INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO TRABALHO DA
ENFERMAGEM HOSPITALAR DE UM HOSPITAL DE PORTO
ALEGRE, RS
Raimundo Diniz, M.Sc.
Doutorando PPGEP/UFRGS;
Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); [email protected]
Lia Buarque de Macedo Guimarães, PhD,CPE
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção – UFRGS
Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); [email protected]
José Luís Duarte Ribeiro, Dr. Eng.
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção – UFRGS
Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); [email protected]
This paper presents a macroergonomic approach for the identification of ergonomic
demanded items (IDE's) which may influence the incidence of absenteism of nurses of the
surgery unit of a hospital in Porto Alegre, RS. The macroergonomic design (MD) technique
was used to identify and prioritize the IDE's, while the cluster analysis was employed to
provide a deeper understanding of the inherent structure presented in the collected data.
The results show that the older and more experient workers are more satisfied with the
work conditions in comparison to their younger and less experient colleagues. The more
important sources of insatisfaction are material handling and equipment used.
Macroergonomics; cluster analysis; nurse; operating room
1. Introdução
Guedes et al. (2000) consideram que os problemas músculo esqueléticos constituem alguns
dos principais problemas que acometem os trabalhadores de enfermagem, implicando no
afastamento do trabalho e, conseqüentemente, elevando o índice de absenteísmo nas
instituições e interferindo na economia do trabalhador, das empresas e do país. No que se
refere à carga de trabalho, a tarefa de enfermagem é considerada pesada pois a execução da
atividade laboral exige grande esforço físico e mental. Além disso, o trabalho dessa
categoria é agravado por outros fatores, tais como condições sócio-econômicas,
organizacionais, técnicas e ambientais inadequadas. O profissional em questão está exposto
a riscos que são peculiares à sua atividade e que podem causar danos à sua saúde, já que, no
cotidiano da prática profissional, permanecem de pé por longo tempo, caminham longas
distâncias, transportam e manipulam cargas, vivenciam a inadequação de mobiliários e
equipamentos essenciais à sua atividade e são submetidos a grandes tensões psíquicas e
emocionais.
A incidência de afastamentos no setor de enfermagem do bloco cirúrgico foi o fator que
levou um hospital de Porto Alegre, RS, e o LOPP/PPGEP/UFRGS realizarem uma pesquisa
para identificação dos problemas e para propostas de soluções a curto prazo. Ao LOPP,
coube o diagnóstico ergonômico e a proposição de soluções a serem implementadas, dentro
de uma visão macroergonômica, que vem sendo a filosofia de projetos desenvolvidos pelo
laboratório. O método de análise utilizado foi o de Análise Macroergonômica do Trabalho
(AMT) (Guimarães, 1999) que compreende a realização de entrevistas e a aplicação de um
questionário fechado aos trabalhadores, de acordo com a ferramenta Design
Macroergonômico (DM) (Fogliatto & Guimarães, 1999). Usou-se, ainda, a técnica de
análise de aglomerados como um meio de explorar a estrutura existente aos dados
coletados.
Este trabalho apresenta a técnica utilizada e os resultados obtidos na etapa de apreciação
ergonômica em um subsetor de enfermagem do bloco cirúrgico do hospital, englobando
técnicos em instrumentação (técnicos responsáveis pela instrumentação cirúrgica) e
circulação (técnicos responsáveis pelo apoio aos cirurgiões, em qualquer situação
requerida), os quais revezam suas funções. O mesmo não ocorre com as outras
subpopulações (pessoal do preparo, anestesia, arsenal), as quais desempenham atividades e
atuam em cenários diferenciados.
2. Métodos e técnicas
2.1. Sujeitos
A população amostral foi constituída por 40 auxiliares de enfermagem (instrumentação e
circulação), sendo 38 do sexo feminino e 2 do sexo masculino. A idade variou entre 25 e 57
anos. O tempo de trabalho variou entre 0,6 e 26 anos. Do total, 13 trabalham em turno
noturno e 27 em turno diurno.
2.2 Método de coleta de informação sobre o trabalho: Design Macroergonômico (DM)
Para Guimarães et al. (2000), no intuito de melhor enquadrar o homem em seu meio de
trabalho, deve-se considerar não somente a adequação física, fator primordial à adequação
do homem à sua atividade, mas, também, a questão do enriquecimento da tarefa, do
conforto, segurança e da qualidade de vida. O processo de análise macroergonômica,
conforme proposto por Hendrick (1990), consiste na adequação organizacional voltada à
concepção e gerenciamento das novas tecnologias. Sua aplicação evidencia interações no
contexto social e organizacional para a melhor adequação do sistema de trabalho e
concepção de novos sistemas. Como base fundamental à sua aplicação, o processo
participativo verifica-se ao longo de todo o estudo ergonômico. A participação dos
trabalhadores, tanto na fase de concepção, quanto de implementação de propostas
projetuais, garante um maior envolvimento e, por conseguinte, maior índice de sucesso nas
modificações.
O método de Análise Macroergonômica do Trabalho (AMT), proposto por Guimarães
(1999) foi adotado nesta pesquisa. Este método tem uma abordagem bottom up prevendo a
participação dos usuários em todas as fases do projeto, o que geralmente é viabilizado pelo
comitê de ergonomia (COERGO) da empresa. Ao COERGO, cabe acompanhar o
levantamento e a análise da situação, a proposição e validação de soluções. Na fase de
levantamento é utilizado o Design Marcroergonômico (DM) (Fogliatto & Guimarães,1999).
O DM é uma ferramenta para design de produtos e postos de trabalho, de caráter
participativo, baseada em preceitos macroergonômicos que inova ao incorporar a demanda
ergonômica do usuário. Por demanda ergonômica compreende-se as manifestações do
usuário quanto às questões ergonômicas envolvidas nos produtos que manuseia e nos
postos de trabalho onde executa suas tarefas. A implementação do DM, neste trabalho,
contemplou as seguintes etapas: 1) identificação do usuário e coleta organizada de
informações acerca de sua demanda; 2) priorização dos Itens de Demanda Ergonômica
(IDE´s) identificados pelo usuário. A priorização utiliza a própria informação coletada em
(i), baseando-se, por exemplo, em características do conjunto de dados amostrais
(freqüências, ordem de menção de itens, etc.). O objetivo nesta etapa é criar um ranking de
itens demandados.
2.1.2. Mapeamento dos IDE´s com a participação direta dos usuários
2.1.2.1. Entrevistas
De acordo com Fogliatto & Guimarães (1999), o levantamento dos IDE´s foi realizado por
meio de entrevista não induzida com os usuários, a qual permite obter a declaração
espontânea destes a respeito de seu trabalho. As respostas das entrevistas foram tabuladas
em planilha Excel e analisadas pela equipe de especialistas. Foram expurgadas as
informações não pertinentes e agrupadas as respostas por afinidade, ou seja, as respostas
semelhantes foram consideradas como um mesmo Item de Demanda Ergonômica (IDE). A
tabulação das respostas de todos os respondentes permitiu o estabelecimento de um ranking
de importância quanto à demanda ergonômica dos usuários (funcionários do setor de
instrumentação/circulação).
Para efeito de priorização dos Itens de Demanda Ergonômica (IDEs), a ordem de menção
de cada item é utilizada como peso de importância pelo recíproco da respectiva posição; ou
seja, ao item mencionado na pésima posição é atribuído o peso 1/p. Dessa forma, o primeiro
fator mencionado receberá o peso 1/1= 1 o segundo 1/2 = 0,5, o terceiro 1/3 = 0,33, e assim
por diante. A tendência do uso da função recíproca é de valorizar os primeiros itens
mencionados, sendo que, a partir do quarto item, a diferença passa a ser menos expressiva.
A soma dos pesos relativos a cada item dará origem ao ranking de importância dos itens e
geralmente servem de guia para a elaboração de um questionário a ser preenchido por todos
os funcionários. O resultado dos questionários indicará as prioridades dos IDEs a serem
consideradas no projeto. No entanto, na medida em que não é possível a aplicação de
questionários, a priorização estabelecida a partir dos dados da entrevista espontânea é um
forte indício da importância dos IDEs.
As entrevistas foram efetuadas individualmente, com uma amostra dos trabalhadores dos
dois turnos, diurno e noturno, nos horários dos turnos, e tiveram duração de 10 a 20
minutos. Foram explicitados itens relativos às condições ambientais, deslocamentos,
movimentacionais, mobiliário, organizacionais/gerenciais e psicossociais.
2.1.2.2. Questionários
Os dados das entrevistas resultaram na elaboração de um questionário com 31 questões
relativas aos itens mencionados nas entrevistas sendo que 3 quesitos abrangeram as
condições ambientais, 3 os deslocamentos, 2 as questões movimentacionais, 3 as de
mobiliário, 13 as questões organizacionais/gerenciais e 7 as psicossociais.. O questionário,
a ser preenchido por toda a população usuária, permite aferir o nível de satisfação do sujeito
com relação a cada questão. A metodologia do Design Macroergonômico, utilizada neste
projeto, recomenda o uso de uma escala de avaliação contínua, conforme sugerido por
Stone et al. (1974), com duas âncoras nas extremidades (insatisfeito e satisfeito) e uma
âncora no centro (neutro). Esta escala tem 15 cm e ao longo dela o sujeito deverá marcar a
sua percepção sobre o item. A intensidade de cada resposta poderá variar entre 0 e 15.
Os dados dos questionários foram tabulados e priorizados em função do nível de
insatisfação. Diferentemente da ponderação das entrevistas (que valoriza a soma dos pesos
atribuídos a cada item pelos usuários) no questionário o peso do item é gerado por sua
média aritmética. Para se verificar se as questões do questionário mediam situações
similares, conforme a estrutura montada para o entendimento dos respondentes, ou seja,
para medir a compreensão da escala, usou-se o Alfa de Cronbach. (1951). O alfa de
Cronbach é uma medida de consistência interna de questionários que permite verificar se
todas as questões medem situações similares (satisfação/insatisfação; importância/nãoimportância; etc.); ou seja, mede a compreensão da escala do questionário, e se os dados
são minimamente confiáveis. A partir da medida, pode-se: reelaborar o questionário inteiro
ou rever questões mal interpretadas; recoletar dados. Valores de alfa de Cronbach maior ou
igual a 0,55 indicam uma boa consistência interna.
2.2. Análise de aglomerados
A título de identificar a existência, ou não, de grupos de respondentes, usou-se a técnica de
análise de aglomerados como um meio exploratório dos dados coletados no hospital. A
análise de aglomerados (ou cluster analysis) organiza elementos em grupos para que se
possa comparar e compreender melhor o comportamento de cada grupo de acordo com uma
determinada problematização. Ribeiro (1999) afirma que esta análise é uma técnica para
agrupar elementos , em dois ou mais grupos, de modo que os elementos em um mesmo
aglomerado apresentem similaridade entre si e diferem, em alguma extensão, dos elementos
de outros aglomerados. Idealmente, os grupos resultantes devem apresentar alta
homogeneidade interna (dentro do grupo) e alta heterogeneidade externa (entre grupos).
A matriz elaborada para a análise de aglomerados foi constituída pela média dos IDEs
secundários (quesitos do questionário), o que os condensou aos IDES primários (aspectos
problemáticos). As variáveis que caracterizaram os respondentes ou elementos foram a
idade, o tempo e o turno de trabalho. Adotou-se um algoritmo de agrupamento não
hierárquico ou agrupamento em K-médias (k-means cluster) no software de estatística
SPSS. O número de aglomerados formados foi 3, sendo o primeiro composto por 11
elementos, o segundo por 15 elementos, o terceiro por 14 elementos.
3. Resultados e discussão
A seguir tem-se o resultado dos questionários fechados, que foram aplicados aos auxiliares
de enfermagem (instrumentadores e circulantes) do bloco cirúrgico do hospital, nos dois
turnos de trabalho (diurno e noturno). Fez-se um comparativo entre os respondentes de
acordo com as variáveis: idade, turno e tempo de trabalho.
Comparativo entre os turnos
Escala Progressiva
15
Diurno
7,5
Noturno
.
IL
B
O
M
C
O
N
D
.A
M
B
.
PS
IC
O
S.
D
ES
LO
C
.
M
O
VI
M
.
O
R
G
/G
ER
.
0
IDE´s - Tec. Enfermagem
Gráfico 01 – Resultados dos questionários para os funcionários do turno diurno
De acordo com o gráfico 01, pode-se notar que os funcionários do turno diurno apontaram
como IDEs mais insatisfatórios no seu trabalho a questão do mobiliário, a questão
organizacional/gerencial e os aspectos movimentacionais. Já para os funcionários do turno
noturno, pode-se perceber que os IDEs mais insatisfatórios no seu trabalho são aqueles
relacionados ao mobiliário, aos aspectos movimentacionais e aos de deslocamentos. A
média de idade dos funcionários do turno diurno foi 36,5 anos. No gráfico 02, nota-se que,
de forma geral, os trabalhadores mais jovens apresentam-se mais insatisfeitos com os IDEs
no seu trabalho do que os trabalhadores mais velhos.
Comparativo entre os trabalhadores mais jovens
e os mais velhos/Diurno
Itens de demanda ergonômica
PSI
ORG/GER
MOB
37 a 56
25 a 35
MOV
DES
CA
0
5
10
15
Grau de satisfação
Gráfico 02 – Comparativo entre os trabalhadores mais jovens e mais velhos do turno diurno
Os funcionários do turno da noite são mais velhos do que os do dia, com média de idade de
41,9 anos. De acordo com o gráfico 03, nota-se que, no turno noturno, os funcionários mais
jovens apresentaram maior nível de insatisfação com os IDEs.
Itens de demanda ergonômica
Comparativo entre trabalhadores jovens e mais
velhos/Noite
PSI
ORG/GER
MOB
40 - 57
34 - 39
MOV
DESL
CA
0,0
7,5
15,0
Grau de satisfação
Gráfico 03 – Comparativo entre os trabalhadores jovens e mais velhos do turno noturno
A média do tempo de trabalho dos funcionários do turno diurno foi de 7,5 anos. Pode-se
observar, no gráfico 04, que os novatos encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs
psicossociais, organizacionais/gerenciais e condições ambientais, enquanto que os mais
experientes encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs mobiliário, movimentacionais e
deslocamentos.
Comparativo entre os trabalhadores novatos e os
mais experientes/Diurno
Itens de demanda ergonômica
PSI
ORG/GER
MOB
9 a 19
0,6 a 7
MOV
DES
CA
0,0
2,0
4,0
6,0
8,0
10,0
12,0
Grau de satisfação
Gráfico 04 – Comparativo entre os trabalhadores novatos e os mais experientes do turno diurno
A média do tempo de trabalho dos funcionários do turno noturno foi 12,2 anos, maior do
que a média de tempo de trabalho dos funcionários do turno diurno. Pode-se observar, no
gráfico 05, que os novatos encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs:
organizacionais/gerenciais, condições ambientais e movimentacionais, enquanto que os
mais experientes encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs: psicossociais, mobiliário e
deslocamentos.
Comparativo entre os trabalhadores novatos e os
mais experientes/Noite
Item de demanda
ergonômica
PSI
ORG/GER
MOB
14 a 26
5 a 10
MOV
DESL
CA
0,0
7,5
15,0
Grau de satisfação
Gráfico 05 – Comparativo entre os trabalhadores novatos e os mais experientes do turno noturno
Os resultados do alfa de cronbach (= 0,72) mostraram boa consistência interna do
questionário. Este resultado era esperado pelo fato de que o questionário foi aplicado aos
sujeitos que compunham o mesmo ambiente de trabalho, com as mesmas tarefas e metas.
3.2. Análise de aglomerados
A estrutura definida pelos aglomerados demonstrou a existência de três agrupamentos de
tamanhos aproximados (ver quadro 01).
Number of Cases in each Cluster
Cluster
1
11
2
15
3
14
Valid
40
Missing
0
Quadro 01 – Número de objetos em cada agrupamento
O primeiro grupo foi formado por 11 trabalhadores, sendo 3 do turno noturno e 8 do turno
diurno. A média de idade foi 38,6 anos e do tempo de trabalho foi 8,18 anos. No geral, este
grupo apresentou-se mais insatisfeito nos IDE´s: deslocamentos, condições ambientais e
organizacional/gerencial. O segundo grupo foi formado por 15 pessoas, sendo 10 do turno
noturno e 5 do diurno, com média de idade de 48,8 anos e de tempo de trabalho de 12,6
anos (ou seja, este grupo é o mais velho e o mais experiente). Para este grupo, todos os
IDE´s foram considerados como satisfatórios. O terceiro grupo foi formado por 14 pessoas,
todas do turno diurno, com média de idade de 33,07 anos e de tempo de trabalho de 5,87
anos (ou seja, este grupo é o mais jovem e com menos tempo de trabalho). Os IDE´s para
este grupo foram considerados como os mais insatisfatórios. O gráfico 06 apresenta uma
comparação entre as médias do nível de satisfação relacionado aos IDE´s para cada
agrupamento.
4. Considerações finais
De acordo com os resultados preliminares desta pesquisa, pode-se notar que os técnicos de
enfermagem (circulantes e instrumentadores) do bloco cirúrgico do hospital estudado
apresentaram-se insatisfeitos com alguns Itens de Demanda Ergonômica. Os resultados
corroboram com a literatura (Guedes et al., 2000), de forma que se pode dizer que a questão
de afastamentos pode estar relacionada com os fatores citados: movimentacionais
(transporte e manuseio de cargas, levantamento e transferência manual de pacientes),
deslocamentos (caminhar longas distâncias), mobiliário (inadequação de mobiliários e
equipamentos). Os fatores psicossociais e organizacionais/gerenciais também aparecem
como insatisfatórios entre a população pesquisada, os quais são pouco abordados pela
literatura (Burton et al, 1997, Bongers et al., 2993 apud Iwatsubo & Caillard, 2000).
Acredita-se que estes fatores sejam específicos ou típicos do hospital em estudo.
5. Bibliografia consultada
FOGLIATTO, F. S., GUIMARÃES, L. B. Design Macroergonômico: uma proposta
metodológica para projeto de produto. In: GUIMARÃES, L. B. (Ed.), Revista Produto
& Produção. PPGEP/UFRGS: Porto Alegre, 1999. Vol. 3, n. 3, pp. 1 – 15.
GUEDES, M., E., MAURO, M. Y. C., MAURO, C. C. C., MORIYA, T. M. Problemas
musculoesqueléticos na enfermagem hospitalar. In: Anais do I Encontro Panamericano de Ergonomia – X Congresso Brasileiro de Ergonomia. A Ergonomia na
Empresa: útil, prática e aplicada. Mídia eletrônica (CD-ROM). ABERGO: Rio de
Janeiro. 2000. Pp. 41 – 49.
HENDRICK, H. W. Macroergonomics: a System Approach to Integrating Humam Factors
with Organizational Design and Management. In: Annual Conference of The Human
Factors Association of Canada., Ottawa, Canadá: HFAC, 1990.
IWATSUBO, Y., CAILLARD, J. Prevention of musculoskeletal disorders among health
care workers. In: Anais do Congresso do IEA (International Ergonomics
Association) 2000/HFES, Ergonomics for the new milleinum. San Diego, Califórnia:
HFES, 2000. Pp. 423 – 426.
RIBEIRO, J. L. D. Análise de aglomerados: notas de aula. Material não publicado.
PPGEP/UFRGS: Porto Alegre, 2000. Pp. 2 – 18.
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Intervenção ergonômica no trabalho da enfermagem