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Mensagem
Caríssimos Paroquianos (as) e leitores (as) da Revista “Parare Vias Domini”.
“A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.
Recordamos e atualizamos que todos os anos, no mês de setembro,
a Igreja nos propõe um estudo mais minucioso sobre a Sagrada Escritura.
Hoje, em muitas comunidades paroquiais, está se desenvolvendo
um costume antigo da leitura Orante da Palavra de Deus.
Na Paróquia São João, todos os anos, temos estudado com muito
apreço, vários livros da Sagrada Escritura, com o doutorando Pe. Pedro
Luiz Schiavinato. Este ano debruçamos sobre São Paulo, destacando as
comunidades fundadas pelo apóstolo Paulo, para reforçar os trabalhos das
nossas comunidades nos dias atuais.
Nós, católicos, não temos quase o hábito de usar a Bíblia com
frequência. Por isso, a necessidade de conscientizarmos nosso povo a ter
em mãos a Sagrada Escritura e usá-la de maneira adequada. Para não
cairmos no fundamentalismo bíblico, precisamos conhecer o contexto histórico e cultural que a
Bíblia Sagrada fora escrita, pois a Igreja Católica nos orienta que precisamos estar atentos sobre
o tripé que é de suma importância para nossa caminhada de fé: Revelação (Bíblia), Tradição
(deixada pelos Santos Apóstolos e padres) e Magistério da Igreja.
O Compêndio do Vaticano II, constituições, decretos, declarações, traz para toda a Igreja
um documento importante chamado “Constituição Dogmática Dei Verbum”. (A Revelação Divina),
que orienta toda a caminhada da Igreja sobre a Sagrada Escritura, na vida e missão da Igreja. E
o Papa emérito Bento XVI, no ano de 2008, como fruto do Sínodo sobre a Palavra de Deus, nos
apresentou um documento pós-sinodal, o Verbum Domini (Palavra de Deus), à luz do Concílio
Vaticano II, sobre o Dei Verbum.
“A Palavra do Senhor permanece eternamente. E esta é a Palavra do Evangelho que
nos foi anunciada” (1Pd 1.25; cf. Is 40,8). Esta Palavra, que permanece eternamente, entrou
no tempo. Deus pronunciou Sua Palavra Eterna de modo humano. O Seu Verbo “fez-se carne”
(Jo 1,14). “Esta é a boa nova. Este é o anúncio que atravessa os séculos, tendo chegado até
aos nossos dias”, afirmou o Papa emérito Bento XVI, na abertura do Sínodo, sobre a Palavra
de Deus, em Roma.
A Palavra de Deus foi uma experiência profunda de encontro com Cristo, Verbo do Pai,
que está presente onde dois ou três se encontram reunidos em Seu nome (cf. Mt 18,20).
O Papa emérito Bento XVI diz: “É de conhecimento geral, o grande impulso dado pela
constituição dogmática Dei Verbum à redescoberta da Palavra de Deus na vida da Igreja, a
reflexão teológica sobre a Revelação Divina e ao estudo da Sagrada Escritura. A Igreja, ciente
da continuidade do seu próprio caminho, sob a guia do Espírito Santo, com a celebração deste
Sínodo, sentiu-se chamada a aprofundar ainda mais o tema da Palavra Divina, para enfrentar
os novos desafios que o tempo presente coloca a quem acredita em Cristo”. (Verbum Domini,
Paulinas.)
Portanto, recomendo este valioso documento a todos (as) aqueles (as) que queiram
aprofundar-se mais na compreensão da Sagrada Escritura à luz da fé e do magistério da Igreja.
Vamos buscar cada vez mais traduzir a Palavra de Deus em nossa vida, sendo Palavra de Deus
viva para quem nunca teve oportunidade de conhecê-La, como dizia São Francisco, que muitos
desejem conhecer Jesus Cristo vivo através de nós.
Hoje temos vários acessos, pelos meios de comunicações modernos, de aprofundar
nosso conhecimento Bíblico. Basta querermos nos empenhar um pouco mais na busca desses
conhecimentos. Recordamos S. Jerônimo: “Ignorar a Sagrada Escritura é ignorar o próprio Cristo”.
Desejo a todos um frutuoso mês da Bíblia. Que a Palavra de Deus seja luz em nosso
caminho. Luz para iluminar das trevas da ignorância de não querermos abrir-nos para as
novidades de Deus em nós.
Com carinho e minha benção sacerdotal.
Padre Ivonei Adriani Burtia
Pároco
EXPEDIENTE
DIRETOR GERAL E
ESPIRITUAL
Pe. Ivonei Adriani Burtia
Pároco
Pe.Washington Nascimento
Vigário Paroquial
JORNALISTA
RESPONSÁVEL
Adriana Fagundes
Mtb – 23.060
ELABORAÇÃO E
PROJETO GRÁFICO
Eliandra Pita
Guilherme T. Menezes
EDIÇÃO FOTOGRÁFICA
Cleide Biagi
Guilherme T. Menezes
Natalia Agapito
SITE
Bruno Rosa
José Henrique do Amaral
ENTREVISTA
Vinicius Alves
COLABORAÇÃO
Andressa Lopes de Faria
Carlos Roberto Gardenghi
Cristina Guidugli
Dr. Sergio F. Pacca
Erica Pires
Eveline Belini Costa Silva
Fernanda Ferezin
Geraldo Luiz
Helena Maria Silva Ferreira
Idelma Lobato
Lucia Pita
Rosângela M. A. de Souza
PUBLICIDADE E
DISTRIBUIÇÃO
Cristina e Marta Ricco
Renata Frugeri
Vanda Lúcia Lovato
DISTRIBUIÇÃO
GRATUITA
1.500 exemplares
Agradecemos a todosque
colaboram para que esta
Revista seja um elemento
de evangelização.
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Editorial
PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA
Praça Hélio Zanini, s/nº
Bairro São João
CEP 14170-310 – Sertãozinho/SP
Fone: (16) 3945.8445
SECRETARIA PAROQUIAL
De terça a sexta-feira: 9h às 12h e das 14h às 18h
Sábados: 8h às 12h
MISSAS
Horários de Missas Dominicais:
Sábado: 18h Missa na Comunidade Santo Antonio/ Vila Garcia
19h30min Missa na Matriz São João Batista
Domingo: 08h Missa na Capela São José/ COHAB II
9h30min Missa na Matriz São João Batista
19h Missa na Matriz São João Batista
Horários de Missas semanais:
Terça-feira:
19h 30min Matriz São João Batista
20h Missas nos Setores
Quarta-feira: 19h30min Missas nas Comunidades Rurais
Quinta-feira: 19h30min Missa na Comunidade Santa Teresinha
19h30min Comunidade São José
Obs.: Toda 1ª quinta-feira do mês haverá Adoração ao Santíssimo com todos
os agentes, representantes, coordenadores de movimentos, 19h30min, na Comunidade São José / COHAB II.
Sexta-feira:
16h Terço e Missa da Misericórdia na Matriz São João Batista
Missas nos setores urbanos:
1ª Terça-feira do mês
Missa no Setor São Benedito / Santa Madalena de
Canossa
1ª Terça-feira do mês
Missa no Setor Santa Madalena de Canossa
4ª Terça-feira do mês
Missa no Setor São Miguel Arcanjo
5ª Terça-feira do mês:
Missa Pedregal I
4ª Quarta-feira do mês
Missa no Setor Madre Tereza de Calcutá e Santa
Josefina Bakita
Missas nos setores rurais:
1ª Quarta-feira do mês:
Missa na Usina São Francisco de Assis
2ª Quarta-feira do mês:
Missa na Capela São José (Fazenda Experimental)
3ª Quarta-feira do mês:
Missa na Capela N. Sra. Aparecida (Água Vermelha)
BATIZADOS
- Cursos de preparação para o Batismo primeiro e terceiro domingo do mês, das
9h às 10h30min, na Sala de Catequese Dom Romeu Alberti.
- Inscrições na Secretaria Paroquial, de terça a sexta-feira, em horário comercial.
- Documento necessário: apresentar, no momento da inscrição, a Certidão de
Nascimento da criança.
- Batizados no segundo e quarto domingo do mês, com apresentação das crianças
na Santa Missa das 9h30min.
ATENDIMENTO AOS NOIVOS:
Sábado: das 9h às 11h
CONFISSÕES:
Quinta-feira: 14h30min às 17h30min
Sexta-feira: 17h às 18h
DIREÇÃO ESPIRITUAL/ ACONSELHAMENTO
Quarta-feira: 09h às 11h 30m e das 14h 30m às 17h 30m - Com agendamento
antecipado na Secretaria Paroquial.
ATENDIMENTO AOS DOENTES E BÊNÇÃO ÀS RESIDÊNCIAS
Quinta-feira: Período da manhã, com agendamento antecipado na Secretaria
Paroquial.
Iniciamos o mês de setembro com a seguinte
reflexão: o quanto temos lido ao longo dos anos?
Pesquisas mostram que a deficiência no hábito de
leitura é uma das características históricas da cultura
brasileira.
Quando lemos, temos a oportunidade de
enriquecer nossos saberes, criar novas fronteiras e
exercitar nossa imaginação. Em questão de minutos,
entramos e saímos de um mundo muito particular,
criado pelas palavras.
Entretanto, não basta apenas certa dedicação
à prática da leitura. Também temos que dar sentido
àquilo que nos dispomos a ler. Quando um bom texto
ganha sentido em nossas vidas, transformações
positivas ocorrem de forma imediata. Esse exercício de
crescimento, além de proporcionar prazer e satisfação
aos que dele desfrutam, também propicia sucessivas
lapidações de nosso olhar sobre o mundo e a vida.
O poeta Mario Quintana nos diz que ler é uma
dupla delícia, pois “o livro traz a vantagem de a gente
poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado”.
Quanto é importante estarmos sós para nosso
autoconhecimento, interpretação e entendimento de
nossos desejos e dificuldades? Ao mesmo tempo,
como é bom estar bem acompanhado de algo ou
alguém que nos preencha e nos ajude a crescer e
desenvolver enquanto humanos.
Mesmo os mais resistentes sabem que a leitura
deveria ser um hábito cotidiano. É sempre uma boa
hora aos que ainda não se iniciaram nessa feliz
descoberta. E nada melhor do que começar por um
livro de autores iluminados: a Bíblia Sagrada. O livro
que nos permite estar a sós com Aquele que mais nos
ama e conforta.
Que possamos aproveitar o mês da Bíblia para
reavaliarmos o nosso compromisso com a leitura de
seus ensinamentos. Que não há tenhamos em casa
apenas como um objeto sagrado, mas como fonte
verdadeira, com propósitos e valores vivenciados.
Que ela faça sentido em nossas vidas e nos guie de
encontro ao nosso Pai.
Ela traz as Palavras da nossa Salvação! Glória
a vós, senhor!
Eliandra Pita
Pastoral da Comunicação
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Mensagens
Francisco e os Bispos do Brasil
No dia 27 de julho, no Rio
de Janeiro, o Papa Francisco quis
encontrar-se com os Bispos do Brasil
e “falar de coração a coração como
Pastores a quem Deus confiou o seu
Rebanho”. Compartilhou conosco algumas
reflexões. A primeira, partindo do
evento Aparecida (pescadores, barco
frágil, redes, imagem em dois pedaços
e reconstruída, acolhida em casa)
falou do mistério de Deus, que atrai as
pessoas; mostrou diversas lições para
a vida e a missão da Igreja.
Mostrou a atenção dos Bispos
de Roma para com a Igreja no Brasil,
especialmente o Beato João XXIII, o
Servo de Deus Paulo VI, o Beato João
Paulo II e Bento XVI. Lembrou que
vivemos uma mudança de época e é
urgente perguntarmos: O que Deus
pede a nós? Ofereceu-nos uma linha
de reposta, a partir do episódio de
Emaús (Lc 24, 13-35), mostrando a
necessidade sermos uma Igreja capaz
de aquecer os corações das pessoas;
“precisamos de uma Igreja capaz
de fazer companhia, de ir para além
da simples escuta; uma Igreja, que
acompanha o caminho pondo-se em
viagem com as pessoas; uma Igreja
capaz de decifrar a noite contida na fuga
de tantos irmãos e irmãs de Jerusalém;
uma Igreja que se dê conta de como
as razões, pelas quais há pessoas que
se afastam, contém já em si mesmas
também as razões para um possível
retorno, mas é necessário saber ler a
totalidade com coragem. Jesus deu
calor ao coração dos discípulos de
Emaús”.
Em seguida, sublinhou alguns
desafios da Igreja no Brasil. O primeiro
é a prioridade da formação: Bispos,
sacerdotes, religiosos, leigos. Ele fez
uma interrogação: “se não formarmos
ministros capazes de aquecer o
coração das pessoas, de caminhar
na noite com elas, de dialogarem
com as suas ilusões e desilusões, de
recompor as suas desintegrações, o
que poderemos esperar para o caminho
presente e futuro?” Depois afirmou:
“Queridos Irmãos no Episcopado,
é preciso ter a coragem de levar a
fundo uma revisão das estruturas de
formação e preparação do clero e do
laicato da Igreja que está no Brasil.
Não é suficiente uma vaga prioridade
da formação, nem documentos ou
encontros”.
Outro desafio é a colegialidade e
solidariedade da Conferência Episcopal,
quando disse: “Para a Igreja no Brasil,
não basta um líder nacional; precisa de
uma rede de «testemunhos» regionais,
que, falando a mesma linguagem,
assegurem em todos os lugares, não a
unanimidade, mas a verdadeira unidade
na riqueza da diversidade”.
O terceiro desafio sublinhado
é o estado permanente de missão
e conversão pastoral. “Aparecida
falou de estado permanente de
missão e da necessidade de uma
conversão pastoral. São dois resultados
importantes daquela Assembleia para
a Igreja inteira da região, e o caminho
realizado no Brasil a propósito destes
dois pontos é significativo”.
Outro desafio é a função da
Igreja na sociedade. O Papa disse: “No
âmbito da sociedade, há somente uma
coisa que a Igreja pede com particular
clareza: a liberdade de anunciar o
Evangelho de modo integral, mesmo
quando ele está em contraste com o
mundo, mesmo quando vai contra a
corrente, defendendo o tesouro de que
é somente guardiã, e os valores dos
quais não pode livremente dispor, mas
que recebeu e deve ser-lhes fiel”. Por fim o Papa falou da Amazônia
como teste decisivo, banco de prova
para a Igreja e a sociedade brasileiras.
“A Igreja está na Amazônia, não como
aqueles que têm as malas na mão para
partir depois de terem explorado tudo
o que puderam. Desde o início que a
Igreja está presente na Amazônia com
missionários, congregações religiosas,
sacerdotes, leigos e bispos, e lá continua
presente e determinante no futuro
daquela área”. Nossa Arquidiocese está
Amazônia com dois sacerdotes.
Desejo que o ensinamento do
Santo Padre no Brasil nos leve a todos,
pastores e fiéis, a uma reflexão sobre
nossa missão na Arquidiocese.
Dom Moacir Silva
Arcebispo Metropolitano
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Capa
Setembro, Mês da Bíblia
Queridos irmãos e irmãs,
Deus permanece sempre
conosco: “E a palavras se fez carne
e habitou entre nós” (Jo1,14). Deus
nos fala. Deus nos ensina. Deus é
comunicação. A Palavra de Deus não
é somente um livro, mas é a história
da nossa salvação. Todos os anos, no
mês de setembro, temos a oportunidade
de estreitar os nossos laços com a
Palavra de Deus. Não somente com a
bíblia, mas com o Cristo que é a própria
palavra.
No início de setembro, damos a
abertura do mês da bíblia e no dia 30
de setembro comemoramos a festa de
São Jerônimo. Foi ele quem, no século
IV, foi o responsável a pedido do Papa
Dâmaso I, pela tradução dos textos
bíblicos originais (hebraico, aramaico e
grego) para a língua latina. Mas o que
adianta ter a bíblia traduzida em mãos,
e o que é entendido não é vivido? O que
adianta ter em casa a bíblia, se nunca a
lemos? O que adianta saber versículos
decorados, se na verdade só sei isso
e mais nada, só decorar e nada de
praticar, papagaio também fala.
Nas nossas liturgias, é lindo a
palavra de Deus. Ouvimos atentos
a palavra proclamada, cantamos o
salmo belíssimo, em pé acolhemos o
Evangelho, mas... parece que nada
cai no coração, muito menos na vida.
Às vezes, perguntamos: porque tanta
pressa em sair de nossas Igrejas, que a
missa termine? Será que é a euforia de
sair correndo para colocar essa palavra
proclamada no dia à dia? É a urgência
de que a boa nova se difunda?
Na liturgia da nossa missa temos
três beijos: no altar, na palavra e no
irmão. O beijo no altar, o celebrante nos
lembra o grande respeito do sacrifício de
Cristo que irá ser atualizado ali, o altar
é o próprio Cristo. O beijo na palavra
que o presidente da celebração o faz,
é um sinal de reverência, é como se
beijássemos o rosto de Cristo, a palavra
é o próprio Cristo. O beijo no irmão se
faz na saudação da paz, pois não vale
nada oferecer um sacrifício no altar se
você tem uma dívida com seu irmão.
Não vale nada proclamar e ouvir a
palavra se não é com meu irmão que
eu vivo e pratico a mesma. Se eu beijo
a palavra e não a coloco em pratica é
como que se déssemos o mesmo beijo
que Judas deu em Jesus. O irmão é o
próprio Cristo.
Precisamos ler a palavra de Deus
e a atualizar em nossa vida. Precisamos
ter a bíblia na mão e o pé na missão.
Precisamos ter mais devoção e respeito
com a palavra de Deus, da mesma
forma com que temos com a Eucaristia.
Devemos rezar com a palavra
de Deus, porém, às vezes, preferimos
tantas devoções, tantas jaculatórias, e
infelizmente deixamos de escolher a
melhor parte, que é estar aos pés do
Senhor, escutando-o. “No entanto, uma
só coisa é necessária. Maria escolheu
a melhor parte e esta não lhe será
tirada.” (Lc10,42) É claro que temos
irmãos que não tem leitura, não sabem
ler, mas temos em nossas liturgias a
proclamação desta palavra.
Quem sabe neste mês de
setembro, nós possamos ser mais
sérios e honestos, e começar pelo
pouco, mas necessário contado com a
palavra. Não precisa ler a bíblia toda,
devorar e decorar vários versículos,
mas o pouco pode se tornar perfeito
aos olhos de Deus, pois seremos mais
santos e mais semelhantes a Ele.
Minha benção sacerdotal, PAZ
E BEM!
Pe. Washington L Nascimento
Vigário Paroquial
“A Sagrada Escritura não é algo que pertence ao passado.
O Senhor não fala no passado, mas no presente;
Ele fala conosco hoje, dá-nos a Luz, mostra-nos o caminho
da Vida, concede-nos a comunhão, e,
assim prepara-nos e abre-nos para a Paz.”
(Bento XVI).
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Liturgia
Exaltação da Santa Cruz
C elebramos a festa da cruz;
por ela as trevas são repelidas e volta
a luz. Celebramos a festa da cruz e
junto com o Crucificado somos levados
para o alto a fim de que, abandonando
a terra com o pecado, obtenhamos os
céus. A posse da cruz é tão grande e
de tão imenso valor que seu possuidor
possui um tesouro. Chamo, com razão,
tesouro aquilo que há de mais belo
entre todos os bens pelo conteúdo e
pela fama. Nele, por ele e para ele
reside toda a nossa salvação, e é
restituída ao seu estado original.
Se não houvesse a cruz, Cristo
não seria crucificado. Se não houvesse
a cruz, a vida não seria pregada ao
lenho com cravos. Se a vida não
tivesse sido cravada, não brotariam
do lado as fontes da imortalidade,
o sangue e a água, que lavam o
mundo. Não teria sido rasgado o
documento do pecado, não teríamos
sido declarados livres, não teríamos
provado da árvore da vida, não se teria
aberto o paraíso. Se não houvesse a
cruz, a morte não teria sido vencida e
não teria sido derrotado o inferno.
É, portanto, grande e preciosa
a cruz. Grande, sim, porque por ela
grandes bens se tornaram realidade; e
tanto maiores quanto – pelos milagres
e sofrimentos de Cristo – tanto mais
excelentes quinhões serão distribuídos.
Preciosa também porque a cruz é
paixão e vitória de Deus: paixão, pela
morte voluntária nesta mesma paixão e
vitória porque o diabo é ferido e com ele
a morte é vencida. Assim, arrebentadas
as prisões dos infernos, a cruz também
se tornou a comum salvação de todo
o mundo.
É chamada ainda de glória de
Cristo, e dita a exaltação de Cristo.
Vemo-la como cálice desejável e o termo
dos sofrimentos que Cristo suportou
por nós. Que a cruz seja a glória de
Cristo, escuta-O a dizer: Agora, o Filho
do homem é glorificado e nele Deus
é glorificado e logo o glorificará (Jo
13,31-32). E de novo: Glorifica-me
tu, Pai, com a glória que tinha junto
de ti antes que o mundo existisse (Jo
17,5). E repete: Pai, glorifica teu
nome. Desceu então do céu uma voz:
Glorifiquei-o e tornarei a glorificar (Jo
12,28), indicando aquela glória que
então alcançou na cruz.
Que ainda a cruz seja a exaltação
de Cristo, escuta o que Ele próprio diz:
Quando eu for exaltado, atrairei então
todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que
a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.
(Dos Sermões de Santo André
de Creta, bispo).
cancaonova.com
O Santíssimo Nome de Maria
A Liturgia do dia 12 de setembro,
o Nome Santíssimo da Virgem Maria
(Miryam, em hebraico). O objetivo
dessa festa é que os fiéis possam se
recomendar a Deus, de modo especial,
por intercessão de Sua Santíssima
Mãe, as necessidades da Igreja e as
próprias necessidades, e agradecer
a Deus pelas graças recebidas por
intermédio de Sua Mãe. Esta festa
foi concedida na Espanha em 1513 e
espalhou-se por todo o país; em 1683 o
Papa Inocêncio XI a estendeu para toda
a Igreja do Ocidente, como um ato de
ação de graças pelo levantamento do
cerco de Viena e a derrota dos turcos
por João Sobieski, rei da Polônia.
Na época ela foi estabelecida para o
domingo dentro da oitava da Natividade
de Nossa Senhora; hoje se celebra na
data do triunfo de Sobieski.
O nome de uma pessoa
é algo muito importante na Bíblia,
pois representa a própria pessoa.
Certamente São Joaquim e Santa
Ana foram inspirados pelo Céu para
escolher esse Nome à Virgem que
seria um dia a Mãe do Redentor e
nossa Mãe.
São Lucas registra: “O nome
da Virgem era Maria”. O anjo enviado
por Deus diz a ela: “não temas, Maria,
pois achaste graça diante de Deus”.
Segundo os mariólogos o nome Miryam
pode ter origens diversas: “Uns derivam
o nome da raiz mery, da língua egípcia
e significa mui amada. Outros dizem
que provém do siríaco e quer dizer
senhora, opinião de pouca solidez.
A sentença mais freqüente é a que o
deriva do hebraico. Dentro desta língua
cabem muitas interpretações. Assim se
enumeram as seguintes: “Mar amargo e
rebelião; Gota do mar; Senhor de minha
linhagem; Estrela do Mar; Esperança;
Excelsa ou sublime; Pingue, Robusta;
Amargura e Mirra”. O Cônego José
Vidigal, citando Fraine, diz que “apesar
de sessenta tentativas que já foram
feitas a etimologia científica do nome
de Maria continua incerta”. (...) (Parte do
texto sobre o Santissimo Nome de Maria cleofas.com.br)
Prof. Felipe Aquino
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Cantinho de Maria
Natividade de Maria
A Festividade do nascimento de
Maria tem, provavelmente, sua origem
em Jerusalém, em meados do século
V. Porque foi em Jerusalém que se
manteve viva a tradição que a Virgem
teria nascido junto à Porta da Piscina
Probática.
Fazendo uso desta referência,
encontramos citações de São João
Damasceno em sua Homilia sobre a
Natividade de Maria: “Hoje é o começo
da salvação do mundo, porque na
Santa Probática foi-nos gerada a Mãe
de Deus através de quem o Cordeiro
de Deus, que tira o pecado do mundo,
nos foi gerado.”
Maria é apresentada pela Liturgia
como a “Virgem bela e Gloriosa” que
Deus amou com predileção.
Visivelmente, nenhum
acontecimento extraordinário
acompanhou o nascimento de Maria e
os Evangelhos nada dizem sobre sua
natividade. Nenhum relato de profecia,
nem aparições de anjos, nem sinais
extraordinários são narrados pelos
Evangelistas.
Te m - s e p o u c o s r e g i s t r o s
históricos da cidade onde nascera
Maria, mas por ser conhecida como
“A Virgem de Nazaré”, intui-se que foi
lá que Joaquim e Ana (avós de Jesus)
receberam de Deus a pequena Maria.
Maria nasceu pura e sem
qualquer mancha, isenta dos efeitos
do Pecado Original e exuberante de
graças pelo Altíssimo, pelo mérito de
ser a MÃE DO SENHOR. A festa da Natividade de Nossa
Senhora, em 8 de setembro, foi instituída
pelo bispo de Angers, na França, após
misterioso canto de anjos ouvido entre
os dias 7 e 8 de setembro. Seria um
sinal de louvor ao nascimento de Maria
Cristina Guidugli
Pastoral Litúrgica
Nossa Senhora das Dores
Nossa Senhora das Dores ou
Master Dolorosa (mãe dolorosa) é um
dos vários títulos que a virgem recebeu
ao longo da história. A devoção à
Nossa Senhora das Dores tem origem
na tradição que conta o encontro de
Maria com seu filho Jesus, a caminho
do calvário.
Nos primórdios da igreja, a festa
era celebrada com o nome de Nossa
Senhora da Piedade e da Compaixão.
Foi no século XVIII que o papa Bento
XIII determinou que passasse a chamar
de Nossa Senhora das Dores.
A festa a Nossa Senhora das
Dores, como hoje conhecemos, é
celebrada no dia 15 de setembro. A
ordem das Servitas foi responsável
por criar a devoção especial como as 7
(sete) dores de Nossa Senhora, que nos
lembram os momentos de sofrimento
e entrega de Maria. Uma ordem
profundamente Mariana. É, portanto
que a devoção a Nossa Senhora se
reveste de grande importância para
todos nós cristãos.
Idelma Lobato
Pastoral Litúrgica
Oração a
Nossa Senhora das Dores
Minha Mãe dolorosa, não vos
quero deixar sozinho a chorar, não;
eu quero acompanhar-vos também
com as minhas lágrimas. Esta
graça vos peço hoje; alcançai-me
uma contínua lembrança e uma
devoção terna à paixão de Jesus e
à vossa, a fim de que todos os dias
que me restam de vida, me sirvam
somente para chorar as vossas
dores, e as do meu Redentor.
Elas me alcançarão o perdão, a
perseverança, o céu, onde espero
depois recrear-me em vós e cantar
as misericórdias infinitas de Jesus,
por toda a eternidade.
Amém.
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Comunidade
e Setores
Pastorais
e Movimentos
Semana dos Idosos
C om a chegada do mês de
setembro, a Pastoral dos Idosos
da Paróquia São João Batista se
prepara para comemorar a Semana
dos Idosos. Semana esta onde nós
temos a oportunidade de homenagear
e agradecer pessoas tão queridas, que
fazem parte da nossa Pastoral.
A semana dos Idosos acontece
sempre no final do mês de setembro,
com as missas de abertura e de
encerramento, com passeio, palestra
e confraternização. Mas, como ainda
não temos a programação totalmente
definida, divulgaremos os detalhes nos
avisos semanais da Paróquia.
Queremos reforçar, mais uma
vez, o convite a quem queira conhecer
nossos grupos. Pode nos procurar ás
quartas-feiras na comunidade São
José e as quintas-feiras na sala de
catequese da Matriz São João, sempre
ás 14hs.
Com nosso carinho!
Rosângela Melleti A. de Souza
Pastoral dos Idosos
Entrevista
A revista Parare Vias Domini
de setembro traz uma entrevista com
três integrantes da Pastoral dos Idosos.
São elas: Maria Albertina Mantoani
Guidugli, 66 anos, que participa a 3
anos das reuniões; Cida Batista, 61
anos, que entrou para o movimento
pela influência da mãe, avó e tia, há
21 anos; e Dolores Pontes Teixeira,
78 anos, participa a 13 anos das duas
pastorais na comunidade São José e
na São João.
A dois grupo de idosas, um na
comunidade São José, que se reúnem
todas as quartas-feiras, à tarde, e
na São João, que se reúnem todas
as quintas-feiras, à tarde, na salinha
de Catequese. Fazem bordados,
rezam, recebem palestrantes e fazem
passeios. Confira a entrevista:
Parare Vias Domini – O que mudou
na sua vida após participar da
Pastoral?
Maria – Praticamente mudou tudo. Meu
jeito de ser, minha saúde, porque eu
já estava até entrando em depressão.
Minha autoestima melhorou muito.
Cida – É uma pastoral que eu não
deixo por nada. Mudou minha vida para
melhor. Fiz muitas amizades e sempre
recebi muito apoio de todos.
Dolores – Comecei na comunidade
São José, e lá minha vida já começou
a mudar, fazendo novas amizades,
depois comecei a participar do grupo
da São João onde conheci outras
pessoas, e é nesses dois lugares onde
me distraio e me sinto feliz fazendo o
que gosto.
Parare Vias Domini – Como se sente
participando?
Maria – Me sinto muito bem, pois fiz
muitas amizades lá. Agora, sempre que
a gente se encontra é motivo de alegria.
Cida – Me sinto muito feliz. É muito bom
estar com todas elas. É uma alegria e
uma paz muito grande.
Dolores – Me sinto realizada, pois
faço aqui que gosto ao lado de minhas
amigas, e muito feliz por participar dos
dois grupos, e quando não vou sinto
saudade.
Vinícius Alves de Souza
Pastoral da Comunicação
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Pastorais e Movimentos
Eis-me aqui Senhor
A Fundação Casa é um assunto
que poucos querem se interar afinal,
como muitos dizem: “eles estão lá
porque merecem!” É fácil olharmos só
para nós, sem nenhum interesse no
outro ou para com o outro.
Os desafios aparecem, como
por exemplo, o transporte para nossas
visitações que foram retirados e, agora,
contamos com a providência divina de
um carro próprio.
Deus mostra que não quer
que deixemos os meninos sem Sua
palavra, foi através de um convite
inesperado a uma pessoa de boa fé,
que acolhe-o com amor e, hoje, nos
leva e traz até essas crianças e jovens
que tanto necessitam. Também, com
a graça de Deus, estamos trazendo
os meninos nas missas uma vez por
mês, com autorização da juíza que
os acompanha, pois a mesma disse
que, com isso, seus comportamentos
melhoraram.
É com fé e amor que continuamos
o nosso trabalho: como Jesus, indo
ao encontro dos mais necessitados,
partilhando da palavra, do amor e da
solidariedade.
Paz e Bem a todos!
Lucia Pita
1º Encontro de Cura e Libertação
Este ano a R.C.C. não terá a experiência de oração como outros anos, mas sim, irá fazer o 1º encontro de cura e
libertação a nível de forânia.
Convido a todos que queira fazer este encontro pessoal com Deus que pode mudar a sua vida, através das pregações
e orações que serão proclamadas para que as benções e graças de Deus sejam derramadas em sua vida.
Tema: “A ovelha ferida eu a curarei e a doente eu restabelecerei”. (Ezequiel 34,15-16);
Pregador: Bene (coordenador do ministério de cura e libertação da Diocese de São João da Boa Vista);
Dias: 28 e 29 de setembro de 2013;
Horário: Sábado das 8h às 17h e Domingo das 8h às 12h.
Local: Salão da Água Vermelha;
Valor: Um dia R$ 15,00 e os dois dias R$ 25,00
“Escutai o Espírito Santo” (Beata Elena Guerra).
Venham participar!
Geraldo Luiz, Helena e Eveline
Renovação Carismática Católica
Tríduo de Santa Terezinha
O tríduo será realizado nos
dias 26, 27 e 30 de setembro de 2013 às 19h30min.
Na residência de Maria Helena Rissato
(Rua Cel. Francisco Schimidt, 556).
Venha participar conosco!
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Setembro – Mês da Bíblia
A Bíblia é um livro muito especial. Por meio dela, podemos conhecer e amar
ainda mais Jesus e Viver melhor.
Costuma-se dizer que a Bíblia é o principal livro da catequese, a mais
importante fonte do processo de evangelização. Isso é fácil de entender, pois
sabemos que a Bíblia é, para nós, Palavra de Deus. Se, na catequese, o que se
pretende é ajudar o catequizando a realizar o seu encontro com Deus, fica clara a
importância da Palavra de Deus.
A Bíblia contem o Antigo e o Novo Testamento. No Antigo Testamento prepara
o povo para receber Jesus, já no Novo Testamento traz os ensinamentos de Jesus
e dos apóstolos.
Na Bíblia aprendemos o caminho para o céu, ela nos mostra que a figura
central, isto é, mais importante, é Jesus Cristo!
ATIVIDADES
1. Complete as frases:
A Bíblia é a palavra de ______________. Ela foi escrita por ______________.
Na Bíblia Deus nos ensina o caminho para o _____________________.
Aprendemos também o que devemos fazer para sermos mais ______________.
A figura central da Bíblia é ________________________.
2. Marque um X na resposta correta, consultando sua Bíblia:
a. Jesus nasceu em que cidade? (Mt 2,1)
( ) Jerusalém
( ) Belém
( ) Egito
b. Quantos livros a Bíblia possui ao todo?
( ) 73
( ) 81
( ) 37
c. Na criação do mundo, qual foi a ultima coisa que Deus criou? (Gn 1,26-27)
( ) os animais
( ) o sol e a lua ( ) o homem e a mulher
3. Descubra a frase formada abaixo:
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Aniversariantes Dizimistas do Mês
Ó Deus, que a fidelidade desses vossos filhos seja instrumento para que
ajudados pelos vossos servos, tornemo-nos mais confiantes e revigorados
no Evangelho, sobretudo neste momento de profunda mudança. Possamos
assim confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas Igrejas, nas nossas casas
e no meio das nossas famílias, a fim de que cada um sinta fortemente a
exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de
sempre, com renovada convicção e esperança.
Sua solidariedade é parte essencial para que nossa Igreja possa cumprir com
a missão que Jesus Cristo nos confiou.
Feliz aniversário e que as bênçãos de Deus se derramem sobre vocês.
Setembro
Fabiano Cesar Luiz
Benedito de Paula
Eliane Aparecida Ferreira
Ilda Pinto Andrade
Mafalda Ribeiro Alvarenga
Maria Aparecida Sanches
Maria de Lourdes Moscardine
Edilson Francisco Lima
Luiz Carlos Molesin
Ângela Ap.de S. dos Santos
Dênia Ap. da Silva Augusti
Rosangela Ap. S. da Silva
Vinicius Alves de Souza
Albina Aline de Carvalho
Neide Domenici
Nilson Furtado
Reginaldo Ap. de Moraes
Creusa Gonçalves de Souza
Cristina Aparecida Ribeiro
Sandra Sanches Prati
Valdecir Zechineli
Josefina Botelho Ribeiro
Alessandra Silveira Guidi
Eliana Patrício da Silva
José Cardoso dos Santos
Josy Cardoso dos Santos
Otelino Ramalho da Costa
Paulo César Berlanga
Ana Marciléia de A. Francisco
Antônio Marini
Gilberto Alves
José Francisco de Andrade
01/09
02/09
02/09
02/09
02/09
02/09
02/09
03/09
03/09
04/09
04/09
04/09
04/09
06/09
06/09
06/09
06/09
07/09
07/09
07/09
07/09
08/09
09/09
09/09
09/09
09/09
09/09
09/09
10/09
10/09
10/09
10/09
José Pedro dos Santos
Keli Furtado Marchiori
Mario Ancheschi
Alexandrina C. de Souza
Dinalva Ap. Meloni S. da Silva
Maria Caspani das Chagas
Sebastião Januário Domingos
Agnaldo José da Silva
Joel Moreira
Laura B. Baratela
Maria Conceição Gonçalves
Maria de Lourdes N. da Costa
Odair Alves Chaves
Osvaldo da Silva
Ana Cláudia Rossini
Lairce Regina D. Petri
Renê Rodrigo Stefani
Ermelinda Bozo Fernandes
João Pereira de Freitas
Benedita de Jesus
Gracia Vilena Marchetti
João Lopes Pinto
Cristiane Biage
José Roberto D. Sanches
Maria Aparecida Rocha
Nilson Humberto Cisne
Antônio Agapito
Vanda Maria da Silva
Douglas de Assis
Ivanildo Delmindo
Luiz Soares da Silva
Rosiane Maria A.Quitéria
10/09
10/09
10/09
11/09
11/09
11/09
11/09
12/09
12/09
12/09
12/09
13/09
13/09
14/09
15/09
15/09
15/09
16/09
16/09
17/09
17/09
17/09
18/09
18/09
18/09
18/09
19/09
19/09
20/09
20/09
20/09
20/09
Vicente José dos Santos
Kleber Aparecido C. da Silva
Ana Carolina de Oliveira
Andrei Gustavo dos Santos
Marciana Pereira S. de Souza
Celso Luiz Rosatti
Maria Pereira da Silva
Mariza Gardenghi
Odila de Souza
Aparecida Spósito
Daiane Ap. A. Mantovani
Gilson Antônio Ferezin
José Antônio Laurenti
Maria Luiza Ninin
Aline dos Santos Camilo
Dolores Pontes Teixeira
Éderson Ap.Guimarães
Ivanete Resende
Rosália Galon Silva
Elenir Carmo de Souza
Ilda Gardenghi Sanches
Luiz Cassaro
Ana Maria Correia Tomaz
Ana Maria Sarni Miranda
Luiz César Mateus Teixeira
Nilza Matilde de Jesus
Antônio Braz Roberto
Francisca Ciscate Menezes
Madalena de Oliveira
Marcelo William Dondeo
Maria José Ferreira de Cristo
Neusa Andreata Praxedes
20/09
21/09
22/09
22/09
22/09
23/09
23/09
23/09
23/09
24/09
24/09
24/09
25/09
25/09
26/09
26/09
26/09
26/09
26/09
27/09
27/09
27/09
28/09
28/09
28/09
28/09
29/09
30/09
30/09
30/09
30/09
30/09
Padre Washington,
Parabéns! Desejamos nesta data especial que seus caminhos permaneçam sempre
iluminados, para que você possa continuar a iluminar também aqueles que têm a oportunidade de
trilhar com você, um trechinho desta longa jornada.
Muita saúde, paz, felicidade e alegria. Deus te abençoe sempre!
Feliz Aniversário!!!
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Igreja
Entrevista
A revista Parare Vias Domini
traz uma entrevista com o seminarista
de nossa paróquia, Geanine Morais
Barbosa. Geanine tem 21 anos, e esta
cursando Teologia no Seminário Maria
Imaculada, em Brodowski. Nessa
entrevista saberemos um pouco mais
sobre a sua Vocação.
Parare Vias Domini - Quem é o
seminarista Geanine? Onde nasceu,
cresceu e como sentiu a vocação
para entrar no Seminário?
Geanine - O seminarista Geanine é
uma pessoa que pouco fala e gosta
muito de observar e escutar. Nasci
na cidade de Itapagipe no Estado de
Minas Gerais diocese de Ituiutaba MG, minha infância e adolescência foi
toda na fazenda, onde sai para ir para
o Seminário em 2010. Desde criança
sentia algo de diferente em mim, minha
mãe conta que um dia me perguntou
o que eu queria ser quando crescer,
respondi que queria ser padre e na
creche onde estudava no final do ano
perguntaram aos alunos o que queriam
ser quando crescessem, dentre 600
crianças somente uma queria ser padre,
eu. Fui trabalhando minha vocação até
2010 e com 18 anos entrei no seminário.
Parare Vias Domini - Por quantas
paróquias você passou? Quais são
e o que você traz de experiência de
cada uma delas?
Geanine - Já passei por quatro
paróquias. Na paróquia São Sebastião
e N.S de Fátima em Canápolis-MG
diocese de Ituiutaba, depois viemos
para Arquidiocese de Ribeirão Preto, e
aqui passei pela Reitoria São Benedito
em Ribeirão Preto, onde fiquei 6 meses,
depois fui para paróquia São Simão na
cidade de São Simão, onde fiquei por 6
meses, depois fui para paróquia Maria
Mãe do povo em Ribeirão Preto e hoje
na minha quinta paróquia São João
Batista aqui em Sertãozinho. Em cada
uma há uma experiência, mas uma que
é igual entre todas, é a sede de Deus
que o povo tem e que sem dúvida anima
minha vocação.
Parare Vias Domini - Em nossa
paróquia, qual é a sua metodologia
de trabalho?
Geanine - Minha metodologia (rsrsrsrs)
é aprender, mas falando sério, não tenho
uma metodologia de trabalho, quando
chego em uma paróquia gosto de
observar a vivencia de tal comunidade
para que eu possa me enquadrar em
sua realidade e não a comunidade a
minha, pois seria um desrespeito da
minha parte, fazer o meu querer e o
que penso ser superior ao caminhar da
comunidade.
Parare Vias Domini - Em julho tivemos
a Jornada Mundial da Juventude, no
Rio de Janeiro. Qual o seu trabalho
com os jovens da Paróquia São João
Batista?
Geanine - Por todas as paróquias
em que passei sempre trabalhei com
grupos de jovens, até porque gosto
muito, embora não seja tão dinâmico.
Mas, meu trabalho é acompanha lós, participar dos grupos e quando
precisam, sempre rezamos e meditamos
a palavra de Deus.
Parare Vias Domini - Deixe uma
mensagem aos leitores da revista
Parare Vias Domini.
Geanine - Irmãos e irmãs na Fé, amem
a Igreja, amem vosso pároco e vigário,
amai-vos uns aos outros, pois todos nós
estamos nessa barca que é a Igreja cuja
a meta é navegar em direção ao grande
oceano que é o amor de Deus. Se um
de nós, da nossa comunidade, ficar
para trás, que possamos ajuda-lo, e se
alguém passar a frente, que possamos
lhe trazer para junto, pois a Igreja,
que somos nós, deve caminhar todos
de mãos dadas, seguindo o Mestre
JESUS. E em meio a tantas vozes que
soam em nossos ouvidos, possamos
escutar e reconhecer a voz de nosso
Pastor JESUS CRISTO.
Vinícius Alves de Souza
Pastoral da Comunicação
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Sociedade
Apneia do Sono
A apneia obstrutiva do sono é
uma doença que se caracteriza por
episódios recorrentes de interrupção
parcial (hipopneias) ou total (apneias) da
respiração durante o sono, decorrentes
de várias e complexas condições das vias
aéreas superiores, na região da faringe.
Durante esses eventos respiratórios
(apneias ou hipopneias) ocorre uma
diminuição de oxigênio ao organismo
(hipoxia) e aumento do monóxido de
carbono (C02), (hipercapnia) que se
caracterizam por paradas completas
ou parciais na respiração que culminam
com microdespertares que não são
percebidos conscientemente pelo
paciente acometido.
Seu diagnóstico é feito, em geral,
por um exame chamado polissonografia
noturna em clínicas especializadas.
É muito prevalente na população
adulta, e pouco valorizada nas consultas
médicas de rotina e vários estudos no
mundo, incluindo o Brasil, mostrando
que 1 em cada 5 adultos apresenta
apneia do sono forma leve e 1 em
cada 15 apresentam forma moderada
ou grave, porém sua freqüência se
torna alarmante entre pacientes com
diabetes, obesidade, e doenças
cardiovasculares pré estabelecidas
como derrame, pressão alta, infarto do
miocárdio e arritmias. Entre hipertensos,
por exemplo, a prevalência é de 37
a 56% e em hipertensos de difícil
controle de 64 a 83%. Da mesma forma
pessoas que apresentam apneia do
sono apresentam maior predisposição
a eventos cardiovasculares e inclusive
a morte
O tratamento dessa doença
leva em conta várias condições como
mudança no estilo de vida, perda de
peso em indivíduos com sobrepeso
ou obesidade, abstenção de álcool ou
sedativos, substâncias irritantes da
mucosa das vias aéreas superiores,
controle glicêmico. Em situações
especiais o paciente pode fazer uso
de aparelhos de pressão positiva
contínuo em vias aéreas (CPAP) e
mesmo correção cirúrgica, levando os
pacientes a uma melhora de qualidade
de vida e menor risco de eventos
cardiovasculares.
Dr. Sergio F. Pacca
Geriatria e Cardiologia
A importância do Assistente Social como articulador na defesa dos direitos sociais
O Assistente Social trabalha
com as questões sociais nas suas
mais diversas expressões cotidianas,
sejam elas relativas à família, saúde,
assistência pública e privada, entre
tantas outras áreas. Questões sociais
essas que representam desigualdades,
tensões, resistência e por muitas vezes
rebeldia, pois envolve sujeitos que
vivenciam oposições e a elas resistem.
Para isto o Assistente Social
atende nos interesses sociais mais
distintos dos quais se consolida o
seu fazer profissional, no agir como
potencializador de capacidades
para a população atendida capaz de
atuar nos processos de mudanças e
transformações na sociedade.
O exercício da profissão de
Assistente Social requer que a prática
esteja voltada à defesa intransigente
dos direitos humanos e recusa do
autoritarismo, no sentido de orientar
os indivíduos de diversos segmentos
sociais a identificar os recursos e fazer
uso destes. Empenha-se na eliminação
de todas as formas de preconceito,
incentivando o respeito à diversidade
e a participação social de todas as
classes sociais, etnias, religiões, idades
e condições físicas, nacionalidades e
opções.
Prestar Assistência Social
significa observar e agir com
sensibilidade nas questões sociais
de forma planejada, sistematizada
e articulada para estabelecer uma
disciplina de independência para os
que dela recebem o atendimento, para
assim tornarem-se os promotores
de mudanças em suas vidas, pelo
conhecimento de seus direitos e
deveres enquanto sociedade civil.
Muitas vezes a profissão é mal
interpretada e vista pela população
no sentido de que a utilidade de
um Assistente Social é somente de
entregar cestas básicas. Isso se chama
assistencialismo!
O assistencialismo é a atitude
não avaliada, formada de imediatismo,
e uma intervenção eficaz se baseia em
um parecer completo com articulações
que norteiam o atendimento diretamente
no foco da problemática.
Ética, respeito e sigilo são
fundamentais para um Assistente Social
comprometido com sua profissão e para
quem dela necessita.
Andressa Lopes de Faria
Assistente Social - CRESS 46737
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Eventos
Semana Nacional da Família 2013
Com a graça de Deus a Semana
Nacional da família em nossa Paróquia
foi uma benção. Após uma semana de
intensos trabalhos, orações, palestras,
encontros e celebrações em prol a
família, temos a certeza que atingimos
Agenda do Mês de Setembro
01 – Aniversário natalício do Pe.
Washington,
01 – Preparação p/ Batismo (Par. S.
João Batista
07 – Independência
12 – Conselho Presbiteral
13 e 14 – Encontro de preparação p/
Sacramento do Matrimônio(Par. S. João
Batista)
15 – Nossa Senhora das Dores
16 – Preparação p/ Batismo (Par. S.
João Batista)
25 – 20h: CPP (Missão)
26 – São Cosme e Damião
26,27 e 30 – Tríduo Santa Terezinha
28 – Abertura do Mês Missionário
(COMIDI)
29 – São Miguel, Gabriel e Rafael
30 – São Jerônimo
Avisos da Semana
em nosso site:
www.sjoao.com.br
nosso objetivo, pois sabemos que
esse evento é de suma importância
dentro de uma paróquia, dentro de
uma comunidade e dentro da pastoral
familiar, por isso, a participação
e adesão de todos os agentes da
pastoral familiar e das Equipes de
Nossa Senhora, obtendo assim uma
unidade mais efetiva e afetiva entre
todos. Somos pessoas empenhadas na
evangelização em prol da família cristã.
Enfim, Deus seja louvado, pelas
pessoas que participaram, deixaram
seus afazeres e vieram participar.
Podemos elevar a Deus um hino de
louvor por cada pessoa que organizou,
participou e motivou a nossa Semana
Nacional da Família.
Na certeza de missão cumprida,
e iniciada, suplicamos as mais copiosas
bênçãos de Deus pelas famílias de
nossa Paróquia. Que a Santíssima
Trindade modelo de família e a
intercessão de Nossa Senhora, São
José e com a intercessão de todos
os casais e famílias santas e beatas,
torne cada vez mais fecundo toda e
qualquer ação evangelizadora em favor
da família.
Fernanda Ferezin
Pastoral Familiar
Tarde da Fraternidade 2013
No dia 05 de Outubro, sábado, às 14h30min,
será realizado mais uma tarde da Fraternidade
em nossa paróquia. Uma tarde de encontro
entre mulheres generosas que se reúnem
para um bem comum. Somos agraciadas
por muitas benções nesta tarde. Venham
participar conosco. Sua presença é muito
valiosa!
Desde já agradecemos a colaboração.
Deus abençoe a todos!
Fernanda Ferezin
Equipe de Eventos
JANTAR DA PRIMAVERA
28 de Setembro
Convites na
Secretaria Paroquial
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Galeria de Fotos
Semana dos Enfermos 07 a 14.07
Abertura da Semana da Família 10.08
Palestra com a Psicóloga Mara
Semana da Família 13.08
Homenagem aos Pais 10.08
Adoração com as Famílias 15.08
Abertura da Semana da Família 10.08
Palestra com Pe. Gilberto Kasper
Semana da Família 13.08
Sessão Cinema com as Famílias 16.08
Encontro com Coroinhas, Acolhida e Acólitos 25.08
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