MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA
ENSINO
MCA 37-56
PLANO DE UNIDADES DIDÁTICAS DA INSTRUCÃO
TÉCNICO-ESPECIALIZADA DO CURSO DE
FORMAÇÃO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
METEOROLOGIA
(PUD CFOE MET)
2010
MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA
ENSINO
MCA 37-56
PLANO DE UNIDADES DIDÁTICAS DA INSTRUÇÃO
TÉCNICO-ESPECIALIZADA DO CURSO DE
FORMAÇÃO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM
METEOROLOGIA
(PUD CFOE MET)
2010
MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA
PORTARIA CIAAR Nº 29-T/SDCC, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010.
Aprova a reedição do Manual que trata
do Plano de Unidades Didáticas da
Instrução Técnico-Especializada do
Curso de Formação de Oficiais
Especialistas em Meteorologia (PUD
CFOE MET).
O COMANDANTE DO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA
AERONÁUTICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso III, do Regulamento
do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica, aprovado pela Portaria nº 448/GC3, de
27 de abril de 2006, resolve:
Art. 1º Aprovar a reedição do MCA 37-56 “Plano de Unidades Didáticas da
Instrução Técnico-Especializada do Curso de Formação de Oficiais Especialistas em
Meteorologia”.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º Revoga-se a Portaria CIAAR nº 11/CMDO, de 1º de setembro de 2008.
Brig Ar JOSÉ GERALDO FERREIRA MALTA
Comandante do CIAAR
(Publicado no BCA n° 082, de 2 de maio de 2011)
MCA 37-56/2010
SUMÁRIO
1
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES............................................................................ 9
1.1
FINALIDADE ..............................................................................................................9
1.2
ÂMBITO .........................................................................................................................9
2
LISTA DE ABREVIATURAS.................................................................................... 10
3
COMPLEMENTAÇÃO DA INSTRUÇÃO .............................................................. 11
4
DETALHAMENTO DAS UNIDADES DIDÁTICAS............................................... 14
5
DISPOSIÇÕES FINAIS ...............................................................................................178
6
ÍNDICE.......................................................................................................................... 179
MCA 37-56/2010
MCA 37-56/2010
PREFÁCIO
Esta publicação estabelece o Plano de Unidades Didáticas, referente ao ano de 2010,
para a Instrução Técnico-Especializada do Curso de Formação de Oficiais Especialistas em
Meteorologia.
Este Plano de Unidades Didáticas complementa o Currículo Mínimo da Instrução
Técnico-Especializada do Curso de Formação de Oficiais Especialistas em Meteorologia
(ICA 37-319) e contém a previsão de todas as atividades que o instruendo realizará sob a
orientação do Centro para atingir os objetivos do curso em que está matriculado.
Contém dados relativos ao desenvolvimento das Unidades Didáticas que compõe as
disciplinas do Curso acima mencionado.
Destina-se, especificamente, aos docentes, discentes e ao uso administrativo deste
Centro.
MCA 37-56/2010
MCA 37-56/2010
1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 FINALIDADE
Esta Instrução tem por finalidade estabelecer o Plano de Unidades Didáticas a
ser adotado para a Instrução Técnico-Especializada do Curso de Formação de Oficiais
Especialistas em Meteorologia (CFOE MET).
1.2 ÂMBITO
Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR).
10
MCA 37-56/2010
2 - LISTA DE ABREVIATURAS
AE
An
Ap
APt
C
Ce
CIPA
Cn
Cp
Ctc
Cv
DDr
DE
Dem
EO
ES
Exc
IMA
GQT
HA
Og
Ot
POt
RC
Re
RM
RO
Se
TG
TI
Va
Vi
-
Aula Expositiva
Análise
Aplicação
Aula Prática
Conferência
Cerimônia
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
Conhecimento
Compreensão
Crítica
Caracterização por um valor ou complexo de valores
Discussão Dirigida
À Disposição do Ensino
Demonstração
Exposição Oral
Exercício em Sala
Exercício
Instruções do Comando da Aeronáutica
Gestão Pela Qualidade Total
Horas-Aula
Organização
Orientação
Prática Orientada
Resposta Aberta Complexa
Resposta
Resposta Mecânica
Resposta Orientada
Seminário
Trabalho de Grupo
Trabalho Individual
Valorização
Visita Técnica
MCA 37-56/2010
11
3 - COMPLEMENTAÇÃO DA INSTRUÇÃO
Carga Horária : 144 Tempos
ATIVIDADES
ESTÁGIO
OPERACIONAL
CINDACTA I
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TÉC
a) identificar a estrutura e o funcionamento dos
órgãos operacionais civis e militares em um
CINDACTA (Cp);
b) identificar a estrutura e o funcionamento dos
órgãos técnicos em um CINDACTA (Cp);
c) descrever o relacionamento sistêmico entre os
órgãos operacionais e técnicos do CINDACTA
(Cp).
08
Vi
32
Est
a) citar detalhadamente a estrutura e o
funcionamento de um centro meteorológico de
vigilância (Cn);
b) identificar o procedimento operacional de geração
e divulgação de produtos meteorológicos obtidos
CENTRO
pelo radar RMTO 100-D (Cn);
METEOROLÓGICO c) gerar simuladamente previsões meteorológica de
DE VIGILÂNCIA
vigilância (Ap);
d) identificar o procedimento operacional de
divulgação
de
informações
e
produtos
(CINDACTA 1)
meteorológicos através do sistema VOLMET
(Cp);
e) descrever o relacionamento sistêmico entre um
CMV e os órgãos operacionais e técnicos do
SISCEAB (Cp).
a) citar detalhadamente a estrutura e o
funcionamento do CNMA (Cn);
b) identificar o grau de automação do CNMA:
Sistemas REDEMET, BANCO OPMET e WAFS
(Cp);
c) explicar o processo de elaboração e divulgação
dos produtos meteorológicos de tempo
CENTRO
significativo para a aviação (Carta SIG WX
NACIONAL DE
PROG) (Cp);
METEOROLOGIA
d)
explicar
o processo de elaboração e divulgação
AERONÁUTICA
dos produtos meteorológicos de Vento e
Temperatura em Altitude (Cp);
(CINDACTA 1)
e) explicar o processo de plotagem e análise de
Seção Vertical da Atmosfera, Carta Auxiliar de
Índice de Estabilidade, Cartas Sinóticas de
Superfície e Carta de Tempo Significativo;
f) gerar simuladamente previsões meteorológica de
responsabilidade do CNMA (Ap);
12
MCA 37-56/2010
g) descrever o relacionamento sistêmico entre um
CNMA e os órgãos operacionais e técnicos do
SISCEAB (Cp).
32
Est
32
Est
a) descrever detalhadamente a estrutura e o
funcionamento do Instituto Nacional de
Meteorologia (Cn);
INSTITUTO
b) identificar os procedimentos operacionais de
NACIONAL DE
análise e previsão de condições meteorológicas
METEOROLOGIA
significativas elaboradas pelo INMET (Cp); e
c) identificar as características do intercâmbio,
(INMET BRÁSÍLIA)
nacional e internacional, de informação
meteorológica, da Rede Sinótica Básica (Cp).
08
Vi
a) caracterizar o funcionamento do Radar
Meteorológico RMT 0100-D da TECSAT (Cn);
b) identificar os equipamentos empregados no
enlace microondas de um CINDACTA (Cn);
c) identificar os equipamentos que compõem o
Conjunto de Operação Local-COL (X4000,
TCCR, TCCDTI) e o conjunto de Modem de
DESTACAMENTO
ligação e transmissão de pista ao Centro
DE CONTROLE DO
Operacional (Cn);
ESPAÇO AÉREO
d) identificar os equipamentos que compõem a
cadeia de transmissão/recepção e tratamento de
(DTCEA-GA)
sinal dos radares TRS 2230/RS 870 (Cn);
e) valorizar a importância da KT e o conjunto de
antenas das estações VHF e UHF (Va); e
f) valorizar a importância da KM, seu banco de
baterias (“no break”) e os grupos geradores de
energia elétrica (Va).
08
Vi
a) citar detalhadamente a estrutura e o
funcionamento dos órgãos operacionais do
DTCEA-BR (Cn);
b) descrever detalhadamente as atribuições do
CMA-1 (Cp);
CENTRO
c) identificar os diversos tipos de previsão,
METEOROLÓGICO
elaboradas e divulgadas pelo CMA-1 (Cp);
DE AERÓDROMO d) descrever o relacionamento sistêmico entre um
CMA-1 e os órgãos operacionais e técnicos do
(DTCEA-BR)
SISCEAB (Cp); e
e) diferenciar as características operacionais de um
órgão civil de Meteorologia das características
operacionais da Meteorologia Aeronáutica (Cp).
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Este estágio complementa a instrução do Campo Técnico-Especializado, devendo ser
realizado no CINDACTA 1, nos órgãos de Meteorologia Aeronáutica desse Centro, e no
Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), após terem sido ministradas todas as disciplinas
previstas para esse campo.
MCA 37-56/2010
ATIVIDADES
VISITA
TÉCNICA
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) citar a estrutura e o funcionamento do CGNA (Cn);
b) identificar o grau de automação do CGNA para apoio à
Navegação Aérea (Cp);
explicar o processo de elaboração e divulgação dos produtos
meteorológicos de tempo significativo para às empresas
aéreas (Cp);
valorizar a atuação do oficial meteorologista no contexto do
gerenciamento da navegação aérea (Va); e
e) descrever o relacionamento sistêmico entre o CGNA e os
órgãos operacionais do SISCEAB (Cp).
CENTRO DE
c)
GERENCIAMEN
TO DA
NAVEGAÇÃO
d)
AÉREA
(CGNA)
13
CH
TEC
24
Vi/Apt
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta visita ao CGNA complementa a instrução do Campo Técnico-Especializado,
podendo ser feita a qualquer momento do curso, preferencialmente no primeiro ano.
14
MCA 37-56/2010
4 - DETALHAMENTO DAS UNIDADES DIDÁTICAS
CAMPO: GERAL
DISCIPLINA 1: CÁLCULO 3
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
CARGA HORÁRIA
47 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO DA DISCIPLINA:
a) empregar os conceitos do Cálculo Diferencial e Integral na solução de problemas, deduções
e/ou demonstrações no campo das Ciências e Tecnologias em geral (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 1.1: FUNÇÕES IMPLÍCITAS E TRANSFORMAÇÕES
CH: 09
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos de funções implícitas na solução de problemas envolvendo Cálculo
(Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
1.1.1
a) definir função implícita de várias variáveis (Cn);
FUNÇÃO
b) demonstrar a equação envolvendo três ou mais variáveis
IMPLÍCITA DE
uma como função das outras (Cp).
VÁRIAS
c) solucionar ao menos três problemas referentes à função
implícita de várias variáveis (Ap).
VARIÁVEIS
a) demonstrar procedimentos de mudanças de
coordenadas para funções de várias variáveis (Cp);
1.1.2
b) demonstrar o determinante chamado jacobiano “J”
MUDANÇA DE
(Cp);
COORDENADAS
c) solucionar ao menos três problemas referentes ao
PARA FUNÇÕES
jacobiano (Ap); e
DE VÁRIAS
d) solucionar ao menos três problemas referentes à
VARIÁVEIS
mudança de coordenadas para funções de várias
variáveis (Ap).
04
AE/ES
05
AE/ES
MCA 37-56/2010
15
UNIDADE 1.2: TEOREMAS DE GREEN, STOKES E GAUSS
CH: 25
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos do Teorema de Green, de Stokes e Gauss na solução de problemas
envolvendo Cálculo (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
1.2.1
OPERADORES
a) descrever o significado físico do Operador
Rotacional (Cp);
b) relacionar o Operador Rotacional à aplicações em
Meteorologia (Cp).
c) descrever o significado físico do Operador
Divergente (Cp);
d) relacionar o Operador Divergente à aplicações em
Meteorologia (Cp).
e) descrever o significado físico do Operador Gradiente
(Cp);
f) relacionar o Operador Gradiente à aplicações em
Meteorologia (Cp).
g) descrever o significado físico do Operador
Laplaciano (Cp); e
h) relacionar o Operador Laplaciano à aplicações em
Meteorologia (Cp).
05
AE/ES
a) definir Parametrização de curvas (Cn);
b) solucionar ao menos três problemas envolvendo
Parametrização de curvas (Ap).
c) definir integral de linha (Cn);
1.2.2
PARAMETRIZAÇÃO d) solucionar ao menos três problemas envolvendo
Integrais de Linha (Ap);
DE CURVAS E
INTEGRAL DE
e) demonstrar o Teorema de Green (Cp);
LINHA
f) apresentar a interpretação do Teorema de Green
(Cp); e
g) relacionar Teorema de Green à aplicações em
Meteorologia (Cp).
05
AE/ES
1.2.3
INTEGRAIS DE
SUPERFÍCIE
a) definir Parametrização de superfície (Cn);
b) solucionar ao menos três problemas envolvendo
Parametrização de superfície (Ap);
c) definir integral de superfície (Cn); e
d) solucionar ao menos dois problemas envolvendo
Integral de superfície (Ap).
05
AE/ES
1.2.4
TEOREMA DE
STOKES
a) demonstrar o Teorema de Stokes (Cp);
b) apresentar a interpretação do Teorema de Stokes
(Cp);
c) relacionar Teorema de Stokes à aplicações em
Meteorologia (Cp); e
d) solucionar ao menos dois problemas envolvendo o
Teorema de Stokes (Ap).
05
AE/ES
16
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
1.2.5
TEOREMA DE
GAUSS
a) demonstrar o Teorema de Gauss (Cp);
b) apresentar a interpretação de fluxo (Cp);
c) relacionar o teorema de Gauss à aplicações em
Meteorologia (Cp); e
e) solucionar ao menos um problemas envolvendo o
Teorema de Gauss (Ap).
05
AE/ES
UNIDADE 1.3: TRANSFORMADA DE LAPLACE
CH: 13
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos da transformada de Laplace na solução de problemas envolvendo
Cálculo (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
1.3.1
INTEGRAIS
IMPRÓPRIAS
a) definir integrais impróprias (Cn);
b) definir transformada de Laplace (Cn);
c) apresentar as características das funções que não
admitem a transformada de Laplace (Cp);
d) demonstrar a convergência da transformada de
Laplace (Cp); e
e) solucionar ao menos três problemas envolvendo
transformada de Laplace (Ap).
04
AE/ES
1.3.2
a) apontar as propriedades da transformada de Laplace
(Cn); e
PRORIEDADES DA
TRANSFORMADA b) solucionar ao menos cinco problemas envolvendo as
DE LAPLACE
propriedades da transformada de Laplace (Ap).
04
AE/ES
a) definir integrais impróprias (Cn);
b) definir transformada de Laplace (Cn);
1.3.3
c) apresentar as características das funções que não
TRANSFORMADAS
admitem a transformada de Laplace (Cp);
INVERSAS DE
d) demonstrar a convergência da transformada de
LAPLACE
Laplace (Cp); e
e) solucionar ao menos três problemas envolvendo
transformada de Laplace (Ap).
05
AE/ES
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos em sala e em
lista extra-sala.
MCA 37-56/2010
17
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
- ÁVILA, G. S. S; Cálculo III, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de Janeiro –
RJ, 1997.
- BRONSON, R; Moderna Introdução às Equações Diferenciais. Coleção Scham – Ed. McGrawHill do Brasil. São Paulo - SP, 1982.
- SHENK, AL; Cálculo e Geometria Analítica. Campus Editora Ltda. Rio de Janeiro –RJ, 1984.
- MOURA, A. D e LEMES, M. A. Fundamentos de Dinâmica Aplicados à Meteorologia e
Oceanografia. Holos Editora – Ribeirão Preto – SP, 2002.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
A disciplina Cálculo 3 deverá ser ministrada após Cálculo 2 e antes de Dinâmica dos
Fluídos 1
18
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 2: TERMODINÂMICA APLICADA
CH: 42 tempos
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA:
a) interpretar os conceitos fundamentais da termodinâmica (Cp); e
b) avaliar a importância de conhecimento acerca das leis que regem a termodinâmica aplicada
(Av).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 2.1:
SISTEMAS TERMODINÂMICOS
CH: 07
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) interpretar o conceito de sistema termodinâmico (Cp);
b) descrever os principais fundamentos da lei zero da termodinâmica (Cp); e
c) apresentar os principais aspectos referentes as escalas termodinâmicas (Cp); e
d) empregar os conceitos sobre sistemas termdinâmicos na resolução de exercícios (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) citar a definição de sistemas termodinâmicos (Cn);
b) enunciar as variáveis que caracterizam o estado de
ESTADO DE UM
um sistema termodinâmico (Cn); e
02
SISTEMA
c) exemplificar um sistema termodinâmico em
TERMODINÂMICO
coordenadas retangulares (Cp).
AE
a) mencionar o princípio da lei zero da termodinâmica
(Cn);
2.1.2
b) identificar as condições de equilíbrio térmico de um
02
LEI ZERO DA
sistema termodinâmico (Cn); e
TERMODINÂMICA c) citar a principal característica do estado de equilíbrio
de um sistema termodinâmico (Cn).
AE
a) descrever o conceito de substância termométrica
(Cn);
b) citar a definição de grandeza termométrica (Cn);
c) citar a definição de escala termométrica (Cn);
d) identificar o termômetro padrão (Cn);
2.1.3
e) identificar uma escala termodinâmica (Cn);
03
ESCALAS
f) expressar valores em escalas termodinâmicas (Cp);
TERMODINÂMICAS g) identificar a escala absoluta de temperatura (Cn);
h) distinguir a escala termodinâmica que melhor
satisfaz a um sistema (Cp); e
i) empregar os conceitos de escalas termdinâmica na
resolução de, no mínimo, três exercícios (Ap).
AE
2.1.1
MCA 37-56/2010
UNIDADE 2.2:
19
CALOR E PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA
CH: 17
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) interpretar a 1ª lei da termodinâmica (Cp);
b) descrever as principais características relacionadas as conseqüências da 1ª lei da
termodinâmica (Cp);
c) identificar os conceitos de calor e energia, segundo a 1ª lei da termodinâmica (Cp);
d) expressar os principais aspectos referentes aos gases perfeitos (Cp);
e) interpretar o emprego do conceito de calor à primeira lei da termodinâmica (Cp); e
f) empregar os conceitos de calor e da 1ª lei da termdinâmica na resolução de exercícios (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
definir transferência adiabática de energia (Cn);
descrever energia interna (Cn);
interpretar o 1º princípio da termodinâmica (Cp);
identificar as principais conseqüências do 1º
princípio da termodinâmica (Cn);
citar os meios de interação de um sistema
termodinâmico com o meio externo (Cn);
identificar as transformações conseqüentes do 1º
princípio da termodinâmica (Cn);
definir calor (Cn); e
citar a definição de unidade calorimétrica (Cn);
03
AE
descrever capacidade térmica média (Cn);
definir calor específico médio (Cn);
2.2.2
definir calor específico médio (Cn);
CAPACIDADE
conceituar calor específico à volume constante
TÉRMICA E CALOR
(Cn); e
ESPECÍFICO
e) conceituar calor específico à pressão constante
(Cn).
02
AE
a) definir trabalho (Cn);
b) discutir o conceito de energia interna, em relação
ao 1º princípio da termodinâmica (Cp);
c) explicar o conceito de calor, segundo o 1º
princípio da termodinâmica (Cp);
d) interpretar o conceito de trabalho, conforme o 1º
princípio da termodinâmica (Cp);
e) relacionar trabalho à área em um plano pV (Cn); e
f) empregar os conceitos sobre trabalho e energia na
resolução de, no mínimo, três exercícios (Ap).
03
AE
a) citar a definição de gás perfeito (Cn); e
b) interpretar a condição de um gás perfeito (Cp);
2.2.4
c) definir escala termométrica de um gás perfeito
GASES PERFEITOS
(Cn); e
d) definir escala absoluta (Cn).
02
AE
a)
b)
c)
d)
2.2.1
ENERGIA INTERNA e)
E CALOR
f)
g)
h)
a)
b)
c)
d)
2.2.3
TRABALHO E
ENERGIA
20
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
2.2.5
c)
EQUAÇÃO DE
ESTADO
d)
e)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
identificar a constante universal dos gases
perfeitos (Cn);
descrever a equação de estado dos gases perfeitos
(Cp);
citar a principal característica de uma mistura de
gases perfeitos (Cn);
discutir grandezas físicas em relação à equação de
estado dos gases perfeitos (Cp); e
empregar os conceitos sobre a equação de estado
na resolução de, no mínimo, três exercícios (Ap).
a) citar o conceito de transformação reversível,
segundo o 1º princípio da termodinâmica (Cn);
b) descrever a quantidade de energia térmica cedida
em uma transformação reversível de gás perfeito,
em função das variáveis termodinâmicas (Cp);
c) enunciar o 1º princípio da termodinâmica em
função das variáveis independentes p e V (Cn);
2.2.6
d) enunciar o 1º princípio da termodinâmica em
TRANSFORMAÇÕES
função das variáveis independentes p e T (Cn);
REVERSÍVEIS
e) enunciar o 1º princípio da termodinâmica em
função das variáveis independentes V e T (Cn);
f) diferenciar isotermas de adiabáticas em um
diagrama pV (Cp); e
g) empregar os conceitos sobre transformações
reversíveis na resolução de, no mínimo, três
exercícios (Ap).
UNIDADE 2.3:
CH
TEC
03
AE
04
AE
GASES REAIS
CH: 05
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais de gases reais (Cp);
b) expressar os principais aspectos relacionados às mudanças do estado físico da matéria (Cp); e
c) empregar os conceitos sobre gases reais na resolução de, no mínimo, três exercícios (Ap).
SUBUNIDADES
2.3.1
COMPORTAMENTO
DE UM GÁS REAL
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) descrever o comportamento das moléculas de
um gás real (Cn);
b) relacionar as forças de Van Der Waals (Cn);
c) citar características que influenciam o estado
físico de uma substância (Cn);
d) identificar a função no caso de gás perfeito
(Cn); e
e) demonstrar variáveis de estado em um
diagrama cartesiano (Cp).
03
AE
MCA 37-56/2010
21
SUBUNIDADES
2.3.2
ESTADO FÍSICO DA
MATÉRIA
UNIDADE 2.4:
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) explicar as mudanças do estado físico da
matéria (Cp);
b) distinguir as curvas de equilíbrio entre as
fases da água no plano pT (Cp);
c) diferenciar ponto crítico de ponto triplo da
água no plano pVT (Cp);
d) Indicar no plano pVT as curvas de equilíbrio
entre as fases da água (Cp); e
e) empregar os conceitos sobre gases reais na
resolução de, no mínimo, três exercícios (Ap).
02
AE
2ª LEI DA TERMODINÂMICA
CH: 13
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) descrever o conceito de máquinas térmicas (Cp);
b) interpretar o emprego da 2ª lei da termodinâmica nas transformações caloríficas (Cp); e
c) empregar os conceitos sobre a 2ª lei da termodinâmica na resolução de exercícios (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
Tec
a) citar o conceito geral de máquinas térmicas
(Cn);
b) destacar o conceito geral de maquinas
frigoríficas e bombas de calor (Cn);
c) conceituar a 2ª lei da termodinâmica no
2.4.1
princípio de funcionamento das máquinas
MÁQUINAS TÉRMICAS
(Cp);
d) exemplificar o funcionamento das máquinas,
conforme a 2ª lei da termodinâmica (Cp); e
e) diferenciar maquinas frigoríficas de bombas
de calor (Cp).
05
AE
a) citar a base de observação do pensamento de
Sadi Carnot (Cn);
b) expressar o rendimento das máquinas
térmicas através do teorema de Carnot (Cp);
2.4.2
TEOREMA DE CARNOT c) expressar o rendimento de uma máquina em
função da energia interna e do calor (Cp);
E ENTROPIA
d) exemplificar o ciclo de Carnot no plano TS
(Cp); e
e) identificar o conceito de entropia (Cn).
04
AE
22
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) citar o conceito de transformação aberta
reversível, conforme a 2ª lei da
termodinâmica (Cn);
b) distinguir
as
transformações
abertas
reversíveis das irreversíveis (Cp);
2.4.3
c) diferenciar as transformações fechadas
TRANSFORMAÇÕES
reversíveis das irreversíveis (Cp);
REVERSÍVEIS E
d) distinguir
as
transformações
cíclicas
IRREVERSÍVEIS
reversíveis das irreversíveis (Cp);
e) diferenciar as transformações não-cíclicas
reversíveis das irreversíveis (Cp); e
f) descrever entropia nas transformações
termodinâmicas reversíveis (Cp).
CH
Tec
04
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− ZEMANSKY, M. W - Calor e Termodinâmica, Ao Livro Técnico, 1978.
− VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. – Meteorologia Básica e Aplicações, Universidade
Federal de Viçosa, Imprensa Universitária, 1991.
− MOYSÉS, A. L – Termodinâmica – Teoria e Problemas Resolvidos. Ed- LTC, 2007.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após as disciplinas de Cálculo 1 e Equações
Diferenciais, e antes da disciplina Meteorologia Física e Meteorologia Dinâmica 1.
MCA 37-56/2010
23
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 3: MECÂNICA DOS FLUIDOS 1
CARGA HORÁRIA
45 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais da mecânica dos fluidos na solução de problemas de
escoamento (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 3.1:
FUNDAMENTOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 04
a) interpretar os conceitos fundamentais fluido, meio contínuo, viscosidade e gradiente (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) discutir o conceito de “fluído” (Cp);
b) descrever o significado físico do termo “tensão de
cisalhamento”(Cn);
c) definir “fluído incompressível” (Cn);
d) caracterizar um fluído compressível (Cn);
e) apresentar as diferenças entre escoamentos
3.1.1
incompressível e compressível (Cp);
NOÇÕES
f) explicar a diferença entre fluido e meio contínuo
FUNDAMENTAIS
(Cn).
g) ilustrar o conceito de “meio continuo” (Cp);
h) citar ao menos três propriedades de fluídos (Cn);
i) enunciar as dimensões básicas utilizadas na
mecânica dos fluídos (Cn); e
j) justificar a utilização da lei de “homogeneidade
dimensional” na mecânica dos fluídos (Cn).
03
AE
a) conceituar “coeficiente de viscosidade” (Cn);
3.1.2
b) definir “gradiente de velocidade” (Cn); e
LEI DA
VISCOSIDADE DE c) explicar as relações existentes entre tensão de
cisalhamento, coeficiente de viscosidade e
NEWTON
gradiente de velocidade (Cp).
01
AE
24
MCA 37-56/2010
UNIDADE 3.2:
TENSÃO E TENSORES
CH: 06
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais sobre tensão (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) distinguir os conceitos “quantidade escalar” e
quantidade vetorial” (Cp);
b) explicar o conceito físico de “campo” de uma
3.2.1
determinada variável (Cp);
CAMPO ESCALAR c) definir campo escalar (Cn);
E VETORIAL
d) definir campo vetorial (Cn); e
e) interpretar o conceito do termo “gradiente” de uma
grandeza física (Cp).
02
AE
3.2.2
FORÇAS DE
CAMPO E DE
CONTATO
a) definir “força de campo” (Cn);
b) definir “força de contato” (Cn);
c) explicar os conceitos de força de campo e de
contato (Cp);
d) distinguir “tensão normal” e “tensão tangencial”
(Cp); e
e) definir o termo “tensor” (Cn).
02
AE
3.2.3
TENSÃO EM UM
PONTO
a) discutir o efeito da tensão em um fluído
estacionário ou com movimento uniforme (Cp);
b) definir fluído invíscido (Cn);
c) explicar os efeitos da tensão em um fluído
invíscido (Cp);
d) identificar a influência da tensão em um fluído
viscoso em movimento (Cp);
e) conceituar “tensor das tensões” (Cn); e
f) citar propriedades do tensor das tensões (Cn).
02
AE
CH: 07
UNIDADE 3.3:
ESTÁTICA DOS FLUÍDOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) solucionar problemas sobre as variações verticais e horizontais da pressão em um fluido
estático compressível e incompressível (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) caracterizar um fluído estático (Cn);
3.3.1
b) determinar matematicamente a distribuição de
pressão em fluídos estáticos (Cp);
VARIAÇÃO DA
PRESSÃO EM UM c) apontar as relações existentes entre pressão, peso
FLUIDO ESTÁTICO
específico e altitude (Cn); e
INCOMPRESSÍVEL d) resolver ao menos dois exercícios sobre
manometria (Ap).
03
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
25
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) determinar matematicamente a distribuição da
pressão em fluídos estáticos compressíveis Cp);
b) discutir a distribuição da pressão em fluído
considerado como gás perfeito isotérmico (Cp);
c) discutir a distribuição da pressão em fluído
3.3.2
considerado como gás perfeito quando a
VARIAÇÃO DA
temperatura varia linearmente com a elevação
PRESSÃO EM UM
(Cp); e
FLUIDO ESTÁTICO
COMPRESSÍVEL d) resolver ao menos um exercício sobre a
distribuição da pressão em fluído considerado
como gás perfeito isotérmico e um sobre a
distribuição da pressão em fluído considerado
como gás perfeito com a temperatura variando
linearmente com a elevação (Ap).
CH
TEC
04
AE
CH: 08
UNIDADE 3.4:
FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os elementos fundamentais do escoamento num meio contínuo na resolução de
exercícios sobre velocidade e aceleração de partículas fluidas (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) apresentar o conceito de “método de campo” (Cp);
b) distinguir escoamento permanente de nãopermanente (Cp);
c) apresentar o conceito físico de “linha de corrente”
(Cp);
3.4.1
d) apresentar o conceito físico de “tubo de corrente” 02
AE
CAMPO DE
(Cp);
VELOCIDADE
e) discutir o conceito de “campo de velocidade”
(Cp); e
f) citar os dois pontos de vista utilizados para a
determinação de campos que envolvam
movimento de partículas (Cn).
a) a partir de um campo de velocidade genérico,
enunciar matematicamente a aceleração de uma
partícula fluida (Cn);
b) descrever os dois efeitos que podem ser
superpostos na aceleração de partículas fluidas
3.4.2
(Cn);
ACELERAÇÃO DE c) definir aceleração substancial ou total (Cn);
03
AE
UMA PARTICULA
d) dada equação completa da aceleração, identificar o
FLUIDA
termo da aceleração normal (Cn);
e) dada equação completa da aceleração, identificar o
termo da aceleração tangencial (Cn); e
f) resolver ao menos um exercício sobre velocidade e
aceleração de uma partícula (Ap).
26
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
3.4.3
a) citar as leis básicas para meios contínuos (Cn); e
LEIS PARA MEIOS b) citar ao menos duas leis subsidiárias para meios
CONTÍNUOS
contínuos (Cn).
01
AE
a) definir sistema (Cn);
3.4.4
b) definir volume de controle (Cn); e
SISTEMAS E VOLUMES DE CONTROLE c) discutir a relação entre solução por sistema e por
volume de controle (Cp).
02
AE
CH: 06
LEIS BÁSICAS PARA SISTEMAS E VOLUMES DE
CONTROLE
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar fisicamente as leis básicas empregadas em sistemas e em volumes de controle
(Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
UNIDADE 3.5:
a) descrever o significado físico da equação da
continuidade (Cp);
b) dada a equação da continuidade, interpretar
fisicamente os seus termos (Cp);
c) apontar a situação em que o escoamento é
considerado permanente (Cn);
02
d) apresentar a equação da continuidade para o caso de
escoamento permanente (Cn);
e) identificar a situação para a qual apresente o caso do
escoamento incompressível (Cn);
f) apresentar a equação da continuidade para o caso de
escoamento incompressível (Cn).
AE
a) descrever o significado físico da equação da
quantidade de movimento (Cp);
b) dada a equação da quantidade de movimento para
um sistema de tamanho finito, interpretar
3.5.2
fisicamente os seus termos (Cp);
EQUAÇÃO DA
c) dada a equação da quantidade de movimento para 02
QUANTIDADE DE
um volume de controle fixo no espaço inercial,
MOVIMENTO
interpretar fisicamente os seus termos (Cp); e
d) dada a equação da quantidade de movimento para
um volume de controle não inercial, interpretar
fisicamente os seus termos (Cp).
AE
3.5.1
EQUAÇÃO DA
CONTINUIDADE
MCA 37-56/2010
27
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
3.5.2
PRIMEIRA LEI DA
TERMODINÂMICA f)
g)
h)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
enunciar a primeira lei da termodinâmica (Cn);
distinguir os conceitos de energia armazenada e
energia de transição (Cp);
citar os tipos de energia as quais poder ser
relacionadas a um elemento de massa (Cn);
apontar os dois tipos de energia de transição (Cn);
distinguir energia cinética, energia potencial e
energia interna (Cp);
02
dada a equação da primeira lei da termodinâmica,
interpretar fisicamente os seu termos (Cp);
dada a equação da primeira lei da termodinâmica
para um volume de controle, interpretar fisicamente
os seus termos (Cp); e
dada a equação da quantidade de movimento para
um volume de controle não inercial, interpretar
fisicamente os seu termos (Cp).
TEC
AE
CH: 11
UNIDADE 3.6:
ESCOAMENTO IRROTACIONAL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar as leis que regem os movimentos de uma partícula na interpretação de
fenômenos físicos num escoamento irrotacional (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) identificar as condições de contorno para
escoamentos não viscosos (Cn);
b) caracterizar escoamento rotacional e irrotacional
(Cn);
c) expressar o vetor velocidade angular de um
elemento fluido em termos de velocidade (Cp).
d) explicar a relação existente entre a velocidade
angular e o rotacional (Cp);
e) explicar a relação existente entre a velocidade
angular e a vorticidade (Cp);
f) definir as componentes da velocidade angular
3.6.1
em relação aos eixos coordenados (Cn);
06
AE
ESCOAMENTO
g) identificar o operador rotacional no vetor
IRROTACIONAL
velocidade angular de um elemento fluido (Cn);
h) citar
matematicamente
o
critério
de
irrotacionalidade (Cn);
i) discutir a relação entre escoamento irrotacional
e viscosidade (Cp);
j) interpretar a equação de Euler aplicada ao
escoamento irrotacional (Cp);
k) interpretar a equação de Bernoulli aplicada ao
escoamento irrotacional(Cp); e
l) definir o escoamento irrotacional axialmente
simétrico (Cn).
28
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
3.6.2
APLICAÇÃO DA
EQUAÇÃO DE
BERNOULLI NO
ESCOAMENTO
IRROTACIONAL
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) aplicar a equação de Bernoulli em pelo menos dois
exercícios relacionados ao escoamento irrotacional 01
(Ap).
AE
3.6.3
CIRCULAÇÃO E
TEOREMA DE
STOKES
a) definir circulação (Cn);
b) expressar matematicamente o Teorema de Stokes
(Cp); e
02
c) Interpretar fisicamente o Teorema de Stokes para o
escoamento irrotacional (Cp).
AE
3.6.4
POTENCIAL DE
VELOCIDADE
a) definir potencial de velocidade (Cn); e
b) esboçar a relação entre função corrente e potencial 02
de velocidade, em coordenadas polares (Cn).
AE
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após as disciplinas Cálculo 3, Equações
Diferenciais e Física 4 e antes das disciplinas Meteorologia Física e Meteorologia
Dinâmica 1.
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− SHAMES, I.H. – MECÂNICA DOS FLUIDOS. Editora Edgard Blücher Ltda Vol. 1 São Paulo
MCA 37-56/2010
29
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 4: MECÂNICA DOS FLUIDOS 2
CARGA HORÁRIA
42 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) debater os conceitos fundamentais da mecânica dos fluidos relacionados a escoamentos
(An).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 07
UNIDADE 4.1:
ANÁLISE DIMENSIONAL E SEMELHANÇA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos fundamentais de análise dimensional e semelhança na resolução de
exercícios de dinânica dos fluídos (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) valorizar a importância do estudo de grupos
adimensionais para o entendimento das diferenças
entre os vários escoamentos (Va);
b) definir grupos adimensionais (Cn);
4.1.1
c) citar ao menos cinco grupos adimensionais
ANÁLISES
importantes para a Mecânica dos Fluídos (Cn);
ADIMENSIONAIS d) explicar a natureza da análise dimensional (Cp);
e) indicar a vantagem imediata da utilização da análise
adimensional (Cn); e
f) resolver ao menos três exercícios utilizando análise
adimensional (Ap).
02
AE
a) citar o teorema dos “π” de Bukingham (Cn);
b) discutir a importância da utilização do teorema dos
4.1.2
“π”de Bukingham na determinação de grupos
TEOREMA DOS “π” adimensionais (Cp); e
DE BUKINGHAM c) resolver ao menos dois exercícios visando
determinar grupos adimensionais, utilizando o
teorema de “π” de Bukingham (Ap).
02
AE
30
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) explicar o conceito de semelhança (Cp);
b) discutir a relação existente entre análise dimensional
e semelhança (Cn);
c) explicar o significado físico dos grupos
adimensionais importantes na mecânica dos fluidos
4.1.3
(Números de Reynolds, Mach, Foude, Weber e
SEMELHANÇA E
Euler) (Cp);
OS PRINCIPAIS d) relacionar os diferentes grupos adimensionais com
GRUPOS
os aspectos físicos da Equação de Navier-Stokes
ADIMENSIONAIS
(Cn);
e) discutir as consequências fisicas da analise dos
grupos adimensionais na Mecânica dos Fluidos
(Cp); e
f) Identificar a semelhança, após Identificar a equação
diferencial correspondente (Cp).
CH
TEC
03
AE
CH: 14
ESCOAMENTO INCOMPRESSÍVEL IRROTACIONAL
PERMANETE BIDIMENCIONAL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar os conceitos fundamentais aplicados ao escoamento incompressível irrotacional
permanente bidimensional (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) caracterizar as premissas básicas de um
escoamento idealizado – bidimensionalidade,
incompressibilidade,
irrotacionalidade
e
escoamento permanente (Cn);
b) descrever o conceito de “função de corrente”
4.2.1
(Cp);
FUNÇÃO
c) interpretar a relação entre a função de corrente e
04
AE
CORRENTE E
o campo de velocidade (Cp);
RELAÇÕES
d) explicar a relação entre a função corrente e linhas
IMPORTANTES
de corrente (Cp);
e) interpretar a relação entre função de corrente e
potencial de velocidade (Cp); e
f) explicar a relação entre linhas de corrente e
linhas de potencial constante (Cp).
UNIDADE 4.2:
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
31
CH
TEC
a) discutir a lei de conservação de massa utilizando
o conceito de função de corrente (Cp);
b) discutir a lei de Newton considerando o
escoamento irrotacional incompressível, para um
4.2.2
sistema infinitesimal (Cp);
DISCUSSÃO DAS c) relacionar a primeira lei da termodinâmica à lei
QUATRO LEIS
de Newton considerando o escoamento
BÁSICAS
irrotacional incompressível (Cn); e
d) citar as consequências da consideração do
escoamento
irrotacional
incompressível
bidimensional na segunda lei da termodinâmica
(Cn).
04
AE
a) caracterizar um escoamento uniforme (Cn);
b) interpretar física uma fonte e um sorvedouro
bidimensionais (Cp);
c) identificar matematicamente uma fonte e um
sorvedouro bidimensionais (Cn);
d) explicar o conceito de vórtice simples (Cp);
e) identificar matematicamente um vórtice simples
(Cn); e
f) interpretar fisicamente o conceito “par fluido”
(Cn).
04
AE
a) apontar os fundamentos do método da
superposição (Cn);
b) explicar o escoamento em torno de um cilindro
4.2.4
sem circulação (Cp); e
SUPERPOSIÇÃO DE
c) dada uma imagem animada de um escoamento
ESCOAMENTOS
incompressível
irrotacional
permanente
SIMPLES
bidimensional, identificar os efeitos num
escoamento em torno de um cilindro sem
circulação (Cp).
02
AE
4.2.3
ESCOAMENTOS
SIMPLES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
32
MCA 37-56/2010
CH: 08
ESCOAMENTO IRROTACIONAL INCOMPRESSÍVEL
AXIALMENTE SIMÉTRICO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar os conceitos fundamentais da mecânica dos fluidos aplicado a um escoamento
irrotacional incompressível axialmente simétrico (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
UNIDADE 4.3:
a) descrever o conceito de “função de corrente” de
Stokes (Cn);
b) interpretar a função corrente de Stokes (Cp);
c) interpretar a relação entre a função de corrente
de Stokes e o campo de velocidade (Cp);
4.3.1
d) explicar a relação entre a função corrente de
NOÇÕES
Stokes e linhas de corrente (Cp);
FUNDAMENTAIS e) interpretar a relação entre função de corrente e
potencial de velocidade (Cp); e
f) dada uma imagem animada de um escoamento
incompressível
irrotacional
axialmente
simétrico, identificar a função de corrente de
Stokes (Cp).
03
AE
a) caracterizar o escoamento simples em função
de linha de corrente e função de corrente para
um escoamento incompressível irrotacional
axialmente simétrico (Cn);
b) caracterizar
fontes
e
sorvedouros
tridimensionais
num
escoamento
incompressível
irrotacional
axialmente
simétrico (Cn);
c) definir “par tridimensional” para um
escoamento
incompressível
irrotacional
axialmente simétrico (Cn);
d) caracterizar fontes e sorvedouros lineares de
comprimento
finito
num
escoamento
incompressível
irrotacional
axialmente
simétrico (Cn); e
e) idendificar as leis básicas para um
escoamentouniforme (Ap).
03
AE
4.3.2
ESCOAMENTO
SIMPLES
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
33
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) explicar o escoamento permanente em torno de
uma esfera (Cp); e
4.3.3
b) dada uma imagem animada de um escoamento
SUPERPOSIÇÃO DE
incompressível
irrotacional
permanente
ESCOAMENTO
bidimensional, identificar os efeitos do
SIMPLES
escoamento em torno de um cilindro sem
circulação (Cp).
CH
TEC
02
AE
CH: 04
ESCOAMENTO LAMINAR VISCOSO
INCOMPRESSÍVEL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) examinar as principais leis que regem o escoamento laminar viscoso incompressível (An).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
UNIDADE 4.4:
4.4.1
EQUAÇÃO DE
NAVIER-STOKES
PARA UM ESCOAMENTO LAMINAR
INCOMPRESSÍVEL
a) interpretar as equações de Navier-Stokes para um
escoamento laminar incompressível (Cp);
b) explicar as relações físicas adimensionais obtidas
da equação de Navier-Stokes (Cp);
c) Explicar a dificuldade da solução das Eq. de
Navier-Stokes pelos termos que representam as
acelerações convectivas (Cp); e
d) identificar as soluções exatas da equação de
navier-Stokes (Ap).
03
AE
4.4.2
ESCOAMENTO
PARALELO
a) caracterizar um escoamento paralelo (Cn); e
b) analisar o perfil de velocidade parabolico
resultante (An).
01
AE
CH: 09
ESCOAMENTO TURBULENTO VISCOSO
INCOMPRESSÍVEL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar as principais leis que regem o escoamento turbulento viscoso incompressível
(Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
UNIDADE 4.5:
4.5.1
ESCOAMENTO
TURBULENTO
PERMANENTE
a) identificar médias, em relação ao tempo, para um
escoamento turbulento em regime permanente
(Cn);
b) identificar caracteristicas de transição de
escoamentos laminar para turbulento (Cn); e
c) discutir a relação dos Numeros de Reynolds e de
Richardson para um escoamento turbulento (Cp).
02
AE
34
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) identificar as equações de Navier-Stokes para
quantidades médias no tempo (Cn);
4.5.2
b) calcular soluções exatas da Equação de NavierEQUAÇÃO DE
Stokes (Ap);
NAVIER-STOKES P/
c) analisar as consequencias fisicas das soluções
QUANTIDADES
exatas da Equações de Navier-Stokes (An); e
MÉDIAS NO TEMPO
d) discutir a aplicação das Equações de Navier-Stokes
na solução de problemas Geofisicos (Cp).
05
AE
a) explicar o conceito de tensão aparente (Cp);
4.5.3
b) explicar a manifestação da tensão aparente (Cp); e
TENSÃO APARENTE
E VISCOSIDADE c) explicar o conceito de viscosidade de
turbilhonamento (Cp).
02
AE
−
−
−
−
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SHAMES, I.H. – MECÂNICA DOS FLUIDOS. Editora Edgard Blücher Ltda Vol. 1 e 2 São Paulo
VANYO, J. P. – ROTATING FLUIDS IN ENGINEERING AND SCIENCE. Editora
Dover Books. New York.
GILES, R. V. . – MECÂNICA DOS FLUIDOS E HIDRAULICA. Coleção Schaum.
Editora McGraw-Hill do Brasil. São Paulo.
HUGHES, W. F. e BRIGHTON, J. A. – THEORY AND PROBLEMS OF FLUIDS
DYNAMICS – SCHAUM’S OUTLINE SERIES. Editora McGraw-Hill. New York.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, após a disciplina Mecânica dos Fluídos 1.
MCA 37-56/2010
35
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 5: METEOROLOGIA FÍSICA
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
CARGA HORÁRIA
40 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais da dinâmica na determinação de parâmetros
atmosféricos (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 5.1:
TERMODINÂMICA DO AR SECO E DO AR ÚMIDO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 09
a) empregar os conceitos fundamentais da termodinâmica do ar atmosférico em condições
variáveis de umidade (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
5.1.1
EQUAÇÃO DE
ESTADO E
TEMPERATURA
VIRTUAL
a) calcular o calor latente de vaporização a
determinada temperatura, a partir de uma
equação para saturação do vapor d'água (Ap);
b) calcular a temperatura virtual e massa específica
de uma amostra de ar saturado a determinada
temperatura e pressão (Ap);
c) interpretar fisicamente, a temperatura virtual a
partir de uma equação de estado do ar úmido, e
a constante específica do ar seco (Cp); e
d) determinar o valor da pressão do vapor em dada
temperatura a partir de um valor médio do calor
de evaporação da água, em um intervalo térmico
(Ap).
02
AE
5.1.2
VOLUME
ESPECÍFICO
a) calcular o volume específico do gelo a partir de
uma determinada temperatura (Ap); e
b) calcular o volume específico da água a partir de
uma determinada faixa de temperatura (Ap).
01
AE
5.1.3
MUDANÇA DE
FASE E CALOR
LATENTE
a) calcular a variação do calor latente de
evaporação com a temperatura absoluta (Ap); e
b) determinar o trabalho, a variação de energia
interna e a troca de calor com a vizinhança, a
partir de uma amostra de ar seco em
transformação (Ap).
02
AE
5.1.4
EQUAÇÃO DE
CLAUSIUSCLAPEYRON
a) discutir a equação de Clausius-Clapeyron (Cp); e
b) discutir as equações de Goff-Gatch, Tetens e
Magnus desenvolvidas a partir da equação de
Clapeyron (Cp).
02
AE
36
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
5.1 5
VARIÁVEIS DA
UMIDADE
a) calcular a razão de mistura em condições
específicas (Ap); e
b) calcular a umidade e a temperatura do ponto de
orvalho em condições específicas (Ap).
02
AE
CH: 07
UNIDADE 5.2:
DIAGRAMAS AEROLÓGICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos fundamentais da termodinâmica na utilização dos diagramas
aerológicos (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) citar critérios de seleção de coordenadas (Cn);
b) distinguir critérios de seleção de diagramas (Cn);
c) citar a finalidade e a importância dos diagramas
termodinâmicos (Cn); e
d) identificar as variáveis componentes do sistema
representado nos diagramas termodinâmicos
(Cn).
01
AE
a) identificar propriedades do Tefigrama (Cn);
b) identificar propriedades do diagrama Skew T
Log P (Cn);
5.2.2
c) citar características das coordenadas do
Tefigrama (Cn);
DIAGRAMAS
TERMODINÂMICOS d) citar características das coordenadas do diagrama
de Clapeyron (Cn); e
e) citar características das coordenadas do diagrama
Skew T Log P (Cn).
02
AE
a) demonstrar a equivalência de áreas entre dois
11.2.3
diagramas termodinâmicos (Ap); e
EQUIVALÊNCIA DE b) demonstrar a proporcionalidade entre área e
ÁREAS
trabalho realizado num diagrama termodinâmico,
(Ap).
02
AE
a) calcular a quantidade de calor e trabalho,
utilizando o teligrama (Ap); e
b) calcular as variações específicas de entalpia,
entropia e energia interna através do tefigrama,
(Ap).
02
AE
5.2.1
FINALIDADE E
SELEÇÃO DE
COORDENADAS
5.2.4
CÁLCULO DA
ÁREA
ENERGÉTICA
MCA 37-56/2010
37
UNIDADE 5.3:
PROCESSOS TERMODINÂMICOS NA ATMOSFERA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) explicar os processos termodinâmicos do ar atmosférico (Cp).
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) interpretar a equação da condensação por
5.3.1
resfriamento isobárico (Cp); e
CONDENSAÇÃO
b) interpretar procedimentos de obtenção da
POR
equação da condensação por resfriamento
RESFRIAMENTO
isobárico e de plotagem nos diagramas
ADIABÁTICO
termodinâmicos (Cp).
02
AE
a) interpretar a equação do processo adiabático
isobárico (Cp); e
b) interpretar procedimentos de obtenção da
equação do processo adiabático isobárico e de
plotagem nos diagramas termodinâmicos (Cp).
02
AE
a) interpretar as equações das temperaturas real e
5.3.3
virtual (Cp); e
TEMPERATURAS
b) interpretar procedimentos de obtenção das
REAL E VIRTUAL
equações das temperaturas real e virtual (Cp).
01
AE
5.3.4
EXPANSÃO E
SATURAÇÃO
ADIABÁTICA
a) interpretar a equação da expansão e saturação
adiabática (Cp); e
b) interpretar procedimentos de obtenção da
equação do processo de expansão e saturação
adiabática (Cp).
02
AE
5.3.5
PROCESSO
ADIABÁTICO
SATURADO
REVERSÍVEL
a) interpretar a equação do processo adiabático
saturado reversível (Cp); e
b) interpretar procedimentos de obtenção da
equação do processo adiabático saturado
reversível (Cp).
02
AE
5.3.6
a) citar efeitos do congelamento em nuvens (Cn); e
EFEITO DO
b) Interpretar a equação do congelamento em
CONGELAMENTO
nuvens (Cp).
EM NUVENS
01
AE
a) interpretar a equação da expansão politrópica
(Cp); e
b) interpretar procedimentos de obtenção da
equação da expansão politrópica (Cp).
02
AE
5.3.2
PROCESSOS
ADIABÁTICOS
ISOBÁRICOS
5.3.7
EXPANSÃO
POLITRÓPICA
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH: 12
38
MCA 37-56/2010
CH: 10
UNIDADE 5.4:
ESTÁTICA DA ATMOSFERA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos fundamentais da estática dos fluidos na determinação de camadas
atmosféricas (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
5.4.1
CAMPO
GEOPOTENCIAL
a) discutir a equação do geopotencial(Cp); e
b) utilizando-se do diagrama aerológico, calcular
o geopotencial entre duas camadas (Ap).
02
AE
5.4.2
EQUAÇÃO DA
HIDROSTÁTICA
a) discutir a equação da hidrostática (Cp);
b) interpretar a equação da hidrostática (Cp);
c) interpretar procedimentos de obtenção da
equação da hidrostática (Cp);
d) interpretar
variáveis
componentes
da
integração da equação da hidrostática (Cp); e
e) interpretar procedimentos utilizados no
cálculo e na plotagem da equação da
hidrostática, nos diagramas termodinâmicos
(Cp).
02
AE
a) interpretar a equação da espessura entre
5.4.3
superfícies isobáricas (Cp); e
SUPERFÍCIES
b) utilizando-se da altitude geopotencial,
ISOBÁRICAS
calcular a espessura entre duas superfícies
EQUIPOTENCIAIS
isobáricas (Ap).
02
AE
5.4.4
GRADIENTES
TÉRMICOS
a) definir gradiente térmico vertical (Cn);
b) calcular o gradiente adiabático a partir do
peso molecular do ar seco, (Ap); e
c) calcular a espessura da camada pelo método
das isotermas e adiabáticas médias (Ap).
02
AE
5.4.5
ATMOSFERA
PADRÃO
a) identificar características da atmosfera-padrão
ICAO (Cn); e
b) citar a importância da atmosfera padrão para a
navegação aérea (Cn).
01
AE
5.4.6
ALTÍMETRO
a) interpretar a utilização do altímetro na
navegação aérea (Cp); e
b) interpretar princípios de funcionamento do
altímetro (Cp).
01
AE
MCA 37-56/2010
39
CH: 02
UNIDADE 5.5:
EQUILÍBRIO ATMOSFÉRICO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos fundamentais da estática dos fluidos na determinação das condições
de equilíbrio atmosférico (Ap).
SUBUNIDADES
5.5.1
ESTABILIDADE
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) enunciar critérios de estabilidade (Cn).
5.5.2
OSCILAÇÃO DA a) calcular a oscilação de uma camada estável (Ap).
CAMADA ESTÁVEL
CH
TEC
01
AE
01
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. - Meteorologia Básica e Aplicações, Universidade
Federal de Viçosa, Imprensa Universitária, 1991.
− IRIBARNE, J.V. & GODSON, W.L. - Atmospheric Termodynamics. Boston, D. Reidel
Publishing. 1973.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, preferencialmente, após a disciplina Meteorologia Dinâmica 2.
40
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 6: MICROFÍSICA DAS NUVENS
CARGA HORÁRIA
37 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais da microfísica das nuvens na determinação de
fenômenos atmosféricos (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 6.1:
DESENVOLVIMENTO DE GOTAS EM NUVENS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
CH: 16
a) empregar os conceitos fundamentais da energia física na determinação
desenvolvimento de gotas de nuvens (Ap); e
b) interpretar os conceitos fundamentais de Energia Física na atmosfera (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) discutir as características da distribuição do
6.1.1
vapor d’água na atmosfera (Cp); e
VAPOR D’ÁGUA NA b) calcular a quantidade de vapor D´água na
atmosfera dimensionando sua contribuição
ATMOSFERA
nos processos atmosféricos (Ap).
CH
TEC
02
AE
6.1.2
NUVENS E
PRECIPITAÇÃO
a) interpretar as mudanças de fase da água
(Cp);
b) discutir a interação entre núcleos de
condensação, gotas de nuvens e de chuva
(Cp);
c) interpretar a redução da pressão do vapor
devido a presença de solutos na água (Cp);
d) discutir razão de saturação e raio crítico para
crescimento ou evaporação da gota (Cp);
e) explicar a importância dos núcleos de
condensação na formação e congelamento
das gotas (Cp);
f) explicar
processos
de
coalizão
e
coalescência (Cp);
g) explicar a interação entre gotas de água e
cristais de gelo no crescimento de nuvens e
no desenvolvimento da precipitação (Cp); e
h) calcular tipos de raios críticos de gotas de
nuvens com potencial de precipitação (Ap).
03
AE
6.1.3
NÚCLEOS DE
CONDENSAÇÃO
a) discutir o tamanho dos aerossóis naturais na
formação das gotas (Cp); e
b) calcular o número de núcleos de condensação
ativos para a formação das gotas (Ap).
02
AE
do
MCA 37-56/2010
41
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
6.1.4
CRESCIMENTO
DAS GOTAS
d)
e)
f)
a)
6.1.5
TEORIA DO
CRESCIMENTO
DIFUSO
b)
c)
d)
6.1.6
FORMAÇÃO DE
GELO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
descrever o processo de supersaturação nas
nuvens (Cn);
discutir o processo de crescimento de gotas de
nuvens (Cp);
relacionar a razão de crescimento da gota com
o tempo (Cn);
interpretar a formação de gotas de nuvens e a
supersaturação, segundo Mordy (Cp);
determinar o espaço percorrido por uma gota
até sua evaporação total, com base em um raio
inicial (Cp); e
resolver ao menos três exercícios relacionados
à variação do diâmetro das gotas (Ap).
explicar o efeito da ventilação no crescimento
das gotas (Cp);
justificar erros de cálculo na razão de
crescimento das gotas (Cp);
explicar a teoria cinética na interface líquidovapor, utilizando a equação de crescimento das
gotas (Cp); e
. resolver ao menos três exercícios relacionados
à teoria do crescimento difuso (Ap).
a) discutir a nucleação heterogênea (Cp);
b) identificar
núcleos
atmosféricos
de
congelamento (Cn);
c) apontar fases de transição que podem levar à
formação de cristais de gelo (Cn);
d) interpretar métodos de estudo dos núcleos
atmosféricos de congelamento (Cp);
e) explicar a relação entre concentração de
núcleos de congelamento e temperatura (Cp);
f) explicar a relação entre tamanho dos núcleos de
congelamento e temperatura, segundo Vali
(Cp);
g) relacionar tamanho de gotas com temperatura,
na formação de cristais de gelo em nucleação
homogênea (Cn); e
h) resolver ao menos três exercícios relacionados
à teoria de formação de gelo na atmosfera (Ap).
CH
TEC
02
AE
02
AE
03
AE
42
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) explicar a formação de flocos de neve, a partir
de cristais de gelo (Cp);
b) relacionar a velocidade de queda com a
dimensão dos cristais de gelo, segundo Fletcher
(Cn);
c) discutir a relação entre o crescimento difuso
das gotas de água e os cristais de gelo (Cp);
6.1.7
d) explicar a relação entre cristais de gelo e
CRESCIMENTO DOS
coalescência, nos processos de precipitação
CRISTAIS DE GELO
(Cp);
e) interpretar a dependência entre crescimento dos
cristais de gelo, temperatura e pressão, segundo
Byers (Cp); e
f) resolver ao menos três exercícios relacionados
à teoria de crescimento dos cristais de gelo na
atmosfera (Ap).
CH
TEC
02
AE
CH: 07
UNIDADE 6.2:
CHUVA DE NUVENS QUENTES
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) aplicar os conceitos fundamentais da energia física no desenvolvimento da precipitação de
nuvens quentes (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
6.2.1
PROPRIEDADES a) discutir características das nuvens cumulus, segundo
01
AE
MICROFÍSICAS
Fletcher (Cp).
DAS NUVENS
a) explicar tipos de interação no choque entre gotas (Cp);
b) identificar forças atuantes no processo de coalizão (Cn);
c) discutir o efeito gravitacional no processo de coalizão
(Cp);
d) expressar a eficiência da coalizão no crescimento das
6.2.2
gotas (Cp);
COALISÃO E
e) discutir a eficiência dos processos de coalizão e
COALESCÊNCIA
coalescência (Cp);
f) discutir a equação da velocidade de queda de uma gota
de chuva (Cp); e
g) resolver ao menos três exercícios relacionados à teoria
de coalizão e coalescência (Ap).
02
AE
6.2.3
a) discutir os modelos de crescimento de gotas, segundo
MODELOS DE
Bowen e Telford (Cp); e
CRESCIMENTO b) resolver ao menos dois exercícios relacionados a
DAS GOTAS
modelos de crescimento das gotas na atmosfera (Ap).
02
AE
MCA 37-56/2010
43
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
6.2.4
a) explicar os processos de condensação e coalescência
CONDENSAÇÃO
estocástica (Cp); e
E
02
b) resolver ao menos dois exercícios relacionados à teoria
COALESCÊNCIA
de condensação e coalescência estocástica (Ap).
ESTOCÁSTICA
TEC
AE
CH: 07
CHUVA E NEVE
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais da energia física nos mecanismos de desenvolvimento
das gotas de chuva e neve (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) identificar mecanismos de início da precipitação
(Cn);
b) interpretar a relação entre tamanho do floco de
6.3.1
neve e diâmetro da gota (Cp);
GOTAS E FLOCOS c) discutir a relação entre tamanho das gotas em 02
AE
DE NEVE
chuva leve contínua e em pancadas de chuva
(Cp); e
d) resolver ao menos dois exercícios relacionados
aos conceitos sobre gotas e flocos de neve (Ap).
UNIDADE 6.3:
a) relacionar tipo e intensidade da precipitação
6.3.2
(Cn); e
INTENSIDADE DA
b) nomear fatores controladores da intensidade e
PRECIPITAÇÃO
duração da precipitação (Cn).
a) discutir a relação entre os tipos predominantes
de nevoeiros e as condições sinóticas
6.3.3
predominantes (Cp);
DISSIPAÇÃO DE
b) relacionar tipo e intensidade de nevoeiros(Cn); e
NEVOEIROS
c) discutir os principais mecanismos atmosféricos
de dissipação de nevoeiros (Cp).
a) discutir a relação entre a quantidade de
6.3.4
precipitação e os processos geradores em mesoGERENCIAMENTO
escala e grande escala (Cp); e
DE PRECIPITAÇÃO b) relacionar tipo de precipitação e sistemas
sinóticos geradores (Cn).
6.3.5
a) discutir os avanços tecnológicos na modificação
TECNOLOGIA DE
do tempo (Cn); e
MODIFICAÇÃO DO b) relacionar os benefícios obtidos com as novas
TEMPO
tecnologias e a meteorologia aeronáutica(Cn).
01
AE
02
AE
01
AE
01
AE
44
MCA 37-56/2010
CH: 07
UNIDADE 6.4:
PROCESSOS DE PRECIPITAÇÃO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais da energia física nos processos de precipitação (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
6.4.1
TIPOS DE
PRECIPITAÇÃO
a) discutir tipos de precipitação (Cp);
b) interpretar critérios de determinação do tipo da
precipitação (Cp); e
c) listar características da precipitação afetada
pelos movimentos verticais do ar (Cn).
02
AE
6.4.2
TEORIAS SOBRE
PRECIPITAÇÃO
a) relacionar tipo de precipitação e oclusão (Cp);
b) explicar processos de formação de precipitação
(Cp);
c) relacionar tipo de nuvem com eficiência em
produzir precipitação (Cp); e
d) discutir a eficiência da nuvem em relação ao
potencial de precipitação (Cp).
02
AE
6.4.3
TEMPESTADE
a) descrever o estágio de uma célula de trovoada
(Cn); e
b) relacionar tipo de precipitação com estágio da
trovoada (Cn).
02
AE
6.4.4
GRANIZO
a) explicar o processo de crescimento do granizo
(Cp).
01
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− ROGER, R.R. - Físicas de las Nubes. Barcelona, Editora Reverté, 1977.
− ROGER, R.R. - A Short Course in Cloud Physics, 2ª ed. Oxford, Pergamon Press, 1979,
235p.
− MASON, B.J. - The Physics of Clouds. London, Oxford, University Press, 1971, 671 p.
− VIANELLO Rubens. Meteorologia Aplicada – UFVC.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, preferencialmente, após a disciplina Meteorologia Física.
MCA 37-56/2010
45
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
CARGA HORÁRIA
DISCIPLINA 7: PROCESSOS RADIATIVOS DA
37 tempos
ATMOSFERA
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais dos processos radiativos na determinação de
fenômenos atmosféricos (Ap).
CH: 25
UNIDADE 7.1:
RADIAÇÃO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os fundamentos da interação da energia radiativa na atmosfera terrestre (Cp).
SUBUNIDADES
CH
TEC
definir unidade astronômica (Cn);
definir periélio e afélio (Cn);
definir distância Terra-Sol (Cn); e
discutir os efeitos da radiação solar na atmosfera
em função das distância Terra-Sol (Cp).
02
AE
a) definir ângulo sólido (Cn);
b) definir ascensão reta e declinação, em relação à
posição de um astro na esfera celeste (Cn);
c) discutir sobre o Sistemas de Coordenadas
Celestes, que possibilita identificar a posição do
Sol em relação à Terra (Cp).
d) explicar a importância da declinação no
entendimento da intensidade de radiação que
atinge a baixa atmosfera (Cp);
e) discutir sobre o Sistema Horizontal de
coordenadas celestes (Cp); e
f) definir elevação e azimute (Cn).
03
AE
a) explicar a situação astronômica “obliqüidade da
7.1.3
elptica” (Cp); e
ESTAÇÕES DO ANO b) discutir os efeitos das estações do ano sobre a
intensidade de radiação solar sobre a Terra (Cp).
01
AE
7.1.1
RELAÇÕES
ASTRONÔNICAS
ENTRE O SOL E A
TERRA
7.1.2
SISTEMA DE
COORDENADAS
CELESTES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a)
b)
c)
d)
46
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) caracterizar matematicamente “velocidade de
propagação da onda” (Cn);
b) caracterizar matematicamente a “energia de um
fóton da radiação” ou “quantum” de energia
(Cn);
c) identificar características da freqüência, do
comprimento e da velocidade de propagação de
uma onda eletromagnética (Cn);
d) conceituar espectro eletromagnético (Cn);
e) distinguir as regiões do espectro eletomagnético,
7.1.4
visível, infravermelho próximo, e infravermelho
RADIAÇÃO ELElongínquo (Cp);
TROMAGNÉTICA
f) identificar tipos de radiação do espectro
eletromagnético segundo o comprimento de
onda (Cn);
g) definir radiância (Cn);
h) definir “densidade de fluxo de radiação” (Cn);
i) discutir o conceito de “densidade de fluxo de
radiação” e no estudo da radiação atmosférica
(Cp); e
j) definir campo de radiação (Cn).
a) distinguir os conceitos sobre emissividade,
absortividade, refletividade e transmissividade
(Cn);
b) definir corpo negro (Cn);
c) distinguir os conceitos sobre caminho e
espessura óptica (Cn);
d) enunciar matematicamente a lei de Planck (Cn);
e) interpretar a equação da lei de Planck (Cp);
f) enunciar matematicamente a lei de StefanBoltzmann (Cn);
g) interpretar a equação da lei de Stefan-Boltzmann
(Cp);
h) enunciar matematicamente a lei de Wien (Cn);
7.1.5
i) interpretar a equação da lei de Wien (Cp);
LEIS DA RADIAÇÃO j) enunciar matematicamente a lei de Kirchhoff
(Cn);
k) interpretar a equação da lei de Kirchhoff (Cp);
l) enunciar matematicamente a lei de Lambert
(Cn);
m) interpretar a equação da lei de Lambert (Cp);
n) enunciar matematicamente a lei de BeerBouguer-Lambert (Cn);
o) interpretar a equação da lei de Beer-BouguerLambert (Cp);
p) aplicar as definições e as leis em modelo
hipotético (Ap); e
q) solucionar ao menos um exercício sobre cada
uma das lei da radiação estudadas (Ap).
CH
TEC
04
AE
06
AE/ES
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
47
CH
TEC
04
AE
a) justificar a importância das nuvens e do
ozônio no balanço de radiação da Terra
(Cp);
b) nomear fatores que afetam a quantidade de
radiação solar que chega à superfície da
Terra (Cn);
c) identificar a importância relativa dos
processos de transparência radiativa (Cn); e
d) identificar os efeitos na radiação dos
diferentes tipos de nuvens(Cn).
03
AE
a) caracterizar os principais instrumentos de
7.1.8
medida da radiação direta, difusa e global
INSTRUMENTAÇÃO
(Cn).
01
AE
a) identificar os principais fenômenos ópticos
(Cn); e
b) identificar as causas dos fenômenos ópticos
(Cn).
01
AE
7.1.6
IRRADIÂNCIA
SOLAR
7.1.7
ITERAÇÃO DA
RADIAÇÃO COM
CONSTITUINTES
ATMOSFÉRICOS
7.1.9
FENÔMENOS
ÓPTICOS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) interpretar a equação da irradiância solar
instantânea no topo da atmosfera (Cp);
b) explicar a quantidade de irradiância solar
diária incidente no topo da atmosfera (Cp);
c) identificar elementos que influenciam na
variação da radiação solar no topo da
atmosfera (Cp);
d) identificar elementos que influenciam na
variação da radiação solar que chega na
superfície da Terra (Cp);
e) definir espalhamento e absorção (Cn);
f) explicar o espalhamento da radiação solar na
atmosfera (Cp);
g) discutir os efeitos do espalhamento da
radiação solar (Cp);
h) discutir os efeitos da absorção da radiação
solar (Cp);
i) listar agentes absorvedores na atmosfera
(Cn);
j) definir janela atmosférica e efeito estufa
(Cn);
k) distinguir irradiância solar direta, difusa e
global (Cp);
l) interpretar a equação de irradiância solar
direta, difusa e global (Cp); e
m) interpretar a equação da irradiância solar
global sobre superfícies inclinadas (Cp).
48
MCA 37-56/2010
UNIDADE 7.2:
BALANÇO DE ENERGIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os resultados do balanço energético da atmosfera (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir albedo (Cn);
b) apontar os fatores que influenciam o albedo
da superfície do solo (Cn);
c) discutir detalhadamente o balanço de radiação
7.2.1
à superfície do solo (Cp);
BALANÇO DE
d) interpretar a equação de Brunt para o balanço
RADIAÇÃO À
de ondas longas (Cp);
SUPERFÍCIE
e) nomear fatores que influenciam a radiação de
ondas longas na atmosfera (Cn); e
f) deduzir os efeitos de nuvens na radiação de
onda longa (An).
a) explicar as trocas de energia na atmosfera
(Cp);
7.2.2
b) discutir o balanço total médio de energia do
BALANÇO DE
sistema terra-atmosfera (Cp);
ENERGIA NO
c) discutir modelos de camada atmosférica de
SISTEMA TERRAum e dois níveis (Cp); e
ATMOSFERA
d) aplicar os conceitos em modelo de camada
atmosférica de dois níveis (Ap)
CH: 12
CH
TEC
06
AE
06
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− LIOU, K. N. - AN INTRODUCTION TO ATMOSPHERIC RADIATION, 2ND ED,
2002.
− VIANELLO, R. L. e ALVES, A. R. - METEOROLOGIA BÁSICA E APLICADA,
UFVG, 1991.
− WALLACE, J. M. e HOBBS, P. V. - ATMOSPHERIC SCIENCE, AN
INTRODUCTORY SURVEY, 2ND ED, 2006.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, preferencialmente, após a disciplina Microfísica das Nuvens.
MCA 37-56/2010
49
CAMPO: TÉCNICO - ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 8: METEOROLOGIA DINÂMICA 1
CARGA HORÁRIA:
47 TEMPOS
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais da Dinâmica na solução de problemas relacionados
com os movimentos atmosféricos (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 08
UNIDADE 8.1:
CÁLCULO VETORIAL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar os métodos de cálculo vetorial aplicados à dinâmica atmosférica (Ap).
a. OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) definir Eixo de referência, campo escalar e
campo vetorial (Cn);
b) definir Vetores equipolentes e unitário, soma e
subtração de vetores (Cn);
c) definir Derivada de um vetor em relação a um
escalar e alguns exemplos (Cn);
d) definir Número complexo como vetor e vetores
planos como número complexo (Cn);
e) definir Derivada parcial e derivadas de um e de
um produto vetorial (Cn);
f) definir Diferencial e Integração (Cn);
g) definir algumas séries matemáticas(Cn);
h) resolver exercícios de aplicação e fixação
utilizando exemplos e definições voltadas à
meteorologia (Ap); e
i) Explicar e resolver equações diferenciais
simples (Ap).
05
AE
a) interpretar os conceitos e empregos dos
Operadores Nabla ou de Hamilton (Cp);
b) interpretar o conceito de Gradiente de um
8.1.2
escalar (Cp);
CÁLCULO
c) interpretar o conceito de Divergência do
VETORIAL E SUAS
produto de um escalar por um vetor (Cp);
APLICAÇÕES
d) interpretar os teoremas de Gauss e de Stokes
(Cp); e
e) interpretar o conceito de Vorticidade relativa
(Cp).
03
AE
8.1.1
VETORES E
DERIVADAS
50
MCA 37-56/2010
UNIDADE 8.2:
FUNDAMENTOS DA DINÂMICA DA ATMOSFERA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 13
a) interpretar os conceitos fundamentais da dinâmica atmosférica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
8.2.1
a) distinguir diferentes unidades de medida (Cp);
DIMENSÕES E b) relacionar valores típicos da análise escalar (Cn); e
UNIDADES
c) expressar, em escala sinóptica, a magnitude do
FÍSICAS
gradiente horizontal da pressão (Cp).
8.2.2
FORÇAS
a) discutir as equações das forças fundamentais e
FUNDAMENTAIS
aparentes da atmosfera (Cp).
E APARENTES
a) relacionar forças aos sistemas de referência (Cn);
8.2.3
e
SISTEMAS
b) conceituar movimentos inerciais e não inerciais
REFERENCIAIS
(Cn).
8.2.4
ATMOSFERA a) interpretar a equação da hidrostática (Cp).
ESTÁTICA
CH
TEC
03
AE
05
AE
02
AE
03
AE
CH: 13
UNIDADE 8.3: LEIS BÁSICAS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar as leis básicas de conservação da energia dos movimentos da atmosfera (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) calcular a variação da temperatura em um ponto
8.3.1
(Ap); e
DIFERENCIAÇÃO
b) determinar a tendência da variação da pressão
TOTAL
atmosférica ao longo de um movimento (Ap).
8.3.2
FORMA VETORIAL a) interpretar a equação de “momentum” num
sistema referencial em rotação (Cp).
DA EQUAÇÃO DO
MOMENTUM
8.3.3
EQUAÇÃO DE
a) interpretar as componentes da equação do
“MOMENTUM” EM
momentum segundo as suas direções (Cp).
COORDENADAS
ESFÉRICAS
8.3.4
a) expressar a magnitude dos termos da equação
ANÁLISE
do movimento (Cp); e
ESCALAR DA
b) citar escalas características das variáveis para
EQUAÇÃO DO
movimentos em escala sinóptica (Cn).
MOVIMENTO
CH
TEC
03
AE
02
AE
02
AE
03
AE
MCA 37-56/2010
51
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
8.3.5
EQUAÇÃO DA
CONTINUIDADE
a) interpretar métodos de derivação da equação
da continuidade (Cp); e
b) interpretar movimentos de escala sinóptica da
equação da continuidade (Cp).
03
AE
CH: 13
UNIDADE 8.4:
LEIS BÁSICAS DA DINÂMICA ATMOSFÉRICA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar as leis fundamentais da dinâmica na solução de problemas relacionados com o
fluxo atmosférico (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
8.4.1
a) calcular o valor da pressão num ponto(Ap); e
EQUAÇÕES BÁSIb) calcular a taxa de variação da velocidade de um
CAS EM COORDEcorpo em movimento (Ap).
NADAS POLARES
CH
TEC
03
AE
8.4.2
FLUXO
BALANCEADO
a) distinguir as forças componentes do vento (Cp).
02
AE
8.4.3
TRAJETÓRIA E
LINHA DE
CORRENTE
a) calcular a velocidade do vento gradiente (Ap);
e
b) calcular o raio de curvatura da trajetória de uma
parcela de ar (Ap).
03
AE
8.4.4
VENTO TÉRMICO
a) interpretar efeitos do vento térmico(Cp); e
b) identificar aplicações do conceito de vento
térmico (Cn)
02
AE
8.4.5
MOVIMENTO
VERTICAL
a) calcular a velocidade vertical do vento,
utilizando-se da equação da continuidade (Ap);
e
b) calcular a velocidade vertical do vento,
utilizando-se da equação da energia
termodinâmica (Ap).
03
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
52
MCA 37-56/2010
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− LEMES, Marco A. Marigolo. Fundamentos de Dinâmica Aplicados à Meteorologia e
Oceanografia, São José dos Campos, SP. 1998, 484p.
− HOLTON, James.R. - An Introduction to Dynamical Meteorology.3rd ed., New York,
Academic Press. 1992, 510 p.
- NAYA, A – Meteorologia Superior – Madrid, ESPASA – CALPE S.A, 1984. 546 p.
- NECCO, Gustavo V. Curso de Cinemática y Dinámica de la atmósfera. Buenos Aires –
UEDEBA, 980, 287 p.
- OLIVEIRA, Lucimar Luciano e et alli. Meteorologia Fundamental. EDIFAPES, 2001.
Erechim – RS, 430p.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, preferencialmente, após as disciplinas Termodinâmica Aplicada e
Dinâmica dos Fluidos 2.
MCA 37-56/2010
53
CAMPO: TÉCNICO - ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 9: METEOROLOGIA DINÂMICA 2
CARGA HORÁRIA:
47 TEMPOS
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais da Dinâmica na solução de problemas relacionados
com os movimentos atmosféricos (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 11
UNIDADE 9.1: CIRCULAÇÃO E VORTICIDADE
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os efeitos da circulação e da vorticidade atmosférica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) interpretar o teorema da circulação (Cp); e
9.1.1
b) distinguir os processos de medida da velocidade
CIRCULAÇÃO
do fluxo de ar (Cp).
03
AE
a) discutir a equação da vorticidade (Cp);
b) discutir a equação da vorticidade potencial (Cp);
9.1.2
c) discutir
a
equação
da
vorticidade
VORTICIDADE
barotrópica(Rosby) (Cp); e
d) citar escalas características para variáveis de
movimentos em escala sinóptica (Cn).
08
AE
CH: 11
UNIDADE 9.2: CAMADA LIMITE PLANETÁRIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) empregar os conceitos fundamentais de camada limite na determinação do escoamento do
fluxo atmosférico (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
9.2.1
a) interpretar a teoria do comprimento de
mistura (Cp); e
TEORIA DO
COMPRIMENTO DE b) discutir a equação do movimento em forma de
MISTURA
fluxo (Cp).
04
AE
a) discutir a equação da camada limite planetária
(Cp);
9.2.2
b) interpretar e discutir camada superficial (Cp);
EQUAÇÔES dA
c) interpretar e discutir camada de Ekman (Cp);
CAMADA LIMITE
e
PLANETÁRIA
d) calcular a profundidade da camada limite de
um escoamento laminar (Ap).
04
AE
54
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
9.2.3
CIRCULAÇÃO
SECUNDÁRIA E
“SPIN DOWN”
a) calcular o tempo de "Spin Down" num fluxo
atmosférico (Ap); e
b) explicar processos de definição da circulação
secundária (Cp).
03
AE
CH: 14
UNIDADE 9.3:
MOVIMENTOS EM ESCALA SINÓTICA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os processos dinâmicos em evolução e desenvolvimento na atmosfera em escala
sinótica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
9.3.1
a) interpretar as restrições aplicadas nos movimentos
APROXIMAÇÃO
de escala sinótica pelas equações dinâmicas(Cp); e
QUASEb) interpretar a vorticidade quase-geostrófica (Cp).
GEOSTROFICA
9.3.2
a) distinguir a tendência geopotencial (Cp); e
PROGNÓSTICO
b) discutir a equação da vorticidade potencial quaseQUASEgeostrófica (Cp).
GEOSTROFICO
9.3.3
DIAGNÓSTICO a) interpretar a equação Ômega (Cp); e
DO MOVIMENTO b) interpretar o vetor Q (Cp).
VERTICAL
CH
TEC
04
AE
05
AE
05
AE
CH: 11
UNIDADE 9.4: OSCILAÇÕES ATMOSFÉRICAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) utilizando-se de conceitos fundamentais da dinâmica, determinar oscilações de ondas
atmosféricas (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
9.4.1
MÉTODO DA
PERTURBAÇÃO
a) interpretar o método da perturbação atmosférica
(Cp); e
b) explicar a perturbação na velocidade de uma
onda de gravidade, numa superfície líquida
(Cp).
04
AE
9.4.2
ONDAS
ATMOSFÉRICAS
a) definir as propriedades gerais das ondas (Cn);
b) descrever as características e tipos de ondas
simples (Cp); e
c) explicar as características e tipos de ondas de
Gravidade e Rossby (Cn).
07
AE
MCA 37-56/2010
55
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
–
–
–
–
–
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LEMES, Marco A. Marigolo. Fundamentos de Dinâmica Aplicados à Meteorologia e
Oceanografia, São José dos Campos, SP. 1998, 484p.
HOLTON, James.R. - An Introduction to Dynamical Meteorology.3rd ed., New York,
Academic Press. 1992, 510 p.
NAYA, A – Meteorologia Superior – Madrid, ESPASA – CALPE S.A, 1984. 546 p.
NECCO, Gustavo V. Curso de Cinemática y Dinámica de la atmósfera. Buenos Aires –
UEDEBA, 1980, 287 p.
OLIVEIRA, Lucimar Luciano e et alli. Meteorologia Fundamental. EDIFAPES, 2001.
Erechim – RS, 430p.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Deverá ser ministrada, preferencialmente, após a disciplina Meteorologia Dinâmica 1.
56
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 10: METEOROLOGIA SINÓTICA 1
CARGA HORÁRIA
40tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) expressar os princípios fundamentais de desenvolvimento de sistemas sinóticos na análise
e prognóstico do tempo, visando operações aéreas (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 40
PRÍNCIPIOS FÍSICOS DOS FENÔMENOS
METEOROLÓGICOS E DOS PROCESSOS SINÓTICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais dos princípios físicos e processos sinóticos nas
análises de fenômenos meteorológicos significativos para a navegação aérea (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) identificar e classificar as massas de ar através de
suas propriedades termodinâmicas (Cp);
b) definir massa de ar quanto à região de origem e
suas características (Cn);
c) justificar inversões térmicas nas massas de ar
(Cp);
d) identificar as massas de ar que afetam a América
do Sul (Cn);
e) identificar as massas de ar sobre a América do Sul
e suas trajetórias (Cp);
310.1.1
f) discutir transformações das massas de ar ao 04
AE
MASSAS DE AR
longo de sua trajetória (Cp);
g) identificar modificações ocorridas na Costa Oeste
da América do Sul, quando da passagem de
massas de ar frias (Cn);
h) identificar as características de massa de ar através
das comparações das distribuições vertical da
temperatura potencial pseudo-equivalente (θpe)
(Cn); e
i) discutir as principais características das massas de
ar que interferem nas operações aéreas (Cp).
UNIDADE 10.1:
a) definir linhas de correntes (Cn);
b) descrever os diversos tipos de linhas de correntes
no plano horizontal (Cn);
10.1.2
c) descrever as linhas de corrente no plano vertical
LINHAS DE
(Cn);
CORRENTE E
d) interpretar, através das linhas de correntes, o
TRAJETÓRIAS DE
deslocamento e trajetórias das parcelas de ar em
PARCELAS DE AR
um mesmo período de tempo (Cp); e
e) descrever o método gráfico para cálculo de
trajetória da parcela para movimento horizontal
(Cn).
04
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) analisar a mudança da temperatura do ar, através
da equação da energia termodinâmica (Cp);
b) discutir a mudança da temperatura da superfície
devido aos movimentos verticais (Cp);
c) descrever a mudança das propriedades da massa
de ar devido aos processos diabáticos, com relação
a mudança da temperatura próximo da superfície
(Cn);
10.1.3
d) justificar a transformação da massa de ar nos
TRANSFORMAÇÃO
níveis 850 e 700 hPa através da mudança da
DA MASSA DE AR
temperatura através da advecção (Cp);
e) conhecer os tipos de mudança da umidade
próximo à superfície e nos baixos níveis da
atmosfera (Cp);
f) descrever os fatores que influenciam a estabilidade
da massa de ar, devido à transformação de massa
de ar (Cn); e
g) discutir as principais transformações das massas
de ar que interferem nas operações aéreas (Cp).
a) definir advecção como processo de transporte de
propriedades atmosférica, utilizando equação
matemática em termos de propriedades
conservativas (Cp);
b) discutir métodos para cálculo da advecção de
massa de ar e as possíveis mudanças dos
elementos meteorológicos Q (temperatura,
pressão e umidade) (Cp);
c) analisar as possíveis mudanças de local do
10.1.4
elemento
meteorológico
Q
devido
à
ADVECÇÃO DE
transformação (evolução) e ao transporte
MASSA DE AR
(advecção) do elemento (Cp);
d) identificar as principais regiões da advecção no
Globo Terrestre (Cn);
e) interpretar a influência da advecção de calor e de
umidade no mecanismo de formações de nuvens
em diferentes situações (Cp); e
f) interpretar como a advecção das massas de ar
interferem nas operações aéreas (Cp).
57
CH
TEC
04
AE
05
AE
58
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
10.1.5
ZONAS FRONTAIS f)
g)
h)
i)
a)
b)
c)
d)
10.1.6
FRONTÔGENESE E
FRONTÓLISE
e)
f)
g)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir Zona Frontal (Cn);
definir os tipos frontais quanto ao comprimento
horizontal e vertical das zonas frontais (Cn);
definir os tipos frontais quanto à localização
geográfica das massas de ar (Cn);
definir Anafrente e Catafrente através da
equação de Margules (Cp);
descrever zona frontal nos campos de pressão,
temperatura, vento e da umidade (Cn);
identificar as características da Zona Frontal em
médios e altos níveis da atmosfera (Cn);
discutir a mudança do vento gradiente na Zona
Frontal com o aumento da altura (Cp);
explicar a estrutura dos tipos frontais e o tempo
associado (Cp); e
discutir sobre as principais características das
zonas frontais que interferem nas operações
aéreas (Cp).
descrever o conceito de índice da frontogênese e
da frontólise através da variação no tempo do
gradiente horizontal de temperatura (Cp);
descrever a dependência da frontogênese dos
movimentos horizontais e verticais (Cn);
analisar as condições para ocorrência de
frontogênese e frontólises individuais (Cp);
descrever, interpretar e analisar os métodos de
cálculo da frontogênese individual na
aproximação adiabática e quasegeostrófica (Cp);
interpretar as condições para ocorrência de
frontogênese e frontólise para ângulos de
advecção menores, maiores e igual a 45º (Cp);
explicar as situações típicas da intensificação e
do enfraquecimento das zonas frontais próximo
da superfície, através de dados da estrutura típica
dos campos térmico e bárico (Cp); e
interpretar as condições associadas à frontólise e
à frontogênese associadas às operações aéreas
(Cp).
CH
TEC
06
AE
06
AE
MCA 37-56/2010
59
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
10.1.7
CIRCULAÇÃO DE
MESOESCALA
d)
e)
f)
a)
b)
c)
d)
10.1.8
CORRENTE DE
JATO
e)
f)
g)
h)
i)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
identificar alguns fenômenos associados com
sistemas de movimento de mesoescala (Cn);
interpretar o conceito de solenóides (teorema de
Kelvin) e o teorema de circulação (teorema de
Bjerknes) (Cp);
descrever o processo de formação de Brisas
marítimas e terrestres, através do teorema de
circulação (Cp);
descrever o processo de formação de Brisas de
vale e montanha, através do teorema de
circulação (Cp);
descrever as condições de tempo associadas às
Monções, através do teorema de circulação (Cp);
e
discutir as condições atmosféricas associadas à
circulação de mesoescala e que interferem nas
operações aéreas (Cp).
definir corrente de jato (Cn);
descrever a estrutura vertical da corrente de jato
(Cn);
citar as características da corrente de jato no
plano horizontal, bem como a superfície de vento
máximo e eixo da corrente de jato e as
respectivas variações (Cn);
descrever, interpretar e analisar possíveis áreas
onde a corrente de jato possui forte divergência,
ou convergência, nos altos níveis da troposfera,
contribuindo com a formação de ciclones e
anticiclones (Cp);
citar a posição das correntes de jato no
hemisfério sul e norte (Cn);
descrever os tipos de correntes de jato no
hemisfério sul quando associada à zona frontal
principal (Cp);
interpretar os tipos de correntes de jato no
hemisfério sul quando associada à zona frontal
principal (Cp);
citar corrente de jato como exemplo de regra de
aplicação da equação de movimento em
coordenadas naturais (Cp); e
discutir as condições atmosféricas associadas às
correntes de jato e que interferem nas operações
aéreas (Cp).
CH
TEC
05
AE
06
AE
60
MCA 37-56/2010
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
O instrutor deverá enfatizar o aspecto teórico da identificação das principais
características e propriedades de massa de ar e das zonas frontais entre massa de ar, a fim de
discutir os processos sinóticos e fenômenos meteorológicos do Hemisfério Sul
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- FEDEROVA, NATÁLIA – Meteorologia Sinótica, Universidade Federal de Pelotas, Ed.
Universitária, 2001.
- MOSCATI, M - CURSOS DE METEOROLOGIA SINÓTICA, 2007/2008.
- Varejão-Silva, M.A. Meteorologia e climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora Stilo,
2000. 532 p.
- BLAIR. Thomas A.; FITE. Robert C. METEOROLOGIA. Rio de Janeiro: Centro de Publicações.
Técnica da Aliança, 1964.
- DIAS, Maria A F da Silva; SISTEMAS DE MESOESCALA E PREVISÃO DE TEMPO A
CURTO PRAZO; Departamento de Meteorologia, Instituto Astronômico e Geofísico,
Universidade de São Paulo, 1987
- VIANELLO. Rubens L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV,
Imprensa Universitária, 1991.
- SAUCIER, W.J. - Princípios de Análise Meteorológica. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro,
1969.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina se relaciona com a disciplina Meteorologia Dinâmica 2, devendo ser
ministrada após a mesma.
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
61
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 11: METEOROLOGIA SINÓTICA 2
CARGA HORÁRIA
40 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) expressar os princípios fundamentais do desenvolvimento de sistemas sinópticos na análise
e prognóstico do tempo, visando operações aéreas (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 24
UNIDADE 11.1:
PRÍNCIPIOS FÍSICOS DOS FENÔMENOS
METEOROLÓGICOS E DOS PROCESSOS SINÓTICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os conceitos fundamentais dos princípios físicos e processos sinóticos nas
análises de fenômenos meteorológicos significativos para a navegação aérea (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) discutir a equação do vento geostrófico em função
da densidade do ar e do gradiente bárico (Cp);
b) definir vento térmico e gradiente térmico (Cn);
c) interpretar a direção do vento térmico nos dois
hemisférios (Cp);
d) explicar a influência do gradiente horizontal de
temperatura na mudança do vento geostrófico com
o aumento da altura (Cp);
11.1.1
e) explicar a mudança do vento geostrófico com o
MUDANÇA DO
aumento da altura, determinada pelos gradientes
VENTO VERTICAL
térmicos e báricos (Cp);
f) discutir mudança de temperatura e da pressão em
relação ao tempo devido à mudança da direção do
vento geostrófico com o aumento da altura (Cp);
g) explicar a mudança do vento no ciclone e no
anticiclone com o aumento da altura (Cp); e
h) discutir as condições atmosféricas associadas à
mudança do vento vertical que interferem nas
operações aéreas (Cp).
CH
TEC
05
AE
62
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
11.1.2
CICLONES
e)
f)
g)
h)
a)
b)
c)
11.1.3
ANTICICLONES
d)
e)
11.1.4
EQUAÇÃO DA
VORTICIDADE CICLOGÊNESE
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
descrever os centros de pressão de superfície e de
superior, Ciclone térmico e Anticiclone de baixos
níveis, bem como suas características (Cp);
explicar a estrutura espacial do ciclone e os tipos
de inclinação de seu eixo vertical (Cp);
interpretar, descrever e analisar um ciclone jovem
com regiões de advecção de temperatura,
convergência, divergência, bem como os seus
movimentos verticais (Cp);
descrever as Zonas frontais durante o
desenvolvimento de um ciclone (Cp);
descrever os estágios de desenvolvimento do
ciclone (Cn);
descrever a estrutura de um ciclone frontal e o
tempo associado, bem como os processos
observados num ciclone (movimentos verticais,
divergência, convergência,etc) (Cp);
interpretar as ondas importantes para meteorologia
sinótico como ciclônicas, Rossby e tropopausa
(Cp); e
discutir as condições atmosféricas associadas aos
ciclones que interferem nas operações aéreas (Cp).
distinguir os anticiclones de acordo com a
classificação
geográfica
(extratropicais
e
subtropicais) (Cn);
descrever o anticiclone de bloqueio e sua
principais características (Cn);
descrever a mudança das propriedades da massa
de ar devido aos processos diabáticos, com relação
a mudança da temperatura próximo da superfície
(Cn);
descrever o ciclo de vida de um anticiclone, bem
como o tempo associado (Cp); e
discutir as condições atmosféricas associadas aos
antciclones que interferem nas operações aéreas
(Cp).
a) discutir os tipos de cavados e cristas, segundo
análise da equação de vorticidade (Cp);
b) discutir os dois tipos de campo bárico para a
formação de um ciclone (Cp);
c) explicar a ciclogênese em médios e altos nívies
utilizando a equação de vorticidade do vento
térmico (Cp); e
d) descrever o processo de regeneração do ciclone e
anticiclone (Cp).
CH
TEC
05
AE
04
AE
04
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
63
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
06
AE
a) definir Alta da Bolívia (Cn);
b) descrever as características da Alta da Bolívia
(Cp);
c) descrever os Sistemas sinóticos associados com a
11.1.5
Alta da Bolívia (Cp);
SISTEMAS E
d) definir a Zona de Convergência do Atlântico Sul
PROCESSOS
(Cn);
SINÓTICOS NA
e) identificar as características da Zona de
AMÉRICA DO SUL
Convergência do Atlântico Sul bem como o
tempo associado (Cp); e
f) discutir a estrutura dos Anticiclones subtropicais,
através da teoria térmica e de Rossby (Cp).
CH: 16
UNIDADE 11.2:
PREVISÃO DO TEMPO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os princípios fundamentais dos processos de prognóstico das condições
meteorológicas (Cp).
SUBUNIDADES
11.2.1
SISTEMAS
CONVECTIVOS DE
MESOESCALA
LATITUDES
MÉDIAS
11.2.2
MÉTODOS DE
CÁLCULOS DE
MOVIMENTO
VERTICAL
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) descrever os aspectos dinâmicos na evolução
de linha de instabilidade (Cp);
b) descrever os aspectos dinâmicos associados
nos complexos convectivos de mesoescala
(Cp); e
c) discutir as condições atmosféricas associadas
aos CCM que interferem nas operações aéreas
(Cp).
a) descrever os movimentos verticais induzidos
dinamicamente e que são associados aos
distúrbios de escala sinótica (Cp);
b) interpretar os movimentos verticais induzidos
Convectivamente, dando origem à formação
de nuvens cumuliformes (cumulus, cumulus
congestus,cumulunimbus) (Cp);
c) descrever os movimentos verticais forçados
que estão associados a efeitos orográficos
(Cp);
d) descrever o método cinemático deduzido a
partir da integração na vertical da Equação da
Continuidade (Cp);
e) descrever o método adiabático baseado na
equação da energia termodinâmica (Cp);
f) descrever a relação entre os métodos
cinemático e adiabático (Cp); e
g) descrever o método da vorticidade (Cp).
CH
TEC
05
AE
06
AE
64
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
11.2.3
ANÁLISE
ISENTRÓPICA
a) definir os conceitos da Análise Isentrópica
(Cn);
b) descrever a Vorticidade Potencial (Cn);
c) descrever a Vorticidade Potencial em
coordenadas isentrópicas (Cn);
d) descrever a Vorticidade Potencial para
escoamentos em escala sinótica em latitudes
médias (Cp); e
e) descrever a anomalia da Vorticidade Potencial
(Cp).
05
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
A instrução deverá estar focada na discussão de características e propriedades de massa
de ar e as zonas frontais entre massas de ar, a fim de discutir os processos sinóticos e
fenômenos meteorológicos do Hemisfério Sul.
–
–
–
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FEDEROVA, NATÁLIA – Meteorologia Sinótica, Universidade Federal de Pelotas, Ed.
Universitária, 2001.
MOSCATI, M – Apostilas de Meteorologia Sinótica, 2007/2008 - INPE.
Varejão-Silva, M.A. Meteorologia e climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora
Stilo, 2000. 532 p.
–
BLAIR. Thomas A.; FITE. Robert C. METEOROLOGIA. Rio de Janeiro: Centro de
Publicações. Técnica da Aliança, 1964.
–
DIAS, Maria A F da Silva; SISTEMAS DE MESOESCALA E PREVISÃO DE TEMPO
A CURTO PRAZO; Departamento de Meteorologia, Instituto Astronômico e Geofísico,
Universidade de São Paulo, 1987
VIANELLO. Rubens L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV,
Imprensa Universitária, 1991.
SAUCIER, W.J. - Princípios de Análise Meteorológica. Ao Livro Técnico, Rio de
Janeiro, 1969.
–
–
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina se relaciona com a disciplina Meteorologia Dinâmica 2, devendo ser
ministrada após a mesma.
MCA 37-56/2010
65
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 12: METEOROLOGIA TROPICAL
CARGA HORÁRIA
47 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) demonstrar os conceitos fundamentais da Meteorologia Tropical no estudo dos fenômenos
atmosféricos (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 12.1: a) ATMOSFERA TROPICAL
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) interpretar as características e particularidades da atmosfera tropical (Cp).
CH: 04
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
12.1.1
PERFIL
ATMOSFÉRICO
TROPICAL
a) definir Meteorologia Tropical (Cn);
b) definir a atmosfera tropical, com base no perfil
atmosférico (Cp);
c) identificar a delimitação da região tropical
(Cn);
d) discutir a importância dos conhecimentos sobre
a atmosfera tropical para as áreas científica e
operacional (Cp);
e) identificar
os
principais
fenômenos
atmosféricos atmosféricos que atuam direta ou
indiretamente na região tropical (Cn);
f) apresentar fatos históricos que demonstrem a
ocorrência de eventos importantes envolvendo
os fenômenos e características próprias da
Região Tropical (Cn);
g) interpretar o balanço de energia na região
tropical e sua interação com os processos
atmosféricos globais (Cp);
h) interpretar as diferenças entre os processos
físicos da atmosfera tropical e os das demais
latitudes (Cp); e
i) descrever as massas de ar e as condições
predominantes na região tropical do território
brasileiro (Cp).
04
AE
66
MCA 37-56/2010
CH: 17
UNIDADE 12.2:
CIRCULAÇÃO E SISTEMAS SINÓTICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) utilizando-se dos fundamentos meteorológicos tropicais, discutir a situação sinóptica de
uma região (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) citar as principais características da
Circulação Geral Nos Trópicos (Cn);
b) citar quais são os fatores responsáveis
pela fonte estável de calor que gera os
movimentos dos sistemas de circulação
de grande escala nos trópicos (Cn);
c) apontar
a
variável
meteorológica
“vorticidade relativa” como aquela que
os analistas freqüentemente usam para
definir a intensidade de distúrbio
presente nas correntes principais de
grande escala nos trópicos (Cn);
12.2.1
d) com base em campos de vento e células
CIRCULAÇÃO
AE
de pressão, interpretar a circulação geral 02
GERAL NOS
tropical (Cp);
TRÓPICOS
e) discutir as características principais da
Célula de Hadley (Cp);
f) discutir o modelo da célula de Hadley e
suas deficiências (Cp);
g) discutir as características principais da
Célula de Walker (Cp);
h) discutir os possíveis mecanismos que
determinam a circulação de grande
escala nos trópicos (Cn); e
i) discutir como as condições atmosféricas
associadas ao cavado equatorial
interferem nas operações aéreas (Cp).
MCA 37-56/2010
67
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
12.2.2
O CAVADO
EQUATORIAL
f)
g)
h)
i)
a)
b)
c)
d)
12.2.3
VENTOS ALÍSIOS
e)
f)
g)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
definir “Cavado Equatorial ou Zona de
Convergência Intertropical” (Cn);
citar a interferência que o fluxo dos ventos
alísios provoca no posicionamento do
cavado equatorial (Cn);
apontar as características do cavado
equatorial na América do Sul (Cn);
identificar fatores que influenciam na
formação e posicionamento do um cavado
equatorial na América do Sul (Cn);
discutir as variações e deslocamentos
característicos de um cavado equatorial
(Cp);
02
identificar
as
características
da
nebulosidade e da precipitação num
cavado equatorial (Cn);
discutir a variação diária do cavado
equatorial através de uma série temporal da
radiação de onda longa (ROL) (Cp);
discutir a influência do cavado equatorial
no Brasil (Cp); e
dado uma imagem de satélite que ilustre
um cavado equatorial, distinguir a
nebulosidade associada a ZCIT das de
outros sistemas que interferem em sua
localização (Cp).
apontar elementos característicos dos
ventos alísios (Cn);
discutir a influência dos ventos alísios na
circulação geral (Cp);
interpretar as regiões em que a camada de
ventos alísios apresenta-se mais e menos
desenvolvidas, enfatizando o motivo pelo
qual isso ocorre (Cp);
distinguir as três camadas existentes na
região dos alísios (Cp);
explicar o motivo da existência da camada 02
de inversão dos ventos alísios (Cp);
dado um diagrama Skew T Log P para os
meses de janeiro e junho, com uma
sondagem aerológica plotada, identificar a
camada de inversão dos alísios em cada
um dos casos (Cp); e
discutir como as condições atmosféricas
associadas aos ventos alíseos interferem
nas operações aéreas (Cp).
TEC
AE
AE
68
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) identificar elementos característicos dos
ventos contra- alísios (Cn);
b) Justificar a importância dos contra- alísios na
12.2.4
circulação geral (Cp);
VENTOS CONTRA c) citar a região e a época do ano onde os
ventos contra-alísios apresentam-se mais
ALÍSIOS
bem definidos (Cn); e
d) interpretar análises gráficas dos ventos
contra- alísios (Cp).
12.2.5
DISTÚRBIOS
EQUATORIAIS
a) identificar
os
principais
distúrbios
atmosféricos característicos da região
equatorial (Cn);
b) definir ”Distúrbio Linear” (Cn);
c) citar as duas classes de distúrbios lineares
que são observados na região tropical (Cn);
d) definir “Linha de Cisalhamento ou de
Cortante (Shear)” (Cn);
e) enumerar os três principais tipos de “Linhas
de Cisalhamento ou de Cortante (Shear)”
(Cn);
f) discutir as regiões de bom e de mau tempo
relacionado às Linhas de Cisalhamento ou
de Cortante, descrevendo os tipos de
nuvens e de precipitação associadas a esse
sistema (Cp);
g) discutir o movimento vertical e a energética
das Linhas de Cisalhamento ou de Cortante
(Cp);
h) discutir os aspectos físicos, cinemáticos e
dinâmicos das Linhas de Cisalhamento ou
de Cortante (Cp);
i) discutir as características dos campos
térmicos e bárico das Linhas de
Cisalhamento ou de Cortante (Cp);
j) discutir as variações sazonais das das
Linhas de Cisalhamento ou de Cortante
(Cp);
k) identificar as principais características de um
distúrbio linear do tipo “assíntota” (Cn);
l) dada uma carta analisada de vento, em
qualquer nível atmosférico, reconhecer uma
assíntota de convergência e de divergência
(Cp);
m) relacionar as condições de bom e de mau
tempo às assíntotas de divergência e
convergência,
respectivamente
(Cp),
descrevendo os tipos de nuvens e de
precipitação associadas a esse sistema
(Cp);
CH
TEC
01
AE
MCA 37-56/2010
69
n) discutir o movimento vertical e a energética
das assíntotas (Cp);
o) discutir os aspectos físicos, cinemáticos e
dinâmicos das assíntotas (Cp);
70
SUBUNIDADES
12.2.5
DISTÚRBIOS
EQUATORIAIS
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
p) discutir as características dos campos
térmicos e bárico das assíntotas (Cp);
q) discutir as variações sazonais das assíntotas
(Cp);
r) citar a importância da identificação das ondas de
leste para a previsão de tempo na região tropical
brasileira (Cn);
s) citar a importância da identificação das ondas de
leste para o acompanhamento da gênese das
tempestades tropicais e dos furacões do
Atlântico Norte (Cn);
t) identificar situações no campo de vento dos
alísios interrompidas por distúrbios que se
movem para oeste, com configurações
ondulatórias, como “Ondas de Leste” (Cp);
u) dada uma figura simulando de uma onda de
leste no hemisfério sul, identificar as regiões
onde
é
possível
encontrar
vento
subgeostrófico
e
supergeorstrófico,
relacionando-os às regiões de mau e bom
tempo (Cp);
v) enumerar as principais dificuldades no
estudo de uma onda de leste (Cn);
w) diferenciar a estrutura de uma onda de leste
estudada por Riehl e de uma que atua na região
nordeste do Brasil (Cp);
x) dadas cartas de fluxo do vento, de umidade
e de temperatura nos níveis atmosféricos de
1000, 850, 700, 500, 400, 300, e 200 hPa,
diferenciar as condições de tempo das
Ondas de Leste estabelecidas por Riehl das
condições de tempo encontradas nesses
sistemas na região tropical brasileira (Cp);
y) enumerar as 6 possíveis fontes de energia de
uma ondas de leste (Cn);
z) citar a importância dos vórtices ciclônicos de
altos níveis nas condições de tempo em
várias regiões do Brasil (Cn);
aa) definir “Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis”
(Cn);
bb) enumerar as principais características vórtices
ciclônicos de altos níveis do tipo Palmen
(Cn);
cc) enumerar as principais características vórtices
ciclônicos de altos níveis do tipo Tropical
(Cn);
dd) diferenciar os vórtices ciclônicos de altos
níveis do tipo Palmen dos do tipo Tropicial
(Cn);
ee) descrever o mecanismo de formação do vórtice
TEC
MCA 37-56/2010
71
ciclônico de altos níveis do tipo Palmen (Cn);
72
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
12.2.5
DISTÚRBIOS
EQUATORIAIS
12.2.6
MONÇÕES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
ff) descrever o mecanismo de formação do vórtice
ciclônico de altos níveis do tipo Tropical (Cn);
gg) descrever movimento vertical e sistema
energético dos vórtices ciclônicos de altos
níveis (Cn);
hh) descrever as regiões de umidade e de
nebulosidade dos vórtice ciclônico de altos
níveis (Cn);
ii) dadas cartas de fluxo de vento, de umidade e de
temperatura níveis atmosféricos de 1000, 850,
700, 500, 400, 300, e 200 hPa, identificar um 08
vórtice ciclônico de altos níveis do tipo Palmen
(Cp);
jj) dadas cartas de fluxo de vento, de umidade e de
temperatura níveis atmosféricos de 1000, 850,
700, 500, 400, 300, e 200 hPa, identificar um
vórtice ciclônico de altos níveis do tipo Tropical
(Cp); e
kk) discutir como as condições atmosféricas
associadas
aos
distúrbios
equatoriais
interferem nas operações aéreas (Cp).
a) definir “Monção” (Cn);
b) identificar áreas de atuação das monções (Cn);
c) citar o papel desempenhado pelos continentes
na formação das monções (Cn);
d) definir a as condições térmicas como a clássica
teoria das monções para gênese desse
sistema (Cn);
e) citar a forma dos continentes, orografia e
condições para a circulação na troposfera
superior como os principais fatores para o
02
desenvolvimento das monções (Cn);
f) identificar a freqüência e a sazonalidade das
monções na América do Sul (Cn);
g) justificar a influência das monções na
circulação tropical na América do Sul (Cp);
h) enumerar as características da monção na
América do Sul (Cn); e
i) discutir como as condições atmosféricas
associadas às monções na América do Sul
que interferem nas operações aéreas (Cp).
TEC
AE
AE
MCA 37-56/2010
73
CH: 07
UNIDADE 12.3:
CICLONES TROPICAIS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar análises atmosféricas referentes à formação e ao desenvolvimento dos ciclones
tropicais (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) com base nas características descritas pelo
Serviço de Meteorologia dos Estados
Unidos, classificar as fases de um ciclone
tropical (Cn);
b) com base nas características descritas pela
escala Saffir-Simpson, classificar as fases
de um ciclone tropical (Cn);
c) identificar a freqüência e a sazonalidade
dos ciclones tropicais (Cn);
d) com base num mapa “Mundi”, identificar as
regiões de maiores e menores atividades
12.3.1
dos ciclones tropiciais (Cn);
GÊNESE
AE
e) enumerar todos os requisitos necessários 03
CICLÔNICA
para a formação de ciclones tropicais
estabelecidos por Palmem, sem erro (Cn);
f) enumerar todos os requisitos necessários
para a formação de ciclones tropicais
estabelecidos por Riehl, sem erro (Cn);
g) explicar como um ciclone tropical se
desenvolve, utilizando como base os
requisitos de Pamen e de Riehl (Cp); e
h) explicar como a “instabilidade condicional
de segundo tipo“ (CISK) atua para o inicia
e manter o desenvolvimento de um ciclone
tropical (Cp).
a) citar os quatro estágios evolução de um
12.3.2
ciclone tropical (Cn); e
CICLO DE VIDA DA
b) diferenciar os entre si os quatro estágios
TORMENTA
evolução de um ciclone tropical (Cp).
01
AE
a) discutir o campo bárico dos ciclones
tropicais (Cp);
b) discutir o campo térmico dos ciclones
tropicais (Cp);
c) discutir o campo de vento dos ciclones
tropicais (Cp);
d) identificar características do olho de um
ciclone tropical (Cn); e
e) citar a distribuição de nebulosidade na
região de atuação de um ciclone tropical
(Cn).
01
AE
12.3.3
ESTRUTURA DO
CICLONE
74
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) identificar tipos de trajetórias dos ciclones
12.3.4
tropicais (Cn); e
MOVIMENTOS DO b) discutir as metodologias utilizadas para a
CICLONE
determinação das rotas e intensidade dos
ciclones tropicais (Cn).
01
AE
a) discutir os impactos provocados pelos
ciclones tropicais relacionados à força dos
ventos do furacão, às ondas do furacão e
inundações causadas por pancadas fortes
(Cn); e
b) discutir a influência das tempestades
tropicais na circulação geral (Cp).
01
AE
12.3.5
IMPACTO DAS
TEMPESTADES
TROPICAIS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH: 07
DINÂMICA DA CONVECÇÃO NA REGIÃO
TROPICAL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar análises atmosféricas referentes à formação e ao desenvolvimento dos ciclones
tropicais (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
UNIDADE 12.4:
t
12.4.1
INTRODUÇÃO
a) citar o motivo pelo qual o armazenamento de
energia potencial disponível na região
tropical é muito pequeno (Cn); e
b) justificar a função da Conditional Instability
of the Second Kind (CISK) (Holton, 1992)
como a principal fonte de instabilidade na
região tropical (Cp).
01
AE
12.4.2
CONCEITOS DE
ESCALA
a) dada uma condição meteorológica em tempo e
espaço classificar esse sistema conforme os
parâmetros estabelecidos por Fugita (1986)
quanto à sua escala meteorológica de atuação
(Cp); e
b) justificar o processo não-hidrostático com o
principal fator resultante dos fenômenos que
atuam na mesoescala (Cp).
01
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
12.4.3
TEMPESTADES ANATOMIA E
DINÂMICA
75
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) justificar o motivo pelo qual o parâmetro
“umidade” é um dos componentes básico da
formação de trovoadas (Cp);
b) apontar no mínimo três fontes de instabilidades
como componente básico da formação de
trovoadas (Cn);
c) descrever como a “cortante de vento ou wind
shear” influencia a formação de processos
convectivos intensos (Cp);
d) descrever como os “jatos de baixos níveis”
influenciam na formação de processos
convectivos intensos (Cp);
e) caracterizar os três estágios de formação de uma
nuvem de trovoada (Cn);
f) descrever as características básicas das
tempestades advindas de células simples, de
complexos multicelulares em linha ou cluster, e
de supercélulas (Cn);
g) dada uma determinada característica básica de 03
uma tempestade, diferenciar qual tipo de célula
de trovoada a gerou (Cp);
h) dada uma determinada característica visual
encontrada em níveis superiores de uma nuvem
cumulunimbus, identificar o potencial da
tempestade (Cp);
i) dada uma determinada característica visual
encontrada em níveis médios de uma nuvem
cumulunimbus, identificar o potencial da
tempestade (Cp);
j) dada uma determinada característica visual
encontrada em níveis baixos de uma nuvem
cumulunimbus, identificar o potencial da
tempestade (Cp); e
k) diferenciar os tipos de correntes descendentes
(downbursts) geradas por células convectivas de
grande potencial destrutivo – supercélulas (Cn).
TEC
AE
76
SUBUNIDADES
12.4.5
LINHAS DE
INSTABILIDADE
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir “linha de instabilidade tropical” (Cn);
b) apontar as principais características de uma
linha de instabilidade tropical descritas no
trabalho de Gamache & Houze (1982) (Cn);
c) descrever
o
processo
de
gênese,
desenvolvimento e dissipação de uma Linha de
Instabilidade
Costeira
da
Amazônia,
descrito no trabalho de Garstang et al (1994)
(Cp);
d) identificar os distúrbios tropicais que podem ser
responsáveis pela gênese das linhas de
instabilidades costeira da Amazônia (Cn); e
e) descrever a interação entre a larga-escala, a
mesoescala e a escala de nuvem para a gênese
de sistemas complexos como as linhas de
instabilidades da Amazônia (Cn).
CH
TEC
02
AE
OUTROS FENÔMENOS SINÓTICOS IMPORTANTES CH: 12
NOS TRÓPICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar outros fenômenos sinóticos importantes na dinâmica das condições atmosféricas
na região tropical (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) caracterizar o sistema sinótico, “Alta da
Bolívia” (Cn);
b) descrever a variabilidade de posição e
intensidade da Alta da Bolívia (Cp);
c) estabelecer a relação entre a Alta da Bolívia
e os outros sistemas sinóticos que agem na
AS, durante o verão (An);
d) apresentar os processos envolvidos na
dinâmica de formação e flutuação da
circulação da Alta da Bolívia e sua relação
com o Cavado da região Nordeste do Brasil
(Cp);
12.5.1
02
AE
ALTA DA BOLÍVIA e) explicar a interação entre a Alta da Bolívia e
as penetrações frontais no Sul do Brasil
(Cp);
f) discutir a interação entre Alta da Bolívia o
Cavado da região Nordeste do Brasil e as
frentes frias, e a relação que governa o
posicionamento e intensidade dos sistemas
e de bandas de nebulosidade e esses
sistemas associada (Cp); e
g) discutir como as condições atmosféricas
associadas à Alta da Bolívia interferem nas
operações aéreas (Cp).
UNIDADE 12.5:
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) descrever o significado do fenômeno El
Niño (Cn);
b) explicar a interação atmosfera-oceano,
associado às alterações dos padrões
normais da Temperatura da Superfície do
Mar (TSM) e dos ventos alísios na região
do Pacífico Equatorial associados ao El
Niño (Cp);
12.5.2
c) definir Índice de Oscilação Sul (Cn);
d) explicar a relação entre o fenômeno El
EL NIÑO E
02
Niño e o índice de Oscilação Sul (Cp);
OSCILAÇÃO SUL –
e) explicar o modelo de atuação do fenômeno
ENSO
El Niño na região do Oceano Pacífico
equatorial (Cp);
f) discutir os efeitos globais provocados pelo
desenvolvimento do fenômeno El Niño
(Cp); e
g) discutir como as condições atmosféricas
associadas ao ENOS interferem nas
operações aéreas (Cp).
a) descrever o significado do fenômeno La
Niña (Cn);
b) explicar a interação atmosfera-oceano,
associado às alterações dos padrões
normais da Temperatura da Superfície do
Mar (TSM) e dos ventos alísios na região
do Pacífico Equatorial associados ao La
Niña (Cp);
12.5.3
c) explicar o modelo de atuação do fenômeno 02
LA NIÑA
La Niña na região do Oceano Pacífico
equatorial (Cp);
d) discutir os efeitos globais provocados pelo
desenvolvimento do fenômeno La Niña
(Cp); e
e) discutir como as condições atmosféricas
associadas à La Niña interferem nas
operações aéreas (Cp).
a) descrever o significado do termo “Oscilação de
Madden-Julian” (Cp);
b) explicar a interferência da Oscilação de
Madden-Julian nos fenômenos que atuam na
12.5.4
região tropical (Cp);
OSCILAÇÕES DE c) citar ao menos uma maneira de monitorar a
Oscilação de Madden-Julian (Cn);
02
MADDEN & JULIAN
OU OSCILAÇÃO d) apontar a relação entre a Oscilação de MaddenJulian com a ZCAS e com a precipitação no
DE 30-60 DIAS
Nordeste do Brasil (Cn); e
e) discutir como as condições atmosféricas
associadas à Oscilações de Madden &
Julian interferem nas operações aéreas
77
TEC
AE
AE
AE
78
MCA 37-56/2010
(Cp).
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) caracterizar a Zona de Convergência do
Atlântico Sul (ZCAS) como um dos mais
importantes fenômenos de escala intrasazonal, que ocorre durante o verão na
América do Sul e que interfere na região
tropical (Cn);
b) descrever como a ZCAS pode ser
12.5.5
identificada, na composição de imagens
ZONA DE
de satélite (Cn);
CONVERGÊNCIA c) apontar as características comuns entre 02
DO ATLÂNTICO
ZCAS, Zona de Convergência do Pacífico
SUL (ZCAS)
Sul (ZCPS) e a Zona Frontal de Baiu,
chamadas, de uma forma geral, de Zonas
de Convergência Subtropical (ZCST) (Cn);
d) discutir os mecanismos que originam e
mantém a ZCAS (Cp); e
e) discutir como as condições atmosféricas
associadas à ZCAS interferem nas
operações aéreas (Cp).
a) apontar a influência que Cordilheira dos
Andes exerce sobre as trajetórias das
massas de ar advindas de latitudes mais
altas (Cn);
12.5.6
b) descrever ao menos um padrão de
FENÔMENO DA
circulação atmosférica que interfere no 02
FRIAGEM NA
deslocamento das massas de ar polares
REGIÃO TROPICAL
até latitudes menores (Cp); e
c) apresentar os principais motivos que
permitem que as massas de ar polares
atinjam baixas latitudes (Cp).
79
TEC
AE
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
A avaliação deverá ser feita através de trabalho avaliado a ser definido pelo instrutor.
−
−
−
−
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
TAKARANOV, G.G. - Meteorologia Tropical, Editora Mir, Moscou, 1980.
VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. – Meteorologia Básica e Aplicações, Universidade
Federal de Viçosa, Imprensa Universitária, 1991.
RIEHL, H. - Climate and Weather in the Tropics. Academic Press, NY, 1979.
ATKINSON, G.D. - Forecasters' Guide Tropical of Meteorology. US Air Force, 1971.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada logo após à disciplina de Meteorologia Sinótica 2.
80
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 13:
MICROMETEOROLOGIA
LIMITE PLANETÁRIA
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
E
CAMADA
CARGA HORÁRIA
40 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) interpretar os principais conceitos da Meteorologia voltados para a Camada Limite
Planetária (Cp).
CH: 04
UNIDADE 13.1: MICROMETEOROLOGIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) conceituar “Micrometeorologia” no contexto dos fenômenos meteorológicos de pequena
escala no tempo e espaço e suas influências nas condições de tempo local (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
13.1.1
a) citar o objetivo da Micrometeorologia (Cn); e
OBJETIVO DA
b) definir “Micrometeorologia” (Cn).
MICROMETEOROLOGIA
01
a) citar as escalas dos movimentos atmosféricos e suas
interações (Cn);
b)
apresentar
a divisão da Micrometeorologia (Cp);
13.1.2
c) citar os tópicos de maior interesse da
AS ESCALAS DOS
Micrometeorologia (Cn);
02
MOVIMENTOS
d) discutir a relação entre os fenômenos meteorológicos
ATMOSFÉRICOS E
e a escala de tempo e espaço apresentada na figura
SUAS INTERAÇÕES
1.1 (STULL – 1988) (Cp); e
e) descrever os principais problemas no estudo dos
fenômenos micrometeorológicos (Cp).
13.1.3
a) descrever a importância e aplicações da
IMPORTÂNCIA E
Micrometeorologia (Cp); e
01
APLICAÇÃO D
b) discutir a diferença entre Micrometeorologia e
MICROMETEOROLOMicroclimatologia (Cp).
GIA
AE
AE
AE
MCA 37-56/2010
81
CH: 16
UNIDADE 13.2: CAMADA LIMITE ATMOSFÉRICA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) apresentar as principais características da Camada Limite Atmosférica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) definir “Camada Limite Atmosférica” (Cn);
b) discutir a formação da camada limite atmosférica
(Cp);
c) citar as principais componentes da formação da
CLA (Cn);
13.2.1
d) discutir a estrutura e a profundidades das camadas 02
AE
INTRODUÇÃO
da CLA com a baixa Troposfera apresentadas na
figura 1.1 do livro do Arya (1998) (Cp);
e) descrever o comportamento da turbulência na CLA
(Cp); e
f) descrever os processos de transferência turbulenta
na CLA (Cp).
a) caracterizar a assinatura da turbulência na camada
limite, conforme a figura 2.1 do Stull (1950) (Cn);
b) apontar na equação 2.3a do livro do Stull (1950) a
parte representativa do vento médio e do vento
instantâneo da turbulência (Cn);
13.2.2
c) discutir graficamente o perfil do vento médio,
instantâneo e da turbulência, utilizando a figura 2.3
ALGUMAS
do Stull (1950) (Cp);
05
AE
FERRAMENTAS
MATEMÁTICAS E d) definir fluxo cinemático de massa, calor, umidade,
momentum e de poluentes na camada limite
CONCEITUAIS
planetária (Cn); e
e) discutir a importância dos “vórtices” no transporte
de energia, massa e de poluentes na camada limite
planetária, utilizando a figura 2.12 do livro do Stull
(1950) como referência (Cp).
13.2.3
DIVISÃO DA CLA
EM RELAÇAO À
SUA ESTRUTURA
ESPACIAL
a) citar a divisão da CLA em função da sua estrutura
espacial (Cn);
b) descrever as camadas que compõem a CLA em
função de sua estrutura espacial (Cp);
c) apresentar o perfil da tensão de cisalhamento na
CLA, utilizando a figura 3.4. da apostila (Cp); e
d) discutir os perfis aproximados das forças que atuam
na CLA (Cp).
03
AE
82
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
13.2.4
EVOLUÇÃO
TEMPORAL DA
CLA
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
citar a classificação da CLA quanto a evolução
temporal (Cn);
discutir a evolução temporal da CLA, utilizando a
figura 3.6 da apostila (Cp);
discutir a evolução diária da CLA, utilizando a
figura 3.7 da apostila (Cp);
descrever a evolução diária da camada limite
convectiva (Cp);
identificar as principais características da camada
limite convectiva (Cp);
descrever o perfil vertical da temperatura potencial
vertical e da razão de mistura na CLA (Cp);
apresentar o perfil da concentração de 03
contaminantes na CLA, utilizando a figura 3.11 da
apostila (Cp);
definir Camada Residual” da CLA (Cn);
apresentar as principais características da Camada
Residual (Cp);
apresentar as principais características da Camada
Limite Estável - CLE (Cp)
citar fatores que influenciam a CLE (Cn);
apontar as influências dos jatos de baixos níveis ou
jatos noturnos existente na CLE (Cn); e
citar as subcamadas da CLA e suas peculiaridades
(Cn).
TEC
AE
a) citar as subdivisões temporal da CLA (Cn);
b) citar as subcamadas que podem ser identificadas
dentro da Camada limite Covectiva (Cn);
c) diferenciar a subcamada laminar, da camada limite
superficial, da “zona de entranhamento”(Cp); e
d) definir camada de mistura da CLA (Cn).
01
AE
13.2.6
a) discutir o esquema de funcionamento da CLC
diurna, baseando na figura 3.14 da apostila (Cp);
MODELO
CONCENTUAL DE b) discutir o esquema de funcionamento da CLC
CLA
noturna, baseando na figura 3.15 da apostila (Cp).
01
AE
a) distinguir as características da CLA da AL,
13.2.7
baseando-se na Tabela 3.2 da apostila (Cp);
COMPARAÇÃO
b) citar a importância da camada limite atmosférica 01
ENTRE A CLA E AL
(Cn); e
(ATMOFERA
c) apresentar os principais fatores que influenciam
LIVRE)
térmica e dinamicamente a CLA (Cp).
AE
13.2.5
SUBDIVISÕES
TEMPORAL DA
CLA
MCA 37-56/2010
83
TEMPERATURAS DO SOLO E TRANSFERÊNCIA DE CH: 03
CALOR
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir o processo de transferência de calor na CLP (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) citar os tipos de temperaturas do solo (Cn);
b) discutir ciclo diurno observado de temperatura
13.3.1
de solo de subsuperfície, utilizando a figura
01
AE
TEMPERATURAS DO
4.1 do livro do Arya (1990) (Cp);
SOLO
c) citar os fatores que influenciam as
temperaturas do solo (Cn).
UNIDADE 13.3:
a) citar as propriedades térmicas
relevantes
para a transferência de calor através do meio
(Cn);
b) definir calor específico de um material (Cn);
c) conceituar capacidade calorífica (Cn);
d) apontar os temos da equação 4.2 do livro do
13.3.2
Arya (1990) (Cn);
TRANFERÊNCIA DE
e) discutir o esquema de transferência de calor
CALOR
em uma coluna vertical de solo abaixo de
uma superfície horizontal plana, utilizando a
figura 4.3 do livro do Arya (1990) (Cp); e
f) citar algumas aplicações do conhecimento de
temperaturas do solo e transferência de calor
(Cn).
TEMPERATURA E UMIDADE NA CLA
UNIDADE 13.4:
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir a variação da temperatura do ar e da umidade na CLP (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
13.4.1
FATORES QUE
INFLUENCIAM A
TEMPERATURA E
UMIDADE DO AR
a) citar os fatores e processos que influenciam a
distribuição vertical do ar na CLA (Cn); e
b) b) citar os fatores que influenciam a umidade
específica na CLA (Cn).
02
AE
CH: 05
CH
TEC
01
AE
84
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) apresentar as relações termodinâmicas básicas
(Cp);
b) apresentar o lapse rate de temperatura em uma
atmosfera adiabática (Cp);
c) definir temperatura potencial
e umidade
específica (Cn);
13.4.2
d) definir umidade específica e razão de mistura
(Cn);
DEFINIÇÕES E
RELAÇÕES
e) apresentar a equação da umidade específica
TEMONDINÃMICAS
para o ar úmido insaturado (Cp);
BÁSICAS
f) citar as categorias da estabilidade atmosférica
(Cn);
g) interpretar o esquema da várias categorias de
estabilidade utilizando a figura 5.1 do livro do
Arya (1990) (Cp); e
h) definir inversão térmica e camada misturada
(Cn).
02
AE
a) interpretar a variação diurna de perfis de
temperatura potencial e alturas da CLP
utilizando a figura 5.2 do livro do Arya (1990
(Cp);
b) interpretar a variação diurna de perfis de
umidade específica utilizando a figura 5.3 do
livro do Arya (1990) (Cp);
13.4.3
PERFIS VERTICAIS c) interpretar a variação diurna de temperatura do
ar em três alturas utilizando a figura 5.6 do
DE TEMPERATURA E
livro do Arya (1990) (Cp);
UMIDADE
d) interpretar a variação diurna da pressão de
vapor d’água em três alturas utilizando as
figura 5.7 do livro do Arya (1990) (Cp); e
e) citar algumas aplicações do conhecimento da
temperatura do ar e umidade na CLP (Cp)
(Cn).
02
AE
DISTRIBUIÇÃO DE VENTOS NA CLP
UNIDADE 13.5:
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir os perfis de vento dentro da CLP (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
13.5.1
a) citar os fatores que influenciam a distribuição
FATORES QUE
do vento na CLP (Cn); e
INFLUENCIAM A
b) conceituar atmosfera baroclínica e atmosfera
DISTRIBUIÇÃO DE
barotrófica (Cn).
VENTO
CH: 07
CH
TEC
01
AE
MCA 37-56/2010
85
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
13.5.2
e)
VENTOS TÉRMICOS
E GEOSTRÓFICOS.
EFEITOS DO ATRITO
E ESTABILIDADE f)
g)
h)
i)
13.5.3
PERFIS
OBSERVADOS DO
VENTO E
APLICAÇÕES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir ventos geostróficos e vento térmico
(Cn)
apresentar o esquema de relação entre os
ventos geostróficos e as isóbaras para o HN.
(Cp);
citar os componentes da equação do vento
térmico (Cn);
apresentar o esquema de relação entre os
ventos térmicos e isotermas para o HN (Cp);
apresentar o esquema de relação entre os
ventos geostróficos na superfície e o topo da
CLP utilizando a figura 6.3 do livro do Arya
(1990) (Cp);
apresentar o esquema de um balanço de forças
em uma parcela de fluido em diferentes alturas
utilizando a figura 6.4 do livro do Arya (1990)
(Cp);
discutir os efeitos de estabilidade na
distribuição do vento na CLP (Cp);
conceituar número de Richardson (Cn); e
apresentar o valor do número de Richardson
atribuído como fator de estabilidade dinâmica
(Cp).
a) discutir os perfis do vento, temperatura
potencial, velocidade média, de umidade
específica utilizando as figura 6.5 a 6.9 do
livro do Arya (1990) (Cp);
b) conceituar hodógrafa (Cn);
c) apresentar o esquema de hodógrafas de ventos
médios
observados
experimentalmente
utilizando a figura 6.10 do livro do Arya (Cp);
d) discutir as variações diurnas de velocidade e
direção do vento na CLP utilizando as figura
6.11 a 6.14 do livro do Arya (1990) (Cp); e
e) citar algumas aplicações práticas do
conhecimento da distribuição de vento na CLP
(Cn).
CH
TEC
03
AE
03
AE
86
MCA 37-56/2010
CH: 05
UNIDADE 13.6: INTRODUÇÃO AOS ESCOAMENTOS VISCOSOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) descrever alguns fundamentos de escoamentos viscosos e de turbulência na CLP (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) citar algumas definições importantes para o estudo do
escoamento de um fluido (Cn);
13.6.1
b) apresentar o tratamento matemático inicial do
movimento de um fluido (Cp);
ESCOAMENTOS
02
AE
VISCOSOS E NÃO c) citar as razões pelas quais existem problemas mais
complexos na Camada Limite de Superfície (Cn); e
VISCOSOS
d) apresentar os três princípios físicos essenciais para o
estudo de um escoamento (Cp).
a) definir viscosidade (Cn);
b) apresentar os dois métodos utilizados na análise da
13.6.2
viscosidade de um fluido (Cp);
ESCOAMENTO c) conceituar número de Reynolds (Cn);
02
AE
LAMINAR DE UM d) apresentar os três parâmetros importantes utilizados
por Reynolds para se estabelecer o regime de
FLUIDO
escoamento (Cp); e
e) Citar o valor crítico do número de Reynolds (Cn).
a) apresentar os aspectos gerais da turbulência na CLP
(Cp);
13.6.3
b) descrever alguns aspectos gerais próprios do
ESCOAMENTO
escoamento laminar e do escoamento turbulento (Cp); 01
AE
TURBULENTO DE
e
UM FLUIDO
c) apresentar os aspectos gerais da turbulência na
atmosfera (Cp).
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
−
−
−
−
−
−
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARYA, S. P. An Introduction to Micrometeorology. International Geophysics Series.
Academic Press, 1990. Traduzido para o Português por Dimitrie Nechet em 2008.
CAMPOS. C.R.J. Micrometeorologia: Tópicos Gerais. Editora e Gráfica Universitária –
UFPEL,2004.
PEREIRA. A.R. Apostila Introdução à Micrometeorologia – Curso de Pós-graduação em
Agrometeorologia –USP, 2000.
SORBJAN. Z – Structure of the Atmospheric Bondary Layer. Ed. Prentice Hall. New Jersey.
Englewood Cliffs. 1989.
STULL, R.B - An introduction to boundary layer meteorology. Dordrecht: Kluwer Acadm.
Publishers, 1988.
SUTTON, O. G. – Micrometeorology, A Study of Physical Processes in the Lowest Layers
of the Earth´s Atmosphere. Ed. McGraw-Hill Book Company, Inc. New York. Toronto.
London. 1953.
MCA 37-56/2010
87
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada em qualquer momento após da disciplina de
Meteorologia Dinâmica 2 e antes da disciplina de Meteorologia Ambiental.
88
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 14:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
MODELAGEM NUMÉRICA DA
ATMOSFERA
CARGA HORÁRIA
42 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) identificar os principais conceitos e características da Previsão Numérica do Tempo (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 14.1: PREVISÃO NUMÉRICA DE TEMPO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a)
b)
c)
d)
CH: 42
conceituar modelagem numérica (Cn);
conceituar Previsão Numérica do tempo (Cn);
discutir a assimilação de dados na Previsão Numérica do tempo (Cp); e
interpretar as vantagens e desvantagens de diversos tipos de modelos numéricos (Cp).
SUBUNIDADES
14.1.1
HISTÓRICO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) identificar a evolução da previsão numérica de tempo
(Cp); e
01
AE
b) distinguir as diferenças entre Previsão numérica e
Simulação numérica (Cp).
14.1.2
MODELAGEM
NUMÉRICA
a) exemplificar o conceito de modelagem numérica de
tempo (Cp);
b) identificar no sistema de modelagem numérica do
tempo
as
fases
de
pré-processamento,
02
processamento e pós-processamento (Cp);
c) explicar o processo de assimilação de dados na
modelagem numérica do tempo (Cp); e
d) discutir o processo de parametrização na
modelagem numérica do tempo (Cp).
AE
14.1.3
EQUAÇÕES
PRIMITIVAS
USADAS EM PNT
a) escrever as principais equações utilizadas em
modelagem numérica de tempo (Cp);
b) descrever e interpretar as equações do movimento,
continuidade da massa, do gases e da primeira lei da 02
termodinâmica (Cp); e
c) demonstrar equações prognósticas e diagnósticas
(Cp).
AE
MCA 37-56/2010
89
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
14.1.4
SOLUÇÃO
ANALÍTICA VERSUS d)
SOLUÇÃO
e)
NUMÉRICA
f)
14.1.5
MÉTODO DE
SOLUÇÃO POR
DIFERENÇAS
FINITAS E OS
MÉTODOS
ESPECTRAIS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
ilustrar o Polinômio de Taylor como aplicação na
solução numérica (Cp);
explicar a diferença entre solução analítica e a
solução numérica (Cp);
explicar erro de truncamento com a ordem do erro
de truncamento (Cp);
relacionar erro de truncamento com a ordem do erro 06
AE
de truncamento (Cn);
explicar as vantagens e desvantagens entre solução
analítica e a solução numérica (Cp); e
identificar
como
surge
a
instabilidade
computacional na solução por diferenças finitas
(Cp).
a) explicar o método de solução de diferenças finitas
(Cp);
b) identificar a aproximação pelo método de diferenças
finitas atrasado e adiantado (Cn);
c) identificar a aproximação pelo método de diferenças
centrado (Cn);
d) identificar no método de diferenças finitas a melhor
07
aproximação, relacionando as amplitudes físicas
com a computacional (Cn);
e) identificar no método de diferenças finitas a melhor
aproximação, relacionando o comprimento de onda
com o grid (Cn); e
f) citar método espectral usados na previsão numérica
de tempo (Cn).
AE
90
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
14.1.6
GRADE DE
MODELAGEM
NUMÉRICA
f)
g)
h)
i)
j)
k)
a)
b)
c)
14.1.7
MODELOS DE ÁREA
d)
LIMITADA E
ILIMITADA
e)
f)
g)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
conceituar o que vem a ser uma grade na modelagem
numérica (Cn);
explicar as grades de Arakawa (Cp);
explicar as grades do tipo bidimensional e
tridimensional (Cp);
explicar o que é a resolução na modelagem numérica
(Cp);
explicar espaçamento e passo de tempo na grade
temporal (Cp);
explicar a condição Courant-Friedrichs-Lewy (CFL)
(Cp);
apontar as coordenadas verticais: sigma, eta e 09
mista (Cn);
descrever o que é uma célula em modelagem
numérica (Cp);
relacionar tipo de fronteira e pontos de grade com o
tipo de grade na modelagem numérica (Cp);
relacionar espaçamento, resolução de grade e número
de células com a média espacial de uma região
utilizada na previsão (Cp); e
relacionar a área coberta pelo fenômeno
meteorológico com o espaçamento de grade do
modelo numérico (Cp).
caracterizar os modelos de área limitada e ilimitada,
citando suas vantagens e desvantagens (Cn);
diferenciar os modelos de área limitada e
ilimitada,
citando suas vantagens e
desvantagens (Cn);
apontar o problema mais crítico enfrentado nos
modelos de área limitada (Cn);
explicar as principais características e diferenças 07
entre os modelos globais, regionais e específicos
(Cp);
expressar modelos regionais e globais com a
resolução e área de cobertura (Cp);
expressar modelos de malha fina e de malha grossa
com o tempo de processamento e o grid (Cp); e
críticar os produtos da PNT (Cp).
TEC
AE
AE
MCA 37-56/2010
91
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
14.1.8
MINIMIZAÇÃO DOS
ERROS DO MODELO
NUMÉRICO PELA
ESTATÍSTICA
d)
e)
f)
g)
h)
i)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
exemplificar como a climatologia local ajuda o
previsor na interpretação dos modelos (Cp);
explicar o que vem ser as variáveis preditores e
preditando (Cp);
conceituar o método prognóstico perfeito (perfect
prog) (Cn);
conceituar o método das estatísticas das saídas do
modelo (mos- model output statistics) (Cn);
distinguir o método perfect prog e o de mos (Cp);
08
explicar o uso da análise de regressão (Cp);
explicar o método de análise de regressão stepwise
(Cp);
conceituar o que vem a ser consistência de dados
(Cn); e
discutir como as
limitações dos modelos
numéricos interferem nas previsões relacioandas
às operações aéreas (Cp).
TEC
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com demonstrações específicas.
–
–
–
–
–
–
–
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Carr, F. and Baldwin, M. Assimilation of observed precipitation data using NMC’s
Eta Model. Preprins, 9th AMS.
Daley, R. Atmospheric Data Analysis, Cambridge Univ. Press, 457 pp., 1991.
E. Kalnay, Atmospheric Modeling, Data Assimilation and Predictability, Cambridge
Univ. Press, 2003.
Haltiner, G.J. e Williams, R.T. Numerical Prediction and Dynamic Meteorology,
477 pp,1980.
Holton, James, R. An introduction to dynamic meteorology. Academic Press.
Elsevier. Fourth Edition. 2004. 535p.
Jacobson, Mark Z. Fundamentals of atmospheric modeling. Cambridge University
Press, 1999. 656p.
Mesinger, F. e Arakawa, A. Numerical Methods used in Atmopheric Models,
GARP Publication Series No. 17, WMO, 1976.
Pielk, Roger A. Mesoscale meteorological modeling. Academic Press. 1984.
612p.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após as disciplinas de Cálculo 2 e Equações
Diferenciais.
92
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 15: METEOROLOGIA POR SATÉLITE
CARGA HORÁRIA
27 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) apresentar os principais conceitos relativos aos satélites e suas respectivas utilizações na
Meteorologia Aeronáutica (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 15.1: SATÉLITES METEOROLÓGICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 27
a) exemplificar os principais conceitos sobre os satélite meteorológicos e como estes podem
ser uma ferramenta vital para o meteorologista operacional (Cp).
SUBUNIDADES
15.1.1
HISTÓRICO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) citar o nome das primeiras plataformas orbitais
utilizadas pelos homens para obtenção sistemática
de imagens de cobertura de nuvens (Cn);
b) diferenciar os conceitos relativos a satélite
operacional, ambiental e experimental (Cp);
c) apontar a importância do programa de satélite de
tecnologia Nimbus para o desenvolvimento dos
estudos relativos ao meio ambiente (Cn);
d) apontar a importância do programa de satélite de
tecnologia
TIROS
N/NOAA
para
o
desenvolvimento dos satélites operacionais (Cn);
e) citar o organismo responsável pela coordenação e
manutenção das atividades relacionadas aos
satélites geoestacionários e polares, operacionais ou
02
de apoio (Cn);
f) descrever o significado do Sub-sistema Espacial
GOS (Cn);
g) discutir os requisitos básicos para a manutenção da
componente geoestacionária do Subsistema
Espacial GOS (Cp);
h) discutir os requisitos básicos para a manutenção da
constelação polar dos satélites meteorológicos (Cp);
i) apresentar as principais características dos
programas
operacionais
dos
satélites
geoestacionários – GOES e Meteosat (Cp); e
j) apresentar as principais características dos
programas operacionais dos satélites polar – POES
e Meteor (Cp).
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
93
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) distinguir os três principais tipos de órbitas dos
satélites
operacionais:
órbita
quase-polar
heliossíncrona; geossíncrona ou geoestacionária e
equatorial (Cp);
b) citar a função de um imageador como instrumento
de uma plataforma orbital (Cn);
c) descrever ao menos três características dos
imageadores (Cn);
d) citar a função de um imageador como instrumento
de uma plataforma orbital (Cn);
e) citar a função de um sondador atmosférico como
15.1.2
instrumento de uma plataforma orbital (Cn);
f) apontar ao menos um tipo de sondador atmosférico 05
PRINCIPAIS
(Cn);
CARACTERÍSTICAS
g) descrever ao menos três características dos um
sondador atmosférico (Cn);
h) definir “pixel” (Cn);
i) distinguir as características existentes nos
sondadores do tipo radiômetros, espectrômetros e
interferômetros (Cp); e
j) discutir a diferença entre os dois tipos de “Funções
de Telecomunicações” – Sistema de Disseminação
de Bordo e Sistema Automático de Coleta de Dados
– existentes nas plataformas orbitais e de interesse
para os usuários (Cp).
15.1.3
OBTENÇÃO DAS
IMAGENS
a) citar as principais características da radiação
eletromagnética (Cn);
b) discutir as diversas regiões do espectro
eletromagnético (Cp);
c) diferenciar entre si as principais características dos
espectros de emissão do Sol e da Terra (Cp);
d) citar
as
principais
características
da
transmissividade da atmosfera (Cn);
e) definir "janela atmosférica” (Cp);
f) apontar a faixa espectral utilizada para obtenção de
imagens meteorológicas (Cn);
g) citar qual a principal medida realizada pelos
sensores a bordo de satélites meteorológicos (Cn);
h) descrever a conversão da medida de radiância em
"counts" (Cp);
i) explicar o significado da expressão "temperatura de
brilho" (Cp);
j) relacionar "temperatura de brilho" e "count" (Cp);
AE
94
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
15.1.3
OBTENÇÃO DAS
IMAGENS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
k) identificar os três principais fatores que controlam o
efeito da absorção sobre a energia radiante que
chega a um sensor a bordo de satélite (Cn);
l) citar os tipos de resolução possíveis de se definir
numa imagem digital, em um canal espectral
específico (Cn);
m) interpretar o conceito de Resolução Espacial de
uma imagem de satélite (Cp);
07
n) interpretar o conceito de Resolução Espectral de
uma imagem de satélite (Cp);
o) interpretar o conceito de Resolução Temporal de
uma imagem de satélite (Cp);
p) interpretar o conceito de Resolução Radiométrica
de uma imagem de satélite (Cp); e
q) discutir quais as principais fontes de erros na
formação da imagens de satélites (Cp).
AE
a) conceituar os principais tipos de imagens obtidas
por satélites: visual, infravermelho e vapor d’água
(Cn);
15.1.4
b) discutir as principais características das imagens no
PRINCIPAIS
canal do visível (Cp);
02
CARACTERÍSTICAS c) explicar quais as principais características das
DAS IMAGENS
imagens no canal do infravermelho (Cp); e
d) interpretar as principais características das imagens
no canal do vapor d'água (Cp).
AE
a) apontar quais são os principais tratamentos pelo
qual imagens de satélites “brutas” devem passar
para que possam ser utilizadas operacionalmente
(Cn);
b) exemplificar como é feito o tratamento de imagem
de satélite chamado “navegação/gradeamento”
(Cp);
03
c) apresentar como é feito o tratamento de imagem de
satélite chamado “registro de imagens” (Cp);
d) identificar como é feito o tratamento de imagem de
satélite chamado “calibração instrumental de
bordo” (Cp); e
e) demonstrar como é feito o tratamento de imagem de
satélite chamado “correção geométrica” (Cp).
AE
15.1.5
PRÉPROCESSAMENTO
DAS IMAGENS
MCA 37-56/2010
95
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) descrever como são obtidos os produtos relativos a
ventos troposféricos (Cp);
b) explicar os princípios físicos contidos no produto
relativo às sondagens atmosféricas (Cp);
c) citar ao menos um tipo de algorítimo de sondagem
atmosférica (Cn);
d) apresentar os resultados relativos a qualidade dos
dados da sondagem atmosférica por satélite (Cp);
e) descrever quais são os impactos que a sondagem
atmosférica por satélite produz na Previsão
15.1.6
Numérica de Tempo, em áreas com pouca cobertura
por sondagens convencionais (Cp);
PRODUTOS
f) identificar os principais subprodutos obtidos por
DERIVADOS DE
05
AE
uma sondagem atmosférica por satélite (Cn);
IMAGENS E DADOS
TRANSMITIDOS POR g) explicar os princípios físicos contidos no produto
relativo à estimativa de precipitação por satélite
SATÉLITES
(Cp);
h) citar ao menos um tipo de algorítimo que
disponibiliza a estimativa de precipitação por
satélite (Cn);
i) descrever como são obtidos os produtos relativos à
estimativa de radiação por satélite (Cp);
j) discutir como os produtos derivados de
imagens de satélites contribuem nas geração
das previsões relacioandas às operações
aéreas (Cp).
a) citar os requisitos básicos para uma análise de
imagem meteorológica de satélite (Cn);
15.1.7
b) definir o propósito de uma análise de imagem por
satélite (Cn);
FUNDAMENTOS DE
c)
citar os principais elementos de uma interpretação
INTERPRETAÇÃO
03
de uma imagem de satélite (Cn);
DE IMAGEM
d) descrever as fases existentes num processo de
OBTIDA POR
análise de imagem meteorológica (Cp); e
SATÉLITE
e) exemplificar os erros mais comuns na interpretação
de imagens meteorológicas (Cp).
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com apresentação de imagens de
satélites meteorológicos.
•
•
•
•
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
UNIVAP, Apostilas do Curso de Interpretação de Imagens Meteorológicas, São José dos
Campos – SP, 2000.
FLORENZANO, T., G.; Os satélites e suas aplicações; São José dos Campos - SP,
Editora: SindCT, 2008, 52 p.
FERREIRA, Nelson J. Aplicações Ambientais Brasileiras dos Satélites Noaa e Tiros-n;
São José dos Campos - SP, Editora: Oficina de textos, 2004, 272 p.
FERREIRA, Arthur G. Interpretação de Imagens de Satélites Meteorológicos: uma visão
96
MCA 37-56/2010
prática e operacional do Hemisfério Sul, Editora Stilo, Brasília–DF, 2002, 272 p.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada antes da disciplina de Processos Radioativos da
Atmosfera.
MCA 37-56/2010
97
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 16: METEOROLOGIA POR RADAR
CARGA HORÁRIA
27 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) apresentar os principais conceitos relativos aos radares e suas respectivas utilizações na
Meteorologia Aeronáutica (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 27
UNIDADE 16.1: RADARES METEOROLÓGICOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) exemplificar os principais conceitos sobre radares meteorológicos e como estes podem ser
uma ferramenta vital para o meteorologista operacional (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
16.1.1
INTRODUÇÃO
a) definir o significado da palavra “RADAR” (Cn);
b) esboçar o histórico da descoberta do RADAR (Cn);
c) citar a importância da invenção da Válvula
Magnetron para o desenvolvimento do RADAR
(Cn);
02
d) descrever o princípio de funcionamento do RADAR
(Cp); e
e) listar os principais tipos de radares em operação
(Cn).
a)
b)
c)
d)
e)
f)
descrever a função do transmissor (Cn);
citar ao menos dois tipos de transmissores (Cn);
discutir a função do modulador (Cp);
apontar a função do Controlador/Computador (Cn);
definir a função do guia de onda (Cn);
ilustrar a importância do formato do refletor da
antena para o estabelecimento do padrão do feixe
de onda eletromagnéticas transmitidas na atmosfera
16.1.2
(Cp);
g) definir matematicamente ganho da antena (G) em
COMPONENTES
relação potência do feixe com a antena direcional e
BÁSICOS DO RADAR
potência do feixe unidirecional com a antena
isotrópica (Cn);
h) interpretar a relação potência do feixe com a antena
direcional e potência do feixe unidirecional com a
antena isotrópica, com o ganho da antena (Cp);
i) definir matematicamente ganho da antena em
relação a largura do feixe horizontal (θ) e largura do
feixe vertical (Ф) (Cn);
AE
98
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
j) interpretar a relação largura do feixe horizontal e
largura do feixe vertical com o ganho da antena
16.1.2
(Cp);
COMPONENTES
k) conceituar “Comutador” (Cn);
BÁSICOS DO
04
l) enunciar a função do receptor (Cn);
RADAR
m) descrever a função do Display (Cn); e
(Continuação)
n) apontar as características do processador de sinal
(Cn).
AE
a) definir “Ondas Eletromagnéticas” (Cn);
b) enunciar matematicamente a relação comprimento
de onda, freqüência e velocidade da luz de uma
onda eletromagnética (Cn);
c) localizar no espectro eletromagnético a faixa de
frequência utilizada por RADARES (Cn);
d) destacar as bandas do espectro eletromagnético
utilizadas pelos RADARES Meteorológicos (Cn);
e) citar o significado físico de operação de um
RADAR
meteorológico
com
polarização
horizontal, vertical, diagonal e circular (Cn);
f) descrever como o meio ambiente interfere na
propagação das ondas eletromagnéticas através do
índice de refração e refratividade (Cp);
g) citar como o índice de refração depende das
16.1.3
variáveis físicas pressão, temperatura e vapor
ONDAS
d’água (Cn);
06
ELETROMAGNÉTICAS
h) enunciar a Lei de Snell (Cn);
E RADAR
i) discutir a relação entre curvatura dos raios
eletromagnéticos emitidos por um RADAR e a
refração atmosférica (Cp);
j) discutir as conseqüências da super refração
atmosférica (Cp);
k) explicar o motivo pelo qual ocorre na atmosfera o
chamado “duto atmosférico” (Cp);
l) discutir as conseqüências da subrefração
atmosférica (Cp);
m) descrever as conseqüências da subrefração
atmosférica quando da operação de um RADAR
meteorológico (Cp); e
n) apresentar o motivo pelo qual o monitoramento do
gradiente vertical da refratividade é importante para
a operação de RADARES (Cn).
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
99
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) demonstrar matematicamente a equação da
densidade de potência ou potência transmitida por
um RADAR (Cp);
b) demonstrar matematicamente a equação RADAR
para alvos puntuais (Cp);
16.1.4
c) interpretar os conceitos físicos existentes na
EQUAÇÃO RADAR
equação RADAR para alvos puntuais (Cp);
03
PARA ALVOS
d) discutir a equação radar para alvos puntuais
PUNTUAIS
esféricos (Cp);
e) discutir a equação radar para alvos puntuais padrões
(Cp); e
f) discutir a equação radar para alvos puntuais físicos
(Cp).
AE
a) expressar matematicamente a potência de retorno
do RADAR meteorológico em temos da
contribuição total de cada hidrometeoro num alvo
distribuído (Cn);
b) discutir como um sinal de RADAR meteorológico e
construído utilizando o conceito de Amostragem da
leitura de hidrometeoros num alvo distribuído (Cp);
c) definir matematicamente o volume iluminado em
um RADAR meteorológico utilizando o conceito de
03
amostragem (Cn);
d) demonstrar matematicamente a equação radar para
alvos distribuídos (Cp);
e) interpretar os conceitos físicos existentes na
equação RADAR para alvos distribuídos (Cp).
f) explicar o conceito de refletividade do RADAR
(Cp);
g) discutir o conceito de atenuação do sinal de retorno
de um RADAR meteorológico (Cp); e
h) definir “DBZ” (Cn).
AE
16.1.5
EQUAÇÃO
RADAR PARA
ALVOS
DISTRIBUÍDOS
100
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) discutir as vantagens e desvantagens da utilização
do efeito Doppler num radar meteorológico (Cp);
b) descrever o modo como o RADAR Doppler
funciona utilizando um diagrama de bloco (Cn);
c) exemplificar o conceito de velocidade máxima
inambígua (Cp);
d) discutir o conceito de Alcance Máximo Inambíguo
(Cn);
e) apresentar a relação entre especro de velocidades e
16.1.6
alcance máximo, utilizando o conceito do Dilema 03
RADAR DOPPLER
Doppler (Cn);
f) enunciar ao menos um método de reconhecimento
de alvos por rebatimento em distância (Cn);
g) citar o motivo pelo qual ocorre o rebatimento em
velocidade (Cn);
h) correlacionar matematicamente Largura Espectral e
Turbulência (Cp); e
i) citar ao menos três causas da existência da
variância medida pelo RADAR Doppler (Cn).
a) descrever como as nuvens são detectadas pelos
RADARES meteorológicos (Cp);
b) explicar como a chuva é detectada por um RADAR
meteorológico (Cp);
c) citar o problema fundamental na estimativa de
chuva com RADAR (Cn);
d) citar como a neve é detectada por um RADAR
meteorológico (Cn);
16.1.7
e) explicar a ocorrência da “banda brilhante” numa
06
imagem de radar Doppler (Cp);
ALVOS
METEOROLÓGICOS f) estimar como o granizo é detectado por um
RADAR meteorológico (Cp);
g) identificar como a radiação eletromagnética emitida
por um RADAR meteorológico é atenuada pelos
componentes da atmosfera (Cp); e
h) discutir como os produtos derivados de
radares meteorológicos contribuem nas
geração das previsões relacionadas às
operações aéreas (Cp).
AE
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com apresentação de imagens de
radares meteorológicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• RINEHART, R. E.; Radar for meteorologists. Nevada: Rinehart Publishing, 1997.
• BATTAN, L. J.; Radar observes the weather. GardenCity: Doubleday and Co., 1962.
The Science Study Series.
• COLLIER, C. G.; Application of weather radar systems. England: Praxis Publishing
MCA 37-56/2010
101
Ltd, 1996.
• COSTA, I. C.; Avaliação dos dados produzidos pela rede de radares meteorológicos de
banda “S” localizados no centro sul do Brasil. 2007. 139p. (INPE – 14986 –
TDI/1273). Dissertação de Mestrado. São José dos Campos – SP.
• QUEIROZ, A. P.; Monitoramento e previsão imediata de tempestades severas usando
dados de radar. 2009. 114p. (INPE – 14181 – TDI/1093). Dissertação de Mestrado. São
José dos Campos – SP.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada antes da disciplina de Processos Radioativos da
Atmosfera.
102
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 17: CLIMATOLOGIA
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
CARGA HORÁRIA
47 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) aplicar os conceitos fundamentais de Climatologia em atividades meteorológicas de interesse
da navegação aérea (Ap).
CH: 06
ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES CLIMATOLÓGICAS
NO SICEAB
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar a estrutura organizacional de um serviço climatológico, atividades rotineiras, bem
como as características de uma observação climatológica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) interpretar os significados das expressões
17.1.1
climatológicas normalizadas pela OMM, segundo
apostila de aula (Cp); e
TERMINOLOGIA 02
AE
CLIMATOLÓGICA b) citar o significado das principais expressões
NORMALIZADA
climatológicas normalizadas pela OMM, segundo
apostila de aula (Cn).
UNIDADE 17.1:
a)
17.1.2
DIVISÃO
CLIMATOLÓGICA b)
identificar funções específicas existentes em uma
organização destinada ao estudo climatológico
(Cn); e
citar responsabilidades inerentes ao chefe de um
serviço climatológico (Cn).
01
AE
a) identificar as diversas atividades definidas para um
serviço climatológico (Cn); e
b) citar tarefas de responsabilidade de um serviço de
climatologia (Cn).
01
AE
a) descrever quais são as condições apropriadas para a
realização de uma observação climatológica (Cn);
b) caracterizar os tipos de equipamentos destinados a
medir ou avaliar uma observação climatológica
(Cn);
c) justificar a realização de uma observação
17.1.4
climatológica em horários padrões (Cp);
OBSERVAÇÃO
d) identificar os tipos de registros presentes em uma
CLIMATOLÓGICA
observação climatológica (Cn);
e) destacar a localização adequada para a instalação de
uma estação de observação climatológica (Cn); e
f) identificar
variedades
de
elementos
no
planejamento de implantação de uma estação
climatológica (Cn).
02
AE
17.1.3
ATIVIDADES E
TAREFAS
MCA 37-56/2010
103
UNIDADE 17.2:
ATMOSFERA TERRESTRE E ELEMENTOS DO CLIMA CH: 19
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar as relações de causa e efeito entre parâmetros atmosféricos e o meio ambiente
(Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
17.2.1
a) identificar os elementos presentes em uma
EVOLUÇÃO DA
atmosfera primitiva (Cn); e
01
AE
ATMOSFERA
b) diferenciar a atmosfera primitiva da segunda
TERRESTRE
atmosfera (Cn).
a) identificar elementos gasosos e não gasosos na
composição da atmosfera (Cn);
17.2.2
b) discutir sobre o impacto da variação dos
A ATMOSFERA
elementos gasosos e não gasosos na composição 02
AE
TERRESTRE
da atmosfera no decorrer dos tempos (Cn); e
c) justificar importância do vapor d’água para o
meio ambiente atmosférico (Cp).
17.2.3
ELEMENTOS
CLIMÁTICOS
a) discutir as funções exercidas pelos elementos
climáticos no estudo do meio ambiente (Cp); e
b) identificar processos de medições de elementos
climáticos numa observação climatológica (Cn).
a) identificar a importância da radiação solar para o
estudo do clima (Cp);
b) citar a diferença entre radiação solar e insolação
(Cn);
17.2.4
c) discutir sobre a diferença da radiação solar entre
RADIAÇÃO
os dois hemisférios (Cp);
SOLAR
d) identificar as variações espaciais, sazonais e
diurnas da radiação solar (Cn);
e) interpretar o balaço energético do sistema
terrestre (Cp).
a) interpretar as oscilações sazonais e diuturnas da
temperatura (Cp);
b) discutir a influência da temperatura no globo
(Cp);
c) identificar o campo térmico da região tropical
(Cn);
17.2.5
d) distinguir as particularidades dos gradientes de
TEMPERATURA
temperatura continentais e marítimos (Cp);
DO AR
e) identificar o perfil longitudinal de temperatura
(Cn);
f) identificar o perfil vertical da temperatura na
ITCZ (Cn); e
g) discutir os elementos que influenciam na
variação diurna da temperatura (Cp).
02
AE
02
AE
02
AE
104
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
17.2.6
PRESSÃO
ATMOSFERICA
c)
d)
e)
f)
a)
b)
17.2.7
VENTOS
c)
d)
e)
f)
g)
a)
b)
17.2.8
NEBULOSIDADE
c)
d)
e)
f)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
discutir sobre a distribuição da pressão atmosférica e
suas consequências para o clima local ou regional
(Cp);
interpretar a distribuição da pressão em função da
latitude (Cp);
justificar os efeitos da variação da pressão para o clima
02
(Cn);
interpretar as variações diuturnas da pressão
atmosférica nos trópicos (Cp);
interpretar o comportamento dos centros de pressão
(Cp); e
distinguir a variação sazonal da pressão no globo (Cp).
descrever a distribuição do vento e suas conseqüências
para o clima local ou regional (Cn);
interpretar a distribuição do vento em função da
latitude (Cp);
caracterizar os principais tipos de vento (Cn);
discutir os fluxos atmosféricos tropicais (Cn);
02
interpretar os efeitos dos sistemas de ventos (Cp);
distinguir as variações sazonais do perfil vertical dos
ventos nos trópicos (Cp); e
identificar a amplitude dos ventos na região tropical
(Cn).
identificar a distribuição da nebulosidade e da
precipitação e suas conseqüências para o clima local e
regional (Cn);
interpretar a distribuição da nebulosidade em função
da latitude (Cp);
apresentar as características físicas da nebulosidade em
função da latitude (Cp);
03
justificar as diferentes alturas das bases da
nebulosidade tropical e das regiões temperadas (Cp);
distinguir características das fases de formação e
dissipação da nebulosidade tropical (Cp); e
interpretar a influência dos ventos alísios na formação
da nebulosidade tropical (Cp).
TEC
AE
AE
AE
MCA 37-56/2010
105
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
17.2.9
PRECIPITAÇÃO d)
e)
f)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
interpretar a distribuição da precipitação do globo
(Cp);
interpretar a distribuição anual da precipitação nos
trópicos e regiões temperadas da terra (Cp);
justificar as formas e intensidades da precipitação nos
trópicos, baseando-se em índices pluviométricos (Cp);
03
discutir a freqüência da precipitação nas região do
globo (Cp);
interpretar o mecanismo de formação da precipitação
nos trópicos (Cp); e
discutir a distribuição zonal da chuva sobre continentes
e oceanos tropicais (Cp).
TEC
AE
CH: 03
UNIDADE :17.3 CIRCULAÇAO GERAL DA ATMOSFERA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
b) identificar as relações existentes entre a circulação geral e as características associadas as
massas de ar (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
17.3.1
CIRCULAÇÃO
GERAL DA
ATMOSFERA
a) identificar os aspectos principais da circulação
geral da atmosfera (Cn);
b) identificar os aspectos relacionados aos modelos
de circulação geral da atmosfera (Cn); e
c) interpretar as variações sazonais da circulação
geral (Cn).
02
AE
17.3.2
MASSAS DE AR
a) citar o conceito de massas de ar (Cn);
b) identificar as principais massas de ar que atuam na
América do Sul (Cn);
c) interpretar as variações sazonais das massas de ar
sobre a América do Sul (Cn); e
d) identificar as principais características das massas
de ar sobre a America do Sul (Cn).
01
AE
106
MCA 37-56/2010
CH: 13
CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA E CARACTERÍSTICAS
CLIMÁTICAS DA AMÉRICA DO SUL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) aplicar os conceitos e critérios utilizados para a classificação climática (Ap); e
b) interpretar as características climáticas regionais e locais no âmbito da América do Sul
(Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) interpretar o conceito de clima (Cp);
b) justificar necessidades de classificação do clima
(Cp);
c) identificar elementos climáticos utilizados em sua
17.4.1
classificação (Cn); e
CLASSIFICAÇÃO d) identificar critérios de classificação climática (Cn);
04
AE
CLIMÁTICA
e) citar os modelos de classificação climática (Cn); e
f) identificar o clima de uma localidade, com base na
temperatura e precipitação média mensal e anual,
segundo o modelo de Köppen (Ap).
17.4.2
a) identificar principais tipos climáticos no globo (Cn);e
CLASSIFICAÇAO
AE
b) citar as características climáticas regionais com base 01
CLIMÁTICA
nos tipos climáticos (Cn).
GLOBAL
17. 4.3
a) identificar os tipos climáticos existente na América
CLASSIFICAÇAO
do Sul (Cn); e
01
AE
CLIMÁTICA DA
b) citar as características climáticas dos países da
AMERICA DO
America dos Sul (Cn).
SUL
a) identificar características climáticas da Península
16.4.4
Antártica (Cn); e
PENÍNSULA
01
AE
b) justificar dados climáticos obtidos na Península
ANTÁRTICA
Antártica (Cp).
a) interpretar condições ambientais típicas do Chile
17.4.5
(Cp); e
01
AE
CHILE
b) citar características climáticas observadas no Chile
(Cn).
a) interpretar condições ambientais típicas da região
17.4.6
compreendida pelos países Argentina, Paraguai e
ARGENTINA,
Uruguai (Cp); e
01
AE
PARAGUAI E
b) citar características climáticas observadas na
URUGUAI
Argentina, no Paraguai e Uruguai (Cn).
UNIDADE 17.4:
17.4.7
PERU, BOLÍVIA
E EQUDOR
a) interpretar condições ambientais típicas da região
compreendida pelos países Peru, Bolívia e Equador
(Cp);
b) citar características climáticas observadas no Peru, na
Bolívia e no Equador (Cn); e
c) interpretar as conseqüências locais do fenômeno El
Niño (Cn).
01
AE
MCA 37-56/2010
107
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
17.4.8
a) interpretar condições ambientais típicas da região
compreendida pelos países Colômbia, Venezuela,
COLÔMBIA,
Suriname e Guianas (Cp); e
VENEZUELA,
b) citar características climáticas observadas na
SURINAME E
Colômbia, Venezuela, Suriname e Guianas (Cn).
GÜIANAS
17.4.9
BRASIL
a) explicar as condições ambientais do Brasil (Cp);
b) citar dados climáticos típicos da Região Sul (Cn);
c) caracterizar as condições climatológicas regulares da
Região Sudeste (Cn);
d) caracterizar as condições climatológicas regulares da
Região Centro-Oeste (Cn);
e) caracterizar as condições climatológicas regulares da
Região Nordeste (Cn);
f) caracterizar as condições climatológicas regulares da
Região Norte (Cn); e
g) citar dados climáticos típicos da Região Norte (Cn).
CH
TEC
01
AE
02
AE
UNIDADE 17.5.:
MUDANÇAS CLIMATICAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar as mudanças climáticas e seus impactos na atividade aeronáutica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) citar as mudanças climáticas ocorridas no passado
(Cn);
17.5.1
b) interpretar as mudanças climáticas no globo (Cn);
MUDANÇAS
c) identificar as causas das mudanças climáticas (Cn); 02
CLIMATICAS
e
d) citar os impactos de mudanças climáticas nas
atividades aeronáuticas (Cn).
UNIDADE 17.6:
CLIMATOLOGIA APLICADA
CH: 02
TEC
AE
CH: 04
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) elaborar e interpretar as informações disponibilizadas pela climatologia aeronáuticas (Ap);
b) interpretar as informações disponibilizadas pela climatologia aeronáuticas (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) interpretar as planilhas de elementos climatológicos
17.6.1
dos aeródromos (Cp); e
CLIMATOLOGIA
04
AE
b) elaborar estudos estatísticos simulado com elementos
AERONÁUTICA
climatológicos (Ap).
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
108
MCA 37-56/2010
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− Atkinson, G.D. - Forecasters' Guide Tropical of Meteorology. US Air Force, 1971.
− Atlas Geográfico Mundial, publicado pelo Jornal Folha de São Paulo, 1975.
− AtlasClimatológico da América do Sul, publicado pela Organização Meteorológica Mundial e
Unesco, 1975.
− Ayoade, J.O - Introdução à Climatologia para os Trópicos, Editora Bertrand Brasil, 4a Edição,
1966.
− Nechet, D. - Normais Climatológicas da Amazônia, UFPA.
− Organização Meteorológica Mundial - Guia de Práticas Climatológicas, OMM-N° 100,
Genebra-Suiza, 1990.
− Revista Veja, 21 de abril de 1991 e 28 de abril de 1993.
− Riehl, H. - Climate and Weather in the Tropics. Academic Press, NY, 1979.
− Schwerdtfeger, W. - Climates of Central and South America, Elsevier Scientific Publishing
Company, Amsterdam - Oxford - New York, 1976.
− Setzer, A.W. e Hungria, C.S., - Meteorologia na Península Antártica - Alguns Aspectos Prático
- Inpe, 1994.
− Takaranov, G.G. - Meteorologia Tropical, Editora Mir, Moscou, 1980.
− Vianello, R.L. & Alves, A.R. – Meteorologia Básica e Aplicações, Universidade Federal de
Viçosa, Imprensa Universitária, 1991.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Não há.
MCA 37-56/2010
109
CAMPO: TÉCNICO - ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
CARGA HORÁRIA
DISCIPLINA 18: HIDROMETEOROLOGIA
30 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) apresentar os princípios da circulação da água nos sistemas terra-atmosfera e superfíciesolo, visando prevenir os efeitos das enchentes em bacias hidrológicas (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 04
UNIDADE 18.1: INTRODUÇÃO À HIDROMETEOROLOGIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir a aplicação da Hidrometeorologia e os efeitos do ciclo hidrológico nas questões
relativas à meteorologia (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
18.1.1
CICLO
HIDROLÓGICO
a) explicar o ciclo hidrológico (Cp); e
b) explicar a importância da Hidrometeorologia
(Cp).
02
AE
18.1.2
a) justificar o emprego da Hidrometeorologia
APLICAÇÕES
nas questões relativas ao ciclo da água (Cp).
HIDROMETEOROLÓGICAS
02
AE
CH: 03
UNIDADE 18.2: COLETA DE DADOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) descrever a obtenção de dados de interesse hidrometeorológico e os registradores
automáticos e convencionais das descargas de um curso d'água (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) citar tipos de medidores convencionais (Cn);
18.2.1
b) identificar dados básicos utilizados pela
SISTEMAS
Hidrometeorologia (Cn) e
CONVENCIONAIS E c) citar especificações de localização do medidor
AUTOMATIZADOS
contínuo de descarga de um curso d'água
(Cn).
02
AE
18.2.2
a)
MEDIDAS DA
VAZÃO E DO NÍVEL b)
D’ÁGUA
01
AE
descrever o processo de medida do nível
d'água (Cn); e
identificar maneiras de medida de vazão num
curso d’água (Cn).
110
MCA 37-56/2010
CH: 04
UNIDADE 18.3: ESTAÇÕES HIDROMÉTRICAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar a definição de estação hidrométrica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
estações
02
AE
18.3.2
LOCALIZAÇÃO a) discutir aspectos de análise da instalação de uma
estação hidrométrica (Cp).
DAS ESTAÇÕES
HIDROMÉTRICAS
01
AE
18.3.3
CONTROLE DAS a) discutir o controle operacional de uma estação
hidrométrica (Cp).
ESTAÇÕES
HIDROMÉTRICAS
01
AE
18.3.1
a) definir estação hidrométrica (Cn); e
CARACTERÍSTICAS
b) discutir as características das
DAS ESTAÇÕES
hidrométricas (Cp).
HIDROMÉTRICAS
UNIDADE 18.4: FATORES DE INFLUÊNCIA NO “RUN-OFF”
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar fatores de influência na descarga de um rio (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) identificar fatores climáticos determinantes da
18.4.1
natureza da descarga de um rio (Cn); e
FATORES FÍSICOS b) exemplificar quais os fatores físicos que
E CLIMÁTICOS
influenciam no escoamento de escoamento de
um curso d'água (Cp).
CH: 02
CH
TEC
02
AE
UNIDADE 18.5: PRECIPITAÇÃO NA BACIA HIDROMÉTRICA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) distinguir os efeitos climáticos da precipitação numa bacia hidrométrica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) discutir a formação dos tipos de precipitação
numa bacia hidrométrica (Cp).
18.5.1
b) discutir a influência dos tipos de precipitação
numa bacia hidrométrica (Cp); e
04
INFLUÊNCIA DA
PRECIPITAÇÃO c) discutir a influência dos tipos e quantidades
de precipitação interferem nas operações
aéreas (Cp).
CH: 04
TEC
AE
MCA 37-56/2010
111
UNIDADE 18.6: EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) distinguir os efeitos climáticos da evaporação numa bacia hidrométrica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
CH: 05
TEC
18.6.1
FATORES DE
INFLUÊNCIA NA
EVAPORAÇÃO
a) definir evaporação e evapotranspiração (Cn);
e
b) discutir os fatores influenciadores na
evaporação e evapotranspiração (Cp).
02
AE
18.6.2
MÉTODOS E
INSTRUMENTOS
DE MEDIDA DE
EVAPORAÇÃO
a) identificar métodos e medidas de evaporação
e evapotranspiração (Cn); e
b) discutir medidas da evaporação nas
superfícies sólidas e líquidas (Cp).
03
AE
CH: 08
UNIDADE 18.7: INFILTRAÇÃO E ESCOAMENTO SUPERFICIAL
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) citar os efeitos climáticos da infiltração e do escoamento numa bacia hidrométrica (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
18.7.1
MEDIDAS DO
ESCOAMENTO
SUPERFICIAL
a) definir infiltração e escoamento superficial
(Cn); e
b) identificar métodos de medida de escoamento
superficial (Cn).
01
AE
a) identificar origens do escoamento superficial
(Cn);
18.7.2
b) discutir as grandezas características do
GRANDEZAS DO
escoamento superficial (Cp); e
ESCOAMENTO
c) identificar fatores que presidem o afluxo no
SUPERFICIAL
escoamento superficial e suas influências
sobre as vazões (Cn).
03
AE
18.7.3
a) identificar fases da infiltração (Cn); e
GRANDEZAS DA b) discutir os fatores intervenientes da infiltração
INFILTRAÇÃO
(Cn).
02
AE
02
AE
a)
18.7.4
ESTAÇÃO
FLUVIOMÉTRICA b)
identificar os principais dados coletados numa
estação fluviométrica através do hidrograma
(Cp); e
discutir os dados coletados numa estação
fluviométrica através do hidrograma (Cp).
112
MCA 37-56/2010
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
A avaliação deverá ser feita através de trabalho avaliado a ser definido pelo instrutor
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− WIESNER, C.J. - Hydrometeorology, London. Chapman and Hall, Ltda. 1970.
− VILLALA, M. S. & MATTOS, A. - Hidrologia Aplicada. São Paulo, McGraw Hill do
Brasil Ltda. 1975.
− SCHULZ, E.F. - Problems in Amplied Hidrology. Fort Collins, Water Resources
Publications 1976.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Não há.
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
113
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
DISCIPLINA 19: METEOROLOGIA MARÍTIMA
CARGA HORÁRIA
35 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) relacionar as características marítimas com suas influências nas condições meteorológicas
e atmosféricas (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 19.1: CARACTERÍSTICAS DA ÁGUA DO MAR
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir as propriedades físico-químicas da água do mar (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) descrever sistema e unidades de medida
19.1.1
utilizadas em oceanografia (Cn); e
MEDIDAS
b) identificar as faixas de variação das medidas
OCEANOGRÁFICAS
oceanográficas (Cp)
CH
TEC
01
AE
a) identificar a composição da água do mar (Cn);
b) explicar a estimativa de salinidade da água
(Cp);
c) expressar a relação entre salinidade e
quantidade de cloro, segundo Knudsen (Cp);
d) discutir o relacionamento entre densidade,
19.1.2
temperatura e salinidade da água pura e
PARÂMETROS
salgada (Cp);
OCEANOGRÁFICOS e) explicar o comportamento do calor específico
da água do mar, segundo a temperatura e
salinidade (Cp);
f) discutir a equação do movimento turbulento
na água (Cp); e
g) discutir a influência dos parâmetros
oceanográficos na baixa atmosfera (Cp).
02
AE
a) identificar os oceanos e tipos de mares (Cn);
19.1.3
b) identificar
diferentes
categorias
de
OCEANOS, MARES
organismos marinhos (Cn); e
E ORGANISMOS c) apontar como os tipos de mares, e organismos
MARINHOS
marítimos influenciam na dinâmica da
atmosfera (Cn).
01
AE
CH: 04
114
MCA 37-56/2010
UNIDADE 19.2: DINÂMICA OCEANOGRÁFICA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir os movimentos do mar e seus efeitos no clima (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH: 08
CH
TEC
19.2.1
GRAVIDADE E
PRESSÃO
a) interpretar o conceito de pressão estática nos
oceanos (Cp);
b) interpretar a lei de gravitação universal aplicada aos
oceanos (Cp); e
c) distinguir cartas de representação dos campos de
pressão no oceano e na atmosfera (Cp).
02
AE
19.2.2
CORRENTES
MARÍTIMAS
a) identificar o mecanismo de formação das correntes
marítimas (Cn);
b) interpretar os movimentos das correntes marítimas,
utilizando-se de equações apropriadas (Cp);
c) identificar os principais tipos de correntes
marítimas (Cn);
d) apontar as correntes marítimas encontradas no
litoral do Brasil (Cn);
e) descrever a importância dos oceanos e das correntes
marítimas para o equilíbrio climático da Terra (Cn);
f) explicar os efeitos do El Niño e da La Niña nas
correntes e nos climas do continente americano
(Cp); e
g) discutir como as correntes marítmas podem gerar
condições atmosféricas que interferem nas
operações aéreas (Cp).
03
AE
19.2.3
CIRCULAÇÃO
TERMOHALINA
a) citar fatores de produção de correntes termohalinas
(Cn);
b) descrever efeitos das correntes termohalinas na
superfície e nas profundezas dos oceanos (Cn); e
c) descrever a importância da circulação ter-mohalina
para o equilíbrio climático da Terra (Cn).
01
AE
19.2.4
RESSURGÊNCIA
a) explicar o processo de formação de ressurgência
(Cp);
b) localizar, pelo menos, quatro áreas de ressurgência
(Cp);
c) descrever modificações climáticas em áreas de
ressurgência (Cn);
d) explicar influências de uma zona de ressurgência na
vida humana (Cp);
e) interpretar o comportamento da turbulência e
salinidade numa área de ressurgência (Cp); e
f) relacionar o efeito dos fenômenos El Niño e La
Niña à intensidade da ressurgência (Cp).
02
AE
MCA 37-56/2010
115
UNIDADE 19.3:
MOVIMENTOS ONDULATÓRIOS MARÍTIMOS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) explicar os movimentos ondulatórios do mar e os tipos de onda (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) distinguir ondas e ondulações marítimas (Cp);
b) definir o significado de ondas, segundo sua
19.3.1
área de geração e duração (Cn);
GERAÇÃO E
PROPAGAÇÃO DAS c) identificar a velocidade de grupo através da
equação do movimento da onda (Cn); e
ONDULAÇÕES
d) explicar a interferências das ondulações nas
operações aéreas em áreas oceânicas (Cp).
CH: 08
CH
TEC
02
AE
a) explicar o comportamento das ondas (Cp);
b) definir a altura de uma onda significativa
(Cn);
19.3.2
c) explicar a transformação das ondas em
ondulações (Cp);
ESPAÇO TEÓRICO DA
ONDA
d) descrever características de um espectro de
onda (Cn); e
e) explicar o uso da modelagem numérica para a
previsão de ondas (Cp).
02
AE
a) explicar a origem dos tsunamis (Cp);
b) descrever o comportamento de um tsunami
(Cn);
c) identificar características de um tsunami (Cn);
d) apontar, pelo menos, duas áreas sujeitas a
tsunamis nos oceanos (Cn); e
e) discutir a possibilidade da ocorrência de um
tsunami na costa brasileira (Cp).
02
AE
a) apontar dificuldades para a previsão de marés
de tempestade (Cn);
b) explicar a origem das marés de tempestade
(Cp);
c) relacionar o efeto das marés de tempestade às
condições atmosféricas (Cp);
d) apontar as semelhanças na origem das marés
de tempestades e das marés negativas (Cn); e
e) explicar a interferências da ressaca nas
operações aéreas em áreas oceânicas e
litorâneas (Cp).
02
AE
19.3.3
TSUNAMIS
19.3.4
MARÉS DE
TEMPESTADES OU
RESSACAS
116
MCA 37-56/2010
CH: 04
UNIDADE 19.4: MARÉS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) discutir tipos e teorias sobre o estudo das marés (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) conceituar o movimento das marés (Cn); e
b) identificar tipos de maré (Cn);
c) apontar a influência das marés negativas (Cn);
19.4.1
d) identificar a força geradora da maré (Cn);
02
AE
TIPOS DE MARÉ e) discutir a posição dos astros em relação a Terra na
influência das marés (Cp); e
f) explicar a interferências das mares nas operações
aéreas em áreas oceânicas (Cp).
19.4.2
MEDIDAS DAS
MARÉS
a)
b)
c)
d)
conceituar nível médio do mar (Cn);
identificar instrumentos de medida de maré (Cn);
conceituar tábua das marés (Cn);
descrever como é feito o monitoramento do nível do
mar no Brasil (Cn); e
e) explicar a razão de se medir o nível do mar (Cp).
UNIDADE 19.5: MASSA D'ÁGUA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) expressar as características das massas d'água e frentes oceânicas (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
02
AE
CH: 07
CH
TEC
a) distinguir tipos de massas de água (Cp);
19.5.1
b) discutir a variação de temperatura e salinidade
entre oceanos (Cp); e
CARACTERÍSTICAS
DAS MASSAS DE ÁGUA c) descrever o uso de diagramas na determinação
das características das massas de água (Cn).
02
AE
a) interpretar estágios de uma frente oceânica
(Cp);
19.5.2
b) citar características das frentes oceânicas (Cn);
e
FRENTES OCEÂNICAS
c) apontar semelhanças das frentes oceânicas
com os sistemas frontais da atmosfera (Cn).
01
AE
a) identificar características das termoclinas
(Cn);
b) descrever o comportamento das termoclinas
durante cada estação do ano (Cn); e
c) explicar os efeitos do La Niña e do El Niño
nas termoclinas (Cp).
02
AE
19.5.3
TERMOCLINAS
MCA 37-56/2010
117
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
19.5.4
a) interpretar as regiões de variação nas camadas
(Cp); e
PROFUNDIDADE DA
01
CAMADA
b) apontar os limites de profundidade de uma
MISTURADA
camada misturada (Cn).
a) identificar uma haloclina (Cn); e
19.5.5
b) explicar o comportamento do índice de 01
HALOCLINA
salinidade na haloclina (Cp).
TEC
AE
AE
CH: 04
UNIDADE 19.6: GELO E MAR
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) identificar as principais características do gelo do mar e suas influências na baixa atmosfera
(Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) distinguir os tipos e condições de formação de
b)
c)
19.6.1
CARACTERÍSTICAS
DO GELO DO MAR
d)
e)
19.6.2
ICEBERGS
gelo no mar (Cp);
explicar a dissolução do gelo do mar (Cp);
distinguir a densidade, salinidade e calor
específico do gelo do mar e da água do mar
(Cp);
distinguir as características do gelo novo e do
gelo velho do mar (Cp); e
Apontar as influências do gelo do mar nas
massas de ar advindas dos polos (Cn).
a) descrever os icebergs Árticos e Antárticos
(Cp);
b) identificar as regiões de origem dos icebergs
(Cn);
c) distinguir os icebergs do gelo do mar (Cp);
d) explicar o ciclo de vida dos icebergs (Cp);
e) discutir a flutuabilidade dos icebergs e a razão
da parte visível com relação à submersa (Cp);
e
f) apontar as influências dos icebergs na baixa
atmosfera (Cn).
02
AE
02
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios específicos.
A avaliação deverá ser feita através de trabalho avaliado a ser definido pelo instrutor.
118
MCA 37-56/2010
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
– ORGANIZAÇÃO METEOROLÓGICA MUNDIAL (OMM). Compêndio de meteorologia
para uso dos meteorologistas Classe I e Classe II (WMO – Nº 364). v. II, parte 3 Meteorologia marítima. Tradução: Dimitrie Netchet. Genebra: Secretaria da Organização
Meteorológica Mundial, 1979.
– PIERSON, W.J. & NEUMANN, C. - Principles of Physical Oceanography. New York,
Printice - Hall Inc. 1966. 545 p.
– KRAUS, L.B. - Atmosphere-Ocean Interaction. Oxford Claredon Press, 1972.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Não há.
MCA 37-56/2010
119
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 20:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
QUÍMICA DA ATMOSFERA E MEIO
AMBIENTE
CARGA HORÁRIA
45 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) identificar os efeitos provocados pela química ambiental e poluição atmosférica, de
interesse aeronáutico, relacionando-os aos seus respectivos parâmetros físicos, químicos e
antrópicos (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 20.1: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E QUÍMICA AMBIENTAL
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) discutir o que é Ciência Ambiental (Cp);
CH: 10
b) identificar o significado da Química e da Bioquímica Ambiental no contexto atmosférico
(Cp);
c) discutir a inter-relação entre os sistemas de vida e o meio-ambiente (Cp);
d) expressar a relação entre biosfera e ecologia (Cp);
e) discutir sobre os principais ciclos da matéria envolvendo o meio-ambiente (Cp); e
f) caracterizar o impacto humano sobre o meio ambiente (Cn).
SUBUNIDADES
a)
b)
20.1.1
A CIÊNCIA
AMBIENTAL
20.1.2
QUÍMICA E
BIOQUÍMICA
AMBIENTAL
c)
d)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir “Ciência Ambiental” (Cn);
distinguir,conceitualmente,
os
termos
“atmosfera”,“hidrosfera”, “geosfera”, “litosfera”
e “biosfera” (Cn);
dado um exemplo de um ambiente, distinguir um
ambiente biótico e abiótico (Cp); e
dada uma figura contendo as principais esferas
ambientais, estimar a inter-relação entre eles
(Cp).
CH TEC
01
ED
AE
01
ED
AE
a) definir “Química Ambiental” (Cn);
b) discutir a atuação da análise química no contexto
da Química Ambiental (Cp); e
c)
esboçar o significado
Ambiental” (Cn).
da
“Bioquímica
120
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) caracterizar a água no contexto da hidrosfera
(Cn);
20.1.3
AR, ÁGUA,
TERRA, VIDA E
TECNOLOGIA
b) caracterizar a atmosfera (Cn);
c) esboçar o significado
Atmosférica” (Cn);
do
termo
“Ciência
01
ED
AE
02
ED
AE
d) caracterizar a geosfera e a litosfera (Cn); e
e) discutir os efeitos da tecnologia sobre a
antrosfera (Cp).
a) definir biosfera (Cn);
b) citar ao menos duas das principais influências
da biosfera sobre o meio-ambiente (Cp);
c) explicar a atuação da fotossíntese no contexto
da biosfera (Cp);
20.1.4
ECOLOGIA E A
BIOSFERA
d) descrever a influência da respiração aeróbica e
anaeróbica na biodegradação ambiental (Cp);
e) citar a principal conexão entre biosfera e
antrosfera (Cn);
f) definir “Ecologia” (Cn);
g) distinguir conceitualmente ecossistema, habitar
e nicho (Cp);
h) definir “meio-ambiente terrestre” (Cn); e
i) definir “bioma” (Cn).
MCA 37-56/2010
121
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
e)
f)
20.1.5
CICLOS DE
ENERGIA
g)
h)
i)
j)
k)
l)
20.1.6
IMPACTO
HUMANO E
TECNOLOGIA
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir “Ciclo Biogeoquímico” (Cn);
relacionar a atuação da energia solar no ciclo
biogeoquímico (Cp);
discutir o mecanismo de conversão e
transferência de energia pela fotossíntese,
utilizando a figura 1.2 do livro texto
“Environmetal Chemistry” (Cp);
explicar o intercâmbio de matéria existente
entre biosfera, antrosfera, atmosfera, geosfera
e hidrosfera, utilizando a figura 1.2 e a tabela
1.1 do livro texto “Environmetal Chemistry” (Cp);
distinguir ciclo endogênico e exogênico (Cp);
esboçar a importância do Ciclo do Carbono no
contexto de um ecossistema (Cn);
explicar o Ciclo do Carbono utilizando a figura
1.5 do livro texto “Environmetal Chemistry” (Cp);
esboçar a importância do Ciclo do Nitrogênio no
contexto de um ecossistema (Cn);
explicar o Ciclo do Nitrogênio utilizando a figura
1.6 do livro texto “Environmetal Chemistry” (Cp);
explicar a importância do Ciclo do Oxigênio no
contexto de suas relações com o gás carbônico
e
com os vários processos de alto teor
energético (Cp);
demonstrar a importância do Ciclo do Enxofre
para os processos existentes na atmosfera
(Cp); e
explicar o Ciclo do Enxofre utilizando as figuras
1.8 e 1.9 (Cn).
a) descrever a forçante humana responsável pela
poluição (Cn);
b) definir “poluente” (Cn);
c) conceituar “contaminante” (Cn);
d) apontar ao menos dois modos nos quais a
tecnologia moderna contribui para as alterações
e poluições ambientais (Cn); e
e) discutir a possibilidade de minimizar os efeitos
da tecnologia sobre o meio-ambiente utilizando
a figura 1.11 (Cp).
CH TEC
04
ED
AE
01
ED
AE
122
MCA 37-56/2010
UNIDADE 20.2: A ATMOSFERA E A QUÍMICA DA ATMOSFERA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) apresentar os efeitos da química atmosférica (Cp);
CH: 16
b) discutir as características físicas da atmosfera (Cp);
c) descrever a influência da inversão térmica sobre a poluição atmosférica (Cp);
d) discutir os efeitos da atuação humana sobre clima global e sobre os microclimas (Cp);
e) apresentar as principais reações químicas e fotoquímicas presentes na atmosfera (Cp);
f) apresentar as principais reações ácido-bases presentes na atmosfera (Cp);
g) descrever as principais reações com oxigênio presentes na atmosfera (Cp);
h) descrever as principais reações com nitrogênio presentes na atmosfera (Cp);
i) justificar a atuação do Dióxido de Carbono nos processos atmosféricos (Cp); e
j) identificar a atuação da água nos processos atmosféricos (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) citar os principais elementos químicos na
atmosfera e sua participação quantitativa
(Cn);
b) apontar os três principais óxidos presentes
20.2.1
na atmosfera (Cn);
A ATMOSFERA E A
c) citar os efeitos dos CO2, NOX e SO2 nos
QUÍMICA DA
processos atmosféricos (Cp);
ATMOSFERA
d) estimar os efeitos dos hidrocarbonetos nos
processos atmosféricos (Cp);
01
ED
AE
02
ED
AE
e) concluir sobre os efeitos do material
particulado nos processos atmosféricos (Cp).
a) citar a importância da atmosfera (Cn);
b) caracterizar quantitativamente a atmosfera
em relação a seus componentes químicos
(Cn);
c) descrever a variação da temperatura em
relação à variação de altitude na atmosfera
(Cn);
20.2.2
d) descrever a variação da pressão e da
A IMPORTÂNCIA DA
densidade em relação à variação de altitude
ATMOSFERA
na atmosfera (Cn);
e) discutir as características das camadas
atmosféricas, utilizando as figuras 2.2 e 2.4,
e tabela 2.1 (Cp);
f) explicar a influência do balanço térmico da
atmosfera no surgimento do efeito estufa
(Cp);
g) definir gases estufa (Cn); e
MCA 37-56/2010
123
h) listar ao menos quatro tipos de gases que
promovem o efeito estufa (Cn).
124
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
20.2.3
INVERSÕES E
POLUIÇÃO DO AR
b)
c)
d)
a)
b)
c)
20.2.4
MICROCLIMA E
CLIMA GLOBAL
d)
e)
f)
a)
b)
c)
d)
e)
f)
20.2.5
g)
REAÇÕES QUÍMICAS
E FOTOQUÍMICAS h)
NA ATMOSFERA
i)
j)
k)
l)
m)
n)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
apresentar o principal fator para criação e
dispersão de poluentes (Cp);
discutir o efeito da estabilidade atmosférica sobre
a criação e dispersão de poluentes (Cp);
indicar ao menos três condições atmosféricas que
provocam a inversão térmica (Cn); e
discutir a figura 2.8 sobre o aspecto da
dispersão de poluentes (Cp).
definir microclima (Cn);
apontar as quatro principais causas das mudanças
nos microclimas (Cn);
discutir os efeitos da urbanização nos
microclimas (Cp).
discutir a atuação da energia solar, da vegetação e
do declive de uma superfície na formação e
manutenção de um microclima (Cp);
descrever a atuação da química da atmosfera nos
microclimas (Cp); e
identificar a influência das ilhas de calor sobre a
camada limite planetária (Cn).
apontar as dificuldades encontradas para o estudo
da química da atmosfera (Cn);
utilizando a figura 2.11, explicar como ocorrem
a
maioria
dos
processos
químicos
atmosféricos (Cp);
citar ao menos dois óxidos inorgânicos
presentes na atmosfera (Cn);
citar ao menos três oxidantes presentes na
atmosfera (Cn);
citar ao menos dois compostos químicos
redutores presentes na atmosfera (Cn);
citar ao menos três compostos orgânicos
presentes na atmosfera (Cn);
citar ao menos uma espécie orgânica
oxidada presente na atmosfera (Cn);
citar ao menos uma espécie fotoquímica
ativa presente na atmosfera (Cn);
citar ao menos um ácido presente na
atmosfera (Cn);
citar ao menos uma base presente na
atmosfera (Cn);
citar ao menos um sal presente na
atmosfera (Cn);
citar ao menos uma espécie química instável
presente na atmosfera (Cn);
descrever o principal papel das partículas
líquidas e sólidas na atmosfera (Cn);
apontar os dois principais constituintes de
máxima importância na química da
atmosfera (Cn);
CH TEC
01
ED
AE
01
ED
AE
MCA 37-56/2010
125
o) caracterizar uma reação fotoquímica (Cn);
126
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
p) apontar uma das espécies fotoquímicas mais
ativas presentes numa atmosfera poluída e
participante essencial da formação do smog (Cn);
q) descrever o processo atmosférico que torna uma
molécula eletronicamente excitada (Cp);
r) dado um exemplo, distinguir entre si as espécies
químicas instáveis, radicais livres, íons e
moléculas excitadas eletronicamente (Cp).
s) enumerar ao menos dois caminhos pelos quais
uma espécie eletronicamente excitada perde seu
excesso de energia (Cn);
t) descrever brevemente a importância da radiação
eletromagnética de baixa energia na manutenção
do calor emitido pela Terra (Cp);
u) caracterizar a atuação dos íons nos processos
20.2.5
químicos da atmosfera (Cn);
REAÇÕES QUÍMICAS v) citar ao menos um exemplo de formação de
E FOTOQUÍMICAS
radical livre na atmosfera (Cn);
NA ATMOSFERA
w) utilizando-se as reações básicas contidas no livro
texto “Environmetal Chemistry”, discutir a
atuação do radical hidroxila na formação do smog
fotoquímico (Cp);
x) caracterizar os processos químicos e bioquímicos
em evolução na atmosfera (Cn);
y) citar os fatores que interferem nas reações
químicas presentes na atmosfera (Cn);
z) definir “tempo de residência” de um composto
químico na atmosfera (Cn);
aa) destacar a importância de se conhecer o “tempo
de residência” dos principais tipos de compostos
químicos existentes na atmosfera (Cn); e
bb) utilizando a figura 2.15, discutir sobre os
principais tipos de transformações químicas
existentes na atmosfera (Cp).
a) descrever os principais tipos de reações ácidobase presentes na atmosfera (Cn);
b) em termos de poluição atmosférica citar os dois
20.2.6
mais
importantes
compostos
químicos
REAÇÕES
responsáveis pela chuva ácida (Cn)
ÁCIDO-BASE NA c) apontar o principal composto químico com
ATMOSFERA
características básicas presente na atmosfera
(Cn); e
d) descrever os três efeitos produzidos pelas reações
químicas da amônia na atmosfera (Cp).
20.2.7
REAÇÕES COM
OXIGÊNIO
ATMOSFÉRICO
a) utilizando a figura 2.16, explicar o intercâmbio
de oxigênio entre a atmosfera, geosfera,
litosfera e hidrosfera (Cp).
CH TEC
06
ED
AE
01
ED
AE
01
ED
AE
MCA 37-56/2010
127
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
20.2.8
REAÇÕES COM
NITROGÊNIO
ATMOSFÉRICO
a) discutir as principais reações com nitrogênio
presente na atmosfera (Cp).
20.2.9
REAÇÕES COM
DIÓXIDO DE
CARBONO
ATMOSFÉRICO
20.2.10
ÁGUA
ATMOSFÉRICA
a) identificar a importância do dióxido de carbono
na atmosfera, no contexto da manutenção do
calor atmosférico (Cn);
b) citar o maior fator contribuinte para o
crescimento na concentração do dióxido de
carbono na atmosfera (Cn);
c) apontar a atuação do processo de fotossíntese no
contexto da presença de dióxido de carbono na
atmosfera (Cn); e
d) descrever a única reação fotoquímica do dióxido
de carbono em elevadas altitudes (Cp).
a) discutir a atuação da água nos processos químicos
da atmosfera (Cp);
b) descrever o processo responsável pela única fonte
de água na estratosfera (Cp); e
c) descrever o processo responsável pela
disponibilização do radical hidroxila na
estratosfera (Cp).
CH TEC
01
ED
AE
01
ED
AE
01
ED
AE
CH: 09
UNIDADE 20.3: PARTÍCULAS NA ATMOSFERA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) descrever o papel das partículas na atmosfera (Cp);
b) identificar o comportamento físico das partículas na atmosfera (Cp);
c) sumariar os processos físicos e químicos responsáveis pela formação das partículas na
atmosfera (Cp);
d) sumariar as composições das partículas inorgânicas e orgânicas presentes na atmosfera
(Cp);
e) identificar a atuação dos metais pesados e das partículas radioativas na atmosfera (Cp);
f) discutir os principais efeitos da presença de partículas na atmosfera (Cp); e
g) identificar o comportamento da água como material particulado na atmosfera (Cp)
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
20.3.1
PARTÍCULAS NA
ATMOSFERA
a) citar os outros nomes comuns empregados para
“partículas” na atmosfera (Cn);
b) utilizando a tabela 3.1, descrever os vários
tipos de termos empregados para as
partículas presentes na atmosfera (Cp); e
c) apresentar algumas formas de disponibilização de
partículas em suspensão na atmosfera (Cp).
01
ED
AE
128
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) utilizando a figura 3.1, descrever os vários
tipos de processos pelos quais passam as
20.3.2
partículas presentes na atmosfera (Cp);
COMPORTAMENTO
b) identificar a importância da taxa de
FÍSICO DAS
sedimentação, resolução ou de arranjo de uma
PARTÍCULAS NA
partícula (Cn); e
ATMOSFERA
c) interpretar a Lei de Stokes em relação à taxa de
sedimentação de partículas (Cp).
01
ED
AE
a) citar ao menos dois processos de formação dos
aerossóis de dispersão(Cn);
b) apontar quais as espécies químicas responsáveis
pela conversão de gases atmosféricos em material
particular (Cp)
c) citar as espécies químicas que devem ser
controladas em sua emissão, com o objetivo de
evitar o smog fotoquímico (Cn);
d) indicar o principal motivo para se estudar as
20.3.3
partículas geradas através de processos de
PROCESSOS FÍSICOS
combustão (Cn);
E QUÍMICOS PARA A
e) destacar qual a principal classe de material
FORMAÇÃO DE
inorgânico presente na atmosfera (Cn);
PARTÍCULAS
f) identificar ao menos dois processos de produção
de óxidos metálicos na atmosfera (Cn);
g) sumarizar o processo de formação de aerossóis
através de óxido de enxofre (Cp);
h) exemplificar ao menos uma forma de geração de
partículas orgânicas na atmosfera (Cp); e
i) apontar a origem da presença de porção
significativa de matéria orgânica particulada na
atmosfera (Cn).
02
ED
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
129
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) dada a figura 3.3, discutir sobre os aspectos
quantitativos e qualitativos em relação ao
material particulado presente na atmosfera
20.3.4
(Cp);
A COMPOSIÇÃO DAS
b) caracterizar a presença de cinzas na atmosfera
PARTÍCULAS
(Cn);
INORGÂNICAS E
c) apontar a importância do estudo da presença de
ORGÂNICAS
cinzas na atmosfera (Cn); e
d) caracterizar a composição das partículas
orgânicas presentes na atmosfera (Cn).
a) definir metais pesados (Cn);
b) descrever os três principais metais tóxicos que
podem estar presentes na atmosfera, destacando o
de maior preocupação (Cn);
20.3.5
c) apontar a principal causa natural da produção de
METAIS TÓXICOS E
partículas radioativas na atmosfera (Cn);
PARTÍCULAS
d) definir “radionuclideos” (Cn);
RADIOATIVAS
e) destacar qual a fonte natural produtora de
“radionuclídeos” (Cn); e
f) apontar ao menos dois elementos químicos
radioativos que podem estar presentes na
atmosfera (Cn).
a) caracterizar material particulado distribuído na
atmosfera (Cn);
b) definir “material particulado total em suspensão –
MPTS” (Cn);
c) sumarizar a relação existente entre o tamanho das
20.3.6
partículas em suspensão na atmosfera e seus
EFEITOS DAS
efeitos na saúde humana, na restrição de
PARTÍCULAS
visibilidade e formação de nuvens (Cp);
d) classificar partículas finas e grossas (Cn); e
e) distinguir o processo de formação e remoção das
partículas finas e grossas em suspensão na
atmosfera (Cp).
20.3.7
ÁGUA COMO
a) discutir a atuação da água como material
MATERIAL
particulado na atmosfera (Cp)
PARTICULADO
CH TEC
02
ED
AE
01
ED
AE
01
ED
AE
01
ED
AE
130
MCA 37-56/2010
CH: 06
UNIDADE 20.4: GASES INOGÂNICOS POLUENTES DO AR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) discutir a atuação dos principais gases inorgânicos poluentes da atmosfera (Cp); e
b) explicar a atuação dos principais gases inorgânicos na atmosfera (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) identificar os gases inorgânicos que provocam
maiores impactos poluidores na atmosfera (Cp);
b) discutir a importância dos gases residuais nos
processos climáticos da atmosfera (Cp);
c) discutir sobre a origem de possível excesso
monóxido de carbono na atmosfera (Cp);
d) sumarizar o destino do monóxido de carbono
atmosférico (Cp);
e) dada a figura 4.1, discutir sobre ciclo do
enxofre (Cp);
e) apontar os principais caminhos pelos quais o
dióxido de enxofre pode reagir na atmosfera (Cn);
f) discutir a atuação dióxido de enxofre em reações
atmosféricas (Cp);
g) caracterizar os efeitos do dióxido de enxofre na
atmosfera (Cp);
h) destacar ao menos dois processos de retirada do
20.4.1
dióxido de enxofre da atmosfera (Cn);
GASES INOGÂNICOS i) citar os três óxidos de nitrogênio normalmente
POLUENTES DO AR
encontrados na atmosfera (Cn);
j) demonstrar a importância da presença dos óxidos
de nitrogênio na atmosfera terrestre (Cp);
f) apontar o significado da sigla NOx (Cn);
g) discutir detalhadamente sobre a formação dos
óxidos de nitrogênio na atmosfera terrestre,
através de fontes de combustão (Cp);
h) explicar o motivo pelo quais os óxidos de azoto
enquanto gases são muito importantes para a
formação e degradação do ozônio troposférico
(Cp);
i) diferenciar os métodos de formação dos diversos
tipos de óxidos de azoto (Cp);
j) destacar a localização dos óxidos de azoto na
atmosfera (Cn);
k) caracterizar o óxido nitroso e seu efeito na
camada de ozônio estratosférico (Cn);
CH
TEC
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
l) dadas as figuras 4.2 e 4.3 desta apostila, discutir
as reações atmosféricas com NOX (Cp);
m) sumarizar os efeitos prejudiciais à saúde
provocados pelos óxidos de nitrogênio (Cn);
n) caracterizar os efeitos do ozônio troposférico
(Cp);
o) citar os perigos da presença do ozônio na
troposfera (Cn);
p) enunciar a importância do ozônio estratosférico
como filtro de radiações nocivas à saúde humana
(Cn);
q) interpretar a formação do ozônio estratosférico
(Cp);
r) discutir o motivo pelo qual existe diferença na
concentração de ozônio estratosférico entre os
trópicos e as regiões polares (Cp);
s) discutir o significado do termo “camada de
ozônio” (Cp);
20.4.1
t)
discutir a relação entre os clorofluorcarbonetos e
GASES INOGÂNICOS
camada de ozônio (Cp);
POLUENTES DO AR
u) caracterizar a utilização e as propriedades dos
clorofluorcarbonetos (Cn);
v) apresentar o destino dos clorofluorcarbonetos na
estratosfera (Cp);
w) esboçar
a
reação
química
entre
os
clorofluorcabonetos e o ozônio estratosférico
(Cn);
x) apresentar as condições para a decomposição dos
clorofluorcarbonetos na estratosfera (Cp);
y) citar as condições necessárias à formação da
camada de ozônio na estratosfera (Cp);
z) definir “Circulação de Brewer-Dobson” (Cp);
aa) descrever a ação da vorticidade polar na
degradação de ozônio na estratosfera (Cp);
bb) demonstrar a relação entre compostos orgânicos e
ozônio na baixa troposfera (Cp); e
cc) caracterizar “chuva ácida” (Cn).
a) caracterizar a Amônia na atmosfera (Cn);
b) caracterizar os compostos gasosos derivados de
flúor e cloro sulfeto na atmosfera (Cn);
20.4.2
c) caracterizar o sulfeto de hidrogênio na atmosfera
OUTROS GASES
(Cn);
INORGÂNICOS
d) caracterizar o sulfeto carbonílico na atmosfera
POLUENTES DO AR
(Cn); e
e) caracterizar dissulfito de carbono na atmosfera
(Cn).
131
CH
TEC
05
ED/
AE
01
ED/
AE
132
MCA 37-56/2010
UNIDADE 20.5: GASES OGÂNICOS POLUENTES DO AR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) apontar os principais gases orgânicos poluentes da atmosfera (Cn); e
b) explicar a atuação dos principais gases inorgânicos na atmosfera (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) apontar as duas principais categorias de efeitos
provocados por gases orgânicos na atmosfera
(Cn);
b) caracterizar a presença do gás metano na
atmosfera (Cn);
c) caracterizar a presença de gases não metânicos na
atmosfera (Cn);
d) sumarizar o motivo da existência de gases
orgânicos na atmosfera (Cn);
e) caracterizar as fontes naturais de compostos
orgânicos (Cn);
f) sumarizar a atuação dos hidrocarbonetos na
atmosfera (Cn);
g) sumarizar a atuação dos hidrocarbonetos
aromáticos na atmosfera (Cn);
h) sumarizar a atuação das cetonas e aldeídos na
atmosfera (Cn);
20.5.1
GASES ORGÂNICOS i) sumarizar a atuação dos alcoóis, fenóis, éteres e
ácidos carboxílicos na atmosfera (Cn);
POLUENTES DO AR
j) caracterizar os efeitos dos compostos orgânicos
halogenados na atmosfera, principalmente os
clorofluorcarbonos (Cn);
k) caracterizar
os
efeitos
dos
compostos
organosulforosos na atmosfera (Cn);
l) caracterizar
os
efeitos
dos
compostos
organonitrosos na atmosfera (Cn);
m) caracterizar o Smog Fotoquímico (Cn);
n) Listar os elementos responsáveis pelo smog
fotoquímico (Cn);
o) caracterizar o smog fotoquímico no que diz
respeito às condições meteorológicas e a
principal época do ano de sua ocorrência (Cn); e
p) discutir sobre as composições dos principais
compostos envolvidos na formação do smog
fotoquímico (Cp).
CH: 04
CH TEC
04
ED
AE
MCA 37-56/2010
133
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com trabalhos e/ou exercícios em sala
de aula.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
- MANAHAM, S. E. Environmetal Chemistry – 7th Edition - Lewis Publishers.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
A disciplina de Química da Atmosfera e Meio Ambiente deverá ser ministrada após a
disciplina de Química e preferencialmente antes das disciplinas de Radiação Atmosférica e
Micrometeorologia e Camada Limite Planetária.
134
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 21:
ÁREA: CIÊNCIAS AERONÁUTICAS
METEOROLOGIA AERONÁUTICA
CARGA HORÁRIA:
38 TEMPOS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) identificar as características das Organizações internacionais que tratam de Meteorologia
Aeronáutica, bem como os documentos da OMM e da OACI sobre o assunto (Cp);
b) identificar as características da Meteorologia Aeronáutica no âmbito do SISCEAB (Cp);
c) explicar os procedimentos para a prestação do Serviço Meteorológico para a navegação aérea
internacional
(Cp);
d) distinguir as informações meteorológicas direcionadas para o planejamento de vôo (Cp);
e) identificar a simbologia e as definições empregadas na Meteorologia Aeronáutica (Cp);
f) identificar os requisitos estabelecidos para a coordenação entre o Tráfego Aéreo e a
Meteorologia Aeronáutica (CP);
g) explicar as condições para a ocorrência de turbulência e de formação de gelo em aeronaves,
bem como os seus efeitos na navegação aérea (Cp);
h) identificar as características das Telecomunicações Aeronáuticas empregadas pela
Meteorologia Aeronáutica
(CP); e
i) exemplificar os aspectos relativos ao intercâmbio de Informações operacionais de
Meteorologia Aeronáutica
OPMET (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 21.1: SERVIÇO METEOROLÓGICO PARA A NAVEGAÇÃO AÉREA CH 15
INTERNACIONAL
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) descrever a estrutura gerencial e operacional do Serviço de Meteorologia Aeronáutica (Cp);
b) explicar as características e as atribuições da Rede de Centros Meteorológicos do SISCEAB
(Cp);
c) identificar as características e as atribuições das Estações Meteorológicas de Superfície do
SISCEAB (Cp);
d) identificar as observações de aeronaves e o processo de difusão para as estações e centros
meteorológicos (Cp);
e) explicar as responsabilidades da OMM e da OACI na prestação do Serviço de Meteorologia
Aeronáutica (Cp);
f) interpretar os requisitos para elaboração e uso das informações meteorológicas (Cp);
g) identificar a simbologia e as definições empregadas na Meteorologia Aeronáutica (Cp); e
h) interpretar os processos envolvidos na garantia da qualidade dos serviços prestados (Cp).
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
21.1.1
RESPONSABILIDADE DA OMM E DA
ICAO NA
METEOROLOGIA
AERONÁUTICA
135
a)
b)
c)
d)
21.1.2
a)
ESTRUTURA
GERENCIAL DA
METEOROLOGIA b)
AERONÁUTICA
21.1.3
ESTRUTURA a)
OPERACIONAL
DA
b)
METEOROLOGIA
AERONÁUTICA
21.1.4
a)
ESTAÇÃO
METEOROLÓGICA b)
DE SUPERFÍCIE
21.1.5
a)
CENTROS
METEOROLÓGI- b)
COS
a)
21.1.6
OBSERVAÇÃO b)
METEOROLÓGICA
DE AERONAVES c)
21.1.7
a)
REQUISITOS PARA
ELABORAÇÃO E b)
USO DAS
INFORMAÇÕES
METEOROLÓGI- c)
CAS
AERONÁUTICAS
a)
20.1.8
INFORMAÇÃO
METEOROLÓGICA
b)
PARA
PLANEJAMENTO
DE VOO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
identificar os objetivos da OMM (Cp);
identificar os objetivos da ICAO (Cp);
explicar o emprego dos documentos da OMM na 02
Meteorologia Aeronáutica (Cp); e
explicar o emprego dos documentos da ICAO na
Meteorologia Aeronáutica (Cp).
TEC
AE
descrever a estrutura gerencial do DECEA, na
Meteorologia Aeronáutica (Cp); e
01
identificar as atividades gerenciais no Serviço
Meteorológico Aeronáutico (Cp).
AE
descrever a estrutura operacional do Serviço de
Meteorologia Aeronáutica (Cp); e
01
identificar as funções dos órgãos operacionais
Serviço Meteorológico Aeronáutico (Cp).
AE
identificar
as
características
das
estações
meteorológicas de superfície (Cp); e
descrever as atribuições das estações meteorológicas
de superfície (Cp).
identificar
as
características
dos
centos
meteorológicos do SISCEAB (Cp); e
descrever as atribuições dos centros meteorológicos
do SISCEAB (Cp).
identificar os requisitos que definem a confecção de
AIREP (Cp);
descrever as características das mensagens AMDAR
(Cp); e
identificar os meios de divulgação das mensagens
AIREP e AMDAR (Cp).
identificar os requisitos para elaboração e uso das
informações meteorológicas (Cp);
discutir os requisitos para elaboração e uso das
informações e previsões meteorológicas aeronáuticas
(Cp); e
identificar os requisitos para elaboração e uso das
informações SIGMET, AIRMET, Aviso de
Aeródromo e de Cortante do Vento (Cp).
explicar as diversas fases em que as empresas aéreas
e as tripulações de vôo necessitam de informações
meteorológicas (Cp); e
descrever as informações e os prognósticos
meteorológicos que os centros meteorológicos
proporcionam às empresas aéreas e às tripulações de
voo (Cp).
02
AE
02
AE
02
AE
02
AE
01
AE
136
SUBUNIDADES
21.1.9
CONTROLE DE
QUALIDADE DAS a)
INFORMAÇÕES b)
METEOROLÓGICAS
21.1.10
a)
SÍMBOLOS E
DEFINIÇÕES
EMPREGADAS NA b)
METEOROLOGIA
AERONÁUTICA
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
explicar as características do SISCOMET (Cp); e
apresentar as características do PCOAMET (Cp).
01
AE
identificar a simbologia empregada na Meteorologia
Aeronáutica (Cp); e
01
destacar as definições e a terminologia empregada na
meteorologia Aeronáutica (Cn).
AE
UNIDADE 21.2: METEOROLOGIA PARA OS SERVIÇOS DE TRÁFEGO
CH 06
AÉREO, INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS E DE BUSCA E
SALVAMENTO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) descrever ações relativas à coordenação entre as estações meteorológicas, torres de controle
e os centros de controle de aproximação (Cp);
b) descrever as ações relativas à coordenação entre os centros meteorológicos de aeródromo,
torres de controle e os centros de controle de aproximação (Cp);
c) explicar as atribuições dos CMV em relação aos centros de controle de área (Cp);
d) distinguir as ações e procedimentos operacionais de coordenação entre os órgãos de
Meteorologia e os de Busca e Salvamento (Cp);
e) exemplificar as ações de coordenação entre os órgãos de meteorologia e o Serviço de Tráfego
Aéreo (Cp); e
f) identificar as ações e procedimentos operacionais de coordenação entre os órgãos de
meteorologia e os Informação Aeronáutica (Cp).
SUBUNIDADES
21.2.1
INFORMAÇÃO a)
METEOROLÓGICA DA EMS b)
PARA A TWR E O
APP
21.2.2
INFORMAÇÃO a)
METEOROLÓGICA DO CMA-1 b)
PARA A TWR E
APP
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
descrever as atribuições da EMS em relação a TWR
(Cp); e
01
descrever as atividades de coordenação entre a EMS e
a TWR (Cp).
AE
descrever as atribuições do CMA-1 em relação a TWR
(Cp); e
01
descrever as atribuições do CMA-1 em relação ao APP
(Cp).
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
21.2.3
INFORMAÇÃO
METEOROLÓGICA DO CMV
PARA O ACC
210.2.4
INFORMAÇÃO
METEOROLÓGICA PARA A
BUSCA E
SALVAMENTO
21.2.5
COORDENAÇÃO
ATS/MET
21.2.6
COORDENAÇÃO
AIS/MET
137
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) explicar as atribuições do CMV em relação ao ACC
01
(Cp).
AE
a) apresentar as atribuições dos centro meteorológicos em
relação aos órgão SAR (Cp); e
01
b) identificar as informações meteorológicas que devem
ser enviadas aos órgãos SAR (Cp).
AE
a) identificar as ações e procedimentos operacionais
coordenação entre os órgãos de Meteorologia e os
Tráfego (Cp).
a) identificar as ações e procedimentos operacionais
coordenação entre os órgãos de Meteorologia e os
Informações Aeronáutica (Cp).
de
de 01
AE
de
de 01
AE
FENÔMENOS METEOROLÓGICOS SIGNIFICATIVOS
CH 11
PARA A NAVEGAÇÃO AÉREA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) explicar as características de fenômenos meteorológicos significativos para a navegação
aérea (Cp); e
b) interpretar os impactos de cada fenômeno meteorológico significativo nos aeródromos e na
navegação aérea (Cp).
UNIDADE 21.3:
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) descrever o processo de formação de WINDSHEAR
21.3.1
(Cn); e
WINDSHEAR
(CORTANTE DE b) identificar os riscos às operações de pouso e
decolagem quando da ocorrência de WINSHEAR
VENTO)
(Cn).
a) explicar o conceito de linha de instabilidade (Cp);
21.3.2
b) identificar a representação gráfica das linhas de
LINHAS DE
instabilidade (Cn); e
INSTABILIDADE c) descrever as características das condições de tempo
associadas às linhas de instabilidade (Cp).
21.3.3
a) identificar as condições para a formação de gelo em
aeronaves (Cp); e
FORMAÇÃO DE
GELO EM
b) discutir as características de cada tipo de formação de
AERONAVES
gelo e seus efeitos sobre as aeronaves em vôo (Cp).
CH
TEC
01
AE
01
AE
01
AE
138
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
02
AE
02
AE
02
AE
02
AE
a) identificar as causas físicas da turbulência no ar
atmosférico (Cp);
b) identificar os graus de intensidade da turbulência (Cp);
21.3.4
TURBULÊNCIA c) explicar as conseqüências para o vôo em regiões de
turbulência (Cp); e
d) descrever as condições meteorológicas favoráveis à
existência de turbulência (Cp).
a) descrever os processos de formação de nevoeiros (Cp);
b)
identificar as características dos diversos tipos de
21.3.5
nevoeiro (Cp); e
NEVOEIRO
c) descrever o impacto dos nevoeiros nas operações de
pouso e decolagem (Cp).
a) explicar a ocorrência de cinzas vulcânica e os efeitos
sobre as aeronaves em vôo (Cp);
21.3.6
b) identificar os órgãos envolvidos na emissão de alertas
CINZAS
sobre cinzas vulcânicas (Cp); e
VULCÂNICAS
c) descrever o processo de emissão de alertas sobre a
ocorrência de cinzas vulcânicas (Cp).
21.3.7
IMPACTO DOS
FENÔMENOS a) identificar as restrições operacionais causadas pelos
fenômenos meteorológicos na operacionalidade dos
METEOROLÓGIaeródromos (Cp); e
COS SOBRE
OPERAÇÕES b) identificar os impactos causados aos vôos em rota
AÉREAS, NOS
pelos fenômenos meteorológicos (CP).
AERÓDROMOS E
EM ROTA
EMPREGO DAS TELECOMUNICAÇÕES NA
CH 04
METEOROLOGIA AERONÁUTICA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar as aplicações do Serviço Fixo Aeronáutico na Meteorologia Aeronáutica (Cp);
b) identificar o emprego do Serviço Móvel Aeronáutico na Meteorologia Aeronáutica (Cp);
c) explicar as características do emprego do Serviço de Enlace de Dados na Meteorologia
Aeronáutica (Cp); e
d) identificar as atividades de meteorologia que utilizam as comunicações através de satélite
(Cp).
UNIDADE 21.4:
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) descrever o emprego da Rede AFTN na transmissão
21.4.1
de mensagens meteorológicas (Cp);
SERVIÇO FIXO b) definir os parâmetros relativos ao horário de
AERONÁUTICO
transmissão dos boletins meteorológicos (Cp); e
(AFTN)
c) citar os requisitos para o endereçamento dos
boletins meteorológicos (Cp).
CH
TEC
01
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
21.4.2
a)
SERVIÇO MÓVEL
AERONÁUTICO
21.4.3
a)
SERVIÇO DE
ENLACE DE
DADOS
b)
D-VOLMET
21.4.4
a)
COMUNICAÇÃO
ATRAVÉS DE
SATÉLITE
139
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
identificar os boletins meteorológicos que são
disponibilizados pelo Serviço Móvel Aeronáutico
(Cp).
descrever
as
características
dos
boletins
meteorológicos que são divulgados por enlace de
dados (Cp); e
explicar os modos de solicitação de informações
meteorológicas no D-VOLMET (Cp).
explicar as características das comunicações por
satélites no Sistema Mundial de previsão de
Área (WAFS) (Cp).
CH
TEC
01
AE
01
AE
01
AE
CH 02
INTERCÂMBIO DAS INFORMAÇÕES
METEOROLÓGICAS OPERACIONAIS (OPMET).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar os requisitos que definem o intercâmbio OPMET (Cp); e
b) descrever os sistemas de comunicações informatizados que são empregados no intercâmbio
OPMET (Cp).
UNIDADE 21.5:
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) apresentar os requisitos para o Intercâmbio OPMET
(Cp);
21.5.1
b) descrever os fatos que originaram os Bancos de
INTERCÂMBIO
Dados Meteorológicos (Cn); e
OPMET
c) explicar a utilização do Catálogo dos Bancos de
Dados Meteorológicos (Cp).
a) descrever o Sistema Banco OPMET, de Brasília, e suas
21.5.2
funções (Cp); e
SISTEMAS
INFORMATIZA- b) descrever o Sistema REDEMET e suas funções
(Cp).
DOS
•
CH
TEC
01
AE
01
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
A disciplina de Meteorologia Aeronáutica deverá ser ministrada adotando-se o método
expositivo, com debates a respeito dos assuntos ministrados, em sala de aula.
140
MCA 37-56/2010
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CIRPV 63-4 01 AGO 2009 Procedimentos Operacionais referentes à difusão de
informações sobre Cinzas Vulcânicas
CIRPV 63-5 20 ABR 2009 Procedimentos relativos ao Intercâmbio de Informações
Meteorológicas entre os órgãos MET,ATS, SAR e AIS.
FCA 105-2 01 FEV 2009 Código Meteorológico TAF
FCA 105-3 05 NOV 2008 Código Meteorológico METAR E SPECI
ICA 105-1 01 SET 2006 Divulgação de Informações Meteorológicas
ICA 105-2 20 ABR 2009 Classificação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia
Aeronáutica
MCA 105-1
01 MAI 2000 Manual de Centro Meteorológico Militar
MMA 105-1 05 NOV 2008 Manual de Códigos Meteorológicos
MCA 105-2 05 NOV 2008 Manual de Estações Meteorológicas de Superfície
MMA 105-12 05 NOV 2008 Manual de Centros Meteorológicos
ICAO, ANEXO 3 “Meteorologia”
ICAO, DOC 9377 Manual on Coordination between Air Traffic Services, Aeronautical
Information Services and Aeronautical Meteorological Services
Regimento interno do DECEA
Regimento interno dos SRPV e CINDACTA
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada em qualquer período do curso.
MCA 37-56/2010
141
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS AERONÁUTICAS
DISCIPLINA 22: FUNDAMENTOS DE NAVEGAÇÃO E
CARGA HORÁRIA
TRÁFEGO AÉREO
42 TEMPOS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) identificar os conceitos relativos à estruturação do espaço aéreo e os serviços prestados
(Cn);
b) apontar responsabilidades dos órgãos ATS (Cn);
c) identificar as regras do ar (Cn);
d) definir os critérios estabelecidos para operação em aeródromos (Cn); e
e) descrever atividades relativas aos serviços de informação aeronáutica, busca e salvamento
e às operações aéreas militares (Cn);
f) identificar os tipos de projeção e principais cartas aeronáuticas (Cn);
g) explicar os conceitos utilizados no processo de navegação básica (Cp);
h) exemplificar as características de operação dos auxílios rádios (Cp);
i) manusear cartas aeronáuticas (Ap); e
j) valorizar a importância da navegação como instrumento para o membro de uma tripulação
(Va).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 07
UNIDADE 22.1: NAVEGAÇÃO BÁSICA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) distinguir os conceitos geográficos e magnetismo terrestre no processo de navegação básica
(Cp);
b) interpretar o fator vento e seu efeito na trajetória de vôo (Cp); e
c) descrever o uso da bússola magnética, altímetro e velocímetro (Cn).
SUBUNIDADES OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) identificar a forma da terra, seus movimentos e
suas dimensões (Cn);
22.1.1
b) interpretar os conceitos de paralelo, meridianos,
A TERRA E O
círculos mínimos e máximos (Cp);
02
AE
SISTEMA DE
c) interpretar o conceito de latitude e longitude
COORDENADAS
(Cp); e
d) explicar o Sistema horário ( UTC e hora de
zona), usado em navegação (Cp).
142
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
22.1.2
MAGNETISMO
TERRESTRE
22.1.3
O VENTO E SEU
EFEITO
22.1.4
INSTRUMENTOS
BÁSICOS DE
NAVEGAÇÃO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) recordar os conceitos de linhas de força
magnética (Cn);
b) reafirmar a influência do magnetismo terrestre na
navegação (Cp);
c) explicar a posição do norte magnético e sua
relação com o norte verdadeiro (Cp);
d) interpretar as linhas isogônicas e agônicas (Cp);
e) relacionar as limitações do emprego da bússola
magnética na navegação (Cn);
f) justificar a origem do norte agulha (Cp); e
g) converter valores de graus verdadeiros em
magnéticos (Cp).
a) distinguir os conceitos de proa e rumo (Cp);
b) interpretar o efeito do vento no deslocamento da
aeronave (Cp);
c) definir deriva e correção de deriva (Cn); e
d) exemplificar os fatores resultantes da ação do
vento (proa e rumo e Va e Vs) (Cp).
a) explicar a utilização da bússola magnética como
instrumento básico de navegação (Cp);
b) identificar o princípio de funcionamento do
baroaltímetro (Cn);
c) descrever os valores de altitudes resultantes dos
ajustes QNH, QNE, e QFE (Cn);
d) relacionar os valores de velocidade indicada,
calibrada, equivalente, aerodinâmica e no solo
(Cn).
CH
TEC
02
AE
01
AE
02
AE/Pot
CH: 05
UNIDADE 22.2: CARTOGRAFIA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar os diferentes sistemas de projeção cartográfica (Cn); e
b) interpretar as principais cartas aeronáuticas utilizadas em navegação aérea (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
22.2.1
ESCALAS E
PROJEÇÕES
a) recordar os conceitos de escala numérica e escala
gráfica(Cn);
b) enunciar a relação existente entre grau e
distância, ao longo de um círculo máximo (Cn);
c) definir as características de uma carta ideal (Cn);
e
d) descrever as características de projeção do globo
terrestre
segundo
“LAMBERT”
e
“MERCATOR” (Cn).
01
TEC
AE
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
143
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) interpretar os diversos tipos de cartas
aeronáuticas (WAC, CAP, ERC, ARC, IAL,
22.2.2
SID, CNAM, VAL, FPC, STAR, ADC, PDC,
Carta de Pouso e Carta de Obstáculo de
CARTAS
Aeródromo tipo “A”) (Cp);
AERONÁUTICAS
b) descrever a finalidade dos diversos tipos de carta
aeronáutica (Cn).
CH
TEC
04
AE/POt
CH: 08
UNIDADE 22.3: NAVEGAÇÃO RÁDIO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) explicar os princípios de radiogoniometria (Cp); e
b) identificar a informações obtidas pelos pilotos, quando usando os principais auxílios-rádio à
navegação aérea (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
22.3.1
RADIOGONIOMETRIA
a) definir os conceitos de radiogoniometria (Cn); e
b) interpretar a equação fundamental da
radiogoniometria (Cp).
01
AE
22.3.2
NDB
a) recordar as características de transmissão do
NDB (Cn);
b) interpretar os conceitos de marcação magnética,
linha de posição magnética, marcação relativa,
través, bloqueio e Estação na proa e na cauda
(Cp);
c) explicar o uso do RMI (Cp);
d) identificar, nas cartas apropriadas, as
informações de marcação magnética e linha de
posição magnética (Cn).
02
AE/Pot
22.3.3
VOR/DME
a) recordar as características de transmissão do
VOR e DME (Cn);
b) definir os conceitos de radial e distância DME
(Cn);
c) explicar a divisão To/From e Esq/Dir (Cp);
d) localizar a aeronave no espaço, segundo a
indicação To/From e Esq/Dir (Cp);
e) identificar, nas cartas apropriadas, as
informações de radial e distância DME (Cp).
02
AE/Pot
22.3.4
ILS/MLS
a) identificar os componentes do ILS (Cn);
b) definir as categorias de operação do ILS (Cn);
c) interpretar as informações do localizador, da
trajetória de planeio e dos marcadores (Cp).
d) apontar as características de operação do MLS
(Cn);
02
AE
144
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir os princípios de operação do sistema
22.3.5
Inercial (Cn);
OUTROS SISTEMAS b) identificar as características do Sistema de
Navegação por Satélite (Cn).
CH
TEC
01
AE
CH: 02
UNIDADE 22.4: ESTRUTURA DO ESPAÇO AÉREO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar conceitos relativos à divisão, classificação e configuração do espaço aéreo
(Cn); e
b) distinguir o espaço aéreo sob jurisdição do Brasil (Cp).
SUBUNIDADES OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) definir espaço aéreo inferior em relação a seus
limites (Cn);
b) definir espaço aéreo superior em relação a
seus limites (Cn); e
c) apontar a designação do espaço aéreo e sua
configuração(Cn).
01
AE
a) identificar como os espaços aéreos são
22.4.2
classificados (Cn);
CLASSIFICAÇÃO b) descrever as classe de espaço aéreo e suas
DO ESPAÇO AÉREO características básicas (Cn); e
c) definir dimensões de aerovias (Cn).
01
AE
22.4.1
DIVISÃO DO
ESPAÇO AÉREO
CH: 02
UNIDADE 22.5: SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar as bases que atribuem aos Estados, a responsabilidade pela prestação dos
Serviços de Tráfego Aéreo (Cn);
b) distinguir os tipos de serviços prestados pelos Órgãos ATS (Cp); e
c) identificar as necessidades de automatização dos Órgãos ATS (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
22.5.1
a) identificar os objetivos dos Serviços de
Tráfego Aéreo (Cn); e
PRINCÍPIOS
GERAIS DE
b) definir os tipos de serviços criados para
TRÁFEGO AÉREO
atender o Serviço de Tráfego Aéreo (Cn).
22.5.2
ESPAÇO AÉREO
a) identificar as classes de espaço aéreo (Cn);
b) descrever as regiões de informação de vôo
(Cn);
c) descrever as áreas de controle (Cn); e
d) descrever as zonas de controle (Cn).
01
AE
01
AE
MCA 37-56/2010
145
CH: 02
UNIDADE 22.6: ÓRGÃOS DE SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar a importância dos órgãos ATS nos Serviços de Tráfego Aéreo (Cn); e
b) descrever as atribuições dos Órgãos ATS (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) definir os Órgãos componentes do Sistema
ATS (Cn);
b) distinguir as áreas de responsabilidade dos
Órgãos ATS (Cp);
22.6.1
DESIGNAÇÃO E c) relacionar os Órgãos ATS com os tipos de
Serviço de Tráfego Aéreo (Cn);
ATRIBUIÇÕES DOS
ÓRGÃOS ATS
d) descrever as atribuições dos Órgãos ATS (Cn);
e
e) definir a subordinação operacional entre os
Órgãos ATS (Cn).
UNIDADE 22.7: REGRAS DO AR
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) distinguir a importância da aplicabilidade das regras do ar (Cp); e
b) identificar o conteúdo das regras de vôo visual e por instrumentos (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) identificar o âmbito de aplicação territorial das
22.7.1
regras do ar (Cn); e
APLICABILIDADE b) apontar a autoridade do piloto em comando da
aeronave (Cn).
a) definir os critérios gerais estabelecidos para
assegurar proteção a pessoas e propriedades
(Cn);
22.7.2
b) identificar as regras, internacionalmente
adotadas, para prevenir colisões entre
REGRAS GERAIS
aeronaves (Cn); e
c) definir
os
requisitos
relacionados
a
regulamentação geral sobre Plano de Voo (Cn).
a) definir as limitações para a realização de um
voo VFR (Cn);
b) listar as condições para a realização de um voo
VFR (Cn);
22.7.3
c) identificar as regras aplicáveis aos voos IFR
(Cn);
REGRAS DE VOO
VISUAL E POR
d) listar as condições para a realização de um voo
INSTRUMENTOS
IFR (Cn);
e) definir os níveis de cruzeiro apropriados para
um voo IFR (Cn);e
f) descrever a tabela de níveis de cruzeiro
aplicada aos voos VFR e IFR(Cn);
02
AE
CH: 04
CH
TEC
01
AE
01
AE
02
AE
146
MCA 37-56/2010
CH: 03
UNIDADE 22.8: OPERAÇÕES EM AERÓDROMOS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) definir as posições críticas das aeronaves, em operações no aeródromo (Cn); e
b) identificar os conceitos relativos à segurança das operações em aeródromos (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
a) identificar os critérios adotados para a
suspensão das operações VFR em aeródromo
(Cn);
b) definir
os
mínimos
meteorológicos
estabelecidos para operação em aeródromo
(Cn);
c) enunciar os procedimentos de aproximação
IFR em condições meteorológicas adversas
(Cn); e
d) enunciar as medidas tomadas em função da
suspensão das operações de decolagem IFR
(Cn).
02
AE
a) definir as posições críticas das aeronaves no
22.8.2
aeródromo (Cn); e
AUTORIZAÇÕES E b) identificar os fatores considerados na seleção
INFORMAÇÕES
da “pista em uso” de um aeródromo (Cn).
01
AE
22.8.1
RESTRIÇÕES À
OPERAÇÃO
CH: 02
UNIDADE 22.9:
INFORMAÇÕES AERONÁUTICAS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar os objetivos e as responsabilidades do Serviço de Informações Aeronáuticas
(Cn); e
b) distinguir a importância da prestação do Serviço de Informações Aeronáuticas (Cp).
SUBUNIDADES OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
22.9.1
ORGANIZAÇÃO
AIS
a) identificar as atribuições do Serviço de
Informações Aeronáuticas (Cn);
b) definir a organização do Serviço AIS, seus
níveis de direção e gerenciamento (Cn); e
c) identificar o Serviço responsável pela coleta e
distribuição de informações (Cn).
01
AE
22.9.2
DIVULGAÇÃO
a) listar as publicações utilizadas na divulgação
das informações (Cn);
b) identificar os tipos de usuários das
informações aeronáuticas (Cn); e
c) definir as informações necessárias aos
usuários (Cn).
01
AE
MCA 37-56/2010
147
UNIDADE 22.10: BUSCA E SALVAMENTO
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar os princípios da doutrina SAR (Cn);
b) descrever a estrutura organizacional do SAR aeronáutico (Cn); e
c) distinguir as fases de emergência SAR (Cp).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir, historicamente, o início das atividades
SAR (Cn);
b) descrever as primeira atividades SAR no Brasil
(Cn); e
c)
relacionar
os princípios da doutrina SAR a nível
22.10.1
internacional (Cn);
ORIGEM E
d)
identificar
os componentes que constituem a
ORGANIZAÇÃO DO
Organização SAR (Cn);
SAR
e) identificar as formas relacionamento entre as
Organizações do COMAER, nas atividades SAR
(Cn); e
f) apontar as Regiões de Busca e Salvamento (Cn).
CH: 04
CH
TEC
02
AE
22.10.2
INCIDENTE SAR
a) definir as situações que configuram um incidente
SAR (Cn);
b) descrever as fases de emergência (Cn); e
c) enunciar a seqüência de acontecimentos num
processamento de incidente SAR (Cn).
01
AE
22.10.3
OPERAÇÃO SAR
a) enunciar a finalidade das operações de Busca e
Salvamento (Cn);
b) definir os tipos de missão SAR (Cn); e
c) identificar as atividades SAR secundárias com
suas respectivas características (Cn).
01
AE
CH: 03
UNIDADE 22.11: OPERAÇÕES AÉREAS MILITARES
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) descrever a estrutura do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Cn)
b) descrever os fundamentos da doutrina de Defesa Aeroespacial (Cn)
c) identificar as atividades realizadas pelos Órgãos de Controle de Operações Aéreas Militares
(Cn)
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
22.11.1
ORGANIZAÇÃO DO a) definir operações aéreas (Cn); e
SISTEMA DE
b) definir a concepção do Sistema de Defesa Aérea
DEFESA
Brasileiro (Cn).
AEROESPACIAL
01
AE
148
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) identificar as ações exercidas pela Defesa
Aeroespacial (Cn);
b) identificar o nível de autoridade dos elementos
22.11.2
do Sistema de Defesa Aérea Brasileiro (Cn);
FUNDAMENTOS DE
c) identificar os Órgãos de controle de operações
DEFESA
aéreas militares (Cn);
AEROESPACIAL
d) definir as atividades principais dos OCOAM
(Cn); e
e) descrever Circulação Operacional Militar (Cn).
CH
TEC
02
AE
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
A disciplina de Princípios de Navegação Aérea deverá ser desenvolvida adotando-se o
método expositivo, prática orientada e feito exercícios em sala de aula.
-
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Anexo 10 Vol 1 – Aeronautical Telecommunications – ICAO
Circ 165 – Microware Landing System – ICAO
ICA 100-12 – Regra do Ar – DECEA
ICA 100-16 – ILS CAT II – DECEA
AFM 51-40 – Air Navigation – Dept Air Force and Navy
Apostila de Princípios de Navegação Aérea – CFOE MET
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada em qualquer período do curso.
MCA 37-56/2010
149
CAMPO: TÉCNICO-ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS AERONÁUTICAS
DISCIPLINA 23: TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS
CARGA HORÁRIA:
35 TEMPOS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) identificar o DECEA e suas atribuições na área de Telecomunicações do COMAER (Cn);
b) explicar a constituição, atribuições e importância do Sistema de Telecomunicações
Administrativas, Militares e Aeronáuticas no contexto do Comando da Aeronáutica (Cp);
c) identificar o Serviço de Telecomunicações Aeronáuticas (Cp);
d) identificar a finalidade e a importância do Serviço Fixo Aeronáutico – AFS (Cp);
e) identificar a importância do uso da REDDIG nas telecomunicações aeronáuticas (Cp);
f) identificar a importância do uso da rede CAFSAT nas telecomunicações aeronáuticas
(Cp);
g) identificar a finalidade e a importância do Serviço Móvel Aeronáutico – AMS ( Cp);
h) identificar a finalidade e a importância dos Serviços de Radiodifusão e Radionavegação
Aeronáutica (Cn);
i) descrever a constituição e os processos de implantação, homologação, efetivação,
suspensão, fiscalização e controle das Estações Permissionárias de Telecomunicações
Aeronáuticas e Tráfego Aéreo (Cn);
j) identificar
a importância e a constituição dos Planos de Degradação, Regional de
Emergência e Contingência para a segurança da navegação aérea (Cn);
k) descrever as características do Sistema CNS/ATM (Cn);
l) descrever as características da Rede ATN(Cn);
m) descrever o sistema de comunicações por Datalink e as aplicações AOC, AAC, ATC e
APC (Cn), e
n) identificar a importância e as características básicas do sistema DATACOM (Cn).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 23.1:
SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES
CH: 27
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) explicar a composição do DECEA (Cn);
b) explicar a sistemática para utilização do Sistema de Telecomunicações do Comando da
Aeronáutica (Cp);
c) explicar a composição e o emprego das Redes de Telecomunicações Administrativa e
Militares (Cp);
d) explicar a composição e o emprego da TELESAT (Cp);
e) interpretar o papel do GCC nas Telecomunicações Militares (Cn);
f) explicar a finalidade e a composição do Serviço de Telecomunicações Aeronáuticas (Cn);
g) identificar a finalidade e a composição do Serviço Fixo Aeronáutico (Cp);
h) descrever a utilização e a composição da REDDIG e da rede CAFSAT (Cp);
i) identificar a finalidade e a composição do Serviço Móvel Aeronáutico (Cp);
j) identificar a finalidade dos serviços de Radionavegação e Radiodifusão Aeronáutica (Cn);
k) explicar a finalidade e a composição das EPTA’s (Cp), e
l) explicar a finalidade dos Planos de Degradação, Regional de Emergência e de Contingência
(Cn).
150
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
23.1.1
DECEA
d)
e)
f)
g)
h)
i)
a)
b)
c)
d)
e)
f)
23.1.2
SISTEMA DE
TELECOMUNIC
AÇÕES DO
COMANDO DA
AERONÁUTICA.
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
apontar os aspectos que deram início às atividades de
Proteção ao Voo no Brasil (Cn);
apontar os Órgãos Governamentais responsáveis pelo
início das atividades Aéreas no Brasil (Cn);
definir a responsabilidade de cada Órgão
Governamental envolvido nas atividades iniciais de
Proteção ao Voo, no Brasil (Cn);
apontar a origem do SISCEAB (Cn);
identificar a estrutura do SISCEAB (Cn);
definir a finalidade do DECEA (Cn);
descrever o organograma físico do DECEA (Cn);
identificar as organizações subordinadas ao DECEA
(Cn), e
apontar a subordinação da DECEA e CISCEA na
estrutura do COMAER (Cn).
explicar o objetivo do STCA (Cp);
apontar o Órgão Central do STCA (Cn) ;
conhecer as subdivisões do STCA (Cn) ;
discutir o objetivo dos Sistemas de Telecomunicações
Administrativas e Militares (Cp);
descrever
a
composição
do
Sistema
de
Telecomunicações Administrativas (Cn);
identificar a finalidade e a composição da RACAM
(Cn);
descrever o emprego da RACAM/NOVA RACAM no
âmbito do COMAER (Cn) ;
distinguir os tipos de mensagens telegráficas
empregadas para fins administrativos (Cp) ;
relacionar as autoridades competentes para emitir os
diversos tipos de mensagens administrativas (Cn) ;
descrever
a
composição
do
Sistema
de
Telecomunicações Militares (Cn) ;
identificar a finalidade e a composição da RTCAER
(Cn);
identificar a finalidade da RFCAER (Cn) ;
descrever a finalidade e composição da RACAER (Cp);
descrever o emprego do TELESAT (Cn), e
interpretar o papel do GCC nas telecomunicações
militares (Cp).
CH
TÉC
03
AE
04
AE
MCA 37-56/2010
151
SUBUNIDADES
a)
b)
23.1.3
c)
COMPOSIÇÃO DO
d)
SERVIÇO DE
TELECOMUNICAÇÕES e)
AERONÁUTICAS
f)
g)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
identificar
o
objetivo
do
Serviço
de
Telecomunicações Aeronáuticas (Cn);
descrever a rede de telecomunicações do serviço
fixo aeronáutico (Cn);
distinguir as quatro partes que compõem o Serviço
de Telecomunicações Aeronáuticas (Cp);
relacionar os tipos de estações que compõem o
Serviço de Telecomunicações Aeronáuticas (Cn);
explicar os métodos de comunicações aplicáveis ao
Serviço de Telecomunicações Aeronáuticas (Cp);
relacionar os tipos de circuitos que compõem o
Serviço de Telecomunicações Aeronáuticas (Cn); e
justificar os procedimentos relativos a registros de
comunicações (Cp).
CH
TÉC
03
AE
23.1.4
SERVIÇO FIXO
AERONÁUTICO
a) identificar a finalidade do Serviço Fixo Aeronáutico
(Cn);
b) descrever a rede de telecomunicações do Serviço
Fixo Aeronáutico (Cn);
c) exemplificar os centros de comutação, circuitos e
estações que compõem a AFTN (Cp);
d) distinguir as categorias de mensagens que circulam
via AFTN (Cp);
e) relacionar os tipos de mensagens CONFAC
veiculadas pela AFTN (Cn);
f) identificar a ordem de prioridade estabelecida para
as mensagens via AFTN (Cn), e
g) exemplificar a finalidade e a sistemática de
emprego dos designadores telegráficos (Cp).
03
23.1.5
REDDIG
a) definir REDDIG (Cn);
b) identificar a tecnologia e o sistema de comunicação
da REDDIG (Cp);
c) apontar os serviços operacionais e administrativos
que tem suporte da REDDIG (Cn);
d) apontar a área de cobertura da REDDIG (Cn);
e) esboçar a topologia da REDDIG (Cn);
f) identificar as FIR limítrofes da Região SAM
atendidas pela REDDIG (Cn);
g) descrever as estações da REDDIG instaladas no
Brasil (Cn), e
h) h) apontar os procedimentos operacionais da
REDDIG (Cn).
03
AE
AE
152
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
23.1.6
CAFSAT
23.1.7
SERVIÇO MÓVEL
AERONÁUTICO AMS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) conceituar Rede CAFSAT (Cn);
b) identificar a tecnologia e o sistema de
comunicação empregado na rede CAFSAT (Cp);
c) apontar as vantagens providas pelo uso da rede
CAFSAT (Cn);
d) esboçar a topologia da CAFSAT (Cn);
e) identificar as conectividades entre os países
integrados (Cn); e
f) apontar a área de cobertura da Rede CAFSAT
(Cn).
a) identificar a finalidade do Serviço Móvel
Aeronáutico (Cp);
b) descrever as funções das redes do AMS (Cn);
c) descrever a utilização do SELCAL (Cn);
d) apontar os procedimentos da tripulação em relação
ao SELCAL (Cn);
e) apontar os tipos e as características de
equipamentos NAV/COM a bordo de aeronaves
(Cp), e
CH
TÉC
02
AE
03
AE
02
AE
02
AE
f) descrever a classificação dos equipamentos
NAV/COM a bordo de aeronaves (Cn).
23.1.8
SERVIÇO DE
RADIONAVEGAÇÃO
AERONÁUTICA E
SERVIÇO DE
RADIODIFUSÃO
AERONÁUTICA
a) identificar a finalidade do
Radionavegação Aeronáutica (Cn);
Serviço
de
b) identificar o uso do VOR, DME, NDB e ILS na
Radionavegação Aeronáutica (Cn);
c) identificar a finalidade do Serviço de Radiodifusão
Aeronáutica (Cn), e
d) descrever a utilização do ATIS (Cn).
a) definir uma EPTA (Cp);
b) identificar as características operacionais de uma
EPTA (Cn);
23.1.9
c) apontar as Entidades Permissionárias e as
ESTAÇÃO
Entidades Prestadoras de Serviços Especializados
PERMISSIONÁRIA DE
(Cn);
TELECOMUNICAÇÕES
d) apontar as categorias e os requisitos básicos de
E TRÁFEGO AÉREO uma EPTA (Cn), e
EPTA
e) descrever o processo de implantação, de
homologação,
de
efetivação,
suspensão,
fiscalização e controle de uma EPTA (Cn).
MCA 37-56/2010
153
SUBUNIDADES
a)
23.10
DEGRADAÇÃO DO
SISTEMA DE
TELECOMUNICAÇOES
AERONÁUTICAS
b)
c)
d)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir Plano de Degradação, Plano de Regional de
Emergência e Plano de Contingência (Cn);
citar as competências quanto a aprovação do
Modelo Operacional ou Manual do Órgão ATS
(Cn);
listar os aspectos mínimos que deverão constar nos
Planos de Degradação, Regional de Emergência e
Contingência (Cn), e
identificar a necessidade de atualização da
sistemática do Plano de Degradação (Cn).
CH
TÉC
02
AE
SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
CH: 08
AERONÁUTICAS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE:
a) identificar o objetivo do sistema CNS/ATM (Cp);
b) explicar a finalidade e a importância da ATN (Cn);
c) apontar a finalidade do uso do serviço DATALINK nas telecomunicações aeronáuticas (Cn), e
d) identificar a importância e as características básicas do sistema DATACOM (Cn).
UNIDADE 23.2:
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TÉC
23.2.1
CNS/ATM
a) conceituar os Sistemas CNS/ATM (Cn);
b) identificar o objetivo do Sistema CNS/ATM para a
Navegação Aérea (Cn);
c) identificar a tecnologia de satélite aplicada no
CNS/ATM (Cp);
d) diferenciar as Comunicações, Navegação e
Vigilância vigentes com a do Sistema CNS/ATM
(Cn), e
e) esboçar as realizações das Comunicações,
Navegação Aérea e a Vigilância no Sistema
CNS/ATM (Cn).
03
AE
23.2.2
ATN
a) definir a Rede ATN (Cn);
b) identificar a tecnologia e o sistema de comunicação
da Rede ATN (Cn);
c) identificar os principais componentes da rede ATN
(Cn);
d) descrever as subredes que integrarão a ATN (Cn); e
e) esboçar a topologia da Rede ATN (Cn).
f) identificar os Serviços que serão apoiados pela Rede
ATN (Cn), e
g) apontar os benefícios oriundos da utilização da rede
ATN (Cn).
02
AE
154
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TÉC
a) definir serviço Datalink (Cn);
b) descrever o sistema ACARS (Cn);
c) citar os equipamentos de bordo que compõe o
23.2.3
sistema ACARS(Cn);
COMUNICAÇÕES POR
d) descrever os tipos de aplicações Datalink ATC,
DATALINK
AOC, AAC E APC (Cn);
e) descrever a finalidade do CPDLC (Cn), e
f) identificar os benefícios do serviço Datalink (Cn).
02
AE
a) conceituar o sistema DATACOM (Cn)
b) definir as características de funcionamento do
DATACOM (Cn);
c) descrever a arquitetura geral do sistema DATACOM
(Cn);
d) descrever a aplicação D-ATIS através do
DATACOM (Cn), e
e) apontar o suporte técnico de hardware e software do
sistema DATACOM (Cn).
01
AE
23.2.4
DATACOM
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
O instrutor deverá utilizar o método expositivo para a instrução.
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
–
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DMA 63-1 Diretrizes Básicas para Situações de Emergência.
IMA 63-10 Estações Permissionárias de Telecomunicações e Tráfego Aéreo.
IMA 63-12 Procedimentos de Telecomunicações e Tráfego Aéreo em Caso de Atos Ilícitos
Contra a Aviação Civil.
IMA 100-15 Mensagens de Tráfego Aéreo.
IMA 102-8 Mensagens CONFAC.
IMA 102-14 Telefonia TF-1, TF-2 e TF-3.
OACI, Anexo 10, Vol. I e II Telecomunicações Aeronáuticas.
MCA 102-7/2008 Manual de Telecomunicações do COMAER
OACI, Doc. 9694 – AN 955, Manual de Aplicações Data Link para ATS.
OACI, Doc. 9750 – AN/963, Plano Global de Navegação Aérea para os sistemas CNS/ATM.
Concepção do Sistema Global de Navegação por Satélites Transitórios (GNSS-T).
Concepção Operacional Geral do Sistema VHF DATACOM.
PCA 63-1 Plano Nacional de Implementação dos Sistemas CNS/ATM, de 31 DEZ 2002.
DCA 63-1 Plano de Degradação, Plano Regional de Emergência e Plano de Contingência, de
2006.
CIRTEL 102-15 Rede Digital da Região SAM ( REDDIG ), de 25 DEZ 2003.
ICA 102-9 Características Mínimas dos Equipamentos NAV/COM a bordo de Aeronaves, de
2005.
MCA 37-56/2010
155
PERFIL DE RELACIONAMENTO
A referida disciplina não possui e não se constitui pré-requisito para nenhuma outra disciplina.
156
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 24:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
INSTRUMENTOS METEOROLÓGICOS
CARGA HORÁRIA
34 tempos
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) sumarizar as principais formas de obtenção de informações meteorológicas básicas (Cp);
b) justificar a utilização dos instrumentos na obtenção de dados meteorológicos básicos
operacionais (Cp); e
c) discutir as limitações na obtenção dos dados meteorológicos básicos, através de
instrumentos instalados em superfície, radiosondagem e em aeronaves (Cp).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 22
UNIDADE 24.1: MEDIDAS DAS VARÁVEIS METEOROLÓGICAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) descrever as características básicas necessárias para a instalação e manutenção de estações
meteorológicas (Cn);
b) discutir as características das medidas das variáveis meteorológicas, temperatura, pressão,
vento em superfície, umidade, precipitação, visibilidade, nuvens, radiação, brilho solar, e
evaporação, bem como os instrumentos que obtêm essas medidas (Cp); e
c) discutir as características das medidas das variáveis meteorológicas, temperatura, pressão,
vento, e umidade, em altos níveis da atmosfera, bem como os instrumentos que obtêm
essas medidas (Cp)..
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
24.1.1
CONSIDERAÇÕES
INICIAIS
e)
f)
g)
h)
i)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
discutir sobre a importância do critério da
representatividade para os dados meteorológicos
(Cp);
caracterizar os “Metadados”;
definir “Sistemas de Observação Meteorológica”
(Cn);
apontar ao menos três razões para o emprego de
observadores
na
obtenção
de
dados
meteorológicos (Cn);
dado um layout de uma estação de observação,
identificar o posicionamento adequado dos
instrumentos meteorológicos (Cn);
descrever a metodologia para a definição das
coordenadas de uma estação de observação (Cn);
discutir brevemente sobre a necessidade da
homogeneização e mudanças dos instrumentos em
uma estação de observação (Cp);
discutir brevemente sobre a necessidade da
manutenção e inspeção dos instrumentos em uma
estação de observação (Cp);
citar ao menos três requisitos desejáveis para os
instrumentos meteorológicos (Cn);
CH TEC
MCA 37-56/2010
157
SUBUNIDADES
24.1.1
CONSIDERAÇÕES
INICIAIS
(Continuação)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
j) identificar o motivo para a padronização e
definição para as medidas dos dados
meteorológicos (Cn); e
k) explicar brevemente sobre as incertezas existentes
nas medidas dos dados meteorológicos (Cp).
CH TEC
02
AE
02
AE
a) definir “temperatura” (Cn);
b) citar as unidade e a escala utilizada para a
medição da temperatura termodinâmica (Cn);
c) enunciar os requisitos característicos para os
termômetros (Cn);
d) discutir brevemente sobre os métodos de medidas
da temperatura (Cp);
24.1.2
MEDIDAS DE
TEMPERATURA
e) distinguir os tipos de termômetros de máxima, de
mínima, e de solo (Cp);
f)
identificar os procedimentos para a obtenção das
temperaturas de máxima, mínima e de solo (Cn);
g) distinguir entre si as principais fontes de erros na
obtenção dos dados de temperatura (Cp);
h) citar ao menos dois tipos de termógrafos (Cn);
i)
apontar a principal fonte de erro dos termógrafos
(Cn);
j)
citar ao menos três tipos de termômetros elétricos
(Cn); e
k)
apontar as fontes de erro dos termômetros
elétricos (Cn).
a) definir “pressão atmosférica” (Cn);
b) citar as unidades utilizadas para a medição da
pressão atmosférica (Cn);
24.1.3
MEDIDAS DE
PRESSÃO
ATMOSFÉRICA
c) enunciar os requisitos característicos para a
pressão atmosférica (Cn);
d) discutir brevemente sobre os métodos de
medidas da pressão atmosférica (Cp);
e) caracterizar os barômetros de mercúrio (Cn);
f) apontar os principais requisitos para uma boa
estação barométrica de mercúrio (Cn);
g) citar quais as condições padrões que influenciam
na definição do comprimento da coluna de
mercúrio de um barômetro (Cn);
158
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
h) distinguir brevemente sobre os procedimentos de
leitura de um barômetro de mercúrio (Cp);
i) apontar as principais fontes de erro nos
barômetros de mercúrio (Cn);
j) caracterizar os barômetros eletrônicos (Cn);Citar
ao menos dois tipos de barômetros eletrônicos
(Cn);
24.1.3
MEDIDAS DE
PRESSÃO
ATMOSFÉRICA
(Continuação)
k) apontar as principais fontes de erro nos
barômetros eletrônicos (Cn)
l) caracterizar os barômetros aneróides (Cn);
m) destacar os requisitos de acuracidade de um bom
barômetro aneróide (Cn);
03
AE
02
AE
n) apontar as principais fontes de erro nos
barômetros aneróides (Cn);
o) caracterizar os barógrafos (Cn);
p) apontar as principais fontes de erro nos
barógrafos (Cn);
q) apresentar resumidamente como se faz para
comparar leituras barométricas em estações com
altitudes diferentes (Cp); e
r) definir tendência de pressão (Cn).
a) definir velocidade do vento, velocidade média do
vento, pico de rajada, duração da rajada (Cn);
b) definir matematicamente o conceito de desvio
padrão do vento (Cn);
c) definir comprimento de
velocidade do vento (Cn);
resposta
para
a
d) citar as unidades utilizadas para a medição da
velocidade do vento (Cn);
e) enunciar os requisitos característicos para a
24.1.4
observação e medida do vento (Cn);
MEDIDAS DO VENTO
f) discutir brevemente sobre os métodos de
EM SUPERFÍCIE
medidas da observação do vento (Cp);
g) discutir brevemente sobre a estimativa de medida
do vento (Cp);
h) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados na medida da direção e velocidade do
vento (Cp); e
i) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas da direção e velocidade do vento
(Cn).
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
159
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) definir razão de mistura, umidade específica,
temperatura do ponto de orvalho, umidade
relativa, pressão de vapor, e pressão de saturação
do vapor (Cn);
b) distinguir as unidades de medida para razão de
mistura, pressão de vapor, temperatura do bulbo
úmido, e umidade relativa (Cn);
24.1.5
MEDIDAS DA
HUMIDADE
c) enunciar os requisitos característicos para as
medidas de umidade (Cn);
d) discutir brevemente sobre os métodos de
medidas da umidade (Cp); e
e) apontar as fontes de erro dos métodos de
medidas da umidade (Cn);
f) discutir brevemente sobre a utilização do
psicrômetro como instrumento de medida da
umidade do ar (Cp);
24.1.6
MEDIDAS DA
HUMIDADE
(Continuação)
a) apontar as fontes de erros na utilização do
psicrômetro como instrumento de medida da
umidade do ar (Cn);
b) discutir brevemente sobre a utilização do
higrômetro de cabelo como instrumento de
medida da umidade do ar (Cp); e
02
AE
01
AE
c) apontar as fontes de erros na utilização do
higrômetro de cabelo como instrumento de
medida da umidade do ar (Cn).
a) definir precipitação (Cn);
b) citar a unidade e a escala utilizada para a
medição da precipitação (Cn);
24.1.7
MEDIDAS DE
PRECIPITAÇÃO
c) enunciar os requisitos característicos para a
medição da precipitação para fins meteorológicos
(Cn);
d) discutir brevemente sobre os métodos de
medidas da precipitação (Cp);
e) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados na medida da precipitação (Cp); e
f) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas da precipitação (Cn).
160
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
24.1.8
MEDIDAS DE
VISIBILIDADE
e)
f)
g)
h)
i)
a)
b)
c)
24.1.9
OBSERVAÇÃO DE
NUVENS
d)
e)
f)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
definir alcance óptico meteorológico, visibilidade
e alcance visual (Cn);
distinguir os conceitos de fluxo luminoso,
intensidade luminosa, luminância, e iluminância
(Cp);
definir coeficiente de extinção e fator de
transmissão (Cn);
citar a unidade e a escala utilizada para a
medição da visibilidade (Cn);
enunciar os requisitos característicos para a
medição da visibilidade (Cn);
discutir brevemente sobre os métodos de
medidas da visibilidade (Cp);
citar as equações básicas para a medida de
visibilidade (Cn);
discutir brevemente sobre os tipos de
instrumentos utilizados na medida da visibilidade
(Cp); e
apontar as principais fontes de erro nas medidas
e estimativas da visibilidade (Cn).
definir nuvem, quantidade de nuvens, e base da
nuvem (Cn);
citar a classificação do tipo de nuvem, com base
no WMO (1975) (Cn);
citar as unidades utilizadas para a altura da base
da nuvem e de sua quantidade (Cn);
discutir brevemente sobre os métodos de
medidas e estimativas da quantidade, altura e tipo
das nuvens (Cp);
apresentar os tipos de instrumentos utilizados na
medida da quantidade, altura e tipo das nuvens
(Cp); e
apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas da quantidade, altura e tipo das
nuvens (Cn).
CH TEC
02
AE
01
AE
01
AE
a) identificar os tipos de radiação existentes (Cn);
b) citar as unidades utilizadas para a medida da
radiação (Cn);
24.1.10
MEDIDAS DE
RADIAÇÃO
c) discutir brevemente sobre os métodos de
medidas de radiação (Cp);
d) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados na medida da radiação (Cp); e
e) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas da radiação (Cn).
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
161
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) definir brilho solar (Cn);
b) citar as unidades utilizadas para a medida para o
brilho solar (Cn);
24.1.11
MEDIDAS DE
BRILHO SOLAR
c) discutir brevemente sobre os métodos de
medidas para o brilho solar (Cp);
01
AE
01
AE
03
AE
d) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados na medida para o brilho solar (Cp); e
e) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas para o brilho solar (Cn).
a) definir
evaporação,
transpiração,
evapotranspiração, evaporatividade ou evaporação
potencial, evapotranspiração potencial (Cn);
24.1.12
MEDIDAS DE
EVAPORAÇÃO
b) citar as unidades utilizadas para a medida da
evaporação (Cn);
c) discutir brevemente sobre os métodos de medidas
da evaporação (Cp);
d) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados na medida da evaporação (Cp); e
e) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas da evaporação (Cn).
a) definir radiosonda, radiosondagem, estação de
radiosondagem, observação de ar superior,
estação de ar superior ou estação sinótica de ar
superior ou estação aerológica, e sondagem (Cn);
b) citar as unidades de medidas na radiosondagem
(Cn);
c) discutir brevemente sobre a importância dos
dados de ar superior para a inicialização de
modelos numéricos de previsão do tempo (Cp);
24.1.13
MEDIDAS DE
PRESSÃO,
TEMPERATURA E
UMIDADE DO AR
SUPERIOR
d) discutir brevemente sobre a relação entre as
medidas de satélite e de radiosondagem para o ar
superior (Cp);
e) citar a altura máxima prevista para as
observações de ar superior através de
radiosondagem (Cn);
f) discutir brevemente sobre importância
precisão nos dados de radiosondagem (Cp);
da
g) discutir brevemente sobre as características das
radiosondas eletrônicas, utilizadas na obtenção
da dados do ar superior (Cp); e
h) apontar as principais fontes de existentes nos
dados de temperatura, altura geopotencial, e
umidade relativa (Cn).
162
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir observação de balão-piloto, observação
de radiowin, e observação de radiosonda (Cn);
b) discutir brevemente sobre os requisitos básicos
necessários para a obtenção de dados de vento
em ar superior (Cp);
24.1.14
c) discutir brevemente sobre os métodos utilizados
MEDIDAS DE VENTO
para as medidas do vento em ar superior (Cp);
NO AR SUPERIOR
d) distinguir entre si os tipos de instrumentos
utilizados para as medidas do vento em ar
superior (Cp); e
a) apontar as principais fontes de erro nas leituras e
estimativas de do vento em ar superior (Cn).
CH TEC
UNIDADE 24.2: SISTEMAS DE OBSERVAÇÃO
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 12
01
AE
a) sumarizar os tipos de sistemas de observação utilizados para obter as variáveis
meteorológicas básicas (Cp);
b) descrever o funcionamento das estações automáticas que medem as variáveis
meteorológicas básicas(Cp);
c) explicar o funcionamento dos instrumentos meteorlógicos presentes nas estações
meteorológicas automáticas (Cp);
d) descrever sobre as fontes dos erros nas medidas das variáveis meteorológicas básicas
obtidas pelas estações automáticas (Cn);
e) identificar o modo pelo qual são obtidas as medidas das variáveis meteorológicas por
aeronaves (Cp); e
f) descrever sobre as fontes dos erros nas medidas das variáveis meteorológicas básicas
obtidas por aeronaves (Cn).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) definir estação automática de tempo (Cn);
b) apontar os motivos pelos quais as estações
automáticas têm sido escolhidas para a obtenção
dos dados meteorológicos (Cp);
24.2.1
MEDIDAS EM
ESTAÇÕES
AUTOMÁTICAS DE
TEMPO
c) discutir brevemente sobre os requisitos
necessários para o funcionamento adequado de
uma estação automática de tempo (Cp);
d) discutir brevemente sobre os requisitos
necessários para o funcionamento adequado de
uma estação automática de tempo climatológica
(Cp);
e) citar os tipos de estações automáticas de tempo
existentes (Cn);
f) descrever brevemente os sensores existentes nas
estações automáticas de tempo (Cn);
CH TEC
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
163
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) descrever brevemente a unidade central de
processamento existente nas estações automáticas
de tempo (Cn);
24.2.1
MEDIDAS EM
ESTAÇÕES
b) descrever brevemente os sensores existentes nas
AUTOMÁTICAS DE
estações automáticas de tempo (Cn); e
TEMPO
c) descrever brevemente sobre os softwares
(Continuação)
existentes nas estações automáticas de tempo
(Cn).
03
AE
03
AE
a) citar as unidades de medidas utilizadas para
aplicação aeronáutica (Cn);
b) discutir brevemente sobre os requisitos
necessários para o funcionamento adequado de
uma estação automática de tempo para fins
aeronáuticos (Cp);
c) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
vento para fins aeronáuticos (Cp);
d) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
visibilidade para fins aeronáuticos (Cp);
e) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
24.2.2
alcance visual da pista para fins aeronáuticos
MEDIDAS E
(Cp);
OBSERVAÇÕES EM
ESTAÇÕES
f) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
METEORLÓGICAS
tempo presente para fins aeronáuticos (Cp);
AERONÁUTICAS
g) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
nuvens para fins aeronáuticos (Cp);
h) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
temperatura do ar e do ponto de orvalho para fins
aeronáuticos (Cp);
i) discutir brevemente sobre a obtenção de dados de
pressão/ajuste do altímetro para fins aeronáuticos
(Cp);
j) discutir a relação entre QFE e QNH (Cp); e
k) apontar outras informações importantes em
aeródromos (Cn).
164
SUBUNIDADES
MCA 37-56/2010
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH TEC
a) definir AMDAR (Cn);
b) explicar brevemente sobre o funcionamento do
sistema AMDAR (Cp);
c) explicar brevemente sobre o funcionamento dos
sensores meteorológicos existentes nas modernas
aeronaves (Cp);
d) com base na Figura 3.1, Parte 2, do WMO Nº 8,
Guide to Meteorological Instruments and
Methods of Observation, Seventh edition, 2008,
explicar brevemente sobre a obtenção dos dados
de velocidade e direção do vento, pressão e
temperatura do ar em voo (Cp);
e) discutir brevemente sobre o funcionamento e
objetivo do tubo de pitot nas aeronaves (Cp);
f) discutir brevemente sobre a obtenção da pressão
e da velocidade da aeronave (Cp);
g) citar as fontes de erro nas medidas de pressão
durante o voo (Cn);
24.2.3
OBSERVAÇÕES DE
AERONAVES
h) discutir brevemente sobre a obtenção da
temperatura do ar de uma aeronave em voo (Cp);
i) explicar brevemente sobre as incertezas na
obtenção da temperatura do ar através de
aeronaves (Cp);
j) discutir brevemente sobre a obtenção dos dados
de vento de uma aeronave em voo (Cp);
k) explicar brevemente sobre as incertezas na
obtenção dos dados de vento de uma aeronave
em voo (Cp);
l) eescrever o método para se definir a turbulência e
ar superior (Cn);
m) discutir brevemente sobre a obtenção dos dados
umidade relativa de uma aeronave em voo (Cp);
n) explicar brevemente sobre as incertezas na
obtenção dos dados de umidade relativa de uma
aeronave em voo (Cp);
o) descrever brevemente sobre a obtenção de
informações de gelo em uma aeronave em voo
(Cp); e
p) explicar brevemente sobre as incertezas na
obtenção de informações de gelo em uma
aeronave em voo (Cp).
06
AE
MCA 37-56/2010
165
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exposição de instrumentos
meteorológicos em laboratório, e recursos complementares.
A avaliação deverá ser feita através de pesquisa ou trabalho em sala de aula.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
WMO Nº 8, Guide to Meteorological Instruments and Methods of Observation. Seventh
edition. 2008.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
A disciplina de Instrumentos Meteorológicos deverá ser ministrada a antes da disciplina
de Meteorologia Aeronáutica.
166
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
CARGA HORÁRIA
FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E
DISCIPLINA 26:
30 tempos
GEODÉSIA
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) empregar os conceitos fundamentais de astronomia e cartografia na determinação de
posicionamento, em coordenadas e cartas meteorológicas (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 26.1:
PRINCÍPIOS DE ASTRONOMIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) interpretar os princípios fundamentais da astronomia (Ap).
SUBUNIDADES
CH: 09
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
26.1.1
a) descrever a evolução histórica da astronomia e da
cartografia (Cn); e
INTRODUÇÃO À
ASTRONOMIA E À b) esboçar conceitos genéricos inerentes à astronomia
CARTOGRAFIA
(Cn).
CH
TEC
01
AE
26.1.2
SISTEMAS DE
COORDENADAS
a) identificar os sistemas de coordenadas horizontais,
horárias e equatoriais (Cn).
01
AE
26.1.3
FENÔMENOS
PERIÓDICOS
a) distinguir características de fenômenos periódicos
(Cp); e
b) explicar as conseqüências dos fenômenos periódicos
na astronomia (Cp).
02
AE
26.1.4
SISTEMA DE
REFERÊNCIA
a) descrever o sistema geodésico de referência (Cn);
b) esboçar conceitos fundamentais inerentes ao
GPS(Cn); e
c) citar aplicações práticas do GPS (Cn).
02
AE
26.1.5
a) Identificar as classes de receptores GPS geodésicos e
SISTEMA DE
de navegação (Cp);
03
POSICIONAMENTO
b) Operar um aparelho GPS (Ap)
GLOBAL
APt
MCA 37-56/2010
167
UNIDADE 26.2:
FUNDAMENTOS DE GEODÉSIA
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 21
a) empregar os conceitos fundamentais da cartografia na solução de problemas relacionados às
cartas topográficas e aeronáuticas (Ap).
SUBUNIDADES
CH
TEC
01
AE
a) escrever a forma da Terra (Cn);
b) identificar os "datum" no Brasil (Cn);
26.2.2
c) identificar a função dos "datum" horizontal e vertical
FORMA DA TERRA
(Cn); e
d) identificar a superfície matemática adotada para a
representação cartográfica da Terra (Cn).
02
AE
26.2.3
SISTEMA DE
PROJEÇÃO
CARTOGRÁFICA
a) classificar projeções (Cn);
b) citar superfícies de desenvolvimento de projeções
(Cn);
c) identificar deformações de um sistema de projeção
(Cn);
d) descrever características da projeção e do grid UTM
(Cn);
e) identificar projeções apropriadas para uso
aeronáutico (Cp); e
f) descrever características da projeção cônica conforme
de Lambert, com dois paralelos padrões (Cn).
05
AE
26.2.4
PROJEÇÃO DE
MERCATOR
a) Manipular cartas aeronáuticas através da projeção de
Mercator (Ap)
04
APt
26.2.5
CARTAS
AERONÁUTICAS
VISUAIS
a) explicar a altitude máxima de quadrícula (Cp);
b) explicar formas de representação do relevo em cartas
aeronáuticas (Cp); e
c) Interpretar azimutes e contra-azimutes numa carta
aeronáutica visual (Cp).
04
AE
26.2.6
LEITURA DE
CARTAS
AERONÁUTICAS
VISUAIS
a|) determinar azimutes geográfico e magnético em
cartas aeronáuticas (Ap); e
b) determinar o contra-azimute de uma direção em
cartas aeronáuticas (Ap).
04
APt
26.2.1
CARTOGRAFIA
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
a) esboçar conceitos genéricos de cartografia (Cn).
168
MCA 37-56/2010
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
Nas aulas práticas deverão conter exercícios específicos e avaliativos.A avaliação da
disciplina deverá ser através de trabalho em sala de aula.
−
−
−
−
−
−
−
−
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
VAICEQ, P. & QRAQIWSKY, J.E. - Geodesy: The Concepts.
SEEBER, G. - Satellite Geodesy. Foundations, Methods and Aplications.
BOMFORD, G. - Geodesy.
ESCUELA CARTOGRÁFICA. DCA/IAGS - Geodésica Básica.
XERES, C. - Topografia Geral.
CHAGAS, B. C. - Astronomia Geodésica.
DOMINGOS, A.A.F. - Topografia e Astronomia de Posição para Engenheiros e Arquitetos.
EXÉRCITO BRASILEIRO. Manual Técnico T34/500 - Astronomia Expedita.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada preferencialmente antes da disciplina de Noções de
Navegação Aérea.
MCA 37-56/2010
169
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 25:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
LAB. MET. SINÓTICA 1 - CARTAS DE
SUPERFÍCIE
CARGA HORÁRIA
20 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) traçar isolinhas representativas do campo de pressão em superfície, temperatura do ar e do
ponto de orvalho, em relação ao nível médio do mar, com base em dados plotados em
formulários apropriados, utilizando-se da técnica de análise isobáricas (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 25.1: TRAÇADO DE ISOLINHAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 20
a) traçar isolinhas representativas do campo de pressão em superfície, temperatura do ar e do
ponto de orvalho, em relação ao nível médio do mar, com base em dados plotados em
formulários apropriados, utilizando-se da técnica de análise isobáricas (Ap).
SUBUNIDADES
a)
b)
c)
d)
25.1.1
ISÓBÁRAS
e)
f)
g)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
citar a técnica utilizada na análise isobárica de
uma região considerada (Cn);
traçar isóbaras em uma região considerada (Ap);
tdentificar, numa carta de análise isobárica, os
sistemas de pressão existentes em uma área
considerada, com base na análise dos dados de
pressão em superfície (Cp);
localizar sistemas frontais, com base em análise do
perfil isobárico e dos parâmetros meteorológicos 01
significativos de superfície, plotados em cartas de
08
tempo apropriadas (Ap);
localização a região do Sistema de Convergência
Intertropical (ITCZ), com base na análise isobárica
das cartas de tempo (Ap);
localizar Cristas e Cavados, com base na análise
isobárica das cartas de tempo (Ap);
relacionar os perfis isobáricos às condições
atmosféricas que interferem nas operações aéreas
(Cp).
TEC
AE
APt
170
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
a)
b)
25.1.2
ISOTERMAS
c)
d)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
citar a técnica utilizada na análise do campo de
temperatura do ar uma região considerada (Cn);
traçar isotemas, com base em dados plotados em
cartas de tempo em superfície (Ap);
localizar sistemas frontais, com base em análise do 01
nos parâmetros meteorológicos de temperatua do ar
03
significativas em superfície, plotados em cartas de
tempo apropriadas (Ap);
relacionar os perfis isotérmicos às condições
atmosféricas que interferem nas operações aéreas
(Cp).
a) citar a técnica utilizada na análise do campo de
temperatura do ponto de orvalho em uma região
considerada (Cn);
b) traçar isodrostermas, com base em dados plotados
em cartas de tempo em superfície (Ap);
c) localizaar sistemas frontais, com base em análise
do perfil isobárico e dos parâmetros
25.1.3
meteorológicos significativos de superfície,
ISODROSOTERMAS
plotados em cartas de tempo apropriadas (Ap);
d) determinar as regiões com elevado/pequeno
potencial significativo de umidade da região, com
base na análise dos valores da temperatura do
ponto de orvalho (Ap);
e) relacionar os perfis isodrosotérmico às condições
atmosféricas que interferem nas operações aéreas
(Cp).
01
06
TEC
AE
APt
AE
APt
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios práticos de análise em
cartas sinóticas da América do Sul e/ou de regiões definidas pelo instrutor, das 12:00 e 18:00
GMT.
A avaliação deverá ser única através de análises dos campos meteorológicos básicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− SAUCIER, W.J. - Princípios de Análise Meteorológica. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro,
1969.
− COMAER. Manual de Centros Meteorológicos. MCA 105-12. 2007.
− Apostila de Análise de Cartas de Superfície. Curso de Especialização em Meteorologia
Aeronáutica. ICEA. 2006.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após as disciplinas de Meteorologia Sinótica 2 e
Meteorologia Tropical.
MCA 37-56/2010
171
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 27:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
LAB. MET. SINÓTICA 2 - CARTAS DE
ALTITUDE
CARGA HORÁRIA
26 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) traçar linhas de fluxo; isolinhas de altitude-pressão, isotermas, isodrosotermas, isotacas e
isogonas em níveis superiores padronizados, com base em técnicas de análise (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
CH: 26
UNIDADE 27.1: TRAÇADO DE ISOLINHAS
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
a) traçar linhas de fluxo; isolinhas de altitude-pressão, isotermas, isodrosotermas, isotacas e
isogonas em níveis superiores padronizados, com base em técnicas de análise (Ap).
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) identificar a técnica padrão utilizada no traçado
do fluxo de vento em uma região considerada
(Cn);
b) traçar linhas de fluxo, com base em dados de
vento em altitude, em determinado nível padrão
(Ap);
c) apontar as regiões de cavados e cristas, em níveis 01
padrões selecionados, com base em dados de
04
vento em altitude (Ap);
d) identificar as regiões de ciclones e anti-ciclones,
em níveis padrões selecionados, com base em
dados de vento em altitude (Ap);
e) relacionar os perfis de fluxo às condições
atmosféricas que interferem nas operações aéreas
(Cp).
AE
APt
a) identificar a técnica padrão utilizada no traçado
de linhas de mesmo geopotencial em uma região
considerada (Cn);
b) traçar linhas de mesmo geopotencial, com base
em dados de vento em altitude, em determinado
27.1.2
01
nível padrão (Ap);
ALTITUDE-PRESSÃO c) apontar as regiões de cavados e cristas, em 04
níveis padrões selecionados, com base linhas de
mesmo geopotencial (Ap);
d) identificar as regiões de ciclones e anti-ciclones,
em níveis padrões selecionados, com base
linhas de mesmo geopotencial (Ap).
AE
APt
27.1.1
FLUXO
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
172
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
CH
TEC
a) identificar a técnica padrão utilizada no traçado
de isotermas, em uma região considerada (Cn);
b) traçar isotermas, em determinado nível padrão
(Ap);
c) identificar as regiões aquecidas e frias, em níveis 01
padrões selecionados, com base nas isotermas 02
(Ap);
d) relacionar os perfis isotérmicos às condições
atmosféricas que interferem nas operações aéreas
(Cp).
AE
APt
a) identificar a técnica padrão utilizada no traçado
de isodrosotermas, em uma região considerada
(Cn);
b) traçar isodrosotermas, em determinado nível
padrão (Ap);
27.1.4
01
c) identificar as regiões úmidas e secas, em níveis
ISODROSOTERMAS
padrões
selecionados,
com
base
nas 02
isodrosotermas (Ap);
d) relacionar os perfis isodrosotérmicos às
condições atmosféricas que interferem nas
operações aéreas (Cp).
AE
APt
a) identificar a técnica padrão utilizada no traçado
de isotacas em uma região considerada (Cn);
b) citar a técnica padrão utilizada no traçado de
isógonas em uma região considerada (Cn);
c) traçar Isotacas em altitude, em determinado nível
padrão (Ap).
d) traçar Isógonas em altitude, em determinado nível
padrão (Ap).
e) apontar os campos significativos de intensidade 03
do vento, em níveis padrões selecionados, com
base em análise dos dados de vento em altitude 07
(Ap);
f) traçar os núcleos dos ventos máximos
significativos para fins aeronáuticos, em níveis
padrões selecionados, com base na análise dos
dados do ar superior (Ap);
g) relacionar os perfis de direção e velocidade do
vento às condições atmosféricas que interferem
nas operações aéreas (Cp).
AE
APt
27.1.3
ISOTERMAS
27.1.5
ISOTACAS E
ISÓGONAS
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
MCA 37-56/2010
173
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios práticos de análise em
cartas sinóticas de níveis superiores da América do Sul e/ou de regiões definidas pelo instrutor,
das 12:00 e 18:00 GMT.
A avaliação deverá ser única através de análises dos campos meteorológicos básicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− SAUCIER, W.J. - Princípios de Análise Meteorológica. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro,
1969.
− COMAER. Manual de Centros Meteorológicos. MCA 105-12. 2007.
− Apostila de Análise de Cartas de Altitude. Curso de Especialização em Meteorologia
Aeronáutica. ICEA. 2006.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após a disciplina de Laboratório de
Meteorologia Sinótica 1 - Cartas de Superfície.
174
MCA 37-56/2010
CAMPO: TÉCNICO – ESPECIALIZADO
DISCIPLINA 28:
ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA
TERRA
LAB. MET. FÍSICA - DIAGRAMAS
TERMODINÂMICOS E CARTAS
AUXILIARES
CARGA HORÁRIA
22 tempos
OBJETIVO ESPECÍFICO:
a) determinar parâmetros atmosféricos de interesse aeronáutico, com base na análise de dados
do diagrama termodinâmico e em Cartas Auxiliares (Ap).
UNIDADES DIDÁTICAS
UNIDADE 28.1: DIAGRAMA SKEW T LOG P
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 11
a) determinar parâmetros atmosféricos de interesse aeronáutico, com base na análise de dados
do diagrama termodinâmico Skew T Log P (Ap).
SUBUNIDADES
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) identificar isolinhas que compõem o diagrama
termodinâmico Skew T Log P (Cn).
b) descrever a técnica de interpretação das variáveis
que dão origem as isolinhas do diagrama
termodinâmico Skew T Log P (Cn).
28.1.1
c) identificar a técnica padrão utilizada no traçado da
linha de temperatura do ar num diagrama Skew T 02
O DIAGRAMA SKEW
log P (Cn);
T LOG P
d) citar a técnica padrão utilizada no traçado da linha
de temperatura do ponto de orvalho num diagrama
Skew T log P (Cn);
e) identificar a técnica padrão utilizada no traçado da
direção e velocidade do vento (Cn).
28.1.2
ANÁLISE DO
DIAGRAMA
SKEW T LOG P
a) indicar a técnica apropriada para a localização da
base das nuvens estratiformes e cumuliformes
(Cn);
b) relatar a técnica apropriada na determinação do
topo de nuvens cumuliformes (Cn);
c) distinguir as regiões da linha de temperatura onde
existem instabilidade/estabilidade atmosférica
(Cp);
d) citar a técnica de determinação da temperatura
convectiva (Cn);
e) com base nas linhas de temperatura do ar e do
ponto de orvalho descrever ao menos uma técnica
de localização de formação de gelo (Cn);
f) descrever ao menos uma técnica de localização de
turbulência (Cn).
TEC
AE
MCA 37-56/2010
175
SUBUNIDADES
g)
h)
i)
j)
k)
l)
28.1.2
ANÁLISE DO
DIAGRAMA
SKEW T LOG P
m)
n)
o)
p)
q)
r)
a)
b)
c)
28.1.3
ÍNDICES DE
ESTABILIDADE
d)
e)
f)
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
indicar a técnica utilizada na determinação da
intensidade da turbulência (Cn);
selecionar a melhor técnica para a determinação
da intensidade da formação de gelo e de seu
tamanho estimado (Cn);
selecionar a melhor técnica para a determinação
da formação de granizo (Cn);
definir ao menos uma técnica de determinação de
vento de rajada em superfície (Cn);
enunciar a técnica de identificação de trilha de
condensação em um diagrama Skew T Log P
(Cn);
dado um diagrama Skew T Log P com o traçado
das linhas de temperatura do ar, utilizar a técnica
apropriada para encontrar a temperatura
convectiva, se houver (Ap);
dado um diagrama Skew T Log P com o traçado 01
das linhas de temperatura do ar e do ponto de
orvalho, utilizar a técnica apropriada para 06
encontrar o topo da nuvem cumuliforme, se
houver (Ap);
empregar a técnica apropriada na identificação de
instabilidade/estabilidade atmosférica (Ap);
empregar a técnica apropriada na localização de
formação de gelo, turbulência, vento de rajada em
superfície e trilha de condensação (Ap);
empregar a técnica apropriada na determinação
da intensidade da formação de gelo e da
turbulência (Ap);
utilizar a técnica apropriada na determinação da
formação de granizo juntamente com seu
tamanho estimado (Ap);
discutir as condições atmosféricas identificadas
em um diagrama àquelas que interferem nas
operações aéreas (Cp).
indicar a equação apropriada para o cálculo do
índice K (Cn);
relatar a equação apropriada para o cálculo do
índice Showalter (Cn);
apontar a equação apropriada para o cálculo do
índice CAPE (Cn);
citar a equação apropriada para o cálculo do
índice TOTALS (Cn);
definir a equação apropriada para o cálculo do
índice LIFTED (Cn);
relacionar os índices de instabilidade às
condições atmosféricas que interferem nas
operações aéreas (Cp).
TEC
AE
APt
176
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
28.1.3
ÍNDICES DE
ESTABILIDADE
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
g) dado um diagrama Skew T Log P com o
traçado das linhas de temperatura do ar e do 01
ponto de orvalho, calcular os índices K, 01
Showalter, CAPE, TOTALS e LIFTED (Ap).
AE
APt
UNIDADE 28.2: CARTAS AUXILIARES
OBJETIVO ESPECÍFICO DA UNIDADE:
CH: 11
a) determinar parâmetros atmosféricos de interesse aeronáutico, com base na análise de dados
das cartas auxiliares (Ap).
SUBUNIDADES
28.2.1
ÍNDICE K
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
a) indicar a técnica utilizada na determinação do
campo de valores do índice K, no nível de 700
hPa (Cn);
a) traçar isolinhas de valores de índice K, de uma 01
área considerada, com base nos valores plotados
01
em cartas apropriadas (Ap);
b) identificar os campos de índice K significativos,
em uma região considerada, com base no traçado
de isocapas dessa região (Cp).
a) indicar a técnica utilizada na determinação do
campo velocidade do vento e de temperatura em
altitude;
b) traçar as isolinhas de velocidade do vento e de
temperatura em altitude, do perfil vertical da
atmosfera, em uma dada distância, com base em
dados de altitude (Ap);
c) localizar a área e o perfil do campo de vento
28.2.1
máximo e as possíveis áreas de turbulência em ar 01
SECÇÃO VERTICAL
claro, no espaço e no tempo, com base em dados 02
DA ATMOSFERA
de altitude (Cp);
d) determinar a localização da região da atmosfera
propícia à formação de gelo em aeronaves, com
base nos dados de temperatura e umidade, em
altitude, plotados em formulários apropriados
(Cp).
e) identificar a área da Tropopausa, com base nos
dados plotados em formulário apropriado (Cp).
TEC
AE
APt
AE
APt
MCA 37-56/2010
SUBUNIDADES
177
OBJETIVOS OPERACIONALIZADOS
CH
TEC
01
01
AE
APt
a) discutir a técnica utilizada na avaliação das
condições significativas contidas numa seção
28.2.3
horária de tempo (Cp);
SEÇÃO HORÁRIA b) determinar as condições meteorológicas em rota e
DE TEMPO
em uma área considerada, com base nos dados
de informações contidas numa seção horária de
tempo (Ap).
a) explicar a técnica utilizada no traçado de linhas
isalobáricas (Cp);
b) traçar as isolinhas de mesma diferença de pressão
em 24 horas, com base em dados plotados (Ap);
28.2.4
c) determinar linhas frontais com base em dados
CARTA
plotados de mesma diferença de pressão em 24
ISALOBÁRICA
horas (Ap);
d) determinar as regiões onde as condições
meteorológicas são significativas para as
operações aéreas (Ap).
a) explicar a técnica utilizada no traçado de linhas
contidas um perfil de hodógrafo (Cp);
b) utilizando o perfil de vento na vertical contida em
uma imagem de hodógrafo, determinar a
velocidade e a direção do vento com a altura (Ap);
28.2.5
HODÓGRAFO c) utilizando o perfil de vento na vertical contida em
uma imagem de hodógrafo, determinar a cortante
de vento existente (Ap);
d) relacionar o perfil de vento na vertical apontado
num hodógrafo às condições atmosféricas que
interferem nas operações aéreas (Cp).
01
01
01
01
AE
APt
AE
APt
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS
As aulas expositivas deverão ser complementadas com exercícios práticos de análise
diagramas Skew T Log P e em cartas sinóticas de níveis superiores da América do Sul
e/ou de regiões definidas pelo instrutor, das 00:00 e/ou 12:00 GMT.
A avaliação deverá ser única através de análises dos campos meteorológicos básicos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
− SAUCIER, W.J. - Princípios de Análise Meteorológica. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro,
1969.
− COMAER. Manual de Centros Meteorológicos. MCA 105-12. 2007.
− Apostila de Análise de Cartas de Altitude. Curso de Especialização em Meteorologia
Aeronáutica. ICEA. 2006.
PERFIL DE RELACIONAMENTO
Esta disciplina deverá ser ministrada após a disciplina de Meteorologia Física,
preferencialemente ao final do curso.
178
MCA 37-56/2010
5 - DISPOSIÇÕES FINAIS
5.1
Este Manual substitui a MCA 37-56, de 1º de setembro de 2008, aprovado pela
Portaria CIAAR nº 04/CMDO, de 1º de janeiro de 2008.
5.2
Os casos não previstos neste PUD serão resolvidos pelo Comandante do Centro de
Instrução e Adaptação da Aeronáutica.
MCA 37-56/2010
179
6 – ÍNDICE
CÁLCULO 3
CLIMATOLOGIA
16
101
FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E GEODÉSIA
FUNDAMENTOS DE NAVEGAÇÃO E TRÁFEGO AÉREO
163
138
HIDROMETEOROLOGIA
108
INSTRUMENTOS METEOROLÓGICOS
153
LAB. MET. FÍSICA - DIAGRAMAS TERMODINÂMICOS E CARTAS AUXILIARES 171
LAB. MET. SINÓTICA 1 - CARTAS DE SUPERFÍCIE
166
LAB. MET. SINÓTICA 2 - CARTAS DE ALTITUDE
168
MECÂNICA DOS FLUIDOS 1
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2
METEOROLOGIA AERONÁUTICA
METEOROLOGIA DINÂMICA 1
METEOROLOGIA DINÂMICA 2
METEOROLOGIA FÍSICA
METEOROLOGIA MARÍTIMA
METEOROLOGIA POR RADAR
METEOROLOGIA POR SATÉLITE
METEOROLOGIA SINÓTICA 1
METEOROLOGIA SINÓTICA 2
METEOROLOGIA TROPICAL
MICROFÍSICA DAS NUVENS
MICROMETEOROLOGIA E CAMADA LIMITE PLANETÁRIA
MODELAGEM NUMÉRICA DA ATMOSFERA
PROCESSOS RADIATIVOS DA ATMOSFERA
25
31
131
51
55
37
112
96
91
58
63
67
42
79
87
47
QUÍMICA DA ATMOSFERA E MEIO AMBIENTE
118
TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS
TERMODINÂMICA APLICADA
146
20
Download

Plano de Unidade Didática