VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS DE SERTÃO PROJETO BÁSICO EXECUTIVO Projeto básico executivo, contendo a descrição e especificações de materiais e serviços para REFORMAS E AMPLIAÇÕES NO PRÉDIO DENOMINADO COMO GINÁSIO DE ESPORTES NO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (IFRS), CAMPUS DE SERTÃO|RS. A. DESCRIÇÃO GERAL: As Instalações do Ginásio do Campus de Sertão|RS são compostas atualmente por uma edificação em alvenaria com estrutura de concreto armado e cobertura metálica. Com dois pavimentos divididos em sub-solo 151,20m² e térreo 1036,78m² totalizando uma área construída de 1.187,98m², onde se dará a reforma, que é basicamente a instalação de refletores para iluminação da quadra de esportes,instalação de exaustores eólicos na cobertura acima da quadra, pintura da quadra, demarcação das quadras( extensão) e nivelamento da quadra de areia. A ampliação compreendera um aumento de área no pavimento térreo de 170,41m² e no pavimento superior de 163,55m², totalizando uma área após a ampliação de 1521,94m². Ficará dividido pelos seguintes compartimentos. Sub-solo, vestiários masculino e feminino, salas dos professores e depósito de materiais esportivos, térreo, hall de entrada ( saídas de emergência), palco, área de preparação e banheiros atrás do palco, quadra multi-esportes, banheiros masculino e feminino, copa cozinha e escada de acesso ao pavimento superior, pavimento superior duas salas de aula. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA: Compõe-se do presente projeto básico executivo, planilha padrão de previsão orçamentária, planilha padrão de Cronograma físico financeiro, ARTs de projetos e as seguintes plantas: A-1 – Projeto Arquitetônico – Planta Baixa, Cortes, Fachada Principal 1 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] e Detalhes. HS-1 – Projeto de Instalações Hidro-sanitárias; EL-1 – Projeto de Instalações Elétricas; ES-1 – Projeto estrutural B – CONSIDERAÇÕES INICIAIS a) Quantitativos apresentados na previsão orçamentária (PO): Deverão ser tomados como elemento orientativo. Existe a possibilidade da ocorrência de situações inusitadas não previstas, caberá ao licitante a visita ao local e a conferência dos quantitativos apresentados, pois a obra será licitada pronta, completa, sem possibilidade de aditivos quanto aos quantitativos ou complementos de especificações relativos aos trabalhos necessários à sua conclusão. Os quantitativos não irão constituir critério válido para análise das propostas com o objetivo de classificação no processo licitatório. O critério estabelecido no edital é o do menor preço global. Havendo entendimento de necessidade de alterações de quantitativos, a empresa licitante poderá fazê-lo, no sentido de melhor expressar sua proposta, dado a razão citada, ou seja, tratar-se de ampliação, onde alguns quantitativos podem, na prática, serem diferentes dos previstos. b) Planilha de Orçamento: Deverá ser adotada a planilha modelo pelos licitantes, com o objetivo de uniformizar a formatação das propostas, facilitando o trabalho de análise e comparações pela Comissão de Licitações. A formatação da planilha poderá apresentar variações caso sejam julgadas necessárias pelo licitante. A planilha de orçamento apresentada é referencial e orientativa. Serviços não constantes nesta planilha, variações de quantitativos e/ou outras divergências, não servirão como justificativas para possíveis aditivos após a contratação, devendo haver questionamento da Licitante à Contratante, dentro do prazo previsto no processo licitatório. c) Cronograma Físico Financeiro: Deverá ser preenchido em planilha similar, de mesma estrutura à do modelo apresentado. As medições serão em etapas quinzenais, visto que o prazo estabelecido é de 120 (cento e vinte dias) para a conclusão da obra. Os valores indicados no cronograma não irão constituir valores de parcelas, visto que as mesmas serão estabelecidas pelos condicionantes de retenções e demais cláusulas contratuais. d) Atendimento a aspectos legais: d.1. Conforme art. 6º inciso IX da Lei 8666/93, temos as seguintes considerações: 2 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza; b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem; c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; e) subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso; f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados; O conjunto de documentos técnicos, lidos com atenção, complementados com a vistoria na obra, permitem compreender a solução que foi desenvolvida. A leitura da documentação fornece visão global da obra, e identifica com clareza os elementos construtivos necessários para elaboração de proposta e execução total do que se pretende contratar. As soluções técnicas encontram-se indicadas nos documentos, compostos conforme aqui relatados. Não foram identificadas situações que possam caracterizar necessidade de reformulação da documentação técnica, ou posteriormente, na fase de execução dos trabalhos. Todos os itens listados neste artigo da Lei foram levados em conta quando da elaboração da documentação técnica. Alem do artigo 6º, o conteúdo da Lei 8666, embasa todos os serviços que precedem o processo licitatório, incluindo a elaboração dos documentos técnicos, que buscam atender também os aspectos a seguir descritos. d.2. Funcionalidade e adequação ao interesse público: As questões de funcionalidade da edificação para as finalidades a que se destina, foram conduzidas em conjunto entre a direção do IFRS – Campus Sertão, professores do IFRS – Campus Sertão e dos técnicos 3 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] que elaboraram o projeto, no sentido de otimizar as questões de funcionalidade, com o uso a ser dado à edificação após os trabalhos. As adequações têm por objetivo dar maior intensidade de uso, ou seja, maior taxa de utilização ao prédio. d.3. Economia na execução, conservação e operação: O aproveitamento de materiais existentes no Campus reduz os custos e produzem o reaproveitamento, melhorando os aspectos ambientais. Os materiais novos a serem utilizados, foram especificados de forma simplificar o processo construtivo, facilitar a conservação do prédio e seu funcionamento operacional, reduzindo trabalhos de manutenção. d.4. Mão de obra, materiais, tecnologia e matérias primas: Recomenda-se à empresa contratada, a utilização de mão de obra local, com vistas às questões de economicidade, rapidez, proximidade de deslocamentos e facilidade de acessos. Tais recomendações, que sejam aplicáveis, devem ser tomadas com relação aos fornecedores de materiais de construção, às tecnologias disponíveis na região do empreendimento. Deverá ser feita avaliação de capacitação de mão de obra, no sentido de garantir a qualidade dos trabalhos realizados. d.5. Facilidade de execução, conservação e operação: Sem prejuízo na qualidade dos materiais empregados, a empresa executora deve buscar sistemas construtivos de facilidade operacional, que possam agilizar os trabalhos contratados. As questões de conservação do local durante a obra, e os aspectos operacionais deverão ser igualmente observadas, com vistas ao atendimento dos fluxos previstos no cronograma físico financeiro. d.6. Normas técnicas de saúde e segurança do trabalho: Além do que já foi descrito, caberá a empresa executora, o atendimento de todas as normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho, no canteiro de obras. Além do necessário uso de EPIs, deverá a contratante, providenciar os exames admissionais, periódicos e demissionais de seus funcionários, e outras exigências legais correlatas. d.7. Impacto ambiental do empreendimento: Como aspectos negativos, a implantação do empreendimento irá produzir o consumo de matérias primas naturais, que irão se utilizar de processos industriais em sua transformação, além de energia e da infraestrutura disponível para transporte, comunicações e demais elementos necessários. Como aspectos positivos têm a geração de emprego e renda, durante o período de implantação e após este, quando o prédio estiver funcionando. O melhor dos aspectos positivos é a 4 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] finalidade do empreendimento, que, dedicado à educação de pessoas com necessidades especiais, poderá permitir a inclusão e a qualificação de pessoas, melhorando significativamente a médio e em longo prazo as relações ambientais entre o homem e a natureza. O projeto levou em conta as questões ambientais relacionadas à produção de resíduos de obra, os quais serão preferencialmente utilizados dentro da área da Escola, nas áreas previstas a serem pavimentadas, onde serão utilizadas na preparação da base. Resíduos recicláveis deverão ser destinados a esta finalidade, e resíduos orgânicos e outros, deverão ser encaminhados à empresa licenciada e que faz a coleta de lixo urbano. Com relação aos aspectos paisagísticos e visuais, o impacto do empreendimento será positivo, pois o projeto não produz alterações importantes nos aspectos já existentes, e farão a complementação e embelezamento do local, com os acabamentos previstos. O porte da edificação não produzirá alterações nas rotas dos ventos dominantes no entorno do prédio. Não existirão impactos de vizinhança, de vez que o prédio é interno a área da Escola, sem vizinhos próximos. No local não se produzem poeiras, fumaças, ruídos ou vapores considerados prejudiciais. Os efluentes, resultantes de águas servidas seguem por tubulações para o sistema de coleta e tratamento de efluentes. B. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E SERVIÇOS: 01.02.000 - SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS: A Empresa executora deverá manter profissional Engenheiro Civil ou Arquiteto, Responsável Técnico pela execução da obra, em permanente acompanhamento da mesma. Para o início da obra deverá ser providenciado: - ART de execução, vinculada a ARTs de projeto - Diário de obra, com a anotação diária dos serviços executados. - Matrícula da obra no INSS. - A empresa licitante deverá entrar em contato com a direção do IFRS – Campus Sertão e a prefeitura Municipal de Sertão para ver necessidade da aprovação do projeto, licenciamento e habite-se após a conclusão da obra. - Mensalmente apresentar as guias de recolhimento do INSS, juntamente com a relação de empregados. 5 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] 02.00.000 - SERVIÇOS PRELIMINARES: 02.01.000 – MOBILIZAÇÃO PARA INICIO DA EXECUÇÃO DA OBRA 02.02.000 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS: Por ocasião das ampliações, as salas do sub-solo estarão desativadas, podendo ser utilizadas as mesmas para a guarda de materiais, vestiários para os trabalhadores, refeitório e atividades técnicas e administrativas de acordo com as necessidades da empresa executora. A empresa deverá executar instalações provisórias de água, luz e outras necessárias, bem como acessos e sinalizações. Na conclusão da obra, entregar a edificação limpa, bem como atender ao requisitado no item 19.00.000. 02.03.000 – LOCAÇÃO DA OBRA Sob a responsabilidade da CONSTRUTORA, a obra deverá ser locada por eixos ou faces de paredes discriminados em projeto. Após a locação, fazer a aferição das dimensões, alinhamentos, e outras indicações constantes do projeto, adaptadas às reais condições encontradas no local. Havendo discrepância entre as condições existentes e os elementos do projeto, a ocorrência será objeto de comunicação, à fiscalização, quem competirá deliberar a respeito. 02.04.100 – LIMPEZA E PREPARO DA ÁREA Será limpa a área a ser ampliada , removendo-se a camada vegetal, e obstáculos que prejudiquem a implantação da obra. a) Placa de Obra: aquisição e assentamento da placa de obra em chapa de aço galvanizado com estrutura metálica. 02.04.200 – ESCAVAÇÕES Serão feitas escavações mecânicas para executar o estaqueamento e escavações manuais para assentar vigas de fundação, e toda tubulação de água e esgoto conforme projeto hidrosanitário em anexo. 02.04.300 – ATERROS E REATERROS Após as escavações a terra (sem entulho) deverá ser recolocada de modo a não forçar ou obstruir as tubulações para evitar que danifiquem as mesmas, a terra deverá ser apiloada e após espalhar uma camada de brita nº 01 pois o sub-solo não recebera pavimentação nesta etapa. 02.05.000 – DEMOLIÇÕES: 6 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] Serão abertos dois vãos de acesso a área ampliada conforme indicado em projeto. Elementos retirados da edificação e que estejam em condições de reaproveitamento deverão ser entregues ao setor de serviços gerais da entidade. 03.00.000 – FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS: 03.01.100 – INFRAESTRUTRA FUNDAÇÕES: a) Sapatas isoladas: As fundações serão em sapatas de dimensões detalhadas em projetos. 03.02.000 – SUPRAESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO O concreto utilizado deverá ter resistência característica 20 MPa, observando as seguintes normas: NBR 6118/2003: Projeto e execução de obras de concreto armado; NBR 6120: Cargas para o cálculo de estruturas de edificações. Os materiais recomendados para serem empregados na obra devem obedecer as especificações brasileiras da ABNT vigentes, tais como: NBR 5732/91 Cimento comum; NBR 7480/85 Barras e fios destinados à armadura de peças de concreto armado; NBR 7211/82 Agregados para concreto; NBR 12655/96 Concreto – preparo, controle e recebimento. Os materiais e as técnicas de execução abaixo relacionadas deverão atender as seguintes características: a) Aditivos: Podem ser empregados aditivos a fim de melhorar algumas características do concreto como, por exemplo, a plasticidade, a homogeneidade, o peso específico, a impermeabilidade, a tempo de cura. b) Água da Mistura: A água considerada satisfatória para os fins aqui previstos será potável, limpa, isenta de ácidos, óleos, álcalis, sais, siltes, açucares e materiais orgânicos e outras substâncias agressivas ao concreto e que possam ocasionar alterações na pega do cimento. c) Areia: Deverá ser natural e quartzoza, de grãos angulosos e ásperos ao tato, não contendo quantidades nocivas de impurezas orgânicas ou terrosas, se for julgado necessário, a fiscalização exigirá que seja lavada. O armazenamento no canteiro de obras obedecerá a sua classificação granulométrica. d) Arame Recozido: Será empregado o fio de aço recozido preto nº 16 ou 18 AWG para amarração da ferragem do concreto armado. e) Barras e fios de aço: Serão do tipo CA-50 e CA-60, conforme especificações em planta. Não deverão apresentar excesso de ferrugem, manchas de óleo, argamassa aderida ou qualquer outra substância que prejudique sua perfeita aderência ao concreto. f) Cimento comum: Deverá ser de fabricação recente, só sendo aceito na obra em sua embalagem original intacta, sem apresentar indícios de aventamento. Não deverá ser usado cimento proveniente da limpeza de sacos ou embalagens. Deverá ser tomada precaução para proteger o cimento de deterioração e contaminação. Os sacos deverão ser armazenados em local bem seco, protegidos de forma a permitir fácil acesso à inspeção e identificação de cada embarque. As pilhas deverão ser colocadas sobre um estrado de madeira e não deverão conter mais de dez sacos. f) Madeira: Será empregado pinho ou madeira de lei adequada às fôrmas e escoramento, sem nós ou fendas que comprometem sua resistência e com superfície adequada a deixar o concreto com aparência desejada. g) Pedra e Brita: Serão provenientes de rochas sãs, insolúveis e sem traços de decomposição. A granulometria estará dentro das classificações necessárias para executar os vários tipos de concreto, respeitadas as prescrições da NBR 7211. O 7 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] agregado deverá estar livre de substâncias estranhas como terra e madeira, deverão estar separados entre si, quando em estoque, conforme sua granulometria. h) Fôrmas e escoramento: Serão executadas de acordo com as plantas. As dimensões deverão ser verificadas para que se tenha certeza de que elas correspondem as peças que deverão moldar. Nas extremidades inferiores dos pilares serão deixadas aberturas para a limpeza. As fôrmas deverão ser executadas de modo a oferecer resistência ao peso próprio do concreto que nelas será lançado e às sobrecargas durante o período de construção. i) Preparo do concreto: Preferencialmente deverá ser utilizado concreto usinado. Quando executado na obra o amassamento deverá ser contínuo e durar no mínimo um minuto depois que todos os componentes estejam na betoneira. Os agregados serão medidos em caixas de dimensão pré-estabelecidas, lançadas na betoneira e misturadas a seco, em último lugar será adicionado o cimento. Somente então será lançada a água na proporção adequada. O traço deverá ser dosado para o fck especificado. j) Armadura: Serão executadas por mão de obra especializada, ocupando exatamente as posições indicadas nas plantas. As amarras serão feitas com arame recozido 16 ou 18 AWG. Para garantir o cobrimento previsto em norma deverão ser colocados distanciadores de concreto ou plástico, disponíveis no comércio. O uso destes distanciadores é obrigatório para garantir o especificado no projeto estrutural e as prescrições de norma. k) Lançamento do concreto: Em camadas horizontais, com rapidez, sendo as diversas camadas comprimidas e vibradas mecanicamente.Antes de lançar o concreto, as fôrmas serão varridas e limpas de matéria orgânica que possa prejudicar o concreto. Durante o lançamento cuidar para não deformar a armadura. Não será permitido o lançamento do concreto a altura superior a 2,00m. Para evitar segregação em quedas livres maiores que a mencionada, deve-se utilizar calhas apropriadas ou outros dispositivos de lançamento. l) Cura: Durante o período de cura o concreto deverá ser molhado, especialmente nas primeiras horas e primeiro dia seguinte. m) Cobrimentos: Todos os elementos estruturais internos ou externos deverão ser revestidos com concreto de recobrimento de espessura mínima 2,0 cm. n) Adensamento: Será cuidadoso de forma que o concreto ocupe todos os espaços da forma. Serão adotadas precauções para evitar a vibração da armadura, de modo a não formar vazios ao seu redor, nem dificultar a aderência com o concreto. Os vibradores de imersão não deverão ser deslocados horizontalmente. A vibração será apenas o suficiente para que apareçam bolhas de ar e uma fina película de água na superfície do concreto. Retirada de fôrmas: Fazer sem choques e de forma cuidadosa. O prazo mínimo é de três dias para as laterais de pilares e vigas, 14 dias para as faces inferiores das vigas, deixando-se em todos os casos escoras suficientemente espaçadas, e vinte e oito dias para o descimbramento total. Poderá ser diferente caso utilizado cimento de alta resistência inicial, ou aditivos, situação em que a Empresa executora deverá apresentar seu plano à Fiscalização 03.02.110 – PILARES Serão na posição indicado em planta, e alturas iguais a do pé direito dos pavimentos, com ferragem longitudinal e estribos conforme indicado no projeto específico. As ferragens dos pilares nascem nas vigas de fundação, junto da face 8 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] superior da concretagem das estacas. As emendas de barras de ferragem longitudinal deverá ter transpasse de acordo com a norma da ABNT. A concretagem dos pilares (20 MPa) será feita à medida em que os painéis de alvenaria forem sendo erguidos, de forma a dar amarração entre este e as paredes. 03.02.120 – VIGAS O concreto de vigas será com fck 20 Mpa, As vigas de fundação serão em concreto armado, de dimensão conforme projeto estrutural. As de entrepiso sustentarão a laje de piso do pavimento térreo e superior, e serão apoiadas entre si e nos pilares. As vigas de respaldo, serão invertidas com relação a laje de forro e ao beiral, de forma a permanecerem ocultas. Deverão ser deixadas esperas para amarração das tesouras da cobertura com ferros CA 60 6,3mm posicionadas conforme projeto de instalação das tesouras do telhado. 03.02.130 – LAJES DE ENTREPISO E COBERTURA a) Será em laje pré-moldada 04.00.000 – ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO 04.01.000 – PAREDES a) Paredes de tijolos seis furos avista – Serão utilizados somente nas paredes externas nas áreas a ampliar, deverão ser assentados com argamassa de cimento areia e cal, podendo ser argamassa industrializada. Os tijolos deverão ser de dimensões uniformes ( com as mesmas dimensões dos existentes), de boa qualidade e perfeitamente cozidos. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três tijolos diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra, preferencialmente o de melhor qualidade e de maior espessura quando assentado a chato. Todas as paredes serão nas posições e espessuras indicadas no projeto. b)Paredes de tijolos seis furos rebocados Serão utilizados nas paredes internas nas áreas a ampliar, deverão ser assentados com argamassa de cimento areia e cal, podendo ser argamassa industrializada. Os tijolos deverão ser de dimensões uniformes, de boa qualidade e perfeitamente cozidos. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três tijolos diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra, preferencialmente o de melhor qualidade e de maior espessura quando assentado a chato. Todas as paredes serão nas posições e espessuras indicadas no projeto. c) Paredes em divisória leve – Estas serão utilizadas nas divisórias dos banheiros devendo obedecer as dimensões e detalhamentos descritos em projeto. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três fornecedores diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra. Obs: Nas paredes em alvenaria as posições de aberturas, tanto interna quanto externas, fazer antes das duas ultimas fiadas do vão, reforço estrutural de alvenarias com a colocação de pelo menos duas barras de ferro 5,0mm passantes pelo menos 1,00m além do vão da abertura. 04.01.200 – ESQUADRIAS 04.01.300 – PORTAS: 9 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] a) Porta internas tipo divisória leve: Estas serão utilizadas nas divisórias dos banheiros devendo obedecer as mesmas características das paredes em divisória leve descritas no item anterior. Suas aberturas serão de abrir, em sentido detalhado em projeto, com fechadura tipo cilindro, maçanetas tipo alavancas, de acabamento cromado. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três fechaduras diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra e será padrão para as demais esquadrias. b) Porta interna tipo semi-oca: Esta será utilizada na copa cozinha e serão portas com folhas do tipo semi-ocas chapeadas de compensado com marcos e vistas de madeira maciça acabamento pré-lixado, de aspecto uniforme, sem rugosidades, para acabamento com pintura. Sua abertura será vai e vem utilizando dobradiça apropriada, por este motivo deverá ter um detalhe em vidro na altura padrão de uma pessoa para evitar acidentes, detalhe visto em projeto. Em ambas as folhas e ambos os lados serão utilizados puxadores metálicos cromados, este tipo alça. c) Portas internas tipo divisória leve: Estas serão utilizadas nas divisórias dos banheiros para portadores de necessidades especiais, seguir as especificações do item a. d) Portas internas tipo semi-ocas :Estas serão utilizadas na entrada principal dos banheiros, copa e salas de aula, serão portas com folhas do tipo semi-ocas chapeadas de compensado com marcos e vistas de madeira maciça acabamento prélixado, de aspecto uniforme, sem rugosidades, para acabamento com pintura. Sua abertura será de abrir em sentido detalhado em projeto, com fechadura tipo cilindro, maçanetas tipo alavancas, de acabamento cromado conforme padrão escolhido. e) Passa pratos: Terá sua estrutura em madeira e abertura de correr em vidro conforme detalhe em projeto. 07.01.302 – JANELAS: a) Janelas em alumínio banheiros e escadaria: As janelas destes compartimentos serão em alumínio branco e terão abertura tipo basculante. b) Janelas de alumínio copa cozinha e salas de aula: As janelas destes compartimentos serão em alumínio branco, divididas em 2 folhas de correr para ambos os lados, usar fechadura padrão para aberturas em alumínio. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três bitolas de perfis diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado, levando em conta que nos dias de hoje o mercado oferece várias 10 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] espessuras de perfis para a fabricação de uma mesma esquadria, observação para o iten a) e b), citado anteriormente. c) Grades: Todas as janelas do pavimento térreo receberão grades em ferro, as mesmas serão colocadas no lado externo devendo ser observado os espaços para abertura das basculantes. As grades serão com barras horizontais de perfil redondo, dispostas sobre estrutura montante em ferro chato, estas deverão ser fixadas nos vãos das janelas, com chumbadores metálicos os quais serão embutidos no mínimo 10cm, nas paredes em alvenaria, com dimensões e detalhes indicadas em projeto em anexo. Bitolas dos ferros para as grades especificada em projeto. Todas as grades receberão fundo anti ferrugem, e acabamento em tinta esmalte na cor das esquadrias. O posicionamento de colocação das grades, será “dentro do vão”, a aproximadamente oito (8) cm da face da parede, observadas as condições particularizadas em cada um dos locais a instalar, devendo ser otimizadas, caso a dimensão especificada possa não ser a melhor solução. d) Vidros: Todos os vidros serão do tipo liso transparente, com 4 mm de espessura aplicados com massa de vidraceiro. 08.00.000 – SOLEIRAS E PEITORIS: a) Soleiras: Nas portas internas as soleira serão com o mesmo piso cerâmico especificado pela fiscalização da obra. b) Peitoris de janelas: Os peitoris de janelas deverão ser providos de pingadeiras do mesmo piso cerâmico usado na parte interna assentados com um leve caimento para que a água escoe protegendo as paredes de futuras infiltrações. 09.00.000 – COBERTURA a) Estrutura da cobertura: A estrutura da cobertura será metálica devidamente calculada, e acompanhada a execução por um engenheiro mecânico habilitado, deverá seguir o padrão da existente em pontos como escoramento distanciamento etc..., terá pintura anti-ferrugem em toda sua extensão mas principalmente em pontos de solda. b) Cobertura em aluzinc: As telhas serão de liga de alumínio com zinco e dispostas sobre estrutura metálica. O distanciamento dos perfis, o transpasse, e a fixação obedecerão as recomendações técnicas do fabricante das telhas. c) Calhas: Serão em chapas de aço galvanizado nº 26, com suas dimensões iguais as existentes, deverão ter declividade para os condutores pluviais e ser obrigatório a instalação de dispositivo tipo (ladrão) para em caso de obstrução das 11 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] descidas as águas serem jogadas para fora. Levando em conta a grande quantidade de arvores ao redor da edificação. 10.00.000 – REVESTIMENTOS DE PISOS: a) Contrapiso de concreto: O contrapiso será em concreto com resistência característica de 15 Mpa, com acabamento adequado para a colocação da cerâmica, sem que exista a necessidade de nova camada de nivelamento, o que reduz os prazos e os custos da obra. Especial atenção quanto ao nivelamento junto às paredes, onde a colocação dos rodapés indicará a obediência ou não do nivelamento da base, situação que caso ocorra deverá ser corrigida posteriormente. b) Pisos cerâmicos: Em toda a ampliação, exceto no sub-solo onde não haverá pavimentação, o piso será com cerâmica vitrificada de dimensões mínimas 40x40; com resistência PEI 5, classe “A” de marca reconhecida no mercado como de boa qualidade. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos cinco pisos diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra. Para o assentamento deverá ser utilizado argamassa colante de boa qualidade e obedecer as especificações do fabricante, usar espaçadores plásticos para garantir o alinhamento da juntas que deverão ser de 4 mm; preenchidas com rejunte anti-mofo na cor cinza claro. c) Reforma do assoalho da quadra de esportes: Deverão ser substituídas as taboas com defeito, revisar as demais certificando-se que estão devidamente fixadas, retirada de qualquer defeito que possa impedir o bom uso da quadra, após lixar toda a sua extensão com maquina apropriada, pintar com selador para madeira em tantas demãos quanto necessárias sendo no mínimo três, demarcar e pintar as linhas para a utilização da quadra de futebol de salão, voleibol e basquete com tinta esmalte sintética em cores apropriadas para cada modalidade. d) Demarcação de duas quadras de esportes: Tais quadras são existentes e encontram-se posicionadas aos arredores do ginásio, sendo uma extensão da edificação para esportes ao ar livre, deverão ser demarcadas de acordo com o existente. Pintar com tinta própria para demarcação de piso em tantas demãos quanto necessárias sendo no mínimo três. e) Nivelamento da quadra de areia: Tal quadra como no item d) é uma extensão do ginásio de esportes, já existente, devendo apenas ser executado o nivelamento da areia com 15 cm de espessura pela área da quadra que é 30x18, areia média, limpa, livre de pedras, pedriscos sementes e demais objetos que possam causar acidentes. 12 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] 11.00.000 – RODAPÉS: Onde não houver revestimento cerâmico nas paredes, serão colocados rodapés cerâmicos do mesmo material escolhido para o piso, serão cortados com altura de 6 a 7 cm, e obedecerão ao alinhamento do assentamento do piso, e também o sentido das texturas ou desenhos estampados na cerâmica. O acabamento do rodapé com o prumo da parede deverá ser com argamassa de rejuntamento, com declividade uniforme, em torno de 30º. 12.00.000 – REVESTIMENTOS DE PAREDES: a) Chapisco e emboço: Receberão chapisco e emboço as paredes internas em ambas as faces, o forro de todos os compartimentos e os elementos de concreto com faces aparentes . b) Reboco: Receberão reboco fino todas as faces rebocadas incluindo os forros dos compartimentos, exceto aquelas que serão revestidas com azulejo. c) Azulejos: As paredes internas da copa cozinha serão revestidas até uma altura de aprox. 1,60 ou seja quatro fiadas inteiras de cerâmicas 40x40, evitando recortes e desperdício. Os banheiros no entanto serão revestidos até o teto. O material deverá ser cerâmica para revestimento de paredes dimensões 40x40 preferencialmente nas cores claras tipo branco ou assemelhados, de marca reconhecida no mercado como de boa qualidade. A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos cinco pisos diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra. Para o assentamento as paredes deverão estar pré regularizadas com chapisco e emboço, deverá ser utilizado argamassa colante de boa qualidade e obedecer as especificações do fabricante, usar espaçadores plásticos para garantir o alinhamento da juntas que deverão ser de 4 mm; preenchidas com rejunte anti-mofo na cor cinza claro. 14.00.000 – PINTURAS 14.01.100 – Selador e tinta acrílica: As paredes internas em alvenaria receberão a aplicação de selador e após tinta acrílica de marca reconhecida no mercado como de boa qualidade, na cor a ser escolhida pela fiscalização da obra, pois o prédio existente deverá passar por reformas futuras e seguir o padrão escolhido na área ampliada. Fazer a pintura de acabamento, com controle de qualidade quanto ao cobrimento, aplicando tantas demãos quantas necessárias, sendo no mínimo três. 14.02.000 – Tinta a base de esmalte: Receberão este acabamento os elementos em ferro e esquadrias em madeira. Fazer a pintura de acabamento, com controle de 13 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] qualidade quanto ao cobrimento, aplicando tantas demãos quantas necessárias, sendo no mínimo três. Obs: Antes da aplicação de tinta esmalte em elementos de ferro, deverá ser aplicado um fundo anti-ferrugem. 14.03.000 – Selador para tijolo avista: Nas paredes executadas com tijolos avista deverá ser aplicado selador hidrorepelente, Fazer a pintura de acabamento, com controle de qualidade quanto ao cobrimento, aplicando tantas demãos quantas necessárias, sendo no mínimo três. 15.00.000 - EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS: a) Corrimões e guarda corpo das escadas: Tais elementos serão executados em ferro obedecendo as normas técnicas e exigências do Corpo de bombeiros. b) Tampos em granito dos lavatórios dos banheiros: Instalar em cada um dos banheiros, totalizando 2 unidades, tampo em granito com dimensões detalhadas em projeto, ( cor do granito a ser escolhida pela fiscalização) para 5 cubas oval de embutir . Os tampos serão providos de rodapé junto da parede, saia na frente e lateral, de forma a ocultar a cuba e o sistema de apoio e fixação que será em estrutura de ferro reforçada com mãos francesas. As bordas externas, ou seja aquelas que não encostam nas paredes, deverão estar providas de saliências (bordas) na parte superior do tampo, que poderá ser o prolongamento da saia, feito com até 2 cm de saliência acima do nível do tampo. As válvulas de saída em cada cuba poderão ser de plástico, ou abs, desde que com acabamento cromado, imitando metal. As ligações com a rede de esgoto serão com sifão tipo copo, rosqueável. Obs: Os tampos deverão ter um furo no centro, entre as 2 cubas posicionadas o mais próximo da porta de saída do banheiro, o sistema já é utilizado pela escola e se refere a lixeira que será posta em baixo do furo ( observar o existente em outras edificações e seguir o padrão). c) Espelhos de banheiro: Instalar espelhos, em cada um dos banheiros, totalizando 2 unidades com dimensões de largura que cubra a extensão de 2 cubas dos lavatórios, e com altura de 60 cm, centralizado quanto a largura. Fixar os espelhos sobre chapa de MDF, prendendo estas em estruturas de ferro pintadas com tinta expoxi, dispostas em ângulo de 10º com relação ao prumo das paredes. d) Papeleiras: Uma papeleira para cada bacia sanitária, do tipo metálico cromado, com tampa, fixar em local de fácil manuseio pelo usuário, com parafusos e buchas plásticas, posicionando os parafusos preferencialmente nas juntas dos azulejos. e) Porta toalha de papel: Um porta toalha para cada banheiro, do mesmo padrão já utilizado em outras edificações da Escola, buscando a padronização dos trabalhos de manutenção. Instalar um porta toalha junto ao furo no balcão de granito, feito para posicionar a lixeira. f) Porta sabonete liquido: Um porta sabonete liquido para cada banheiro, do mesmo padrão já utilizado em outras edificações da Escola, buscando a padronização dos trabalhos de manutenção. Instalar ao lado do porta toalhas de papel. g) Barras de apoio: Serão metálicas, cromadas, fixadas na posição adequada conforme norma técnica da ABNT, nos dois sanitários destinados a pessoas portadoras de necessidades especiais. h) Assento plástico: Instalar em cada vaso sanitário um assento plástico duplo na mesma cor da louça. i) Letreiro de identificação das portas: As salas de aula serão identificadas por ( Sala de aula e o número seqüencial ). Os demais compartimentos deverão ser descritos 14 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] conforme suas funções, exceto os banheiros para portadores de necessidades especiais que somente deverá identificar simbolicamente com a figura humana que represente os sexos masculino e feminino, sem outra inscrição. Todas as identificações serão sempre, em letras e cores padrões da escola. j) Exaustores eólicos: Serão instalados exaustores devido ao aquecimento do ambiente em dias de calor. Na cobertura existente, posicionadas acima da quadra do ginásio, serão instalados quatro (04) exaustores eólicos em chapa galvanizada de dimensão Ø60 . A empresa executora deverá abrir o vão necessário na cobertura, fazer a instalação dos exaustores, e após fazer a vedação ao redor do mesmo com algeroz e acabamento com poliuretano para evitar infiltrações. k) Arquibancada: A arquibancada terá capacidade para 436 pessoas sentadas e sua estrutura será em perfis metálicos com dimensões e detalhes vistos em projeto, deverá ser devidamente calculada, e acompanhada a execução por um engenheiro mecânico habilitado, que fornecera ART. O assento será em madeira aplainada, lixada e pintada com tinta esmalte sintetica, devendo ser fixada com parafusos sem cabeça para evitar acidentes. A estrutura terá pintura anti-ferrugem em toda sua extensão mas principalmente em pontos de solda. PPCI - Plano de prevenção e proteção contra incêndio: Todos os equipamentos deverão ser instalados conforme projeto aprovado pelo Corpo de bombeiros. . 16.00.000 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS 16.01.000 - ÁGUA FRIA: 16.01.001 – ALIMENTAÇÃO: Será instalada um reservatório de água na cobertura da área a ampliar que abastecerá os banheiros e copa cozinha, ( fazer a ligação do sub-solo existente na mesma decida do reservatório a instalar, a tubulação de entrada de água até o reservatório será de 25mm e será conectado ao ponto de entrada principal da edificação, onde será instalado um registro do tipo esfera, de 25mm; em PVC com fechamento em meia volta denominado registro geral . A tubulação alimentadora será na bitola 25 mm, seguindo embutidas em paredes, conforme indicado no projeto de instalações hidráulicas. Todas as instalações deverão seguir o projeto em anexo. 16.01.002 - DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS: Fazer o preparo do terreno, no entorno da área a ampliar, de forma que não existam pontos de acúmulo de águas pluviais. 15 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] 16.01.003 – TUBOS E CONEXÕES: Todos os tubos e conexões serão em PVC soldáveis, de marca de reconhecida qualidade, como de primeira linha no mercado da construção civil. A colocação dos tubos será sempre em nível, prumo e alinhamento. 16.02.000 – APARELHOS E ACESSORIOS SANITÁRIOS: 16.02.001 – LAVATÓRIOS: a) Cuba de embutir: Em cada tampo de granito, instalar 5 cubas de embutir, de formato oval, na cor branca, dimensões aproximadas de 33x47cm. Os lavatórios serão providos de válvulas de saída em metal cromado, e ligados com sifões tipo sanfonados, conectado as tubulações de esgoto embutidas nas paredes até a caixa sifonada, interna; e posteriomente ao tubo pvc de 100mm, e, este ligado direto à caixa de inspeção externa (em alvenaria e com tampa de concreto); e por fim ao filtro anaeróbio e sumidouro existente. 16.02.002. BACIA SIFONADA: Serão instaladas nas quantidades e posições conforme projeto, todos na cor branca, tipo standard de marca reconhecida como de qualidade superior no mercado da construção civil (1ª linha). As bacias sanitárias terão os tubos de tomada na bitola 100mm para acoplamento na louça. O assentamento das bacias será feito com anel de cera com guia e fixados com parafusos específicos para louças sanitárias. O sistema de descarga será com caixa acoplada em conjunto com a bacia, ou seja, da mesma marca e cor. O botão de acionamento deverá ser na posição lateral. 16.02.003 – LIGAÇÕES FLEXÍVEIS: As ligações flexíveis serão em PVC na cor branca, instaladas nas bacias sifonadas e lavatórios, de marca reconhecida como de qualidade superior no mercado da construção civil (1ª linha). Suas dimensões serão de 30, ou 40cm. Todos os pontos de água fria deverão estar locados a uma distância e posição padrão em relação aos aparelhos sanitários, para que o flexível as alcance e fique parcialmente oculto. 16.02.004 – MICTÓRIOS Serão em louça na cor branca, fixados na parede com parafusos específicos para louças sanitárias, alimentação hidráulica com registro cromado, acionamento de pressão com regulagem do fluxo de água. A ligação flexível que alcança a louça também 16 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] será metálico e cromado. Os mictórios serão instalados entre separadores de granito da mesma especificação dos tampos. 16.02.005 – METAIS SANITÁRIOS: a) Registros de gaveta: Cada compartimento que for abastecido com água fria recebera um registro de gaveta, com canopla cromada, de marca reconhecida como de qualidade superior no mercado da construção civil (1ª linha). A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três modelos e marcas diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra. b) Torneiras: Serão metálicas e cromadas, com acionamento por pressão com regulagem de fluxo de água, de marca reconhecida como de qualidade superior no mercado da construção civil (1ª linha). A empresa executora deverá apresentar amostras de pelo menos três modelos e marcas diferentes, para que a fiscalização faça a escolha do que seja mais apropriado para a obra. 16.03.000 – ESGOTOS SANITÁRIOS: 16.03.001 – TUBOS E CONEXÕES: a) Tubos e conexões rede interna: A rede será com tubos e conexões de PVC com juntas soldáveis, as tubulações que forem instaladas na parte inferior da laje de entrepiso (junto ao forro) deverão ser fixadas com fita perfurada (awalciva) devidamente parafusada com porca e arruela, e fixadas na laje de entrepiso com parafuso e bucha 8mm. A tomada junto aos lavatórios, embutida na parede. b) Tubos e conexões rede externa: A rede será com tubos e conexões de PVC com juntas soldáveis, ficarão abaixo do nível do solo a uma profundidade de aproximadamente 30cm, até seguirem ao centro de tratamento de esgoto existente. c) Tubos de ventilação serão um para cada ralo sifonado instalado. Os tubos de ventilação deverão subir até acima do nível do forro, com dispositivo terminal em pvc de acordo com norma técnica. d) Caixas de Inspeções em alvenaria: Serão com duas caixas de inspeção, com dimensão interna mínima de 60cmx60cm em tijolos maciços, rebocadas internamente, com cantos arredondados, com tampa de concreto pré moldada, lacrada com argamassa de cal e areia, seguindo a tubulação, na bitola 150 mm na direção ao filtro anaeróbio e, posteriormente, finalizando a rede de esgoto, no sumidouro, conforme as normas do sistema de tratamentos exigido. Observação: O esgoto da área a ser ampliada deverá seguir até o sistema de tratamento existente. 17 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] 17.00.000 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: 17.00.001 – ENTRADA DE ENERGIA: Será usada a existente. 17.00.002- CENTRODE DISTRIBUIÇÃO, DISJUNTORES E ELETRODUTOS a) Centro de distribuição: Instalar um CD, com espaço para doze disjuntores, tendo como reserva, para eventuais ampliações. Será em PVC na cor branca interno e embutido na posição marcada em projeto. b) Disjuntores: Serão usados disjuntores tipo Din de acionamento macio e leve. c) Tomadas e interruptores serão com espelhos na cor cinza, de padrão normal, em material normatizado, ou seja, todas as tomadas deverão ter ligação e espera para pino terra. d) As caixas de passagem e derivação para a fiação, bem como para os pontos de tomadas e interruptores, serão metálicas com pintura esmaltada ,de boa qualidade, para que não amassem ao serem embutidas nas paredes, e seus pontos para fixação dos parafusos dos interruptores e tomadas não sejam inutilizados. e) Eletrodutos: Serão em mangueiras pretas flexíveis, em PVC, embutidos nas paredes. Os pontos de transição entre diferentes tipos de eletrodutos serão sempre com caixas de passagem e derivação, estas embutidas nas paredes. e) Aterramentos: Instalar aterramentos com haste de cobre com 3 m de profundidade e diâmetro ¾” com conectores, fazendo quatro aterramentos. Todos os aterramentos deverão ter a caixa de identificação junto da superfície do terreno, com a respectiva tampa, em condições de ser conferida ou medida a resistividade do aterramento. 17.00.003 – FIAÇÃO, ILUMINAÇÃO E COMPLEMENTOS: a) Fiação: Os fios serão em cobre com isolamento anti-chama nas bitolas indicadas, utilizando-se fios de cores diferentes para fase, retorno, neutro e terra, mantendo-se sempre as cores conforme a finalidade de uso. b) Sistema de Iluminação: 18 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] C.1. – Luminárias fluorescentes 2 x 40w: Nas posições indicadas no projeto, providas de calhas do tipo comercial, na cor branca, com reatores eletrônicos de alto fator de potência. C2. – Luminárias fluorescentes tipo compactas 20w: Nas posições indicadas no projeto. C3 – Refletor com lâmpada de vapor de mercúrio mista de 250 watts. Para nova iluminação da quadra. 17.00.004 – TELEFONIA E REDE DE DADOS a) A rede virá da central telefônica e de dados existente e será distribuído conforme projeto anexo, as tubulações serão embutidas nas paredes no interior do prédio. A tubulação será com mangueiras flexíveis na bitola de 3/4 com fiação própria e exclusiva para redes telefônicas e rede de dados. 18.00.000 – REVISÕES, ENSAIOS E TESTES Testar todas as instalações, ou seja, funcionamento de esquadrias, tubulações de água fria e esgoto, torneiras, caixas de descarga, luminárias, tomadas, interruptores. Fazer os ajustes necessários, substituindo as peças ou elementos construtivos que apresentarem defeitos nos testes. Fazer as ligações definitivas de alimentação de água, luz e esgoto. Verificar também os caimentos de pisos, vedações, calafetações, ajustes de dobradiças e funcionamento de aberturas. 19.00.000 – LIMPEZA DA OBRA Retirar as sobras de materiais, restos de construção. Limpar paredes, pisos, vidros e demais elementos, de forma que após concluída ofereça condições de ocupação imediata. Entregar as chaves de todas as portas em chaveiros individualizados com identificação. 20.00.000 - ENTREGA DA OBRA Com todos os elementos construtivos em funcionamento. Documentação: Habite-se da Prefeitura Municipal de Sertão, e CND do INSS. Sertão, 02 de julho de 2010. ___________________________ 19 VANDERLI MARCELO VALENÇA TEIXEIRA–Eng. Civil CREA –111733-D Rua Coronel Pelegrini, 473 – Passo Fundo - RS Fone Fax: (54) 3311 4081 – e.mail : [email protected] Viviane Silva Ramos Diretora Geral, Campus de Sertão ___________________________ Vanderli Marcelo Valença Teixeira Engº Civil – CREA 111.733 - D 20