 8º da Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001. São entendidas como Atividades Complementares as práticas de complementação do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvidas ao longo do Curso de Graduação em Enfermagem. As atividades compõem um conjunto de propostas do Ministério da Educação a fim de promover novos paradigmas educacionais que despertem no discente uma postura mais comprometida com a formação escolhida e com a realidade no qual está inserido. As atividades complementares sejam elas acadêmicas, científicas, sociais e/ou culturais e até mesmo políticas, incrementadas e institucionalizadas, tem como objetivo permitir ao aluno o desenvolvimento de 157 suas capacidades e habilidades individuais, como também construir seu próprio aprendizado. A escolha dessas práticas formativas são voluntárias e realizadas pelos acadêmicos de acordo com a sua visão de futuro profissional crítica, reflexiva e preocupada com seu papel dentro da sociedade. Além da participação em eventos, estão contempladas nas atividades complementares aquelas relacionadas com o Programa Institucional de Extensão (PIEX) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); Programas que abrangem as seguintes modalidades: a) Monitoria - ação de cooperação dos corpos discente e docente, nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, efetuadas em trabalhos de laboratório, biblioteca, de campo e outras compatíveis com seu nível de conhecimento e experiência relativo aos componentes curriculares e que possam desenvolver habilidades que favoreçam ao aluno iniciar sua preparação para a iniciação à docência; b) Práticas Integradas – atividades realizadas de forma a integrar conteúdos de vários componentes curriculares, realizadas preferencialmente em Laboratórios e em áreas extra-campus; c) Iniciação Científica - conjunto de atividades ligadas a programas e projetos desenvolvidos pelo Aluno, sob orientação do Docente; d) Atividades de Aprimoramento do Conhecimento – atividades de ensinoaprendizagem, ministradas por docentes do ITPAC Porto Nacional, que configurem aprimoramento do conhecimento relacionado ao processo de formação profissional; e) Projetos de Extensão – ações processuais de caráter educativo, cultural, artístico, social, científico e/ou tecnológico, que envolvam Docentes / Discentes e que são desenvolvidas junto à comunidade, mediante ações sistematizadas; f) Cursos de Extensão – cursos ofertados à comunidade sob forma de formação continuada, objetivando a socialização do conhecimento acadêmico, potencializando o processo de interação universidade- sociedade; g) Eventos de Extensão em Geral – incluindo Congressos, Seminários, Jornadas e similares realizados fora da IES, que possuam o propósito de produzir, sistematizar, divulgar e intercambiar conhecimentos, tecnologias e bens culturais; 158 h) Eventos de Extensão promovidos pela IES – incluindo Congressos, Seminários, Jornadas e similares realizados, que possuam o propósito de produzir, sistematizar, divulgar e intercambiar conhecimentos, tecnologias e bens culturais; i) Produtos de Extensão - produtos susceptíveis à disseminação e intercâmbio de saberes e inovações; elaboração de relatórios, artigos técnicos e similares e publicação didático- pedagógica e de divulgação técnica–científica–artística– cultural em anais e periódicos; j) Ligas Acadêmicas - criadas e organizadas por acadêmicos, professores e profissionais que apresentam interesses em comum, constituem-se por atividades extraclasses e desenvolvem ações voltadas para o ensino. 10.1. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM O PPC do curso de Enfermagem contempla as Atividades Complementares conforme o Art. 8º da Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001. São entendidas como Atividades Complementares as práticas de complementação do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvidas ao longo do Curso de Graduação em Enfermagem. As atividades compõem um conjunto de propostas do Ministério da Educação a fim de promover novos paradigmas educacionais que despertem no discente uma postura mais comprometida com a formação escolhida e com a realidade no qual está inserido. As atividades complementares sejam elas acadêmicas, científicas, sociais e/ou culturais e até mesmo políticas, incrementadas e institucionalizadas, tem como objetivo permitir ao aluno o desenvolvimento de suas capacidades e habilidades individuais, como também construir seu próprio aprendizado. A escolha dessas práticas formativas são voluntárias e realizadas pelos acadêmicos de acordo com a sua visão de futuro profissional crítica, reflexiva e preocupada com seu papel dentro da sociedade. Art. 1º. As atividades complementares são OBRIGATÓRIAS e devem totalizar duzentas horas (200) horas conforme a matriz curricular 2015/1. 159 Art. 2º. As atividades complementares podem ser realizadas a qualquer momento, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste Regulamento e poderá ser realizado desde o primeiro semestre do curso. Art. 3º. Para que as Atividades Complementares sejam validadas, o aluno deverá apresentar documentação que comprove sua participação, onde deverá constar a carga horária e a atividade que foi desenvolvida. Art. 4º. As Atividades Complementares estão divididas em três grupos: ensino, pesquisa e extensão. Art. 5º. O aproveitamento da carga horária de cada atividade será de acordo com os critérios e condições estabelecidas na tabela abaixo, onde está designada a pontuação, a carga horária máxima para cada atividade de ensino, pesquisa ou extensão, e a forma de comprovação de participação. Atividades de ensino Monitoria Estágio nãoobrigatório Participação em cursos em áreas afins Organizar e conferenciar cursos em áreas afins Intercâmbio universitário Participação em Curso de Idiomas e de Informática Pontuação Cada semestre de monitoria equivale à 30h. Cada estágio equivale à 30h. Cada curso equivale à carga horária do certificado. Cada curso equivale à carga horária do certificado. Cada intercâmbio equivale à carga horária constante na declaração. Cada curso equivale à carga horária do certificado. Atividades de pesquisa Pontuação Participação em Cada semestre Carga horária máxima a pontuar Comprovação 60h Certificado emitido pela Coopex. 60h Declaração certificando a realização do estágio. 30h Certificado de participação. 45h Certificado de participação. 60h Certificado de participação da instituição e histórico. 30h Certificado de participação. Carga horária máxima a pontuar 60h Comprovação Certificado emitido pela Coopex. 160 grupos de pesquisa ou em projetos de iniciação científica. Artigo publicado em periódico indexado. Outras formas de publicação científica (livro, capítulo de livro e similares). Atividades de extensão Participação em projetos de extensão institucionais. Participação em campanhas públicas de vacinação e outras da área da saúde. Participação em projetos sociais de voluntariado na comunidade na área da saúde. Participação na comissão organizadora de eventos científicos e culturais. Participação em eventos internos como ouvinte (semanas acadêmicas, simpósios, congressos, conferências, entre outros) na área da saúde. Participação em eventos externos como ouvinte (debates, exposições, simpósios, congressos, mesas-redonda, entre outros), na área da saúde. de participação equivale à 30h. Cada artigo publicado equivale à 20h. 60h Carta de aceite e o artigo publicado. Cada trabalho publicado equivale à 15h. 45h Documento que comprove a publicação. Pontuação Carga horária máxima a pontuar Comprovação Cada semestre de participação equivale à 30h. 60h Certificado emitido pela Coopex. 30h Documento que comprove participação. Cada participação equivale à 10h. 30h Documento que comprove participação. Cada participação equivale à 15h. 45h Certificado de participação na comissão organizadora do evento. 60h Documento que comprove participação. 60h Documento que comprove participação. Cada campanha equivale à 10h. Cada evento equivale à carga horária constante no certificado. Cada evento equivale à carga horária constante no certificado. 161 Participação como conferencista em eventos científicos. Apresentação oral de trabalhos em congressos, semanas acadêmicos, simpósios, etc. Apresentação de trabalhos em eventos científicos (painéis e congêneres). Participação em oficinas. Visitas técnicas. Representação estudantil nos colegiados institucionais, diretórios acadêmicos, centros acadêmicos e outras entidades. Participação como ouvinte em bancas de defesa de monografias de graduação e pós-graduação, dissertações de mestrado e teses de doutorado na área da saúde. Cada evento equivale à 20h. 60h Documento que comprove participação. Cada apresentação equivale à 15h. 45h Documento que comprove participação. Cada trabalho apresentado equivale à 10h. 30h Comprovante de apresentação e anais do evento. 45h Documento que comprove participação. 45h Documento que comprove participação. Cada semestre de representação equivale à 15h. 30h Documento que comprove a representação estudantil. Cada participação equivale à 1h. 4h Documento que comprove a participação como ouvinte. Cada oficina equivale à carga horária constante no certificado. Cada visita técnica equivale à carga horária constante no certificado. Art 6º. Cabe à Coordenação do Curso de Enfermagem a apreciação e validação dos documentos protocolados pelo aluno. § 1º O aluno deverá consultar previamente a Coordenação de curso, para obter orientação a respeito do aproveitamento das Atividades Complementares e 162 sobre a documentação necessária para comprovação de participação em Atividades Complementares. § 2º Caberá à Coordenação do curso de Enfermagem preencher, em ficha individual do aluno, a carga horária da atividade realizada; § 3º Os comprovantes das Atividades Complementares (cópia com visto ou segunda via) apresentados pelos alunos permanecerão arquivados na pasta do aluno. § 4º A Coordenação do curso de Enfermagem pode recusar a Atividade Complementar se considerar inadequado o comprovante ou insatisfatório o desempenho do aluno. Se for necessário, o Coordenador poderá pedir o original da cópia fornecida pelo aluno. Art. 7º. Não serão consideradas Atividades Complementares as atividades obrigatórias da estrutura curricular do curso de Enfermagem. Art. 8º. O aluno que ingressa no curso de Enfermagem por meio de transferência, caso não tenha realizada as Atividades Complementares, fica sujeito ao cumprimento de carga horária de Atividades Complementares conforme este regulamento. Caso tenha realizado deve solicitar à Coordenação do curso de Enfermagem o cômputo da carga horária atribuída pela instituição de origem, observadas as seguintes condições: a) As Atividades Complementares realizadas na instituição/curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento; b) A carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior à conferida por este regulamento à atividade idêntica ou similar. Art. 9º. As Atividades Complementares que ocorrerem em horário de aulas não abonarão faltas, tampouco será concedido qualquer tipo de reposição de aulas, práticas, estágios ou avaliações, devendo o aluno responsabilizar-se por seu limite de 25% admitido para fins de aprovação por freqüência Art. 10º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Enfermagem. 163 Art. 11º. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário existentes sobre a matéria, tornando-o público pela Coordenação do Curso de Enfermagem. 11. MONITORIA O ITPAC–PORTO – Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda, tem como interesse primordial gerar recursos humanos de qualidade intelectual e tecnológica para atuarem nas funções inerentes as suas formações profissionais. Para tanto, além da busca da excelência em suas atividades didáticas e laboratoriais, mantém, junto à comunidade acadêmica o Programa Institucional de Monitoria (PIM). Esse programa de Monitoria tem como objetivo, oportunizar ao monitor experiência da vida acadêmica, promover a integração de alunos de séries ou períodos mais avançados com os demais, a participação em diversas funções da organização e desenvolvimento das disciplinas do curso, além de treinamento em atividades didáticas. Levando-se em conta a melhoria da qualidade do ensino e a quantidade de atividades que o aluno deve realizar em que é natural o surgimento de dúvidas; O ITPAC PORTO mantém o sistema de plantões de monitoria, em que o monitor, de uma determinada disciplina, está disponível, semanalmente, para orientar os colegas na execução de trabalhos e auxiliá-los nas dúvidas. O curso de Enfermagem conta com as seguintes disciplinas ofertadas com monitoria para os alunos, em duas modalidades: bolsista e voluntário. A instituição fomenta a modalidade bolsista com desconto na mensalidade do curso, chegando até 15% do valor do curso para o acadêmico. Segue abaixo as disciplinas e a modalidade de bolsa oferecida pela instituição. PROFESSOR(A) Felipe Camargo Munhoz MODALIDADE Bo lsi st as DISCIPLINA ANATOMIA HUMANA I 164 Prof. Drª Josefa Moreira do Nascimento Rocha Prof. Esp. Andre Moreira Rocha HISTOLOGIA HUMANA Prof. Drª Josefa Moreira do Nascimento Rocha Prof. Esp. Andre Moreira Rocha ANATOMIA HUMANA I ANATOMIA HUMANA I Felipe Camargo Munhoz Felipe Camargo Munhoz SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA APLICADA A ENFERMAGEM Edmilson Andrade Reis SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA APLICADA A ENFERMAGEM Edmilson Andrade Reis SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA APLICADA A ENFERMAGEM Edmilson Andrade Reis Voluntários BIOLOGIA CELULAR/HISTOLOGIA BÁSICA 12. ATENDIMENTO AO DISCENTE Um dos princípios pelo qual a Instituição pauta suas ações refere-se ao acompanhamento sistemático do desempenho dos alunos, de forma a maximizar o seu rendimento e diminuir os índices de retenção e de evasão. Existe ainda na FAPAC, um Núcleo de Apoio Psicopedagógico que é coordenado por um profissional da área de psicologia. O Apoio Psicopedagógico é desenvolvido a partir da implantação de duas ações básicas: a atenção ao aluno pelo professor, com orientação de atividades em horário extra-classe, a partir de implantação de carga horária para este fim e da orientação educacional. Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático da equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo o uso de diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis. A Coordenação de Curso de Enfermagem organiza o horário de permanência dos docentes, com a finalidade de realizar a orientação acadêmica e a iniciação científica, organizado no sentido de apoiar o aluno na sua caminhada acadêmica. Aos docentes cabe ainda acompanhar o 165 desempenho de seus alunos, promovendo assim as condições para a interação do aluno com a instituição e com a comunidade acadêmica, estimulando o acesso permanente ao conhecimento e a apropriação de competências necessárias para o seu desempenho profissional. Considerando, ainda, o Regimento da Instituição, o corpo discente tem como órgão de representação o Centro Acadêmico, regido por regimento próprio, por ele elaborado, de acordo com a legislação pertinente, que tem participação com direito a voz e voto nos órgãos onde se fizer representado e funciona regularmente com amplo apoio institucional. A Diretoria Acadêmica estimula e busca desenvolver, em conjunto com o Centro Acadêmico, atividades culturais e profissionais que estimulem as capacidades humanísticas, sociais e de educação permanente de seus educandos. Há um Programa de Nivelamento Acadêmico (PNA) que visa ofertar vagas que atendam a minoria e garantam a permanência do ediscente no curso através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes competir em igualdade de condições nos processos de ensino-aprendizado. Em relação aos programas de apoio financeiro, a FAPAC, conforme objetivos e metas institucionais definidas em seu Plano de Desenvolvimento Institucional, destina parcela de seus recursos orçamentários para programas de bolsas e apoio financeiro a alunos, além de aderir e proporcionar a estrutura adequada de incentivo e apoio à participação dos alunos em programas oficiais de apoio financeiro e financiamento estudantil tais como: - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) – que concede empréstimo para o Ensino superior junto à Caixa Econômica Federal e/ou Banco do Brasil em conformidade com MEC, no qual o Governo Federal oferece, aos alunos matriculados em cursos de graduação, financiamento de 50% a 100% das parcelas de semestralidade; - Programa Universidade para Todos (PROUNI) que beneficia estudantes de baixa renda com a concessão de bolsas integrais ou parciais para ingresso em cursos de graduação, a partir da adesão da instituição ao Programa, podendo participar da seleção candidatos que tenham participado do ENEM, cursado o Ensino Médio completo em escola pública ou em particular na condição de bolsista integral. 166 12.1. PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO- PNA O PNA visa ofertar vagas que atendam a minorias e garantam a permanência do educando na educação superior através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes competir em igualdade de condições nos processos de ensino-aprendizado dos cursos de graduação. É acompanhado sistematicamente por uma Coordenação nomeada pela Direção Acadêmica especificamente para esse fim. Com a supervisão da Coordenação de cada Curso de Graduação, o PNA destina-se prioritariamente aos alunos ingressantes matriculados no 1º período de cada Curso de Graduação e objetiva, dentre vários fins: a) possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de Biologia, Física, Matemática, Língua Portuguesa/Redação, Química e Informática; b) reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras séries do curso; c) possibilitar aos acadêmicos o aprimoramento e a ampliação de conhecimentos e/ou habilidades. 12.2. NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP Com o objetivo de promover melhoria das relações sócio afetivas como apoio ao processo de aprendizagem, a FAPAC – ITPAC PORTO NACIONAL instituiu um Programa de Apoio Psicopedagógico ao Estudante de Enfermagem. A principal função deste programa é de colocar profissional especializado à disposição dos alunos, oferecendo apoio pedagógico e psicológico para grupos, visando à adaptação do estudante ao curso, em cada uma de suas etapas de inserção na vida acadêmica; apoio psicológico ou psiquiátrico, por encaminhamento, se necessário; e sessões de orientação e acompanhamento nos estudos, individual e coletivo, para favorecer a melhoria das capacidades, relações e condições sócio afetivas, que constituem um elemento crucial para o êxito no processo de aprendizagem. 167 Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático da equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo o uso de diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis. O serviço do NAP é um espaço em que a comunidade da FAPAC/ ITPAC PORTO NACIONAL pode refletir sobre as situações vivenciadas, seja na vida afetiva, no trabalho, na faculdade, nas relações sociais. Objetiva promover a melhoria das relações sócio afetivas como apoio ao processo de aprendizagem e, para tanto, conta com uma equipe composta por Médica Psiquiatra, Mestranda em Ciências no IPEN-USP; Psicóloga, Terapeuta Cognitivo-Comportamental e Psicóloga da Saúde e uma Psicóloga, Especialista em Educação, Mestranda em Psicologia pela PUCGoiás. 12.3. LIGAS ACADÊMICAS As ligas acadêmicas são um espaço dinâmico de atuação pró- ativa dos discentes em parceria com os docentes em projetos de extensão e pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, principalmente, na área da saúde, que tem por objetivo a atualização e a promoção de novos conhecimentos científicos como uma iniciativa estudantil, bem como a aquisição de novas habilidades e o trabalho em equipe. No âmbito da extensão, propõem projetos com a exposição do discente à realidade social da população com a qual convive. São entidades sem fins lucrativos com duração ilimitada. Criadas e organizadas por acadêmicos, professores e profissionais que apresentam interesses em comum. Constituem-se por atividades extraclasses e desenvolvem ações voltadas para o ensino e para educação médica. O grupo de alunos é supervisionado e coordenado por professores e profissionais referente a área em questão, que irão otimizar a realização das atividades e a elaboração das linhas de pesquisas científicas. 168 12.4. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO- TICs O Curso de Enfermagem da FAPAC – Faculdade Presidente Antonio Carlos, em atendimento às suas exigências e com o objetivo de formar um profissional de qualidade, investe periodicamente em Tecnologia de Informação e Comunicação – TICs. Tais investimentos são devido à necessidade de intercambiar conhecimentos em que as tecnologias e mídias se apresentam como meios para a contribuição de uma aprendizagem sólida no que tange aos processos pedagógicos e aos insumos e métodos incorporados ao projeto do curso. O Sistema de Informações Acadêmicas e Gerenciais - SIAG da Faculdade Presidente Antônio Carlos foi implantado pela TOTVS, através do projeto CorporeRM e é gerenciado pelo Setor de Tecnologia da Informação. O SIAG tem a tecnologia (ERP – Enterprise Resource Planing), são vários sistemas que integram em tempo real todos os departamentos da IES através de um banco de dados com ferramentas Windows App e WebApp. Contém os seguintes módulos gerenciais: Pessoal, Recursos Humanos, Contabilidade, Financeiro, Acadêmico/Financeiro, Patrimônio e Compras / Almoxarifado e Biblioteca. Temos a facilidade das ferramentas Webapplication que integram também o sistema ERP. E os seguintes módulos: Vestibular, Biblioteca e Gerenciador online, Diário Online, Portal do Aluno e Comunicação Interna Online. Módulo Gerenciador online: Cadastro de Comunicados, habilitação de alunos e professores, Cadastro de Horários, Matrícula Online, Gerenciamento e acompanhamento dos diários dos professores, assiduidade dos alunos, relatórios diversos, acompanhamento do egresso, dentre outros. Módulo Portal do Professor: O professor tem acesso aos comunicados internos da instituição, lança as frequências e conteúdos programáticos, publica material didático, controla assiduidade, lançamento de notas e protocolos, tem acesso aos questionários aplicados na avaliação institucional conduzida pela CPA, gerenciam suas credenciais de acesso à rede wi-fi de professores dentre outros. Módulo Portal do Aluno: Tem acesso aos comunicados, acompanha notas e faltas em tempo real, pesquisa acervo na biblioteca, imprimir boletos, 169 acesso material didático publicado pelo professor, portal do Egresso, tem acesso aos questionários aplicados na avaliação institucional conduzida pela CPA, gerencia suas credenciais de acesso à rede wi-fi de professores dentre outros. Todo o campus da IES possui cobertura de sinal de WI-FI para os alunos e professores aos quais são controlados por usuário e senha, para pesquisas e fins didáticos. E também todos (alunos e professores) têm acesso ao E-mail Institucional com tecnologia da Microsoft @LiveEdu com vários recursos para facilitar a comunicação e os estudos. Módulo de Evasão: Sistema de acompanhamento de frequência e indicadores de evasão além do histórico de contatos aos alunos. Módulo da CPA: O coordenador da CPA desenvolve instrumentos avaliativos, tem acesso aos relatórios de coeficientes quantitativos e qualitativos respondidos pela comunidade acadêmica aos quais servem de base para tomada de decisão da IES bem como alimentação dos dados do INEP/SINAES. Módula Intranet: Todos os funcionários tem acesso aos comunicados internos da IES, ambiente de impressão de holerite mensal, holerite de férias e holerite de décimo terceiro, lista de aniversariantes, acesso aos documentos, portarias e formulários, galeria de fotos de eventos administrativos, dentre outros. Módulo de Eventos: Cadastro online de eventos institucionais, emissão de boletos de inscrição, gerenciamento de frequência e emissão de certificados. Módula Secretaria Digital: Software de digitalização, gerenciamento de arquivo digital, disponibilização para acesso simultâneo de vários setores e funcionários ao mesmo arquivo, backup dos arquivos em nuvem. A IES conta com quatro laboratórios de informática aos quais possuem respectivamente: Laboratório 1, 32 máquinas; Laboratório 2, 30 máquinas; Laboratório 3, 42 máquinas e Laboratório 4, 42 máquinas. Estão instalados nos laboratórios os softwares educacionais: • AutoCad; • Revit Arctecture; • Spring; • Ftool; 170 • LibreOffice; • ArchiCad; Softwares Educacionais gratuitos: Disponibilização de licenças educacionais gratuitas aos alunos e professores de softwares disponibilizados nos laboratórios, tais como: Pacote Autodesk (Vasta gama com mais de vinte softwares com funcionálidade variadas, tais como: renderização, desenvolvimento tri-dimensional, geoprocessamento, criação de todos os tipos de projetos utlizados no ambito da engenharia e arquitetura, detre outros); sistema operacional microsoft windows 8, pacote Officce 365 educacional. 13. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO O Projeto de Avaliação Institucional surge como resposta: à necessidade da sistematização de um mecanismo Institucional de Avaliação do próprio Projeto Pedagógico; à existência do incentivo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES; e à própria conscientização dos gestores educacionais quanto à sua necessidade, importância e benefícios do mesmo. A Faculdade Presidente Antônio Carlos entende que a autoavaliação concorre para o processo emanado dessa legislação e organizará seus trabalhos de avaliação visando o melhor desempenho através dos indicadores externos de qualidade. A avaliação institucional pode estimular a revitalização do exercício da responsabilidade participativa, pois seus agentes têm a oportunidade de participar de movimentos de atualização das prioridades sociais e acadêmicas da Faculdade. O Plano de Desenvolvimento Institucional, como instrumento de gestão estratégica, deve ser orientado no sentido da definição, promoção e implementação de uma cultura de inovação permanente, de transformação autorregulada, e dotada da capacidade de atuação proativa às demandas mutáveis dele provenientes. Enfim, diante do panorama atual de transformações, o ambiente institucional brasileiro está aberto e propício à 171 criação de novos e bons projetos educacionais e propostas que evidenciem qualidade e preocupação com o produto educacional. A avaliação institucional da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, desde sua criação, está fortalecida com a decisão política de que é prioridade para a IES como forma de diagnóstico e garantia da qualidade em educação. A IES busca o pleno envolvimento de toda a equipe da Faculdade Presidente Antônio Carlos, acreditando ser este o princípio fundamental para todo o trabalho de avaliação. A fundamentação teórico-conceitual obtida através de pesquisas e de estudos com vários profissionais será elemento norteador deste programa. A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL assume o ritmo da transformação contínua, na qual a preparação técnica e científica caminha junto com a reflexão cultural de forma criativa e profunda. Isso passa pela contínua reflexão, pela participação dos alunos no processo de melhoria da Faculdade, pela formação continuada dos docentes, pela cooperação e diálogo com as instituições e pelo contexto social no qual se vincula. Em resumo, a sistemática da avaliação institucional, com vistas à melhoria da qualidade, estará sendo desenvolvida firmada nos seguintes princípios básicos: a) conscientização da necessidade de avaliação por todos os segmentos envolvidos; b) reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos critérios a serem adotados; c) envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua exceção e na implementação de medidas para melhoria do desempenho institucional. O Programa de Avaliação Institucional objetiva manter os diferentes setores de trabalho informados sobre seus aspectos de excelência, deficiência e carência, de tal forma que sejam tomadas decisões administrativas que gerem ações necessárias para promover correções dos desvios e carências e/ou manter e animar o que se mostrou como de excelência, com vistas a rever e aperfeiçoar o seu Projeto Institucional. De acordo com a “Proposta Nacional de Avaliação das Universidades Brasileiras - Comissão Nacional de Avaliação”, o objetivo geral 172 para o Programa de Avaliação Institucional é “Contribuir para revisão e aperfeiçoamento do projeto acadêmico e sociopolítico da instituição, promovendo a permanente melhoria da qualidade e pertinência das atividades desenvolvidas. A utilização eficiente, ética e relevante dos recursos humanos e materiais da Universidade, traduzida em compromissos científicos e sociais, asseguram a qualidade e importância de seus produtos e a sua legitimação junto à sociedade”. 14. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA A Comissão Própria de Avaliação – CPA é o órgão responsável pela implantação e consolidação da avaliação institucional da Faculdade Presidente Antônio Carlos. A comissão tem reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias por convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois terços de seus membros. As pautas das reuniões ordinárias são adiantadas ao final de cada encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de justificada urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses casos a pauta poderá ser comunicada verbalmente. Receptivo ao SINAES, FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, o percebe como um sistema que surgiu para orientar as ações avaliativas da instituição. A CPA terá a seguinte composição: I. coordenador – designado pela Direção Geral; II. dois docentes – indicados pelas Coordenações de Cursos; III. cinco representantes do corpo técnico-administrativo – indicado pela Diretoria Geral; IV. dois representantes discentes – indicado pelo Diretório Acadêmico; V. um representante da comunidade – indicado pelo órgão solicitado. 173 O coordenador é membro nato da Comissão, podendo ser substituído por desejo próprio ou por decisão da Diretoria Geral. Os membros docentes e o representante do corpo técnicoadministrativo terão mandato de 02 (dois) anos, renováveis por mais 02 (dois) anos. A representação acadêmica e da comunidade externa terá mandato de 01 (um) ano, não sendo permitida a recondução. Havendo afastamento definitivo de um dos membros, será solicitada a imediata entrada de um substituto. É obrigatório e preferencial a qualquer outra atividade universitária o comparecimento dos membros da comissão ás reuniões. São atribuições da CPA: I. realizar seminários, reuniões, painéis, e outros para sensibilizar os membros dos diversos segmentos sobre a importância da avaliação, e a participação de cada um deles nesse processo; II. criar, desenvolver e manter uma cultura de avaliação no meio acadêmico; III. elaborar o projeto de avaliação institucional; IV. criar subgrupos de apoio em cada segmento; V. coordenar a implementação do projeto de avaliação; VI. efetuar o levantamento de dados e informações pertinente ao processo de avaliação; VII. construir relatórios parciais e finais para análise dos resultados; VIII. prover o INEP de todas as informações sobre o projeto, sua implementação e resultados; IX. divulgar os resultados da avaliação para todos os segmentos representativos da CPA; X. realizar o balanço crítico ao final de cada avaliação, propondo melhorias para os pontos deficientes encontrados; XI. atualizar o projeto de avaliação sempre que se fizer necessário; XII. manter o regimento atualizado de acordo com as novas legislações. 174 Na ausência do coordenador da comissão, o órgão será presidido pelo membro com maior tempo na instituição. A comissão terá reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias por convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois terços de seus membros. As pautas das reuniões ordinárias serão adiantadas ao final de cada encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de justificada urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses casos a pauta poderá ser comunicada verbalmente. Receptivo ao SINAES, a Faculdade Presidente Antônio Carlos FAPAC – ITPAC PORTO NACIONAL, o percebe como um sistema que surgiu para orientar as ações avaliativas da instituição. O SINAES integra três modalidades de instrumentos de avaliação aplicados em diferentes momentos: 1) Avaliação das Instituições de Educação Superior – AVALIES, que constitui o centro de referência e articulação do sistema de avaliação. Se desenvolve em 02 etapas principais: Auto – avaliação – coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada instituição. Avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. 2) Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG) – avalia os cursos de graduação por meio de instrumentos e procedimento que incluem visitas in loco de comissões externas. 3) Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE – Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes) – é realizado no final do primeiro de último ano do curso, com procedimentos amostrais. O Ministério da Educação - MEC definirá anualmente as áreas que participarão do “Exame”. O órgão responsável pela coordenação e supervisão da implementação e acompanhamento do SINAES é a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES. 175 14.1. AUTOAVALIAÇÃO A Autoavaliação é constituída por dois momentos distintos: elaboração de relatórios analíticos sobre cada uma das dimensões e discussão com toda a comunidade institucional, através de seminários de avaliação e de grupos de discussão. A IES Utiliza como metodologia para divulgação dos resultados as mesmas aplicadas durante o processo de sensibilização, ou seja, informativo, página na internet, seminários e grupos de discussão. a) Planejamento e Implementação de Ações a Partir dos Resultados do Processo de Avaliação Os resultados do processo de avaliação são os elementos que alavancam as mudanças necessárias para o desenvolvimento da instituição. Nesta etapa, o processo avaliativo também é analisado para corrigir os possíveis desvios e erros. b) Desenvolvimento Metodológico O processo de autoavaliação desenvolve-se de acordo com as seguintes etapas: -Divulgação do Programa e Envolvimento de Todos os Segmentos da Instituição -Diagnóstico Construído a Partir de Relatórios Institucionais e Questionários Diversos O processo de autoavaliação é realizado através da aplicação de questionários distintos para cada segmento, observando as diretrizes definidas pelo SINAES. Durante o período, vários brindes serão distribuídos para estimular a participação de todos no processo. A meta é ouvir no mínimo 75% de cada segmento (docentes, discentes e técnicos). Para os egressos a IES opta pela entrevista padronizada através do telefone, por ser de fácil acesso. O questionário é disponibilizado através da internet e de postos de distribuição espalhados pelo campus. Antes de serem distribuídos, os questionários são submetidos a um pré-teste para correção de possíveis falhas. -Transformação dos Dados Obtidos no Diagnóstico em Informação Após coletados, os dados são tabulados e analisados para construção de relatórios diversos. As informações coletadas na pesquisa e 176 também nos documentos formais da instituição, dão suporte a encaminhamentos e estudos ulteriores. 15. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A palavra egresso significa sair, se afastar, se retirar. Em termos acadêmicos a palavra egresso é usada para designar que um estudante de graduação ou pós-graduação concluiu ou terminou seu ciclo de estudo. Isto, porém, não significa que seu vínculo com a Instituição de ensino terminou. Pensando nisso o ITPAC/Porto propõe em seu site um link do portal do Egresso para monitorar e auxiliar os primeiros passos de seus egressos. Estabelecendo com isso um ambiente, em que o formando possa manter o contato com a área de ensino, pesquisa e extensão. Este canal poderá diagnosticar o que os formandos fazem como profissionais e cidadãos e suas adequações aos setores em que atuam, criando uma reflexão crítica sobre a formação e sua relação com as necessidades dos Meios de Divulgação de Trabalhos e Produções de Alunos . Os alunos têm oportunidade de divulgar seus trabalhos dentro e fora da Faculdade. A coordenação e os professores do curso divulgam os eventos ligados à profissão. 16. INCENTIVO À PESQUISA E À EXTENSÃO A FAPAC/ITPAC PORTO através da COPPEX – Coordenação de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, tem como propósito promover e incentivar a participação dos discentes em Ciclos de Debates, Conferências, Eventos, Jornadas, Mesas Redondas, Oficinas de Trabalho, Produção e Incorporação de Tecnologias Apropriadas, Seminários entre outros eventos. Faz parte das ações educacionais, o incentivo à participação discente em grupos de pesquisa e estudos, programas de Iniciação Científica e monitoria, e Programa de Extensão. Para isso implantou um plano de Iniciação Científica que tem como objetivos: 177 iniciar o aluno dos cursos de graduação na prática da pesquisa científica; desenvolver a mentalidade científica, crítica e investigativa dos alunos; estimular o professor orientador a formar equipes de pesquisa; identificar e estimular os alunos para a investigação científica. A FAPAC apresenta duas modalidades de iniciação científica, o PIC – Programa Institucional de Iniciação Científica e o ProBIC – Programa de Bolsas de Iniciação Científica, onde são destinadas bolsas fomentadas pela própria instituição com o intuito de auxiliar o desenvolvimento de pesquisa e incentivar os alunos a iniciar na vida acadêmica. O Curso de Enfermagem possui um grupo de pesquisa cadastrado na COPPEX – Coordenação de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, intitulado: ENFERMAGEM – EPIDEMIOLOGIA; BIOMATERIAIS E CURATIVOS, que desenvolvem o projeto: Estudos clínicos para o desenvolvimento de curativos avançados de baixo custo à base de hidrogéis de nanoprata em úlcera de pressão. Além deste grupo de pesquisa os professores do curso de enfermagem participam de outros grupos de pesquisa multidisciplinares que desenvolvem pesquisa nesta instituição, sendo eles: GRUPOS DE PESQUISA ÁREA DE ATUAÇÃO BIOLOGIA - ONCOGÊNESE E MUTAGÊNESE ENFERMAGEM ODONTOLOGIA MEDICINA ENFERMAGEM ENGENHARIA CIVIL CIÊNCIAS DA SAÚDE - MEDICINA ESPECIALIZADA MEDICINA ODONTOLOGIA ENFERMAGEM – EPIDEMIOLOGIA MEDICINA ESTUDOS EPIDEMILÓGICOS E SAÚDE PÚBLICA ENFERMAGEM ODONTOLOGIA ENGENHARIA CIVIL MEDICINA Ademais, a FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL incentiva a participação de seus alunos em eventos de pesquisa de outras instituições de 178 ensino superior, mediante ações como a auxílio financeiro e menção honrosa aos aprovados em congressos de grande relevância técnica, a oferta de oficinas e palestras para elaboração de resumos e artigos científicos, o auxílio financeiro para custeio de passagens, inscrição em eventos e impressão de painéis científicos e a entrega de camisetas institucionais. Esses incentivos são concedidos a todos os alunos pesquisadores que têm trabalhos aprovados pelas instituições organizadoras e que pleiteiam algum tipo de auxílio perante a Instituição. Programa de Extensão: conjunto articulado de projetos e/ou outras ações de extensão, preferencialmente de caráter multidisciplinar e integrado a atividades de ensino e pesquisa. Tem caráter orgânico-institucional, integração no território e/ou grupos populacionais, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum. É executado em médio ou longo prazo. O principal programa de extensão da IEs chama-se Probex – Programa Institucional de Bolsa de Extensão, cujo objetivo é viabilizar a participação de discentes regularmente matriculados nos cursos de graduação da FAPAC, em Programas de Extensão desta IES, contribuindo para a sua formação acadêmico-profissional, num processo de interação entre a faculdade e a sociedade. Atualmente um programa está em vigência: “Implantação de prontuário eletrônico no ambulatório escola - FAPAC – ITPAC PORTO NACIONAL e Curso de Medicina/Enfermagem”, que envolve diretamente o curso de enfermagem, visto que os prontuários são preenchidos pela equipe de enfermeiras e médicos, profissionais e em formação pela instituição. Além dos projetos e programas de iniciação Científica e de Extensão, destaca-se os seguintes projetos de apoiados pela COPPEX para o curso de Enfermagem: PROJETOS DE EXTENSÃO II SEMANA DE ENFERMAGEM ITPAC PORTO III SEMANA DE ENFERMAGEM IV SEMANA DA ENFERMAGEM DO ITPAC PORTO 5ª SAENF SEMANA ACADÊMICA DE ENFERMAGEM 6ª SEMANA ACADÊMICA DE ENFERMAGEM PERÍODO 12 E 13/05/2010 11 E 12/05/2011 10 E 11/05/2012 15 A 17/05/2013 14 16/05/2014 179 16.1. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) FAPAC – ITPAC PORTO NACIONAL está em processo de credenciamento junto ao CONEP do Ministério da Saúde, com base na Resolução CNS Nº 196/1996, que dispõe sobre Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos e na Resolução CNS Nº 466/2012, que dispõe sobre Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos e na Resolução CNS Nº 370, de 8/3/2007, que trata do registro e credenciamento ou renovação de registro e credenciamento do CEP. Para o desenvolvimento das pesquisas contamos com o apoio de convênio com dois CEPs de outras instituições: Universidade Federal de Tocantins e ITPAC Araguaína. No entanto a instituição tem a consciência de que o CEP, possui como missão primária salvaguardar os direitos dos voluntários (sujeitos da pesquisa), colaborando para que seus direitos e dignidade sejam preservados. Além disso, o CEP contribui para a qualidade dos trabalhos científicos e para a discussão do papel da produção de conhecimento no desenvolvimento institucional e no desenvolvimento social da comunidade. Contribui, ainda, para a valorização do pesquisador que recebe o reconhecimento de que sua proposta é eticamente adequada. Por estes motivos entrou com o processo de credenciamento do CEP junto ao CONEP e está se adequando às regulamentações técnicas exigidas. Espera-se que para o próximo semestre a FAPAC ITPAC – Porto Nacional possa estar com o seu próprio CEP atuante. 16.2. COMITÊ DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS – CEUA A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da FAPAC/ INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA tem por finalidade avaliar, sob o ponto de vista ético e legal, as atividades de ensino e pesquisa a serem desenvolvidas com animais no âmbito do ITPAC Porto Nacional. Este Comitê foi criado em 2013 e integra seis membros constituídos por Médicos Veterinários, Biólogos, Docentes da área saúde, com atuação preferencial na área de Ciências Biológicas e 180 Bioestatística e um representante da Sociedade Protetora de Animais legalmente estabelecida no país. A missão do CEUA é aplicar os pressupostos indicados pela Diretriz Brasileira Para o Cuidado e a Utilização de Animais Para Fins Científicos e Didáticos (DBCA) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), sob coordenação do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea). A CEUA tem por finalidade analisar, emitir parecer e expedir certificados à luz dos princípios éticos na experimentação animal elaborado pela Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório, sobre os protocolos de experimentação que envolva o uso de animais das espécies do filo Chordata, subfilo Vertebrata. 16.3. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA Iniciação Científica é uma atividade de investigação, realizada por estudantes de graduação, no âmbito de projeto de pesquisa, orientado por pesquisador qualificado, e que visa ao aprendizado de técnicas e métodos científicos, bem como ao desenvolvimento da mentalidade científica e da criatividade, no confronto direto com os problemas oriundos da pesquisa. O PPC prevê o desenvolvimento de pesquisa com participação de estudantes (iniciação científica). 16.3.1. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo que mais de 50% destes têm entre 7 a 9 produções científica, cultural, artística ou tecnológica. 17. PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS 17.1. PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE – PCRD O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE DO ITPAC PORTO NACIONAL – INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA, aqui denominada MANTENEDORA; E DA FAPAC – 181 FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE PORTO NACIONAL, aqui denominada MANTIDA, entra em vigor a partir da data de seu protocolo junto à Delegacia Regional do Trabalho de Palmas – TO, órgão autorizado do Ministério do Trabalho para tornar legítimos os termos deste documento. Cabe às Direções Geral e Acadêmica do ITPAC/FAPAC a responsabilidade pelo acompanhamento do cumprimento das normas estabelecidas neste plano. CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art. 1º - O Plano de Carreira e Remuneração Docente – PCRD tem por objetivo estabelecer os parâmetros para a consolidação de um corpo docente identificado com a Instituição, profissional e financeiramente valorizado e comprometido com as metas e políticas institucionais. Para tanto, visa: I - Orientar o ingresso, a promoção, o regime de trabalho e de atividades do corpo docente da instituição; II - Contribuir para o aprimoramento pessoal e profissional do corpo docente, de modo a assegurar um quadro de pessoal bem qualificado; III - Estimular o docente para o exercício eficaz das funções docentes; IV - Incentivar o crescimento funcional do docente; V - Possibilitar o recrutamento e a seleção de profissionais de reconhecida competência. CAPÍTULO II - DO CORPO DOCENTE Art. 2º - O corpo docente da FAPAC é constituído por: I.Professores especialistas, mestre ou doutores integrantes do Plano de Carreira e Remuneração Docente – PCRD, que ministram aulas em cursos presenciais, denominados simplesmente Professores Efetivos; II. Professores especialistas integrantes do Plano de Carreira e Remuneração Docente – PCRD, que desenvolvem atividades de tutoria em cursos à distância, denominados simplesmente Professores Tutores; III. Professores especialistas, mestres e doutores contratados em caráter eventual e temporário para participar de projetos de pesquisa ou de 182 atividades de pós-graduação e extensão, além de atividades de magistério superior, denominados simplesmente de Professores Visitantes. Parágrafo Único - Os professores Visitantes terão suas atribuições definidas no mesmo teor do Professor Efetivo e seus encargos corresponderão ao primeiro Nível Salarial definido ao Professor Efetivo, considerando a sua titulação máxima. Art. 3º - Os professores Efetivos/Tutores são contratados sob um dos regimes de dedicação semanal, sendo eles integral, parcial ou horista, conforme legislação do Ministério da Educação vigente. CAPÍTULO III - DAS ATIVIDADES DO CORPO DOCENTE Art. 4º - Entendem-se como atividades do corpo docente todas as atividades indissociáveis da produção, apropriação, participação e socialização do saber, as de orientação e coordenação das mesmas, bem como as atividades de gestão acadêmica. § 1º - São considerados deveres do Corpo Docente: a) participar das atividades de ensino ou tutoria, conforme o caso, definidas pelas coordenações de cursos da FAPAC; b) elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da FAPAC; c) zelar pela aprendizagem dos alunos; d) estabelecer estratégias de motivação e recuperação para os alunos; e) aprimorar a qualificação, participando dos programas de capacitação e dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; f) respeitar os prazos para entrega de planos de curso, resultados das avaliações, registro de frequência e aproveitamento escolar a que for responsável; g) colaborar com a direção da FAPAC e da Mantenedora nos esforços de bom desenvolvimento da organização educacional; 183 h) colaborar com as atividades de articulação da Instituição de Ensino Superior - IES com as famílias e comunidade; i) atender a todas as convocações efetuadas pela Direção Geral, Direção Acadêmica, Coordenação de Cursos e pelos órgãos de administração da IES; j) estar presente na IES ou à disposição dela, durante o período previsto no contrato de trabalho; k) manter atualizada a documentação pessoal exigida pela IES; l) observar o regime disciplinar da FAPAC; m) comunicar com antecedência qualquer afastamento de suas funções e/ou atividades, articulando quando necessário sua substituição; n) exercer as demais atribuições que lhe forem atribuídas; o) acessar e-mail institucional e todos os meios de comunicação oficiais da instituição. § 2º - São consideradas inerentes à produção e socialização do saber, atividades tais como: a) Criação de situações de aprendizagem; b) Planejamento, execução, avaliação e orientação de pesquisas, seminários e experiências no âmbito de sua competência; c) Verificação e avaliação de aprendizagem; d) Participação em seminários, exposições e debates, mesas redondas e demais reuniões de caráter cultural; e) Participação em programas e atividades comunitárias e de extensão; f) Elaboração de textos, artigos e recursos didáticos para uso em sala de aula e divulgação; g) Avaliação de monografias e demais trabalhos. § 3º - São consideradas inerentes à orientação e coordenação de atividades de produção, apropriação, participação e socialização do saber, atividades realizadas pelos Professores Efetivos, tais como: a) Planejamento, orientação e coordenação de atividades de ensino, pesquisa e extensão; b) Orientação e coordenação de projetos de prestação de serviços; c) Coordenação de publicações; 184 d) Diagnóstico, avaliação e cronogramas de atividades da FAPAC; e) Orientação e coordenação de disciplina ou grupo de disciplina. § 4º - São consideradas inerentes às atividades de tutoria, atividades realizadas pelos Professores Tutores, tais como: a) Orientação de alunos presencialmente e através de meios de comunicação como telefone, e-mail, fórum, videoconferência, entre outros; b) Promover espaços de construção coletiva de conhecimento; c) Elaboração de provas e planos de aula necessários para o processo de ensino-aprendizagem dos alunos de cursos à distância; d) Lançamento de notas no sistema institucional apropriado; e) Realização de plantões de atendimento aos alunos; f) Participar de processos avaliativos de conhecimento; g) Orientar alunos na elaboração dos trabalhos de conclusão de curso. Art. 5º - A FAPAC, na distribuição de encargos e atividades ao docente, considerará: a) Formação profissional; b) Competência na matéria de sua formação científica; c) Capacidade didática e eficiência no magistério; d) Respeito aos princípios e objetivos gerais da FAPAC. CAPÍTULO IV - DA CARREIRA Art. 6º - O quadro de professores integrantes do corpo docente da FAPAC constitui um único grupo ocupacional organizado em carreira, compreendendo a seguinte série de Classes: I. Classe 1: Professor Assistente. II. Classe 2: Professor Adjunto. III. Classe 3: Professor Titular. § 1º -A carreira docente abrigará, indiscriminadamente, todos os professores. 185 § 2º - Cada Classe compreenderá progressão horizontal com 5 (cinco) Níveis Salariais (de I a V), conforme Tabela de Classes e Níveis (Anexo I) e Tabela Salarial (Anexo II) deste Plano. § 3º - Os Professores tutores só poderão assumir a Classe 1 deste plano de carreira. CAPÍTULO V - DO INGRESSO Art. 7º - O ingresso na carreira docente da FAPAC dar-se-á por meio de processo de recrutamento e seleção externa, executado pelo setor de Recursos Humanos ou Departamento Pessoal, e coordenado pela Direção Acadêmica, mediante a abertura de vaga e observando-se os seguintes requisitos: I. Para o cargo de Professor Assistente, possuir curso de pós-graduação em nível de especialização (lato sensu) II. Para o cargo de Professor Adjunto, possuir curso de pós-graduação em nível de mestrado (stricto sensu). III. Para o cargo de Professor Titular, possuir curso de pós-graduação em nível de doutorado. Art. 8º. O ingresso na carreira docente da FAPAC dar-se-á no Nível Inicial (Nível I) da classe funcional que fizer jus, conforme Anexo I, observando a disponibilidade de vagas previstas no edital e a titulação requerida devidamente comprovada pelo docente e validada pelo Ministério da Educação. Parágrafo Único - A seleção dos docentes para ingresso no PCRD compreenderá exame de títulos, mediante a análise curricular do candidato, prova teórica (quando for o caso), micro aula e entrevista, objetivando averiguar a habilitação profissional e a capacitação para o magistério superior, em competência didática e de conteúdo na área de conhecimento a que o candidato concorre. CAPÍTULO VI - DO CRESCIMENTO VERTICAL – PROMOÇÃO 186 Art. 9º - A Promoção ou crescimento vertical é a passagem do Professor Efetivo da Classe Salarial em que se encontra para Classe Superior correspondente à sua nova titulação, devidamente validada pelo Ministério da Educação, e é possível mediante a sua comprovação e aprovação pela Comissão de Avaliação Docente, a ser constituída especificamente para análise de progressões. § 1º. A Comissão de Avaliação Docente será composta por cinco membros, sendo um representante do setor de Recursos Humanos, um representante do setor de Departamento Pessoal, um representante da Coordenação Pedagógica e dois docentes eleitos pelos pares. § 2º. A Comissão de Avaliação Docente terá pleito de dois anos. § 3º. A Comissão de Avaliação Docente fica responsável por analisar os documentos que comprovem a titulação requerida no mês seguinte ao requerimento, devendo emitir parecer por escrito, submetendo à aprovação da Direção Geral. Art. 10. A Promoção deverá ser encaminhada à Comissão de Avaliação Docente, mediante requisição do interessado à Direção Acadêmica. § 1º. A Promoção somente poderá ser requisitada pelo docente quando houver vaga divulgada através de edital de seleção interna, mediante aprovação da Direção Geral. § 2º. O Nível Salarial de enquadramento por ocasião da Promoção será o Nível I referente à titulação apresentada. Art. 11. Para efeito de seleção e desempate para aprovação da Promoção requerida pelo Professor Efetivo, a Comissão de Avaliação Docente observará também os seguintes critérios, na sequência abaixo: I. O docente deve estar desempenhando regularmente as suas atividades acadêmicas. II. O docente não poderá ter nenhuma pena disciplinar no período de dois anos anteriores à data do seu requerimento (não interrompe a contagem do período aquisitivo o exercício de cargo em comissão). 187 III. Caso haja empate entre os docentes concorrentes à vaga em aberto, para desempate serão considerados os critérios a seguir por ordem de prioridade: a) Maior tempo de experiência comprovada na carteira de trabalho; b) Data de admissão mais antiga no ITPAC; c) Data de nascimento mais antiga. Art. 12. A Promoção será efetivada a partir do primeiro dia do mês subsequente à aprovação pela Comissão de Avaliação Docente, mediante aprovação da Direção Geral. CAPÍTULO VII - DO CRESCIMENTO HORIZONTAL POR MÉRITO E ANTIGUIDADE Art. 13. O crescimento horizontal é a mudança de Nível Salarial sem haver mudança de classe salarial do Professor Efetivo ou Tutor, ou seja, sem haver mudança de titulação do docente. Art. 14. O crescimento horizontal será concedido a título de antiguidade e merecimento, a cada 3 (três) anos, conforme edital publicado pela Comissão de Avaliação Docente e aprovado pelas Direções Geral e Acadêmica, alternadamente de acordo com o disposto no Art. 461, parágrafo 3º. da CLT. § 1º. A Comissão de Avaliação Docente abrirá edital anualmente, sempre no mês de setembro do ano anterior à progressão, com o intuito de divulgar o número de vagas para progressão e normatizar o processo de entrega de documentação comprobatória. § 2º. O Professor Efetivo/Tutor só poderá participar da promoção por merecimento ou antiguidade após 3 (três) anos efetivos de contrato. § 3º. O Professor Efetivo/Tutor em condições de progredir deverá demonstrar interesse formal em inscrever-se no certame e cumprir o processo de entrega de documentação comprobatória. § 4º. A Comissão de Avaliação Docente deverá avaliar os documentos entregues e deferir ou indeferir as solicitações de progressão. 188 Art. 15. A progressão horizontal por antiguidade aos docentes dar-se-á após 3 (três) anos da contratação e, a partir daí, a cada 6 (seis) anos de tempo de serviço efetivamente prestado ao ITPAC, pela ascensão do docente ao nível salarial imediatamente superior àquele em que estiver posicionado. § 1º. A progressão horizontal por antiguidade será feita sempre no mês de maio, para os docentes que tiverem completado 3 (três) anos no nível atual, sendo que a primeira progressão será realizada em 1º de maio de 2015. § 2º. A progressão horizontal por antiguidade será feita sempre no mês de maio, sendo que a primeira progressão será realizada em 1º de maio de 2015 para os docentes que já tiverem completado 3 (três) anos no nível atual. § 3º. Caso o docente não tenha completado o período de 3 (três) anos (para a primeira progressão por antiguidade) e 6 (seis) anos (para as demais progressões por antiguidade) de efetivo serviço na instituição na data referenciada no parágrafo anterior, somente fará jus à progressão horizontal por antiguidade na ocasião da abertura de novo edital. § 4º. Para a progressão horizontal por antiguidade dos docentes, serão observados ainda os seguintes critérios: a) O docente não poderá ter mais de 06 (seis) faltas injustificadas no período avaliado, entendendo-se como 1 falta a fração igual a 4 (horas aula); b) O docente não pode ter registro de pena disciplinar (advertência, suspensão) no período avaliado; c) O tempo em que o docente se encontrar afastado do exercício do cargo, para tratar de assuntos de seu interesse, salvo afastamento previsto em lei, não pode ser contado para efeito da avaliação; d) Não interrompe a contagem do período aquisitivo, o exercício de cargo em comissão. Art. 16. A progressão horizontal por merecimento dar-se-á a cada 6 (seis) anos de serviço efetivamente prestado ao ITPAC PORTO, pela ascensão do docente ao nível salarial imediatamente superior àquele em que estiver posicionado, observado o disposto nos Art. 17 e Art. 18. 189 § 1º. A progressão horizontal por merecimento será limitada à disponibilidade de vagas na instituição, distribuídas por titulação e área de conhecimento. § 2º. Para efeito do disposto no § 1º deste Artigo, em caso de empate no resultado final das avaliações de que trata o Art. 17, será aprovado o docente que apresentar prioritariamente: a) Maior tempo de experiência comprovada em docência; b) Maior número de titulação em sua área de docência em nível superior; c) Data de admissão mais antiga; d) Data de nascimento mais antiga. Art. 17. Para o crescimento horizontal por merecimento o docente será submetido à avaliação de atividades, conforme Anexo III. § 1º. Para obter o crescimento horizontal por merecimento o docente deverá inscrever-se em edital anualmente publicado pela Comissão de Avaliação Docente e apresentar documentação comprobatória que contabilize pontuação necessária para progressão para o próximo nível imediatamente superior ao nível atual do docente. § 2º. Para fins de aferição da pontuação exigida para progressão por merecimento será utilizado o Índice de Desempenho Docente previsto no Anexo III. Art. 18. Para a progressão horizontal por merecimento, serão observados ainda os critérios a seguir: a) O docente não poderá ter mais de 06 (seis) faltas injustificadas no período avaliado, entendendo-se como 1 falta a fração igual a 4 (horas aula); b) O docente não pode ter registro de pena disciplinar (advertência, suspensão), no período avaliado; c) O tempo em que o docente se encontrar afastado do exercício do cargo, para tratar de assuntos de seu interesse, salvo afastamento previsto em lei, não pode ser contado para efeito da avaliação; 190 d) Não interrompe a contagem do período aquisitivo, o exercício de cargo em comissão. CAPÍTULO VIII - DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO Art. 19. O vínculo empregatício dos docentes do ITPAC/FAPAC é o da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. 17.1.1. Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD Políticas e Normatização CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - O Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD - da Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL, visa criar condições objetivas facilitadoras da capacitação de seu corpo docente. CAPÍTULO II DO PLANO E SUA POLÍTICA Art. 2º - O Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD da Faculdade Presidente Antônio Carlos, regulamentado por essas Normas, tem como objetivos o estímulo e indução à titulação acadêmica formal, lato sensu e stricto sensu, bem como o contínuo aperfeiçoamento de seus docentes. Art. 3º - O PICD é composto do Programa de Capacitação Formal Docente – PCFD e do Programa de Aperfeiçoamento Docente – PAD. Art. 4º - O PICD é restrito aos integrantes do corpo docente da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL, com vínculo empregatício superior a doze meses, observadas as normas específicas de cada um dos Programas. § 1º O Programa de Capacitação Formal Docente – PCFD visa estimular e induzir a capacitação docente em níveis de Especialização, Mestrado e Doutorado. § 2º O Programa de Aperfeiçoamento Docente – PAD - visa estimular e induzir 191 a capacitação docente por meio de sua participação em cursos de aperfeiçoamento, extensão, reciclagem, em eventos científicos e outras atividades consideradas relevantes para o aperfeiçoamento docente. Art. 5º - A Instituição, por meio da Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão - CoPPex e da Diretoria Acadêmica, à luz de suas metas e políticas institucionais, conforme disposto no Plano de Desenvolvimento Institucional, e observados os princípios da gestão estratégica, estabelecerá as prioridades dos Programas, a cada ano, bem como o orçamento de cada um deles. CAPÍTULO III DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO FORMAL DOCENTE Art. 6º - O PCFD só abrangerá os programas de especialização que obedecem à regulamentação da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, e os programas de pós- graduação, stricto sensu por ela reconhecidos e que tenham obtido, na última avaliação daquele órgão, conceito igual ou superior a 4 (quatro). Art. 7º - Ao docente incluído no PCFD, será concedido o afastamento parcial ou integral para a realização de programa de pós-graduação em nível de especialização, mestrado ou doutorado. § 1º Anualmente será concedido afastamento parcial e integral nas seguintes proporções: 1) Especialização, afastamento parcial: 2 (duas) vagas; 2) Especialização, afastamento integral: 1 (uma) vaga; 3) Mestrado, afastamento parcial: 2 (duas) vagas; 4) Mestrado, afastamento integral: 1 (uma) vaga; 5) Doutorado, afastamento parcial: 2 (duas) vagas; 6) Doutorado, afastamento integral: 1 (uma) vaga. § 2º No afastamento parcial o docente remanejará suas atividades junto a FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL para otimizar suas atividades de capacitação, sem redução de vencimentos. 192 § 3º No afastamento integral o docente se ausentará das atividades da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL, com redução dos seus vencimentos, manterá o seu vinculo empregatício com a Instituição. Art. 8º - Serão concedidas, ainda, bolsas cujo valor será fixado anualmente pela administração superior da Instituição. Parágrafo único. Anualmente serão concedidas bolsas de cota parcial nas seguintes proporções: 1) Especialização, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 15 (quinze) bolsas, cujo valor de desconto será de 40% a 70% em cada mensalidade; 2) Mestrado, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 3 (três) bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade; 3) Mestrado, em cursos de outras IES: 2 (duas) bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade; 4) Doutorado, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 3 (três) bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade; 5) Doutorado, em cursos de outras IES: 2 (duas) bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade; Art. 9º - O afastamento do docente e as bolsas serão concedidos para períodos de seis meses, podendo ser renovados, observados os limites de tempo de concessão de cada programa de pós-graduação, sendo 9 (nove) meses para a especialização, 18 (dezoito) meses para o mestrado e 30 (trinta) meses para doutorado. Para o programa de especialização só poderá haver uma renovação, limitada a 3 (três) meses. Art. 10º - A Instituição divulgará, ao final de cada semestre, Edital para o PCFD, estabelecendo o número de novas vagas e os critérios para o preenchimento das mesmas. Estes critérios estarão sempre vinculados às metas e políticas institucionais, conforme dispositivo no Plano de Desenvolvimento Institucional. 193 Art. 11º - Os docentes inscritos serão selecionados por uma Comissão especialmente constituída para tal fim, que emitirá parecer consubstanciado sobre o processo seletivo, com a classificação final dos candidatos. Serão incluídos no PCFD os docentes classificados até o limite das vagas disponíveis, fixados no Edital. Art. 12º - Os docentes já incluídos no PCFD, e dentro dos limites de tempo estabelecidos no Art. 9º deste regulamento, terão o afastamento e a bolsa renovados, mediante comprovação de bom desempenho no programa de pós-graduação ao qual estejam vinculados. CAPÍTULO IV DO PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DOCENTE Art. 13º - O PAD abrangerá toda e qualquer atividade de capacitação, excluídas aquelas em nível de pós-graduação lato sensu e stricto sensu. Parágrafo único. Semestralmente, a FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL promoverá e disponibilizará aos docentes cursos de Formação Continuada. Art. 14º - Ao docente incluído no PAD será concedido afastamento parcial e integral para a realização da atividade de capacitação prevista. Parágrafo único. O afastamento não poderá ultrapassar a 5 (cinco) dias úteis. Art. 15º - Será concedida, ainda, uma ajuda de custo (bolsas), cujo valor será um percentual entre 50 a 100% dos custos para realização da atividade, considerando as despesas de transporte, hospedagem, alimentação e eventual taxa de inscrição. Art. 16º - Um mesmo docente poderá ser incluído no PAD com cotas de bolsas, no máximo, duas vezes por ano. Art. 17º - Será concedido 2 (duas) cotas de bolsas do PAD por mês, em período letivo da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL . Parágrafo único. O docente interessado a concorrer a bolsa do PAD, deverá encaminhar proposta a Coordenação de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão – CoPPEx - da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL , num período mínimo de 30 (trinta) dias de antecedência. Art. 18º - O docente encaminhará à CoPPEx, nos prazos previstos, solicitação 194 de inclusão no PAD, por meio do preenchimento de formulário próprio que inclui, dentre outros elementos, título da atividade, período, justificativa para a participação destacando a importância da atividade no contexto da área de atuação do docente e resultados esperados. Art. 19º - A CoPPex, solicitará anuência da Coordenação do Curso e da Diretoria Acadêmica e encaminhará todas as solicitações para avaliação por um Comitê Assessor, especialmente constituído para tal fim, que, nas datas previstas, se reunirá. O Comitê emitirá parecer consubstanciado sobre o processo seletivo, com a classificação final dos candidatos. Serão incluídos no PAD os docentes classificados até o limite orçamentário de cada uma das Chamadas. CAPÍTULO V DA AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PICD Art. 20º - O PICD será avaliado e acompanhado pelo Conselho Superior, que divulgará, anualmente, relatório analítico sobre o Plano, correlacionando os seus resultados com as metas e políticas institucionais. CAPÍTULO VI DA APLICAÇÃO Art. 21º - As disposições deste Regulamento Geral aplicam-se a todas as Atividades para Capacitação do quadro docente da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL. 17.1.2. Fluxograma de contratação docente Nos casos em que houver necessidade de substituição e/ou contratação de docentes, serão observados os procedimentos do fluxograma abaixo: Direção Acadêmica Direção Geral Coord. Curso Depart. Pessoal Recursos Humanos Recrutamento Currículos Indicações Socialização 195 17.2. FORMAÇÃO CONTINUADA FAPAC/ITPAC PORTO, busca parcerias em programas do ensino de pós-graduação stricto sensu (como objetivo prioritário da sua ação acadêmica neste nível de ensino). A FAPAC/ITPAC PORTO, por meio de convênio (DOU 142, de 25 de julho de 2013) com o IPEN, uma autarquia federal vinculada à USP Universidade São Paulo, disponibiliza cursos em nível “stricto sensu” (mestrado e doutorado acadêmico com titulação em Ciências). Este programa de pósgraduação do IPEN possui em torno de 160 orientadores credenciados e nota 6 na avaliação da CAPES. Atualmente existem em torno de 50 professores do FAPAC/ITPAC PORTO envolvidos no convênio e as primeiras defesas estão previstas para ocorrerem a partir de novembro de 2015. 18. FORMAS DE ACESSO AO CURSO DE ENFERMAGEM O ingresso no curso de Enfermagem da Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC/ITPAC PORTO se dá por duas modalidades: 196 Vestibular e ENEM. Para a modalidade vestibular, o exame é realizado duas vezes por ano em uma única etapa, com provas de múltipla escolha, incluindo todas as disciplinas do Ensino Médio, mas com pesos diferenciados em função das áreas específicas dos cursos oferecidos pela Instituição. Para a modalidade ENEM, o candidato realizará a inscrição em formulário próprio disponibilizado para a inscrição “MODALIDADE ENEM”, anexando cópia digitalizada do seu desempenho no último ENEM. O processo seletivo é aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los no limite das vagas fixadas para os cursos. A relação candidato/vaga, para cada curso, no processo seletivo, é um indicador importante a ser acompanhado pela Comissão Própria de Avaliação, dentro do Programa de Avaliação Institucional da Faculdade Presidente Antônio Carlos. É importante a análise comparativa desse indicador com a média do sistema de ensino superior privado nacional e, em particular, da região onde a Instituição se insere. Acredita-se que a imagem institucional, fortalecida pela qualidade do seu fazer acadêmico, acompanhada de uma estratégia eficaz de comunicação e divulgação institucional, possam garantir, dentro dos limites impostos pelo ambiente externo, sistematicamente avaliado no planejamento estratégico, relações candidato/vaga adequadas, fazendo com que o processo de ingresso na FAPAC /ITPAC Porto Nacional seja efetivamente seletivo. Durante a vigência deste PDI, o processo seletivo para ingresso na Faculdade Presidente Antônio Carlos poderá sofrer modificações, à luz das discussões ora na pauta do Ministério da Educação, e em atendimento a possíveis modificações na legislação pertinente. Além do ingresso via Processo Seletivo, a Instituição admite duas outras formas de ingresso, conforme estabelecido nas Normas Gerais do Ensino de Graduação da Faculdade Presidente Antônio Carlos e disposto neste documento. Tais formas, Rematrícula e Transferência, são para preenchimento das vagas ociosas, resultantes de não preenchimento via Processo Seletivo e de evasão. 197 19. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 19.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE O Núcleo Docente Estruturante (NDE) existe nesta Instituição, é constituído por portaria interna; este, porém, é o órgão consultivo responsável pela concepção do Projeto Pedagógico do curso de Enfermagem e tem, por finalidade, acompanhar, revisar e implementar o Projeto Pedagógico do referido Curso, São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: a) Elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos; b) estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; c) atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; d) conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; e) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado; f) analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; g) promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; h) acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário. Núcleo Docente Estruturante do Curso de Enfermagem Nome do Docente e CPF Aparecida Aragonez Essado Maya– Coordemador a do Curso – 320641441-53 Titulação Máxima Mestra Área de Conheciment o da Titulação Máxima/ Ano de Conclusão/IE S Graduação/ Ano de Conclusão/I ES EnfermagemBiologia Celular e Molecular/201 4/Ulbra-RS Enfermagem/ 1997 \universidade Pontificia Universidade Goiás Experiênci a Regime de Acadêmica Trabalho / e Disciplinas Profission al 20 TI 198 Renata Alves Bandeira 012.806.89145 Mestra Thompson de Mestre Oliveira Turíbio 884.785.21100 Tânia Maria A. Mestra G. Rocha 305.012.10172 Marileide Especialis Florencio ta Martins 623.441.88134 Gabriela Mestra Ortega C. Thomazi 001.761.97184 EnfermagemCiencias da Saúde /2010UNB-DF Enfermagem/ Ceulp Ulbra Doutorament o em andamento 5 BiologiaAmbiente/201 1/UFT Biologia/UFT Doutorament o em andamento 6 Saúde publica Psicologia/Po nticia Universidade de Goiás Itpac Araguaina 20 Enfermagem- TP TI TP 8 TP Farmacêutica Doutorament o em andamento 8 TP Composição O NDE do Curso de Graduação em Enfermagem é composto pela coordenadora do curso e por, (5) dos docentes do curso, previstos para os três primeiros anos, sendo que participaram plenamente da elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e na implantação do mesmo. Titulação e formação acadêmica O curso de Enfermagem apresenta 83% do NDE com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e 50% possuem formação acadêmica na área do curso. Regime de trabalho O curso de Enfermagem apresenta 100% dos docentes do NDE com previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos, 33% em tempo integral. Além disso, a instituição demonstra 199 compromisso com a permanência dos docentes do NDE até, pelo menos, o reconhecimento do curso de Enfermagem. 19. 2. COORDENAÇÃO DO CURSO O curso de Enfermagem da FAPAC apresenta uma extensa carga horária obrigatória, aliada à necessidade de vários cenários de aprendizagem, contará com um elevado número de professores e também a obrigação de conciliar o ensino com a assistência à saúde. Dessa forma, a função do Coordenador exigirá um permanente estado de acompanhamento das atividades realizadas e programadas para que os objetivos do Curso sejam atingidos. Neste sentido, o coordenador participará de todas as reuniões do NDE, CPA e daquelas que forem do interesse do Corpo Gestor; discussões periódicas com os Núcleos de Avaliação e de Desenvolvimento Docente e Apoio Pedagógico a fim de avaliar suas necessidades e programar, se necessário, intervenções, participará também de todas as reuniões formais do Colegiado do Curso, formado por docentes e representante discente, no início e final de cada semestre, nas quais além de serem divulgados os informes gerais, serão discutidas e planejadas as atividades estratégicas do Curso. O Coordenador atuará como um facilitador de todo o processo. No atendimento aos discentes, a Coordenação do Curso, em parceria com o Núcleo de Apoio Psicopedagógico - NAP e Núcleo de Apoio Pedagógico NAPED realizará reuniões com todas as turmas, atendimentos individuais ou coletivos, além de conversas informais, com o objetivo de ouvir as demandas dos estudantes, relacionadas às questões que envolvam o funcionamento do curso, tanto de cunho metodológico quanto de infraestrutura, sobre conduta, postura, planejamento e desempenho docente. Além disso, a Coordenação atuará próximo à Gestão Superior para garantir os recursos humanos, tecnológicos e financeiros, dentre outros, necessários ao desenvolvimento do curso. Também será mantido um diálogo permanente através dos meios eletrônicos. As funções do coordenador estão em conformidade com o disposto no Regimento Interno da IES (Capítulo X, art. 22, §1o), que define as atribuições do Coordenador do Curso, destacando-se: § 1º. São atribuições do Coordenador de Curso: 200 I. coordenar as atividades de ensino de graduação; II. estabelecer uma agenda semanal para atendimento os alunos de graduação; III. estabelecer mecanismos de acompanhamento pedagógico dos alunos de graduação; IV. estabelecer uma agenda semanal para atendimento dos docentes; V. estabelecer mecanismos de acompanhamento e avaliação das atividades dos docentes; VI. estabelecer mecanismos de acompanhamento e avaliação das atividades de ensino de graduação; garantir a organicidade da matriz curricular do curso; articular teorias e práticas nas integrações entre as áreas básicas e a área profissional; VII. aprovar, no início de cada semestre letivo, os programas das disciplinas do curso; VIII. organizar e manter atualizado um banco de dados com os programas das disciplinas do curso, incluindo semestre/ano de oferta, carga horária teórica, carga horária prática, ementa, programa, referências bibliográficas atualizadas, metodologia de ensino, critérios de avaliação e docente(s) responsável(eis); IX. propor, antes do início de cada semestre letivo, à Direção Acadêmica, o horário de aulas de cada período do curso, articulados com os demais cursos da IES; X. propor ações que visem a melhoria da qualidade do ensino de graduação, incluindo práticas pedagógicas inovadoras; XI. realizar a Proposta de Disciplinas com o acadêmico durante a efetivação da matrícula no âmbito do curso, articulado com a Secretaria Acadêmica e demais setores envolvidos; XII. exercer o poder Disciplinar no âmbito de sua competência; XIII. cumprir prazos referentes a recursos e processos acadêmicos; XIV. propor à Direção Acadêmica, convênios para viabilizar estágios curriculares ou extracurriculares do respectivo curso; XV. supervisionar e notificar a Direção Acadêmica e ao Departamento de Pessoal a frequência dos docentes integrantes do curso, nas diferentes atividades acadêmicas de responsabilidade dos mesmos; 201 XVI. apresentar à Diretoria Acadêmica proposta de projetos de ensino; XVII. apresentar à Coordenadoria de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação proposta de projetos de pesquisa, de extensão e de pós-graduação. XVIII. apresentar à Diretoria Acadêmica proposta de programas curriculares e extra- curriculares que visem o crescimento acadêmico do aluno; XIX. exercer outras atribuições que lhe sejam conferidas ou delegadas pelos Órgãos Superiores da Faculdade Presidente Antônio Carlos; XX. representar a Faculdade Presidente Antônio Carlos, por designação da Diretoria Acadêmica, em eventos internos e externos relacionados à atividade de graduação; XXI. propor à Diretoria Acadêmica mudanças ou reformas curriculares, conforme disposto nas normas gerais do Ensino de Graduação da Faculdade. 19.2.1. Coordenadora do Curso Nome: Aparecida Aragonez Essado Maya CPF: 32064144153 Graduação: Enfermagem Titulação da Coordenadora do Curso de Enfermagem – Mestre em Biologia Molecular e Celular Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do (a) coordenador (a) A coordenadora do curso de Enfermagem do ITPACPORTO possui experiência profissional como gestor acadêmico desde 2004, e no magistério superior desde 2001. Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso O regime de trabalho implantado pelo coordenador do curso de Enfermagem do ITPAC PORTO NACIONAL é de tempo integral, correspondendo uma relação ao numero de 120 vagas anuais autorizadas e com uma carga horária de 31 horas semanais dedicadas a coordenação do curso. 202 19.3. COLEGIADO DO CURSO Composição e Funcionamento do Colegiado de curso O Regimento da Faculdade prevê a participação efetiva da coordenação do curso, da representação docente e da representação discente nos seus órgãos colegiados acadêmicos, bem como apoio didático-pedagógico aos docentes. O colegiado de curso tem constituição e atribuições que lhe conferem plena representatividade e importância nas decisões sobre assuntos acadêmicos do curso. O Colegiado de Curso é um órgão permanente, de caráter deliberativo, responsável pela execução didático-pedagógica e atua no planejamento, acompanhamento e avaliação das atividades de ensino, pesquisa e extensão dos Cursos Superiores da Faculdade Presidente Antônio Carlos, em conformidade com as diretrizes da instituição. São atribuições do Colegiado de Curso: 1) deliberar sobre todos os assuntos de natureza acadêmica na sua área de atuação; 2) aprovar planos e programas de estágios, curriculares ou extracurriculares, do respectivo curso, respeitando as Legislações vigentes; 3) julgar em grau de recurso, processos acadêmicos no âmbito de sua competência. Cada Colegiado terá a seguinte composição: O Coordenador do Curso, como presidente; O Coordenador responsável pelos Laboratórios, quando houver, ou de um professor indicado pelo presidente do Colegiado do Curso para esta vaga; O Coordenador(a) do Núcleo de Apoio Didático Metodológico – NADIME ou um representante pedagógico, indicado pelo o mesmo; O Professor responsável pelo Trabalho de Conclusão de Curso – TCC; O Professor responsável pelo Estágio Curricular; No mínimo 1(um) docente de cada área/eixo de formação do curso, escolhido pelos seus pares; 2(dois) estudantes do curso como membro e (1) um suplente, indicado 203 pelo Centro Acadêmico do Curso, com anuência do Diretório Acadêmico, quando houver. a) O Colegiado de Curso será instituído a cada 2(dois) anos, permanecendo sempre um terço dos seus representantes; b) na ausência do representante titular docente e/ou discente o suplente será convocado. c) o Colegiado de Curso se reunirá ordinariamente duas vezes em cada semestre, por convocação do Coordenador do Curso, para deliberar sobre os assuntos em pauta, e extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Acadêmico. 19.4. CORPO DOCENTE Corpo Docente indicado para os Dois Primeiros Anos do Curso de Enfermagem 1º semestre Disciplina Anatomia Humana I Professor Felipe Camargo Munhoz Embriologia Josefa Moreira do Nascimento Rocha Biologia Josefa Celular/Histologia Moreira do Básica Nascimento Rocha Metodologia Gleys Ially Cientifica Ramos Historia e Teoria de Aparecida Enfermagem Aragonez Essado Maya Genética /Evolução Fabiano Rodrigues de Souza, Língua Portuguesa Nelzir Martins Costa Bioestatistica Thompson de Oliveira Graduação Titulação Regime TEMS de ECD* Trabalho ODONTOLOGO DOUTOR I 10 meses MÉDICA VETERINÁRIA DOUTOR I 16 anos MÉDICA VETERINÁRIA MESTRA 16 anos GEOGRAFIA DOUTOR P ENFERMEIRA I I 5 anos 14 anos BIOLOGO DOUTOR H 7 anos LETRAS MESTRA H BIOLOGO MESTRE I 9 anos 6 anos 204 Turíbio *Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo Docente 2º semestre Disciplina Professor Graduação Anatomia Humana II Jose Lopes BIOLOGO Soares Neto Bioquímica Raquel da BIOMÉDICA Aplicada a Silva Aires Enfermagem (T) Bioquímica Obede MEDICA Aplicada a Rodrigues VETERINÁRIA Enfermagem Ferreira (T) Informática Larissa INFORMATICA na Saúde Jacome B Silvestre Introdução a Tânia Maria PSICOLOGA Saúde Aires Pública Gomes Rocha Histologia Josefa MEDICA Humana Moreira do VETERINÁRIA Nascimento Rocha Interação a Diogo ANTROPOLOGIA Saúde Bonadiman Comunitária Goltara Antropologia Elson ANTROPOLOGIA e sociologia Santos em saúde Silva Carvalho Biofísica Thompson BIOLOGO de Oliveira Turíbio Titulação TEMS ECD* MESTRE Regime de Trabalho P MESTRE I 10 anos DOUTORA I 10 meses 7 anos ESPECIALISTA H 10 anos MESTRE P 18 anos DOUTORA I 16 anos DOUTOR P 10 meses MESTRE P 9 anos MESTRE I 6 anos *Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo Docente 3º semestre Disciplina Professor Graduação Titulação Regime TEMS 205 Anatomia do Exame Físico em Enfermagem Fisiologia Humana Edmilson Andrade Reis Maribel Fernández Fernández Parasitologia/ Kleverson Microbiologia Wessel de Oliveira Imunologia Deyze Alencar Soares Farmacologia Gabriela Ortega Coelho Thomazi Interação Tânia Saúde Maria Comunitária Aires II- Processo Gomes SaúdeRocha Doença Nutrição em Fabiano Saúde Rodrigues de Souza Processos Kleverson Patológicos Wessel de Gerais Oliveira *Tempo de Experiência Docente ENFERMAGEM de ECD* Trabalho ESPECIALISTA P 7 anos MÉDICA DOUTORA H 6 anos BIOLOGO MESTRE H 10 anos BIOMEDICINA MESTRE H 5 anos FARMACEUTICA MESTRE P 5 anos PSICOLOGIA MESTRE P 18 anos BIOLOGIA DOUTOR H 7 anos BIOLOGIA MESTRE H 10 anos de Magistério Superior ou Experiência do Corpo 4º semestre Disciplina Professor Calculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem Semiologia Aplicada à Enfermagem Semiotécnica Edmilson Andrade Reis Edmilson Andrade Reis Edmilson Graduação Titulação Regime de Trabalho ENFERMEIRO ESPECIALISTA P TEMS ECD* 7 anos ENFERMEIRO ESPECIALISTA P 7 anos ENFERMEIRO ESPECIALISTA P 7anos 206 Aplicada à Andrade Enfermagem Reis; Rozangela ENFERMEIRA ESPECIALISTA H Lima; Karine ENFERMEIRA ESPECIALISTA P kummer Interação á Grazielly ENFERMEIRA ESPECIALISTA P 7 Saúde Mendes anos Comunitária de Sousa III-Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas Sistematização Edmilson ENFERMEIRO ESPECIALISTA P 7 da Assistência Andrade anos em Reis Enfermagem Exames Raquel da BIOMEDICINA MESTRE I Diagnósticos Silva Aires 10 em anos Enfermagem *Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo Docente Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 08 destes com titulação de doutores, isto é 21,6% tem titulação de doutor. 19.4.1. Regime de trabalho do corpo docente do curso O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 30 destes com Regime de trabalho Parcial ou Integral, isto é 81,08% com regime parcial ou integral. 19.4.2. Experiência profissional do corpo docente O curso é composto por um quadro docente de 37 professores, sendo que destes, mais de 80% tem mais de 02 anos de experiência profissional. 19.4.3. Experiência de magistério superior do corpo docente O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 30 destes com mais de 03 anos de experiência, isto é 81% tem mais de 03 anos de experiência no magistério superior. 207 19.5. CONDIÇÕES DE TRABALHO Número de Alunos por Docente Equivalente a Tempo Integral O PPC prevê a relação aluno por docente equivalente a tempo integral, no máximo, de 30/1. Docentes equivalentes de tempo integral (DT) VAGAS ANUAIS SOLICITADAS (NV) Somatório das horas semanais alocadas ao Curso dos docentes previstos, dividido por 36 (carga horária mínima de um docente em Tempo Integral) 120 NÚMERO DE DOCENTES EQUIVALENTES EM TEMPO INTEGRAL (DT) RELAÇÃO ALUNO DOCENTE EQUIVALENTE EM TEMPO INTEGRAL 08 30/1 Alunos por Turma em Disciplina Teórica O PPC apresenta a quantidade de alunos por turma em disciplina teórica, no máximo, 60/1. Número Médio de Disciplinas por Docente O PPC contempla uma média de disciplinas por docente de, no máximo, 3 disciplinas. 20. OUVIDORIA A Ouvidoria é uma ferramenta utilizada exclusivamente para registrar, processar e agilizar as suas reclamações, sugestões, críticas ou elogios. É voltada para ser um interlocutor entre acadêmicos, fornecedores, funcionários e instituição, e redirecionar o rumo das decisões, acompanhadas das necessidades, dos valores, da imparcialidade, da legalidade e ética profissional. O objetivo da nossa Ouvidoria é promover a melhoria contínua dos processos de trabalho a fins de beneficiar toda comunidade acadêmica e administrativa. 208 21. PARCERIAS INSTITUCIONAIS A FAPAC/ITPAC PORTO propõe-se a manter parcerias com entidades e instituições públicas e privadas e associações de classe, vislumbrando a cooperação científica, técnica, tecnológica, pedagógica e a ampliação das opções de cenários de aprendizagem para os alunos do Curso de Graduação em Enfermagem. Dentre os vários Convênios celebrados, destacamos os Convênios com a Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins e com a Secretaria de Saúde do Município de Porto Nacional para o desenvolvimento das atividades práticas e do estágio curricular supervisionado nas unidades de saúde vinculadas ao SUS. 22.INFRAESTRUTURA 22.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA GERAL O Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC de Porto Nacional é uma instituição com sede própria, localizada na Rua 02, Quadra 07, s/nº, Setor Jardim dos Ypês em Porto Nacional – TO. Possui uma área abrangente de 79.905 M², sendo 7.000 M² de área construída, dividida em Blocos: Gama, Beta, Delta, Phi, Kapa, Sigma, Tau e Ômega, com estacionamento amplo de 18.495,65m² de pavimentação asfáltica. O ITPAC Porto Nacional, conta com uma estrutura física que atende perfeitamente a comunidade interna e externa da IES, assim distribuída: Laboratórios de Ensino, Laboratórios Didático Especializado, Ambulatório Escola, Clínica Odontológica, Departamentos Administrativos e Acadêmicos, Biblioteca e Salas de Aulas, todos climatizados e dispõem dos móveis e equipamentos inerentes a cada um. Todas as salas de aulas e laboratórios são equipadas com aparelho de Multimídia (Data-show) fixo em cada. Ressalta-se ainda, que a Instituição possui infraestrutura adaptada para o atendimento aos alunos e demais usuários Portadores de Necessidades Especiais- PNE. O seu espaço físico conta com banheiros adaptados, rampas 209 de acesso, piso tátil e identificação em todas as portas escrito em braile nas principais entradas, conta ainda com vagas prioritárias no estacionamento. A estrutura física da Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC cumpre o disposto no Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que dispõe sobre a promoção de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 22.1.1 Espaço Acadêmico e Administrativo Este espaço é destinado à estrutura do corpo técnico administrativo da Instituição. As funções desempenhadas por cada departamento deste Bloco atendem a parte Acadêmica/Pedagógica e Administrativa desta IES. A estrutura física possui salas climatizadas e informatizadas com computadores modernos, os quais são interligados por meio de rede lógica, bem como a utilização de sistema em ERP (Enterprise Resource Planning) ou SIGE (Sistema Integrados de Gestão Empresarial) e sistema operacional Windows. Segue abaixo os dados referentes ao bloco: TIPO DE ÁREA ATUAL ANO I QT ÁREA m² QT Recepção 58,30 01 Protocolo Geral 19,24 01 Direção Acadêmica 19,18 01 Coordenação de Cursos 51,45 05 Sala de Professores 34,99 01 Sala Professor T.I. 30,32 02 Secretaria Acadêmica 88,42 01 CPA 8,80 01 CoPPEx ÁREA m² ANO II QT ÁREA m² ANO III QT ANO IV ÁREA m² QT 21,00 01 50,17 01 ÁREA m² 51,91 ANO V QT ÁREA m² 95,18 06 18,09 01 06 01 NADIME 19,24 Gerência de Estágio e Internato Direção Geral 10,00 01 25,28 01 Departamento Administrativo Departamento Financeiro Departamento Pessoal 33,10 01 46,75 01 29,23 01 Departamento Jurídico 8,53 01 Departamento Contábil 22,04 01 Departamento Compras Departamento Orçamento T.I.C. 31,37 01 Sala de Reuniões 19,18 01 Copa 25,26 01 QT 16,37 01 8,53 01 6,44 01 210 01 Reprografia Interna 8,86 01 Sanitários Masculino 29,44 01 Sanitários Feminino 29,44 01 DML 1,47 01 Telefonia 4,90 01 Guarita 12,40 01 Estacionamento 18.495,65 01 Lanchonete 50,42 01 Área de Convivência 10.676,35 01 01 Espaço Palco Multicultural Espaço de Conveniências 278,42 01 160 01 160 01 22.1.2 Salas de Aula Estes blocos possuem capacidade de acomodação de 48 a 80 alunos por sala de aula, conforme metragem abaixo relacionada. Possui salas climatizadas, com aparelho de multimídia (data show) fixo. O banheiro feminino acomoda 06 sanitários e toaletes completos, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais. Enquanto que o Banheiro Masculino possui 03 (três) sanitários, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios. O referido bloco também possui 01 sala de DML - Depósitos de Material de Limpeza (serviços para o suporte da manutenção e limpeza do prédio). O referido tem capacidade de 48 a 80 alunos por sala de aula, sendo todas climatizadas, equipadas com aparelhos de Multimídia (data show) e sistema de som, banheiros femininos com 06 sanitários sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e banheiros masculinos com 06 sanitários sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios. Segue abaixo dados referentes aos blocos. TIPO DE ÁREA QT ATUAL ÁREA m² ANO I QT ÁREA m² ANO II QT ÁREA m² ANO III QT ÁREA m² QT ANO IV ÁREA m² QT ANO V ÁREA QT m² Bloco Gama Sala 1 a 8 81,00 08 Banheiro Femininos 21,14 01 Banheiro Masculino 21,14 01 211 Banheiro 5,12 01 60,74 08 Independente PNE (unisex) Atendimento ao 61,00 01 158,74 01 Sala 1 e 2 94,80 02 Sala 3 62,49 01 Sala 4 62,65 01 Sala 5 62,54 01 Sala 6 78,08 01 Sala 7 78,35 01 Sala 8 77,17 01 Sala 9 77,60 01 Sala 10 78,94 01 Sala 12 e 13 78,46 02 Sala 14 60,77 01 Sala 15 52,22 01 Sala 16 52,14 01 Sala 17 105,65 01 Sala1 8 52,10 01 Sanitários Feminino 25,00 02 Discente Auditório Bloco Beta Sanitários Masculino Hall de Entrada DML 24,78 02 104,95 01 1,41 01 25,73 01 12,60 01 Ouvidoria Reprografia Acadêmica Apoio Audiovisual 12,64 01 22.1.3. Biblioteca e Laboratórios de Ensino Bloco Delta - (2.147,74m²) O referido bloco conta com Biblioteca, Laboratório de Informática I, LABORATÓRIO DE ENSINO I – Multidisciplinar, LABORATÓRIO DE ENSINO II - Morfologia Microscópica, LABORATÓRIO DE ENSINO III - Morfologia Macroscópica, LABORATÓRIO DIDÁTICO ESPECIALIZADO I – Habilidades Clínicas, DML, sanitários masculinos, sanitários femininos, Sala de Esterilização, Coordenação. de Lab. da Saúde, CEUA e CEP. Segue abaixo dados referentes ao bloco. TIPO DE ÁREA Biblioteca Laboratório de Informática I ATUAL ÁREA QT m² 313,00 01 82,03 01 ANO I ÁREA m² QT ANO II ÁREA QT m² ANO III ÁREA m² QT 510,88 ANO IV ÁREA m² QT ANO V ÁREA m² QT 01 212 Laboratórios de Ensino I Multidisciplinar - Microbiologia - Parasitologia Laboratório de Ensino II Morfologia Microscópica - Histologia - Biologia Celular e Molecular - Genética - Embriologia - Patologia Microscópica Laboratório de Ensino III Morfologia Macroscópica - Anatomia Humana - Anatomia de cabeça e Pescoço - Neuroanatomia - Embriologia Laboratório Didático Especializado I – Habilidades Clínicas - Semiotécnica - Sala de Comunicação - Posto de Enfermagem - Semiologia - Simulação em Emergências Traumáticas - Simulação de Urgência e Emergência UTI 1 / UTI 2 - Fisiologia DML Sanitários masculinos Sanitários femininos Sala de Esterilização Coord. de Lab. da Saúde e CEUA CEP 80,00 01 82,03 131,82 01 128,91 01 120,01 01 128,91 01 128,32 1,32 24,82 24,52 25,35 25,83 01 01 01 01 01 01 01 41,60 9,00 21,00 01 Bloco Kapa – (925,32M²) O referido bloco conta com Laboratório de Informática VI, LABORATÓRIO DE ENSINO IV – Multidisciplinar, LABORATÓRIO DIDÁTICO ESPECIALIZADO II – Multidisciplinar, DIDÁTICO ESPECIALIZADO III Desenho Técnico, Almoxarifado de Produtos Químicos, e Vestiários. Segue abaixo dados referentes ao bloco. TIPO DE ÁREA QT Lab. de Informática VI Laboratório de Ensino IV – Multidisciplinar - Química e Saneamento - Bioquímica - Biofísica - Farmacologia - Imunologia Laboratórios Didáticos Especializados II – Multidisciplinar - Construção Civil - Física e Elétrica - Recursos Hídricos - Solos Didático Especializado III - Desenho Técnico Almoxarifado Produtos Químicos ATUAL ÁREA m² 62,34 ANO I Q T 0 1 521,79 0 1 129,41 0 1 ÁREA m² 73,94 ANO II QT ÁREA m² ANO III QT ÁREA m² ANO IV QT ÁREA m² ANO V QT ÁREA m² 01 23,52 01 213 Q T 01 01 Vestiário Masculino Vestiário Feminino 9,98 01 10,10 01 Bloco Epsilon (619,50 m²) O referido bloco conta com Laboratórios de Informática, II, III, IV, V e Laboratório Didático Especializado IV - Laboratório de Práticas Construtivas. Segue abaixo dados referentes ao bloco. TIPO DE ÁREA ATUAL QT Lab. de Informática II ANO I ÁREA Q ÁREA m² T m² 77,49 ANO II QT ÁREA ANO III QT m² ÁREA QT ANO IV ÁREA m² ANO V QT ÁREA Q m² T m² 0 1 Lab. de Informática III 77,49 Lab. de Informática IV 77,49 0 1 0 1 Lab. de Informática V 77,49 Laboratório Didático 0 Especializado IV - 252,07 1 Laboratório de Práticas Construtivas Recepção do Ambulatório Médico Bloco Tau – (136,98m²) TIPO DE ÁREA ATUAL QT ANO I ANO II ANO III ANO IV ÁREA Q ÁREA Q ÁREA Q ÁREA Q ÁREA m² T m² T m² T m² m² T Recepção 75,52 0 Banheiro Masculino 26,53 Banheiro Feminino 27,08 QT ANO V ÁREA QT m² 1 0 1 0 1 DML 1,46 0 1 Médico do Trabalho e Serviço Social 20,31 0 1 22.1.4. Ambulatório Médico Bloco Ômega – (538,76M²) O referido bloco conta com, Sala de Curativos, Sala de Material Estéril, Consultórios 1 a 12, Consultório Ginecologia/obstetrícia 1 e 2, Oftalmologia, Urologia, Pequenas Cirurgias 1 e 2, Triagem e Sala de Estudo de 214 Casos. TIPO DE ÁREA Triagem e Espera Sala de Material Estéril Sala de Curativos Laboratórios de Didáticos Especializados e de Ensino II - Ambulatórios Médicos - Consultórios Ginecologia e Obstetrícia - Oftalmologia - Urologia - Pequenas Cirurgias Sala de Estudo de Caso ATUAL ÁREA Q T 72,63 01 9,82 01 9,81 01 88,91 01 59,70 ANO I ÁRE Q A T ANO II ÁRE Q A T ANO III ÁRE Q A T ANO IV ÁRE Q A T ANO V ÁREA Q T 01 22.1.5. Bloco Phi – (384,69M²). O Laboratório Didático Especializado V - Multidisciplinar, conta com uma sala de Técnica Operatória, Biotério de Ensino, Patologia Macroscópica, Biossegurança, Fisiologia Clínica, Simulação em Clínica Cirúrgica e Simulação em Ginecologia Obstetrícia, padronizado de acordo com as normas do CEUA – Comissão de Ética no Uso de Animais. Segue abaixo dados dos ambientes: TIPO DE ÁREA QT Recepção ATUAL ÁREA m² 11,36 Banheiro Masculino 4,85 Banheiro Feminino 4,90 Vestiário Masculino 7,57 Vestiário Feminino 7,04 Envelopamento de Instrumentos Técnicas Operatórias 16,69 78,08 Lavagem de Instrumentos Anestesia e Clínica 9,51 Pós Operatório 6,10 Depósito de Gaiolas Limpas Depósito de Ração 7,78 11,44 6,51 DML 8,54 Sala de Quarentena 6,96 Biotério 26,61 Sala do R. T. 8,19 Banheiro Social 3,92 Patologia Macroscópica Banheiro Masculino – 32,30 5,54 ANO I Q T 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 ÁREA m² ANO II Q T ÁREA m² ANO III Q T ÁREA m² ANO IV Q T ÁREA m² ANO V QT ÁREA m² QT 215 Feminino 1 Simulação em Clínica Cirúrgica Simulação em Ginecologia Obstetrícia - - - - 23,3 5 23,3 5 01 01 22.2. LABORATÓRIOS DE ENSINO 22.2.1. Políticas para os Laboratórios A FAPAC estabelece, em sua pedagogia, a indissociabilidade entre teoria e prática, destacando também a totalidade do processo educativo, afirmando o papel ativo do aluno no processo ensino aprendizagem. Esta instituição vislumbra seus laboratórios como espaços privilegiados de construção coletiva do conhecimento. Nesta concepção, os laboratórios da FAPAC inserem-se no conjunto de seus equipamentos como o lugar de capacitação para as práticas inerentes à realidade do mercado de trabalho, de simulação de atividades concretas e da produção do conhecimento, onde o aluno desempenha um papel ativo. Este exercício profissional da inter e da transdisciplinaridade, tão necessário ao processo produtivo e à gestão da sociedade, constrói-se cotidianamente nos laboratórios da FAPAC, como elementos essenciais da formação acadêmica. Deste modo, nos laboratórios da FAPAC, encontra-se delineada e aplicada, a dinâmica das interações grupais voltadas para o exercício da confrontação entre as elaborações teóricas e as ações práticas, em uma relação dialética que favorece efetivamente o processo de ensino- aprendizagem. É notória a exigência do mercado de trabalho por profissionais que saibam transitar crítica e criativamente pelo seu campo de conhecimento específico, e ao mesmo tempo, interagir dialogicamente com outros profissionais de diferentes campos e áreas do conhecimento. Atualmente os laboratórios têm como objetivo não somente desenvolver atividades de ensino e da didática especializada, mas também visam à fomentação das atividades de iniciação científica e inclusive à pósgraduação, que beneficiam à comunidade acadêmica e à sociedade tocantinense. Desta forma, o ITPAC Porto Nacional dedica especial atenção e 216 constantes investimentos em seus laboratórios, a partir de uma concepção que privilegia a relação teoria e prática, delegando ao aluno o papel de coconstrutor do seu conhecimento. Para o funcionamento dos seus laboratórios a FAPAC/ITPAC Porto Nacional tem as seguintes diretrizes: ampliação, sempre que necessário, a quantidade de laboratórios, de modo a atender as necessidades dos programas de ensino, pesquisa, iniciação científica e extensão; assegura a manutenção dos equipamentos e fornecimento regular do material de consumo específico, imprescindíveis à continuidade dos trabalhos nos laboratórios; disponibiliza acompanhamento técnico especializado, com pessoal capacitado a contribuir no pronto atendimento de materiais didáticos compatíveis com cada modalidade de aula proposta; capacita os estudantes no processo de assimilação de técnicas, contemplando todos os procedimentos incluídos no desenvolvimento das disciplinas básicas e profissionalizantes; desenvolve o trabalho cooperativo favorecendo atividades em grupo para possibilitar a discussão, o debate e a crítica que levem ao desenvolvimento intelectual e social dos estudantes; exerce papel estratégico, como elemento de suporte ao desenvolvimento do ensino de graduação e de pós-graduação, da pesquisa, da iniciação científica e da extensão; favorece o desenvolvimento da capacidade cognitiva, científica e moral dos estudantes, para que se tornem cidadãos capazes de participar ativamente nas decisões de uma sociedade tecnologicamente avançada; estimula o surgimento de futuros cientistas e não apenas limitar os estudantes a meros retentores de conteúdos, transpondo-se a barreira entre teoria e prática; incentiva o estudante a aprender a observar cientificamente, interpretar e analisar experimentos por meio da objetividade, precisão, confiança, perseverança, satisfação e responsabilidade; 217 capacita o estudante a conhecer, entender e aprender a exercer a teoria na prática, dominando ferramentas e técnicas que poderão ser utilizadas, inclusive, em pesquisa científica; melhora, sempre que necessário, as condições dos laboratórios e equipamentos existentes e propiciar o material de apoio necessário ao seu pleno funcionamento; propicia, aos alunos, uma vivência e manuseio de instrumentais, que lhes permitam conhecer diversos tipos de atividades, podendo estimularlhes a curiosidade e a vontade em aprender a vivenciar ciência; realiza, prioritariamente, aulas práticas para o desenvolvimento das disciplinas dos cursos oferecidos e apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa/iniciação científica e de extensão ligados aos cursos de graduação e programas de pós-graduação; utiliza os laboratórios, em horários ociosos, para a promoção de atividades extraclasse que visem uma maior integração entre graduação e pós-graduação e possam auxiliar na dinamização dos cursos de graduação. utiliza os laboratórios para práticas de inclusão social de membros da comunidade por meio de programas de extensão e responsabilidade social. disponibiliza os laboratórios para praticas educativas de diferentes instituições do ensino fundamental e ensino médio que frequentemente procuram a IES para atividades didáticas. 22.3. LABORATÓRIOS EXISTENTES O quadro apresentado na sequência demonstra os laboratórios e outros ambientes específicos dos cursos em funcionamento. LABORATÓRIO Laboratório de Informática I, II, III, IV. V e VI Laboratórios de Ensino I - Multidisciplinar - Microbiologia - Parasitologia Laboratório de Ensino II - Morfologia Microscópica - Histologia - Biologia Celular e Molecular - Genética CARACTERÍSTICAS CURSOS ATENDIDOS ÁREA M² Todos os cursos 442,52 Todos os cursos da Saúde 82,03 Todos os cursos da Saúde 80,00 218 CAP. 40 20 20 - Embriologia - Patologia Microscópica Laboratório de Ensino III - Morfologia Macroscópica - Anatomia Humana - Anatomia de cabeça e Pescoço - Neuroanatomia - Embriologia Laboratório de Ensino IV – Multidisciplinar - Química e Saneamento - Bioquímica - Biofísica - Farmacologia - Imunologia Laboratório Didático Especializado I – Habilidades Clínicas - Semiotécnica - Sala de Comunicação - Posto de Enfermagem - Semiologia - Simulação em Emergências Traumáticas - Simulação de Urgência e Emergência UTI 1 / UTI 2 - Fisiologia Laboratórios Didáticos Especializados II – Multidisciplinar - Construção Civil - Física e Elétrica - Recursos Hídricos - Solos Laboratório Didático Especializado III - Desenho Técnico Laboratório Didático Especializado IV - Laboratório de Práticas Construtivas Laboratório Didático Especializado V - Multidisciplinar - Técnica Operatória - Biotério - Patologia Macroscópica - Biossegurança - Fisiologia Clínica - Simulação em Clínica Cirúrgica - Simulação em Ginecologia e Obstetrícia Laboratórios de Didáticos Especializados e de Ensino I - Pré-Clínica - Imagenologia - Ambulatório Odontológico Laboratórios de Didáticos Especializados e de Ensino II - Ambulatórios Médicos - Consultórios Geriatria e Obstetrícia - Oftalmologia - Urologia - Pequenas Cirurgias Laboratório de Pesquisa Científica Todos os cursos da Saúde 77,71 20 Todos os cursos da Saúde Engenharia Civil 73,39 30 Todos os cursos da Saúde 130,31 30 Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo 478,47 30 Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo Todos os cursos da Saúde 209,56 40 252,07 30 384,69 20 Todos os cursos de Odontologia 884,74 30 Todos os cursos de Medicina e Enfermagem 559,80 30 61,62 06 Todos os Cursos que desenvolve a Pesquisa Científica 22.3.1. Expansão O quadro apresentado na sequência demonstra Instalações Físicas Gerais e outros ambientes específicos em expansão dos cursos em funcionamento e os previstos. LABORATÓRIO CARACTERÍSTICAS 219 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 04 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Laboratório de Metrologia Processos de Fabricação Ensaios Mecânicos Metalografia Tratamento Térmico / Maquinas Térmicas Vibrações Máquinas de Fluxo Laboratório de Informática e Programação Lab. Eletricidade Lab. Circuitos Elétricos Sistemas Eletrônicos Analógicos e Digitais Instrumentação Eletrônica Informática e Programação Microprocessadores e Microcontroladores Arquitetura de Computadores e Periféricos Redes e Computadores e Redes Industriais Telecomunicação Controle e Automação Dispositivos Lógicos Programáveis e Processamento Digital de Sinais Microeletrônica Laboratório Microprocessadores e Escritório Modelo (Núcleo de Práticas) 01 Laboratório de Conforto Ambiental Laboratório de Maqueteria Ateliês de Projetos Arquitetônicos Laboratório de Fotografia e produção de imagens Clínica odontológica Laboratório de Solos e Nutrição de Plantas Sementes Micropropagação Cultura de Tecidos Fitopatologia Entomologia Qualidade e Segurança de Alimentos Fisiologia Vegetal Nutrição Animal Produtos Florestais Irrigação e Drenagem Construções Rurais Extensão Rural, Desenvolvimento Agrário e Organização Rural Laboratório Didático: Área de Plantio e Criação de Animais 01 01 Biblioteca Bloco Administrativo e Acadêmico Cursos Atendidos Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. Mecânica Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Eng. de Computação Área (m2) - Cap. - Eng. de Computação Eng. de Computação Ciências Contábeis Administração Arquitetura Engenharia Civil Arquitetura Arquitetura Arquitetura Arquitetura Odontologia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia - - - - Tecnologia em Agronegócio Todos os cursos Departamentos administrativos e Acadêmicos - - 1.616 - 01 - 22.3.2. Logística Didática da IES A Coordenação Geral de Laboratórios tem como uma de suas políticas a promoção, coordenação, o apoio e fomento de ações objetivando a melhoria contínua dos serviços prestados pelos laboratórios. Conta com um espaço físico ideal para armazenar alguns materiais de uso contínuo dos 220 mesmos. O Departamento Administrativo atua no gerenciamento dos setores de Compras, Almoxarifado, Patrimônio, Reprografia, Telefonia e MASG Manutenção e Serviços Gerais. O setor de compras é o responsável por toda aquisição de materiais e equipamentos da instituição e pelo processo inicial de cotação e finalização no ato da entrega. No almoxarifado ocorre o gerenciamento de estoque, o Almoxarifado administra o excesso, extravio ou mesmo a insuficiência de abastecimento aos departamentos existentes nesta IES. No setor de patrimônio ocorre o gerenciamento, destinação, localização e transferência de bens móveis e imóveis de um determinado departamento desta IES a outro, atuando no controle e reparo dos referidos bens, possuindo eles garantias ou não. A reprografia interna é responsável pela reprodução de documentos internos inerentes a instituição, entre eles: provas, apostilas e formulários internos de utilização dos departamentos desta IES. A telefonia promove o atendimento interno e externo por meio de PABX digital, sinal DDR de 30 canais, podendo efetuar ou receber 30 ligações simultaneamente, buscando um menor tempo de espera de seus usuários, alem de 4 interfaces para ligações de celular. Usado com estrutura de um micro computador com mesa virtual digital e um click fone como apoio. O setor de manutenção e serviços gerais opera em manutenção, limpeza e reparação das instalações internas e externa do ITPAC Porto Nacional, visando a satisfação do usuário durante o período de sua estadia. 22.3.3. Equipamentos de Informática para o acesso dos discentes Os alunos têm fácil acesso aos recursos da informática para a elaboração de seus trabalhos e a realização de pesquisas. São disponibilizados os laboratórios de informática e os computadores da biblioteca da FAPAC. Quanto à aquisição de computadores, periféricos e instrumentos multimeios, a preocupação é com a satisfação dos seguintes itens: 221 • máquinas e equipamentos suficientes para uso do corpo docente, dos alunos e dos funcionários técnico- administrativos; • boa relação entre número de usuários e número de máquinas; • contratação de pessoal qualificado, sempre disponível em cada laboratório, oficina de trabalho ou estúdio; • operadores qualificados a serviço dos usuários. Nos Planos de Ensino, que demandam, além das aulas teóricas, o uso dos recursos computacionais e de multimídia, os professores e técnicos buscam a combinação teoria/prática, tendo em vista o melhor processo para inserir o aluno no contexto profissional de sua atuação futura. O ITPAC Proto Nacional conta com 4 (quatro) Laboratórios de Informática, disponíveis para várias disciplinas e acesso da comunidade em geral. Cada laboratório tem configurações e aplicativos necessários para um bom desenvolvimento pedagógico. Possuem o Sistema Operacional Windows 7 e os utilitários Libre Office e antivírus e também os aplicativos (AutoCad 2012/2013, Revit Architecture 2012/2013, Spring, Geogebra, Ftool, Devcpp C++ e ArchiCAD). NOME ARÉA M² 49,5 QTD COMP. 32 62,1 30 Laboratório III 78,12 42 Laboratório IV 78,12 42 Laboratório VI 78,12 42 Laboratório VII 78,12 42 TOTAL 424,08 230 Lab. I – Pesquisa (Biblioteca) Laboratório II DESCRIÇÃO DELL OPTIPLEX 3010 INTEL CORE I3, 4GB E HD500GB – Monitor 19’ dell DEX-PC INTEL CORE I3, 4GB E HD500GB – Monitor 17’ dell DELL VOSTRO INTEL CORE 2 DUO, 4GB E HD500GB – Monitor 19’ dell DELL OPTIPLEX 3010 INTEL CORE I3, 4GB E HD500GB – Monitor 19’ dell LENOVO CORE I5, 4GB E HD500GB – Monitor 17’ LENOVO LENOVO CORE I5, 4GB E HD500GB – Monitor 17’ LENOVO 22.4. BIBLIOTECA A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos ITPAC – Porto proporciona suporte para o 222 desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Medicina, Odontologia, Enfermagem, Engenharia Civil. Com a capacidade para 200 alunos, seu principal foco é a interação aluno/biblioteca, objetivando todas as necessidades procuradas. A biblioteca ocupa uma área de 513,03 m² (incluindo o salão de leitura, cabines de estudo em grupo e individual, acervo, laboratório de informática, videoteca individual) distribuída de forma a disponibilizar o livre acesso ao acervo e propiciando ao usuário procurar as obras que deseja retirar diretamente nas estantes. Oferece ao usuário um ambiente confortável com condições de estudo e pesquisa. Os usuários da Biblioteca têm disponível 88 escaninhos, destinado a abrigar todo o material pessoal de quem efetua a consulta, enquanto permanecer nas dependências do setor. 22.4.1. Espaço físico A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto dispõe de um salão de estudo em grupo com uma área de 101,02 m². O salão de estudo em grupo foi criada para o melhor conforto dos discentes e docentes, espaço confortável e climatizado para que possam ter um melhor aproveitamento dos estudos. Conta com 08 salas de estudo em grupo (7,27 m² cada) que acomodam 48 alunos e um salão com 5 mesas que acomodam 30 alunos e 02 cabines de estudo para alunos cadeirantes, climatização e lâmpada de emergência. Dispõe ainda de uma sala para estudo individual com 51,41M² e mais 20 cabines individuais, além de uma Videoteca com 35,80m² com 10 cabines individuas onde os usuários podem assistir aos vídeos. Os usuários ainda têm a sua disposição 32 terminais de microcomputadores conectados em rede e à internet para a realização de atividades acadêmicas dentro da biblioteca com uma área de 51,41m². 22.4.2. Acervo por área do conhecimento O acervo bibliográfico se divide em 10 classes do conhecimento 223 humano e está distribuído em estantes para livros (dupla face). Os usuários têm à sua disposição 02 terminais para consulta à base de dados na própria biblioteca, o mecanismo de busca pode ser feito pelo autor, título ou assunto. Totalmente informatizado através do software para gerenciamento de bibliotecas denominado RM Biblios. Os empréstimos, devolução, reservas estão disponíveis em computadores no balcão de atendimento. Amplamente utilizado nas rotinas do sistema, qualquer tipo de documento pode ser identificado através da etiqueta de código de barras, que são produzidas pelo próprio sistema. O acervo da biblioteca encontra-se em plena expansão, hoje contamos com os seguintes números: de 4.951 títulos e 28.927 exemplares, entre livros, periódicos, obras de referência, monografias e materiais especiais. Encontra-se totalmente automatizada por meio do sistema RM Biblios, dispondo de código de barras que viabiliza de forma ágil e eficaz o empréstimo do material bibliográfico. Todo o acervo está registrado, classificado de acordo com a CDD (Classificação Decimal de Dewey) e catalogado seguindo as normas da AACR2 (Código de Catalogação AngloAmericano). TOTAL DO ACERVO POR ÁREA DO CONHECIMENTO LIVROS PERIÓDICOS ÁREA TÍTULO NACIONAI ESTRANG. EXEMP. S S TÍT. EXS. TÍT. EXS. Ciências Exatas e da Terra 253 1.772 8 41 0 0 Ciências Biológicas e da Engenharia e Tecnologia saúde Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas e Linguística, Letras e Artes Sociais TOTAL 1454 466 312 657 400 3.522i 10.281 4.476 574 1.563 1.137 19.803 17 39 8 47 67 17 35 1.4 487 38 178 623 183 2.9 6 50 13 19 0 3 1 36 24 15 3 0 6 14 11 2 55 2 22.4.2. Biblioteca Digital A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto oferece também a Biblioteca Digital 224 (BD), um sistema informatizado que disponibiliza, em meio digital, títulos universitários. O projeto implantado em 2015, em parceria com editoras, tem como intuito auxiliar nas pesquisas e suprir as demandas informacionais dos alunos da Instituição. Na plataforma Biblioteca Virtual, disponibilizada pela editora Pearson e seus selos editoriais (Prentice Hall, Makron Books, Financial Times e Addson Wesley), o aluno terá acesso a cerca de 3.237 títulos das mais variadas editoras como: Ibpex, Manole, Papirus, Ática, Contexto, Scipione, Companhia das Letras, Educs, Casa do Psicólogo, Jaypee Brothres e Rideel. A plataforma está disponível gratuitamente com acesso ilimitado para todos os alunos, professores e funcionários pela página da biblioteca no site da instituição. A Biblioteca Digital tem como missão disponibilizar ao aluno mais uma opção de acesso aos conteúdos necessários para uma formação acadêmica de excelência através de um meio eficiente, acompanhando as novas tendências tecnológicas. A ITPAC - Porto, desta forma, está comprometida com a formação e o desenvolvimento de um cidadão mais crítico e consciente. 22.4.3. Cronograma de expansão do acervo Existe uma política definida de atualização do acervo em nível institucional. O docente solicita as suas necessidades à coordenação do curso, esta encaminha aos setores responsáveis (biblioteca e setor de compra do ITPAC - Porto). A Biblioteca do ITPAC - Porto, particularmente, desenvolve uma política de atualização e desenvolvimento do acervo, observando: a seleção e aquisição de material bibliográfico. Na seleção, a biblioteca recebe e analisa a lista de sugestões dos professores de cada curso, bem como as demandas anteriores não atendidas e as estatísticas de uso da biblioteca. No processo de aquisição, a biblioteca conta com orçamento anual e realiza 02 (duas) aquisições anuais, sendo uma no início do 1º semestre e outra no início do 2º semestre. Nesta rotina, as bibliotecárias elaboram a lista conforme a demanda de cada curso e encaminha ao Departamento de Compras para que se proceda à aquisição dentro do calendário em vigor. A seleção do material bibliográfico é feita com critérios próprios, baseados em normas internacionais, observando-se os seguintes parâmetros: 225 • adequação à capacidade, necessidades e interesses dos usuários; • atualização de novas edições, a cada ano, pela aquisição dos melhores textos; • preferência por novos títulos, obras de autores consagrados e data atual de publicação; • caracterização do valor histórico das obras sejam eles legais fiscais ou culturais; • número de exemplares existentes de cada obra, com verificação da freqüência de uso pelos usuários; • prioridade para os conceitos de especificidade, relevância do tema e o princípio utilitário. Também no ato da aquisição, quando se consolidam as indicações bibliográficas feitas pelo corpo docente e coordenação de curso, as bibliotecárias avaliam se o número de exemplares solicitados é viável, fazendo uma comparação no acervo, com apoio de relatórios informatizados, do número de exemplares existentes. Caso o acervo já contenha um número razoável de exemplares, adquirese em pouca quantidade somente para renovação daqueles volumes muito procurados que sofrem desgaste natural ou que já sofreram restauração e mesmo assim permanecem com utilidade para empréstimos e leitura na biblioteca. Horário de funcionamento O horário de funcionamento da Biblioteca é de Segunda à Sexta, das 08:00 às 22:00 e no Sábado 08:00 ás 18:00. Pessoal técnico-administrativo da Biblioteca A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto possui 02 (duas) bibliotecárias com experiência administrativa na área de Biblioteconomia. Estas são responsáveis pela direção e organização do setor. Conta ainda com 10 auxiliares de biblioteca. Além de pessoal de apoio, vigilância, limpeza e manutenção, que estão preparados para manter o ambiente limpo e agradável para os usuários. 226 Serviços prestados aos usuários • Empréstimo domiciliar para alunos de graduação e funcionários, total de 04 obras por 04 dias prorrogáveis; para professores por 05 obras por 07 dias prorrogáveis; • Consulta in-loco para não usuários registrados (público externo) e empréstimo entre biblioteca com formulário próprio com assinatura das bibliotecárias responsáveis; • Pesquisa bibliográfica on-line pelos micros de consulta, podendo ser impressa uma listagem, se necessário; • Serviço de referência, atendimento pessoal ou pelo telefone e/ou e-mail, com esclarecimento e orientações sobre as fontes de pesquisas existentes; • Orientação, via elaboração de referências bibliográficas e fichas catalográficas (on-line), em trabalhos acadêmicos, monografias, em complementação aos dados fornecidos pelos professores de Metodologia Científica em sala de aula, em consonância com as normas ABNT; • Orientação, quanto ao uso da biblioteca, para otimização do uso dos recursos e materiais oferecidos, permitindo o livre acesso às estantes e mobiliários de armazenamento dos materiais especiais. São distribuídas aos novos alunos, as normas de utilização da Biblioteca, bem como outras informações básicas e úteis contidas no Guia do Aluno; • Disponibilização de jornal diário, mantendo para uso local um título: Jornal do Tocantins; • CD Room`s que acompanham os livros; • Disponibilização de micros para pesquisa na Internet, além de vários terminais de acesso existentes nos Laboratórios de Informática; • Empréstimo informatizado: Sistema RM integrado ao Sistema de Controle Acadêmico, com cadastro automático do corpo discente; • Empréstimos entre bibliotecas ITPAC Porto / UFT Porto: é um recurso usado caso não exista, no acervo local, o livro solicitado pelos usuários. 23. CONVÊNIOS E CONTRATOS EM SAÚDE 227 A FAPAC/ITPAC PORTO tem convênios celebrados com a Secretaria de Saúde do Município de Porto Nacional e com a Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins, que possibilita aos alunos do Curso de Enfermagem acesso às Unidades de Saúde no sentido de vivenciarem a realidade do Sistema Único de Saúde, conforme preconiza o PPC de Enfermagem. Além dos laboratórios da FAPAC/ITPAC PORTO o Curso de Enfermagem conta com parcerias que possibilita prática ampliada, favorecendo o desenvolvimento das competências e habilidades concebidas no projeto pedagógico do curso e que proporciona ao estudante o suporte para o desempenho profissional. As unidades hospitalares de ensino, juntamente com as Unidades Básicas de Saúde- UBS que integram os complexos de saúde de Porto Nacional e das cidades da região de influência do curso proporcionando ao curso de Enfermagem a capacidade plena de funcionamento de seus propósitos. 24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BESERRA, Eveline Pinheiro et al. Educação ambiental e enfermagem: uma integração necessária. Rev bras enferm, v. 63, n. 5, p. 848-52, 2010. CECCIM RB, PINTO LF. A formação e especialização de profissionais de saúde e a necessidade política de enfrentar as desigualdades sociais e regionais. Rev Bras Educ Med 2007; 31(3):266-277. DE MOURA CARVALHO, Isabel Cristina. As transformações na esfera pública e a ação ecológica: ecológica: educação e política em tempos de educação e política em tempos de crise da modernidade. Revista brasileira de educação, v. 11, n. 32, p. 309, 2006. 228 FERNADES, S. Quantitativo de enfermeiros atuando no Rio Grande do Sul, 2013. Trabalho apresentado como requisito para conclusão do curso de especialização em Saúde Pública da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. 41p. 2014. OLIVEIRA, M.S. Estratégias de fixação de profissionais de saúde no sistema Único de Saúde, no contexto do Pacto pela saúde. Divulgação em Saúde para debates. Rio de Janeiro, n.44, 2002. OLSHANSKY, E. Nurses and health promotion. J Prof Nurs; 23(1): 1-21. 2007 Peres AM. Sistema de informações sobre pesquisa em enfermagem: proposta para um departamento de ensino de universidade pública [dissertação]. Florianópolis: Centro Socioeconômico da UFSC; 2002. SILVA et al. Regulação do acesso à saúde: o processo de trabalho administrativo da enfermagem. Esc. Anna Nery, n.11, 2011. SILVA, B.R.; BAPTISTA, S.S.. O movimento de expansão dos cursos superiores de enfermagem na região norte do brasil. R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 15(4):515-20. 2007. TEIXEIRA, E.; FERNANDES, J.D.; ANDRADE, A.C.; SILVA, K.L.; ROCHA, M.E.M.O.; LIMA, R.J. O.. Overview of Nursing Graduation courses in Brazil in the National Curriculum Guidelines decade. Revista Brasileira de Enfermagem. 2013. VAN EIJCK M, ROTH WM. Improving science education for sustainable development. Plos Biol,; 5(12): e306. 2007. 229 230