Administração CELG D - 2014 Profº Adm. Mardem Costa 1 Administração é... • “... um conjunto de atividades dirigidas à utilização eficiente e eficaz dos recursos, no sentido de alcançar um ou mais objetivos ou metas t organizacionais”. i i i ” (SILVA, (SILVA 2004) • “... o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar objetivos organizacionais”. (CHIAVENATO, 2004). Profº Mardem Costa 2 1 Figura 1.1 – Uma organização é um sistema de trabalho que transforma recursos em produtos e serviços RECURSOS HUMANOS MATERIAIS FINANCEIROS INFORMAÇÃO ESPAÇO TEMPO ORGANIZAÇÃO OBJETIVOS PRODUTOS SERVIÇOS Profº Mardem Costa 3 ORGANIZAÇÃO É o processo de arrumar e alocar o trabalho, a autoridade e os recursos entre membros da organização de modo que eles possam alcançar eficientemente os objetivos da mesma. Montar uma estrutura humana e material para realizar o empreendimento. Estrutura Organizacional e Organograma. • Define a autoridade e as responsabilidades dos indivíduos é representado por um organograma indivíduos, organograma. • Divisão de trabalho • autoridade e hierarquia • comunicação. Profº Mardem Costa 4 2 ORGANIZAÇÃO Como empresa Unidade ou entidade Social na qual as pessoas interagem entre si para alcançar objetivos comuns. Organização Organização Formal Organização Informal Como função administrativa É organizar, i estruturar e integrar os recursos (materiais, humanos) e os órgãos administrativos estabelecendo relações entre eles.Costa Profº Mardem 5 Organização da empresa é a ordenação e o agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance de objetivos e resultados estabelecidos. Estrutura organizacional é o conjunto ordenado de responsabilidades responsabilidades, autoridades autoridades, comunicações e decisões das unidades organizacionais de uma empresa. Estrutura Formal, objeto de grande parte de estudo das organizações organizações, é aquela deliberadamente planejada e formalmente representada, em alguns de seus aspectos, pelo organograma. È aquela oficialmente aceita. Estrutura Informal é a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida pela estrutura formal. f l Significa que se desenvolve espontânea mente quando as pessoas se reúnem. Portanto, apresenta relações que, usualmente, não aparecem no organograma. Profº Mardem Costa 6 3 Desenho estrutural Profº Mardem Costa 7 Princípios básico da Organização • Divisão do trabalho; • Especialização; • Hierarquia: • Autoridade; • Responsabilidade; • Delegação. Profº Mardem Costa 8 4 Distribuição autoridade e Responsabilidade Autoridade: poder de comandar outros para que executem ou deixem de executar algo, da maneira considerada como adequada. Distingue-se por três características: é alocada em posições da organização e não em pessoas; é aceita pelos subordinados; flui de cima para baixo através da hierarquia. Responsabilidade: o dever de desempenhar a tarefa ou atividade para a qual a pessoa foi designada. O grau de autoridade é proporcional ao grau de responsabilidade assumida pela pessoa. Profº Mardem Costa 9 Profº Mardem Costa 10 5 Principais características: 1 - Divisão do Trabalho •Padronização e simplificação das atividades dos operários e dos níveis gerenciais. •Maior especialização e detalhamento das tarefas. •Melhor aproveitamento do trabalho especializado por meio da departamentalização. •Maior produtividade e rendimento por pessoa. pessoa •Maior eficiência da empresa. •Redução nos custos de produção (mão de obra e materiais diretos). Profº Mardem Costa 11 Organização Formal Principais características: 2 - Especialização Simplificação das tarefas e redução do período de aprendizagem. aprendizagem As tarefas são simples e repetitivas. Melhoria nos métodos de trabalho (foco). Melhor rendimento do trabalho por incentivos de produção. 3 - Hierarquia Representa a distribuição do volume de autoridaderesponsabilidade em cada um dos níveis da organização. Surge como decorrência das funções especializadas. Os teóricos da Administração a chamam de comando. Profº Mardem Costa 12 6 Organização Formal 4 – Autoridade e Responsabilidade Autoridade é o poder de comandar outros para que executem t algo, l d maneira de i adequada d d para a realização li ã dos objetivos da empresa. Autoridade é o fundamento da responsabilidade. Dentro da empresa ela deve ser delimitada explicitamente. De uma forma geral, a generalidade do direito de comandar diminui à medida que se vai do alto para baixo na estrutura hierárquica. Responsabilidade é a relação pela qual o subordinado concorda em executar os serviços em troca de compensação monetária. Profº Mardem Costa 13 Amplitude de Controle Número máximo de subordinados que um chefe pode supervisionar eficientemente. Dimensão HORIZONTAL amplitude Pode variar dependendo: • natureza da atividade • características pessoais do chefe e dos subordinados Profº Mardem Costa 14 7 Organização Informal - não aparecem no organograma, porém elas existem. - são benéficas ou não, dependendo do ponto de vista. - caracterizam-se pelos laços de amizades e pelo encurtamento de comunicação i ã e ttroca d de iinformações. f õ no processo d - é aceita por estudiosos como um fator de motivação. - podem ser mais poderosas que qualquer outro tipo de estrutura. • • • • • • Usos e costumes, tradições, ideais e normas sociais Coesão ou antagonismo Colaboração espontânea Oposição à organização formal Padrões de relações e atitudes Transcende a organização formal 15 ORGANIZAÇÃO Consiste em: 1. Determinar as atividades específicas necessárias ao alcance dos objetivos planejados; 2. Agrupar as atividades em uma estrutura lógica (departamentalização); 3. Designar g as atividades às específicas p posições p ç e pessoas p (cargos e tarefas). Profº Mardem Costa 16 8 Tipos de Estruturas Formais Tipos de Estruturas Formais - Linear (ou militar) - Funcional (de Taylor) - Linha-Staff Modernos Tipos de Estruturas - Matricial - Por processo - Por Célula (celular) Profº Mardem Costa 17 Estrutura Linear Gerência Geral Gerência departamento Gerência departamento Gerência departamento Gerência divisão Gerência divisão Gerência divisão Gerência seção Gerência seção Gerência seção CARACTERÍSTICAS - Originou-se nos exércitos e organizações eclesiásticas medievais. - Tipicamente encontrada em pequenas e médias empresas. - Autoridade única, escalar e da unidade de comando. - Linhas formais de comunicação. Centralização das decisões. - O supervisor é responsável pela unidade. 18 9 Estrutura Funcional cadeia de comando Presidente Diretor administrativo Gerente financeiro Diretor de operações Gerente de RH Gerente de produção Gerente de manutenção Diretor de Marketing Gerente de vendas Gerente de propaganda CARACTERÍSTICAS - Autoridade A t id d ffuncional i l gerará á uma multiplicidade lti li id d d de contatos t t através t é de linhas diretas de comunicação. - A divisão do trabalho é aplicada às tarefas e à supervisão. - Valorização da especialização. Especializa os deptos em órgãos focalizados em sua atividade principal (produção, finanças, rh,...). - Retrata a organização como conjunto de funções inter-relacionadas . Profº Mardem Costa 19 Estrutura de Linha-staff Conselho Superintendente Assessoria Comitê executivo Gerente divisão Vendas Engenharia g Compras p Materiais Produção Inspeção Departamentos Profº Mardem Costa 20 10 Estrutura de Linha-staff Características : • Fusão da estrutura linear com a estrutura funcional. • Coexistência entre linhas formais e linhas diretas de comunicação. comunicação • Estrutura muito utilizada em organizações de porte médio e em trabalhos técnicos ou técnico-científicos e em níveis intermediários de organizações muito complexas. • As unidades e posições de linha se concentram em alcançar os objetivos da empresa através da delegação de autoridade e serviços especializados a outras unidades da empresa. • Os dirigentes podem dispor de um órgão de estudos, pesquisas, informações, sugestões, etc., com a finalidade de lhes prestarem assessoria. Profº Mardem Costa 21 Estrutura de Linha-staff Características : • A assessoria exerce somente autoridade de idéias, exceto quanto ao p q pessoal de sua de sua estrutura interna. • Cada funcionário recebe ordens de um único gerente imediato. • A assessoria pode ser constituída por uma única pessoa ou vários componentes. Profº Mardem Costa 22 11 DEPARTAMENTALIZAÇÃO Departamentalização é o agrupamento, de acordo com um critério específico de homogeneidade, das atividades e correspondentes recursos (humanos, financeiros, materiais e equipamentos) em unidades organizacionais. Conceito “ É uma forma de fracionar a estrutura organizacional (divisões, seções, diretorias, departamentos, coordenações, serviços etc.), objetivando agrupar as atividades que possuem uma mesma linha de ação, de forma a aumentar a eficiência, o controle, e descentralizar a autoridade e a responsabilidade.” A departamentalização representa a divisão di i d trabalho do b lh no sentido id horizontal, h i l ou seja, em sua variedade de tarefas. Visa fortalecer o desempenho funcional. Obs: a divisão do trabalho no sentido vertical, refere-se aos 23 níveis de autoridade. Profº Mardem Costa TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO FUNCIONAL POR QUANTIDADE MISTA TERRITORIAL DEPARTAMENTALIZAÇÃO MATRICIAL POR PRODUTO POR CLIENTES POR PROJETO POR PROCESSO Profº Mardem Costa 24 12 DEPARTAMENTALIZAÇÃO FUNCIONAL As atividades são agrupadas de acordo com as funções da empresa podendo ser considerado o critério de departamentalização mais usado pelas empresas. São agrupadas na mesma unidade pessoas que realizam atividades dentro de uma mesma área técnica. Profº Mardem Costa 25 GEOGRÁFICA OU TERRITORIAL Usada em empresas territorialmente dispersas. Baseia-se no princípio de que todas as atividades que se realizam em determinado território (geográfico) devem ser agrupadas e colocadas l d sob b as ordens d d um administrador. de d i i d Profº Mardem Costa 26 13 Coca-cola e o Festival de Parintins O festival folclórico do boi-bumbá , que ocorre sempre no final de junho na cidade de Parintins/AM e tem o patrocínio da Coca-cola, mas este teve seu consumo um pouco "boicotado" devido as cores de sua latinha. Que "azul" de verdade (boi Caprichoso) de coração, que iria ser louco de sair por ai com uma latinha vermelha na mão(boi Garantido) , como se fizesse parte da torcida adversária? Resultado os Caprichosos não consumiam Coca cola e, Coca-cola e muitas vezes, vezes a afronta ainda era maior, maior ao preferirem a Pepsi e sua latinha azul. Pois a Coca-cola conseguiu uma autorização especial da matriz e lançou latinha personalizadas, exclusivas para o festival. Profº Mardem Costa Tipo Refrigerante Definição Normal Sabor Guaraná Cor Rosa Origem Criador 27 Guaraná Jesus Brasil Jesus Norberto Gomes Lançamento 1920 Fabricante The Coca Coca Company Distribuidor Renosa C Comercialização i li ã R i Regional l Relacionada(s) Coca-Cola Profº Mardem Costa 28 14 PRODUTO OU SERVIÇO O agrupamento é feito de acordo com as atividades inerentes a cada um dos produtos ou serviços da empresa. Profº Mardem Costa 29 DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR CLIENTE As atividades são agrupadas de acordo com as necessidades variadas e especiais dos clientes ou fregueses da empresa. È usada principalmente no agrupamento de atividade de vendas ou serviços. Profº Mardem Costa 30 15 DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PROCESSO As atividades são agrupadas de acordo com as etapas de um processo. Portanto, considera a maneira pela qual são executados os trabalhos ou processos. É encontrada com mais estabelecimentos industriais. Profº Mardem Costa frequencia em 31 DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR PROJETO As atividades e as pessoas recebem atribuições temporárias. O gerente de projeto é responsável pela realização de todo o projeto ou de uma parte dele. Terminada a tarefa, o pessoal que temporariamente havia sido destinado a ela é designado para outros departamentos ou outros projetos. Projeto é um trabalho, com datas de início e término, com produto final previamente estabelecido, em que são alocados e administrados os recursos sob a responsabilidade de um coordenador Profº Mardem Costa 32 16 DEPARTAMENTALIZAÇÃO MATRICIAL Nesse caso, há sobreposição de dois ou mais tipos de departamentalização sobre a mesma pessoa. Geralmente, essa sobreposição refere-se à fusão entre a estrutura funcional e a estrutura por projetos. Existe portanto, uma dupla ou múltipla subordinação. Profº Mardem Costa 33 DEPARTAMENTALIZAÇÃO POR QUANTIDADE Para uma empresa trabalhar com esse tipo de departamentalização, deve agrupar certo número de pessoas Quando, por necessidade do serviço, é acrescentado outro turno d trabalho, do t b lh como é comum ocorrer em indústrias i dú t i d processo de contínuo, empresas de serviços, como Hospitais, telefonia e refinarias de petróleo, etc. DIRETORIA DE PRODUÇÃO GERÊNCIA DA UNIDADE I S1 S2 S3 GERÊNCIA DA UNIDADE II S4 S1 S2 S3 GERÊNCIA DA UNIDADE III S4 Profº Mardem Costa S1 S2 S3 S4 34 17 DEPARTAMENTALIZAÇÃO MISTA É o tipo mais freqüente, pois cada parte da empresa deve ter a estrutura que mais se adapte a sua realidade organizacional. Profº Mardem Costa 35 As Funções Administrativas e suas Características 1 PLANEJAMENTO 2 ORGANIZAÇÃO • Estabelecer objetivos e missão; • Desenhar os específicas; • Examinar as alternativas; • Criar estrutura organizacional; • Determinar as necessidades de recursos; • Definir posições de staff; • Criar as estratégias alcance dos resultados. • Coordenar as atividades de trabalho; • Estabelecer políticas e prioridades; • Definir a alocação de recursos. 4 • • • para o CONTROLE 3 Medir o desempenho; Estabelecer comparação do desempenho com os padrões estabelecidos; Tomar as ações necessárias para melhoria do desempenho. • • • • cargos e tarefas DIREÇÃO Conduzir e motivar os empregados p g na realização das metas organizacionais; Estabelecer comunicação com os trabalhadores; Apresentar solução dos conflitos; Gerenciar mudanças. Profº Mardem Costa 36 18 PLANEJAMENTO O Planejamento consiste na primeira etapa do processo administrativo, que vem antes da execução de qualquer atividade. Planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente quais os objetivos almejados e o que deve ser feitos para atingi-lo de maneira adequada. O Planejamento sempre visa a uma ação futura. Elaborado o planejamento, planejamento o administrador pode organizar, dirigir, e controlar as atividades da empresa, mais sempre tendo em mente os objetivos a serem atingidos pela frente. Profº Mardem Costa 37 PLANEJAMENTO PLANEJAR •Definir objetivos •Verificar como as coisas estão hoje Organizar Dirigir Controlar •Traçar premissas sobre futuro •Identificar meios de ç objetivos j alcançar •Implementar planos de ação necessários Profº Mardem Costa 38 19 Premissas do Planejamento Profº Mardem Costa 39 PLANEJAMENTO – passo-a-passo Definição dos objetivos Para onde queremos ir? E t d da Estudo d situação it ã atual t l C Como estamos t agora?? Previsão quanto ao futuro O que teremos pela frente? Definição das alternativas de ação Quais os possíveis caminhos? Escolha da melhor alternativa Qual o melhor caminho? Implantação do plano de ação e avaliação dos resultados Como iremos percorrê-lo? Profº Mardem Costa 40 20 Tipos de Planejamento Nível Organizacional Institucional Intermediário Operacional Tipo de Planejamento Conteúdo do Plano Estratégico Genérico e sintético Tático Operacional Prazo Longo prazo Amplitude do Plano Macro orientado: Abrange a organização como um todo. Menos genérico e mais detalhado Médio prazo Abrange cada unidade organizacional ((depto, p , setor), ), separadamente. Detalhado e analítico Curto Prazo Microorientado. Abrange cada atividade, tarefa ou operação, isoladamente. Profº Mardem Costa 41 Tipos de Planejamento Planejamento Estratégico: Atingir objetivos a longo prazo, por meio de estratégias desenvolvidas por um plano de ação ordenada. Abrange os procedimentos para tomada de decisões sobre os objetivos e estratégias da empresa a longo prazo; com forte orientação para o relacionamento externo e para a efetividade, expressa-se no conjunto de missões (intenções genéricas da instituição), políticas básicas, vantagens competitivas (fatores de diferenciação dos concorrentes) e resultados globais (metas estratégicas) voltados diretamente para o produto mercado e clientes; produto, Planejamento Tático: Trata da utilização eficaz e eficiente dos recursos disponíveis em horizonte de médio prazo dividido em períodos. Traduz os objetivos e planos estratégicos mais amplos em objetivos e planos específicos relevantes para uma parte definida da empresa, geralmente uma área funcional como marketing ou recursos humanos; focaliza as principais ações que uma unidade deve empreender para realizar sua parte do plano estratégico e para estabelecer mecanismos de coordenação interna com as demais áreas; Planejamento Operacional: Identifica os procedimentos e processos específicos para as diversas ações desenvolvidas na execução das operações da empresa; geralmente abrange períodos de curto prazo e focaliza tarefas rotineiras, formalizando através de documentos escritos das metodologias de desenvolvimento e implantação estabelecidas, plano de ação, ou plano operacional. Voltando-se 42 principalmente para a eficiência.Profº Mardem Costa 21 Planejamento Planejamento j Estratégico g Estratégia Organizacional Planejamento Tático Processos Organizacionais Operações Organizacional Planejamento Operacional Profº Mardem Costa 43 ORGANIZAÇÃO ORGANIZAR •Dividir o trabalho Planejar •Estruturar as atividades Dirigir Di Controlar •Designar pessoas para execução •Alocar Al recursos •Coordenar esforços Profº Mardem Costa 44 22 ORGANIZAÇÃO É o processo de arrumar e alocar o trabalho, a autoridade e os recursos entre membros da organização de modo que eles possam alcançar eficientemente os objetivos bj ti d mesma. da Organização é a função administrativa que se incumbe do agrupamento dos órgãos e das atividades necessárias para atingir os objetivos da empresa. O g p dos órgãos g e das atividades envolve a agrupamento reunião de pessoas e recursos empresariais sob a autoridade de um chefe. A assim, a organização precisa lidar com pessoas, órgãos e relações de autoridade e responsabilidade. Profº Mardem Costa 45 ORGANIZAÇÃO Montar uma estrutura humana e material para realizar o empreendimento. E Estrutura O Organizacional i i leO Organograma. • Define a autoridade e as responsabilidades dos indivíduos, é representado por um organograma. • Divisão de trabalho • autoridade id d e hi hierarquia i • comunicação. Profº Mardem Costa 46 23 ORGANIZAÇÃO Consiste em: 1. Determinar as atividades específicas necessárias ao alcance dos objetivos planejados; 2 Agrupar as atividades em uma estrutura lógica (departamentalização); 2. 3. Designar as atividades às específicas posições e pessoas (cargos e tarefas). Abrangência Nível Global Tipo de desenho Desenho Organizacional Ní l Nível Departamental Desenho Departamental Nível Individual Desenho de Cargos e Tarefas Conteúdo A empresa como uma totalidade Resultante Tipos de Organização Cada departamento Tipos de isoladamente Departamentalização Cada tarefa ou operação apenas Análise e Descrição de Cargos Profº Mardem Costa 47 Tipos de Estruturas Formais Tipos de Estruturas Formais - Linear (ou militar) - Funcional (de Taylor) - Linha-Staff Modernos Tipos de Estruturas - Matricial - Por processo - Por Célula (celular) - Para Resultados – UEN (Unidade Estratégica de Negócios) Profº Mardem Costa 48 24 Estrutura Linear Gerência Geral Gerência departamento Gerência departamento Gerência departamento Gerência divisão Gerência divisão Gerência divisão Gerência seção Gerência seção Gerência seção CARACTERÍSTICAS - Originou-se nos exércitos e organizações eclesiásticas medievais. - Tipicamente encontrada em pequenas e médias empresas. - Autoridade única, escalar e da unidade de comando. - Linhas formais de comunicação. Centralização das decisões. - O supervisor é responsável pela unidade. Precisa ser, ao mesmo tempo, um administrador habilidoso e técnico experiente. Profº Mardem Costa 49 Estrutura Funcional cadeia de comando Presidente Diretor administrativo Gerente financeiro Gerente de RH Diretor de operações Gerente de produção Gerente de manutenção Diretor de Marketing Gerente de vendas Gerente de propaganda CARACTERÍSTICAS - Autoridade funcional gerará uma multiplicidade de contatos através de linhas diretas de comunicação. - A divisão do trabalho é aplicada às tarefas e à supervisão. - Valorização V l i ã d da especialização. i li ã E Especializa i li os d deptos t em órgãos ó ã focalizados em sua atividade principal (produção, finanças, rh,...). - Retrata a organização como conjunto de funções inter-relacionadas através de atividades que componham um processo. - A autoridade passa pelos níveis de gerenciamento para ser compartilhada entre as funções técnicas e administrativas. - Descentralização das decisões (delegação aos órgãos específicos). - Responsabilidade no trabalho liga-se somente a área de atuação. Profº Mardem Costa 50 25 ORGANIZAÇÃO Consiste em: 1. Determinar as atividades específicas necessárias ao alcance dos objetivos planejados; 2 Agrupar as atividades em uma estrutura lógica (departamentalização); 2. 3. Designar as atividades às específicas posições e pessoas (cargos e tarefas). Abrangência Nível Global Tipo de desenho Desenho Organizacional Ní l Nível Departamental Desenho Departamental Nível Individual Desenho de Cargos e Tarefas Conteúdo A empresa como uma totalidade Resultante Tipos de Organização Cada departamento Tipos de isoladamente Departamentalização Cada tarefa ou operação apenas Análise e Descrição de Cargos Profº Mardem Costa 51 Tipos de Estruturas Formais Tipos de Estruturas Formais - Linear (ou militar) - Funcional (de Taylor) - Linha-Staff Modernos Tipos de Estruturas - Matricial - Por processo - Por Célula (celular) - Para Resultados – UEN (Unidade Estratégica de Negócios) Profº Mardem Costa 52 26 Estrutura Linear Gerência Geral Gerência departamento Gerência departamento Gerência departamento Gerência divisão Gerência divisão Gerência divisão Gerência seção Gerência seção Gerência seção CARACTERÍSTICAS - Originou-se nos exércitos e organizações eclesiásticas medievais. - Tipicamente encontrada em pequenas e médias empresas. - Autoridade única, escalar e da unidade de comando. - Linhas formais de comunicação. Centralização das decisões. - O supervisor é responsável pela unidade. Precisa ser, ao mesmo tempo, um administrador habilidoso e técnico experiente. Profº Mardem Costa 53 Estrutura Funcional cadeia de comando Presidente Diretor administrativo Gerente financeiro Gerente de RH Diretor de operações Gerente de produção Gerente de manutenção Diretor de Marketing Gerente de vendas Gerente de propaganda CARACTERÍSTICAS Autoridade funcional gerará uma multiplicidade de contatos através de linhas diretas de comunicação. A divisão do trabalho é aplicada às tarefas e à supervisão. Valorização da especialização. Especializa os deptos em órgãos ó focalizados em sua atividade principal (produção, finanças, rh,...). - Retrata a organização como conjunto de funções inter-relacionadas através de atividades que componham um processo. A autoridade passa pelos níveis de gerenciamento para ser compartilhada entre as funções técnicas e administrativas. Descentralização das decisões (delegação aos órgãos específicos). Mardem Costa a área de atuação. 54 Responsabilidade no trabalho Profº liga-se somente 27 Estrutura de Linha-staff Conselho Superintendente Assessoria Comitê executivo Gerente divisão Vendas Engenharia Compras Materiais Produção Inspeção Profº Mardem Costa Departamentos 55 Estrutura de Linha-staff Características : • Fusão da estrutura linear com a estrutura funcional. • Coexistência entre linhas formais e linhas diretas de comunicação. • Estrutura muito utilizada em organizações de porte médio e em trabalhos técnicos ou técnicos-científicos e em níveis intermediários de organizações muito complexas. • As unidades e posições de linha se concentram em alcançar os objetivos da empresa através da delegação de autoridade e serviços especializados a outras unidades da empresa. • Os dirigentes podem dispor de um órgão de estudos, pesquisas, informações informações, sugestões sugestões, etc etc., com a finalidade de lhes prestarem assessoria. • A assessoria exerce somente autoridade de idéias, exceto quanto ao pessoal de sua de sua estrutura interna. • Cada funcionário recebe ordens de um único gerente imediato. • A assessoria pode ser constituída por uma única pessoa ou vários Profº Mardem Costa 56 componentes. 28 DIREÇÃO Organização Planejamento DIREÇÃO • Dirigir os esforços coletivos para um propósito comum. Controle •Comunicar e negociar com as pessoas para obter consenso. • Orientar as pessoas e obter consonância. • Liderar as pessoas. • Motivar as pessoas. Profº Mardem Costa 57 DIREÇÃO A Direção constitui a terceira etapa do processo administrativo. Direção é a função administrativa que conduz e coordena o pessoal na execução das atividades planejadas e organizadas. Princípios Básicos, a saber: • Princípio da unidade de comando: Cada subordinado deve subordina-se a um e apenas um superior. • Princípio da Delegação: É preciso que todas as atividades necessárias à realização dos objetivos empresariais sejam delegadas ao nível hierárquico que possam executá-las executá las adequadamente. • Princípio da Amplitude de Controle: Refere-se ao número ideal de subordinados que cada chefe pode supervisionar diariamente. • Princípio da Coordenação: Todas as atividades devem ser coordenadas e integradas Profº tendo em Costa vista um objetivo comum. 58 Mardem 29 COMUNICAÇÃO A Comunicação é o processo de transmissão e compreensão de informações ou mensagens entre um emissor e um receptor. É um mecanismo de linguagem de corelação entre os códigos emitidos e a correta interpretação destes. A comunicação pode ser verbal ou não, admitindo-se uma linguagem silenciosa, incluindo cores, expressões, formas, lógicas ou ilógicas, conscientes ou não. A conceituação apresentada revela que o processo de comunicação envolve a informação (baseada em dados) transmitida, por exemplo, pelo dirigente “A” (chamado emissor) para o funcionário “B” (chamado receptor) que recebe a mensagem (entender o verdadeiro sentido da informação transmitida pelo emissor). Profº Mardem Costa 59 Profº Mardem Costa 60 30 Comunicação Envia a Mensagem desejada Fonte Codifica o significado desejado Recebe A mensagem percebida Transmissor Canal Ruído Profº Mardem Costa Receptor Destino Decodifica o significado recebido 61 COMUNICAÇÃO - EFICIÊNCIA E EFICÁCIA Profº Mardem Costa 62 31 Comunicação – ruídos ou barreiras • Idéias preconcebidas • Interpretações pessoais • Preconceitos pessoais • Inabilidade de comunicação • Dificuldade com o idioma • Pressa ou urgência • Desatenção ou negligência • Desinteresse • Outros interesses prioritários • Emoção ou conflito • Laconismo ou superficialidade • Motivação 63 PRINCIPIOS DA COMUNICAÇÃO Emissor Emite ou transmite a mensagem Mensagem Conjunto de informações transmitidas Codificação Capacidade de construir mensagens segundo um código, compreendido pelo emissor e receptor Meio Suporte onde a mensagen é levada do emissor para o receptor Conjunto de variáveis que rodeia, e influenciam a sitação de comunicação Aquele que recebe a mensagem Contexto Receptor Descodificação Conjunto j de elementos com significado g aceites p pelo emissor e receptor Capacidade de interpretar a mensagem Canal Via de circulação da mensagem Feedback Informação de retorno, mensagem Profº Mardem Costa g Código que permite ajustar a 64 32 Comunicação Profº Mardem Costa 65 Comunicação Quadro dos Canais de Comunicação em uma empresa: Descendente = Comunicações do superior ppara o subordinado. CANAIS VERTICAIS Ascendente= Comunicações do subordinado para o superior 1. INTERNOS (decorrentes de relações internas) CANAL HORIZONTAL = Comunicações entre os diversos departamentos (ou seções) da empresa, no mesmo nível. 2. EXTERNOS (decorrentes --- CANAL EXTRA-ORGANIZACIONAL = Comunicações para de relações externas) diversos grupos externos(e vice-versa) : repartições públicas, clientes, fornecedores bancos, etc. Profº Mardem Costa 66 33 Comunicação Organizacional Profº Mardem Costa 67 Comunicação - eficiência e eficácia Comunicação Eficiente Comunicação Eficaz • O emissor fala bem. • O transmissor funciona bem. • O canal tem pouco ruído. • O receptor funciona bem. • O destinatário ouve bem. • Não há ruídos ou interferências f ê internas ou externas. • A mensagem é clara e Objetiva. • O significado é consoante. • O destinatário compreende a mensagem. • A comunicação é completada. • A mensagem torna-se comum. • O destinatário d ti tá i fornece f retroação ao emissor, indicando que compreendeu a mensagem. Profº Mardem Costa 68 34 COMUNICAÇÃO - EFICIÊNCIA E EFICÁCIA Profº Mardem Costa 69 MOTIVAÇÃO É tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a uma propensão a um comportamento específico, podendo este impulso à ação ser provocado d por um estímulo í l externo (provindo ( i d do d ambiente) bi ) ou também ser gerado internamente nos processos mentais do indivíduo (CHIAVENATO, 1999). Profº Mardem Costa 70 35 Motivação Profº Mardem Costa 71 Hierarquia de Necessidades Pirâmide de Maslow Profº Mardem Costa 72 36 Profº Mardem Costa 73 TEORIA DOS DOIS FATORES DE HERZBERG FATORES MOTIVACIONAIS (Satisfacientes) fatores intrínsecos FATORES HIGIÊNICOS (Insatisfacientes) MOTIVAÇÃO fatores extrínsecos Conteúdo do Cargo (Como a pessoa se sente em relação ao seu cargo) Contexto do cargo (Como a pessoa se sente em relação à sua empresa) 1. O trabalho em si 1. As condições de trabalho 2 Realização 2. 2 Administração da empresa 2. 3. Reconhecimento 3. Salário 4. Progresso profissional 4. Relações com o supervisor 5. Responsabilidade 5. Benefícios e serviços sociais Profº Mardem Costa 74 37 TEORIA X e Y – Douglas Mcgregor Pressuposições da Teoria X Pressuposições da Teoria Y •As pessoas são preguiçosas e indolentes;; As pessoas são esforçadas e ggostam de ter o q que fazer As pessoas evitam o trabalho; O trabalho é uma atividade tão natural quanto brincar ou descansar As pessoas evitam a responsabilidade a fim de se sentirem mais seguras; As pessoas procuram e aceitam responsabilidades e desafios As pessoas podem ser As pessoas precisam ser automotivadas e autodirigidas controladas e dirigidas;Profº Mardem Costa As pessoas são criativas e As pessoas são ingênuas e competentes sem iniciativa. Profº Mardem Costa 75 Teoria de McCLelland A Teoria de McCLelland afirma que cada pessoa tem um nível de necessidade diferente da outra. Mas, essas necessidades nunca são nulas, ou seja, sempre haverá um traço dessa necessidade, por menor que seja, seja principalmente a "Realização" Realização , que é a primeira necessidade aprendida durante os primeiros anos de vida. Essas necessidades apontadas por McClelland correspondem aos níveis mais altos da pirâmide de Maslow e aos fatores motivacionais de Herzberg. Necessidade Meio para obter a Satisfação Realização traduz o desejo da pessoa em atingir objetivos que representem desafios em fazer melhor e mais eficientemente; Afiliação Relacionar-se cordial e afetuosamente (amizade) Poder Desejo de controlar, decidir e exercer influência Profº Mardem Costa 76 38 Teoria da Expectativa de Vroom Segundo Vroom, a motivação da pessoa para escolher uma das alternativas dependeria de 3 fatores: • Do valor que ele atribui ao resultado advindo de cada alternativa (que ele chama de "valência"), • Da percepção de que a obtenção de cada resultado está ligada a uma compensação (que ele chama de "instrumentalidade") • Da expectativa que ele tem de poder obter cada resultado (que ele chama de "expectativa"). Profº Mardem Costa 77 Fatores Motivacionais Necessidades do ego (estima) Necessidades Sociais Necessidades de Segurança Necessidades fisiológicas Higiênicos Autorealização Fatores de Higiene-Motivação de Herzberg Motivacionaiss Hierarquia das Necessidades de Maslow Profº Mardem Costa O trabalho em si Responsabilidade Progresso Crescimento Realização Supervisão Status Relações interpessoais Colegas de trabalho Supervisão técnica Políticas administrativas Segurança no cargo Condições físicas de trabalho Salário e Vida Pessoal 78 39 Coordenação Integrar e comprometer os funcionários através de procedimentos.: Organização simplificada/ atribuição cada funcionário Programas e diretrizes coerentes Sistemas adequados de comunicação Promoção da coordenação/ cooperação voluntária coordenação via supervisão das atividades Profº Mardem Costa 79 Liderança Para dirigir as pessoas, não basta apenas dar ordens e instruções, comunicar e motivar. É preciso ainda liderar. E aí está outro desafio para o administrador. d i i t d Lid Liderança é a capacidade id d d de influenciar o comportamento das pessoas. Para dirigir pessoas, deve-se influenciar os seus comportamento. Durante muito tempo, achar-se que a lid liderança era uma qualidade lid d pessoall determinada d t i d por características de personalidade. Atualmente, aceitase a existência de três fatores de liderança, isto é, três fatores que influem na capacidade de liderar as Profº Mardem Costa 80 pessoas 40 Liderança Os três fatores de liderança são: Os três tipos de liderança são: Posição hierárquica Competência Profissional Personalidade Autocrática Liberal Democrática Profº Mardem Costa 81 Os 3 Estilos de Liderança Aspectos Líder Autocrático Líder Liberal (LAISSEZ-FAIRE) Líder Democrático Tomada de Decisões Apenas o líder decide e fixa as diretrizes. Og grupo p não p participa. p Total liberdade ao grupo para tomar decisões. Mínima i t intervenção ã d do líd líder. O grupo debate e decide as diretrizes. O líder estimula e orienta o grupo. Participação limitada do líder. Informações e orientações são dadas desde que solicitadas pelo grupo. O líder aconselha e orienta o grupo para criar objetivos e ações. Ambos debatem as tarefas. O grupo divide as tarefas e escolhe os colegas. Não há participação do líder. O grupo divide as tarefas e escolhe os colegas. Há pequena participação do líder. O líder assume o papel de membro do grupo e atua somente quando é solicitado. O líder limita-se a elogiar ou criticar. Trabalha como orientador da equipe. Programação dos Trabalhos Divisão d do Trabalho Comportament o do Líder O líder dá ordens e determina providências para a execução de tarefas, sem explicá-las ao grupo. O líder determina a tarefa de cada p pessoa e o seu companheiro de trabalho. O líder é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao grupo. Profº Mardem Costa 82 41 LIDER LIDER LIDER AUTOCRÁTICO DEMOCRÁTICO LIBERAL (LAISSEZ-FAIRE) O trabalho somente Líder e subordinados se desenvolve com a uma presença física do desenvolvem comunicação franca, líder espontânea e cordial. Há um sentido de responsabilidade mútua. Liberal: pouco respeito em relação ao líder e forte individualismo agressivo Profº Mardem Costa 83 Liderança Situacional É a crença de que não há um estilo de liderança que seja melhor do que os restantes, tudo depende da situação. Este estilo de comando gira em torno das pessoas e do ambiente de trabalho, valorizando os indivíduos e as suas emoções mais do que as suas tarefas ou objetivos. Estilo de liderança ç O estilo de liderança que se deve adotar com indivíduos ou grupos depende do nível de maturidade das pessoas que o líder deseja influenciar. Profº Mardem Costa 84 42 CONTROLE Planejamento Organização Controle • Definir os padrões de desempenho. • Monitorar o desempenho. p • Comparar o desempenho com os padrões estabelecidos. • Efetuar ação corretiva para assegurar os objetivos Profº desejados . Mardem Costa Direção 85 CONTROLE É a função administrativa que consiste em medir e corrigir o desempenho a fim de assegurar que os objetivos organizacionais e os planos estabelecidos para alcançá-los sejam j realizados. li d - É esforço sistemático de estabelecer padrões de desempenho com os objetivos de planejamento para desenhar sistemas de retroação e informação a fim de comparar o desempenho atual com esses padrões predeterminados d t i d para verificar ifi onde d estão tã os desvios d i e medir sua significância e tomar a ação necessária, para assegurar que todos os recursos da organização estão sendo utilizados da maneira mais eficiente e eficaz para alcançar os objetivos organizacionais. Profº Mardem Costa 86 43 PRINCÍPIOS DO CONTROLE Garantia do objetivo: O controle deve contribuir para identificação dos desvios em tempo para permitir a ação corretiva. Definição dos padrões: Facilitará a aceitação por parte de quem executará as tarefas Principio da exceção: O administrador deve concentrar seus esforços de controle em desvios e em exceções exceções. Ação: O controle somente se justifica quando indica providencias capazes de corrigir os desvios apontados ou verificados em relação aos planos. Profº Mardem Costa 87 CONTROLE OBJETIVOS - Ação Corretiva e Preventiva (corrigir e prevenir falhas ou erros). ESTABELECIMENTO DE PADRÕES - Quantidade, qualidade, tempo, custo, etc. TIPOS DE MEDIÇÕES Õ PARA ESTABELECIMENTO DE PADRÕES Õ - Padrões históricos, internos, externos e de engenharia. SISTEMAS DE CONTROLE - Produção, qualidade, compras, estoque, vendas, marketing, etc. TÉCNICAS DE CONTROLE - São as mesmas utilizadas para o Planejamento. Cronograma, Pert, etc. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INTERNAS - Observação, Contabilidade, Auditoria, Orçamentos, Informes, Arquivos, etc. MÉTODOS QUANTITATIVOS - modelos matemáticos, investimentos, estatística, probabilidades, programação, etc. Profº Mardem Costa 88 44 CONTROLE Estabelecimento de padrões dõ de desempenho Avaliação do desempenho atual Ação corretiva Comparação do desempenho com o padrão estabelecido Profº Mardem Costa 89 Em geral, os controles organizacionais servem para: • Padronizar o desempenho, por meio de inspeções, pesquisas, supervisão, procedimentos escritos ou programas de produção. • Padronizar a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos pela organização, mediante treinamento de pessoal, inspeções, verificações, controle estatístico de qualidade e sistemas de recompensas e incentivos. • Proteger os bens organizacionais de abusos, abusos desperdícios ou roubos, roubos por meio de exigência de registros escritos, inspeções, levantamentos, procedimentos de auditoria e divisão de responsabilidades. • Limitar a quantidade de autoridade que está sendo exercida pelas várias posições ou níveis organizacionais, mediante descrições de cargos, diretrizes e políticas, regras e regulamentos e sistemas de auditoria. • Avaliar e dirigir g o desempenho p das p pessoas,, p por meio de sistemas de avaliação do desempenho do pessoal, supervisão direta, vigilância e registros, incluindo informação sobre índices, como produção por empregado ou perdas com refugo por empregado, etc. • Prevenir para garantir o alcance dos objetivos organizacionais, pela articulação de objetivos em um planejamento, uma vez que eles ajudam a definir o escopo apropriado e a direção do comportamento das pessoas para o alcance dos Profº Mardem Costa 90 resultados desejados. 45 Tipos de CONTROLE Controle TIPOS DE O controle preventivo é responsabilidade exclusiva de cada organização, como parte de seus próprios sistemas de controlo interno. Por esta razão, diz-se que o controle preventivo é sempre interno. Os administradores de cada empresa são responsáveis de assegurar que o controle preventivo esteja integrado nos sistemas administrativos e financeiros, e seja realizado pelo pessoal interno responsável pela realização desse trabalho. Os controles simultâneos ou concorrentes: são aqueles feitos durante o desenvolvimento de uma atividade. O mais conhecido desse tipo de controle é a supervisão é direta. Assim, um supervisor observa as atividades dos trabalhadores, e pode corrigir as situações problemáticas assim que aparecerem. Profº Mardem Costa 91 TIPOS DE CONTROLE Atualmente, os sistemas de computadores podem ser programados para dar ao operador uma resposta imediata. Caso ele cometer um erro ou processar uma informação errada, o sistema de controles simultâneos d sistema do i t i á rejeitar irá j it a ordem d e indicarão i di ã onde d está tá o erro. Os controles posteriores são aqueles que são feitos após a ação. Assim, são determinadas as causas de qualquer desvio ou violação do plano original, e os resultados lt d são ã aplicados li d a atividades ti id d f t futuras semelhantes. Por exemplo, nas Auditorias Contábeis, estatística, contabilidade, etc Profº Mardem Costa 92 46 Gerenciamento Por Processos Conceito de Processo: é uma sequência de atividades interligadas, caracterizadas por terem insumos (inputs) mensuráveis, atividades que agregam valor e saídas (outputs) de atividades destinadas a produzir um bem, ou um serviço intermediário ou final (Cadeia de agregação de valor = todo processo deve contribuir para a satisfação do cliente, e cada etapa do processo deve agregar valor à etapa anterior). gerenciamento de processos é a definição, análise e melhoria contínua dos processos com objetivo de atender as necessidades e 93 expectativas dos clientes. Profº Mardem Costa Gerenciamento de Processos Gerenciamento de Processos Para eliminar as CAUSAS dos problemas ANÁLISE DE PROCESSO Para IDENTIFICAR as causas dos problemas PADRONIZAÇÃO Para ELIMINAR as causas dos problemas AVALIAÇÃO DE PROCESSO Para VIGIAR as causas e confirmar que foram eliminadas Para MANTER SOB CONTROLE Adaptado de: CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês), FCO/UFMG, 1992. Profº Mardem Costa 94 47 Gerenciamento de Processo Conceito de processo •É a organização de: • pessoas, pessoas • instalações de apoio, • procedimentos, • informações, • bens facilitadores •em atividades de trabalho logicamente interrelacionadas para atingir os objetivos do negócio. PROCESSO: Um processo é uma série de tarefas logicamente interrelacionadas que quando executadas produzem resultados Profº Mardem Costa 95 esperados. Redesenhado Processos O objetivo é detalhar a solução, que inclui o desenho e a quantificação do novo processo. Ou seja, como concretizar a visão futura do processo. Profº Mardem Costa 96 48 MAPEAMENTO DO PROCESSO O mapeamento do processo é a atividade que se realiza para levantar informações completas acerca do funcionamento do processo, em suas múltiplas dimensões, para permitir a posterior análise áli e crítica. íti Profº Mardem Costa 97 Entendendo os Processos • Definição: Processo é uma série de atividades que consomem recursos e produzem um bem ou serviço. • Benefícios: Identificando e focalizando os p processos (críticos), a administração melhora os pontos vitais à sobrevivência da organização. • Riscos: O cliente é atendido por processos que cruzam as funções (processos interfuncionais). Se a administração focalizar apenas p o desempenho p funcional,, os resultados g globais serão subotimizados, pois cada função desenvolverá metas e medidas de desempenho independentemente, melhorando, muitas vezes, às custas de outras funções. • O cliente é afetado pelo pior desempenho no processo. Profº Mardem Costa 98 49 Processos - Visão Geral n Compreender os NEGÓCIOS DA EMPRESA n Analisar os PROCESSOS DE NEGÓCIO n Melhorar os PROCESSOS Profº Mardem Costa 99 Gerenciamento de Processos Gerenciamento de Processos Para eliminar as CAUSAS dos problemas ANÁLISE DE PROCESSO Para IDENTIFICAR as causas dos problemas PADRONIZAÇÃO Para ELIMINAR as causas dos problemas AVALIAÇÃO DE PROCESSO Para VIGIAR as causas e confirmar que foram eliminadas Para MANTER SOB CONTROLE Adaptado de: CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês), FCO/UFMG, 1992. Profº Mardem Costa 100 50 Profº Mardem Costa 101 Reengenharia de Processos: visa inovar processos específicos dentro da empresa, normalmente não gerando grandes ganhos de performance na corporação como um todo. De forma mais branda, a gestão por processos mantém algumas propostas da Reengenharia. Posiciona os processos como centro da organização e reconhece a sua importância para a agregação de valor para o cliente. A gestão por processos é resultante da introdução da orientação por processos nas empresas. Compreender os tipos existentes de processos e como eles funcionam é importante para determinar a maneira como devem ser gerenciados a fim de obter o máximo resultado (GOLÇALVES, resultado. (GOLÇALVES 2000a). 2000a) Entretanto, a reengenharia baseia-se na premissa de que o projeto de processos – como o trabalho é feito – é de essencial importância. O ponto de partida para o sucesso organizacional consiste em processos bem projetados. Profº Mardem Costa 102 51 O que é Responsabilidade Social? A Responsabilidade Social é quando empresas, de forma voluntária, adotam posturas, comportamentos e ações que promovam o bem-estar dos seus públicos interno e externo. É uma prática voluntária pois não deve ser confundida exclusivamente por ações compulsórias impostas pelo governo ou por quaisquer incentivos externos (como fiscais, por exemplo). O conceito, nessa visão, envolve o beneficio da coletividade, seja ela relativa ao público interno (funcionários, acionistas, etc) ou atores externos (comunidade, parceiros, meio ambiente, etc.). Com o passar do tempo, tempo tal concepção originou algumas variantes ou nuances. Assim, conceitos novos – muitas vezes complementares, distintos ou redundantes – são usados para definir responsabilidade social, entre eles Responsabilidade Social Corporativa (RSC), Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e Responsabilidade Social Ambiental (RSA). Profº Mardem Costa 103 Responsabilidade Social “Responsabilidade Social Corporativa é o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo”. Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, citada na obra de Melo Neto e Froes; (1999,p.87). Profº Mardem Costa 104 52 Responsabilidade Social A responsabilidade social das empresas é um tema atual e, nos últimos anos, vem sendo consolidada à crença que as empresas devem assumir um papel mais amplo perante a sociedade que não somente o de maximização de lucro e criação de riqueza. Profº Mardem Costa Em resumo, a responsabilidade mostrada sob os paradigmas: 105 social foi a) Clássico: a Responsabilidade social corporativa é expressa pela obrigação da empresa em obter resultados econômicos e geração de emprego. b) Steakholders: a Responsabilidade social corporativa esta relacionado ao conjunto de ações que beneficiam os públicos impactados pela as ações da empresa. c) Ético: a Responsabilidade social corporativa é movida pelo conjunto de valores e princípios morais que definem o modo de agir da empresa em relação a sociedade. sociedade d) Cultura: a Responsabilidade social corporativa depende de como os empregados e gestores da empresa, interpretam a cultura empresarial e são influenciados pela sociedade na qual a empresa esta inserida. Profº Mardem Costa 106 53 Graus de Responsabilidade Social (Estratégias) A Estratégia Obstrucionista é aquela que evita a responsabilidade social e prioriza as atividades econômicas da organização. A Estratégia Defensiva procura proteger a organização fazendo o mínimo legalmente requerido para satisfazer as expectativas sociais. A Estratégia Acomodativa é aquela que aceita as responsabilidades sociais e vai tentar satisfazer critérios legais econômicos fazendo fa endo o mínimo requerido. A Estratégia Proativa preenche todos os critérios de desempenho social, com iniciativas e lideranças no campo social. Profº Mardem Costa 107 Responsabilidade Social O modelo do grupo de interesse da responsabilidade social de uma organização deve estar voltada tanto para os acionistas como para os diversos grupos relacionados à organização. Os grupos são classificados em duas categorias: i grupos de d i interesses primários i á i e grupos de interesses secundários. Os stakeholders primários, Os grupos primários são caracterizados pela complexidade das relações, pois possuem interesses, objetivos, expectativas e responsabilidades bilid d diferenciadas dif i d em relação l ã aos objetivos bj i da empresa. Ex: clientes, empregados, fornecedores, acionistas e comunidade, segundo Freeman, Harisson e Wicks (2007), são os mais importantes para a empresa, pois sem eles as organizações não sobreviveriam. 108 54 Responsabilidade Social Os stakeholders secundários, também podem influenciar e afetar o desempenho das operações da empresa É possível citar, empresa. citar como exemplo, exemplo as ações governamentais que influenciam a entrega de produtos e serviços, afetando diretamente o relacionamento dos interessados primários, podendo assim desestabilizar o fluxo de informações entre clientes, empregados e acionistas além do relacionamento com as entidades de classes. 109 GOVERNANÇA Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos proprietários, p , conselho de administração, ç , entre p diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de governança corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade preservar e aperfeiçoar p ç o valor da de p organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade. 110 55 GOVERNANÇA Os princípios básicos que norteiam as práticas de governança corporativa são: transparência; equidade; prestação de contas (accountability); e responsabilidade corporativa. Slomskiet al (2008, p.8) definem governança corporativa como “o o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, em que, através de mecanismos específicos, gestores e proprietários procuram assegurar o bom desempenho da empresa para aumento de sua riqueza.” 111 GOVERNANÇA GOVERNANÇA NO SETOR PÚBLICO SEGUNDO A IFAC (2013), governança compreende a estrutura (administrativa, política, econômica, social, ambiental, legal e outras) posta em prática para garantir que os resultados pretendidos pelas partes interessadas sejam definidos e alcançados. 112 56 GOVERNANÇA NO SETOR PÚBLICO Quatro princípios são apontados por MatiasPereira (2008) para uma boa governança pública: 11. relações l õ éticas; éi 2. conformidade; 3. transparência; e 4. prestação responsável de contas. Para Borgoniet al (2010) (2010), governança compreende: responsabilidade de prestar contas, transparência, participação, relacionamento e eficiência. 113 CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. - CELG D PARTES INTERESSADAS 57 Sistema de Gestão Pública Accountability: • Conjunto de mecanismos e procedimentos que induzem os dirigentes governamentais a prestar contas dos resultados de suas ações à sociedade, visando assim, maior nível de transparência e de exposição pública das políticas públicas. 115 Accountability Accountability trata da prestação de contas, mas não apenas isso. A accountability possui três planos: 1 Prestação de contas: irá refletir na transparência 1. do governo com a população. Exemplo: o Relatório de Gestão Fiscal, instituído pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF); 2. Responsabilização dos agentes: os agentes devem responsabilizar-se d bl pela l correta utilização l d dos recursos. Exemplo: a Lei de Improbidade Administrativa (LIA), que instituiu mecanismos para punir maus gestores; 116 58 Accountability 3. Responsividade dos agentes: diz respeito à capacidade de resposta do poder público às demandas sociais. Um governo responsivo buscará satisfazer as necessidades da população e colocar em prática as políticas escolhidas pelos cidadãos. A doutrina faz uma classificação de accountability bili em duas d dimensões: di õ horizontal e vertical. 117 Accountability Accountability Horizontal diz respeito aos mecanismos de supervisão, controle e avaliação recíproca dos vários níveis de governo, que são exercidos através de agências e instituições estatais possuidoras de poder legal e de fato. A divisão de poderes e a possibilidade de controles entre eles têm como objetivo evitar a corrupção e em forte ligação com a democracia. Accountability Vertical (também chamada de accountability política ou accountability democrática), democrática) diz respeito ao controle político realizado pelos cidadãos. É uma relação entre desiguais, pois o povo pode fiscalizar e punir as más gestões, principalmente através do voto em eleições livres e justas. 118 59 ORGANOGRAMA CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. - CELG D CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. - CELG D PARTES INTERESSADAS 60 Relacionamento interpessoal no contexto organizacional As relações interpessoais se desenvolvem em decorrência dos processos de interação, que corresponde às situações de trabalho compartilhadas por duas ou mais pessoas, as atividades coletivas e pré-determinadas a serem executadas, b bem como interações i e sentimentos i recomendados, d d tais i como: • comunicação, • cooperação, • respeito, • amizade, etc. À medida did que as atividades ti id d e interações i t õ prosseguem, os sentimentos despertados podem ser diferentes dos indicados inicialmente e então, inevitavelmente, os sentimentos positivos de simpatia e atração provocarão aumento de interação e cooperação repercutindo favoravelmente nas atividades e ensejando maior produtividade (CHANLAT, 1993). Profº Mardem Costa 121 O Sigilo Profissional Sigilo ou segredo é tudo aquilo que, que ou por sua natureza, ou por um contato especial, deve ser conservado oculto. 61 O Sigilo Profissional Fundamenta-se • Confiança • Confidência • Justiça- e ao se guardar ou revelar um segredo indevidamente, respeitamos ou d desrespeitamos it a justiça, j ti pois i o segredo d pertence ao dono. Sigilo Profissional Como se sabe, o sigilo profissional — a guarda de informações obtidas em razão do exercício profissional, de tudo aquilo que lhe foi confiado como sigilo, ou o que veio a ser conhecido devido seu estatuto profissional — está previsto em muitos dispositivos legais (a Constituição Federal brasileira, o Código Penal, o Código Civil, o Código de Processo Penal, a Lei das Contravenções Penais e o Código de Processo Civil). Constitucionalmente, ninguém será obrigado a fazer ou Constitucionalmente deixar de fazer algo, senão em virtude da lei, e que são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Esse entendimento norteia os dispositivos legais que se referem ao sigilo profissional, em particular o sigilo médico. 62 Sigilo Profissional Prevê o art. 154 do Código Penal: “revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a alguém”. A pena cominada é detenção, de t ê meses a um ano, ou multa. três lt O profissional que tem uma postura ética tem o dever de guardar toda a informação que pode afetar a empresa ou aos colegas de trabalho. É comum haver situações constrangedoras entre colegas por fofocas e comentários inadequados. inadequados O profissional que é ético reconhece que lhe foi dado um voto de confiança, e este tem acesso a muitos dados que caso sejam descobertos pela concorrência ou pelas pessoas erradas, podem frustrar o projeto da empresa e até mesmo levar ao fracasso de todas as pessoas envolvidas. Ética Profissional Ética Profissional: o um conjunto de normas de conduta qque deverão ser ppostas em pprática no exercício de qualquer profissão. A ética profissional estuda e regula o relacionamento do profissional com sua clientela, visando a dignidade humana e a construção do bem-estar no contexto sócio-cultural onde exerce sua profissão. Profº Mardem Costa 126 63 Ética Profissional • Conjunto de valores, princípios e ideais que regem o desempenho de toda profissão, bem como de cada profissão, especificamente. • VIRTUDES profissionais fi i i fundamentais: f d i • Responsabilidade • Lealdade • Iniciativa Ser ético é praticar atos em benefício de você e dos outros, mesmo sabendo que não está sendo observado por alguém. Profº Mardem Costa 127 Ética Profissional Outras “Qualidades” Éticas Honestidade Sigilo Competência Prudência Coragem Perseverança Compreensão Humildade Imparcialidade Otimismo Profº Mardem Costa 128 64 CÓDIGOS DE ÉTICA • Necessidade • Meio para obter a Satisfação • Realização • traduz o desejo da pessoa em atingir objetivos que representem desafios em f fazer melhor lh e mais i eficientemente; fi i • Afiliação • Relacionar-se cordial e afetuosamente (amizade) • Poder • Desejo de controlar, decidir e exercer influência • Na busca de consolidar uma imagem diante da sociedade, alguns grupos profissionais e, mesmo, organizacionais, elaboram Códigos de Ética. Profº Mardem Costa 129 Os Códigos de Ética sintetizam os princípios que devem nortear a conduta dos integrantes de um grupo (organização) face às metas que devem ser alcançadas. Profº Mardem Costa 130 65 “A dimensão ética é, essencialmente, a projeção social, comunitária e solidária da vida humana. A Ética revela que a responsabilidade que cada um tem u e ffrente e e a ssi mesmo es o e à sua p própria óp a consciência, tem-na, no fundo, frente a todos os demais.” Profº Mardem Costa 131 Contatos Prof. Mardem Costa [email protected] http://professormardemcosta.blogspot.com.br Obrigado ! 132 66