1 F ACULDADES I NTEGRAD AS DO B RASIL ESCOLA DE SAÚDE PROJETO PEDAGÓGICO NUTRIÇÃO CURITIBA 2013 2 F ACULDADES I NTEGRAD AS DO B RASIL Presidente Prof. Dr. Clèmerson Merlim Clève Direção Geral Prof. Dr. Sérgio Ferraz de Lima Direção Administrativa e Financeira Eraldo Luiz Silvestrin Direção Acadêmica Prof. Me. Jairo Marçal Assessoria da Direção Acadêmica Profa. Me. Maria Eneida Fantin Profa. Me. Mary Lane Hutner Coordenação do curso Profa. Dra. Cynthia Matos Silva Passoni 3 Carta da Direção Geral PROJETO PEDAGOGICO E A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO Em 2007 o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), das Faculdades Integradas do Brasil, passou por uma reformulação. Foi aprovado pela Portaria nº 76/07 – D.G. e determinava, no seu art. 2º: O PPI estabelece as políticas acadêmicas das Faculdades Integradas do Brasil, dando suporte para elaboração e execução do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e outros documentos institucionais, como os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs). O PPI, no seu item I – Finalidades e objetivos da instituição - assume o compromisso institucional com a aprendizagem dos alunos e com o mérito acadêmico. Essa orientação passou a ser o eixo principal para a reformulação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Depois de um trabalho incansável com a participação de professores, alunos, técnicos administrativos com a supervisão das coordenações e da Direção Acadêmica, os PPCs estão reformulados. Com os PPCs reelaborados os ganhos são expressivos, pois sistematiza o planejamento dos cursos focando a aprendizagem dos alunos, estabelecendo-se modos efetivos de se conseguir bom desempenho na relação teoria e prática e aplicação das políticas de ensino – aprendizagem. Com isso a instituição se fortalece compondo um ambiente de aprendizagem permanente. Desse modo, as Faculdades Integradas do Brasil valoriza o seu compromisso com a aprendizagem do aluno e o mérito acadêmico, contribuindo com o desenvolvimento de uma sociedade mais justa. Façamos bom uso dos PPCs. Professor Dr. Sérgio Ferraz de Lima Diretor Geral 4 Carta da Direção Acadêmica PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS – DO IDEAL À EFETIVAÇÃO O compromisso com um ensino superior de qualidade, nas suas dimensões científica, humanística e profissional, demanda necessariamente projetos capazes de oferecer, de forma objetiva e consequente, as diretrizes para a sua efetivação. Foi com esse espírito que durante mais de um ano, Professores, Coordenações de Curso e Direção Acadêmica se dedicaram ao desafio da revisão e reelaboração dos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC) de graduação das Faculdades Integradas do Brasil, disponibilizados agora à comunidade acadêmica. É importante reafirmar que o significado do termo projeto está vinculado ao desejo de fazer acontecer futuramente aquilo que idealizamos e, para que o projeto transcenda a dimensão ideal e possa concretizar-se, é necessário agir, agir com planejamento. Ora, se ideais precisam de ações planejadas para que não se tornem discursos com tendência ao esvaziamento e desvinculação da realidade, as ações, por sua vez, precisam de princípios que as sustentem e as orientem, e que não permitam que elas se submetam aos riscos de uma racionalidade estritamente operacional e desprovida de objetividade. A compreensão da profícua interdependência entre o ideal, o projeto e a ação, favorece o entendimento de que a gestão acadêmica deve se conduzir, de forma articulada e consonante, na medida das necessidades e possibilidades, com os diversos níveis de planejamento educacional, a saber: Plano Nacional de Educação, Diretrizes Curriculares Nacionais, Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC), Planos de Ação das Coordenações de Curso e Planos de Ensino Docente. Assim concebidos, os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC) das Faculdades Integradas do Brasil se constituem em instrumentos valiosos e imprescindíveis. Sua plena utilização, aliada à análise dos indicadores externos, entre outros aqueles produzidos pelo Ministério da Educação, bem como dos indicadores internos, particularmente os dados oriundos das avaliações institucionais, impulsionam a sua potencialidade e qualificam o trabalho acadêmico desenvolvido em nossa Instituição. 5 Nossa expectativa é, portanto, que os Projetos Pedagógicos dos Cursos façam parte do cotidiano dos envolvidos no processo educacional, das instâncias administrativas ao espaço das salas de aula, que possam ser experimentados, discutidos e aprimorados, em prol da consecução dos nossos compromissos e objetivos comuns. Saudações acadêmicas, Professor Jairo Marçal Diretor Acadêmico 6 F ACULDADES I NTEGRAD AS DO B RASIL SUMÁRIO 1 PERFIL DO CURSO ........................................................................................................... 7 1.1 JUSTIFICATIVA DO CURSO ....................................................................................... 7 1.2 PRINCÍPIOS NORTEADORES .................................................................................... 8 1.3 CONCEPÇÃO DO CURSO .......................................................................................... 8 1.4 OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................. 9 1.5 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ........................................................................... 10 2 ATIVIDADES ACADÊMICAS E COMPLEMENTARES .................................................... 12 2.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .......................................................................... 12 2.1.1 PROGRAMA DE MONITORIA ............................................................................. 14 2.1.2 PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA .......................................................... 16 3. PERFIL DO EGRESSO ................................................................................................... 19 4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO .................................. 20 5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO ............................................................................... 26 6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ................................................. 28 7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM .......... 287 8 APOIO DISCENTE..............................................................................................................29 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ......................................................... 34 10. ESTÁGIO CURRICULAR .............................................................................................. 35 11. ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO .......................................... 37 12 PROFESSORES............................................................................................................ 38 12.1 PERFIL DO PROFESSOR ....................................................................................... 38 12.2 ATUAÇÃO DO COORDENADOR...............................................................................39 12.2.1 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO COORDENADOR.. ... ..................40 13. COMPONENTES CURRICULARES.............................................................................. 45 14. INSTALAÇÕES FÍSICAS .............................................................................................. 87 14.1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES............................................... 87 14.2. GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES .......................................... 87 14.3. SALAS DE AULA .................................................................................................... 88 14.4. ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA .................... 89 14.5. REGISTROS ACADÊMICOS ................................................................................. 89 14.6. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ..................................................................... 90 14.6.1 QUALIDADE DOS LABORATÓRIOS.....................................................................91 14.6.2 BIOTÉRIO..............................................................................................................93 ANEXOS 7 1 PERFIL DO CURSO 1.1. JUSTIFICATIVA DO CURSO O Brasil possui dimensão continental e enorme desigualdade social que afeta, principalmente, o acesso seguro à alimentação. É necessário, portanto, que se estimule e incentive em todas as regiões o trabalho e a pesquisa, tendo em vista a promoção do desenvolvimento técnico-científico. Neste cenário, a atuação dos nutricionistas é um dos diferenciais na solução dos problemas ligados às várias questões que afligem a qualidade de vida, a segurança alimentar e nutricional contribuindo assim para a promoção do Direito Humano à alimentação adequada. Concomitantemente a este cenário, a profissão de nutricionista se solidifica com a implantação de legislação pertinente à área, como a Lei 11.947/2009, que determina o profissional nutricionista como o responsável técnico pela alimentação escolar e a Resolução do CFN n◦ 402/2007 que Regulamenta a Prescrição Fitoterápica pelos Nutricionistas. O Estado do Paraná tem se destacado no crescimento de sua população, em função dos processos migratórios os quais podem ser definidos por condicionantes socioeconômicos em suas regiões de origem. Curitiba atualmente, apresenta problemas sociais próprios do processo de metropolização das cidades, agravados pelos reflexos da crise mundial crônica do capitalismo, e das consequentes estratégias econômicas de enfrentamento da crise pautadas por princípios neoliberais. Porém, possui um IDH-M entre os mais bem colocados das capitais brasileiras, apresentando nos últimos anos alto investimento em educação e saúde, com ênfase nas áreas de atuação direta do nutricionista. As particularidades históricas, sociais, políticas, econômicas, geográficas e culturais da região, a descentralização político-administrativa, a municipalização das políticas sociais, saúde e educacional da cidade, trouxe inovações e exigências relacionadas aos processos de formulação, gestão e avaliação de políticas no âmbito do poder local, e isto pode propiciar o surgimento cada vez maior da necessidade do profissional nutricionista, o que representa possibilidades de alargamento do espaço ocupacional deste setor, considerando o homem em 8 constante interação com o meio e esta relação como produto de sua saúde nos aspectos biológicos, psicológicos e sócio educacionais. Nesta perspectiva, ressalta-se a importância de um Curso de Nutrição que se preocupe e atenda os aspectos descritos acima. 1.2. PRINCÍPIOS NORTEADORES Em consonância com o Plano de desenvolvimento Institucional- PDI os princípios norteadores do Curso de Nutrição da Instituição são: qualidade de ensino e mérito acadêmico; pautados no aprimoramento didático, no incentivo à pesquisa científica, na ética e na responsabilidade social. Para o curso de nutrição, estes princípios se traduzem no desenvolvimento de atividades práticas de complexidade crescente, iniciando na observação da assistência, por meio de visitas técnicas e participação dos alunos iniciantes nos projetos de extensão como observadores das atividades e complementa- se nos laboratórios institucionais específicos, principalmente das disciplinas Técnica Dietética; Microbiologia de Alimentos, Bioquímica de Alimentos, Tecnologia de Alimentos, Avaliação Nutricional e Terapia Nutricional entre outras. Desenvolve – se, ainda, nas práticas referentes à nutrição: estágio obrigatório e não obrigatório em várias áreas de atuação do nutricionista e ainda atividades de responsabilidade social como, por exemplo, os dias de cidadania e responsabilidade social e semanas acadêmicas e no âmbito da pesquisa, o curso de nutrição desenvolve diversos projetos de Iniciação Científica registrados institucionalmente com temas de relevância científica, pertencentes à grupos cadastrados no CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa) e em parcerias com instituições públicas como a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba e empresas privadas que produzem e distribuem alimentos e refeições. 1.3. CONCEPÇÃO DO CURSO Na década de 1940, em decorrência do processo de industrialização e da necessidade de legitimação da política social do governo, surgiu no Brasil, o profissional Nutricionista. No entanto, os cursos de Nutrição somente começaram a 9 se disseminar pelo país após a regulamentação da profissão, em 1967. Até então, estavam todos concentrados nas cidades de São Paulo, Salvador, Recife e Rio de Janeiro. A partir da regulamentação a formação do nutricionista passou a ser reconhecida como de nível superior (CFN, 2006). Em 1974, o Conselho Federal de Educação fixou o Currículo Mínimo, bem como a duração dos cursos de graduação em Nutrição, mediante a Resolução 36/74. Em 01/10/2001 foram homologadas as Diretrizes Curriculares para os cursos de Nutrição, pelo Ministro da Educação no Parecer nº 1133/2001, do Conselho Nacional de Educação (CNE). Segundo este parecer, o artigo 3º descreve o nutricionista como (...) um profissional com formação generalista, humanista e crítica, capacitado a atuar visando a segurança alimentar e a atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentam fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças em indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Desde então, o incentivo ao aprimoramento da formação do profissional vem sendo constante, visto que a transição nutricional exige vigilância e acompanhamento permanente. Atualmente, a situação alimentar e nutricional da população brasileira apresenta um quadro no qual o perfil epidemiológico é caracterizado pela coexistência de enfermidades carências e enfermidades crônico degenerativas, indicando a necessidade de profissionais preparados para dar respostas transformadoras a esse quadro. Diante disso, a profissão nutricionista vem alcançando visibilidade, encontra-se em acentuada ascensão, estando inserida em vários segmentos relacionados a prevenção, promoção e recuperação da saúde. 1.4. OBJETIVOS DO CURSO Objetivo Geral O curso de nutrição tem como objetivo geral formar nutricionistas capacitados a atuar de forma crítica, pautados em princípios éticos, em todas as áreas de conhecimento em que alimentação e a nutrição se apresentem fundamentais para a promoção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria ou manutenção da qualidade de vida. 10 Objetivos Específicos - Formar profissionais com uma visão integral do Homem, com um novo enfoque na atuação do nutricionista, ao trabalhar os aspectos bio-psicológicos e as contradições e desigualdades que o constituem nos contextos econômico e político. - Formar profissionais com visão crítica e capacidade propositiva diante das exigências da realidade alimentar e nutricional da população. - Estimular a atuação em equipes interdisciplinares norteadas pelo objetivo fundamental de melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e população, com o entendimento de que a construção do conhecimento deve servir para a emancipação dos sujeitos e o exercício da cidadania. - Promover a pesquisa científica como meio de construção da aprendizagem e produção de conhecimento científico na área e utilizá-la como base para planejamento de estratégias empresariais e programas de saúde pública. 1.5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O nutricionista, enquanto profissional da área de saúde, deve estar apto a atuar em seu campo de trabalho no enfrentamento de questões que emergem da contemporaneidade, buscando contribuir para a construção de políticas públicas, necessárias para a inclusão social e o “resgate” da cidadania plena. Com base no exposto e com o intuito de atender as demandas da sociedade, o Curso de Nutrição das Faculdades foi implantado em 2006 (PORTARIA Nº 2.665, DE 27 DE JULHO DE 2005) e seguindo as orientações das Diretrizes Curriculares nacionais, dota seus alunos das seguintes Competências e Habilidades: Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética. Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais. Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino assim como integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição. 11 Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional. Atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional, alimentar e sanitária como também em marketing em alimentação e nutrição. Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos compondo equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional. Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição bem como atividade em auditoria, assessoria, consultoria, visando a manutenção e ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas, controlando a qualidade dos alimentos. Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população. Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde, com ênfase na atenção básica em saúde. Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. Identificar as demandas presentes na sociedade, visando formular respostas profissionais para o enfrentamento da situação alimentar e nutricional da população, nutricional. caracterizada por uma clara transição epidemiológica e 12 2. ATIVIDADES ACADÊMICAS E COMPLEMENTARES A Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, ciente de que a experiência acadêmica não se restringe aos bancos escolares, oferece ao aluno um ambiente em que o conhecimento extrapola os limites tradicionais da sala de aula, colocando-o diretamente em contato com as várias linhas de conhecimento e com a comunidade onde se realiza o processo histórico-social e desta forma, promove a utilização de conteúdos multi / inter/ transdisciplinares. O Projeto Pedagógico do curso de nutrição busca a articulação da teoria com a prática, propondo além dos conteúdos curriculares descritos na matriz, atividades complementares, como: programas de Iniciação Científica; Extensão e Monitoria; Eventos Científicos e Grupos de Estudo, com o propósito de transcender a formação de profissionais generalistas e competentes tecnicamente, visando formar um profissional apto a atuar, criticar e a produzir conhecimento nas áreas de atuação do nutricionista e capaz de perceber-se como parte de um todo e neste contexto exercer de forma ativa seu papel como integrante da área da saúde na busca de uma sociedade digna. Nesse sentido, os estudos e discussões sobre os problemas socioambientais e suas implicações na saúde da população tornam-se fundamento transversal das abordagens de grande parte das disciplinas que compõem a grade e nos projetos científicos do curso de nutrição. 2.1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares são parte importante do curso de Nutrição, regidas pela resolução 01/2003 do Conselho de Ensino e Pesquisa das Faculdades Integradas do Brasil (ANEXO), e têm por função, flexibilizar o currículo, aprimorar a formação acadêmica, tendo em vista o tripé Ensino-Pesquisa-Extensão, enriquecer a formação do corpo discente de acordo com a particularidade de seus objetivos, habilidades, competências e preferências, permitindo-lhes aprimorar a interligação entre a academia e a prática profissional. Entre as modalidades de atividades complementares estão: - Eventos científicos - Disciplinas cursadas em outros cursos 13 - Iniciação Científica - Grupos de Estudo - Programas de extensão - Monitoria - Atividade de representação - Ouvinte em defesas de TCCs, dissertação e tese - Curso de LIBRAS e de idiomas - Eventos de extensão - Atividades voluntárias O aproveitamento das atividades complementares corre a partir dos seguintes critérios: - Máximo de 40% da carga horária total de 160 horas para cada modalidade. - Solicitada pelo aluno, via protocolo, durante o sétimo e oitavo períodos do curso, até o último dia do semestre letivo; - Solicitação de recontagem, prazo máximo de 30 dias. Com o intuito de viabilizar e diversificar a prática de atividades complementares, o curso de nutrição oportuniza ao aluno contato com a comunidade e com as várias linhas de conhecimento, ofertando: - Eventos Científicos: abordam temas atuais e intensificam as atividades acadêmicas, com a troca de experiências com profissionais experientes, como na Semana Acadêmica, que acontece anualmente desde a implantação do curso. - Cursos de extensão: constantes no calendário, que oferecem o aprimoramento do conhecimento específico nas áreas de foco. Dentro deste contexto, em 2012 foi implementado o Projeto Nutri Mentes, intensificando a oferta de palestras, oficinas e cursos, na maior parte, com temas e palestrantes indicados pelos alunos. - Grupo de estudo, com tema central relacionado à Prática em Nutrição Clínica e Saúde Pública. - Projetos de extensão: o de Atendimento Nutricional Ambulatorial, no qual os alunos fazem atendimento individualizado à comunidade. Os atendimentos são divididos em 3 ambulatórios: Atendimento nutricional para Crianças e adolescentes; Atendimento Nutricional para adultos e atletas e Atendimento Nutricional para Diabéticos. 14 Englobam avaliação do estado nutricional e orientação e terapia nutricional; e o Projeto de Educação Nutricional os alunos atuam em escolas, em educação nutricional e merenda escolar. - Participação em eventos científicos externos, como: no Congresso Mundial de Saúde Pública em Portugal em 2010; na Mostra Científica promovida pela Secretaria Municipal de Abastecimento em 2011 e no Congresso Brasileiro de Nutrição 2012. - Visitas técnicas a escolas, hospitais e empresas, para aproximar os alunos da realidade, especialmente no que concerne à sua organização e rotina de trabalho. - Estágios não obrigatórios, em diferentes áreas, desde os primeiros períodos do curso, permitindo ao aluno contato experimental com a rotina e tornando-o mais receptivo às atividades propostas em sala. Entre as parcerias firmadas pelas Faculdades Integradas do Brasil, podemos citar como principais para o curso de Nutrição a: Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Secretaria de Abastecimento de Curitiba, empresas nacionais e multinacionais na área de produção de refeições como a Sodexo®, GR® e Risotolandia®, além de instituições de saúde e hospitais públicos e privados como o Hospital dos Trabalhadores e o Hospital Oswaldo Cruz. - Monitoria: atividades que proporcionam ao aluno mais proximidade com realidade acadêmica. Atualmente o curso de nutrição conta com monitores na área de educação Nutricional; Avaliação Nutricional e Técnica Dietética. - Iniciação Científica, um diferencial do curso, com desenvolvimento de trabalhos relevantes, os quais contemplam linhas de pesquisa vinculadas à grupos cadastrados no Cnpq e contam com importantes parcerias com órgãos públicos e empresas privadas. Dentre as atividades complementares do curso de nutrição destacam- se a Monitoria e a Iniciação Científica. 2.1.1 Programa de monitoria O programa de monitoria faz parte das Resoluções que regulamentam as atividades complementares das Faculdades Integradas do Brasil (Anexo I). A monitoria tem por objetivo proporcionar ao aluno um contato mais próximo com realidade acadêmica, dando-lhe oportunidade de participar mais diretamente da 15 rotina pedagógica de seu curso, além de estabelecer uma relação de maior colaboração entre o corpo discente e docente. Ao monitor, sob a orientação e a responsabilidade do professor de cada disciplina, compete exclusivamente: a) auxiliar os professores na orientação dos alunos e nos trabalhos de campo, de laboratórios e de biblioteca; b) facilitar a comunicação extraclasse entre os professores e os alunos; c) atualizar a bibliografia do curso, através de pesquisas em bibliotecas e livrarias; Os monitores, indicados pelos professores, devem ter seus nomes aprovados pelo respectivo Colegiado de Curso, e se submeterão a avaliações específicas que demonstrem sua capacidade de desempenho em atividades técnicas das disciplinas; a monitoria duração de um ano, determinada pelo Conselho Superior, podendo ser interrompida a qualquer tempo por solicitação do próprio aluno ou do professor orientador. Para o ingresso na função de monitor, o aluno deverá atender aos seguintes requisitos: a) estar devidamente matriculado no curso, com frequência regular; b) ter cursado, com aproveitamento, a disciplina cuja vaga de monitoria esteja sendo ofertada; c) não estar recebendo qualquer outro tipo de bolsa-auxílio; d) não estar fazendo estágio opcional. É de responsabilidade da Coordenação do Curso elaboração e divulgação do Edital de Inscrição para monitoria, em que deve constar: a) o dia e a hora de abertura e de encerramento das inscrições, com prazo mínimo de quinze dias; b) o número de vagas por disciplina; c) o Plano de Trabalho proposto na disciplina; d) a modalidade e critérios da seleção; e) os documentos necessários; f) o local destinado ao recebimento de inscrição. Os resultados da seleção são encaminhados ao Colegiado de Curso, o qual, após dar ciência, faz o envio, à Coordenação de Pesquisa e Extensão, dos documentos dos alunos classificados para a assinatura do Termo de Compromisso. 16 A admissão do monitor é realizada, sem vínculo empregatício, durante o período letivo, em regime de quinze horas semanais de trabalho, mediante a assinatura de Termo de Compromisso. O horário de trabalho da monitoria não poderá, em hipótese alguma, prejudicar o horário das atividades do aluno em função das disciplinas em que estiver matriculado. É vedado atribuir, ao monitor, atividades didáticas próprias do professor ou funções meramente burocráticas. O aluno monitor recebe uma bolsa-auxílio de monitoria, formalizada em desconto na mensalidade. O Termo de Compromisso poderá ser cancelado a qualquer momento, tanto pelo aluno monitor, através de uma solicitação por escrito ao seu professor orientador, que a encaminhará ao Colegiado de Curso, ou pelo professor orientador, mediante requerimento fundamentado ao Coordenador do Curso. A coordenação do Curso elabora, anualmente, Relatório de avaliação das atividades do Programa de Monitoria, que é encaminhado à Coordenação de Pesquisa e Extensão para homologação. A Coordenação de Pesquisa e Extensão, após a homologação do Relatório, expede Certificado de professor orientador e de aluno monitor. É vedado ao aluno acumular mais de uma monitoria. Especificamente o curso de nutrição oferece oportunidade de monitoria para as Disciplinas: Educação Nutricional, Avaliação Nutricional e Técnica Dietética, podendo também atender as disciplinas de Bioquímica e Fisiologia quando houver demanda. 2.1.2 Programa de iniciação científica Toda Instituição de Ensino Superior deve estimular e promover a pesquisa nos domínios dos conhecimentos nela ministrados, assim como proporcionar oportunidades para que os profissionais atualizem constantemente suas competências dentro do seu campo de atuação. Neste sentido, cabe à Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil a divulgação na comunidade dos progressos relativos às suas áreas de ensino. Investir em um Projeto que fomente e 17 desperte o interesse para a investigação científica é, portanto, importante para o próprio desenvolvimento da região. Para o estabelecimento de um programa de pesquisa, é necessário definir linhas orientadoras das atividades científicas, coerentes com os objetivos da Instituição, assim como mecanismos de seleção e de avaliação sistemáticas, com a finalidade de assegurar a execução, qualidade e pertinência dos projetos. Uma das modalidades de pesquisa é exercida em nível de Iniciação Científica. Esta modalidade é estimulada como forma de motivação, principalmente nas áreas de cada curso de graduação, de tal forma que o discente possa experimentar a articulação teoria-prática em seu processo de aprendizagem ao mesmo tempo em que eleva a qualidade de ensino da própria Instituição. Segundo a resolução normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de iniciação científica visam: a) incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores qualificados; b) estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa; c) qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo; d) contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. A iniciação científica pode realizar-se com a execução de projetos de pesquisa sob orientação de professores com qualificação acadêmica e prática de pesquisa; ou ainda com planos de trabalho, em que a pesquisa do aluno se integre a um projeto mais amplo desenvolvido por professores, dentro dos grupos de pesquisa do curso. O curso de nutrição possui 3 grupos de pesquisa cadastrados no CNPq: - Promoção da saúde e do meio ambiente. - Investigação Clínica e Experimental de Doenças Humanas. - Tecnologia e desenvolvimento de Alimentos. 18 Pode- se considerar um diferencial do Curso de Nutrição o desenvolvimento de projetos com temas de relevância científica. Todos os projetos são apresentados em eventos e /ou publicados em periódicos da área e relevância social, pois promovem discussões e intervenções que visam a qualidade de vida da população e que englobam entre outras temáticas: a merenda escolar, a educação nutricional, a saúde da mulher, a saúde do idoso, os pacientes hospitalizados e/ou com necessidades especiais. 19 3. PERFIL DO EGRESSO Conforme dispõe o artigo 3° da Resolução CNE/CES N° 5 de 07/09/2001, o nutricionista é o profissional “... com formação generalista, humanista e crítica, capacitado a atuar visando a segurança alimentar e a atenção dietética em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural”. Considerando a portaria 112/04 do INEP que estabelece as diretrizes curriculares para os cursos de nutrição, o egresso desta área deverá estar capacitado tecnicamente a desenvolver ações de promoção, proteção e reabilitação da saúde em nível individual e coletivo, baseando suas condutas em evidências científicas, assumindo posições de liderança e gestão sempre permeado pela ética e comprometido com o aprimoramento permanente. O propósito maior do Curso de Nutrição é transcender a formação de profissionais generalistas e competentes tecnicamente. A formação proposta visa um profissional apto a atuar, criticar e a produzir conhecimento nas áreas de atuação do nutricionista e capaz de perceber-se como parte de um todo e neste contexto exercer de forma ativa seu papel como integrante da área da saúde na busca de uma sociedade mais digna. 20 4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO Em conformidade com as DCNs para o Curso de Graduação em Nutrição, e com os ideais de ensino próprios da Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, a matriz curricular do curso de Nutrição objetiva contribuir para a formação de um profissional generalista em sua formação intelectual e cultural, munido de um acervo amplo de informações técnicas sobre as principais áreas de atuação do nutricionista e com a prática que propicie a capacidade de diagnosticar e intervir de modo eficaz e inovador visando à promoção da qualidade de vida da população. A estrutura curricular é constantemente analisada e foi recentemente aprimorada: na matriz curricular com vigência a partir de 2013, houve a adequação de carga horária dos componentes curriculares, culminando no aumento de carga horária total para 3200 horas, de algumas nomenclaturas e de ementas, e inclusão de componentes curriculares como o de Nutrição e Esporte, o de Nutrição e Geriatria, a fim de proporcionar aprofundamento em temas relevantes e emergentes na área e a ampliação dos componentes de Metodologia da Pesquisa Cientifica e de Bioestatística com o intuito de subsidiar/qualificar os projetos de Trabalho de Conclusão de Curso. Com vistas a promover flexibilidade, parte do conteúdo programático do componente curricular Seminários ministrada no quinto período do curso, é construído pelo professor com participação ativa dos alunos e o componente Optativo ofertado no sétimo período, é escolhido pela turma (voto formal de 51% dos alunos), diante de uma lista apresentada pela coordenação do curso. Os alunos podem sugerir um novo componente de interesse desde que tenha aderência à área de atuação e coerente com as possibilidades estruturais e técnico/pessoal da instituição. A interdisciplinaridade é destacada em todos os planos de ensino e trabalhada em diversos momentos do curso, como em aulas com turmas convidadas, como acontece no componente curricular Introdução a Nutrição no qual os alunos do primeiro período assistem a apresentações de alunos de períodos posteriores como práticas de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) e projetos de extensão com conteúdos referentes à Terapia Nutricional, Saúde Pública e Gestão em Serviços de Alimentação e Nutrição, sempre com interdisciplinares. Outro exemplo: na qualificação dos projetos de TCC dos alunos do sétimo período, os alunos do oitavo (concluintes) fazem parte da banca, contribuindo com o trabalho e compreendendo de forma ativa os pontos chaves para avaliação do mérito e da 21 metodologia, sendo esta atividade também de grande valia para a arguição (defesa) do seu TCC. Abaixo a matriz curricular vigente a partir de 2013: MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE NUTRIÇÃO. PRIMEIRO PERÍODO Introdução à Ciência da Nutrição Anatomia Humana Biologia Celular Ciências Sociais Bioquímica Celular Economia Metodologia Científica e Redação para Textos Acadêmicos SEGUNDO PERÍODO Embriologia e Histologia Genética Bioquímica Aplicada à Nutrição Fisiologia Humana Estatística Técnica Dietética Imunologia TERCEIRO PERÍODO Patologia Básica Fisiologia da Nutrição Bioquímica dos Alimentos Nutrição Humana Microbiologia Avaliação Nutricional Planejamento de cardápios nos Estágios da Vida QUARTO PERÍODO Microbiologia dos Alimentos Fisiopatologia da Nutrição Educação Nutricional Nutrição Materno Infantil Parasitologia Ética e Legislação Profissional Nutrição e Geriatria Psicologia e Nutrição QUINTO PERÍODO Terapia Nutricional Materno Infantil Higiene dos Alimentos e Vigilância Sanitária Bromatologia e Análise Sensorial de Alimentos C.H. semanal 2 4 4 3 4 2 2 21 CH Práticas C.H. total teóricas 0-2 40 2-2 80 2-2 80 0-3 60 2-2 80 0-2 40 0-2 40 6-15 420 4 3 3 4 2 4 2 2-2 0-3 0-3 2-2 0-2 2-2 0-2 80 60 60 80 40 80 40 22 6-16 440 4 4 3 3 2 4 2 2-2 2-2 2-1 0-3 0-2 2-2 0-2 80 80 80 60 40 80 40 22 8-14 440 4 4 3 3 2 2 2 2 22 2-2 2-2 2-1 2-1 0-2 0-2 0-2 0-2 8-14 80 80 60 60 40 40 40 40 440 4 3 3 0-4 0-3 2-1 80 60 60 22 Farmacologia Aplicada à Nutrição Unidades de Alimentação e Nutrição Seminários em Alimentação e Nutrição Nutrição e Esporte Epidemiologia e Vigilância Nutricional SEXTO PERÍODO Terapia Nutricional do Adulto Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição Nutrição em Saúde Pública Tecnologia dos Alimentos Fitoterapia Aplicada à Nutrição Bioestatística Metodologia da Pesquisa Científica SÉTIMO PERÍODO Estágio Supervisionado em Serviço Público de Saúde Estágio Supervisionado em Segurança Alimentar Optativa Trabalho de Conclusão I OITAVO PERÍODO Estágio Supervisionado em Unidades de Alimentação e Nutrição Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica Trabalho de Conclusão II 3 3 2 2 2 22 0-3 0-3 0-2 0-2 0-2 2- 20 60 60 40 40 40 440 4 4 4 3 2 2 2 21 1-3 0-4 0-4 2-1 0-2 0-2 0-2 3-18 80 80 80 60 40 40 40 420 10 6 2 2 20 2-8 1-5 0-2 0-2 3-17 200 120 40 40 400 11 11 2 24 3-8 3-8 0-2 6-18 220 220 40 480 CARGA HORÁRIA TOTAL Atividades Complementares 160hs (a serem cumpridas durante todo o curso e protocoladas no sétimo período- 100hs e no oitavo período- 60hs) Resumo da Matriz Curricular segundo Carga Horária Carga Horária da Parte Teórico/Prático (sala de aula e laboratório) 2200 Estágio Supervisionado 760 Trabalho de Conclusão de Curso 80 Atividades Complementares 160 Carga Horária Total do Curso 3200 Em atendimento à Resolução n.02/2009, artigo 3º, parágrafo 1º, a disciplina de Língua Brasileira de Sinais - Libras é ofertada em todos os semestres, na condição de disciplina optativa. Disciplinas Eletivas Antropologia da Alimentação Psicologia Aplicada à Nutrição Informática Aplicada à Nutrição Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Nutrição, Hotelaria e Gastronomia Carga Horária 40 horas 40 horas 40 horas 40 horas 40 horas 23 Fisiologia do Exercício Tópicos Especiais em Nutrição 40 horas 40 horas As disciplinas propostas na grade currícular atendem as Competências e Habilidades previstas nas DCNs do curso: Competências e Habilidades: Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética. Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais. Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação. Atuar em políticas e em programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional. Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional. Avaliar e diagnosticar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos. Componente curricular do curso que propiciam o seu desenvolvimento: Biologia Celular; Bioquímica Celular; Embriologia e Histologia; Genética; Bioquímica Aplicada à Nutrição; Fisiologia Humana; Fisiologia da Nutrição; Bioquímica dos Alimentos; Técnica Dietética; Nutrição Humana. Ciências Sociais; Economia; Fisiologia Humana; Fisiologia da Nutrição; Técnica Dietética; Psicologia e Nutrição; Nutrição Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; Nutrição em Saúde Pública; Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; Nutrição e Geriatria; Nutrição e Esporte; Fitoterapia Aplicada a Nutrição; Terapia Nutricional do Adulto e Terapia Nutricional Materno Infantil. Ciências Nutricionais; Metodologia da Pesquisa Científica; Nutrição Humana Psicologia e Nutrição; Educação Nutricional. Introdução à Nutrição; Ciências Nutricionais; Economia; Estatística; Bioestatística; Técnica Dietética; Nutrição Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; Nutrição em Saúde Pública; Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; Nutrição em Saúde Pública; Higiene de Alimentos e Vigilância Sanitária; Nutrição Humana. Introdução à Nutrição; Psicologia e Nutrição; Patologia; Fisiologia da Nutrição; Nutrição Humana; Terapia Nutricional do Adulto; Terapia Nutricional Materno Infantil; Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; Ética e Legislação Profissional; Fitoterapia Aplicada a Nutrição. Biologia Celular; Bioquímica Celular; Embriologia e Histologia; Bioquímica Aplicada à Nutrição; Fisiologia Humana; Patologia; Fisiologia da Nutrição; Fisiopatologia da Nutrição; Bioquímica dos Alimentos; Nutrição Humana; Bromatologia e Análise sensorial de alimentos; Tecnologia dos 24 Competências e Habilidades: Planejar, organizar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas. Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição considerando a influência sociocultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população. Componente curricular do curso que propiciam o seu desenvolvimento: Alimentos; Terapia Nutriciona do Adultol; Terapia Nutricional mMaterno Infantil; Avaliação Nutricional. Introdução à nutrição; Fisiologia Humana; Microbiologia; Parasitologia; Fisiologia da Nutrição; Bioquímica dos Alimentos; Técnica Dietética; Microbiologia dos Alimentos; Nutrição Humana; Higiene dos Alimentos e Vigilância Sanitária; Unidade de Alimentação e Nutrição; Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição; Educação Nutricional. Introdução à nutrição; Biologia Celular; Bioquímica Celular; Ciências Sociais;; Economia; Bioquímica Aplicada à Nutrição; Fisiologia Humana; Estatística; Bioestatística; Fisiologia da Nutrição; Nutrição Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; Nutrição materno-infantil; Nutrição em Saúde Pública; Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; Nutrição em Saúde Pública; Fitoterapia Aplicada a Nutrição. Introdução à nutrição; Estatística; Bioestatística; Patologia; Fisiologia da Nutrição; Nutrição Atuar em equipes multiprofissionais Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; destinadas a planejar, coordenar, Nutrição materno-Infantil; Nutrição em Saúde supervisionar, implementar, Pública; Avaliação Nutricional; Educação executar e avaliar atividades na Nutricional; Administração em Saúde Pública; área de alimentação e nutrição. Metodologia Científica; Metodologia da Pesquisa; Ética e Legislação Profissional. Técnica Dietética; Microbiologia dos Alimentos; Nutrição Humana; Bromatologia e Analise Sensorial de Alimentos; Tecnologia dos Desenvolver atividades de Alimentos; Higiene dos Alimentos e Vigilância auditoria, assessoria, consultoria na Sanitária; Unidade de Alimentação e Nutrição; área de alimentação. Gestão em unidades de Alimentação e Nutrição; Educação Nutricional; Nutrição Materno Infantil; Metodologia da Pesquisa; Ética e Legislação Profissional. Terapia Nutricional; Educação Nutricional; Ética Atuar em marketing em e Legislação Profissional; Farmacologia aplicada alimentação e nutrição. à Nutrição; Tópicos Avançados em Nutrição. Microbiologia; Parasitologia; Bioquímica dos Exercer controle de qualidade dos Alimentos; Microbiologia dos Alimentos; alimentos em sua área de Bromatologia e Análise Sensorial dos Alimentos; competência. Tecnologia dos Alimentos; Higiene dos Alimentos e Vigilância Sanitária. Desenvolver e avaliar novas Biologia Celular; Bioquímica Celular; Bioquímica fórmulas ou produtos alimentares Aplicada à Nutrição; Fisiologia Humana; 25 Componente curricular do curso que propiciam o seu desenvolvimento: visando sua utilização na Patologia Básica; Imunologia; Patologia da alimentação humana. Nutrição; Fisiologia da Nutrição; Bioquímica dos Alimentos; Nutrição Humana; Bromatologia, Tecnologia dos Alimentos; Ética e Legislação Profissional; Farmacologia; Fitoterapia Aplicada a Nutrição. Biologia Celular; Bioquímica Celular; Ciências Sociais; Psicologia e Nutrição; Embriologia e Histologia; Genética; Bioquímica Aplicada à Nutrição; Fisiologia Humana; Estatística e Bioestatística; Patologia Básica; Microbiologia; Imunologia; Parasitologia; Patologia; Fisiologia Integrar grupos de pesquisa na da Nutrição; Bioquímica dos Alimentos; área de alimentação e nutrição. Microbiologia dos Alimentos; Nutrição Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; Bromatologia a Análise Sensorial, Tecnologia dos Alimentos; Avaliação Nutricional; Metodologia da Pesquisa Científica; Ética e Legislação Profissional; Fitoterapia Aplicada a Nutrição. Introdução à nutrição; Ciências Nutricionais; Investigar e aplicar conhecimentos Psicologia e Nutrição; Antropologia da Saúde; a partir de uma visão abrangente Anatomia humana; Biologia Celular; Fisiologia do ser humano integrando equipes Humana; Patologia Básica; Nutrição Humana; multiprofissionais. Dietética; Ética e Legislação Profissional. Sociologia Geral; Psicologia; Economia; Antropologia da Saúde; Bioestatística; Nutrição Atuar na formulação e execução de Humana; Epidemiologia e Vigilância Nutricional; programas de educação nutricional; Nutrição Humana; Nutrição em Saúde Pública; de vigilância nutricional, alimentar e Avaliação Nutricional; Educação Nutricional; sanitária. Administração em Saúde Pública; Metodologia Científica; Metodologia da Pesquisa; Ética e Legislação Profissional. Competências e Habilidades: 26 5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO As Faculdades Integradas do Brasil, atendendo ao disposto no artigo 44, inciso II, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96 que estabelece que seus cursos de graduação sejam “abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo”. A partir do definido na Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional, as Faculdades Integradas do Brasil instituiu, através de regimento próprio, as formas de acesso às vagas oferecidas para os cursos de graduação autorizados pelos órgãos competentes. No regimento das Faculdades Integradas do Brasil, Título IV, do Regime Escolar, Capítulo II, dos Processos Seletivos, artigos 44 e 45, define-se que o ingresso dos alunos será feito por meio de processos seletivos que objetivam avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los dentro de limite das vagas oferecidas nos cursos mantidos. Seguem os parágrafos do artigo 45 que esclarecem as possibilidades de ingresso “§ 3.º - Para o ingresso nos cursos de graduação, a Instituição utilizará como meio de seleção processos seletivos e, de forma cumulativa ou alternativa, o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. § 4.º - Os processos seletivos serão organizados e disciplinados segundo as normas estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e tornados públicos por meio de editais, nos quais constarão as informações necessárias previstas na legislação vigente. O artigo 46 estabelece que os processos seletivos devem abranger conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio, e que a classificação obtida é válida para a matrícula somente no período letivo para o qual se realiza o processo seletivo. Se restarem vagas, a instituição poderá conceder reopção de curso a candidatos inscritos em outros cursos, receber alunos transferidos de outras instituições ou portadores de diploma de graduação conforme critérios estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Com relação a transferência de alunos a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96) estabelece através do artigo 49 define que “as instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo”. 27 O capítulo IV, do regimento das Faculdades Integradas do Brasil, define procedimentos de ingresso através de transferência e de aproveitamento de estudos. De acordo com o artigo 50 “é concedida a matrícula a aluno transferido de curso superior de instituição congênere, nacional ou estrangeira, na estrita conformidade das vagas existentes, para prosseguimento de estudo no mesmo curso ou em curso afim, em conformidade da legislação vigente”. Esse mesmo artigo, nos seus parágrafos, apresenta os procedimentos e a documentação exigida para a transferência e o aproveitamento de estudos. 28 6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO A auto avaliação e as avaliações externas têm contribuído para a correção de rumos e para a consolidação da vinculação entre a competência acadêmica e a de gestão no Curso de Nutrição das Faculdades Integradas do Brasil. A auto avaliação é aplicada semestralmente aos estudantes e docentes do Curso, desde a fundação da instituição (2000). A partir da criação do SINAES (2004) e com a implementação da CPA, a auto avaliação adquiriu o formato de quatro módulos: i) avaliação por parte do corpo discente sobre o corpo docente; ii) do corpo docente sobre as turmas, coordenação de cursos e infraestrutura; iii) avaliação por intermédio de variáveis e indicadores acadêmicos qualitativos e quantitativos, da Secretaria Geral, Direção Acadêmica e Coordenação das Escolas; iv) avaliação do desempenho global da Instituição, da Coordenação Administrativa, Direção Geral, Setor Financeiro e Secretaria Geral. Em 2012, a avaliação teve seu conteúdo reformulado e tornou-se virtual, visando aprimoramento e agilidade do processo. Nas avaliações externas, o curso de Nutrição foi reconhecido com nota Máxima pelo MEC (PORTARIA Nº 795, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2008) e no ENADE, participou em 2007 com alunos ingressantes. Em 2010 o curso participou com alunos ingressantes e concluintes e obteve conceito insatisfatório. Diante deste resultado, a coordenação do curso deu início a uma série de análises e ações, objetivando um aumento real de aprendizagem. Foi elaborado um Plano de Saneamento, o qual culminou no aprimoramento de aspectos pedagógicos e também de infraestrutura. Em relação aos aspectos pedagógicos foi implementada uma nova grade curricular, com vigência a partir do primeiro semestre de 2013; elaborada pelo Núcleo estruturante e Colegiado do Curso e aprovada na 52ª reunião do CONSEPE, realizada em 18 de setembro de 2012. A reformulação contempla a: I) inserção de conteúdos curriculares como o de “Metodologia Científica e Redação para Textos Acadêmicos” no primeiro período, com o intuito de colaborar para elaboração dos trabalhos acadêmicos; o de “Planejamento de Cardápios nos estágios da Vida” no terceiro período, para aprofundar a prática de elaboração de cardápios como um diferencial do profissional nutricionista; o de “Nutrição e Esporte” e de “Nutrição e Geriatria”, para aprofundar o conhecimento e despertar interesse em áreas em ascensão; o de “Bioestatística” que foi dividida em “Estatística” no segundo período 29 e “Bioestatística” no sexto período, com o propósito de planejar o trabalho de conclusão de curso; II) realocação de período como “Psicologia e Nutrição” do primeiro período para o quarto, com adequação da ementa, objetivando ser ofertada em período no qual o aluno tem maior maturidade para identificar e trabalhar a interdisciplinaridade; III) aumento de carga horária e adequação de ementa como o de “Genética” do segundo período, com inclusão dos tópicos sobre ... erros inatos do metabolismo aplicados a nutrição e alimentos geneticamente melhorados... e a disciplina “Introdução a Nutrição” ministrada no primeiro período, com inclusão do tema Segurança Alimentar; IV) adequação de nomenclatura, tornando- as mais condizentes ao tema abordado na disciplina, como por exemplo, “Nutrição Humana II”, que passou a ser chamada de “Nutrição Materno Infantil“; V) aumento da carga horária dos estágios curriculares; VI) Adequação da carga horária total do curso (Resolução 04/2009 CNE) No âmbito da infraestrutura os resultados da auto avaliação culminaram nas seguintes melhorias: i) Aquisição de Bibliografias atendendo o número crescente de alunos e a implementação da nova grade; ii) Manutenção preventiva dos laboratórios específicos do curso e aquisição de novos equipamentos e utensílios de forma a condizer com o número de alunos e qualificar as aulas e os projetos de pesquisa desenvolvidos; iii) Atualização dos laboratórios de informática para garantia de acesso e velocidade da internet, número e qualidade dos equipamentos. 30 7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, no processo pedagógico de formação de seus alunos, garante o desenvolvimento de um conjunto de habilidades orientado para a formação do perfil esperado para cada categoria profissional. Para tanto adota os seguintes procedimentos de ensino: Aulas teóricas e práticas Excursões e visitas técnicas; Realização de seminários, palestras e conferências Desenvolvimento de projetos relevantes para a comunidade, sob orientação de professores. Especificamente no curso de nutrição, além da avaliação escrita, utiliza- se como instrumentos e estratégias de avaliação: elaboração de relatório e provas práticas nas disciplinas básicas como de Bioquímica Celular; Anatomia e Biologia Celular e também nas de Microbiologia de Alimentos; Bioquímica de Alimentos; Bromatologia e Análise de Alimentos; e Tecnologia de Alimentos; resolução de casos clínicos como na disciplina de Terapia Nutricional do Adulto; e Terapia Nutricional Materno Infantil; dinâmicas e produção de materiais como em Educação Nutricional; e Nutrição Materno Infantil. Em todas as disciplinas procura-se o desenvolvimento das habilidades de utilização de raciocínio lógico, crítico e analítico, procurando estabelecer relações formais e causais entre fenômenos, interagir criativamente face aos diferentes contextos organizacionais ou sociais, e demonstrar compreensão do todo educacional, de modo integrado, sistêmico e estratégico. Além disso, o processo de ensino-aprendizagem no curso de Nutrição contempla a abordagem das relações etnicorraciais no contexto das disciplinas da área de humanidades e da área técnica, bem como nas atividades complementares em que a inserção do tema é pertinente. Nesse sentido, busca-se atender as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Etnicorraciais e para 31 o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileiras e Africanas (Resolução CNE/CP 01/2004), que regulamenta uma política educacional voltada para a afirmação da diversidade cultural. A Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, considerando a necessidade de tempo para que o aluno que trabalha possa dedicar-se a atividades de pesquisa bibliográfica, permanência em laboratórios, execução de seus trabalhos teóricos ou práticos; discussões em grupo e fortalecimento de espírito de equipe; mantêm laboratórios e biblioteca abertos aos sábados para este tipo de atividades. A verificação do aproveitamento será feita por disciplina e por atividade integrante do currículo pleno, abrangendo a assimilação do conhecimento e a assiduidade, sendo ambas individualmente eliminatórias. Serão realizadas, no mínimo, duas avaliações bimestrais por disciplina. A critério do professor, outros processos de avaliação poderão ser utilizados, com ênfase para aqueles que permitam avaliação continuada durante a execução de projetos. A Coordenação de Curso, como membro do CONSEPE, auxilia na elaboração do calendário semestral para a realização de provas e exames finais. As condições para a aprovação por média e participação em exames finais são aquelas constantes do Regimento da Instituição 32 8. APOIO DISCENTE A coordenação do curso de Nutrição realiza atendimentos individuais dos discentes, que devem agendar com a secretaria da Escola de Saúde. Semestralmente define um calendário de reuniões com os representantes de turma para apresentação dos projetos, discussão de situações peculiares e definição dos encaminhamentos adequados. A coordenação possui à sua disposição o CEDIPE, Centro Didático Pedagógico e a Central de Estágios. O CEDIPE está articulado à Direção Acadêmica e às diversas coordenações de curso, este Centro busca contribuir para a melhoria das condições pedagógicas que interferem diretamente no processo ensino-aprendizagem, construção de uma aprendizagem mais qualitativa, democratização do saber e da interação professoraluno. Suas ações estão relacionadas aos seguintes aspectos: assessoria às coordenações de curso; atendimento individual a discentes e docentes nas dimensões pedagógicas e psicológicas; assessoria aos Projetos Pedagógicos dos diversos cursos; participação no processo de Avaliação Institucional; acompanhamento pedagógico dos alunos com bolsas de estudo; assessoria pedagógica em diversos projetos institucionais e de responsabilidade social; projetos que favoreçam a qualidade do desempenho acadêmico dos alunos; projetos que visem à formação continuada dos docentes. A Central de Estágios é o setor responsável pela organização de todas as atividades de estágio dos alunos matriculados nos cursos de graduação das Faculdades Integradas do Brasil. Coordenação de Curso e Central realizam convênios e parcerias com organizações públicas e privadas visando encaminhar os acadêmicos aos estágios para aprimoramento do desempenho profissional, em conformidade com a legislação vigente. Através de atividades especificamente desenvolvidas pela coordenação do curso de Nutrição da Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, todo semestre, e ao longo deste, são desenvolvidas atividades como Oficinas com destinação específica de nivelamento dos ingressantes, permitindo melhor aproveitamento didático das disciplinas da matriz curricular e também, são promovidos Seminários, Semanas pedagógicas, Palestras e Cursos com objetivo de aprimoramento e atualização de conteúdos específicos como parte do Projeto Nutri Mentes. 33 Como atividades de nivelamento o curso de nutrição oferta semestralmente oficinas, que são organizadas pela coordenação e/ou CEDIPE. Estas oficinas tem o objetivo de oferecer ao aluno ingressante revisão de assuntos básicos, discussão de exercício e dinâmicas; permitindo melhor aproveitamento didático das disciplinas da matriz curricular. Para a Escola de Saúde são as principais oficinas oferecidas são: Química, Gramática e Produção de Trabalhos Acadêmicos e Matemática. Além disso, a partir de 2013 está previsto o uso da plataforma Moodle para oferta de cursos de nivelamento de Química, Língua Portuguesa e Matemática. Por esse meio os alunos poderão participar de cursos à distância, sem custo, de modo a revisar e se apropriar de conhecimentos estudados anteriormente, na Educação Básica que servirão como pré-requisitos para aquisição dos conhecimentos específicos da área de nutrição. 34 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade acadêmica composta pelas disciplinas Trabalho de Conclusão I e II, oferecido aos alunos regularmente matriculados no sétimo e oitavo períodos do Curso de Nutrição. O Trabalho de Conclusão de Curso compreende a realização de uma atividade investigativa, portanto o aluno deverá elaborar um projeto sobre o objeto que deseja estudar, condizente com a formação e a ênfase oferecidas pelo Curso de Nutrição (durante o curso do componente curricular TCCI), culminando com a elaboração de um artigo científico (elaborado durante o TCCII). A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo a aplicação dos conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso. A elaboração do artigo científico deverá obedecer as Normas estabelecidas pelo periódico escolhido pelo aluno e aprovado pelo professor orientador e ser apresentada publicamente, de forma similar ao exigido em eventos técnicocientíficos de profissionais da área quando da apresentação de seus trabalhos. A nota final é composta pela média das notas estabelecidas pela banca julgadora e orientador (valor de 0-9,0) e pelo professor (a) da disciplina TCCII (valor de 0-1). A nota final do Trabalho de Conclusão de curso é a mesma atribuída ao componente curricular de TCCII. 35 10. ESTÁGIO CURRICULAR Os Estágios do Curso de Nutrição da Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil são realizados nos sétimo e oitavo períodos do curso, em locais que asseguram a participação efetiva do aluno em atividades relacionadas diretamente com a orientação acadêmica do curso, no período diurno, em conformidade com a Lei nº 6494 de 07/12/77 e regulamentada pelo Decreto nº 87497 de 18/08/82 e a Lei 11.788/08, sob supervisão composta pelo: Coordenador de Estágios, que é o próprio coordenador do curso. Conta com órgão de apoio administrativo (Central de Estágios), e efetua a supervisão de todos os projetos e documentos de estágio, em nível técnico, conceitual e metodológico. Supervisores de Estágio, professores da Instituição, com aderência à área de realização do estágio; responsáveis diretos pela orientação dos estagiários. Receptor de Estágio, profissionais nutricionistas, vinculados a instituições conveniadas, responsáveis diretos pela orientação dos alunos-estagiários. Os estágios devem propiciar a complementação da aprendizagem; planejados, executados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de formação prática, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. O curso de Nutrição mantém convênio com instituições de reconhecida seriedade na condução de estágios supervisionados, capazes de atribuir função adequada para a atuação do estagiário e contribuir para a aplicabilidade direta do aprendizado e aprimoramento de suas habilidades, com garantia da presença de um Receptor Nutricionista para acompanhamento da rotina e direcionamento da elaboração do projeto de intervenção em conjunto com o supervisor de estágios. Ao Supervisor caberá o acompanhamento e avaliação do aluno-estagiário quanto à orientação na escolha e elaboração do projeto, segmentação das etapas, acompanhamento da execução das mesmas, elaboração do relatório, interação com a instituição escolhida, complementação teórica e técnica necessárias, correções de eventuais desvios e orientação e avaliação do cumprimento das tarefas práticas do 36 estágio, além de informar e discutir com a Coordenação do curso sobre as necessidades apresentadas pelas instituições e que eventualmente não estejam cobertas pelos conteúdos curriculares, visando a constante aprimoramento do currículo. O Estágio curricular do curso de nutrição é dividido em quatro áreas, sendo: 1- Nutrição e Saúde Pública com carga horária 200 horas, realizado nas unidades de saúde vinculadas a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba. 2- Segurança Alimentar e Nutricional OU Atendimento Nutricional Ambulatorial, com carga horária 120 horas, realizado em Armazéns da Família, Escolas e outros estabelecimentos conveniados á Secretaria Municipal de Abastecimento de Curitiba. Trata- se de uma área adicional, podendo ser realizada também no Ambulatório de Nutrição da instituição ou em outro local conveniado, que atenda as exigências mencionadas acima. 3- Nutrição Clínica com carga horária 220 horas, realizado em hospitais públicos e privados e instituições de saúde que contemplem entre outras atividades, a avaliação e a terapia nutricional. 4- Serviço de Alimentação e Nutrição com carga horária 220 horas, que acontecem em empresas nacionais e multinacionais que produzem e fornecem refeições. O estágio da Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil compreende: Planejamento - estruturação das atividades do estágio, abrangendo a orientação ao aluno-estagiário. Execução - realização do projeto e vivência de situações reais. Avaliação - análise ampla e crítica do trabalho realizado. As atividades e procedimentos, relativos ao estágio supervisionado, são regidas pelo “Regulamento do Estágio Supervisionado” que será parte integrante do “Manual de Estágio Supervisionado”. 37 11. ATO AUTORIZATIVO ANTERIOR OU ATO DE CRIAÇÃO Em concordância com a Portaria No 2664 de 27 de julho de 2005, o curso de Nutrição, bacharelado, funciona com 50 vagas semestrais, no turno diurno, em turmas de no máximo, 50 (cinquentas) alunos. O curso obteve seu reconhecimento através da Portaria Nº 795, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2008, Nº 222, sexta-feira, 14 de novembro de 2008, com nota máxima (5). 38 12. PROFESSORES 12.1. PERFIL DOS PROFESSORES O curso de graduação em Nutrição das Faculdades Integradas do Brasil, atendendo as DCNs é centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem que busca a formação integral e adequada do estudante através de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Para tanto, o papel do professor é fundamental e faz – se necessário que o mesmo apresente em sua atividade docente as seguintes posturas: Disposição para entender a metodologia de ensino proposta no plano pedagógico e incorporar suas diretrizes no plano de ensino de suas aulas. Capacidade de se relacionar com outros professores e procurar integrar as disciplinas. Coordenar, com professores de diferentes disciplinas e áreas de conhecimento, as diversas atividades que os alunos desenvolverão em projetos multidisciplinares. Capacidade de desenvolver e/ou melhorar métodos de avaliação de desempenho dos educandos em sua disciplina, considerando contextos como competência técnica, iniciativa, organização, trabalho em equipe, projetos relacionados com o contexto real da profissão, etc. Capacidade de avaliar o desempenho de sua disciplina, tanto individualmente quanto no contexto de todo o Plano Pedagógico. Disposição para se aperfeiçoar, melhorar continuamente a qualidade das aulas. Considerar e explorar os conhecimentos que o aluno já contém e respeitar a sua forma de aprendizado. Sugerir otimizações tanto no Plano Pedagógico quanto no plano de ensino das disciplinas. Auto avaliar-se, de maneira a reconhecer falhas na sua didática e no trato com os alunos, e encontrar mecanismos que corrijam estas falhas. Publicar resultados desenvolvidos no curso/disciplina em periódicos e congressos da área. Estar comprometido com os objetivos do curso. 39 Enfim, ser um profissional capaz de perceber-se como parte de um todo e neste contexto exercer de forma ativa seu papel como profissional da área de saúde na busca de uma sociedade mais digna e desta forma, ser um exemplo digno de ser seguido por nossos alunos. O curso de Nutrição conta com um corpo docente de 25 professores, sendo 11 mestres (44%), 10 doutores (40%) e 4 especialistas (16%), ou seja, 84% dos docentes possuem titulação obtida em programas de pós- graduação stricto sensu. Quanto ao regime de trabalho dos docentes o curso de Nutrição tem 20% de professores horistas, 60% de professores que trabalham em regime parcial e 20% em regime integral. As disciplinas de atuação, a titulação e os regimes de trabalho de cada docente estão descritos abaixo: PROFESSOR TITULAÇÃO/ link Lattes COMPONENTE CURRICULAR Mestrado em Farmacologia 1- Adriana de Universidade Federal - Farmacologia Aplicada Oliveira Christoff à Nutrição do Paraná Regime de Trabalho Integral http://lattes.cnpq.br/36360 36838123451 - Técnica Dietética - Estágio Supervisionado em Unidades de Mestrado em Alimentação e Nutrição Tecnologia de 2- Andrea Pissato - Higiene dos Alimentos Alimentos na UFPR Peres e Vigilância Sanitária http://lattes.cnpq.br/57503 Unidade de 03596221266 Alimentação e Nutrição - Gestão em Alimentação e Nutrição Mestrado em Engenharia de Produção 3- Andre Luiz Universidade Federal - Anatomia Hoffmann de Santa Catarina Parcial Horista http://lattes.cnpq.br/53052 14551341230 Doutorado em Ciências Biológicas (Fisiologia) 4- Camila Aparecida - Fisiologia Humana Moraes Marques Universidade Federal do Rio Grande do Sul Parcial http://lattes.cnpq.br/31247 45743927800 5- Carmen Luciane Especialização em - Educação Nutricional Horista 40 PROFESSOR Sanson Abourihan TITULAÇÃO/ link Lattes COMPONENTE CURRICULAR Regime de Trabalho Vigilância Sanitária de - Fitoterapia Aplicada à Alimentos Nutrição Universidade Tuiuti do - Nutrição Humana Paraná e na área de - Planejamento de Fitoterapia pela CKS Cardápios nos Unibrasil Estágios da Vida http://lattes.cnpq.br/41968 11340436510 Doutorado em -Bioquímica de Tecnologia de Alimentos Alimentos 6- Claudia Helena - Bromatologia e Análise Universidade Federal Degáspari de Alimentos do Paraná - Tecnologia de http://lattes.cnpq.br/32350 Alimentos 25637600596 Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica- Bioquímica da Nutrição Metabolismo e 7- Cynthia Renata - Trabalho de Conclusão Nutrição de Matos Silva Universidade Estadual de Curso Passoni - Optativa Paulista Júlio de Mesquita Filho- Unesp Parcial Integral http://lattes.cnpq.br/21706 66834494921 8- Daniel Christo Mestrado em Genética pela de Universidade Federal - Imunologia do Paraná Parcial http://lattes.cnpq.br/70658 82369257051 - Avaliação Nutricional - Epidemiologia e Vigilância Nutricional - Estágio Supervisionado Especialização em em Segurança 9- Edilceia Nutrição Clínica Alimentar Domingues do Universidade Federal - Estágio Supervisionado Amaral do Paraná em Serviço Público de Ravazzani http://lattes.cnpq.br/68991 Saúde 38184946109 - Ética e Legislação Profissional - Introdução à Ciência da Nutrição Doutorado em 10- Edson Educação - Economia Francisco Stein Universidade Federal do Paraná Parcial Horista 41 PROFESSOR TITULAÇÃO/ link Lattes COMPONENTE CURRICULAR Regime de Trabalho http://lattes.cnpq.br/09392 68721663802 11- Emanuele Cristina Pesenti Mestrado em Genética Universidade Federal - Parasitologia do Paraná Horista http://lattes.cnpq.br/2227 865509063142 Mestrado em Patologia Básica 12- Gerusa Gabriele Universidade Federal - Patologia Seniski do Paraná Horista http://lattes.cnpq.br/21974 23578931214 13- Ivone Cecato Doutorado em Linguística do Português - Metodologia Científica Universidade Estadual e Redação para textos Paulista Júlio de Acadêmicos Mesquita Filho. Integral http://lattes.cnpq.br/90055 75532831074 Mestrado em Microbiologia, Parasitologia e 14- Jannaina Patologia Ferreira de Melo - Microbiologia Universidade Federal Vasco do Paraná Parcial http://lattes.cnpq.br/33364 92255928391 15- Lilian Ferrari Doutorado em Genética Universidade Federal - Metodologia da Pereira do Paraná e Toronto Pesquisa Científica University/Canadá Integral http://lattes.cnpq.br/37073 33276685938 16- Liya Mikami Doutorado em Genética Regina Universidade Federal - Genética do Paraná Integral http://lattes.cnpq.br/97893 13051688657 17- Marcio Bittencourt Mestrado em Métodos Numéricos em - Estatística Engenharia Universidade Federal - Bioestatística do Paraná http://lattes.cnpq.br/64530 Parcial 42 PROFESSOR TITULAÇÃO/ link Lattes COMPONENTE CURRICULAR Regime de Trabalho 18044949582 Especialista em - Fisiopatologia da Nutrição Clínica Nutrição Faculdade Evangélica 18- Natércia Ribeiro -Nutrição Materno Infantil do Paraná - Terapia Nutricional http://lattes.cnpq.br/21916 Materno Infantil 94715084162 19- Rodrigo Godefroid Doutorado em Zoologia Universidade Federal - Biologia Celular do Paraná Parcial Horista http://lattes.cnpq.br/67276 17260499233 Doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) 20- Rodrigo Cassio Universidade Federal - Bioquímica Celular Silva do Rio de Janeiro Parcial http://lattes.cnpq.br/01720 45142697974 - Estágio Supervisionado em Clínica Mestrado em - Nutrição e Geriatria Educação Física Universidade Gama - Nutrição e Esporte 21- Simone Biesek - Terapia Nutricional do Filho Adulto http://lattes.cnpq.br/23745 66309547463 - Seminários em Alimentação e Nutrição Mestrado em História da Ciência - Pontifícia 22- Tito Livio Universidade Católica - Psicologia e Nutrição Ferreira Vieira de São Paulo Parcial Parcial http://lattes.cnpq.br/07255 54192297813 Doutorado em História 23- Valter - Universidade Fernandes da Federal do Paraná - Ciências Sociais Cunha Filho http://lattes.cnpq.br/52978 Parcial 64191373072 24- Vera Pereira Santos Mestrado em Biologia Lucia Celular e Molecular - Embriologia e dos Universidade Federal Histologia do Paraná Horista http://lattes.cnpq.br/18476 15471286220 Especialização em - Microbiologia de 25- Willian Barbosa Análises Clínicas Alimentos Sales Instituto Brasileiro de - Fisiologia da Nutrição Pós-Graduação e Horista 43 TITULAÇÃO/ link Lattes PROFESSOR COMPONENTE CURRICULAR Regime de Trabalho Extensão http://lattes.cnpq.br/36564 01868921645 12.2. ATUAÇÃO DO COORDENADOR A Coordenação do Curso Nutrição das faculdades Integradas do Brasil é exercida pela Prof.ª Dra. Cynthia Matos Silva Passoni, a qual possui Graduação em Nutrição pela Universidade Metodista (1998); Especialização em Pacientes Hospitalizados (2000), Aprimoramento Profissional em Pediatria (2000), Mestrado (2002) e Doutorado (2005) em Fisiopatologia em Clínica Médica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- Unesp, área de concentração Metabolismo e Nutrição. Na coordenação a professora atua como mediadora entre o Projeto Pedagógico de Curso e os docentes visando a efetivação do mesmo. Realiza avaliações sobre a implantação do Projeto, levanta necessidades de mudanças e em parceria com os docentes propõe alterações, ou seja, busca assegurar a condução das práticas pedagógicas e da qualidade do desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Atualmente, é Membro titular do Comitê de Ética em Pesquisa e de Uso de Animais das Faculdades Integradas do Brasil e do Conselho de Ensino e Pesquisa-CONSEPE da instituição. Possui considerável atuação em pesquisas e consequentemente em publicações, podendo contribuir de maneira significativa na qualidade do curso. Durante toda a sua gestão recebe ótima conceito nas avaliações institucionais (processo de auto avaliação), tanto por parte dos docentes como discentes e sempre é homenageada nas colações de grau das turmas de nutrição. 12.2.1. Experiência profissional de magistério superior e de gestão acadêmica do coordenador 44 A Profa. Dra. Cynthia Matos Silva Passoni possui mais de dez anos de experiência docente, sendo desde 1999 como professora convidada (programa de mestrado) e desde 2002, como contratada. Exerce coordenação do curso de Nutrição das Faculdades Integradas do Brasil, deste 2007. 45 13. COMPONENTES CURRICULARES COM EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS: PRIMEIRO PERÍODO Disciplina: Introdução à Ciência da Nutrição Carga Horária: 40 horas Ementa: Introdução à Ciência da Nutrição. Aspectos históricos do surgimento e evolução da profissão no Brasil. O nutricionista: atribuições; áreas de atuação; identidade profissional. O Curso de Nutrição: formação e prática. A relação homemalimento na perspectiva histórica, social, antropológica e biológica. Segurança Alimentar. Bibliografias Básicas - DUTRA-DE-OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 403 p., 28cm. ISBN 8573780851. - PALMA, Domingos; ESCRIVÃO, Maria Arlete Meil Schimith; OLIVEIRA, Fernanda Luisa Ceragioli (Coord.). Guia de nutrição clínica na infância e na adolescência. Edição de Nestor Schor. 1. ed. Barueri: Manole, 2012. ISBN 9788520423615. - VIANA, Solange Veloso. Nutrição, trabalho e sociedade: uma identidade profissional em conflito. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. 167 p., 21cm. ISBN 8527103389. Bibliografias Complementares - CANESQUI, Ana Maria; DIEZ GARCIA, Rosa Wanda (Org.). Antropologia e nutrição: um diálogo possível. 1. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 303 p., 23cm. ISBN 8575410555. - GALEAZZI, Maria Antonia Martins; GALEAZZI, Maria Antonia Martins (Org.). Segurança alimentar e cidadania: a contribuição das Universidades Paulistas. 1. ed. São Paulo: Mercado de letras, 1996. 347 p., 23cm. ISBN 858572515. - LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. 1. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2005. 153 p., 24cm. ISBN 8585519851. - MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. - TIRAPEGUI, Julio. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 342 p., 29cm. 46 DISCIPLINA: ANATOMIA HUMANA Carga Horária: 80 horas Ementa: Introdução ao estudo da anatomia. Posição anatômica, planos e eixos do corpo humano, princípios de construção. Introdução ao sistema músculoesquelético. Sistema nervoso, circulatório, respiratório, digestório, urogenital, endócrino e tegumentar. Bibliografias Básicas - NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. Tradução de Jacques Vissoky. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 525 p., il., 29cm. ISBN 8573075333. - SOBOTTA, Johannes. Sobotta atlas de anatomia humana. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. v. 1 e v. 2. ISBN 8527706202. - SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. Tradução de Edson Aparecido Liberti. 2. ed. São Paulo: Manole, 1991. 713 p., il., 28cm. ISBN 8520400035. Bibliografias Complementares - CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia fundamental. 3. ed. São Paulo: Pearson Education, 1985. 586 p., il., 23cm. ISBN 8534608555. - DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 671 p., 28cm. ISBN 8573790733. - GRAY, Henry; GOSS, Charles Mayo. Anatomia. 29. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 1147 p., il., 26cm. ISBN 8522601291. - TILLMANN, Bernhard. Atlas de anatomia humana: com 1363 ilustrações. 1. ed. Barueri: Manole, 2006. 613 p., il., 28cm. ISBN 8520424449. -WOLF-HEIDEGGER, Gerhard; KÖPF-MAIER, Petra. Wolf Heidegger atlas de anatomia humana: cabeça e pescoço, tórax, abdome, pelve, PCSN, olho, orelha. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. v. 2. 438 p., il., 28cm. ISBN 8527705699. DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR Carga Horária: 80 horas Ementa: Estrutura, funções, evolução das células e níveis de organização em Biologia Celular; métodos de estudo da célula; composição química das células; membrana plasmática; mitocôndrias e respiração celular; citoesqueleto; núcleo interfásico e o armazenamento e a transferência da informação genética; divisão 47 celular e diferenciação celular; compartimentos intracelulares e transportes intracelulares; matriz extracelular. Bibliografias Básicas - ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 1463 p., il., 28cm. ISBN 8536302720. - ALBERTS, Bruce. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Colaboração de Dennis Bray et al. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 757 p., 28cm. ISBN 8573074949. - DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, Jose. Bases da biologia celular e molecular. Tradução de Celia Guadalupe Tardeli de Jesus Andrade et al. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 418 p., il., 27cm. ISBN 8522706458. Bibliografias Complementares - CARVALHO, Hernandes F.; CARVALHO, Hernandes F.; RECCO-PIMENTEL, Shirlei M. (Coord.). A célula 2001. Colaboração de Arnaldo Rodrigues dos Santos Junior, Benedicto de Campos Vidal. 1. ed. Barueri: Manole, 2001. 287 p., il., 29cm. ISBN 8520412424. - COOPER, Geoffrey M. A célula: uma abordagem molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 715 p., il., 28cm. ISBN 8573078677. - JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 327 p., il., 28cm. ISBN 8527705885. - KÜHNEL, Wolfgang. Atlas de citologia, histologia e anatomia microscópica: para teoria e prática. Tradução de Brigitte Maria Radtke. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991 - SWANSON, Carl P. A célula. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. 150 p., 23cm. ISBN 8521202296. DISCIPLINA: CIÊNCIAS SOCIAIS Carga Horária: 60 horas Ementa: As teorias do pensamento social. A relação indivíduo/ sociedade, meio ambiente, segurança alimentar e qualidade de vida. A antropologia e sua constituição como campo específico do conhecimento. O etnocentrismo, a diversidade e o relativismo cultural. Os povos indígenas, afrodescendentes e demais etnias formadoras da cultura brasileira. Antropologia da saúde. 48 Bibliografias Básicas BERGER, Peter L.; LUCHMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. Tradução de Floriano de Souza Fernandes. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. 247 p., 21cm. ISBN 8532605982. CANESQUI, Ana Maria; DIEZ GARCIA, Rosa Wanda (Org.). Antropologia e nutrição: um diálogo possível. 1. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 303 p., 23cm. ISBN 8575410555. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2002. 327 p., il., 24cm. ISBN 8516016633. Bibliografias Complementares - CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. Tradução de Ane Rose Bolner, Fabiana Horn. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 446 p., il., 27cm. ISBN 8573070986. - DEVLIN, Thomas M.; MICHELACCI, Yara M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 1083 p., 28cm. ISBN 8521203136. - MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 360 p., 27cm. ISBN 8527704625. -MURRAY, Robert K. et al. Harper: Bioquímica. Tradução de Ezequiel Waisbich, Fernando Salvador Moreno, Renato Najjar. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 919 p., il., 27cm. ISBN 8574540722. -STRYER, Lubert et al. Bioquímica. Tradução de Paulo Armando Motta. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 1000 p., il., 28cm. ISBN 8527703823. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CELULAR Carga Horária: 80 horas Ementa: Discernimento das estruturas químicas de proteínas, carboidratos, lipídeos, e ácidos nucléicos bem como a especificação das propriedades funcionais dessas biomoléculas. Bioenergética, reconhecimento das principais vias metabólicas no organismo e determinação de sua importância biológica. pH e sistema tampão. Bioquímica do sangue. Bibliografias Básicas 49 - CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. Tradução de Henrique Bunselmeyer Ferreira. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 752 p., il., 28cm. ISBN 8573076763. - LEHNINGER, Albert Lester; NELSON, David L.; COX, Michael M. Lehninger princípios de bioquímica. Tradução de Arnaldo Antonio Simões, Wilson Roberto Navega Lodi. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 975 p., il., 33cm. ISBN 8573781254. - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Bioquímica: aulas práticas. 6. ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2002. 177 p., 21cm. (Didática; v. 1). ISBN 8573350377. Bibliografias Complementares - CARVALHO, Hernandes F.; CARVALHO, Hernandes F.; RECCO-PIMENTEL, Shirlei M. (Coord.). A célula 2001. Colaboração de Arnaldo Rodrigues dos Santos Junior, Benedicto de Campos Vidal. 1. ed. Barueri: Manole, 2001. 287 p., il., 29cm. ISBN 8520412424. - COOPER, Geoffrey M. A célula: uma abordagem molecular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 715 p., il., 28cm. ISBN 8573078677. - JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 327 p., il., 28cm. ISBN 8527705885. - KÜHNEL, Wolfgang. Atlas de citologia, histologia e anatomia microscópica: para teoria e prática. Tradução de Brigitte Maria Radtke. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991 - SWANSON, Carl P. A célula. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. 150 p., 23cm. ISBN 8521202296. DISCIPLINA: ECONOMIA Carga horária: 40 horas Ementa: Introdução às ciências econômicas. A teoria econômica e a economia como ciência. Objeto da ciência econômica. Leis econômicas. Organização das atividades econômicas. Fatores de produção. Os Sistemas econômicos. Estrutura de um sistema econômico. Teoria da produção. Modos e relações de produção. A constituição das classes sociais, do Estado e as particularidades regionais. A reprodução da pobreza e da exclusão social nos contextos rural e urbano. As perspectivas contemporâneas de desenvolvimento e suas implicações sócioambientais. Bibliografias Básicas 50 - PASSOS, Carlos Roberto Martins; NOGAMI, Otto. Princípios de economia. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2003. 474 p., 24cm. ISBN 852210123. - PINHO, Diva Benevides; PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval (Org.). Manual de economia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 606 p., il., 28cm. ISBN 8502037811. - VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; GARCIA, Manuel E. Fundamentos de economia. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 240 p., 24cm. ISBN 8502023926. Bibliografias Complementares - KLIKSBERG, Bernardo. Repensando o Estado para o desenvolvimento social: superando dogmas e convencionalismos. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 92 p., 17cm. (Questões da nossa época; v. 64). ISBN 8524906774. - ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 17.ed. São Paulo: Atlas, 1997. 922 p., 21 cm. - SANDRONI, Paulo. Novo dicionário de economia. 4. ed. São Paulo: Best Seller, 1994. 649 p. ISBN 8571233721. - SILVA, César Roberto Leite da; LUIZ, Sinclayr. Economia e mercados: introdução à economia. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 220 p., 24cn. ISBN 8502031929. - STIGLITZ, Joseph E.; WALSH, Carl E. Introdução à microeconomia. Tradução de Helga Hoffmann. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 387 p., 28cm. ISBN 853521044. Disciplina: Metodologia Científica e Redação de textos Acadêmicos Carga Horária: 40 horas Ementa: A construção do conhecimento científico. Técnicas de pesquisa bibliográfica. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Noções básicas de linguagem, expressão na prática acadêmica e apresentação de textos: resenha, relatório, resumo, comunicação científica, artigos, monografia. Leitura redação e análise de textos. Correção gramatical e estilística. Exercícios de expressão oral e de produção de texto. Bibliografias Básicas - ASSUMPÇÃO, Maria Elena Ortega Ortiz; BOCCHINI, Maria Otilia. Para escrever bem. 1. ed. Barueri: Manole, 2002. 95 p., il., 21cm. ISBN 8520415288. 51 - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002. 209 p., 24cm. ISBN 8534605211. - DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes: sugestões e normas para trabalhos de conclusão de curso de graduação - TCCA e monografias de cursos de especialização. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. Bibliografias Complementares - BARROS, A. J. da S. Fundamentos de metodologia científica: um guia para iniciação científica. São Paulo: Makron Brooks, 2006. - CARVALHO, Maria Cecilia M. de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 12. ed. Campinas: Papirus, 2002. 175 p., 21cm. ISBN 8530800710. - FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 2002. 416 p., 24cm. ISBN 8508059876. - GARCIA, Luiz; GARCIA, Luiz (Org.); O GLOBO. Manual de redação e estilo. 28. ed. São Paulo: Globo, 2003. 246 p., 21cm. ISBN 8525010995. - RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 180 p., 24cm. ISBN 8522431582. SEGUNDO PERÍODO DISCIPLINA: EMBRIOLOGIA E HISTOLOGIA Carga Horária: 80 horas Ementa: Aspectos gerais da reprodução e desenvolvimento no ser humano: gametogênese, fecundação, segmentação, gastrulação, neurulação e regulação do padrão de desenvolvimento. Fertilização in vitro. Tecido Epitelial de Revestimento, Tecido Glandular, Tecido Conjuntivo Propriamente Dito (Tecido Conjuntivo Frouxo, Tecido Conjuntivo Denso Modelado e Não Modelado), Tecido Conjuntivo com Propriedades Especiais (Tecido Reticular, Tecido Elástico, Tecido Mucoso, Tecido Adiposo, Tecido Cartilaginoso e Tecido Ósseo), Tecido Muscular, Tecido Nervoso, Tecido Sangüíneo. Bibliografias Básicas - JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Histologia básica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 427 p., il., 28cm. ISBN 8527705168. 52 - MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. Tradução de Ithamar Vugman, Mira de Casrilevitz Engelhardt. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 462 p., il., 28cm. ISBN 9788535213690. - STEVENS, Alan; LOWE, James. Histologia humana. 2. ed. São Paulo: Manole, 2001. 400 p., 28cm. ISBN 8520411460. Bibliografias Complementares - CORMACK, David H. Fundamentos de histologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 365 p., il., 28cm. ISBN 8527707772. - GARCIA, Sonia Maria Lauer de; FERNÁNDEZ, Casimiro García. Embriologia. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 416 p., il., 28cm. ISBN 8573078669. -GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia: Color atlas of histology. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 413 p., il., 25cm. ISBN 8527707128. - GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Tratado de histologia: em cores. Tradução de Ithamar Vugman. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 456 p., 28cm. ISBN 8527708132. - LANGMAN, Jan; SADLER, T. W. Langman: embriologia médica. Tradução de Fernando Diniz Mundim. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 347 p., il., 28cm. ISBN 8527709724. DISCIPLINA: GENÉTICA Carga Horária: 60 horas Ementa: Bases genéticas da hereditariedade; Padrões de Herança monogênica: Genética quantitativa e herança multifatorial; Noções de genética molecular; Bases moleculares da hereditariedade; Interações entre genótipo e ambiente; Variação na expressão dos genes; Importância do ambiente na expressão gênica; Genética das doenças comuns; Produtos geneticamente modificados. Bibliografias Básicas -GRIFFITHS, Anthony J. F. et al. Introdução à genética. Tradução de Paulo Armando Motta. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 7944 p., il., 28cm. ISBN 8527707209. 53 -THOMPSON, James J. et al. Thompson & Thompson: Genética médica. Tradução de Paulo Armando Motta. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 390 p., il., 29cm. ISBN 8527707500. - VOGEL, F.; MOTULSKY, A. G. Genética humana: problemas e abordagens. Tradução de Paulo Armando Motta. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 677 p., il., 28cm. ISBN 8527705540. Bibliografias Complementares - ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 1463 p., il., 28cm. ISBN 8536302720. - BROWN, T. A. Genética: um enfoque molecular. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 340 p., il., 28cm. ISBN 8527705214. - BURNS, George W.; BOTTINO, Paul J. Genética. Tradução de João Paulo de Campos, Paulo Armando Motta. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 381 p., il., 28cm. ISBN 8527701847. - FARAH, Solange Bento. DNA: segredos e mistérios. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2007. 538 p., il., 27cm. ISBN 9788573781731. - JORDE, Lynn B. et al. Genética médica. Tradução de Paulo Armando Motta. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 297 p., 28cm. ISBN 8527705826. DISCIPLINA: BIOQUÍMICA APLICADA À NUTRIÇÃO Carga Horária: 60 horas Ementa: Integração das vias metabólicas de proteínas, carboidratos e lipídeos com patologias nutricionais. Análise de casos teórico e científico relacionando a identificação das vias metabólicas com a prática nutricional. Bibliografias Básicas - DEVLIN, Thomas M.; MICHELACCI, Yara M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 1083 p., 28cm. ISBN 8521203136. - GRAW, Allan et al. Bioquímica clínica: um texto ilustrado em cores. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 163 p., il., 30cm. ISBN 8527706571. - LEHNINGER, Albert Lester; NELSON, David L.; COX, Michael M. Lehninger princípios de bioquímica. Tradução de Arnaldo Antonio Simões, Wilson Roberto Navega Lodi. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 975 p., il., 33cm. ISBN 8573781254. 54 Bibliografias Complementares - CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. Tradução de Henrique Bunselmeyer Ferreira. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 752 p., il., 28cm. ISBN 8573076763. - CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. Tradução de Ane Rose Bolner, Fabiana Horn. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 446 p., il., 27cm. ISBN 8573070986. - MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. -STRYER, Lubert et al. Bioquímica. Tradução de Paulo Armando Motta. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 1000 p., il., 28cm. ISBN 8527703823. - VOET, Donald; VOET, Judith G.; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de bioquímica. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 900 p., 29cm. ISBN 8573076771. DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA Carga Horária: 80 horas Ementa: Fisiologia dos sistemas: nervoso, muscular, endócrino, reprodutor, circulatório, urinário, respiratório, digestório, e fisiologia do equilíbrio ácido básico, metabolismo hidroeletrolítico, meio interno do sangue e lipoproteínas. Bibliografias Básicas -BERNE, Robert M. et al. Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 1082 p., 27cm. -GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana. Tradução de Charles Alfred Esberard. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 560 p., il., 26cm. ISBN 8520102301. - GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. Tradução de Charles Alfred Esberard et al. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 969 p., il., 28cm. ISBN 8527707136. Bibliografias Complementares - AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 934 p., il., 28cm. ISBN 8527705397. - DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p., 28cm. - HOUSSAY, A. B; CINGOLANI, H. E. Fisiologia humana de Houssay. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 1124 p., 28cm. 55 - TORTORA, Gerard J. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Tradução de Cláudia L. Zimmer, Ane Rose Bolner. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 629 p., il., 28cm. ISBN 8573076755. - MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 359 p., il., 28cm. ISBN 8573790695. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA Carga Horária: 40 horas Ementa: Fundamentos de Matemática para Estatística. População e Amostra. Variáveis quantitativas e qualitativas. Técnicas de representação gráfica. Distribuição de frequência. Medidas de tendência central. Medidas de dispersão. Probabilidade. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Distribuição Normal. Distribuição Binomial. Bibliografias Básicas - CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 234 p., il., 23cm. ISBN 850208560. - OVALLE, Ivo Izidoro; TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística Básica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 459 p., il., 21cm. ISBN 8522417911. - SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática e estatística aplicada. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 159 p., 24cm. ISBN 8522422699. Bibliografias Complementares - DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. Tradução de Alfredo Alves de Farias. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 346 p., il., 24cm. (Essencial). ISBN 8502036289. -LEVINE, David M. et al. Estatística: teoria e aplicações usando o Microsoft Excel em português. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. 819 p., il., 27cm. ISBN 8521614195. - MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 417 p., 24cm. ISBN 8522432031. - MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de O. Estatística básica. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. 540 p., 24cm. ISBN 9788502136915. 56 - TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Tradução de Vera Regina Lima de Farias Flores. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. 656 p., il., 27cm. ISBN 8521614314. DISCIPLINA: TÉCNICA DIETÉTICA Carga Horária: 80 horas Ementa: Fundamentos da técnica dietética. Métodos e técnicas de seleção, manipulação, pré preparo, cocção, conservação e armazenamento dos alimentos no Laboratório Dietético. Pesos e medidas. Estudo dos grupos de alimentos (ovos, laticínios, carnes, leguminosas, cereais, massas e pães, vegetais folhosos e legumes, frutas, óleos, gorduras e açúcares) enfocando suas características físicas, químicas, biológicas, sensoriais, nutricionais, conceituação e fundamentação teórica. Planejamento e custo de cardápios e preparações. Bibliografias Básicas - EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 450 p., il., 27cm. - ORNELLAS, Lieselotte Hoeschl. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 7. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 330 p., il., 21cm. ISBN 8574540668. - PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica diética. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. 390 p., 23cm. ISBN 852041527X. - TEICHMANN, Ione Mendes. Tecnologia culinária. 1. ed. Caxias do Sul: EDUSC, 2000. 355 p., 27cm. (Hotelaria). ISBN 8570611315. Bibliografias Complementares - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Alimentos regionais brasileiros. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 138 p., il., 30cm. - COX, Edith M.; FRANCIS, Cheryl E. O grande livro da cozinha saudável: técnicas, materiais, equipamentos e receitas. Tradução de Barbara Theoto Lambert. 4. ed. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1992. 239 p., il., 25cm. ISBN 8506014605. - FRANCO, Guilherme. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 307 p., 27cm. ISBN 8573791349. - USBERCO, João. A composição dos alimentos: a química envolvida na alimentação. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 80 p., 27cm. 57 - FIGUEIREDO, Roberto Martins. As armadilhas de uma cozinha. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. v. 3. 217 p., 23cm. (Coleção Higiene dos Alimentos). DISCIPLINA: IMUNOLOGIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Sistemas de defesa do organismo. Antígenos e imunogenicidade. Anticorpos. Sistema Complementar. Interações antígeno anticorpo. Imunologia: as interações e as funções celulares, reações mediadas por células. Imunogenética. Modelo de integração dos processos imunológicos. Imunização. Mecanismos de lesão tecidual produzidos por reações imunológicas. Anticorpos monoclonais. Bibliografias Básicas -BENJAMINI, Eli; COICO, Richard; SUNSHINE, Geoffrey. Imunologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 288 p., il., 28cm. ISBN 8527707098. - LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 631 p., il., 28cm. ISBN 8536300787. -ROITT, Ivan; BROSTOFF, Jonathan; MALE, David. Imunologia. Tradução de Ida Cristina Gubert. 6. ed. Barueri: Manole, 2003. 481 p., il., 28cm. ISBN 8520414397. Bibliografias Complementares - ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. 4. ed. São Paulo: Elsevier, 2005. 580 p., il., 28cm. ISBN 857309642. - PEAKMAN, Mark; VERGANI, Diego. Imunologia: básica e clínica. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 327 p., il., 27cm. ISBN 852770515. - PELCZAR JR., Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Colaboração de Merna F. Pelczar. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. ISBN 8534601968. - SILVA, Wilmar Dias da; MOTA, Ivan. Bier imunologia: básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 385 p., il., 28cm. ISBN 8527708337. - STITES, Daniel P.; TERR, Abba L. Imunologia básica. Tradução de José Mauro Peralta, Lucia Martins Teixeira, Alexandre Januário da Silva. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 187 p., il., 27cm. ISBN 8527709287. 58 TERCEIRO PERÍODO DISCIPLINA: PATOLOGIA BÁSICA Carga Horária: 80 horas Ementa: Introdução à Patologia. Conceito de doença. Divisões e modalidades de estudo da Patologia. Desenvolvimento da tecnologia e sua influência no desenvolvimento da Patologia. Correlação dos dados anatômicos com os sinais e sintomas clínicos. Injuria e morte celular. Degenerações e necrose. Morte somática. Alterações da circulação e dos fluidos do organismo. Edema; hiperemia ou congestão; isquemia; trombose; embolismo; infarto; hemorragia; choque. Imunopatologia. Inflamação e reparo. Alterações do crescimento celular. Neoplasias. Bibliografias Básicas - BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 1328 p., il., 27cm. ISBN 8527706113. - MONTENEGRO, Mario Rubens; FRANCO, Marcelo. Montenegro e Franco patologia: processos gerais. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 320 p., 28cm. - RUBIN, Emanuel et al. Rubin, patologia: bases clinicopatológicas da medicina. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1625 p., 28cm. ISBN 8527711443. Bibliografias Complementares - FARIA, José Lopes de. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 298 p., il., 28cm. ISBN 8527708310. - GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. Tradução de Charles Alfred Esberard et al. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 969 p., il., 28cm. ISBN 8527707136. - LEHNINGER, Albert Lester; NELSON, David L.; COX, Michael M. Lehninger princípios de bioquímica. Tradução de Arnaldo Antonio Simões, Wilson Roberto Navega Lodi. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 975 p., il., 33cm. ISBN 8573781254. - MOHAN, Harsh. Textbook of pathology. 5. ed. New Delhi: Jaypee brothers, 2005. 977 p., 28cm. 59 - KUMAR, V.; ABBAS, A.K.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran patologia: bases patológicas das doenças. Tradução de Maria da Conceição Zacharias. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 1592 p., il., 28cm. ISBN 9788535213911. DISCIPLINA: FISIOLOGIA DA NUTRIÇÃO Carga Horária: 80 horas Ementa: Estudo do funcionamento dos mecanismos de absorção, digestão e utilização dos nutrientes pelo organismo humano. Metabologia. Estudo dos sistemas: renal, hepato-biliar, pancreático, cardiovascular, pulmonar e neurológico com ênfase aos aspectos fundamentais para a ciência da nutrição. Bibliografias Básicas - DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p., 28cm. -GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana. Tradução de Charles Alfred Esberard. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 560 p., il., 26cm. ISBN 8520102301. - GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Tratado de fisiologia médica. Tradução de Charles Alfred Esberard et al. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 969 p., il., 28cm. ISBN 8527707136. Bibliografias Complementares - AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 934 p., il., 28cm. ISBN 8527705397. -DAVIES, Andrew; BLAKELEY, Asa G. H.; KIDD, Cecil. Fisiologia humana. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 980 p., 25cm. - FOX, Stuart Ira. Fisiologia humana. Tradução de Marcos Ikeda. 7. ed. Barueri: Manole, 2007. 726 p., il., 28 cm. ISBN 9788520414736. - KAWAMOTO, Emilia Emi. Anatomia e fisiologia humana. 2. ed. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 2003. 189 p., il., 21cm. ISBN 8512127201. - MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 681 p., il., 28cm. ISBN 8527704471. 60 DISCIPLINA: BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS Carga Horária: 60 horas Ementa: Estudo, conhecimento e controle das reações que ocorrem nos alimentos, nas matérias primas alimentares e/ou em seus componentes individuais. Alterações de ordem química, bioquímica e fisiológica que afetam a qualidade e interferem na conservação dos alimentos. Bibliografias Básicas - BOBBIO, Florinda Orsati; BOBBIO, Paulo A. Introdução à química de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 238 p., 24cm. ISBN 8585519029. - BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda Orsati. Química do processamento de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2001. 140 p., 24cm. ISBN 8585519126. - COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 367 p., 23cm. Bibliografias Complementares - EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 450 p., il., 27cm. - EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 652 p., il., 27cm. ISBN 857379075. - SALINAS, Rolando D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 278 p., 23cm. ISBN 8573079916. - USBERCO, João. A composição dos alimentos: a química envolvida na alimentação. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 80 p., 27cm. -WOLKE, Robert L.; LONDRES, Helena. O que Einstein disse a seu cozinheiro: a ciência na cozinha. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 299 p., il., 24cm. ISBN 9788571106925. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO HUMANA Carga Horária: 60 horas Ementa: Nutrição e alimentação do adulto saudável. Guias alimentares. Macro e micronutrientes. Necessidades e recomendações nutricionais. Cálculo e análise de dietas. Aplicabilidade e recomendações nutricionais. Biodisponibilidade. 61 Bibliografias Básicas - COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 992 p., 24cm. - DUTRA-DE-OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 403 p., 28cm. ISBN 8573780851. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. Bibliografias Complementares - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. - PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 131 p., 25cm. ISBN 8573796782. - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. - TIRAPEGUI, Julio. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 342 p., 29cm. - ILSI Brasil. Uso e aplicações das “Dietary Reference Intakes” DRIs. São Paulo, ILSI/SBAN, 2001 DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Características e classificação dos micro-oganismos; nomenclatura bacteriana; morfologia estrutura das bactéria; cultivo microbiano; reprodução, crescimento e metabolismo bacteriano; antibióticos e outros agentes quimioterápicos; fungos: classificação, morfologia e aspectos fisiológicos; conceitos básicos de virologia. Bibliografias Básicas 62 - LUZ NETO, Leonardo Severo da; REIS, Pedro Aguiar dos; VOLPI, Roseli. Microbiologia e parasitologia. 1. ed. Goiânia: AB, 2003. 97 p., il., 21cm. ISBN 8574980811. - PELCZAR JR., Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Colaboração de Merna F. Pelczar. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. ISBN 8534601968. - TRABULSI, L.R. et al. MICROBIOLOGIA. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 718 p., il., 28cm. ISBN 8573796812. Bibliografias Complementares - BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. 829 p., il., 28cm. ISBN 8527706989. - LEVINSON, Warren; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 631 p., il., 28cm. ISBN 8536300787. -MURRAY, Patrick R. et al. Microbiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 762 p., il., 28cm. ISBN 8527708779. - TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 827 p., il., 28cm. ISBN 857307678. - WALTER, Reni; KOCH, Rosi M.; BARRA, Claudia Ribas. Microbiologia imunologia parasitologia. 2. ed. Curitiba: Século XXI, 2002. 127 p., il., 22cm. DISCIPLINA: AVALIAÇÃO NUTRICIONAL Carga Horária: 80 horas Ementa: Determinantes do estado nutricional da população. Avaliação do estado nutricional: indicadores antropométricos, clínicos, bioquímicos e de consumo alimentar. Inquéritos dietéticos: aplicabilidade, vantagens e desvantagens. Metodologia de inquéritos dietéticos para estudos populacionais. Avaliação nutricional do paciente hospitalizado. Avaliação subjetiva global. Técnicas de avaliação da composição corporal. Avaliação do estado nutricional da população. Bibliografias Básicas - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. 63 - FISBERG, Regina Mara et al. Inqueritos alimentares: métodos e bases cientifícos. 1. ed. Barueri: Manole, 2005. 334 p., 23cm. ISBN 8520416381. - VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividades. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 186 p., 23cm. ISBN 9788532803757. Bibliografias Complementares - Colaboração de Adriana Lúcia van-Erven Ávila et al. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional serviço de nutrição e dietética do Instituto do Coração HCFMUSP. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 217 p., 23cm. - DEVLIN, Thomas M.; MICHELACCI, Yara M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 1083 p., 28cm. ISBN 8521203136. SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. - WAITZBERG, Dan Lineetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. v. 2. 1199 p., 29cm. ISBN 9788573792553. - FAGUNDES, A. A. et al. Vigilância alimentar e nutricional - SISVAN: orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 119 p., il., 28 cm.. ISBN 8533408242. DISCIPLINA: PLANEJAMENTO DE CARDÁPIOS NOS ESTÁGIOS DA VIDA Carga Horária: 40 horas Ementa: Cálculo e análise de dietas e cardápios. Planejamento alimentar adequado e adaptados aos estágios da vida. Lista de substituições. Bibliografias Básicas - DUTRA-DE-OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 403 p., 28cm. ISBN 8573780851. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. 64 - PINHEIRO, Ana Beatriz Vieira et al. Tabela para avaliação de consumo alimentar em medidas caseiras. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 131 p., 25cm. ISBN 8573796782. Bibliografias Complementares - COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 992 p., 24cm. - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. - TABELA brasileira de composição de alimentos - TACO: versão 2. Universidade Estadual de Campinas. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2006. 113 p., 29cm. - TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios: técnicas e criatividade. 5. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. 141 p., il., 23cm. (Hotelaria). ISBN 8570611331. - TIRAPEGUI, Julio. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2001. 342 p., 29cm. QUARTO PERÍODO DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS Carga Horária: 80 horas Ementa: Fontes de contaminação. Microorganismos indicadores de condições higiênico-sanitárias dos alimentos. Alterações físicas, químicas e biológicas dos alimentos. Incidência de microrganismos patogênicos em alimentos e seu controle. Doenças veiculadas por alimentos de origem microbiana. Conservação dos alimentos. Bibliografias Básicas - FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 182 p., 27cm. (Biblioteca biomédica). ISBN 8573791217. - PELCZAR JR., Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Colaboração de Merna F. Pelczar. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. ISBN 8534601968. - TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 827 p., il., 28cm. ISBN 857307678. 65 Bibliografias Complementares - BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2002. 829 p., il., 28cm. ISBN 8527706989. - FIGUEIREDO, Roberto Martins. SSOP - Padrões e procedimentos operacionais de sanitização: RPR - Programa de redução de patógenos; manual de procedimentos e desenvolvimento. 1. ed. São Paulo: R.M. Figueiredo, 1999. v. 1. - LUZ NETO, Leonardo Severo da; REIS, Pedro Aguiar dos; VOLPI, Roseli. Microbiologia e parasitologia. 1. ed. Goiânia: AB, 2003. 97 p., il., 21cm. ISBN 8574980811. - SPICER, W. John. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 224 p., il., 30cm. ISBN 8527707519. -WINN, Washington C. et al. Koneman diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. Tradução de Eiler Fritsch Toros et al. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1565 p., il., 28cm. ISBN 9788527713771. DISCIPLINA: FISIOPATOLOGIA DA NUTRIÇÃO Carga Horária: 80 horas Ementa: Fisiopatologia, agentes etiológicos, quadro clínico, prevalência e incidência, tratamento médico e terapia nutricional das principais enfermidades dos sistemas: digestório, renal, hepato-biliar, pancreático, cardiovascular, pulmonar, neurológico e psiquiátrico. Doenças endócrino-metabólicas. Imunodeprimidos e Queimados. Neoplasias. Alergias e intolerâncias alimentares. Doenças com indicação de alimentação especial. Bibliografias Básicas - BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 1328 p., il., 27cm. ISBN 8527706113. - RUBIN, Emanuel et al. Rubin, patologia: bases clinicopatológicas da medicina. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1625 p., 28cm. ISBN 8527711443. 66 - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. Bibliografias Complementares - DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p., 28cm. - FARIA, José Lopes de. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações clínicas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 298 p., il., 28cm. ISBN 8527708310. - MONTENEGRO, Mario Rubens; FRANCO, Marcelo. Montenegro e Franco patologia: processos gerais. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 320 p., 28cm. - WAITZBERG, Dan Lineetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. v. 1. 1289 p., 29cm. ISBN 9788573792553. -ANDREOLI, Thomas E. et al. Cecil medicina interna básica. Tradução de Maria de Fátima Azevedo, Nephtali Segal Grinbaum. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. 771 p., il., 27cm. ISBN 8527703033. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO MATERNO INFANTIL Carga Horária: 60 horas Ementa: Estudo da promoção e da manutenção da saúde do grupo materno-infantil (gestante, nutriz e criança do nascimento a adolescência), bem como as necessidades e recomendações nutricionais. Aleitamento materno. Crescimento e esquema alimentar da criança no primeiro ano de vida, idade pré-escolar, escolar e adolescência. Problemas atuais da nutrição materno-infantil. Bibliografias Básicas - MONTEIRO, Jacqueline Pontes; CAMELO JUNIOR, José Simon. Caminhos da nutrição e terapia nutricional: da concepção à adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. - VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 628 p., 25cm. ISBN 9788577710096. 67 - ACCIOLY, Elizabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2.ed. Rio de Janeiro: Cultura médica, 2012. 657p., 28 cm. ISBN 9788570064448. Bibliografias Complementares - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de 2 anos: um guia para o profissional da saúde na atenção básica. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 38 p., il., 30cm. - COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 992 p., 24cm. - FEFERBAUM, Rubens. Nutrição do recém-nascido. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 600p., il., 27cm. ISBN 8573795689. - PALMA, Domingos; ESCRIVÃO, Maria Arlete Meil Schimith; OLIVEIRA, Fernanda Luisa Ceragioli (Coord.). Guia de nutrição clínica na infância e na adolescência. Edição de Nestor Schor. 1. ed. Barueri: Manole, 2012. ISBN 9788520423615. - SILVA, Ana Paula Alves da; CORRADI, Gabriela Ackel; ZAMBERLAN, Patrícia. MANUAL de dietas hospitalares em pediatria: guia de conduta nutricional. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 310 p., 25cm. DISCIPLINA: PARASITOLOGIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Morfologia e ciclo biológico dos parasitas. Diagnóstico, epidemiologia e profilaxia de organismos parasitas transmitidos ao ser humano e que interferem na saúde humana. Ciclos biológicos, mecanismos implicados nos parasitismos e os aspectos taxonômicos, fisiológicos, ecológicos e evolucionários. Bibliografias Básicas - CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAM, Sérgio. Cimermam parasitologia humana: e seus fundamentos gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 390 p., 28cm. - CIMERMAN, Benjamin; FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. 1. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002. 105 p., il., 28cm. ISBN 8573791578. 68 - NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. Colaboração de Alan Lane de Melo, Pedro Marcos Linardi, Ricardo W. Almeida Vitor. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 494 p., il., 28cm. (Biblioteca biomédica). ISBN 8573797371. Bibliografias Complementares - LUZ NETO, Leonardo Severo da; REIS, Pedro Aguiar dos; VOLPI, Roseli. Microbiologia e parasitologia. 1. ed. Goiânia: AB, 2003. 97 p., il., 21cm. ISBN 8574980811. -MARKELL, Edward K.; JOHN, David T.; KROTOSKI, Wojciech A. Markell & Voge Parasitologia médica. Tradução de Ione Irulegui, Cláudia Lúcia Caetano de Araújo. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 447 p., il., 28cm. ISBN 8527707896. - REY, Luís. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 856 p., il., 28cm. ISBN 8527706776. - SPICER, W. John. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 224 p., il., 30cm. ISBN 8527707519. - HINRICHSEN, Sylvia Lemos. DIP doenças infecciosas e parasitárias. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 1098 p., il., 27,5 cm. ISBN 9788527709446. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E GERIATRIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Alterações degenerativas do envelhecimento. Cuidado nutricional em geriatria. Planejamento alimentar adequado e adaptado as alterações comuns da idade. Terapia Nutricional. Bibliografias Básicas - BUSNELLO, Fernanda Michielin. Aspectos nutricionais no processo do envelhecimento. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 292 p., 25cm. ISBN 8573799002. - FRANK, Andreá Abdala; SOARES, Eliane de Abreu. Nutrição no envelhecer. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 300p., il., 27cm. ISBN 8573795417. - VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 628 p., 25cm. ISBN 9788577710096. Bibliografias Complementares 69 - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. - DOUGLAS, Carlos Roberto. Fisiologia aplicada à nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p., 28cm. - DUTRA-DE-OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 403 p., 28cm. ISBN 8573780851. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. - REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. 580 p., 23cm. ISBN 8587600370. DISCIPLINA: EDUCAÇÃO NUTRICIONAL Carga Horária: 60 horas Ementa: Educação nutricional: conceituação, objetivos e histórico. Processo ensinoaprendizagem em educação nutricional. Bibliografias Básicas - DUTRA-DE-OLIVEIRA, José Eduardo; MARCHINI, J. Sérgio. Ciências nutricionais. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 403 p., 28cm. ISBN 8573780851. - LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. 1. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2005. 153 p., 24cm. ISBN 8585519851. - MALUF, Angela Cristina Munhoz. Atividades recreativas para divertir e ensinar. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 55p., 18cm. ISBN 9788532631886. Bibliografias Complementares - ACCIOLY, Elizabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2.ed. Rio de Janeiro: Cultura médica, 2012. - BURGOS, Miria Suzana (Coord.). Saúde no espaço escolar: ações integradas de educação física, enfermagem e odontologia para crianças e adolescentes. Miriam Beatris Redcziegel et al. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2006. 286p., 23cm. ISBN 8575781502. - FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 26. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. 148 p., 17cm. ISBN 8521902433. 70 - FREIRE, Paulo; GADOTTI, Moacir. Educação e mudança. Tradução de Lillian Lopes Martin. 27. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. 79 p., 21cm. (Educação e Comunicação). ISBN 8521900147. - PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA. Alimentação infantil. 1. ed. Curitiba: Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, 2007. 83p., il., 21cm. DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Carga Horária: 40 horas Ementa: Aspectos filosóficos da ética. Objeto da ética. Bioética. Código de ética do nutricionista. Regulamentação da profissão de nutricionista. Associação brasileira de nutrição. Conselhos Federal e Regionais de nutricionistas. Equipes de saúde. Bibliografias Básicas - CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 108 p., 21 cm. ISBN 853262131-7. SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 253 p., 24cm. ISBN 8522429464. - SANCHES, Mário Antonio. Bioética: ciência e transcendência. 1. ed. São Paulo: Loyola, 2004. 135 p., 23cm. ISBN 8515027917. Bibliografias Complementares - CÓDIGO de ética do nutricionista: resolução CFN nº 334/2004. 1. ed. Brasília: Ed. do autor, 2004. 21 p., 28 cm. - NOVAES, Adauto; NOVAES, Adauto. Ética. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 395 p., 23cm. ISBN 8571642109. - PESSINI, Leo; BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de (Org.). Fundamentos da bioética. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2009. 241 p., 22cm. ISBN 9788534905749. - VIANA, Solange Veloso. Nutrição, trabalho e sociedade: uma identidade profissional em conflito. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 1996. 167 p., 21cm. ISBN 8527103389. WWW.CRN8.com.br 71 DISCIPLINA: PSICOLOGIA E NUTRIÇÃO Carga Horária: 40 horas Ementa: Psicologia como ciência: definição, objeto e ramos da Psicologia. Processos psíquicos básicos. A subjetividade e a relação com as esferas oroalimentares. Psicopatologia e Nutrição: Transtornos Alimentares e psíquicos que interferem na alimentação e na adesão ao tratamento nutricional. Bibliografias Básicas - BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 368 p., 23cm. ISBN 8502029002. -BRUSSET, Bernard; BRUSSET, Bernard; COUVREUR, Catherine; FINE, Alain (Org.). A bulimia. Tradução de Monica Seincman; Colaboração de Christine Vindreau, Philippe Jeammet, Joyce McDougall. 1. ed. São Paulo: Escuta, 2003. 210 p., 21cm. ISBN 8571372160. URRIBARRI, Rodolfo et al. Anorexia e bulimia. 1. ed. São Paulo: Escuta, 1999. 153 p., 21cm. ISBN 8571371482. Bibliografias Complementares - ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto (Org.). O doente, a psicologia e o hospital. Heloisa Benevides de Carvalho Chiattone; Êdela Aparecida Nicoletti. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 2002. 110 p., 24cm. ISBN 8522101884. - BIDAUD, Éric. Anorexia mental, ascese, mística: uma abordagem psicanalítica. Tradução de Dulce Duque Estrada. 1. ed. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 1998. 148 p., 23cm. ISBN 8585717122. - DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. Tradução de Lenke Perez. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2001. 798 p., il., 25cm. ISBN 8534611254. - FIGUEIREDO, Luís Claudio M.; SANTI, Pedro Luiz Ribeiro de. Psicologia uma (nova) introdução: uma visão histórica da psicologia como ciência. 2. ed. São Paulo: Educ, 2002. 98 p., 18cm. (Trilhas). ISBN 852830129. - SPERLING, Abraham P. Introdução à psicologia. Tradução de Esméria Rovai. 1. ed. São Paulo: Pioneira, 1999. 268 p., 24cm. ISBN 852210168. QUINTO PERÍODO 72 DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E ESPORTE Carga Horária: 40 horas Ementa: Nutrição e atividade física: fisiologia, metabolismo, avaliação da composição corporal e planejamento dietético. Bibliografias Básicas - CLARK, Nancy. Guia de nutrição desportiva: alimentação para uma vida ativa. Tradução de Márcia Dornelles, Andrea Caleffi; Revisão de Lenice Zarth Carvalho. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 432p., 23cm. ISBN 8536306394. - FOX, Edward L.; FOSS, Merle L.; KETEYIAN, Steven J. Fox bases fisiológicas do exercício e do esporte. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 559 p., 28cm. ISBN 8527705303. - MAUGHAN, Ron; GLEESON, Michael; GREENHAFF, Paul L. Bioquímica do exercício e do treinamento. 1. ed. São Paulo: Manole, 2000. 240 p., il., 23cm. ISBN 8520409377. Bibliografias Complementares - BIESEK, Simone; ALVES, Letícia Azen; GUERRA, Isabela (Org.). Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. 2. ed. Barueri: Manole, 2010. 516 p., 28cm. ISBN 9788520428832. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. - MAUGHAN, Ronald J.; BURKE, Louise M. Nutrição esportiva. Tradução de Denise Regina de Sales. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 190p., 25cm. ISBN 9788536303864. - MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 681 p., il., 28cm. ISBN 8527704471. - TIRAPEGUI, Julio. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 351p., 28cm. ISBN 8573797584. DISCIPLINA: TERAPIA NUTRICIONAL MATERNO INFANTIL 73 Carga Horária: 80 horas Ementa: Terapia Nutricional das Doenças Não Transmissíveis em gestante. Nutrição do recém-nascido de alto risco. Terapia Nutricional das Doenças Não Transmissíveis em crianças: fenilcetonúria, fibrose cística do pâncreas, obesidade infantil, carência nutricional, doença celíaca, diabetes, anemias, síndromes de má – absorção, erros inatos do metabolismo, desnutrição infantil. Nutrição enteral e parenteral. Oncologia. Terapia Nutricional das Doenças Não Transmissíveis em adolescentes. Terapia Nutricional das Doenças Transmissíveis em gestantes e crianças: doenças infectocontagiosas. Terapia Nutricional das Doenças Transmissíveis em gestantes em adolescentes. Bibliografias Básicas - ACCIOLY, Elizabeth; SAUNDERS, Cláudia; LACERDA, Elisa Maria de Aquino. Nutrição em obstetrícia e pediatria. 2.ed. Rio de Janeiro: Cultura médica, 2012. - MANUAL de dietas hospitalares em pediatria: guia de conduta nutricional. Edição de Ana Paula Alves da Silva, Gabriela Ackel Corradi, Patrícia Zamberlan. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 310 p., 25cm. - VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 628 p., 25cm. ISBN 9788577710096. Bibliografias Complementares - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de 2 anos: um guia para o profissional da saúde na atenção básica. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 38 p., il., 30cm. - FEFERBAUM, Rubens. Nutrição do recém-nascido. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 600p., il., 27cm. ISBN 8573795689. - VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividades. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 186 p., 23cm. ISBN 9788532803757. - WEFFORT, Virgínia Resende Silva; LAMOUNIER, Joel Alves (Coord.). Nutrição em pediatria: da neonatologia à adolescência. 1. ed. Barueri: Manole, 2010. 661 p., 24cm. ISBN 9788520427583. - CARRAZA, Francisco Roque. Nutrição clínica em pediatria. São Paulo: Sarvier, 1991. 320p., il., 28cm. 74 DISCIPLINA: HIGIENE DOS ALIMENTOS E VIGILÂNCIA SANITÁRIA Carga Horária: 60 horas Ementa: Controle higiênico, sanitário e tecnológico de alimentos. Padrões microbiológicos para alimentos e índices de qualidade higiênica. Contaminação microbiológica e química dos alimentos Sistemas de controle de qualidade. Enfermidades transmitidas por alimentos. Legislação Sanitária de alimentos. Boas práticas de fabricação e de prestação de serviços na área de alimentação e análise de perigo e pontos críticos de controle. Bibliografias Básicas - FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos alimentos. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 182 p., 27cm. (Biblioteca biomédica). ISBN 8573791217. - KRAEMER, Fabiana Bom; SADDY, Maria Arlette. Guia de elaboração do manual de boas práticas para manipulação de alimentos. Rio de Janeiro: Conselho Regional de Nutricionistas, 2007. 52p., 29 cm. - SILVA JR., Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2007. 623 p., 24cm. ISBN 8585519533. Bibliografias Complementares - LUZ NETO, Leonardo Severo da; REIS, Pedro Aguiar dos; VOLPI, Roseli. Microbiologia e parasitologia. 1. ed. Goiânia: AB, 2003. 97 p., il., 21cm. ISBN 8574980811. - PELCZAR JR., Michael J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. Colaboração de Merna F. Pelczar. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. ISBN 8534601968. - SANTOS JR., Clever Jucene dos. Manual de segurança alimentar: boas práticas para os serviços de alimentação. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2008. 214 p., 25cm. ISBN 9788577710003. - TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 827 p., il., 28cm. ISBN 857307678. - FIGUEIREDO, Roberto Martins. As armadilhas de uma cozinha. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. v. 3. 217 p., 23cm. (Coleção Higiene dos Alimentos). 75 DISCIPLINA: BROMATOLOGIA E ANÁLISE SENSORIAL DE ALIMENTOS Carga Horária: 60 horas Ementa: Composição dos alimentos. Estabilidade química dos alimentos e dos nutrientes. Conceitos e práticas em análise sensorial. Bibliografias Básicas - ANDRADE, Édira Branco de. Análise de alimentos: uma visão química da nutrição. 1. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2006. 238 p., 21cm. ISBN 9788577590070. - CECCHI, Heloisa Máscia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2003. 207 p., 28cm. ISBN 8526806416. - SALINAS, Rolando D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 278 p., 23cm. ISBN 8573079916. Bibliografias Complementares - BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda Orsati. Química do processamento de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2001. 140 p., 24cm. ISBN 8585519126. - COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 367 p., 23cm. EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 450 p., il., 27cm. - EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 652 p., il., 27cm. ISBN 857379075. - ORDÓÑEZ, J. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Vol 1) DISCIPLINA: UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Carga Horária: 60 horas Ementa: Conceitos em administração. Definição, tipos, estrutura organizacional e funções administrativas de uma UAN. Equipamentos. Planejamento físico e funcional de UAN, lactários e bancos de leite. Fluxo de elaboração de serviços de alimentação. Elaboração de cardápios. Legislações pertinentes. Bibliografias Básicas - ABREU, E.S.de; SPINELLI, M.G.N.; ZANARDI, A.M.P. Gestão de unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2007. 11 ex 76 - MEZOMO, Iracema F. de Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. Barueri: Manole, 2002. 413 p., il., 23cm. ISBN 8520414575. - TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 219 p., 23cm. ISBN 8573792515. Bibliografias Complementares - KIMURA, Alice. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 94p, 21 cm. ISBN 8585519711. - PROENÇA, Rossana Pacheco da Costa et al. Qualidade nutricional e sensorial na produção de refeições. 1. ed. Florianópolis: UFSC, 2006. 221 p., 23cm. ISBN 8532803164. - SILVA, Reinaldo Oliveira da. Teorias da administração. 1. ed. São Paulo: Pioneira, 2001. 523 p., 26cm. ISBN 8522102341. TABELA brasileira de composição de alimentos - TACO: versão 2. Universidade Estadual de Campinas. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2006. 113 p., 29cm. TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios: técnicas e criatividade. 5. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. 141 p., il., 23cm. (Hotelaria). ISBN 8570611331. DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA NUTRICIONAL Carga Horária: 40 horas Ementa: O processo saúde-doença. Conceitos, história e usos da Epidemiologia. Quantificação de problemas de saúde. Elementos de Epidemiologia descritiva; métodos de estudo de agravos à saúde da população. Enfoque de risco: grupos e fatores. Epidemiologia das doenças infecciosas e das não infecciosas. Epidemiologia e controle das grandes endemias de transmissão vetorial. Sistemas de vigilância alimentar e nutricional. Programas em nutrição. Bibliografias Básicas - CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 255 p., 24cm. ISBN 8536300924. - JEKEL, James F.; ELMORE, Joann G.; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Tradução de Ricardo Savaris. 2. ed. Porto 77 Alegre: Artmed, 2005. 328 p., il., 28cm. Tradutor da 2º edição: Ferreira, Jair. ISBN 8573074299. - ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003; [S.l.]: Medsi. 708 p., il., 26cm. ISBN 8571993513. Bibliografias Complementares - ALMEIDA FILHO, N. Introdução à epidemiologia. 4 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006 - BELLUSCI, Silvia Meirelles. Epidemiologia. 6. ed. São Paulo: Senac, 2007. 90 p., 23cm. (Apontamentos). ISBN 8573596205. - FRANCO, Laércio Joel; PASSOS, Afonso Dinis Costa (Org.). Fundamentos de epidemiologia. 1. ed. Barueri: Manole, 2005. 380 p., 23cm. ISBN 8520419968. - GORDIS, Leon; ESPANHA, Claudia Adelino. Epidemiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 302 p., il., 27cm. ISBN 8573098430. - MENEGUEL, Stela N.; GIGANTE, Luciana P.; BÉRIA, Jorge U. Cadernos de execícios de epidemiologia. 2. ed. Canoas: Ulbra, 2006. 168 p., il., 30cm. ISBN 857528021. DISCIPLINA: SEMINÁRIO EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Carga Horária: 40 horas Ementa: Estudo, reflexão e debate sobre temas emergentes no campo da Nutrição. Bibliografias Básicas - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. - MEZOMO, Iracema F. de Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. Barueri: Manole, 2002. 413 p., il., 23cm. ISBN 8520414575. - VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009. 628 p., 25cm. ISBN 9788577710096. Bibliografias Complementares - A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais da central de medicamentos. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 146 p., 21cm. 78 - COZZOLINO, Silvia M. Franciscato. Biodisponibilidade de nutrientes. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 992 p., 24cm. - REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. 580 p., 23cm. ISBN 8587600370. - WAITZBERG, Dan Lineetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. v. 2. 1199 p., 29cm. ISBN 9788573792553. - ILSI Brasil. Uso e aplicações das “Dietary Reference Intakes” DRIs. São Paulo, ILSI/SBAN, 2001. DISCIPLINA: FARMACOLOGIA Carga Horária: 60 horas Ementa: Introdução a Farmacologia; Princípios gerais de farmacocinética e farmacodinâmica; Interação drogas – droga e droga- nutrientes; Droga que atuam no Sistema nervos Autônomo, Fármacos com efeitos metabólicos importantes; Farmacologia do sistema endócrino; Fármacos anti-microbianos, Farmacologia do Sistema Digestório, Cardiovascular e Renal; Aterosclerose e metabolismo das lipoproteínas, Resíduos de Drogas em alimentos. Bibliografias Básicas - FARMACOLOGIA moderna: com aplicações clínicas. Edição de Charles R. Craig, Robert E. Stitzel. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 815 p., 28cm. ISBN 9788527709712. -GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred. As bases farmacológicas da terapêutica. 10. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2003. 1647 p., il., 27cm. ISBN 8586804282. - SILVA, Penildon. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1367 p., 28cm. Bibliografias Complementares - FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz C. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p., 28cm. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. 79 - PAGE, Clive et al. Farmacologia integrada. 2. ed. Barueri: Manole, 2004. 671 p., 28cm. -GOLAN, David E. et al. Princípios de farmacologia: a base fisiopatológica da farmacoterapia. Tradução de Cláudia Lúcia Caetano de Araújo, Patricia Lydie Voeux. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 952 p., il., 28cm. ISBN 9788527715201. -RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. Tradução de Patricia Josephine Voeux. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 703 p., il., 28cm. ISBN 8527706091. SEXTO PERÍODO DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Carga Horária: 40 horas Ementa: Procedimentos reconhecidos como científicos com ênfase nas ciências da saúde e nutrição. Fundamentos e instrumentos analíticos da pesquisa. Planejamento, levantamento bibliográfico e elaboração do pré-projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, conforme o Regimento do Curso. Bibliografias Básicas - ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 153 p., 24cm. ISBN 8522423008. - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002. 209 p., 24cm. ISBN 8534605211. - DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes: sugestões e normas para trabalhos de conclusão de curso de graduação - TCCA e monografias de cursos de especialização. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. Bibliografias Complementares - BARROS, A. J. da S. Fundamentos de metodologia científica: um guia para iniciação científica. São Paulo: Makron Brooks, 2006. - ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 18. ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. 170 p., 22cm. (Estudos; v. 85). ISBN 8527300796. - GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991. 159 p., 22cm. ISBN 852240724X. 80 - LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 270 p., 24cm. ISBN 8522407142. - RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 180 p., 24cm. ISBN 8522431582. DISCIPLINA: GESTÃO DE UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Carga Horária: 80 horas Ementa: Gestão aplicada ao gerenciamento de UAN. Política de compras. Controle de qualidade de matéria- prima. Gestão financeira abordando a composição de custos de refeições e serviços. Sistemas de informação. Gestão de pessoas. Recrutamento, seleção, descrição de cargos, jornada de trabalho, massa salarial de pessoas. Programa de Alimentação do Trabalhador. Gestão de recursos materiais de UAN. Capacitação e avaliação de desempenho em unidades de alimentação e nutrição. Bibliografias Básicas - ABREU, E.S.de; SPINELLI, M.G.N.; ZANARDI, A.M.P. Gestão de unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2007. 11 ex - VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 171 p., 28cm. ISBN 8522426147. - WERNKE, Rodney. Gestão de custos: uma abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 175 p., il., 24cm. ISBN 8522436614. Bibliografias Complementares - DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 210 p., 24cm. ISBN 9788522431205. - KIMURA, Alice. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 94p, 21 cm. ISBN 8585519711. - MEZOMO, Iracema F. de Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. Barueri: Manole, 2002. 413 p., il., 23cm. ISBN 8520414575. - SILVA JR., Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2007. 623 p., 24cm. ISBN 8585519533. 81 - TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 219 p., 23cm. ISBN 8573792515. DISCIPLINA: TERAPIA NUTRICIONAL PARA O ADULTO Carga Horária: 80 horas Ementa: Desnutrição Hospitalar. Diagnóstico Nutricional. Terapia Nutricional das Doenças Não Transmissíveis em adultos: nas enfermidades orais, esofágicas, gástricas e intestinais; nas enfermidades hepáticas e pancreáticas; nas enfermidades vesiculares; nos distúrbios alimentares: obesidade e magreza; nas doenças cardiovasculares, renais e pulmonares; no Diabetes Mellitus e no câncer. Terapia Nutricional das Doenças Transmissíveis em adultos. Terapia nutricional enteral e parenteral. Bibliografias Básicas - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. - WAITZBERG, Dan Lineetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. v. 2. 1199 p., 29cm. ISBN 9788573792553. Bibliografias Complementares -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. MISZPUTEN, Sender Jankiel (Coord.). Guia de gastroenterologia. Edição de Nestor Schor. 2. ed. - Barueri: Manole, 2007. 401p., 25 cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 8520424139. - PHILIPPI, Sonia Tucunduva; AQUINO, Rita de Cássia de (Org.). Nutrição clínica: estudos de casos comentados. 1. ed. Barueri: Manole, 2009. 371 p., 22cm. (Guias de nutrição e alimentação). ISBN 9788520422885. 82 - REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. 580 p., 23cm. ISBN 8587600370. - RIELLA, Miguel Carlos; MARTINS, Cristina. Nutrição e o rim. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 416p., il., 28cm. ISBN 9788527706384. DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA Carga Horária: 40 horas Ementa: Modelos de distribuição discreta e contínua. Amostragem. Estimadores. Intervalo de Confiança. Teste de Hipótese. Distribuição t. Comparação entre médias de duas amostras. Distribuição Qui-quadrado. Distribuição F de Fisher-Snedecor. Análise de Variância. Correlação e Regressão Linear. Planejamento estatístico na área de saúde. Bibliografias Básicas - CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 255 p., 24cm. ISBN 8536300924. - LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando excel. 1. ed. São Paulo: Lapponi treinamento e editora, 2000. 450 p., 26cm. ISBN 8585624124. - VIEIRA, Sônia. Bioestatística: tópicos avançados. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 212 p., 23cm. ISBN 8535209670. Bibliografias Complementares - CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 234 p., il., 23cm. ISBN 850208560. - DÍAZ, Francisca Rius; LÓPEZ, Francisco Javier Barón. Bioestatística. Tradução de Pegasus; Revisão de Jorge Oishi. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 284 p., 23cm. ISBN 8522105391. - DORIA FILHO, Ulysses. Introdução à bioestatística: para simples mortais. 5. ed. São Paulo: Negócio, 2001. 158 p., il., 23cm. ISBN 8586014362. - JEKEL, James F.; ELMORE, Joann G.; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Tradução de Ricardo Savaris. 2. ed. Porto 83 Alegre: Artmed, 2005. 328 p., il., 28cm. Tradutor da 2º edição: Ferreira, Jair. ISBN 8573074299. - TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Tradução de Vera Regina Lima de Farias Flores. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. 656 p., il., 27cm. ISBN 8521614314. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Carga Horária: 80 horas Ementa: Perfil alimentar e nutricional da população. Segurança alimentar e nutricional. As políticas de alimentação e nutrição e os programas de intervenção nutricional. Sistema de vigilância alimentar e nutricional. Papel e atribuições do nutricionista em Saúde Pública. Planejamento em nutrição social. Bibliografias Básicas - JEKEL, James F.; ELMORE, Joann G.; KATZ, David L. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Tradução de Ricardo Savaris. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 328 p., il., 28cm. Tradutor da 2º edição: Ferreira, Jair. ISBN 8573074299. - TADDEI, José Augusto de A. C. et al. Nutrição em saúde pública. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640 p., 25cm. ISBN 9788577710744. - SILVEIRA, Mário Magalhães da; SILVA, Rebeca de Souza e; MORELL, Maria Graciela González de (Org.). Política nacional de saúde pública: a trindade desvelada: economia - saúde - população. 1. ed. Rio de Janeiro: Revan, 2005. 377 p., 22cm. ISBN 8571063281. Bibliografias Complementares - BERTOLLI FILHO, Claudio. História da saúde pública no Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006. 71p., il., 24cm. ISBN 8508058012. - GALEAZZI, Maria Antonia Martins; GALEAZZI, Maria Antonia Martins (Org.). Segurança alimentar e cidadania: a contribuição das Universidades Paulistas. 1. ed. São Paulo: Mercado de letras, 1996. 347 p., 23cm. ISBN 858572515. - OLIVEIRA, José Eduardo Dutra de; CUNHA, Selma Freire de Carvalho da; MARCHINI, J. Sérgio. A desnutrição dos pobres e dos ricos: dados sobre a alimentação no Brasil. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 123 p., 23cm. 84 - VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividades. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 186 p., 23cm. ISBN 9788532803757. - FAGUNDES, A. A. et al. Vigilância alimentar e nutricional - SISVAN: orientações básicas para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 119 p., il., 28 cm. ISBN 8533408242. DISCIPLINA: TECNOLOGIA DOS ALIMENTOS Carga Horária: 60 horas Ementa: Matérias primas. Industrialização de alimentos. Métodos de conservação dos alimentos. Microorganismos úteis à indústria de alimentos. Aditivos. Embalagens. Tecnologia de leite e derivados. Tecnologia de carne e derivados. Tecnologia do pescado. Tecnologia de Ovos. Tecnologia de Cereais. Tecnologia de Frutas e Hortaliças. Bibliografias Básicas - EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. 652 p., il., 27cm. ISBN 857379075. - GAVA, Altanir Jaime. Princípios de tecnologia de alimentos. 1. ed. São Paulo: Nobel, 1984. 284 p., 23cm. - ORDÓÑEZ, J. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Vol 1 e 2) Bibliografias Complementares - BOBBIO, Florinda Orsati; BOBBIO, Paulo A. Introdução à química de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2003. 238 p., 24cm. ISBN 8585519029. - BOBBIO, Paulo A.; BOBBIO, Florinda Orsati. Química do processamento de alimentos. 3. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2001. 140 p., 24cm. ISBN 8585519126. - EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 450 p., il., 27cm. - SALINAS, Rolando D. Alimentos e nutrição: introdução à bromatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 278 p., 23cm. ISBN 8573079916. 85 - WOLKE, Robert L.; LONDRES, Helena. O que Einstein disse a seu cozinheiro: a ciência na cozinha. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 299 p., il., 24cm. ISBN 9788571106925. DISCIPLINA: FITOTERAPIA APLICADA À NUTRIÇÃO Carga Horária: 40 horas Ementa: Legislação. Conceitos básicos de fitoterapia. Fitoterapia aplicada ao tratamento nutricional. Bibliografias Básicas - MINISTÉRIO DA SAÚDE. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 60 p., 21cm. - SCHULZ, Volker; HÄNSEL, Rudolf; TYLER, Varro E. Fitoterapia racional: um guia de fitoterapia para as ciências da saúde. 4. ed. Barueri: Manole, 2002. 386 p., 23cm. - SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira; SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira (Org.) et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 8. ed. Florianópolis: UFSC, 2004; [S.l.]: UFRGS. 1102 p., il., 23cm. ISBN 8570256825. - Introdução à Fitoterapia: utilizando adequadamente as plantas medicinais, 2ª. Ed. Colombo: Herbarium Lab. Bot. Ltda, 2011 Bibliografias Complementares - A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais da central de medicamentos. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 146 p., 21cm. - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Instruções operacionais: informações necessárias para a condução de ensaios clínicos com fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. 20 p., 24 cm. ISBN 9788533414525. - CARVALHO, José Carlos Tavares. Formulário: medico-farmacêutico de fitoterapia. Colaboração de Fábio Ferreira Perazzo et al. 2. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2005. 402p., 23 cm. ISBN 8599026054. - PLANTAS medicinais sob a ótica da química medicinal moderna: Métodos de estudo. Fitoterápicos e Fitofármacos. Biotecnologia. Patente. Rosendo Augusto Yunes, João Batista Calixto. 1. ed. Chapecó: Argos, 2001. 523p, il., 23cm. (Didática). ISBN 8575350021. 86 - PROGRAMA nacional de plantas medicinais e fitoterápicos. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 135 p., 23cm. (C. projetos, programas e relatórios). ISBN 9788533415973. SÉTIMO PERÍODO DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO E SAÚDE PÚBLICA Carga Horária: 200 horas Ementa: Estágio curricular em Saúde Pública, sob supervisão docente, conforme o Regimento de Estágio do Curso. Bibliografias Básicas - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de 2 anos: um guia para o profissional da saúde na atenção básica. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 38 p., il., 30cm. - FRANK, Andreá Abdala; SOARES, Eliane de Abreu. Nutrição no envelhecer. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. 300p., il., 27cm. ISBN 8573795417. - ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003; [S.l.]: Medsi. 708 p., il., 26cm. ISBN 8571993513. Bibliografias Complementares - GALEAZZI, Maria Antonia Martins; GALEAZZI, Maria Antonia Martins (Org.). Segurança alimentar e cidadania: a contribuição das Universidades Paulistas. 1. ed. São Paulo: Mercado de letras, 1996. 347 p., 23cm. ISBN 858572515. - LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. 1. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2005. 153 p., 24cm. ISBN 8585519851. - OLIVEIRA, José Eduardo Dutra de; CUNHA, Selma Freire de Carvalho da; MARCHINI, J. Sérgio. A desnutrição dos pobres e dos ricos: dados sobre a alimentação no Brasil. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 123 p., 23cm. - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. - VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividades. 4. 9788532803757. ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 186 p., 23cm. ISBN 87 DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL OU ATENDIMENTO NUTRICIONAL AMBULATORIAL. Carga Horária: 120 horas Ementa: Estágio curricular, sob supervisão docente, conforme o Regimento de Estágio do Curso. Bibliografias Básicas - LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. 1. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2005. 153 p., 24cm. ISBN 8585519851. - TADDEI, José Augusto de A. C. et al. Nutrição em saúde pública. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. 640 p., 25cm. ISBN 9788577710744. - GOMES, Telma Maranho. Segurança alimentar e nutricional: construção participativa do SISAN e da PESAN do Estado do Paraná. 1. ed. Brasília: Ministério do Planejamento Social e Combate à Fome, 2010. 38 p., il., 30cm. Bibliografias Complementares - BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Política nacional de alimentação e nutrição. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. 47 p., 21cm. (Biblioteca Textos básicos de saúde). - CANESQUI, Ana Maria; DIEZ GARCIA, Rosa Wanda (Org.). Antropologia e nutrição: um diálogo possível. 1. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 303 p., 23cm. ISBN 8575410555. - GALEAZZI, Maria Antonia Martins; GALEAZZI, Maria Antonia Martins (Org.). Segurança alimentar e cidadania: a contribuição das Universidades Paulistas. 1. ed. São Paulo: Mercado de letras, 1996. 347 p., 23cm. ISBN 858572515. - OLIVEIRA, José Eduardo Dutra de; CUNHA, Selma Freire de Carvalho da; MARCHINI, J. Sérgio. A desnutrição dos pobres e dos ricos: dados sobre a alimentação no Brasil. 1. ed. São Paulo: Sarvier, 1996. 123 p., 23cm. - VASCONCELOS, Francisco de Assis Guedes de. Avaliação nutricional de coletividades. 4. 9788532803757. ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 186 p., 23cm. ISBN 88 DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Carga Horária: 40 horas Ementa: Planejamento, levantamento bibliográfico e elaboração do projeto de Trabalho de Conclusão de Curso. Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso, sob supervisão docente. Bibliografias Básicas - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002. 209 p., 24cm. ISBN 8534605211. - DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes: sugestões e normas para trabalhos de conclusão de curso de graduação - TCCA e monografias de cursos de especialização. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. - POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 117 p., 20cm. Bibliografias Complementares - ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2003. 223 p., 19cm. (Leituras Filosóficas). ISBN 8515019698. - ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 153 p., 24cm. ISBN 8522423008. - CARVALHO, Maria Cecilia M. de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 12. ed. Campinas: Papirus, 2002. 175 p., 21cm. ISBN 8530800710. - SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalho científico. 9. ed. Belo Horizonte: InterLivros, 2002. 317 p., 22cm. - TESES, dissertações monografias e trabalhos acadêmicos. 1. ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2002. 44 p., il., 21cm. (Normas para apresentação documentos científicos). ISBN 8573350393. OITAVO PERÍODO DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO 89 Carga Horária: 220 horas Ementa: Estágio curricular em Unidades de Alimentação e Nutrição, sob supervisão docente, conforme o Regimento de Estágio do Curso. Bibliografias Básicas - ABREU, E.S.de; SPINELLI, M.G.N.; ZANARDI, A.M.P. Gestão de unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2007. 11 ex - MEZOMO, Iracema F. de Barros. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5. ed. Barueri: Manole, 2002. 413 p., il., 23cm. ISBN 8520414575. - TEIXEIRA, Suzana Maria Ferreira Gomes et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 219 p., 23cm. ISBN 8573792515. Bibliografias Complementares - DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 210 p., 24cm. ISBN 9788522431205. - PROENÇA, Rossana Pacheco da Costa et al. Qualidade nutricional e sensorial na produção de refeições. 1. ed. Florianópolis: UFSC, 2006. 221 p., 23cm. ISBN 8532803164. - SILVA JR., Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6. ed. São Paulo: Livraria Varela, 2007. 623 p., 24cm. ISBN 8585519533. - TABELA brasileira de composição de alimentos - TACO: versão 2. Universidade Estadual de Campinas. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2006. 113 p., 29cm. - TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios: técnicas e criatividade. 5. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2000. 141 p., il., 23cm. (Hotelaria). ISBN 8570611331. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM NUTRIÇÃO CLÍNICA Carga Horária: 220 horas Ementa: Estágio curricular em Clínica, sob supervisão docente, conforme o Regimento de Estágio do Curso. Bibliografias Básicas 90 - CUPPARI, Lilian (Coord.). Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2005. 473 p., 24cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 852042340. -MAHAN, L. Kathleen; ECOTT-STUMP, Sylvia. Krause. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. E 12ª. Ed. Editora Roca São Paulo. SP. 2003 e 2010. - WAITZBERG, Dan Lineetzky. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. v. 2. 1199 p., 29cm. ISBN 9788573792553. Bibliografias Complementares - MISZPUTEN, Sender Jankiel (Coord.). Guia de gastroenterologia. Edição de Nestor Schor. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 401p., 25 cm. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar). ISBN 8520424139. - PHILIPPI, Sonia Tucunduva; AQUINO, Rita de Cássia de (Org.). Nutrição clínica: estudos de casos comentados. 1. ed. Barueri: Manole, 2009. 371 p., 22cm. (Guias de nutrição e alimentação). ISBN 9788520422885. - REIS, Nelzir Trindade. Nutrição clínica: interações. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2004. 580 p., 23cm. ISBN 8587600370. - RIELLA, Miguel Carlos; MARTINS, Cristina. Nutrição e o rim. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 416p., il., 28cm. ISBN 9788527706384. - SHILS, Maurice E. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. Tradução de Alessandra Favano et al; Edição de Maurice E. Shils et al; Revisão de Francisco Navarro. 9. ed. Barueri: Manole, 2003. ISBN 8520411207. Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Carga Horária: 40 horas Ementa: Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso no formato de artigo científico, sob supervisão docente. Bibliografias Básicas - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002. 209 p., 24cm. ISBN 8534605211. - DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes: sugestões e normas para trabalhos de conclusão de curso de graduação - TCCA e monografias de cursos de especialização. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. 91 - POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 117 p., 20cm. Bibliografias Complementares - ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2003. 223 p., 19cm. (Leituras Filosóficas). ISBN 8515019698. - ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 153 p., 24cm. ISBN 8522423008. - CARVALHO, Maria Cecilia M. de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 12. ed. Campinas: Papirus, 2002. 175 p., 21cm. ISBN 8530800710. - SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalho científico. 9. ed. Belo Horizonte: InterLivros, 2002. 317 p., 22cm. - TESES, dissertações monografias e trabalhos acadêmicos. 1. ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2002. 44 p., il., 21cm. (Normas para apresentação documentos científicos). ISBN 8573350393. DISCIPLINA: ATIVIDADES COMPLEMENTARES Carga Horária: 40 horas Ementa: Atividades extracurriculares relacionadas a área de nutrição e devidamente comprovadas. Bibliografias Básicas - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002. 209 p., 24cm. ISBN 8534605211. - DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes: sugestões e normas para trabalhos de conclusão de curso de graduação - TCCA e monografias de cursos de especialização. 1. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2007. - POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 117 p., 20cm. Bibliografias Complementares - ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2003. 223 p., 19cm. (Leituras Filosóficas). ISBN 8515019698. 92 - ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 153 p., 24cm. ISBN 8522423008. - CARVALHO, Maria Cecilia M. de. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 12. ed. Campinas: Papirus, 2002. 175 p., 21cm. ISBN 8530800710. - SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalho científico. 9. ed. Belo Horizonte: InterLivros, 2002. 317 p., 22cm. - TESES, dissertações monografias e trabalhos acadêmicos. 1. ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2002. 44 p., il., 21cm. (Normas para apresentação documentos científicos). ISBN 8573350393. Durante o processo de formação outras ferramentas, instrumentos e saberes se farão presentes, complementares, e sendo outras, ofertadas cujos disciplinas conteúdos serão eletivas, atividades somados aos contemplados na grade curricular, flexibilizando e enriquecendo a proposta. já 93 EXEMPLOS DE DISCIPLINAS ELETIVAS PROPOSTAS DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA DA ALIMENTAÇÃO Carga Horária: 40 horas Ementa: Aspectos culturais e históricos da alimentação em Curitiba e Região Metropolitania: estudo do processo de colonização e da influência das etnias na formação dos hábitos alimentares nos diferentes grupos sociais que compõe a cidade. O circuito gastronômico de Curitiba: identidade e patrimônio cultural no cenário urbano. DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA À NUTRIÇÃO Carga Horária: 40 horas Ementa: Importância da Informática na formação profissional do nutricionista. Softwares utilizados em Nutrição Clínica e Avaliação Nutricional. Softwares utilizados em serviços de alimentação. Softwares utilizados em estudos epidemiológicos e avaliações populacionais. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO, HOTELARIA E GASTRONOMIA Carga Horária: 40 horas Ementa: Introdução ao estudo da gastronomia e hotelaria; Técnicas gastronômicas (bases da cozinha); Planejamento de cardápio na hotelaria (coffee break, coquetel, buffet, café da manhã e brunch); enologia; hotelaria hospitalar. DISCIPLINA: FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Carga Horária: 40 horas Ementa: Nutrição para o condicionamento físico e desempenho esportivo; Metabolismo energético durante o exercício; Carboidratos, Gorduras e Proteínas nos exercícios de força e resistência; Reguladores orgânicos e inorgânicos: vitaminas e sais minerais; Hidratação; Radicais livres e exercício; Suplementos alimentares; Ergogênicos. 94 14. INSTALAÇÕES FÍSICAS 14.1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES Os docentes possuem à sua disposição quatro salas de professores e cinco salas de reuniões, distribuídas nos 8 blocos da instituição. As salas dos professores possuem como mobiliários: i) sofás, ii) computadores conectados a internet, iii) impressoras, iv) mesas de tamanhos variados, v) murais, vi) ventiladores, vii) televisão, viii) wireless e ix) armários individuais. As salas além de comportar o mobiliário de modo adequado, proporcionam um espaço agradável de interação entre os docentes. Localizadas próximas às Coordenações de Curso e aos sanitários, as salas dispõem ainda de janelas amplas e luminárias que garantem uma iluminação de qualidade. A limpeza ocorre diariamente, assim como a manutenção necessária em algum equipamento ou mobiliário. Os docentes desfrutam também nestes espaços de café e água oferecidos pela instituição. As salas de reuniões estão estrategicamente localizadas próximas às salas dos professores, garantindo a tranquilidade e silêncio para o desenvolvimento das atividades. 14.2. GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES A coordenação do Curso de Nutrição e as demais coordenações da Escola de Saúde possuem gabinetes de trabalho: salas com mobiliário, iluminação, ventilação, limpeza e conservação adequados. Nas salas constam ainda, computador de uso individual por curso, com internet, impressora, telefone com ramal específico, mesa de reuniões, mesa de trabalho individual, cadeiras, armários, água, café, ventilador e uma sala de reuniões. Os docentes possuem à sua disposição quatro salas de professores e cinco salas de reuniões, distribuídas nos 8 blocos da instituição. As salas dos professores possuem como mobiliários: i) sofás, ii) computadores conectados a internet, iii) impressoras, iv) mesas de tamanhos variados, v) murais, vi) ventiladores, vii) televisão, viii) wireless e ix) armários individuais. As salas além de comportar o mobiliário de modo adequado, 95 proporcionam um espaço agradável de interação entre os docentes. Localizadas próximas às Coordenações de Curso e aos sanitários, as salas dispõem ainda de janelas amplas e luminárias que garantem uma iluminação de qualidade. A limpeza ocorre diariamente, assim como a manutenção necessária em algum equipamento ou mobiliário. Os docentes desfrutam também nestes espaços de café e água oferecidos pela instituição. As salas de reuniões estão estrategicamente localizadas próximas às salas dos professores, garantindo a tranquilidade e silêncio para o desenvolvimento das atividades 14.3. SALAS DE AULA Os docentes possuem à sua disposição quatro salas de professores e cinco salas de reuniões, distribuídas nos 8 blocos da instituição. As salas dos professores possuem como mobiliários: i) sofás, ii) computadores conectados a internet, iii) impressoras, iv) mesas de tamanhos variados, v) murais, vi) ventiladores, vii) televisão, viii) wireless e ix) armários individuais. As salas além de comportar o mobiliário de modo adequado, proporcionam um espaço agradável de interação entre os docentes. Localizadas próximas às Coordenações de Curso e aos sanitários, as salas dispõem ainda de janelas amplas e luminárias que garantem uma iluminação de qualidade. A limpeza ocorre diariamente, assim como a manutenção necessária em algum equipamento ou mobiliário. Os docentes desfrutam também nestes espaços de café e água oferecidos pela instituição. As salas de reuniões estão estrategicamente localizadas próximas às salas dos professores, garantindo a tranquilidade e silêncio para o desenvolvimento das atividades 14.4. ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A instituição disponibiliza para acesso dos estudantes 445 computadores com acesso à internet. Em um total de 5556 alunos matriculados em todos os cursos, a proporção é de um terminal para 12,48 alunos. Os computadores estão disponíveis em laboratórios de informática, na biblioteca e nos projetos específicos dos cursos (especificamente para o curso de 96 nutrição, no Laboratório de Avaliação e Educação Nutricional 2 computadores e uma impressora e no Ambulatório de Nutrição 1 computador e uma impressora). Os alunos possuem também à disposição 6 quiosques para consulta a informações da secretaria, protocolo e financeiro e rede de acesso sem fio (Wi-Fi), conectados à impressora. A instituição utiliza o sistema TOTVS, módulo Classis, para os registros acadêmicos. O sistema disponibiliza portais de acesso para docentes e discentes, acessíveis em qualquer computador conectado à página da instituição. No Portal do Professor os docentes realizam a digitação dos planos de ensino e lançamento das notas e faltas. No Portal do Aluno os discentes realizam matrícula, acessam os planos de ensino, imprimem boletos, acessam as notas e faltas e, ainda visualizam os resultados dos processos de auto avaliação institucional. 14.5. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO- PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM; E REGISTROS ACADÊMICOS A instituição utiliza o sistema TOTVS, módulo Classis, para os registros acadêmicos. O sistema disponibiliza portais de acesso para docentes e discentes, acessíveis em qualquer computador conectado à página da instituição. No Portal do Professor os docentes realizam a digitação dos planos de ensino e lançamento das notas e faltas. No Portal do Aluno os discentes realizam matrícula, acessam os planos de ensino, imprimem boletos, acessam as notas e faltas; realizam e visualizam os resultados dos processos de auto avaliação institucional e ainda podem ter acesso a materiais de aula. Especificamente o curso de nutrição utiliza nos laboratórios de informática entre outros programas o Excel® e o Epi info como parte das disciplinas Estatística, Bioestatística, Epidemiologia e TCC e o programa AvaNutri® para avaliação e cálculo de dietas no Laboratório de Educação e Avaliação Nutricional e no Ambulatório de Nutrição. Além de toda a estrutura para acesso a equipamentos de informática descrita no item 3.5, destaca- se as antenas wireless que proporcionam velocidade e dimensão de conexão ao corpo acadêmico. 97 14.6. - LABORATÓRIOS DE ENSINO A Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, conta com 22 laboratórios totalmente equipados para atender as aulas práticas de disciplinas dos cursos de Biomedicina, Educação Física (Bacharelado e Licenciatura), Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição e Psicologia. Desses 22 laboratórios, 13 são utilizados pelo curso de Nutrição: os de Anatomia I e II (que atende o componente curricular de Anatomia); o de Bioquímica; o de Farmacognosia e o de Química (utilizados para as disciplinas de Bioquímica Celular, Bioquímica dos Alimentos e Bromatologia e Análise de Alimentos); o de Fisiologia (que atende as disciplinas de Fisiologia Humana e da Nutrição); o de Microbiologia Clínica (utilizada na Microbiologia de Alimentos); o de Microbiologia e Parasitologia (utilizada na Microbiologia de Alimentos); o de Microscopia I, II e III (que atende as disciplinas Biologia Celular e Embriologia e Histologia); sendo 2 específicos do curso: o Laboratório de Avaliação e Educação Nutricional e o Laboratório de Técnica Dietética e Análise Sensorial descritos abaixo: Laboratório de Avaliação e Educação Nutricional - Nesse laboratório são ministradas aulas práticas das disciplinas de Avaliação Nutricional, Nutrição Humana e Educação Nutricional. O laboratório conta com infraestrutura para comportar 20 a 25 alunos acomodados em carteiras universitárias e equipamentos, tais como: antropômetros verticais e horizontais, balanças analógicas e digitais, adipômetros, estadiômetros, bioimpedância e micro-computadores com o Programa Avanutri® para avaliação e prescrição (cálculo) de dietas além de materiais didáticos para atividades de educação Nutricional como a Pirâmide Alimentar. Faz parte da estrutura do laboratório o Ambulatório de Atendimento Nutricional, onde ocorrem parte das aulas práticas e o atendimento nutricional à população de Curitiba e região metropolitana. Recentemente foi adquirida nova balança clínica com estadiômetro. Laboratório de Técnica Dietética e Análise Sensorial - O laboratório aloca as disciplinas de Técnica Dietética e UAN para o curso de Nutrição e Tecnologia e Análise de Alimentos para o curso de Farmácia e Nutrição e apresenta capacidade para 20 alunos. Por tratar-se de um laboratório onde ocorre a manipulação de alimentos, existe um rígido controle de limpeza (lixos com pedal separados por tipo e limpeza diária pelas zeladoras) e manutenção preventiva de equipamentos e 98 infraestrutura (revisão de encanamento de gás e parte hidráulica e elétrica realizados semestralmente). Como prova desse controle, o local recentemente, teve seu piso trocado e as paredes receberam uma nova pintura. Além dessas benfeitorias, novos equipamentos foram adquiridos, seja para aumentar a qualidade das aulas ou para atender crescente demanda de alunos. Dentre os itens adquiridos estão: dois fornos de micro-ondas, um liquidificador industrial e cinco hamburgueiras. Os utensílios também são constantemente renovados e novos são adquiridos de acordo com as necessidades estipuladas pelos professores e alunos durante a avaliação institucional e nas reuniões periódicas. Para garantir espaço físico e equipamentos adequados em relação ao número de alunos e consequentemente proporcionar qualidade no desenvolvimento das atividades em aula prática, aloca- se no máximo 20 a 25 alunos (dependendo da especificidade do laboratório) em cada turma de aula prática. 14.6.1. QUALIDADE DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS. Os laboratórios utilizados pelo curso de nutrição visam a problematização das práticas que podem acontecer na atividade laboral. As atividades dos laboratórios acontecem com base em um calendário pré-definido em relação às disciplinas ministradas, acrescidos de solicitações realizadas pelos professores, quando necessária preparação especial. As compras de equipamentos, utensílios e insumos acontecem semestralmente mediante solicitação dos professores com avaliação da coordenação de curso e dos laboratórios em atendimento a atualização e também ao número crescente de alunos. Alguns insumos como alimentos perecíveis são comprados durante o semestre, próxima a data da aula para proporcionar qualidade. Todos os laboratórios contam com mapa de risco e normas e regras de utilização pelos alunos, as quais também estão disponíveis no site da instituição. O acesso a todos os laboratórios é possibilitado tanto por escadas como por rampas. Os laboratórios localizam-se próximos às salas de aula destinadas ao curso de Nutrição. Assim, qualidade de ensino e a satisfação do aluno são duas preocupações constantes das faculdades Integradas do Brasil que, constantemente realiza manutenção preventiva, compra de equipamentos e materiais e revisa protocolos de utilização dos mesmos. 99 Os laboratórios da Escola de Saúde possuem coordenação por Profissional de Biologia, (atualmente a Profa. Dra. Liya Mikami) e técnicos específicos (cada laboratório conta com um técnico responsável pela organização de aulas, lavagem de vidrarias e manutenção de sua estrutura). A manutenção é realizada por funcionários da instituição e em casos mais específicos por empresa terceirizada. A limpeza acontece diariamente, sendo para o laboratório de Técnica Dietética e Análise Sensorial escalada funcionária treinada, visando garantir a segurança alimentar. As atividades dos laboratórios acontecem com base em um calendário pré-definido em relação às disciplinas ministradas, acrescidos de solicitações realizadas pelos professores, quando necessária preparação especial (descrito e solicitado em protocolo específico). Todos os laboratórios contam com mapa de risco e normas e regras de utilização pelos alunos, as quais também estão disponíveis no site da instituição. Além do protocolo citado e baseado em determinações que compreendem questões de Biossegurança, é estabelecido um protocolo de regras básicas de conduta a ser seguido dentro dos ambientes laboratoriais da Escola de Saúde das faculdades Integradas do Brasil. Os Laboratórios contam também com apoio técnico dos monitores das disciplinas, no caso do curso de nutrição os Monitores de Avaliação Nutricional, o de Educação Nutricional e o de Técnica Dietética que desenvolvem atividades em conjunto com os professores e auxiliam no preparo/manutenção das aulas. Os dois laboratórios específicos do curso são utilizados também para atendimento à comunidade: O de Avaliação e Educação Nutricional e o Ambulatório de Nutrição, para atendimento individualizado e atividades de educação nutricional em grupo e o laboratório de Técnica Dietética e Análise Sensorial para oficinas de alimentação Saudável e reaproveitamento de alimentos, destinados a alunos, comunidade e principalmente aos pacientes atendidos no Ambulatório de Nutrição. 14.6.2. BIOTÉRIO Além dos 22 laboratórios, a Escola de Saúde conta ainda com um Biotério de Manutenção onde são mantidos os animais utilizados em aulas práticas das disciplinas de Fisiologia e Farmacologia e em experimentos de projetos de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso. Esse laboratório é anexo ao laboratório 100 de Fisiologia e Farmacologia e conta com três salas, sendo que em uma delas, os animais são mantidos. A manutenção dos animais é realizada em gaiolas de plástico, com água e alimentação constantes, em um ambiente com temperatura constante de 25º C. Vale ressaltar que todos os procedimentos práticos com esses animais durante as aulas seguem os princípios éticos de pesquisa com animais. Semanalmente, um médico veterinário (Dra. Aline Fabrini Bonfa, CRMV 7479) passa em visita para verificar as condições de saúde dos mesmos e, caso necessário, efetuar o seu devido tratamento. 101 ANEXO I ATIVIDADES COMPLEMENTARES - RESOLUÇÃO N.º 01 /2003 O CONSEPE – Conselho de Ensino e Pesquisa das Faculdades Integradas do Brasil, no uso das suas atribuições regimentais, edita a presente Resolução regulamentando as atividades complementares desta Instituição de Ensino Superior. I. DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. Esta Resolução tem por objetivo regulamentar as atividades complementares e orientar os trabalhos administrativos e didáticos, facilitando o relacionamento entre professores, alunos e a instituição. Art. 2o. As atividades complementares têm por função aprimorar a formação acadêmica, tendo em vista o tripé Ensino-Pesquisa-Extensão, enriquecendo a formação do corpo discente de acordo com a particularidade de seus objetivos, aptidões, habilidades, competências, preferências e carências percebidas; permitindo-lhes aprimorar a interligação entre a academia e a prática profissional. Art. 3o. As atividades complementares que computam a integralização do currículo dos alunos de cada Curso de Graduação das Faculdades Integradas do Brasil são estruturadas de acordo com as seguintes modalidades: Eventos diversos; Disciplinas de outros cursos; Programas de pesquisa; Programas de extensão; Participação discente em atividades de representação; Monitorias Assistência a defesas de monografias; dissertações e teses Estágio voluntário e Cursos de Língua Estrangeira. Parágrafo Único. O percentual de horas que será computado para fins de registro de cada modalidade será decidido pelo Colegiado de cada Curso e não poderá exceder 40% da carga horária total destinada às atividades complementares. Art. 4O. Os alunos, exceto em relação aos eventos organizados nas Faculdades Integradas do Brasil, aos Projetos de Pesquisa e aos Cursos de Extensão, deverão encaminhar os pedidos de integralização de atividades complementares, devidamente instruídos, até o último dia letivo do semestre. 102 Art. 5O. As horas de atividades de pesquisa, extensão, monitorias e representação somente poderão ser computadas se forem desenvolvidas em Cursos das Faculdades Integradas do Brasil. Art. 6o. Ao final de cada semestre a Coordenação de cada Curso das Faculdades Integradas do Brasil elaborará, de forma discriminada e individualizada, relatório comunicando o total de horas de atividades complementares integralizadas pelos alunos. § 1o. Caso o aluno discorde do número de horas certificadas, caberá pedido de recontagem, no prazo de 30 dias. § 2o. O pedido de recontagem será encaminhado ao Coordenador do Curso e, após deferimento, a recontagem será feita pela Secretaria. Art. 7o. Pela coordenação de atividades complementares será oferecida, ao Professor responsável, carga horária específica, de forma a complementar seu regime de trabalho, ou pagamento pelo tempo dedicado à atividade, a critério do Colegiado do Curso, de acordo com as verbas destinadas a cada Curso pela Mantenedora. Parágrafo único. A carga horária correspondente ao desenvolvimento de cada atividade complementar deverá ser requerida pelo Professor-Coordenador da atividade, no projeto respectivo. II. DAS MODALIDADES DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES SEÇÃO I. DOS EVENTOS DIVERSOS Art. 8o. As atividades complementares sob a designação de "eventos diversos" compreendem a participação em Congressos, Seminários, Simpósios, Colóquios e eventos afins, dentre outras a serem definidas pelas Coordenações dos Cursos das Faculdades Integradas do Brasil. Art. 9o. Os eventos realizados nas Faculdades Integradas do Brasil serão organizados mediante Projeto aprovado pelo Coordenador de cada Curso, ad referendum do Colegiado. § 1o. Os projetos deverão ser apresentados pelo Coordenador do Evento (Professores ou Alunos), de acordo com o Formulário em anexo. § 2o. Caso a realização do Evento importe em despesas, o prazo para sua apresentação é de 30 dias, salvo autorização expressa da Mantenedora. Art. 10. Pela organização dos eventos os alunos integralizarão as horas previstas no Projeto. 103 Parágrafo único. A organização dos eventos, não dá direito a qualquer espécie de remuneração para os discentes. Art. 11. As horas referentes à participação dos alunos nos Eventos organizados pelas Faculdades Integradas do Brasil serão computadas automaticamente nos respectivos currículos, independentemente de requerimento, mediante solicitação do Coordenador do Curso à Secretaria. § 1o. O número de horas integralizadas será equivalente ao número de horas estabelecido no Projeto do Evento. § 2o. Compete ao Coordenador de cada evento enviar a todos os Coordenadores de Cursos das Faculdades Integradas do Brasil as Listas de Presença e Cópia do Projeto do Evento. Art. 12. As atividades da insígnia "eventos diversos" que forem realizadas em outras instituições somente poderão ser integralizadas mediante requerimento dos alunos junto à Secretaria e após deferimento do Coordenador do Curso. § 1o. O pedido de integralização deve ser instruído com relatório sobre a atividade (modelo em anexo), no qual o aluno deverá demonstrar a conexão da atividade com a sua futura área de atuação profissional. § 2o. O número de horas integralizadas será equivalente ao número de horas estabelecido no Certificado de Participação do evento. SEÇÃO II. DAS DISCIPLINAS DE OUTROS CURSOS Art. 13. Para efeitos de integralização de atividades complementares somente poderão ser computadas as disciplinas de outros Cursos que forem cursadas após o ingresso do aluno no Curso da Faculdades Integradas do Brasil. Parágrafo único - As disciplinas cursadas anteriormente ao ingresso no Curso das Faculdades Integradas do Brasil somente poderão ser computadas para efeito de pedido de equivalência, se for o caso. Art. 14. As atividades da insígnia "disciplinas de outros cursos" somente poderão ser integralizadas mediante requerimento dos alunos junto à Secretaria e após deferimento do Coordenador do Curso, condicionado à conexão da atividade com a futura área de atuação profissional dos alunos. § 1o. O pedido de integralização deve ser instruído com cópia do programa da disciplina cursada, bem como documento que comprove o aproveitamento dos alunos e a carga horária da disciplina. § 2o. O número de horas integralizadas será equivalente ao número de horas cursado, dentro do máximo estabelecido pelo Colegiado do Curso. Art. 15. Somente serão integralizadas as horas referentes a disciplinas cursadas em instituições de ensino superior autorizadas pelo Ministério da Educação. 104 SEÇÃO III. DOS PROGRAMAS DE PESQUISA Art. 16. São Programas de Pesquisa das Faculdades Integradas do Brasil a Iniciação Científica e os Grupos de Estudos. Art. 17. A Iniciação Científica poderá realizar-se com a execução de projetos de pesquisa sob orientação de professores com qualificação acadêmica e prática de pesquisa; ou ainda com planos de trabalho, em que a pesquisa do aluno se integre a um projeto mais amplo desenvolvido por professores. Art. 18. Segundo a Resolução Normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de Iniciação Científica visam: a) Incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores qualificados; b) Estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa; c) Qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo; d) Contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. Art. 19. Para ser Orientador de Iniciação Científica, o docente deverá preencher os seguintes requisitos: a) Ser pesquisador com produção científica e/ou acadêmica divulgada em revistas especializadas, eventos científicos ou de reconhecimento na comunidade; b) Ter pelo menos o título de mestre e estar, preferencialmente, em regime de, no mínimo, 20 horas semanais; c) Ser professor de disciplina correlata ao projeto de iniciação científica; d) Ter competência acadêmica comprovada; e) Apresentar projeto de pesquisa original, em relatório conforme modelo em anexo, relevante e tecnicamente viável, acompanhado de plano de trabalho, a ser executado por aluno(s) de iniciação científica. Art. 20. Os Orientadores do Programa de Iniciação Científica deverão assumir o compromisso de: a) Selecionar alunos que apresentarem bom aproveitamento acadêmico e potencial para atividades de pesquisa; 105 b) Orientar o(s) acadêmico(s) nas distintas fases do trabalho científico; c) Avaliar trimestralmente o desempenho do(s) orientado(s), elaborando o Relatório de Apreciação; d) Acompanhar a elaboração dos relatórios bem como a organização e a apresentação dos resultados da pesquisa em eventos científicos; e) Acompanhar o(s) discente(s) na apresentação dos resultados da pesquisa em eventos de iniciação científica; f) Incluir o nome do(s) discente(s) nas publicações e nos trabalhos apresentados nos congressos, quando o(s) estudante(s) efetivamente houver(em) participado na obtenção dos resultados. Art. 21. Os projetos serão selecionados mediante critérios a serem definidos pelo Colegiado de cada Curso. Art. 22. Para ser orientando no Programa de Iniciação Científica, o discente deverá preencher os seguintes requisitos: a) Estar matriculado regularmente em um Curso de Graduação da Instituição; b) Ter cursado os dois primeiros semestres da graduação e não estar no último semestre do curso, exceto em casos de continuidade de projeto; c) Apresentar bom desempenho acadêmico, não tendo reprovações nas disciplinas correlatas às áreas do projeto de pesquisa. Art. 23. Cada aluno selecionado para ser orientando no Programa de Iniciação Científica deverá assumir o compromisso de, sob pena de desligamento do projeto: a) b) Executar individualmente o plano de trabalho aprovado, dedicando ao projeto a carga horária definida pelo Orientador; Apresentar os resultados parciais e finais da pesquisa; c) Fazer referência à sua condição de bolsista de iniciação científica da Instituição, nas publicações e trabalhos apresentados; d) Apresentar relatório técnico-científico semestral e final dos resultados obtidos, e relatórios de atividades complementares; e) Apresentar todos os relatórios em documentos escritos em conformidade com as Normas Brasileiras. 106 Art. 24. O processo de seleção dos orientandos será definido pelo ProfessorOrientador, em conjunto com a Coordenação de cada Curso. Art. 25. A Instituição contribuirá para a execução dos projetos da seguinte forma: a) Oferecimento da logística necessária ao participante de iniciação científica, compreendendo: local para trabalho, instrumental de informática utilizado, suprimentos necessários (papel, tinta, etc.), facilitação na obtenção de bibliografia nacional ou estrangeira; b) Oferecimento de Bolsa de Iniciação Científica ao discente participante, de acordo com a destinação de verbas previstas no art. 7o, sendo vedado o acúmulo de Bolsas; c) Apoio na divulgação dos resultados significativos do trabalho; sejam os mesmos parciais ou integrais; d) Estímulo à participação do aluno em congressos, seminários, palestras que sejam importantes para a realização plena do seu trabalho. e) Custeamento de despesas com transporte, hospedagem e alimentação, tanto do professor quanto do orientando, quando em viagem para participação de eventos para apresentação de trabalho. Art. 26. Para efeitos de atividades complementares, o aluno integralizará o total de horas despendidas no projeto, condicionado à vigência mínima de um trimestre de atividades. Parágrafo único. A integralização das horas de atividade complementar dos alunos com aproveitamento no Projeto de Pesquisa será automática e determinada pela Coordenação do Curso à Secretaria. Art. 27. O CONCEPE – Conselho de Ensino e Pesquisa, estabelecerá anualmente o número de vagas disponíveis na Instituição para Orientadores e Orientandos, participantes do Programa de Iniciação Científica. Art. 28. Os “Grupos de Estudos” serão formados por acadêmicos e professoresorientadores e têm por principal objetivo a produção de conhecimento cientifico e o incremento do processo de aprendizagem. Art. 29. Os professores interessados na orientação de um Grupo de Estudos apresentarão um Projeto à Coordenação de cada Curso, indicando o Tema da Pesquisa, a metodologia que será adotada nos trabalhos, o número máximo de alunos integrantes (até oito participantes por cada grupo) e a forma de avaliação adotada. 107 Parágrafo Único – O prazo para apresentação do Projeto de Grupo de Estudos será fixado pela Coordenação de cada Curso. Art. 30. Para ser Orientador de Grupo de Estudos o docente deverá preencher os seguintes requisitos: a) Ser pesquisador com produção científica e/ou acadêmica divulgada em revistas especializadas, eventos científicos ou de reconhecimento na comunidade; b) Estar, preferencialmente, em regime de, no mínimo, 10 horas semanais; f) Ser professor de disciplina correlata ao projeto de Grupo de Estudos; g) Ter competência acadêmica comprovada; Art. 31. Os Orientadores de Grupo de Estudos deverão assumir o compromisso de: a) Selecionar alunos que apresentarem bom aproveitamento acadêmico e potencial para atividades de pesquisa; b) c) d) e) Orientar o(s) acadêmico(s) nas distintas fases do Grupo; Avaliar o desempenho do(s) orientado(s), elaborando o Relatório de Avaliação; Acompanhar a elaboração dos trabalhos finais; Incluir o nome do(s) discente(s) nas publicações e nos trabalhos apresentados nos congressos, quando o(s) estudante(s) efetivamente houver(em) participado na obtenção dos resultados. Art. 32. Os projetos apresentados serão selecionados pelo Colegiado do Curso, sendo o resultado divulgado em Edital. Art. 33. Após a seleção dos projetos, serão abertas as inscrições para Processo de Seleção dos acadêmicos interessados em participar de cada Grupo de Estudos. Art. 34. Para ser integrante de um Grupo de Estudos o discente deverá preencher os seguintes requisitos: a) Estar matriculado regularmente em um Curso de Graduação da Instituição; b) Apresentar bom desempenho acadêmico, não tendo reprovações nas disciplinas correlatas às áreas do projeto. 108 Art. 35. Cada aluno selecionado para ser integrante de um Grupo de Estudos deverá assumir o compromisso de, sob pena de desligamento do projeto: a) Executar as atividades propostas pelo Coordenador, dedicando ao Grupo a carga horária definida; b) Fazer referência à sua condição de pesquisador da Instituição, nas publicações e trabalhos apresentados; c) Apresentar trabalho final de pesquisa. Art. 36. A Instituição contribuirá para a execução dos projetos da seguinte forma: a) Oferecimento da logística necessária ao participante do Grupo de Estudos, compreendendo: local para trabalho, instrumental de informática utilizado, suprimentos necessários (papel, tinta, etc.), facilitação na obtenção de bibliografia nacional ou estrangeira; b) Apoio na divulgação dos resultados significativos do trabalho, sejam os mesmos parciais ou integrais; c) Estímulo à participação do aluno em congressos, seminários, palestras que sejam importantes para a realização plena do seu trabalho. Art. 37. A seleção dos inscritos será feita de acordo com os critérios definidos pela Coordenação do Curso, a partir dos indicativos definidos pelo Orientador de cada Grupo. Art. 38. As atividades dos Grupos de Estudos terão duração de, no máximo, 8 (oito) meses, não podendo ultrapassar o período letivo e nem 60 horas totais. Art. 39. As atividades de cada Grupo de Estudos deverão ser desenvolvidas em, no mínimo, 10 (dez) horas de trabalho mensais. Art. 40. A avaliação de cada participante do Grupo de Estudos será feita pelo Professor-orientador e abrangerá, obrigatoriamente, a elaboração de um trabalho individual, conforme alínea “c”, do art. 35. Art. 41. O Professor-Orientador informará a Coordenação do Curso a avaliação final dos alunos; que será feita de acordo com os seguintes conceitos: “A” – nota 10,0 a 9,0 “B” – nota 8,5 a 8,0 “C” – nota 7,5 a 7,0 “D” – nota 6,5 a 5,0 “E” – nota 4,5 a 0,0 109 Art. 42. Os alunos que obtiverem conceito “A”, “B” ou “C” receberão Certificado de Participação no Grupo de Estudos, podendo integralizar até o máximo de 60 (sessenta) horas de Atividade Complementar, de acordo com o Projeto. Parágrafo único. A integralização das horas de atividade complementar dos alunos com aproveitamento no Grupo de Estudos, será automática e determinada pela Coordenação do Curso à Secretaria. Art. 43. Os alunos que obtiverem o conceito “D” ou “E” poderão refazer a Avaliação a critério do Professor-Orientador. Art. 44. A participação dos alunos nos Grupos de Estudos, não dá direito a qualquer espécie de remuneração. SEÇÃO IV. DOS PROGRAMAS DE EXTENSÃO Art. 45. A Extensão é entendida como prática acadêmica que interliga uma instituição de Ensino Superior nas suas atividades de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população. Possibilita a formação do profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento significativo para a superação das desigualdades sociais, buscando o equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico. Art. 46. As atividades de extensão terão seus Eixos Temáticos definidos de acordo com as finalidades e áreas de atuação de cada Curso de Graduação das Faculdades Integradas do Brasil. Art. 47. As atividades de extensão terão como objetivos: a) Desenvolvimento de ações pedagógicas multi, inter ou transdisciplinares e interprofissionais. b) Prioridade às práticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais emergentes; c) Utilização da tecnologia disponível para ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade da educação; d) Atividades voltadas para a produção e preservação cultural e artística como relevantes para o desenvolvimento nacional e regional; e) Inclusão da Educação Ambiental e do Desenvolvimento Sustentável como componentes da atividade extensionista; 110 f) Promoção de programas interinstitucionais sob a forma de consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e para a solidariedade nacional e internacional; g) Ênfase das Faculdades Integradas do Brasil na elaboração de políticas voltadas para a maioria da população, bem como para se constituir em organismo legítimo para acompanhar e avaliar a implementação das mesmas; h) Possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e do desenvolvimento tecnológico e social do país; i) Viabilização da prestação de serviços como produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do Ensino, Pesquisa e Extensão. Art. 48. As atividades de extensão terão como metas: a) Definição de linhas prioritárias desenvolvimento institucional; de Extensão nos planos de b) Proposta e adoção de indicadores quantitativos e qualitativos de Extensão na avaliação do desempenho docente, das unidades acadêmicas e nas matrizes para a distribuição de recursos orçamentários internos; c) Institucionalização da participação da Extensão no processo de integralização curricular; d) Proposição e implementação de formas de apoio ao desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia; e) Instituição de um programa de fomento à extensão, com previsão de recursos para custeio e bolsas de Extensão; f) Articulação: Faculdades Integradas do Brasil e Sociedade. Art. 49. O financiamento das metas da extensão terá como fonte de recursos órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) e a próprio Complexo de Ensino Superior do Brasil. O financiamento das metas relativas à articulação com a sociedade será definido a partir da realização de parcerias com órgãos e instituições ligadas às áreas de interesse, e articulações políticas com agências de desenvolvimento. Art. 50. Os Projetos de Extensão poderão ser propostos à Coordenação do Curso a que esteja relacionado seu Eixo Temático, por docentes ou funcionários técnico- 111 administrativos da Instituição; deverão ser apresentados em formulário próprio, em que constará obrigatoriamente: a) Objeto da proposta; b) Eixo Temático da proposta; c) Vinculação da proposta com os Objetivos e Metas do Programa d) Orçamento financeiro e fonte de recursos; e) Cronograma de atividades; f) g) Recursos materiais e humanos necessários. Número de horas necessárias ao desenvolvimento do projeto, a serem integralizadas ao regime de trabalho do proponente, de acordo com as verbas destinadas pela Mantenedora, conforme art. 7o. Art. 51. A avaliação institucional das atividades de extensão universitária servirá como um dos parâmetros de avaliação da própria Instituição. A avaliação das atividades e programas de extensão será, portanto, efetivada dentro do programa de Avaliação Institucional. Art. 52. A Instituição concederá anualmente Bolsas de Extensão, no valor de 01 (um) salário mínimo por mês, em número a ser definido pelo CONSEPE, de acordo com a destinação de verbas da mantenedora, com a finalidade de incentivar a participação dos alunos de seus cursos de graduação nas atividades de extensão. As bolsas terão a duração de 12 meses (março a fevereiro). Art. 53. Para ser bolsista de extensão, o candidato deverá atender aos seguintes critérios: a) b) c) d) e) Ser aluno de graduação das Faculdades Integradas do Brasil de qualquer curso ou ano; Ter interesse em participar de atividades de extensão; Ser orientado por um docente ou servidor técnico-administrativo das Faculdades Integradas do Brasil que participe do projeto de extensão escolhido; Não possuir quaisquer outras bolsas; Ter disponibilidade de dias e horários para serem preenchidos com as atividades. Art. 54. - A Coordenação do Curso a que esteja relacionado o Eixo Temático do projeto que ofereça bolsa de extensão dirigirá o processo de seleção de bolsistas, com participação do(s) orientador(es) de cada projeto. Os resultados da seleção deverão ser encaminhados ao Colegiado de Curso, o qual, após dar ciência, enviará à Direção da Faculdade os documentos do(s) aluno(s) classificado(s) para a assinatura do Termo de Compromisso. 112 Art. 55. O estudante bolsista cumprirá regime de até doze horas semanais, sem vínculo empregatício, mediante a assinatura de Termo de Compromisso. Art. 56. O horário de trabalho do estudante bolsista não poderá, em hipótese alguma prejudicar o horário das suas atividades em função das disciplinas em que estiver matriculado. Art. 57. O Termo de Compromisso poderá ser cancelado a qualquer momento, tanto pelo estudante bolsista, através de uma solicitação por escrito ao seu orientador, que a encaminhará ao Colegiado de Curso, ou pelo orientador, mediante requerimento fundamentado ao Coordenador do Curso. Art. 58. A carga horária de atividades de extensão será integralizada como Atividade Complementar no número de horas em que esta atividade for exercida pelo aluno, desde que demonstrado o seu aproveitamento, pelo orientador, através do preenchimento da ficha de avaliação (formulário em anexo). Art. 59. Os “Cursos de Extensão”, modalidade de Programa de Extensão, serão ministrados por docentes de qualquer dos Cursos das Faculdades Integradas do Brasil e/ou professores convidados de outras instituições e têm por principal objetivo a produção de conhecimento cientifico e o incremento do processo de aprendizagem, tratando de temas específicos das áreas de conhecimento de cada Curso. Art. 60. Os professores interessados na elaboração de um Curso de Extensão apresentarão um Projeto à Coordenação de cada Curso, indicando: a) Tema do Curso; b) Unidade responsável pela execução do Curso; c) Local de Realização do Curso; d) Justificativa; e) Objetivos; f) Carga horária total g) Clientela-alvo; h) Periodicidade; i) Período de funcionamento; j) Número de Vagas; k) Sistema de avaliação; l) m) Cronograma de Atividades; Orçamento previsto. Art. 61. Para ser Coordenador de um Curso de Extensão o docente deverá preencher os seguintes requisitos: 113 a) Ser professor com experiência comprovada e reconhecimento na comunidade; b) Ter pelo menos o título de mestre e estar, preferencialmente, em regime de, no mínimo, 10 horas semanais; c) Ser professor de disciplina correlata ao Curso de Extensão. Art. 62. Os projetos apresentados serão selecionados pelo Colegiado do Curso, sendo o resultado divulgado em Edital. Art. 63. Após a seleção dos projetos, serão abertas as inscrições para os interessados em participar de cada Curso de Extensão. Art. 64. Os Cursos de Extensão terão duração de um semestre letivo. Art. 65. A avaliação de cada participante do Curso de Extensão será feita pelo Professor-orientador. Art. 66. Os alunos que obtiverem média 7,0 na Avaliação receberão Certificado de Participação no Curso de Extensão, podendo integralizar até 80 (oitenta) horas de Atividade Complementar, de acordo com o Projeto. Parágrafo único. A integralização das horas de atividade complementares; dos alunos com aproveitamento no Curso de Extensão; será automática e determinada pela Coordenação do Curso à Secretaria. SEÇÃO V DAS MONITORIAS Art. 67. A monitoria tem por objetivo proporcionar ao aluno um contato mais próximo com a realidade acadêmica, dando-lhe oportunidade de participar mais diretamente da rotina pedagógica de seu curso, além de estabelecer uma relação de maior colaboração entre o corpo discente e docente. Art. 68. A Coordenação de Curso submeterá anualmente à aprovação do Colegiado de Curso a sua proposta de abertura de vagas de monitoria por disciplina. Esta proposta deverá ser homologada pelo CONSEPE, ouvida a Mantenedora. Art. 69. É de responsabilidade da Coordenação de Curso a elaboração e divulgação do Edital de Inscrição para monitoria, após aprovação das vagas pelo CONSEPE em que deve constar: a) o dia e a hora de abertura e encerramento das inscrições, com prazo mínimo de quinze dias; b) o número de vagas por disciplina; c) o Plano de Trabalho proposto na disciplina; d) a modalidade e critérios de seleção; e) os documentos necessários; 114 f) o local destinado ao recebimento de inscrição. Art. 70. Para o ingresso na função de monitor, o aluno deverá atender aos seguintes requisitos: a) estar devidamente matriculado no curso, com freqüência regular; b) ter cursado, com aproveitamento, a disciplina cuja vaga de monitoria esteja sendo ofertada; c) não estar recebendo qualquer outro tipo de bolsa-auxílio; d) não estar fazendo estágio opcional. Art. 71. A Coordenação de Curso dirigirá o processo de seleção, com participação do(s) professor(es) da(s) disciplina(s) em que se ofereça vaga para monitoria. Os resultados da seleção deverão ser encaminhados ao Colegiado de Curso, o qual, após dar ciência, enviará à Direção da Faculdade os documentos do(s) aluno(s) classificado(s) para a assinatura do Termo de Compromisso. Art. 72. Ao monitor, sob orientação e responsabilidade do professor de cada disciplina, compete exclusivamente: a) auxiliar os professores na orientação dos alunos e nos trabalhos de campo, de laboratórios e de biblioteca; b) facilitar a comunicação extra - classe entre os professores e os alunos; c) atualizar a bibliografia do curso, através de pesquisas em bibliotecas e livrarias. Art. 73. A admissão do monitor far-se-á, sem vínculo empregatício, durante o período letivo, em regime de doze horas semanais, mediante a assinatura de Termo de Compromisso. Art. 74. O horário de trabalho da monitoria não poderá, em hipótese alguma, prejudicar o horário das atividades do aluno em função das disciplinas em que estiver matriculado. Art. 75. É vedado atribuir ao monitor exercer atividades didáticas próprias do professor, ou funções meramente burocráticas. Art. 76. O aluno monitor receberá, a título de bolsa-auxílio de monitoria, 01 (um) salário mínimo por mês, de acordo com a destinação de verbas previstas no art. 7 o, sendo vedado o acúmulo de Bolsas. Art. 77. O Termo de Compromisso poderá ser cancelado a qualquer momento, tanto pelo aluno monitor, através de uma solicitação por escrito ao seu professor 115 orientador, que a encaminhará ao Colegiado de Curso, ou pelo professor orientador, mediante requerimento fundamentado ao Coordenador do Curso. Art. 78. A carga horária da Monitoria será integralizada como Atividade Complementar no número de horas em que esta atividade for exercida pelo aluno, desde que demonstrado o aproveitamento do aluno, pelo professor-orientador, através do preenchimento da ficha de avaliação (formulário em anexo). SEÇÃO VI DA PARTICIPAÇÃO DISCENTE EM ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO Art. 79. Cada representação discente junto aos órgãos administrativos das Faculdades Integradas do Brasil importará a integralização de no máximo 60 (sessenta) horas. Art. 80. A integralização das horas complementares referentes à representação discente somente poderá ser feita mediante requerimento dos alunos junto à Secretaria, instruído com documento comprobatório, e após deferimento do Coordenador do Curso. SEÇÃO VII DA PARTICIPAÇÃO COMO OUVINTE EM DEFESAS DE MONOGRAFIAS, DISSERTAÇOES E TESES Art. 81. A assistência a defesas de monografias, dissertações e teses deverá ser comprovada mediante formulário (modelo em Anexo I) a ser preenchido pelo aluno e assinado pelo Presidente da Banca. Art. 82. Cada assistência de defesa de monografias importará a integralização de 2 (duas) horas. Art. 83. Cada assistência de defesa de dissertações de mestrado importará a integralização de 3 (três) horas. Art. 84. Cada assistência de defesa de teses de doutorado importará a integralização de 4 (quatro) horas. SEÇÃO VIII DO ESTÁGIO VOLUNTÁRIO Art. 85. No que se refere à atividade complementar designada “Estágio Voluntário” serão válidas todas as atividades realizadas através das instituições conveniadas com a Faculdades Integradas do Brasil, incluindo o CIEE/PR – Centro de Integração 116 Empresa-Escola, atendidas todas as exigências do Acordo de Cooperação, Termo de Compromisso de Estágio e Plano de Estágio. Parágrafo único. Somente poderão ser integralizadas as horas referentes a esta modalidade mediante requerimento dos alunos junto à Secretaria e após deferimento da Coordenação do Curso. SEÇÃO IX DOS CURSOS DE LÍNGUAS Art. 86. Somente poderão ser computados os Cursos de Língua Estrangeira para efeitos de integralização de atividades complementares aqueles que forem cursados após o ingresso do aluno no Curso da Faculdades Integradas do Brasil. Art. 87. As atividades desta modalidade somente poderão ser integralizadas mediante requerimento dos alunos junto à Secretaria e após deferimento do Coordenador do Curso, condicionado à apresentação de Certificado de Aproveitamento no Curso de Língua Estrangeira. III. DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 88. Todos os requerimentos feitos pelos alunos, previstos na presente Instrução Normativa, serão processados e numerados pela Secretaria do Curso, e em seguida encaminhados para a Coordenação do respectivo Curso. Art. 89. Os casos omissos serão resolvidos pelo CONSEPE, obedecidas as normas legais. Art. 90. Revogam-se as disposições em contrário. Art. 91. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Curitiba, Julho de 2003. CONSEPE 117 Anexo II Normas do PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Para ser Orientador de Iniciação Científica, o docente deve preencher os seguintes requisitos: a) ser pesquisador com produção científica e/ou acadêmica divulgada em revistas especializadas, eventos científicos ou de reconhecimento na comunidade; b) ter pelo menos o título de mestre e estar, preferencialmente, em regime de 40 horas semanais; c) ser professor de disciplina correlata ao projeto de iniciação científica; d) ter competência acadêmica comprovada; e) apresentar projeto de pesquisa original, relevante e tecnicamente viável, acompanhado de plano de trabalho, a ser executado por aluno de iniciação científica; f) a execução do projeto não poderá depender da obtenção futura de recursos financeiros; os recursos necessários à instalação do projeto que não forem fornecidos pelas agências oficiais de fomento, devem ser providenciados pela própria Instituição na seguinte forma: 1) oferecimento da logística necessária ao participante de iniciação científica, incluindo-se: local para trabalho, instrumental de informática utilizado, suprimentos necessários (papel, tinta, etc.), facilitação na obtenção de bibliografia nacional ou estrangeira; 2) desconto de 50% no valor das mensalidades, ou remuneração financeira no montante deste percentual, para o caso de o aluno já gozar de bolsa de estudos oferecida pela própria Instituição por outros motivos que não a iniciação científica; 3) apoio na divulgação dos resultados significativos do trabalho, quer sejam os mesmos parciais ou integrais; 4) estímulo à participação do aluno em congressos, seminários, palestras que sejam importantes para a realização plena do seu trabalho. Compromissos do Orientador do Programa de Iniciação Científica Os orientadores devem assumir o compromisso de: a) selecionar alunos que apresentarem bom aproveitamento acadêmico e potencial para atividades de pesquisa; b) orientar o acadêmico nas distintas fases do trabalho científico; c) avaliar semestralmente o desempenho do orientado, elaborando o Relatório de Apreciação; d) acompanhar a elaboração dos relatórios bem como a organização e a apresentação dos resultados da pesquisa em eventos científicos; e) acompanhar o discente na apresentação dos resultados da pesquisa em eventos de iniciação científica; f) incluir o nome do discente nas publicações e nos trabalhos apresentados nos congressos, quando o estudante efetivamente houver participado na obtenção dos resultados. Requisitos para ser orientando no Programa de Iniciação Científica a) estar matriculado regularmente em Curso de Graduação da Instituição; b) ter cursado os dois primeiros semestres da graduação e não estar no último semestre do curso, exceto em casos de continuidade de projeto; 118 c) apresentar bom desempenho acadêmico, não tendo reprovações nas disciplinas correlatas nas áreas do projeto de pesquisa; Compromissos do orientando no Programa de Iniciação Científica Cada aluno selecionado deve assumir o compromisso de: a) executar individualmente o plano de trabalho aprovado, dedicando ao projeto a carga horária definida pelo Orientador; b) apresentar os resultados parciais e/ou finais da pesquisa; c) fazer referência à sua condição de bolsista de iniciação científica do órgão de fomento (ou da Escola) ao qual seu projeto está alocado, nas publicações e trabalhos apresentados; d) apresentar relatório técnico-científico semestral e final dos resultados obtidos, e relatórios de atividades complementares; e) apresentar todos os relatórios em documentos escritos em conformidade com as Normas Brasileiras. Resolução Normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC Segundo a resolução normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de iniciação científica visam: a) incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores qualificados; b) estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa; c) qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo; d) contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. O Programa de Iniciação Científica contribui significativamente para o aumento da qualificação docente da própria Instituição em que se insere. Normas para a participação do Programa de Iniciação Científica Para ser Orientador de Iniciação Científica, o docente deverá preencher os seguintes requisitos: a) ser pesquisador com produção científica e/ou acadêmica divulgada em revistas especializadas, eventos científicos ou de reconhecimento na comunidade; b) ter pelo menos o título de mestre; c) ser professor de disciplina correlata ao projeto de iniciação científica; d) ter competência acadêmica comprovada; 119 e) apresentar projeto de pesquisa original, relevante e tecnicamente viável, acompanhado de plano de trabalho, a ser executado por aluno de iniciação científica; f) a execução do projeto não poderá depender da obtenção futura de recursos financeiros; os recursos necessários à instalação do projeto que não são fornecidos pelas agências oficiais de fomento, são providenciados pela própria Instituição na seguinte forma: 1) oferecimento da logística necessária ao participante de iniciação científica, incluindo-se: local para trabalho, instrumental de informática utilizado, suprimentos necessários (papel, tinta, etc.), facilitação na obtenção de bibliografia nacional ou estrangeira; 2) desconto no valor das mensalidades dos alunos participantes; 3) apoio na divulgação dos resultados significativos do trabalho, quer sejam os mesmos parciais ou integrais; 4) estímulo à participação do aluno em congressos, seminários, palestras que sejam importantes para a realização plena do seu trabalho. Compromissos do Orientador do Programa de Iniciação Científica Os orientadores deverão assumir o compromisso de: a) selecionar alunos que apresentarem bom aproveitamento acadêmico e potencial para atividades de pesquisa; b) orientar o acadêmico nas distintas fases do trabalho científico; c) avaliar semestralmente o desempenho do orientado, elaborando o Relatório de Apreciação; d) acompanhar a elaboração dos relatórios bem como a organização e a apresentação dos resultados da pesquisa em eventos científicos; e) acompanhar o discente na apresentação dos resultados da pesquisa em eventos de iniciação científica; f) incluir o nome do discente nas publicações e nos trabalhos apresentados nos congressos, quando o estudante efetivamente houver participado na obtenção dos resultados. Requisitos para ser orientando no Programa de Iniciação Científica a) estar matriculado regularmente em Curso de Graduação da Instituição; 120 b) ter cursado os dois primeiros semestres da graduação e não estar no último semestre do curso, exceto em casos de continuidade de projeto; c) apresentar bom desempenho acadêmico, não tendo reprovações nas disciplinas correlatas nas áreas do projeto de pesquisa; Compromissos do orientando no Programa de Iniciação Científica Cada aluno selecionado deverá assumir o compromisso de: a) executar individualmente o plano de trabalho aprovado, dedicando ao projeto a carga horária definida pelo Orientador; b) apresentar os resultados parciais e/ou finais da pesquisa; c) fazer referência à sua condição de bolsista de iniciação científica do órgão de fomento (ou da Escola) ao qual seu projeto está alocado, nas publicações e trabalhos apresentados; d) apresentar relatório técnico-científico semestral e final dos resultados obtidos, e relatórios de atividades complementares; e) apresentar todos os relatórios em documentos escritos em conformidade com as Normas Brasileiras. 121 ANEXO III REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1 – Trabalho de Conclusão de Curso, composto pelas disciplinas Trabalho de Conclusão I e II, é oferecido aos alunos regularmente matriculados no sétimo e oitavo períodos do Curso de Nutrição, a seguir referenciado simplesmente como Curso, pela Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, a seguir Escola, vinculada à Coordenação do Curso, doravante Coordenação, e regida por esse Regulamento e pela Legislação Superior. Art.2 – O Trabalho de Conclusão de Curso compreende a realização de atividades práticas e/ou teóricas, condizentes com a formação e a ênfase oferecidas pelo Curso, discriminadas em um Projeto de Pesquisa a ser elaborado pelo aluno, culminando com a elaboração de artigo científico. Art.3 – O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser realizado na(s) área(s) previamente acordadas entre o aluno e o seu Professor Orientador. Art.4 – A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo a aplicação dos conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso e a elaboração de artigo científico no formato do periódico escolhido pelo aluno com anuência do professor orientador, com apresentação pública, de forma similar ao exigido em eventos técnico-científicos de profissionais da área quando da apresentação de seus trabalhos. Art.5 – Cada aluno contará com um Professor Orientador, com experiência profissional na área de concentração do Trabalho, conforme descrito no Manual do TCC pela Coordenação do Curso. Art.6- Os Projetos deverão ser submetidos ao Comitê de Ética e Pesquisa para análise e aprovação dos aspectos éticos, casos omissos serão avaliados pelo Colegiado de Curso. Art.7 – O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser apresentado ao final do período em que for cursada a disciplina. A elaboração, a apresentação e a avaliação do TCC deverão obedecer a Critérios e Normas complementares a este Regulamento, elaborados e divulgados pelo Coordenador do Curso. Art.6 – Compete à Coordenação: a) aprovar disposições complementares a este Regulamento para a realização semestral da disciplina; b) aprovar os cronogramas semestrais de atividades da disciplina; c) homologar o rol de Professores Orientadores e respectivos Orientados; d) solicitar/justificar a Direção Acadêmica pagamento ao professor referente a orientação; e) providenciar para que nenhum dos Professores Orientadores atenda mais do que seis orientados por semestre; ou seja, serão designados tantos orientadores quanto necessários para atendimento deste critério. f) homologar os resultados finais da Disciplina; g) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse Regulamento para a elaboração, apresentação e avaliação dos artigos; h) publicar os Editais referentes à organização e realização da disciplina; i) convocar reuniões com os Professores Orientadores, sempre que necessário; 122 j) organizar e providenciar a realização das defesas dos TCCs; l) deliberar sobre os casos omissos neste Regulamento, ouvidos os Professores Orientadores. Art.7 – Compete ao Professor Orientador: a) fornecer ao Coordenador do Curso, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento dos Trabalhos sob sua orientação; b) efetuar o controle de frequência dos alunos às reuniões de orientação; c) avaliar bimestralmente a atuação e o aproveitamento dos alunos sob sua orientação: d) avaliar bimestralmente a atuação e o aproveitamento dos alunos sob sua orientação: e) elaborar e submeter à Coordenação o material necessário para as homologações cabíveis; f) participar da Banca Examinadora, de cada aluno sob sua responsabilidade; g) auxiliar o Coordenador do Curso nas atividades atinentes à disciplina, que lhe forem solicitadas; h) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este Regulamento e suas Normas Complementares. Art.8 – Compete a cada aluno: a) cumprir fielmente todas as Normas e Disposições referentes à Disciplina, i) comparecer às reuniões convocadas pelo seu Professor Orientador; j) apresentar ao seu Professor Orientador e/ou ao professor das disciplinas TCC I e II, nos prazos estabelecidos, os documentos, relativos ao Trabalho, que lhe forem solicitados, devidamente preenchidos ou elaborados; d) cumprir fielmente as atividades previstas no seu Plano de Trabalho, justificando em tempo as alterações impostas pelas circunstâncias; e) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador, sempre que necessário; f) submeter-se às avaliações previstas e solicitar, se couber, revisão dos resultados obtidos; g) apresentar o seu TCC em forma de artigo científico, em sessão pública, submetendo-o à Banca Examinadora estabelecida para avaliação. Art.9 – O critério de avaliação da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso consiste de notas expressas na escala de 0 a 10, em intervalos de cinco décimos. # 1 –A nota final será composta pela média das notas estabelecidas pela banca examinadora e orientador, composta pela nota da apresentação pública e pela versão definitiva do artigo (valor de 0-9) e atribuída na disciplina TCCII (valor de 0-1). Art. 10 – A média final de cada aluno, que será expressa na escala de 0 a 10, apurada até a primeira casa decimal sem arredondamento e será considerado aprovado na disciplina todo aluno que obtiver média final igual ou superior a sete, e reprovado em caso contrário. Art. 11 – O aluno reprovado em Trabalho de Conclusão de Curso deverá cursar a disciplina integralmente no semestre seguinte, ou seja, cursar TCC II novamente. O mesmo ocorrerá com alunos que não entregarem a versão revisada do artigo, após a apresentação pública, no prazo estabelecido pela coordenação do curso. Art. 12 – A qualquer momento antes da Colação de Grau, caso seja colocada em dúvida a autoria do artigo apresentado pelo aluno, a Escola promoverá a instauração de sindicância e, caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado 123 reprovado na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso, sem direito de pedir revisão ou recurso, independentemente dos resultados obtidos nas avaliações bimestrais. Art. 13 – À época devida, o Coordenador do Curso divulgará a composição das Bancas Examinadoras. Art. 14 – Cada Banca Examinadora será composta por três participantes, sendo um deles obrigatoriamente o Professor Orientador. Art.15 – O funcionamento de cada Banca Examinadora será organizado pelo Coordenador do Curso, que definirá os procedimentos necessários com vistas a promover a imparcialidade e a uniformidade na atuação de seus integrantes quando da avaliação das Dissertações. Art. 16 – O presente Regulamento entrará em vigor após ser aprovado pela Coordenação do Curso e pelo Colegiado de Curso. 124 ANEXO IV REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO I – Da Caracterização Art.1 – Estágio Supervisionado, composto pelas disciplinas: Estágio Supervisionado em Unidades de Alimentação e Nutrição, Estágio Supervisionado em Nutrição Clínica, Estágio Supervisionado em Nutrição e Saúde Pública, Estágio Supervisionado em Segurança Alimentar ou Nutrição Ambulatorial, é oferecido aos alunos regularmente matriculados, a partir do sétimo período do Curso de Nutrição, a seguir chamado simplesmente Curso, na Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, vinculada à Coordenação do Curso, doravante Coordenação, e regida por esse Regulamento e pela Legislação Superior. # 1 – A carga horária total do Estágio Supervisionado não poderá ser inferior a setecentos e sessenta horas, não se computando, para fins de integralização do Currículo Pleno do Curso, qualquer carga horária excedente. # 2 – Para a organização e o funcionamento destas disciplinas haverá em cada ano letivo um Coordenador de Estágio, que responderá pelas mesmas diante da Coordenação. # Art.2 – O Estágio Supervisionado compreende a realização de atividades práticas, condizentes com a formação oferecida pelo Curso, a seguir designada simplesmente Estágio, e discriminadas no Plano de ensino de cada área de estágio. # 1 – O Estágio deverá ser realizado nas áreas previamente acordadas, em consonância com agrade do curso e em instituição conveniada às Faculdades Integradas do Brasil e que ofereçam as condições necessárias para a realização do mesmo. # 2 – As atividades práticas do Estágio deverão ser realizadas no sétimo e oitavo período do curso. II – Dos Objetivos Art.3 – A realização do Estágio tem por objetivo a efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho, visando: a aplicação dos conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso. Art.4 – A elaboração de trabalho técnico será específica por área e obrigatoriamente terão porte e qualidade exigíveis de um trabalho acadêmico nas áreas de abrangência do Curso. III – Do Local de Estágio Art.5 – O Estágio deverá ser realizado em instituições que tenham condições de proporcionar, aos estagiários, experiências práticas e aperfeiçoamento técnicocientífico e de relacionamento humano. #1 – A disposição de qualquer instituição de oferecer estágio a alunos do Curso será firmada em Termo de Compromisso celebrado entre essa instituição, doravante denominada Instituição Concedente de Estágio, e a Escola de Saúde das 125 Faculdades Integradas do Brasil, onde poderão estar incluídas normas complementares a este Regulamento. #2 – O Estágio deverá ser realizado em uma única Instituição Concedente de Estágio por ciclos que contemplem a carga horária estabelecida na grade horária do curso, e nos casos de interrupção de Estágio, por motivos que independam do estagiário, novas providências poderão ser tomadas, desde que orientadas pelo Coordenador de Estágio, sem prejuízo do andamento da disciplina em relação ao Estagiário. Art.6 – Alternativamente o Estágio poderá ser cumprido na própria Escola de Saúde, através do desenvolvimento de Projetos de Prestação de Serviços que visem a atender às necessidades e/ou interesses da própria Instituição, de instituições conveniadas ou de outros segmentos da comunidade, sempre mediante Projeto Específico por Aplicação, coordenado por professores da Escola, desde que a duração do Projeto não ultrapasse o semestre letivo a que se referir a participação do Estagiário e que seja avaliado e aprovado pelo Colegiado de Curso. IV – Da Organização Art.7 – Para cada semestre letivo será estabelecido um cronograma de atividades do Estágio Supervisionado. Art.8 – Cada Estagiário contará com um Supervisor de Atividade, com experiência profissional comprovada na área de aplicação do Estágio, indicado pela Instituição Concedente do Estágio, um Professor Orientador, escolhido entre os docentes do Curso que se disponibilizarem para a orientação de estagiários. Art.9 – Para a realização do Estágio, cada Estagiário elaborará um Plano de Estágio que atenda aos objetivos estabelecidos neste Regulamento e aos interesses da Instituição Concedente de Estágio, observadas as Normas e Critérios divulgados pelo Coordenador de Estágio. Art.10 – O Trabalho Final de Estágio deverá ser apresentado ao final de cada ciclo, independentemente do período cumprido em Instituição Concedente. A elaboração, a apresentação e a avaliação do Trabalho Semestral de Estágio deverão obedecer a Critérios e Normas complementares a este Regulamento, elaborados e divulgados pelo Coordenador de Estágio. V – Das Competências Art.11 – Compete às Faculdades Integradas do Brasil: a) designar o Coordenador e o supervisor de Estágio b) firmar o Termo de Compromisso com a Instituição Concedente de Estágio. Art.12 – Compete à Coordenação: a) aprovar disposições complementares a este Regulamento para a realização semestral da disciplina Estágio Supervisionado, b) aprovar o cronograma semestral de atividades da disciplina, c) homologar o rol de professores orientadores e respectivos orientados, 126 d) homologar os Planos de Estágio e suas alterações, deliberando sobre os casos excepcionais, e) homologar os resultados finais da Disciplina, f) deliberar sobre os casos omissos neste Regulamento, ouvido o Coordenador de Estágio. Art.13 – Compete ao Coordenador de Estágio: a) responder pelo Estágio Supervisionado, enquanto disciplina; b) elaborar e submeter à Coordenação o material necessário para as homologações cabíveis; d) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este Regulamento e suas Normas Complementares, e) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse Regulamento para a elaboração, apresentação e avaliação dos Trabalhos de Estágio, f) elaborar os formulários e respectivas instruções de preenchimento, necessários à sistematização do Estágio, como o Termo de Compromisso, Projetos de Intervenção de Estágio, Plano de Estágio e relatórios diversos, bem como outros documentos a serem preenchidos pelos Estagiários, pelos Professores Orientadores, pelos Orientadores de Atividades. g) publicar os Editais referentes à organização e realização do Estágio Supervisionado, h) convocar reuniões com os Professores Supervisores, sempre que necessário, i) realizar reuniões com cada turma de estagiários, orientando-os sobre os critérios a serem observados e às condições necessárias à boa realização de suas atividades, j) aprovar os Planos de Estágio e suas eventuais alterações, l) receber os documentos e relatórios referentes a cada Estagiário e tomar as providências necessárias em cada caso, m) manter atualizadas, através dos Professores Orientadores e/ou Estagiários, as informações sobre o andamento dos trabalhos, n) efetuar o controle de freqüência e das avaliações bimestrais dos Estagiários, o) organizar e providenciar a realização dos Trabalhos Semestrais de Estágio, p) elaborar o Relatório Final de Estágio, contendo avaliação dos resultados observados e sugestões para a melhoria da Disciplina, q) tomar outras providencias e/ou deliberar sobre assuntos não previstos e que venham a se apresentar durante o andamento da Disciplina. Art.13 – Compete ao Professor Supervisor: a) orientar o Estagiário na elaboração da Proposta de Estágio, do Plano de Estágio e do Trabalho de Estágio, b) orientar o Estagiário no desenvolvimento de suas atividades, c) fornecer ao Coordenador de Estágio, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento dos estágios sob sua orientação, d) avaliar a atuação e o aproveitamento escolar dos estagiários sob sua orientação, e) avaliar o Trabalho Semestral de cada estagiário sob sua responsabilidade, f) auxiliar o Coordenador de Estágio nas atividades que lhe forem solicitadas. Art.14 – Compete a cada Estagiário: a) cumprir fielmente todas as Normas e Disposições referentes à Disciplina, b) comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador de Estágio e aos encontros de orientação com seu Professor, 127 c) apresentar ao Coordenador de Estágio ou ao seu Professor Orientador, nos prazos estabelecidos, os documentos relativos ao Estágio que lhe forem solicitados, devidamente preenchidos ou elaborados, d) cumprir fielmente as atividades previstas no seu Plano de Estágio, justificando as alterações impostas pelas circunstâncias, e) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador ou com o receptor (profissional da do local de estágio), sempre que necessário, f) submeter-se às avaliações bimestrais previstas e solicitar, se couber, revisão dos resultados obtidos, g) cumprir no mínimo, integralmente a carga horária estabelecida na grade horária do curso e se for solicitado pela instituição receptora, carga horária a mais, acordada no Termo Individual de estágio, desde que não exceda o período letivo. h) No caso de falta, o aluno deverá protocolar solicitação de reposição (com carga horária dobrada), contendo justificativa e planejamento de reposição, para avaliação do orientador e deferimento da coordenação do curso. Faltas não justificadas terão como consequência a reprovação do aluno. Art.15 – Compete à Instituição Concedente de Estágio: a) firmar o Termo de Compromisso com a Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil, b) atribuir ao Estagiário um preceptor nutricionista, c) oferecer ao Estagiário as condições necessárias para a realização do estágio, d) comunicar por escrito ao Coordenador de Estágio qualquer ocorrência referente à atuação do Estagiário ou à continuidade da realização do estágio, e) fornecer ao Estagiário, no tempo devido, a Declaração de Conclusão de Estágio. Art.16 – Compete ao Receptor do local: a) propor, acompanhar e supervisionar diretamente as atividades do estagiário na Instituição Concedente de estágio, orientando-o sempre que necessário, no âmbito da área da aplicação sendo desenvolvida, c) avaliar periodicamente a atuação do estagiário, encaminhando ao supervisor de Estágio o documento correspondente, na época devida, d) emitir pareceres sobre o trabalho sendo desenvolvido. VI – Da Avaliação do Estágio. Art.17 – O acompanhamento das atividades do Estagiário é feito diretamente pelo Professor Supervisor, e indiretamente pelo Coordenador de Estágio e pelo preceptor do local. Art.18 – O controle de frequência do aluno para fins de registro curricular, será feito pelo supervisor de Estágio, a partir de informações recebidas do receptor. Art.19 – O critério de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado consiste de notas bimestrais expressas na escala de 0 a 10, em intervalos de cinco décimos. Art. 20 – Com os resultados dos Trabalhos e da avaliação da rotina, será calculada a nota média final de cada estagiário, que será expressa na escala de 0 a 10, apurada até a primeira casa decimal sem arredondamento. Será considerado aprovado na disciplina de Estágio todo aluno que obtiver média final igual ou superior a sete em 128 cada uma das quatro áreas, e reprovado em caso contrário. A presença é obrigatória em 100% das atividades propostas, sendo assim, o aluno que faltar sem justificativa será reprovado. A falta devidamente justificada terá t que ser reposta com carga horária dobrada. Art. 21 – O aluno reprovado em Estágio Supervisionado deverá cursar o componente curricular integralmente no semestre seguinte. Art. 22 – A qualquer momento antes da Colação de Grau, caso seja colocada em dúvida a autoria de qualquer trabalho de Estágio apresentado pelo aluno ou de alguma forma o aluno infringir a ética e as normas de estágio, a Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil promoverá a instauração de sindicância e, caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado reprovado na disciplina de Estágio Supervisionado, sem direito de pedir revisão ou recurso, independentemente dos resultados obtidos nas avaliações bimestrais. VII – Da Revisão das Notas Bimestrais. Art. 23 – O Estagiário poderá requerer revisão de nota atribuída, exceto nos casos das notas parciais referentes à sua atuação como Estagiário. No requerimento da revisão, que será protocolado na Secretaria, o Estagiário fundamentará seu pedido, indicando os itens do objeto avaliado em que se sentiu prejudicado. IX – Das Disposições Finais. Art. 27 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso, ouvido o Coordenador de Estágio. Art. 28 – O presente Regulamento entrará em vigor após ser aprovado pela Coordenação do Curso e homologado pelo Conselho Superior da Escola de Saúde das Faculdades Integradas do Brasil.