O Projeto da Pesquisa
5 Os Temas
Articulação e competitividade
A articulação empresarial é um fator preponderante no desenvolvimento das empresas e do estado.
Essa é uma conclusão que vem sendo gradativamente consolidada, ao longo das oito edições anteriores de E&E.
Desde o início da década de 90, quando a Pesquisa foi iniciada, a articulação aparece com destaque. Ora como desafio, porque há muitas dificuldades a superar, ora como oportunidade, pelo que
representa de impulso à competitividade.
"Mudança só com articulação." A conclusão-síntese da Edição 8 expressa com perfeição a
consistente tendência captada em edições anteriores:
• A necessidade de encontrar soluções criativas para a relação empresas/Estado e a necessidade de investimento em práticas associativas empresariais são dois dos principais desafios
enfrentados para o desenvolvimento das empresas.
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A ARTICULAÇÃO APARECE
ORA COMO DESAFIO,
ORA COMO OPORTUNIDADE
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• A participação em associações empresariais está entre os seis primeiros fatores externos à
empresa responsáveis pela ampliação da capacidade competitiva. Destacam-se, dentre os
exemplos de associações, investimentos em sistemas ativos de cooperação (redes de
empresas), ações integradas e estratégias conjuntas entre os setores público e privado,
além de articulação com universidades e centros de pesquisa.
• Entre as dificuldades culturais e conjunturais que entravam articulações efetivas, aparecem a falta de uma cultura associativista, o individualismo, o pouco profissionalismo
empresarial, a visão de concorrente como inimigo, a falta de lideranças, o
conservadorismo, a falta de um projeto convergente e mobilizador e a dependência em
relação ao governo.
• No que diz respeito às alternativas de superação das dificuldades, são propostas desde
opções genéricas, como conscientizar o empresariado da necessidade de articulação,
através da divulgação e realização de campanhas e debates, ou fortalecer os órgãos de
classe e as lideranças, até formulações mais específicas, no âmbito da profissionalização
da gestão de empresas familiares.
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
Na Edição 8 já se identifica, nos empresários entrevistados, a percepção de avanços na
direção de uma mudança de atitude, apontando-se algumas evidências de cooperação tais
como: intercâmbios para atualização tecnológica, troca de informações entre parceiros,
promoção conjunta de cursos e treinamento, diminuição de custos, através de
complementação de competências, investimento conjunto em novos mercados, política de
preços, etc.
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Nessa mesma edição, o associativismo empresarial é apontado por 35% dos entrevistados
como uma das principais iniciativas do setor privado para impulsionar a competitividade da
economia de Pernambuco.
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UMA EMPRESA QUE EXERCE
RESPONSABILIDADE SOCIAL
NÃO PODE SER ISOLADA
DE SEU AMBIENTE
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Responsabilidade social e estratégia
A idéia de reunir a questão da articulação empresarial com a prática da Responsabilidade Social
fundamenta-se nos seguintes princípios:
• A Responsabilidade Social representa, cada vez mais, uma atitude estratégica que se apóia
na idéia de que as empresas são agentes de mudança social e produtoras de valor para todos
os que tocam seu raio de ação, sejam acionistas, empregados, clientes, parceiros, fornecedores ou a própria comunidade.
• A prática da Responsabilidade Social aporta, para as empresas, potencial de
competitividade, na medida em que favorece uma inegável valorização da imagem
institucional e da marca; uma maior lealdade de todos os públicos, inclusive do consumidor;
uma maior capacidade de recrutar e manter talentos; flexibilidade e capacidade de adaptação; e uma conseqüente longevidade, soma de todos os efeitos citados que fortalecem os laços
da empresa com a sociedade, indo além dos laços de mercado.
Incluir a responsabilidade social como valor empresarial é, portanto, imperativo de uma gestão
que se pretenda competitiva. Uma empresa que exerce sua responsabilidade social não pode ser
isolada do seu ambiente e essa prática só pode ser pensada como um exercício, também, da capacidade de articulação da empresa.
A Pesquisa buscou avaliar em que medida a concepção de responsabilidade social está incluída nas
preocupações gerenciais do empresariado pesquisado e como se mede sua viabilidade como prática
incorporada ao contexto gerencial das empresas. Além disso, procurou formular uma avaliação da prática atual, considerando um determinado conjunto de indicadores.
Por fim, a complementação da abordagem com o levantamento do perfil dos empresários justificase na hipótese de que entender quem são e como pensam os indivíduos pode ajudar a melhor
Empresas & Empresários
Edição 9
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
compreender o modo como eles exercem seu papel de agentes de desenvolvimento. Por isso, a
Pesquisa incluiu em sua investigação uma caracterização da formação, dos interesses e do
estilo de vida dos entrevistados.
6 Os Parceiros
Tendo em vista o objetivo de servir como instrumento de conhecimento e, simultaneamente, de
divulgação e fomento do debate, a Pesquisa Empresas & Empresários, em sua trajetória, vem
aglutinando significativo conjunto de parceiros.
A partir da Edição 6, essas parcerias assumiram um caráter orgânico, com a constituição do
Núcleo de Referência da Pesquisa. O Núcleo é composto por personalidades que demonstram
ter uma visão abrangente da economia e da realidade empresarial.
O papel e a importância do Núcleo de Referência são comprovados tanto na realização da
Pesquisa (através da indicação de experiências a serem investigadas, da facilitação do acesso à
fonte de informações ou da discussão sobre a evolução do projeto) quanto no desdobramento
de
seus resultados.
Na presente edição, a Pesquisa contou com Núcleos de Referência em Pernambuco, na Paraíba, no
Rio Grande do Norte e em Alagoas. Esses Núcleos foram formados por representantes de entidades empresariais, de instituições de planejamento e fomento do desenvolvimento, da imprensa, de
universidades e integrantes do Poder Legislativo Estadual e Federal vinculados à temática do
desenvolvimento. A composição de cada Núcleo está registrada nos Anexos.
Além desses parceiros, a atual edição da E&E contou com o apoio do Instituto Ethos de
Empresas e Responsabilidade Social, da Fundação W. K. Kellogg e do Instituto Ação
Empresarial pela Cidadania.
7 Os Objetivos
O objetivo principal da nona edição da E&E foi conhecer a opinião e provocar a reflexão de empresários de destaque no Nordeste Oriental brasileiro (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco
e Alagoas) a respeito dos temas:
• A articulação como imperativo de mudança.
• A competitividade atrelada a uma ação socialmente responsável.
• O papel do gestor no aperfeiçoamento da gestão.
E ainda, consoante a natureza a um só tempo investigativa e mobilizadora da Pesquisa, estimular
um ambiente favorável à discussão e à troca de experiências e informações em torno da articulação
e da responsabilidade social, em sua relação com o desenvolvimento empresarial e regional.
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Edição 9
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Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
No âmbito específico de sua execução, a Edição 9 pretendeu ainda:
• Levar aos empresários entrevistados a oportunidade de reflexão sobre suas práticas
de gestão.
• Promover discussões, visando identificar alternativas para ampliar a competitividade das
empresas e traçar perspectivas das práticas de articulação relativas ao desenvolvimento dos
estados do Nordeste Oriental.
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• Promover uma conscientização mais ampla da Responsabilidade Social, enquanto variável
que agrega valor à gestão das empresas.
• Organizar as informações obtidas de modo acessível e fácil de ser utilizado por todos a quem
os resultados da Pesquisa pudessem interessar.
8 A Abordagem Regional: O Nordeste Oriental
A definição dos estados a serem incluídos, numa abordagem regional, subordinou-se a quatro
pontos:
• A questão da competitividade tanto diz respeito a empresas quanto a regiões. Por isso,
entende-se que não se faz desenvolvimento sustentável sem uma nítida concepção de território. E o conceito de território implica a articulação de interesses entre empresas, governo,
universidades, centros de pesquisa e outros agentes de desenvolvimento.
• Estudos do Governo de Pernambuco levaram à construção da tese de uma necessária e vital
articulação entre os quatro estados que constituem o Nordeste Oriental (AL, PB, PE, RN)
para formular políticas de desenvolvimento, projetos integrados e captação de recursos. Tal
articulação deve se aplicar particularmente às relações com o Governo Federal, com poderoso potencial de efeito local, tornando mais visíveis os caminhos que é preciso percorrer para
o crescimento da Região.
• O potencial de desenvolvimento do Nordeste Oriental, pela via da articulação, é um tema
pertinente para ser posto na cena dos debates.
• Dois dos temas da Pesquisa — articulação e responsabilidade social — ganhariam bastante
na elaboração do conteúdo, se fosse possível, ao final, serem objetos de uma análise comparativa entre os estados.
Vale destacar que, nas entrevistas, foi apresentada uma concepção para o desenvolvimento do
Nordeste Oriental, tomando-se a articulação entre os estados que constituem essa região como
variável fundamental de competitividade. Concluída a argumentação, foi solicitado aos
pesquisados que se posicionassem em relação ao grau de concordância com as idéias expostas.
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Edição 9
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A Amostra
9 Dificuldades da Abordagem Regional
Ultrapassar, pela primeira vez, as fronteiras do Estado de Pernambuco, constituiu-se num
fabuloso desafio.
Sobretudo porque, em Pernambuco, as instituições executoras da Pesquisa — a TGI e o INTG —
têm uma atuação conhecida no meio empresarial, e a Pesquisa Empresas & Empresários é
uma marca reconhecida, resultado de um trabalho desenvolvido ao longo de mais de dez anos.
Nos demais estados do Nordeste Oriental, pesquisa e executores eram virtualmente desconhecidos
até agora.
Para dar conta desse desafio, foi empreendido um grande esforço de articulação, pondo em prática,
justamente, um dos temas desta edição. Buscou-se, então, o engajamento de agentes significativos
na economia de cada estado, de forma a favorecer a identificação do público-alvo da amostra e
garantir sua participação no processo de discussão que se pretendia realizar.
Para viabilizar a expansão desejada, era necessária a mobilização do empresariado considerado
mais dinâmico e inovador nesses estados, tal como vinha sendo feito em Pernambuco.
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FORA DE PERNAMBUCO, A PESQUISA E&E ERA
VIRTUALMENTE DESCONHECIDA ATÉ AGORA
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Considerando, porém, a história da E&E, que, na 1ª Edição em Pernambuco (1990), enfrentou
dificuldades iniciais para mobilizar os empresários selecionados, era previsível que os argumentos apresentados não fossem suficientes para assegurar a disponibilidade dos empresários
nos novos estados abrangidos pela Edição 9.
Assim, apesar de todos os esforços, o que incluiu a realização de mais de um evento de mobilização
e apresentação da Pesquisa em cada estado, o número de entrevistados não atingiu um quantitativo
que tornassem significativas (do ponto de vista estatístico) as amostras de Alagoas, da Paraíba e do
Rio Grande do Norte.
Face às restrições deparadas, compreende-se que, no momento do planejamento, as dificuldades
foram subestimadas. O potencial de mobilização já conseguido em Pernambuco foi apressadamente tomado como dado generalizável.
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
10 A Composição da Amostra
A amostra foi definida a partir do mapeamento da participação das empresas em clusters já existentes nas regiões pesquisadas e na escolha de segmentos estratégicos considerados com potencial de
estruturar-se como clusters.
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O cluster foi usado como critério referencial pelo que representa enquanto um eficaz exercício de
articulação entre atores relevantes no desenvolvimento de uma determinada cadeia produtiva.
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O CLUSTER FOI USADO
COMO CRITÉRIO REFERENCIAL
PELO QUE REPRESENTA ENQUANTO
EXERCÍCIO DE ARTICULAÇÃO
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Entende-se como cluster, conceitualmente, o aglomerado de instituições e atividades afins que gera
eficiência conjunta, numa dada concentração geográfica, de organizações interconectadas. O cluster
leva em conta toda a rede produtiva, ampliando-a com os componentes do ambiente de negócios —
sistema institucional, fornecimento de mão-de-obra qualificada, oferta de tecnologia, mecanismos
de regulação, sistema de financiamento, oferta de infra-estrutura, logística, etc.
Para montar o recorte da amostra, foram escolhidas empresas e empresários indicados pelos
participantes do Núcleo de Referência, levando em conta as variáveis de dinamismo e inovação.
Esse critério, que não prioriza o faturamento, mas o empreendedorismo, é uma das marcas
registradas da Pesquisa Empresas & Empresários.
Foco Qualitativo
A Pesquisa Empresas & Empresários tem assumido, desde a primeira edição, privilegiar uma
ênfase qualitativa na montagem da amostra, assim como na análise dos resultados. Isso significa
uma observação mais acurada das peculiaridades de um discurso não necessariamente predominante na maior parte dos empresários.
Ao mesmo tempo, a E&E tem procurado manter um recorte em torno de um perfil diferenciado do
empresariado. Ao fazer esse tipo de escolha metodológica, a Pesquisa pretende não condicionar os
resultados a generalizações sobre o pensamento empresarial, e, sim, à compreensão de uma realidade empresarial específica.
Trabalha-se, assim, com uma amostra que é significativa do ponto de vista do recorte definido
(empresas dinâmicas e inovadoras), embora não escolhida para atender a pressupostos estatísticos
de representatividade de todo o conjunto do empresariado de uma região.
A amostra tomada como significativa é, portanto, uma variável vinculada ao próprio ato de
mobilização para a discussão. Por si só, o critério já condiciona um importante resultado
da Pesquisa.
Empresas & Empresários
Edição 9
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
No entanto, mesmo com essa lógica, o reduzido tamanho das amostras que foram obtidas nos
novos estados envolvidos estabelece um limite ao potencial de interpretação dos dados. O significado dos dados fora de Pernambuco fica restrito ao mínimo conjunto pesquisado.
É importante alertar, contudo, que não ter sido possível mobilizar o número de entrevistados que
se pretendia foi também, em si, um dado relevante do estudo nos outros estados. Principalmente
considerando que um dos temas da pesquisa concerne, justamente, às práticas de articulação
empresarial que estavam, de certa forma, sendo medidas na própria articulação para a Pesquisa.
Os segmentos incluídos na amostra, assim como o número de empresas pesquisadas em cada
estado, estão registrados a seguir.
10.1 Alagoas
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10.2 Paraíba
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10.3 Pernambuco
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10.4 Rio Grande do Norte
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11 Um Perfil das Empresas Pesquisadas
11.1 Alagoas
a) Tempo de vida médio das empresas: 18 anos.
b) Distribuição dos pesquisados segundo a origem do capital:
c) Distribuição dos pesquisados segundo o número de funcionários:
d) Distribuição dos pesquisados segundo o faturamento anual em 2001:
Empresas & Empresários
Edição 9
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
11.2 Paraíba
a) Tempo de vida médio das empresas: 33 anos.
b) Distribuição dos pesquisados segundo a origem do capital:
9
c) Distribuição dos pesquisados segundo o número de funcionários:
d) Distribuição dos pesquisados segundo o faturamento anual em 2001:
Empresas & Empresários
Edição 9
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
11.3 Pernambuco
a) Tempo de vida médio das empresas: 21 anos.
b) Distribuição dos pesquisados segundo a origem do capital:
10
c) Distribuição dos pesquisados segundo o número de funcionários:
d) Distribuição dos pesquisados segundo o faturamento anual em 2001:
Empresas & Empresários
Edição 9
Abrindo Fronteiras: Empresas Articuladas e Socialmente Responsáveis
11.4 Rio Grande do Norte
a) Tempo de vida médio das empresas: 30 anos.
b) Distribuição dos pesquisados segundo a origem do capital:
11
c) Distribuição dos pesquisados segundo o número de funcionários:
d) Distribuição dos pesquisados segundo o faturamento anual em 2001:
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