CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 1/14 CONTROLE DE COPIA: 1. INTRODUÇÃO O cromatógrafo a líquido é um equipamento que possui a função de identificar e quantificar analitos orgânicos nas mais diversas matrizes, incluindo as de origem biológica (urina, soro, plasma, etc.). O cromatógrafo pode ser composto por cinco partes: a bomba, o detector, o autosampler, o forno da coluna e o degaseificador. A bomba é a parte do equipamento que bombeará a fase móvel utilizada na análise através de tubulação e coluna específicas. Nesta coluna ocorrerá a separação das substâncias presentes na matriz analisada. A bomba pode ser isocrática ou binária. A bomba isocrática possui um único canal, ou seja, é capaz de bombear uma única solução (fase móvel) para o sistema cromatográfico. A bomba binária possui 2 canais (A e B), ou seja, consegue bombear duas soluções diferentes para o sistema cromatográfico ao mesmo tempo, sendo possível determinar a percentagem de cada uma destas soluções através do painel de comando da própria bomba ou através do software utilizado. O detector é capaz de captar a presença do analito na solução de análise no momento que a mesma chegar ao seu caminho ótico por meio da absorção e/ou transmissão de energia num determinado comprimento de onda. Segunda a lei de Beer, as energias absorvida e transmitida são, respectivamente, diretamente e inversamente proporcionais à sua concentração do analito na solução de análise. A magnitude desta variação de energia será expressa em concentração massa/volume pelo software de trabalho. A injeção das amostras, quando feita manualmente, se dá por meio de uma seringa específica para HPLC/UHPLC em um loop de injeção externo. Quando se trata de injeção automatizada, a mesma é feita por meio de um autosampler. Os UHPLCs Flexar possuem autosampler com bandeja refrigerada (Peltier). A depender da natureza dos extratos analisados, é necessária a refrigeração para evitar que o analito de interesse se degrade e/ou que o solvente utilizado no extrato evapore. O forno da coluna tem como função aquecer a mesma. Isto porque, algumas separações cromatográficas são mais eficientes quando se processa a temperaturas superiores à temperatura ambiente. O degaseificador a vácuo tem por função retirar microbolhas presentes na fase móvel antes que a mesma chegue à coluna de separação. As colunas utilizadas nas análises dependerão do que se quer separar, identificar e quantificar na rotina analítica e de qual equipamento será utilizado para tal. Para a maioria das análises de interesse toxicológico em saúde ocupacional, as colunas RP-8 e RP-18 de 5 um podem ser empregadas. As colunas RP-18 de 2 um suporta pressões maiores e, por conseguinte, separam os analitos num tempo bem menor do que o usual. 2. ABRANGÊNCIA Setor de toxicologia. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 2/14 CONTROLE DE COPIA: 3. SIGLAS E DEFINIÇÕES HPLC (high-Performance Liquid Chromatography): cromatógrafo a líquido que trabalha a pressões máximas de 6000 psi e com colunas de micragem de 5 um; UPLC (ultra Performance Liquid Chromatography): cromatógrafo a líquido que trabalha a pressões máximas de 18000 psi e com colunas de micragem de 2 um. Os tempos de retenção são muito menores do que os obtidos pelo HPLC; Autosampler: amostrador automático; Detector PDA: detector de arranjo de diodos; Detector FL: detector de fluorescência; Detector UV/Vis: detector que trabalha nas áreas espectrais do ultravioleta e do visível; Coluna RP-18 5 um: coluna de separação cromatográfica octadecilsilano de 5 micrômetros. Coluna RP-8 5 um: coluna de separação cromatográfica octasilano de 5 micrômetros. Coluna RP-18 2 um: coluna de separação cromatográfica octadecilsilano de 2 micrômetros, utilizada em UHPLC. Resiste a pressões de até 18000 psi. Pescador: peça de metal com porosidade acoplada à extremidade de uma mangueira, cuja outra extremidade, estará ligada à bomba do equipamento. Esta peça metálica estará imersa nas fases móveis e soluções de lavagem do equipamento contidas em recipientes de vidro, em badejas montadas acima do autosampler ou do detector. 4. ESPECIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO a) HPLC Serie 200 manual: Trata-se do cromatógrafo de injeção manual da marca PerkinElmer modelo Serie 200, composto por uma bomba binária (n. série 291N7080401A), um detector UV/Vis (n. série 292N8052405 E) e um degaseificador. b) HPLC Serie 200 autosampler: Trata-se do cromatógrafo de injeção automatizada da marca PerkinElmer modelo Serie 200, composto por uma bomba isocrática (n. série 291N8051503A), um detector UV/Vis (n. série 292N7080804A), um autosampler (n. série 293N8052906A) e um degaseificador. c) UHPLC Flexar PDA: Trata-se do cromatógrafo de injeção automatizada da marca PerkinElmer modelo Flexar, composto por uma bomba binária (n. série 291P2022206B), um detector PDA (n. série 292N2110904PX), um forno de coluna (n. OVHF 120815648), um autosampler (n. série 293H2092703B) e um degaseificador. d) UHPLC Flexar PDA-FL: Trata-se do cromatógrafo de injeção automatizada da marca PerkinElmer modelo Flexar, composto por uma bomba binária (n. série 291P20222205B), um detector PDA (n. série 292N2111904PX), um detector de fluorescência (n. série 2414024), um forno de coluna (n. série OVHF 120715627) e um degaseificador. 5. MANUTENÇÕES a) Diária: Durante a manutenção diária destes equipamentos, deve-se realizar as seguintes ações: • Realizar a purga do sistema para a retirada de bolhas maiores do que aquelas capazes de serem removidas pelo degaseificador; ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 3/14 CONTROLE DE COPIA: • Lavar a coluna de separação por, pelo menos, 20 min com uma solução de metanol grau HPLC / água destilada1:1 • Trocar a fase móvel ou refiltrá-la antes da análise; • Trocar a solução de lavagem (metanol / água destilada 1:1) da probe que encontra-se no autosampler do equipamento. • Realizar lavagem da probe do autosampler utilizando o comando Flush Autosampler no software. Quando se tratar do HPLC Serie 200 autosampler, pode-se também realizar a lavagem da probe pressionado o botão Flush na parte frontal do equipamento. • Anotar as manutenções realizadas nas planilhas LAB-107-VR02, LAB-108-VR02, LAB-109-VR02, LAB-110VR02 para o HPLC Serie 200 autosampler, Serie 200 manual, UHPLC Flexar PDA e UHPLC Flexar PDA_FL respectivamente. 1 OBS: Semanalmente, deve-se descartar o esgoto do equipamento assim como verificar o estado da coluna e pré-coluna do equipamento; caso seja necessário, deve-se proceder a sua troca. Registrar as manutenções dos equipamentos nas suas respectivas planilhas LAB-135-VR01; LAB-136-VR01; LAB-137-VR01 e LAB-138VR01. b) Preventiva: As manutenções preventivas assim como os testes de desempenho são realizados pela Perkin-Elmer anualmente e os períodos em que as preventivas ocorrem são acordados entre esta e o analista responsável pelo setor. c) Corretiva: As manutenções corretivas são realizados pela Perkin-Elmer, conforme contrato de manutenção entre esta e o Laboratório do Grupo Santa Helena. Tal contrato é renovado anualmente e contempla a realização de serviços de manutenções corretivas sem o fornecimento de peças. 6. CALIBRAÇÃO A verificação da calibração do equipamento e/ou a sua recalibração, quando necessária, são realizadas pela equipe técnica da PerkinElmer no momento da manutenção preventiva e/ou corretiva. A calibração do autosampler consiste em ajustar as coordenadas X,Y e Z da agulha da probe, assim como o volume aspirado e dispensado. Quanto à bomba, é preciso que o fluxo mostrado no display esteja em acordo com o fluxo real de bombeamento e o detector tem que separar a faixa espectral na nanometragem indica no display. 7. MATERIAIS E REAGENTES Colunas cromatográficas RP-8 de 5 um ou similar. Pré-colunas para as colunas citadas acima. Seringa de injeção de 100 uL para HPLC. Vials de rosca de 2 mL e suas respectivas tampas para o autosampler. 8. DETALHAMENTO DO PROCEDIMENTO ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 4/14 CONTROLE DE COPIA: a) DESCRIÇÃO DO SOFTWARE E DO EQUIPAMENTO. Os cromatógrafos são divididos em bomba, detector, forno e autosampler, que são instalados e montados sobrepostos. O funcionamento se dá em conjunto tendo como objeto comum o cromatograma da corrida analítica. Todos estes possuem chaves de força (Power) onde, uma vez acionadas, permite-se a passagem de corrente elétrica para o equipamento. A disposição dessas varia conforme o equipamento e o modelo. Os botões de força dos cromatógrafos Flexar situam-se na parte frontal superior do equipamento. Nos HPLCs Serie 200, os botões situam-se na parte lateral inferior ou na parte traseira do equipamento. A ordem de acionamento não importa no caso dos UHPLCs Flexar. Já para os HPLCs Serie 200, a ordem é importante. Primeiro liga-se a bomba, em seguida o detector e por último o autosampler. Para desligar, a sequência é inversa. Todos estes trabalham numa corrente de 220 V e estão ligados a um Nobreak. Os cromatógrafos Serie 200 e UHPLCs podem ser controlados pelo software Chromera versão 3.4.1. Com o auxílio deste, pode-se executar tarefas tais como purga do sistema, lavagem da probe de injeção, caliobração de ensaios analíticos, execução de determinações analíticas, reprocessamentos de resultados entre outras. Há dois computadores no setor de toxicologia onde foram instalados o software Chromera. Um destes computadores possui o software que controla o HPLC Serie 200 manual e o UHPLC Flexar PDA_FL e o outro possui o que controla o HPLC Serie 200 autosampler e o UHPLC Flexar PDA. A depender do equipamento com o qual se deseja trabalhar, deve-se clicar na janela correspondente. Para o UHPLC Flexar PDA_FL há 3 janelas salvas na área de trabalho. Flexar PDA, Flexar FL e Flexar PDA_FL caso se deseje trabalhar com o UHPLC usando apenas o detector PDA, usando apenas o detector de fluorescência e usando ambos os detectores, respectivamente. Após clicar na janela Chromera, observa-se que a janela principal está divida em várias workspaces. À direita do programa, visualiza-se a workspace Control Mode, onde, vê-se na parte superior, uma subdivisão divisão em Manual Control, Single Run e Sequence. Ainda na mesma workspace, na parte inferior tem-se a seguinte subdivisão: Run Time, Method, Sequence, Post Run, Reprocess e Reports. Na parte superior à esquerda do programa, pode ser visualizado a workspace Control Panel onde encontramse os comandos Start Pump / Stop Pump. Na parte inferior à esquerda, visualiza-se a workspace Status Panel onde se observa parâmetros, relacionados à análise e ao equipamento, que são monitorados pelo software, tais como pump pressure, current vial, sequence status, pump status, PDA status, AS status, A%, B%, peltier tray temp, pump flow entre outros. O posicionamento das workspaces pode ser modificado a qualquer momento pelo operador, basta arrastá-lo com o auxílio do cursor do mouse. Caso uma das partes do equipamento não esteja ligado no momento que abrir o Chromera, o software mostrará através da janela Device Connections que ainda não conseguiu conectar-se a esta parte do equipamento. Então, deve-se ligar o mesmo e em seguida clicar no botão connect na janela Device Connections. Para desconectar qualquer das partes do equipamento, clicar em disconnetc na janela Device Connections. Se precisar abrir a janela Device Connections para verificar, a qualquer momento, se alguma das ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 5/14 CONTROLE DE COPIA: partes do equipamento de desconectou, clicar na barra de ferramentas da janela principal do Chromera o ícone correspondente. Passar o cursor do mouse sobre os ícones para identificá-lo pelo nome. b) MANUTENÇÃO DIÁRIA 1 – Ligar o computador (senha para entrar no Windows: Advia 1); 2 – Ligar os equipamentos (bomba, detector(es), autosampler, forno, degaseificador) no botão power. 3 – No Windows, clicar na janela Chromera equivalente ao equipamento que deseja trabalhar. 4- Após clicar na janela do equipamento desejado, o mesmo levará alguns segundo para abrir. Logo em seguida, o mesmo tomará o controle total dos equipamentos, mostrando, através da janela Device Connections, que já se conectou com a bomba, detector, forno e autosample. Esta janela será exibida automaticamente por alguns segundos. 5 – Em seguida, clicar em Manual Control na subdivisão Control Mode. Será exibido na parte central do Chromera as opções de tarefas, tais como Pump Setttings, Purge Pump e Flush Autosampler. 6 – Ao lado da linha Pump Settings, há campos onde serão digitados o fluxo da bomba e proporção dos solventes nos canais A e B. Digita-se o fluxo e a proporção desejados e clica-se em Apply. Caso a bomba não comece a funcionar, clicar em Start Pump em Control Panel. 7 – Para fazer a purga do sistema, abrir a tampa frontal da bomba dos cromatógrafos para ter acesso às válvulas de purga. Estas válvulas devem ser abertas para que possíveis bolhas saiam do sistema. Os HPLCs Serie 200 possuem apenas uma válvula. Os UHPLCs possuem duas válvulas. Os cromatógrafos devem estar com seus pescadores imersos nas soluções de lavagem (água destilada / metanol grau HPLC 1:1). 8 - Na janela principal do software Chromera, ao lado da linha Purge Pump, há três colunas onde são mostrados o fluxo da bomba e os canais A e B. Clicar no campo Flow e digitar o valor desejado (2 a 3 mL/min), em seguida, selecionar qual dos canais fará a purga primeiro. Em seguida, clicar em Apply. Se a bomba já estiver em funcionamento a purga começará imediatamente. Caso a mesma não esteja em funcionamento, deve-se iniciar o bombeamento clicando em Star Pump em Control Panel. Esperar aproximadamente 20 minutos (ou mais a depender do estado de bolhas do sistema) e, em seguida, selecionar o próximo canal a sofrer a purga e clicar em Apply. Esperar aproximadamente 20 minutos (ou mais a depender do estado de bolhas do sistema). 9 – Quando terminar a purga do último canal, clicar em Stop Pump em Control Panel para parar a bomba. Fechar as válvulas das bombas e fechar a tampa frontal dos equipamentos. Digitar o valor inicial de 1 mL/min no campo correspondente ao fluxo na linha Purge Pump. Em seguida, digitar no campo Flow da linha Pump Settings o fluxo que deseja para a bomba e as proporções desejadas nos campos dos canais A e B. Deixar estabilizar por pelo menos 10 minutos antes de trocar as soluções de lavagem pelas fases móveis utilizadas nas corridas cromatográficas. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 6/14 CONTROLE DE COPIA: c) INICIAR UMA CORRIDA ANALÍTICA. 1 - Na janela principal do programa Chromera, à sua direita, há seis linhas identificadas pelos seguintes nomes: Run Time, Method, Sequence, Post Run, Reprocess e Reports. Para criar uma sequência de análise, clicar em Sequence. 2 – Uma nova janela será exibida, onde na parte superior, haverá os campos Name, Description, Group. No campo Name, digitar o nome da corrida analítica (por exemplo: AHP 20/07/14); em Description, digitar alguma informação acerca da corrida analítica (por exemplo: ROTINA) e em Group, digitar ou selecionar a pasta na qual se deseja guardar as análises (por exemplo: Julho 2014). 3 – Ainda nesta janela, observar-se colunas tais como Sample Type, Sample Name, Vial, Method, Injections, Dilutions Factor e Injection Volume. Em Sample Type, selecionar a categoria da injeção. No caso de uma corrida analítica num método já calibrado, selecionar a opção “sample”. Em Sample Name, digitar a ordem de serviço (O.S.) da amostra. À medida que for digitando a O.S. das amostras, tecle Enter e uma nova linha aparecerá em seguida. 4 – Quando terminar de digitar todas as ordens de serviço, clicar em Sample Type com o botão direito na última O.S. que já esteja com a opção “sample” e selecionar Fill Down para que esta opção seja preenchida em todas as linhas (a seleção pode ser feita manualmente linha por linhaa). Se, na coluna Vial, a numeração não estiver completa, clicar com o botão direito no último número exibido e selecionar a opção Fill Down para que a numeração seja preenchida na sequência. Esta seleção pode ser feita linha por linha. O carrossel do autosampler possui capacidade para 100 vials. 5 – Na coluna Method, clicar à esquerda do campo e selecionar o método desejado. Clicar com o botão direito em Fill Down para que todas as linhas sejam preenchidas por este método. Na coluna Injections, selecionar quantas injeções de cada amostra deseja. Caso queira o mesmo número para todas as amostras, clicar com o botão direito na última linha que já contenha o número de injeções e selecionar Fill Down para que todas as linhas sejam preenchidas por este número. Nas colunas Dilutions Factor e Injections Volume digitar os valores desejados e selecionar com o botão Fill Down para preencher as demais linhas. Normalmente não se alteram os valores já exibidos pelo programa para estas duas últimas colunas. 6 – Quando terminar de confeccionar a sequência, clicar em file, na parte superior à direita desta janela, e em Save sequence. O nome que será salvo é o mesmo digitado no campo Name. Caso queira mudá-lo, clicar em Save sequence as e inserir o novo nome da corrida analítica. Em seguida, fechar a janela, clicar em Run Time na janela principal do Chromera. Marcar, na parte superior à direita do programa, em Control Mode, a opção Sequence. Em seguida, clicar em file, em Open sequence e marcar a corrida analítica salva anteriormente. Em seguida, clicar no botão Open. O programa retornará à janela principal onde será exibida, na parte inferior, a sequência criada anteriormente. 7 – Após certificar-se de que as mangueiras e com seus pescadores estão devidamente posicionadas nas fases móveis de trabalho, acionar a bomba clicando no botão Start Pump em Control Panel. Esperar aproximadamente 10 minutos para estabilizá-la e, em seguida, clicar no botão verde, acima da sequência exibida, para dar início às análises. À medida que as amostras foram lidas, uma barra verde será descerá a lista até que todas as alíquotas sejam analisadas. Se precisar parar as análises, clicar no botão vermelho acima da sequência exibida. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 7/14 CONTROLE DE COPIA: d) PARA PEGAR OS RESULTADOS DAS AMOSTRAS. 1 – Após ter terminado de analisar todas as amostras, clicar em Post Run na janela Chromera, em Control Mode, na parte inferior à direita do programa. Uma nova janela será aberta onde serão exibidas as pastas que contêm as corridas analíticas. Clicar na pasta que escolheu ou criou no momento da confecção da lista de sequência para arquivar os resultados da corrida analítica. Em seguida, clicar em cima do sinal de adição (+) que fica ao lado do nome da corrida analítica. Clicar em open. Será aberto um campo na parte central do software que por sua vez é subdivido em duas partes. A superior chamada de Batch: (Nome da corrida) e a inferior chamada Results. Em Batch, serão visualizados os cromatogramas e em Results os resultados nas ordens de serviço. 2 – Clicar no sinal de adição ao lado da ordem de serviço. Serão exibidas novas linhas para esta amostra mostrando a(s) substância(s) de interesse com seu(s) respectivo(s) tempo(s) de retenção e concentração na unidade cadastrada no método. Caso o programa tenha identificado o pico errado, ou o pico de interesse tenha sofrido alteração do seu tempo de retenção, pode-se reprocessar o resultado da amostra (caso tenha sido com uma única ou com poucas amostras) ou pode-se reprocessar toda a corrida analítica, inserindo no método o novo tempo de retenção e reprocessando todas as amostras (ver em 7.6). 3 – Caso queira proceder alguma intervenção no cromatograma ou integração de um resultado em particular, deve clicar em Actions na barra de ferramentas do Chromera, situada na parte superior do programa. Em seguida, clicar em Peak Identification Review. Será possível observar na parte inferior do campo Results duas abas chamadas de Results e Integration. Em Results observa-se as ordens de serviço com seus resultados e em Integration observa-se colunas tais como Component, Retention Time, Peak Search Start (min) e Peak Search End (min) onde estão descritos, respectivamente, o nome do(s) componente(s) analisados(s), o(s) tempo(s) de retenção e os tempo(s) onde o(s) pico(s) começa(m) a ser formado(s) e termina(m). Estes dois tempos formam a faixa de aceitação com que o software entenderá que o pico do analito pode ser encontrado. 4 – Logo abaixo há uma linha chamada Events. Nesta, pode-se selecionar o evento que o operador julgar necessário para melhorar a integração dos picos. e) PARA CRIAR MÉTODO. 1 – Clicar na opção Method em Control Mode. Em seguida em New Method. Serão exibidos, na região central do Chromera, campos onde será possível inserir o nome do método em Method Name, o grupo ou pasta ao qual o método estará inserido em Group, uma descrição breve do método em Description e em Notes. 2 – Será possível ver, à direita do software, a workspace chamada Method. Nela, encontram-se parâmetros integrantes do método que deverão ser editados pelo operador. O primeiro parâmetro chama-se Instruments. Neste, será possível observar campos referentes à bomba, detector(es), forno da coluna e autosampler. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 8/14 CONTROLE DE COPIA: Instruments – Bomba 3 – Clicar em Bomba. Será exibida uma linha com o campo Advanced. Após clicar neste, serão exibidos na parte central da janela principal, campos onde será definido o funcionamento da bomba nesse método. Os principais campos a serem editados são: 3.1 – Transition – Determina se a bomba funcionará de forma binária (Gradient) ou isocrática (Isocratic); 3.2 – Initial Equil Time – Determina se a quanto tempo a bomba precisará para atingir o equilíbrio entre uma injeção e outra; 3.3 – Run Time Reconciliation – Deve estar marcado para que o software ajuste o tempo da bomba com o tempo do detector. 3.4 – Stop Time After Equil (min) – Deve ser digitado 120, pois será o tempo que a bomba levará para de funcionar após entrar em Stand by. 3.5 – Standby Time (min) – Deve ser digitado 30, pois será o tempo em minutos necessário para que a bomba entre em Stand by após a última injeção ou depois de ter sido manipulada pela última vez. 3.6 – Standby Flow (mL/min) – Deve ser digitado 0,2 mL/min, pois será o fluxo utilizado pela bomba no momento de Stand by. 3.7 – Pressure Units – selecionar a opção psi. 3.8 – Upper Pressure Limit - Digitar 3000 psi para o HPLC e 8000 psi para o UHPLC para que, caso as bombas alcancem estas pressões, a mesma interromperia o seu funcionamento. 3.9 – Lower Pressure Limit - Digitar 0 (zero). 4 – Clicar no sinal de adição, à direita da primeira linha de campos da bomba. Outros campos serão exibidos tais como Step, Step Type, Step Time (min), Flow (mL/min), %A e %B. 5 - Clicar no campo em branco abaixo de Step. Este campo mostrará, de forma vertical, quantas etapas terão a corrida analítica neste método. A primeira etapa será de 0 (zero), o segundo 1 (um) e assim por diante. 6 – Abaixo de Step Type, será exibida a qualificação de cada etapa. A etapa primeira etapa será sempre de equilíbrio (Equil), ou seja, o tempo que o sistema levará para equilibrar entre uma injeção e outra. As etapas seguintes são das corridas propriamente ditas (Run). 7 – Abaixo de Step Time (min), deve ser digitado o tempo da corrida analítica. A soma dos tempos das etapas, exceto o da primeira, corresponderá ao tempo da corrida analítica. 8 – Abaixo de Flow (mL/min) de ser digitado o fluxo da corrida analítica. Cada etapa pode ter o seu próprio fluxo. 9 – Abaixo de %A e %B serão digitados as proporções dos canais A e B respectivamente. Cada etapa pode ter as suas próprias proporções; para tanto, é preciso selecionar em Transition a opção Gradient. Instruments - Forno 10 – Após clicar em Forno, será exibida uma linha com os campos In Use, Temperature (oC), Tolerance (+/- oC) e Equil. Time (min). 11 – O campo In Use deve ser desmarcado caso o operador não opte por usar o forno. No campo Temperature (oC), digitar a temperatura na qual deseja que a coluna alcance durante a corrida cromatográfica. Em Tolerance (+/- oC), qual a variação de temperatura o operador aceita para seu método e em Equil. Time (min), em quanto tempo o equilíbrio da temperatura deve ocorrer. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 9/14 CONTROLE DE COPIA: Instruments - PDA 12 – Após clicar em PDA, será exibida uma linha com os campos Sampling Rate (pts/s), Lamp Type, End Time (min). Não há necessidade de editar nenhum destes campos com exceção do End Time que deve coincidir com o tempo da corrida analítica editado em Instruments – Bomba. 13 - Quando houver um sinal de adição (+) à direita da linha PDA, o operador deve clicar neste para que seja será exibida outra linha logo abaixo. Nesta, pode ser inserido o comprimento de onda do método no campo Wavelength (nm). Deve-se deixar marcada a opção Autozero nesta mesma linha. Caso não haja o sinal de adição (+), o operador poderá inserir o comprimento de onda do método no parâmetro Channel Name. Instruments - Autosampler 14 – Após clicar em autosampler, uma linha será exibida na parte central da janela do Chromera. Da mesma forma como ocorrido no parâmetro Bomba, o operador deve clicar na opção Advanced. Assim, serão exibidos campos necessários para editar o funcionamento do autosampler no método montado. Os principais campos a serem editados são: 14.1 – Injection Volume (uL) – Digitar o volume desejado, respeitando a capacidade do loop do injetor. 14.2 – Tray Temperature – Digitar o valor da temperatura desejada para a bandeja de amostras. Caso não seja necessário trabalhar com bandeja resfriada, selecionar a opção OFF para esse campo. 14.3 – Tolerance (+/- oC) – Digitar a variação aceitável da temperatura da bandeja caso deseje que bandeja de amostras seja resfriada. 14.4 – Flash Volume (uL) – Digitar o volume necessário para a lavagem da probe de injeção da amostra. O comum é 1000 uL. 14.5 – Loop size (uL) – Digitar a capacidade do seu loop. 14.6 - Sample Speed – Selecionar fast ou very fast, para os extratos aquosos ou com densidade inferior à da água. 14.7 – Flush Speed - Selecionar fast ou very fast, para soluções de lavagem aquosas. 14.8 – Number of Flushes – Digitar 1 (um) ou o número que o operador pensar suficiente para a devida lavagem da sua probe de injeção. 14.9 – Number of Pre-injections Flushes – Digitar o número de lavagens da probe antes de ser injetada uma amostra. É comum uma lavagem apenas. 14.10 - Number of Post-injections Flushes – Digitar o número de lavagens da probe depois de ser injetada uma amostra. É comum uma lavagem apenas. 14.11 – Needle Level – Selecionar a profundidade com o a agulha da probe descerá na vial. Os números possíveis representam a distância entre o fundo da vial e a altura da probe. Portanto, quanto menor for o número selecionado, mais fundo a probe descerá. Channel Name 15 – Se foi possível inserir o comprimento de onda em PDA, não será preciso editar nada mais neste parâmetro. Caso contrário, o comprimento de onda deve ser inserido aqui. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 10/14 CONTROLE DE COPIA: 16 – Após clicar em Channel Name será exibida, na parte central do Chromera, uma linha com os seguintes campos: Device, Channel Name, entre outros. Clicar no sinal de adição à direita desta linha. Será exibido outro campo também chamado de Channel Name. Em seguida, clicar no campo logo abaixo para ser exibida uma linha onde serão mostrados os campos Analytical Wavelenght e Autozero, entre outros. 17 – Digitar o comprimento de onda de interesse e marcar a opção Autozero. Peaks 18 – Após clicar neste parâmetro, será exibida na parte central do Chromera uma linha com os campos Device, Channel Name, entre outros. Clicar no sinal de adição à direita desta linha. Será exibida logo abaixo outra linha com os campos Component, Retention Time (min), Peak Search Start (min) e Peak Search End (min). 19 – Em Component, selecionar ou digitar o analito de interesse. Em Retention Time (min), digitar o tempo de retenção do analito em questão. Caso o operador não saiba o tempo exato, pode inserir um aproximado que poderá ser editado logo após a corrida analítica. Os demais campos serão ajustados automaticamente pelo software. 20 – Basta clicar na próxima linha abaixo no campo Component, para se inserir um novo analito caso seja necessário. 21 – Caso um dos analitos seja um padrão interno, clicar no sinal de adição à direita deste no campo Component. Logo após, será exibida uma linha com o campo Type. Neste campo, selecionar a opção Uses a Internal Standard para este analito. Calibration 22 – Após clicar em Calibration, será exibida, na parte central do Chromera, uma janela que possui três abas na sua parte superior, chamadas Summary, Detail e Set Up Standard. Na aba Set Up Standard, será exibida uma linha com os campos Device, Channel Name e To Add a Standard. Abaixo desta linha será exibida uma tabela com as seguintes colunas: Component, Unit, Calibration Type e Origin Treatment. 23 – Clicar com o botão direito em cima do campo To Add a Standard e selecionar a opção Add Standard. Será exibida a janela Standard Dictionary onde será possível inserir o nome das colunas correspondentes aos padrões usados na calibração. 24 – Na coluna Component, selecionar o analito a ser calibrado. 25 – Abaixo de cada coluna com o nome dos padrões, digitar suas respectivas concentrações. 26 – Na coluna Unit, selecionar a unidade dos padrões empregados na calibração. 27 – Na coluna Calibration Type selecionar a opção Linear para o tipo de curva que será confeccionada na calibração. 28 – Na coluna Origin Treatment, selecionar as opções Include ou Ignore para confeccionar uma curva com o zero passando pela origem ou não. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 11/14 CONTROLE DE COPIA: 29 – Salvar o método confeccionado clicando na barra de ferramentas acima da janela Chromera em File e em seguida em Save Method. 30 – Este método estará pronto para ser usado numa sequência de calibração (Ver item 7.6). 31 – Após a calibração será possível ver a curva do analito calibrado confeccionada com o seu respectivo coeficiente (r2). f) PARA REPROCESSAR AMOSTRAS 1 – Após a corrida analítica ter sido completada, pode ser necessário reprocessar todos os resultados com um novo método ou com o mesmo método (com alguma alteração, como, por exemplo, tempo de retenção). Assim, o software criará uma nova “batch” de resultados com os ajustes sugeridos. 2 – Deve-se verificar o que exatamente o operador quer corrigir nas análises dos pacientes. Por exemplo, se o método utilizado estabelece que o tempo de retenção para um o analito de interesse é 1,8 min e o pico deste está saindo em 1,6 será provável que o Chromera não o enxergue, dando o resultado como indetectável. Então, o operador deve ir ao método e digitar no campo adequado o novo tempo de retenção. Não esquecer de salvar o método para gravar a alteração feita (ver em 7.6). 3 – em seguida, na janela principal do Chromera, clicar em Reprocess. Um nova janela se abrirá. Clicar em File e em Open sequence. Uma janela será exibida onde serão mostradas as pastas onde estão as análises feitas pelo equipamento. 4 – Clicar no sinal de adição ao lado da pasta desejada. Linhas serão exibidas com os nomes das análises realizadas. Clicar na corrida de interesse e, em seguida em Open. 5 – A sequência analisada será aberta. Então, no campo Method, clicar à esquerda deste e selecionar o método que utilizará para reprocessar estas amostras. Neste momento o software perguntará se quer que ele crie uma cópia desta corrida analítica. É recomendável que se crie, assim de a corrida fora denominada AHP 02/07/2014 a nova, com os dados reprocessados se chamará AHP 02/07/2014 Copy. Dessa forma, fica o registro de que as foram realizadas as análises e que foi preciso reprocessá-las. 6 - Em seguida, com o botão direito, clicar no campo Method e selecionar Fill Down para que todas as linhas sejam preenchidas por este novo método. 7 – logo depois, clicar no botão verde. Esperar alguns segundos e será possível observar uma barra verde que descerá a lista, passando por todas as ordens de serviços. Quando terminar, clicar em Post Run e abrir a nova lista de resultados, como descrito no item 7.4. Lembrar que o nome da corrida agora possui Copy anexado. g) PARA CALIBRAR UM MÉTODO. 1 – Preparar uma sequência de padrões e branco (se for o caso) para confecção da curva analítica. Proceder como descrito no item 7.3 como se fosse correr amostras de pacientes, selecionando em Sample Type a opção Sample e em Method o método ainda não calibrado ou com calibração a modificar. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 12/14 CONTROLE DE COPIA: 2 – Chamar a sequência em Run Time e proceder a corrida como se fosse analisar amostras de pacientes. 3 – Após realizar estas injeções, verificar os tempos de retenção reais e registrá-los no método usado. Para tanto, clicar em Post Run em Control Mode; em seguida, clicar em File e Open sequence. Será exibida outra janela onde serão mostradas as pastas onde estão salvas as corridas cromatográficas. Clicar na corrida desejada em logo depois em Open. 4 - Visualizar os cromatogramas e observar os tempos de retenção reais. Caso sejam diferentes daqueles que inseriu quando criou o método, os mesmos devem ser alterados e o método salvo. Ver a seção 7.5. 5 - Em seguida, clicar em Reprocess. Nova janela será aberta. Clicar em File e em Open sequence. Uma janela será exibida onde serão mostradas as pastas onde estão as análises feitas pelo equipamento. Clicar na pasta onde se encontra a corrida de interesse. Selecioná-la e clicar em Open. 6 – O software voltará à janela Reproocess onde serão observadas as colunas Sample Type, Sample Name, Vial, Method, Standard, Injections, Dilutions Factor e Injection Volume. Em Sample Type, selecionar a categoria da injeção. No caso de uma calibração, selecionar a opção “Calib:Replace”. O software perguntará se deseja criar uma cópia daquela corrida através da janela Batch Copy Selection; optar por criar nova corrida clicando em Create New Batch. Logo em seguida, a coluna Standard estará disponível para trabalho. Clicar no campo Standard para selecionar a concentração à qual corresponde o padrão presente em cada linha da sequência. 7 - Após ter selecionado a concentração correta para cada padrão, clicar no campo Method e selecionar o método o qual havia editado e salvo. Clicar neste mesmo campo com o botão direito e selecionar Fill Down para que todas as linhas sejam preenchidas por este novo método. Clicar no botão verde acima da sequência de padrões. A barra verde descerá linha por linha realizando o reprocessamento. Desta forma, o operador estará possibilitando que o software confeccione uma curva analítica nesse método padrões cujas concentrações foram selecionadas na coluna Standard. 8 – Após reprocessamento, será preciso averiguar se o método foi devidamente calibrado. Para tanto, clicar em Method, em Control Mode, em File e em Open Method. A janela Date Selector – Single Method será exibida, onde mostrarão os métodos já criados pelo operador. Selecionar o método que foi reprocessado. Nova janela será exibida onde serão mostrados os parâmetros integrantes da composição do método de interesse. 9 – À direita do software, será observada a workspace Method, onde serão visualizados os parâmetros integrantes do método tais como Instruments, Calibration entre outros. Ver seção 7.5. Clicar em Calibration. Serão observados, na parte central uma workspace cujo nome será o próprio nome do método. Nesta, na parte superior, haverá 3 abas chamadas, Summary, Datail e Set Up Standard. Clicando tanto em Summary quanto em Datail, será possível ver se a curva de calibração foi confeccionada e se o seu coeficiente está dentro de valores aceitáveis. Caso esteja, este método já poderá ser utilizado para realizar as acorridas analíticas dos controles e, caso estejam com resultados satisfatórios, processar as análises das amostras dos pacientes. Caso a(s) curva(s) não estejam satisfatórios, verificar as possíveis causas. Uma vez identificadas, realizar nova calibração. 9. BIOSSEGURANÇA Para esta atividade é necessário a utilização de luvas, jaleco, touca e máscara, conforme descrito no POP de Biossegurança em vigor (Cód. PO-LB-CQ-001). ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 13/14 CONTROLE DE COPIA: 10. COMENTÁRIOS Deve-se evitar desligar o equipamento com soluções contendo sais no interior de suas tubulações. Tais sais podem ocasionar obstruções nas linhas internas o que eleva consideravelmente a pressão do sistema prejudicando as análises. Quando se trata de UHPLCs o cuidado deve ser maior, pois suas tubulações possuem um diâmetro interno menor do a dos HPLCs. Para tanto, deve-se deixar passar soluções de água/metanol por pelo menos 20 min a um fluxo de 0,5 mL/min antes de desligar o equipamento. 11. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA a) Bibliografia http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/546 http://www3.uma.pt/jcmarques/docs/qaii/QAII4HPLC2007JCM.pdf b) Documentos Complementares Manuais PerkinElmer das Bombas Serie 200 Manuais PerkinElmer dos Detectores UV/Vis Serie 200 Manual PerkinElmer do Autosampler Serie 200 Manuais PerkinElmer das Bombas UHPLC Flexar Manuais PerkinElmer dos Detectores PDA UHPLC Flexar Manuais PerkinElmer dos Autosampler UHPLC Flexar Manual PerkinElmer do Detector Flourescência UHPLC Flexar Plano da qualidade do setor de Toxicologia (Cód. PQ-LB-TX-001) PO de Orientações de Biossegurança (Cód. PO-LB-CQ-001) 12. HISTÓRICO DAS REVISÕES Pg. Natureza da Revisão Data da Revisão Versão Responsáveis 1-15 Procedimento adequado para atender ao item 5.3 da Norma PALC, versão 2013 01/08/2014 01 Luiz Artur Krause 1-15 Procedimento adequado para atender ao item 5.3 da Norma PALC, versão 2013 Após Pré auditoria. 28/01/2015 02 Luiz Artur Krause 1-14 Procedimento revisado e sem alterações. 26/10/2015 02 Luiz Artur Krause 13. ANEXOS Não se aplica. ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA CÓDIGO: PE-LB-TX-002 OPERAÇÃO DOS CROMATÓGRAFOS A LÍQUIDO: HPLC SERIE 200 / UHPLC FLEXAR DATA DE APROVAÇÃO: Ver: Pg.: 26/10/2015 02 14/14 CONTROLE DE COPIA: 14. REGISTRO DE TREINAMENTO DATA NOME COMPLETO ASSINATURA ELABORADOR: APROVADOR: VALIDAÇÃO DA QUALIDADE: Luiz Artur Krause Anderson Alvim Márcia Patrícia ESTE DOCUMENTO É UMA COPIA CONTROLADA, SOMENTE VÁLIDO NA FORMA ELETRÔNICA