Faculdade das Atividades Empresariais de Teresina – FAETE Curso: Pós-Graduação lato-sensu em: Planejamento em Turismo, Eventos e Hotelaria. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso O PARQUE AMBIENTAL DE TERESINA COMO ATRATIVO NATURAL E EDUCACIONAL. Glêdes Izaquiel de Sousa Teresina – Piauí Junho/2007 Glêdes Izaquiel de Sousa O PARQUE AMBIENTAL DE TERESINA COMO ATRATIVO NATURAL E EDUCACIONAL. Artigo apresentado à Faculdade das Atividades Empresariais de Teresina-PI, como requisito Parcial para obtenção do grau de especialista em: Planejamento em Turismo, Eventos e Hotelaria, sob a orientação da profª. Ms. Catarina Maria dos Santos. Teresina-PI Junho/ 2007 O PARQUE AMBIENTAL DE TERESINA, COMO ATRATIVO NATURAL E EDUCACIONAL. Glêdes Izaquiel de Sousa¹ Resumo: Ao longo de sua historia o ser humano tem sido o maior responsável pela transformação ocorrida ao meio ambiente. A voracidade da exploração da Biosfera pelo homem tornou-se mais evidente, ameaçando hoje a sua própria existência. O objetivo deste trabalho justifica-se por uma nova concepção de Educação Ambiental, que surge da necessidade de orientar a Educação dentro do contexto social e da realidade atual quanto às questões ecológicas e preservacionista. Em razão da complexidade dos problemas ambientais que o planeta vem enfrentando, é necessário uma educação onde as instituições de ensino em todos os níveis, proporcionem condições para as pessoas adquirir conhecimentos, habilidades e desenvolverem atitudes para que possam interferir de forma participativa em processos decisórios, que impliquem em mudanças ao meio ambiente e social. E inserido nesse contexto está o Parque Ambiental de Teresina, grande área verde totalmente preservada e proporcionando conhecimentos para uma preservação ambiental consciente junto à população local. Palavras-Chave: Meio Ambiente, Educação Ambiental e Cidadania. ______________ ¹Bacharel em Turismo – FAETE-PI. Especialista em Docência do Ensino Superior – UFPI – CMRV – ParnaíbaPI e Pós-graduada em Turismo – FAETE-PI E-mail: [email protected] EL PARQUE AMBIENTAL DE TERESINA COMO ATRACTIVO Y EDUCATIVO Resumen: A lo largo de su historia el ser humano ha sido el mayor responsable por la transformación ocurrida al médio ambiente. La voracidad de la explotación de la biosfera por el hombre se tornó más evidente, amenazando hoy su própria existencia. El objetivo de este trabajo, se justifica, por una nueva concepción de educación ambiental, que surge de la necesidad de orientar la educación dentro del contexto social y de la realidad actual cuanto a las cuetones ecológicas y preservacionista. En razón de la complejidad de los problemas ambientales que el planeta viene enfrentando, es necesario una educación, donde las intituiciones de enseñanza en todos los niveles, proporcionen condiciones para que las personas adquiram conocimientos, habilidades y desarrollen actitudes para que puedam intervenir de forma participativa en procesos decisórios que impliquen en cambios al médio ambiente y social. E insertado en ese contexto está el Parque Ambiental de Teresina, grande área verde totalmente preservada y proporcionando conocimientos para una preservación ambiental conciente junto a la plobación local. 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos, a relação existente entre a natureza e o homem tem despertado o interesse de cientistas, estudiosos e ambientalistas em todo o mundo, isso porque o nível de degradação dos ambientes naturais está cada vez mais avançado, existindo ameaça para a própria continuidade da vida no planeta e o fator mais nefasto para que essa transformação ocorra é o Aquecimento Global crescente a cada ano. Porem com uma educação ambiental participativa gera-se um processo de mudança social que deverá acontecer com urgência. E o grande desafio do século XXI é então mudar o sistema de valores inserido na economia mundial. Assim um novo padrão para um projeto pedagógico deverá ser de uma educação ambiental com seriedade, a preocupação com o meio ambiente se tornou assunto relevante em todos os níveis organizacionais de nossa sociedade seja nos governos, empresas privadas e instituições de ensino, como os problemas ambientais, sociais e educacionais são bastante complexos, abrangentes e necessários, optou-se em trabalhar nesta pesquisa o Parque Ambiental de Teresina por seu potencial natural e educacional, onde vem sendo realizado um trabalho voltado para uma conscientização preservacionista junto à população da cidade. 2. CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS Estamos vivendo a era do limites, ou percebemos a necessidade dos limites ou perecemos, não podemos comprometer o futuro das novas gerações. Marina Silva² A Educação Ambiental nos dias atuais deve buscar uma interatividade relacionando homem, natureza e o universo tomando-se como base primordial que os recursos naturais são finitos e que o ser humano é o principal responsável pela sua destruição ou recuperação. Ao referir-se a educação ambiental, está-se contextualizando uma educação para a cidadania, visto que no Brasil a educação ambiental desenvolvida pelos órgãos governamentais como articuladores e promotores, ainda é restrita, no entanto observa-se que as ONG’s atuam muito mais que os setores públicos. Em uma sociedade cuja cidadania e a consciência ambiental ainda é sub-desenvolvida as manipulações contra o meio ambiente ainda são freqüentes, porém a educação ambiental é uma das ações desenvolvida pela Política Nacional de Educação Ambiental (PNEa – lei 9.795/99) que em seu artigo 1º define: A educação ambiental como processo por meio dos quais o individuo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos e habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial a sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. A questão da educação ambiental em nossos dias passou a ser pré condição essencial para o desenvolvimento social, uma redução em catástrofes ambientais estabelecendo uma paz entre o homem e a natureza. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) foi criado através da (lei 7.735, de 22-02-1989). Atualmente subordina-se ao Ministério do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, a ele compete executar e fazer executar a Política Nacional do Meio Ambiente, atuando para conservar, fiscalizar, controlar e fomentar, o uso racional dos recursos naturais. As áreas de proteção ambiental lei 6.902 de 27 setembro de 1981 que criou as Estações Ecológicas que são: (áreas representativa de ecossistemas brasileiros, sendo que 90% devem permanecer intocadas e 10% podem sofrer alterações para fins científicos) e as APAS (áreas que podem permanecer as propriedades privadas, mas o poder público pode limitar as atividades econômicas para fins de proteção ambiental), ambas podem ser criadas pela União, Estados e Municípios. Com a publicação da lei 4.771 do Código Florestal de 15 de setembro de 1965 que determina a proteção de florestas nativas e define como áreas de preservação permanente onde a preservação da vegetação é obrigatória, esta lei insere os parques ambientais que são áreas extensas, com atributos excepcionais da natureza estabelecidos pelo poder público para proteger a fauna e a flora silvestre, os solos e as águas com objetivos científicos e educacionais, os parques ambientais são arquivos da biodiversidade local e para proteção desse patrimônio natural foram estabelecido normas, para que o ecossistema não seja afetado nem as espécies ameaçadas de extinção. Lutzemberger citado por Neiman (2002:41) comenta: 2 -Ministra do Meio Ambiente na cerimônia de abertura do Congresso para Desenvolvimento Sustentável. ... Eu não sou contra as áreas protegidas. Elas são, infeliz mente, necessária mas isso não é suficiente. Ou nós chegamos a uma harmonia com a natureza e nos não precisamos de parques, ou então tudo vai ser parque e tudo vai ser sustentável. A falta de uma política em planejamento ambiental por parte dos órgãos competentes, assim como uma educação ambiental a população é insuficiente, gerando com isso, uma ocupação desordenada de áreas naturais nos centros urbanos que aliada à especulação imobiliária práticas comuns que acarretam danos irreversíveis ao meio ambiente, portanto a criação de áreas de preservação ambiental é uma das soluções axistentes para manter um equilíbrio com o ecossistema. A partir da década de 70 os movimentos preservacionistas se intensificaram, pois já havia uma ameaça à qualidade de vida em nosso planeta. Com o passar dos anos esses efeitos se multiplicaram ocasionando um aumento na temperatura do planeta onde o derretimento das calotas polares já está acontecendo fato que tem preocupado a comunidade científica que tem reagido promovendo grandes eventos para tratar do tema e consequentemente convocando os grandes emissores de gases do efeito estufa com: (Estados Unidos, União Européia, Japão, Índia, Rússia e China) a assumirem compromisso para diminuição desse efeito. Através do Decreto nº. 1.713 de 14-06-1937, em terras que pertencia ao antigo núcleo colonial de Itatiaia, o Brasil cria o seu primeiro parque denominado de Parque Nacional de Itatiaia, hoje possui 288 UC’s, ou seja, 60 milhões de hectares de áreas protegidas. No estado do Acre na região de Xapuri, criou-se o “Instituto Chico Mendes” de Conservação da Biodiversidade (autarquia com autonomia administrativa e financeira cuja função primordial será propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar, monitorar e etc. as Unidades de Conservação Federais como também auxiliar na proteção e conservação do patrimônio natural do País. O Estado do Piauí é privilegiado em termos de atrativos naturais, históricos e culturais. Em terras piauienses encontra-se o Delta do Parnaíba, um litoral de 66km com praias belíssimas e bem preservadas, abriga cerca de 550 sítios pré-históricos, parques estaduais e nacionais onde se destaca a Serra da Capivara e Sete Cidades entre outros, a bela Cachoeira do Urubu e algumas cidades históricas, sua vegetação e seu clima varia de acordo com a região do estado, seu artesanato é variado ( cerâmica, madeira, rendas, bordados, palhas, etc) e muitas lendas, a mais conhecida é a do Cabeça de Cuia, é um estado rico em hidrografia, possui ao longo de seu território ( 252.358 km²) vários riachos e rios com destaque para os rios: Parnaíba e Poty. Sua capital Teresina sobresai-se na área de saúde, promoção de eventos e de negócios, as micro e pequenas empresas movimentam a atividade industrial, é uma cidade arborizada e banhadas pelos rios: Parnaíba com seus 1.458 km de extensão e o Poty: que nasce no Ceará e deságua no Parnaíba. Nessa região pode ser encontrada uma vegetação diversificada de natureza arbustiva densa e de médio porte com características do cerrado e caatinga. Em Teresina encontra-se o maior numero de parques ambientais, aproximadamente 26 parques, incluindo as reservas florestais, os parques em sua maioria, estão localizados ao longo das margens dos rios na zona urbana da cidade. A criação dessas áreas verdes para o lazer e a preservação do meio ambiente foi de grande importância também para amenizar o clima no periodo mais quente. Portanto, é necessário que haja uma interação entre a preservação ambiental e o desenvolvimento urbano, bem como a criação de políticas ambientais que possam dar sustentação ao processo preservacionista: sobre essa questão Brito e câmara (1998, p. 21), comenta: O primeiro passo é promover a conscientização ambiental da população frente aos desafios do novo milênio que se inicia o que será uma grande tarefa as que devem se dedicar os ambientalistas e administradores de Organismos ambientais no sentido de orientar e divulgar os princípios que condicionam a sustentabilidade ambiental dos diversos biomas ecossistemas brasileiros. Uma conscientização ambiental dirigida à população já está sendo realizada através dos meios de comunicação, cabe a cada um fazer sua parte, porém não é uma tarefa fácil mudar o comportamento de uma geração comunista onde o desejo de produzir e consumir cresce cada vez mais. Todavia o trabalho desenvolvido pelas ONG’s tem dado resultado nas regiões onde as mesmas atuam. Em um país continental como o Brasil possuidor de um ecossistema rico e imenso é o caso da Amazônia e do Pantanal entre outros, a fiscalização que as ONG’s realizam é de suma importância. Nesse contexto Teresina, batizada de “Cidade Verde” se destaca pela grande quantidade de parques ambientais, dentre eles destaca-se: O Parque Ambiental de Teresina, como objeto de estudo por ser um atrativo natural, cultural e educacional onde desenvolve ações de conscientização para uma educação ambiental. O Parque Ambiental de Teresina surgiu através do convenio nº. 40/1993, firmado entre o IBAMA e a Prefeitura Municipal de Teresina tendo como interveniente a Superintendência de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente – SDU/ Centro Norte. Sua inauguração aconteceu em 15 de Agosto de 1994. Atualmente possui uma área de 36 hectares. O Parque já possuiu algumas denominações como: Horto Florestal, Parque Ambiental do Buenos Aires, Parque Jardim Botânico, Parque do Mocambinho, e finalmente Parque Ambiental de Teresina, nome dado por ocasião de sua inauguração, um presente dado a Teresina pela passagem de seus 142 anos. Está localizado na avenida Antônio Almendra de Freitas Neto nº. 6415, Mocambinho I, aos fundos encontra-se o conjunto Buenos Aires, na altura da avenida Sinhá Borges, à direita o conjunto Santa Sofia, e a esquerda o bairro Água Mineral. O Parque Ambiental, destaca-se pela existência de uma rica biodiversidade, detém uma vegetação com muitas espécies do cerrado, algumas já em extinção, tem como objetivos a preservação da natureza ( flora e fauna) a conscientização e educação ambiental da população. Os funcionários tentam esclarecer aos visitantes e turistas sobre a importância da preservação do meio ambiente para que as gerações futuras possam usufruir desse bem comum. Em seu interior o parque possui atrativos naturais que são: trilhas, morros, bosques, bebedouro para animais e algumas espécies de animais, para as atividades educacionais possui um auditório e para as pesquisas e os trabalhos de taxidermia tem o laboratório. Encontra-se nas dependências do parque o Centro Municipal de Produção de Mudas, subordinado ao Departamento de Praças e Jardins da Prefeitura, cuja finalidade é produzir inúmeras espécies de plantas ( frutíferas, ornamentais, nativas e etc.) o material usado para o plantio é fornecido pela EMBRAPA e a Prefeitura, as mudas são usadas para reflorestamento de praças, avenidas, logradouros e as margens dos rios, contribuindo para a arborização da cidade. É um setor que se encontra em plena atividade, o trabalho é realizado, por jardineiros geralmente funcionários da Prefeitura e ajudantes que são empregados de empresas terceirizadas. Para obtenção das mudas as instituições ou cidadãos interessados em adquiri-las, devem dirigir-se ao Departamento de Praças e Jardins localizado no interior do parque, formulando por escrito o seu pedido (através de oficio), esse processo faz-se necessário para que haja um controle de saída das mudas. Devido a grande quantidade de mudas o Parque Ambiental de Teresina idealizou uma festividade denominada “Natal Natureza”, instituída pela lei Municipal n.° 2475 de 04 de Junho de 1996, cujo objetivo é motivar e estimular o comportamento solidário da população durante o período natalino. O natal natureza faz parte do calendário ambiental do município de Teresina e consiste na troca de brinquedos novos ou usados por qualquer espécie de mudas de plantas existente no centro de produção. Os brinquedos arrecadados são distribuídos para as comunidades carentes, na periferia da cidade. O termo museu vem do grego “Mouseiou”, era o lugar consagrado as musas (deusas das artes). Segundo Pe. Ávila – pequena enciclopédia de moral e civismo (1982, p. 404) faz a seguinte definição: É todo estabelecimento concebido para conservar, valorizar e principalmente, expor, para a educação do público, coleções de objetos de interesse artístico, histórico e técnico. Museu é, portanto, um centro de estudos e pesquisas que, através de suas variadas atividades (...), concorre, eficazmente, para a melhoria intelectual de uma comunidade ( ...). Inserido nas dependências do Parque Ambiental de Teresina, o Museu de Historia Natural concentra objetos relativos a ciências e peças de valor histórico. Constituído de área de exposição, expõe os testemunhos materiais do homem com a natureza, e tem por finalidade a pesquisa, a preservação e o estudo, não tem fins lucrativos fica aberto ao público e está a serviço da comunidade. O Museu é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina através da SDU Centro Norte e pelo IBAMA, em seu laboratório é realizado o processo de Taxidermia comumente chamado de empalhamento, trata-se de uma ciência onde é separado o couro dos músculos e preenchido com serragem ou algodão, a armação é feita com arame para substituir a coluna vertebral, a maioria desses animais são doados por anônimos já em estado de óbito, outro processo realizado é a conservação em líquido ( formol ou álcool) em caixas entomológicas. Possui um acervo de invertebrados que estão expostos em quadros. Além de varias peças empalhadas ou conservadas em liquido, podemos conhecer ossos fossilizados pelo tempo, algumas espécies de rochas e minerais. Uma forma de divulgação e educação realizada pelo parque junto as escolas e a comunidade acontece através do projeto “Museu nas Praças” onde parte do acervo pertencente ao museu é exposto ao público, é uma maneira de educar e conscientizar para a preservação ambiental, para evitar que em um futuro próximo muitas espécies animais seja conhecida somente em estado de conservação. No Brasil o maior museu de história natural onde é realizada com muita perfeição a tecnica de taxidermia, encontra-se na cidade de Cornélio Procópio no estado do Paraná. No entanto o Parque Ambiental vem realizando um bom trabalho nesse sentido apesar dos poucos recursos que possui tanto material quanto humano. Localizado dentro do espaço físico do museu encontra-se o Auditório Caneleiro, nome dado através do decreto n.° 2407 de 13 de Agosto de 1993 o qual declara o Caneleiro como arvore símbolo de Teresina. Com capacidade para 50 pessoas, possui uma boa infra-estrutura para pequenos eventos, dotado de ar condicionado, projetor acústica de som e etc. onde são realizadas atividades educativas como: palestras, seminários, curso, reuniões, campanhas de conscientização do meio ambiente, treinamentos diversos e outros. Na parte externa (frente) do parque há um calçadão cujo comprimento é de 800 metros onde pessoas utilizam para suas caminhadas e corridas. A visitação ao parque acontece durante todo o ano pelos estudantes das instituições de ensino municipal, estadual, federal, e particular de todos os níveis do ensino porém vale ressaltar que alunos do ensino infantil e fundamental é em maior proporção, essa visitações devem ser previamente agendadas para que seja disponível um guia para acompanhamento. Assim pode-se concluir que o Parque Ambiental de Teresina está fazendo a sua parte dentro do possível, cabe, portanto, a cada um de nós fazermos a nossa, para que não comprometamos a sobrevivência da espécie humana no planeta Terra. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Teresina é uma cidade que vive em constante transformação em busca do desenvolvimento sem abandonar as tradições culturais, a modernização e a valorização da natureza, o verde está presente nas praças, avenidas, nos quintais e ruas da cidade. Possui inúmeros parques ambientais, é neste cenário que se encontra o Parque Ambiental de Teresina, objeto de estudo deste trabalho, uma tentativa em divulgar a importância do parque na preservação e educação ambiental junto a comunidade como um todo. O maior percentual de freqüentadores do Parque Ambiental são estudantes do ensino infantil, fundamental e médio, em sua maioria moradores da zona norte onde o Parque está localizado. A criação de uma biblioteca com um acervo especifico aos objetivos do parque é uma prioridade. Por se tratar de um complexo natural, cultural e educacional possui a função de educar para transformar o social, porem os órgãos governamentais responsáveis precisam investir em infra-estrutura, material de laboratório e de limpeza, em segurança e qualificação de pessoal. O desafio é grande para proteger e conservar esse patrimônio natural que é um bem comum. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - Sousa, Glêdes Izaquiel de . O Parque Ambiental de Teresina, como atrativo turístico natural – Teresina – PI, FAETE, 2004. - Lopes, Brena Luiza da Silva. As Políticas Públicas Ambientais Desenvolvidas no Parque Ambiental de Teresina – Apostilas, um de jornal. Março/2007 - Brito, Francsico A, João, B-F Câmara. Democratização e Gestão Ambiental: Em busca do Desenvolvimento Sustentável, Petrópolis – RJ. -unidades de Conservação do Brasil. Disponível http//www.ibama.gov.br/unidades/geralves/fr-tabl.htm.acesso em 20.04.2004. em: http//educar.sc.usp.br acesso em 30-04-2007 PELEGRINE FILHO,Américo: Dicionário Enciclopédico de Ecologia e Turismo. São PauloSP: Mamole, 2000. Guia do Piauí-2001 – DIGITEX LTDA.