9 de novembro 2015
Rodrigo Proença Oliveira
José Saldanha Matos
António Jorge monteiro
Estrutura das apresentações
• Informação de base e diagnóstico
• Princípios e Estratégias de Soluções. Implementação na
Zona Ocidental de Lisboa
• Soluções prioritárias para a Zona Oriental. Síntese das
Intervenções do PGDL. Estimativa de investimentos
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
2
Informação de base e
diagnóstico
Rodrigo Proença de Oliveira
Planos e principais intervenções de drenagem
para Lisboa
•
•
•
•
1877 - Gotto & Beesley
1884 - Ressano Garcia
1941 - Arantes e Oliveira - Esgotos de Lisboa
1955 - Celestino da Costa
• 2008 - Plano Geral de Drenagem de Lisboa (Chiron/Engidro/Hidra)
• 2015 - Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
4
PGDL 2016-2030: Principais objetivos
• Actualização a informação disponível sobre a rede de drenagem
pluvial
• Aprofundamento cas soluções propostas no PGDL 2008 para os
principais problemas de drenagem pluvial do município de Lisboa
• Compatibilização das intervenções do Plano com outros planos
municipais
• Revisão das estimativas de investimentos e de custos de
manutenção
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
5
Índice do PGDL 2016-2030
• Um único volume: 14 capítulos, mais de 200 figuras, várias tabelas, 2
anexos e 12 desenhos
• Sumário executivo; 1 – Objetivos; 2 – Síntese dos principais estudos e
projetos; 3 - Informação e dados de base; 5 – Alterações climáticas e
impactos; 6 – Critérios de verificação e dimensionamento; modelação do
desempenho; 7- Estimativas de caudal (tempo seco e húmido), 8Diagnóstico, 9- Soluções alternativas; 10- Análise comparativa das
soluções; 11- Ações e intervenções para a solução recomendada; 12 –
Investimentos e custos de manutenção; 13- Planeamento; 14- Síntese e
recomendações.
• Participação muito ativa do Município.
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
6
Orografia de Lisboa
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
7
Bacias de drenagem de Lisboa
Beirolas
A=951 ha
Chelas
A=1851 ha
Alcântara
A=3199 ha
Alm.Reis
A=347 ha
Av.Liberdade
A=250 ha
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
8
Áreas servidas pelo Sistema de drenagem de Lisboa
Área = 10 239 ha
• Lisboa = 8 426 ha (100% da cidade)
• Amadora = 1 131 ha (48% da cidade)
• Oeiras = 634 ha (14% da cidade)
• Loures = 48 ha (0.5% da cidade)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
9
Rede de drenagem
Conceptual network
Drainage network
Legend
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
Rede de drenagem de Lisboa:
• 1450 km;
• Idade média > 60 anos;
• Cerca de 20% da rede tem
mais de 80 anos.
• Lacunas significativas de
informação sobre o material e
estado de conservação dos
colectores.
Rede de drenagem principal:
• 173 km (12% da rede)
• Pluv. & Unit.: D > 1000 mm
• Domésticos: D > 500 mm
10
Rede de monitorização
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
11
18.Fev.2008
Estação
Lisboa/Geofísico
Lisboa/G. Coutinho
Benfica
Instituto D. Luiz
Diária
118.0
129.0
24h
137.8
102.4
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
6h
86.0
3h
2h
60 min 30 min 10 min
36.0
30.0
6.0
12.2
86 mm em 6 horas
30-40 mm em 1 h
38.7
12
30.Out.2010
Estação
Lisboa/Geofísico
Instituto D.Luiz
U6 - ETAR Beirolas
U7 -ETAR Chelas
U5-Bombeiros Pontinha
U4-ETAR Frielas
U3-EE Granja (Frielas)
U1-Res Veolia Mafra
Diária
24h
6h
79.4
19.2
27.2
24.2
19.8
17.5
8.5
3h
2h
60 min 30 min 10 min
71.0
59.7
29.2
18.8
32.2
20.3
11.2
21.8
23.2
26.2
22.7
18.6
16.5
20.5
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
19.3
24.8
21.8
18.0
15.7
12.4
15
23.2
20
16.3
14.4
8.7
23.2
12.3
14.3
12.9
9.5
8.1
4.5
9.5
12.0
9.1
6.1
5.6
2.3
4.6
7.4
5.7
4.4
4.0
0.9
15 – 26 mm em 6 horas
71 mm em 3 horas (?)
15 - 25 mm em 2 horas
12 - 25 mm em 1 hora
13
22.Set.2014
Estação
Lisboa/ I. Geofísico
Lisboa/G. Coutinho
Lisboa/Amoreiras
Lisboa/Baixa
Amadora
Instituto D.Luiz
U6 - ETAR Beirolas
U7 -ETAR Chelas
U5-Bombeiros Pontinha
U4-ETAR Frielas
U3-EE Granja (Frielas)
Frielas
U1-Res Veolia Mafra
24h
43.6
21.2
14.1
28.7
21.1
23.2
12.4
19.4
7.8
6h
23.0
7.1
17.1
18.9
15
5.7
11.7
14.9
3h
2h
60 min
22.4
20.1
10.8
10.8
7.4
13.2
18.7
8.0
7.0
10.5
17.3
5.3
5.1
6.7
5.5
17.10
17.9
14.7
5.4
8.3
14.9
5.0
15.3
18.5
14.7
5.4
8.2
14.9
5.0
11.2
17.5
14.1
5.4
7.7
12.7
30 min 10 min
6.0
18 - 22 mm em 3 horas
4.0
6.5
12.3
7.7
4.4
6.6
10.2
3.8
6
5.6
4
2.2
4.3
4.5
15 - 19 mm em 2 horas
10 - 18 mm em 1 h
Praça de Espanha
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
14
22.Set.2014
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
15
13.Out.2014
Estação
Lisboa/I. Geofísico
Lisboa/G. Coutinho
Instituto D. Luiz
U6 - ETAR Beirolas
U7 -ETAR Chelas
U5-Bomb. Pontinha
U4-ETAR Frielas
U3-EE Granja (Frielas)
U1-Res Veolia Mafra
24h
6h
3h
2h
36.0
37.4
16.1
17.3
14.8
10.4
8.8
6.4
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
14.5
9.6
13.7
9.9
6.2
6.1
14.3
8.9
12.7
9.0
5.3
6.0
13.8
8.6
11.9
8.5
4.9
5.6
60 min
30 min 10 min
34.2
34.0
29.2
26.5
15.6
12.6
11.9
7.8
9.8
6.7
4.7
3.6
10.1
7.7
7.4
3.9
3.8
3.3
4.8
6.5
3.9
2.4
2.1
2.0
7 – 30 mm em 30’
10 - 34 mm em 1 h
16
13.Out.2014
Bacia de Alcântara:
Caudal
Precipitação
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
17
Frequência dos eventos recentes
90
T=5 anos
T=10 anos
T=20 anos
T=50 anos
T=100 anos
18-02-2008
19-10-2008
30-10-2010
22-09-2014
13-10-2014
80
Precipitação (mm)
70
60
50
40
30
20
10
0
0
60
120
180
240
300
360
Duração da precipitaçao (min)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
19
Situações críticas
Q10= 47 m3/s
Q20=54 m3/s
Q50=63 m3/s
Q100=70 m3/s
Q10= 91 m3/s
Q20=105 m3/s
Q50=123 m3/s
Q100=135 m3/s
Q10=126 m3/s
Q20=143 m3/s
Q50=165 m3/s
Q100 = 185 m3/s
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Q10=44 m3/s
Q20=56 m3/s
Q50=64 m3/s
Q100 = 70 m3/s
Bacia
E
O
J (R. Ouro)
J (R. Augusta)
Caudal (m3/s)
T=10
T=20
T=50
125,6 143,0
165,1
90,8 105,3
123,4
13,9
15,9
18,4
10,5
12,0
13,8
L
24,7
28,1
32,3
Q (R Argonautas)
Q (P das Nações)
Q (Av. Berlim)
Q (MEO Arena
Q (T Vasco da
Gama)
Q (R. Ilha Amores)
3,4
7,4
46,9
3,1
4,0
8,5
54,2
3,5
4,6
9,9
63,3
4,1
5,6
6,5
7,6
6,2
7,1
8,3
20
Eixos de intervenção
• Reforço da capacidade dos colectores ou desvio de caudais
Ordem de grandeza das necessidades
adicionais de capacidade escoamento (m3/s)
T=10
T=20
T=50
T=100
Alcântara
20
40
60
80
Av. Liberdade / Av. Alm. Reis
5
15
20
35
Chelas
15
30
45
60
Beirolas
5
15
25
30
• Retenção do escoamento e atenuação de caudais
Ordem de grandeza das necessidades de
capacidade de armazenamento (m3)
T=10
T=20
T=50
T=100
T = 20
Alcântara
35 000
130 000
200 000
280 000
Área: 65 – 130 ha
Av. Liberdade / Av. Alm. Reis
20 000
25 000
40 000
55 000
Área: 12 – 24 ha
Chelas
25 000
100 000
150 000
200 000
Área: 50 -100 ha
Beirolas
15 000
50 000
80 000
120 000
Área: 25 – 50 ha
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
21
Critérios de dimensionamento:
• Principais infraestruturas a construir: T > 50 anos
• Restante rede: T = 10 anos (25 anos quando o risco é maior e/ou existe possibilidade
de o concretizar com custos controlados)
• Nível de maré: 1,00 e 1,95 m
• Alt. climáticas: Aumento de 5% da intensidade de precipitação
• Aumento de 15% do coeficiente da fórmula racional.
Terreiro Paço
Amplitude
Maré
viva
Maré
morta
3,2 m
1,5 m
Preia-mar
Amplitude da maré
Altura da maré (Praia mar) (ZH T.Paço)
4,4 m
Nível médio
4,0 m
Baixa-mar
Altura da maré (Baixa mar) (ZH T.Paço)
0,2 m
0,5 m
Cota da Praia mar (ZH Cascais)
2,3 m
1,9 m
Valor considerado
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Altura da maré
Zero hidrográfico
1,00 - 1,95
22
2º Workshop PGDL
09 de novembro de 2015
José Saldanha Matos
Princípios e Estratégias de
Soluções:
Implementação
“ Princípios
e Estratégias dena
Zona
Ocidental na zona
Implementação
ocidental da cidade".
.
Estrutura da Apresentação
 Ponto da situação.
 Princípios de Soluções e Intervenções
 Modelação. Desempenho de infra-estruturas
 Intervenções estruturantes e complementares
 Ações adicionais complementares
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
2
Ponto da situação
Elaboração entre janeiro e inícios de julho. Participação pública terminada a 30
de setembro
Fase de compilação de comentários , reuniões adicionais (APL) e edição da
revisão final.
Processo muito dinâmico e evolutivo, de tal forma que as soluções apresentadas
em maio ( 1º Workshop), já não são exatamente as mesmas.
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
3
Princípios de soluções e intervenções
 Baseado no Plano 2006-2008, atualizando dados (i.e monitorização da
Simtejo/ADLVT, estudos, mas com ajustamento do âmbito e caraterísticas das
soluções).
Enfase em drenagem pluvial (controlo de inundações, e por isso de proteção
de pessoas e bens, em condições não correntes) mas prevendo investimentos
para “rejuvenescimento” do sistema (reabilitação de infraestruturas envelhecidas)
e outros para beneficiar o ciclo urbano da água.
Preocupação de evitar grandes intervenções em meio urbano consolidado.
Foco em intervenções estruturantes duradouras mas com impactos mínimos
na superfície
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
4
Alternativas para responder a agravamento de solicitações:
 Enfase em reforço de capacidade de coletores ( base do PGDL 2006-2008) ( Solução A);
 Enfase em retenção e armazenamento (bacias e reservatórios) (enterrados ou não)
(Solução B) (1º Workshop)
 Enfase em desvio de caudais (túneis ou condutas sob pressão) (Solução C)
Soluções complementares de minimização de afluências, descentralizadas
(“controlo na origem”) e previstas na fase de planeamento urbanístico com
objetivos múltiplos (recarga de aquifero, etc)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
5
Resultado
 combinação de soluções estruturantes (i.e., desvio de caudais-túneis), com
soluções descentralizadas complementares (controlo na origem, bacias de
amortecimento, etc) e de reforço e reabilitação de coletores e outras intervenções,
de carácter mais local.
 A relevância da ocupação do território.
 A relevância da exploração (limpeza à superfície e de infraestruturas enterradas)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
18 Jun 2012
6
Bacia de Alcântara: Desempenho-Simulação dinâmica
Modelação dinâmica: Exemplo para a Situação Atual, T=10 anos,
Perfil Longitudinal – com alargamento na secção final do Caneiro
Perfil Longitudinal – sem parede na secção final do Caneiro
Caudal máximo do trecho Marítimo do Caneiro:
Sem alargamento na descarga
A) Maré 1.95m: 85 m3/s <140
B) Maré 1m: 125 m3/s<140
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Com alargamento na descarga
A) Maré 1.95m: 92 m3/s
B) Maré 1m: 132 m3/s
Caneiro de Alcântara-Campolide
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
8
Bacias da Av. Almirante Reis e Av. da Liberdade: Desempenho
Modelação dinâmica: Situação Atual, T=10 anos, Nmaré=1,95m
Caudais de ponta
≈ 25 m3/s
≈ 10 m3/s
Perfil Longitudinal – Rua São José
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
9
Modelação dinâmica: Situação Atual, T=10 anos, Nmaré=1,95m
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
10
Soluções estruturantes analisadas - Soluções A (PGDL 2008),
B (enfase em reservas) e C (enfase desvio de caudais)
Solução B-Potenciais volumes de reserva na bacia de Alcântara (150 000 m3)
Sete Rios
Q.ta da Alfarrobeira
Praça de Espanha
Benfica-Campolide
Q.ta José Pinto
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
11
Solução: Túnel de desvio de
caudal (multifunções)
• Extensão do túnel 5 km
• Diâmetro 5,5 m (caleira, com tubagens de serviço)
• Declive médio: 0,5 e 0.7%
• Capacidade > 130 m³/s;
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
12
V < 2 m/s
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
13
Zona da obra de entrada do túnel-Campolide
Campolide
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Zona da obra de saída do túnel em Sta Apolónia
Stª Apolónia
14
Desvio dos caudais do Caneiro de
Alcântara a partir de 3 a 4 m3/s
(até lá seguem para a ETAR), e até
cerca de 100 m3/s.
Campolide
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Stª Apolónia
15
Síntese de intervenções de âmbito local
• Bacia A (Algés):
– Construção de descarregador
– Controlo na origem - trincheira de infiltração a construir no sopé de
Monsanto
• Bacia B (Jerónimos):
– Construção de descarregadores
• Bacia C (Ajuda):
– Construção de descarregadores
– Reabilitação de rede envelhecida
– Beneficiação de descarga, no rio Tejo
• Bacia D (Cordoaria):
– Reabilitação e substituição de rede
– Construção de descarregadores
– Construção de uma bacia de infiltração/retenção a céu aberto
(Monsanto, UTL)
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
16
Síntese de intervenções
• Bacia F (Estrela e Av. Inf. Santo):
– Reabilitação de rede
– Câmaras de controlo de caudal e sistemas associados
• Bacia G (Lapa):
– Reabilitação da rede
– Câmaras de controlo de caudal e sistemas associados
• Bacia I (R. do Alecrim – Cais do Sodré):
– Reabilitação da rede
– Câmaras de controlo de caudal e sistemas associados
• Bacia M1 (Alfama):
– Substituição de rede
– Reabilitação da rede de drenagem
•
Outras (Minimização de perdas cd carga, dispositivos de interceção, etc
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
17
Intervenções estruturantes e Intervenções complementares
 Túneis
 Bacias de retenção a céu aberto ( afluências pluviais de sistemas
separativos- ex. Alto da Ajuda)
 Reforço e reabilitação/reconstrução de coletores
 Reabilitação de descarregadores (controlo de caudal e de entrada
de maré)
 Captação de escoamento de superfície (sarjetas de passeio e
sumidouros com depressão)
 Intervenções de redução de perdas de carga localizadas
 Soluções de controlo na origem (retenção/infiltração)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
18
Ações adicionais complementares para a cidade do futuro
(“Smart City”)
 Atualização de cadastro e inspeção CCTV (ação em 10 anos)
 Sistema de monitorização e aviso (sensores em seções estratégicas
para medição de alturas, velocidades e transmissão de dados para
atuação e aviso)(complementar do esforço da Simtejo/ADLVT)
 Formação e capacitação para exploração e otimização da gestão de
ativos. Sensibilização
 Intervenções de deslocalização de estruturas
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
19
2º Workshop PGDL
09 de novembro de 2015
José Saldanha Matos
“ Princípio na zona o
OBRIGADO
ade".
2º Workshop PGDL
9 de novembro de 2015
António Jorge Monteiro
Soluções
“ Princípiosprioritárias
e Estratégias de
para
a Zona Oriental
Implementação
na zona
ocidental da cidade".
Síntese das
Intervenções do PGDL
Estimativa de
investimentos
Soluções prioritárias para a zona oriental
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
12-11-2015
2
Proposta de soluções prioritárias
Bacia O: Campo Grande - Olaias
Enquadramento
U
ODIVELAS
U
ODIVELAS
LOURES
S
V
LOURES
S
V
T
T
Q
Q
AMADORA
O
AMADORA
O
P
P
E
E
L
L
R
J
R
N
J
N
M2
H
M2
M1
KM1
H
I
M1
F
C
KM1
I
F
C
KE
KJL
G
KFGHI
KJL
G
KFGHI
KB
KB
KE
KCD
KCD
Bacia de Alcântara e Chelas – bacias originais e actuais
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
3
Proposta de soluções prioritárias
Bacia O: Campo Grande – Olaias
Modelação dinâmica: Caudais gerados na Situação Atual, T=10 anos
Ramo Av. G. Coutinho
Qmax =19,8 m³/s
Ramo Av. EUA
Qmax = 63,7 m³/s
Caudal que é possível passar
na secção final existente
2 x (4.20x1.75) ≈ 40 m³/s
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
Ramo Av. Sto
Condestável
Qmax =11,9 m³/s
Troço final
Qmax=104 m³/s
4
Proposta de soluções prioritárias
Bacia O: Campo Grande - Olaias
Enquadramento da desconexão
Local crítico Situação existente
Troço de montante
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
Troço de jusante
5
Proposta de soluções prioritárias
Bacia O: Campo Grande - Olaias
Reservatório das Olaias
Volume armazenado - 65 000m³
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
6
Reservatório das Olaias
• Área de implantação estimada = 11 400 m²
• Volume total estimado = 65 000m³
Estudo
geologico
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
7
Reservatório das Olaias
Local de implantação a sul da Quinta da Montanha
Vantagem:
- volume de escavação (215 600m³);
- viabilidade do Plano da Quinta da Montanha
Desvantagem:
- implantação em terrenos privados, com custo
associado a expropriações
A
B
Corte A
Perfil longitudinal
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
Corte B
8
Caudais gerados na Situação Atual, T=10 anos
7140 m2
86 000 m2 =
12 un.
com H = 1,0 m
altura de água
120 un. com H = 0,1 m
altura de água
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
9
Campo Grande - Olaias - Chelas
Solução estruturante recomendada: Túnel de
desvio Chelas-Beato
Túnel entre Chelas e Beato para desvio de
caudal e descarga direta no rio (cerca de 1 km,
D>4 m )
Inicio do túnel
Troços em vala aberta
Troço em túnel
Rede pluvial existente
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
Final do túnel
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Solução: Túnel Chelas e Beato
Perfil longitudinal do túnel
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
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Solução estruturante-Bacia Q (Avª de Berlim)
 Nova ligação pluvial ao rio Tejo pela Via
Recíproca / Av. Indico / R. Bojador DN2300
 Reforço da capacidade de coletores
Av. Infante D. Henrique e Av. Alfredo
Bensaúde
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016-2030
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10 intervenções estruturantes e complementares
1.
Túnel Monsanto-Sta Marta-Sta Apolónia
2.
Túnel de Chelas-Beato
3.
Reforço do coletor da Bacia Av. de Berlim
4.
Bacias de retenção (i.e. , Alto da Ajuda e Ameixoeira)
5.
Reabilitação/reforço de coletores de redes primárias e secundárias (ex.
coletores das margens do Caneiro de Alcântara, da Av. de Berna, do Museu
do Traje)
6.
Reabilitação do trecho final do Caneiro de Alcântara
7.
Redução de perdas de carga localizadas (Ex: câmara da Rua de S. José/R.
Telhal ou câmara junto do Hotel Mundial)
8.
Reabilitação e controlo de caudais em descarregadores (ex. D16, D17, D8.1...)
9.
Captação de escoamento de superfície (sarjetas de passeio e sumidouros)
10. Soluções de controlo na origem (infiltração)
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
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Investimentos
Intervenção
Desvio de caudais entre bacias (tuneis)
Bacia de amortecimento
Reforço e reabilitação de coletores e redes secundárias
Separação e controlo de caudais
Minimização de perdas de carga localizadas
Controlo na origem
Levantamento de cadastro e inspeção
Sistema de monitorização e aviso
Capacitação e gestão de ativos
Outras intervenções
Captação de escoamento de superfície
Relocalização de estruturas/soluções urbanísticas
Beneficiação da descarga no rio Tejo
Beneficiação do troço marítimo do Can. de Alcântara
TOTAL
Plano Geral de Drenagem de Lisboa 2016- 2030
Custo (k€)
Custo (k€)
2016-2030 2016-2020 2021-2030
70 000
70 000
0
495
365
130
75 000
30 000
45 000
8 410
3 215
5 195
2 000
1 000
1 000
1 585
85
1 500
7 000
3 500
3 500
2 400
900
1 500
1000
500
500
10 350
4 100
6 250
6 000
1 000
1350
2000
1 500
300
300
2 000
4 500
700
1050
0
178 240
113 665
64 575
14
Manutenção do valor do Património Existente
1450 km
de Rede
Valor de
Reposição
= 950 M€
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
AR08
Reabilitação
de Colectores
(1,0% a 4,0%/ano)
Mínimo para
reabilitação
9,5 M€/ano
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Recomendações para a Implementação
Cadastro e CCTV = 1 M€ (1M€/ano)
Obras
Estruturantes
Prioritárias
Outras Obras Estruturantes 5 M€
70 M€
Renovação Anual =
5 M€/ano
Revisão do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
Outras intervenções
Renovação Anual =
7 M€/ano
Renovação Anual =
10 M€/ano
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2º Workshop PGDL
9 de novembro de 2015
António Jorge Monteiro
“ Princípio na zona o
OBRIGADO
ade".
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9 de novembro 2015 Rodrigo Proença Oliveira José Saldanha