FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos.
INSTITUTO TOCANTINENSE PRES. ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA.
Rua 02, Qd. 07 - Jardim dos Ypês - Centro - Porto Nacional - TO - CEP
77.500-000
CX Postal 124 - Fone: (63) 3363 - 9600 - CNPJ – 10.261. 569/0001 – 64
www.itpacporto.com.br
PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
CURSO DE ENFERMAGEM
PORTO NACIONAL/TO
2015
1
“A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte,
requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão
rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor;
pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore
comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito
de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais
bela das artes!” Florence Nightingale.
2
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO ........................................................................................ 6
2. CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL .......................................................... 6
3. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL.................................................................. 8
3.1.
ESTADO DO TOCANTINS ................................................................... 8
3.2. MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL..........................................................11
3.3. ASPECTOS DO SISTEMA DE SAÚDE ......................................................16
3.4. CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS ...........................................................31
3.4.1.Turismo........................................................................................................ 32
3.4.2. Natureza e Pesca ..................................................................................... 33
3.5. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS............................................................33
3.6.
ASPECTOS CULTURAIS E A CULTURA AFRO-BRASILEIRA ......................33
3.7.
CONTRIBUIÇÃO COM AS DEMANDAS DE DESENVOLVIMENTO
SOCIOECONÔMICO, TECNOLÓGICO E CULTURAL EM SUA ÁREA DE ABRANGÊNCIA
35
4. CONTEXTO EDUCACIONAL .........................................................................36
5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM ...................................39
5.1. IDENTIFICAÇÃO ..................................................................................39
5.2. NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO ........................................................40
5.3. JUSTIFICATIVAS PARA CRIAÇÃO DO CURSO ...........................................41
5.4. CONCEPÇÃO E PERFIL DO CURSO .........................................................45
5.5. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO CURSO.............................52
5.6. OBJETIVOS DO CURSO ........................................................................55
5.6.1. Objetivo Geral ........................................................................................... 56
5.6.2. Objetivos Específicos............................................................................... 56
5.7. PERFIL PROFISSIONAL E COMPETÊNCIAS DO EGRESSO ...........................57
6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR......................................................................58
6.1. POLÍTICAS AMBIENTAIS.......................................................................61
6.2. METODOLOGIA DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGE............................63
6.3. REGULAMENTO DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA ......................66
6.4. EDUCAÇÃO INCLUSIVA .......................................................................69
6.5. Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem..............................71
7. CONTEÚDOS CURRICULARES .............................................................73
7.1. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2008/2 e 2013/1..................................75
7.2. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2015/1. ...............................................86
7.2.1. Ementas e Bibliografias ........................................................................... 90
Bibliografia Básica: ....................................................................................95
8. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................. 140
8.1. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE
ENFERMAGEM. ........................................................................................ 142
9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO..................................................... 153
10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................. 157
3
10.1. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM.................................................................. 159
11. MONITORIA.......................................................................................... 164
12. ATENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................. 165
12.1. PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO- PNA ................................ 167
12.2. NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP .................................... 167
12.3. LIGAS ACADÊMICAS ........................................................................ 168
12.4. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO- TICs ..................... 169
13. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO
CURSO ....... 171
14. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA ............................................. 173
14.1. AUTOAVALIAÇÃO............................................................................. 176
15. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS ......................................................... 177
16. INCENTIVO À PESQUISA E À EXTENSÃO ................................................. 177
16.1. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ....................................................... 180
16.2. COMITÊ DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS – CEUA ................................. 180
16.3. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA ................................................. 181
16.3.1. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica. ................... 181
17. PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS ........................................................ 181
17.1. PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE – PCRD.................... 181
17.1.1. Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD Políticas e
Normatização ..................................................................................................... 191
17.1.2. Fluxograma de contratação docente ...................................................... 195
17.2. FORMAÇÃO CONTINUADA ............................................................ 196
18. FORMAS DE ACESSO AO CURSO DE ENFERMAGEM................................... 196
19. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ................................................ 198
19.1.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ................................................. 198
19. 2. COORDENAÇÃO DO CURSO ............................................................. 200
19.2.1. Coordenadora do Curso ...................................................................... 202
19.3. COLEGIADO DO CURSO.................................................................... 203
19.4.
CORPO DOCENTE .......................................................................... 204
19.4.1. Regime de trabalho do corpo docente do curso ........................... 207
19.4.2. Experiência profissional do corpo docente....................................... 207
19.4.3. Experiência de magistério superior do corpo docente ................... 207
19.5.
CONDIÇÕES DE TRABALHO ............................................................ 208
20. OUVIDORIA .......................................................................................... 208
21. PARCERIAS INSTITUCIONAIS ................................................................. 209
22.INFRAESTRUTURA .............................................................................. 209
22.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA GERAL ...................................................... 209
22.1.1 Espaço Acadêmico e Administrativo .................................................. 210
22.1.2 Salas de Aula ......................................................................................... 211
22.1.3. Biblioteca e Laboratórios de Ensino .................................................. 212
22.1.4. Ambulatório Médico ............................................................................. 214
22.1.5. Bloco Phi – (384,69M²)........................................................................ 215
4
22.2. LABORATÓRIOS DE ENSINO ............................................................. 216
22.2.1. Políticas para os Laboratórios............................................................ 216
22.3. LABORATÓRIOS EXISTENTES ............................................................ 218
22.3.1. Expansão ............................................................................................... 219
22.3.2. Logística Didática da IES .................................................................... 220
22.3.3. Equipamentos de Informática para o acesso dos discentes ......... 221
22.4. BIBLIOTECA.................................................................................... 222
22.4.1. Espaço físico ......................................................................................... 223
22.4.2. Acervo por área do conhecimento..................................................... 223
22.4.2. Biblioteca Digital ..................................................................................... 224
22.4.3. Cronograma de expansão do acervo ................................................ 225
23. CONVÊNIOS E CONTRATOS EM SAÚDE .................................................... 227
24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................. 228
5
1. APRESENTAÇÃO
A presente proposta pedagógica para o curso de Enfermagem tem
respaldo nas Diretrizes Curriculares Nacionais instituídas através da Resolução
CNE/CES Nº 3, de 7 de novembro de 2001 e, busca demonstrar as variáveis
norteadoras das ações pedagógicas para a formação do Enfermeiro.
O que delimita a elaboração deste projeto é a sua contextualização
de mercado e as demandas sociais, tendo como foco a valorização do
profissional e do seu ambiente.
Tendo em vista a existência de um mercado competitivo e que exige
qualidade dos serviços, pretende-se com este projeto a formação de um
profissional comprometido com esta realidade, tanto na percepção quanto na
implementação das mudanças.
Este documento será um norteador da prática pedagógica e se
tornará instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos
trabalhos e ações docentes e do seu processo de avaliação, atualização,
reflexão e revisão para os anos subsequentes.
Somente desta forma o Projeto Pedagógico estará cumprindo suas
funções de articulação, identificação, inovação e ética para tornar a filosofia e o
projeto educacional viável e efetivo, ressaltando que: “A evolução dos
paradigmas da educação superior exige das Instituições de Educação Superior
(IES) modernização e inovação que repercute na formação de recursos
humanos (DEMO, 1994)”.
Neste contexto a FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, com o
respaldo e a seriedade de uma empresa responsável, prestando serviços de
natureza pública com a mobilidade da iniciativa privada, fortalece, inova e
aprimora seus serviços na área de educação. Reconhecida em todo o Estado
do Tocantins, destaca-se como uma das melhores faculdades da Região Norte.
2. CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL
O ITPAC PORTO NACIONAL LTDA – Instituto Tocantinense
6
Presidente Antonio Carlos Porto Ltda. é a entidade mantenedora da FAPAC –
FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS, credenciada Instituição de
Ensino Superior, por ato do Chefe do Executivo do Estado do Tocantins,
através do Decreto nº. 3.486, de 04/09/2008, publicado no Diário oficial do
Estado do Tocantins nº. 2.728, publicado no dia 05/09/2008. Pelo mesmo ato
foram transferidos para a FAPAC os cursos de Administração, Arquitetura e
Urbanismo, Comunicação Social, Enfermagem, Engenharia Civil, Fisioterapia,
Medicina
e
Odontologia,
e,
ainda,
o
descredenciamento
da
UNIPORTO/IESPEN (revogação do Decreto nº. 3.254/08). O processo
originário do credenciamento do ITPAC PORTO NACONAL foi publicado no
Diário Oficial nº. 2.722, publicado no dia 28/08/2008.
A
efetivação
da
transferência
dos
cursos
e
alunos
da
UNIPORTO/IESPEN decorreu do TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA firmado
em 29/02/2008 e devidamente aditado em 25/07/2008, visando garantir a
continuidade dos cursos e preservação dos interesses dos alunos.
Em 19 de novembro de 2010, através de um ACORDO DE
COOPERAÇÃO TÉCNICA entre a UNIÃO, representada pelo MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO, por meio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, o
ESTADO DO TOCANTINS, representado pela SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
E CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO e o MINISTÉRIO PÚBLICO
FEDERAL, representado pela PROCURADORIA DA REPÚBLICA no estado do
Tocantins, firmaram compromisso de migração para o Sistema Federal de
Ensino.
A cidade de Porto Nacional - TO esta localizada na Região Norte do
Brasil, representando o cenário do Estado do Tocantins, tombada como uma
cidade de toda a HUMANIDADE, da qual é considerada Patrimônio Histórico. A
FAPAC com o respaldo e a seriedade de uma empresa responsável, de
reputação ilibada, cumpridora de seu papel na sociedade, prestando serviços
de natureza pública com a mobilidade da iniciativa privada, fortalece, inova e
aprimora seus serviços na área de educação, reconhecido em todo o Estado
do Tocantins, destaca-se como uma das melhores Faculdades da Região
Norte, dando a FAPAC a visibilidade em todo território nacional.
7
3. CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL
3.1.
ESTADO DO TOCANTINS
O Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial,
medindo 8.511.965 km2. A sua população de 190.732.694 habitantes (Censo
2010) não é bem distribuída por todo esse espaço.
Ocupar o Norte do Brasil nunca foi uma tarefa fácil, pois esbarramos
em vários problemas de ordem natural, social e econômica. Porém, apesar de
todas estas dificuldades, o norte goiano, começou a sonhar, e fazer valer o
espírito de conquistar um espaço geográfico mais produtivo, mais desenvolvido
e mais justo para esta população.
O Estado do Tocantins é o mais novo dos 27 estados do Brasil.
Localiza-se na região Norte, exatamente no centro geográfico do país,
condição que lhe possibilita fazer limite com estados do Nordeste, CentroOeste e do próprio Norte. Está localizado a sudeste da região Norte e tem
como limites o Maranhão a nordeste, o Piauí a leste, a Bahia a sudeste, Goiás
a sul, Mato Grosso a sudoeste e o Pará a noroeste.
BRASÃO
BANDEIRA TOCANTINS
A população do Estado do Tocantins é estimada pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE 2010) em 1.383.445 habitantes, distribuídos
em seus 139 municípios, de acordo com a tabela a seguir:
Criação do Estado : 05/10/1988
Instalação: 01/01/1989
8
População: 1.383.445 habitantes (fonte: IBGE, 2010)
Área: 277.720,520 km²
Número de municípios: 139
Clima: tropical semi-úmido
Temperatura média anual: 25ºC a 29ºC
Vegetação: Cerrado (87% de seu território) com florestas de transição (12%)
Sigla do Estado: TO
Capital: Palmas
Região do IBGE: Norte
Gentílico dos Nascidos no Estado Tocantins: Tocantinense
Segundo dados do IBGE (2010), 68,8% dos tocantinenses são pardos, 24,2%,
brancos, 6,8%, negros e 0,3%, amarelos ou indígenas. Os valores foram
reponderados com base na projeção da população do Brasil e das Unidades da
Federação – Revisão 2013.
Fonte: IBGE 2013
Cor/Raça
Porcentagem
Pardos
68,8%
Brancos
24,2%
Negros
6,8%
Amarelos ou Indígenas
0,3%
Quanto à divisão por sexo, 49,1% são homens e 50,9%, mulheres.
Em relação à divisão da população por faixa etária, a população pode ser
considerada jovem, segundo os dados do Censo realizado pelo IBGE em 2010:
População Residente, por Grupos de Idade, segundo os
Municípios e Sexo
9
Entre os Estados da Região Norte, o Tocantins teve o terceiro maior
IDH-M (0,699), ficando atrás apenas dos estados de Roraima (0,707) e Amapá
(0,708). O índice tem valores que variam entre 0 e 1 para menor ou maior fator
de desenvolvimento humano e é calculado de 10 em 10 anos a partir de 1991.
Entre os anos de 2000 e 2010 (resultados mais recentes), o Tocantins teve a
maior evolução do IDH-M, saindo de 0,525 e atingindo os atuais 0,699.
Ao todo, o Estado teve uma variação de 0,276 pontos e atingiu um
índice de 0,624 em 2010. No entanto, o indicador mais positivo no Tocantins é
o da Longevidade, que leva em conta o fator esperança de vida ao nascer.
Neste quesito, o Estado atingiu 0,793, considerado “bom” pelo levantamento.
No aspecto social a população tocantinense é composta por
imigrantes de várias partes do Brasil, o índio também compõe o contingente
populacional do estado. São, ao todo, sete etnias (Karajá, Xambioá, Javaé,
Xerente, krahô Canela, Apinajé e Pankararú), totalizando aproximadamente 10
mil índios, distribuídos em 82 aldeias. Existe ainda no Tocantins um pequeno
grupo de índios isolados da tribo Avá-Canoeiro, que vivem sem nenhum tipo de
contato com a civilização na região da Mata do Mamão, localizada no interior
da Ilha do Bananal. Até hoje estes índios continuam rejeitando qualquer
tentativa de contato, sendo que já foram encontrados diversos vestígios que
indicam a presença deles na Mata do Mamão.
Dentre os aspectos inerentes ao estado do Tocantins, destacam-se
também as comunidades quilombolas, correspondendo a aproximadamente
mais de 15, as quais abrigam milhares de pessoas.
10
Por muitos anos as comunidades quilombolas viveram à margem
social, carregando o mesmo peso do preconceito que sofreram os seus
ancestrais - os escravos que fugiam das senzalas e se refugiavam em áreas
rurais desabitadas, formando agrupamentos chamados de quilombos. Hoje, a
situação é bem diferente. Reconhecidas pelo Governo Federal e pela
Fundação Cultural Palmares, as comunidades quilombolas (descendente dos
escravos), agora têm suas tradições valorizadas e resgatadas. Ao mesmo
tempo, os serviços públicos e privados estão chegando até estas pessoas,
resgatando sua cidadania.
3.2. MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL
A história de Porto Nacional está ligada ao Rio Tocantins. A palavra
Tocantins, nariz de tucano, era o nome de uma tribo indígena com nariz
comprido que habitava as margens do rio.
A exploração do ouro, iniciada em 1722, na Província de Goiás, trouxe
muitos mineradores e foi responsável pela maioria dos pequenos núcleos que
se estabeleceram na região. A travessia destes mineradores, tropeiros,
mascates e viajantes já era realizada no local onde é hoje o centro histórico de
Porto Nacional, em barcos do português Félix Camôa, quando, em 1791, o
cabo Thomaz de Souza Villa Real, que verificava a possibilidade de navegação
e do estabelecimento de uma rota de comércio sul-norte, instala um
destacamento militar na região. Com privilegiada localização entre dois
povoados mineradores importantes, Pontal e Carmo, surge PORTO REAL, que
se desenvolve com o comércio e a navegação.
Em 1831 o julgado de Porto Real é elevado à categoria de Vila mudando
seu nome para Vila de PORTO IMPERIAL. Quando de sua elevação à
condição de cidade, pela Resolução Provincial nº 333, de 13 de julho de 1861,
Porto Imperial era um importante empório comercial, com muitos comerciantes,
comércio fluvial intenso com o Norte e 4.313 habitantes. Com a Proclamação
da República a cidade passa a se denominar PORTO NACIONAL.
Em 1886, chegam os primeiros padre dominicanos a cidade. Os
Dominicanos foram os grandes benfeitores nas esferas religiosa, social, política
e cultural da região de Porto Nacional. Em 1904, com as Irmãs Dominicanas os
11
trabalhos de educação se intensificam sendo Porto Nacional uma referência na
área atraindo alunos de diversos municípios. A construção da catedral de
Nossa Senhora das Mercês, no mesmo local do primeiro templo de 1810, é
desta época e foi inaugurada em 1903. A vida da cidade ainda hoje é marcada
pelas festas religiosas e pelas folias que colorem e movimenta desde janeiro as
ruas cidade.
O sistema de transporte e comunicação de Porto Nacional estava muito
ligado ao Rio Tocantins, onde navegavam com botes impulsionados por
remeiros ou vareiros. Somente em 1923, foi lançado nas águas do Tocantins o
primeiro barco a vapor - a lancha Mercês. E motor somente na década de 40.
No ano de 1929 os dois primeiros veículos - um caminhão e um carro chegam à cidade depois de meses de viagem, inclusive abrindo estradas. Eram
conduzidos pelo Dr. Francisco Ayres da Silva, deputado e médico que lutava
para a abertura de linha mais eficiente de comunicação.
A partir da década de 30, se desenvolve a ligação aérea feita pelo
Correio Aéreo Nacional - CAN. Era a Rota do Tocantins que saia do Rio de
Janeiro e chegava a Belém aterrrisando nos aeroportos instalados por Lysias
Rodrigues, entre eles Porto Nacional.
Criado o Estado do Tocantins, em 1988, e definida a criação de uma
nova capital, com a inspiração em Brasília, a cidade de Porto Nacional passa a
ser, junto com Natividade e Arraias, uma das referências históricas mais
importantes do Estado. Aqui estão plantadas as raízes do norte goiano.
No início da década de 1980, a UFG abria, com seus próprios recursos,
novas frentes de trabalho no interior de Goiás. Em março de 1980, era
aprovada a criação do Campus Avançado de Porto Nacional, localizado no
norte do estado (que nessa época ainda não tinha sido dividido) (UFG
Afirmativa, 2009).
12
Figura 1. Sede do Campus avançado da UFG
Fonte: Revista UFG Afirmativa, 2009
Neste contexto histórico educacional, a FAPAC - Faculdade
Presidente Antônio Carlos, tendo como mantenedora o ITPAC Porto Nacional–
Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto LTDA está inserida,
com a responsabilidade de ministrar os cursos de Arquitetura e Urbanismo,
Enfermagem, Engenharia Civil, Odontologia, Medicina e Administração.
A FAPAC/ITPAC Porto Nacional participa do desenvolvimento
sustentável da região central do Estado, através da produção do conhecimento
e da formação de recursos humanos críticos, éticos, criativos e comprometidos
com a responsabilidade social. Além de gerar mais de 356 empregos diretos,
capacitando seus recursos humanos, trazendo mão de obra especializada e
participando da construção e formação de novos conceitos e valores para a
comunidade acadêmica, desde setembro/2008.
Para manter o ritmo de desenvolvimento humano, o governo do
Estado vem investindo em ações que beneficiam a população e garantem
educação, longevidade e geração de emprego e renda. Na área da Educação,
o Tocantins vem investindo pesado na construção de Escolas de Tempo
Integral e em programas para manter os alunos na Escola. Segundo dados da
Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a rede estadual de ensino conta
com 550 escolas, sendo 48 de tempo integral e outras 304 com jornada
ampliada pelo programa Mais Educação. Além disso, já estão em fase de
construção outras oito ETI, que oferecem ensino de qualidade e atividades
extracurriculares aos estudantes.
13
Estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep) revela que das 355 mil matrículas registradas no
Tocantins no ano letivo 2013, 76% (200.785) são de alunos inseridos nas
escolas mantidas pelo governo do Estado em turmas dos ensinos fundamental,
médio, profissionalizante, especial e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Dados do Censo Escolar mostram ainda o crescimento no número de
estudantes cursando o ensino médio nas escolas da rede estadual.
No ano de 2014, no Ensino Médio, entre Ensino Médio Regular, EJA
e Profissionalizante, foram matriculados mais 3 mil alunos na cidade de Porto
Nacional, nas esferas Federal, Estadual, Municipal
e privada, como
demonstrado na tabela abaixo:
Número de Alunos Matriculados em 2014
Matrícula Inicial
Ensino
Fundamental
Município
Dependê
ncia
Estadual
PORTO
NACIONAL
Federal
Ensino
Educação
EJA
EJA
Educação Especial (Alunos
de Escolas Especiais,
Classes Especiais e
Médio
Profissional
(presencial)
(semipresencial)
Incluídos)
(Nível
1ª a
4ª
série
e
Anos
Iniciai
s
1696
5ª a 8ª
Técnico)
série e
Fundamental
2
Médio2
Funda
menta
l
Médio
Médio
Ed
EJA
EJA
Prof.
Fun
d1,2
Médi
o1,2
Anos
Nível
Finais
Técnico
3061
2356
0
20
555
0
0
15
0
52
2
0
0
140
84
0
11
0
0
0
0
0
0
Municipal
2013
212
0
0
225
0
0
0
0
0
1
0
Privada
Total
1028
4737
620
3893
304
2800
167
251
42
287
11
577
0
0
0
0
0
15
1
1
0
53
0
2
Novas perspectivas se colocam como alternativas para a cidade. A
valorização de seu patrimônio, o turismo, o comércio, as atividades
agropecuárias constituem hoje a nova realidade da região.
O Museu Histórico e Cultural de Porto Nacional foi fundado na década
de oitenta e, naquele tempo, mobilizou a população para a doação de acervo.
Depois de ocupar diversos prédios hoje se instala em definitivo no prédio
restaurado para este fim.
Seu acervo é representativo da memória social local e pretende-se com
uma ação de educação patrimonial consolidar o papel do Museu como
mediador na construção do presente da cidade, através da preservação e
14
comunicação do acervo e símbolo da cultura portuense (PREFEITURA
MUNICIPAL/ IPHAN/IBGE, 2014).
Porto Nacional está se despontando como importante polo de
desenvolvimento do Tocantins, nos últimos anos diversas empresas se instalou
na cidade, o que vem contribuindo para alavancar a economia local.
Em 2010 o município obteve o quarto maior Produto Interno Bruto do
Tocantins, com destaque no crescimento do setor indústria. O grande destaque
no
setor de
serviço
é a
Atividade de
Administração Pública
com
representatividade de 45,6% deste setor (SEPLAN, 2013).
Fonte IBGE, 2014
População estimada 2014 (1)
População 2010
Área da unidade territorial
(km²)
Densidade demográfica
(hab/km²)
Código do Município
Gentílico
Prefeito
Fonte IBGE, 2014
51.846
49.146
4.449,92
11,04
1718204
Portuense
Otoniel Andrade Costa
Com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), verifica-se
que o município de Porto Nacional vem melhorando a cada ano.
Quadro: IDH de Porto Nacional
IDHM 1991
0,424
IDHM 2000
0,562
IDHM 2010
0,74
15
Fonte Atlas Brasil 2013 Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento
Fonte: IBGE: Censo Demográfico 2010
Segundo o IBGE (2010), no ano 2000 havia uma taxa de analfabetismo
da população de 15 anos ou mais de idade de aproximadamente 14,5%, sendo
que em 2010 este índice caiu para 9,2%.
Aspecto demográficos/socioeconômicos 2010 (Fonte: IBGE)
População do ano
População por zona de habitação
Rural
Urbana
Quantidade
6.711
42.435
49.146
%
13,66
86,34
População por Raça/Cor
Branca
Preta
Amarela
Parda
Indígena
Quantidade
11.054
6.641
1.215
30.112
124
%
22,50
13,51
2,47
61,27
0,25
3.3. ASPECTOS DO SISTEMA DE SAÚDE
O Estado do Tocantins apresenta indicadores que demonstram um
processo de transição epidemiológica contínua e de transição demográfica
acelerada, provocados pela queda da fecundidade e aumento da expectativa
de vida ao nascer, com uma consequente redução da mortalidade infantil e dos
óbitos por doenças transmissíveis.
Na contramão tem um aumento progressivo das doenças crônicas
não transmissíveis e de causas externas, tornando-se um dos grandes desafios
do sistema que possui atualmente 93,3% dos tocantinenses dependentes do
SUS. São pessoas que não possuem plano de saúde e buscam assistência
16
médica na rede básica dos municípios e hospitalar estadual. Um número alto
que exige do governo investimentos cada vez maiores na assistência
ambulatorial e hospitalar.
O Tocantins é um dos estados que mais investe recursos próprios
em manutenção da atenção, vigilância e gestão da saúde considerando
também o investimento em recursos humanos.
Sendo o caçula da Federação, o Tocantins conta com um crescimento contínuo
e acelerado. Nos seus poucos anos de existência já pode comemorar o avanço
nos indicadores de Saúde como:

Aumento da cobertura da atenção básica: O Tocantins avançou de 4,35
% em 1998 para mais de 87,5% em 2013;

Redução da mortalidade infantil: Caiu de 67,17/1.000NV em 1985 para
menos de 20,5/1.000NV em 2010. Uma queda de mais de 63,8%.

Aumento da expectativa de vida ao nascer: subiu de 60,32 em 1991
para 72,56 nos dias atuais.

A Intensificação e fortalecimento das ações de vigilância em Saúde e
controle de doenças em todo o Estado: Menos adoecer por doenças
agudas e transmissíveis.

Organização da Rede de Atenção à Saúde: Ampliação de 60 leitos
hospitalares para 2.300 leitos SUS;

Saindo de 27 unidades de saúde em 1988, para mais de 482 unidades
distribuídas entre atenção e vigilância à saúde.
O governo implementou as Carretas da Mulher, com exames
preventivos de câncer de mama e de colo de útero, que percorrem o Estado
atendendo mulheres a partir de 45 anos com mamografias e ultrassons. Além
disso, o governo já autorizou obras de reforma no Hospital Regional Público de
Augustinópolis e de ampliação no número de leitos no Hospital Geral Público
de Palmas (HGPP), que vão dar mais qualidade no atendimento hospitalar no
Estado. A Secretaria e Estado da Saúde abriu, ainda, edital de licitação para a
construção de Ambulatórios Médicos Especializados em cinco municípios do
Tocantins; mais três ainda devem ser licitados.
As informações sobre a mortalidade, no município de Porto Nacional,
por grupos de causas (CID 10) nos mostram a prevalência de óbitos na
população em decorrência das Doenças do Aparelho Circulatório e causas
17
externas de morbidade e mortalidade que se mantém ao longo dos anos como
as principal causa de óbito.
Tal ocorrência se dá em virtude do elevado índice de casos de
Hipertensão Arterial na população e dos acidentes de trânsito e violência. Na
segunda posição, ocupam os óbitos decorrentes de neoplasias (tumores)
(Secretaria municipal de Saúde de porto Nacional, Relatório Anual de Gestão
RAG – 2014).
Mortalidade por grupos de causas e faixa etária (Fonte: SIM)
Faixa Etária
Óbitos por Residência
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Total
I. Algumas doenças
infecciosas e parasitárias
2
-
-
-
-
-
1
-
2
1
1
2
9
II. Neoplasmas (tumores)
5
2
5
4
-
3
1
5
7
2
6
2
42
III. Doenças do sangue e
dos órgãos hematopoéticos
e alguns transtornos
imunitários
-
-
-
-
1
-
1
-
-
-
-
-
2
IV. Doenças endócrinas,
nutricionais e metabólicas
3
1
3
1
-
1
1
1
-
-
1
3
15
V. Transtornos mentais e
comportamentais
-
1
-
-
1
1
2
1
-
2
2
-
10
VI. Doenças do sistema
nervoso
2
1
-
-
-
1
-
1
4
1
1
-
11
VII. Doenças do aparelho
circulatório
7
4
3
5
9
5
2
4
3
8
5
10
65
VIII. Doenças do aparelho
respiratório
2
-
5
1
3
4
2
2
3
2
2
2
28
IX. Doenças do aparelho
digestivo
1
3
1
1
2
1
-
-
-
-
2
1
12
X. Doenças da pele e do
tecido subcutâneo
-
-
-
1
2
-
-
-
-
-
-
-
3
XI. Doenças do aparelho
geniturinário
2
-
-
1
-
-
-
-
-
-
-
-
3
XII. Algumas afecções
originadas no período
perinatal
1
1
1
1
-
2
1
4
3
-
1
-
15
-
-
1
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1
-
1
1
-
-
-
1
2
3
1
2
4
15
3
5
10
9
4
4
3
6
8
6
4
3
65
28
19
30
24
22
22
15
26
33
23
27
27
296
XIII. Malformações
congênitas, deformidades e
anomalias cromossômicas
XIV. Sintomas, sinais e
achados anormais de
exames clínicos e de
laboratório, não
classificados em outra
parte
XV. Causas externas de
morbidade e de mortalidade
TOTAL
FONTE: SIM/MS/2014
Conforme o quadro de morbidade hospitalar (CID-10), as lesões por
envenenamento e algumas outras consequências causas externas, foram a
18
principal causa de morbidade no ano e nas faixas etárias de (15 a 49 anos),
onde certas complicações precoces de traumatismo e complicações cirúrgicas,
e da assistência médica não classificadas em outra parte aparecem como
causa predominante.
As internações por gravidez, parto e puerpério caíram para a
segunda posição, o parto único espontâneo é a causa prevalente (1.228
partos) com prevalência na faixa etária (15 a 39 anos) somado partos no ano.
As Doenças do aparelho respiratório ocupam a terceira posição com 645 nas
faixas etárias de 0 a 9 anos.
Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência – Tocantins
Internações por Capítulo CID-10 e Faixa Etária 01
Município: 171820. Porto Nacional
Período: 2014
Faixa Etária
Internações por
Residência
Menor
1 ano
1a4 5a9
anos anos
10 a
14
anos
15 a
19
anos
20 a
29
anos
30 a 40 a 50 a 60 a
39
49
59
69
anos anos anos anos
70 a
79
anos
80
anos
+
Tota
l
Capítulo CID-10
I. Algumas doenças
infecciosas e
parasitárias
II. Neoplasias
(tumores)
32
72
41
4
11
29
23
29
24
31
31
31
358
-
2
16
2
7
21
37
43
46
23
17
4
218
19
III. Doenças sangue
órgãos hemat e transt
imunitária
1
2
5
5
4
3
1
1
2
6
9
3
42
IV. Doenças
endócrinas
nutricionais e
metabólicas
9
1
3
1
3
3
6
13
15
26
23
20
123
V. Transtornos
mentais e
comportamentais.
-
1
1
1
12
17
27
28
11
6
3
2
109
VI. Doenças do
sistema nervoso
4
5
7
1
6
8
22
7
11
5
4
1
81
VII. Doenças do olho
e anexos
-
-
2
3
3
9
8
32
35
67
68
34
261
VIII. Doenças do
ouvido e da apófise
mastóide
1
4
1
-
-
-
-
1
-
-
-
-
7
IX. Doenças do
aparelho circulatório
3
1
1
2
2
5
19
22
50
76
70
80
331
X. Doenças do
aparelho respiratório
119
158
48
11
3
27
39
24
24
39
74
79
645
XI. Doenças do
aparelho digestivo
8
11
15
28
22
71
108
79
77
57
46
28
550
XII. Doenças da pele
e do tecido
subcutâneo
9
27
12
17
20
20
30
19
7
14
11
9
195
20
XIII.Doenças sist
osteomuscular e tec
conjuntivo
3
5
11
13
9
35
41
45
42
11
14
10
239
XIV. Doenças do
aparelho geniturinário
30
33
19
11
37
79
93
97
66
54
43
37
599
XV. Gravidez parto e
puerpério
-
-
-
16
284
656
253
18
1
-
-
-
1.22
8
XVI. Algumas afec
originadas no período
perinatal
175
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
175
XVII.Malf cong
deformid e anomalias
cromossômicas
7
8
4
4
2
4
1
2
3
1
-
-
36
XVIII.Sint sinais e
achad anorm ex clín e
laborat
1
-
2
3
7
15
20
6
11
9
6
5
85
XIX. Lesões enven e
alg out conseq causas
externas
5
34
73
86
115
319
257
166
131
74
42
19
1.32
1
XX. Causas externas
de morbidade e
mortalidade
-
-
-
-
-
-
1
-
-
-
-
-
1
XXI. Contatos com
serviços de saúde
-
-
1
2
10
49
73
24
7
3
-
1
170
407
364
262
210
557
1370
1059
656
563
502
461
363
6.77
4
Total
FONTE:MS/SIH/SUS (acesso:19/02/2015)
21
O Sistema de Cadastro Nacional de estabelecimentos de Saúde tem
seus dados atualizados mensalmente. Durante o ano foram realizados novos
cadastros e atualização de outros, inclusive no que se refere ao cadastramento
de profissionais e equipamentos existentes nas unidades de saúde.
Quadro: Rede Física de Saúde Pública e Privada Prestadora de Serviços ao SUS
Tipo de Estabelecimento
Total
Tipo de Gestão
Municipal
Posto de saúde
1
1
Centro de saúde/unidade básica
14
14
Policlínica
2
2
Hospital geral
2
Consultório isolado
13
13
Clinica / Centro de Especialidades
13
12
Unidade de apoio diagnose e
terapia
7
4
Unidade de Vigilância em Saúde
2
2
Unidade móvel de atendimento préhospitalar na Área de urgência
1
1
Farmácia
2
1
Central de regulação de serviços de
saúde
1
1
Secretaria de Saúde
1
1
Centro de atenção hemoterapia e ou
hematologia
1
Centro de atenção psicossocial
1
1
Pronto Atendimento
1
1
Cooperativa
1
1
Total
63
53
Esfera Administrativa (Gerência)
Estadual
Dupla
2
1
1
2
1
1
5
3
Tipo de Gestão
Total
Municipal
Estadual
Dupla
PRIVADA
34
30
1
3
FEDERAL
-
-
-
-
ESTADUAL
4
4
-
MUNICIPAL
25
-
-
25
22
Total
63
55
5
3
Com a assinatura da Declaração de Comando Único pelo gestor
municipal em agosto/2012, o município passou a assumir a gerência de
serviços de média complexidade em seu território de saúde. Unidades e
serviços sob gestão municipal: SAE, CEME, CEO, CAPS, UPA, APAE,
COMSAÚDE,
CLINICA
SÃO
VICENTE,
CLINICA
DE
IMAGEM,
LABORATÓRIO MODELO, LABORATÓRIO BIONORTE, LABORATÒRIO
BIOTINS e LABORATÒRIO COBRA.
Com relação aos profissionais, verifica-se que o quadro funcional da
secretaria de saúde pode-se perceber o elevado número de profissionais que
possuem vínculo empregatício efetivo, um percentual de 57%. Vale ressaltar
que há 80 profissionais pertencentes ao Ministério da Saúde/FUNASA, os
quais estão cedidos Para o município, 45 profissionais cedidos pela Secretaria
de Estado da Saúde.
ESTABELECIMENTO
CATEGORIA PROFISSIONAL
POSTO DE
SAÚDE/CENTRO DE
SAÚDE/UNIDADE
BÁSICA DE SAÚDE
TECNICO DE ENFERMAGEM
AGENTE COMUNITARIO DE SAUDE
ENFERMEIRO DA ESTRATEGIA DE
SAUDE DA FAMILIA
ENFERMEIRO
MEDICO DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA
FAMILIA
TECNICO DE ENFERMAGEM DA
ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA
AUXILIAR EM SAUDE BUCAL DA
ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA
AUXILIAR EM SAUDE BUCAL
CIRURGIAODENTISTA DA ESTRATEGIA
DE SAUDE DA FAMILIA
CIRURGIÃO DENTISTA CLINICO GERAL
PSICÓLOGO CLÍNICO
ASSISTENTE SOCIAL
FONOAUDIÓLOGO
MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA
TERAPEUTA OCUPACIONAL
MÉDICO CLÍNICO
MÉDICO PEDIATRA
NUTRICIONISTA
FISIOTERAPEUTA GERAL
UPA
TECNICO DE ENFERMAGEM
ENFERMEIRO
MEDICO CLINICO
ASSISTENTE SOCIAL
FARMACEUTICO
SOCORRISTA (EXCETO MÉDICO E
NÚMERO DE
PROFISSIONAIS
07
113
13
01
14
14
12
02
14
01
03
02
01
01
01
01
01
01
04
13
12
13
01
02
01
23
ENFERMEIRO)
CENTRO DE
ESPECIALIDADES
ODONTOLÓGICAS
CENTRO DE ATENÇÃO
PSICOSSOCIAL
CENTRO DE
ESPECIALIDADES
MÉDICAS
CIRURGIÃO DENTISTA
ESTOMATOLOGISTA
PROTÉTICO DENTÁRIO
AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL
CIRURGIÃO DENTISTA CLÍNICO GERAL
CIRURGIÃO DENTISTA
ODONTOPEDIATRIA
CIRURGIÃO DENTISTA PERIODONTISTA
TÉCNICO EM RADIOLOGIA E
IMAGENOLOGIA
CIRURGIÃO DENTISTA
ENDONDONTISTA
CIRURGIÃO DENTISTA ODONTOLOGIA
PARA PNES
CIRURGIÃO DENTISTA PROTESISTA
TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL
AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL DA
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
01
02
10
03
02
01
01
05
01
01
03
01
MEDICO CLINICO
ASSISTENTE SOCIAL
TECNICO DE ENFERMAGEM
TERAPEUTA OCUPACIONAL
ARTESAO COM MATERIAL RECICLAVEL
FARMACEUTICO
ENFERMEIRO
PSICOLOGO CLINICO
PEDAGOGO
MEDICO PSIQUIATRA
01
02
03
01
02
01
02
02
01
01
TECNICO DE ENFERMAGEM
MEDICO CIRURGIÃO VASCULAR
FONOAUDIÓLOGA
MEDICO ANGIOLOGISTA
FISIOTERAPEUTA GERAL
MEDICO CIRURGIAO GERAL
MEDICO ORTOPEDISTA E
TRAUMATOLOGISTA
ENFERMEIRO
MEDICO CLINICO
MEDICO PEDIATRA
MEDICO GERIATRA
MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA
Medico urologista
MEDICO PSIQUIATRA
Nutricionista
MEDICO NEUROLOGISTA
Medico dermatologista
MEDICO GASTROENTEROLOGISTA
Medico endocrinologista e metabologista
MEDICO OFTALMOLOGISTA
Medico cardiologista
MEDICO REUMATOLOGISTA
Assistente social
Psicólogo clinico
06
01
01
01
07
01
02
04
02
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
04
24
ENFERMEIRO SANITARISTA
FARMACÊUTICO
CIRURGIAO DENTISTA DE SAUDE
COLETIVA
MEDICO VETERINARIO
AGENTES DE SAÚDE PÚBLICA
VISITADOR SANITÁRIO
ENFERMEIRA
01
01
AGENTE DE SAÚDE PÚBLICA
48
TÉCNICA DE ENFERMAGEM
01
FARMÁCIA BÁSICA
MUNICIPAL
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
FARMACEUTICO
09
01
REGULACAO DE
CONSULTAS E EXAMES
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
MEDICO CLINICO
05
01
TECNICO DE ENFERMAGEM
SOCORRISTA (EXCETO MEDICOS E
ENFERMEIROS)
07
AGENTE DE SAUDE PUBLICA
ENFERMEIRO
ASSISTENTE SOCIAL
PEDAGOGO
06
01
01
01
ENFERMEIRO
MEDICO CLINICO
ASSISTENTE SOCIAL
FISIOTERAPEUTA GERAL
TECNICO DE ENFERMAGEM
FARMACEUTICO
03
03
01
01
02
01
VIGILÂNCIA SANITÁRIA
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA
SAMU
SECRETARIA
MUNICIPAL DA SAUDE
DE PORTO NACIONAL
SAE
01
01
03
01
01
05
Vinculo Empregatício
Tipo
Total
Estatutário/cargo público
393
Emprego Público (MS)
73
Emprego público (FUNASA)
5
DSEI
2
Contrato por prazo determinado
145
Cargo comissionado (decreto)
25
Emprego Público (ESTADO)
45
Total
688
Segue abaixo o demonstrativo da execução das ações anuais,
desenvolvidas pela secretaria municipal de saúde, para o exercício do ano de
25
2014. Verifica-se que através das diretrizes, houve atividades que visava a
redução dos riscos e agravos à saúde da população, por meio de ações de
promoção e Vigilância em Saúde.
Vigilância em Saúde
01 Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Previsto
Executado
Manutenção da Prevista Realizada
Vigilância
Sanitária.
100%
-
01 Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção da Prevista Realizada
Vigilância Saúde
- Endemias.
100%
-
182.000,00
160.933,80
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
434.100,00
464.124,29
Atenção Básica
01 - Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Prevista Realizada
Previsto
Executado
Manutenção
Prog.
Agentes
Com. Saúde PACS
100%
-
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção do Prevista Realizada
Piso da Atenção
Básica - PAB
100%
-
03 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção do Prevista Realizada
Programa Saúde
bucal.
100%
-
04 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção do Prevista Realizada
Programa Saúde
da Família –
PSF.
100%
-
05 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manut. Núcleo Prevista Realizada
de
Apoio
a
Saúde
da
Família - NASF
100%
-
2.344.500,00
2.267.725,56
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
1.548.500,00
1.369.692,85
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
780.900,00
Executado
439.418,20
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
2.052.500,00
2.320.605,38
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
1.056.000,00
374.445,48
26
07
Ação Meta Anual da PAS
Anual da PAS:
Prevista Realizada
Manut.
Programa
de
Saúde na Escola
– PSE.
100%
-
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
08
Ação Meta Anual da PAS
Anual da PAS:
Manut. Prog. de Prevista Realizada
Melhoria
do
Acesso da Qual.
– PMAQ
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
100%
-
Previsto
Executado
110.000,00
3.936,00
Previsto
Executado
622.500,00
845.900,04
Assistência Farmacêutica
01 - Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Previsto
Executado
Manutenção da Prevista Realizada
Farmácia Básica
100%
347.000,00
492.316,50
MAC – Média e Alta Complexidade
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Previsto
Executado
Manutenção do Prevista Realizada
CAPS.
100%
853.600,00
914.918,44
04 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manut. Serviços Prevista Realizada
Atenção
Especial - SAE
100%
-
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
12.000,00
5.713,00
05 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção do Prevista Realizada
CEME.
100%
-
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
06 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manutenção do Prevista Realizada
SAMU.
100%
-
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
07 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Manut.
da Prevista Realizada
Unidade
de
Pronto Atend. UPA
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
100%
07 - Ação Anual
da PAS:
Meta Anual da PAS
Previsto
Executado
133.000,00
43.597,42
Previsto
Executado
1.530.000,00
303.844,61
Previsto
Executado
1.389.975,00
1.329.904,78
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
27
Manut.
Serv. Prevista
Alta
Compl.
Ambul. E Hospit.
100%
Realizada
Previsto
Executado
-
3.200.000,00
3.014.073,38
Gestão do SUS
01 - Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Previsto
Executado
Coordenação e Prevista Realizada
Adm.
Fundo
Municipal
de
Saúde.
100%
28%
6.965.708,00
7.078.605,69
Investimento em Saúde
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
da PAS:
Previsto
Executado
Construção
e Prevista Realizada
Reforma
de
Unidade
de
Saúde.
100%
2%
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Const.
UBS Prevista Realizada
Padrão
I
Guaxupé
100%
11%
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Const.
UBS Prevista Realizada
Padrão II Setor
Portal do Lago
100%
11%
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Const.
UBS Prevista Realizada
Padrão I Jardim
do Ypês.
100%
28%
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Const.
UBS Prevista Realizada
Padrão II Setor
Nova Capital.
100%
28%
02 - Ação Anual Meta Anual da PAS
da PAS:
Construção de Prevista Realizada
Unidade Básica
de
SaúdeCentro e Vila
Operaria.
100%
88%
510.000,00
132.943,73
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
407.000,00
225.110,83
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
489.000,00
263.905,77
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
404.000,00
260.871,53
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
429.000,00
240.016,05
Recursos Orçamentários da PAS (R$)
Previsto
Executado
141.000,00
252.658,44
28
Número de estabelecimento
Estabelecimentos de Saúde total
32
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Pediatria
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Obstetrícia
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Psiquiatria
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Clínica
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Cirurgia
0
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Traumato Ortopedia
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Neuro Cirurgia
0
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Cirurgia Buco Maxilofacial
1
Estabelecimentos de Saúde com atendimento de
emergência Outros
0
Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao
SUS Ambulatorial
20
Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao
SUS Internação
2
Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao
SUS Emergência
2
Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao
SUS UTI/CTI
0
Estabelecimentos de Saúde que prestam serviço ao
SUS Diálise
0
Fonte: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010
Equipamentos
Número de equipamentos
Mamógrafo com comando simples
0
Mamógrafo com estéreo-taxia
0
Raio X para densitometria óssea
0
Tomógrafo
0
Ressonância magnética
0
Ultrassom doppler colorido
2
Eletrocardiógrafo
3
Eletroencefalógrafo
0
Equipamento de hemodiálise
0
Raio X até 100mA
2
Raio X de 100 a 500mA
3
Raio X mais de 500mA
1
Fonte: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010
Os
fatores
que
tornam
Porto
um
centro
de
referência
em
desenvolvimento, com a atração de investimentos significativos, são a logística
29
de transportes para escoamento da produção, a estrutura educacional, que
oferece cursos técnicos e superiores em várias áreas, a infraestrutura, e a
incrementação do agronegócio (PARALELO 13, acessado em: 18 de dez.
20103).
Neste sentido, Porto Nacional exerce influencia diretamente em 18
municípios tocantinense, com um total de 424.315 habitantes e oferecendo
cursos de ensino superior para aproximadamente 28.133 alunos matriculados
nas redes de ensino básico (IBGE, 2012).
Quadro 1: Cidades próximas de Porto Nacional no raio de 120 km.
Cidade
População
Matriculas no
ensino Médio
Aliança
5.671
231
Aparecida do Rio Negro
4.213
190
Barrolândia
5.349
272
Brejinho de Nazaré
5.185
269
Chapada de Natividade
3.277
147
Cristalândia
7.234
231
Crixás
1.564
76
Fátima
3.805
178
Ipueiras
1.639
69
Miracema
20.684
4012
Miranorte
12.623
2247
Monte do Carmo
6.716
1173
Natividade
9.000
407
Oliveira de Fatima
1.037
84
Palmas
228.332
12.634
Paraíso
44.417
2364
Ponte Alta
7.180
374
Porto Nacional
51.846
2703
Santa Rosa
4.568
210
Santa Tereza
2.523
182
30
Silvanopolis
Total
5.068
296
431.931
28.349
Todavia, há que se ter em vista que a Faculdade não se vinculará
apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do
centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais.
Porto Nacional será um ponto de referência de interesses e,
sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelo
Tocantins e pelo Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo um espaço
brasileiro diversificado e extenso em importante região do país.
3.4. CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS
Porto Nacional está inserido na bacia hidrográfica do Rio Tocantins,
e apresenta em seu território as seguintes sub bacias: Sub Bacia Córrego
Santa Luzia, Bacia do Ribeirão dos Mangues, Sub Bacia Ribeirão Conceição,
Sub Bacia Rio água Suja, Sub Bacia Ribeirão do Carmo, Sub Bacia Rio
Matança e Sub Bacia do Córrego São João. Os principais afluentes do rio
Tocantins localizados na zona urbana da cidade são os córregos São João e
Francisquinha.
Com relação ao clima da região, predomina em Porto Nacional o tipo
C2wA’a” (clima úmido sub-úmido com moderada deficiência hídrica), segundo
o método de Thornthwaite, caracterizado por clima úmido sub-úmido com
moderada deficiência hídrica no inverno, evapotranspiração potencial média
anual de 1.500 mm, distribuindo-se no verão em torno de 420 mm ao longo dos
três meses consecutivos com temperatura mais elevada. A região apresenta
precipitações em torno de 1.600mm, com pouca variação entre os anos e
temperaturas médias anuais em torno de 26°C. Os meses mais quentes
coincidem com o rigor da seca, em fins de agosto e setembro. A umidade
relativa média anual está entorno de 70%, sendo que no período chuvoso os
índices de umidade são superiores a 80% e no período seco entorno de 50%
(SEPLAN, 2012). A vegetação predominante na região é o cerrado, cujas
principais características são os grandes arbustos e as árvores esparsas, de
galhos retorcidos e raízes profundas.
31
3.4.1.Turismo
Situada próximo a Palmas, Porto Nacional conta com uma razoável
infraestrutura para receber turistas para apreciar de um modo geral a cidade.
Os pontos turísticos que embelezam a cidade de Porto Nacional e atrai os
turistas que por aqui chegam, são os que seguem:

Centro Histórico: dotado de ruas estreitas e prédios quase todos
construídos no século XIX.

Avenida Beira Rio: via expressa, construída com mais de 3Km de
extensão, na orla da cidade.

Nova Praia de Porto Real: dotada de infra estrutura, local de eventos
culturais e esportivos durante a temporada de junho a setembro.

Colégio
Sagrado
Coração
de
Jesus:
construído
pelas irmãs
dominicanas na década de 1950 em estilo francês.

Prédio da Prefeitura Velha: edificado em 1922, nele funcionou até 1969
a Câmara Municipal, a sala das Audiências Judiciárias e a Administração
Municipal. Construído em dois pavimentos, se destaca entre várias
construções na parte velha da cidade.

Caetanato: localizado na conhecida “Rua do Cabaçaco” no Centro
Histórico de Porto Nacional, foi a primeira sede do Colégio das Irmãs
Dominicanas. Hoje é sede da COMSAÚDE de Porto Nacional. O nome
“Caetanato” é em homenagem a Sra. Caitana Belles, ultima moradora do
local.

Residência do Sr. Oswaldo Ayres: importante casa residencial de
arquitetura antiga, situada na Praça da Igreja Matriz, simboliza o brilhante
trabalho do Dr. Francisco Ayres da Silva, como médico, político e jornalista,
filho de Porto Nacional.

Residência da Senhora Custódia Pedreira: herança da família
“Pedreira”, esse casarão chama atenção pela arquitetura de épocas
passadas, toda em adobe, conversa o porão e o assoalho de tábuas.

Lago da Usina do Lajeado: Constituindo-se em local propício para
esportes náuticos e pesca esportiva, localizado em frente à cidade.
32
3.4.2. Natureza e Pesca
Porto Nacional tem uma área para pesca esportiva privilegiada por
ser banhada pelo rio Tocantins. Na região destacam-se os passeios fluviais
com direito a pesca amadora e profissional.
3.5. ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS
A geração de emprego e renda também tem recebido atenção
especial da gestão estadual através de ações que valorizam os pequenos e
médios empresários, além dos empreendedores individuais. Neste sentido,
diversas ações em parceria com instituições especializadas têm levado
capacitação e incentivos para novos empreendedores no Tocantins. Destaque
para o programa Compra Governamental, que determina a contratação de
micros e pequeno empresários e de empreendedores individuais de até 30%
do valor licitado em grandes licitações.
A indústria é principalmente a agroindústria, centralizada em seis
distritos instalados em cinco cidades pólo: Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto
Nacional e Paraíso do Tocantins. Boa parte de suas importações é de
maquinário, material de construção, ferro e aeronaves de pequeno porte,
produtos que representam a base de um expansionismo econômico.
Notável pelo potencial agropecuário, Porto Nacional vê no
crescimento da capital Palmas, distante 52 km, uma oportunidade para
movimentar o comércio local e permitir maior fluxo de capital no município. Em
se tratando de Produto Interno Bruto, Porto Nacional ocupa a 4ª posição dentre
os 139 municípios do estado. O PIB per capita do município é de R$ 13.652,27,
superior ao valor obtido no Estado do Tocantins, que é de R$ 12.462,00 (IBGE,
2010). Em termos de valores, a participação do município de Porto Nacional
para o produto interno bruto (PIB) é relevante, representando cerca de 3,89%
do PIB estadual.
3.6.
ASPECTOS CULTURAIS E A CULTURA AFRO-BRASILEIRA
33
Apesar de ser o Estado mais jovem do Brasil, fundado em 1988, o
Tocantins possui uma cultura secular que reflete o seu longo processo de
formação. Nas danças, cânticos e nas manifestações populares do Estado,
pode-se ver, nitidamente, traços da identidade dos negros que aportaram em
seu território para trabalhar na exploração do ouro, ainda sob o regime da
escravidão. Nos eventos religiosos tradicionais do Estado, que juntam milhares
de fiéis, pode-se sentir que o Tocantins carrega a essência da própria
formação mística brasileira. A cultura tocantinense se dá pelos variados
acontecimentos culturais, como a Folia de Reis, Caretas de Lizarda, Catira,
Cavalhadas, Congo ou Congadas, Festa de Nossa Senhora da Natividade,
Festa do Divino Espírito Santo, Festejos de Nossa Senhora do Rosário, Roda
de São Gonçalo, Romaria do Bonfim e Sússia e Jiquitaia.
No Tocantins, de acordo com a Diretoria de Diversidade da
Secretaria de Educação e Cultura do Estado (SEDUC), diversas ações vem
sendo desenvolvida para implementação da Lei Nº 10.639/2003 e Lei Nº
11.645/2008, que trata da inclusão de assuntos como Arte e Cultura Indígena,
Africana e Afro Brasileira no currículos escolares.
Como forma de valorizar as ações institucionais voltadas para as
relações Étnico-raciais e o Ensino de História e Cultura Africana, Afro
Brasileira e Indígena no Brasil, foi estabelecido um prêmio denominado Orirerê
– Cabeças Iluminadas, realizado pelo centro cultural Humaitá com foco nas
Secretarias de Educação e Instituições de Ensino Médio e Superior.
A cultura de Porto Nacional se deve a exploração do ouro que trouxe
muitos mineradores, tropeiros, mascates e viajantes que passaram pelo local
deixando sua contribuição. Em Porto Nacional existem dois Centros de
Cultura, são eles:


Centro Cultural Durval Godinho: possui sala de concerto.
Museu Histórico e Cultural de Porto Nacional: foi fundado na década de
oitenta e, naquele tempo, mobilizou a população para doação de acervo.
Depois de ocupar diversos espaços, hoje se instala em definitivo no prédio
restaurado para este fim.
Dentre as Festas Populares, Porto Nacional festeja:

Festa de São Sebastião: realizada em 20 de janeiro.

Festa do Divino: realizado em data móvel.
34

Festa da Padroeira: a festa da padroeira do município (Nossa Sra. das
Mercês) é realizada dia 24 de outubro.
O centro histórico de Porto Nacional foi tombado pelo IPHAN em
2008. A área delimitada abrange cerca de 250 edificações, conjuntos de ruas,
largos e praças, incluindo a Avenida Beira Lago e o entorno da Catedral Nossa
Senhora das Mercês.
Os Monumentos tombados pelo IPHAN: Catedral Nossa Senhora
das Mercês, Seminário São José, Prefeitura Velha e Arquivo Municipal,
Caetanato (primeira sede do Colégio das Irmãs Dominicanas, Colégio Sagrado
Coração de Jesus, Prédio do Abrigo João XXIII e Biblioteca Municipal Eli
Brasiliense, entre outros.
3.7.
CONTRIBUIÇÃO COM AS DEMANDAS DE DESENVOLVIMENTO
SOCIOECONÔMICO, TECNOLÓGICO E CULTURAL EM SUA ÁREA
DE ABRANGÊNCIA
Nesse sentido, a trajetória e o crescimento da FAPAC estão
diretamente associados ao novo ciclo de desenvolvimento da região Norte, e
tem, por meio do compromisso assumido no enunciado de sua missão,
contribuído com o aumento da riqueza da sociedade, através da formação de
profissionais competentes e éticos.
Para tanto, A FAPAC visa também ser uma referência quanto ao
desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão articulados as demandas de
desenvolvimento socioeconômico, tecnológico e cultural em sua área de
abrangência. As atividades desenvolvidas pela instituição priorizam o aumento
da oferta de vagas nos cursos de graduação e pós-graduação; a formação de
recursos humanos com maior foco nas necessidades apresentadas pelo
mercado de trabalho regional, representados pelas empresas, organizações e
indústrias. Atua também na oferta de atividades culturais voltadas para a
comunidade e o fortalecimento de sua identidade.
O estímulo à cultura empreendedora é uma das estratégias para a
interação da FAPAC com as empresas circunvizinhas, e se manifesta pela
intensificação da produção de conhecimentos em áreas estratégicas do
desenvolvimento regional e pela ampliação de serviços prestados a sociedade
35
sob a forma de atividades de extensão. A FAPAC/ ITPAC PORTO NACIONAL
entende que esses elementos são condicionantes para o atendimento
adequado às demandas da sociedade local apresentadas no decorrer da
história da Instituição.
A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL com o respaldo e a seriedade
de uma empresa responsável, de reputação ilibada, cumpridora de seu papel
na sociedade, prestando serviços de natureza pública com a mobilidade da
iniciativa privada, fortalece, inova e aprimora seus serviços na área de
educação, reconhecido em todo o Estado do Tocantins, destaca-se como uma
das melhores Faculdades da Região Norte, dando a FAPAC a visibilidade em
todo território nacional.
Sendo assim, há que se ter em vista que a Faculdade se vincula
apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estende por uma vasta região do
centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais, é um ponto de referência
de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica
marcada pelos rios Tocantins e Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo
um espaço brasileiro diversificado e extenso numa importante região do país.
O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do
Tocantins, nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de
estratégias educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e
mesmo as populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus
três principais graus e, sobretudo, o universitário.
4. CONTEXTO EDUCACIONAL
Porto Nacional, um dos municípios mais antigos do Estado do Tocantins,
tombada como Patrimônio da Humanidade no ano de 2008, se localiza de
forma privilegiada na região central do estado a 60 km da capital Palmas
constituindo uma das cidades localizadas na área de influência do Lago da
Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães. Possui patrimônio histórico bem
conservado e arquitetura colonial onde se destacou sempre como um grande
centro religioso, cultural e educacional.
36
Em 1886, chegam os primeiros padres dominicanos a cidade. Os
Dominicanos foram os grandes benfeitores nas esferas religiosas, social,
política e cultural da região de Porto Nacional. Em 1904, com as Irmãs
Dominicanas os trabalhos de educação se intensificam sendo Porto Nacional
uma referência na área atraindo alunos de diversos municípios.
No início da década de 1980, a UFG abria, com seus próprios recursos,
novas frentes de trabalho no interior de Goiás. Em março de 1980, era
aprovada a criação do Campus Avançado de Porto Nacional, localizado no
norte do estado (que nessa época ainda não tinha sido dividido) (UFG
Afirmativa, 2009).
Neste contexto histórico educacional, a FAPAC - Faculdade Presidente
Antônio Carlos, tendo como mantenedora o ITPAC Porto Nacional– Instituto
Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto LTDA está inserida, com a
responsabilidade de ministrar os cursos de Arquitetura e Urbanismo,
Enfermagem, Engenharia Civil, Odontologia, Medicina e Administração.
A
FAPAC/ITPAC
Porto
Nacional
participa
do
desenvolvimento
sustentável da região central do Estado, através da produção do conhecimento
e da formação de recursos humanos críticos, éticos, criativos e comprometidos
com a responsabilidade social. Além de gerar mais de 356 empregos diretos,
capacitando seus recursos humanos, trazendo mão de obra especializada e
participando da construção e formação de novos conceitos e valores para a
comunidade acadêmica, desde setembro/2008.
Porto Nacional está se despontando como importante polo de
desenvolvimento do Tocantins, nos últimos anos diversas empresas se instalou
na cidade, o que vem contribuindo para alavancar a economia local.
Em 2010 o município obteve o quarto maior Produto Interno Bruto do
Tocantins, com destaque no crescimento do setor indústria. O grande destaque
no
setor de
serviço
é a
Atividade de
Administração Pública
com
representatividade de 45,6% deste setor. No setor industrial, a atividade com
maior participação neste ano foi a Construção Civil com representatividade de
37
52,2% deste setor. Na Agropecuária destaca-se a produção de soja, mandioca
e cana-de-açúcar e a criação de bovinos, aves e suínos (SEPLAN, 2013).
Os
fatores
que
tornam
Porto
um
centro
de
referência
em
desenvolvimento, com a atração de investimentos significativos, são a logística
de transportes para escoamento da produção, a estrutura educacional, que
oferece cursos técnicos e superiores em várias áreas, a infraestrutura, a
incrementação do agronegócio (PARALELO 13, acessado em: 18 de dez.
20103).
Neste sentido, Porto Nacional exerce influencia diretamente em 18
municípios tocantinense, com um total de 429.231 habitantes e oferecendo
cursos de ensino superior para aproximadamente 28.133 alunos matriculados
(IBGE, 2012).
As Cidades próximas de Porto Nacional concentram-se em um raio de
120 km. São elas: Aliança, Aparecida do Rio Negro, Barrolândia, Brejinho de
Nazaré, Chapada de Natividade, Cristalândia, Crixás, Fátima, Ipueiras,
Miracema, Miranorte, Monte do Carmo, Natividade, Oliveira de Fátima, Palmas,
Paraíso, Ponte Alta, Santa Rosa, Santa Tereza e Silvanopolis perfazendo uma
população total de 429.231 habitantes.
Portanto, a Faculdade não se vinculará apenas à cidade de Porto
Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do centro sul do Estado e
vencendo fronteiras estaduais, será um ponto de referência de interesses e,
sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelos
rios Tocantins e Araguaia. Assim, a Faculdade está suprindo um espaço
brasileiro diversificado e extenso em importante região do país.
O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do Tocantins,
nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de estratégias
educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e mesmo as
populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus três
principais graus e, sobretudo, o universitário.
A fixação de profissionais da saúde, em especial, a odontologia, no
Estado do Tocantins esbarra em dificuldades que incluem a ausência de um
38
centro formador de recursos humanos na região de abrangência de Porto
Nacional e mesmo do Estado.
É de grande importância a formação de profissionais que convivem com
a realidade social da região, uma vez que conhecedores das dificuldades e
problemas relacionados à saúde, objetivem levar à comunidade uma melhor
qualidade de vida. Outro aspecto relevante é a permanência desses
profissionais na sua região de origem, fixando recursos humanos qualificados e
especializados em municípios do interior, pela perspectiva de reconhecimento
profissional e de oportunidades de aprimoramento funcional.
Com observância ao contexto especifico, seja social, cultural, econômico
ou físico, os quais podem influenciar as crenças e os comportamentos culturais
e determinar se esses fatores têm ou não um efeito negativo sobre a saúde.
Acrescente-se a isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da
região, catalisado pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da
consolidação da atividade de ensino. E, ainda, o repasse imediato à
comunidade do conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de
uma política consistente de extensão.
5. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM
5.1. IDENTIFICAÇÃO
O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAPAC/ITPAC PORTO
NACIONAL prevê que as atividades educacionais no ensino de graduação
deverão proporcionar a oferta de cursos, com seus meios e recursos, para que
o educando possa desenvolver-se como sujeito do processo educacional,
desenvolvendo seu projeto de vida.
As definições previstas no PDI são atendidas pelo curso de
Enfermagem, cujos objetivos convergem para a formação de profissionais que
possam atender às necessidades de demanda de mão-de-obra especializada
na área. O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAPAC/ITPAC PORTO
NACIONAL prevê as políticas de funcionamento da unidade e contém o
planejamento para a implantação dos cursos previstos para a unidade.
39
“Nosso desejo é que a escola cumpra um papel social de humanização e
emancipação, onde o aluno possa desabrochar, crescer como pessoa e
cidadão, e onde o professor tenha um trabalho menos alienado e alienante,
que possa repensar sua prática, refletir sobre ela, re-significá-la e buscar novas
alternativas. Para isto, entendemos que o planejamento é um excelente
caminho (VASCONCELOS, 2002).”
Assim, a fim de assegurar a plena articulação entre o PPC e o PDI, a
elaboração desse Projeto Pedagógico contou com a participação da
comunidade acadêmica, com participação dos professores que formam o
Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de curso e da Coordenação do curso
de Enfermagem, em diversas reuniões, com respeito à pluralidade de ideias,
valorizando a qualidade do ensino, nas quais foram discutidos: o projeto, os
conteúdos das ementas com sua adaptação ao programa e a atualização da
bibliografia.
A equipe colaborou também na discussão das características do curso,
levando em conta (além das Diretrizes Curriculares Nacionais que norteiam o
curso) perfil do profissional adequado para a região em que o curso está
inserido e os valores institucionais, bem como o referencial teóricometodológico, os princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações
previstas no PDI.
5.2. NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO
Segundo
Oliveira
(2009)
o
processo
de
municipalização
e
descentralização político-administrativa inerente ao Sistema Único de Saúde
(SUS) é inegável. Sendo que o desafio assumido pelos municípios é
reestruturar a atenção primária e promover ações de saúde. Nesta direção, a
enfermagem é uma mola propulsora, visto que o seu conhecimento científico e
sua pratica são essenciais para identificar as necessidades da população e
estabelecer intervenções eficazes.
Analisando este cenário, verifica-se a necessidade da expansão dos
atores sociais na gestão Democrática do Sistema Único de Saúde (SUS),
sendo que os profissionais de enfermagem vem ocupando cargos de direção e
40
cordenação, tornando-se corresponsáveis pela gestão do SUS, seja na
questão de competencias técnicas e políticas (FERNANDES, 2014).
Para Silva e colaboradores (2011) o curso de enfermagem formar um
profissional com formação generalista, na construção de competencias e
habilidades de acordo com as exigências do SUS, quer acadêmico-científicas
quer ético-humanísticas.
Portanto, o profissional de enfermagem tem a oportunidade de ultrapassar
o conhecimento biológico, estabelecendo relações entre o processo saúdedoença e o social, subsidiados pelas informações epidemiológicas, na direção
de dirimir o sofrimento da população.
O ensino de enfermagem está inserido no atual momento educacional
brasileiro em que as oportunidades para a construção do conhecimento devem
somar-se à consciência crítica do aluno, considerando todos os aspectos de
ensino, tanto formal como também o aprendizado adquirido e construído no
contexto do indivíduo, pesquisa ou extensão para a aprendizagem (PERES,
2002).
O mercado de trabalho absorve significativamente os profissionais de
enfermagem. Tem-se, assim, cerca de 3000 enfermeiros (as) inscritos no
Conselho Regional do Tocantins (2014), exercendo funções variadas em
hospitais de toda natureza, unidades básicas de saúde, empresas, escolas de
nível médio, faculdades e universidades (COREN, 2007). Para o Ministério da
Saúde (2013) a proporção ideal de enfermeiros em relação a população é de 1
enfermeiro/ 1000 habitantes.
O enfermeiro no Brasil pode atuar em diversas áreas relacionadas à
assistência primária (Unidades Básicas de Saúde), secundária (ambulatorial,
internação) e terciária (unidades de reabilitação), Bancos de Sangue, Bancos
de leite, indústria, produção de tecnologias, Ensino, Pesquisa, Assessorias e
Auditorias (COREN, 2007).
5.3. JUSTIFICATIVAS PARA CRIAÇÃO DO CURSO
Segundo Teixeira e colaboradores (2013) o eixo Sul-Sudeste representa
71,2% do universo de cursos de Graduação em Enfermagem do Brasil. Nestas
regiões, destacam-se os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e
41
Paraná, com o maior número de cursos. As regiões Norte e Centro-Oeste
apresentaram 17% dos cursos de graduação em Enfermagem do país.
Estudos sobre a formação de profissionais e a distribuição de recursos
humanos de saúde também revelam essa desigualdade, identificando que nas
regiões
Sul
e
Sudeste
do
país
há
melhores
índices
na
relação
egresso/habitante dos cursos de graduação da área de saúde, enquanto as
regiões Norte e Nordeste possuem os piores índices (CECCIM e PINTO, 2007).
Segundo Silva e Baptista (2007) a Região Norte possui uma grande
extensão territorial com graves problemas de infraestrutura, principalmente nas
áreas de energia, comunicação, transporte, educação, saúde. Com um baixo
desenvolvimento econômico, conta com o menor Produto Interno Bruto do país.
O fato é que essas condições se apresentam como alguns dos determinantes
para que a Região possua um reduzido número de cursos superiores de
enfermagem, se comparado às demais regiões.
O mercado de trabalho para o curso de enfermagem é bastante amplo, o
que permite ascensão rápida do profissional, devido à necessidade desses
profissionais em todas as instituições de saúde, bem como em regiões
distantes dos grandes centros cuja demanda no Brasil tem sido crescente após
a implantação da interiorização da assistência pelo Ministério da Saúde.
Cabe ressaltar a importância do curso de Enfermagem ser ofertado por
uma Instituição Privada no interior do estado do Tocantins, que zele pela
qualidade na prestação de serviços educacionais.
Com observância ao contexto especifico, seja social, cultural, econômico
ou físico, os quais podem influenciar as crenças e os comportamentos culturais
e determinar se esses fatores têm ou não um efeito negativo sobre a saúde.
Acrescente-se a isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da
região, catalisado pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da
consolidação da atividade de ensino. E, ainda, o repasse imediato à
comunidade do conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de
uma política consistente de extensão.
A fixação de profissionais da saúde, em especial, a enfermagem, no
Estado do Tocantins esbarra em dificuldades que incluem a ausência de um
centro formador de recursos humanos na região de abrangência de Porto
Nacional e mesmo do Estado.
42
É de grande importância a formação de profissionais que convivem com
a realidade social da região, uma vez que conhecedores das dificuldades e
problemas relacionados à saúde objetivem levar à comunidade uma melhor
qualidade de vida. Outro aspecto relevante é a permanência desses
profissionais na sua região de origem, fixando recursos humanos qualificados e
especializados em municípios do interior, pela perspectiva de reconhecimento
profissional e de oportunidades de aprimoramento funcional.
Segundo o COFEN (2011), a OMS (Organização Mundial para a Saúde)
estabeleceu que o número de profissionais de enfermagem por em proporção à
população é de 1 profissional
de enfermagem para cada 500 habitantes
(1:500). No Brasil, a quantidade de profissionais de enfermagem agrupada tem
a proporção de 3,8 profissionais de enfermagem/500 habitantes, acima do
recomendado
pela
OMS,
porém,
quando
discriminado
por
categoria
profissional, verifica-se que a categoria dos enfermeiros não atinge essa
proporção, desconsiderando a categoria profissional das parteiras que está em
extinção, as demais categorias profissionais apresentam resultados acima do
recomendado.
Tabela 1: Número de Profissionais de Enfermagem por habitante no Brasil
em 2010.
DESCRIÇÃO
TOTAL
1:500
População
190.732.694
Profissionais de Enfermagem
1.449.583
3,80
Enfermeiros
287.119
0.75
Técnicos de Enfermagem
625.863
1.64
Auxiliar de Enfermagem
533.422
1.40
106
Parteiras
0.0
Não Informado
3.073
0.01
Total
998
908
Fonte: Adaptado de dados de pesquisa e dados do censo 2010 (COFEN) do
IBGE (2011).
O cruzamento de dados da base de dados integrada de profissionais de
enfermagem com os dados de população do Censo 2010 do IBGE evidencia
que a categoria enfermeiros no Brasil representa (0,75% da população), no
entanto na macro região Norte, o percentual alcança a média de (0,67%) da
população, demonstrando que esta região está abaixo da Avaliação Nacional.
43
Gráfico 1: Distribuição de profissionais enfermeiros versus total da
população na região NORTE e meta da OMS, ano de 2010.
Fonte: Adaptado de dados de pesquisa e dados do censo 2010 (COFEN) do
IBGE (2011).
Segundo a Revista Guia do Estante, há carência de profissionais no
Norte e Nordeste do país. A área de saúde da família está em expansão. O
governo Federal, por exemplo, mantém um programa do gênero, cujas equipes
contam, no mínimo, com um enfermeiro. O aumento da expectativa de vida da
população também expandiu a frente de trabalho representada pela prestação
de assistência domiciliar. Também é cada vez mais comum encontrar
enfermeiros trabalhando em centros de estética, escolas infantis, laboratórios
de análises clínicas, ambulatórios empresariais e em serviços de homecare.
(http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/saude/enfermagem-685108.shtml)
A enfermagem é uma das áreas que o número de empregos tem
aumentado muito na última década, sua atuação nos programas de prevenção
e assistência às doenças vem crescendo, garantindo novas oportunidades de
trabalho.
A formação de profissionais da área de saúde, da própria região, com uma
visão generalista, críticos e éticos, voltados prioritariamente para a promoção
da saúde e com habilidades que os permita atuar na prevenção e cura de
doenças, é, sem dúvida, objetivo de elevada relevância social. Acrescente-se a
isso o impacto no índice de desenvolvimento humano da região, catalisado
pelo desenvolvimento científico e tecnológico, a partir da consolidação da
44
atividade de ensino.
E, ainda, o repasse imediato à comunidade do
conhecimento trabalhado e produzido na Instituição, através de uma política
consistente de extensão.
5.4. CONCEPÇÃO E PERFIL DO CURSO
O Curso de Graduação em Enfermagem, FAPAC/ITPAC PORTO
NACIONAL, foi concebido com o compromisso de propiciar formação
generalista que atenda às necessidades sociais da saúde, com ênfase no
Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando, prioritariamente, a integralidade
da atenção e a qualidade e humanização do atendimento prestado à população
do município de Porto Nacional, sem, contudo, perder a perspectiva regional,
estadual e nacional.
Nesse sentido, a formação acadêmica busca qualificar o enfermeiro
frente aos princípios, diretrizes e práticas do Sistema Único de Saúde, por meio
da compreensão das relações de trabalho em saúde e sociedade, visando o
aprimoramento da dinâmica de gestão, a qualificação dos processos e a
proposição de projetos de intervenção, a partir do reconhecimento de
diferentes demandas, sustentados por evidências científicas.
Com o pensar voltado para a formação prospectiva, antecipando os
desafios que aguardam os egressos no futuro que ainda não se conhece o
contorno, busca-se uma aprendizagem ativa e problematizadora, que considere
em primeiro plano a realidade social, cultural e epidemiológica do município de
Porto Nacional, voltada para autonomia intelectual, apoiada em formas criativas
e estimulantes para o processo de ensino-aprendizagem, formando profissional
comprometido com a curiosidade epistemológica e com a resolução de
problemas da realidade cotidiana.
Este Projeto Pedagógico pauta-se nos seguintes princípios:
- confluência dos processos de desenvolvimento do pensamento,
sentimento e ação;
- formação baseada na captação e interpretação da realidade, proposição
de ações e intervenção na realidade;
- sensibilidade às questões emergentes da assistência à saúde, do ensino
e do entorno social;
45
- valorização e domínio de um saber baseado no conhecimento já
construído e que contemple o inédito;
- reconhecimento de que o aprendizado se constitui como um processo
dinâmico, apto a acolher a motivação do sujeito e que contemple o
desenvolvimento do próprio estilo profissional;
- articulação entre o ensino, a pesquisa e extensão.
o O Curso de Enfermagem é permeado pelas crenças e valores a
seguir descritos:
- homem, como cidadão, tem direito à saúde, cujas necessidades devem
ser atendidas durante o ciclo vital;
- saúde-doença é um processo dinâmico, determinado por múltiplos
fatores e pelo contínuo agir do homem frente ao universo físico, mental e
social em que vive;
- biomédico atua na equipe multiprofissional, visando atender o homem na
sua integralidade;
- biomédico deve ter competência técnico-científica e atitude crítica,
favorecidas por uma formação geral que considera a situação
econômica, social, política e cultural do País, e o perfil sanitário e
epidemiológico de sua região;
- formação é um processo educacional que implica em co-participação de
direitos e responsabilidades de docentes, discentes e profissionais de
campo, visando o seu preparo para prestar assistência ao cidadão;
- educação formal inicia-se no curso de graduação e deverá ser
continuada, de forma institucionalizada ou não, para aprimoramento e
aperfeiçoamento profissional.
Este projeto pedagógico contempla os conteúdos essenciais, as
habilidades e as competências necessárias, de modo a instrumentalizar o
enfermeiro para compreensão da realidade social e para as diferentes
intervenções, seja nos aspectos micro ou macro institucionais.
Vale registrar que o presente Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Enfermagem está, plenamente, adequado aos atos legais que
regem as áreas de educação superior e da saúde. A saber:

Constituição Federal de 1988.
46

Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde Nº. 8.080, de 19/9/1990.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Nº. 9.394, de
20/12/1996.

Lei do Plano Nacional de Educação (PNE) Nº. 10.172/2001.

Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Nº. 10.861,
de 14/4/2004.

Lei do Estágio de Estudantes Nº. 11.788, de 25/9/2008.

Decreto 5.626/2005, que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS (Língua
Brasileira de Sinais).

Decreto que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de
necessidades especiais, a vigorar a partir de 2009, Nº. 5.296/2004.

Decreto que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e
Avaliação da Educação Superior Nº. 5.773, de 9/5/2006.

Decreto Nº 94.406, de 08/06/1987, que regulamenta a Lei Nº 7.498, de
25/6/1986, que dispõe sobre o Exercício Profissional da Enfermagem.

Parecer CNE/CES Nº. 1.133, de 7/8/2001, que trata das Diretrizes
Curriculares Nacionais de Enfermagem, Medicina e Nutrição.

Resolução CNE/CES Nº 03, de 7/11/2001, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem.

Resolução CNS Nº 196, de 1996, que dispõe sobre Normas e Diretrizes
Reguladoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos.

Resolução CNS Nº 370, de 8/3/2007, que trata do registro e
credenciamento ou renovação de registro e credenciamento do CEP.

Código de Ética de Enfermagem.

Resolução CNE/CES Nº 2, de 18/6/2007, que dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

Resolução
CNE/CES
Nº
3,
de
2/7/2007,
que
dispõe
sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de horaaula, e dá
outras providências.

Resolução CNE/CES Nº 4, de 6/4/2009, que dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos
de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
47
Enfermagem, Farmácia, Enfermagem, Fonoaudiologia, Nutrição e
Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.

Declaração Mundial sobre Educação Superior no Século XXI da
Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, UNESCO: Paris, 1998.

Relatórios Finais das Conferências Nacionais de Saúde.
Além da adequação à legislação, o Curso de Graduação em
Enfermagem está pautado nas Normas Institucionais estabelecidas no Estatuto
da Mantenedora (na esfera das suas competências) e no Regimento,
Resoluções e outros atos internos da FAPAC.
A concepção do presente projeto pauta-se no arcabouço teórico e
programático do Sistema Único de Saúde (SUS) e no entendimento da Saúde
como condições dignas de vida.
A saúde é direito de todos e dever do estado,
garantido mediante políticas sociais e
econômicas que visem à redução do risco de
doença e de outros agravos e ao acesso
universal e igualitário às ações e serviços para
sua promoção, proteção e recuperação (Artigo
196 da Constituição Federal de 1988).
Neste contexto, a Enfermagem é considerada como uma prática social
historicamente determinada que tem como objeto principal de atuação o
cuidado e o cuidar dos seres humanos em todo ciclo vital. A Enfermagem,
enquanto ciência e arte do cuidar humano baseia-se na concepção da
integralidade da atenção em saúde.
O processo de trabalho em enfermagem caracteriza-se historicamente
pela assistência/cuidado, quando apreendido na totalidade em relação ao
trabalho em saúde. Esse processo concretiza-se por meio dos seguintes
subprocessos:

Cuidar/Assistir;

Administrar/Gerenciar;

Investigar/Pesquisar.
Além dos aspectos supramencionados, a concepção e a estrutura deste
projeto pedagógico consideraram o processo da reforma sanitária brasileira, o
processo de trabalho em saúde/enfermagem e o perfil epidemiológico do
48
município de Porto Nacional como contexto essencial na formação do
enfermeiro.
O processo de construção coletiva deste PPC repousou em três
dimensões:

Dimensão Conceitual: forneceu os fundamentos e os conceitos chave que
configuram o paradigma orientador que subsidia o PPC.

Dimensão Normativa forneceu os referenciais que fundamentam o PPC.

Dimensão Estrutural forneceu os elementos constitutivos do PPC.
Dimensão Conceitual
Educação
A FAPAC/ITPACPORTO compreende que um dos fins da IES é a
formação de recursos humanos em nível de graduação e pós-graduação e a
produção de conhecimento por meio da pesquisa científica, para atender as
necessidades da sociedade onde está inserida, ao mesmo tempo em que
contribui para sua transformação.
Assim, entende a IES como um dos pilares de transformação social,
ainda que não o único. E a educação é redefinida como um movimento
contínuo de:
(...) produção, incorporação, reelaboração, aplicação e
testagem de conhecimentos e tecnologias, através de um
processo multidimensional de confronto de perspectivas e
prioridades, efetivado na relação dialógica e participativa
entre os diferentes saberes dos sujeitos sociais,
negociando entre as partes envolvidas no ensino e
aprendizagem, promovendo a cooperação, a solidariedade,
a troca, a superação da realidade existente, para
construção da realidade almejada, possível ou utópica
(Saupe, 1998).
Saúde
A Constituição Federal de 1988, art. 196, define que “a saúde é direito
de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas
que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso
universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e
recuperação” (Artigo 196 da Constituição Federal de 1988).
49
A concepção do presente projeto pauta-se no arcabouço teórico e
programático do Sistema Único de Saúde (SUS) e no entendimento da Saúde
como condições dignas de vida.
A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido
mediante políticas sociais e econômicas que visem à
redução do risco de doença e de outros agravos e ao
acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua
promoção, proteção e recuperação (Artigo 196 da
Constituição Federal de 1988).
 As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e
hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as
seguintes diretrizes (Artigo 198 da Constituição Federal de 1988):
I - descentralização;
II - atendimento integral, com prioridade para as atividades
preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;
III - participação da comunidade.
 O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e
instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração
direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o
Sistema Único de Saúde (SUS). (Artigo 4º da Lei 8.080/90). Parágrafo 2º
deste Artigo: A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de
Saúde (SUS), em caráter complementar.
 São objetivos do Sistema Único de Saúde (Artigo 5º da Lei 8.080/90):
I - identificação e divulgação dos fatores condicionantes e
determinantes da saúde;
II - formulação de política de saúde;
III – assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção,
proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das
ações assistenciais e das atividades preventivas.
 As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados
ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são
desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da
Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios (Artigo 7º
da Lei 8.080/90):
50
I – universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de
assistência;
II – integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e
contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e
coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do
sistema;
VII – utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a
alocação de recursos e a orientação programática;
X – integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e
saneamento básico;
XII – capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de
assistência.
Enfermagem
É uma prática social historicamente determinada, que acontece em
uma sociedade concreta, que tem o ser humano, a família e a comunidade
como sujeitos da produção, difusão e aplicação de conhecimento e do
exercício profissional. A Enfermagem é a ciência do cuidado. Fundamenta-se,
principalmente, na Ética, no Processo Saúde/Doença, na Epidemiologia e na
Integralidade da Atenção em Saúde. Dispõe de um corpo de conhecimento,
que aborda o saber e o fazer nas várias dimensões do cuidar em enfermagem.
Sua atuação envolve a promoção, a prevenção, a recuperação e a
reabilitação da saúde individual e coletiva em todo o ciclo vital. O enfermeiro
integra a força de trabalho em saúde e o processo de trabalho em enfermagem
compreende ações assistenciais, administrativas, educativas e de pesquisa nos
diferentes serviços de saúde.
Desta forma, o Enfermeiro é considerado, também, como um dos
profissionais que atuam com base no cuidado, caracterizando-se como
cuidador em saúde.
O cuidado é concebido pelo Ministério da Saúde como:
Cuidado significa atenção, precaução, cautela, dedicação,
carinho, encargo e responsabilidade. Cuidar é servir, é
51
oferecer ao outro, em forma de serviço, o resultado de seus
talentos, preparo e escolhas; é praticar o cuidado. Cuidar é
também perceber a outra pessoa como ela é, e como se
mostra, seus gestos e falas, sua dor e limitação. Percebendo
isso, o cuidador tem condições de prestar o cuidado de
forma individualizada, a partir de suas idéias, conhecimentos
e criatividade, levando em consideração as particularidades
e necessidades da pessoa a ser cuidada. Esse cuidado deve
ir além dos cuidados com o corpo físico, pois além do
sofrimento físico decorrente de uma doença ou limitação, há
que se levar em conta as questões emocionais, a história de
vida, os sentimentos e emoções da pessoa a ser cuidada.
(MS, 2008)
Esta dimensão conceitual não se esgota nestes postulados nem
nestes conceitos. Vai muito além destas premissas apresentadas. Porém, a
esta base conceitual, no processo de construção e de desenvolvimento do PP,
outros aportes serão agregados ao documento.
Sintetizando, o marco referencial do PPC compreende, também, o
Sistema Único de Saúde (SUS); a Saúde da Família; a Epidemiologia; a Ética;
a Cidadania; o Processo Saúde-Doença e o Cuidado em Saúde/Enfermagem.
Dimensão Normativa
Nesta dimensão são considerados como referenciais os perfis
demográfico, sócio-econômico, epidemiológico e sanitário do Tocantins e de
Porto Nacional, além dos Documentos e Atos Acadêmicos e Administrativos da
FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL e a legislação em vigor.
Dimensão Estrutural
Trata dos elementos constitutivos que configuram o Projeto
Pedagógico e o Currículo do Curso de Graduação em Enfermagem da
FAPAC/ITPAC PORTO.
5.5. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO CURSO
52
Formação do Enfermeiro como resultado da articulação entre
conteúdos, competências e habilidades adquiridas e/ou desenvolvidos durante
o curso.

Proposta pedagógica está centrada no aluno como sujeito da
aprendizagem e apoiada no professor como facilitador e mediador do
processo ensino-aprendizagem.

Curso de Graduação em Enfermagem como cenário de debates de
temas inovadores e relevantes para o exercício profissional do
Enfermeiro.

Implementação de metodologias no processo ensinar-aprender que
estimulem o aluno a refletir sobre as realidades sanitária e social e
aprenda a aprender.

Integração ensino e serviço de saúde.

Ter como eixo do desenvolvimento curricular as necessidades de saúde
mais freqüentes, referidas pela comunidade e identificadas pelo setor
saúde com base nos indicadores epidemiológicos.

Utilização de metodologias que privilegiem a participação ativa do aluno
na construção de conhecimentos e a integração entre os conteúdos,
além de garantir a articulação entre ensino, investigação científica,
extensão e assistência em Enfermagem.

Promoção da integração e da interdisciplinaridade em coerência com o
eixo de desenvolvimento curricular, buscando integrar as dimensões
biológicas, psicológicas, sociais e culturais.
O projeto político pedagógico para formação de enfermeiro do
FAPAC/ITPAC PORTO, se baseia nos entendimentos de pressupostos e
conceitos básicos de enfermagem que é uma disciplina e profissão que
congrega ciência, arte e tecnologia na produção de conhecimentos necessários
ao cuidado de indivíduos, famílias e grupos sociais.
O Curso de Enfermagem do FAPAC/ITPAC PORTO formará
enfermeiro(a) generalista voltado para as transformações da sociedade e da
produção do conhecimento, é dinâmica e aberta para as diversidades, no
sentido do desenvolvimento de competências e compromissos com o cuidar, o
gerenciar, o educar, o pesquisar e com a sua própria educação ao longo da
53
vida. O processo educativo, como conhecimentos, avaliações, experiências,
responsabilidades,
compromissos
e
sentimentos
inter-relacionam-se,
complementam-se, ampliam-se e influem uns aos outros.
A respeito da pluralidade e a diversidade cultural é requisito
fundamental, para um processo de formação que se quer aberto, flexível,
cidadão. O curso superior de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO é que se
propõe a atender aos requisitos mencionados acima, articula-se ensino,
pesquisa e extensão, valorizando diversas formas de saber e sendo de
fundamental importância para o desenvolvimento regional.
A possibilidade de interagir de maneira coerente, ética e eficaz com
diferentes estratos da sociedade, promovendo a relação teoria-prática e a
formação cidadã. Esta formação permite construir o ser profissional por meios
de estratégias globais, tanto em ações isoladas e desvinculadas como também
vinculadas ao núcleo epistemológico do curso.
As novas diretrizes curriculares às Instituições de Ensino tem um
aspecto altamente positivo, a partir do princípio de que a elaboração do
currículo implica num projeto pedagógico adequado as aspectos da região, ao
perfil do profissional desejado, à elaboração de ementário, bibliografia,
conteúdo programático e uma integralização de tudo isso com um corpo
docente participativo e atuante, resultando numa natural qualificação do projeto
pedagógico como um todo.
Dessa forma, o projeto pedagógico do curso de Enfermagem, em
consonância com as Diretrizes Curriculares, propõe um roteiro, exercitando a
liberdade e a flexibilidade conferidas pela Lei, formulando um currículo cujo
objetivo é destacar as habilidades e competências esperadas do egresso, a
partir de uma associação com o aporte teórico das disciplinas que compõem o
currículo, no intuito de assegurar a preparação do aluno para o exercício de
sua função profissional, levando-se em conta as exigências do atual mercado
de trabalho e a estrutura do curso de Enfermagem, prevista pelas Diretrizes
Curriculares e pelos Padrões de Qualidade preconizados pelo MEC.
Espera-se, portanto, que este projeto seja realmente norteador da
prática pedagógica desse curso e se torne instrumento de ação para assegurar
a unidade e a coerência dos trabalhos e ações docentes e de seu processo de
avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subseqüentes. Somente
54
desta forma o projeto pedagógico cumprirá suas funções de articulação,
identificação, inovação, ética e política para tornar a filosofia e o projeto
educacional da IES viável e efetiva
De acordo com o proposto nas Diretrizes Curriculares de cursos da
área de Enfermagem, é necessário que se amplie o conceito de currículo,
entendido como construção cultural que proporciona a aquisição do saber de
forma articulada. A partir dessa definição, o currículo deve ser constituído por
um conjunto de conhecimentos, competências e habilidades além dos objetivos
que busca alcançar. O currículo passa a ser todo e qualquer conjunto de
atividades acadêmicas que constituem um curso. Essa definição compreende a
atividade curricular considerada relevante para que o aluno adquira
competências e habilidades necessárias à sua formação, e que possa ser
avaliada interna e externamente como processo contínuo e transformador, não
excluindo as disciplinas convencionais.
Para colocar essa proposta em prática, é necessário antes de tudo,
definir quais os conhecimentos, as competências e habilidades que fazem
parte do perfil do profissional que se deseja formar, num conjunto de atividades
e conteúdos que levem o aluno, a saber, fazer (competências e habilidades) e,
a saber ser (atitudes, posturas, valores).
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem
contou com a participação dos Docentes que formam o Núcleo Docente
Estruturante e da Coordenação do Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPAC
PORTO, em diversas reuniões nas quais foi discutida a proposta do projeto,
foram revistos os conteúdos das ementas com sua adaptação ao programa e a
atualização da bibliografia. A equipe colaborou, também, na discussão das
características do curso de Enfermagem, levando em conta o perfil do
profissional adequado para a região em que o curso está inserido.
5.6. OBJETIVOS DO CURSO
Formar Enfermeiros generalistas para o exercício de competências e
habilidades gerais da profissão, assistindo e intervindo a população no
processo de saúde-doença, considerando o indivíduo no seu ciclo evolutivo.
Atendendo as necessidades sociais da saúde com ênfase no Sistema Único de
55
Saúde (SUS), aprimorando a capacidade de gestão e liderança. Assegurando a
qualidade a humanização no atendimento baseado em evidências científicas.
O curso possibilita a formação de um profissional apto a atuar no
campo da promoção da saúde, na prevenção de doenças agudas ou crônicas,
degenerativas, endêmicas, transmissíveis, em qualquer fase do ciclo vital,
mediante a prestação de assistência direta ou indireta, e instrumentaliza o
profissional à lidar com o indivíduo, a família e a comunidade no contínuo
saúde-doença, nas relações interpessoais e multiprofissionais.
5.6.1. Objetivo Geral
Dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício
de competências e habilidades gerais da profissão, para assistir e intervir no
processo saúde-doença nos requisitos de promoção, proteção e reabilitação de
saúde, apto a tomada de decisão as condutas adequadas nas evidências
científicas.
5.6.2. Objetivos Específicos
• Intervir no processo saúde-doença em seus diferentes níveis de
complexidade, na perspectiva da integralidade da assistência, em consonância
com as propostas à atenção e saúde pautada no princípio científico;
• Aplicar de forma integral a promoção e proteção da saúde, prevenção de
agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, aos
indivíduos e famílias na USF, e, quando indicado ou necessário, no domicílio
e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações, etc.), em todas
as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e
terceira idade.
• Aplicar a sistematização de enfermagem em todos os níveis de assistência,
com o intuito de qualificar a organização, planejamento e avaliação do cuidado
prestado, fortalecer a comunicação entre a equipe, priorizar as necessidades
de cada paciente e desenvolver ações baseadas em conhecimento técnico
cientifico.
56
• Atuar na saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso
considerando as especificidades da prática de enfermagem e contemplando
inovações, baseado na sistematização da assistência em enfermagem;
• Propiciar a formação profissional nos princípios das políticas de saúde, no
contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos da
população;
• Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos os âmbitos da
atuação profissional;
• Assegurar e integralidade da atenção, qualidade e humanização o
atendimento baseado em evidências científicas.
5.7. PERFIL PROFISSIONAL E COMPETÊNCIAS DO EGRESSO
Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais e com base
nos conhecimentos, habilidades e atitudes acima definidos, o Curso de
Graduação em Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO, formará:
• Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
conhecendo a saúde de forma integral, envolvendo uma abordagem
multidisciplinar;
• Enfermeiro atuante nos programas de assistência integral ao ciclo evolutivo
do individuo;
• Enfermeiro com a formação profissional nos princípios da Política de Saúde,
no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das
populações com ênfase na sua região de atuação;
• Enfermeiro apto a gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos
os ambitos da atuação;
• Enfermeiro atuante com senso de responsabilidade tanto em nível individual
como coletivo;
• Enfermeiro intervindo nas necessidades sociais da saúde com ênfase no
SUS, assegurando a integralidade da atenção, qualidade e humanização.
• Enfermeiro adequado as novas tecnologias, tanto de informação e
comunicação, quanto de ponta para o cuidar;
57
6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Este projeto representa uma proposta pedagógica do curso de
Enfermagem, assim, expressa e norteia as diretrizes curriculares de ação
efetiva, para a implantação deste curso na região. As diretrizes curriculares
devem, portanto, considerar fundamentalmente o essencial de cada área do
conhecimento, campo do saber ou profissão, visando promover no estudante a
capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional de forma autônoma e
permanente.
A liberdade oferecida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, às
Instituições de Ensino tem um aspecto altamente positivo, a partir do princípio
de que a elaboração do currículo implica num projeto pedagógico adequado
aos aspectos da região, ao perfil do profissional desejado, à elaboração de
ementário, bibliografia, conteúdo programático e uma integração de tudo isso
com um corpo docente participativo e atuante, resultando numa natural
qualificação do projeto pedagógico como um todo.
O Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPACPORTO adota uma
filosofia preventiva em todos os níveis de atenção, levando o discente a
compreender o binômio saúde–doença como um processo social, onde as
ações curativas não são a única meta a alcançar. Com essa concepção buscase o conhecimento da realidade econômica e social da região, estando apto
para atuar na iniciativa privada e no sistema público. Entretanto, é necessário
desdobrar esse conceito e adequá-lo, em seus detalhes, para que o aluno
receba a formação específica do curso, como preparação para sua atuação
profissional. Esta atuação não se restringirá aos grandes centros urbanos, mas
também aos pequenos, seja como autônomo, ou como prestador de serviços
em: convênios, clínicas privadas ou públicas, equipes multidisciplinares, saúde
pública, com produtividade e qualidade.
O profissional deve atuar tendo como preocupação a promoção da
saúde da população, num contexto onde embora exista um trabalho preventivo,
ainda é muito evidente o índice de hospitalização por causas evitáveis.
O Curso de Enfermagem da FAPAC/ITPAC PORTO formará um
profissional apto para atuar no mercado em intensas e rápidas mudanças,
58
procurando diferenciá-lo com conteúdos que caracterizam a formação de um
profissional com visão crítica e reflexiva. Espera-se, portanto, que este projeto
seja realmente norteador do processo ensino aprendizagem e se torne
instrumento de ação para assegurar a coerência dos trabalhos e ações
docentes e seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os
anos subsequentes. Somente desta forma o projeto pedagógico cumprirá suas
funções de articulação, identificação, inovação, ética e política para tornar a
filosofia e o projeto educacional da IES viável e efetiva.
A Acessibilidade Pedagógica e Atitudinal torna-se uma importante
ferramenta metodológica para promover a mudança nas relações de ensino e
aprendizagem. Entende-se por ensino a transmissão do conhecimento de uma
forma flexível, interdisciplinar e articulado com a prática, objetivando assim uma
aprendizagem significativa promotora de mudanças no cotidiano do acadêmico,
sendo então um processo de construção de conhecimentos, competências,
habilidades, atitudes e valores, de forma contextualizada, a partir do confronto
com a realidade de inserção atuação e dos futuros profissionais enfermeiros.
Acessibilidade Atitudinal refere-se à percepção do outro sem
preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos
de acessibilidade estão relacionados a essa, pois é a atitude da pessoa que
impulsiona a remoção de barreiras. Aqui a ênfase é compreendermos o
processo de inclusão social ao identificar que as ações estão deixando de dar
ênfase em reabilitar pessoas para se ‘enquadrarem’ na sociedade e adotando
uma filosofia mundial de modificação da sociedade a fim de incluir e acomodar
as necessidades de todas as pessoas, inclusive das pessoas com deficiência.
As pessoas com deficiência estão exigindo oportunidades iguais e acesso a
todos os recursos da sociedade, ou seja, educação inclusiva, novas
tecnologias, serviços sociais e de saúde, atividades esportivas e de lazer, bens
e serviços ao consumidor.
A FAPAC/ITPAC PORTO proporciona ao seu acadêmico o NAPNúcleo de Assistência Psicopedagógica tendo como objetivos: oferecer
acompanhamento psicoterapêutico aos acadêmicos, docentes e colaboradores
do ITPAC PORTO; oferecer avaliação psicológica aos acadêmicos, docentes e
colaboradores do ITPAC PORTO; oferecer um espaço de acolhimento escuta e
possibilidade de auxílio na resolução de conflitos de origem psíquica, relacional
59
e comportamental; acompanhamento psiquiátrico aos acadêmicos, docentes e
colaboradores do ITPAC PORTO e, se necessário, encaminhar ao serviço
especializado; oferecer suporte especializado na prevenção e tratamento de
transtornos mentais, dependência química, dificuldades de relacionamento
interpessoal, laboral, estresse e outros e oferecer suporte psicopedagógico aos
coordenadores de curso e professores. Oferece o Curso de Libras para
funcionários e docentes visando à acessibilidade das comunicações e oferece
o NADIME - Núcleo de Apoio Didático e Metodológico, que promoverá a
educação continuada e capacitações dos docentes da FAPAC, bem como o
acompanhamento,
orientação
e
supervisão
das
práticas
pedagógicas
realizadas no âmbito acadêmico, incentivando a reflexão e transformação rumo
a uma pratica pedagógica de acessibilidade.
O discurso da interdisciplinaridade tem sido priorizado nos
documentos oficiais e no pensamento educacional crítico. Como consequência
do surgimento de um novo enfoque na condução curricular, oriundo das
concepções pós-modernas, a interdisciplinaridade abre a possibilidade de se
refletir sobre o ambiente de aprendizagem, não investigando apenas por dentro
dela, mas analisando-a em suas conexões com outras disciplinas e com as
necessidades sociais.
Embora o termo INTERDISCIPLINARIDADE possua uma etimologia
variada, compreendemos a interdisciplinaridade como uma prática pedagógica
que visa à articulação entre saberes e busca harmonizar de maneira integrativa
a totalidade do ser. Desta maneira, amparado nas concepções pedagógicas
teórico-críticas, visando não à inclusão do “diferente”, mas a harmonização e
mudança do que esta estabelecido no contexto educacional para que ali se
inclua as diferenças.
Trata-se de uma pedagogia interativa, onde as diferentes técnicas
pedagógicas: aulas expositivas/dialogadas; seminários; trabalhos em grupo;
intervenções orientadas na comunidade ou em, outros espaços; estudos
dirigidos, experimentos em laboratórios, entre outras. Requer do professor uma
postura atenta, capaz de identificar dificuldades e lacunas, bem como propor
alternativas para minimiza-las. É possível notar a acessibilidade metodológica
nas salas de aula quando os professores promovem processos de
diversificação curricular, flexibilização do tempo e utilização de recursos para
60
viabilizar a aprendizagem de estudantes com dificuldades,como, por exemplo:
pranchas de comunicação, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores
de
comunicação
alternativa,
leitores
de
tela,
entre
outros
recursos,
implementação de uma biblioteca digital, o reconhecimento e a utilização da
LIBRAS ( processo de comunicação entre professores e alunos, a inserção de
intérpretes - seja em eventos ou em sala de aula, instalação de telefone para
pessoas surdas,etc.); o reconhecimento e a utilização do Braile ( processo de
comunicação entre professores e alunos, a aquisição de livros em Braile,
confecção de provas em Braile, instalação de diretórios em Braile no campus
universitário, etc.);
Isso remete a uma avaliação e recuperação durante o processo de
ensino e de aprendizagem, o saber na perspectiva dos saberes diferentemente
sábios, ou seja, na perspectiva da diversidade cultural. Especialmente, buscase dar visibilidade aos diferentes caminhos pedagógicos para a construção da
acessibilidade na universidade. Tal movimento indica necessáriasuperação das
barreiras (físicas, comunicacionais ou atitudinais) que se colocam nos
caminhos dos aprendizes, bem como disponibilidade dos docentes em aprender continuamente.
Especialmente no que toca à inclusão de pessoas com deficiência
na universidade, somos desafiados a construir caminhos acessíveis (sejam
físicos ou representativos), rompendo as barreiras (físicas, comunicacionais e
atitudinais) já existentes e, consequentemente, aprendendo a ser uma IES
inclusiva construindo novos e diferentes caminhos que possam ser percorridos
pelos diferentes aprendizes (construção de uma cultura inclusiva na
comunidade acadêmica).
6.1. POLÍTICAS AMBIENTAIS
Os princípios e objetivos da Educação Ambiental são o enfoque
humanista, holístico, democrático e participativo, com uma concepção do meio
ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio
natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; a
abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e
61
globais. Vale destacar também o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à
diversidade individual e cultural.
Para Van Eijck e Roth (2007) há diferentes campos de atuação
interdisciplinar que se unem para alcançar medidas de conscientização sobre
os problemas ambientais, pois os prejuízos à natureza são de responsabilidade
de cada indivíduo. Neste contexto, segundo BESERRA e colaboradores (2010),
a educação pode ser vista como um meio que, efetivamente, contribuirá para
um
futuro
sustentável,
a
partir
contemporaneidade, como também
de
intervenções
conduzindo
coerentes
com
a
os seres humanos a
perceberem a importância da autodeterminação para executar ações saudáveis
em seu ambiente.
As questões ambientais são, atualmente, um problema de saúde, uma
vez que a sociedade busca se desenvolver economicamente, muitas vezes
sem a devida preocupação com o meio ambiente. Os seres humanos são
responsáveis pelos danos causados à natureza, por isso torna-se necessária a
reflexão acerca do bem-estar ecológico e humano (BESERRA et al, 2010).
As práticas educativas devem alicerçar-se em ações multidisciplinares,
havendo uma convergência na integração dos problemas socioambientais com
sua prevenção e solução. Tal processo deve orientar-se por uma dinâmica que
permita um caminhar metodológico de ações que favoreçam o trabalho em
equipe e a formação de condutas conscientes, relacionadas a valores pessoais
como
respeito,
solidariedade,
prudência
e
cidadania
em
vista
da
sustentabilidade sócio-ambiental (MOURA CARVALHO, 2006)
Mediante ações de promoção da saúde, os enfermeiros têm papéis
diferentes na contribuição da saúde dos indivíduos e das comunidades, sendo
eles os mais adequados para efetuarem essas implementações (Olshansky,
2007).
O enfermeiro pode atuar nesse espaço, trazendo informações acerca da
saúde ambiental e, consequentemente, humana. Permitindo o desenvolvimento
de habilidades pessoais para fortalecer o reforço da ação comunitária numa
articulação coletiva e rever a formulação de políticas públicas para a criação de
ambientes saudáveis e livres de poluição.
A Enfermagem como profissão educadora, deve inserir-se nesse campo
de atuação efetivamente por meio de ações de Promoção da Saúde que
62
capacitem o indivíduo e a comunidade a exercere+m empoderamento e
autonomia, bem como reflexão crítica para uma mudança de comportamento
comprometida com a saúde ambiental. Trata-se, contudo, do desafio de
capacitar pessoas para realizarem condutas ecologicamente corretas, uma vez
que o desenvolvimento se encontra continuadamente estimulado, muitas vezes
deixando a sustentabilidade à margem.
6.2. METODOLOGIA DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGE
A matriz curricular proposta no curso de Enfermagem do ITPACPORTO
é semelhante a modalidade clássica, com eixos integradores relacionados com
o processo saúde –doença do cidadão, da família e da comunidade, integrando
a realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em Enfermagem.
Esta Matriz concebida a partir das DCN do curso de Enfermagem de
2001, caracterizou-se matriz sequencial e que será ofertado em um modelo de
transição com o acompanhamento do NDE subsidiados pela CPA, por modelo
tradicional com uma concepção pedagógica de aprendizagem ativa, onde
serão adotados estratégias e instrumentos pedagógicos, com coerência com a
metodologia implantada apresentando atividades teóricas e práticas presentes
desde o início do curso onde permeia toda a formação do Enfermeiro, de forma
integrada e interdisciplinar, relacionando os determinantes sociais de saúde
com fatores ambientais e étnicos. Para tanto é estimulada a implementação de
metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir
sobre a realidade social e aprender a aprender, a conhecer, a ser, a fazer, a
viver junto, visando desenvolver essas habilidades no contexto da integralidade
da
atenção,
da
humanização
da
assistência,
da
construção
da
interdisciplinaridade e do trabalho em equipe.
A metodologia Ativa objetiva esse processo ensino aprendizagem onde
com ela esperamos re-significar a finalidade de nossas ações incorporando o
sentido de humanidade no modo de perceber o ser saudável ou em situação de
doença. Nesse contexto o professor assume um lugar de mediador no
processo de aprendizagem, negociando com os estudantes e, por vezes,
63
direciona cenários de aprendizagem que sejam significativos e mais próximos
da prática profissional.
A nossa proposta curricular pretende a associação de metodologias
diversas, com incentivo ao uso de metodologias ativas. Dentre os cenários
propostos para o aprendizado temos:
Estágios na Comunidade, na Matriz Curricular a disciplina Interação à Saúde
Comunitária que será ministrada do segundo ao sétimo período, com o objetivo
de contemplar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Enfermagem, quando
se refere que cada estudante esta inserido dentro do contexto saúde e
comunidade, em sua formação acadêmica. Visto a esse olhar da proposta
curricular do curso de Enfermagem do ITPAC-PORTO, vem de encontro com a
necessidade da proximidade do acadêmico nas vivências práticas realizadas
nos
serviços
de
saúde
devidamente
acompanhados
pelos
docentes/preceptores, permitindo assim reconhecimento com olhar aguçado,
com escuta qualificada e a lógica do cuidado, abrindo um novo campo de
possibilidades
para
atuação
de
um
profissional,
buscando
caminhos
estratégicos com parceria ensino-serviço e comunidade, permitindo assim que
o acadêmico incorpore a saúde como valor humano e um direito de cidadania.
Os conteúdos das disciplinas que interagem com ensino-serviço e comunidade
são revisados de modo que não houvesse repetições de conteúdo
programático
na
abordagem
aplicada,
propiciando
condições
para
o
desenvolvimento de uma prática no contexto do Sistema Único de Saúde SUS, visando a integralidade do cuidado e a integração dos campos de
conhecimento, com a disciplina Interação Saúde Comunitária.
Há compromissos do ITPAC-PORTO estabelecer vínculos com os
moradores, lideranças comunitárias e profissionais de saúde em áreas de
abrangências das unidades de saúde e participação em ações locais de
proteção, promoção e cuidados à saúde em vários ciclos da vida, com
envolvimento de vários atores sociais, tendo a epidemiologia como eixo da
saúde pública, proporcionando as bases para avaliação das medidas de
profilaxia, fornecendo pistas para diagnose de doenças transmissíveis e não
transmissíveis para entendimento ao processo saúde-doença.
A partir dos pontos emergentes entre os docentes e discentes, fortalecese a importância de ativar o currículo com atividades inovadoras no
64
ensino/comunidade, voltado na formação com base na realidade do Sistema
Único de Saúde - SUS, pensando na ruptura com os modelos tradicionais
especifico a doença não a prevenção. E com esta ruptura este olhar fortalece a
aprendizagem na realidade e integralidade do cuidado. As necessidades de
implantar ações de prevenção e promoção a saúde integrando ensinoaprendizagem com a participação de acadêmicos e da comunidade, com
ênfase na avaliação e diagnóstico familiar, mediante utilização de instrumentos
de avaliação familiar Como: e-SUS, Genograma Familiar, Firo Familiar , Prática
Familiar, escala de Coelho e ciclo de vida familiar, utilizados pelos acadêmicos
nas visitas domiciliares, e apresentado pelos mesmos a família como caso
clinico em forma de portfólio onde pontua os aspectos encontrados na
comunidade e apresentação de estratégias de intervenção.
Estágios nas Escolas e Creches , da rede pública municipal, estadual e
particular de ensino fundamental, médio que estão localizadas na zona urbana
e rural do município de Porto Nacional, proporciona ao aluno contato com as
atividades de promoção de saúde, objetivando conhecer e analisar a realidade
local, permitindo que o acadêmico planeje, execute ações de saúde, com
palestras educativas. A interdisciplinaridade no curso de Enfermagem são
projetadas no planejamento pedagógico, com envolvimento dos alunos de
vários períodos para execução da pratica, e com divulgação dos resultados.
Estágios nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família, através de
convênio com a Secretaria Municipal de Saúde, a proposta da disciplina é de
inserir os alunos nas unidades básicas de saúde e Estratégia Saúde da
Família, proporcionando formação integrada permitindo ao acadêmico atuar em
diversas áreas no âmbito do Sistema único de Saúde. Os acadêmicos
vivenciam todas as etapas de complexidades do cuidado, desde ação do
agente de saúde, até o atendimento, passando por planejamento e gestão.
Estágio no CAPS, Centro de Atenção Psicossocial, através de parceria com a
Secretaria Municipal de Saúde, os estágios são direcionado a saúde mental e
psiquiatria com objetivo de integrar o a acadêmico com a realidade do cuidado
em saúde mental visando a promoção da reinserção do portador de transtorno
mental em uma abordagem bio-psico-social.
Estágios no Hospital: Regional e Maternidade de Porto Nacional e Geral
de Palmas, através do convenio firmado com a Secretaria Estadual, por
65
objetivo mostrar ao acadêmico a atuação dentro dos hospitais, como parte
integrante da equipe multidisciplinar, onde pode vivenciar outros níveis de
atenção à saúde. A formação do enfermeiro generalista deve estar voltada para
uma perspectiva de competências adequadas, a fim de assistir ao indivíduo
tanto em episódios de doenças, quanto na promoção de sua saúde.
Desenvolver atividades assistenciais e gerenciais na área hospitalar. Aplicar a
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).Agregar conhecimento
técnico – científico a assistência integral, qualificada e generalizada ao
paciente hospitalizado.Desenvolver o senso crítico aliado a uma consciência
ética e profissional.
Estágio no Ambulatório-Escola é um serviço aberto, com objetivo de
atender as necessidades da população que procura, ofertando diversas
especialidades que complementa o ensino-aprendizagem em consonância com
as diretrizes preconizadas pelo SUS. Os alunos aplicam os conhecimentos
teóricos adquiridos e praticam as habilidades e destreza manual, sob a
supervisão dos professores, onde aprendem a fazer triagem no atendimento
em busca de solucionar a problemática clínica.
6.3. REGULAMENTO DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA
CAPITULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Presidente Antônio Carlos –
FAPAC, mantida pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto
Ltda. - ITPAC Porto Nacional, tem por finalidade definir as formas de
integralização da carga horária destinada aos componentes curriculares dos
cursos de graduação ofertados, requisito essencial para a conclusão do curso.
Art. 2º Entendem-se como componentes curriculares, as disciplinas, projetos
específicos, atividades de prática profissional e laboratorial, Estágios
Supervisionados, trabalhos de curso e atividades complementares.
Art. 3º Os componentes curriculares são operacionalizados por meio de aulas
expositivas, dialogadas, atividades teóricas e práticas, em ambientes
66
acadêmicos ou fora deles, intramuros e extramuros, aprendizagens mediadas
por tecnologia, estudos dirigidos individuais e em grupo, desenvolvidos a partir
da ação direta e indireta de docentes, tendo em vista a formação pessoal,
profissional e cidadã dos discentes.
Art. 4º A integralização dos cursos de graduação está organizada de forma a
oferecer aos discentes e docentes a infraestrutura necessária, priorizando a
interdisciplinaridade, a autoaprendizagem e o protagonismo do estudante,
contribuindo assim para a atuação do discente numa sociedade complexa e em
contínua adaptação.
CAPITULO II
DA INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 5º A integralização da carga horária dos cursos será balizada pela:
I – Adoção de estratégias de ensino-aprendizagem flexíveis, na qual o
currículo de cada curso de graduação é pensado de forma sistêmica, para ser
operacionalizado por meio de práticas pedagógicas, promovendo a autonomia
discente e a integração com a sua área de formação.
II – Mensuração do desenvolvimento dos discentes, por meio da
avaliação Interdisciplinar que colaborem para a aquisição de competências,
habilidades e atitudes, mantendo a integração dos componentes curriculares
alocados em cada período letivo do curso.
III – Aquisição de competências para análise de situações e resolução
de problemas, desenvolvimento de processos de comunicação, de liderança,
de integração e adaptação à mudança.
IV – Promoção da percepção dos discentes, em relação ao
entendimento de que sua formação pessoal, profissional e cidadã ocorrerão ao
longo da vida, e que sua aprendizagem não se esgota na estrutura do ensino,
pois engloba um conjunto de outras atividades de formação.
Art. 6º A integralização da carga horária envolve atividades acadêmicas de
caráter formativo, desenvolvidas pelo discente e transcende o conteúdo
desenvolvido em sala de encontros presenciais, interagindo em atividades com
67
atuação direta e indireta dos docentes, na qual, o discente se posiciona como
cocriador do seu processo formativo.
Art. 7º As atividades acadêmicas destinadas à integralização da carga horária
estão institucionalizadas no âmbito de cada curso, por meio de seu projeto
pedagógico e planejamento decorrente, quais sejam, programa da disciplina e
planos de aula, planejamento de Estágio, do trabalho de curso, das atividades
complementares, conforme a especificidade do curso.
Art. 8º Cabe à coordenação, ao núcleo docente estruturante e ao colegiado:
planejar, organizar, controlar, avaliar e acompanhar assiduamente a
integralização da carga horária, conforme os termos desse regulamento e o
estabelecido no projeto pedagógico do curso.
CAPITULO III
DAS FORMAS DE INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 9º As atividades acadêmicas visando à integralização da carga horária dos
cursos são classificadas em:
I.
Aulas
expositivas
e
dialogadas,
formatadas
conforme
o
planejamento, cronograma e horário estabelecido no calendário
acadêmico institucional, contemplando atividades pedagógicas,
exposições
de
conteúdos,
seminários,
estudos
dirigidos,
diferentes
cenários,
devidamente previstos no plano de ensino.
II.
Atividades
práticas,
desenvolvidas
em
realizadas sob orientação docente, visando à aquisição de
habilidades específicas e atitudes essenciais para a formação
profissional.
III.
Estágio supervisionado, mediante orientação e supervisão docente,
proporcionando aos discentes o aprendizado e desenvolvimento de
conhecimentos aplicados à sua formação, relacionando teoria e
prática, de forma a promover a aproximação com o campo de
trabalho.
68
IV.
Atividades complementares, mediante orientação institucional,
relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão, ensejando aos
discentes
o
aprofundamento
temático
e
interdisciplinar,
o
aprimoramento de sua formação pessoal, profissional e cidadã,
bem como a interação com a comunidade e com a sua área de
atuação.
V.
Atividades e disciplinas mediadas por tecnologia e comunicação
remota, centradas na autoaprendizagem, sob a orientação de
docentes.
VI.
Trabalhos de curso e de iniciação científica, estabelecidos pelo
projeto
pedagógico,
visando
à
aquisição
de
competências
relacionadas à sua área de formação.
Art. 10. A integralização da carga horária está fundamentada na legislação que
rege os cursos de graduação em todas as modalidades.
CAPITULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 11. Compete ao Colegiado de Curso e ao Núcleo Docente Estruturante –
NDE da FAPAC/ITPAC Porto Nacional dirimir as dúvidas referentes à
integralização da carga horária do curso e a correta interpretação das normas
estabelecidas neste regulamento.
Art. 13. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo órgão
colegiado competente da FAPAC/ITPAC Porto Nacional, revogando as
disposições em contrário.
6.4. EDUCAÇÃO INCLUSIVA
A Educação Inclusiva é o programa que possibilita a inclusão dos
sujeitos independente de suas condições físicas ou mentais, o acesso a
educação foi fortemente defendido pela Declaração de Salamanca, em 1994,
consolidando os princípios, políticas e práticas para o atendimento das necessidades
educativas especiais. Essa defesa se fortalece a partir da Lei nº 12.764, de
27/12/2012, que trata da Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno e espectro
69
Autista. Versa os referidos documentos que “toda criança tem direito fundamental à
educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de
aprendizagem” e “a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da
personalidade, a segurança e o lazer”.
A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL entende que a educação inclusiva
pode contribuir para a constituição de uma sociedade mais igualitária, mais solidária e,
portanto, livre de preconceitos, disposta a reconhecer e valorizar as diferenças, a
incompletude e a singularidade própria dos seres humanos.
Equidade em educação significa igualdade de oportunidades para todos
poderem
desenvolver
suas
potencialidades.
Igual
para todos não
significa
uniformidade cultural, significa possibilidade de acesso de todos à educação,
independente da condição física, cultural, social ou econômica.
Por ser uma questão de respeito ao direito à educação, a educação de
pessoas com necessidades especiais, na FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, está
baseada nas seguintes diretrizes:

enfatizar o ensino e a instituição, bem como as formas e as condições
de aprendizagem, em vez de focalizar nas dificuldades e nas
deficiências do estudante;

atender ao princípio da flexibilidade nos currículos, respeitar o caminhar
próprio do estudante e favorecer o progresso escolar;

elaborar proposta pedagógica que assegure um conjunto de recursos e
serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar,
complementar,
suplementar,
quando
necessário,
os
serviços
educacionais comuns;

definir em seu currículo, práticas heterogêneas e inclusivas que
garantam o acesso e a permanência dos estudantes;
Perfazendo um projeto pedagógico institucional com abrangência
dos princípios de valorização das diferenças e percepções presentes nos seres
humanos e na sociedade, A FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL está adotando
como estratégia para sua participação na educação inclusiva estreitar as
relações e parcerias visando promover ações de assistência direcionadas à
comunidade universitária, participar do diálogo sobre as necessidades
especiais de sua comunidade, contribuir para o processo de consolidação da
cidadania, adotar suportes tecnológicos que incluam as pessoas na vida
escolar e profissional entre outras.
70
A FAPAC / ITPAC PORTO NACIONAL proporciona ao seu
acadêmico o NAP- Núcleo de Assistência Psicopedagógica tendo como
objetivos:
oferecer acompanhamento
psicoterapêutico
aos acadêmicos,
docentes e colaboradores do FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL; oferecer
avaliação psicológica aos acadêmicos, docentes e colaboradores do FAPAC/
ITPAC PORTO NACIONAL; oferecer um espaço de acolhimento escuta e
possibilidade de auxílio na resolução de conflitos de origem psíquica, relacional
e comportamental; acompanhamento psiquiátrico aos acadêmicos, docentes e
colaboradores do ITPAC PORTO e, se necessário, encaminhar ao serviço
especializado; oferecer suporte especializado na prevenção e tratamento de
transtornos mentais, dependência química, dificuldades de relacionamento
interpessoal, laboral, estresse e outros e oferecer suporte psicopedagógico aos
coordenadores de curso e professores. Oferece o Curso de Libras para
funcionários e docentes visando à acessibilidade das comunicações e oferece
o NADIME - Núcleo de Apoio Didático e Metodológico, que promoverá a
educação continuada e capacitações dos docentes da FAPAC, bem como o
acompanhamento,
orientação
e
supervisão
das
práticas
pedagógicas
realizadas no âmbito acadêmico, incentivando a reflexão e transformação rumo
a uma pratica pedagógica de acessibilidade.
6.5. Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem
Em relação ao ensino-aprendizagem, a avaliação é parte integrante do
processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem
superadas, aferir os resultados alcançados – considerando as competências a
serem constituídas – e identificar mudanças de percurso, eventualmente
necessárias. No contexto do desenvolvimento de competências, avaliá-las na
formação dos futuros profissionais significa verificar não apenas se assimilaram
os conhecimentos necessários, mas, também, quanto e como os mobilizam
para resolver situações - problemas reais ou simulados, relacionados, de
alguma forma, com o exercício profissional. Assim, o PPC do curso de
Odontologia em consonância com o Regimento Interno da FAPAC / ITPAC
Porto Nacional, no capítulo referente ao “SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO
PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM”, determina, que: a avaliação do
71
desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, com apuração no final
de cada período letivo, abrangendo sempre os elementos de assiduidade e
aproveitamento nos estudos, ambos imprescindíveis para a aprovação.
Assiduidade: • Será considerado assíduo o aluno que comparecer a no mínimo,
75% (setenta e cinco por cento) das aulas contidas na programação de cada
disciplina. Desempenho e Avaliação:
• As Avaliações terão uma somatória total de 100 pontos, distribuídos em:
Avaliação N1: 30 pontos;
Avaliação N2: 30 pontos;
Avaliação N3: 40 pontos.
• A Avaliação N3 será de conteúdo cumulativo da disciplina, ministrado durante
todo o semestre letivo.
• Para os alunos matriculados no Internato e em Estágios, as avaliações
obedecem a critérios específicos, estabelecidos no PPC de cada curso e
descrito em Regulamentos norteadores para cada Curso.
2ª Chamada:
• O aluno que faltar a alguma avaliação, definida no Programa de Curso da
Disciplina, tem direito à segunda (2ª) chamada.
Prova Suplementar:
• A critério do docente responsável pela disciplina, poderá ser aplicada uma
prova suplementar, envolvendo todo o conteúdo da disciplina, ao final do
semestre letivo, com o objetivo de substituir a menor nota obtida pelo aluno nas
avaliações anteriores. Tal proposta deverá figurar no Programa de Disciplina do
docente.
Da Média para aprovação e Exame Especial:
• Será considerado aprovado na disciplina em que estiver matriculado, o aluno
que, ao final do período letivo, obtiver um mínimo de 60% (sessenta por cento)
dos pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma;
• O Exame Especial consistirá de uma prova ou outro elemento de avaliação.
Terá o valor de 100 (cem) pontos e será facultado apenas ao aluno que, tendo
sido assíduo na disciplina, tiver obtido 40% a 59% dos pontos relativos aos
elementos de avaliação da mesma, ao final do período letivo;
Os pontos obtidos no Exame Especial substituirão os pontos relativos ao
período letivo;
72
• O aluno submetido ao Exame Especial será considerado aprovado na
disciplina se obtiver a nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento) dos
pontos relativos aos instrumentos de avaliação da disciplina;
• O aluno que, submetido ao Exame Especial não obtiver nota igual ou superior
a 60% (sessenta por cento), será considerado reprovado e ficará dependente
na disciplina.
Da reprovação:
• Quando a reprovação ocorrer em até três (03) disciplinas, o aluno poderá
efetivar a matrícula para o semestre seguinte, através de uma proposta de
disciplinas,
sendo-lhe
permitido
matricular-se
nessas
disciplinas
em
dependência, simultaneamente com todas as que integrarem o semestre
seguinte, desde que haja compatibilidade de horário obedecido os prérequisitos e que não ultrapasse o total de 40 horas semanais;
• O aluno que acumular quatro (4) ou mais reprovações de disciplinas no
decorrer do curso, não poderá ser matriculado no período subsequente;
• As disciplinas em dependência poderão ser cursadas em turmas do mesmo
curso que funcionem em turno diverso daquele no qual venha o aluno a se
matricular, quando houver.
7. CONTEÚDOS CURRICULARES
A
Matriz
Curricular
do
curso
de
Enfermagem
da
FAPAC/ITPACPORTO adota uma filosofia preventiva em todos os níveis de
atenção, levando o discente a compreender o binômio saúde - doença como
um processo social, do cidadão, da família e da comunidade, integrado à
realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em enfermagem onde as ações curativas não são a única
meta a alcançar, mas dando ao aluno pleno conhecimento técnico-científico
dos avanços da Enfermagem em todos os seus campos. Com esta concepção
busca-se o conhecimento da realidade econômico e social da região onde atua.
A elaboração da estrutura curricular do curso de Graduação em Enfermagem
seguiu os seguintes critérios:
I. Atender às Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas pela Resolução
CNE/CES, parecer n° 1133 de 7 de Agosto de 2001, as quais apontam as
73
linhas mestras do Curso de Enfermagem (1-profissional generalista; 2compromisso com a saúde; 3-compromisso com a atualização; 4-capacidade
de comunicação, liderança e gerenciamento; 5- compromisso com a ética e a
cidadania; 6-integração curricular); opções de delineamento de disciplinas,
estágios e atividades, carga horária e a organização do curso.
II. Limitação e distribuição da carga horária por semestre, possibilitando que o
aluno seja estimulado a atuar em iniciação científica, monitorias, programas de
extensão e possa cursar disciplinas optativas ofertadas no 7º e 8º períodos.
III. Manter uma distribuição de carga horária o mais equitativa possível ao
longo dos 10 (deis) semestres do curso.
A Matriz Curricular foi definida a partir do diagnóstico do profissional
que se pretende formar sendo este orientado para a competência do
profissional de saúde, habilitado para atuar de forma a garantir a integralidade
da assistência no Sistema Único de Saúde em nível local e regional.
As disciplinas foram orientadas de maneira que cada uma assuma
posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das
competências e habilidades do curso. Os conteúdos contemplam:
Ciências Humanas e Sociais Nesta área estão incluídas os conteúdos
fundamentais das Ciências Humanas e Sociais, importantes para a formação
do aluno: Abordagem Antropológica de Saúde e Doença, Psicologia Aplicada à
Saúde, Sociologia da Saúde, interação saúde e comunitária Ciências
Biológicas e da Saúde Incluem-se os conteúdos teóricos e práticos
fundamentais das Ciências Biológicas e da Saúde, indispensáveis para a
formação básica dos alunos do curso: Anatomia Humana, Histologia, Fisiologia,
Biofísica, Bioquímica, Farmacologia, Processos Patológicos, Microbiologia e
Imunologia, Citologia, Genética e Embriologia. Fundamentos de Enfermagem
Neste tópico incluem-se os conteúdos de Fundamentos de Enfermagem,
Assistência de Enfermagem, Administração de Enfermagem e Ensino de
Enfermagem. Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a
sua qualidade e responsabilidade na formação do egresso, bem como com a
constante inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento e com
a sua qualificação profissional. Por outro lado, a Instituição se compromete a
desenvolver uma política permanente de estímulo, capacitação e apoio a esses
profissionais.
74
Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e
habilidades, ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico
assuma a sua formação plena, levando em conta uma tomada de consciência
da diversidade e o respeito aos outros; uma compreensão da condição humana
tendo em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais,
históricos e espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão,
envolvendo autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de
humanização, além de um conhecimento sobre as políticas públicas de saúde
vigentes no país envolvendo o Sistema municipal e regional de saúde.
Desta forma então os Conteúdos Curriculares do Curso de
Enfermagem possibilitam muito bem o desenvolvimento do egresso.
No segundo semestre de 2012, o Núcleo Docente Estruturante NDE, em frequentes reuniões estabeleceu adequações na matriz curricular de
2008/2 e propôs adequações pertinentes para 2013/1.
O tempo de integralização da matriz curricular do Curso de
Enfermagem passa a ser de 05 (cinco) anos, devido ao turno de aplicação ser
noturno em sua maior parte. Outra alteração importante foi o aumento da carga
horária do Estágio Supervisionado visando contemplar o que é proposto pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais, contemplando 20% da carga horária total do
Curso de Graduação em Enfermagem.
Essas alterações entraram em vigor na Matriz Curricular para os
acadêmicos ingressantes no Processo Seletivo de 2013/1.
7.1. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2008/2 e 2013/1
Vigência: 2008/2
Carga horária total do curso: 4.136 h/a
Turno de Aplicação: Integral
Regime: Seriado Semestral
Tempo de Integralização: Mínimo: 04 anos (08 semestres).
75
1O PERÍODO
ORD
EM
DISCIPLINA
01
Anatomia Humana
02
Cito/Histologia Básica
03
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
108
TEÓRICA/PRÁ
PRÉ-REQ.
TICA
72
36
-
90
54
36
-
Genética/Evolução/Embriologia
72
54
18
-
04
Metodologia Científica
36
36
-
-
05
História e Teoria de Enfermagem
54
54
-
-
06
Bioestatística
54
54
-
-
07
Língua Portuguesa
36
36
-
-
450
360
90
-
CARGA HORÁRIA TOTAL
2O PERÍODO
ORD
EM
DISCIPLINA
08
Introdução à Saúde Pública
09
Bioquímica Aplicada à Enfermagem
CARGA
HORÁRIA TEÓRICA/PRÁT
PRÉ-REQ.
SEMESTRA
ICA
L
54
54
72
54
18
-
54
36
18
01
54
36
18
-
11
Anatomia do exame Físico em
Enfermagem
Parasitologia
12
Biofísica
54
54
-
-
13
Fisiologia e Nutrição em Enfermagem
108
90
18
01
14
Imuno/Microbiologia
90
72
18
03
15
Antropologia e sociologia em saúde
36
36
-
-
54
18
36
-
576
450
126
-
10
16
Interação á Saúde Comunitária I – Rede
Social #
CARGA HORÁRIA TOTAL
76
O
3 PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
17
Semiologia aplicada à Enfermagem #
108
54
54
01 / 10
18
Semiotécnica Aplicada á Enfermagem #
108
-
108
01 / 10
19
Farmacologia
54
36
18
09 / 13
20
Epidemiologia
36
36
-
-
21
Processos Patológicos Gerais
54
36
18
-
54
54
-
-
54
54
-
05 / 10
36
36
-
09
54
54
-
16
558
360
198
-
22
23
24
25
Ética/Legislação em Enfermagem e
Exercício Profissional
Sistematização da Assistência em
Enfermagem #
Exames diagnósticos em Enfermagem
Interação à Saúde Comunitária II –
Saúde/Comunidade- Processo Saúde e
doença #
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
ORDE
M
26
27
28
29
30
31
32
4 PERÍODO
DISCIPLINA
Assistência de Enfermagem em Clínica
Médica #
Assistência de Enfermagem em Centro
Cirúrgico #
Assistência de Enfermagem em Clínica
Cirúrgica #
Saúde Coletiva #
Assistência de Enfermagem em
Gerontologia
Informática na Saúde
Interação á saúde Comunitária III Abordagem Coletiva das doenças
crônicas degenerativas #
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
108
54
54
72
36
36
108
54
54
72
36
36
10 / 17
18 / 23
10 / 17
18 / 23
17 / 18 /
23
17 / 18
54
54
-
-
36
36
-
-
54
36
18
25
504
306
198
-
77
O
5 PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
35
Assistência de Enfermagem em
Gineco/Obstetrícia e Neonatologia #
Assistência de Enfermagem em Pediatria
#
Gerenciamento em Enfermagem I
36
Psicologia Aplicada à Saúde
54
54
-
-
37
Enfermagem em Cardiologia
Interação à Saúde Comunitária IVAbordagem Coletiva das doenças Infecto
contagiosas #
54
54
-
-
54
18
36
32
432
306
126
-
33
34
38
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
6 PERÍODO
ORDE
M
39
40
41
42
43
44
DISCIPLINA
Assistência em Enfermagem em Doenças
tropicais #
Didática e Educação em saúde
Enfermagem em Saúde Mental e
Psiquiatria #
Gerenciamento em Enfermagem II #
Assistência em Enfermagem em UTI e
Emergências #
Interação à saúde Comunitária V –
Manejo de instrumentos de Avaliação da
Família #
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
7 PERÍODO
ORDE
M
45
46
DISCIPLINA
Interação á Saúde Comunitária VIEstratégia Saúde da Família #
Trabalho de Conclusão de curso TCC1
144
90
54
03 / 17
26 / 28
72
36
36
17 / 18
54
54
-
-
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
108
54
54
-
36
36
-
-
126
90
36
-
72
36
36
35
90
54
36
-
54
18
36
38
486
288
198
-
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
54
18
36
36
36
-
PRÉ-REQ.
44
* Todas às
disciplinas
téoricaspráticas
anteriores
47
Estágio Curricular de Assistência de
Enfermagem Hospitalar #
416
-
416
48
Optativa
36
36
-
-
542
90
452
-
CARGA HORÁRIA TOTAL
78
8O PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
49
Trabalho de conclusão de Curso – TCC 2
36
36
-
46
50
Estágio Curricular em Assistência de
Enfermagem
à Atenção Primária à saúde #
416
-
416
47
51
Optativa
36
36
-
-
CARGA HORÁRIA TOTAL
488
72
416
-
Atividades Complementares
100
-
100
-
4.136
2.232
1.904
-
52
TOTAL DE HORAS DO CURSO
ORDE
M
DISCIPLINAS OPTATIVAS
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTICA
PRÉ-REQ.
01
Enfermagem em Oncologia
36
36
-
-
02
36
36
-
-
36
36
-
-
36
36
-
-
05
Biossegurança em Saúde
Gestão e Políticas de Saúde em
Enfermagem
Relações Humanas e de Dinâmica de
Grupo
Inglês Instrumental
36
36
-
-
06
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
36
36
-
-
03
04
Vigência: 2013/01
Curso: Graduação em Enfermagem
Carga Horária Total do Curso: 4.002 horas
Turno de Aplicação: Noturno
1O PERÍODO
ORD
EM
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA TEÓRICA/PR
PRÉ-REQ.
SEMESTR
ÁTICA
AL
72
36
36
-
01
Anatomia Humana I
02
Embriologia
54
36
18
-
03
Biologia Celular/Histologia Básica
72
36
36
-
04
Metodologia Científica
36
36
-
-
05
História e Teoria da Enfermagem
36
36
-
-
06
Genética/Evolução
54
36
18
-
07
Língua Portuguesa
36
36
-
-
08
Bioestatística
36
36
-
-
396
288
108
-
CARGA HORÁRIA TOTAL
79
Regime: Seriado Semestral
Tempo de Integralização: Mínimo: 05 anos (10 semestres)
Máximo: 08 anos (16 semestres)
2O PERÍODO
ORDEM
DISCIPLINA
09
Anatomia Humana II
10
Bioquímica Aplicada à Enfermagem
11
CARGA
HORÁRIA
SEMESTR
AL
72
TEÓRICA/PRÁ
TICA
PRÉREQ.
36
36
01
54
36
18
-
Informática na Saúde
36
-
36
-
12
Introdução à Saúde Pública
54
54
-
-
13
Histologia Humana
72
36
36
03
36
36
-
-
36
36
-
-
36
36
-
-
396
270
126
-
15
Interação à Saúde Comunitária I- Rede
Social #
Antropologia e Sociologia em Saúde
16
Biofísica
14
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
3 PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
TEÓRICA/PRÁTI
CA
PRÉ-REQ.
17
Anatomia do Exame Físico em Enfermagem
#
54
36
18
09
18
Fisiologia Humana
54
54
-
-
19
Parasitologia/Microbiologia
72
36
36
03
20
Imunologia
36
36
-
-
21
Farmacologia
54
54
-
10 - 16
22
Interação à Saúde Comunitária II- Processo
Saúde -Doença #
36
36
-
14
23
Nutrição em Saúde
36
36
-
-
24
Processos Patológicos Gerais
54
36
18
03
CARGA HORÁRIA TOTAL
396
324
72
-
80
O
4 PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
TEÓRICA/PRÁTI
HORÁRIA
PRÉ-REQ.
CA
SEMESTRAL
25
Cálculo e Administração em Medicamentos
em Enfermagem
54
36
18
-
26
Semiologia Aplicada à Enfermagem #
108
54
54
09 - 17
27
Semiotécnica Aplicada à Enfermagem #
Interação à Saúde Comunitária III Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas
Degenerativas #
Sistematização da Assistência em
Enfermagem #
108
-
108
09 - 17
36
36
-
22
54
54
-
05 - 17
Exames Diagnósticos em Enfermagem
36
36
-
-
396
216
180
-
28
29
30
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
5 PERÍODO
ORDE
M
31
32
33
34
35
36
37
DISCIPLINA
Ética/Legislação em Enfermagem e
Exercício Profissional
Assistência de Enfermagem em Clínica
Médica #
Assistência de Enfermagem em Centro
Cirúrgico #
Assistência de Enfermagem em Clínica
Cirúrgica #
Interação à Saúde Comunitária IVAbordagem Coletiva das Doenças Infecto
Contagiosas
Epidemiologia
Assistência de Enfermagem em
Gerontologia
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
ORDE
M
38
39
40
6 PERÍODO
DISCIPLINA
Assistência em Enfermagem em
Ginecologia
Saúde Coletiva #
Assistência de Enfermagem em Obstetrícia
e Neonatologia #
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
TEÓRICA/PRÁTI
CA
PRÉ-REQ.
54
54
-
-
90
54
36
17 – 27
54
36
18
17 – 27
90
54
36
17 – 27
36
36
-
28
36
36
-
-
36
36
-
-
396
306
90
-
CARGA
TEÓRICA/PRÁTI
HORÁRIA
CA
SEMESTRAL
PRÉ-REQ.
54
36
18
-
54
54
-
26 - 27
126
90
36
32 - 34
41
Psicologia Aplicada à Saúde
54
54
-
-
42
Gerenciamento em Enfermagem I
54
54
-
-
54
54
-
35
396
342
54
-
43
Interação à saúde Comunitária V – Manejo
de Instrumentos de Avaliação da Família #
CARGA HORÁRIA TOTAL
81
O
7 PERÍODO
ORDE
M
44
45
DISCIPLINA
Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria
#
Assistência em Enfermagem em Doenças
tropicais #
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
TEÓRICA/PRÁTI
CA
PRÉ-REQ.
72
54
18
41
72
54
18
-
46
Enfermagem em Cardiologia
54
54
-
-
47
Assistência de Enfermagem em Pediatria #
54
36
18
32 - 34
48
Didática e Educação em Saúde
36
36
-
-
49
Gerenciamento em Enfermagem II #
54
18
36
42
36
18
18
43
378
270
108
-
50
Interação à saúde Comunitária VI –
Estratégia Saúde da Família #
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
8 PERÍODO
ORDE
M
51
52
DISCIPLINA
Assistência em Enfermagem em UTI e
Emergências
Estágio Curricular de Assistência de
Enfermagem Hospitalar I #
CARGA HORÁRIA TOTAL
O
9 PERÍODO
ORDE
M
53
54
55
56
DISCIPLINA
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I
Estágio Curricular de Assistência de
Enfermagem Hospitalar II #
Estágio Curricular em Assistência de
Enfermagem
a Atenção Primária à Saúde I #
Optativa
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
72
TEÓRICA/PRÁTI
CA
54
18
270
-
270
342
54
288
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
PRÉ-REQ.
TEÓRICA/PRÁTI
CA
* Todas às
disciplinas
téoricaspráticas
anteriores,
exceto
práticas de
laboratório.
-
PRÉREQ.
54
54
-
-
94
-
94
52
198
-
198
52
36
36
-
-
382
90
292
-
82
O
10 PERÍODO
ORDE
M
DISCIPLINA
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRA
L
TEÓRICA/PRÁTIC
A
PRÉREQ.
57
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II
36
36
-
58
Estágio Curricular em Assistência de
Enfermagem
a Atenção Primária à Saúde II #
252
-
252
59
Optativa
36
36
-
-
324
72
252
-
CARGA HORÁRIA TOTAL
60
ORDE
M
53-54-55
55
Atividades Complementares
200
-
200
-
TOTAL DE HORAS DO CURSO
4002
-
-
-
DISCIPLINAS OPTATIVAS
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
TEÓRICA/PRÁTI
CA
PRÉREQ.
01
Enfermagem em Oncologia
36
36
-
-
02
Biossegurança em Saúde
36
36
-
-
03
Gestão e Políticas de Saúde em
Enfermagem
36
36
-
-
04
Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo
36
36
-
-
05
Inglês Instrumental
36
36
-
-
06
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
36
36
-
-
Após várias reuniões do Núcleo Docente Estruturante, com leituras e
discussões sobre a modernização de metodologias para melhor aplicação dos
conteúdos, chegaram a conclusão da necessidade de aumentar a carga horária
das disciplinas.
O resultado deste trabalho contempla a reforma da matriz curricular,
através da atualização de conteúdos e da organização da carga horária. A
nova proposta foi apresentada e amplamente discutida.
A nova matriz curricular foi constituída pelo Núcleo Docente
Estruturante e Colegiado de Curso, aprovada pelo Conselho Superior da IES,
com vigência a partir de 2015/1.
83
Carga horária
Disciplinas
Conteúdos curriculares
por disciplina
História e Teoria da Enfermagem
40
Antropologia e Sociologia em Saúde
40
Didática e Educação em Saúde
40
Introdução à Saúde Pública
40
Ciências Humanas
Psicologia Aplicada à Saúde
60
e Sociais
Ética/ Legislação em Enfermagem e Exercício
40
Profissional
Língua Portuguesa
40
Informática na Saúde
40
TOTAL
Ciências Biológicas
e da Saúde
Anatomia Humana I e II
120
Bioquímica Aplicada à Enfermagem
60
Genética/Evolução
40
Embriologia
60
Biologia Celular/Histologia Básica
60
Fisiologia Humana
60
Histologia Humana
80
Processos Patológicos Gerais
60
Farmacologia
60
Parasitologia/Microbiologia
80
Bioestatística
40
Biofísica
40
Nutrição em Saúde
40
Epidemiologia
40
Imunologia
40
TOTAL
Sistematização da Assistência em Enfermagem
Cálculo e Administração em Medicamentos em
Enfermagem
Ciências Enfermagem
340
880
40
40
Anatomia do Exame Físico em Enfermagem
40
Semiologia Aplicada à Enfermagem
100
Semiotécnica Aplicada à Enfermagem
100
Exames Diagnósticos em Enfermagem
40
Saúde Coletiva
60
Assistência de Enfermagem em Gerontologia
40
Assistência em Enfermagem em Clínica Médica
100
84
Assistência
em
Enfermagem
em
Clínica
Cirúrgica
Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e
Neonatologia
60
Assistência de Enfermagem em Ginecologia
60
Assistência de Enfermagem em Pediatria
60
Enfermagem em Cardiologia
60
de
Enfermagem
em
Doenças
Tropicais
Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria
Assistência
em
Enfermagem
em
UTI
80
80
e
Emergências
80
Gerenciamento em Enfermagem I
40
Gerenciamento em Enfermagem II
40
Interação á saúde Comunitária I –
40
Rede –Social
Interação a Saúde Comunitária II – Processo
Saúde e Doença
Interação à Saúde Comunitária III- Abordagem
Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas
Interação a Saúde Comunitária IV- Abordagem
Coletiva das Doenças Infecto Contagiosas
Interação á Saúde Comunitária V – Manejo de
Instrumentos de Avaliação da Família
Interação á Saúde Comunitária VI – Estratégia
Saúde da Família
40
40
40
60
40
1640
TOTAL
Estágio Supervisionado em Assistência de
Enfermagem Hospitalar I e II
Estágios
Estágio
Curriculares
Enfermagem à Atenção Primária à Saúde I e II
Optativas
120
Assistência em Enfermagem em Centro Cirúrgico
Assistência
TCC
100
Curricular
em
Assistência
360
de
440
TOTAL
800
Metodologia Cientifica
40
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I
40
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II
40
TOTAL
120
Enfermagem em Oncologia
60
Biossegurança em Saúde
60
85
*será ofertada
no 8º período
Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem
60
Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo
60
Inglês Instrumental
60
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
60
TOTAL
360
Monitorias e Estágios
Programas de Iniciação Científica
atividades
Programas de Extensão
Complementares
Estudos Complementares
Cursos em outras áreas afins
200
TOTAL
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO
Percentual da carga horária distribuída por conteúdo curricular
Ciências Biológicas
da Saúde
22,0%
16,0%
Ciências Sociais e
Humanas
62,0%
Ciências da
Enfermagem
FIGURA 2 -
7.2. MATRIZ CURRICULAR VIGÊNCIA 2015/1.
Curso: Graduação em Enfermagem
Carga Horária Total do Curso: 4.000 horas
Turno de Aplicação: Noturno
Regime: Seriado Semestral
Vigência: 2015/1
Tempo de Integralização: Mínimo: 05 anos (10 semestres)
Máximo:10 anos (20 semestres)
ESTRUTURA CURRICULAR:
Período
UNIDADES CURRICULARES
I
Anatomia Humana I
Embriologia
Biologia Celular/Histologia Básica
CH
Teórica
40
40
40
CH
Prática
20
20
20
86
CH
TOTAL
60
60
60
Metodologia Científica
40
História e Teoria da Enfermagem
40
Genética/Evolução
20
Língua Portuguesa
40
Bioestatística
40
Total
300
Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem
20
80
40
40
40
40
40
380
CH
Teórica
Anatomia Humana II
20
Bioquímica Aplicada à Enfermagem
40
Informática na Saúde
Introdução à Saúde Pública
40
II
Histologia Humana
40
Interação à Saúde Comunitária I- Rede Social #
40
Antropologia e Sociologia em Saúde
40
Biofísica
40
Total
260
Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem
CH
Prática
40
20
40
40
140
CH
TOTAL
60
60
40
40
80
40
40
40
400
CH
Teórica
Anatomia do Exame Físico em Enfermagem #
20
Fisiologia Humana
60
Parasitologia/Microbiologia
40
Imunologia
40
III
Farmacologia
60
Interação à Saúde Comunitária II- Processo Saúde -Doença #
40
Nutrição em Saúde
40
Processos Patológicos Gerais
40
Total
340
Eixo Temático: Processo Saúde-Doença no Contexto da Saúde Coletiva e da Enfermagem
CH
Prática
20
40
20
80
CH
TOTAL
40
60
80
40
60
40
40
60
420
Período
Período
Período
UNIDADES CURRICULARES
UNIDADES CURRICULARES
UNIDADES CURRICULARES
CH
Teóric
a
20
60
-
CH
CH
Prática
TOTAL
Cálculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem
20
40
Semiologia Aplicada à Enfermagem #
40
100
Semiotécnica Aplicada à Enfermagem #
100
100
Interação à Saúde Comunitária III 40
IV
40
Abordagem Coletiva das Doenças Crônicas Degenerativas #
Sistematização da Assistência em Enfermagem #
40
40
Exames Diagnósticos em Enfermagem
40
40
Total
200
160
360
Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no
Processo Saúde-Doença
87
CH
Teórica
40
60
40
60
CH
Prática
40
20
40
CH
TOTAL
40
100
60
100
40
CH
Teórica
40
60
90
60
60
CH
Prática
20
30
-
CH
TOTAL
60
60
120
60
60
CH
Teórica
60
60
40
40
20
220
CH
Prática
20
20
20
60
CH
TOTAL
80
60
60
40
40
280
CH
CH
Teórica Prática
Assistência em Enfermagem em UTI e Emergências
60
20
Assistência em Enfermagem em Doenças tropicais #
60
20
Gerenciamento em Enfermagem II #
20
20
VIII
Didática e Educação em Saúde
40
Optativa
60
Total
240
60
Eixo Temático: Integralidade do Cuidado de Enfermagem na Atenção à Saúde em Alta Complexidade
CH
TOTAL
80
80
40
40
60
300
Período
UNIDADES CURRICULARES
Ética/Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional
Assistência de Enfermagem em Clínica Médica #
Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico #
Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica #
V
Interação à Saúde Comunitária IV- Abordagem Coletiva das Doenças
40
Infecto Contagiosas
Epidemiologia
40
40
Assistência de Enfermagem em Gerontologia
40
40
Total
320
100
420
Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no
Processo Saúde-Doença
Período
UNIDADES CURRICULARES
Assistência em Enfermagem em Ginecologia
Saúde Coletiva #
Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia #
VI
Psicologia Aplicada à Saúde
Interação à saúde Comunitária V – Manejo de Instrumentos de
Avaliação da Família #
Total
310
50
360
Eixo Temático: Saúde do Indivíduo, Família e Comunidade na Perspectiva das Intervenções de Enfermagem no
Processo Saúde-Doença
Período
UNIDADES CURRICULARES
Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria #
Enfermagem em Cardiologia
Assistência de Enfermagem em Pediatria #
VII
Gerenciamento em Enfermagem I
Interação à saúde Comunitária VI – Estratégia Saúde da Família #
Total
Eixo Temático: Integralidade do Cuidado de Enfermagem na Atenção à Saúde
Período
UNIDADES CURRICULARES
Período
UNIDADES CURRICULARES
CH
Teórica
40
-
CH
Prática
220
CH
TOTAL
40
220
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I
Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar I #
IX
Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem
180
180
a Atenção Primária à Saúde I #
Total
40
400
440
Eixo Temático - Processo de Trabalho em Saúde e Administração e Gerenciamento em Enfermagem na Atenção
à Saúde
88
Período
CH
Teórica
40
-
UNIDADES CURRICULARES
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II
Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar II #
X
Estágio Curricular em Assistência de Enfermagem
a Atenção Primária à Saúde II #
Total
40
Eixo Temático – Formação Integrada e Integradora do Enfermeiro no contexto do SUS
Atividades Complementares
TOTAL DE HORAS DO CURSO
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Enfermagem em Oncologia
Biossegurança em Saúde
Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem
Relações Humanas e de Dinâmica de Grupo
Inglês Instrumental
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
CH
Prática
140
CH
TOTAL
40
140
260
260
400
440
200
-
200
4.000
-
-
CARGA
HORÁRIA
SEMESTRAL
60
60
60
60
60
60
Carga Horária Total do Curso
4.000 horas
Atividades Teóricas
Atividades Práticas
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
Optativa
2.130
730
800
200
80
60
TEÓRICA/
PRÁTICA
60
60
60
60
60
60
OBSERVAÇÕES:
1- # As disciplinas com esta sinalização, em face de suas especificidades, não permitem
ao aluno a solicitação de “TRATAMENTO ESPECIAL EM REGIME DOMICILIAR”.
2- Em cumprimento a Lei Nº 9.795 e Decreto N° 4.281 de 25/06/2002, os assuntos
referente às políticas de Educação Ambiental estão inseridos na Disciplina Introdução a Saúde
Pública.
3- A Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Indígena (Lei nº 11.645 de 10/03/2008; Resolução CNE/CP Nº 01 de 17 de junho
de 2004), seus principais tópicos estão contemplados na Disciplina Antropologia e Sociologia
em Saúde., e a disciplina Interação à Saúde Comunitária I. A hora-aula é de 60 (sessenta)
minutos de trabalho acadêmico efetivo, que compreende, além de preleções e aulas
expositivas, atividades práticas supervisionadas (atividades em laboratórios e biblioteca,
trabalhos individuais e em grupo, visitas técnicas a empresas e entidades, iniciação cientifica e
outros) previstas no plano de ensino de cada disciplina, realizável nas dependências da
instituição ou fora dela.
89
-
7.2.1. Ementas e Bibliografias
1º SEMESTRE
Disciplina: Anatomia Humana I
Ementa: Conhecimento e estudos em anatomia, sistemas orgânicos em geral e
das organizações morfofuncionais dos principais segmentos corpóreos.
Bibliografia Básica:
DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 3.ed.
São Paulo: Atheneu, 2011. 757p.
MOORE, Keith L.. Anatomia orientada para a clínica. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. 1104 p.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 547 p.
Bibliografia Complementar:
GRAY, Donald J.. Anatomia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
815 p.
GOSS, Charles Mayo. Anatomia . 29.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2012.
1147 p.
SOBOTTA, Johannes. Sobotta atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2V. 2008. 399 p. .
MACHADO, Angelo B. M.. Neuroanatomia funcional. 3.ed. São Paulo:
Atheneu, 2014. 363 p.
TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p.
Disciplina: Embriologia
Ementa: A Embriologia contemplará o estudo dos ciclos reprodutivo masculino
e feminino, os principais eventos ocorridos durante o desenvolvimento
embrionário, fetal, dos anexos embrionários, placenta e membranas fetais.
Além de abordar a origem e a formação dos sistemas tegumentar, esquelético,
muscular, circulatório, respiratório, digestivo, urogenital e as principais
malformações congênitas.
90
Bibliografia Básica:
MOORE, Keith L.. Embriologia clínica. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
540 p.
De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular.
16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014.
Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto
Alegre: Artmed 2014. 1244p.
Bibliografia Complementar:
CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular - 9ª ed.
2012 - I.S.B.N 9788527720786.
PERSAUD, T. V. N.. Embriologia básica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
(Thomas W.). Langman, Embriologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010.
SADLER, T.W. (Thomas W.). Langman, Embriologia Médica. 11.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Disciplina: Biologia Celular/Histologia Básica
Ementa: Estudo do reconhecimento morfofuncional dos tecidos básicos que
compõem os sistemas do organismo humano, suas características
microscópicas e suas especificidades.
Bibliografia Básica:
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia Celular e
Molecular. 9ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 353 p., 2012.
De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular.
16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014.
Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto
Alegre: Artmed 2014. 1244p.
Bibliografia Complementar:
CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
91
ROBERTS e WATSON. Biologia Molecular Da Célula, 4° Edição. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
PIEZZI, Ramón S., FORNÉS, Miguel W. Novo Atlas de Histologia Normal de
Di Fiore, 4ª Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2008. 334 p.
ROSS, M. H.; PAWLINA, W. Histologia - Texto e Atlas - 6ª ed. 2012
HIB, Jose. De Robertis bases da biologia celular e molecular. 3.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 2001. 418 p. 2
Disciplina: Metodologia Cientifica
Ementa:Estudo das diretrizes metodológicas para o trabalho científico nas
diversas linhas de pensamento. Leitura e interpretação de textos, fichamento,
sublinhado, resumo, reconhecimento de artigos científicos, técnicas de busca
de informação, levantamento bibliográfico e elaboração de referências
bibliográficas.
Bibliografia Básica:
TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da
pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014.
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do
trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e
relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed.rev. e ampl. São Paulo: Atlas,
2011.
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012.
2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. 3 p.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª Ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
FERRER, Walkiria M. Heinrich. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica.
UNIMAR: Marília/SP, 2012. Disponível em:
http://www.unimar.br/universidade/nap/MANUAL_DE_METODOLOGIA_TCC_U
NIMAR.pdf.
RAMPAZZO, Lino. Metodologia Científica. 6º Ed. São Paulo: Loyola, 2011.
SALOMON, Délcio Vieira. Como Fazer uma Monografia. 12ª Ed. São Paulo:
WMF Martins Fontes, 2010.
92
Disciplina: Historia e Teoria de Enfermagem
Ementa: Retrospectiva histórica da enfermagem: Período antes de Cristo,
período da Unidade Cristã, Os grandes humanistas Florence Nightingale,
Período Crítico da Enfermagem, Enfermagem Moderna, Teorias em
Enfermagem, História da enfermagem no Brasil e no Tocantins, Entidades de
Classe da Enfermagem, Estrutura do trabalho da Enfermagem.
Bibliografia Básica:
GEOVANINI, Telma. História da enfermagem. 3.ed. Rio de Janeiro: Revinter,
2010.40p.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
OGUISSO Taka (org). Trajetória Histórica e Legal da Enfermagem.2.ed..
Sao Paulo: Manole, 2007
Bibliografia Complementar:
HORTA, Wanda de Aguiar; CASTELLANOS, Brigitta E. P. Processo de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 102 p
GELAIN, Ivo. Ética, bioética e os profissionais de enfermagem. 4ª Ed. São
Paulo: EPU, 2010.
TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais
atendimento de enfermagem . 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p.
no
PORTO, Fernando. História da enfermagem. 2.ed. São Caetano do Sul:
Yendis, 2013. 499 p
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
Disciplina: Genética /Evolução
Ementa: Noções básicas das estruturas e funções dos ácidos nucleicos.
Herança Mendeliana e multifatorial. Distúrbios autossômicos e ligados ao
X. Determinação sexual e alterações cromossômica.Grupos Sanguíneos.
Base genética do câncer. Biotecnologia. O papel da genética na prática da
Enfermagem. Evidências e teorias da evolução.
Bibliografia Básica:
93
BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética humana. 3.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2013. 776 p.
GRIFFITHS, ANTHONY J. F. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de Janeiro.
2013.794p.
Lodish, Harvey; Berk, Arnold. Biologia Celular e Molecular - 7ª Ed. Porto
Alegre: Artmed 2014. 1244p.
Bibliografia Complementar:
De Robertis, Edward M.Hib, José. De Robertis. Biologia Celular e Molecular.
16. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia Celular e
Molecular. 9ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 353 p., 2012.
FROTA-PESSOA, Oswaldo. Genética . 2.ed. São Paulo: Roca, 2004.
WESTMAN, Judith A.. Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
*FLORIA-SANTOS, M. et al . Atuação do enfermeiro em oncologia na
perspectiva da genética e genômica. Texto contexto - enferm.,
Florianópolis
,
v.
22, n.
2, June
2013.
Disponível
em<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010407072013000
200031&lng=en&nrm=iso>.
access
on
24
Jan.
2014.
http://dx.doi.org/10.1590/S010407072013000200031>*FLORIA-SANTOS, M.;
NASCIMENTO, L. C. Perspectivas históricas do Projeto Genoma e a evolução
da enfermagem. Rev. bras. enferm., Brasília , v. 59, n. 3, June 2006.
Disponível
em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003471672006000300
020&lng=en&nrm=iso>.access
on
24
Jan.
2014.
http://dx.doi.org/10.1590/S00347167200600030002>
94
Disciplina: Língua Portuguesa
Ementa: Aborda os conhecimentos básicos da Língua Portuguesa, enfatizando
a gramática, técnicas de interpretação de textos e formulação de redações
técnicas.
Bibliografia Básica:
CEGALA, D.P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 45 ed. São
Paulo: Cia Ed.Nacional, 2002.
BECHARA, E. Moderna
Janeiro:Lucerma,2004.
Gramática
Portuguesa.
37
ed.Rio
de
SILVA, Maria Júlia Paes da; SILVA, Maria Júlia Paes da. Comunicação tem
remédio: a comunicação nas relações interpessoais em saúde. 8.ed. São
Paulo: Loyola, 2011. 133p
Bibliografia Complementar:
TERRA, E. Curso prático de Gramática. 4 ed. São Paulo: Scipione,2002.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto para
estudantes universitários. 20. Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. 22. ed., Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2002.
NICOLA, J. Língua, Literatura e Redação. 13. ed., São Paulo: Scipione, 1998.
PLATÃO & FIORINI. Para entender o texto. São Paulo, Ática, 2006.
Disciplina: Bioestatística
Ementa: Conhecer os parâmetros, cálculo e seu uso, para analisar e
interpretar os fenômenos biológicos e ambientais bem como de suas
alterações.
Bibliografia Básica:
VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatística. 4.ed. São Paulo: Elsevier;
Campus, 2008. 196 p
OLIVEIRA, A. Gouveia. Bioestatística Descodificada. 2. Ed. Lidel, 2014.
TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística Básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
459 p.
95
Bibliografia Complementar:
BERQUÓ, Elza Salvatori. Bioestatística. 2.ed. São Paulo: pedagógica e
universitária, 2011. 350 p.
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística Fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
218 p.
CALLEGARI-JACQUES, Sidia M.. Bioestatística. Porto Alegre: Artmed, 2003.
255 p.
SPIEGEL, Murray R.. Estatística. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2004. 643 p.
BLAIR, R. Clifford ; TAYLOR, Richard A. Bioestatística para ciências da
saúde. São Paulo: Pearson Education, 2013. Disponível em:
<http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788581431710>.
2º SEMESTRE
Disciplina: Anatomia Humana II
Ementa: Divisão regional do corpo humano. Anatomia topográfica dos
diferentes segmentos do corpo: cabeça, pescoço, tórax, abdome, pelve,
períneo, dorso, membro superior e membro inferior.
Bibliografia Básica:
DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2011. 184 p.
GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011, 564 p.
GRAY, Donald J. GARDNER, Ernest Dean O'RAHILLY, Ronan. Anatomia,
estudo regional do corpo humano, 4ª ed.Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
reimpressão 2010. 815 p.
Bibliografia Complementar:
GRAY, Henry, GOSS, Charles Mayo. Anatomia. Ed. Rio de Janeiro Guanabara
reimpressão 2012, 1147 p.
MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. São Paulo:
Atheneu, 2006. 363 p.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 547 p.
CASTRO, S. V. Anatomia fundamental. 3ª ed. Pearson Makron Books. São
Paulo, 2005. 586 p.
96
SOBOTTA, Johannes; WERNECK, Hélcio. Sobotta atlas de anatomia
humana. 22.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, V. 1. 2006. 399 p.
Disciplina: Bioquímica Aplicada a Enfermagem
Ementa: A disciplina estuda a caracterização e identificação dos principais
componentes celulares relacionando suas estruturas e química com as
atividades funcionais, bem como patologias vinculadas às carências e/ou
desequilíbrios.
Bibliografia Básica:
COX, Michael M.; NELSON, David L. Principio de Bioquímica de Lehninger.
6ª Ed. Artmed, 2014. 1336p.
BERG, Jeremy M.; L. TYMOCZKO, John; STRYER, Lubert. Bioquímica. 7.ed,
2014.
HARVEY, Richard A.. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
528
Bibliografia Complementar:
JUNQUEIRA, Luís Carlos Uchoa. Biologia Celular e Molecular. 9.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 364p..
DEVLIN, Thomaz M.. Manual de bioquímica. 7.ed. São Paulo: Blucher, 2011.
1252 p.
MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2011. 360 p.
MOTTA, VT. Bioquímica. 2 ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2011. 488p.
PERIÓDICO:
Revista
de
Ensino
de
Bioquímica.
em:http://bioquimica.org.br/revista/ojs/index.php/REB/index
Disponível
Disciplina: Informática na Saúde
Ementa: Estudo da enfermagem em interação com novas tecnologias de
informação, utilizando a informática como ferramenta de apoio à tomada de
decisão, utilizando e conhecendo a era da informação como corpo de
conhecimento atrelado a vivência profissional.
Bibliografia Básica:
MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São
Paulo: Saraiva, 2008. 308p.
97
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática. 8. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 391p.
MANZANO, André Luiz N. G. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed.
São Paulo: Érica, 2007. 250p.
Bibliografia Complementar:
MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática. 2. Ed. São Paulo: Pearson
education do Basil 2004. 615p.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática. 8. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 391p.
HANNAH, Kathryn J.. Introdução à informática em enfermagem . 3.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2009. 388p..
MORGADO, Flavio. Internet para profissionais de saúde. Rio de Janeiro:
Ciência moderna, 2008. 427 p.
Revista do Sistema Único de Saúde do Brasil. Disponível em:
http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=16794974&lng=pt&nrm=is
Disciplina: Introdução a Saúde Pública
Ementa: Compreensão crítica do processo saúde-doença. Processo
saúde-Doença; História Natural da Doença; Modelos de Atenção à Saúde;
promoção; prevenção; Níveis de Assistência; SUS: Histórico, NOB e
NOAS; Vigilância à Saúde; Assistência a Saúde; Programas Especiais;
Controle Social
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena.
Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p
KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS,
Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179 p
98
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p.
COSTA, ELISA MARIA AMORIM. Saúde da família. 2.ed. Rio de Janeiro:
Rubio, 2009. 260 p.
CARBONE, Maria Herminda; COSTA, Elisa Maria Amorim da. Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
CADERNOS de saúde pública: reports in public health. Rio de Janeiro: Fiocruz,
2013.
Disciplina: Histologia Humana
Ementa: Morfologia, sistemática e fisiologia celular e histológica. Relação entre
características estruturais, moleculares e fisiológicas. Diferenciação celular
animal. Características histológicas dos tecidos humanos. Princípios gerais da
morfologia e histofisiologia dos órgãos e sistemas a partir da interpretação
microscópica
Bibliografia Básica:
CARNEIRO, José. Histologia básica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 538 p.
ROSS, Michael H. Histologia texto e atlas: em correlação com biologia
celular e molecular. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 987p..
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999. 229 p.
Bibliografia Complementar:
WHEATER, Paul Richard; YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Wheater
Histologia Funcional: Texto E Atlas Em Cores. 4ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001. 415 p.
99
KESSEL, Richard G. Histologia médica básica: a biologia das células,
tecidos e orgãos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 511 p.
LOWE, James S.; STEVENS, Alan. Histologia humana. 2.ed. São Paulo:
Manole, 2001. 408 p
PIEZZI, Ramón S.; FORNÉS, Miguel W. Novo atlas de histologia normal de
di fiore. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 334 p.
ROBERTIS, Eduardo D. P. de; HIB,Jose. De Robertis biologia celular e
molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 389 p.
Disciplina: Interação a Saúde Comunitária I
Ementa:
O conteúdo a ser desenvolvido tem como objetivo contribuir na
formação de profissionais que consigam ampliar o pensamento crítico e a ação
estratégica com em abordagens relacionadas a aspectos socioculturais do
processo de saúde e doença. O desenvolvimento da disciplina deve provocar a
articulação entre teoria e prática, levando em conta os saberes, as
necessidades individuais de aprendizagem e os problemas da realidade,
utilizando elementos da abordagem do indivíduo em sua família/comunidade,
considerando as investigações de práticas culturais da cura.
Bibliografia Básica:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 2V.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
MCWHINNEY, Ian R. ; FREEMAN, Thomas. Manual de medicina de família e
comunidade. 3.ed. Porto Alegre: Artemed, 2010. 472 p.
Bibliografia Complementar:
EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014.
1004 p.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA. Secretaria Especial de Políticas
de Promoção da Igualdade Racial. MEC, Brasília: 2004
.
PHILLIPI JR, ARLINDO; PELICIONI, MARIA CECILIA FOCESI. Educaçao
ambiental e sustentabilidade. 2 ed. São Paulo: Manole, 2012. 1006p.
100
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
Disciplina: Antropologia e Sociologia em Saúde
Ementa: Estudo e discussão sobre questões ligadas à qualidade de vida,
cidadania e saúde, sobre uma perspectiva educativa e filantrópica
proporcionando ao aluno um embasamento no processo de humanização,
levando a construção de uma sociedade mais humana.
Bibliografia Básica:
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2005.
MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
331 p.
WEIL, Pierre. O corpo fala. 69.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p.
Bibliografia Complementar:
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Política
Nacionalde Saúde Integral da População Negra. Brasília: Ministério da
Saúde, 2007. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populaca
o_negra.pdf>.
ALVES, Fátima. Saúde, Medicina e Sociedade. Uma visão sociológica.
Pactor Edições de Ciências Sociais e Política Contemporânea, 2013. 272p.
EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014.
1004 p.
SOUSA, Maria da Conceição de; SCATENA, João Henrique G. and SANTOS,
Ricardo Ventura. O Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena
(SIASI): criação, estrutura e funcionamento. Cad. Saúde Pública [online]. 2007,
vol.23,
n.4,
pp.
853-861.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0102311x2007000400013&script=sci_arttext>.
101
Disciplina: Biofísica
Ementa: Estudo dos eventos biofísicos, das estruturas supra-moleculares ao
nível dos diferentes sistemas funcionais do organismo humano, abordando
também radiatividade e radiações de interesse para a área médica.
Bibliografia Básica:
GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2015. 505 p.
GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011, 564 p.
RODAS DURAN, José Enrique. Biofísica. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011. 390p.
Bibliografia Complementar:
HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2003. 391
p.
COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p.
GUYTON, Arthur; HALL, John E. Tratado de Fisiologia Médica. 12ª ed.
Guanabara Koogan. 2011.
OLIVEIRA, Jarbas de. Biofísica para ciências biomédicas. 3.ed. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2008. 313 p.
WHITING, William C.. Biomecânica funcional. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009. 297 p.
3º SEMESTRE
Disciplina: Anatomia do Exame Físico em Enfermagem
Ementa: Anatomia do exame físico em enfermagem estuda a morfologia e a
localização anatômica dos órgãos, aparelhos e sistemas, por regiões corporais
do indivíduo, buscando ampliar o conhecimento do acadêmico de Enfermagem
para execução do exame físico.
Bibliografia Básica:
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de, Anamnese do exame físico. 2 ed. São
Paulo: Artmed 2010 440 p.
102
DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo:
Atheneu,2011. 184 p.
VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São
Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p..
Bibliografia Complementar:
BICKLEY, Lynn S. Bates propedêutica médica. 10.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. 965 p.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011. 547 p..
POTTER, Patrícía A.. Fundamentos de enfermagem. 7.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 1480 p.
GUYTON, Arthur C. Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011, 564 p.
Disciplina: Fisiologia Humana
Ementa: Estudo dos conhecimentos específicos dos eventos fisiológicos nos
diferentes sistemas funcionais do organismo humano, seus mecanismos
reguladores, correlacionando ao processo saúde-doença na vinculação
teórico/prático.
Bibliografia Básica:
MATFIN, Glenn; PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. 8 Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
GUYTON, Arthur C. Tratado de Fisiologia Médica. 12.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 1151p.
TORTORA, Gerard J. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p.
Bibliografia Complementar:
COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p.
SILVERTHORN, Dee Unglaub. Fisiologia humana: uma abordagem
integrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 957 p.
103
CURI, Rui; ARAUJO FILHO, Joaquim Procopio de. Fisiologia básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 857 p.
HOWLEY, Edward T.; POWERS, Scott K. Fisiologia do exercício: teoria e
aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 6.ed. São Paulo, [s.n.].
2009. 646 p.
DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo:
Atheneu,2011. 184 p.
Disciplina: Parasitologia/Microbiologia
Ementa: Estudos dos principais parasitas. Identificação das doenças por eles
causadas, controle e profilaxia de doenças parasitárias. Importância
epidemiológica dos parasitas.
Bibliografia Básica:
ZEIBIG, Elizabeth. Parasitologia Clínica. Uma abordagem
laboratorial. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 392 p.
clínico-
NEVES, David Pereira; FILIPPIS, Thelma de. Parasitologia Básica. 3. ed. São
Paulo: Atheneu, 2014. 235p.
MURRAY, Patrick R.. Microbiologia médica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2014. 948 p.
Bibliografia Complementar:
BROOKS, Geo F. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelberg.
25.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2012. 653 p.
ENGELKIRK, Paul G.. Burton. Microbiologia para as ciências da saúde.
9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 436 p.
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010. 663 p.
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 12.ed. São Paulo: Atheneu,
2011. 546 p.
CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sérgio. Parasitologia humana: e seus
fundamentos gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 390 p.
104
Disciplina: Imunologia
Ementa: Estudo dos conhecimentos gerais microbianos, bem como suas
relações imunológicas, destacando a importância das defesas inatas do
organismo, os diferentes sistemas de respostas imunológico-adaptativa,
compreendendo as bases celulares da resposta imune.
Bibliografia Básica:
COICO, Richard. Imunologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
380 p.
BIER, Otto. Imunologia básica e aplicada. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 388 p.
BOLNER, Ane Rose. O sistema imune. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 372
p.
Bibliografia Complementar:
GRUMACH, Anete Sevciovic. Alergia e imunologia na infância e adolescência.
2.ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 897 p.
CALICH, Vera. Imunologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. 323 p.
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010. 663 p.
LICHTMAN, Andrew H.. Imunologia. Celular e Molecular. 7.ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011. 545p.
JANEWAY JR, Charles A. et al. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e
na doença . 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 824 p.
Disciplina: Farmacologia
Ementa: Estudo teórico dos principais grupos farmacológicos de interesse para
a prática profissional do enfermeiro, sua indicação, ação farmacológica e
efeitos colaterais.
Bibliografia Básica:
RANG, H. P. Rang & Dale. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier,
2011. 778 p.
KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH,
2014.
FUCHS, Flávio Danni. Farmacologia clínica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. 1261 p.
105
Bibliografia Complementar:
FINKEL, Richard. Farmacologia ilustrada. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
SILVA, Penildon. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010. 1325 p.
GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred Goodman. As bases
farmacólogicas da terapêutica de Goodman & Gilman 12.ed. Porto Alegre:
AMGH, 2012. 2079 p.
ASPERHEIM, Mary Kaye . Farmacologia para enfermagem. 9.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 256 p.
GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 12.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 1151p.
Disciplina: Interação Saúde Comunitária II- Processo Saúde-Doença
Ementa: Atividades teóricas associadas a ações no contexto da comunidade
com encontros sistematizados onde os estudantes socializam com lideranças
comunitárias – agentes de saúde, professores, comerciantes e presidentes de
associações – aspectos relacionados as possibilidades de alterações no
processo saúde doença considerando os aspectos culturais, políticos,
psicológicos, econômicos e aqueles próprios do indivíduo.
Bibliografia Básica:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 845 p.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
106
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
EDUCAÇÃO ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Monole, 2014.
1004 p.
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
CADERNOS de saúde pública: reports in public health. Rio de Janeiro:
Fiocruz, 2013. :
Disciplina: Nutrição em Saúde
Ementa: Estudo dos conhecimentos específicos dos eventos fisiológicos e
nutricionais nos diferentes sistemas funcionais do organismo humano, seus
mecanismos reguladores, correlacionando ao processo saúde-doença na
vinculação teórico / prático.
Bibliografia Básica:
TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p.
MARCHINI, Sérgio J.. Ciências nutricionais. 2.ed. São Paulo: Sarvier, 2008.
760 p.
CUPPARI, Lilian. Guia de nutrição. 2ª ed. Barueri: Manole, 2005. 474 p.
Bibliografia Complementar:
GUYTON, Arthur C.. Tratado de Fisiologia Médica. 12.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 1151p.
COSTANZO, Linda S.. Fisiologia . 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 496 p.
WAITZBERG, Dan Linetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática
clínica. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 1858 p.
WILMORE, Jack H.. Fisiologia do esporte e do exercício. 4.ed. Barueri:
Manole, 2010. 594 p.
MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP, Sylvia. Krause, alimentos, nutrição &
dietoterapia. 11.ed. São Paulo: Roca, 2005. 1242 p.
107
Disciplina: Processos Patológicos Gerais
Ementa: Mecanismos fundamentais das doenças e conceitos de homeostase.
Processos
patológicos
regressivos,
inflamatórios,
imunopatológicos,
metabólicos, neoplásicos e pré-neoplásicos e a resposta de reparação.
Distúrbios
circulatórios
as
hipersensibilidades,
autoimunidade
e
imunodeficiência.
Bibliografia Básica:
ROBBINS, Stanley L.. Robbins e Cotran. Patologia. 9.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
FARIA, José Lopes de. Patologia Geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010. 298 p.
MENDES, René. Patologia do Trabalho. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2013,
2076 p.
Bibliografia Complementar:
BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 8.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 1501 p.
MONTENEGRO, Mário Rubens. Patologia. 5.ed. São Paulo: Atheneu, 2010.
320 p.
Manual de fisiopatologia. 2. ed. São Paulo: Roca, 2007. 622 p.
JORNAL brasileiro de patologia. Brasil: Grevy.Conti, 1. ed, Bimestral. 74 p.
CAWSON, R. A.; ODELL, E. W. Cawson's fundamentos básicos de patologia
e medicina oral. 8.ed. São Paulo: Santos, 2013. 494 p..
4º SEMESTRE
Disciplina: Calculo e Administração em Medicamentos em Enfermagem
Ementa: Proporcionar conhecimento para realizar cálculos, preparo diluição e
transformação de soluções medicamentosas e a forma mais adequada de sua
administração e registro, conhecendo os aspectos farmacológicos e técnicos,
respeitando preceitos legais, éticos e de segurança.
Bibliografia Básica:
VIANA, Dirce Laplaca. Guia de medicamentos e cuidados de enfermagem.
São Caetano do Sul: Yendis, 2010. 754 p.
108
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
SILVA, Penildon. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2013. 1325 p.
Bibliografia Complementar:
KATZUNG, B. G. Farmacologia básica e clínica. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH,
2014
FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem.
Goiânia: AB editora, 2006. 168 p..
TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p.
ENSINA, Luís Felipe Chiaverini (Ed.) Anafilaxia, urticária e alergia e
medicamentos na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2014. 184 p.
CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar: um
enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível em:
<http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p
ages/_1.
Disciplina: Semiologia Aplicada à Enfermagem
Ementa: Cuidado de Enfermagem como ação terapêutica na atenção a saúde
individual e coletiva nos níveis primários, secundários e terciários. Identificação
de problemas reais e potenciais de desvio de saúde, conhecimentos básicos e
técnicas de Enfermagem, utilizadas na manutenção e recuperação da saúde do
ser humano, avaliação do atendimento das necessidades básicas do cliente em
sua integralidade e singularidade, o processo de comunicação e os aspectos
humanísticos na prática de Enfermagem. Estuda a Ciência e Arte do Processo
de Cuidar em Enfermagem.
Bibliografia Básica:
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
109
Bibliografia Complementar:
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 1859 p.
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed,
2007. 1592 p.
TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais
atendimento de enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p.
no
FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem.
Goiânia: AB editora, 2006. 168 p..
Disciplina: Semiotécnica Aplicada à Enfermagem
Ementa: Procedimentos teórico-práticos de enfermagem necessários à
promoção, proteção e recuperação da saúde do indivíduo, família e
comunidade. Técnicas e procedimentos básicos de enfermagem para o
atendimento de problemas de menor complexidade do cliente hospitalizado.
Métodos clínicos. Exame físico. Técnicas básicas do cuidado de enfermagem.
Consulta de enfermagem. Práticas em laboratório, unidade hospitalar e na
comunidade.
Bibliografia Básica:
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed,
2007. 1592 p.
110
TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais
atendimento de enfermagem. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 926p.
no
FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Cálculo de medicamentos em enfermagem.
Goiânia: AB editora, 2006. 168 p..
Disciplina: Interação á Saúde Comunitária III - Abordagem Coletiva das
Doenças Crônicas Degenerativas
Ementa: Desenvolvimento de competências relacionadas às atividades
coletivas voltadas para as doenças crônicas e degenerativas com ênfase em
Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Melitus.
Bibliografia Básica:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 2V..
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
Bibliografia Complementar:
HELMAN, Cecil e BOLNER, Ane Rose. Cultura, saúde e doença. 5. ed., São
Paulo: Artmed, 2009.
PEDREIRA, Célio. Saúde e comunidade. 2.ed. Goiânia: Kelps, 2011. 214 p.
KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS,
Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179
p
ALMEIDA, Henriqueta Galvanin Guidio de (Org.). Diabetes Mellitus: uma
abordagem simplificada para profissionais de saúde. São Paulo: Atheneu,
1997. 95 p. (Comp.)
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p.
111
Disciplina: Sistematização da Assistência em Enfermagem
Ementa: Estudo teórico/prático utilizando o método científico na construção da
sistematização da assistência de enfermagem analisando as etapas e
subsidiando competências e habilidades para a atuação prática do enfermeiro
Bibliografia Básica:
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440 p.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
HORTA, Wanda de Aguiar; CASTELLANOS, Brigitta E. P. Processo de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 102 p
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais
atendimento de enfermagem. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 926p.
no
CARPENITO, Lynda Juall. Manual de diagnóstico de enfermagem. 9.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 536 p.
DOENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem: intervenções,
prioridade, fundamentos. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
932 p.
Disciplina: Exames Diagnósticos em Enfermagem
Ementa: Estudo da leitura e interpretação diagnóstica dos exames laboratoriais
e de imagem na prática hospitalar e nos programas de saúde pública,
subsidiando a assistência de enfermagem.
Bibliografia Básica:
VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São
Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p.
LIMA, A. Oliveira...[et al.]. Métodos de laboratório aplicados à clínica. 8. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 782 p
112
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
Bibliografia Complementar:
DEVLIN, Thomaz M.. Manual de bioquímica. 7.ed. São Paulo: Blucher, 2011.
1252 p.
MARZZOCO, Anita. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
2011. 360 p.
HARVEY, Richard A.. Bioquímica ilustrada. 5.ed. Porto Alegre: Artmed,
2014. 528
TIMBY, Barbara Kuhn. Conceitos e habilidades fundamentais
atendimento de enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 912 p.
no
COX, Michael M.; NELSON, David L. PRINCIPIO DE BIOQUÍMICA DE
LEHNINGER. 6ª Ed. Artmed, 2014. 1336p.
5º SEMESTRE
Disciplina: Ética /Legislação em Enfermagem e Exercício Profissional
Ementa: Conhecimento dos postulados e fundamentos da Ética Geral e da
Enfermagem e das implicações legais que norteiam o exercício profissional: a
reflexão da Ética, a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, o Código de
Ética e a Enfermagem frente a diversos dilemas éticos profissionais.
Capacitação na tomada de decisão ético-legal no exercício da profissão,
primando pela compreensão dos direitos e deveres profissionais, bem como,
do compromisso do profissional com o crescimento da profissão e com o seu
reconhecimento social. Prescrições legais que regem o ensino e o exercício da
Enfermagem.
Bibliografia Básica:
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 33. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2012. 302 p.
SANTOS, Elaine Franco dos. Legislação em Enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2006. 367 p.
GELAIN, Ivo. A ética, a bioética e os profissionais de enfermagem.
4.ed.São Paulo : EPU, 2010. 113p..
113
Bibliografia Complementar:
GARRAFA, Volnei. Bioéticas, poderes e injustiças. Brasília: CFM, 2012.395
p.
PESSINI, Leocir. Problemas atuais de bioética. 8.ed. São Paulo: Centro
Universitário São Camilo: Loyola, 2007. 579 p.
CAMARGO, M. Manual Sintético da Bioética - O Agir da Vida. Curitiba:
Juruá, 2013.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
CÓDIGO de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Disponível em:
<http://www.cofen.gov.br/wpcontent/uploads/2012/03/resolucao_311_anexo.pdf
Disciplina: Assistência de Enfermagem em Clínica Médica
Ementa: Estudo teórico/prático com estágio supervisionado desenvolvido no
âmbito hospitalar, destacando os conhecimentos científicos e metodologia
aplicada à assistência de enfermagem aos pacientes clínicos portadores de
diversas afecções de forma holística, nos níveis de atenção secundaria e
terciária e autocuidado nas doenças degenerativas
Bibliografia Básica:
SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de
enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 2v
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica . 2.ed. São Paulo: Rocco,
2009. 1814 p.
114
TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem:
guia pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009.
TAYLOR, Carol. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Porto Alegre: Artmed,
2007. 1592 p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
Disciplina: Assistência de Enfermagem em Centro Cirúrgico
Ementa: Estudo teórico/prático, oferecendo base técnico-científica, no
desenvolvimento das intervenções sistematizadas de enfermagem no transoperatório, assim como conhecer a dinâmica da central de material e centrocirúrgico, correlacionando às ações do enfermeiro.
Bibliografia Básica:
SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de
enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 2v
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 201/2014: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
POSSARI, João Francisco. Centro cirúrgico. 5.ed. São Paulo: Iátria, 2011.
288 p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 3V.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
TOWNSEND, Courtney M. Sabiston tratado de cirurgia: a base biológica
da prática cirúrgica moderna. 19.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 2v.
TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem:
guia pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009.
115
Disciplina: Assistência de Enfermagem em Clínica Cirúrgica
Ementa: Estudo teórico/prático com estágio supervisionado desenvolvido no
âmbito hospitalar, destacando os conhecimentos científicos e metodologia
aplicada à assistência de Enfermagem aos pacientes cirúrgicos portadores de
diversas afecções de forma holística, no pré e pós-operatórios das cirurgias em
geral, enfatizando os problemas de domínio psicobiológico, enfocando as
técnicas assépticas e sua aplicação no controle da infecção hospitalar.
Bibliografia Básica:
SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de
enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 2v
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
TOWNSEND, Courtney M. Sabiston tratado de cirurgia: a base biológica da
prática cirúrgica moderna. 19.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 2v.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
TANNURE, Meire. SAE - Sistematização da assistência de enfermagem: guia
pratico. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2009.
POSSARI, João Francisco. Centro cirúrgico. 5.ed. São Paulo: Iátria, 2011. 288
p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 1859
Disciplina: Interação à Saúde Comunitária IV: Abordagem Coletiva das
Doenças
Ementa: Desenvolvimento de competências relacionadas as atividades
coletivas voltadas para as doenças infecto contagiosas com ênfase
Hanseníase e Tuberculose
Bibliografia Básica:
Silva, Marcelo Gurgel Carlos da. Saúde pública: autoavaliação e revisão. 4. ed.
rev.. São Paulo: Atheneu, 2012. 503 p
116
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 2V..
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
Bibliografia Complementar:
HELMAN, Cecil e BOLNER, Ane Rose. Cultura, saúde e doença. 5. ed., São
Paulo: Artmed, 2009.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS,
Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179
p
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p.
Disciplina: Epidemiologia
Ementa: Analisa os conceitos da epidemiologia e sua evolução histórica.
Discute os principais indicadores de saúde e os principais tipos de estudos
epidemiológicos. Discute a epidemiologia das doenças transmissíveis e não
transmissíveis. Discute as questões relacionadas á associação e causalidade.
Analisa os principais aspectos relacionados á vigilância em saúde.
Bibliografia Básica:
ALEXANDRE, Lourdes Bernadete dos Santos Pito. Epidemiologia: aplicada nos
serviços de saúde. São Paulo: Martinari, 2012. 310 p.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008. 596 p.
ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 699 p.
117
Bibliografia Complementar:
MEDRONHO, Roberto de Andrade. Epidemiologia. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
2009. 125 p.
ROUQUAYROL, Maria Zelia. Introdução à Epidemiologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 282 p.
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena.
Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento
de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed.
Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 869 p. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/CB167E32-92F2-4A4E-AF24D88A692A773E/FinalDownload/DownloadId1D5F227E6CE6927720ABB215DA46BEF4/CB167E32-92F2-4A4E-AF24D88A692A773E/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf
Disciplina: Assistência de Enfermagem em Gerontologia
Ementa: Estudo dos aspectos biológicos, psicológicos e sócios culturais que
interferem no processo de envelhecimento. Prestar assistência de enfermagem
sistematizada fazendo as intervenções necessárias na melhoria de vida do
idoso.
Bibliografia Básica:
BRAGA, Cristina. Saúde do adulto e do Idoso. Ed. Saraiva, 2014.
FREITAS, Elizabete Viana de...[et al.]. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1573 p.
OENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem. 12.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 932 p.
Bibliografia Complementar:
FILHO JACOB, Wilson. Geriatria e gerontologia básicas. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011. 492 p.
118
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
TOWNSEND, M. C Enfermagem Psiquiátrica - Conceitos de Cuidados na
Prática Baseada em Evidências, Ed.7ª, GUANABARA KOOGAN, 2014.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica . 2.ed. São Paulo: Rocco,
2009. 1814 p.
6º SEMESTRE
Disciplina: Assistência em Enfermagem em Ginecologia
Ementa: Cuidados de Enfermagem à mulher em seguimento ambulatorial e em
unidades clínicas, com ênfase na integralidade e na humanização da
assistência de enfermagem. Aspectos éticos na assistência integral à mulher e
à família. Abordagem à saúde da trabalhadora, considerando classe, etnia e
gênero.
Bibliografia Básica:
ZIEGEL, Erna E.. Enfermagem obstétrica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 696p..
AMEREPAM. Manual de Ginecologia. São Paulo: Roca, 2013. 264.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: 2010. 440 p.
Bibliografia Complementar:
DANGELO, José Geraldo. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo:
Atheneu,2011.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
TORTORA, Gerard J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 12.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 1228 p.
119
TOY ...[et al]. Casos clínicos em ginecologia e obstetrícia. 4.ed. Porto
Alegre: AMGH, 2014. 546 p..
Disciplina: Saúde Coletiva
Ementa:Atuação do enfermeiro nas ações de prevenção de doenças,
promoção e proteção à saúde com ênfase no perfil sócio sanitário da
população abrangida. Programas de saúde e suas ações direcionadas à
família, ao adulto e ao trabalhador. Programa Nacional de imunização.
Educação em saúde. Bases teóricas e abordagens do processo educativo em
saúde, considerando classe social, gênero, etnia e faixa etária. Trajetória da
enfermagem na saúde da família. Família nos diversos contextos e nos
serviços assistenciais. Processo de viver da família.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINYO, Maria Cecília de Souza;
AKERMAN, Marcos Drumond Junior; CARVALHO, Yara Maria de. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2013, 968 p.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS,
Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179
p
Bibliografia Complementar:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 2V..
ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia & Saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011, 699 p.
HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena.
Saúde Pública: Bases.
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3.ed. Brasília:
Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001 72p
Disciplina: Assistência de Enfermagem em Obstetrícia e Neonatologia
Ementa: Assistência de enfermagem à gestante, parturiente, puérpera e
recém-nascido, visando à prevenção, manutenção e recuperação da saúde.
120
Bibliografia Básica:
ZIEGEL, Erna E.. Enfermagem obstétrica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 696p..
TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto. Assistência integrada ao recém-nascido
de baixo risco. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2012. 262 p.
FREITAS, Fernando. Rotinas em Obstetrícia. 6. Ed. Porto Alegre: Artmed,
2011, 680 p.
Bibliografia Complementar:
SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete.
Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: 2010. 440 p.
POTTER, Patrícía A.; PERRY, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem.
8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 1568 p..
LEÃO, Ennio. Pediatria ambulatorial. 5.ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora,
2013.
Disciplina: Psicologia Aplicada à saúde
Ementa: Fornecer noções básicas de Psicologia, Relações Interpessoais,
Teorias de Dinâmica de Grupo em Saúde. Aspectos psicológicos da pessoa em
fase de saúde/doença, morte. Psicologia hospitalar, relacionamento
enfermeiro-paciente.
Bibliografia Básica:
BASSOLS, ANA MARGARETH SIQUEIRA; EIZIRIK, CLAUDIO LAKS O Ciclo
da Vida Humana – Uma Perspectiva Psicodinâmica - 2ª Ed. Artmed, 2012.
ATKINSON & HILGARD Introdução a Psicologia 15 ed. São Paulo, Cengage
Learning, 2012.
D'ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da personalidade. 19.ed. Rio de
Janeiro: Bertrand, 2012. 185 p.
121
Bibliografia Complementar:
PAPALIA, Diane E.. Desenvolvimento Humano. 10.ed. Porto Alegre: McGraw
Hill:Artmed, 2010. 889 p.
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
PSICOLOGIA médica: a dimensão psicossocial da prática médica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 283 p.
KÜBLER-ROSS, Elizabeth. Sobre a Morte e o Morrer. 9.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2008. 296 p.
AGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Psicologia da saúde. 2.ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2011. 304 p.
Disciplina: Interação à saúde Comunitária V – Manejos de Instrumentos
de Avaliação da Família
Ementa: Atividades teóricas para o entendimento dos instrumentos de
abordagem de família com ênfase no e-SUS, Genograma, Apgar Familiar, Firo
Familiar e Practice Familiar. Atividades práticas no contexto das visitas
domiciliares e comunidades específicas com vistas ao manejo dos
instrumentos de diagnóstico de família.
Bibliografia Básica:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 2V..
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
Bibliografia Complementar:
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
122
ALVES, Fátima. Saúde, Medicina e Sociedade. Uma visão sociológica.
Pactor Edições de Ciências Sociais e Política Contemporânea, 2013. 272p
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília:
Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação em Saúde). Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf>.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Coordenação-Geral de Atenção Domiciliar. Melhor em casa : a
segurança do hospital no conforto do seu lar : caderno de atenção domiciliar.
Brasília,
2012.
2v.
Disponível
em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/geral/cap_4_vol_%201_gestao_do_sad_final.
pdf>.
7º SEMESTRE
Disciplina: Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria
Ementa: Definição da atenção de enfermagem em saúde mental. Promoção e
prevenção à saúde mental. Planejamento, implementação e avaliação do
cuidado ao paciente com transtorno mental. Cuidado de Enfermagem
hospitalar, semi-hospitalar, domiciliar e nas emergências psiquiátricas.
Caracterização dos serviços de atenção ao paciente com transtorno mental.
Família e o paciente com transtorno mental.
Bibliografia Básica:
KLAMEN, Toy. Casos Clínicos Em Psiquiatria – 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed,
2014.
LOUZÃ NETO, Mario Rodrigues. Psiquiatria básica. 2.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007. 712 p.
CARVALHO, Mrissol Bastos de. Psiquiatria para a enfermagem. São Paulo:
Rideel, 2012.
Bibliografia Complementar:
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
RIBEIRO, Mário Sérgio. Ferramentas para descomplicar a atenção básica em
saúde mental. Juiz de Fora: UFJF, 2007. 294 p.
SADOCK, Benjamin James. Compêndio de psiquiatria. 9.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007. 1584 p.
TOWNSEND, M. C Enfermagem Psiquiátrica - Conceitos de Cuidados na
Prática Baseada em Evidências, Ed.7ª, GUANABARA KOOGAN, 2014.
123
ENFERMAGEM psiquiátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 510 p
Disciplina: Enfermagem em Cardiologia
Ementa: Estudo das principais afecções cardiovasculares através da
sistematização da assistência de enfermagem, destacando a assistência de
enfermagem aos clientes portadores das diversas afecções agudas e o autocuidado nas doenças crônico-degenerativas do aparelho cardiovascular.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO, Maria de Fátima. Cuidados cardiovasculares em enfermagem.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 331 p..
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
BRAGA, Cristina. Saúde do adulto e do Idoso. Ed. Saraiva, 2014.
Bibliografia Complementar:
GUYTON A.C, HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. Guanabara Koogan,
12. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440 p.
DOENGES, Marilynn. Diagnósticos de enfermagem. 12.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 932 p.
MOORE, K. L, DALLEY, A. F, AGUR, A. M. R. Anatomia Orientada para a
Clínica. 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2012.
MORTON, Patricia Gonce. Cuidados críticos de enfermagem. 9.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1500 p.
Disciplina: Assistência em Enfermagem em Pediatria
Ementa: Estudo das fases de crescimento e desenvolvimento da criança e
adolescente e principais agravos à saúde, perpassando pelas políticas públicas,
programas de atenção saúde da criança e adolescente e estatuto da criança e do
adolescente em rede básica e hospitalar, visando prevenção, manutenção e
recuperação da saúde.
124
Bibliografia Básica:
LEÃO, Ennio. Pediatria ambulatorial. 5.ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora,
2013.
SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete.
Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2015/2017: Artmed, 606p.
Bibliografia Complementar:
KLIEGMAN, Robert M. Nelson tratado de pediatria. 18.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
VIANA, Dirce Laplaca. Manual para realização do exame físico. 2.ed. São
Caetano do Sul: Yendis, 2011. 336 p.
PICON, Paula Xavier. Pediatria. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1096 p.
MORTON, Patricia Gonce. Cuidados críticos de enfermagem. 9.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1500 p.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440p.
Disciplina: Gerenciamento em Enfermagem I
Ementa: Estuda o processo de trabalho em saúde, compreendendo as bases
teóricas da administração e aplicando no processo de enfermagem. Enfoca o
processo decisório e liderança vinculando as relações de poder nas
organizações de saúde estabelecidas através das relações humanas do
trabalho em equipe.
Bibliografia Básica:
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São
Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p.
MARX, Lore Cecilia. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São
Paulo: EPUB, 2003. 105 p.
125
Bibliografia Complementar:
MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol Jorgensen. Administração e liderança
em enfermagem: teoria e prática. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p.
KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo:
Saraiva, 2006. 356p.
PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde:
perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008. 127 p.
CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar:
um enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível
em:
<http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p
ages/_1
SANTOS, Álvaro da Silva ; MIRANDA, Sônia Maria Rezende Camargo (Orgs.).
A enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. Barueri: Manole,
2007.
Disponível
em:
<
http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520422946>.
Disciplina: Interação à saúde comunitária VI- Estratégia Saúde da Família
Ementa: Bases teóricas e legislação do Programa Saúde da Família. Equipe
de saúde e estratégias no PSF. Atuação dos profissionais no PSF.
Integralidade da atenção em saúde. Competências do enfermeiro de família.
Atenção ao cliente/paciente no contexto familiar. Acolhimento e estratégia
saúde da família. Enfermagem na saúde da família: instrumentais teóricometodológicos para a prática assistencial e educativa. Processo ensinoaprendizagem na formação de recursos humanos.
Bibliografia Básica:
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
Artmed, 2012. 845 p.
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
ROCHA, Aristides Almeida; CESAR, Chester Luiz Galvao; RIBEIRO, Helena.
Saúde Pública: Bases Conceituais. 2ª ed. São Paulo: Atheneu. 2013. 1636p.
Bibliografia Complementar:
HELMAN, Cecil G.. Cultura, Saúde e Doença. 5 ed.. São Paulo: Artmed, 2009.
431p.
126
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
FIGUEIREDO, Elisabeth Niglio de. A estratégia saúde da família na atenção
básica
do
SUS.
Disponível
em:
<
http://www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/2/unidades_conteudos/unida
de05/unidade05.pdf>.
Brasil. Instituto para o Desenvolvimento da Saúde. Universidade de São Paulo.
Ministério da Saúde. Manual de Enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde,
2001.
Disponível
em:
<
http://www.ee.usp.br/doc/manual_de_enfermagem.pdf>.
8º SEMESTRE
Disciplina: Assistência de Enfermagem em UTI e emergência
Ementa: Estudo teórico – prático da metodologia da assistência de
enfermagem aos clientes de alto risco sob cuidados específicos e intensivos,
com falência de uma ou mais de suas funções vitais, em situações de urgência
e emergência, em pronto socorro e unidade de terapia intensiva.
Bibliografia Básica:
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
CINTRA, Eliane Araújo. Assistência de enfermagem
gravemente enfermo. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 671p.
ao
paciente
KNOBEL, Elias. Terapia intensiva: enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006.
636 p.
Bibliografia Complementar:
GUYTON, Arthur C.. Tratado de fisiologia médica. 11.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. 1115 p.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
127
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
TAMEZ, Raquel Nascimento . Enfermagem na UTI neonatal: assistência
ao recém - nascido de alto risco. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 355 p
VIANA, Renata Andréa Pietro Pereira. Enfermagem em Terapia Intensiva.
Porto Alegre: Artmed, 2011. 546.p
Disciplina: Assistência em Enfermagem em Doenças Tropicais
Ementa: Proporcionar ao educando a capacidade de conhecer as doenças
tropicais, bem como procedimentos e técnicas que levam ao diagnóstico,
tratamento e assistência, com ênfase nas medidas de prevenção e educação
em saúde ao indivíduo, família e comunidade.
Bibliografia Básica:
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia – Teoria e Prática. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 596 p.
DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária
Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p.
.
KAWAMOTO, Emilia Emi; SANTOS, Maria Cristina Honorio dos; MATTOS,
Thalita Maia de. Enfermagem comunitária. 2.ed. São Paulo: EPU, 2009. 179
p
Bibliografia Complementar:
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. DIP: doenças infecciosas e parasitárias. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 1098 p.
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
NEVES, David Pereira; FILIPPIS, Thelma de.Parasitologia Básica. 3. ed. São
Paulo: Atheneu, 2014. 235p.
Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção.
<https://online.unisc.br/seer/index.php/epidemiologia/index >.
Disponível
em:
Gerson Oliveira Pena [et al]. Doenças infecciosas e parasitárias : aspectos
clínicos, de vigilância epidemiológica e de controle : guia de bolso. 2.ed.
rev. e amp. Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde, 2000.
128
Disponível
em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/GBDIP001_total.pdf
<
Disciplina: Gerenciamento em Enfermagem II
Ementa: Estudo dos sistemas organizacionais do processo administrativo e
sua influência na metodologia da assistência de enfermagem; abordar as
situações organizacionais das instituições de saúde com vistas e levantar os
aspectos vigentes que norteiam o trabalho da equipe de enfermagem;
aplicação prática dos estudos teóricos em unidade de saúde.
Bibliografia Básica:
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São
Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p.
MARX, Lore Cecilia. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São
Paulo: EPUB, 2003. 105 p.
Bibliografia Complementar
MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol Jorgensen. Administração e liderança
em enfermagem: teoria e prática. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p.
KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo:
Saraiva, 2006. 356p.
PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde:
perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008. 127 p.
CAVALLINI, Míriam Elias ; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia hospitalar: um
enfoque em sistemas de saúde. 2.ed. Barueri: Manole, 2010. Disponível em:
<http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520428535/p
ages/_1
SANTOS, Álvaro da Silva ; MIRANDA, Sônia Maria Rezende Camargo (Orgs.).
A enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. Barueri: Manole, 2007.
Disponível
em:
<
http://itpacporto.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788520422946>.
Disciplina: Didática e Educação em Saúde
Ementa: Estudo da metodologia do processo de ensino - aprendizagem e sua
utilização pelo enfermeiro na ação educativa com promoção de circunstâncias
em que o oriente e ensine ao doente, família e grupos de comunidade, meios
129
para promoção e manutenção da saúde. Dinâmica das atividades de ensino –
aprendizagem, com interação no campo de saúde a grupos etários diferentes e
treinamento em educação em serviço nos programas e subprogramas de
saúde.
Bibliografia Básica:
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção
da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p.
WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não
verbal. 70.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p
Bibliografia Complementar:
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 14.ed. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 2011. 189 p.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 50.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2011. 253p..
WALDOW, Vera Regina. Estratégias de ensino na enfermagem: enfoque no
cuidado e no pensamento crítico. Rio de Janeiro: Vozes, 2005. 133 p 11 EX.
.
FRITZEN, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 40.ed.
Petropolis - RJ: Vozes, 2010. 100 p.
GONÇALVES, Ana Maria. Dinâmica de grupos na formação de lideranças.
10.ed.. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. 152 p.
9º SEMESTRE
Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso – TCC1
Ementa: Aplicar técnicas metodológicas de pesquisa científica na construção
do projeto de trabalho de conclusão de curso com enfoque transdisciplinar,
proporcionando ao aluno a iniciação científica sob orientação.
.
Bibliografia Básica:
TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da
pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014.
CRESWELL, John W..Projeto de Pesquisa. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
1274p
130
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012.
Bibliografia Complementar
POLIT, Denise F.. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 7.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 669p.
DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 14º Ed.São
Paulo:Cortz, 2011.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo:
Atlas, 2010. 184 p.
ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística. 3. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. 438 p.
HULLEY, Stephen B.. Delineando a pesquisa clinica. 3.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008. 384.
Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar I
Ementa: Aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no
âmbito hospitalar, através de enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto
do conhecimento adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento
do perfil profissional.
Bibliografia Básica:
SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de
enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 2v
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
Bibliografia Complementar:
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440 p.
131
SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete.
Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem à Atenção
Primária à Saúde I
Ementa: Aplicação da sistematização da assistência de enfermagem no âmbito
da saúde pública com enfoque interdisciplinar, contextualizando o indivíduo,
família, comunidade e rede básica de saúde, através da atuação assistencialgerencial-educativa, implantando e implementando ações de intervenção no
processo saúde-doença com vistas ao aprimoramento do perfil profissional.
Bibliografia Básica:
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2015/2017: Artmed, 606p.
DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária
Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p.
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012.
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 845 p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
132
PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção
da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p.
10º SEMESTRE
Disciplina: Trabalho de conclusão de Curso- TCCII
Ementa: Construção de trabalhos de conclusão de curso, a partir de Técnicas
metodológicas, com enfoque transdisciplinar pela iniciação científica, sob
orientação.
Bibliografia Básica:
CRESWELL, John W..Projeto de Pesquisa. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
1274p
TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da
pesquisa/Rio de Janeiro:Vozes,2014.
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012.
Bibliografia Complementar
POLIT, Denise F.. Fundamentos de pesquisa em enfermagem. 7.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2011. 669.
DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 14º Ed.São
Paulo: Cortz, 2011.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5.ed. São Paulo:
Atlas, 2010. 184 p.
ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística. 3. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. 438 p.
HULLEY, Stephen B.. Delineando a pesquisa clinica. 3.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008. 384
Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem Hospitalar II
Ementa: Aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no
âmbito hospitalar, através de enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto
133
do conhecimento adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento
do perfil profissional.
Bibliografia Básica:
SMELTZER, Suzanne O' Connell. BRUNNER & SUDDARTH tratado de
enfermagem médico - cirúrgica. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 2v
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
TANNURE, Meire Chucre. SAE. 2. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011. 298 p.
Bibliografia Complementar:
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440 p.
SCHVARTSMAN, Claudio; FARHAT, Sylvia Costa Lima; REIS, Amelia Gorete.
Pediatria – Pronto Socorro. 2. Ed. Barueri: Manole 2013.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
Disciplina: Estágio Curricular de Assistência de Enfermagem à Atenção
Primária à Saúde II
Ementa: Aplicação da sistematização da assistência de enfermagem no âmbito
da saúde pública com enfoque interdisciplinar, contextualizando o indivíduo,
família, comunidade e rede básica de saúde, através da atuação assistencialgerencial-educativa, implantando e implementando ações de intervenção no
processo saúde-doença com vistas ao aprimoramento do perfil profissional.
Bibliografia Básica:
CARBONE, Maria Herminda ; COSTA, Elisa Maria Amorim da . Saúde da
família: uma abordagem multidisciplinar. 2.ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
260 p.
134
NORTH, Nanda. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definições e
Classificação – 2012/2014: Artmed, 606p.
DUNCAN, Bruce B.. Medicina ambulatorial. Condutas de Atenção Primária
Baseadas em Evidências 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. 1600 p.
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1ª Ed. 2012.
GUSSO, Gustavo. Tratado de medicina de família e comunidade. Porto
Alegre: Artmed, 2012. 845 p.
ALMEIDA-FILHO, Naomar de; PAIM, Jairnilson Silva. Saúde Coletiva – Teoria
e Prática. Rio de Janeiro: MedBook, 2013.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 9.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 1859 p.
PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção
da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Disciplina: Enfermagem em oncologia
Ementa: Estudo da epidemiologia do câncer, um problema de saúde pública no
Brasil e no mundo. Abordagem dos princípios básicos da fisiopatologia do
câncer e os mecanismos da carcinogênese, assim como a nomenclatura dos
tumores, os fatores de risco associados ao câncer e as ações de prevenção
primária e secundária. Aplicação da Sistematização da assistência de
Enfermagem ao paciente oncológico na avaliação diagnóstica e nos diversos
tratamentos. Orientação e acompanhamento aos familiares e cuidadores sobre
a Política Nacional de Humanização.
Bibliografia Básica:
BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética humana. 3.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2013. 776 p.
BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de. Anamnese e exame físico. 2.ed. São
Paulo: Artmed, 2010. 440 p.
GATES, Rose A. ; FINK, Regina M. Segredos em enfermagem oncológica:
respostas necessárias ao dia-a-dia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 652 p.
135
Bibliografia Complementar:
BONASSA, Edva Moreno Aguilar. Terapêutica oncológica para enfermeiros e
farmacêuticos. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2012. 644 p.
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013. 443 p.
ROBBINS, Stanley L.. Robbins e Cotran patologia. 9.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
WASHINGTON manual de oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004. 664 p.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de
Informação. Manual de bases técnicas da oncologia – SIA/SUS - Sistema
de Informações Ambulatoriais. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 116 p.
Disponível em: <
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/manual_oncologia_14edicao.pd
f>.
Disciplina: Biossegurança em Saúde
Ementa:. Estudo dos fundamentos e princípios que regem as técnicas corretas
de manuseio de equipamentos e materiais hospitalares; áreas críticas, semicríticas e não-críticas. Métodos de limpeza, desinfecção, esterilização,
articulando a microbiologia. Segurança do profissional enfermeiro e do paciente
sob seus cuidados, precauções com equipamentos de proteção individual
(EPIs), para controle das infecções hospitalares (IHs)
Bibliografia Básica:
LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 10.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010. 663 p.
NUNES, Flávio de Oliveira. Segurança e saúde no trabalho. 2.ed. Rio de
Janeiro: Forense, 2014. 384 p..
COUTO, Renato C ...[et al.]. Infecção hospitalar e outras complicações não
- infecciosas da doença. 4.ed. Rio da Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009. 904 p.
Bibliografia Complementar:
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções. 2.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 435p..
Manual de biossegurança. Barueri: Manole, 2012. 356 p.
136
FIALHO, Ana Cristina Vasconcelos. Biossegurança na área de saúde: uma
abordagem interdisciplinar. São Paulo: EdUFSCar, 2011. 87 p
Biossegurança no contexto da saúde. São Paulo: Iátria, 2014. 168 p.
Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção. Disponível em:
<https://online.unisc.br/seer/index.php/epidemiologia/index>.
Disciplina: Gestão e Políticas de Saúde em Enfermagem
Ementa: Estudo da evolução das organizações de saúde no Brasil e suas
interfaces com a enfermagem e outras profissões da saúde. Organização do
Sistema único de Saúde, responsabilidade de saúde; federal, estadual e
municipal; organização da assistência nos diversos níveis de atendimento à
saúde do indivíduo, família e comunidade.
Bibliografia Básica:
BRASIL, Ministério da Saúde. O SUS de A a Z. 3.ed. Brasília: Ministério da
Saúde, 2009. 475 p.
KURCGANT, Paulina. Gerenciamento em enfermagem. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. 196 p.
MOTTA, Fernando Claudio Prestes. Teoria geral da administração. 3.ed. São
Paulo: Thomson; Pioneira, 2011. 428 p.
Bibliografia Complementar:
CAVALCANTI, Clóvis. Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e
políticas públicas. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2001. 436 p.
LOPES, Márcio. Políticas públicas de saúde: interação dos atores sociais.
São Paulo: Atheneu, 2010. 101 p
PEDRO, Maria José Carvas. Gestão de pessoas aplicada à área da saúde:
perfil do profissional. Nova Odessa: Napoleão, 2008.
VASCONCELLOS, José Luiz Faria. Programas de saúde. 26.ed. São Paulo:
Ática, 2002. 256 p.
Política Nacional de Promoção da Saúde. Brasília DF: Ministério da Saúde,
2006. 58 p
137
Disciplina: Relações Humanas e Dinâmicas de Grupo
Ementa:.Histórico e conceituação da dinâmica de grupo com considerações
éticas no uso das técnicas e exercícios de grupo.
Bibliografia Básica:
WEIL, Pierre. O corpo fala. 69.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. 287 p.
PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luz. Educação e promoção
da saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2015. 878 p.
VASCONCELOS, Eymard Mourão. Educação popular e atenção à saúde da
família. 5.ed. São Paulo: HUCITEC, 2010. 334 p..
Bibliografia Complementar:
GONÇALVES, Ana Maria. Dinâmica de grupos na formação de lideranças.
10.ed.. Rio de Janeiro: DP&A, 2007. 152 p.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009. 506 p.
MAYER, Canisio. Dinâmicas de grupo. 5.ed. Campinas S.P.: Papirus, 2005.
200p.
MILITÃO, Albigenor. S.O.S. 19. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2012. 176 p.
THOMASON, Calvin C.. Relações Humanas. 9.ed. São Paulo: IBRASA, 1990.
206 p.
Disciplina: Inglês Instrumental
Ementa: Enfoque nas estratégias de leitura, visando à compreensão do texto
escrito em inglês: o estudo do enunciado e suas implicações na compreensão
textual: produção de sentenças e/ou parágrafos curtos na língua-alvo e prática
integrada das habilidades de expressão e compreensão oral.
Bibliografia Básica:
BRITTO, Marisa M. Jenkins de. Michaelis inglês gramática prática. 3.ed. São
Paulo: Melhoramentos, 2006. 400 p.
WILLIAMS, Ivor. English for science and engineering. Estados Unidos da
America: Thomson, 2007. 106 p.
138
MURPHY, Raymond. English grammar in use. 2.ed. New York: Cambridge,
2004.379p.
Bibliografia Complementar:
TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa:
descomplicado. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 448 p.
o inglês
HORNBY, A. S. Oxford advanced learner's dictionary CD. New York: Oxford
University P ress, 2012.
MARTINEZ, Ron. O inglês que você nem imagina que sabe . 4.ed.. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2003. 147 p.
CAMBRIDGE ONLINE DICTIONARY http://dictionary.cambridge.org/ Dicionário
Inglês-Inglês com pronúncia e símbolos fonéticos Acesso em 15/01/2014
WORDREFERENCE ONLINE DICTIONARY http://www.wordreference.com/
Dicionário Inglês-Português Acesso em 15/01/2014
Disciplina: Libras Brasileira de Sinais - LIBRAS
Ementa:.Retrospectiva sobre a educação dos surdos no Brasil e alguns
marcos importantes; a importância da língua e a aquisição da linguagem;
cultura Surda; reconhecimento do status linguístico das Línguas de Sinais; a
Língua Brasileira de Sinais e introdução à gramática da Libras.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras.
Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 241 p.
QUADROS, R.M; KARNOOP, L. Língua de Sinais Brasileira: Estudos
Linguísticos. Editora Artmed, 1º Edição. Porto Alegre, 2004. 221p.
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos. Porto Alegre: Artmed,
1997. 126 p.
Bibliografia Complementar
GESSER, Audrel. Libras? Que língua é essa?. São Paulo: Parábola.
2009.87p.
CAPOVILLA, Fernando César. Novo
Paulo.Universidade de São Paulo 2012. 2V.
Delt-Libras.
2.
Ed.
São
FELIPE, Tanya. Libras em contexto. 9.ed. Rio da Janeiro: WalPrint Gráfica,
2009. 187 p.
139
FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para aprendizado de
libras. São Paulo: Phorte, 2011. 339 p.
HONORA, Márcia. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais:
desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São
Paulo: Ciranda cultural, 2011. 336 p.
Em cumprimento a lei Nº 9.795 e Decreto Nº 4.281 de 25/06/2002, os
assuntos referentes às políticas de Educação Ambiental já constam na
disciplina de OPTATIVA - Biossegurança E INTERAÇÃO A SAÚDE
COMUNITÁRIA I,do 2º período e Assistência Hospitalar no 8º períodos. E a
Educação nas relações Étnico-Raciais e Indígenas, os seus principais tópicos
estão contemplados nas disciplinas: Antropologia e Sociologia a Saúde,
Interação à Saúde Comunitária I – rede Social e Introdução a Saúde Pública
(2º período).
8. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Os estágios têm o objetivo de promover a aprendizagem pela
vivência
dos
conhecimentos
aplicados,
observação
e
realização
de
intervenções em níveis de complexidade sob supervisão do docente. Isto
contribuirá para o desenvolvimento cognitivo do futuro profissional. Visando
consolidar as novas metodologias de ensino vivencial por meio das atividades
extra-muro e oferecer à sociedade, profissionais habilitados para atender com
qualidade à população. Cada local de estágio terá um supervisor (professor/
preceptor) designado pelo Coordenador de Estágio.
O
Estágio
Supervisionado
será
realizado
sempre
sob
a
responsabilidade da Instituição de Ensino e desenvolvido em Instituições de
direito público ou privado que tenham condições de propiciar experiência
prática na linha da formação profissional da habilitação cursada pelo aluno.
Para que seja caracterizado como Estágio Supervisionado, é necessária a
existência de instrumento jurídico periodicamente reexaminado, onde estarão
acordadas todas as condições de sua realização. Para tanto, o estágio deverá
ser realizado mediante Termo de Compromisso celebrado entre o estudante e
140
a concedente, com a mediação da Instituição de Ensino, mediante Acordo de
Cooperação entre as duas entidades.
A vivência do aluno ocorrerá ao longo do Curso nas diversas áreas e
em níveis de complexidade crescente para permitir maior interação entre a
teoria e a prática. A partir do 9º período, esta interação cliente-paciente-aluno
se estreitará quando serão implementados os estágios supervisionados.
O
Estágio
Supervisionado
do
Curso
de
Enfermagem
da
FAPAC/ITPAC PORTO com carga horária prevista de 800 horas para Estágio
Supervisionado,
de
caráter
obrigatório,
sendo
dividido
em
Estágio
Supervisionado I (400h) e Estágio Supervisionado II (400h), nos 9º e 10º
semestres, respectivamente, conforme determina as Diretrizes Curriculares
Nacionais, ou seja, Resolução CNE/CES 3, de 07 de novembro de 2001 será
realizado em Serviços de Saúde Conveniados e em Unidades de Saúde
Locais. Os estágios são desenvolvidos de forma articulada e com
complexidade crescente ao longo do processo de formação profissional. As
disciplinas que oferecem esse tipo de atividade na matriz em vigência são:
Estágio Curricular em Assistência Hospitalar (9º e 10º períodos) - Aplicabilidade
da Sistematização da Assistência de Enfermagem no âmbito hospitalar, através
do enfoque interdisciplinar, subsidiada pelo conjunto do conhecimento
adquirido durante a graduação, com vistas ao aprimoramento do perfil
profissional. Estágio Curricular em Assistência à Atenção primária à Saúde (9º
e 10º períodos) - Aplicabilidade da Sistematização da Assistência de
Enfermagem no âmbito da saúde pública com enfoque interdisciplinar,
contextualizando o indivíduo, comunidade e rede básica de saúde, através da
atuação assistencial-gerencial-educativa, implantando e implementando ações
de intervenção no processo saúde doença com vistas ao aprimoramento do
perfil profissional. Os alunos serão inscritos para as disciplinas acima descritas,
em caráter obrigatório, com supervisão de campo realizada pelo professor/
preceptor, com frequência e produtividade aferidas pela Disciplina de sua
vinculação e Coordenação do curso. Os cursos superiores têm por finalidade
precípua preparar o futuro profissional para o mercado de trabalho.
Esse fato evidencia a necessidade de, em sua organização, oferecer
oportunidades concretas de experimentação na atividade definida para a
profissionalização pretendida. Os Estágios Supervisionados merecem um
141
tratamento cuidadoso, pois é nesse espaço do currículo que se pretende
estabelecer o devido ajuste entre prática e teoria, sem dicotomia, com a
intenção de formar um profissional crítico e competente.
As Diretrizes e normas para o Estágio Curricular em Enfermagem
desenvolve suas atividades consoantes com os aspectos científicos e técnicos
dentro da Enfermagem, com um comportamento ético e social voltado para a
saúde da população, respeitando o Código de Ética da Enfermagem,
considerando relação alunos/Usuários e o atendimento aos princípios éticos da
formação e atuação profissional.
O estágio obedece às normas internas da Instituição a que for
designado, colaborando para o bom funcionamento da mesma.
8.1. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO
CURSO DE ENFERMAGEM.
O presente regulamento tem por objetivo normatizar a realização dos
Estágios
Supervisionados
Curriculares
do
Curso
de
Graduação
em
Enfermagem, do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlo/Porto
Nacional (TO), de forma a orientar a realização dessas atividades obrigatórias
de formação, que devem representar vinte por cento da carga horária total do
curso e serem realizados nos dois últimos períodos letivos, sob supervisão
docente de forma indireta e preceptoria de enfermeiros dos serviços de forma
direta, conforme estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso.
CAPÍTULO I
Do Caráter e Definição
Artigo 1º - O Estágio Supervisionado Regular é uma atividade curricular
de caráter obrigatório, conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Enfermagem do ITPAC/Porto, considerado um componente indispensável à
integralização curricular.
Parágrafo único - O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem do
ITPAC/Porto é composto por duas atividades curriculares de Estágio
Supervisionado Regular, sendo elas: CEN2009 Estágio Supervisionado I: o
142
processo de trabalho do enfermeiro na Atenção Básica de Saúde e CEN2010
Estágio Supervisionado II: o processo de trabalho do enfermeiro na rede
hospitalar.
Artigo 2º - É definido como componente obrigatório pela Resolução
CNE/ CES nº 3, de 7 de novembro de 2001 que instituiu as Diretrizes
Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem, em seu Art. 7º: “Na
formação do Enfermeiro, além dos conteúdos teóricos e práticos desenvolvidos
ao longo de sua formação, ficam os cursos obrigados a incluir no currículo o
estágio supervisionado em hospitais gerais e especializados, ambulatórios,
rede básica de serviços de saúde e comunidades nos dois últimos semestres
do Curso de Graduação em Enfermagem.
Parágrafo Único. Na elaboração da programação e no processo de
supervisão do aluno, em estágio curricular supervisionado, pelo professor, será
assegurada efetiva participação dos enfermeiros do serviço de saúde onde se
desenvolve o referido estágio. A carga horária mínima do estágio curricular
supervisionado deverá totalizar 20% (vinte por cento) da carga horária total do
Curso
de
Graduação
em
Enfermagem
proposto,
com
base
no
Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho
Nacional de Educação”.
Parágrafo único – Será caracterizado como uma atividade acadêmica
específica do tipo atividade especial coletiva, quando o professor orienta
coletivamente um grupo de alunos em atividades de prática para o exercício
profissional.
CAPÍTULO II
Da Obrigatoriedade
Artigo 4º - Os Estágios Supervisionados Regulares estão mencionados nas
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem,
conforme disposto na Resolução CNE/CES nº 3 de 07 de novembro de 2001,
devendo corresponder ao mínimo de 20% da carga horária total do curso.
Artigo 5º - Os Estágios Supervisionados Regulares do Curso de graduação em
Enfermagem deverão ser realizados somente quando do cumprimento dos
143
componentes curriculares anteriores aos dois últimos períodos letivos do curso,
conforme pré-requisitos estabelecidos em sua estrutura curricular.
CAPÍTULO III
Das Condições para Realização dos Estágios
Artigo 6º - Os Estágios Supervisionados Regulares serão realizados em
setores e unidades de saúde públicas conveniadas, sob a responsabilidade dos
docentes do curso de Enfermagem do ITPAC/Porto.
Parágrafo único - Para os Estágios Supervisionados Regulares desenvolvidos
junto a pessoas jurídicas de direito público e privado, faz-se necessária a
formalização de convênio a ser firmado diretamente com o ITPAC/Porto ou
com agentes de integração com ela conveniados.
Artigo 8º - Os Estágios Supervisionados Regulares somente poderão ocorrer
em unidades que tenham condições de:
I - proporcionar experiências práticas na área de formação do estudante;
II - dispor de um profissional enfermeiro para assumir a preceptoria do
estudante.
Artigo 9º - O estudante na condição de estagiário não gera, em hipótese
alguma, vínculo empregatício de qualquer natureza e não pode ser
remunerado.
Artigo 10º - O estagiário deve, em qualquer situação, estar assegurado contra
acidentes pessoais, por meio de seguro de vida e contra acidentes, que deverá
ser providenciado pelo ITPAC/Porto, sob responsabilidade da Coordenação de
Curso encaminhar a relação dos estudantes a serem segurados previamente
para os órgãos institucionais responsáveis por esta atividade.
Artigo 11º - Em nenhuma hipótese pode ser cobrada ao estagiário qualquer
taxa adicional referente às providências administrativas para a obtenção e
realização dos Estágios Supervisionados Regulares.
CAPÍTULO IV
144
Do Propósito, Competências, Habilidades e Valores em Formação
Artigo 12º - Os Estágios Supervisionados Regulares têm como propósito o
desenvolvimento de competências e habilidades para intervir no processo de
trabalho da enfermagem nos diversos níveis de atenção à saúde, em serviços
de atenção básica, média e alta complexidade.
Artigo 13º - Os Estágios Supervisionados Regulares visam o desenvolvimento
nos estudantes das seguintes competências/habilidades/valores/atitudes:
 Estímulo à consciência ética e formação de profissionais cidadãos
comprometidos com o Sistema de Saúde;
 Atuação nos diversos níveis de atenção à saúde em consideração aos
pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;
 Desenvolvimento da visão da integralidade da atenção articulada às
ações de serviços de Atenção Básica, Média e de Alta complexidade;
 Intervenção no processo saúde-doença com responsabilidade pela
qualidade do cuidado de enfermagem nos diferentes níveis de atenção à
saúde;
 Integração das ações de enfermagem às ações multiprofissionais, na
promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, numa
perspectiva de trabalho interdisciplinar e intersetorial;
 Gerenciamento do processo de trabalho em enfermagem em todas as
áreas de atuação profissional com ênfase na formação generalista;
 Gerenciamento dos serviços de saúde e de enfermagem nos diversos
níveis de atenção à saúde;
 Planejamento, implementação e participação nos programas de
formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e
de saúde;
 Planejamento e implementação das ações de vigilância à saúde,
considerando a especificidade dos diferentes perfis de grupos sociais e
dos distintos processos de saúde-doença;
145
 Desenvolvimento,
participação
e
aplicação
dos
processos
de
investigação e outras formas de produção de conhecimento que
objetivam a qualificação da organização tecnológica que dá suporte à
prática profissional;
 Respeito aos preceitos éticos, valores, princípios e atos normativos da
profissão;
 Intervenção na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se
como sujeito de transformação;
 Realização da avaliação epidemiológica e clínica dos indivíduos e
grupos sociais;
 Correlacionamento do perfil da população com seus determinantes e
com a organização dos serviços de saúde;
 Estabelecimento de planos estratégicos de ação da equipe de
enfermagem na intervenção coletiva em saúde;
 Identificação das necessidades individuais e coletivas de saúde da
população, seus condicionantes e determinantes;
 Aplicação
de
cuidados
de
enfermagem
compatíveis
com
as
necessidades do indivíduo, família e dos diferentes grupos sociais;
 Sistematização de planos de intervenção clínico-epidemiológica em
serviços de atenção básica, média e alta complexidade, de forma segura
e humanizada;
 Identificação de competências e determinação dos responsáveis pelas
ações e procedimentos no processo de cuidar da enfermagem,
institucionalizados ou não;
 Avaliação de qualidade e do impacto das ações implementadas na
prática da enfermagem;
 Utilização de instrumentos gerenciais de planejamento, organização e
avaliação na gerência de serviços nos diversos níveis de atenção à
saúde;
 Adoção de métodos e princípios científicos na realização do processo de
investigação;
 Aplicação de resultados da produção de conhecimentos específicos ou
de outras áreas no aprimoramento da prática profissional.
146
Parágrafo único - As atividades dos Estágios Supervisionados Regulares
deverão ser desenvolvidas de acordo com a proposta educacional, a missão do
curso e os princípios e Diretrizes do Projeto Pedagógico vigente.
CAPÍTULO V
Do Funcionamento e Equipe dos Estágios Supervisionados Regulares
Artigo
15º
-
Os
Estágios
Supervisionados
Regulares
deverão
ser
desenvolvidos em serviços de saúde nos diversos níveis de atenção, desde a
atenção básica, média até os de alta complexidade, e ter como base um
programa e carga horária a serem cumpridos conforme exigências do Projeto
Pedagógico do Curso, quando o aluno será supervisionado indiretamente em
suas atividades de estágio por docente enfermeiro do curso de enfermagem e
supervisionado diretamente por um enfermeiro do serviço que atuará como
preceptor.
Artigo 16º - As equipes dos Estágios Supervisionados Regulares serão
compostas pelo coordenador do curso, coordenador de estágios, docentes
supervisores, enfermeiros preceptores dos serviços de saúde e alunos
devidamente matriculados nestas atividades.
Parágrafo 1º - Compete ao coordenador do curso, que se constitui de um
professor do quadro do curso de enfermagem do ITPAC/Porto:
§ 1º - Confirmar matrícula dos estudantes
§ 2º - Garantir seguro para os estudantes;
§ 3º - Conferir termos de estágios e convênios;
§ 4º - Apreciar os planos de atividades de estágios no início de cada
período letivo;
§ 5º - Analisar e aprovar as escalas de acompanhamento das atividades
de estágios;
Parágrafo 2º - Compete ao coordenador de estágios, que se constitui de um
professor do quadro permanente de professores do curso de enfermagem do
ITPAC/Porto, dentre os supervisores de estágio:
147
§ 1º - Articular com instituições de saúde as vagas para realização dos estágios
e formalizar o encaminhamento dos estudantes e supervisores;
§ 2º - Verificar a necessidade da celebração ou atualização dos convênios;
§ 3º - Promover de forma processual a integração entre o ITPAC/Porto e os
enfermeiros
preceptores,
com
promoção
de
atividades
para
formação/qualificação da preceptoria;
§ 4º - Realizar reuniões com docentes supervisores e preceptores para
planejamento, acompanhamento e avaliação dos estágios;
§ 5º - Mediar e resolver conflitos relacionados aos estágios e garantir o seu
funcionamento.
Parágrafo 3º - Compete aos docentes supervisores, que se constituem de
professores do quadro do curso de enfermagem do ITPAC/Porto:
§ 1º - Participar do planejamento, acompanhamento e avaliação dos estágios
junto à coordenação dos estágios;
§ 2º - Realizar visitas sistemáticas aos Serviços de Saúde para o devido
acompanhamento dos estudantes nos estágios, com periodicidade mensal;
§ 3º - Manter contatos permanentes com os preceptores para orientação sobre
o programa e o monitoramento dos estágios;
§ 4º - Realizar reuniões com os estudantes e preceptores para avaliação dos
estágios;
§ 5º - Estimular a participação dos preceptores nos grupos de pesquisa do
curso de enfermagem.
Parágrafo 4º - Compete aos enfermeiros preceptores dos serviços de saúde,
que se constituem em enfermeiros dos serviços de saúde da rede de atenção à
saúde pública conveniado:
§ 1º - Receber o estudante na unidade de saúde;
§ 2º - Acompanhar diretamente o aluno nas atividades desenvolvidas mediante
o programa dos estágios;
§ 3º - Apoiar os estudantes por meio de orientações e supervisão conforme as
necessidades demandadas;
§ 4º - Manter contatos permanentes com o docente supervisor para mantê-lo
informado sobre o andamento dos estágios;
§ 5º - Realizar avaliações periódicas do desempenho do aluno conforme
orientação do docente supervisor;
148
§ 6º - Participar das reuniões com alunos e docentes supervisores para
avaliação dos estágios;
§ 7º - Participar de atividades de formação/qualificação promovidas pelo Curso
de Enfermagem, especificamente para o desenvolvimento das atividades de
preceptoria.
Parágrafo 5º - Compete aos alunos matriculados nas atividades dos Estágios
Supervisionados Regulares:
§ 1º - Cumprir a programação estabelecida com pontualidade e assiduidade;
§ 2º - Cumprir as exigências legais regulamentadoras;
§ 3º - Agir conforme os preceitos éticos e profissionais considerando o Código
de Ética e a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem;
§ 4º - Participar das reuniões e atividades agendadas;
§ 5º - Esclarecer dúvidas junto à coordenação, docente supervisor e preceptor;
§ 6º - Manter bom relacionamento com todos os profissionais dos serviços
utilizados para realização dos estágios;
§ 7º - Cumprir integralmente o cronograma de atividades dos estágios
programadas para todo o período de realização dos estágios.
CAPÍTULO VI
Do Processo Avaliativo
Artigo 17º - A avaliação do Estágio Supervisionado Regular ocorrerá de forma
contínua e abrangerá a avaliação das condições de aprendizagem ofertadas
pelo campo e a avaliação do desempenho do estudante.
Artigo 18º - A avaliação das condições de aprendizagem deverá ser feita
mediante visitas e reuniões que envolverão a coordenação de estágio, os
docentes supervisores e os preceptores.
Artigo 19º - A avaliação do desempenho do estudante, com caráter formativo,
deve ser feita pelo preceptor, por setor de atuação, a partir de um instrumento
elaborado (Apêndices B e C) para este fim, e tomará como base as
competências e habilidades que abordarão aspectos cognitivos, técnicos e
atitudinais.
149
Artigo 20º - O docente supervisor deverá acompanhar a avaliação de
desempenho do aluno e auxiliar/orientar o preceptor conforme necessidades.
Artigo 21º - Para fins de avaliação final dos Estágios Supervisionados
Regulares será levado em consideração o cumprimento da carga horária total
da atividade, devendo, obrigatoriamente, cumprir integralmente a carga horária
sob pena de não aprovação por nota.
CAPÍTULO VII
Das Disposições Finais e Transitórias
Artigo 23º - A antecipação dos estágios e/ou seu aproveitamento, bem como
solicitação para cursar os Estágios Supervisionados Regulares I e II
concomitante serão vetadas, não havendo possibilidades de negociação para
antecipar a integralização curricular do curso.
Parágrafo único - Somente nas situações específicas de comprovação de
aprovação em concurso público e nomeação para cargo efetivo, bem como
documento que oficialize sua contratação em serviços privados, os estudantes
do último período do curso poderão solicitar aproveitamento e/ou antecipação
das atividades, desde que cumprido o mínimo de 50% dos componentes
curriculares
Parágrafo 4º - Compete aos enfermeiros preceptores dos serviços de saúde,
que se constituem em enfermeiros dos serviços de saúde da rede de atenção à
saúde pública conveniado:
§ 1º - Receber o estudante na unidade de saúde;
§ 2º - Acompanhar diretamente o aluno nas atividades desenvolvidas mediante
o programa dos estágios;
§ 3º - Apoiar os estudantes por meio de orientações e supervisão conforme as
necessidades demandadas;
§ 4º - Manter contatos permanentes com o docente supervisor para mantê-lo
informado sobre o andamento dos estágios;
150
§ 5º - Realizar avaliações periódicas do desempenho do aluno conforme
orientação do docente supervisor;
§ 6º - Participar das reuniões com alunos e docentes supervisores para
avaliação dos estágios;
§ 7º - Participar de atividades de formação/qualificação promovidas pelo Curso
de Enfermagem, especificamente para o desenvolvimento das atividades de
preceptoria.
Parágrafo 5º - Compete aos alunos matriculados nas atividades dos Estágios
Supervisionados Regulares:
§ 1º - Cumprir a programação estabelecida com pontualidade e assiduidade;
§ 2º - Cumprir as exigências legais regulamentadoras;
§ 3º - Agir conforme os preceitos éticos e profissionais considerando o Código
de Ética e a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem;
§ 4º - Participar das reuniões e atividades agendadas;
§ 5º - Esclarecer dúvidas junto à coordenação, docente supervisor e preceptor;
§ 6º - Manter bom relacionamento com todos os profissionais dos serviços
utilizados para realização dos estágios;
§ 7º - Cumprir integralmente o cronograma de atividades dos estágios
programadas para todo o período de realização dos estágios.
CAPÍTULO VI
Do Processo Avaliativo
Artigo 17º - A avaliação do Estágio Supervisionado Regular ocorrerá de forma
contínua e abrangerá a avaliação das condições de aprendizagem ofertadas
pelo campo e a avaliação do desempenho do estudante.
Artigo 18º - A avaliação das condições de aprendizagem deverá ser feita
mediante visitas e reuniões que envolverão a coordenação de estágio, os
docentes supervisores e os preceptores.
Artigo 19º - A avaliação do desempenho do estudante, com caráter formativo,
deve ser feita pelo preceptor, por setor de atuação, a partir de um instrumento
elaborado (Apêndices B e C) para este fim, e tomará como base as
151
competências e habilidades que abordarão aspectos cognitivos, técnicos e
atitudinais.
Artigo 20º - O docente supervisor deverá acompanhar a avaliação de
desempenho do aluno e auxiliar/orientar o preceptor conforme necessidades.
Artigo 21º - Para fins de avaliação final dos Estágios Supervisionados
Regulares será levado em consideração o cumprimento da carga horária total
da atividade, devendo, obrigatoriamente, cumprir integralmente a carga horária
sob pena de não aprovação por nota.
CAPÍTULO VII
Das Disposições Finais e Transitórias
Artigo 23º - A antecipação dos estágios e/ou seu aproveitamento, bem como
solicitação para cursar os Estágios Supervisionados Regulares I e II
concomitante serão vetadas, não havendo possibilidades de negociação para
antecipar a integralização curricular do curso.
Parágrafo único - Somente nas situações específicas de comprovação de
aprovação em concurso público e nomeação para cargo efetivo, bem como
documento que oficialize sua contratação em serviços privados, os estudantes
do último período do curso poderão solicitar aproveitamento e/ou antecipação
das atividades, desde que cumprido o mínimo de 50% dos componentes
curriculares do semestre, mediante requerimento escrito devidamente
comprovado, que serão analisados e deliberados pelo Colegiado do Curso de
Graduação para cada caso específico.
Artigo 24º - Os Estágios Curriculares Regulares serão realizados nos serviços
de saúde do município de Porto Nacional e Palmas conveniada pelo
ITPAC/Porto.
Artigo 25º - Os casos não previstos, situações especiais e dúvidas emanadas
deste Regulamento serão resolvidos exclusivamente pelo Colegiado do Curso
de Graduação em Enfermagem.
152
Artigo 26º - Este regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.
9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso de Enfermagem da FAPAC, é
regulamentado e institucionalizado. O objetivo do Trabalho de Conclusão de
Curso é “propiciar ao corpo discente a produção de conhecimento científico na
área da ciência da saúde, mediante trabalho de pesquisa, normatizado
metodologicamente e embasado por sólidos princípios científicos”. O TCC além
da finalidade regimental de integralizar o currículo pleno do Curso tem como
objetivos específicos: Dinamizar as atividades acadêmicas; Estimular a
iniciação
científica;
Desenvolver
atividades
de
pesquisa
e
extensão;
Demonstrar a habilidade adquirida durante o curso; Aprimorar a capacidade de
interpretação e crítica científica.
Art. 1º. Este conjunto de disposições normatiza atividades relativas ao
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Graduação em
Enfermagem do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC –
Porto. Parágrafo Único – Será considerado TCC de Graduação de iniciação
científica desenvolvido por aluno (s), sob a orientação de um professor do
curso de Enfermagem ou de cursos de áreas afins.
Art. 2º. O TCC no curso de Graduação em Enfermagem do ITPAC-Porto é
atividade obrigatória determinada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais DCN´s.
Art. 3º. A definição do Professor Orientador é de livre escolha do aluno,
devendo o professor manifestar seu aceite por escrito, incluindo co-orientação,
se houver.
Art. 4º. Professor orientador fará parte da banca examinadora, deverá estar
presente na defesa do (s) orientando (s), na posição de observador. Deverá
153
registrar as sugestões da banca examinadora e posteriormente, fazer os
ajustes sugeridos no momento da defesa, juntamente com o orientando.
Art. 5º. A abertura dos trabalhos, apresentação inicial dos orientandos,
orientador, do título do projeto de pesquisa e/ou artigo científico, elaboração da
ata e leitura final fica na responsabilidade do professor da disciplina ou
representante.
Art. 6º. A definição da banca examinadora do trabalho de conclusão de curso,
ficará na responsabilidade do professor titular da disciplina de TCC-1 e/ou 2 e
do professor assistente, devendo ser observado as linhas de pesquisa de cada
examinador para composição da banca.
Art. 7º. O número de projetos orientados para cada professor será de três
(04), incluindo o artigo científico (TCC-2), semestralmente.
Art. 8º. Ao professor orientador de TCC do curso de Enfermagem lhe será
atribuída uma carga horária de uma (01) hora semanal por trabalho orientado.
Art. 9º. O TCC envolve as seguintes etapas: elaboração e aprovação do
projeto, execução do projeto; elaboração do artigo científico, apresentação
perante Banca Examinadora e socialização dos resultados em sessão aberta à
comunidade.
Art. 10º. O período decorrido desde a elaboração do projeto de pesquisa (TCC1) e do artigo científico (TCC-2) será de um (01) ano a partir da matricula do
aluno nas referidas disciplinas.
Art. 11º. Todos os projetos de pesquisas deverão ser enviados para o Comitê
de Ética e Pesquisa definido pela Diretoria Acadêmica, Coordenação de Curso
e Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex) do ITPACPorto.
154
Art. 12º. Para obtenção parcial do grau de Bacharel em Enfermagem será
obrigatório a elaboração do projeto de pesquisa, definido pela Diretoria
Acadêmica, Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão (Coppex) e
Coordenação de Curso da FAPAC com envio para o CEP.
Art. 25º. O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor habilitado
para o tema ou assunto vinculado ao Curso de Enfermagem ou cursos afins do
ITPAC-Porto.
§ 1º O orientador é escolhido pelo aluno, conforme banca de orientadores
disponibilizados pela Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão
(Coppex), com linhas de pesquisas pré-estabelecidas, ou em casos especiais
indicados pelo Colegiado de Curso, prioritariamente, entre os professores que
compõem o corpo docente do curso, formalmente a orientação, após anuência
expressa do professor e homologação pelo Colegiado do Curso.
Art. 26º. É considerado aluno em fase de elaboração de TCC, todo aquele
regularmente matriculado nas disciplinas de TCC-1 e TCC-2.
Art. 27º. O TCC deverá seguir as seguintes etapas para sua elaboração:
Elaboração do projeto de pesquisa; Aprovação pelo Comitê de Ética, quando
assim o requerer; Implementação das etapas definidas no projeto de pesquisa;
Elaboração de artigo científico; Readequação e ajustes apontados na
apresentação de banca examinadora; Entrega da versão final do artigo
científico aprovado pela banca examinadora.
Art. 30º. O(s) aluno(s), em número de 1, quando for o caso, sob a orientação
do professor orientador, deve elaborar o projeto de pesquisa, conforme
estabelece a disciplina de TCC-1. Atendendo ao que dispõe as normas para as
orientações pelo aluno e professor orientador.
Art. 31º. A elaboração do projeto de pesquisa deve seguir os critérios técnicos
estabelecidos pelas normas vigentes da ABNT/normas.
155
Art. 33º. A elaboração do artigo científico deve seguir os critérios técnicos
estabelecidos pelas normas Internacionais de Vancouver.
Art. 36º. O artigo científico será entregue para sua avaliação aos professores,
da linha de pesquisa do tema do TCC, componentes da Banca Examinadora,
conforme aprovação pelo Colegiado de Curso.
§ 1° A Banca Examinadora é composta por 03 (três) professores 02 (dois)
professores indicados pelo titular da disciplina de TCC-2 e pelo Assistente de
Disciplina, de acordo com a linha de pesquisa do tema do TCC e um professor
convidado de outra instituição.
Art. 38º. A avaliação do TCC-2 será composta por duas etapas; uma avaliação
com atribuição de nota do artigo científico, entregue à banca examinadora e
uma avaliação da apresentação oral, pública com a presença dos 03 (três)
membros da banca.
Art. 39º. Cabe ao professor responsável pela disciplina TCC-2 com anuência
do NDE elaborar e publicar calendário fixando prazos para cada uma das
etapas de avaliação dos artigos e apresentações, quando for o caso.
Art. 41º. O artigo científico deverá ser entregue a todos os membros da banca,
no mínimo, sete (07) dias úteis antes da data de avaliação.
Art. 42º. Na apresentação, o(s) aluno(s) tem até 20 (vinte) minutos para
apresentar o artigo e cada membro da Banca Examinadora, 20 (vinte) minutos
para fazer sua argüição e vinte (20) minutos para fechamento da nota e leitura
da ATA.
Parágrafo Único: O tempo total para defesa do Trabalho de conclusão de curso
(TCC_2), não poderá ultrapassar o período de 1 (uma) hora.
Art. 45º. A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas
atribuídas pelos membros da Banca Examinadora em cada avaliação,
professor titular da disciplina e professor orientador. Parágrafo único – Para
156
aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a 60 (sessenta) na média
aritmética das notas individuais.
Art. 50º. A versão final do trabalho a ser encaminhado para a Biblioteca do
ITPAC/PORTO via Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão
(Coppex) em arquivo digital, contendo (um) 01 CD com cópia em Word e PDF
juntamente com a ficha catalográfica salva no corpo do artigo em um prazo
limite de 15 dias a contar da data de aprovação final.
Art. 51º. Esta norma só poderá ser alterada pela Diretoria Acadêmica, Núcleo
de Docentes Estruturantes e Coordenação de Pesquisa, Pós Graduação e
Extensão (Coppex), sendo de competência deste dirimir dúvidas referentes à
sua interpretação, bem como atuar nos casos omissos, expedindo os atos
complementares que se fizerem necessários.
Art. 52º. Esta norma entra em vigor a partir da data de sua aprovação.
Art. 53º. Revogam-se as disposições em contrário.
10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O PPC do curso de Enfermagem contempla as Atividades
Complementares conforme o Art. 8º da Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de
novembro de 2001. São entendidas como Atividades Complementares as
práticas
de
complementação
do
processo
de
ensino-aprendizagem,
desenvolvidas ao longo do Curso de Graduação em Enfermagem. As
atividades compõem um conjunto de propostas do Ministério da Educação a
fim de promover novos paradigmas educacionais que despertem no discente
uma postura mais comprometida com a formação escolhida e com a realidade
no qual está inserido.
As atividades complementares sejam elas acadêmicas, científicas,
sociais
e/ou
culturais
e
até
mesmo
políticas,
incrementadas
e
institucionalizadas, tem como objetivo permitir ao aluno o desenvolvimento de
157
suas capacidades e habilidades individuais, como também construir seu próprio
aprendizado. A escolha dessas práticas formativas são voluntárias e realizadas
pelos acadêmicos de acordo com a sua visão de futuro profissional crítica,
reflexiva e preocupada com seu papel dentro da sociedade.
Além da participação em eventos, estão contempladas nas
atividades complementares aquelas relacionadas com o Programa Institucional
de Extensão (PIEX) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); Programas
que abrangem as seguintes modalidades:
a) Monitoria - ação de cooperação dos corpos discente e docente, nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão, efetuadas em trabalhos de
laboratório, biblioteca, de campo e outras compatíveis com seu nível de
conhecimento e experiência relativo aos componentes curriculares e que
possam desenvolver habilidades que favoreçam ao aluno iniciar sua
preparação para a iniciação à docência;
b) Práticas Integradas – atividades realizadas de forma a integrar conteúdos de
vários componentes curriculares, realizadas preferencialmente em Laboratórios
e em áreas extra-campus;
c) Iniciação Científica - conjunto de atividades ligadas a programas e projetos
desenvolvidos pelo Aluno, sob orientação do Docente;
d) Atividades de Aprimoramento do Conhecimento – atividades de ensinoaprendizagem, ministradas por docentes do ITPAC Porto Nacional, que
configurem aprimoramento do conhecimento relacionado ao processo de
formação profissional;
e) Projetos de Extensão – ações processuais de caráter educativo, cultural,
artístico, social, científico e/ou tecnológico, que envolvam Docentes / Discentes
e que são desenvolvidas junto à comunidade, mediante ações sistematizadas;
f) Cursos de Extensão – cursos ofertados à comunidade sob forma de
formação continuada, objetivando a socialização do conhecimento acadêmico,
potencializando o processo de interação universidade- sociedade;
g) Eventos de Extensão em Geral – incluindo Congressos, Seminários,
Jornadas e similares realizados fora da IES, que possuam o propósito de
produzir, sistematizar, divulgar e intercambiar conhecimentos, tecnologias e
bens culturais;
158
h) Eventos de Extensão promovidos pela IES – incluindo Congressos,
Seminários, Jornadas e similares realizados, que possuam o propósito de
produzir, sistematizar, divulgar e intercambiar conhecimentos, tecnologias e
bens culturais;
i) Produtos de Extensão - produtos susceptíveis à disseminação e intercâmbio
de saberes e inovações; elaboração de relatórios, artigos técnicos e similares e
publicação didático- pedagógica e de divulgação técnica–científica–artística–
cultural em anais e periódicos;
j) Ligas Acadêmicas - criadas e organizadas por acadêmicos, professores e
profissionais que apresentam interesses em comum, constituem-se por
atividades extraclasses e desenvolvem ações voltadas para o ensino.
10.1. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO
DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
O PPC do curso de Enfermagem contempla as Atividades Complementares
conforme o Art. 8º da Resolução CNE/CES nº 3, de 7 de novembro de 2001.
São
entendidas
como
Atividades
Complementares
as
práticas
de
complementação do processo de ensino-aprendizagem, desenvolvidas ao
longo do Curso de Graduação em Enfermagem. As atividades compõem um
conjunto de propostas do Ministério da Educação a fim de promover novos
paradigmas educacionais que despertem no discente uma postura mais
comprometida com a formação escolhida e com a realidade no qual está
inserido. As atividades complementares sejam elas acadêmicas, científicas,
sociais
e/ou
culturais
e
até
mesmo
políticas,
incrementadas
e
institucionalizadas, tem como objetivo permitir ao aluno o desenvolvimento de
suas capacidades e habilidades individuais, como também construir seu próprio
aprendizado. A escolha dessas práticas formativas são voluntárias e realizadas
pelos acadêmicos de acordo com a sua visão de futuro profissional crítica,
reflexiva e preocupada com seu papel dentro da sociedade.
Art. 1º. As atividades complementares são OBRIGATÓRIAS e devem totalizar
duzentas horas (200) horas conforme a matriz curricular 2015/1.
159
Art. 2º. As atividades complementares podem ser realizadas a qualquer
momento, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste
Regulamento e poderá ser realizado desde o primeiro semestre do curso.
Art. 3º. Para que as Atividades Complementares sejam validadas, o aluno
deverá apresentar documentação que comprove sua participação, onde deverá
constar a carga horária e a atividade que foi desenvolvida.
Art. 4º. As Atividades Complementares estão divididas em três grupos: ensino,
pesquisa e extensão.
Art. 5º. O aproveitamento da carga horária de cada atividade será de acordo
com os critérios e condições estabelecidas na tabela abaixo, onde está
designada a pontuação, a carga horária máxima para cada atividade de ensino,
pesquisa ou extensão, e a forma de comprovação de participação.
Atividades de
ensino
Monitoria
Estágio nãoobrigatório
Participação em
cursos em áreas
afins
Organizar e
conferenciar
cursos em áreas
afins
Intercâmbio
universitário
Participação em
Curso de
Idiomas e de
Informática
Pontuação
Cada semestre
de monitoria
equivale à 30h.
Cada estágio
equivale à 30h.
Cada curso
equivale à
carga horária
do certificado.
Cada curso
equivale à
carga horária
do certificado.
Cada
intercâmbio
equivale à
carga horária
constante na
declaração.
Cada curso
equivale à
carga horária
do certificado.
Atividades de
pesquisa
Pontuação
Participação em
Cada semestre
Carga
horária
máxima a
pontuar
Comprovação
60h
Certificado emitido pela Coopex.
60h
Declaração certificando a realização do
estágio.
30h
Certificado de participação.
45h
Certificado de participação.
60h
Certificado de participação da instituição e
histórico.
30h
Certificado de participação.
Carga
horária
máxima a
pontuar
60h
Comprovação
Certificado emitido pela Coopex.
160
grupos de
pesquisa ou em
projetos de
iniciação
científica.
Artigo publicado
em periódico
indexado.
Outras formas
de publicação
científica (livro,
capítulo de livro
e similares).
Atividades de
extensão
Participação em
projetos de
extensão
institucionais.
Participação em
campanhas
públicas de
vacinação e
outras da área
da saúde.
Participação em
projetos sociais
de voluntariado
na comunidade
na área da
saúde.
Participação na
comissão
organizadora de
eventos
científicos e
culturais.
Participação em
eventos internos
como ouvinte
(semanas
acadêmicas,
simpósios,
congressos,
conferências,
entre outros) na
área da saúde.
Participação em
eventos
externos como
ouvinte
(debates,
exposições,
simpósios,
congressos,
mesas-redonda,
entre outros), na
área da saúde.
de participação
equivale à 30h.
Cada artigo
publicado
equivale à 20h.
60h
Carta de aceite e o artigo publicado.
Cada trabalho
publicado
equivale à 15h.
45h
Documento que comprove a publicação.
Pontuação
Carga
horária
máxima a
pontuar
Comprovação
Cada semestre
de participação
equivale à 30h.
60h
Certificado emitido pela Coopex.
30h
Documento que comprove participação.
Cada
participação
equivale à 10h.
30h
Documento que comprove participação.
Cada
participação
equivale à 15h.
45h
Certificado de participação na comissão
organizadora do evento.
60h
Documento que comprove participação.
60h
Documento que comprove participação.
Cada
campanha
equivale à 10h.
Cada evento
equivale à
carga horária
constante no
certificado.
Cada evento
equivale à
carga horária
constante no
certificado.
161
Participação
como
conferencista
em eventos
científicos.
Apresentação
oral de trabalhos
em congressos,
semanas
acadêmicos,
simpósios, etc.
Apresentação
de trabalhos em
eventos
científicos
(painéis e
congêneres).
Participação em
oficinas.
Visitas técnicas.
Representação
estudantil nos
colegiados
institucionais,
diretórios
acadêmicos,
centros
acadêmicos e
outras
entidades.
Participação
como ouvinte
em bancas de
defesa de
monografias de
graduação e
pós-graduação,
dissertações de
mestrado e
teses de
doutorado na
área da saúde.
Cada evento
equivale à 20h.
60h
Documento que comprove participação.
Cada
apresentação
equivale à 15h.
45h
Documento que comprove participação.
Cada trabalho
apresentado
equivale à 10h.
30h
Comprovante de apresentação e anais do
evento.
45h
Documento que comprove participação.
45h
Documento que comprove participação.
Cada semestre
de
representação
equivale à 15h.
30h
Documento que comprove a representação
estudantil.
Cada
participação
equivale à 1h.
4h
Documento que comprove a participação
como ouvinte.
Cada oficina
equivale à
carga horária
constante no
certificado.
Cada visita
técnica
equivale à
carga horária
constante no
certificado.
Art 6º. Cabe à Coordenação do Curso de Enfermagem a apreciação e
validação dos documentos protocolados pelo aluno.
§ 1º O aluno deverá consultar previamente a Coordenação de curso, para obter
orientação a respeito do aproveitamento das Atividades Complementares e
162
sobre a documentação necessária para comprovação de participação em
Atividades Complementares.
§ 2º Caberá à Coordenação do curso de Enfermagem preencher, em ficha
individual do aluno, a carga horária da atividade realizada;
§ 3º Os comprovantes das Atividades Complementares (cópia com visto ou
segunda via) apresentados pelos alunos permanecerão arquivados na pasta do
aluno.
§ 4º A Coordenação do curso de Enfermagem pode recusar a Atividade
Complementar se considerar inadequado o comprovante ou insatisfatório o
desempenho do aluno. Se for necessário, o Coordenador poderá pedir o
original da cópia fornecida pelo aluno.
Art. 7º. Não serão consideradas Atividades Complementares as atividades
obrigatórias da estrutura curricular do curso de Enfermagem.
Art. 8º. O aluno que ingressa no curso de Enfermagem por meio de
transferência, caso não tenha realizada as Atividades Complementares, fica
sujeito ao cumprimento de carga horária de Atividades Complementares
conforme este regulamento. Caso tenha realizado deve solicitar à Coordenação
do curso de Enfermagem o cômputo da carga horária atribuída pela instituição
de origem, observadas as seguintes condições:
a) As Atividades Complementares realizadas na instituição/curso de origem
devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento;
b) A carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior
à conferida por este regulamento à atividade idêntica ou similar.
Art. 9º. As Atividades Complementares que ocorrerem em horário de aulas
não abonarão faltas, tampouco será concedido qualquer tipo de reposição de
aulas, práticas, estágios ou avaliações, devendo o aluno responsabilizar-se por
seu limite de 25% admitido para fins de aprovação por freqüência
Art. 10º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado
do Curso de Enfermagem.
163
Art. 11º. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos
órgãos competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário
existentes sobre a matéria, tornando-o público pela Coordenação do Curso de
Enfermagem.
11. MONITORIA
O ITPAC–PORTO – Instituto Tocantinense Presidente Antônio
Carlos Porto Ltda, tem como interesse primordial gerar recursos humanos de
qualidade intelectual e tecnológica para atuarem nas funções inerentes as suas
formações profissionais. Para tanto, além da busca da excelência em suas
atividades didáticas e laboratoriais, mantém, junto à comunidade acadêmica o
Programa Institucional de Monitoria (PIM).
Esse programa de Monitoria tem como objetivo, oportunizar ao
monitor experiência da vida acadêmica, promover a integração de alunos de
séries ou períodos mais avançados com os demais, a participação em diversas
funções da organização e desenvolvimento das disciplinas do curso, além de
treinamento em atividades didáticas.
Levando-se em conta a melhoria da qualidade do ensino e a
quantidade de atividades que o aluno deve realizar em que é natural o
surgimento de dúvidas; O ITPAC PORTO mantém o sistema de plantões de
monitoria, em que o monitor, de uma determinada disciplina, está disponível,
semanalmente, para orientar os colegas na execução de trabalhos e auxiliá-los
nas dúvidas.
O curso de Enfermagem conta com as seguintes disciplinas
ofertadas com monitoria para os alunos, em duas modalidades: bolsista e
voluntário. A instituição fomenta a modalidade bolsista com desconto na
mensalidade do curso, chegando até 15% do valor do curso para o acadêmico.
Segue abaixo as disciplinas e a modalidade de bolsa oferecida pela instituição.
PROFESSOR(A)
Felipe Camargo Munhoz
MODALIDADE
Bo
lsi
st
as
DISCIPLINA
ANATOMIA HUMANA I
164
Prof. Drª Josefa Moreira
do Nascimento Rocha
Prof. Esp. Andre Moreira
Rocha
HISTOLOGIA HUMANA
Prof. Drª Josefa Moreira
do Nascimento Rocha
Prof. Esp. Andre Moreira
Rocha
ANATOMIA HUMANA I
ANATOMIA HUMANA I
Felipe Camargo Munhoz
Felipe Camargo Munhoz
SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA
APLICADA A ENFERMAGEM
Edmilson Andrade Reis
SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA
APLICADA A ENFERMAGEM
Edmilson Andrade Reis
SEMIOLOGIA/SEMIOTÉCNICA
APLICADA A ENFERMAGEM
Edmilson Andrade Reis
Voluntários
BIOLOGIA
CELULAR/HISTOLOGIA BÁSICA
12. ATENDIMENTO AO DISCENTE
Um dos princípios pelo qual a Instituição pauta suas ações refere-se
ao acompanhamento sistemático do desempenho dos alunos, de forma a
maximizar o seu rendimento e diminuir os índices de retenção e de evasão.
Existe ainda na FAPAC, um Núcleo de Apoio Psicopedagógico que é
coordenado
por
um
profissional
da
área
de
psicologia.
O
Apoio
Psicopedagógico é desenvolvido a partir da implantação de duas ações
básicas: a atenção ao aluno pelo professor, com orientação de atividades em
horário extra-classe, a partir de implantação de carga horária para este fim e da
orientação educacional.
Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a
função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para
melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático
da equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo
o uso de diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis.
A Coordenação de Curso de Enfermagem organiza o horário de
permanência dos docentes, com a finalidade de realizar a orientação
acadêmica e a iniciação científica, organizado no sentido de apoiar o aluno na
sua caminhada acadêmica. Aos docentes cabe ainda acompanhar o
165
desempenho de seus alunos, promovendo assim as condições para a interação
do aluno com a instituição e com a comunidade acadêmica, estimulando o
acesso permanente ao conhecimento e a apropriação de competências
necessárias para o seu desempenho profissional.
Considerando, ainda, o Regimento da Instituição, o corpo discente
tem como órgão de representação o Centro Acadêmico, regido por regimento
próprio, por ele elaborado, de acordo com a legislação pertinente, que tem
participação com direito a voz e voto nos órgãos onde se fizer representado e
funciona regularmente com amplo apoio institucional. A Diretoria Acadêmica
estimula e busca desenvolver, em conjunto com o Centro Acadêmico,
atividades
culturais
e
profissionais
que
estimulem
as
capacidades
humanísticas, sociais e de educação permanente de seus educandos.
Há um Programa de Nivelamento Acadêmico (PNA) que visa ofertar
vagas que atendam a minoria e garantam a permanência do ediscente no
curso através de programas de compensação de deficiências de sua formação
escolar anterior, permitindo-lhes competir em igualdade de condições nos
processos de ensino-aprendizado.
Em relação aos programas de apoio financeiro, a FAPAC, conforme
objetivos e metas institucionais definidas em seu Plano de Desenvolvimento
Institucional, destina parcela de seus recursos orçamentários para programas
de bolsas e apoio financeiro a alunos, além de aderir e proporcionar a estrutura
adequada de incentivo e apoio à participação dos alunos em programas oficiais
de apoio financeiro e financiamento estudantil tais como:
- Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) – que
concede empréstimo para o Ensino superior junto à Caixa Econômica Federal
e/ou Banco do Brasil em conformidade com MEC, no qual o Governo Federal
oferece, aos alunos matriculados em cursos de graduação, financiamento de
50% a 100% das parcelas de semestralidade;
- Programa Universidade para Todos (PROUNI) que beneficia estudantes de
baixa renda com a concessão de bolsas integrais ou parciais para ingresso em
cursos de graduação, a partir da adesão da instituição ao Programa, podendo
participar da seleção candidatos que tenham participado do ENEM, cursado o
Ensino Médio completo em escola pública ou em particular na condição de
bolsista integral.
166
12.1. PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO- PNA
O PNA visa ofertar vagas que atendam a minorias e garantam a
permanência do educando na educação superior através de programas de
compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes
competir em igualdade de condições nos processos de ensino-aprendizado dos
cursos de graduação.
É acompanhado sistematicamente por uma Coordenação nomeada pela
Direção Acadêmica especificamente para esse fim. Com a supervisão da
Coordenação de cada Curso de Graduação, o PNA destina-se prioritariamente
aos alunos ingressantes matriculados no 1º período de cada Curso de
Graduação e objetiva, dentre vários fins:
a) possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de
Biologia, Física, Matemática, Língua Portuguesa/Redação, Química e
Informática;
b) reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras
séries do curso;
c) possibilitar
aos
acadêmicos
o
aprimoramento
e
a
ampliação
de
conhecimentos e/ou habilidades.
12.2. NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – NAP
Com o objetivo de promover melhoria das relações sócio afetivas
como apoio ao processo de aprendizagem, a FAPAC – ITPAC PORTO
NACIONAL instituiu um Programa de Apoio Psicopedagógico ao Estudante de
Enfermagem. A principal função deste programa é de colocar profissional
especializado à disposição dos alunos, oferecendo apoio pedagógico e
psicológico para grupos, visando à adaptação do estudante ao curso, em cada
uma de suas etapas de inserção na vida acadêmica; apoio psicológico ou
psiquiátrico, por encaminhamento, se necessário; e sessões de orientação e
acompanhamento nos estudos, individual e coletivo, para favorecer a melhoria
das capacidades, relações e condições sócio afetivas, que constituem um
elemento crucial para o êxito no processo de aprendizagem.
167
Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a
função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para
melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático
da equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo
o uso de diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis.
O serviço do NAP é um espaço em que a comunidade da FAPAC/
ITPAC PORTO NACIONAL pode refletir sobre as situações vivenciadas, seja
na vida afetiva, no trabalho, na faculdade, nas relações sociais.
Objetiva promover a melhoria das relações sócio afetivas como
apoio ao processo de aprendizagem e, para tanto, conta com uma equipe
composta por Médica Psiquiatra, Mestranda em Ciências no IPEN-USP;
Psicóloga, Terapeuta Cognitivo-Comportamental e Psicóloga da Saúde e uma
Psicóloga, Especialista em Educação, Mestranda em Psicologia pela PUCGoiás.
12.3. LIGAS ACADÊMICAS
As ligas acadêmicas são um espaço dinâmico de atuação pró- ativa
dos discentes em parceria com os docentes em projetos de extensão e
pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, principalmente, na área da
saúde, que tem por objetivo a atualização e a promoção de novos
conhecimentos científicos como uma iniciativa estudantil, bem como a
aquisição de novas habilidades e o trabalho em equipe. No âmbito da
extensão, propõem projetos com a exposição do discente à realidade social da
população com a qual convive. São entidades sem fins lucrativos com duração
ilimitada.
Criadas e organizadas por acadêmicos, professores e profissionais
que apresentam interesses em comum. Constituem-se por atividades
extraclasses e desenvolvem ações voltadas para o ensino e para educação
médica. O grupo de alunos é supervisionado e coordenado por professores e
profissionais referente a área em questão, que irão otimizar a realização das
atividades e a elaboração das linhas de pesquisas científicas.
168
12.4. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO- TICs
O Curso de Enfermagem da FAPAC – Faculdade Presidente Antonio
Carlos, em atendimento às suas exigências e com o objetivo de formar um
profissional de qualidade, investe periodicamente em Tecnologia de Informação
e Comunicação – TICs. Tais investimentos são devido à necessidade de
intercambiar conhecimentos em que as tecnologias e mídias se apresentam
como meios para a contribuição de uma aprendizagem sólida no que tange aos
processos pedagógicos e aos insumos e métodos incorporados ao projeto do
curso.
O Sistema de Informações Acadêmicas e Gerenciais - SIAG da
Faculdade Presidente Antônio Carlos foi implantado pela TOTVS, através do
projeto CorporeRM e é gerenciado pelo Setor de Tecnologia da Informação. O
SIAG tem a tecnologia (ERP – Enterprise Resource Planing), são vários
sistemas que integram em tempo real todos os departamentos da IES através
de um banco de dados com ferramentas Windows App e WebApp. Contém os
seguintes módulos gerenciais: Pessoal, Recursos Humanos, Contabilidade,
Financeiro, Acadêmico/Financeiro, Patrimônio e Compras / Almoxarifado e
Biblioteca. Temos a facilidade das ferramentas Webapplication que integram
também o sistema ERP. E os seguintes módulos: Vestibular, Biblioteca e
Gerenciador online, Diário Online, Portal do Aluno e Comunicação Interna
Online.
Módulo Gerenciador online: Cadastro de Comunicados, habilitação
de
alunos
e
professores,
Cadastro
de
Horários,
Matrícula
Online,
Gerenciamento e acompanhamento dos diários dos professores, assiduidade
dos alunos, relatórios diversos, acompanhamento do egresso, dentre outros.
Módulo Portal do Professor: O professor tem acesso aos comunicados internos
da instituição, lança as frequências e conteúdos programáticos, publica
material didático, controla assiduidade, lançamento de notas e protocolos, tem
acesso aos questionários aplicados na avaliação institucional conduzida pela
CPA, gerenciam suas credenciais de acesso à rede wi-fi de professores dentre
outros.
Módulo Portal do Aluno: Tem acesso aos comunicados, acompanha
notas e faltas em tempo real, pesquisa acervo na biblioteca, imprimir boletos,
169
acesso material didático publicado pelo professor, portal do Egresso, tem
acesso aos questionários aplicados na avaliação institucional conduzida pela
CPA, gerencia suas credenciais de acesso à rede wi-fi de professores dentre
outros.
Todo o campus da IES possui cobertura de sinal de WI-FI para os
alunos e professores aos quais são controlados por usuário e senha, para
pesquisas e fins didáticos. E também todos (alunos e professores) têm acesso
ao E-mail Institucional com tecnologia da Microsoft @LiveEdu com vários
recursos para facilitar a comunicação e os estudos.
Módulo de Evasão: Sistema de acompanhamento de frequência e
indicadores de evasão além do histórico de contatos aos alunos.
Módulo da CPA: O coordenador da CPA desenvolve instrumentos avaliativos,
tem acesso aos relatórios de coeficientes quantitativos e qualitativos
respondidos pela comunidade acadêmica aos quais servem de base para
tomada de decisão da IES bem como alimentação dos dados do
INEP/SINAES.
Módula
Intranet:
Todos
os
funcionários
tem
acesso
aos
comunicados internos da IES, ambiente de impressão de holerite mensal,
holerite de férias e holerite de décimo terceiro, lista de aniversariantes, acesso
aos documentos, portarias e formulários, galeria de fotos de eventos
administrativos, dentre outros.
Módulo de Eventos: Cadastro online de eventos institucionais, emissão de
boletos de inscrição, gerenciamento de frequência e emissão de certificados.
Módula Secretaria Digital: Software de digitalização, gerenciamento
de arquivo digital, disponibilização para acesso simultâneo de vários setores e
funcionários ao mesmo arquivo, backup dos arquivos em nuvem.
A IES conta com quatro laboratórios de informática aos quais
possuem respectivamente: Laboratório 1, 32 máquinas; Laboratório 2, 30
máquinas; Laboratório 3, 42 máquinas e Laboratório 4, 42 máquinas. Estão
instalados nos laboratórios os softwares educacionais:
• AutoCad;
• Revit Arctecture;
• Spring;
• Ftool;
170
• LibreOffice;
• ArchiCad;
Softwares Educacionais gratuitos: Disponibilização de licenças
educacionais gratuitas aos alunos e professores de softwares disponibilizados
nos laboratórios, tais como: Pacote Autodesk (Vasta gama com mais de vinte
softwares
com
funcionálidade
variadas,
tais
como:
renderização,
desenvolvimento tri-dimensional, geoprocessamento, criação de todos os tipos
de projetos utlizados no ambito da engenharia e arquitetura, detre outros);
sistema operacional microsoft windows 8, pacote Officce 365 educacional.
13. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE
AVALIAÇÃO DO
CURSO
O Projeto de Avaliação Institucional surge como resposta: à necessidade
da sistematização de um mecanismo Institucional de Avaliação do próprio
Projeto Pedagógico; à existência do incentivo do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES; e à própria conscientização dos
gestores educacionais quanto à sua necessidade, importância e benefícios do
mesmo.
A Faculdade Presidente Antônio Carlos entende que a autoavaliação
concorre para o processo emanado dessa legislação e organizará seus
trabalhos de avaliação visando o melhor desempenho através dos indicadores
externos de qualidade.
A avaliação institucional pode estimular a revitalização do exercício
da responsabilidade participativa, pois seus agentes têm a oportunidade de
participar de movimentos de atualização das prioridades sociais e acadêmicas
da Faculdade.
O Plano de Desenvolvimento Institucional, como instrumento de
gestão estratégica, deve ser orientado no sentido da definição, promoção e
implementação de uma cultura de inovação permanente, de transformação
autorregulada, e dotada da capacidade de atuação proativa às demandas
mutáveis
dele
provenientes.
Enfim,
diante
do
panorama
atual
de
transformações, o ambiente institucional brasileiro está aberto e propício à
171
criação de novos e bons projetos educacionais e propostas que evidenciem
qualidade e preocupação com o produto educacional.
A avaliação institucional da FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL,
desde sua criação, está fortalecida com a decisão política de que é prioridade
para a IES como forma de diagnóstico e garantia da qualidade em educação.
A IES busca o pleno envolvimento de toda a equipe da Faculdade
Presidente Antônio Carlos, acreditando ser este o princípio fundamental para
todo o trabalho de avaliação. A fundamentação teórico-conceitual obtida
através de pesquisas e de estudos com vários profissionais será elemento
norteador deste programa.
A
FAPAC/ITPAC
PORTO
NACIONAL
assume
o
ritmo
da
transformação contínua, na qual a preparação técnica e científica caminha
junto com a reflexão cultural de forma criativa e profunda. Isso passa pela
contínua reflexão, pela participação dos alunos no processo de melhoria da
Faculdade, pela formação continuada dos docentes, pela cooperação e diálogo
com as instituições e pelo contexto social no qual se vincula.
Em resumo, a sistemática da avaliação institucional, com vistas à
melhoria da qualidade, estará sendo desenvolvida firmada nos seguintes
princípios básicos:
a) conscientização da necessidade de avaliação por todos os segmentos
envolvidos;
b) reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e
dos critérios a serem adotados;
c) envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na
sua exceção e na implementação de medidas para melhoria do desempenho
institucional.
O Programa de Avaliação Institucional objetiva manter os diferentes
setores de trabalho informados sobre seus aspectos de excelência, deficiência
e carência, de tal forma que sejam tomadas decisões administrativas que
gerem ações necessárias para promover correções dos desvios e carências
e/ou manter e animar o que se mostrou como de excelência, com vistas a rever
e aperfeiçoar o seu Projeto Institucional.
De
acordo
com
a
“Proposta
Nacional
de
Avaliação
das
Universidades Brasileiras - Comissão Nacional de Avaliação”, o objetivo geral
172
para o Programa de Avaliação Institucional é “Contribuir para revisão e
aperfeiçoamento
do
projeto
acadêmico
e
sociopolítico
da
instituição,
promovendo a permanente melhoria da qualidade e pertinência das atividades
desenvolvidas. A utilização eficiente, ética e relevante dos recursos humanos e
materiais da Universidade, traduzida em compromissos científicos e sociais,
asseguram a qualidade e importância de seus produtos e a sua legitimação
junto à sociedade”.
14. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA
A Comissão Própria de Avaliação – CPA é o órgão responsável pela
implantação e consolidação da avaliação institucional da Faculdade Presidente
Antônio Carlos.
A comissão tem reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias
por convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois
terços de seus membros.
As pautas das reuniões ordinárias são adiantadas ao final de cada
encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência
mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de
justificada urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses
casos a pauta poderá ser comunicada verbalmente.
Receptivo ao SINAES, FAPAC/ITPAC PORTO NACIONAL, o
percebe como um sistema que surgiu para orientar as ações avaliativas da
instituição.
A CPA terá a seguinte composição:
I.
coordenador – designado pela Direção Geral;
II.
dois docentes – indicados pelas Coordenações de Cursos;
III.
cinco representantes do corpo técnico-administrativo – indicado
pela Diretoria Geral;
IV.
dois
representantes
discentes
–
indicado
pelo
Diretório
Acadêmico;
V.
um representante da comunidade – indicado pelo órgão solicitado.
173

O coordenador é membro nato da Comissão, podendo ser
substituído por desejo próprio ou por decisão da Diretoria Geral.

Os membros docentes e o representante do corpo técnicoadministrativo terão mandato de 02 (dois) anos, renováveis por
mais 02 (dois) anos.

A representação acadêmica e da comunidade externa terá
mandato de 01 (um) ano, não sendo permitida a recondução.

Havendo afastamento definitivo de um dos membros, será
solicitada a imediata entrada de um substituto.

É obrigatório e preferencial a qualquer outra atividade universitária
o comparecimento dos membros da comissão ás reuniões.
São atribuições da CPA:
I.
realizar seminários, reuniões, painéis, e outros para sensibilizar os
membros dos diversos segmentos sobre a importância da avaliação, e a
participação de cada um deles nesse processo;
II.
criar, desenvolver e manter uma cultura de avaliação no meio
acadêmico;
III.
elaborar o projeto de avaliação institucional;
IV.
criar subgrupos de apoio em cada segmento;
V.
coordenar a implementação do projeto de avaliação;
VI.
efetuar o levantamento de dados e informações pertinente ao
processo de avaliação;
VII.
construir relatórios parciais e finais para análise dos resultados;
VIII.
prover o INEP de todas as informações sobre o projeto, sua
implementação e resultados;
IX.
divulgar os resultados da avaliação para todos os segmentos
representativos da CPA;
X.
realizar o balanço crítico ao final de cada avaliação, propondo
melhorias para os pontos deficientes encontrados;
XI.
atualizar o projeto de avaliação sempre que se fizer necessário;
XII.
manter o regimento atualizado de acordo com as novas
legislações.
174
Na ausência do coordenador da comissão, o órgão será presidido
pelo membro com maior tempo na instituição.
A comissão terá reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias
por convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois
terços de seus membros.
As pautas das reuniões ordinárias serão adiantadas ao final de cada
encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência
mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de
justificada urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses
casos a pauta poderá ser comunicada verbalmente.
Receptivo ao SINAES,
a Faculdade Presidente Antônio Carlos
FAPAC – ITPAC PORTO NACIONAL, o percebe como um sistema que surgiu
para orientar as ações avaliativas da instituição.
O SINAES integra três modalidades de instrumentos de avaliação
aplicados em diferentes momentos:
1) Avaliação das Instituições de Educação Superior – AVALIES, que
constitui o centro de referência e articulação do sistema de avaliação. Se
desenvolve em 02 etapas principais:
Auto – avaliação – coordenada pela Comissão Própria de Avaliação
(CPA) de cada instituição.
Avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.
2) Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG) – avalia os cursos de
graduação por meio de instrumentos e procedimento que incluem visitas in loco
de comissões externas.
3) Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE – Exame
Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes) – é realizado no final
do primeiro de último ano do curso, com procedimentos amostrais. O Ministério
da Educação - MEC definirá anualmente as áreas que participarão do “Exame”.
O
órgão
responsável
pela
coordenação
e
supervisão
da
implementação e acompanhamento do SINAES é a Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior – CONAES.
175
14.1. AUTOAVALIAÇÃO
A
Autoavaliação
é
constituída
por dois
momentos distintos:
elaboração de relatórios analíticos sobre cada uma das dimensões e discussão
com toda a comunidade institucional, através de seminários de avaliação e de
grupos de discussão.
A IES Utiliza como metodologia para divulgação dos resultados as
mesmas aplicadas durante o processo de sensibilização, ou seja, informativo,
página na internet, seminários e grupos de discussão.
a) Planejamento e Implementação de Ações a Partir dos Resultados do
Processo de Avaliação
Os resultados do processo de avaliação são os elementos que
alavancam as mudanças necessárias para o desenvolvimento da instituição.
Nesta etapa, o processo avaliativo também é analisado para corrigir os
possíveis desvios e erros.
b) Desenvolvimento Metodológico
O processo de autoavaliação desenvolve-se de acordo com as seguintes
etapas:
-Divulgação do Programa e Envolvimento de Todos os Segmentos da
Instituição
-Diagnóstico Construído a Partir de Relatórios Institucionais e Questionários
Diversos
O processo de autoavaliação é realizado através da aplicação de
questionários distintos para cada segmento, observando as diretrizes definidas
pelo SINAES. Durante o período, vários brindes serão distribuídos para
estimular a participação de todos no processo. A meta é ouvir no mínimo 75%
de cada segmento (docentes, discentes e técnicos). Para os egressos a IES
opta pela entrevista padronizada através do telefone, por ser de fácil acesso. O
questionário é disponibilizado através da internet e de postos de distribuição
espalhados pelo campus. Antes de serem distribuídos, os questionários são
submetidos a um pré-teste para correção de possíveis falhas.
-Transformação dos Dados Obtidos no Diagnóstico em Informação
Após coletados, os dados são tabulados e analisados para
construção de relatórios diversos. As informações coletadas na pesquisa e
176
também
nos
documentos
formais
da
instituição,
dão
suporte
a
encaminhamentos e estudos ulteriores.
15. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
A palavra egresso significa sair, se afastar, se retirar. Em termos
acadêmicos a palavra egresso é usada para designar que um estudante de
graduação ou pós-graduação concluiu ou terminou seu ciclo de estudo. Isto,
porém, não significa que seu vínculo com a Instituição de ensino terminou.
Pensando nisso o ITPAC/Porto propõe em seu site um link do portal do
Egresso para monitorar e auxiliar os primeiros passos de seus egressos.
Estabelecendo com isso um ambiente, em que o formando possa manter o
contato com a área de ensino, pesquisa e extensão.
Este canal poderá diagnosticar o que os formandos fazem como
profissionais e cidadãos e suas adequações aos setores em que atuam,
criando uma reflexão crítica sobre a formação e sua relação com as
necessidades dos Meios de Divulgação de Trabalhos e Produções de Alunos .
Os alunos têm oportunidade de divulgar seus trabalhos dentro e
fora da Faculdade. A coordenação e os professores do curso divulgam os
eventos ligados à profissão.
16. INCENTIVO À PESQUISA E À EXTENSÃO
A FAPAC/ITPAC PORTO através da COPPEX – Coordenação de
Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, tem como propósito promover e
incentivar a participação dos discentes em Ciclos de Debates, Conferências,
Eventos, Jornadas, Mesas Redondas, Oficinas de Trabalho, Produção e
Incorporação de Tecnologias Apropriadas, Seminários entre outros eventos.
Faz parte das ações educacionais, o incentivo à participação
discente em grupos de pesquisa e estudos, programas de Iniciação Científica e
monitoria, e Programa de Extensão. Para isso implantou um plano de Iniciação
Científica que tem como objetivos:
177

iniciar o aluno dos cursos de graduação na prática da pesquisa
científica;

desenvolver a mentalidade científica, crítica e investigativa dos
alunos;

estimular o professor orientador a formar equipes de pesquisa;

identificar e estimular os alunos para a investigação científica.
A FAPAC apresenta duas modalidades de iniciação científica, o PIC
– Programa Institucional de Iniciação Científica e o ProBIC – Programa de
Bolsas de Iniciação Científica, onde são destinadas bolsas fomentadas pela
própria instituição com o intuito de auxiliar o desenvolvimento de pesquisa e
incentivar os alunos a iniciar na vida acadêmica.
O Curso de Enfermagem possui um grupo de pesquisa cadastrado
na COPPEX – Coordenação de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da
FAPAC/ITPAC
PORTO
NACIONAL,
intitulado:
ENFERMAGEM
–
EPIDEMIOLOGIA; BIOMATERIAIS E CURATIVOS, que desenvolvem o
projeto: Estudos clínicos para o desenvolvimento de curativos avançados de
baixo custo à base de hidrogéis de nanoprata em úlcera de pressão. Além
deste grupo de pesquisa os professores do curso de enfermagem participam
de outros grupos de pesquisa multidisciplinares que desenvolvem pesquisa
nesta instituição, sendo eles:
GRUPOS DE PESQUISA
ÁREA DE ATUAÇÃO
BIOLOGIA - ONCOGÊNESE E MUTAGÊNESE
ENFERMAGEM
ODONTOLOGIA
MEDICINA
ENFERMAGEM
ENGENHARIA CIVIL
CIÊNCIAS DA SAÚDE - MEDICINA ESPECIALIZADA
MEDICINA
ODONTOLOGIA
ENFERMAGEM – EPIDEMIOLOGIA
MEDICINA
ESTUDOS EPIDEMILÓGICOS E SAÚDE PÚBLICA
ENFERMAGEM
ODONTOLOGIA
ENGENHARIA CIVIL
MEDICINA
Ademais,
a
FAPAC/ITPAC
PORTO
NACIONAL
incentiva
a
participação de seus alunos em eventos de pesquisa de outras instituições de
178
ensino superior, mediante ações como a auxílio financeiro e menção honrosa
aos aprovados em congressos de grande relevância técnica, a oferta de
oficinas e palestras para elaboração de resumos e artigos científicos, o auxílio
financeiro para custeio de passagens, inscrição em eventos e impressão de
painéis científicos e a entrega de camisetas institucionais. Esses incentivos são
concedidos a todos os alunos pesquisadores que têm trabalhos aprovados
pelas instituições organizadoras e que pleiteiam algum tipo de auxílio perante a
Instituição.
Programa de Extensão: conjunto articulado de projetos e/ou outras
ações de extensão, preferencialmente de caráter multidisciplinar e integrado a
atividades de ensino e pesquisa. Tem caráter orgânico-institucional, integração
no território e/ou grupos populacionais, clareza de diretrizes e orientação para
um objetivo comum. É executado em médio ou longo prazo. O principal
programa de extensão da IEs chama-se Probex – Programa Institucional de
Bolsa de Extensão, cujo objetivo é viabilizar a participação de discentes
regularmente matriculados nos cursos de graduação da FAPAC, em
Programas de Extensão desta IES, contribuindo para a sua formação
acadêmico-profissional, num processo de interação entre a faculdade
e a
sociedade. Atualmente um programa está em vigência: “Implantação de
prontuário eletrônico no ambulatório escola - FAPAC – ITPAC PORTO
NACIONAL e Curso de Medicina/Enfermagem”, que envolve diretamente o
curso de enfermagem, visto que os prontuários são preenchidos pela equipe de
enfermeiras e médicos, profissionais e em formação pela instituição.
Além dos projetos e programas de iniciação Científica e de
Extensão, destaca-se os seguintes projetos de apoiados pela COPPEX para o
curso de Enfermagem:
PROJETOS DE EXTENSÃO
II SEMANA DE ENFERMAGEM ITPAC PORTO
III SEMANA DE ENFERMAGEM
IV SEMANA DA ENFERMAGEM DO ITPAC PORTO
5ª
SAENF
SEMANA
ACADÊMICA
DE
ENFERMAGEM
6ª SEMANA ACADÊMICA DE ENFERMAGEM
PERÍODO
12 E 13/05/2010
11 E 12/05/2011
10 E 11/05/2012
15 A 17/05/2013
14
16/05/2014
179
16.1. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) FAPAC – ITPAC PORTO
NACIONAL está em processo de credenciamento junto ao CONEP do
Ministério da Saúde, com base na Resolução CNS Nº 196/1996, que dispõe
sobre Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres
Humanos e na Resolução CNS Nº 466/2012, que dispõe sobre Normas e
Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos e na
Resolução CNS Nº 370, de 8/3/2007, que trata do registro e credenciamento ou
renovação de registro e credenciamento do CEP.
Para o desenvolvimento das pesquisas contamos com o apoio de
convênio com dois CEPs de outras instituições: Universidade Federal de
Tocantins e ITPAC Araguaína.
No entanto a instituição tem a consciência de que o CEP, possui
como missão primária salvaguardar os direitos dos voluntários (sujeitos da
pesquisa), colaborando para que seus direitos e dignidade sejam preservados.
Além disso, o CEP contribui para a qualidade dos trabalhos científicos e para a
discussão do papel da produção de conhecimento no desenvolvimento
institucional e no desenvolvimento social da comunidade. Contribui, ainda, para
a valorização do pesquisador que recebe o reconhecimento de que sua
proposta é eticamente adequada. Por estes motivos entrou com o processo de
credenciamento do CEP junto ao CONEP e está se adequando às
regulamentações técnicas exigidas. Espera-se que para o próximo semestre a
FAPAC ITPAC – Porto Nacional possa estar com o seu próprio CEP atuante.
16.2. COMITÊ DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS – CEUA
A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da FAPAC/
INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO
LTDA tem por finalidade avaliar, sob o ponto de vista ético e legal, as
atividades de ensino e pesquisa a serem desenvolvidas com animais no âmbito
do ITPAC Porto Nacional. Este Comitê foi criado em 2013 e integra seis
membros constituídos por Médicos Veterinários, Biólogos, Docentes da área
saúde, com atuação preferencial na área de Ciências Biológicas e
180
Bioestatística e um representante da Sociedade Protetora de Animais
legalmente estabelecida no país.
A missão do CEUA é aplicar os pressupostos indicados pela Diretriz
Brasileira Para o Cuidado e a Utilização de Animais Para Fins Científicos e
Didáticos (DBCA) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), sob
coordenação do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal
(Concea).
A CEUA tem por finalidade analisar, emitir parecer e expedir
certificados à luz dos princípios éticos na experimentação animal elaborado
pela Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório, sobre os
protocolos de experimentação que envolva o uso de animais das espécies do
filo Chordata, subfilo Vertebrata.
16.3. PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Iniciação Científica é uma atividade de investigação, realizada por
estudantes de graduação, no âmbito de projeto de pesquisa, orientado por
pesquisador qualificado, e que visa ao aprendizado de técnicas e métodos
científicos, bem como ao desenvolvimento da mentalidade científica e da
criatividade, no confronto direto com os problemas oriundos da pesquisa. O
PPC prevê o desenvolvimento de pesquisa com participação de estudantes
(iniciação científica).
16.3.1. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica.
O curso é composto por um quadro docente de 37 professores
sendo que mais de 50% destes têm entre 7 a 9 produções científica, cultural,
artística ou tecnológica.
17. PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS
17.1. PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE – PCRD
O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOCENTE DO ITPAC PORTO
NACIONAL
–
INSTITUTO
TOCANTINENSE
PRESIDENTE
ANTÔNIO
CARLOS LTDA, aqui denominada MANTENEDORA; E DA FAPAC –
181
FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE PORTO NACIONAL,
aqui denominada MANTIDA, entra em vigor a partir da data de seu protocolo
junto à Delegacia Regional do Trabalho de Palmas – TO, órgão autorizado do
Ministério do Trabalho para tornar legítimos os termos deste documento. Cabe
às Direções Geral e Acadêmica do ITPAC/FAPAC a responsabilidade pelo
acompanhamento do cumprimento das normas estabelecidas neste plano.
CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS
Art. 1º - O Plano de Carreira e Remuneração Docente – PCRD tem por objetivo
estabelecer os parâmetros para a consolidação de um corpo docente
identificado com a Instituição, profissional e financeiramente valorizado e
comprometido com as metas e políticas institucionais. Para tanto, visa:
I - Orientar o ingresso, a promoção, o regime de trabalho e de atividades
do corpo docente da instituição;
II - Contribuir para o aprimoramento pessoal e profissional do corpo
docente, de modo a assegurar um quadro de pessoal bem qualificado;
III - Estimular o docente para o exercício eficaz das funções docentes;
IV - Incentivar o crescimento funcional do docente;
V - Possibilitar o recrutamento e a seleção de profissionais de
reconhecida competência.
CAPÍTULO II - DO CORPO DOCENTE
Art. 2º - O corpo docente da FAPAC é constituído por:
I.Professores especialistas, mestre ou doutores integrantes do Plano de
Carreira e Remuneração Docente – PCRD, que ministram aulas em
cursos presenciais, denominados simplesmente Professores Efetivos;
II. Professores especialistas integrantes do Plano de Carreira e
Remuneração Docente – PCRD, que desenvolvem atividades de tutoria
em cursos à distância, denominados simplesmente Professores
Tutores;
III. Professores especialistas, mestres e doutores contratados em caráter
eventual e temporário para participar de projetos de pesquisa ou de
182
atividades de pós-graduação e extensão, além de atividades de
magistério superior, denominados simplesmente de Professores
Visitantes.
Parágrafo Único - Os professores Visitantes terão suas atribuições definidas no
mesmo teor do Professor Efetivo e seus encargos corresponderão ao primeiro
Nível Salarial definido ao Professor Efetivo, considerando a sua titulação
máxima.
Art. 3º - Os professores Efetivos/Tutores são contratados sob um dos regimes
de dedicação semanal, sendo eles integral, parcial ou horista, conforme
legislação do Ministério da Educação vigente.
CAPÍTULO III - DAS ATIVIDADES DO CORPO DOCENTE
Art. 4º - Entendem-se como atividades do corpo docente todas as atividades
indissociáveis da produção, apropriação, participação e socialização do saber,
as de orientação e coordenação das mesmas, bem como as atividades de
gestão acadêmica.
§ 1º - São considerados deveres do Corpo Docente:
a) participar das atividades de ensino ou tutoria, conforme o caso,
definidas pelas coordenações de cursos da FAPAC;
b) elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica
da FAPAC;
c) zelar pela aprendizagem dos alunos;
d) estabelecer estratégias de motivação e recuperação para os alunos;
e) aprimorar a qualificação, participando dos programas de capacitação
e dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao
desenvolvimento profissional;
f)
respeitar os prazos para entrega de planos de curso, resultados das
avaliações, registro de frequência e aproveitamento escolar a que for
responsável;
g) colaborar com a direção da FAPAC e da Mantenedora nos esforços
de bom desenvolvimento da organização educacional;
183
h) colaborar com as atividades de articulação da Instituição de Ensino
Superior - IES com as famílias e comunidade;
i)
atender a todas as convocações efetuadas pela Direção Geral,
Direção Acadêmica, Coordenação de Cursos e pelos órgãos de
administração da IES;
j)
estar presente na IES ou à disposição dela, durante o período previsto
no contrato de trabalho;
k) manter atualizada a documentação pessoal exigida pela IES;
l) observar o regime disciplinar da FAPAC;
m) comunicar com antecedência qualquer afastamento de suas funções
e/ou atividades, articulando quando necessário sua substituição;
n) exercer as demais atribuições que lhe forem atribuídas;
o) acessar e-mail institucional e todos os meios de comunicação oficiais
da instituição.
§ 2º - São consideradas inerentes à produção e socialização do saber,
atividades tais como:
a) Criação de situações de aprendizagem;
b) Planejamento, execução, avaliação e orientação de pesquisas,
seminários e experiências no âmbito de sua competência;
c) Verificação e avaliação de aprendizagem;
d) Participação em seminários, exposições e debates, mesas redondas e
demais reuniões de caráter cultural;
e) Participação em programas e atividades comunitárias e de extensão;
f)
Elaboração de textos, artigos e recursos didáticos para uso em sala
de aula e divulgação;
g) Avaliação de monografias e demais trabalhos.
§ 3º - São consideradas inerentes à orientação e coordenação de
atividades de produção, apropriação, participação e socialização do saber,
atividades realizadas pelos Professores Efetivos, tais como:
a) Planejamento, orientação e coordenação de atividades de ensino,
pesquisa e extensão;
b) Orientação e coordenação de projetos de prestação de serviços;
c) Coordenação de publicações;
184
d) Diagnóstico, avaliação e cronogramas de atividades da FAPAC;
e) Orientação e coordenação de disciplina ou grupo de disciplina.
§ 4º - São consideradas inerentes às atividades de tutoria, atividades
realizadas pelos Professores Tutores, tais como:
a) Orientação de alunos presencialmente e através de meios de
comunicação como telefone, e-mail, fórum, videoconferência,
entre outros;
b) Promover espaços de construção coletiva de conhecimento;
c) Elaboração de provas e planos de aula necessários para o
processo de ensino-aprendizagem dos alunos de cursos à
distância;
d) Lançamento de notas no sistema institucional apropriado;
e) Realização de plantões de atendimento aos alunos;
f) Participar de processos avaliativos de conhecimento;
g) Orientar alunos na elaboração dos trabalhos de conclusão de
curso.
Art. 5º - A FAPAC, na distribuição de encargos e atividades ao docente,
considerará:
a) Formação profissional;
b) Competência na matéria de sua formação científica;
c) Capacidade didática e eficiência no magistério;
d) Respeito aos princípios e objetivos gerais da FAPAC.
CAPÍTULO IV - DA CARREIRA
Art. 6º - O quadro de professores integrantes do corpo docente da FAPAC
constitui um único grupo ocupacional organizado em carreira, compreendendo
a seguinte série de Classes:
I. Classe 1: Professor Assistente.
II. Classe 2: Professor Adjunto.
III. Classe 3: Professor Titular.
§ 1º -A carreira docente abrigará, indiscriminadamente, todos os
professores.
185
§ 2º - Cada Classe compreenderá progressão horizontal com 5 (cinco)
Níveis Salariais (de I a V), conforme Tabela de Classes e Níveis (Anexo I) e
Tabela Salarial (Anexo II) deste Plano.
§ 3º - Os Professores tutores só poderão assumir a Classe 1 deste plano
de carreira.
CAPÍTULO V - DO INGRESSO
Art. 7º - O ingresso na carreira docente da FAPAC dar-se-á por meio de
processo de recrutamento e seleção externa, executado pelo setor de
Recursos Humanos ou Departamento Pessoal, e coordenado pela Direção
Acadêmica, mediante a abertura de vaga e observando-se os seguintes
requisitos:
I. Para o cargo de Professor Assistente, possuir curso de pós-graduação
em nível de especialização (lato sensu)
II. Para o cargo de Professor Adjunto, possuir curso de pós-graduação em
nível de mestrado (stricto sensu).
III. Para o cargo de Professor Titular, possuir curso de pós-graduação em
nível de doutorado.
Art. 8º. O ingresso na carreira docente da FAPAC dar-se-á no Nível Inicial
(Nível I) da classe funcional que fizer jus, conforme Anexo I, observando a
disponibilidade de vagas previstas no edital e a titulação requerida
devidamente comprovada pelo docente e validada pelo Ministério da
Educação.
Parágrafo Único - A seleção dos docentes para ingresso no PCRD
compreenderá exame de títulos, mediante a análise curricular do candidato,
prova teórica (quando for o caso), micro aula e entrevista, objetivando
averiguar a habilitação profissional e a capacitação para o magistério superior,
em competência didática e de conteúdo na área de conhecimento a que o
candidato concorre.
CAPÍTULO VI - DO CRESCIMENTO VERTICAL – PROMOÇÃO
186
Art. 9º - A Promoção ou crescimento vertical é a passagem do Professor
Efetivo da Classe Salarial em que se encontra para Classe Superior
correspondente à sua nova titulação, devidamente validada pelo Ministério da
Educação, e é possível mediante a sua comprovação e aprovação pela
Comissão de Avaliação Docente, a ser constituída especificamente para
análise de progressões.
§ 1º. A Comissão de Avaliação Docente será composta por cinco
membros, sendo um representante do setor de Recursos Humanos, um
representante do setor de Departamento Pessoal, um representante da
Coordenação Pedagógica e dois docentes eleitos pelos pares.
§ 2º. A Comissão de Avaliação Docente terá pleito de dois anos.
§ 3º. A Comissão de Avaliação Docente fica responsável por analisar os
documentos que comprovem a titulação requerida no mês seguinte ao
requerimento, devendo emitir parecer por escrito, submetendo à aprovação da
Direção Geral.
Art. 10. A Promoção deverá ser encaminhada à Comissão de Avaliação
Docente, mediante requisição do interessado à Direção Acadêmica.
§ 1º. A Promoção somente poderá ser requisitada pelo docente quando
houver vaga divulgada através de edital de seleção interna, mediante
aprovação da Direção Geral.
§ 2º. O Nível Salarial de enquadramento por ocasião da Promoção será
o Nível I referente à titulação apresentada.
Art. 11. Para efeito de seleção e desempate para aprovação da Promoção
requerida pelo Professor Efetivo, a Comissão de Avaliação Docente observará
também os seguintes critérios, na sequência abaixo:
I.
O docente deve estar desempenhando regularmente as suas atividades
acadêmicas.
II.
O docente não poderá ter nenhuma pena disciplinar no período de dois
anos anteriores à data do seu requerimento (não interrompe a contagem
do período aquisitivo o exercício de cargo em comissão).
187
III.
Caso haja empate entre os docentes concorrentes à vaga em aberto,
para desempate serão considerados os critérios a seguir por ordem de
prioridade:
a) Maior tempo de experiência comprovada na carteira de trabalho;
b) Data de admissão mais antiga no ITPAC;
c) Data de nascimento mais antiga.
Art. 12. A Promoção será efetivada a partir do primeiro dia do mês
subsequente à aprovação pela Comissão de Avaliação Docente, mediante
aprovação da Direção Geral.
CAPÍTULO VII - DO CRESCIMENTO HORIZONTAL POR MÉRITO E
ANTIGUIDADE
Art. 13. O crescimento horizontal é a mudança de Nível Salarial sem haver
mudança de classe salarial do Professor Efetivo ou Tutor, ou seja, sem haver
mudança de titulação do docente.
Art. 14. O crescimento horizontal será concedido a título de antiguidade e
merecimento, a cada 3 (três) anos, conforme edital publicado pela Comissão
de Avaliação Docente e aprovado pelas Direções Geral e Acadêmica,
alternadamente de acordo com o disposto no Art. 461, parágrafo 3º. da CLT.
§ 1º. A Comissão de Avaliação Docente abrirá edital anualmente,
sempre no mês de setembro do ano anterior à progressão, com o intuito de
divulgar o número de vagas para progressão e normatizar o processo de
entrega de documentação comprobatória.
§ 2º. O Professor Efetivo/Tutor só poderá participar da promoção por
merecimento ou antiguidade após 3 (três) anos efetivos de contrato.
§ 3º. O Professor Efetivo/Tutor em condições de progredir deverá
demonstrar interesse formal em inscrever-se no certame e cumprir o processo
de entrega de documentação comprobatória.
§ 4º. A Comissão de Avaliação Docente deverá avaliar os documentos
entregues e deferir ou indeferir as solicitações de progressão.
188
Art. 15. A progressão horizontal por antiguidade aos docentes dar-se-á após 3
(três) anos da contratação e, a partir daí, a cada 6 (seis) anos de tempo de
serviço efetivamente prestado ao ITPAC, pela ascensão do docente ao nível
salarial imediatamente superior àquele em que estiver posicionado.
§ 1º. A progressão horizontal por antiguidade será feita sempre no mês de
maio, para os docentes que tiverem completado 3 (três) anos no nível atual,
sendo que a primeira progressão será realizada em 1º de maio de 2015.
§ 2º. A progressão horizontal por antiguidade será feita sempre no mês de
maio, sendo que a primeira progressão será realizada em 1º de maio de 2015
para os docentes que já tiverem completado 3 (três) anos no nível atual.
§ 3º. Caso o docente não tenha completado o período de 3 (três) anos
(para a primeira progressão por antiguidade) e 6 (seis) anos (para as demais
progressões por antiguidade) de efetivo serviço na instituição na data
referenciada no parágrafo anterior, somente fará jus à progressão horizontal
por antiguidade na ocasião da abertura de novo edital.
§ 4º. Para a progressão horizontal por antiguidade dos docentes, serão
observados ainda os seguintes critérios:
a) O docente não poderá ter mais de 06 (seis) faltas injustificadas no
período avaliado, entendendo-se como 1 falta a fração igual a 4 (horas
aula);
b) O docente não pode ter registro de pena disciplinar (advertência,
suspensão) no período avaliado;
c) O tempo em que o docente se encontrar afastado do exercício do cargo,
para tratar de assuntos de seu interesse, salvo afastamento previsto em
lei, não pode ser contado para efeito da avaliação;
d) Não interrompe a contagem do período aquisitivo, o exercício de cargo
em comissão.
Art. 16. A progressão horizontal por merecimento dar-se-á a cada 6 (seis)
anos de serviço efetivamente prestado ao ITPAC PORTO, pela ascensão do
docente ao nível salarial imediatamente superior àquele em que estiver
posicionado, observado o disposto nos Art. 17 e Art. 18.
189
§ 1º. A progressão horizontal por merecimento será limitada à
disponibilidade de vagas na instituição, distribuídas por titulação e área de
conhecimento.
§ 2º. Para efeito do disposto no § 1º deste Artigo, em caso de empate no
resultado final das avaliações de que trata o Art. 17, será aprovado o docente
que apresentar prioritariamente:
a) Maior tempo de experiência comprovada em docência;
b) Maior número de titulação em sua área de docência em nível
superior;
c) Data de admissão mais antiga;
d) Data de nascimento mais antiga.
Art. 17. Para o crescimento horizontal por merecimento o docente será
submetido à avaliação de atividades, conforme Anexo III.
§ 1º. Para obter o crescimento horizontal por merecimento o docente
deverá inscrever-se em edital anualmente publicado pela Comissão de
Avaliação Docente e apresentar documentação comprobatória que contabilize
pontuação necessária para progressão para o próximo nível imediatamente
superior ao nível atual do docente.
§ 2º. Para fins de aferição da pontuação exigida para progressão por
merecimento será utilizado o Índice de Desempenho Docente previsto no
Anexo III.
Art. 18. Para a progressão horizontal por merecimento, serão observados
ainda os critérios a seguir:
a) O docente não poderá ter mais de 06 (seis) faltas injustificadas no
período avaliado, entendendo-se como 1 falta a fração igual a 4
(horas aula);
b) O docente não pode ter registro de pena disciplinar (advertência,
suspensão), no período avaliado;
c) O tempo em que o docente se encontrar afastado do exercício do
cargo, para tratar de assuntos de seu interesse, salvo afastamento
previsto em lei, não pode ser contado para efeito da avaliação;
190
d) Não interrompe a contagem do período aquisitivo, o exercício de
cargo em comissão.
CAPÍTULO VIII - DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO
Art. 19. O vínculo empregatício dos docentes do ITPAC/FAPAC é o da
Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
17.1.1. Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD Políticas e
Normatização
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º - O Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD - da Faculdade
Presidente Antônio Carlos – FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL, visa criar
condições objetivas facilitadoras da capacitação de seu corpo docente.
CAPÍTULO II
DO PLANO E SUA POLÍTICA
Art. 2º - O Plano Institucional de Capacitação Docente – PICD da Faculdade
Presidente Antônio Carlos, regulamentado por essas Normas, tem como
objetivos o estímulo e indução à titulação acadêmica formal, lato sensu e stricto
sensu, bem como o contínuo aperfeiçoamento de seus docentes.
Art. 3º - O PICD é composto do Programa de Capacitação Formal Docente –
PCFD e do Programa de Aperfeiçoamento Docente – PAD.
Art. 4º - O PICD é restrito aos integrantes do corpo docente da FAPAC /ITPAC
PORTO NACIONAL, com vínculo empregatício superior a doze meses,
observadas as normas específicas de cada um dos Programas.
§ 1º O Programa de Capacitação Formal Docente – PCFD visa estimular e
induzir a capacitação docente em níveis de Especialização, Mestrado e
Doutorado.
§ 2º O Programa de Aperfeiçoamento Docente – PAD - visa estimular e induzir
191
a capacitação docente por meio de sua participação em cursos de
aperfeiçoamento, extensão, reciclagem, em eventos científicos e outras
atividades consideradas relevantes para o aperfeiçoamento docente.
Art. 5º - A Instituição, por meio da Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa
e Extensão - CoPPex e da Diretoria Acadêmica,
à luz de suas metas e
políticas institucionais, conforme disposto no Plano de Desenvolvimento
Institucional, e observados os princípios da gestão estratégica, estabelecerá as
prioridades dos Programas, a cada ano, bem como o orçamento de cada um
deles.
CAPÍTULO III
DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO FORMAL DOCENTE
Art. 6º - O PCFD só abrangerá os programas de especialização que obedecem
à regulamentação da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior – CAPES, e os programas de pós- graduação, stricto sensu por ela
reconhecidos e que tenham obtido, na última avaliação daquele órgão, conceito
igual ou superior a 4 (quatro).
Art. 7º - Ao docente incluído no PCFD, será concedido o afastamento parcial
ou integral para a realização de programa de pós-graduação em nível de
especialização, mestrado ou doutorado.
§ 1º Anualmente será concedido afastamento parcial e integral nas seguintes
proporções:
1) Especialização, afastamento parcial: 2 (duas) vagas;
2) Especialização, afastamento integral: 1 (uma) vaga;
3) Mestrado, afastamento parcial: 2 (duas) vagas;
4) Mestrado, afastamento integral: 1 (uma) vaga;
5) Doutorado, afastamento parcial: 2 (duas) vagas;
6) Doutorado, afastamento integral: 1 (uma) vaga.
§ 2º No afastamento parcial o docente remanejará suas atividades junto a
FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL para otimizar suas atividades de
capacitação, sem redução de vencimentos.
192
§ 3º No afastamento integral o docente se ausentará das atividades da
FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL, com redução dos seus vencimentos,
manterá o seu vinculo empregatício com a Instituição.
Art. 8º - Serão concedidas, ainda, bolsas cujo valor será fixado anualmente
pela administração superior da Instituição.
Parágrafo único.
Anualmente serão concedidas bolsas de cota parcial nas
seguintes proporções:
1) Especialização, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 15
(quinze) bolsas, cujo valor de desconto será de 40% a 70% em cada
mensalidade;
2) Mestrado, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 3 (três)
bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade;
3) Mestrado, em cursos de outras IES: 2 (duas) bolsas, cujo valor de desconto
será de 20% a 60% em cada mensalidade;
4) Doutorado, em cursos da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL : 3 (três)
bolsas, cujo valor de desconto será de 20% a 60% em cada mensalidade;
5) Doutorado, em cursos de outras IES: 2 (duas) bolsas, cujo valor de desconto
será de 20% a 60% em cada mensalidade;
Art. 9º - O afastamento do docente e as bolsas serão concedidos para
períodos de seis meses, podendo ser renovados, observados os limites de
tempo de concessão de cada programa de pós-graduação, sendo 9 (nove)
meses para a especialização, 18 (dezoito) meses para o mestrado e 30 (trinta)
meses para doutorado. Para o programa de especialização só poderá haver
uma renovação, limitada a 3 (três) meses.
Art. 10º - A Instituição divulgará, ao final de cada semestre, Edital para o
PCFD, estabelecendo o número de novas vagas e os critérios para o
preenchimento das mesmas. Estes critérios estarão sempre vinculados às
metas
e
políticas
institucionais,
conforme
dispositivo
no
Plano
de
Desenvolvimento Institucional.
193
Art. 11º - Os docentes inscritos serão selecionados por uma Comissão
especialmente constituída para tal fim, que emitirá parecer consubstanciado
sobre o processo seletivo, com a classificação final dos candidatos. Serão
incluídos no PCFD os docentes classificados até o limite das vagas
disponíveis, fixados no Edital.
Art. 12º - Os docentes já incluídos no PCFD, e dentro dos limites de tempo
estabelecidos no Art. 9º deste
regulamento, terão o afastamento e a
bolsa renovados, mediante comprovação de bom desempenho no programa de
pós-graduação ao qual estejam vinculados.
CAPÍTULO IV
DO PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DOCENTE
Art. 13º - O PAD abrangerá toda e qualquer atividade de capacitação,
excluídas aquelas em nível de pós-graduação lato sensu e stricto sensu.
Parágrafo único. Semestralmente, a FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL
promoverá e disponibilizará aos docentes cursos de Formação Continuada.
Art. 14º - Ao docente incluído no PAD será concedido afastamento parcial e
integral para a realização da atividade de capacitação prevista.
Parágrafo único. O afastamento não poderá ultrapassar a 5 (cinco) dias úteis.
Art. 15º - Será concedida, ainda, uma ajuda de custo (bolsas), cujo valor será
um percentual entre 50 a 100% dos custos para realização da atividade,
considerando as despesas de transporte, hospedagem, alimentação e eventual
taxa de inscrição.
Art. 16º - Um mesmo docente poderá ser incluído no PAD com cotas de
bolsas, no máximo, duas vezes por ano.
Art. 17º - Será concedido 2 (duas) cotas de bolsas do PAD por mês, em
período letivo da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL .
Parágrafo único. O docente interessado a concorrer a bolsa do PAD, deverá
encaminhar proposta a Coordenação de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão
– CoPPEx - da FAPAC /ITPAC PORTO NACIONAL , num período mínimo de
30 (trinta) dias de antecedência.
Art. 18º - O docente encaminhará à CoPPEx, nos prazos previstos, solicitação
194
de inclusão no PAD, por meio do preenchimento de formulário próprio que
inclui, dentre outros elementos, título da atividade, período, justificativa para a
participação destacando a importância da atividade no contexto da área de
atuação do docente e resultados esperados.
Art. 19º - A CoPPex, solicitará anuência da Coordenação do Curso e da
Diretoria Acadêmica e encaminhará todas as solicitações para avaliação por
um Comitê Assessor, especialmente constituído para tal fim, que, nas datas
previstas, se reunirá. O Comitê emitirá parecer consubstanciado sobre o
processo seletivo, com a classificação final dos candidatos. Serão incluídos no
PAD os docentes classificados até o limite orçamentário de cada uma das
Chamadas.
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PICD
Art. 20º - O PICD será avaliado e acompanhado pelo Conselho Superior, que
divulgará, anualmente, relatório analítico sobre o Plano, correlacionando os
seus resultados com as metas e políticas institucionais.
CAPÍTULO VI
DA APLICAÇÃO
Art. 21º - As disposições deste Regulamento Geral aplicam-se a todas as
Atividades para Capacitação do quadro docente da FAPAC /ITPAC PORTO
NACIONAL.
17.1.2. Fluxograma de contratação docente
Nos casos em que houver necessidade de substituição e/ou
contratação de docentes, serão observados os procedimentos do fluxograma
abaixo:
Direção Acadêmica
Direção Geral
Coord. Curso
Depart. Pessoal
Recursos Humanos
Recrutamento
Currículos
Indicações
Socialização
195
17.2. FORMAÇÃO CONTINUADA
FAPAC/ITPAC PORTO, busca parcerias em programas do ensino
de pós-graduação stricto sensu (como objetivo prioritário da sua ação
acadêmica neste nível de ensino).
A FAPAC/ITPAC PORTO, por meio de convênio (DOU 142, de 25 de
julho de 2013) com o IPEN, uma autarquia federal vinculada à USP Universidade São Paulo, disponibiliza cursos em nível “stricto sensu” (mestrado
e doutorado acadêmico com titulação em Ciências). Este programa de pósgraduação do IPEN possui em torno de 160 orientadores credenciados e nota 6
na avaliação da CAPES. Atualmente existem em torno de 50 professores do
FAPAC/ITPAC PORTO envolvidos no convênio e as primeiras defesas estão
previstas para ocorrerem a partir de novembro de 2015.
18. FORMAS DE ACESSO AO CURSO DE ENFERMAGEM
O ingresso no curso de Enfermagem da Faculdade Presidente
Antônio Carlos – FAPAC/ITPAC PORTO se dá por duas modalidades:
196
Vestibular e ENEM. Para a modalidade vestibular, o exame é realizado duas
vezes por ano em uma única etapa, com provas de múltipla escolha, incluindo
todas as disciplinas do Ensino Médio, mas com pesos diferenciados em função
das áreas específicas dos cursos oferecidos pela Instituição.
Para a modalidade ENEM, o candidato realizará a inscrição em
formulário próprio disponibilizado para a inscrição “MODALIDADE ENEM”,
anexando cópia digitalizada do seu desempenho no último ENEM.
O processo seletivo é aberto a candidatos que tenham concluído o
ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los no limite das
vagas fixadas para os cursos.
A relação candidato/vaga, para cada curso, no processo seletivo, é
um indicador importante a ser acompanhado pela Comissão Própria de
Avaliação, dentro do Programa de Avaliação Institucional da Faculdade
Presidente Antônio Carlos. É importante a análise comparativa desse indicador
com a média do sistema de ensino superior privado nacional e, em particular,
da região onde a Instituição se insere. Acredita-se que a imagem institucional,
fortalecida pela qualidade do seu fazer acadêmico, acompanhada de uma
estratégia eficaz de comunicação e divulgação institucional, possam garantir,
dentro dos limites impostos pelo ambiente externo, sistematicamente avaliado
no planejamento estratégico, relações candidato/vaga adequadas, fazendo
com que o processo de ingresso na FAPAC /ITPAC Porto Nacional seja
efetivamente seletivo.
Durante a vigência deste PDI, o processo seletivo para ingresso na
Faculdade Presidente Antônio Carlos poderá sofrer modificações, à luz das
discussões ora na pauta do Ministério da Educação, e em atendimento a
possíveis modificações na legislação pertinente.
Além do ingresso via Processo Seletivo, a Instituição admite duas
outras formas de ingresso, conforme estabelecido nas Normas Gerais do
Ensino de Graduação da Faculdade Presidente Antônio Carlos e disposto
neste documento. Tais formas, Rematrícula e Transferência, são para
preenchimento das vagas ociosas, resultantes de não preenchimento via
Processo Seletivo e de evasão.
197
19. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
19.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) existe nesta Instituição, é
constituído por portaria interna; este, porém, é o órgão consultivo responsável
pela concepção do Projeto Pedagógico do curso de Enfermagem e tem, por
finalidade, acompanhar, revisar e implementar o Projeto Pedagógico do
referido Curso, São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: a) Elaborar o
Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos; b)
estabelecer
o
perfil
profissional
do
egresso
do
curso;
c)
atualizar
periodicamente o projeto pedagógico do curso; d) conduzir os trabalhos de
reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que
necessário; e) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do
curso definidas pelo Colegiado; f) analisar e avaliar os Planos de Ensino dos
componentes curriculares; g) promover a integração horizontal e vertical do
curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; h)
acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de
Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário.
Núcleo Docente Estruturante do Curso de Enfermagem
Nome do
Docente e
CPF
Aparecida
Aragonez
Essado Maya–
Coordemador
a do Curso –
320641441-53
Titulação
Máxima
Mestra
Área de
Conheciment
o da
Titulação
Máxima/ Ano
de
Conclusão/IE
S
Graduação/
Ano de
Conclusão/I
ES
EnfermagemBiologia
Celular e
Molecular/201
4/Ulbra-RS
Enfermagem/
1997
\universidade
Pontificia
Universidade
Goiás
Experiênci
a
Regime de
Acadêmica
Trabalho /
e
Disciplinas
Profission
al
20
TI
198
Renata Alves
Bandeira
012.806.89145
Mestra
Thompson de
Mestre
Oliveira
Turíbio
884.785.21100
Tânia Maria A.
Mestra
G. Rocha
305.012.10172
Marileide
Especialis
Florencio
ta
Martins
623.441.88134
Gabriela
Mestra
Ortega C.
Thomazi
001.761.97184
EnfermagemCiencias da
Saúde /2010UNB-DF
Enfermagem/
Ceulp Ulbra
Doutorament
o em
andamento
5
BiologiaAmbiente/201
1/UFT
Biologia/UFT
Doutorament
o em
andamento
6
Saúde
publica
Psicologia/Po
nticia
Universidade
de Goiás
Itpac
Araguaina
20
Enfermagem-
TP
TI
TP
8
TP
Farmacêutica
Doutorament
o em
andamento
8
TP
Composição
O NDE do Curso de Graduação em Enfermagem é composto pela
coordenadora do curso e por, (5) dos docentes do curso, previstos para os três
primeiros anos, sendo que participaram plenamente da elaboração do Projeto
Pedagógico do Curso e na implantação do mesmo.
Titulação e formação acadêmica
O curso de Enfermagem apresenta 83% do NDE com titulação
acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e 50%
possuem formação acadêmica na área do curso.
Regime de trabalho
O curso de Enfermagem apresenta 100% dos docentes do NDE com
previsão de contratação em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo
menos, 33% em tempo integral. Além disso, a instituição demonstra
199
compromisso com a permanência dos docentes do NDE até, pelo menos, o
reconhecimento do curso de Enfermagem.
19. 2. COORDENAÇÃO DO CURSO
O curso de Enfermagem da FAPAC apresenta uma extensa carga horária
obrigatória, aliada à necessidade de vários cenários de aprendizagem, contará
com um elevado número de professores e também a obrigação de conciliar o
ensino com a assistência à saúde. Dessa forma, a função do Coordenador
exigirá um permanente estado de acompanhamento das atividades realizadas
e programadas para que os objetivos do Curso sejam atingidos. Neste sentido,
o coordenador participará de todas as reuniões do NDE, CPA e daquelas que
forem do interesse do Corpo Gestor; discussões periódicas com os Núcleos de
Avaliação e de Desenvolvimento Docente e Apoio Pedagógico a fim de avaliar
suas necessidades e programar, se necessário, intervenções, participará
também de todas as reuniões formais do Colegiado do Curso, formado por
docentes e representante discente, no início e final de cada semestre, nas
quais além de serem divulgados os informes gerais, serão discutidas e
planejadas as atividades estratégicas do Curso. O Coordenador atuará como
um facilitador de todo o processo.
No atendimento aos discentes, a Coordenação do Curso, em parceria com o
Núcleo de Apoio Psicopedagógico - NAP e Núcleo de Apoio Pedagógico NAPED realizará reuniões com todas as turmas, atendimentos individuais ou
coletivos, além de conversas informais, com o objetivo de ouvir as demandas
dos estudantes, relacionadas às questões que envolvam o funcionamento do
curso, tanto de cunho metodológico quanto de infraestrutura, sobre conduta,
postura, planejamento e desempenho docente. Além disso, a Coordenação
atuará próximo à Gestão Superior para garantir os recursos humanos,
tecnológicos e financeiros, dentre outros, necessários ao desenvolvimento do
curso. Também será mantido um diálogo permanente através dos meios
eletrônicos. As funções do coordenador estão em conformidade com o disposto
no Regimento Interno da IES (Capítulo X, art. 22, §1o), que define as
atribuições do Coordenador do Curso, destacando-se:
§ 1º. São atribuições do Coordenador de Curso:
200
I.
coordenar as atividades de ensino de graduação;
II.
estabelecer uma agenda semanal para atendimento os alunos de
graduação;
III. estabelecer mecanismos de acompanhamento pedagógico dos alunos
de graduação;
IV.
estabelecer uma agenda semanal para atendimento dos docentes;
V.
estabelecer mecanismos de acompanhamento e avaliação das
atividades dos docentes;
VI. estabelecer mecanismos de acompanhamento e avaliação das
atividades de ensino de graduação; garantir a organicidade da matriz
curricular do curso; articular teorias e práticas nas integrações entre as
áreas básicas e a área profissional;
VII. aprovar, no início de cada semestre letivo, os programas das disciplinas
do curso;
VIII. organizar e manter atualizado um banco de dados com os programas
das disciplinas do curso, incluindo semestre/ano de oferta, carga
horária teórica, carga horária prática, ementa, programa, referências
bibliográficas atualizadas, metodologia de ensino, critérios de avaliação
e docente(s) responsável(eis);
IX. propor, antes do início de cada semestre letivo, à Direção Acadêmica, o
horário de aulas de cada período do curso, articulados com os demais
cursos da IES;
X.
propor ações que visem a melhoria da qualidade do ensino de
graduação, incluindo práticas pedagógicas inovadoras;
XI.
realizar a Proposta de Disciplinas com o acadêmico durante a
efetivação da matrícula no âmbito do curso, articulado com a Secretaria
Acadêmica e demais setores envolvidos;
XII. exercer o poder Disciplinar no âmbito de sua competência;
XIII. cumprir prazos referentes a recursos e processos acadêmicos;
XIV. propor à Direção Acadêmica, convênios para viabilizar estágios
curriculares ou extracurriculares do respectivo curso;
XV. supervisionar e notificar a Direção Acadêmica e ao Departamento de
Pessoal a frequência dos docentes integrantes do curso, nas diferentes
atividades acadêmicas de responsabilidade dos mesmos;
201
XVI. apresentar à Diretoria Acadêmica proposta de projetos de ensino;
XVII. apresentar à Coordenadoria de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação
proposta de projetos de pesquisa, de extensão e de pós-graduação.
XVIII. apresentar à Diretoria Acadêmica proposta de programas curriculares
e extra- curriculares que visem o crescimento acadêmico do aluno;
XIX. exercer outras atribuições que lhe sejam conferidas ou delegadas pelos
Órgãos Superiores da Faculdade Presidente Antônio Carlos;
XX. representar a Faculdade Presidente Antônio Carlos, por designação da
Diretoria Acadêmica, em eventos internos e externos relacionados à
atividade de graduação;
XXI. propor à Diretoria Acadêmica mudanças ou reformas curriculares,
conforme disposto nas normas gerais do Ensino de Graduação da
Faculdade.
19.2.1. Coordenadora do Curso
Nome: Aparecida Aragonez Essado Maya
CPF: 32064144153
Graduação: Enfermagem
Titulação da Coordenadora do Curso de Enfermagem – Mestre em Biologia
Molecular e Celular
Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica
do (a) coordenador (a)
A coordenadora do curso de Enfermagem do ITPACPORTO possui experiência
profissional como gestor acadêmico desde 2004, e no magistério superior
desde 2001.
Regime de trabalho do (a) coordenador (a) do curso
O regime de trabalho implantado pelo coordenador do curso de Enfermagem
do ITPAC PORTO NACIONAL é de tempo integral, correspondendo uma
relação ao numero de 120 vagas anuais autorizadas e com uma carga horária
de 31 horas semanais dedicadas a coordenação do curso.
202
19.3. COLEGIADO DO CURSO
Composição e Funcionamento do Colegiado de curso
O Regimento da Faculdade prevê a participação efetiva da coordenação do
curso, da representação docente e da representação discente nos seus órgãos
colegiados acadêmicos, bem como apoio didático-pedagógico aos docentes. O
colegiado de curso tem constituição e atribuições que lhe conferem plena
representatividade e importância nas decisões sobre assuntos acadêmicos do
curso.
O Colegiado de Curso é um órgão permanente, de caráter deliberativo,
responsável pela execução didático-pedagógica e atua no planejamento,
acompanhamento e avaliação das atividades de ensino, pesquisa e extensão
dos Cursos Superiores da Faculdade Presidente Antônio Carlos, em
conformidade com as diretrizes da instituição.
São atribuições do Colegiado de Curso:
1) deliberar sobre todos os assuntos de natureza acadêmica na sua área de
atuação;
2) aprovar
planos
e
programas
de
estágios,
curriculares
ou
extracurriculares, do respectivo curso, respeitando as Legislações vigentes;
3) julgar em grau de recurso, processos acadêmicos no âmbito de sua
competência.
Cada Colegiado terá a seguinte composição:
 O Coordenador do Curso, como presidente;
 O Coordenador responsável pelos Laboratórios, quando houver, ou de
um professor indicado pelo presidente do Colegiado do Curso para esta
vaga;
 O Coordenador(a) do Núcleo de Apoio Didático Metodológico – NADIME
ou um representante pedagógico, indicado pelo o mesmo;
 O Professor responsável pelo Trabalho de Conclusão de Curso – TCC;
 O Professor responsável pelo Estágio Curricular;
 No mínimo 1(um) docente de cada área/eixo de formação do curso,
escolhido pelos seus pares;
 2(dois) estudantes do curso como membro e (1) um suplente, indicado
203
pelo Centro Acadêmico do Curso, com anuência do Diretório
Acadêmico, quando houver.
a) O Colegiado de Curso será instituído a cada 2(dois) anos, permanecendo
sempre um terço dos seus representantes;
b) na ausência do representante titular docente e/ou discente o suplente será
convocado.
c) o Colegiado de Curso se reunirá ordinariamente duas vezes em cada
semestre, por convocação do Coordenador do Curso, para deliberar sobre os
assuntos em pauta, e extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor
Acadêmico.
19.4. CORPO DOCENTE
Corpo Docente indicado para os Dois Primeiros Anos do Curso de
Enfermagem
1º semestre
Disciplina
Anatomia Humana I
Professor
Felipe
Camargo
Munhoz
Embriologia
Josefa
Moreira
do
Nascimento
Rocha
Biologia
Josefa
Celular/Histologia
Moreira
do
Básica
Nascimento
Rocha
Metodologia
Gleys
Ially
Cientifica
Ramos
Historia e Teoria de Aparecida
Enfermagem
Aragonez
Essado Maya
Genética /Evolução
Fabiano
Rodrigues de
Souza,
Língua Portuguesa
Nelzir Martins
Costa
Bioestatistica
Thompson de
Oliveira
Graduação
Titulação Regime
TEMS
de
ECD*
Trabalho
ODONTOLOGO DOUTOR I
10
meses
MÉDICA
VETERINÁRIA
DOUTOR I
16
anos
MÉDICA
VETERINÁRIA
MESTRA
16
anos
GEOGRAFIA
DOUTOR P
ENFERMEIRA
I
I
5
anos
14
anos
BIOLOGO
DOUTOR H
7
anos
LETRAS
MESTRA
H
BIOLOGO
MESTRE
I
9
anos
6
anos
204
Turíbio
*Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo
Docente
2º semestre
Disciplina
Professor
Graduação
Anatomia
Humana II
Jose Lopes BIOLOGO
Soares
Neto
Bioquímica
Raquel da BIOMÉDICA
Aplicada a Silva Aires
Enfermagem
(T)
Bioquímica
Obede
MEDICA
Aplicada a Rodrigues
VETERINÁRIA
Enfermagem Ferreira
(T)
Informática
Larissa
INFORMATICA
na Saúde
Jacome B
Silvestre
Introdução a Tânia Maria PSICOLOGA
Saúde
Aires
Pública
Gomes
Rocha
Histologia
Josefa
MEDICA
Humana
Moreira do VETERINÁRIA
Nascimento
Rocha
Interação a Diogo
ANTROPOLOGIA
Saúde
Bonadiman
Comunitária Goltara
Antropologia Elson
ANTROPOLOGIA
e sociologia Santos
em saúde
Silva
Carvalho
Biofísica
Thompson BIOLOGO
de Oliveira
Turíbio
Titulação
TEMS
ECD*
MESTRE
Regime
de
Trabalho
P
MESTRE
I
10
anos
DOUTORA
I
10
meses
7 anos
ESPECIALISTA H
10
anos
MESTRE
P
18
anos
DOUTORA
I
16
anos
DOUTOR
P
10
meses
MESTRE
P
9 anos
MESTRE
I
6 anos
*Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo
Docente
3º semestre
Disciplina
Professor
Graduação
Titulação
Regime
TEMS
205
Anatomia do
Exame Físico
em
Enfermagem
Fisiologia
Humana
Edmilson
Andrade
Reis
Maribel
Fernández
Fernández
Parasitologia/ Kleverson
Microbiologia Wessel de
Oliveira
Imunologia
Deyze
Alencar
Soares
Farmacologia Gabriela
Ortega
Coelho
Thomazi
Interação
Tânia
Saúde
Maria
Comunitária
Aires
II- Processo Gomes
SaúdeRocha
Doença
Nutrição em Fabiano
Saúde
Rodrigues
de Souza
Processos
Kleverson
Patológicos
Wessel de
Gerais
Oliveira
*Tempo de Experiência
Docente
ENFERMAGEM
de
ECD*
Trabalho
ESPECIALISTA P
7 anos
MÉDICA
DOUTORA
H
6 anos
BIOLOGO
MESTRE
H
10
anos
BIOMEDICINA
MESTRE
H
5 anos
FARMACEUTICA MESTRE
P
5 anos
PSICOLOGIA
MESTRE
P
18
anos
BIOLOGIA
DOUTOR
H
7 anos
BIOLOGIA
MESTRE
H
10
anos
de Magistério Superior ou Experiência do Corpo
4º semestre
Disciplina
Professor
Calculo
e
Administração
em
Medicamentos
em
Enfermagem
Semiologia
Aplicada
à
Enfermagem
Semiotécnica
Edmilson
Andrade
Reis
Edmilson
Andrade
Reis
Edmilson
Graduação
Titulação
Regime
de
Trabalho
ENFERMEIRO ESPECIALISTA P
TEMS
ECD*
7
anos
ENFERMEIRO ESPECIALISTA P
7
anos
ENFERMEIRO ESPECIALISTA P
7anos
206
Aplicada
à Andrade
Enfermagem
Reis;
Rozangela ENFERMEIRA ESPECIALISTA H
Lima;
Karine
ENFERMEIRA ESPECIALISTA P
kummer
Interação
á Grazielly
ENFERMEIRA ESPECIALISTA P
7
Saúde
Mendes
anos
Comunitária
de Sousa
III-Abordagem
Coletiva
das
Doenças
Crônicas
Degenerativas
Sistematização Edmilson
ENFERMEIRO ESPECIALISTA P
7
da Assistência Andrade
anos
em
Reis
Enfermagem
Exames
Raquel da BIOMEDICINA MESTRE
I
Diagnósticos
Silva Aires
10
em
anos
Enfermagem
*Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo
Docente
Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 08
destes com titulação de doutores, isto é 21,6% tem titulação de doutor.
19.4.1. Regime de trabalho do corpo docente do curso
O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 30
destes com Regime de trabalho Parcial ou Integral, isto é 81,08% com regime
parcial ou integral.
19.4.2. Experiência profissional do corpo docente
O curso é composto por um quadro docente de 37 professores, sendo que
destes, mais de 80% tem mais de 02 anos de experiência profissional.
19.4.3. Experiência de magistério superior do corpo docente
O curso é composto por um quadro docente de 37 professores sendo 30
destes com mais de 03 anos de experiência, isto é 81% tem mais de 03 anos
de experiência no magistério superior.
207
19.5. CONDIÇÕES DE TRABALHO
Número de Alunos por Docente Equivalente a Tempo Integral
O PPC prevê a relação aluno por docente equivalente a tempo
integral, no máximo, de 30/1.
Docentes equivalentes de tempo
integral (DT)
VAGAS ANUAIS SOLICITADAS (NV)
Somatório das horas semanais
alocadas
ao
Curso
dos
docentes previstos, dividido por
36 (carga horária mínima de um
docente em Tempo Integral)
120
NÚMERO
DE
DOCENTES
EQUIVALENTES
EM
TEMPO
INTEGRAL (DT)
RELAÇÃO
ALUNO
DOCENTE
EQUIVALENTE
EM
TEMPO
INTEGRAL
08
30/1
Alunos por Turma em Disciplina Teórica
O PPC apresenta a quantidade de alunos por turma em disciplina
teórica, no máximo, 60/1.
Número Médio de Disciplinas por Docente
O PPC contempla uma média de disciplinas por docente de, no máximo,
3 disciplinas.
20. OUVIDORIA
A Ouvidoria é uma ferramenta utilizada exclusivamente para registrar,
processar e agilizar as suas reclamações, sugestões, críticas ou elogios. É
voltada para ser um interlocutor entre acadêmicos, fornecedores, funcionários e
instituição, e redirecionar o rumo das decisões, acompanhadas das
necessidades, dos valores, da imparcialidade, da legalidade e ética
profissional.
O objetivo da nossa Ouvidoria é promover a melhoria contínua dos
processos de trabalho a fins de beneficiar toda comunidade acadêmica e
administrativa.
208
21. PARCERIAS INSTITUCIONAIS
A FAPAC/ITPAC PORTO propõe-se a manter parcerias com entidades e
instituições públicas e privadas e associações de classe, vislumbrando a
cooperação científica, técnica, tecnológica, pedagógica e a ampliação das
opções de cenários de aprendizagem para os alunos do Curso de Graduação
em Enfermagem.
Dentre os vários Convênios celebrados, destacamos os Convênios com
a Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins e com a Secretaria de Saúde do
Município de Porto Nacional para o desenvolvimento das atividades práticas e
do estágio curricular supervisionado nas unidades de saúde vinculadas ao
SUS.
22.INFRAESTRUTURA
22.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA GERAL
O Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC de Porto
Nacional é uma instituição com sede própria, localizada na Rua 02, Quadra 07,
s/nº, Setor Jardim dos Ypês em Porto Nacional – TO. Possui uma área
abrangente de 79.905 M², sendo 7.000 M² de área construída, dividida em
Blocos: Gama, Beta, Delta, Phi, Kapa, Sigma, Tau e Ômega, com
estacionamento amplo de 18.495,65m² de pavimentação asfáltica.
O ITPAC Porto Nacional, conta com uma estrutura física que atende
perfeitamente a comunidade interna e externa da IES, assim distribuída:
Laboratórios de Ensino, Laboratórios Didático Especializado, Ambulatório
Escola, Clínica Odontológica, Departamentos Administrativos e Acadêmicos,
Biblioteca e Salas de Aulas, todos climatizados e dispõem dos móveis e
equipamentos inerentes a cada um. Todas as salas de aulas e laboratórios são
equipadas com aparelho de Multimídia (Data-show) fixo em cada.
Ressalta-se ainda, que a Instituição possui infraestrutura adaptada
para o atendimento aos alunos e demais usuários Portadores de Necessidades
Especiais- PNE. O seu espaço físico conta com banheiros adaptados, rampas
209
de acesso, piso tátil e identificação em todas as portas escrito em braile nas
principais entradas, conta ainda com vagas prioritárias no estacionamento.
A estrutura física da Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC
cumpre o disposto no Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que
dispõe sobre a promoção de acessibilidade às
pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida.
22.1.1 Espaço Acadêmico e Administrativo
Este espaço é destinado à estrutura do corpo técnico administrativo
da Instituição. As funções desempenhadas por cada departamento deste Bloco
atendem a parte Acadêmica/Pedagógica e Administrativa desta IES. A
estrutura física possui salas climatizadas e informatizadas com computadores
modernos, os quais são interligados por meio de rede lógica, bem como a
utilização de sistema em ERP (Enterprise Resource Planning) ou SIGE
(Sistema Integrados de Gestão Empresarial) e sistema operacional Windows.
Segue abaixo os dados referentes ao bloco:
TIPO DE ÁREA
ATUAL
ANO I
QT
ÁREA m²
QT
Recepção
58,30
01
Protocolo Geral
19,24
01
Direção Acadêmica
19,18
01
Coordenação de Cursos
51,45
05
Sala de Professores
34,99
01
Sala Professor T.I.
30,32
02
Secretaria Acadêmica
88,42
01
CPA
8,80
01
CoPPEx
ÁREA
m²
ANO II
QT
ÁREA
m²
ANO III
QT
ANO IV
ÁREA
m²
QT
21,00
01
50,17
01
ÁREA
m²
51,91
ANO V
QT
ÁREA m²
95,18
06
18,09
01
06
01
NADIME
19,24
Gerência de Estágio e
Internato
Direção Geral
10,00
01
25,28
01
Departamento
Administrativo
Departamento
Financeiro
Departamento Pessoal
33,10
01
46,75
01
29,23
01
Departamento Jurídico
8,53
01
Departamento Contábil
22,04
01
Departamento
Compras
Departamento
Orçamento
T.I.C.
31,37
01
Sala de Reuniões
19,18
01
Copa
25,26
01
QT
16,37
01
8,53
01
6,44
01
210
01
Reprografia Interna
8,86
01
Sanitários Masculino
29,44
01
Sanitários Feminino
29,44
01
DML
1,47
01
Telefonia
4,90
01
Guarita
12,40
01
Estacionamento
18.495,65
01
Lanchonete
50,42
01
Área de Convivência
10.676,35
01
01
Espaço Palco
Multicultural
Espaço de
Conveniências
278,42
01
160
01
160
01
22.1.2 Salas de Aula
Estes blocos possuem capacidade de acomodação de 48 a 80
alunos por sala de aula, conforme metragem abaixo relacionada. Possui salas
climatizadas, com aparelho de multimídia (data show) fixo. O banheiro feminino
acomoda 06 sanitários e toaletes completos, sendo 01 específico para
atendimento de portadores de necessidades especiais. Enquanto que o
Banheiro Masculino possui 03 (três) sanitários, sendo 01 específico para
atendimento de portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios.
O referido bloco também possui 01 sala de DML - Depósitos de Material de
Limpeza (serviços para o suporte da manutenção e limpeza do prédio).
O referido tem capacidade de 48 a 80 alunos por sala de aula, sendo
todas climatizadas, equipadas com aparelhos de Multimídia (data show) e
sistema de som, banheiros femininos com 06 sanitários sendo 01 específico
para atendimento de portadores de necessidades especiais e banheiros
masculinos com 06 sanitários sendo 01 específico para atendimento de
portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios.
Segue abaixo dados referentes aos blocos.
TIPO DE ÁREA
QT
ATUAL
ÁREA
m²
ANO I
QT
ÁREA
m²
ANO II
QT
ÁREA
m²
ANO III
QT
ÁREA
m²
QT
ANO IV
ÁREA
m²
QT
ANO V
ÁREA
QT
m²
Bloco Gama
Sala 1 a 8
81,00
08
Banheiro Femininos
21,14
01
Banheiro Masculino
21,14
01
211
Banheiro
5,12
01
60,74
08
Independente PNE
(unisex)
Atendimento ao
61,00
01
158,74
01
Sala 1 e 2
94,80
02
Sala 3
62,49
01
Sala 4
62,65
01
Sala 5
62,54
01
Sala 6
78,08
01
Sala 7
78,35
01
Sala 8
77,17
01
Sala 9
77,60
01
Sala 10
78,94
01
Sala 12 e 13
78,46
02
Sala 14
60,77
01
Sala 15
52,22
01
Sala 16
52,14
01
Sala 17
105,65
01
Sala1 8
52,10
01
Sanitários Feminino
25,00
02
Discente
Auditório
Bloco Beta
Sanitários Masculino
Hall de Entrada
DML
24,78
02
104,95
01
1,41
01
25,73
01
12,60
01
Ouvidoria
Reprografia
Acadêmica
Apoio Audiovisual
12,64
01
22.1.3. Biblioteca e Laboratórios de Ensino
Bloco Delta - (2.147,74m²)
O referido bloco conta com Biblioteca, Laboratório de Informática I,
LABORATÓRIO DE ENSINO I – Multidisciplinar, LABORATÓRIO DE ENSINO
II - Morfologia Microscópica, LABORATÓRIO DE ENSINO III - Morfologia
Macroscópica, LABORATÓRIO DIDÁTICO ESPECIALIZADO I – Habilidades
Clínicas,
DML,
sanitários
masculinos,
sanitários
femininos,
Sala
de
Esterilização, Coordenação. de Lab. da Saúde, CEUA e CEP.
Segue abaixo dados referentes ao bloco.
TIPO DE ÁREA
Biblioteca
Laboratório de Informática
I
ATUAL
ÁREA
QT
m²
313,00
01
82,03
01
ANO I
ÁREA m²
QT
ANO II
ÁREA
QT
m²
ANO III
ÁREA m²
QT
510,88
ANO IV
ÁREA m²
QT
ANO V
ÁREA m²
QT
01
212
Laboratórios de Ensino I Multidisciplinar
- Microbiologia
- Parasitologia
Laboratório de Ensino II Morfologia Microscópica
- Histologia
- Biologia Celular e
Molecular
- Genética
- Embriologia
- Patologia Microscópica
Laboratório de Ensino III Morfologia Macroscópica
- Anatomia Humana
- Anatomia de cabeça e
Pescoço
- Neuroanatomia
- Embriologia
Laboratório Didático
Especializado I –
Habilidades Clínicas
- Semiotécnica
- Sala de Comunicação
- Posto de Enfermagem
- Semiologia
- Simulação em
Emergências Traumáticas
- Simulação de Urgência e
Emergência UTI 1 / UTI 2
- Fisiologia
DML
Sanitários masculinos
Sanitários femininos
Sala de Esterilização
Coord. de Lab. da Saúde e
CEUA
CEP
80,00
01
82,03
131,82
01
128,91
01
120,01
01
128,91
01
128,32
1,32
24,82
24,52
25,35
25,83
01
01
01
01
01
01
01
41,60
9,00
21,00
01
Bloco Kapa – (925,32M²)
O referido bloco conta com Laboratório de Informática VI,
LABORATÓRIO DE ENSINO IV – Multidisciplinar, LABORATÓRIO DIDÁTICO
ESPECIALIZADO II – Multidisciplinar, DIDÁTICO ESPECIALIZADO III Desenho Técnico, Almoxarifado de Produtos Químicos, e Vestiários.
Segue abaixo dados referentes ao bloco.
TIPO DE ÁREA
QT
Lab. de Informática VI
Laboratório de Ensino
IV – Multidisciplinar
- Química e
Saneamento
- Bioquímica
- Biofísica
- Farmacologia
- Imunologia
Laboratórios Didáticos
Especializados II –
Multidisciplinar
- Construção Civil
- Física e Elétrica
- Recursos Hídricos
- Solos
Didático Especializado
III - Desenho Técnico
Almoxarifado Produtos
Químicos
ATUAL
ÁREA
m²
62,34
ANO I
Q
T
0
1
521,79
0
1
129,41
0
1
ÁREA
m²
73,94
ANO II
QT
ÁREA
m²
ANO III
QT
ÁREA
m²
ANO IV
QT
ÁREA
m²
ANO V
QT
ÁREA
m²
01
23,52
01
213
Q
T
01
01
Vestiário Masculino
Vestiário Feminino
9,98
01
10,10
01
Bloco Epsilon (619,50 m²)
O referido bloco conta com Laboratórios de Informática, II, III, IV, V e
Laboratório Didático Especializado IV - Laboratório de Práticas Construtivas.
Segue abaixo dados referentes ao bloco.
TIPO DE ÁREA
ATUAL
QT
Lab. de Informática II
ANO I
ÁREA
Q
ÁREA
m²
T
m²
77,49
ANO II
QT
ÁREA
ANO III
QT
m²
ÁREA
QT
ANO IV
ÁREA
m²
ANO V
QT
ÁREA
Q
m²
T
m²
0
1
Lab. de Informática III
77,49
Lab. de Informática IV
77,49
0
1
0
1
Lab. de Informática V
77,49
Laboratório Didático
0
Especializado IV -
252,07
1
Laboratório de Práticas
Construtivas
Recepção do Ambulatório Médico
Bloco Tau – (136,98m²)
TIPO DE ÁREA
ATUAL
QT
ANO I
ANO II
ANO III
ANO IV
ÁREA
Q
ÁREA
Q
ÁREA
Q
ÁREA
Q
ÁREA
m²
T
m²
T
m²
T
m²
m²
T
Recepção
75,52
0
Banheiro Masculino
26,53
Banheiro Feminino
27,08
QT
ANO V
ÁREA
QT
m²
1
0
1
0
1
DML
1,46
0
1
Médico do Trabalho e
Serviço Social
20,31
0
1
22.1.4. Ambulatório Médico
Bloco Ômega – (538,76M²)
O referido bloco conta com, Sala de Curativos, Sala de Material
Estéril, Consultórios 1 a 12, Consultório Ginecologia/obstetrícia 1 e 2,
Oftalmologia, Urologia, Pequenas Cirurgias 1 e 2, Triagem e Sala de Estudo de
214
Casos.
TIPO DE ÁREA
Triagem e Espera
Sala de Material Estéril
Sala de Curativos
Laboratórios de Didáticos
Especializados e de Ensino
II
- Ambulatórios Médicos
- Consultórios Ginecologia e
Obstetrícia
- Oftalmologia
- Urologia
- Pequenas Cirurgias
Sala de Estudo de Caso
ATUAL
ÁREA
Q
T
72,63
01
9,82
01
9,81
01
88,91
01
59,70
ANO I
ÁRE
Q
A
T
ANO II
ÁRE
Q
A
T
ANO III
ÁRE
Q
A
T
ANO IV
ÁRE
Q
A
T
ANO V
ÁREA
Q
T
01
22.1.5. Bloco Phi – (384,69M²).
O Laboratório Didático Especializado V - Multidisciplinar, conta com
uma sala de Técnica Operatória, Biotério de Ensino, Patologia Macroscópica,
Biossegurança, Fisiologia Clínica, Simulação em Clínica Cirúrgica e Simulação
em Ginecologia Obstetrícia, padronizado de acordo com as normas do CEUA –
Comissão de Ética no Uso de Animais.
Segue abaixo dados dos ambientes:
TIPO DE ÁREA
QT
Recepção
ATUAL
ÁREA
m²
11,36
Banheiro Masculino
4,85
Banheiro Feminino
4,90
Vestiário Masculino
7,57
Vestiário Feminino
7,04
Envelopamento de
Instrumentos
Técnicas Operatórias
16,69
78,08
Lavagem de
Instrumentos
Anestesia e Clínica
9,51
Pós Operatório
6,10
Depósito de Gaiolas
Limpas
Depósito de Ração
7,78
11,44
6,51
DML
8,54
Sala de Quarentena
6,96
Biotério
26,61
Sala do R. T.
8,19
Banheiro Social
3,92
Patologia
Macroscópica
Banheiro Masculino –
32,30
5,54
ANO I
Q
T
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
1
0
ÁREA
m²
ANO II
Q
T
ÁREA
m²
ANO III
Q
T
ÁREA
m²
ANO IV
Q
T
ÁREA
m²
ANO V
QT
ÁREA
m²
QT
215
Feminino
1
Simulação em Clínica
Cirúrgica
Simulação em
Ginecologia
Obstetrícia
-
-
-
-
23,3
5
23,3
5
01
01
22.2. LABORATÓRIOS DE ENSINO
22.2.1. Políticas para os Laboratórios
A FAPAC estabelece, em sua pedagogia, a indissociabilidade entre
teoria e prática, destacando também a totalidade do processo educativo,
afirmando o papel ativo do aluno no processo ensino aprendizagem. Esta
instituição vislumbra seus laboratórios como espaços privilegiados de
construção coletiva do conhecimento.
Nesta concepção, os laboratórios da FAPAC inserem-se no conjunto
de seus equipamentos como o lugar de capacitação para as práticas inerentes
à realidade do mercado de trabalho, de simulação de atividades concretas e da
produção do conhecimento, onde o aluno desempenha um papel ativo. Este
exercício profissional da inter e da transdisciplinaridade, tão necessário ao
processo produtivo e à gestão da sociedade, constrói-se cotidianamente nos
laboratórios da FAPAC, como elementos essenciais da formação acadêmica.
Deste modo, nos laboratórios da FAPAC, encontra-se delineada e
aplicada, a dinâmica das interações grupais voltadas para o exercício da
confrontação entre as elaborações teóricas e as ações práticas, em uma
relação
dialética
que
favorece
efetivamente
o
processo
de
ensino-
aprendizagem.
É notória a exigência do mercado de trabalho por profissionais que
saibam transitar crítica e criativamente pelo seu campo de conhecimento
específico, e ao mesmo tempo, interagir dialogicamente com outros
profissionais de diferentes campos e áreas do conhecimento.
Atualmente os laboratórios têm como objetivo não somente
desenvolver atividades de ensino e da didática especializada, mas também
visam à fomentação das atividades de iniciação científica e inclusive à pósgraduação, que beneficiam à comunidade acadêmica e à sociedade
tocantinense. Desta forma, o ITPAC Porto Nacional dedica especial atenção e
216
constantes investimentos em seus laboratórios, a partir de uma concepção que
privilegia a relação teoria e prática, delegando ao aluno o papel de coconstrutor do seu conhecimento.
Para o funcionamento dos seus laboratórios a FAPAC/ITPAC Porto
Nacional tem as seguintes diretrizes:
 ampliação, sempre que necessário, a quantidade de laboratórios, de
modo a atender as necessidades dos programas de ensino, pesquisa,
iniciação científica e extensão;
 assegura a manutenção dos equipamentos e fornecimento regular do
material de consumo específico, imprescindíveis à continuidade dos
trabalhos nos laboratórios;
 disponibiliza acompanhamento técnico especializado, com pessoal
capacitado a contribuir no pronto atendimento de materiais didáticos
compatíveis com cada modalidade de aula proposta;
 capacita os estudantes no processo de assimilação de técnicas,
contemplando todos os procedimentos incluídos no desenvolvimento
das disciplinas básicas e profissionalizantes;
 desenvolve o trabalho cooperativo favorecendo atividades em grupo
para possibilitar a discussão, o debate e a crítica que levem ao
desenvolvimento intelectual e social dos estudantes;
 exerce papel estratégico, como elemento de suporte ao desenvolvimento
do ensino de graduação e de pós-graduação, da pesquisa, da iniciação
científica e da extensão;
 favorece o desenvolvimento da capacidade cognitiva, científica e moral
dos estudantes, para que se tornem cidadãos capazes de participar
ativamente
nas
decisões
de
uma
sociedade
tecnologicamente
avançada;
 estimula o surgimento de futuros cientistas e não apenas limitar os
estudantes a meros retentores de conteúdos, transpondo-se a barreira
entre teoria e prática;
 incentiva o estudante a aprender a observar cientificamente, interpretar e
analisar experimentos por meio da objetividade, precisão, confiança,
perseverança, satisfação e responsabilidade;
217
 capacita o estudante a conhecer, entender e aprender a exercer a teoria
na prática, dominando ferramentas e técnicas que poderão ser
utilizadas, inclusive, em pesquisa científica;
 melhora, sempre que necessário, as condições dos laboratórios e
equipamentos existentes e propiciar o material de apoio necessário ao
seu pleno funcionamento;
 propicia, aos alunos, uma vivência e manuseio de instrumentais, que
lhes permitam conhecer diversos tipos de atividades, podendo estimularlhes a curiosidade e a vontade em aprender a vivenciar ciência;
 realiza, prioritariamente, aulas práticas para o desenvolvimento das
disciplinas dos cursos oferecidos e apoiar o desenvolvimento de projetos
de pesquisa/iniciação científica e de extensão ligados aos cursos de
graduação e programas de pós-graduação;
 utiliza os laboratórios, em horários ociosos, para a promoção de
atividades extraclasse que visem uma maior integração entre graduação
e pós-graduação e possam auxiliar na dinamização dos cursos de
graduação.
 utiliza os laboratórios para práticas de inclusão social de membros da
comunidade por meio de programas de extensão e responsabilidade
social.
 disponibiliza os laboratórios para praticas educativas de diferentes
instituições do ensino fundamental e ensino médio que frequentemente
procuram a IES para atividades didáticas.
22.3. LABORATÓRIOS EXISTENTES
O quadro apresentado na sequência demonstra os laboratórios e
outros ambientes específicos dos cursos em funcionamento.
LABORATÓRIO
Laboratório de Informática I, II, III, IV. V e VI
Laboratórios de Ensino I - Multidisciplinar
- Microbiologia
- Parasitologia
Laboratório de Ensino II - Morfologia Microscópica
- Histologia
- Biologia Celular e Molecular
- Genética
CARACTERÍSTICAS
CURSOS ATENDIDOS
ÁREA M²
Todos os cursos
442,52
Todos os cursos da Saúde
82,03
Todos os cursos da Saúde
80,00
218
CAP.
40
20
20
- Embriologia
- Patologia Microscópica
Laboratório de Ensino III - Morfologia Macroscópica
- Anatomia Humana
- Anatomia de cabeça e Pescoço
- Neuroanatomia
- Embriologia
Laboratório de Ensino IV – Multidisciplinar
- Química e Saneamento
- Bioquímica
- Biofísica
- Farmacologia
- Imunologia
Laboratório Didático Especializado I – Habilidades
Clínicas
- Semiotécnica
- Sala de Comunicação
- Posto de Enfermagem
- Semiologia
- Simulação em Emergências Traumáticas
- Simulação de Urgência e Emergência UTI 1 / UTI 2
- Fisiologia
Laboratórios Didáticos Especializados II –
Multidisciplinar
- Construção Civil
- Física e Elétrica
- Recursos Hídricos
- Solos
Laboratório Didático Especializado III - Desenho
Técnico
Laboratório Didático Especializado IV - Laboratório de
Práticas Construtivas
Laboratório Didático Especializado V - Multidisciplinar
- Técnica Operatória
- Biotério
- Patologia Macroscópica
- Biossegurança
- Fisiologia Clínica
- Simulação em Clínica Cirúrgica
- Simulação em Ginecologia e Obstetrícia
Laboratórios de Didáticos Especializados e de Ensino I
- Pré-Clínica
- Imagenologia
- Ambulatório Odontológico
Laboratórios de Didáticos Especializados e de Ensino
II
- Ambulatórios Médicos
- Consultórios Geriatria e Obstetrícia
- Oftalmologia
- Urologia
- Pequenas Cirurgias
Laboratório de Pesquisa Científica
Todos os cursos da Saúde
77,71
20
Todos os cursos da Saúde
Engenharia Civil
73,39
30
Todos os cursos da Saúde
130,31
30
Engenharia Civil e Arquitetura e
Urbanismo
478,47
30
Engenharia Civil e Arquitetura e
Urbanismo
Engenharia Civil e Arquitetura e
Urbanismo
Todos os cursos da Saúde
209,56
40
252,07
30
384,69
20
Todos os cursos de Odontologia
884,74
30
Todos os cursos de Medicina e
Enfermagem
559,80
30
61,62
06
Todos os Cursos que desenvolve a
Pesquisa Científica
22.3.1. Expansão
O quadro apresentado na sequência demonstra Instalações Físicas
Gerais e outros ambientes específicos em expansão dos cursos em
funcionamento e os previstos.
LABORATÓRIO
CARACTERÍSTICAS
219
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
04
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Laboratório de Metrologia
Processos de Fabricação
Ensaios Mecânicos
Metalografia
Tratamento Térmico / Maquinas Térmicas
Vibrações
Máquinas de Fluxo
Laboratório de Informática e Programação
Lab. Eletricidade
Lab. Circuitos Elétricos
Sistemas Eletrônicos Analógicos e Digitais
Instrumentação Eletrônica
Informática e Programação
Microprocessadores e Microcontroladores
Arquitetura de Computadores e Periféricos
Redes e Computadores e Redes Industriais
Telecomunicação
Controle e Automação
Dispositivos Lógicos Programáveis e Processamento
Digital de Sinais
Microeletrônica
Laboratório Microprocessadores e
Escritório Modelo (Núcleo de Práticas)
01
Laboratório de Conforto Ambiental
Laboratório de Maqueteria
Ateliês de Projetos Arquitetônicos
Laboratório de Fotografia e produção de imagens
Clínica odontológica
Laboratório de Solos e Nutrição de Plantas
Sementes
Micropropagação
Cultura de Tecidos
Fitopatologia
Entomologia
Qualidade e Segurança de Alimentos
Fisiologia Vegetal
Nutrição Animal
Produtos Florestais
Irrigação e Drenagem
Construções Rurais
Extensão Rural, Desenvolvimento Agrário e Organização
Rural
Laboratório Didático: Área de Plantio e Criação de Animais
01
01
Biblioteca
Bloco Administrativo e Acadêmico
Cursos Atendidos
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. Mecânica
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Área (m2)
-
Cap.
-
Eng. de Computação
Eng. de Computação
Ciências Contábeis
Administração
Arquitetura
Engenharia Civil
Arquitetura
Arquitetura
Arquitetura
Arquitetura
Odontologia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
Agronomia
-
-
-
-
Tecnologia em
Agronegócio
Todos os cursos
Departamentos
administrativos e
Acadêmicos
-
-
1.616
-
01
-
22.3.2. Logística Didática da IES
A Coordenação Geral de Laboratórios tem como uma de suas
políticas a promoção, coordenação, o apoio e fomento de ações objetivando a
melhoria contínua dos serviços prestados pelos laboratórios. Conta com um
espaço físico ideal para armazenar alguns materiais de uso contínuo dos
220
mesmos.
O Departamento Administrativo atua no gerenciamento dos setores
de Compras, Almoxarifado, Patrimônio, Reprografia, Telefonia e MASG Manutenção e Serviços Gerais. O setor de compras é o responsável por toda
aquisição de materiais e equipamentos da instituição e pelo processo inicial de
cotação e finalização no ato da entrega.
No almoxarifado ocorre o gerenciamento de estoque, o Almoxarifado
administra o excesso, extravio ou mesmo a insuficiência de abastecimento aos
departamentos existentes nesta IES.
No setor de patrimônio ocorre o gerenciamento, destinação,
localização e transferência de bens móveis e imóveis de um determinado
departamento desta IES a outro, atuando no controle e reparo dos referidos
bens, possuindo eles garantias ou não.
A reprografia interna é responsável pela reprodução de documentos
internos inerentes a instituição, entre eles: provas, apostilas e formulários
internos de utilização dos departamentos desta IES.
A telefonia promove o atendimento interno e externo por meio de
PABX digital, sinal DDR de 30 canais, podendo efetuar ou receber 30 ligações
simultaneamente, buscando um menor tempo de espera de seus usuários,
alem de 4 interfaces para ligações de celular. Usado com estrutura de um
micro computador com mesa virtual digital e um click fone como apoio.
O setor de manutenção e serviços gerais opera em manutenção,
limpeza e reparação das instalações internas e externa do ITPAC Porto
Nacional, visando a satisfação do usuário durante o período de sua estadia.
22.3.3. Equipamentos de Informática para o acesso dos discentes
Os alunos têm fácil acesso aos recursos da informática para a
elaboração
de
seus
trabalhos
e
a
realização
de
pesquisas.
São
disponibilizados os laboratórios de informática e os computadores da biblioteca
da FAPAC.
Quanto à aquisição de computadores, periféricos e instrumentos
multimeios, a preocupação é com a satisfação dos seguintes itens:
221
• máquinas e equipamentos suficientes para uso do corpo docente, dos alunos
e dos funcionários técnico- administrativos;
• boa relação entre número de usuários e número de máquinas;
• contratação de pessoal qualificado, sempre disponível em cada laboratório,
oficina de trabalho ou estúdio;
• operadores qualificados a serviço dos usuários.
Nos Planos de Ensino, que demandam, além das aulas teóricas, o
uso dos recursos computacionais e de multimídia, os professores e técnicos
buscam a combinação teoria/prática, tendo em vista o melhor processo para
inserir o aluno no contexto profissional de sua atuação futura.
O ITPAC Proto Nacional conta com 4 (quatro) Laboratórios de
Informática, disponíveis para várias disciplinas e acesso da comunidade em
geral. Cada laboratório tem configurações e aplicativos necessários para um
bom desenvolvimento pedagógico. Possuem o Sistema Operacional Windows
7 e os utilitários Libre Office e antivírus e também os aplicativos (AutoCad
2012/2013, Revit Architecture 2012/2013, Spring, Geogebra, Ftool, Devcpp C++ e ArchiCAD).
NOME
ARÉA
M²
49,5
QTD
COMP.
32
62,1
30
Laboratório III
78,12
42
Laboratório IV
78,12
42
Laboratório VI
78,12
42
Laboratório VII
78,12
42
TOTAL
424,08
230
Lab. I –
Pesquisa
(Biblioteca)
Laboratório II
DESCRIÇÃO
DELL OPTIPLEX 3010 INTEL
CORE I3, 4GB E HD500GB –
Monitor 19’ dell
DEX-PC INTEL CORE I3, 4GB E
HD500GB – Monitor 17’ dell
DELL VOSTRO INTEL CORE 2
DUO, 4GB E HD500GB – Monitor
19’ dell
DELL OPTIPLEX 3010 INTEL
CORE I3, 4GB E HD500GB –
Monitor 19’ dell
LENOVO CORE I5, 4GB E
HD500GB – Monitor 17’ LENOVO
LENOVO CORE I5, 4GB E
HD500GB – Monitor 17’ LENOVO
22.4. BIBLIOTECA
A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense
Presidente Antônio Carlos ITPAC – Porto proporciona suporte para o
222
desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de
Administração, Arquitetura e Urbanismo, Medicina, Odontologia, Enfermagem,
Engenharia Civil. Com a capacidade para 200 alunos, seu principal foco é a
interação aluno/biblioteca, objetivando todas as necessidades procuradas.
A biblioteca ocupa uma área de 513,03 m² (incluindo o salão de
leitura, cabines de estudo em grupo e individual, acervo, laboratório de
informática, videoteca individual) distribuída de forma a disponibilizar o livre
acesso ao acervo e propiciando ao usuário procurar as obras que deseja
retirar diretamente nas estantes. Oferece ao usuário um ambiente confortável
com condições de estudo e pesquisa.
Os usuários da Biblioteca têm disponível 88 escaninhos, destinado
a abrigar todo o material pessoal de quem efetua a consulta, enquanto
permanecer nas dependências do setor.
22.4.1. Espaço físico
A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense
Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto dispõe de um salão de estudo em
grupo com uma área de 101,02 m². O salão de estudo em grupo foi criada para
o melhor conforto dos discentes e docentes, espaço confortável e climatizado
para que possam ter um melhor aproveitamento dos estudos. Conta com 08
salas de estudo em grupo (7,27 m² cada) que acomodam 48 alunos e um salão
com 5 mesas que acomodam 30 alunos e 02 cabines de estudo para alunos
cadeirantes, climatização e lâmpada de emergência. Dispõe ainda de uma sala
para estudo individual com 51,41M² e mais 20 cabines individuais, além de
uma Videoteca com 35,80m² com 10 cabines individuas onde os usuários
podem assistir aos vídeos.
Os
usuários
ainda
têm
a
sua
disposição
32
terminais
de
microcomputadores conectados em rede e à internet para a realização de
atividades acadêmicas dentro da biblioteca com uma área de 51,41m².
22.4.2. Acervo por área do conhecimento
O acervo bibliográfico se divide em 10 classes do conhecimento
223
humano e está distribuído em estantes para livros (dupla face). Os usuários
têm à sua disposição 02 terminais para consulta à base de dados na própria
biblioteca, o mecanismo de busca pode ser feito pelo autor, título ou assunto.
Totalmente informatizado através do software para gerenciamento de
bibliotecas denominado RM Biblios. Os empréstimos, devolução, reservas
estão disponíveis em computadores no balcão de atendimento.
Amplamente utilizado nas rotinas do sistema, qualquer tipo de
documento pode ser identificado através da etiqueta de código de barras, que
são produzidas pelo próprio sistema.
O acervo da biblioteca encontra-se em plena expansão, hoje
contamos com os seguintes números: de 4.951 títulos e 28.927 exemplares,
entre livros, periódicos, obras de referência, monografias e materiais especiais.
Encontra-se totalmente automatizada por meio do sistema RM Biblios,
dispondo de código de barras que viabiliza de forma ágil e eficaz o
empréstimo do material bibliográfico. Todo o acervo está registrado,
classificado de acordo com a CDD (Classificação Decimal de Dewey) e
catalogado seguindo as normas da AACR2 (Código de Catalogação AngloAmericano).
TOTAL DO ACERVO POR ÁREA DO CONHECIMENTO
LIVROS
PERIÓDICOS
ÁREA
TÍTULO
NACIONAI ESTRANG.
EXEMP.
S
S
TÍT. EXS. TÍT. EXS.
Ciências Exatas e da Terra
253
1.772
8
41
0
0
Ciências Biológicas e da
Engenharia
e Tecnologia
saúde
Ciências Sociais Aplicadas
Ciências Humanas e
Linguística, Letras e Artes
Sociais
TOTAL
1454
466
312
657
400
3.522i
10.281
4.476
574
1.563
1.137
19.803
17
39
8
47
67
17
35
1.4
487
38
178
623
183
2.9
6
50
13
19
0
3
1
36
24
15
3
0
6
14
11
2
55
2
22.4.2. Biblioteca Digital
A Biblioteca Nossa Senhora das Mercês do Instituto Tocantinense
Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto oferece também a Biblioteca Digital
224
(BD), um sistema informatizado que disponibiliza, em meio digital, títulos
universitários. O projeto implantado em 2015, em parceria com editoras, tem
como intuito auxiliar nas pesquisas e suprir as demandas informacionais dos
alunos da Instituição.
Na plataforma Biblioteca Virtual, disponibilizada pela editora Pearson e
seus selos editoriais (Prentice Hall, Makron Books, Financial Times e Addson
Wesley), o aluno terá acesso a cerca de 3.237 títulos das mais variadas
editoras como: Ibpex, Manole, Papirus, Ática, Contexto, Scipione, Companhia
das Letras, Educs, Casa do Psicólogo, Jaypee Brothres e Rideel.
A plataforma está disponível gratuitamente com acesso ilimitado para
todos os alunos, professores e funcionários pela página da biblioteca no site da
instituição.
A Biblioteca Digital tem como missão disponibilizar ao aluno mais uma
opção de acesso aos conteúdos necessários para uma formação acadêmica de
excelência através de um meio eficiente, acompanhando as novas tendências
tecnológicas. A ITPAC - Porto, desta forma, está comprometida com a
formação e o desenvolvimento de um cidadão mais crítico e consciente.
22.4.3. Cronograma de expansão do acervo
Existe uma política definida de atualização do acervo em nível
institucional. O docente solicita as suas necessidades à coordenação do curso,
esta encaminha aos setores responsáveis (biblioteca e setor de compra do
ITPAC - Porto). A Biblioteca do ITPAC - Porto, particularmente, desenvolve
uma política de atualização e desenvolvimento do acervo, observando: a
seleção e aquisição de material bibliográfico. Na seleção, a biblioteca recebe e
analisa a lista de sugestões dos professores de cada curso, bem como
as demandas anteriores não atendidas e as estatísticas de uso da biblioteca.
No processo de aquisição, a biblioteca conta com orçamento anual e realiza
02 (duas) aquisições anuais, sendo uma no início do 1º semestre e outra no
início do 2º semestre. Nesta rotina, as bibliotecárias elaboram a lista conforme
a demanda de cada curso e encaminha ao Departamento de Compras para
que se proceda à aquisição dentro do calendário em vigor.
A seleção do material bibliográfico é feita com critérios próprios,
baseados em normas internacionais, observando-se os seguintes parâmetros:
225
•
adequação à capacidade, necessidades e interesses dos usuários;
•
atualização de novas edições, a cada ano, pela aquisição dos melhores
textos;
•
preferência por novos títulos, obras de autores consagrados e data atual
de publicação;
•
caracterização do valor histórico das obras sejam eles legais fiscais ou
culturais;
•
número de exemplares existentes de cada obra, com verificação da
freqüência de uso pelos usuários;
•
prioridade para os conceitos de especificidade, relevância do tema e o
princípio utilitário.
Também no ato da aquisição, quando se consolidam as indicações
bibliográficas feitas pelo corpo docente e coordenação de curso, as
bibliotecárias avaliam se o número de exemplares solicitados é viável, fazendo
uma comparação no acervo, com apoio de relatórios informatizados, do
número de exemplares existentes.
Caso o acervo já contenha um número razoável de exemplares, adquirese em pouca quantidade somente para renovação daqueles volumes muito
procurados que sofrem desgaste natural ou que já sofreram restauração e
mesmo assim permanecem com utilidade para empréstimos e leitura na
biblioteca.
Horário de funcionamento
O horário de funcionamento da Biblioteca é de Segunda à Sexta,
das 08:00 às 22:00 e no Sábado 08:00 ás 18:00.
Pessoal técnico-administrativo da Biblioteca
A Biblioteca Nossa Senhora das
Mercês
do
Instituto
Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC Porto possui 02 (duas)
bibliotecárias com experiência administrativa na área de Biblioteconomia.
Estas são responsáveis pela direção e organização do setor. Conta ainda
com 10 auxiliares de biblioteca. Além de pessoal de apoio, vigilância,
limpeza e manutenção, que estão preparados para manter o ambiente
limpo e agradável para os usuários.
226
Serviços prestados aos usuários
•
Empréstimo domiciliar para alunos de graduação e funcionários, total
de 04 obras por 04 dias prorrogáveis; para professores por 05 obras por 07
dias prorrogáveis;
•
Consulta in-loco para não usuários registrados (público externo) e
empréstimo entre biblioteca com formulário próprio com assinatura das
bibliotecárias responsáveis;
•
Pesquisa bibliográfica on-line pelos micros de consulta, podendo ser
impressa uma listagem, se necessário;
•
Serviço de referência, atendimento pessoal ou pelo telefone e/ou e-mail,
com esclarecimento e orientações sobre as fontes de pesquisas existentes;
•
Orientação, via elaboração de referências bibliográficas e fichas
catalográficas
(on-line),
em
trabalhos
acadêmicos,
monografias,
em
complementação aos dados fornecidos pelos professores de Metodologia
Científica em sala de aula, em consonância com as normas ABNT;
•
Orientação, quanto ao uso da biblioteca, para otimização do uso dos
recursos e materiais oferecidos, permitindo o livre acesso às estantes e
mobiliários de armazenamento dos materiais especiais. São distribuídas aos
novos alunos, as normas de utilização da Biblioteca, bem como outras
informações básicas e úteis contidas no Guia do Aluno;
•
Disponibilização de jornal diário, mantendo para uso local um título:
Jornal do Tocantins;
•
CD Room`s que acompanham os livros;
•
Disponibilização de micros para pesquisa na Internet, além de vários
terminais de acesso existentes nos Laboratórios de Informática;
•
Empréstimo informatizado: Sistema RM integrado ao Sistema de
Controle Acadêmico, com cadastro automático do corpo discente;
•
Empréstimos entre bibliotecas ITPAC Porto / UFT Porto: é um recurso
usado caso não exista, no acervo local, o livro solicitado pelos usuários.
23. CONVÊNIOS E CONTRATOS EM SAÚDE
227
A FAPAC/ITPAC PORTO tem convênios celebrados com a Secretaria de
Saúde do Município de Porto Nacional e com a Secretaria de Saúde do Estado
do Tocantins, que possibilita aos alunos do Curso de Enfermagem acesso às
Unidades de Saúde no sentido de vivenciarem a realidade do Sistema Único de
Saúde, conforme preconiza o PPC de Enfermagem.
Além dos laboratórios da FAPAC/ITPAC PORTO o Curso de
Enfermagem conta com parcerias que possibilita prática ampliada, favorecendo
o desenvolvimento das competências e habilidades concebidas no projeto
pedagógico do curso e que proporciona ao estudante o suporte para o
desempenho profissional.
As unidades hospitalares de ensino, juntamente com as Unidades
Básicas de Saúde- UBS que integram os complexos de saúde de Porto
Nacional e das cidades da região de influência do curso proporcionando ao
curso de Enfermagem a capacidade plena de funcionamento de seus
propósitos.
24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BESERRA, Eveline Pinheiro et al. Educação ambiental e enfermagem: uma
integração necessária. Rev bras enferm, v. 63, n. 5, p. 848-52, 2010.
CECCIM RB, PINTO LF. A formação e especialização de profissionais de
saúde e a necessidade política de enfrentar as desigualdades sociais e
regionais. Rev Bras Educ Med 2007; 31(3):266-277.
DE MOURA CARVALHO, Isabel Cristina. As transformações na esfera pública
e a ação ecológica: ecológica: educação e política em tempos de educação e
política em tempos de crise da modernidade. Revista brasileira de educação,
v. 11, n. 32, p. 309, 2006.
228
FERNADES, S. Quantitativo de enfermeiros atuando no Rio Grande do
Sul, 2013. Trabalho apresentado como requisito para conclusão do curso de
especialização em Saúde Pública da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul. Porto Alegre. 41p. 2014.
OLIVEIRA, M.S. Estratégias de fixação de profissionais de saúde no
sistema Único de Saúde, no contexto do Pacto pela saúde. Divulgação em
Saúde para debates. Rio de Janeiro, n.44, 2002.
OLSHANSKY, E. Nurses and health promotion. J Prof Nurs; 23(1): 1-21. 2007
Peres
AM. Sistema de informações sobre pesquisa em enfermagem:
proposta para um departamento de ensino de universidade pública
[dissertação]. Florianópolis: Centro Socioeconômico da UFSC; 2002.
SILVA et al. Regulação do acesso à saúde: o processo de trabalho
administrativo da enfermagem. Esc. Anna Nery, n.11, 2011.
SILVA, B.R.; BAPTISTA, S.S.. O movimento de expansão dos cursos
superiores de enfermagem na região norte do brasil. R Enferm UERJ, Rio
de Janeiro, 15(4):515-20. 2007.
TEIXEIRA, E.; FERNANDES, J.D.; ANDRADE, A.C.; SILVA, K.L.; ROCHA,
M.E.M.O.; LIMA, R.J. O.. Overview of Nursing Graduation courses in Brazil
in the National Curriculum Guidelines decade. Revista Brasileira de
Enfermagem. 2013.
VAN EIJCK M, ROTH WM. Improving science education for sustainable
development. Plos Biol,; 5(12): e306. 2007.
229
230
Download

projeto político pedagógico curso de enfermagem