P
Anna Karina Antunes
Carrinho de ferramentas para
competigao automotiva
Curitiba
UTP
2006
J,t>
Anna Karina Antunes
Carrinho de ferramentas para
competi<;ao automotiva
Tcc- Trabalho de Conclusao
de Curso
Apresenlado
ao curso de Design Habilital;c30 em
design de produto. Como requisito parcial para
obtenyao do grau de designer de produto da
UTP - Universidade
Tuiuti do Parana orientado
peles Professores
Fabio Fontoura.
Curitiba
UTP
2006
Oedico este projeto a meu irmao
Leonardo de Souza, pilato da
F6rmula Renault Brasil.
IV
Agrade,o a todos aqueles que me
ajudaram e tornaram passive1
a realiz8C;80 deste trabalho em
especial meus pais e meu irmao.
v
SUMARIO
LISTA DE FIGURAS
LlSTA DE TABELAS.
RESUMO
ABSTRACT.
INTRODUAo
REVISAo
.Y..I.!
X
c,
c,J.
.
.
Jl.1.
BIBLIOGRAFICA.
Transportar
Hist6ria do Automobilismo...................
F6nmula Renault- A Categoria
Renautl Speed Show.......................
F6rmula Renault- 0 carro
F6rmula Renault- As Corndas.......
.
.
Hist6ria da Ferramenta
M6veis para Oficina....
,..
Carrinhos de outras linhas de utiliza,ao
Carrinho de ferramentas utilizado na F6nmula Renault
Ferramentas
utilizadas na Formula Renault
usa do carrinho de ferramentas
na Formula Renault..........
Produtos similares
Pesquisa com usuarios....
.
Levantamento
Ergonomico..
.
o
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M
Reciclagem...
Rodizios
Corredi,as
Gera,ao de Alternativas
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77
RESULTADOS
DISCUS.SAo
,....
REFER EN CIA BIBLIOGRAFICA.
.1.Q7.
J.Q!)
. J.Q~
l.7.
~4.
.
VI
LlSTA DE FIGURAS
Figura
Figura
Figura
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Figura
Figura
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Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
Foto do produto.....................................
carro da Formula Renault
carro da Formula Renault
carro da Formula Renaull
Pit Lane da Formula Renault
Largada da Formula Renault
Pit Lane da Formula Renault....
..
Piloto em seu carro
Corrida da Formula Renault
Carros no Grid de largada
Formula Renault
Corridas de rua
Final de corrida
Mecanico e piloto
Salida..........
Podium
Ferramenta no periodo Paleolitico
Utilizayao da ferramenta na antiguidade
Caixa para ferramentas
Annario para ferramentas
Sancada para Ferramentas
Exposilor para Ferramentas
Sa'; para Ferramentas
Carro para Ferramenlas
Armario Expositor
Camnho da hnha Industnal
Carrinho da linha Industrial
Carnnho da Iinha Hotelatla
..
Caninho da linha Hotelaria
Caninho da linha Limpeza........
Carrinho da linha Umpeza
Carrinho da linha Supermercado
Carrinho da linha Supermercado
Caninho da linha Coletora de lixo
Caninho da linha Coletora de lixo
Caninho utilizado na Formula Renault
Caninho da marca Usta
Caninho da marca Usta
Carrinho da marca Gedore
Camnho da marca Gedore
Caninho da marca Gedore
Camnho da marca Gedore
Caninho da marca Gedore
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VII
Figura 44
Figura 45
Figura 46
Figura 47
Figura 48
Figura 49
Figura 50
Figura 51
Figura 52
Figura 53
Figura 54
Figura 55
Figura 56
Figura 57
Figura 58
Figura 59
Figura 60
Figura 61
Figura 62
Figura 63
Figura 64
Figura 65
Figura 66
Figura 67
Figura 68
Figura 69
Figura 70
Figura 71
Figura 72
Figura 73
Figura 74
Figura 75
Figura 76
Figura 77
Figura 78
Figura 79
Figura 80
Figura 81
Figura 82
Figura 83
Figura 84
Figura 85
Figura 86
Figura 87
Figura 88
Figura 89
Carrinho de Qutras marcas..............................................................
Carrinho de Qutras marcas.......................................
2.12
2.!t
.
Chave comblnada.
.
Chave estrela
Chave eslrela
Chave tipo biela
Chave fixa
Soquete sextavado
Soquete tipo torx...........................................
..
Soquete estirado
Chave de fenda
Chave de fenda cruzada
Chave hexagonal
Chave hexagonal com cabo
Chave hexagonal com cabo T
Alicate para aneis
Alicate para aneis intemos pontas fixasl......
..
Allcate universal
Alicate de bico........
..
Alicale de corte
Alicate tipo telefone... ..
Torquimetro
Martelo
Martelo de nylon...............................................................
Calibrador...............................................................
..
Carrinho de ferramentas
no bOx
Camnho de ferramentas no box
Camnho de ferramentas no box
Carrinho de ferramentas no box
Box da Formula Renault
Box da Formula Renault
Box da Formula 1
Box da F6rmula 1
Box da Stock Car............
Ergonomia
Ergonomia
Ergonomia......................
Ergonomia
Ergonomia
Chapas de a"o
Chapas de a"o
Chapas de a"o
Lampada
Lampada
Lampada
Rodizlos.
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VIII
Figura
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Figura
Figura
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Figura
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Figura
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Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
Figura
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
101
102
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119
120
121
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124
125
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
Rodizios
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... 7..2.
Rodfzios
.7..2.
Rodizios...................................................
.
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Tipos de rodizios...............................
.
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Tipos de rodas
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Tipos de fixa,8o
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Fixa,8o por placa
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Freios
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Rodizios
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Rodizios
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Rodizios
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Corredi,a
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Corredi,a
z.7.
Mock up
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Mock up
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Mock up
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.
Reendering
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Mock up
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Modelo
.
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Modelo
~.9.
Modelo
~.9.
Modelo
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Modelo
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Modelo
~.9.
Modelo
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Modelo
~.7.
Modelo
~.7.
Modelo
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Modelo
~.(\
Modelo
~.(\
Modelo
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Modelo
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IX
Figura 136
Figura 137
Figura 138
Modelo..
Modelo
Modelo
.
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J.9.!.
.1.9.1
x
LIST A DE TABELAS E GRAFICOS
Tabela
Tabela
Tabela
Tabela
01
02
03
04
Calendario F6rmula Renault..............
Ergonomia.
.
Ergonomia,
Ergonomia...................................
.
.
..
04
@
R.4.
24
XI
RESUMO
o carrinho
e
de ferramentas
necessario para armazenar as ferramentas nas oficinas e
nos Boxes das competi90es Automotiva. Dentro da Competi98o Automotiva
necessario que a organizador de ferramentas seja transportado com facilidade para
todas as etapas, e assim organizando e protegendo as ferramentas que sao utilizadas.
necessario uma analise da utilizac;ao do carrinho e das tarefas do mecfmico para
observar as problemas existentes e que serao solucionados . 0 mecanico possui urn
trabalho aonde realiza movimentos repetitivos e cansativos. Nas competic;6es
automotiva exige que as ferramentas estej8m em tacH acesso devido a frequencia de
que elas sao utilizadas. Os caninhos nas competic;6es pennanecem apenas nos boxes,
nao podem ser [evados para 0 grid de largada.
e
E
Transportar,
organizar,
ferramentas.
XII
ABSTRACT
The tool Box kart its necessary to store tools in the wor1<shops and on the Box of motor
racing teams. Inside a motorracing
competition is necessary that the tool organize be
transported with ease races, that way organizing and protecting the tools that are used.
Its necessary to analyze the utilization of the kart and the mechanics job to observe the
problems existed and that are going to be resolved. The mechanics have a job where he
makes repetitive an tireless movements. Motor raving demands that the tools have an
easy access due to the frequency they are used. The karts on motor raving remains
the boxes, they cant be taken to the grid.
on
Transport, protect and organize.
XIII
INTRODUC;;Ao
Para a elabora~ao
do trabalho foi analisado
e pesquisado
0 desenvolvimento
do
ambiente automotivo .Atraves dessa analise em corridas, foi detectado uma sarie de
problemas com as carrinhos de ferramentas que sao utilizados nos boxes e nas
oficinas.
Para aprofundar-se
sobre as problemas
dos carrinhos
foi aplicada
uma
pesquisa com as usuarios , aonde fa; encontrado certas dificuldades de usc. Com base
na pesquisa enos modelos similares existentes no mercado, a novo carrinho sera
projetado para supnr os problemas.
materia is para a sua fabric8c;Bo.
TamMm
foi pesquisado
uma vanedade
de
IMAGEM DO PRODUTO
Historia
do transporte
e
o transporte de materia is uma necessidade do ser humano. Oesde a antiguidade 0
homem ja improvisava
trancos de arvores para 0 deslocamento
de carga. Os Egipcios
utilizavam esse recurso,a maneira de cilindros, para transportar cargas pesadas. Oaf
teria surgido 0 eixo fixe com discos de madeira nas extremidades.
Com a passar do
tempo, e com 0 descobrimento da roda tudo se tomou mais agil, principalmente
para
cargas pesadas au em grande quantidade.
A partir de entao, surgiram varies tipos de
aplica<;6es para as rodas.Que quase sempre sao adaptadas a compartimentos
apropriados.
Transportar
e
Transportar, em sentido geral,
a a,ao ou 0 efeito de levar pessoas ou bens de um
lugar a outro. A rapidez
facilidade dos deslocamentos de um ponto geografico a outro
sempre determinam
as condic;oes de vida dos grupos humanos. Os meios de transporte
tomaram 0 homem independente
do meio em que vivia, permitiram-Ihe
ocupar todo 0
planeta, afetaram 0 aproveitamento
dos recursos naturais e bens de prodUC;80 e
impulsionaram
a comercio.
e
Os marcos mais importantes da operayao econ6mica
das diversas modalidades
de
transporte sao: invenC;80 da maquina a vapor (1987); inicio do trans porte ferroviario
(1830); inicio do transporte dutoviario (1865); inicio da utiliza9iio comercial do
automovel (1917); e inicio da avia9iio comercial (1926).
o
transporte implica a utiliza9iio conjunta de um engenho e de uma infra-estrutura
fisica, que se compoe de uma via de trans porte e de um sistema de apoio estayoes,
patios ferroviarios e rodoviarios, silos e armazens,
portos, tenninais maritimos ou
f1uviais, aeroportos,
instalac;oes de transbordo geral e instalac;oes de bombeamento.
Transporte terrestre, um dos primeiros veiculos terrestres foi 0 treno, empregado ha
mais de dez mil anos nas grandes migrac;oes da Asia para a America pelo estreito de
Bering.
A domesticayao
de animais, par volta do quarto milemio antes da era crista representou
um grande avanc;o no usa dos diferentes veiculos e ampliou sua utilidade comercial.
A inven,ao da roda, por volta de 3500 a.C. , revolucionou 0 transporte terrestre nos
milenios seguintes a usa de carras de duas au quatro radas se difundiu pela Asia e
Europa.
Historia do Automobilismo
A inven(:iio do motor Four-stroke
marca
0
peto engenheiro
Nikolaus
infcio de urn esporte que rapidamente conquistou
trabalhos,
Otto juntamente
com seu assistente
trabalhos sobre esse motor que mudaria
motocicletas.
0
Otto em meados
0
de 1870
mundo. Ao final de seus
Gottlieb Daimler concluiram
seus
curso de tude, ate entao implantado, em
Naquele mesmo ana de 1885, outro alemaa chamado Karl Benz construiu 0 primeiro
automovel em linha. A partir dar, com 0 dominic da tecnica, as construtores come.yaram
a competir informalmente entre 5i mais para quebra de recordes de velocidades ou
distancias.
Em 1904 e fundada a Federation Internationale de l'Automobile (FIA), juntamente com
a Federation Internationale des Motorcycles Clubs (FIMC) que posteriormente
tomou-se
a Federa9ao Internacional de Motociclismo (FIM). Desde entao as cOmpeti90es de
automobilismo vern sendo realizadas regulannente e de todos as tipos, sejam em
circuitos de rua, fechados ou corridas off·road, sempre com 0 crivo da FIA.
No Brasil
A Hist6ria do Automobilismo no Brasil teve inicio curio so. 0 pioneiro da avia980 Alberto
Santos-Dumont foi quem trouxe 0 primeiro autom6vel para seu pais, no ano de 1891. 0
detalhe e que esse automovel for utilizado mais para experimentos com a mecimica de
motores do que para 0 proprio transporte; experimentos esses que culminaram no 1481S.
As atividades automobilisticas
come~ram
em 1908 com 0 Conde Lesdain, um frances
ja famoso por seus feitos com seu Brasier no Marrocos e Argelia. 0 Conde fez a
primeira via gem Rio de Janeiro - Sao Paulo, urn percurso de 700 km entre picadas e
estradas para carros de bot com dura9aO de 45 dias. 0 primeiro brasileiro a percorrer
um trajeto semelhante foi Antonio Prado Jr., no dia 16 de abril de 1908. Sua equipe de
tres pessoas levou 37 horas entre Sao Paulo e Santos.
A primeira corrida oficial aconteceu ainda no ana de 1908. no dia 26 de julho. Estiveram
presentes 10 mil pessoas no Circuito de Itapecerica - trajeto que ia do campo do
Parque Antartica ate 0 centro da ddade de ltapecerica da Serra, ida e volta equ;valendo
75 km. 0 vencedor foi 0 Conde Sylvio Alvares Penteado, a bordo de seu Fiat. Ate
entao, todos os carros usados em conidas da spoca teriam de ser importados da
Europa ou Estados Unidos. Essa hegemonia
foi quebrada
em 1931, quando Cassio
Muniz construiu 0 primeiro carro de corrida do Brasil,com toda a mecanica nacional,
ainda sim sendo obrigado a importar 0 motor Chevrolet
Esse ferto marcou 0 automobilismo brasileiro, causando urna febre nacional em relayao
ao esporte, tanto que depois de muito pleitear junto
a Federation
International
de
rAutimobile (FIA), aconteceu 0 I Grande Premio Cidade do Rio de Janeiro no ano de
1933, no recente Circuito da Gavea, um dos mais desafiadores da epoca. Esse evento
organizado pelo Autom6vel Clube do Brasil (entidade que controlou 0 Automobilismo
e
inclusive as leis de transito no pars) teve vitoria do brasileiro Manuel de Teffe, pilotando
urn Alfa Romeo. Teffe fal urn dos grandes names do automobilismo na apaca,
competindo quase que em igualdade com os grandes nomes europeus que vieram
competir no Brasil.
Ate aquele momento todos as circuitos do Brasil eram organizados nas ruas das
grandes capitais au nas primeiras rodovias. No dia 12 de maio de 1940 toi inaugurado 0
primeiro circuito fechado do pars, 0 Aut6dromo de Interlagos. Ainda com instala90es
precarias (nao havia lanchonetes au sanitarios), a aut6dromo 56 foi conclufdo no tim da
decada de 60.
Nao se deve falar dos prim6rdios do automobilismo brasileiro sem falar de Chico Landi.
Sua primeira corrida foi 0 II GP Cidade do Rio de Janeiro, em 1934, e teve seu apice
profissional entre 1948 e 1952, com as vrt6rias no GP de Bari na Italia. Sua carreira na
Europa 56 nao foi melhor par reeeber tratamento inferior em rela9Bo aos colegas de
equipe, todos europeus. Landi foi 0 primeiro piloto do continente americana a veneer
uma prova na Europa e tambem protagonizou a prime ira vit6ria oficial de uma escuderia
cujo pr6prio dono pediu sua contrata~o, a Ferrari; alem de ser 0 primeiro pilato
brasileiro a pontuar na Formula 1.
Interlagos tomou-se
0 grande centro automobilistico
do Brasil quando em 1954 foi
disputada a ultima corrida no Circuito da gavea, entao ja obsoleto para as velocidades
que jil se alcanQava. Criou-se entao em 1956 uma prova que marcaria a historia do
nosso automobilismo: as Mil Milhas, onde inumeros pilotos foram revelados. Eram 201
voltas no antigo trayado. Como nao podiam ser importados modelos para correrem a
prova, todos os esforyos voltaram-se para os veiculos nacionais. Mas com 0 alto indice
e
de acidentes provocados pel a falta de seguran9a do aut6dromo, este
fechado em 67
para reform as; nesse periodo, uma jovem promessa era obrigada a tentar a vida na
Europa, Emerson Fittipaldi. A vanta gem que logo foram inaugurados circuitos ao
longo do pais como 0 de Curitiba, Fortaleza, Tanuma (RS) e posteriormente
Jacarepagua (RJ), como resultado surgem pilotos fora do eixo Rio - Sao Paulo.
e
o retomo
de Interlagos
se da com 0 fim da segunda
reforma em 69 com algumas
provas de exibiC;aode categorias europeias e em 71, com urn GP extra - oficial de
Formula 1, que viria definitivamente no ana seguinte.
o Automobilismo
Brasileiro
e entao
comandado
pelos Stock Cars nas decadas
de 70 e
principal mente 80, pOis as atenc;6es e a paixao dos brasiieiros era acompanhar 0
desempenho dos pilotos brasileiros nos grandes campeonatos europeus,
principal mente a F6nnula 1 que nos acostumou a vennos nossos pilotos ievarem
Brasil ao ponto mais alto do p6dio com 0 bicampeao
tricampeoes Nelson Piquet e Ayrton Senna.
Emerson
Fittipaldi e os
0
Formula Reanult - A categoria
o Renault
e
Speed Show
urn dos maiores espetaculos do automobilismo
nacional.
Composto pela F6rmula Renault, F6rmula-3 Sui-Americana,
Copa Clio e Super Clio, 0
evento atra; em media 20 mil pessoas par etapa nos aut6dromos
e 135 mil em circuitos
de rua. Em seu quinto ano de eXistencia, S9 consolidou como a OP9ao mais vantajosa
para os pilotos que buscam urn campeonato bern organizado em com grande exposic;ao
na midia.
e
A Formula Renault
urna das principais categorias do automobilismo
mundial. Tern
campeonatos
nacionais na Inglaterra, Italia, Alemanha
e Fran~a,entre Qutros paises.
partir de 2002, a categoria come,ou a ser disputada tambem no Brasil, trazida pelo
empresario e ex-piloto de F6rmula-1
Pedro Paulo Diniz, que jil: conhecia a Formula
Renault na Europa.
A
A F6rmula Renault utiliza chassis da marca Tatuus, uma fabrica italiana com grande
prestigio na produC;80 de carras de competic;ao. 0 motor usado na categoria
derivado
do Clio RS de 2 litros, com 4 cilindros e 16 valvulas, vendido no mercado europeu. Tem
patencia estimada em 193 cavalos em virtude de mudanC;8s no sistema de
gerenciamento
eletr6nico. Com isse, os carros da categoria devem atingir velocidades
de ate 250 km/h.
e
A Formula Renault Brasil tern campeonatos
diferentes: a de pilotos, de novatos, de
equipes e de organiza980
e imagem - alga que nao acontece em outros parses. Com
iSso, a categotia passa a ser mais atraente para as proptios pilotos, e tambem para as
patrocinadores.
Ficha Tecnica da Formula Renault
Nome: F6rmula Renault
Chassi:
Monocoque
2000
em fibra de carbona
Dimensoes:
Entre-eixos: 2.645 mm
Eixo dianteiro: 1.434 mm
Eixo traseiro: 1.318 mm
Peso: 480 kg
Carenagem:
Freios:
fibra de vidro
Dianteiros
e traseiros
a disco, ventilados
Rodas:
Em aluminio
Dianteiras: 8 x 13 polegadas
Traseiras: 8 x 13 polegadas
Pneus:
Pirelli
Transmissao:
Cambia
sequencia I de 6 marchas,
diferencial
autoblocante
Suspensoes:
Dianteira: push-rod, urn amortecedor
Traseira: push-rod, dais amortecedores
Motor:
Renault F4 RS, 4 cilindros,
1.998 cm3
Polencia
maxima:
16 valvulas (Renault Clio RS 2 litros)
192 hp a 6.500 rpm
Torque
maximo:
Tanque
de combustivel:
22 mkg a
5.500 rpm
38 litros
mixima: cerea de 245 km/h
Velocidade
Renault Speed Show
Renault Speed Show a uma promo.,ao da PPD Sports, empresa comandada pelos expilotos Pedro Paulo Diniz e Andra Ribeiro. Muito mais do que um espetaculo
automobilistico,
garantido nas pistas pela Formula Renault, Copa Clio e Super Clio, 0
evento tern como pro posta oferecer uma atrayBo completa para toda a familia e
movimentar cada uma das pravas com promoc;oes, shows radicais e artistas populares.
Depois do exito da estraia em 2002, quando a Formula Renault e a Copa Clio
imediatamente se transformaram em sucasso de publico e critica, a PPD Sports
aumentou
0
investimento no campo social. Facilitando a presenya dos torcedores nos
aut6dromos,
ao estipular a d08c;ao de 1 kg de alimentos como ingresso, democratiza
urn esporte historicamente
relacionado as classes de maior poder aquisitivo.
Destinando 0 total arrecadado a entidades carentes, reve[a de forma inequivoca 0
comprometimento
do Renault Speed Show com a responsabilidade
social.
Conduzindo 0 automobilismo
dentro de uma conceP98o
Show inova tambem ao pennitir as empresas parceiras
alternativas capazes de maximizar 0 seu investimento.
Formula Renault - Calendario 2006
modem a,
0
uma variada
Renault Speed
gama de
Etapa
Data
1" Etapa
2" Etapa
3" Etapa
4" Etapa
5" Eti3pa
6" Etapa
25 de
26 de
13 de
14 de
03 de
04 de
15 de
16 de
20 de
10 de
22 de
25 de
26 de
r Etapa
8" Etapa
g" Etapa
10" Etapa
11" Etapa
12" Etapa
13" Eta a
Tabela 01- Fonte Speed Show
Formula Renault - 0 carro
Fig 02- Fonte Tatuus
Maryo
Marco
Maio
Maio
Junho
Junho
Julho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Novembro
Locat
GP de Curitiba
GP de Curitiba
GP de Campo Grande
GP de Campo Grande
GP de Brasilia
GP de Brasilia
GP de Taruma
GP de Taruma
GP de Salvador
GP de Vito ria
GP Sao Paulo
GP F-1
GP de Sao Paulo
GP de Sao Paulo
Fig 03· Fonte Tatuus
Formule
Fig 04· Fonte Tatuus
RENAULT
2000:
F6rmula Renault- Corridas
A temporada
da Formula Renault esta dividida 13 etapas em 7 cidades do Brasil.
Fig 05- Fonte Speed Show
Fig 06 - Fonte Speed Show
Fig 07 - Fonte Speed Show
Fig 08- Fonte Speed Show
Fig 09 - Fonte Speed
Show
Fig 10- Fonte Speed Show
10
Fig 12
Fig 11
Fig 13- Fonte Speed
Fig 15 - Fonte Speed
Show
Show
Fig 14- Fonte Speed
Fig 16- Fonte Speed
Show
Show
II
A Hist6ria da Ferramenta
A ferramenta
e urnas das provas de que 0 homem iniciou a sua evoluyao ha pelo
menos dois milh6es de an os. No ana de 1959 loram encontradas na Alrica lerramentas
de urn milhao setecentos anos atras. Sao martelos e choppers
(instrumentos
de corte)
que comprovam
a existencia de urna tecnica ja em desenvolvimento.
As lerramentas do Ion go periodo que se
leilas de silex, urn tipo de pedra que era
de picaretas leitas com chilre de veado.
atraves da percussao ate a formayao de
chama Paleolitico ( Idade da pedra ) eram
relirado de grandes bancos rochosos, atraves
Os blocos de pedra retirados eram talhados
urn nucleo, a base da futura ferramenta.
A forma e as tecnicas basicas da Utiliz8C;80 de variDS instrumentos
que usa mas ate hoje
ja eram conhecidos desde os primordios da evolu~ao humana. A pin~, por exemplo, ja
usada para a depilaC;8o, era feita com conchas de mechilhao.
Havia 0 endireitador
de
flechas, que
0 ancestral
da nossa chav8-inglesa
e do alicats, furadores que eram
usados atraves de rotayao, martelos e machados especificos para fim;6es diversas,
burris e raspadores.
e
Nossos ancestrais ja sabiam de diversas relac;oes entre 0 tamanho do cabo e peso do
percutor para que urn martelo pudesse , ou quebrar pedras durissimas, ou talhar uma
colher de madeira; ja usavam contra-pesos
para controlar 0 impacto e a direyao dos
golpes e usavam especies de amortecedores
para aproveitar os estilhayos da pedra,
Podemos observar, durante todo 0 periodo da Idade da Pedra, uma evolu~iio
importante na hist6ria da ferramenta.
As primeiras ferramentas
de corte tin ham urn
tamanho que variava de 40 cm ate 1 metro. Num periodo de tempo que chega a
quinhentos mil anos, os instrurnentos de corte VaG se reduzindo de tamanho, ate se
tomarem micro-laminas
(as micr6litos, que nao chegavam
a 2 cm) que eram encabados
com madeira au ossa.
Foi no periodo chamado Neolftico que sa reconheceu
uma das maiores revolw;6es
na
histaria da humanidade. Nela surge, hi! 8.000 anos atras, a agricullura, a domestica~o
de animais a a ceramica. Desenvolve-se
assim, a fabricayao
de ferramentas
especlficas
para esles trabalhos.
Entretanto na hist6ria das farramentas,
a fato mais importante acontece he mil e
duzentos anos atres, com a dominic da tecnica de fusao e tratamento
de ferro.
Apesar de 0 metal ja ser conhecido, pais muitos povos usavam 0 metal de meteoros
para fazer faeas, pontas de flechas e instrumentos
para perfurar, este era tratado como
a pedra atraves da percussao e do pOlimento. 0 forno, 0 fole, a bigoma, 0 martelo,
revalucionaram
0 usa dos metais, possibilitando
a surgimenta
de uma industria
12
metalurgica, com a qual a homem passa a produzir a propria materia de que sera feita a
ferramenta.
ferreira passa a ser 0 mestre e 0 fabricante de ferramentas, adquirindo, em todos os
pavos que dominam a metalurgica, um papel de destaque. Com seus segredos, rituais
e tecnolagia, os ferreiras passam a influenciar a representayao dos deuses de varias
povos, alem de criarem uma serie de novas tabus.
o
Surgem as deuses ferreiros ou as deuses que usam a martelo, a bigoma ou mesmo a
fogo, na forma de raio, para simbolizar a poder e a forc;a. Surgem os tabus para que
afastam as oficinas das aldeias impedindo 0 acesso de pessoas estranhas
atividade
metah,Jrgica e, principal mente, a presenc;:a de mulheres. Acreditava-se
que se a mulher
olhasse 0 trabalho do ferreira, uma grande praga caina sobre ele.
a
o
poder do ferro e, consequentemente,
do fole, do martela e da bigarna e tila grande
que estas ferramentas passam a ser vistas como magicas, atuando por conta propria.
A origem do universo e do proprio homem passa a ser explicada como urn pracesso de
fabrica~ao semelhante aa processo de fabrica,aa do abjeta de fenrc. Deus produziu a
homem atraves da transformayao ( au sacrificio ) de uma materia original, da mesma
forma que 0 ferreira produz uma faca atraves da transformac;ao do minerio de ferro.
Ate a secula XVII d.C. apesar das mod~ica96es importantes que ocorreram com as
ferramentas, todo 0 trabalho era realizado atraves de dois tip os de motores: 0 motor
humano e 0 motor animal. I
Ha duzentos anos atras 0 homem comec;ou efetivamente a substituir os dais motores
que usou desde 0 inicio da sua evoluc;ao. No ana de 1775 James Watt inventou a
maquina-a-vapar
que principia a substituiyao da forc;:a animal e human a na realizac;ao
de trabalhas.
As ferramentas passaram entao a ser movidas pela forya do motor, Com ele movido a
vapor, a combustivelliquido,
au eletrico foi possivel fazer varios raspadores
funcionarem ao mesmo tempo. Com uma velocidade maior, com movimentos rnais
precisos, par urn tempo bern mais longo.
A ferramenta funciona junto com a maquina, constituindo assim a maquina-ferramenta,
a condic;ao para que pudesse ocorrer a revoluc;:ao industrial que se alastrau por todo 0
mundo.
o ferreira
cede lugar ao cientista que inventa, ao industrial que a financia e ao operillio
que comanda a maquina. A ferramenta deixa de ser magica para sar prod uta da
ciencia. 0 mundo deixa de ser pensado como resultado do trabalho de urn deus-ferreira
e pass a a ser representado como uma maquina perfelta. 0 modelo desta maquina, que
a homem maderno passa a fabricar, e 0 relogio.
13
A partir da Segunda Guerra Mundial, com 0 desenvolvimento do computador, inicia-se
um novo periodo de revoluC;aona hist6ria da ferramenta. Com a uniao entre 0 motor
elatrico, a ferramenta e 0 computador, surge a maquina mais perfeita construida
homem: 0 reba, a maquina que pode realizar tarefas variadas como
bater,prender,cortar,soldar
a partir de um pregrama.
o computador trouxe para dentro da maquina-ferramenta
pelo
a capacidade de memorizar
informa~aes, de efetuar c"lculos e opera~6es logicas, de ordenar as tarefas, registrar e
avaliar 0 que faz, alem de detectar problemas e provaveis defeitos. A ferramenta, entao,
trabalha automaticamente
durante todo 0 processo de fabnca~ao independente da
presen~a do homem.
A atual revoluc;aoda ferramenta continua em outros campos da ciencia, atingindo a
fisica, onde surgem ferramentas tao fantasticas, como 0 acelerador de partfculas, que
tem a capacidade
de, a partir da energia, cnar mataria; ou atingindo
a biologia, que
conseguiu instrumentalizar verdadeiras ferramentas vivas, as enzimas, responsaveis
pel a manipula~ao
genetica.
A histona do homem pode ser vista como a histana das suas ferramentas.
Uma hist6na
que vai da pedra ao atomo e que sempre colocou 0 homem frente a origem de todas as
ferramentas: a capaeidade de eriar.
Fig 17- Fonte Gedore
Fig 18- Fonte Gedore
14
M6veis para Oficina
Etes sao de grande necessidade
para a organizayao
constituidos em chapas de 890 e pintura eletrostatica,
proteyao contra a corrosao.
nas oficinas. Os moveis sao
que
urn processo para a
e
Os moveis para oficina sao: caixa para ferramentas,
armaria para ferramentas,Bancada
para ferramentas,
expositor para ferramentas,
bau para ferramentas,
carro para
ferramentas
e armaria expositor.
Caixa
para
ferramentas:
Caixa em chapa de a,o com techadura central em but ida. Pintura eletrostatica na cor
azul e gavetas na cor prata. Para melhor organizar as ferramentas,
esta caixa foi
projetada com tres gavetas grandes e tres pequenas, alem de uma bandeja portatil.
Fig 19- Fonte Gedore
Armaria
para ferramentas:
Annario resistente, soldado e produzido com chapa de a,o retor98do. A estrutura
pintada na cor azul. Passu; 3 gavetas internas, suportes e ganchos internos para
fixayao de ferramentas,
fechadura (com 2 copias de chaves) e ganchos metalicos
extemos para fiX8r;aOnas paredes. E famecida com au sem ferramentas.
e
Fig 20- Fonte Gedore
15
Bancada
para
ferramentas:
E uma excelente terramen!a para auxiliar na organizayeo do posta de trabalho au nas
oficinas. A bancada possui uma grande superficie de trabalho em madeira (700 x 1500
x 40 mm), tabricada em chapas compensadas multilaminas naval. A bancada
apoiada
por um suporte (pe) e um modulo (composto por uma gaveta e uma porta). 0 suporte
fixado no tampo de madeira atraves das buchas presas na parte interior, possibilitando
a monlagem com rapidez e seguranya. A fixayeo
realizada com parafusos M8x20. 0
modulo
fixado da mesma forma, com os parafusos M8x20 colocados por dentro da
e
e
e
e
primeira gaveta do modulo e fixadas nas buchas.
Fig 21 - Fonte Gedore
Expositor para ferramentas:
Expositor
Expositor
produzido com chapa de a,o retoryada e perfurada. Pin!ura na cor azul.
utilizado na organiza,eo
das ferramentas, nos postos de trabalho e oficinas.E
urna ctima ''ferramenta'' para usa nos pontos-de-venda (corredores de lojas, balc6es au
area de encartelados).
Fig 22- fonte Gedore
16
Bau para
ferramentas:
Caixa resistente, soldada e produzida com chapa de a,o refor,ado. A estrutura
pintada na cor azul. Com possibilidade do uso de cadeado. Eo fomecido sem
ferramentas.
Essa caixa
utilizada para veiculos, maquinas e usc gera!.
e
e
Fig 23- Fonte Gedore
Carro
para
ferramentas:
Carro resistente, soldado e produzido com chapa de a90 refor9Bdo. Os cantos e bordas
sao arredondados. A estrutura
pintada na cor azul. Possui uma supericie de trabalho
(tampo em polimero) com divisorias para organizar as atividades do operador e
proteger a estrutura metalica do carro contra vazamentos
de liquidos em gera!. Possui
quatro gavetas internas, com trilho telescopico,
especialmente
leves, que abrem para
os dois lad os. A capacidade de carga da gaveta
de 30 Kg, pintada na cor cinza . As
dimensoes das gavetas sao 480 mm (comprimento), 325 mm (Iargura) e 60 mm (altura).
As rod as e rodizios estao estrategicamente
posicion ados, evttando tombamento do
carro mesmo com as gavetas totalmente abertas. Duas rodas sao fixas e duas
giratorias, uma delas com freio,possui dupla cortina metalica e fechadura
central que
permite 0 usa de cadeado. Possui urn amplo deposito abaixQ das gavetas. Acompanha
urn kit puxador. Com a cortina suspensa,
impassivel 0 acesso
gavetas, protegendo
todo 0 espa,o intemo. A capacidade do carro
para suportar ate 300 Kg de carga
estatica.
e
e
e
e
as
Fig 24- Fonte Gedore
17
Armario
expositor:
Em chapa de 8<;0 refor<;ado perfurada, com pintura eletrostatica
na cor azul. Montagem
tacilitada pelo seu sistema modulado. Painel superior luminoso (220 V) que proporciona
um bom eteito publicitario. 0 Expositor padrao tem as dimens5es 2,20 m de altura e
1,00 m de largura e protundidade de 0,50 m, podendo ser adaptado novos modulos
confonne necessidade
do usuariQ . Acompanha
ganchos especiais para a flXavao de
ferramentas.
Fig
Carrinho
25~ Fonte
Gedore
de Ferramentas
Os carrinhos de ferramentas
sao "veiculos" m6veis confiaveis, com rod as resistentes
dirigiveis ou travadas em posi~o move!. Possui gavetas espa<;osas de chapas de a<;o,
com divis6es parciais, que deslizam sabre guias com rolamentos
de estera. Sao
protegidas contra roubo par urn ferrolho e tern urna superffcie de trabalho resistente, 0
que toma as carrinhos urn auxiliar valioso na manutenyao
da ordem na oficina
as
carrinhos normal mente possuem urna superffcie de trabalho, com gavetas fixadas
em trilhos , espar;osas e com divis6rias. E necessario que as carrinhos tenham urn
sistema de seguran~ para evilar qua as gavetas se abram involuntariamante,
principalmente
quando 0 caninho esta em movimento.
as rodizios deve ser de tamanho adequado para a utilizac;ao em diferentes tipos de
pisos. A pintura do carrinho necessita ser especial para que nao ele nao enferruje. 0
camnho deve ter uma pega ergonomica
devido ao esforc;:o que e necessaria
no
momento da sua locomo~o,
0 peso que ele suporta e de ate 300 Kg de carga estatica.
I
Os caninhos
competi!yoes
de ferramentas
automotivas.
sao utilizados
em oficinas
e tambem
no Box das
18
Carinhos de outras Iinhas de utiliza980
Carrinhos da linha industrial
Confeccionado em perfil de chapa de a90 e cantoneira. Possui um puchador.
Medidas:90 x 60 x 96 em (comp x larg x alt). Rodagem:possui
quatro rodas em borracha
termoplastica de 4" sendo duas giratorias e duas fixas.Capacidade
de carga 300 kg.
Fig 26- Fonte Carrinhos Brasil
Confeccionado em tela, assoalho em perfil de chapa de aQo .Possui uma 1/2 porta e
puchador.Medidas:
120 x 60 x 100 cm(comp x larg x alt). Rodagem:possui
quatro rodas
pneumaticas 8" sendo duas giratorias e duas fixas. Capacidade de carga 400kg
Fig 27- Fonte Carrinhos Brasil
19
Carrinhos da linha hotelaria
Confeccionado
em perfil de chapa de a90 acabamento
CREME.Possui dais sacos em vinil sendo
0
em pintura epoxi cor
maior com ziper,Gabinete superior em MDF
branco com divis6rias e chaves. Mecidas:140 x 54 x 110 cm(comp x larg x
alt).Rodagem:possui
quatro rodas em borracha extra macia de 5"sendo duas giratorias
e duas fixas .
Fig 28- Fonte Carrinhos
Brasil
Confeccionado em estrutura tubular acabamento CROMADA , bandejas em MDF
60mm. Medidas:70 x 51 x 110 cm (camp x larg x alt).Rodagem:possui
quatro rodas de
4" em borracha termoplastica cinza. Ideal para transporte de bandejas, refei90es,etc ..
Fig 29-
Fonte Carrinhos
Brasil
20
Linha para limpeza
Confeccionado em polietileno injetado era cinza claro. Passu; saco com tampa em vinil.
Duas prateleiras. Balde espremedor
Dobl6 - duas aguas. Medidas: 107 x 53 x 95 em .
Fig 30- fonte Carrinhos Brasil
Confeccionado em polietileno injetado cor cinza escuro, hastes em aluminio redondo.
Possui urn saeo com ziper e tampa em nylon e quatro baldss de 6 litros
eoloridos. Medidas: 95 x 63 x 107 em
Fig 31-
Fonte Carrinhos
Brasil
21
Linha supermercado
Confeccionado em estrutura aramada e tubo redondo. Rodagem:possui
quatre rodas
em poliprepileno de 4" sendo duas girat6rias e duas fixas.Capacidade
de carga 60
litres.
Fig 32- Fonte Carrinhos Brasil
Confeccionado em estrulura
x larg x ail). Rodagem:possui
aramada e tubo redondo.
duas redas em borracha
Fig 33-
Medidas:51
maci"a de
x 52 x 105 cm (comp
9".
Fonte Carrinhos Brasil
22
Carrinhos da linha eoletor de lixo
Confeccianado em polietileno injetado extra reforyado.Possui
tampa e drena.
Rodagem:possui
quatro rodas de 8" girat6rias sendo duas com freio pedal.Capacidade
de carga 1200 Iitros.
Fig 34-
Confeccionado
em polietileno
Fonte Carrinhos
Brasil
injetado extra refor9ado.
Com tampa. Permite
adesivac;ao. Rodagem:possui duas rodas em borracha maciya de 8" presas a urn eixo.
Capacidade
de carga 240 litros.
Fig 35- Fonte Carrinhos Brasil
23
Carrinhos de ferramentas
utilizado na F6rmula Renault
Os carrinhos de ferramentas
utilizado na Formula Renault sao carrinhos fabricados em
Chapas de A90, que possuem ente 75 Kg a 85 Kg . Nonnalmente com 2 rodizios fix~s e
2 m6veis.
Gavetas espa90sas , com espuma e divis6rias. Fabrieados com feehadura que protege
as gavetas contra a abertura involuntaria, prineipalmente quando em movimento.
Contra a ferrugem as carrinhos sao pintados com uma pintura especial, eletrostatica.
carrinho deve acoma dar lodas as ferramentas
necessaria. As ferramentas
que sao
utilizadas na categoria ao total pesam em tome de 75 Kg.
As dimens6es do earrinhos sao: Altura- 96 em I Comprimento- 86 em I Largura 46 em.
carrinho de ferramentas suporta uma carga de ate 150 Kg.
o
o
Fig 36 -Fonte
Pro Auto
24
Carrinhos da marca Lista
Os carrinhos da Lista sao bastantes tradicionais, e uma marca litaliana e seus carrinhos
sao bastantes utilizados em varias categorias do Automobilismo
inclusiva na Formula 1.
Os caninhos sao feit05 em chapas de 890.
Fig 37 - Fonte Lista
Fig 38 - Fonte lista
25
Carrinhos da marca Gedore
Os camnhos da marca Gedore possui um design inovador dos seus concorrentes, a
e
gedore
uma marca Alema com urn fabrica presente no Brasil em Sao LeopoldoOs carrinhos sao fabricados em chapas de ayo, com pintura eletrostatica contra
ferugem.
RS.
Fig 39- Fonte Gedore
Fig 40- Fonte Gedore
26
Fig 41- Fonte Gedore
Fig 42- Fonte Gedore
27
Fig 43- Fonte Gedore
Carrinho de Outras Marcas
Fig 44- Fonte Pro Auto
28
Fig 45- Fonte Pro Auto
Ferramentas Utilizadas na Formula Renault
Existe uma grande variedade de ferramentas,com peso e dimens6es diferentes.
As ferramentas que sao utilizadas na categoria sao pesadas que aumentam ainda mais
o peso do carrinho. Porem sao todas ferramentas extrema mente necessarias para a
realiza9ao
do trabalho,
sao elas :
Chave de Fenda
Chave Hexagonal
Chave Hexagonal com cabo "T"
Chave de Roda
Chave para Velas
Chave Exagonal para caixa e carter
Chave Estrela
Chave Fixa
Chave tipo Biela
Alicate para anais extemos! pontas fixas
Alicate de Bica Chato e Longo
Alicate tipo "telefone" ! Bieo reto
Alieate Universal
Alieate de Corte Diagonal modelo Sui90
Alicate de Corte Diagonal
Areo de Serra para Metais
Torquimetro
Martelos! Chapeado
29
Soquete
Mor9a
Calibrador
Fita Metrica
Paquimetro
Voltimetro
Parafusos
Chave Combinada:
Chave combinada com um lado boca e outro estrela com as mesmas medidas. A
extremidade do lado estrela em perfil unit drive. Que proporciona uma distribui9ao
uniforme da for98 aplicada na parte central do sextavado, nao haven do deforma980 dos
cantos das porcas e parafusos. Este perfil permite encaixe de porcas e parafusos
danificados, pais apresenta urna maior superficie de contata do encaixe da chaV9.
Fabricada em a90 Gedore-Vanadium
31CrV3 e com acabamento niquelado/cromado.
Fig
46~Fonte
Gedore
Chave Estrela:
Chave dupla catraca e encaixes com perfil unit-drive. Atraves de seu principio de
funcionamento com catraca, permite execu980 de trabalhos com extrema facilidade e
menor esforyo do usuario, pais naD necessita a retirada da chave para novo movimento
de apertar e soltar. Com bitolas diferentes em cada boca, permite uma combina9iio de
medidas com ampla utiliza980. Produzidas em a90 especial para ferramentas e
acabamento
cromado no corpo e fosfatizado
(escurecida)
nos encaixes unit-drive.
30
Fig 47- Fonte Gedore
A,o, niquelado e cromado.
Pescogo longo, cabegas inclinadas,
parede fina e bitolas
diferentes em cada boca.
Fig 48- Fonte Gedore
Chave de roda :
Chave macic;acom dois lados sextavados, com grande profundidade para
corpo do parafuso
(parte roscada),
0
encaixe do
sendo que 0 lado men or possui urn furo passante,
permitindo a saida de parafusos com comprimentos maio res. Produzidas em ac;o
especial para ferramentas e acabamento cromado.
31
;;
Fig 49- Fonte Gedore
Chave Fixa:
A,o, niquelado
e cromado.
Cabe,as
estreitas e com bitolas diferentes
em cada boca.
Fig 50- Fonte Gedore
Soquete Sextavado:
Ac;o, niquelado e cromado. Parede tina. Alta resistencia. Facilita trabalhos
pequenos parafusos sextavados. Encaixe [/J 6,35 mm (1/4").
com
32
Fig 51- Fonte Gedore
Soquete tipo TOrle
Ayo, niquelado e cramado.
Especial para parafusos
TORX® . Para trabalhar
com
acess6rios manuais.
Encaixe [I) 6,35 mm (1/4").
Fig 52- Fonte Gedore
Soquete Estriado:
A90, niquelado e cromado. Para trabalhar com acess6rios manuais. Paredes
resistentes.
Encaixe [I) 19,05 mm (3/4").
Fig 53- Fonte Gedore
33
Chave de Fenda :
A,o. Haste niquelada
e cromada,
Comprimento longo, para utilizac;ao
cabo polipropileno
azul, ponta fosfatizada.
em locais de dificil acesso.
Fig 54- Fonte Gedore
Chave de Fenda Cruzada:
Chave especial para eletr6nica. Haste em A90 Gedore-Vanadium.
com cabe,a girat6ria. Utilizado em parafuso tipo philips.
Fosfatizada.
Cabo
Fig 55- Fonte Gedore
Chave Hexagonal:
Chaves para parafusos com sextavado interno.
34
Fig 56~Fonte Gedore
Chave Hexagonal com Cabo:
Ayo ,cabo em polipropileno azul. Chave para parafusos com sextavado interno. Uso em
linha eletronica, montagem e desmontagem de paineis e controles eletricos. lndicado
para uso em locais de diffcil acesso
Fig 57- Fonte Gedore
Chave Hexagonal com cabo T :
Ayo,cabo polipropileno
aperto e desaperto.
azul. Cabo ergonomico
que facilita os movimentos
manuais de
Fig 58- Fonte Gedore
35
Alica!e para Aneis:
Fosfatizado com cabos plastificados. Alicate com pontas fixas e retas.Para
seguran9B extemos conforme Norma DIN 471 e DIN 983.
aneis de
Fig 59- Fonte Gedore
Alicate para Aneis Internos Pontas Fixas :
Fosfatizado com cabos plastificados. Alicate com pontas fixas e curvas. Para aneis de
seguran9B intemos conforme Norma DIN 472 e DIN 984.
Fig 60- Fonte Gedore
Alicate Universal:
Fosfatizado com faces lixadas. Tratamento tarmico total e indu9iio
para cortar arame duro. Possui urn amassador de terminais.
no corte. Projetado
Fig 61- Fonte Gedore
36
Alicate
de Bico:
Fosfatizado.
Fig 62- Fonte Gedore
Alicate
de Corte:
Tratamento tarmico total e induyiio no corte. Projetado para cortar arame duro. Com
acabamento fostizado, niquelado e cromado, faces lixadas.
Fig 63- Fonte Gedore
Alicate
tipo
Tratamento
Telefone:
tarmico lotal e induyiio
no corte. Projetado
para cortar arame duro.
37
Fig 64- Fonte Gedore
Torquimetro
:
Torquimetro de estalo para aplicac;:aode torque a direita ou a esquerda com catraca.
Para uso universal na montagem em fabricas e em oficinas mecanicas. Sinal
perceptivel e acustico. Escala de facilleitura (Nm I Lbf.pe) sob um visor com efeito de
lupa. Tuba em ago revestido. Manipulo em plastico preto, ergonomico. Fornecido em
tubas de plastico transparente.
Fig 65- Fonte Gedore
Martelo:
o
martelo e forjado em ago de alta qualidade e pintado na cor preta. Cabo de madeira
nobre. Possui sistema de seguran,a na fixagiio do martelo e prote,ao Rotband no
cabo.
38
Fig 66- Fonte Gedore
Martelo
de Nylon:
Cabo em madeira nobre, cabe9a de nylon intercambiiwel e resistente.
Fig 67- Fonte Gedore
Cali brad or:
Exatidao de ± 1% e precisao constante. Boa visibilidade da escala. Facilidade de
montagem em parede ou mesa. Base de aluminio. Minimo atrito em seus eixos m6veis.
Escala em Nm e Lbf. pe. Acoplamento de entrada para quadrados: 12,70 mm (112"),
19,05 mm (314") e 9,53 mm (318").Recomendamos
nao usa~o para ferramentas de
impacto
39
Fig 68- Fonte Gedore
o uso do carrinho
Fig 69
de ferramentas
na F6rmula Renault
Fig 70
40
Fig 71
Fig 72
Imagens do Box
Formula Renault
Fig 73
41
Fig 74
Formula 1
Fig 75- Fonte Grand Prix
42
Fig 76- Fonte Grand Prix
Stock Car
Fig 77- Fonte equipe RC competicoes
43
Tabela de Similares
Carro para Ferramentas
"Adjudant"
Caracteristicas:
Fabricado
em chapas de 890, com pintura
eletroestatica
na cor azul, passui quatro gavetas removiveis
pelos dois lados. Para organizar
mether as ferramentas,
lodas
as gavetas sao divisiveis
individualmente
( sao oito divisorias
longitudinais
e duas transversais
). Passui urn ample dep6sito
abaixo das das gavetas.
Projetado
com dupla cortina melalica
para proteger todo 0 espal(o interno, mesa reforyada
e fechadura
central para cadeado.As
gavetas sao especialmentes
leves devido
a urn sistema de guias com rolamenta
que se movimentam
para
as dais lados. Passui fodas grandes com baixo atrito e roda-guia
com freio para parada total e exelente
estabilidade.
Capacidade
de carga estatica de 300kg.
Dimens6es
Peso:
; comprimento625 mm
largura- 400 mm
altura- 930 mm
40,5 kg
Carro para Ferramentas
( modulado ).
cI caixas m6veis
Carro com a vantagem
de ter caixas moveis
atraves da sobreposir;ao
dos balls, e alem do
chassi transformando-se
no carro. Espar;oso
e com uma versatilidade
para organizar;ao
das ferramentas.
Na alr;a do carro acompanha
uma chapa metalica
que permite a fixar;ao de ferramentas,
principalmente
as que sao utilizadas
com maior frequemcia,
facilitando
0 trabalho do operador.
Dimensoes;
comprimento660 mm
largura-400
mm
altura-1040
mm
44
Carro para ferramentas
" largo"
Carro em forma retangular
com oito gavetas esp3lfosas
e firmes, removiveis
somente
para urn lado, com guia
de rolamento
de esfera, as Ires superiores
com possibHidade de abertura total. Sete gavetas sao divisiveis
individual mente. Chassi largo e com rodas grandes
intemas,
sendo duas rodas de dire9ao das quais uma
com freia (parada total). Fechadura central com cilindro.
Pintura
eletroestatica
Dimens6es
nas cores
azul e praia.
: comprimento
- 625mm
largura- 545mm
altura- 930 mrn
Peso:
63,0 kg
Carro para ferramentas
M
t-Ml-1 -I
r
NO
!..
.&\
!"~l
t)-eo.3!lIo1'lO
'f:).'1\I.;tIS
. '-
~
•••• 30;\
II
:~!:
-
"Tanto"
Carro de grande capacidade
para armanezamento
de
ferramentas.
Design maderna,
detalhes
inovadores,
acessorios
praticos.
Passui uma alf;3-guia
ergonomica,
plataforma
de servi90
moldada
e rebaixada
com reparti(foes
praticas.
Projetado
com seis gavetas firmes de chapa de ayo divisive is
individualmente,
que incluem dez divisores
longitudiais
e dois transversa
is, de facil manuseio,
abertura total
com guia de rolamento
de esfera.
Possui uma fechadura
individual,
que protege todas as
gavetas contra a abertura
involntaria,
principalmente
quando em movimento.
Para a seguranya
possui ainda
uma fechadura
central embutida.
Na parte traseira consta uma chapa perfurada
para
a fixayao de ferramentas,
acess6rios
e outros componentes do trabalho.
Rodas girat6rias
e agels, uma das quais possui
grandes e firmes com aro metal com rolamento,
0 transpor
por obstaculos.
Possui para-choques
seguranCfB.
freio, sao
facilitando
de
Chassi [argo, movimenta(fBO
segura e grande agi[idade,
giro em torno de SI e parada segura na posi(fao de trabalho.
SeguranCfB atraves do centro de gravidade.
Dimens6es
Peso:
: comprimento
- 585mm
largura- 485mm
altura· 880 mm
56,0 kg
45
Carro para ferramentas "ajustavel"
Carro para ferramentas rebaixavel com mecanismo
de elev8yao automatico. Com uma pressao manual
atraves de urn batao e transform ado em mala para
ferramentas,
no formata "mini", Pade ser facilmente
acondiocionado nos veiculos de manutengao. Mediante ao acionamento
de um boUio, a parte superior
sobe automaticamente (atraves de duas molas de
pressao a gas) para uma altura total de trabalho
de 900 mm ( formato maxi)
Par sua versatilidade economiza espa90 e pode ser
guardado sob a bancada au mesa de trabalho.
Devida a reten~o automatica, oferece uma area de
trabalho com 120 kg de capacidade de carga. Na posic;ao rebaixada e de 220 kg. A eleva~o automatica
pode receber ate 25 kg de carga adicional.
chassi
seguro e com duas rod as grandes, sendo
guias, das quais uma com freio (parada total).
carro possui tres gavetas removiveis para os
dois lados, com seis divisores longitudinais e dois
transversais e mais uma gaveta com profundidade para
pec;as volumosas. As gavetas sao com guias de
rolamento com fixayao no meio e nas extremidades.
Possui urn espayo para 0 armanezamente de pequenas peyas ou ferramentas. A fechadura e central
atraves de cadeado em pasiyaa rebaixada.
Fai projetado com frisos de borracha em sua volta
para prote,ao contra batidas.
Em formate mini au maxi, sera sempre um carro
m6vel para armanezar ferramentas e posto de trabaIho ao mesmo tempo.
o
e
o
Dimensoes: comprimento- 625mm
largura- 400mm
altura- 900mm
Peso: 32,0 kg
46
Carrol Bancada hidraulico para ferramenias.
Caracteristicas:
e urn carrol bancada estavel e seguro tanto
em movimento
como parada. Com pintura eletrostatica
na cor
azul. Possui urn mecanismo
de elevary80 e amortecimento
hidraulico, de faci! operayao
via lavanca. Esta projetado com
cinco gavetas lodas com gulas de rolamento
de esfera de faeil
movirnentayao.
Seu anplo compartimento
lateral propicia urna
segunda disposit;:ao de ferramentas
e urn amplo espatyo para
guardar QuIros objetos. Este carro passui fechadura
girat6ria
para cadeado.
Dimensoes:
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~:!os:,!o 1"' -!lD".~ I
'!'MOO.:fi.~
mr
5lIO.'
<0
J
{
-
comprimenlolargura - 660
1100 mm
mm
altura- 900 rnm
Peso:
123,0
Kg
Carro/Bancada
para ferramenias.
Caracterfsticas:
Com quatro rodas para deslocamento
rapidos.
Duas fadas com freio total, facilitando
a parada em qualquer
posigao. Este carro possui seis gavetas que deslizam sobre
rolamentos.
Possui urn tampo em madeira para apoiar maquinas ou pegas. Possui compartimento
fechado com porta metalica , fechadura
central, estrutura em chapa de ago com pintura eletrostatica
na cor azul e gavetas prateadas.
Acompanha
um painel traseiro m6vel para armazenar
de forma organizada
as ferramentas.
0 painel pode movimentar-se
facilmente
mesmo
completamente
abastecido.
0 painel tem uma capacidade
de carga estatica de ate 500 kg, quando em movimento
ate 300 kg .
Dimensoes:
Peso:
comprimento1100 mm
largura- 620 mm
altura- 1515 mm
198,0 Kg
47
QUESTIONARIO
Carrinho de ferramentas para competi~ao Automoliva
1) Sexo: (
) feminina
(
) masculina
2)ldade: __
3) Qual
4)
(
e a marca
5) Qual
6) 0
)1
ana (
e 0 material
(
( ) a90
)2
()
anas (
)3
anas (
)4
anos (
)5
anas (
)+
de 5 anas
) autros
nao
voce considera confortavel
) confartavel
(
au desconfortavel?
) descanfartavel
Os rodizios dele sao:
( ) 4 girat6rios
( ) 2 fix~s e 2 girat6rios
9) Quantas
gavetas ele possui?
()3
(
10) Quantas
)2
) sim
( ) 5
)4
divisorias
(
)3
11) Na parte superior
(
_
do seu carrinho?
) plastica (
7) Sabre a pega
(
ferramentas?
seu carrinho possui pega?
( ) sim
8)
de
A quanto tempo voce jli possui ele ?
)- de 1 ana (
(
do seu carrinho
(
(
)6
(
) 4 fixas
()
4 girat6rios
( )7
( )8
possui as gavetas?
(
)4
do carrinho
( )5
)6
(
) + que 6
possui uma area de trabalho?
) nao
48
12) Possui trava de seguranlia
(
) sim
(
13) Como e feito
(
) caminhao
0
(
14) Ele comporta
(
)sim
transporte
todas as ferramentas
(
)sim
(
necessarias?
uma "Iuminaria"
no carrinho
para facilitar
na hora do
) nao
alguma
(
) nao
(
para as etapas?
) nao
16) Ele possui
) sim
do carrinho
) van
15) Seria necessario
Irabalho?
(
para as gavetas?
)nao
fun~ao
diferencial
?
Qual?
_
17) Qual II a cor do seu carrinho?
18) Qual II a freqUencia
( ) pouca
(
que
) media
(
19) Voce eSI. satisfeilo(a)
(
)sim
(
20)
E necessario
(
) sim
_
Ii ulilizado
0 carrinho
nas compeli~oes?
) bastante
com seu carrinho
?
) nao
que
0
carrinho
seja aperfeilioado?
) nao
49
1) Saxo:
2) Idade:
3) Qual
e a marca
do seu carrinho
?
50
4 ) A quanto tempo
5) Qual
e 0 material
ja possu; ele?
do seu canrinho?
6) 0 seu canrinho possu; pega?
51
7) Quanto a pega, voce considra
confortavel
ou desconfortoivel?
8) Os rodizios sao:
D4g.lmt6rio5
D2nxos2
girlltOrlo~
D4fix05
9) Quantas
gavetas ele possui?
~
,
.
.
-,.
~
52
10) Quantas divis6rias possui a gaveta?
11) Na parte superior do carrinho,
possui urna area de trabalho?
~
~
12) Possui trava de seguran""
para as gavetas?
S3
13) Como
e feito
0
transporte
do carrinho para as etapas?
~
~
14) Ele comporta
todas as ferramentas
15) Seria necessario
uma "Iuminaria"
necessarias?
no carrinho para facilitar
na hora do trabalho?
54
16) Ele possui alguma funyao diferencial?
17) Qual
e a ccr
18) Qual
e a frequEmcia
do seu carrinho?
que
e utilizado
0
carrinho
nas ccmpetiyoes?
55
19) Voce esta satisfeito
20)
com seu carrinho?
Eo necessario que 0 carrinho seja aperfei90ado
para suprir todas as necessidades?
56
Avaliagao das Respostas
1)Todos
as entrevistados
2) A malo
50 anos.
sao do sexo masculine.
ria do entrevistados
tinham
entre 30 a 40 anos, urn poucos
carrinhos
1
0 tempo que os entrevistados
possui
0
aeirna de
competic;:oes e a Lista, que
3) A marca de carrinho de ferramentas
mais encontrado
nas
e utilizado tambem na F6nnula 1 mas tambem sao utilizados
Gedore e Pro Range.
4)
tinham
carrinho e bastante
da marca
variado.
5) Todo os carinhos de ferramentas utilizado na competi,iio
Automotiva e leito em
chapas de 890. Nao foi encontracto nenhum caninho que fosse fabricando com uma
material diferente.
6) A maioria dos carrinhos possui pega , para lacilitar a sua locomo,.ao,
carrinhos naD passui dificultando a seu usc para 0 transporte.
7)
as entrevistados
porem alguns
consideram
a pega do seu carrinho confortavel,
as carrinhos
S8 tomando
desconfortavel
no momento da locomoyao.
que
nao passui peg a acabam
8) Os rodizios mais utilizados nos carrinhos sao 2 fixos e 2 giratorios
melhor desenvolvimento
na locomo~o, e sao as recomendaveis.
9) Normalmente
os carinhos
, permite
um
possui de 4 a 7 gavetas.
10) As gavetas possui de 4 a 6 divisorias.
11) Apenas alguns carrinhos
possui na parte superior uma area de trabalho.
12) A maior porcentagem dos carrinho tern urn sistema de trava de seguran98
gavetas. E necessaria devido a seguran9a das ferramentas.
13)
0 transporte de todo
14) Poucos
ferramentas
entrevistados
necessarias.
0
equipamento
usado na competi,.ao
responderam
que seus carrinhos
para as
e leito por caminhiio.
nao comportam
todas as
15) lodos os entrev;staram,
concordaram
nos carrinhos. 0 trabalho dos mecanicos
com a necessidade
de ter uma "Iuminaria
nas competi90es
tambem sao feitos a nOite.
16) Poucos
d;ferencial.
carrinhos
possui uma fun~o
n
57
17) As cores dos carrinhos depende da cor da equipe. NOffi1almente
por carrinhos das cores que representem a sua marca.
18) Os carrinhos de ferramentas sao de estrema necessidade
automotivas, ele sao utilizados com bastante frequencia.
as equipes
optam
nas competi9oes
19) A maior parte dos entrevistados nao estao satisfeitos com seus carrinhos,
concordam que 0 carrinho poderia tern uma variedade de formas de utiliza~o.
20) Eo necessaria que a carrinha de ferramentas seja aperfeiyaada
necessidades e os problemas encontrados na sua utilizayao.
, para supris as
S8
Levantamento
Ergonomico
Levantamento
ergonomico tern par finalidade avaliar a atual situa~o que 0 profissional
encontra em seu posta de trabalho, baseando-se
em aspectos te6ricos e
anlropomelricos,
com 0 objelivo de suprir e adaplar lodos os ponlos do seu poslo para
que possa satisfazer suas necessidades
de conferto e funcionalidade.
S9
o
enfoque aD posta de trabalho horizontal tern par finalidade em colo car 0 profissional
em boa postura de trabalho, com as objetos que ira utilizar em tacH alcance dos
movimenlos corpora is, e que haja facii percep~ao da localiza~o
dos objelos.(lida, 1990)
A postura e 0 95fol"90 fisico determina as principais pontcs de tensao que 0 corpo pade
estar sofrendo, causando dores nos musculos e tendees. Essas dares podem estar
relacionadas
rna postura, ou equipamentos
inadequados
ao tipo de tarefa que esteja
sendo realizada.
a
No poslo de Irabalho, as fo!"\,as e lorques devem eslar adapladas as capacidades do
operador. No caso de uma alavanca, ela deve ser medida na posi9aO que esta, a fon;:a
que ira ser apHcada, e 0 deslocamento
que sera feito.
Movimentos Verticais
Quando 0 bra90 e mantido em posi9aO elevada, os musculos dos ombros e bicepes
fatigam-se
rapidamente,
causando dores. E ap6s algum tempo de insistencla pode
causar dares nos bra9Qs.
Movimentos Horizontais
No mesmo caso dos movimentos
verticals, com 0 peso nas maos, e com uma distancia
maior dos ombros, ap6s algum tempo sem haver algum anteparo ou descanso pode
iniciar nos bra90s e ombros.
De acordo com Lida (1993), a capacidade para empunrar e puxar depende de diversos
fatores como a postura, dimens6es
antropometricas,
sexo, atrito entre 0 sapato e 0
chao e outros. Em geral, as for98s maximas para empurrar e puxar, para homens
oscilam enlre 200 a 300 N (Newton+ Kg.m.s-2 ) e as mulheres apresenlam 40 a 60%
desta capacidade.
Se forem usados 0 peso do corpo e a fon;:a dos ombros para
empurrar, consegue-se valores ale SOON (N 9,81; Kfg).
8aseando-se
em medidas antropometricas
para 0 esludo dos movimenlos implicados
americanas
chegou-se
aos seguintes dados
no desenvolvimenlo
da larefa.(Lida 1993)
S9
Fig 76
Altura
Altura do chao ate a
cotovelo
Angulo de posit;iio do
braco para empurrar
Medida dos Passos
Homem
175cm
Mulher
160cm
110cm
+/45'
75cm
99cm
+/45'
60cm
Tabela 02
Coluna Vertebral
A col una e urn dos pontcs mais fracas do corpo. Ela se encontra na posi~o vertical,
sustentada par diversos musculos, e que tambem sao responsaveis par seus
movimentos.
Sendo pel'"
(Lida 1990)
importante
e delicada
no corpo humano,
esta constantemente
sujeitas as
mais diversas posic;6es. Essas posi¢es sao adquiridas ja no nascimento, e durante a
vida par diversas causas, como aCidentes, esfon;os fisicos entre Qutros.
60
Movimentos
da Coluna Vertebral
Os movimentos da coluna vertebral sao 0 resultado de pequenos movimentos
permitidos entre as vertebras adjacentes.
A amplitude de movimento entre duas
vertebras depende, fundamentalmente,
da altura do disco: quanto mais alto 0 diSCO,
maior seu grau de compressao
e, em consequencia,
maior a amplitude de movimento
permit ida. A direyao do movimento, no entanto, depende particularmente
da forma e do
plano de orientaC;80 das facetas zigoapofisarias.
Os fatores limitantes de movimento
nas articulac;6es em geral, como as ligamentos e 0 grau de alongamento
dos museu los
antagonistas
aqui tambem sao importantes.
A amplitude do movimento de flexao e limitada pelos ligamentos posteriores
(longitudinal posterior, flavo, supraespinhal e da nuca) e pelos musculos posteriores (ou
extensores); limitam a amplitude do movimento de extensao 0 ligamento longitudinal
anterior, 0 cantata entre as processos espinhosos e as musculos anteriores (au
flexores). A amplitude do movimento de flexao lateral
limitada, na curvatura lombar,
pelos musculos e ligamentos intertransversais
do lado convexo 0 oposto ao movimento,
e na regiao cervical, pelos musculos do lado convexo e pelo cantata entre as processos
unciformes do lado concavo - a do movimento. A extraordinaria
mobilidade da regieo
cervical deve-se
altura dos discos, ao plano de orientag80 das facetas das
zigoapofises
e ao nurnero proporcionalmente
grande de articulacyoes para urn segmento
curto da col una. A curvatura toracica permite movimentos
limitados na parte superior e
e rna is movel proxima
junyao toracolombar. A pouca mobilidade nas poryoes superior
e media da curvatura e devida a unieo das dez vertebras superiores com a estemo
atraves das costelas e os discos serem baixos. A diregao quase frontal das facetas das
zigoapofises
lirnitam a flexeo e a extens8o, exceto na parte inferior em que as face las
dispoem-se em urn plano que se aproxirna do sagital. A extensao alem de ser limitada
pelo ligamento longitudinal anterior, pela superposiyao dos processos espinhosos,
tambem 0 e pela superposiy80
das laminas. As laminas das vertebras toracicas sao as
mais altas da col una e mais altas que as corpos de suas respectivas vertebras. A flexao
lateral e a rotagao sao rnais amplas proximo a junc;ao toracolombar.
Na parte superior
da curvatura 10m bar, a flexo-extensao
e a flex80 lateral tern relativamente
grande
amplitude devido as facetas estarem dispostas no plano sagital e suficientemente
afastadas e a altura dos discos.
e
a
a
Nesta pOryaO da curvatura lombar 0 movimento de rotaCY8o e limitado, por que as
facetas - neste movimento - se trancam quase de imediato. A 4a e Sa vertebras
lombares possuem facetas dispostas obliquamente, entre os pianos sagital e frontal,
que permitem maior amplitude do movimento de rotayao. A flexao lateral e
acompanhada
de certo grau de rotac;ao para 0 mesmo lado e vice-versa,
devido
obliquidade das facetas das zigoapofises.
Os movimentos lombares sao sincronicos
com os do quadril e as do pescoyo com os da cabeya. No ato de tocar os dedos no
chao, ocorre inicialmente flexao lombar, seguida da inclinagao anterior da pelve no
quadro , 0 que amplia a movimento.
a
61
Transmissao de movimentos e fon;:as
No posto de trabalho,
as exigencias
de for""s
e torques devem ser adaptadas
as
capacidades do operador, nas condic;Oesoperacionais. No casa de urna alavanca, par
exemplo, isso significa que a forya dave sar medida na posit;;ao exata em que essa
alavanca
estiver situ ada, na postura corporal exigida e no tipo de deslocamento
que
sera efetuado. Ah~m disso, a resist€mcia dessa alavanca ao movimento, OUseja , a
necessaria para movimentada, dave estar dentro de urna faixa tal que urn
operador mais fraco consiga movimenta~la (valor maximo) e tambem ter urn carto atrito
ou inercia (valor minima). para evitar acionamentos acidentais.
for~
Fart;;apara empurrar e puxar:
A capacidade
para empurrar e puxar depende
de diversos fatores como a postura,
dimensoes antopometricas, saxo, strito entre a sapatos e 0 chao e Qutros. Em geral, as
forc;as maximas para empurrar e puxar para homens, oscilam entre 200 e 300 N
(Newton= kg.m.s-2) e as mulheres apresenta 40 a 60 % dessa capacidade. Se for
usado 0 peso do corpo e a fo~ dos ombros para empurrar, conseguem-se valores ate
500 N (para transforrnar Newtons em quilogramas-for""
dividida por 9,81. Exemplo:
200 N= 20,4 kg!).
Fig 79
Superficies Horizontais
As superficies horizontais de trabalho tem especial interesse em ergonomia pois e
sobre elas que se realiza grande parte dos trabalhos
de montagens,
inspe90es,
serviyos de escritorio e outros.
62
Alcance sabre a mesa:
A area de alcance 6timo sobre a mesa pode ser tragada, girando-se os antebragos em
tome dos cotovelos com os bragos caidos normalmente. Estes descreveriio um arco
com raio de 35 a 45 cm. A parte central, situada em frente ao corpo, fazendo intersegiio
com os dois arcos, sera a area 6tima para se usar as duas maos.
A area de alcance maximo sera obtida fazendo-se girar os bra~osestendidos em tomo
do ombro. Este descrevem arcos de 55 a 65 em de raio.
A faixa situada entre a area 6tima e aquela de alcance maximo deve ser usada para
colocayao de pevas a serem usadas na montagem, ou tarefas de freqOentes e que
exijam menos precisao, devem ser executadas dentro da area 6tima.
Fig 80
Raio de ac;:ao da mao
Os equipamentos de transporte acabam exigindo outros tipos de movimentos corporais,
como levantar pesos, puxar e empurrar. 0 movimento de puxar e empurrar, segundo
Duul e Weerdmeester
(1995), provoca tensDes nos bragos, ombros e costas.
Deve-se considerar ainda que os carrinhos devam ter pegas em forma de barras, de
modo que as duas mao possam ser utilizadas para transmitir foryas. As pegas devem
ser cilindricas, com diametros de 3 em e comprimento de 30 em ou mais. As pegas
verticais devem situar-se entre 90 em a 120 em do piso, para pennitir uma boa postura,
tanto para puxar, como para empurrar. Em caso de pisos irregulares, os carrinhos
devem ter rodas grandes e largas, sendo que duas dias rodas devem ser girat6rias ,
para garantir uma boa manobra. A colocayao de quatro rodas girat6rias nao e
aconselhavel, pois torna a trajet6ria do carro multo instavel. A altura total do carrinho
nao deve exceder 130 em, para que a maioria das pessoas possa enxergar sobre 0
mesmo no caso dele ser empurrado.
63
I
54°
~
~Ik·\
\/..
Fig--81
Raio de ac;iio da mao ( vertical inferior)
Raia de a ~o da mao vertical su erior
95°
54°
Tabela 03
4,5
Fig-a2
! Diametro
maximo da pega
!4.5cm
Tabela 04
64
Materiais
Chapas de Ayo
Tipos de Corte da Chapas de Ayo
Corte a Frio (Gilhotina)
Corte a Frio em maquinario de grande precisao com espessuras
mm por 3000 mm de comprimento.
de 0,5 mm ate 6,35
As chapas sao obtidas atraves do processo de corte transversal em desbobinadeira, a
partir de bobinas grossas, bobinas a quente, bobinas a frio, bobinas zincadas, bobinas
galvalume
e bobinas pre-pintadas.
Sao fomecidas em geral no comprimento maximo de 6000mm com tolerancias
dimensionais conforme as normas NBR 11888 e NBR 11889, tendo outras
possibilidades em cortes especiais mediante consulta previa.
Fig 63 -Fonte: Universo Chapas
Corte
Plasma
Corte termico
e 0 processo
de separa,ao
metalica com a utiliza,ao
de uma fonte de
calor. Essa fonte de calor pode vir de uma chama, urn area plasma.
As aplicar;:6esde corte termico sao as mais divers as, desde chapas mais finas para a
fabric8r;8o de componentes eletricos, ate a fabricar;:ao de mancais e engrenagens de
algumas polegadas de espessura Corte Plasma em qualquer formato (alta definiyao,
alta velocidade, corte submerso e etc.) com CNC. de 0.8 mm ate 20 mm de
Espessura com Comprimento de 3000 mm.
65
l~
-~i
f,
-'", ""~
Fig 84- Fonte Universo
;~
Chapas
Ago Colorido
Urna nova tecnica limpa e barata pode mini mizar as danos ao meia ambiente causados
pela produ9ao industrial de a90 inoxidavel colorido. 0 cnico processo usado atualmente
consiste no mergulho das chapas em urna soluc;ao quimica a 80 graus centlgrados
e
envolve rea90es geradoras de gases t6xicos. Alem de poluente, a tecnica consome
muita energia e reagentes quimicos, resultando em urn custo final alto, e os metodos de
controle naD sao precisos a 5uficienle para garantir a obten9So das cores desejadas.
Entretanto, apesar de tantas desvantagens, 0 a90 colorido e amplamente empregado
em elementos decorativQs e na arte contemporfmea.
A nova tecnica e (mica no Brasil e foi desenvolvida
na Fundayao Centro Tecnol6gico
de
Minas Gerais (Cetec). Sob a orienta9ao da engenheira quimica Rosa Junqueira, criouse nos laborat6rios da institui9ao urn meio de fabrica980 de a90 colorido realizado
temperatura
ambiente. No novo processo, as chapas de ayo sao mergulhadas
em urn
banho qufmico cnde sao submetidas a urna corrente eletric8. 0 controle da intensidade
da corrente e da fonna de suas andas permite obter urna gama de cores muito maior
que as alcan98das pelo processo anterior. 0 controle da reprodutibilidade
das cores
das chapas e realizado por analise em urn espectofot6metro
de refietf,"cia, aparelho
que indica se as ondas luminosas por elas refletidas sao exatamente
as mesmas que
se deseja. 0 a90 colorido obudo por sua tecnica apresenta vantagens ate sobre 0 sem
cor. 0 que caracteriza 0 a90 inoxidavel
0 revestimento
de uma fina pelicula de oxidos
de cramo. No processo do Cetec, as cores sao obtidas devido a mudanc;as na
espessura dessa pelfcula, que pravocam interferencia
nas ondas luminosas refietidas.
espessamento
adicional do a90 toma-o ainda mais resistante
a9ao dos fatores
extemos, como a umidade e a radiaC;ao ultravioleta.
a
e
o
a
66
A colorayao do ayo resulla de uma sequencia de tratamentos quimicos e
eletroquimicos, que fazem crescer a camada de 6xidos que natural mente reveste a
superficie do ayo inox. Com a crescimento homogeneo dos oxidos, a produzido um
largo espectro de cores caracteristicas e reprodutiveis. Por analogia, a afaito da
interferencia da luz na superficie do inox colorido e 0 mesmo que produz diferentes
cores em uma fina camada de 61eo sobre a agua. As cores vao sa sucedendo, de
acordo com a espessura do 6xido, iniciando com tons de bronze, seguidos de azul,
dourado, vennelho e verde. Tons de grafite, marrom e preto sao obtidos com ligeiras
modificayoes do processo. Um equipamento chamado potenciostato! galvanostato
controla 0 f1uxodas correntes. As cores sao rigorosamente medidas pelo
espectrofotometro
de refletancia.
0 avo colorido obtido pelo processo
eletroquimico
e
duas vezes mais resistente ao desgaste que 0 produzido pelo processo quimico
convencional. Alam disso, propicia cores mais firmes e homog€meas e nao po lui a
ambiente.
Reciclagem
Reciclagem
e um conjunto de Tacnicas
no cicio de produyao
que sairam. E
0
que tern porfinalidade os detritos e reutiliza-Ios
resultado
de uma serie de atividades,
pelo qual
matarias que sa tomariam lixo, au estao no lixo, sao desviados, coletados separados e
processados para serem usados como mataria-prima na manufatura de novos produtos.
Reciclagem a urn tenno original mente utilizado para indicar a reaproveitamento ( ou a
reutilizayao ) de um polimero no mesmo processo em que, por alguma razao foi
rejeitado.
o retorno da mataria prima ao cicio de produyao a denominado
reciclagem , embora 0
tenno ja venha sendo utilizado populannente para designar 0 ccnjunto de operayoes
desenvolvidas. 0 vocabulo surgiu na d,;cada de 1970 ,quando as preocupayoes
ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente apas 0 primeiro
choque de petraleo, quando reciclar ganhou importancia estrategica. As industrias
recicladoras sao tambam chamadas secundarias, par processarem materia prima de
recuperac;80. Na maior parte dos processos, 0 prod uta racic1adoa completamente
diferente do produto inicial.
Reciclagem
de Metais
Os meta is sao materiais de elevada durabilidade, resistencia mecanica e facilidade de
conformayao , sendo muito utilizados em equipamentos, estruturas e embalagens em
geral.
67
A reciclagem
de metais consiste
basicamente
na coleta, separagao
por tipo, separagao
de impurezas, compactacao, fundiC;8oe conformay8o
Quanta a sua composic;ao, as metais sao classificados em dois grandes grupos: as
ferrosos ( compostos basicamente de ferro e 8«0) e as naD ferrosos.Essa divisao
justifica-se pela grande predominancia
principalmente 0 ago.
do uso dos metais a base de ferro,
Entre as metais nao ferrosos, destacam-se
0 aluminio, a cobre e suas ligas (como 0
latao e 0 bronze), 0 chumbo, 0 n[quel e a zinco. Os dais ultimos, junto como 0 emma e
a estanho, sao mais empregados
na fonna de ligas com outros metais, au como
revestimento depositado sabre metais, como par exemplo, a 890.
e
A grande vantagem da reciclagem de metais
evitar as despesas da fase de reduQao
do minerio a metal. Essa fase envolve urn alto consumo de energia. E requer trans porte
de grandes volumes de minerio e instala96es caras, destinadas a produ9ao de alta
escala.
Conforme a Fundacao Nacional da Saude (1999) ,qualquer que seja nossa propos!a
quando nos referimos ao meio ambiente, sempre teremos que considerar a
gerenciamenta
dos residuos humanos, de forma continua, pois uma quantidade
elevada de lixo diariamente descartada
no solo e na agua , a absor9ao destes
reslduos pelo meio ambiente ocorre de forma lenta.
e
Exemplos:
a
1000 kg de Aluminio leva de 100
500 anos para serem absorvidos.
Uma latinha de Refrigerante
leva de 80 a 100 anos para serem absorvidos.
Lampadas
Lampadas
Fluorescentes
Compactas
As lampadas fluorescentes compactas foram desenvolvidas onginalmente objetivando a
substitui9ao de lampadas incandescentes.
Possuem principio de funcionamento
similar
ao das fluorescentes
tubulares, mas suas dimensoes sao bastante reduzidas. Com
design modemo e compacta, oferecem excelente qualidade de luz, alta eficiencia
energetica, longa durabilidade (ate 08 vezes maior que as lampadas incandescentes
comuns), excelente distribuic;ao de luz e com uma diversifica9ao
capaz de atender as
mais diferentes necessidades
de aplica9aO, sejam elas camerciais, industria is
au residenciais
68
CIRCOLUx"'EL
T5 - Uimpada
Fluorescente
Compacta
em Fonnato
Circular
Os beneficios da ja consagrada tecnologia
das lampadas fluorescentes compactas estao disponiveis agora no fonnato circular.
ja passu; urn reator eletr6nico integrado, naD necessitando assim de urn reator
adicional.
Fig 86- Fonte Osram
DULUx"'
S
Substituem as incandescentes
e representam
modernizando
as sistemas tradicionais.
a base para a
iluminac;ao com economia,
Fig 67 - Fonte Osram
DULUx"'
D
Em conjunto com 0 reater eletranico permitem sistemas de jlumjna~o rnais modernos
compactos, alem de proporcionarem
significativa economia de energia com conforta,
versatilidade e praticidade para as instala90es
e
Fig 86- Fonte Osram
69
Rodizios
e
Para fazer a escolha certa das rodas e dos rodiziDS
preciso antes avaliar as principais
fatores que interferem diretamente na movimenta~ao do equipamento, carrinho au
estrutura. Por meio da sele~aoprecisa das rodas e rodizios,
passivel abter mais
resistencia, durabilidade, ergonomia e suavidade na movimenta<;ao de materia is.
e
Condic;:6es
de piso
E fundamental
a analise das condi90es do piso, como a irregularidade do solo, a
presenC;8 de obstaculos, a contaminaC;Bo com acid os, sais, graxas e 6leos. Este
procedimento possibilita a escolha ideal do revestimento das rodas e rodizios,
tamanda-os compativeis com as condic;6es do piso.
Capacidade
Este fator possibilita maior vida util das fodas e rodizios. Nunca S9 deve trabalhar com a
capacidade das rodas e rodizios no limite.
aconselhavel fazer a divisao da carga total
( tara + carga ) sempre por uma roda a menos do que a utilizada no projeto em conjunto
com as condic;6es do piso, escolher 0 material e 0 dimensional adequados para 0
trabalho.
E
Condic;:6es
do ambiente
e
Para um melhor desempenho das rodas e rodfzios
preciso considerar as
caracteristicas
dO ambiente, que podera conter agua, 6leo, graxa, apresentar
temperaturas extremas, requerer a inexistEmcia de ruidos, etc.
Para as condic;6es extremas, existem lubrificantes especiais para rodas, rodizios,
rolamentos e vedac;6es.
Tjpos de rodagem
As rodas podem ser fomecidas com 3 tipos de rodagem: com bucha, com roletes au
com esferas. Os tipas de rodagem determinam me thor performance das rodas.
Para trabathos com pouca movimentac;ao sao idea is as rodas com bucha.
Ja as rodas com rotetes sao indicadas para uso geral, onde quer que sejam aplicadas
cargas medias e de trac;ao manual. Embora esse tipo de rod as provoque ruidos durante
a sua movimentac;ao, tem a vanta gem de ser um produto de baixo custo.
Os rolamentos de esfera sao ideais para supartar cargas axiais e radiais de media
70
porte. Silo apropriados para rota¢es
altas (trayao mecanica), e facilitam a
movimentaryao
manual.
Um dos principais fatores que contribuem para uma melhor rodagem,
a dureza do
material da roda: quanta maior for a dureza, mais facil sera 0 seu giro.
e
Acess6rios
A linha completa de acess6rios oferece maior eficiencia
Dependendo
da necessidade,
e recomendavel
corpo ou bloqueio direcional. Os acessorios,
rodizios,
principalmente
0
as rodas e rodizios.
usc, por exemplo,
de freios, guarda
entretanto, alteram as dimensoes dos
na sua area de giro. A dimensao
do rodizio, tanto na altura total
quanta no raia de giro, e condic;ao fundamental para a boa movimentac;ao de caninhos
e estruturas.
Combina90es
mais utilizadas
Tres Girat6rios:
Utilizados em carTinhos de tambores
manuseio em espac;os reduzidos.
e pequenas
maquinas
portateis.
Oferece
excelente
"':'~"7'~'
'if
",,;
•
J
~!
Fig 89- Fonte Schiappa
Dois fixos centra is e dois girat6rios
Este sistema oferece, como principal vantagem, 0 giro suave e manobras precisas em
pequenos espac;os. Atua com mais eficiencia quando a rodizio fix~ e mais alto que 0
giratorio. A utiliza9ilo
nao
e recomendada
para trajetos com rampas.
Fig 90- Fonte Schiappa
71
Dois girat6rios
e dois
E 0 sistema
mais utilizado.
como longas. Os rodizios
da no equipamento.
fixos
Proporciona
boa movimentac;ao, tanto para distancias curtas
giratorios devem ser montados no lado onde a for<;8 e aplica-
Fig 91- Fonte Scihoppa
Quatro
girat6rios
Utilizado principalmente para a movimenta9ao lateral. Para uma melhor performance
do carrinho,
imprescindfvel
que 0 rodizio tenha bloqueio de giro direcional, 0 que
proporciona
urna movimentac;ao linear
e
Fig 92- Fonte Schiappa
Tipos de Rodizio
72
Fig 93- Fonte Schiappa
Tipos de Rodas
IllJl50IJ,.,.H
Fig 94- Fonte Schiappa
Tipos de Fixa(:iio
SAf_'jI{A~..iOPO.
fSPIGA 1I0SQUlAvn
C-..., 1 r;;::;::",",,"~1 ~".o
I>e<m ••••OI\"m""'''''',,.
..o.brod(>.
J
pod,&>.
'1
""~I'< ••.•••••
",-iwfc, ••.••
I
I
I
I
'--
I
.1(i'I",,
Fig 95- Fonte Schiappa
73
Fixa~ae per Placa
..~
Fig
96~Fonte
Shioppa
Freies
GB - Freio HI-TECH
Fig 97- Fonte Schiappa
74
Rodizios adequados
para carrinhos de ferramentas.
Ce/eron-C
Produzidas
com material composto
por resinas do tipo pOliester para obten~ao
de
polimero uret~mico,passu; alta resistencia a choques, imune a a~o de 6leos, graxas.
acidos, vapores e outras influencias ambientais, perfeitamente impermeavel a agua com
baixa dilatat;:aotermiee. Passu; 6times caracteristicas isolantes, nao provocando faiscas
nem ruidos, devido a sua alta dureza de 80 shore 0, passu; urn coeficiente de atrite
baixo. Sua faixa de temperatura
Fig
98~Fonte
de trabalho est,; entre -30·C a 180·C.
Shioppa
Techny/ Po/imidia - NT
Revestidas em nylon tecnico de alta perfonnance, apresentam urn coeficiente de atrite
praticamente nufo com urna dureza de 70 shore 0, facilitando assim a movimentac;ao.
Proporciona excelente proteyao 80 piso, apresentando 6tima resistencia a 6leos,
graxas, sais e acidos. Sao ideais para 0 usa em uma larga faixa de temperatura de
trabalho entre -40·C a 200·C.
75
Fig 99- Fonte Schioppa
Soft
Rubber
Revestidas em borracha termoplastica de ultima gera9iio, apresentam uma superficie
de rodagem extra macia com dureza de 65 shore A, proporcionando
excelente prote9iio
ao piso, apresenta resistemciaa impactos, meios quimicos, sais e graxas. Sua faixa de
temperatura
de trabalho esta entre -20'C a 700C.
S3
Fig 100- Fonte Schiappa
Corrediyas
76
Apesar de nao estarem a mostra, boas corredigas ou sistemas de correr fazem toda a
diferenr;a no usa de armarios, cozinhas, gaveteiros, calceiros, portas de correr,
mesinhas para teclado de computador ou ate mesmo em solw;:6es que contemplam 0
usa de aramados. Urn exemplo sao as corredir;as que pennitem a extrar;ao total das
gavetas e tern sistema de amortecimento no fechamento.
Usar corrediyas nas gavetas e sempre uma boa medida. Alem disso tacilita a abartura
das gavetas e diminui muito 0 ruido dos trilhos.
Existem diversos tipos de corrediyas,
tais como: metalicas
com esteras (telescOpicas)
ou com roletes, corredic;:asplasticas e etc.
As corredir;as metalicas sao sem sombra de duvida as mais indicadas, por causa da
sua resistencia
Para gavetas pequenas e leves, pode-se usar corredir;as ou metaJicas com reletes,
para abaixar 0 custo do move!. Para gavetas mais rebustas deve-se usar corredir;as
metalicas
com roletes ou telescopicas
(com
esteras).
Fig 101- Fonte Fea ferragens
Fig 102-
Fonte Fea ferragens
77
Gerayao de alternativas
Requisites:
Transportar
as ferramentas;
Manter as ferramentas organizadas
maximo de espa90 nas gavetas;
confonn8
Deve possuir espuma
para
nas gavetas,
a necessidade,
com aproveitamento
protec;ao e organizac;ao
das ferramentas;
Gavetas de faGil manuseio;
Gavetas removiveis
, para facilitar 0 transporte
Caixa movel para ferramentas
Divis6rias
do caninho
no caminhao;
,
move is para as gavetas;
Luz direcional,
para facilitar 0 trabalho do mecanico;
Deve possuir uma paga ergon6mica;
Rodizios
fortes, e adequados
a diferentes
2 rodizias fixos e 2 rodfzios direcionais,
tipos de pisos;
sendo um deles com freio;
78
Alternativa 01
Carrinho com 8 gavetas , sendo 5 para ferrarnentas de pequeno/media porte, e 3 para
ferramentas e objetos grandes.
4 rodizios sendo 2 fixos e 2 m6veis. Trava de seguran~.
Com espac;o para ferramentas na parte superior do carrinho.
Passui urn painel na lateral para fixayao de ferramentas.
Alternativa 02
Carrinho com 11 gavetas, sendo 10 para ferramentas de pequeno/media porte e 1 para
feramentas maiores.
4 rodizios, 2 fixos e 2 mOvers.
Trava de Seguranya
Espa90 para a instalac;ao da morya
80
Alternativa 03
Carrinho com 8 gavetas, 7 para ferramentas de pequenol medic porte, e 1 para ferramentas
maiores.
4 rodizios, 2 fixos e 2 moveis.
Alternativa 04
Carrinho com gavetas de diferentes dime noes. Oivisorias e espuma para a proteyao
e a organizayao das ferramentas.
Pega ergonomica
4 rodizios 2 fixos e 2 moveis.
81
Alternativa
05
Caninho
com 8 gavetas,
sendo 6 para ferramentas
de pequeno/media
porte e 2 para ferramentas majores.
Passui uma -gavetamovel que se torna uma caixa de ferramentas
para
ser utlizadas
na hara do Grid da categoria,
acomodando
lodas as ferramentas
necessarias.
Barra lateral para faeililar 0 tranposte
do carinho no caminhao.
Luminaria para facilitar a trabalho do mecanico no box durante a noite.
Nas 2 laterais possibilidade de prolongamento da bancada de trabalho.
4 rodizios , 2 fixQS e 2 move is.
Nas laterais logo da categoria,
e nome do piloto.
Alternativa
06
Caninho
com B gavetas,
sendo 6 para ferramentas
de pequeno/media
porte e 2 para ferrauma -gavelamovel que se toma urna caixa de ferramentas
para
ser utilizada
na hara do Grid da categoria,
acomodando
lodas as ferramenlas
necessillias.
Barra lateral para facilitar a transporte
do carrinhos
no caminhao.
Luminaria
para facilitar a trabalho
do mecanico
no box durante
a noite.
Na lateral direita possibilidade
de prolongamento
da bancada
de trabalho,
e na lateral
esquerda
espa90 para a mor~.
4 rodizios,
2 fIXos e 2 mOveis.
Na lateral ponto de tomada.
mentas maiores. Passui
82
Alternativa
Escolhida
Carrinho
com 8 gavetas,
sendo 6 para ferramentas
de pequenolmedio
porte e 2 para ferramentas majores.
Possui urna "gaveta~ movel que se toma urna caixa de ferramentas
para
ser utilizada
na hera do Grid da categoria,
acomodando
todas as ferramentas
necessarias.
Barra lateral para
Possui um tampa
facilitar
0 transporte
do carrinho
no caminhao.
que quandO aberto torna-se
urn painel para a fixayao de ferramentas
superficie de trabalho, com divis6rias para organizar as atividades do operador.
Luminaria
para (aalitar
a trabalho
do mecanico
no box durante
Na lateral direita possibilidade de prolongamento da
bancada
esquerda
4 rodizios,
freio.
espayo para a instalayao
martya.
2 fix~s e 2 dirigiveis
sendo urn deles
Na lateral ponto de tomada.
Trava de Seguran9a
localizada
na lateral
com
do carrinho
e uma
a noite.
de
trabalho,
, para
proteger
abertura
involuntaria
, principalmente
quando
em movimento.
A capacidade
do carro e para suportar
ate 250 Kg de carga
estatica.
e na lateral
as gavetas
contra
a
83
Alternativa de Cores
84
Desenho T ecnico
Vista Frontal
750mm
E
E
o
o
1,----,
1,----,
1,----,
E
E
,----,
o
o
0-
,----,
E
E
,----,
o
IT
U
E
E
o
l!)
85
Vista inferior
130mm
Vista superior
750mm
86
Lateral Direita
400mm
E
E
a
Lt)
E
E
a
a
0-
E
E
a
Lt)
E
E
a
Lt)
450mm
87
Lateral esquerda
lOOmm
r--I
E
J~
llOmm
110mm
88
Vista posterior
~
E
E
a
If)
'<l"
u
u
130mm
50mm
89
Perspectiva Expandida
90
Quadro tecnico
Quadro tecnico com as descri90es especificas dcs componentes
ferramentas a partir de sua perspectiva expandida.
Wda
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
e9a
do carrinho
de
Com~onente
Tampa aberta do carrinho de ferramentas
Lampada
Tampa fechada do carrinho de ferramentas
Prolonga9<lo da bancada com su~erficie emborrachada
Gavetas, as gavetas possuem divis6rias m6veis sendo duas delas com
espuma
Oivisorias moveis.
Gaveta especial para farramentas de maior porte
Espuma para Qavetas
Pega, soldada no carrinho
Trava de seguran9" para as gavetas.
3 barras nas laterais do carrinho, para sua proteyao e auxilio no seu
transporte
corredicas
4 rodizios, sando 2 fixos e 2 m6veis com freio
16 parafusos especiais para a fixa9<lo dos rodizios.
Suporte para morsa, fixado na lateral do carrinho
Gaveta movel para transportar as ferramentas
necessarias
no momento
em que 0 carro esta no Qrid de larQada
Bancada de trabalho com divisorias
91
Confec980 do Mock up
A conle<:9iio do mock up loi leita em escala 1X1 em chapas de papeliio , utilizando
cola quente.
o mock up era funcional abrindo a gaveta para analisar as divisorias, tampa superior
com lampada , prolonga9iio da bancada, gaveta mavel,e pontos de tomada.
Fig·103
Fig-l04
Fig-lOS
Fig· 106
Ftg- 107
Fig-10e
Reendering
Fig-109
92
Fig -110
Fotos do Mock up
Vista: Frontal
Vista: Perspectiva
Fig-111
Fig-112
93
Vista: lateral direita
Vista: Perspectiva
Fig-113
Flg-114
Vista: Posterior
Vista: Perspectiva
Fig-115
Flg-116
Vista: lateral esquerda
Vista:
Fig-117
Fig-118
Perspectiva
94
Apos 0 mock up pronto, foram analisados os pontos aonde poderiam ser melhorados;
Como a instala9iio de espuma para as gavetas, barra em todas as laterais do carrinho.
Confecyao do Modelo
o modelo foi confeccionado em chapas de zinco, utilizando dobra e solda.
o primeiro passo para a confec9iio do modelo , foram separar e marcar as chapas
para
serem cortadas.
Fig-119
Apos marcada as chapas, elas sao cortadas
solda para a elaboral'ao do modelo.
na guilhotina,
e passam pelo processo
de
Fig-120
A primeira parte a ser montada,
Para a tampa da bancada
e a estrutura do carrinho: suas latera is , base e tampo.
,e necessario
que a chapa seja curvada.
95
Fig-122
Apes esse processo a estrutura do carrinho esta finalizada, suas laterais fundo e tam po.
Fig-123
Fig-125
Fig-124
Com a estrutura do carrinho pronta,
0
proximo passo
gavetas.Utilizando
na mesma chapa dobras para base
frontal das gavetas
utilizado uma outra chapa.
e
e a confecyao das
e laterais . Apenas
para a parte
96
Fig -126
Apes as gavetas estarem conclufdas, a corrediya e instalada na posi~o c~rreta no
interior do carrinho.
Fig-127
Fig-12B
e
A nova fase do processo de confecyao,
a pintura do carrinho.
cor preta brilhante utilizando a pistola de pintura.
0 carrinho
e pintado
na
E separada a pintura das estrutura do carrinho com a pintura das gavetas.
97
Fig-129
Fig-130
Logo ap6s a tinta preta estar seca , a gaveta
acabamento
nos puxadores, com a cor prata.
e isolada
com papel
para ser feito
0
Fig -131
e
Para as barras laterais , utilizado um tubo de a9O. Nele
cortado com a esmerilhadeira.
e marcado
as medidas
e
98
Fig-132
o tubo
Ii sold ado nas laterais do carrinho.
Para 0 acabamento
proteyao.
das barras laterais Ii instalado
Fig -
uma pega de borracha
para a
133
99
Fig -134
As gavetas foram projetadas
A espuma
com espuma
, para uma melhor prote9Bo e organiza~ao.
e cortada com 0 formata das ferramentas.
Fig~
135
100
Imagens do produto finalizado
Vista frontal do carrinho.
Fig -136
Tampo, bancada de trabalho com divis6rias
Fig-137
m6vel, prolonga"ao
da bancado.
101
Manual de usa
o carrinho
de ferramentas
para competi~o
automotiva
possui fun96es
especificas
diferentes dos modelos encontrados no mercado. Par ser urn produto especifico para
competi90es automotivas tern como funcao suprir as reais necessidades encontradas.
o
carrinho de ferramentas
eletrostatica.
Tampa
e fabricado
em chapas de a90, com pintura especial
e lampada
o tampo
projetado para 0 carrinho al9m de possuir a fun~o de proteger a superficie e
trabalho, foi projetado pra acomodar um sistema de ilumina~o
para auxiliar 0 trabalho
do mecanico durante a noite nos boxes e oficinas. Com urn sistema bastante pn3tico, ao
levantar a tampa 0 mecanico podera trabalhar na bancada e acionar a luz para uma
melhor ilumina~o.
Bancada
e pralanga~aa
da bancada
A bancada e constituida com uma superficie de borracha especial para urn melhor
aproveitamento nos trabalhos exigidos, ela passui 3 divis6rias grandes e 3 divis6rias
pequenas
para a organiza~o
das ferramentas
que serno utilizadas.
Para trabalhos que necessitam de uma amplia~o
maior na bancada , fai prajetado uma
prolonga9ao da bancada, na lateral direita do carrinho, possuindo um sistema simples e
pratico para ser acionado.
102
Gavetas
As gavetas foram projetadas
com 0 objetivo de obter melhor espa90 para
annazenagem de ferramentas, pe~s e instrumentos.
Eras possuem divis6rias moveis, esta sistema permite dispor a aproveitamento do
espa,o em diferentes formas. Em duas das gavetas possui espuma
organiza,ao e prote,ao das ferramentas mais importantes.
H
Hu
altura
altura util
L-
Largura
para uma melhor
Lu - Largura util
p-
Profundidade
103
Identificat;:8o nas gavetas
E necessario
para urna melhor organizayao
a identificayaes
nas gavetas, sendo assim
o camnho fomece a disponibilidade na lateral esquerela das gavetas, identificadores
de
ferramentas.
Gaveta m6vel
o
carrinho de ferramentas KEMBA , foi projetado para suprir a reais necessidades
em um ambiente de competi,.ao automobva. Ele possui deferencias
dos modelos ja
existentes , e urn deles
uma gaveta mover para ser annazenado as ferramentas
que
sao necessiuias e utilizadas no momento em que 0 carro esta no grid de largada . Com
um sistema a gaveta
movel e S8 transfonna em urna maleta.
e
e
104
Pega
o carrtnho
possui urna pega emborrachada
para um mathor conforto
na sua
locomo~o.
Suparte de marsas
Os suporte de morsas do caninho de terramentas sao bastante refol"l"'dos, ficando nas
laterais do produto , nao interterindo na area de trabalho . As areas de fixa9aO dos
suportes de morsas tambem sao refor98dos para absorverem esfor9Qs em impactos.
Peg a
o caninho
possui uma pega emborrachada
para um melhor conforto
na sua locomo980.
105
Barra
laterais
As barras laterais foram projetadas
para solucionar
0 transporte
do carrinho de
ferramentas em caminh6es, vans etc.
Os carrinhos de ferramentas sao fabricados em chapas de a90, e devido ao material e a
todas ferramentas arrrazenadas
ele fica com um peso bastante elevado , portanto
dificulta 0 seu transporte ate 0 caminhao.
Rodizios
Os rodizios do carrinho KEMBA sao especificos
para suportar a alta quantidade
de
peso> e sao compativeis a diferentes tipos de pisos.
Pontos
de Tomada
Para facilitar 0 trabalho do mecimico,
0 carrinho
possui pontos de tomadas,
para a
utiliza980 de especificas ferramentas.
106
Rel6gio
o caninha
passui urn relogia digital.
Trava para as gavetas
Para a seguranc;as das ferramentas, passu; urn trava de
acionada trava instantaneamente
todas as gavetas.
seguranC;8 que quando
107
-J,Jurllu::;
UI;l
LUllli:::IUi:::I::> JJCiICl
Q
UIllILCl.yaU
Utllt:IIGlllltlllli:::l:::i
4ut:: 11t:lL:t;!::;:SllClIII
t::llt::lylC1
t:lt::ltll..::d.
-barras nas laterals para faeHitar a transporte dele nos caminhoes. devido ao material
que
feito a carrinho e a todas ferramentas a serem transportada ale fica com urn peso
bastante elevado , portanto dificulta 0 seu transporte ate 0 caminhao.
e
-gaveta movel para transportar as ferramentas necessarias na hara que a carro esta no
grid de largada; no momento em que 0 carro va; para 0 grid €I necessaria levar algumas
especfficas ferramentas , mas naD €I passivel transportar 0 carrinho de ferramentas ate
la.
Pnntn!=: nnsitivos:
ser esoedfico
para competic5es
automotivas
suprindo
as reais
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www.gedore.com.br-20105/2006
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(16:00 hs)
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www.caninhosdobrasil.com.br-20105/2006
www.listainU.com
(19:40 hs)
(18:00 hs)
- 11/05/2006
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( 15:45 hs)
( 15:00 hs)
( 15:30 hss)
109
www.tatuus.com-11/05/2006(
15:00 hs)
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