UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS RELATÓRIO ANUAL: ANO 2010 1 Sumário 1 - PRINCÍPIOS ......................................................................................................................... 7 2 - MISSÃO ............................................................................................................................... 7 3 - AÇÕES DA DIRETORIA ..................................................................................................... 7 4 - ESTRUTURA ACADÊMICA E QUADRO DE DOCENTES .............................................. 11 5 - APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E QUADRO DE FUNCIONÁRIOS ....................... 17 6 - AÇÕES NA PESQUISA E NA PÓS GRADUAÇÃO ................................................................ 18 6.1 - PROJETOS EM EXECUÇÃO ............................................................................................... 18 6.2 - PRODUÇÃO CIENTÍFICA .................................................................................................... 19 6.3 - FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ........................................................................ 47 7- BIOTÉRIO CENTRAL ......................................................................................................... 50 7.1 - PROJETOS REALIZADOS E EM ANDAMENTO ............................................................ 50 7.2 - PRODUÇÃO ANUAL ............................................................................................................ 51 8- HERBÁRIO ......................................................................................................................... 51 8.1- ESPAÇO FÍSICO .................................................................................................................... 51 8.2- ACERVO E INTERCÂMBIO ................................................................................................. 51 8.3- HERBÁRIOS COM OS QUAIS FORAM REALIZADAS PERMUTAS ............................ 52 8.4- PESQUISA .............................................................................................................................. 53 9- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA APLICADA À BIOLOGIA ...................................... 54 10 - AÇÕES NO ENSINO DE GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO .......................................... 55 11 - NÚCLEOS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ..................................................... 57 12 – EVENTOS .................................................................................................................................... 60 2 DIRETORIA Iara Cândido Crepaldi (DIRETORA) Rosimeire Pereira de Oliveira (VICE-DIRETORA) COORDENAÇÕES DO DEPARTAMENTO Francisco de Assis Ribeiro dos Santos (Graduação) Luciano Paganucci de Queiroz (Pesquisa) José Roberto Cardoso Meireles (Pós-Graduação) Priscila Paixão Lopes / Ligia Silveira Funch (Extensão) SECRETARIA Alexsandra do Vale Santana (SECRETÁRIA) Cristiane Leite Nascimento (SECRETÁRIA) Daniela Almeida Magalhães (SECRETÁRIA) Jeane Lopes Nonato Santos/ Mairle Alves Barbosa Rios (RECEPCIONISTA) Josevan Araújo da Conceição (ESTAGIÁRIO) LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA APLICADA À BIOLOGIA Antônio de Oliveira Costa Neto OUVIDORIA José Lázaro Lins Ribas BIOSSEGURANÇA Cláudio Roberto Nóbrega Amorim 3 REVISTA SITIENTIBUS-SÉRIE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Alessandro Rapini BIOTÉRIO Antônio Azeredo / Orestes Farias da Paixão HERBÁRIO Luciano Paganucci de Queiroz HORTO FLORESTAL Lenaldo Muniz de Oliveira 4 ÁREAS DO CONHECIMENTO ÁREA I- Biologia Coordenador: José Roberto Cardoso Meireles ÁREA II- Biomédicas Coordenador: Sílvio Antônio Santos Matos / Aristeu Vieira da Silva ÁREA III- Botânica Coordenador: Alessandro Rapini ÁREA IV- Zoologia Coordenador: George Olavo Mattos e Silva ÁREA V- Ecologia Coordenador: Gilberto Marcos de Mendonça Santos / Solange Maria Costa de Amorim 5 COORDENAÇÕES DOS PROGRAMAS DE PÓS GRADUAÇÃO Botânica (stricto sensu) Luis Fernando Pascholati Gusmão Biotecnologia (stricto sensu) Aristóteles Góes Neto Recursos Genéticos Vegetais (stricto sensu) José Raniere Ferreira de Santana Zoologia (stricto sensu) Flora Acunã Juncá / Gilberto Marcos de Mendonça Santos Biologia Celular (lato sensu) Lenaldo Muniz de Oliveira / Antonio de Oliveira Costa Neto 6 1- PRINCÍPIOS Defesa incondicional dos interesses do DCBIO junto à Administração Superior. Conduzir a administração do DCBIO com transparência, ética e princípios de justiça e humanidade, priorizando a escuta dos seus docentes, servidores e estudantes; assegurando as suas participações nas decisões e valorizando o seu trabalho e colaboração. Participar ativamente do crescimento da UEFS mantendo um diálogo permanente com a Administração Superior, mas assegurando a independência do DCBIO no que tange às suas especificidades enquanto Departamento. 2- MISSÃO O Departamento de Ciências Biológicas tem como missão exercer suas atividades de ensino, pesquisa e extensão com excelência, atuar de forma orgânica, visando o máximo de integração entre essas atividades. E formar profissionais para exercerem a profissão com eficiência, retidão, buscando divulgar e aprimorar o conhecimento da evolução, da biodiversidade, da saúde e tornar o entendimento da questão sócio-ambiental mais amplo, visando a melhoria da qualidade de vida e a geração de produtos científicos. 3- AÇÕES DA DIRETORIA Este ano de 2010 foi o primeiro ano da gestão 2009-2011. Tornou-se rotina no Departamento, quando necessário, reunião dos Coordenadores do Departamento e da Direção, para equacionar algum problema. Mensalmente a Direção também se reúne com os funcionários da Secretaria e com os funcionários do Laboratório Didático, para ouvi-los quanto às dificuldades encontradas para o bom andamento do serviço e busca-se junto deles próprios soluções. Procura-se incentivar o espírito de colaboração entre esses funcionários e humanização da equipe, de maneira que todos tenham conhecimento do serviço e das questões pendentes, para de fato, se ter um trabalho em equipe e também para se ter mais agilidade nas ações. Os Coordenadores que compõem a atual administração do Departamento fizeram um balanço da situação de como encontraram o DCBIO, esse balanço foi feito de maneira segmentada: Graduação, Pesquisa, Pós Graduação e Extensão e 7 será apresentado ao longo desse Relatório à medida que se abordar cada um desses aspectos. A principal atividade da Direção do DCBIO nos primeiros meses da gestão foi no tocante à conquista de vagas de concursos para professor para o Departamento. Houve a participação da Diretora nas reuniões no fórum de diretores da UEFS, fórum este definido como o responsável para discutir os critérios e a distribuição de vagas para os departamentos. A dificuldade maior na questão de vagas para o quadro docente no DCBIO, foi fazer serem aceitas as vagas solicitadas pelo DCBIO, em reunião departamental. As vagas solicitadas e atendidas no concurso, em ordem de prioridade, prioridade essa definida em Reunião do Conselho de Biologia, foram: Protistas Fotossintetizantes, Bioquímica, Zoologia dos Vertebrados com enfoque em Mastozoologia, Biologia Celular e Molecular, Genética, Fisiologia Humana, Microbiologia, Biossistemática Vegetal e Fisiologia Vegetal. As vagas de Biologia Celular e Molecular e Genética não foram preenchidas e não foi autorizado pela subcomissão do fórum de diretores a reedição desses concursos. Novos concursos, sem estarem previstos nas prioridades do conselho do Departamento de Ciências Biológicas foram autorizados em função de demandas dos programas de pós graduação do Departamento. As matérias que tiveram autorização para ir a concurso foram: Genética Vegetal, Genética da Conservação, Ecologia de Ecossistemas e de Paisagens, Zoologia com enfoque em Marcadores Moleculares. Criou-se a OUVIDORIA DO DCBIO, com normas de funcionamento baseada em outras Instituições, principalmente a UNICAMP e elaborou-se o Estatuto de Criação e Funcionamento da Ouvidoria do DCBIO. Com material impresso, e palestra por parte do ouvidor, foi divulgada amplamente entre docentes, discentes e servidores. Também foi preocupação da nova Diretoria, equacionar algumas questões sobre o espaço físico. Havia insatisfação por parte dos usuários da maneira como estava organizada a distribuição do espaço na recepção, secretaria e sala da direção, o que foi imediatamente redimensionado, e com isso, os ambientes ficaram mais amplos. Inusitado nessa ação, foi a sugestão de professores e funcionários sobre a melhor maneira de redistribuir o espaço, o que foi prontamente atendido. 8 Com o intuito do espaço ficar mais equitativo e mais humanizado, as duas portas do Departamento foram abertas, uma destinada a atendimento de alunos e público em geral e a outra com entrada restrita para professores e funcionários. Com a proposta da diretoria e vice diretoria estarem no mesmo patamar de igualdade no que diz respeito a conhecimento dos problemas do Departamento, colocou-se uma mesa para a Vice Diretora ao lado da mesa da Diretora, na mesma sala, e também uma mesa de reunião na sala da diretoria, para as reuniões com os Coordenadores ou outras reuniões pequenas. Criou-se a SALA DA OUVIDORIA DO DCBIO: resultante da divisão da sala MA 18. Esta sala passou também a ser destinada às Coordenações do Departamento e das Áreas, para bancas de concursos e para aulas com pequeno número de alunos. Essa sala possui ar condicionado, computador ligado à internet, armários, mesa de reunião e cadeiras. A outra parte da sala MA 18, ficou sendo a SALA DA SECRETARIA DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR. A sala também está montada com ar condicionado, mesa, computador, arquivo e persiana. A sala MA 15 foi modificada e transformada na SALA DE EVENTOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS DO DCBIO: uma sala multiuso destinada a atender às secretarias de congressos, secretarias de sociedades e outros eventos que venham a ocorrer no Departamento e precise de um espaço próprio. No presente, esta sala está servindo à Sociedade de Botânica do Brasil e à Revista Acta Botânica Brasílica, cujas presidência e editoria, estão a cargo de docentes da Área de Botânica. Toda a sala foi mobiliada pela Sociedade de Botânica do Brasil. Ainda na área do módulo administrativo do DCBIO foi desocupada a sala que servia à Revista Sitientibus, e após reformada foi transformada em COPA, antiga reivindicação dos professores e funcionários. Essa sala foi equipada com mesa, cadeiras, microondas e ar condicionado. A sala MT 16 foi remodelada para ser SALA DOS PROFESSORES: esta sala teve os gabinetes reorganizados, foram fornecidos móveis novos, alguns arquivos, armários e mesas foram realocados de setor. Foram postos aparelhos novos de ar condicionado. A sala foi arrumada com o intuito dos professores passarem a ter um espaço reservado para trabalho e descanso. Foi colocada uma mesa central e cadeiras no espaço comum, para reuniões e atendimento de alunos, para os professores que não têm gabinete. Nessa sala foram disponibilizados 06 9 computadores ligados à internet e uma impressora. E com divisórias foram montados 06 gabinetes, abrigando dois professores em cada gabinete. A PÁGINA WEB do Departamento foi totalmente remodelada, todos os professores foram consultados e enviadas as informações sobre os seus laboratórios. A nova página foi apresentada pelo estagiário na reunião do Conselho do Departamento e passou a ser rotina a inserção de noticias, toda vez que algum laboratório ou docente solicitar. Vale ressaltar que também foi diferenciado o convite da Diretora ao estagiário, para que esse entrasse no Conselho para apresentar a página. A SOLICITAÇÃO DE XEROX FOI DESCENTRALIZADA, dessa maneira, foi enviada uma lista ao NUEG, com o nome dos coordenadores de Laboratórios, Núcleos, Programas de Pós-Graduação e de Projetos de Pesquisa e Extensão, para que passassem a assinar a requisição. A COMISSÃO INTERNA DE BIOSSEGURANÇA foi redefinida e essa Comissão iniciou suas atividades fazendo um balanço das situações de risco dos Laboratórios de Pesquisa e Didático. As aulas práticas das diversas disciplinas do DCBIO atendem não apenas ao Curso de Ciências Biológicas, mas também aos Cursos de Enfermagem, Medicina, Odontologia, Educação Física e Engenharia de Alimentos, então salas de aulas práticas específicas precisam de atenção para adequarem-se às necessidades das aulas. Assim, durante o ano de 2010 foi feita uma REFORMA NAS SALAS DE ANATOMIA HUMANA, integrando-se mais uma sala ao conjunto das salas com esse fim específico. Foram feitas adequações estruturais para que ficassem interligadas. Então, atualmente, contamos com as seguintes salas para atender à anatomia humana: MP 19, MP 20 e MP 21. Além do computador já existente, foi disponibilizado mais um computador novo para a sala MP 19, pois as aulas de anatomia humana são apoiadas por projeção de imagens que necessitam de um computador com boa configuração. O LAMASP é um laboratório que está precisando melhor se estruturar, e o primeiro passo foi em suprir o laboratório com computadores e impressora. Esse Laboratório tem capacidade grande de espaço físico e precisa melhor se integrar às atividades de pesquisa e extensão. Está recebendo mais atenção da Diretoria, tanto em termos de equipamentos como de incentivo ao corpo docente, para atuarem de 10 forma mais consistente nas pós-graduações do departamento, sobretudo na Especialização em Biologia Celular. O LAGENTOX também recebeu computadores novos. Este laboratório, juntamente com o LABORATÓRIO DE BIOLOGIA CELULAR, que também recebeu móveis, computadores e impressora, são importantes para ajudar no desenvolvimento de trabalhos do Curso de Especialização em Biologia Celular. A ação da Diretoria para o LAPH está ligada à manutenção de funcionários, conseguindo-se um remanejamento de uma bióloga que desde a graduação e mestrado, teve toda a sua formação voltada para o estudo de animais peçonhentos e estava sub valorizada em outro setor da Universidade. Também tem-se apoiado todos os pedidos ligados a eventos e manutenção de infra estrutura. 4- ESTRUTURA ACADÊMICA E QUADRO DE DOCENTES A qualificação dos docentes do Departamento de Ciências Biológicas permite que esses professores se dediquem aos programas de pós-graduação e até implantem novos programas e também, coordenem grandes projetos de pesquisa que vem suprir as questões de infraestrutura do Departamento. Foi com os nossos docentes elaborando projetos de pesquisa para FINEP, CNPQ entre outras agências de fomento, que se conseguiu recursos para a construção de prédios tais como os prédios do HERBÁRIO e do MUSEU DE ZOOLOGIA, além do projeto aprovado para a construção do prédio que irá abrigar os programas de pós graduação. Vale ressaltar que a vocação primordial do DCBIO em pesquisa, tem feito com que a Administração da UEFS, por meio de sua Pró Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, solicite a participação de nossos docentes em projetos amplos, que envolvam outros departamentos, como lastro para a fundamentação dos pedidos às agências financiadoras. Fica-se patente o peso do Departamento de Ciências Biológicas, no momento, para as conquistas da UEFS no cenário externo. Também como conquista do DCBIO para a UEFS o Departamento teve no ano de 2010 o seu PRIMEIRO TÍTULO DE PROFESSOR EMÉRITO, na área de Genética e o segundo da Universidade. As demandas atuais de ensino de graduação também são atendidas, de maneira que todos os professores participem do Curso de Graduação em Ciências Biológicas e de mais oito Cursos de Graduação (Farmácia, Educação Física, 11 Engenharia de Alimentos, Odontologia, Medicina, Enfermagem, Pedagogia e Geografia) de outros Departamentos que o DCBIO atende. Carências em algumas áreas, causadas por afastamento de docentes como aposentadorias, exonerações, etc. têm sido supridas, a curto prazo, por seleções públicas para professores substitutos. Alguns professores estão também investindo mais em projetos de extensão, uma lacuna do Departamento que começa a ser preenchida. Abaixo, estão Quadros e Gráficos indicando o total de docentes por Área de Conhecimento e a qualificação dos mesmos. QUADRO 1. NÚMERO DE DOCENTES POR ÁREA DE CONHECIMENTO ÁREA NÚMERO DE DOCENTES 2009 NÚMERO DE DOCENTES 2010 1 - Biologia 19 19 2 - Biomédicas 29 30 3 - Botânica 19 20 4 - Zoologia 22 22 5 - Ecologia 11 11 TOTAL 100 102 Fonte: Bco Dados DCBIO GRÁFICO 1. NÚMERO DE DOCENTES POR ÁREA DE CONHECIMENTO Fonte: Bco Dados DCBIO 12 QUADRO 2. QUALIFICAÇÃO DOS DOCENTES ANO 2009 ÁREA I GRADUADO 0 ESPECIALISTA 4 MESTRE 6 DOUTOR 9 TOTAL 19 II 1 9 14 5 29 III 0 0 1 18 19 IV 0 2 4 16 22 V 0 0 1 10 11 TOTAL 1 15 26 58 100 I 0 2 3 14 19 II 0 8 16 6 30 III 0 0 1 19 20 IV 0 2 4 16 22 V 0 0 1 10 11 TOTAL 0 Fonte: Bco Dados DCBIO 12 25 65 102 2010 GRÁFICO 2. QUALIFICAÇÃO DOS DOCENTES Fonte: Bco Dados DCBIO 13 QUADRO 3. DOCENTES POR CLASSE ANO ÁREA AUXILIAR ASSISTENTE ADJUNTO TITULAR PLENO TOTAL I 2 6 6 5 0 19 II 5 16 6 2 0 29 2009 III 0 0 4 12 3 19 IV 1 5 6 9 1 22 V 0 0 1 7 3 11 TOTAL 8 27 23 35 7 100 I 1 6 7 5 0 19 II 3 16 8 3 0 30 2010 III 0 0 4 13 3 20 IV 1 5 6 8 2 22 V 0 0 1 7 3 11 TOTAL 5 27 26 36 8 102 Fonte: Bco Dados DCBIO GRÁFICO 3. DOCENTES POR CLASSE 2009 Fonte: Bco Dados DCBIO GRÁFICO 4. DOCENTES POR CLASSE 2010 Fonte: Bco Dados DCBIO 14 QUADRO 4. DOCENTES POR REGIME JURÍDICO ÁREA ESTATUTÁRIOS SUBSTITUTOS I 17 1 II 22 7 2009 III 16 1 IV 20 0 V 10 0 TOTAL 85 9 I 18 0 II 22 8 2010 III 17 1 IV 21 0 V 10 0 TOTAL 88 9 Fonte: Bco Dados DCBIO VISITANTES 1 0 2 2 1 6 1 0 2 1 1 5 TOTAL 19 29 19 22 11 100 19 30 20 22 11 102 GRÁFICO 5. DOCENTES POR REGIME JURÍDICO 2009 Fonte: Bco Dados DCBIO GRÁFICO 6. DOCENTES POR REGIME JURÍDICO 2010 Fonte: Bco Dados DCBIO 15 QUADRO 5. DOCENTES CONTRATADOS (APROVADOS EM CONCURSO, SELEÇÃO OU VISITANTES) Área 2009 2010 concurso seleção visitantes concurso seleção visitantes I 0 II 0 III 0 IV 0 V 0 Total 0 Fonte: Bco Dados DCBIO 1 7 0 2 0 10 1 0 2 1 1 5 1 1 1 0 0 3 0 2 0 2 0 4 0 0 0 1 0 1 QUADRO 6. DOCENTES AFASTADOS POR MOTIVOS DIVERSOS/ÁREA ÁREA I II 2010 III IV V PROFESSOR Elielson Souza Rodrigues Maria Aparecida P. de Cerqueira Maria das Graças Cardoso de Matos Marilene Lopes da Rocha Elinalva Maciel Paulo Julita Maria Freitas Coelho Lidia Cristina Villela Ribeiro Luciano Mendes Souza Vaz Marcelo Trotte Motta Simone Souza de Oliveira Abel Augusto Conceição Luciano Paganucci de Queiroz Ana Cerilza Santana Melo Caio Graco Machado Santos Cleide Mércia S. da S. Pereira Francisco José Bezerra Souto Iraci Gomes Bonfim Jucelho Dantas da Cruz Maria Celeste Costa Valverde Walter Ramos Pinto Cerqueira Evandro do Nascimento Silva Fabio Pedro Bandeira Roberto Lisboa Romão Priscila Paixão Lopes MOTIVO Licença Sabática Licença Médica Licença Prêmio Doutorado Pós-Doutorado Doutorado Licença Prêmio Doutorado Doutorado Doutorado - Prorrogação Licença Prêmio Licença Prêmio Licença Prêmio Licença Prêmio Mestrado Licença Sabática Doutorado Mandato Sindical Pós-Doutorado Doutorado Exercer Cargo Adm. Licença Prêmio Licença Prêmio Pós-Doutorado TOTAL Fonte: Bco Dados DCBIO PERÍODO 24/07/2009 – 23/01/2010 23/08/2010 – 20/11/2010 05/04/2010 – 05/08/2010 01/03/2010 – 31/07/2010 01/09/2010 - 28/02/2010 01/03/2009 - 28/02/2010 02/08/2010 - 02/11/2010 01/052008 - 01/05/2010 01/05/2009 - 30/04/2013 01/03/2010 - 28/12/2011 11/09/2010 - 11/04/2011 01/03/2010 – 31/05/2010 01/06/2010 - 01/07/2010 13/10/2009 - 12/01/2010 01/05/2008 - 01/01/2010 01/08/2010 - 09/02/2011 01/01/2010 - 30/06/2011 15/05/2007 – 15/05/2011 06/05/2009 - 05/05/2010 13/05/2008 - 14/03/2013 15/05/2007 – 15/05/2011 30/08/2010 – 30/11/2010 21/03/2010 – 21/04/2010 01/09/2010 – 31/08/2011 24 QUADRO 7. DOCENTES A ESPERA DE APOSENTADORIA ÁREA DOCENTE Nora Ney Alves Santos Maria das Graças Cardoso de Matos II Antônio José de Alencar Gonçalves V Gizélia Vieira dos Santos TOTAL 4 Fonte: Bco Dados DCBIO 16 5. APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E QUADRO DE FUNCIONÁRIOS As aulas práticas, as pesquisas e o funcionamento administrativo do Departamento e dos Laboratórios conta com o apoio de um corpo de funcionários técnico-administrativos, distribuídos como vem nos Quadros abaixo. QUADRO 8. NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS POR SETOR UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA - UEFS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS QUADRO DE FUNCIONÁRIOS SETOR NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS 2009 2010 SECRETARIA 4 3 COLBIO 2 2 PGZOO 1 2 PGRGV 1 1 PGBOT 2 2 PGBIOTEC 1 1 EBC 1 0 NIES 1 1 LAC 7 8 HORTO 6 5 LAPH 5 4 LORMA 2 2 LAMIC 2 2 LETNO 1 1 LAPEM 2 2 INSTITUTO MILENIUM 3 3 LADIBIO 6 6 LAMVER 2 2 HERBÁRIO 4 5 LASIS 1 1 TAXON 2 2 NÚCLEO DE BIOÉTICA 2 1 ICTIOLOGIA 2 2 LENT 3 3 LAFICO 1 1 GENTOX 2 2 BIOTÉRIO 3 3 MICROMORFOLOGIA 1 1 LAMOL 1 2 LIAB 1* 1 TOTAL 72 71 Fonte: Bco Dados DCBIO (* terceirizado) 17 6. AÇÕES NA PESQUISA E NA PÓS GRADUAÇÃO Na avaliação da CAPES, em 2010, os cursos de pós graduação do Departamento tiveram as seguintes avaliações: Botânica: 5 Recursos Genéticos Vegetais: 4 Biotecnologia: 4 Zoologia: 3 O curso de Recursos Genéticos Vegetais teve autorizado o Doutorado, com conceito 4. A Direção do DCBIO tem incentivado ações integradas do ensino da Pós Graduação com Extensão e Graduação, de maneira que apóia-se eventos de iniciativa dos próprios programas das pós graduações, como o Departamento também criou eventos voltados a dar mais visibilidade às pós-graduações de ciências biológicas, como será colocado no item Eventos mais adiante neste Relatório. 6.1- PROJETOS EM EXECUÇÃO A Área III (Botânica) atualmente tem cinco grandes Projetos em execução, destes, um encerrou-se este ano, o IMSEAR e dois, iniciaram-se no primeiro semestre de 2010 (PPBIO e PRONEX), além de duversos outros projetos envolvendo docetes da Área. Esses projetos em conjunto, representam cerca de R$ 7.000.000,00. O PPBIO / BOLSAS conta atualmente com 51 bolsistas, desde pós-doutores até iniciação científica. O PPBIO Edital MCT/CNP é um dos projetos que inciou-se em 2010. Reúne trinta Instituições e mais de 100 pesquisadores do Nordeste. O PRONEX é voltado a sistemática molecular de plantas e fungos e é financiado pela FAPESB/CNPq; reúne UEFS, UESC e UFBA, com a Coordenação a cargo da UEFS e também iniciou-se em 2010. Docentes das Áreas de Biologia e de Botânica e um funcionário Biólogo lotado no LAMIV, tiveram projetos aprovados no Edital Universal do CNPq em novembro de 2010. Vale aqui ressaltar, a qualificação do nosso corpo de servidores, que coordenam projetos e conseguem aprovação em esfera de concorrência nacional. 18 A seguir, no Quadro 9, vem o levantamento quantitativo dos Projetos do DCBIO, por área de conhecimento. QUADRO 9. PROJETOS POR ÁREAS DO CONHECIMENTO COM E SEM FINACIAMENTO EXTERNO Área Quantidade de Projetos 2009 2010 Fin. Interno Fin. Externo Fin. Interno Fin. Externo I 16 10 15 10 II 9 14 8 12 III 16 92 18 86 IV 19 42 22 42 V 21 25 17 21 Total 81 183 80 171 6.2- PRODUÇÃO CIENTÍFICA Os Quadros a seguir retratam a Produção Científica em termos qualitativos, ou seja, com o título dos periódicos ou títulos de dissertações e teses, produzidas nos anos de 2009 e 2010, por Área do Conhecimento do DCBIO. QUADRO 10. PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA AREA I Total Produção científica 2009 2010 Genetic toxicology and environmental mutagenesis v. 675, p. 46-50, 2009. European journal of applied physiology Mutation research Artigo revista internacional , p. X, 2009. , v. 675, p. 46-50, 2009 Journal of clinical periodontology 2009; World journal of orthodontics , v. 36, p. 380-387, Genetics supplement series , v. 2, p. 198-199, 2009; Genetics supplement series , v. 2, p. 155-156, 2009; Community dentistry and oral epidemiology p. 527-533, 2009. Revista brasileira de zoologia (impresso) 204-212, 2009 Artigo revista nacional , Cadernos de saúde pública (ensp. Impresso) 1017-1024, 2009. Revista saúde (ung. Online) , v. 11, p. 11-15, 2010. Brazilian dental journal (impresso) 2010. Pediatrics international , v. 21, p. 91-97, , v. 52, p. 57-64, 2010. , v. 37, , v. 26, p. , v. 25, p. , v. 3, p. 20-24, 2009. 19 Revista saúde (ung. Online) , v. 3, p. 29-33, 2009. Revista odonto ciência (pucrs. Impresso) 236-239, 2009. , v. 24, p. Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. , v. 9, p. 24-29, Sitientibus. Série ciências biológicas 2009 , v. 9, p. 102-105, Agrotrópica (itabuna) Série ciências biológicas Magistra , v. 21, p. 113-122, 2009. , v. 9, p. 263/4-268, 2009. , v. 21, p. 139-145, 2009. Artigo periódico no prelo (internacional) Artigo periódico no prelo (nacional) Revista brasileira de saúde e produção animal (ufba) v. 11, p. 342-353, 2010. , Revista brasileira de saúde e produção animal (ufba) v. 11, p. 354-361, 2010 , Ciência e agrotecnologia (ufla) 2010. , v. 33, p. 1847-1852, Boletim Análise em livro didático da 5ª série do ensino fundamental sobre o tema meio ambiente: relação homem x natureza. 2009 Fatores de virulência das amostras de e coli isoladas de bezerros com diarréia no brasil. 2009. Monografia orientada Verificação da aprendizagem da biologia celular entre os estudantes de ensino presencial e à distância. 2009. Análise de recursos didáticos de biologia celular disponíveis na mídia eletrônica. Início: 2010. Análise de marcador de lesão celular e níveis habituais de atividade física. 2009 Danos genéticos e apoptose em células esfoliadas do epitélio oral de indivíduos com líquen plano. 2010 Estudo da freqüência de câncer no município de feira de santana-ba/brasil. 2009 Anatomia foliar e rendimento de óleos essenciais de hyptis leucocephala (lamiaceae) submetida a diferentes condições A abordagem do conceito de raça no ensino médio de de luminosidade. Início: 2010 feira de santana-ba. 2009 Acúmulo de massa seca e rendimento de óleo essencial de Danos cromossômicos e apoptose em células esfoliadas hyptis leucocephala (lamiaceae) após elicitação com lisado do epitélio bucal: uma avaliação da associação com o celular de curvularia spp. E aspergillus spp.. 2010. hábito de fumar e com o câncer oral. 2009. Análise do conhecimento de conceitos-chave em evolução Avaliação da frequência de danos genéticos, com uso do entre estudantes do curso de ciências biológicas da uefs. teste de micronúcleo, em mulheres menopausadas que Início: 2010. fazem uso da terapia de reposição hormonal. 2009 Caracterização morfológica, bioquímica e da cinética de crescimento de calos de myracrondruon urundeuva fr. All. 2009 Caracterização morfológica, bioquímica e crescimento de calos de physalis angulata l.. 2009. do Indução de calos friáveis e estabelecimento de culturas celulares de amburana cearensis em meio líquido. 2009. 20 Fotossíntese e idade foliar em maprounea guianensis aubl. Na mata ciliar do rio lençóis, bahia. Início: 2009 Danos genéticos em células esfoliadas da mucosa oral em indivíduos expostos a agrotóxicos. Efeito genotóxico em células esfoliadas da mucosa oral de usuários de esteróides anabolizantes androgênicos. Biomonitoramento citogenético de lesões orais. Aplicabilidade do teste do micronúcleo em linfócitos de sangue periférico no monitoramento de populações humanas ocupacionalmente expostas à radiação. Avaliação da resistência de união de braquetes colados ao esmalte dental humano com cimento de ionômero de vidro modificado por resina, comparando-se diferentes técnicas. Avaliação in vitro de métodos para diagnóstico de fluorose dental. Relação entre prevalência e severidade de fluorose Ação do complexo enzimático da piruvato desidrogenase dental, diagnosticada por diferentes métodos, com a em células neoplásicas sob efeito do ácido dicloroacético: exposição a fluoretos e a autopercepção da mesma. uma revisão. Iinfluência da altura da restauração indireta do tipo Ação do complexo da coenzima q sob efeito do ácido αonlay, em resina composta, sobre sua resistência à lipóico (ala) no tratamento da fibromialgia compressão e o padrão de fratura. Dissertação orientada Análise de crescimento e rendimento de óleo de lippia Avaliação do uso do teste de micronúcleo em células microphylla cham. (verbenaceae) submetida a diferentes esfoliadas como biomarcador de risco para o reguladores de crescimento.. Início: 2010 desenvolvimento do câncer oral em usuários de bebidas alcoólicas e anti-sépticos bucais. Início: 2009 Determinação quantitativa por clae-dad de salicilato de metila e atividade antinociceptiva em espécies do gênero Estabelecimento, cultivo in vitro e monitoramento do polygala (polygalaceae) ocorrentes no semiárido e teor de fisalinas em plantas e calos de physalis angulata cultivadas.. Início: 2010 l.. Início: 2009 Caracterização de germoplasma melhorado de bananeira em sistemas de cultivo convencional e orgânico. Início: 2009 Crescimento, quantificação dos compostos fenólicos e atividade antimicrobiana de myracrodruon urundeuva fr. Allemão sob diferentes formas de cultivos. 2009 Germinabilidade de sementes de physalis angulata l. (solanaceae) sob condições de estresses abióticos. 2009 Estudo da freqüência alélica de 13 strs (short tandem repeats) em uma população do estado da bahia. Início: 2009 Tese orientada Avaliação da genotoxicidade de esteróides anabolizantes androgênicos com uso do teste de micronúcleo em medula óssea de roedor. Início: 2009 Avaliação do potencial mutagênico de anabolizantes pelo teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos. Início: 2009. Edição de livros e revistas Livro internacional publicado Livro nacional publicado 21 Livro nacional no prelo Capítulo de livro internacional Capítulo de livro nacional Resumo (evento internacional) Contribuição do projeto cat na construção de plolíticas públicas. Resumo (evento nacional) Interferência das épocas de plantio na produção e caracteres de physalis angulata L.(solanaceae). O projeto cat e a construção de políticas públicas para a educação do campo: um relato de experiência. Efeitos genotóxicos de poluição ocasionada por tráfego de veículos com uso do teste de micronúcleo em Micronucleus as a biomarker to evaluate the risk of tradescantia (trad-mcn). malignant transformation in uterine cervix. Micronúcleo e apoptose em agricultores e moradores do Avaliação genotóxica em células esfoliadas da mucosa oral perímetro irrigado de ponto novo – bahia. de usuários de esteróides anabolizantes androgênicos. Fenologia vegetativa de cinco espécies arbóreas em floresta ciliar na chapada diamantina, bahia, brasil, 2009 26a reunião da sbpqo, 2009, águas de lindóia. Brazilian oral research. São Paulo : 2009. V. 23. P. 1-1. Trabalho completo (congresso internacional) Trabalho completo (congresso nacional) Micronúcleo em Tradescantia pallida como marcador de dano genético decorrente de mutagênese ambiental. Sensibilização da comunidade universitária envolvida no curso de odontologia para o programa de pesquisa e extensão "estudos e educação ambiental da uefs" - gestão e saneamento ambiental - resíduos sólidos e educação ambiental. 2010. Agricultura familiar. Produção técnica Oficina sobre agoecologia. Oficina sobre estatística descritiva. Sensibilização da comunidade universitária envolvida no curso de ciências biológicas para o programa de pesquisa e extensão. 2010. Total 54 20 Fonte: Bco Dados DCBio, 2010 QUADRO 11. PRODUÇÃO CIENTÍFICA DESENVOLVIDA NA AREA II Total Produção científica 2009 Special care in dentistry , v. 29, p. 80-84, 2009. European journal of applied physiology 25-30, 2009. Artigo revista internacional 2010 , v. 106, p. Journal of strength and conditioning research p. 1967-1973, 2009. Clinical and experimental immunology 1365-1371, 2009. , v. 23, , v. 3869, p. Autonomic neuroscience: basic & clinical 68-72, 2010. Research in veterinary science , v. 155, p. , v. 88, p. 211-213, 2010. Experimental parasitology (online), v. 125, p. 380-383, 2010. Experimental parasitology Journal of dental education , v. 125, p. 409-412, 2010. , v. 74, p. 661-666, 2010. Contribución a la educación y la protección ambiental. Cuba: , 2010, v. 9, p. 14-21. Artigo revista nacional Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. , v. 09, p. 52-56, The journal of venomous animals and toxins including tropical diseases (online) , v. 16, p. 131-146, 2010. 22 Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. , v. 09, p. 35-39, Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. , v. 09, p. 57-65, Revista brasileira de odontologia Sitientibus. Série ciências biológicas Pesquisa veterinária brasileira (impresso) 161-166, 2010. , v. 30, p. Scientia medica, v. 20, p. 120-130, 2010. , 2009. Revista brasileira de parasitologia veterinária 1-7, 2010. , v. 19, p. , v. 9, p. 185-191. Revista patologia tropical, 2009. V. 38. P. 1117-1117. The journal of venomous animals and toxins including tropical diseases (online) , v. 16, p. 298-310, 2010. Arquivo brasileiro de medicina veterinária e zootecnia (online), v. 62, p. 484-488, 2010. Veterinária e zootecnia (unesp), v. 17, p. 47-53, 2010. Anais do museu paulista (impresso), v. 62, p. 224-227, 2010. Revista brasileira de parasitologia (impresso) , v. 19, p. 152-157, 2010. Research in veterinary science , 2010. Veterinary parasitology (print) , 2010. Autonomic neuroscience: basic & clinical Artigo periódico no prelo (internacional) Research in veterinary science veterinária , 2010. , 2010. Veterinary parasitology (print) , 2010. Veterinary parasitology (print) , 2010. Memórias do instituto oswaldo cruz (online), 2010. Pesquisa veterinária brasileira (impresso) Artigo periódico no prelo (nacional) , 2010. Memórias do instituto oswaldo cruz (online), 2010. Boletim Estudo das larvas de geo-helmintos. Papiloma vírus humano: uma revisão. Início: 2009 Vulnerabilidade de pessoas com cegueira em relação as infecções sexualmente transmissivel. 2010 Diagnóstico genético pré-implantacional e suas implicações na reprodução assistida. 2010. Análise dos níveis séricos de ácido úrico em funcionários terceirizados da universidade estadual de feira de Avanços tecnológicos no diagnóstico do câncer de cólon santana-ba, no período de maio a outubro de 2008. 2009 retal. 2010. Vulnerabilidade de pessoas com cegueira em relação as Câncer de mama hereditário. 2010 infecções sexualmente transmissíveis.. Início: 2009 Monografia orientada Estudo das larvas de geo-helmintos, in vivo, como bioindicadoras de poluição ambiental, em amostras de águas residuárias da ete contorno de feira de santanabahia:estudo comparativo com diagnóstico de estrongiloidíase. 2009. Avaliação do conhecimento e práticas dos agentes comunitários de saúde (acs) relacionados com o escorpionismo na cidade de feira de santana - bahia. Início: 2009. Escorpionismo em feira de santana, bahia: estudo epidemiológico dos acidentes notificados no período de 2000 a 2009. Início: 2009. 23 Historia socioambiental dos atingidos pela barragem de ponto novo: ruptura e vivência dos reassentados. 2009 Pesquisa bibliográfica acerca da concepção teórica e aplicação prática da auto-hemoterapia como terapia alternativa ou complementar na clínica médica. 2009 Controle higiênico-sanitário e físico-químico do leite humano ordenhado em bancos de leite: uma revisão. 2009 Dissertação orientada Inclinação do plano palatino em pacientes portadores de malaclusões do tipo i, ii e iii. Diversidade e seleção de fungos basidiomicetos afiloforóides para produção de enzimas lignocelulolíticas Avaliação, in vitro, da resistência ao cisalhamento de em área de mata atlântica do sul da bahia. 2010. braquetes auto-ligantes. Utilização de substratos agrícolas alternativos regionais na Eficácia do ibuprofeno e lumiracoxib no controle da dor produção de cogumelos comestíveis (basidiomicetos). 2010 associada ao uso de separadores ortodônticos.. Início: 2009. Avaliação toxicológica e química de solo contaminado por hpas submetidos à biodegradação por fungos Eficácia do iboprofeno e da acupuntura no controle da basidiomicetos. 2010. dor assoaciada ao uso de separadores ortodônticos. Início: 2009. Estudo da biodegradação de fibrocimento reforçado com fibras de sisal. 2010. Inclinação do plano palatino em pacientes portadores de malaclusões do tipo i, ii e iii.. 2009. Investigação da atividade biológica e composição química de espécies de basidiomycota de ocorrência na bahia. Constituintes químicos de fungos endofíticos isolados de 2010. mikania laevigata.. Início: 2009. Tese orientação Edição de livros e revistas Livro internacional publicado Livro nacional publicado Livro nacional no prelo Capítulo de livro internacional Capítulo de livro nacional Molecular dynamic simulation to moniliphothora perniciosa chitinase, the agent of witches broom disease on cocoa tree. Contribución a la educación y la protección ambiental. Resumo (evento internacional) Homology modeling and molecular dynamic simulation Cuba: , 2010, v. 9, p. 14-21. to moniliphothora perniciosa chitin synthase, the agent of cocoa witches broom disease. Experiências em educação ambiental e mobilização social em saneamento. Brasília: , 2009. Resumo (evento nacional) Revista patologia tropical, 2009. V. 38. P. 1117-1117. Trabalho completo (congresso internacional) Trabalho completo (congresso nacional) Biodegradação de corantes têxteis. Produção técnica Metabolismo. 2009. (desenvolvimento de material 1a campanha de tipagem sanguínea e glicemia do didático ou instrucional - módulo didático de medicina). laboratório de análises clínicas e parasitologia. Mecanismos de agressão e defesa. 2009. 24 (desenvolvimento de material didático ou instrucional módulo didático para o curso de medicina - sau 602). Estudo parasitológico e hematológico de crianças e adolescentes negros em idade escolar residentes no município de são francisco do conde-bahia. Presença de larvas rabditóides de vermes helmintos (strongyloidea), Total 35 35 QUADRO 12. PRODUÇÃO CIENTÍFICA DESENVOLVIDA NA AREA III Total Produção científica 2009 2010 Kew bulletin , v. 64, p. 171-174, 2009 Neodiversity (feira de santana) Pharmaceutical biology , v. 4, p. 7-8, 2009. , v. 47, p. 384-389, 2009 International journal of food sciences and nutrition 3, p. 1-9, 2009. , v. International journal of food sciences and nutrition 60, p. 72-80, 2009. , v. International journal of bioinformatics research and applications (ijbra) , v. 5, p. 133-153, 2009. Kew bulletin Artigo revista internacional , 2010. Mycotaxon , v. 108, p. 241-244, 2009 Kew bulletin , 2010 The fungus that causes witches broom disease of cacao. Journal of Journal of the brazilian chemical society (impresso) 2010 Microbiology , v. 47, p. 431-440, 2009. Journal of ethnobiology , 2010 Emerging infectious diseases , v. 15, p. 871-876, 2009. Kew bulletin , 2010. Bmc microbiology (online) , v. 9, p. 158, 2009 Taxon , 2010. Brazilian archives of biology and technology , v. 52, p. 923-932, 2009. Neodiversity , 2010. African journal of biotechnology 2009 , v. 8, p. 6181-6184, Novon (saint louis) Brittonia (bronx, n.y.) Theoretical biology and medical modelling 2009 Kew bulletin , 2010. , v. 6, p. 22, Environmental and experimental botany , 2010. , v. 64, p. 543-547, 2009. Annals of botany (print) Taxon , 2009. , v. 104, p. 417-430, 2009. , v. 58, p. 1168-1180, 2009. Botanical journal of the linnean society 105, 2009. Plant systematics and evolution , v. 159, p. 88- , v. 281, p. 35-49, 2009. Proceedings of the national academy of sciences of the united states of america , v. 106, p. 12794-12797, 2009. 25 , Taxon , v. 58, p. 1008-1009, 2009. Neodiversity , v. 4, p. 9-13, 2009. Brazilian archives of biology and technology 923-932, 2009. Plant cell culture & micropropagation 128, 2009 , v. 5, p. 118- The journal of essential oil research 2009. African journal of biotechnology Biota neotropica , v. 52, p. , v. 21, p. 52-53, , v. 8, p. 22, 2009. , v. 9, p. 1-10, 2009. Planta medica (stuttgart) , v. 75, p. 335-337, 2009. Journal of the brazilian chemical society (online) 2009, p. 1-4, 2009. , v. Proceedings of the national academy of sciences of the united states of america , v. 106, p. 20359-20364, 2009. Taxon , v. 58, p. 1168-1180, 2009. Mycotaxon , v. 109, p. 221-232, 2009. Mycotaxon , v. 110, p. 53-64, 2009. Mycotaxon , v. 109, p. 288, 2009. Série botânica , v. 64, p. 63-75, 2009. Boletim de botânica Sitientibus. Série ciências biológicas 2009 , v. 9, p. 57-65, Sitientibus. Série ciências biológicas 2009 , v. 9, p. 48-51, Sitientibus. Série ciências biológicas 2009 , v. 9, p. 41-47, Revista árvore (impresso) Iheringia. Série botânica , v. 33, p. 481-490, 2009. Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. Rodriguesia , v. 9, p. 29-2009, , v. 23, p. 786-796, , v. 60, p. 1055-1076, 2009. Sitientibus. Série ciências biológicas 2009. Iheringia. Série botânica Magistra Rodriguesia , v. 44, p. 283- , v. 64, p. 115-129, 2009. Acta botanica brasílica (impresso) 2009. Revista árvore (impresso) , 2010. Revista árvore (impresso) , 2010. Ciência e agrotecnologia (ufla) Pesquisa agropecuária brasileira (online) 290, 2009. Artigo revista nacional , 2010 , v. 9, p. 225-244, , v. 64, p. 109-122, 2009. , 2010. Acta botanica brasílica (impresso) Ciência e agrotecnologia (ufla) , 2010. , 2010. Sitientibus. Série ciências biológicas , 2010. Série ciências biológicas , v. 10, p. 97-137, 2010 Sitientibus. Série ciências biológicas 191, 2010. Rodriguesia , v. 61, p. 17-20, 2010. Rodriguesia , v. 61, p. S89-s91, 2010. Rodriguesia , v. 61, p. 95-100, 2010 , v. 10, p. 159- Revista brasileira de botânica (impresso) 155-166, 2010. , v. 33, p. Revista brasileira de botânica (impresso) 509-517, 2010. , v. 33, p. , v. 21, p. 179-186, 2009. , v. 60, p. 265-276, 2009. 26 Série ciências biológicas , v. 9, p. 245-259, 2009. Acta botanica brasilica , v. 23, p. 79-84, 2009. Acta botanica brasilica , v. 23, p. 323-329, 2009. Acta botanica brasílica (impresso) 2009. , v. 23, p. 1133-1144, Acta botanica brasílica (impresso) 2009. , v. 23, p. 929-934, Revista brasileira de botânica (impresso) 780, 2009. Acta botanica brasílica (impresso) 2009. Boletim de botânica , v. 32, p. 775- , v. 24, p. 999-1012, , v. 27, p. 119-126, 2009. Edinburgh journal of botany Curtis's botanical magazine , v. 67, p. 1, 2010 , v. 27, p. 23-35, 2010. Taxon , v. 59, p. 379-388, 2010 Taxon , v. 59, p. 965-972, 2010 Biosystems (amsterdam. Print) Fungal diversity Kew bulletin no prelo , p. ---, 2010 , v. 65, p. 1-5, 2010. Grana (stockholm) , v. 49, p. 66-75, 2010. Systematic botany , v. 35, p. 476-486, 2010 Kew bulletin Artigo periódico (internacional) , v. 101, p. 59-66, 2010 , v. 65, p. 3-20, 2010 Orchids (west palm beach, fla.) 2010. Taxon , v. 59, p. 1135-1149, 2010. Acta horticulturae , v. 865, p. 305-313, 2010. Industrial crops and products New phytologist (print) Taxon , v. 79, p. 344-345, , v. 10, p. 01-04, 2010. , v. 2010, p. 934-946, 2010. , v. 59, p. 379-388, 2010. Systematic botany , v. 35, p. 272-276, 2010. Kew bulletin , v. 65, p. 1-15, 2010. Kew bulletin , v. 65, p. 1-3, 2010. Neodiversity , v. 5, p. 11-12, 2010. Mycotaxon , v. 111, p. 1-10, 2010. Novon (saint louis) , v. 20, p. 212-214, 2010. Artigo periódico no prelo (nacional) Boletim Monografia orientada Análise das concepções alternativas dos alunos de 2ª série Caracterização fitofisionômica de áreas com abundante 27 do ensino médio quanto ao estudo das algas (macro e fitomassa combustível na chapada diamantina, bahia, microalgas). 2009. brasil. 2010. Estudo taxonômico dos representantes de lithophylloideae Morfologia de espécies resistentes ao fogo e efeitos do (corallinales, rhodophyta) da praia da penha, ilha de fogo na comunidade de raízes. 2010. itaparica, bahia. 2009. Diferenciação genética de linhagens de saccharomyces Acervo digital das clorofíceas marinhas (chlorophyta, cerevisiae com biótipo killer isoladas de destilarias do ulvophyceae) na ilha de itaparica, bahia, brasil. 2009. estado da bahia. 2010. O ensino de biologia vegetal na relação homem e meio Desmidiaceae de ambientes fitotelmatas bromelicolas da ambiente. 2009. serra da jiboia, bahia, brasil. 2010. Caracterização fisiológica da germinação de sementes de Macroalgas bentônicas da praia do farol da barra, bauhinia cheilantha (bong.) Steud. , submetidas às salvador, bahia. 2010. condições de estresses hidrico e térmico. 2009 Composição florística de mata ciliar de um fragmento Pavonia cav. (malvaceae) de morro do chapéu, bahia. de mata atlântica em ituberá, bahia. 2010. 2009. Ensino de botânica: aplicações dos recursos didáticos no Redução de custos de mudas micropropagadas de ensino de histologia vegetal. Início: 2010. syngonanthus mucugensis giul. Subsp. Mucugensis. Início: 2009. Anatomia foliar de quatro espécies de sapotaceae ocorrentes na bahia. 2010. Fungos conidiais no município de morro do chapéu, bahia. 2009. Fenologia de duas espécies de chrysophyllum l. (sapotaceae) em mata atlântica do sul da bahia. 2010. Estudo taxonômico do gênero luzfriediella (fungo conidial). 2009. Grão de pólen transportados por beija-flores em caatinga e cerrado na na região de mucugê, chapada Indução de calos em sisal (agave sisalana perrine) diamantina, ba, brasil. 2010. cultivados in vitro.. 2009. Caracteres polínicos de plantas melitófilas e ornitófilas: estudo comparativo. 2010. Fenologia de cinco espécies de orchidaceae ocorrentes em campo rupestre, município de lençóis, bahia. 2010. Fenologia, biologia floral e visitantes de senna cana (nees & mart.) Irwin & barneby (leguminosae: caesalpinioideae) no município de lençóis, chapada diamantina, bahia. 2010. Fenologia e biologia floral de tibouchina fissinervia (dc.)Cong. Em mata ciliar do rio lençóis, parque nacional da chapada diamantina, bahia,brasil. 2010. Embriogênese somática perrine).. Início: 2010. em sisal (agave Variabilidade genética, análise morfométrica e o estudo da associação micorrízica em populações de encyclia dichroma (lindl.) Schltr. E e. Ghillanyi pabst. 2009. Variação na composição de peçonha e morfometria de crotalus durissus cascavella no estado da bahia. 2009. Dissertação orientada A família orchidaceae no município de morro do chapéu, bahia, brasil. 2009. Schizaeales da chapada diamantina, bahia, brasil. 2009 Aproveitamento do resíduo do sisal ( agave sisalana l.) Para fins de defensivo agrícola. 2009. Fungos conidiais associados à decomposição serapilheira na serra do ramalho, bahia, brasil.. 2009. da 28 sisalana Estudo farmacobotânico, fitoquímico e atividade biológica de microlicia hatschbachii wurdack (melastomataceae).. 2009 Fenologia reprodutiva, biologia reprodutiva e polinização Fungos conidiais associados a substratos vegetais em de espécies de velloziaceae endl. Em área de campo decomposição, no morro chapéu, ba.. 2010. rupestre na chapada diamantina, bahia, brasil. 2009. Fungos conidiais sapróbios na serra da fumaça, Justicieae (acanthaceae) do bioma caatinga da bahia. pindobaçu, bahia. 2010. 2009. Regeneração da vegetação campestre sob distúrbio de Avaliação do estoque natural e análise qualitativa do ágar fogo na chapada diamantina, bahia, brasil. 2010 da espécie gelidiella acerosa (forsskal) feldmann and hamel (gelidiales, rhodophyta) em áreas de substrato Filogenia de metastelmatinae (apocynaceae) com ênfase consolidado do baixo sul baiano.. Início: 2009. no grado sulamericano. 2010. Investigação da composição química de fungos endofíticos isolados de hevea brasiliensis com atividade antagonista in vitro contra microcyclus ulei (fungo causador da doença sulamericana do mal-das-folhas da serigueira). Início: 2009. Flora da bahia - tabebuia (bignoniaceae). Início: 2010 Comunidades de macroalgas epífitas de acetabularia crenulata j.v.lamour. (dasycladales, chlorophyta) das praias da penha e da barra grande, ilha de itaparica. 2010. Isolamento e caracterização molecular do gene da lacase de uma linhagem de trametes villosa (polyporaceae, Caracterização palinológica da própolis g6 produzida no basidiomycota) do semi-árido baiano com alta atividade litoral norte do estado da bahia. Início: 2010. de lacase. Início: 2009. Análise palinológica de amostras de méis de apis Florística e fitogeografia das pteridófitas de um fragmento mellifera l. Produzidas no estado de sergipe, brasil. de mata atlântica na serra da jibóia, santa terezinha, Início: 2010. bahia, brasil. Início: 2009. Micropropagação e conservação de discocactus Avaliação da concentração de elementos traço essenciais e zehntneri (buining & brederoo) n. P. Taylor & zap, d. contaminantes em algas da baía de todos os santos. Início: Bahiensis (buining & brederoo) p. J. Braun & esteves e 2009. pilosocereus gounellei (f. A. C. Weber) byles & g. D. Rowley, cactos ornamentais nativos da bahia. Início: Diversidade e estrutura genética em m. Solomonii e m. 2010. Yungasensis (orchidaceae), espécies endêmicas e ameaçadas de los yungas da bolívia. Início: 2009. Micropropagação e conservação in vitro de amburana cearensis (allemão) a. C. Smith.. Início: 2010. Filogenia de espécies de cattleya do grupo "bifoliado" com base em sequências de dna, marcadores dominantes e Propagação e conservação in vitro de bromélias do dados morfológicos. Início: 2009. gênero aechmea de valor ornamental. 2010. Germinação e qualidade fisiológica em sementes de Micropropagação de bauhinia cheilantha (bong.)Steud. mimosa verrucosa nativa da caatinga.. Início: 2009 (fabaceae). 2010. Estudos de germinação e do desenvolvimento pós-seminal Resíduo líquido do sisal ( agave sisalna ) como estrategia de melocactus ernestii vaupel (cactaceae). Início: 2009. para controle dos danos causados pela lagarta do cartucho (spodoptera frugiperda) em plantações de Morfologia de cistólitos foliares das espécies baianas de milho, visando a obtenção de um inseticida natural. acanthaceae, com ênfase na subtribo justiciinae. Início: Início: 2010. 2009. Flora da bahia: gêneros sanegalia raf., vachellia wight & Variabilidade polínica das leguminosae em uma área de arn., piptadenia benth. E pityrocarpa (benth.) Britton & caatinga. 2009. rose. Início: 2010. Caracterização botânica do pólen coletado por apis Embriogênese somática mellifera l. Em uma área do semiárido da bahia. 2009 perrine).. Início: 2010. em sisal (agave sisalana Avaliação do potencial arqueobotânico dos sedimentos da Melhoramento genético de physalis angulata l. lagoa da velha (morro do chapéu, bahia, brasil) e sua (solanaceae) para aumento da produção de biomassa e evolução paleoecológica. 2009. substâncias de interesse farmacológico.. Início: 2010. Mapeamento de locos ligados com a tolerância às Revisão taxonômica e filogenia molecular do gênero principais viroses em feijão-caupi (vigna unguiculata (l.) capanemia barb. Rodr. (orchidaceae). 2010. Walp.) No nordeste brasileiro.. Início: 2009. Micropropagação e conservação in vitro de caesalpinia Seleção de progênies e estimativas de parâmetros pyramidalis tul.. Início: 2009. genéticos em ageratum conyzoides l. (asteraceae) para caracteres morfo agronômicos.. 2010. 29 Micropropagação de schinopsis brasiliensis (bong.) Steud. (anacardiaceae). Início: 2009. Microprogagação de mulungu (erythrina velutina). 2009. Propagação in vitro de cattleya elongata, encyclia alboxanthina e sophronitis bahienses (orquidaceae) da região de mucugê - bahia.. 2009. Estabelecimeto in vitro e amburana cearensis. 2009. organegênese direta de Fenologia vegetativa e reprodutiva de espécies lenhosas de cerrado, entorno do parque nacional da chapada diamantina, bahia. Início: 2009. Análise filogenética da (papilionoideae, phaseoleae) moleculares. 2009. subtribo diocleinae baseada em dados Polinização e mirmecofilia em pityrocarpa moniliformis benth. (leguminosae:mimosoideae). 2009. Detecção de polimorfismos em sisal (agave sisalana perrine) através do uso de técnicas moleculares. Início: 2009. Melhoramento genético da palma forrageira para aumentar a qualidade e produção para consumo humano e animal. Início: 2009. Potencial antimicrobiano e composição química de espécies do gênero lippia (verbenaceae) do semi-árido baiano. Início: 2009. Filogenia e revisão taxonômica do clado pachystachysthyrsacanthus (acanthaceae). Início: 2009. Ecologia da vegetação de caatinga, bahia, brasil. Início: 2010 Associação micorrízica e estudo da variabilidade intra e interespecífica em populações de encyclia dichroma Análise computacional de sintases da quitina de fungos (lindl.) Schltr. E e. Ghillanyi pabst (orchidaceae). 2009. basidiomicetos.. 2010. Genética da conservação e associação micorrízica em Melhoria do aroma de chocolate, por tratamento populações de cattleya labiata lindley e c. Warneri moore enzimático, em amêndoas de cacau que sofreram (orchidaceae). Início: 2009. fermentação incompleta. 2010. Tese orientada Filogenia e revisão taxonômica do gênero prescottia lindl. Diversidade e seleção de fungos basidiomicetos (orchidaceae - orchidoideae). 2009. afiloforóides para produção de enzimas lignocelulolíticas em área de mata atlântica do sul da bahia. 2010. Comportamento fisiológico de sementes osmocondicionadas de duas espécies de physalis por meio Estudo da produçao de enzimas ligninolíticas por fungos de marcadores moleculares. Início: 2009 agaricomycetes cultivados em resíduos agro-industriais do semi-árido baiano. 2010. Influência do estresse abiótico sobre o processo de deterioração de sementes de physalis peruviana l. Caracterização molecular, diversidade genética e (solanaceae).. Início: 2009 taxonomia das espécies de spondias l. (anacardiaceae) nativas do nordeste do brasil, e filogeografia de spondias Caracterização palinológica do mel produzido no estado tuberosa, espécie endêmica do bioma caatinga. Início: do piauí, brasil. Início: 2009. 2010. Uso da hibridação somática no melhoramento das Estudos filogenéticos da subtribo gyptidinae bananeiras do subgrupo cavendish e grupo terra.. 2009. (eupatorieae-compositae) visando a conservação de grupos endêmicos do estado da bahia. 2010. Micropropagação e conservação in vitro de syngonanthus mucugensis giul. Subsp. Mucugensis.. 2009. Filogenia molecular de hyptidinae (lamiaceae) e suas implicações taxonômicas. 2010. Micropropagação e variabilidade genética de populações naturais de caroá (neoglaziovia variegata). 2009. Comparação florística e diversidade das áreas core de cerrado e disjunções do leste da bahia, brasil. Início: 30 Estudos taxonômicos e populacionais em campomanesia 2010 ruiz & pavón (myrtaceae, myrteae), com ênfase no complexo c. Xanthocarpa . Início: 2009. Conservação in vitro e crioconservação de mandioca cultivada e silvetre. Início: 2010. Fenologia de áreas próximas de cerrado e caatinga, chapada diamantina, bahia. Início: 2009. Micropropagação e indução de calos de vernonia condensata visando o aumento da produção de Fenologia de uma floresta estacional montana, parque metabólitos secundários. Início: 2010. nacional da chapada diamantina, bahia. 2009. Micropropagação e produção in vitro de monoterpenos Estudos sistemáticos em passiflora l. Subgênero e sesquiterpenos em plectranthus ornatus codd. 2010 deidamioides (harms) killip (passifloraceae). 2009. Micropropagação e conservação in vitro de melocactus Estudo fitoquimico e farmacológico de espécies do gênero glaucescens buining & brederoo e melocactus lippia do semi-árido brasileiro. Início: 2009. paucispinus g. Heimen & r. Paul (cactaceae). 2010. Estudos filogenéticos e biossistemáticos marcetia dc. Melastomataceae. 2009. no gênero Fenologia de uma floresta estacional submontana, parque nacional da chapada diamantina, lençóis - bahia. Início: 2010. Vegetação arbórea das restingas da bahia e suas relações com clima, solo, geologia e com espécies arbóreas de outros ambientes. Início: 2010. Fungos conidiasi associados a substratos vegetais submersos em corpos d'agua em fragmentos florestais na região metropolitana de belém, pa, brasil. Início: 2010. Diversidade e distribuição de microfungos decompositores de folhas de miconia albicans (sw.) Triana (melastomataceae) em enclaves de floresta ombrófila densa no bioma caatinga. Início: 2010. Edição de livros e revistas Livro internacional publicado 1. Ed. Belo horizonte: conservação internacional, 2009. Leguminosas da caatinga. 1. Ed. Feira de santana: universidade estadual de feira de santana, 2009. V. 1. 443 p. Livro nacional publicado Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional & universidade estadual de feira de santana, 2009. V. 1. 196 p. Árvores para cidades. 1. Ed. Salvador: solislina, 2009. V. 1. 340 p. Botânica brasileira: futuro e compromisso. 1. Ed. Salvador: eduneb, 2009. V. 1. 1485 p. Oxford: oxford university press, 2009, v. 5, p. 29-32. Capítulo de livro internacional Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. , p. 299-309. Oxford: oxford university press, 2009, v. 5, p. 3-9. Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 23-35. Capítulo de livro nacional Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 44-44 31 Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 54-64. Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 74-75. Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 252-261. Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 363-363. Conservação internacional - brasil & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. , p. 433-471. 66 ed. Recife: associação de plantas do nordeste, 2009, v. , p. -60. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. 1 ed. Cruz das almas: embrapa mandioca e fruticultura tropical, 2009, v. , p. 323-349. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. 1, p. 240-242. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. 1, p. 346-346. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. 1, p. 364-365. Plantas da floresta atlântica. 1 ed. Rio de janeiro: instituto de pesquisa jardim botanico do rio de janeiro, 2009, v. 1, p. 442-443. Flora fanerogâmica do estado de são paulo. São paulo: instituto de botânica, fapesp, 2009, v. 6, p. 169-193. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. , p. 65-65. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. , p. 192-200. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. , p. 399-405. Plantas raras do brasil. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. , p. 408-410. Plantas da floresta atlântica. Rio de janeiro: jardim botânico do rio de janeiro, 2009, v. Único, p. 297-303. Catálogo de espécies de plantas raras do brasil. Brasilia: conservação internacional do brasil/uefs, 2009, v. , p. -. Plantas raras do brasil. 1 ed. Belo horizonte: conservação internacional & universidade estadual de feira de santana, 2009, v. 1, p. 217-237. Catalogo de espécies de plantas raras do brasill. 1 ed. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. 1, p. 161161. Catálogo de espécies de plantas raras do brasil. Belo horizonte: , 2009, v. 1, p. 399-405. Catálogo de espécies de plantas raras do brasil. 1 ed. Belo horizonte: conservação internacional, 2009, v. 1, p. 91-94. Botânica brasileira: futuro e compromissos. 1 ed. 32 Salvador: eduneb, 2009, v. 1, p. 114-119. Plantas da floresta atlântica. Rio de janeiro: instituto de pesquisas jardim botânico do rio de janeiro, 2009, v. , p. 239-239. Seed conservation and germination and seedling production from native brazilian semi-arid medicinal plants. In: 250 kew conference in plant conservation, 2009, londres - inglaterra. Some interesting freshwater ascomycetes (ascomycota) from brazil. In: 60 congresso nacional de botancia, 2009, feira de santana. Resumo (evento internacional) A new species of stachybotryna tubaki & t. Yokoy. Chitin synthases of basidiomycota (conidial fungi) from brazilian semi-arid region. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Fisrt record of phialomyces macrosporus misra & talbot. (conidial fungi) for brazil. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Biodiversidade de microrganismos (fungos saprófitos e endófitos) com potencial biotecnológico associados à flora da apa das lagoas e dunas do abaeté, bahia, brasil Filogenia molecular do gênero minaria t.u.p Evolução do número cromossômico de apocynaceae, com ênfase em apocynoideae A extensão universitária enquanto formadora de cidadãos críticos: um relato de caso de novos e antigos Sistemática molecular de metastelmatinae leitores da biblioteca esperança. In: ii congresso (asclepiadoideae, apocynaceae) com ênfase em espécies nordestino de extensão universitária, 2010, recife. endêmicas da chapada diamantina Plantas raras do brasil: malpighiaceae Restabelecimento de thyrsacanthus moric (acanthaceae) e novidades taxonômicas no gênero Resumo (evento nacional) A percepção de histórias infantis em uma escola de ensino fundamental de feira de santana. In: ii congresso nordestino de extensão universitária, 2010, recife. Variação estrutural entre espécies anfíbias e emrgentes de monocotiledôneas de lagoas do semi-árido da bahia, Enraizamento in vitro de caroá. In: 17º congresso brasil. In: 61o. Congresso nacional de botânica, 2010, brasileiro de floricultura e plantas ornamentais e 4º manaus. congresso brasileiro de cultura de tecidos de plantas, 2009, aracaju. Avaliação química em clones da palma forrageira visando um possível aumento de qualidade da forragem. Anatomia foliar de caroá sob diferentes condições de In: congresso brasileiro de recursos genéticos, 2010, cultivo. In: 17º congresso brasileiro de floricultura e salvador. plantas ornamentais e 4º congresso brasileiro de cultura de tecidos de plantas, 2009, aracaju. Utilização do resíduo sólido do desfibramento da folha do sisal, agave sisalana perrine ex engelm (agavaceae) Riqueza de espécies, fitofisionomias e formas de vida em physalis angulata l. (solanaceae). In: 61º congresso inselbergues do semi-árido da bahia. In: 60o. Congresso nacional de botânica diversidade vegetal brasileira nacional de botânica, 2009, feira de santana Utilização do resíduo sólido do desfibramento da folha Flora da bahia: vitex tour. Ex l.. In: 60o. Congresso do sisal agave sisalana perrine ex engelm (agavaceae), nacional de botância, 2009, feira de santana. como adubo orgânico na cultura do physalis angulata l. (solanaceae).. In: 61º congresso nacional de botânica, Levantamento das pteridófitas do semi-árido da bahia. In: 2010 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. Pré seleção de acessos de ageratum conyzoides l., para fins de melhoramento. In: congresso brasileiro de Uso de plantas medicinais no tratamento de problemas recursos genéticos, 2010, joão pessoa-pb gastrointestinais no povoado de santa luzia, caetité, bahia.. In: 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. Flora e diversidade da vegetação de um inselbergue no semi-árido da bahia, brasil. In: 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. 33 Estrutura da vegetação em sedimento arenoso no raso da catarina, bahia, brasil. In: 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. Levantamento da flora medicinal utilizada no tratamento de doenças. In: 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. Composição florística e estrutura da vegetação de veredas do cerrado no oeste da bahia, brasil. In: 60o. Congresso nacional de botânica: Florística e fitossociologia de uma área de caatinga à margem do rio salitre, morro do chapéu, bahia, brasil. In: 60o. Congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana Interferência das épocas de plantio na produção e caracteres de physalis angulata l. (solanaceae). In: 2 congresso iberoamericano de fitoterapia, 2009, lisboa. Fenologia vegetativa de espécies de myrtaceae na chapada diamantina, bahia, brasil. In: 60 congresso nacional de botânica Fenologia e dispersão de aspidosperma discolor a. Dc. (apocynaceae) na serra da bacia, parque nacional da chapada diamantina, bahia, brasil. In: 60 congresso nacional de botânica Fenologia vegetativa de espécies arbóreas de florestas montanas na chapada diamantina, bahia, brasil. In: 60 congresso nacional de botânica Fenologia reprodutiva, polinização, dispersão e germinação de hymenolobium janeirense kuhl. Var. Stipulatum (n. Mattos) lima (leguminosae) na chapada diamantina, bahia, brasil. In: 60 congresso nacional de botânica Endophragmiella sp. Nov. E dois novos registros do gênero para a américa do sul. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Quatro novas espécies de fungos conidiais da região semiárida da bahia. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Um novo gênero de fungo conidial encontrado na serra do ramalho, região semi-árida da bahia. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Novas ocorrências de fungos conidiais para o brasil, américa do sul e neotrópico. In: 60 congresso nacional de botanica, 2009, feira de santana. Trabalho completo internacional) Trabalho completo nacional) (congresso (congresso Produção técnica Total Estudos de espécies de cabeça-de-frade: uma contribuição a conservação do gênero e a. 2009. (relatório de pesquisa). 180 104 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 34 QUADRO 13. PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA AREA IV Total Produção científica 2009 2010 Sociobiology , v. 54, p. 439-456, 2009. Sociobiology , v. 53, p. 1-9, 2009. Coastal management Biota neotropica , v. 37, p. 617-632, 2009. , v. 9, p. 1-4, 2009. Cladistics (westport. Print) 2009. Artigo revista internacional Zootaxa (auckland) Biota neotropica Cotinga (sandy) , v. 25, p. 614-623, , v. 2344, p. 39-51, 2010. Biota neotropica (edição em Impresso) , v. 10, p. 1-1, 2010. , v. 9, p. 1-3, 2009. , v. 2174, p. 63-68, 2009. Coastal management , v. 55, p. 899-907, 2010. Zootaxa (auckland) , v. 2093, p. 37-42, 2009. Zootaxa (auckland) Sociobiology , v. 32, p. 12-14, 2010. Neotropical ichthyology (impresso) português. , 2010. , 2009. Zootaxa 2113: 55-62, 2009. Sociobiology , v. 53, p. 61-69, 2009. Revista brasileira de zoologia 2009. Biotemas (ufsc) Biota neotropica , v. 26, p. 204-212, , 2009. , v. 9, p. 10-16, 2009. Revista brasileira de botânica (impresso) p. 405-410, 2009. Revista brasileira de zoologia 2009. , v. 32, , v. 26, p. 55-65, Biota neotropica (edição em português. Online) v. 9, p. 000-000, 2009. Biotemas (ufsc) , Oecologia brasiliensis (impresso) 306, 2010. , v. 14, p. 299- , v. 22, p. 207-218, 2009. Artigo revista nacional Sitientibus (uefs) Neotropical entomology Interciencia (caracas) , 2010. , v. 38, p. 317-320, 2009. , v. 34, p. 199-201, 2009. Arquivos de ciências do mar (fortaleza) 42 (1): 131-134, 2009. Revista mosaicum (teixeira de freitas) (9): 119-124, 2009. Revista mosaicum (teixeira de freitas) (9): 125-131, 2009. Revista mosaicum (teixeira de freitas) (10): 84-90. Revista mosaicum (teixeira de freitas) (10): 91-94, 2009 Revista brasileira de zoociências (juiz de fora) 11 (1): 73-77, 2009. 35 Sociobiology , v. 54, p. 439-456, 2009. Sociobiology , v. 53, p. 1-9, 2009. Coastal management Biota neotropica Artigo periódico no prelo (internacional) , v. 37, p. 617-632, 2009. , v. 9, p. 1-4, 2009. Cladistics (westport. Print) 2009. Cotinga (sandy) , v. 25, p. 614-623, Sociobiology , v. 32, p. 12-14, 2010. , v. 55, p. 899-907, 2010. Zootaxa (auckland) Zootaxa (auckland) Biota neotropica Biota neotropica (edição em Impresso) , v. 10, p. 1-1, 2010. , v. 9, p. 1-3, 2009. Zootaxa (auckland) Sociobiology português. , v. 2174, p. 63-68, 2009. , v. 53, p. 61-69, 2009. Revista brasileira de zoologia 2009. Biota neotropica , v. 26, p. 204-212, , v. 9, p. 10-16, 2009. Revista brasileira de botânica (impresso) p. 405-410, 2009. Revista brasileira de zoologia 2009. , v. 32, , v. 26, p. 55-65, Artigo periódico no prelo (nacional) Biota neotropica (edição em português. Online) v. 9, p. 000-000, 2009. Biotemas (ufsc) , v. 2344, p. 39-51, 2010. , v. 2093, p. 37-42, 2009. , Oecologia brasiliensis (impresso) 306, 2010 , v. 14, p. 299- , v. 22, p. 207-218, 2009. Neotropical entomology Interciencia (caracas) , v. 38, p. 317-320, 2009. , v. 34, p. 199-201, 2009. Boletim Boletim, sociedade brasileira de ictiologia (96): 5-6, 2009. Monografia orientada Concepções de estudantes do ensino fundamental e médio do município de feira de santana, bahia, sobre Composição e estrutura de bandos mistos de aves os direitos dos animais não-humanos. Início: 2009 em fragmento de mata atlântica na região de alagoinhas, bahia.. Início: 2010. Análise das comunidades de aves de quatro localidades do semi-árido baiano.. 2009 A comunidade de aves de um fragmento de floresta ombrófila densa em alagoinhas, bahia. A avifauna de duas áreas da bacia do rio salitre, 2010 bahia. 2009 Grupos tróficos e composção da avifauna de uma Estudo das interações entre as abelhas e as flores de área degradada do raso da catarina, bahia.. 2010 poincianella pyramidalis (tul.) L. P. Queiroz (leguminosae - caesalpinioideae) em banzaê (bahia). Os amphisbaenia na visão dos estudantes de uma 2009 comunidade agrícola da bahia: uma proposta de utilização do conhecimento tradicional de ensino Revisão comentada sobre a importância da de ciências. Início: 2010. carcinicultura marinha do bioma costeiro manguezal: um olhar sobre a bahia.. 2009. Os amphisbaenia na percepção de professores e estudantes de uma escola pública estadual de feira de santana bahia. Início: 2010. Dissertação orientada Frutificação e frugivoria por aves em remanescente Estrutura da comunidade de peixes do rio de cerrado, mato grosso do sul, brasil. 2009 cachoeira grande na reserva ecológica da 36 michelin, igrapiuna, ba.. 2010 Estudo taxonômico de triorla (diptera, asilidae) com ênfase nas espécies brasileiras. 2009 Caracterização da ictiofauna capturada por arrastos de calão na baía de todos os santos, ba. Interações entre abelhas (hymenoptera, apoidea) e 2010. cambessedesia wurdackii a. B. Martins (melastomataceae) em uma área de campo rupestre Distribuição espaço-temporal, hábito alimentar e em mucugê. 2009 aspectos etnoictiológicos de citharichthys spilopterus gunther, 1862 na praia de cabuçu, baía Análise da avifauna de três áreas de restinga da baia de todos os santos ba. 2010 de todos os santos, ba. Início: 2009 Análise da avifauna de três áreas de caatinga da Morfologia e dieta dos girinos de aplastodiscus bacia do rio salitre, ba.. 2010. sibilatos e aplastodiscus cavicula (anura: hylidae), em fragmento de mata e seringais da reserva Maré, mangue e marisco: etnozoologia da pesca ecológica michelin, igrapiuna, bahia, brasil.. Início: artesanal de crustáceos na comunidade do angolá 2009. (resex marinha da baía do iguape), maragogipeba. 2010 Como as larvas de anuros (amphibia: anura) estão respondendo as alterações de hábitat provocadas Modelagem etnoecológica da pesca artesanal em pela monocultura de seringueiras na região de mata recifes de coral. Aratuba- ilha de itaparica - bahia. atlântica?. Início: 2009 2010. Sistemática de mantodea com especial ênfase na Utilização dos recursos florais por abelhas do taxonomia das espécies da bahia. Início: 2009 gênero xylocopa latreille, 1802 (hymenoptera, apidae) em um ambiente de restinga no litoral Inventário de aranhas em uma área de proteção norte da bahia.. 2010 ambiental na chapada diamantina, ba. Início: 2009. Os beija-flores (aves: trochilidae) e seus recursos Taxonomia de diogmites (diptera, asilidae). Início: florais em uma área de caatinga em morro do 2009. chapéu, chapada diamantina, bahia.. Início: 2010 Filogenia de psychodinae rondani, 1956 (diptera, Características da biologia e ecologia da psychodidae). Início: 2009 comunidade de scarabaeidae sensu stricto em um fragmento de caatinga. Início: 2010 Sistemática e filogenia de psychoda (dipetra, psychodidae). Início: 2009 Influências ambientais sobre a caracterização dos cantos de hypsiboas atlanticus caramaschi & velosa, 1996 (anura: hylidae). Início: 2010 Influência do micro-hábitat na estrutura do canto de anúncio de hypsiboas crepitans wied-neuwied, 1824 (anura: hylidae) na serra de são josé, feira de santana, bahia, e sua relação com a atenuação do som. 2010 Taxocenoses de girinos (lissamphibia - anura) de corpos aquáticos permanentes em área florestada e cultivada numa região de mata atlântica do litoral sul da bahia, brasil. 2010. Dipteros caliptrados das famílias calliphoridae, muscidae e fanniidae (diptera) na cidade de feira de santana, bahia. Início: 2010. Riqueza e diversidade de cupins (insecta: isoptera) em áreas de caatinga arbustiva e caatinga arbórea do estado da bahia.. Início: 2010. Ecologia da polinização em espécies de senna mill. Em uma área de caatinga em santanópolis, bahia, brasil. 2010. Tese orientada A comunidade de plantas utilizada por beija-flores no sub-bosque de um fragmento de mata atlântica no sudeste da bahia, nordeste do brasil. Início: 2009 37 Edição de livros e revistas Livro internacional publicado Livro nacional publicado Capítulo de livro internacional Ornitologia e conservação: ciência aplicada, técnicas de pesquisa e levantamento. 1 ed. Rio de janeiro: editora technical books, 2010, v. 1, p. 473489. Capítulo de livro nacional Hummingbird (trochilidae) pollen vectors and the pollination systems of prepusa montana (mart.) (gentianaceae) in an area of campo rupestre vegetation in the chapada diamantina, bahia state, brazil. In: 25th international ornithological congress, 2010 Resumo (evento internacional) Resumo (evento nacional) Habito alimentar de duas espécies de linguado na Primeiro registro de visitantes florais de calathea baía de iguape, bahia. In: iv congresso brasileiro de crocata e. Morren & joriss. (marantaceae) na oceanografia, 2010 mata atlântica da bahia.. In: xxxiii reunião nordestina de botânica, 2010 Ictiofauna de duas áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade do semi-árido Fenologia de floração e polinização de espécies baiano. In: xviii enconto brasileiro de ictiologia, ornitófilas de bromeliaceae em uma área de 2009 campo rupestre da chapada diamantina, bahia, brasil.. In: xxxiii reunião nordestina de botânica, Composição e estrutura da comunidade de peixes do 2010 rio cachoeira grande, na reserva ecológica da michelin, igrapiuna, bahia. In: xviii encontro Beija-flores visitantes florais de pueraria brasileiro de ictiologia, 2009 phaseoloides (roxb.) Benth (leguminosea) em borda de mata atlântica no sudeste da bahia, Caracterização da ictiofauna capturada por arrasto brasil.. In: xxxiii reunião nordestina de botânica, de calão na praia de cabuçu, baía de todos os santos, 2010 bahia. In: xviii encontro brasileiro de iictiologia, 2009 Aves, flores, pólen e frutos: estudos de interações na chapada diamantina, bahia.. In: xxxiii reunião Primeiros registros de amborês do gênero sicydium nordestina de botânica, 2010 (perciformes: gobiidae: sicydiinae) em águas brasileiras. In: xviii encontro brasileiro de ictiologia, As coleções da divisão de aves do museu de 2009 zoologia da universidade estadual de feira de santana, bahia: instrumento para estudos Tipologia dos rios da chapada diamantina, no alto genéticos das aves da região do semi-árido curso do rio paraguaqu (ba). In: xii congresso brasileiro. In: xviii encontro de genética do brasileiro de limnologia, 2009 nordeste, 2010 Composição da ictiofauna e imporlancia de estuarios nos padroes de diversidade de peixes :emrios e riachos de um fragmento de mata atlantica (reserva ecol6gica michelin, bahia, brasil): resultados preliminares. In: xii congresso brasileiro de limnologia, 2009 Analise faunística de vespas sociais (hymenopterapolistinae) associadas a um fragmento de mata atlântica na serra da jibóia, município de santa teresinha-ba. In: xxviii congresso brasileiro de zoologia, 2010 Abelhas do gênero eulaema (hymenoptera, apidae) Caracterização genética da peracuca kalyptodoras em iscas odoríferas da restinga de baixio bahiensis (siluriformes: doradidae), capturadas no (esplanada, ba).. In: xxviii congresso brasileiro de médio paraguaçu, bahia, brasil. In: xiii simpósio de zoologia, 2010 citogenética e genética de peixes, 2009 Coleta de recursos florais de duas espécies de A avifauna de duas áreas de caatinga da bacia do rio xylocopa (hymenoptera: apidae) durante a estação salitre, bahia. In: 13a. Seminário de iniciação seca e chuvosa em uma área de restinga na bahia.. científica da univ. Est. De feira de santana., 2009 In: xxviii congresso brasileiro de zoologia, 2010 Carga polínica em beija-flores em vegetações de caatinga, dunas, mata na chapada diamantina, ba, brasil. In: xiii seminário de iniciação científica da univ. Est. De feira de santana., 2009 Nota sobre a alimentação de trichiurus lepturus (linnaeus, 1758) (actinopterygii: trichiuridae) na praia do malhado, ilhéus (bahia). Iv congresso brasileiro de ocenaografia, 2010. Dados preliminares sobre a avifauna de uma área de Composição da ictiofauna da praia da gameleira (ilha de caatinga no médio curso do rio salitre, bahia.. In: itaparica, vera cruz, bahia): novembro de 2008/abril de 38 xvii congresso brasileiro de ornitologia, 2009 2009. Iv congresso brasileiro de ocenaografia, 2010 . Comunidade de aves no alto rio salitre, morro do Hollardia hollardi poey, 1861: primeiro registro da chapéu, bahia.. In: xvii congresso brasileiro de família triacanthodidae (actinopterygii: ornitologia, 2009 tetraodontiformes) para o litoral brasileiro. Iv congresso brasileiro de ocenaografia, 2010. Estrutura da comunidade de aves no baixo rio salitre, juazeiro, ba. In: xvii congresso brasileiro de ornitologia, 2009 Carga polínica em beija-flores das áreas da chapada diamantina, ba, brasil. In: 60. Congresso nacional de botânica, 2009 As comunidades de aves em áreas prioritárias para a conservação no semi-árido da bahia, brasil. In: vi congresso de ornitologia da sociedade portuguesa para o estudo das aves e iv congresso ibérico de ornitologia, 2009 Os beija-flores (aves, trochilidae) e suas flores em três tipos de vegetação da chapada diamantina, bahia, brasil. In: vi congresso de ornitologia da sociedade portuguesa para o estudo das aves e iv congresso ibérico de ornitologia, 2009 Diversidade de recursos florais utilizados por abelhas do gênero xylocopa latreille, 1802 (hymenoptera, apidae) em baixio, litoral da bahia. In: 60. Congresso nacional de botânica, 2009 Sistema reprodutivo de caesalpinia pyramidalis tul. (caesalpinioideae - leguminosae). In: 60. Congresso nacional de botânica, 2009, Registros de masturus lanceolatus (liénard, 1840) e ranzania laevis (pennant, 1776) (actinopterygii: molidae) no litoral do estado da bahia (nordeste do brasil). Xviii encontro brasileiro de ictiologia (em cd-rom), p. 388, 2009. Catálogo das espécies de peixes marinhos da coleção do laboratório de ictiologia (departamento de ciências biológicas) da universidade estadual de feira de santana (bahia). Xviii encontro brasileiro de ictiologia (em cd-rom), p. 389, ii congresso brasileiro de biologia marinha (em cdrom), 2009. Nota sobre a alimentação de saurida brasiliensis norman, 1935 (actinopterygii: synodontidae) ao largo do litoral da bahia. Ii congresso brasileiro de biologia marinha (em cdrom), 2009. Nota prévia sobre a alimentação de bagre bagre (linnaeus, 1766) (actinopterygii: ariidae) na praia do malhado, ilhéus (bahia). Ix congresso de ecologia do brasil (em cd-rom), 2009. Nota prévia sobre a alimentação de larimus breviceps (cuvier, 1830) (actinopterygii: sciaenidae) na praia do malhado, ilhéus (bahia). Xii congrsso nordestino de ecologia, 2009. Trabalho completo (congresso internacional) Trabalho completo (congresso nacional) Produção técnica Consultor ad hoc da editora da universidade federal Avaliação de manuscrito submetido à revista do paraná. 2009. brasileira de zoologia. 2010. Avaliação de artigo submetido para publicação na Avaliação de manuscrito submetido à revista revista biotemas. 2009. ornithologia. 2010 39 Avaliação de artigo submetido para publicação na Henriques, a.b. . Coordenação de avaliação de revista acta botanica brasilica. 2009. curso de graduação - bacharelado em ciências biológicas. 2010. Avaliação de resumos submetidos para apresentação no 60o congresso nacional de botânica. 2009. Machado, c. G. . Avaliação de curso de graduação - bacharelado em ciências biológicas. 2010. Avaliação de artigo submetido para publicação na revista iheringia/ série zoologia. 2009. Avaliação de resumos submetidos à xxxiii reunião nordestina de botânica. 2010. Avaliação de artigo submetido ao bioscience journal. 2009. Avaliação de manuscrito submetido ao periódico oecologia australis. 2010. Avaliação de artigo submetido à revista biotemas. 2009. Consultor ad hoc para avaliar projetos pibic e probic da uneb. 2010. Avaliação de resumos submetidos para apresentação no xvii congresso brasileiro de ornitologia. 2009. Parecer sobre cursos de graduação em ciências biológicas do guia do estudante, ed. Abril.. 2010. Diagnose da macrofauna terrestre do empreendimento single home, em mata de são joão, Lourenço, m. F. . Avaliação de curso de graduação bahia.. 2009. - licenciatura em ciências biológicas. 2010. Parecer sobre cursos de graduação em ciências Balan, j. . Avaliação de curso de graduação em biológicas do guia do estudante, ed. Abril.. 2009. ciências biológicas - licenciatura. 2010. Alho, c. S. . Coordenação de avaliação de curso de Alho, c. S. . Avaliação de curso de graduação graduação em ciências biológicas. 2009. bacharelado em ciências biológicas. 2010. Avaliação de artigo submetido para publicação nos Referee revista anais da academia brasileira de ciências. 2009. (janeiro). 2010. brasileira de entomologia Referee biota neotropica. 2010. Referee biota neotropica (março 2010). 2010. Referee actualidades biológicas (maio). 2010. Referee zootxa (junho (junho). 2010. Referee zootxa (junho -2 ). 2010. Referee studies on neotropical environment (junho). 2010. fauna and Parecerista em um projeto de pesquisa para a fapesb (fundação de amparo à pesquisa na bahia). 2010. Total 96 64 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 QUADRO 14. PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA AREA V Total Produção científica 2009 Artigo revista internacional 2010 Neotropical biology and conservation 19, 2009. , v. 4, p. 13- Revista colombiana de entomología 217-223, 2009. , v. 35, p. Boletín de la sea The open complementary medicine journal 2, p. 24-30, 2010. , v. Journal of ethnobiology and ethnomedicine 6, p. 1-14, 2010. , v. , v. 45, p. 575-578, 2009. Boletín de la sea Apidologie (celle) , v. 46, p. 575-579, 2010. , v. 40, p. 472-480, 2009. 40 Boletín de la sea Rgsa (anpad) , v. 3, p. 53-74, 2009. Ciência & saúde coletiva Revista ouricuri , v. 1, p. 1-2, 2009. , v. 1, p. 91-114, 2009. Caatinga (mossoró) 2009. Artigo revista nacional , v. 46, p. 603-608, 2010. , v. 22, p. 72/155-2581-1-77, Sitientibus. Série ciências biológicas 23, 2009. , v. 9, p. 19- Sitientibus. Série ciências biológicas 105, 2009. , v. 9, p. 102- Revista acadêmica : ciências agrárias e ambientais (pucpr. Impresso) , v. 7, p. 65-72, 2009. Biotemas (ufsc) Floresta (ufpr. Impresso) , v. 23, p. 181-189, 2010. , v. 39, p. 853-859, 2009. Caatinga (mossoró), v. 22, p. 72/155-2581-1-77, 2009. Sitientibus. Série ciências biológicas, v. 9, p. 19-23, 2009. Sitientibus. Série ciências biológicas, v. 9, p. 102-105, 2009. Revista acadêmica : ciências agrárias e ambientais (pucpr. Impresso), v. 7, p. 65-72, 2009. Floresta (ufpr. Impresso), v. 39, p. 853-859, 2009. Artigo periódico no prelo (internacional) Artigo periódico no prelo (nacional) Boletim Avaliação do modelo agroecológico através de indicadores de sustentabilidade, aldeia serrota, etnia pankararé, bahia.. 2009. Monografia Carteira indígena: o caso do projeto da terra indígena do ligeiro, setor farias - etnia kaingang.. Insetos: uma abordagem aos conceitos das 2009. concepções prévias.. 2010. Etnozootecnia: manejo sustentável do tatu peba Uso e diversidade de plantas medicinais em uma (euphractus sextinctus), no território indígena comunidade quilombola,raso da catarina, bahia, pankararé, estado da bahia.. 2009. Monografia brasil.. 2010. Monografia orientada Avaliação do gerenciamento dos recursos Ecofisiologia e propagação vegetativa de avicennia financeiros dos projetos apoiados pelo pdpi e schaueriana stapt. & leechman em manguezal executados pelas organizações indígenas.. 2009. impactado por petróleo em mataripe baía de todos os santos, bahia. 2010. Avaliação das políticas públicas para o artesanato indígena: o caso do prêmio cultura indígena ângelo Decomposição de folhas de avicennia schaueriana cretã.. 2009. Monografia. em sedimentos de manguezais submetidos à poluição por atividades petrolíferas da baía de Plano de manejo da umburana de cambão no todos os santos-ba. 2010. território indígena pankararé, raso da catarina, ba.. 2009. Monografia. Uma análise da gestão pública ambiental do município de feira de santana no período de 1988 a 2009: o caso das lagoas. 2009. Programa de educação ambiental para meleiros da 41 caatinga na bahia.. 2009. Manejo e conservação da abelha iraí nannotrigona (lepeletier, 1836). 2009. Etnoecologia do tatu peba euphractus sextinctus (linnaeus, 1758), pelos indígenas pankararé do raso da catarina, ba. 2009. A internet como campo de pesquisa escolar: análise de sites com conteúdo entomológico.. 2009 O conceito de inseto : o que é informado e formado nas revistas de divulgação científica.. 2009. Caracterização da comunidade de besouros de sistema de decomposição em uma reserva de mata atlântica (ituberá, ba). 2009. Besouros detritívoros e os efeitos sobre a ciclagem de nutrientes em uma reserva de mata atlântica (ituberá, ba). 2009. Atividade antimicrobiana de actinobactérias isoladas de cupinzeiros da região da mata de cipó, bahia.. 2010. Etnoecologia de crustáceos (decapoda: brachyura) no litoral norte baiano: um estudo de caso com pescadores artesanais do município de conde.. 2010 Avaliação da atividade antimicrobiana e triagem fitoquímica dos extratos de espécies da família Conhecimentos e classificação de esponjas marinhas asteraceae encontradas no semi-árido baiano.. (animalia, porifera) segundo os moradores da ilha 2010 do contrato, baía de camamu, bahia, brasil.. 2009 Estudos dos padrões comportamentais de sotalia guianensis (van bénéden, 1864) (cetacea: delphinidae) associado ao conhecimento etnobiológico dos pescadores artesanais da comunidade de atalaia, canavieiras, bahia.. Início: 2009. Dissertação orientada Variabilidade genética de populações de dinoponera quadriceps. Início: 2009 Esudo etnoecológico sobre o etnoconhecimento de meleiros da caatinga. Início: 2010 Modelagem das mudanças socioambientais de santo amaro-bahia no período de 1960 2010, na perspectiva de seus moradores, com ênfase na industrialização, recursos hídricos e mata ciliar. Início: 2010. Inserção de abelhas exóticas (apis) na apa serra branca/raso da catarina e seu entorno um estudo Estrutura de comunidades de formigas sobre as práticas de manejo e seus impactos na (hymenoptera: formicidae) associadas a flores em comunidade de jeremoabo-ba.. Início: 2010 áreas de caatinga. Início: 2009 Etnobotânica dos ìndios tuxá- rodelas/ba. Início: Riqueza e diversidade de formigas (hymenoptera2010. formicidae) associada a três fitofisionomias de caatinga. Início: 2009. Riqueza e padrão de atividade temporal em formigas poneromorfas em uma área de caatinga. Estrutura de comunidades de formigas Início: 2010. (hymenoptera - formicidae) associadas a três fragmentos de mata atlântica do estado da bahia.. Diferenciação de nicho em uma comunidade de 2009. formigas pomeromorfas (hymenoptera fromicida): influencia do tamanho do corpo nos padrões temporais de uso de recursos por espécies simpátricas.. Início: 2010 Guildas de formigas na serapilheira da caatinga arbórea.. Início: 2010 O uso das hqs como recurso didático para formação do conceito de cultura. 2010 42 O desenho do corpo: representação gráfico-visual dos super-heróis nas histórias em quadrinhos contem,poraneas. 2010. Modelagem de distribuição potencial de scarabaeidae (coleoptera) para caatinga baiana. Início: 2010. Características da biologia e ecologia da comunidade de scarabaeidae sensu stricto em um fragmento de caatinga na serra da jibóia (santa terezinha, ba). Início: 2010. Mapeamento de uma microbacia urbana do rio jacuípe na porção sudoeste de feira de santana ba: uso de técnicas de sensoriamento remoto aplicada à análise de impactos ambientais. Início: 2009 Tese orientada Edição de livros e revistas Sustentabilidade de sistemas socioecológicos sob a lente da resiliênci: o caso de uma associação agroecológica na amazônia ocidental. 2009. A tarde on line - seção ciência, 05 ago. 2009. Livro internacional publicado Livro nacional publicado Capítulo de livro internacional Manual de etnozoología: una guía teórico-práctica Novos olhares para o desenvolvimento regional para investigar la interconexión del ser humano con sustentável: caminhos e perspectivas. 1. Ed. Santa los animales.. 1. Ed. Valencia: tundra ediciones, cruz do sul: edunisc, 2010. V. 1. 383 p. 2009. V. 1. 288 p. La investigación etnoentomológica en méxico: La investigación etnoentomológica: registro, antecedentes, retos y perspectivas. análisis y valoración de los saberes y costumbres tradicionales.. In: ángel moreno fuentes. Inventário de nomes populares atribuídos a artrópodes "perigosos" no estado da bahia.. In: joão luiz costa cardoso Registro dos usos culturais de esponjas (animalia porifera) no brasil e no mundo.. In: ángel moreno Manual de etnozoología: una guía teórico-práctica fuentes. para investigar la interconexión del ser humano con los animales.. 1 ed. Valencia: tundra ediciones, 2009, Dimensão cognitiva, afetiva e comportamental da v. 1, p. 23-44. interação dos seres humanos com as lagartas (insecta: lepidoptera) no município de feira de Manual de etnozoología: una guía teórico-práctica santana, bahia, brasil. In: ángel moreno fuentes para investigar la interconexión del ser humano con los animales.. 1 ed. Valencia: tundra ediciones, 2009, Tratamento de conjuntivite com entomoterápicos: v. 1, p. 45-53. atividade antimicrobiana comprovada. Capítulo de livro nacional Manual de etnozoología: una guía teórico-práctica Atividade antimicrobiana de actinobactérias para investigar la interconexión del ser humano con isoladas de cupinzeiros do município de feira de los animales.. 1 ed. Valencia: tundra ediciones, 2009, santana, bahia, brasil. In: ángel moreno fuentes v. 1, p. 67-94. Diagnóstico etnoecológico em comunidades Botânica brasileira: futuro e compromisso.. pesqueiras do município de conde, região litoral Salvador: eduneb, 2009, v. 1, p. 1028-1035. norte do estado da bahia. Manual de etnozoología: una guía teórico-práctica para investigar la interconexión del ser humano con los animales.. Valencia: tundra ediciones, 2009, v. 1, p. 273-279. A ser publicado: sociobiodiversidade e etnodesenvolvimento no estado da bahia. Métodos e técnicas na pesquisa etnobiológica e etnoecológica. Recife: nuppea, 2010, v. 1, p. -. Território indígena pankararé, raso da catarina, Avaliação do uso sustentável e conservação dos bahia.. Assistência técnica & extensão rural - povos serviços ambientais realizados pelos polinizadores indígenas. Brasilia: editora do mda, 2009, v. , p. -. no brasil. São paulo: , 2010, v. , p. -. A ser publicado: capítulo 3. Polinização de spondias tuberosa em área de caatinga do território indígena 43 pankararé raso da catarina, bahia... In: braulio dias. (org.). Polinização e culturas no brasil.. : mma, 2009, v. , p. -. A ser publicado: capítulo 12. Diagnósticos e propostas de planos de manejo para polinizadores da goiaba na região do vale do sub-médio são francisco... In: braulio dias. (org.). Polinização e culturas no brasil.. : mma, 2009, v. , p. -. Resumo (evento internacional) Etnozoologia yúpuri bubera (tukano do rio tiquié), alto rio negro, amazonas brasil. In: 61a. Reunião da sbpc, 2009 Tratamento de conjuntivite com entomoterápicos: atividade antimicrobiana comprovada.. In: vii congreso mexicano de etnobiología e i congreso latinoamericano de etnobiología., 2009 Resumo (evento nacional) Conhecimento etnoecológico e conservação de Registro de usos culturais de esponjas (animalia, cetáceos em uma comunidade pesqueira de porifera) no brasil e no mundo.. In: vii congreso canavieiras, bahia, brasil.. In: xxviii congresso mexicano de etnobiologia e i congreso brasileiro de zoologia, 2010 latinoamericano de etnobiología., 2009 Efeito dos besouros detritívoros sobre a ciclagem Atividade antimicrobiana de actinobactérias de nutrientes. In: xxviii congresso brasileiro de isoladas de cupinzeiros do município de feira de zoologia, 2010 santana, bahia, brasil.. In: vii congreso mexicano de etnobiologia e i congreso latinoamericano de Comparação da comunidade de scarabaeidae etnobiología de etnobiología., 2009 (coleoptera: insecta) entre três estágios sucessionais de mata atlântica e um craveiral na Dimensão cognitiva, afetiva e comportamental da costa do dendê (igrapiúna, ba). In: xxiii congresso interação dos seres humanos com as lagartas brasileiro de entomologia, 2010 (insecta: lepidoptera) no município de feira de santana, bahia, brasil.. In: vii congresso mexicano de Scarabaeidae (coleoptera: insecta) coletados em etnobiología e i congreso latinoamericano de duas torres de dossel em mata atlântica etnobiologia, 2009 (igrapiúna, ba).. In: xxiii congresso brasileiro de entomologia, 2010, Conocimiento tradicional del aprovechamiento de insectos comestibles en la cabecera municipal de O desafio de articular atores diversos e contribuir simojovel de allende, estado de chiapas.. In: vii com aconservação e o uso sustentável dos recursos congresso mexicano de etnobiologia e i congresso genéticos: aexperiência da rgv- bahia.. In: i latinoamericano de etnobiologia., 2009 congresso brasileiro de recursos genéticos, 2010 Os insetos culturalmente importantes na concepção dos moradores do povoado de porto alegre, maracás, ba. In: v encontro nordestino de etnobiologia e etnoecologia, 2009 Caracterização da morfologia reprodutiva de cinco espécies de stylosanthes de ocorrência no estado da bahia. In: i congresso brasileiro de recursos genéticos, 2010 Classificação etnobiológica de crustáceos (decapoda: brachyura) segundo pescadores artesanais do município de conde, litoral norte do estado da bahia. In: v encontro nordestino de etnobiologia e etnoecologia, 2009 Fenologia de floração e frutificação de melocactus. In: i congresso brasileiro de recursos genéticos, 2010 Investigação dos caracteres morfo-agronômicos de populações de stylosanthes pertencentes à região Conhecimento tradicional sobre percepção e uso de sisaleira edo sub-médio são francisco. In: i plantas nos municípios de valente e queimadas, sub- congresso brasileiro de recursos genéticos, 2010 região nordeste da bahia. Resultados parciais. In: v encontro nordrestino de etnobiologia e etnoecologia, Resgate e documentação de populações naturais 2009 de stylosanthes oriundos da região sisaleira e do sub-médio são francisco. In: congresso brasileiro Controle populacional de animais abandonados no de recursos genéticos, 2010 campus da universidade estadual de feira de santana, bahia.. In: x congresso internacional da abecan e iii congresso latino-americano de estudos canadenses, 2009 Perfil protéico da peçonha de dinoponera quadriceps (hymenoptera: formicidae) de algumas localidades da bahia.. In: xix simpósio de mirmecologia e i simpósio franco-brasileiro de 44 mirmecologia., 2009 Etnobiologia e conservação do boto-cinza (sotalia guianensis) (cetacea, delphinidae) em uma comunidade pesqueira de canavieiras, bahia, brasil.. In: vi encontro nacional sobre conservação e pesquisa de mamíferos aquátcos e ii simpósio nordestino de mamíferos aquáticos., 2009 Plantas e conhecimentos trans/plantados. Um exercício analítico exploratório à luz da etnoecologia abrangente.. In: 60º congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana - ba. 60º cnbot. A resposta da comunidade de scarabaeidae (coleoptera) a fisionomia de formações florestais de mata atlântica e seringal na reserva ecológica michelin (costa do dendê, ba).. In: ix congresso brasileiro de ecologia, 2009, Estudos ecológicos sobre melocactus ernestii vaupel na região de milagres -ba e m .bahiensis na região de nova itarana-ba enfoque : colonização micorrízica. In: 60º congresso nacional de botânica, 2009 Estudos ecológicos sobre melocactus ernestii vaupel na região de milagres -ba e m. Bahiensis na região de nova itarana-ba enfoque : colonização micorrízica. In: 60º congresso nacional de botânica, 2009 Sales, m. A. ; santos, l. ; sousa, i. ; hughes,frederic ; romão, roberto lisboa ; amorim, s. M. C. . Estudos ecológicos sobre melocactus ernestii vaupel na região de milagres -ba e m. Bahiensis na região de nova itarana-ba enfoque : colonização micorrízica. In: 60º congresso nacional de botânica, 2009, feira de santana. 60º congresso nacional de botânica. Feira de santana : uefs, 2009. Sales, m. A. ; amorim, s. M. C. ; hughes, frederico ; santos, l. ; sousa, i. . Estudos ecológicos sobre melocactus ernestii vaupel na região de milagres-ba e melocactus bahiensis na região de nova itarana-ba. 2009. (apresentação de trabalho/comunicação). Sales, m. A. ; amorim, s. M. C. . Variações morfológicas nas plântulas de avicennia schaueriana stapt. & leechman em manguezal impactado por petróleo na baía de todos os santos, bahia. 2009. (apresentação de trabalho/comunicação). Sales, m. A. ; hughes, frederico ; amorim, s. M. C. . Influência da colonização micorrízica no crescimento inicial de melocactus ernestii (vaupel).. 2009. (apresentação de trabalho/comunicação). Trabalho completo (congresso internacional) Trabalho completo (congresso nacional) Man-animal relationships in central nepal.. 2010. A gestão do saber tradicional no contexto amazônico: uma análise de iniciativas tripartites Amphibians as food and medicine in west africa.. brasil-peru-bolívia'. 2009. (relatório de pesquisa). 2010. Produção técnica Edible aquatic coleoptera of the world with an Etnobiologia e educação ambiental envolvendo emphasis on mexico.. 2009. mamíferos aquáticos na ilha do marajó. 2010. Uso e conservação de invertebrados na medicina Effect of dietary crude protein level on popular no brasil.. 2009. performance and lysine requirements of male broiler chickens.. 2010. Antropoentomofagia: um estudo sobre as 45 potencialidades dos insetos como alimentos no brasil A filatelia como forma de divulgação da flora e méxico.. 2009. brasileira.. 2010 Concurso de fotografia zoóloga professora alzira Notas sobre o bicho-da-seda no folclore chinês.. barreto. 2009. 2010 Caracterização da pesca ribeirinha da reserva de Use and knowledge of the razor-billed curassow desenvolvimento sustentável piagaçu-purus, setor pauxi tuberosa by a riverine community of the ayapuá, amazônia central, brasil.. 2009 oriental amazonia, brazil.. 2010. Primates in traditional folk medicine: world Palestra antropoentomofagia: overview.. 2009. alimentação humana. 2010. insetos na Etnoecoogia, educação ambiental e conservação de Anexo 1, "a borboleta e a orquídea" do livro culturas tradicionais. 2009. (curso de curta duração sherlock holmes - edição definitiva - comentada e ministrado/outra). ilustrada, vol. 8; o cão dos baskerville. 2010. As interfaces entre a etnozoologia e a conservação.. 2009. (curso de curta duração ministrado/outra). Sitientibus série ciências biológicas volume 9, número 4. 2009. (editoração/periódico). Etnoecologia. 2009. ministrado/outra). (curso de curta duração Desenvolvimento de um modelo agroecológico para a agricultura familiar indígena no semiárido. 2009. (relatório de pesquisa). Assistência técnica e extensão rural integrada à produção agroecológica sustentável no território indígena pankararé, raso da catarina, bahia.. 2009. (relatório de pesquisa). Relatório de análise do eia/rima de instalação das utes itapebi e monte pascoal (sapeaçu i e ii). 2009. Parecerista ad-doc no processo de seleção de bolsa iniciação científica -uneb. 2010. 2. Parecer ad hoc -seleção de bolsas de iniciação científica pibic jr.. 2009. Avaliação - programa de bolsas de iniciação científica pibic/cnpq e pibic/fapesb. 2009. Total 87 51 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 QUADRO 15. INDICADORES DE PRODUÇÃO DAS AREAS TIPO DE PRODUÇÃO/ANO AREAS Área I Área II Área III Área IV Área V TOTAL Bibliográfica 24 15 119 67 49 274 2009 Técnica 3 4 1 12 17 37 Orientação 28 16 60 17 21 142 Bibliográfica 9 24 53 25 23 134 2010 Técnica 2 1 0 21 9 33 Orientação 9 9 51 20 19 108 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 46 6.3- FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Os docentes do DCBIO ocupam boa parcela das suas cargas horárias com a formação de recursos humanos, capacitando estudantes na pesquisa, desde a iniciação científica até a orientação em teses de doutorado. Abaixo, apresentamos Quadros e Gráficos como indicadores dos índices do DCBIO na contribuição para a formação de Recursos Humanos, na iniciação científica e na pós graduação. QUADRO 16. FORMAÇÃO GERAL DE RECURSOS HUMANOS EM PESQUISA Área 1 – Biologia Área 2- Biomédicas Área 3- Botânica Área 4- Zoologia IC L.S. S.S. Total 12 8 4 24 6 0 8 14 26 1 37 64 32 1 35 68 Área 5- Ecologia 13 0 13 26 TOTAL 89 10 97 196 ic= iniciação cientifica; ls= lato sensu; ss= stricto sensu Fonte: Coordenação de Graduação DCBIO GRÁFICO 7. FORMAÇÃO GERAL DE RECURSOS HUMANOS EM PESQUISA 89 97 IC L.S S.S 10 ic= iniciação cientifica; ls= lato sensu; ss= stricto sensu Fonte: Bco Dados DCBio, 2010 47 QUADRO 17 - FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM INICIAÇÃO CIENTÍFICA IC IC/Docentes Área 1 – Biologia 12 0,63 Área 2 – Biomédicas 6 0,12 Área 3 - Botânica 26 1,37 Área 4 - Zoologia 32 1,45 Área 5 - Ecologia 13 1,08 TOTAL 89 0,89 Fonte: Coordenação de Graduação DCBIO GRÁFICO 8. FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM INICIAÇÃO CIENTÍFICA 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 IC co lo 5 -E To ta l gi a gi a oo lo Ár ea Ár ea 4 -Z ot ân ica s 3 -B éd ica Ár ea Bi om – 2 Ár ea Ár ea 1 – Bi ol og ia IC/Docentes Fonte: Bco Dados DCBio, 2010 QUADRO 18. DOCENTES ENVOLVIDOS COM A IC Área 1 – Biologia Área 2 – Biomédicas Área 3 - Botânica Área 4 - Zoologia Área 5 - Ecologia TOTAL Docentes (Dr) 8 4 11 12 8 43 Pop. Int. 42,11% 14,29% 57,89% 54,54% 66,67% 43% Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 48 QUADRO 19. DOCENTES ENVOLVIDOS COM A PÓS-GRADUAÇÃO Stricto sensu s.s./doc. Área 1 – Biologia Área 2- Biomédicas Área 3- Botânica Área 4- Zoologia Área 5- Ecologia TOTAL 4 8 37 35 13 97 0,4 2 2,06 2,33 1,18 1,67 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 GRÁFICO 9. DOCENTES ENVOLVIDOS COM A PÓS-GRADUAÇÃO 1,67 Stricto sensu s.s./doc. 97 QUADRO 20. NÚMERO DE ESTUDANTES BOLSISTAS E VOLUNTÁRIOS GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO MESTRADO DOUTORADO AREA I 7 2 2 0 AREA II 14 0 8 2 AREA III 66 11 32 44 AREA IV 31 1 9 6 AREA V 38 5 27 5 TOTAL 156 19 78 57 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 QUADRO 21. DOCENTES COM PROJETOS DE PESQUISA QUANTIDADE DE PROJETOS ÁREA I II III IV V TOTAL 2009 FIN. INTERNO FIN. EXTERNO 16 10 9 14 16 92 19 42 21 25 65 183 2010 FIN. INTERNO FIN. EXTERNO 15 10 8 12 18 86 22 42 17 21 80 171 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 49 7- BIOTÉRIO CENTRAL 7.1 - PROJETOS REALIZADOS E EM ANDAMENTO O Biotério dá suporte a diversas pesquisas e teses conduzidas no Departamento de Ciências Biológicas, Departamento de Saúde, Departamento de Farmácia da UEFS e também a outras Instituições como UFBA. - Determinação de macro e micro elementos em amostras biológicas de ratos Wistar submetidos a agentes diuréticos empregando espectrometria atômica. - Tratamento de defeitos infra-osseos com enxertos xenogenos, calvária de ratos: avaliação clínica , radiográfica e histopatológicas. - Avaliação de microesferas biocerâmicas de hidroxiapatita dopada com estrôncio associado ou não a membrana biológica no reparo de defeito crítico em calvária de rato. - Estudo fitoquímico e farmacológico de espécies gêneros Lippia Semiárido brasileiro. - Dinâmica da formação da matriz conjuntiva extra celular em torno de materiais retrobturadores em tecidos subcutâneo de alvéolos dentários: estudo em ratos Wistar - Avaliação da genotoxidade de esteróides anabolizantes andrógenos com uso de teste de micronúcleos em medula de roedor. - Avaliação histoframorfomética radiográfica e bioquímica de civilização de microesferas de hidroxiapatita no reparo de defeito crítico em calvárias de rato. - Análise e observação de eletrocardiograma EGG, em ratos anestesiados, após instalação de diabetes exteperimental. - Avaliação do reparo ósseo e muscular em rato, com uso de biomateriais e administração enteral de estrôncio. OBS: Existem 05 (cinco) projetos no Comitê de Ética no Uso de Animal em processo de avaliação. 50 7.2 - PRODUÇÃO ANUAL QUADRO 22- NÚMERO DE ANIMAIS FORNECIDOS PELO BIOTÉRIO LABORATÓRIO LAPH LAMVER DIDÁTICO ANIMAIS PARA PESQUISAS TOTAL MÊS 305 160 30 1.500 1.995 ANO 3.660 1.920 360 18.000 23.940 Fonte: Bco Dados BIOTERIO, 2010 8- HERBÁRIO 8.1- ESPAÇO FÍSICO O Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS) foi fundado em 1980, como parte integrante do Departamento de Ciências Biológicas. Atualmente, o herbário ocupa uma área de 850 m 2. Os espaços estão organizados em: Sala de Processamento de Dados, Sala de Processamento de Material, Sala de Montagem, Sala de Duplicatas, Sala de Arquivo Sala da Coleção Geral, Sala da Curadoria e Almoxarifado. 8.2- ACERVO E INTERCÂMBIO O HUEFS possui hoje uma coleção de mais de 165.000 exemplares, cadastrados no banco de dados HERBARIO 2.0, criado pelo Curador do Herbário. O HUEFS, como pode ser observado na tabela abaixo, apresenta um crescimento significativo no número de espécimes nas duas ultimas décadas. Com este acervo, o HUEFS possui, hoje, a maior coleção de Angiospermas do Nordeste. QUADRO 23- EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DO ACERVO DO HUEFS ANO 1980 1990 2000 2010 NÚMERO DE ESPÉCIMES 377 9.054 50.271 165.710 Fonte: Bco Dados BIOTERIO, 2010 O número de tipos nomenclaturais depositados é de aproximadamente 845, sendo a maior parte na forma de cibachromes obtidos através do "Projeto de 51 Repatriamento de Dados para a Flora do Nordeste", desenvolvido junto ao Royal Botanic Gardens de Kew. O HUEFS utiliza o gerenciador de Banco de Dados HERBÁRIO 2.0, um software que armazena dados específicos para cada necessidade do usuário, permitindo reunir e utilizar dados sobre espécimes, confeccionar rótulos, emitir relatórios e realizar consultas, como: checklists de áreas, listagens por famílias, listagens por gêneros ou espécies, listagens por coletor, etc. Além do cadastramento das novas amostras, também é realizada a freqüente atualização dos dados existentes, efetivando uma maior agilidade na troca de informações entre herbários. Atualmente, o herbário HUEFS centraliza grandes projetos como o IMSEAR e o PPBIO do Semi-Árido, como herbário fiel depositário destes projetos o HUEFS reúne as amostras do Semi-árido coletadas pelas instituições participantes do projeto, o que torna o seu acervo um dos mais importantes para a flora da Caatinga. Há, também, importantes coleções de referência para a flora da Bahia destacando-se as coleções de Leguminosae, Cactaceae, Eriocaulaceae e Palmae. Com a coleção completamente informatizada o HUEFS ampliou a consulta ao seu banco de dados através da disponibilização on line no site do Centro de Referencia em Informação Ambiental – CRIA http://www.cria.org.br. É de fundamental importância que os dados referentes a estas pesquisas estejam organizados e sejam continuamente atualizados para evitar ao máximo erros que possam comprometer o desenvolvimento satisfatório de trabalhos específicos área de botânica, como também para outras áreas de pesquisa e a comunidade em geral. Outra importante atividade aqui desempenhada é o intercâmbio com outros herbários, o que possibilita aumentar o acervo do HUEFS através de permutas e a identificação dos táxons, através das doações e empréstimo dos materiais. 8.3- HERBÁRIOS COM OS QUAIS FORAM REALIZADAS PERMUTAS ALCB - Alexandre Leal Costa, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA BAH - Laboratório de Botânica, EPABA-EBDA, Salvador, BA BHCB - Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG CEN - CENARGEN, EMBRAPA, Brasília, DF CEPEC - Centro de Pesquisa do Cacau, Ilhéus, BA 52 CTES - Instituto de Botánica del Nordeste, Correntes, ARG ESA - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, SP F - Field Museum of Natural History, Chicago, USA HRB - Herbário RadamBrasil, IBGE, Salvador, BA IAC - Instituto Agronômico de Campinas, Campinas, SP ICN - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul, RS IPA - Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária, Recife, PE K - Royal Botanic Gardens, England MBM - Museu Botânico Municipal, Curitiba, PR NY - New York Botanical Garden, NY, USA SP - Instituto de Botânica, São Paulo, SP SPF - Universidade de São Paulo, São Paulo, SP UB - Universidade de Brasília, Brasília, DF UEC - Universidade Federal de Campinas, Campinas, SP VIC - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG Material para identificação foram enviados para 22 Herbários nacionais e internacionais ao longo do ano e o HUEFS recebeu material de 20 herbários para proceder a identificação. 8.4- PESQUISA Os principais projetos em andamento na área de Botânica utilizam o espaço físico do herbário como depósito de coleções. Os mesmos utilizam, também, o acervo e a literatura disponível para identificação dos exemplares. Dentre os principais projetos associados ao HUEFS, podem ser citados: • Projeto Instituto Milênio do Semi-árido (IMSEAR) • Projeto Flora da Bahia que conta, além da UEFS, com instituições da Bahia (CEPEC, IBGE, UFBA, EBDA, UNEB, UESB, UESC), do Brasil (Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Universidade de São Paulo e Centro Nacional de Recursos Genéticos/EMBRAPA) e do exterior (Royal Botanic Gardens Kew, UK e The New York Botanical Garden, USA) • Estudos taxonômicos em grupos da Flora da Bahia • Projeto Chapada Diamantina: Biodiversidade (PROBIO/Fundo Nacional do Meio Ambiente) • Leguminosas forrageiras da Bahia 53 • Plantas apícolas da Bahia: florística e palinologia • Biodiversidade de Fungos (Basidiomycota e Fungos Assexuais) do Semi-árido • Biodiversidade de Fungos (Basidiomycota e Fungos Assexuais) da Chapada Diamantina • Micromicetos do estado da Bahia (Fungos Assexuais) • Myxomycetes do Semi-árido do estado da Bahia • Microfungos associados a plantas nativas no estado da Bahia • Sistemática Filogenética de Hymenochaetales (Basidiomycota, Fungi) • Algas do Estado da Bahia 9- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA APLICADA À BIOLOGIA QUADRO 24 – UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DO LIAB EM 2010 Mês Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Total Impressão total 1493 3359 4010 2631 3556 1905 3888 3671 4148 28661 Porcentagem 5,21% 11,72% 13,99% 9,18% 12,41% 6,65% 13,57% 12,81% 14,47% 100% Computadores 644 371 479 329 428 194 442 385 466 3738 Porcentagem PC 17,23% 9,93% 12,81% 8,80% 11,45% 5,19% 11,82% 10,30% 12,47% 100% Fonte: Bco Dados LIAB, 2010 GRÁFICO 10 – PORCENTAGEM DE IMPRESSÃO Porcentagem Impressão 14,47% 5,21% 11,72% Março Abril Maio 12,81% Junho 13,99% Julho Agosto Setembro 13,57% 9,18% 6,65% 12,41% Outubro Novembro Fonte: Bco Dados LIAB, 2010 54 GRÁFICO 11 – PORCENTAGEM DE IMPRESSÃO Porcentagem PC 12,47% Março 17,23% Abril Maio 10,30% 9,93% Junho Julho Agosto 11,82% Setembro 12,81% 5,19% 11,45% 8,80% Outubro Novembro Fonte: Bco Dados LIAB, 2010 10 - AÇÕES NO ENSINO DE GRADUAÇÃO E NA EXTENSÃO O DCBIO procura trabalhar em consonância com o Colegiado de Ciências Biológicas, e os eventos promovidos pelo Departamento, o Colegiado fornece carga horária complementar. Eventos promovidos em 2010 serão relatados em item especifico mais a frente. Em função do crescente aumento do uso do LIAB, a diretora do DCBIO resolveu-se designar um professor para coordenar as demandas desse laboratório de informática e também um estagiário. Dessa forma, o LIAB teve o seu horário de funcionamento expandido, ficando aberto nos horário do almoço e fechando após as 18hs, antiga reivindicação dos estudantes. Um estudo da Coordenação de Graduação do DCBIO mostrou a viabilidade em aumentar a cota xérox/aluno em 50%, no LIAB, o que também foi feito. O Coordenador de Graduação do DCBIO manteve reuniões com os coordenadores de Áreas com o intuito de elaborar um primeiro modelo para uma avaliação dos docentes do DCBIO. O produto dessas reuniões foi compartilhado por email com os docentes do Departamento para sugestões. Na Extensão, mais especificamente, o DCBIO tem em andamento, Projetos nas seguintes áreas de atuação: Educação 55 – Ciência e Tecnologia Pró-Ambiental na Educação Escolar Informal e Lúdica, no seio da UEFS – Coleção Osteológica de Vertebrados em resina – Implantação da Biblioteca do Dispensário Santana – Utilização de Histórias em Quadrinhos como Ferramentas Didáticas para Professores de Primeiro e Segundo Grau – Programa de Extensão: Plantas e Gente: Uma História que é da Humanidade Meio ambiente – Programa de Extensão: Estudos e Educação Ambiental na UEFS Saúde – Estudos Parasitológicos na Microrregião de Feira de Santana – Prevenção e controle do Câncer de Boca no município de Feira de Santana Comunicação e Educação – Programa Interdisciplinar de Popularização da Ciência: Observatório Astronômico Antares e Museu Antares de Ciência e Tecnologia Outras – Conhecer, Analisar, Transformar a Realidade Rural (CAT) – Capacitação de Professores Rurais QUADRO 25. NÚMERO DE PROJETOS/PROGRAMAS/CURSOS REGISTRADOS NA PROEX Autoria Docente do DCBIO Docente de Outro Departamento Projetos 4 6 Programas 01 4 Cursos 2 Fonte: Bco Dados DCBIO, 2010 56 11 - NÚCLEOS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO O DCBIO conta atualmente com três Núcleos: Núcleo Integrado de Educação Sexual (NIES) O NIES tem como objetivo geral promover ações educativas sobre os diversos aspectos da sexualidade, divulgando informações específicas sobre a temática e ampliando as possibilidades de expressão da sexualidade de forma responsável e saudável. Tem como objetivos específicos: Propiciar condições para que as pessoas encarem de forma construtiva a sua sexualidade; Estabelecer conexão entre a sexualidade, o desenvolvimento pessoal, as relações interpessoais e a estrutura social; Ampliar o conceito de sexualidade, respeitando os valores morais ou religiosos que as pessoas tragam consigo; Analisar a liberdade de condição de homens e mulheres, respeitando a identidade sexual de cada um sem fobias, tabus ou preconceitos; Envolver pais, professores e orientadores no processo da educação sexual; Elaborar, orientar e prestar consultoria a projetos na área da sexualidade humana. Núcleo de Pesquisa em Ambiente, Sociedade e Sustentabilidade (NUPAS) Esse Núcleo visa a consolidação institucional das linhas de pesquisa e extensão focadas na interdisciplinariedade bem como a articulação interdepartamental e com outras instituições de pesquisa do Estado, do Brasil e internacionais. Integram o Núcleo, professores de quatro departamentos da UEFS (DCBIO, DEDU, DCHF e DCSIS), e professores colaboradores de outras universidades e centros de pesquisa do estado (UFBA, UFRB, UNEB) e do país (UFRRJ, Museu Nacional do Rio de Janeiro e Jardim Botânico do RJ), das áreas e Antropologia, Sociologia, Direito, Economia, Administração, Biologia e Educação. Esse Núcleo realiza parcerias com órgãos dos governos estadual e federal (IMA, INGÁ, Secult, IPHAN/Minc, MDS, MMA entre outras), alguns dos quais têm 57 financiado projetos do Núcleo, bem como com organizações do terceiro setor (ANAI, Cooperativas, Associações, Fundação OndAzul, Fundação Escola Politécnica da Bahia). Núcleo de Estudos Integrados em Genética e Evolução (LOCUS) Esse Núcleo foi implantado em 2010, tendo como objetivo geral. discutir epistemologicamente os conceitos e teorias que explicam os mecanismos de transmissão hereditária e as implicações da interação destes com fatores ambientais, incluindo a repercussão destas interações em nível subcelular, celular, tecidual, organismal e populacional, adotando-se como eixo principal uma perspectiva evolucionária. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Desenvolver projetos de pesquisa, ensino e extensão nas áreas de genética evolutiva, genética toxicológica, recursos genéticos vegetais e de ensino de ciências, pela integração com grupos de pesquisa participantes do Núcleo e devidamente estabelecidos na UEFS. b) Realizar reuniões periódicas entre os seus membros para discussão de temas de atualização em Genética e Evolução. c) Realizar intercâmbios com outros grupos de estudos da UEFS e de outras instituições de ensino e pesquisa. d) Promover e realizar eventos científicos relacionados à ]Genética e Evolução. LINHAS DE PESQUISA Tópicos avançados em Genética e Evolução. Correlação entre danos genéticos e desenvolvimento do câncer. Biologia evolutiva do câncer. Conservação e aproveitamento sustentável de recursos genéticos vegetais. Análise das interações discursivas nos processos de ensino e aprendizagem de evolução em salas de aulas multiculturais. 58 12 – EVENTOS As Coordenações de Extensão e de Graduação do Departamento de Ciências Biológicas, organizaram palestras semestrais para os discentes, com o intuito de despertá-los para opções de mercado de trabalho, além do ensino e da pesquisa. Esse Ciclo de Palestras recebeu o nome “Biólogos no Mercado de Trabalho”. Dessa maneira, foram convidados palestrantes biólogos, que atuam como profissionais liberais na iniciativa privada ou Institutos de Pesquisa, para apresentarem suas linhas de trabalho, dentro da biologia, mas diferentes da convencional, no que diz respeito exclusivamente ao ensino e à pesquisa. Os palestrantes convidados foram da EMBRAPA de Cruz das Almas, com a apresentação de Produção de Frutas em Miniaturas com o fim para de Arranjos Ornamentais e da UNEB de Senhor do Bonfim, com palestra sobre Consultoria Arqueológica. A Rede de Recursos Genéticos Vegetais da Bahia, que tem a sua presidência com docente do DCBIO e a Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos, com a vice-presidência com docente do DCBIO, organizaram o I Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos, que aconteceu no Hotel Othon em Salvador e contou com a participação de Instituições cerca de 80 países. Também um docente do Departamento de Ciências Biológicas atuou como coordenador, pela UEFS, no Simpósio de Palinologia e Paleobotânica em parceria com a UNEB. Congresso esse realizado no Hotel Fiesta (Salvador). A Coordenação de Pós-Graduação do DCBIO, avaliou que em dez anos de existência da Pós Graduação no Departamento, nunca houve um diálogo formal entre os 05 cursos que compõem as Pós Graduações do Departamento. Dessa forma, organizou-se o Seminário de Pós Graduação em Ciências Biológicas do DCBIO, que contou com a participação de 150 inscritos. Esse evento teve conferências e mesas redondas e apresentação de trabalhos das Pós Graduações. Destacaram-se como conferencistas externos no Seminário, o Coordenador da Área I da CAPES; a Assessora da Pró Reitoria de Pós Graduação da UNESP; E o Coordenador do Curso de Pós Graduação em Ecologia e Biomonitoramento da UFBA. 59 Inédito no referido Seminário foi uma mesa redonda, com a participação de um egresso de cada Programa de Pós Graduação, para a avaliação do impacto do curso na vida profissional de cada um. A Pós-Graduação em Zoologia realizou o evento: “Biodiversidade – Estratégias e desafios para a conservação”, onde em três dias aconteceram palestras e uma atividade na rua, levando à população de Feira de Santana o conhecimento sobre biodiversidade. Nesse evento, a pós graduação, o ensino e a extensão, foram unidos. Também pelo Programa de Pós Graduação em Zoologia, houve o Seminário “Ecologia de Formigas: uma abordagem funcional”. O Núcleo Integrado em Genética e Evolução iniciou as suas atividades de maneira formal com uma palestra sobre evolução, p´roferida por docente do Departametno de Educação da UEFS. O Quadro 24 sintetiza os eventos ocorridos no ano de 2010 no DCBIO e o numero de inscritos. QUADRO 26. EVENTOS DO DCBIO E NÚMERO DE INSCRITOS EVENTO O Biólogo no mercado de Trabalho - 1º Semestre (Promovida pelas Coordenações de Graduação e Extensão do DCBIO) O Biólogo no mercado de Trabalho - 2º Semestre (Promovida pelas Coordenações de Graduação e Extensão do DCBIO) NÚMERO DE INSCRITOS I Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos Palestra “Perfil Conceitual de Adaptação: Uma Ferramenta para Análise de Discurso em Salas De Aula De Biologia Em Contexto De Evolução” (Promovida pelo Núcleo de Estudos Integrados em 800 Genética e Evolução - LOCUS) 35 Seminário de Pós Graduação em Ciências Biológicas Biodiversidade - Estratégias e desafios para a conservação (Promovido pelo Programa de Pós Graduação em Zoologia) Ecologia de Formigas: uma abordagem funcional (Promovido pelo Programa de Pós Graduação em Zoologia) 150 9 13 200 70 Fonte: Bco Dados BIOTERIO, 2010 60