UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA MESTRADO EM GESTÃO DO TERRITÓRIO HEDER LEANDRO ROCHA USO DO “CRACK” COMO ELEMENTO DA ESPACIALIDADE DE ADOLESCENTES DE BAIXA RENDA EM PONTA GROSSA – PR PONTA GROSSA 2011 SUMÁRIO 1.PROBLEMÁTICA ......................................................................................................... 2 2.QUESTÕES ....................................................................................................... .. 8 3.OPERACIONALIZAÇÃO ......................................................................................................... 8 4.CRONOGRAMA ....................................................................................................... 11 5.BIBLIOGRAFIA ....................................................................................................... 11 1 PROBLEMÁTICA A pesquisa tem como fio condutor de investigação a seguinte questão central: “Como o uso do “crack” se constitui em elemento de espacialidade para os adolescentes de baixa renda em Ponta Grossa?”. Tal questão surgiu no âmbito de uma efervescência midiática em torno da campanha presidencial do ano de 2010 que, pela primeira vez na história política, o uso de drogas por jovens e adolescentes é alvo explícito de plataformas eleitorais presidenciais, enquanto um problema de saúde pública e não apenas como um sub-produto do tráfico, associado aos temas de segurança pública. Se o cenário nacional já apontava para uma discussão mais profunda sobre o uso de drogas por parte da sociedade brasileira, por outro lado, as pesquisas de Chimin Junior (2009) e Rossi (2010) desenvolvidas em Ponta Grossa já apontavam uma estreita ligação entre “atos infracionais” cometidos por jovens e adolescentes derivados da dependência química. As referidas pesquisas desenvolvidas junto ao Grupo de Estudos Territoriais (GETE) estiveram preocupadas em estabelecer uma relação entre o espaço e os atos infracionais cometidos por adolescentes do sexo masculino em Ponta Grossa e nesse sentido, os sujeitos da pesquisa figuram como autores de infrações, ou sujeitos a serem incluídos nos sistemas de segurança e justiça. A posição de autores, no entanto, mostrou-se paradoxal nos dados da Delegacia do Adolescente e Anti-Tóxicos da Políci Civil de Ponta Grossa entre os anos de 2005 e 2007. Esses adolescentes, na maioria das vezes, além de autores, eram vítimas da dependência química. Segundo Chimin Junior (2009, p. 66) ”Embora os dados da Delegacia do Adolescente e Anti-Tóxico da Polícia Civil de Ponta Grossa apontem para penas 6% de infrações que estão ligadas ao porte e uso de drogas, pode-se afirmar que todos os adolescentes entrevistados eram usuários de drogas”. O autor aponta para o seguinte problema encontrado nos processos analisados. Vários adolescentes que são notificados cometendo atos infracionais como furto e roubo, por exemplo, tem como motivo ao ato a dependência química. Entretanto, para a delegacia, o que fica registrado é o “tipo” de ato infracional cometido e essas pessoas são encaminhadas às medidas judiciais e não de tratamento de saúde. Ainda segundo Chimin Junior (2009), 49% dos relatos de dependência química nos processos analisados eram relativos ao “crack”. Em fase exploratória desta pesquisa, o delegado da mesma delegacia investigada por Chimin Junior (2009) relatou que o órgão não possui dados sistematizados sobre uso de drogas e suas relações com delitos, já que quase a totalidade das ocorrências registradas os adolescentes são pegos em outras práticas criminosas, não pelo uso ou tráfico. O motivo das práticas é obscurecido pelo enquadramento legal. Porém, seria possível o levantamento dessas informações analisando os inquéritos policiais, onde no depoimento do adolescente podemos encontrar uma provável relação com o uso ou o tráfico de drogas. Os inquéritos, por sua vez, estão na Vara da Infância e Juventude de Ponta Grossa, instituição que se mostrou bastante acessível no que tange a análise desses inquéritos. Por fim, na 13º Subdivisão de Polícia Civil em Ponta Grossa. Enfim, embora haja clara vinculação entre infração e dependência de drogas, o fenômeno é evidenciado apenas pelo delito e não pela necessidade de tratamento dessas pessoas. Portanto, ao contrário das pesquisas de Chimin Junior (2009) e Rossi (2010), que abordaram a figuração de sujeitos jovens como “autores” de atos infracionais, minha pesquisa explora caminhos apontados, mas não percorridos por eles, que é a situação da vitimização de jovens da dependência do crack e suas relações com o espaço. Com o intuito de abrir um campo investigativo que construísse a visibilidade dos sujeitos dependentes químicos como alvo de política pública de saúde em Ponta Grossa, iniciei a exploração em torno do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS)-ad1. Já no primeiro contato foi possível detectar, junto à terapeuta responsável pela instituição, que não existe em Ponta Grossa - PR um serviço especializado para o tratamento de adolescentes envolvidos com o uso de drogas e que seja ofertado pelo poder público municipal. Os adolescentes são encaminhados ao Conselho Tutelar para que este órgão tome as providencias. 1 Centro de Atenção Psicossocial - Álcool e Drogas. Existe também, o CAPS II Transtorno mental e ainda em fase de implantação, o CAPS – infantil. Estes centros foram criados no âmbito da Lei Federal 10.216 de 2001, que constitui a chamada Nova Política de Saúde Mental do Ministério da Saúde. No Conselho Tutelar, que atua principalmente por denuncia, somando os atendimentos por dependência química das regiões leste e oeste, na cidade de Ponta Grossa – PR, 302 atendimentos foram efetuados, sendo que destes, 11 foram encaminhados para tratamento em comunidades terapêuticas credenciadas, a comunidade terapêutica Copiosa Redenção / Rosa mística (para meninas) e a comunidade terapêutica Marcos Fernandes Pinheiros2 (para meninos). Existe ainda a comunidade terapêutica Esquadrão da Vida de cunho religioso, com forte influência evangélica, mas trabalha no atendimento a adultos. Se por um lado as instituições que foram contatadas evidenciam o envolvimento crescente de jovens pontagrossenses com uso de drogas, destaca-se a falta de dados já sistematizados e diagnósticos prontos por parte de instituições do Estado. Assim, parte da relevância do desenvolvimento da pesquisa é iniciar os processos de organização das informações para subsidiar as políticas públicas. A escolha pela abordagem da dependência do crack se deu devido à três importantes fatores. O primeiro, diz respeito ao foco dado ao Brasil pelos organismos internacionais no consumo do crack. A Organização das Nações Unidas, por meio de um estudo realizado pela Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), argumenta que: Si bien el alcohol y el tabaco son las drogas lícitas que ocasionan mayores daños en la población de América Latina, la marihuana, seguida de la pasta base de cocaína, el crack y el clorhidrato de cocaína son las drogas ilícitas de mayor consumo en la región, generando mayores problemas em jóvenes y adolescentes, y especialmente en aquellos de alta vulnerabilidad social. (CEPAL, 2000, p. 201) Outro fator foi a resposta dada pelo governo brasileiro frente às pressões de organismos internacionais que foi incluir a dependência química em amplo programa a ser realizado pelo Ministério da Saúde. O ministério da Saúde criou em 2009 o “Plano Emergencial de ampliação do acesso ao tratamento e prevenção em álcool e outras drogas (PEAD 2009-2011)”. A comissão criada 2 Possui este nome em homenagem a um menino morto em razão das drogas. pelo Ministério da Saúde assume a ausência por parte do Estado no atendimento de pessoas com dependência química pelo sistema público de saúde e admite que tais ações têm sido desenvolvidas por entidades religiosas e filantrópicas. O referido plano admite que ”o cenário epidemiológico mostra a expansão do consumo de algumas substâncias, especialmente álcool e cocaína (esta última na forma de pó ou cloridrato e nas formas impuras da pasta-base, crack, merla e outros preparados para uso fumado).” O terceiro fator pela opção de estudar a relação entre os usuários de crack e suas relações com o espaço é que, ao contrário do álcool, apontado juntamente com o crack como tendo expansão de uso entre jovens pelo Ministério da Saúde, o crack é uma droga ilícita e seu uso implica em espacialidades específicas que tem sido nomeadas de forma mais comum como “crackolândias”. As áreas urbanas de obsolescência, apropriadas por grupos de usuários de drogas e traficantes, marcam os cenários urbanos de várias cidades brasileiras. Entretanto, o fenômeno em Ponta Grossa parece ter uma configuração espacial distinta e pulverizada, demandando maior exploração. O grupo privilegiado nesse estudo são pessoas consideradas adolescentes pelo Estatuto da Criança e o Adolescente, com idade entre 12 e 18 anos de idade e jovens entre 18 e 25 anos. O II Levantamento Domiciliar sobre Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil, estudo desenvolvido em 108 maiores cidades do país, publicado em 2005, aponta que há diferenças de gênero e que o uso do “Crack é maior entre os homens em todas as faixas etárias; na faixa entre 25 – 34 anos, o número de relatos foi cerca de quatro vezes maior para os homens do que às mulheres” (BRASIL, 2006, p. 283.) . Nesse sentido, a pesquisa deverá observar essas diferenças entre os grupos de usuários e suas vivências espaciais. A vivência de adolescentes e jovens usuários de crack certamente não se dá em um vácuo espacial, mas se concretiza no cotidiano das ações desses sujeitos, seja no processo de aquisição e consumo da droga ou mesmo quando sua corporalidade expressa a dependência química e provoca a sua interdição ao acesso aos espaços de saúde, estudo, trabalho e familiar. Para Maurice Merleau-Ponty O espaço não é o ambiente (real ou lógico) em que as coisas se dispõem, mas o meio pelo qual a posição das coisas se torna possível. Quer dizer, em lugar de imaginá-lo como uma espécie de éter no qual todas as coisas mergulham, ou de concebê-lo abstratamente com um caráter que lhes seja comum, devemos pensá-lo como a potência universal de suas conexões. Portanto, ou eu não reflito, vivo nas coisas e considero vagamente o espaço ora como o ambiente das coisas, ora como seu atributo comum, ou então eu reflito, retomo o espaço em sua fonte, penso atualmente as relações que estão sob essa palavra, e percebo então que elas só vivem por um sujeito que as trace e as suporte, passo do espaço espacializado ao espaço espacializante. (MERLEAU-PONTY, 1999, p.336). Ler o espaço geográfico dessa forma é ter uma fonte inesgotável de possibilidades e dentro das correntes do pensamento que priorizam a compreensão do espaço geográfico é a Nova Geografia Cultural que vai possibilitar a compreensão da produção do espaço a partir de elementos imateriais, na significação construída por determinados sujeitos ou grupos sociais. Dessa forma, Duncan (1990) em sua obra “The City as Text”, entende que o espaço é passível de inúmeras leituras, sendo isso possível pela “intertextualidade”. Nessa abordagem, a paisagem/texto seria um discurso, entendido como um sistema de significados e práticas que se transformam historicamente, que recebem e transmitem significados, assim como a linguagem. Silva (2002, p. 190) contribui colocando que “as interpretações das informações dependem dos sujeitos que atuarão no processo de recepção e interiorização da informação que por sua vez é determinado e determinante dos valores culturais”. Se assim concebermos o espaço geográfico, damos visibilidade a grupos sociais que outrora foram marginalizados. Ornat (2007) quando estuda o território da prostituição e instituição do ser travesti em Ponta Grossa – PR aponta que a partir da apreensão da cidade enquanto um texto, que é produzido por 'intertextualidades', abre-se a possibilidade de tornar visível outros textos não hegemônicos, e sua dimensão espacial, propiciando através do trabalho científico a visibilidade de grupos tradicionalmente inexpressivos na geografia, como o grupo das travestis que retiram seu sustento da atividade da prostituição. (ORNAT, 2007, p. 40) Tal qual este autor, essa pesquisa trabalha com invisibilidades. A questão central é compreender como o uso de drogas se constitui em elemento de espacialidade para os adolescentes de baixa renda em Ponta Grossa. A escolha desse grupo social também precisa ser justificada. Trabalhar com adolescentes se constitui um desafio, porque cada etapa da vida constitui uma leitura do espaço geográfico diferente. Idade assim entendida é uma construção social que varia de acordo com suas espacialidades e temporalidades (Valentine, 2003. Apud. Hopkins, 2007). Hopkins (2007) ainda sugere que os conceitos de espaço e de lugar vão ganhar outra visibilidade, pois “as people will have different access to and experiences of places on the grounds of their age, and spaces that have associations with certain age groups will influence who uses them.” (Hopkins, 2007, p.165). Para justificar a escolha de adolescentes de baixa renda é preciso recorrer às proposições de Rose (1993), geógrafa que elabora a noção de “espaço paradoxal”. Nessa abordagem, os sujeitos primeiro estão em contínua construção e afirmação dos elementos que os constitui. Sexualidade, religião e classe, por exemplo, são cotidianamente experienciados e postos a prova. A esse caráter do espaço paradoxal dá-se o nome de “multidimencionalidade”. Já ao movimento de transitoriedade e mobilidade dentro das relações de margemperiferia em diferentes configurações espaciais dá-se o nome de “plurilocalização”. Suspeito que esse movimento ocorra entre os adolescentes aqui abordados, principalmente, porque em estudo de Rossi e Chimin (2009), os adolescentes em conflito com a lei ora ocupavam a centralidade das relações, quando vistos como homens “fortes” e “valentes” pela própria leitura identitária que faziam enquanto sujeitos e enquanto grupo. Mas também, estavam à margem, enquanto sujeitos das periferias pobres, sendo denominados como “marginais”, “bandidos”. 2-QUESTÕES QUESTÃO CENTRAL Como o uso do “crack” se constitui em elemento de espacialidade para os adolescentes de baixa renda em Ponta Grossa? QUESTÕES ESPECÍFICAS Qual é o perfil de uso do crack entre os adolescentes de baixa renda? Como se institui a vivência temporal/espacial cotidiana dos adolescentes dependentes químicos do crack? De que forma os usuários de crack representam suas espacialidades? 3-OPERACIONALIZAÇÃO A principal fonte de informação é a entrevista com os sujeitos, no sentido de acessar os significados e as representações construídas, bem como as vivências e as práticas desenvolvidas. As entrevistas seguirão um roteiro, gravadas e transcritas de forma literal, organizadas a partir de categorias de discurso e classificadas tanto por frequência de evocação, como por sentido que a palavra tomou no contexto da fala do entrevistado, conforme a proposta de Bardin (1977). Outra fonte de informação bastante importante são as instituições já relacionadas na problemática, onde poderemos acessar os inquéritos policiais, onde estão os depoimentos dos adolescentes. 3.1 Questão específica 1 Para operacionalizar a primeira questão específica: “Qual é o perfil de uso do crack entre os adolescentes de baixa renda?” Serão utilizados os relatos dos adolescentes em tratamento na comunidade terapêutica Marcos Fernandes Pinheiro. As entrevistas serão transcritas de forma literal para posterior análise de discurso. Ora, se quero entender como a droga se torna um elemento da espacialidade desse grupo preciso saber quais são elas. 3.2 Questão específica 2 O individuo moderno se relaciona em diferentes lugares, com diferentes sujeitos, sob diferentes autoridades e sem um planejamento geral ou programação dessas relações (Goffman, 1961). Para Goffman, o principal aspecto das instituições totais (instituições de fechamento) é o de ruptura com esses elementos básicos da vida cotidiana. Primeiramente as relações vão se ocorrer no mesmo local, sob uma única autoridade. Em segundo, que o participante realiza suas atividades diárias com outras pessoas, todas tratadas da mesma forma e obrigadas a fazer a mesma coisa. Em terceiro, todas as atividades são estabelecidas em horários padronizados. Quando questiono: Como se institui a vivência temporal/espacial cotidiana dos adolescentes dependentes químicos do crack? Quero acessar os elementos que constituem a vivência destes sujeitos. A significação que fazem de si, para si e em relação aos outros. Como é a relação cotidiana desses indivíduos antes e durante o tratamento. Aqui, os relatos dos sujeitos em tratamento na comunidade terapêutica Marcos Fernandes Pinheiro constituem a principal fonte de informações porque são eles que desempenham o papel de “dependentes químicos” em tratamento. São eles que estão sendo “concertados” pela sociedade. 3.3 Questão específica 3 “Viver no Ouro Verde é bom, tem os recursos aqui, né...tipo, tem o Projeto do Atitude que é melhor pras criança...e tem essa parte ruim... Que é a parte do tráfico de drogas, do crime, muita bebida, muita briga...(...)...eu acho que é ruim essa parte porque muitas criança aí vê, né...vai pensa ah, eu quero...também crescer e vou querer ser assim também, né... e é no mundo ruim..” (João, 25 anos3) 3 Trecho de entrevista concedida a JAQUELINE BECHER e retirado de sua Monografia titulada: O sofrimento ético-político e os jovens da comunidade jardim ouro verde do município de Ponta Grossa – PR, realizada no ano de 2010. As práticas sociais se desenvolvem através do espaço e não no espaço. A questão, De que forma os usuários de crack representam suas espacialidades? Procura entender como o uso e o tráfico de drogas torna-se um elemento dimensional da espacialidade para adolescentes de baixa renda. Aqui, as entrevistas com os adolescentes em tratamento e a análise de discurso nos depoimentos dos inquéritos policiais serão importantes no sentido de encontrar os significados e representações que constroem de/em sua espacialidade. Portanto, é necessário beber em outras fontes teóricas, como a da Psicologia Social, mais especificamente na Teoria das Representações Sociais proposta por Moscovici (1978), mas operacionalizando-a espacialmente. Quando se pretende compreender os processos de formação das Representações Sociais, o espaço aparece como uma categoria indissociável, os processos de objetivação e a ancoragem, por exemplo, estão intimamente ligados às relações espaciais. Nesse sentido, Silva (2002) argumenta que [...] é a partir do espaço, concebido como uma criação humana que condiciona seus criadores, que se pode desenvolver as percepções, a comunicação entre os indivíduos. Além disso, o cotidiano dos indivíduos é afetado por muitos processos espaciais como o crescimento urbano, a diferenciação de áreas, a segregação e a mobilidade. Todos esses processos são elementos constitutivos das representações sociais que, por sua vez, vão ser também constitutivas do espaço (SILVA, 2002, p. 119). O espaço assim concebido é fruto de práticas sociais, de uma história, de grupos que se “representam”, se projetam a si e a toda a sociedade. O espaço passa então a ser relativo e inerente a cada indivíduo que possui determinada espacialidade e atribui a ele determinado significado, ou representação. 4. CRONOGRAMA 2011 2012 1 2 3 4 1 2 3 4 Fase exploratória x x X Leituras x x X x x x x x x X x x x Transcrição das entrevistas x x x Sistematização das entrevistas x x x Redação preliminar x x x x Redação final x x Revisão x x Descrição de Atividades Organização dos roteiros de entrevista X Realização das entrevistas x Entrega-defesa 5. BIBLIOGRAFIA BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Agenda da Comissão Intergestores Tripartite de Maio de 2009 . Plano Emergencial de ampliação do acesso ao tratamento e prevenção em álcool e outras drogas PEAD 2009-2011 . Disponível em portal.saude.gov.br/portal/.../plano_emergencial_tratamento.pdf. Acesso em 18 de junho de 2011. BRASIL. SENAD - Secretaria Nacional Antidrogas, Gabinete de Segurança Institucional - Presidência da República. II Levantamento domiciliar sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil : estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país : 2005. 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