ANEXO 2 - FICHAS CATALOGRÁFICAS DAS REFERÊNCIAS CULTURAIS
DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP
1. CELEBRAÇÕES
Designação
nativa
preferencial
CARNAVAL
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
Fevereiro
Locais de ocorrência
Disseminado em toda porção insular do município
Informações históricas
De acordo com a bibliografia encontrada, diversas manifestações
carnavalescas sucederam-se na história de Santos.
O entrudo foi a primeira delas, vigorando de meados do século
XVIII até 1850, quando foi proibido na cidade (BANDEIRA
JÚNIOR, s/d: 16).
No início do século XX, os desfiles de automóveis e os bailes de
máscara assumiram lugar de destaque nas comemorações do
carnaval. Já nas décadas de 1940 a 1960, as escolas de samba,
os blocos, as bandas e os cordões dominaram o cenário
carnavalesco.
As informações sobre as décadas de 1970 a 2000 são escassas
e, por isso, levam a inferir que neste período houve certo
arrefecimento destas comemorações.
Desde 2001, são realizadas as edições do Carnabonde e da
Carnabanda e, a partir de 2006, houve a retomada oficial dos
desfiles das escolas de samba, paralisados desde 2001.
Informações descritivas
O entrudo era um jogo de origem portuguesa, sem música ou
dança, que acontecia no início da quaresma e durava três dias.
Foliões saiam às ruas com bisnagas d’água disparando-as contra
os
transeuntes
desavisados.
Participavam
do
entrudo,
indistintamente, nobres, plebeus e escravos – D. Pedro I foi o seu
mais notório defensor. Entretanto, nem toda a população santista
via o folguedo com bom humor: em 1850, diante de processo em
que um membro da alta sociedade santista exigia de outro
cidadão de mesma patente social uma indenização por ter sido
atacado durante o entrudo, o subdelegado de polícia da época
declarou proibido o entrudo. Em 1857, foi fundada a Sociedade
Carnavalesca Santista para promover os novos divertimentos de
carnaval, com o claro propósito de civilizar e elitizar as
comemorações carnavalescas. Os bailes e desfiles de máscaras,
restritos à alta sociedade, marcaram esse período pós-entrudo.
(BANDEIRA JR, s/d)
Os desfiles de automóveis consistiam em cortejos de carros
enfeitados que conduziam famílias ou grupos de foliões dispostos
a brincar com os ocupantes dos veículos próximos ou pedestres.
Tais desfiles ocorriam nas ruas do centro.
As três primeiras escolas de samba de Santos surgiram em
meados dos anos 1940: a X-9 (1944), a Vitória (1946) e a Brasil
(1949), todas elas nos arredores da Rua Almirante Tamandaré, no
bairro Macuco (MUNIZ, 1976: 32).
Em 06 de fevereiro de 1954, o jornal A Tribuna publicou o anúncio
do I Carnaval Oficial em Santos, organizado pela Secretaria
Municipal de Turismo. Realizado na Praia do Gonzaga, esta
edição oficial contou com desfile e julgamento das sociedades
carnavalescas previamente inscritas, sagrando-se campeã a
Escola de Samba Brasil (MUNIZ, 1976: 77).
A despeito da instituição do carnaval oficial, a década de 50 foi
marcada por tempos mais vibrantes e bem mais inocentes nas
ruas e salões. Não faltava diversão para o folião, participando ou
assistindo aos desfiles de blocos, ranchos, cordões, corsos,
escolas de samba. A folia começava semanas antes, com as
famosas batalhas de confete, cada semana em um bairro.
Até a década de 60, os blocos carnavalescos, com seus luxuosos
carros
alegóricos,
eram
a
atração
do
carnaval
santista.
O memorialista J. MUNIZ relata fatos que marcaram a década de
60: "Até os anos sessenta a meca do carnaval era a praça José
Bonifácio, que ficava rodeada de barraquinhas vendendo comida e
bebida e no centro tinha roda de samba. Dali saíam os blocos de
sujos, na base do vai quem quer e como puder. Na General
Câmara e praça Mauá eram feitos a apoteose e os concursos
oficiais" (apud RIBEIRO, 2008).
Em contraposição à falta de informações sobre as três décadas
finais do século XX no que diz respeito ao carnaval em Santos,
encontramos informações jornalísticas e oficiais profícuas sobre a
retomada das celebrações carnavalescas no início do século XXI.
As edições da Carnabanda expressaram uma volta ao carnaval de
rua santista, com foliões de todas as idades brincando ao som das
bandas que cantam marchinhas antigas homenageando os
antigos desfiles de carros e os blocos e cordões dos anos 50 e 60
(NOVO MILÊNIO, 2004). O evento cobre praticamente todos os
bairros
do
município
durante
os
quatro
dias
de
folia.
(PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS, 2009). Por sua vez, as
edições do Carnabonde - realizadas na Praça Mauá, no centro
histórico, representam uma novidade no carnaval santista, tendo
em vista que são inspiradas no carnaval baiano e seguem a
receita ‘trio elétrico e música do estilo axé (PREFEITURA
MUNICIPAL DE SANTOS, 2009).
Os dois eventos são
organizados pela Secretaria Municipal de Cultura de Santos.
A inauguração do ‘sambódromo’ santista – a Passarela do Samba
Dráusio da Cruz – em fevereiro de 2006, e a volta dos desfiles das
escolas de samba, foram assim anunciados na imprensa local:
“Uma festa marcada pela alegria dos sambistas e do público,
realizada num clima de tranqüilidade e segurança. Foi assim a
volta dos desfiles de escolas de samba em Santos, após cinco
anos de paralisação. Na Passarela do Samba Dráusio da Cruz,
construída pela Prefeitura na Zona Noroeste, 12 agremiações se
apresentaram nas noites de domingo e segunda-feira, resgatando
uma das tradições mais populares da cidade” (DIÁRIO OFICIAL
DE SANTOS, 2006). A Passarela do Samba Dráusio da Cruz fica
situada entre as avenidas Afonso Schmidt e Nossa Senhora de
Fátima, na Areia Branca, Zona Noroeste de Santos (CLICK
LITORAL, 2009).
Condição atual
No ano de 2009, foram realizados o Carnabonde, a Carnabanda e
o desfile das escolas de samba na ‘Passarela do Samba Dráusio
da Cruz’. Uma inovação foi o Carnaval nas Tendas: a orla santista
recebeu cinco tendas (Pompéia, Gonzaga, Boqueirão, Embaré e
Aparecida) em que bandas de estilos musicais variados tocavam
das 20h às 01h, reunindo os foliões praianos (PREFEITURA
MUNICIPAL DE SANTOS, 2009).
Iconografia
IC_CARNAVAL01
Registros fotográficos
Não
IC_CARNAVAL02
IC_CARNAVAL03
IC_CARNAVAL04
IC_CARNAVAL05
Fontes consultadas
BANDEIRA JR. (s/d). História do Carnaval Santista. Santos, SP:
Tribuna de Santos Jornal Editora.
COUTO, Rubia Mara Gois. (1998). “Carnaval Santista”: diversão e
arte. Santos: TGI (Trabalho de Graduação Interdisciplinar).
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Católica de Santos – UNISANTOS. Dezembro.
CLICK LITORAL (2009) Passarela do samba é aberta para os
desfiles do Carnaval 2009. Disponível em
http://www.clicklitoral.com.br/11595-passarela-do-samba-eaberta-para-os-desfiles-do-carnaval-2009/ . Acesso em 12 de
agosto de 2009.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006b) Alegria e segurança
marcam retomada dos desfiles. Disponível em
https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2006/do01032006.
pdf . Acesso em 12 de agosto de 2009.
JORNAL DA ORLA (2008b). RIBEIRO, Mirian. Memórias do
carnaval santista. In: Jornal da Orla, 03 de agosto de 2008.
MUNIZ JR, J. (1976) Panorama do samba santista. Santos,
Impres/Ypiranga.
NOVO MILÊNIO (2004) Carnabonde 2004 atrai multidões de
foliões ao centro.
Disponível em www.novomilenio.inf.br.
Acesso em 05 de agosto de 2009.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS (2009) Santos –
Carnaval 2009. Disponível em
http://www.santos.sp.gov.br/carnaval09/ . Acesso em 12 de
agosto de 2009.
Contatos
associativos Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de Santos
relacionados
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 08/08/2009
Designação
nativa
preferencial
FESTA DE NOSSA SENHORA
DA ASSUNÇÃO
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
15 de agosto
Locais de ocorrência
Morro São Bento
Informações históricas
Segundo SOUZA&MUNIZ (1999), a ocupação dos morros de
Santos remonta ao século XVIII, mas a imigração ibérica ocorreu a
partir das duas últimas décadas do século XIX. Portugueses e
espanhóis chegaram ao porto de Santos para posteriormente
serem empregados na lavoura do café no interior do estado de
São Paulo, mas boa parte desta mão-de-obra se estabeleceu ali
mesmo em Santos, trabalhando nas obras do cais e dos armazéns
de café e na construção civil. Os imigrantes oriundos das Ilhas
Atlânticas (Açores e da Madeira) conheciam as práticas
arquitetônicas necessárias para ocupar o relevo acidentado dos
morros santistas e se fixaram nos terrenos inclinados tal qual em
seus lugares de origem. Nossa Senhora da Assunção, padroeira
da Ilha da Madeira, foi escolhida pelos imigrantes para também
proteger sua comunidade em Santos.
Em meados de 1940, migrantes nordestinos e mineiros vindos a
Santos para trabalhar em atividades portuárias passaram a dividir
os morros com os descendentes da imigração ibérica e também
adotaram Nossa Senhora da Assunção como santa de devoção.
A Festa de Nossa Senhora da Assunção reflete esta mistura de
traços culturais ao celebrar a convivência harmoniosa do ‘vira’
português com o forró nordestino.
Informações descritivas
Festa religiosa paroquial típica, a de Nossa Senhora da Assunção
realiza quermesse e executa músicas portuguesas e nordestinas
durante vários dias. No encerramento há missa campal, queima
de fogos e procissão percorrendo as ruas do Morro São Bento até
voltar ao largo onde se situa a igreja de Nossa Senhora da
Assunção.
Condição atual
A Festa de Nossa Senhora da Assunção faz parte do calendário
oficial de celebrações da Diocese de Santos.
Iconografia
IC_ASSUNÇÃO01
Registros fotográficos
Não
IC_ASSUNÇÃO02
IC_ASSUNÇÃO03
IC_ASSUNÇÃO04
IC_ASSUNÇÃO05
Fontes consultadas
DIOCESE DE SANTOS (2008). Calendário de eventos.
eventos Disponível
em http://www.diocesedesantos.com.br . Acesso em 22 de
julho de 2009.
NOVO MILÊNIO (2007) Procissão de Nossa Senhora da
Assunção.
Assunção Disponível em
http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em 22 de julho
de 2009.
SOUZA, Alaíde V. & MUNIZ, Fernanda S. (1999) Participação
social no Morro de São Bento,
Bento Monografia, Faculdade de
Serviço Social, Unisantos, Santos-SP.
Contatos
associativos Paróquia
Nossa
Senhora
da
relacionados
Melhoramentos do Morro São Bento
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Assunção;
Sociedade
de
Data 20/07/2009
Designação
nativa preferencial
FESTA DE NOSSA SENHORA
DO MONTE SERRAT
Outras
Procissão de Monte Serrat
nomenclaturas
Festa da Padroeira de Santos
Época de
De fins de agosto a 8 de setembro
ocorrência
Locais de
de
Catedral de Santos; Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat
ocorrência
Informações
O culto a Nossa Senhora do Monte Serrat, de origem catalã, foi
históricas
introduzido em Santos por D. Francisco de Sousa e pelos monges
beneditinos portugueses, ainda em fins do século XVI. Segundo
SANTOS & LICHTI (1986), D. Francisco de Sousa, governador
geral durante o período colonial, já havia erigido capelas em
louvor a Nossa Senhora de Monte Serrat em suas passagens pela
Bahia e Rio de Janeiro. A data de construção da capela em
Santos não é precisa, podendo ser situada entre os anos de 1598
e 1609. Tradicionalmente, são atribuídos diversos milagres à
santa. O principal deles, que parece estar na origem da explicação
para a procissão (conforme se verá mais adiante), é aquele que
narra a intercessão de Nossa Senhora do Monte Serrat em favor
dos habitantes da Vila do Porto de Santos, no ano de 1615. De
acordo com a tradição, naquele ano a Ilha de São Vicente teria
sido invadida por corsários holandeses, sob o comando de Joris
van Spilbergen. Os habitantes de São Vicente e da Vila do Porto
de Santos abrigaram-se no antigo Morro de São Jerônimo (Monte
Serrat). Os corsários holandeses subiram então o Morro, em
perseguição aos refugiados que a esta altura já se reuniam no
interior da Capela de Monte Serrat. Os presentes clamaram pela
proteção de Nossa Senhora do Monte Serrat. Foi então que,
subitamente, ocorreu um estrondo e um estremecimento de terras
que causou o desabamento de pedras sobre os perseguidores,
massacrando muitos deles. O restante bateu em retirada e a
população pôde então retomar sua Vila (SANTOS, 1940).
Ao longo dos séculos, a devoção à Nossa Senhora do Monte
Serrat foi tão persistente e intensa na cidade de Santos que ela
veio, finalmente, a substituir Santa Catarina de Alexandria como
padroeira da cidade, já em meados do século XX (esta última fora
a padroeira desde 1540) (VILAS BOAS, 2005). De acordo com o
jornal A Tribuna, de 08/09/05: “Em 1954, por deliberação da
Câmara Municipal, foi declarada oficialmente, Padroeira da
Cidade, título concedido pelo Papa Pio XI, em 03 de dezembro de
1954, mediante pedido de Dom Idílio José Soares, bispo de
Santos. Já em 08 de setembro de 1955, a virgem foi coroada
padroeira da cidade” (A TRIBUNA, 2005a). Todavia, a festa em
louvor a Nossa Senhora de Monte Serrat como Padroeira da
Cidade de Santos, já com a configuração contemporânea, passou
a ser realizada somente no ano de 1962.
Informações
Com base nas fontes consultadas, é possível discernir duas
descritivas
configurações principais para a Festa de Nossa Senhora do Monte
Serrat: uma antes de ser proclamada padroeira da cidade de
Santos, e outra após. Esta última, no entanto, parece também ter
sofrido inflexões nos últimos 47 anos, o que denota sua
plasticidade e adaptabilidade às condições contemporâneas para
sua continuidade.
De acordo com a reportagem d’A Tribuna, de 03/06/1982, no
período anterior à proclamação como padroeira de Santos, a festa
de Nossa Senhora do Monte Serrat possuía a seguinte
configuração: “no dia 5 de setembro, o povo subia o morro e,
durante os dias de festejos, ficava vigiando Santos. Por quê? Ora,
à espera do desembarque dos holandeses. A vigília continuava
até o momento da oração e do milagre, no dia 8. Aí, todos
explodiam em festa, havia queima de fogos e repique de sinos’ (A
TRIBUNA, 1982). Faziam parte da festa várias manifestações de
caráter não-religioso, dentre as quais se destacavam o cortejo de
batuqueiros, chamados de “Embaixada’. Munidos de pandeiros,
cuícas e surdos, subiam o morro e lá realizavam rodas de samba,
regadas a dança e aguardente. As famílias dos devotos também
faziam piqueniques no alto do morro durante os três dias da festa,
cujo cardápio continha, tradicionalmente, o vinho, o cabrito e o
leitão. SANTOS & LICHTI (1986) corroboram essa versão para a
antiga configuração da festa, ao afirmar que, no decorrer do
século XIX, “a festa do Monte Serrat reunia multidão que rezava e
se divertia barulhentamente. Havia reclamações sobre aspectos
da festa, considerados demasiado lúdicos. Nessa época, só a
festa no Monte Serrat durava três dias” (SANTOS & LICHTI, 1986:
391).
A partir de 1962, a Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat teve
sua configuração modificada. A imagem deixa seu Santuário na
capela do Monte Serrat e segue para a Catedral no início dos
festejos, que se iniciam ainda no final de agosto, quando é
realizada uma missa solene de acolhida. O ciclo da novena, com
início no dia 30 de agosto, também ocorre na Catedral. No período
em que a imagem se encontra na Catedral, são realizadas
paralelamente missas comunitárias no Santuário do Monte Serrat.
No dia 8 de setembro, Dia da Padroeira, a imagem da santa deixa
a Catedral após uma missa, realizada entre as 6h00 e 7h00,
acompanhada por uma procissão pelo Centro Histórico da cidade.
A procissão se detém nas escadarias da Prefeitura, na Praça José
Bonifácio, onde é realizada uma missa campal e ocorre a
“Cerimônia de Renovação da Consagração da Cidade” a Nossa
Senhora do Monte Serrat. De lá, a imagem segue para o
Santuário, acompanhada pelos fiéis. Durante a procissão, os fiéis,
portando flores e bandeiras, entoam cânticos em coro que
celebram a santa, além de músicas de conotação religiosa de
cantores populares. Muitos dos devotos acompanham a procissão
com a finalidade de pagar promessas e agradecer a intercessão
da Santa, depositando seus louvores na sala de ex-votos contígua
ao Santuário, no alto do Monte Serrat.
Aos pés do morro, a imagem é recebida com shows e fogos de
artifício. A subida do monte é realizada pelos cerca de 400
degraus da escadaria denominada “Caminho Monsenhor Moreira”,
ao longo da qual estão locados 14 nichos em bronze que
representam a Via-Sacra. Tais quadros, de autoria de Meleto
Benedetti, foram introduzidos entre os anos de 1939 e 1941. O
caminho é enfeitado com bandeiras e flores em todo o percurso
das escadarias. À frente do Santuário é realizada nova missa
campal, entre as 18h00 e 19h00, para a recepção da imagem.
Nesta nova configuração, nota-se a dilatação temporal da festa, já
que os festejos chegam a durar cerca de 10 dias. No decorrer
desse período, além da novena, são realizadas diversas missas
na Catedral e no Santuário, além de quermesses e shows
musicais com artistas populares de renome nacional.
Condição Atual
As fontes pesquisadas afirmam que a Festa de Nossa Senhora do
Monte Serrat é considerada uma das maiores festas religiosas do
estado de São Paulo. Ela atrai romeiros de todo o país e, em
média, é acompanhada por cerca de 10.000 (dez mil) pessoas.
Goza de apoio e prestígio do poder público municipal, devido à
condição de Festa da Padroeira, e apresenta traços tradicionais
de envolvimento comunitário: são os membros da comunidade do
Monte Serrat que confeccionam as bandeiras e enfeitam o
caminho das escadarias com flores. Nos últimos anos, além de
movimentos reivindicatórios acompanharem a procissão, cabos
eleitorais de políticos locais têm sido alocados no trajeto da
procissão do dia 8 de setembro, a fim de abordar os participantes.
Ambos os acontecimentos indicam a importância da Festa como
evento significativo também para o mundo político.
Do exposto, conclui-se que o entrecruzamento entre o sagrado e o
profano, entre o religioso e o laico, é característico da Festa de
Nossa Senhora do Monte Serrat e que tal conjunção denota sua
adaptabilidade e continuidade.
Iconografia
IC_MONTE SERRAT01
Registros fotográficos
Não
IC_MONTE SERRAT02
IC_MONTE SERRAT03
Fontes consultadas
NOVO MILÊNIO (1982). Conheça seu bairro: Monte Serrate.
Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso
em: 26 de junho de 2009.
A TRIBUNA (2004). Imagem é levada de volta para o Santuário. 9
de setembro de 2004.
A TRIBUNA. (2005a). Dia da Padroeira: a santa de Santos. 8 de
setembro de 2005.
A TRIBUNA (2007a). Missas em homenagem à padroeira
prosseguem neste feriado. 07 de setembro de 2007.
A TRIBUNA (2007b). Fiéis renovam a fé na procissão da
Padroeira. 07 de setembro de 2007.
A TRIBUNA (2008d). Missa, procissão e shows marcam Festa da
Padroeira. 07 de setembro de 2008.
A TRIBUNA (2008e). Moradores celebram o dia da padroeira de
Santos. 08 de setembro de 2008.
A TRIBUNA (2008f). Padroeira teve procissão imponente. 09 de
setembro de 2008.
DIÁRIO DO LITORAL (2008). Mais de 4.000 fiéis celebram Dia da
Padroeira. 9 de setembro de 2008.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1998). Milhares de fiéis
homenageiam a padroeira. 9 de setembro de 1998.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008a). Shows em homenagem à
padroeira da cidade. 3 de setembro de 2008.
EXPRESSO POPULAR (2007). Nichos ajudam fiéis a entender a
via-crúcis de Jesus Cristo. 6 de setembro de 2007.
NOVO MILÊNIO (2009c). Os milagres no Monte Serrat.
Serrat Disponível
em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de
junho de 2009.
SANTOS, Francisco Martins dos (1940). Lendas e tradições de
uma velha cidade do Brasil.
Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da
‘Revista dos Tribunais’.
SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins.
(1986). História de Santos/Poliantéia
Santos/Poliantéia Santista.
Santist São Vicente:
Caudex.
VILAS BOAS, Sergio (2005). Santos: o Centro Histórico, o Porto e
a Cidade/ Santos: the Historical Center, the Port and the City.
City
São Paulo: Horizonte Geográfico.
Contatos
associativos Cúria Diocesana de Santos; Paróquia Nossa Senhora do Monte
relacionados
Serrat; Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 25/07/09
Designação
nativa preferencial
FESTA DO BOM JESUS
DA ILHA DIANA
Outras
Não há
nomenclaturas
Época de
06 de agosto
ocorrência
Locais de
Ilha Diana
ocorrência
Informações
A ilha Diana - comunidade localizada na área continental do
históricas
município de Santos - é um braço de mar e não uma ilha, como o
nome parece indicar. Seus primeiros ocupantes estabeleceram-se
às margens do Rio Diana, nos anos 1940, após serem
desalojados dos bairros Bocaina, em Santos, e Saco de Embira,
no Guarujá, para a construção da Base Aérea de Santos. Como
sua origem primeira era o município de Iguape, esses pioneiros
trouxeram consigo a devoção ao Bom Jesus de Iguape (também
chamado Santo Antônio de Iguape). A história que dá origem ao
culto ao Bom Jesus de Iguape conta que, no século XVII, um
senhor de engenho pernambucano encomendou uma imagem de
Jesus a escultores portugueses. Na travessia Portugal-Brasil, o
navio que trazia a peça foi atacado por piratas e a tripulação,
temendo ter seus objetos sagrados profanados, achou por bem
lançar o santo ao mar. Dois índios encontraram a escultura na
praia do Una (no atual município de Peruíbe, no estado de São
Paulo) e a colocaram repousando com a face voltada para
Itanhaém. No dia seguinte, a imagem estava com a face voltada
para Iguape. Ao tentar transportá-la para Itanhaém, a escultura
parecia se tornar mais pesada; rumando para a direção de Iguape,
tornava-se mais leve. Os índios acharam, então, que o santo havia
feito sua escolha e o encaminharam para Iguape. Ali, tornou-se
santo de devoção dos munícipes.
Ao ser proclamado também protetor da Ilha Diana, o santo deixou
de ser Bom Jesus de Iguape e passou a ser chamado de Bom
Jesus da Ilha Diana.
A partir de 1954, os habitantes da Ilha Diana passaram a realizar
anualmente a Festa do Bom Jesus da Ilha Diana.
Informações descritivas
descritivas
A Festa do Bom Jesus da Ilha Diana contou com algumas
variações em suas edições. Inicialmente, havia apenas novenas e
terços entre os moradores. Em 1989, o Diário Oficial de Santos
assim descreve a festa: “Os moradores da Ilha Diana promovem
hoje (...) mais uma festa em Louvor de Bom Jesus, com procissão,
missa, quermesse, futebol, capoeira, show musical e o tradicional
Baile dos Cravos, no qual o cavalheiro só entra ou dança se
trouxer um cravo na lapela” (DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS,
1989a). A atual configuração da festa inclui missa, procissão
marítima, Festival de Culinária Caiçara – com pratos como o
lambe-lambe (arroz com mariscos), tainha com farofa e peixe com
banana -, música, jogos de futebol e bailes.
Condição Atual
Nos últimos anos, a festa passou a ser considerada um atrativo
turístico da Ilha Diana e foi incluída pela Prefeitura Municipal no
calendário oficial de eventos culturais em 2006, ano em que a
festa teve cerca de 5000 visitantes. As edições de 2007 e 2008
também foram bem sucedidas, embora com menor número de
participantes.
Iconografia
IC_BOM_JESUS01
IC_BOM_JESUS02
IC_BOM_JESUS03
Registros fotográficos
Não
Fontes consultadas
A TRIBUNA. (2005c). 18/09/2005.
A TRIBUNA (2006a). 06/08/2006.
A TRIBUNA (2008b). 04/02/2008.
CIDADE DE SANTOS. (1982). 30/03/1982.
COSTA, Vanessa Fernandes da. (2007). Ilha Diana: Preservação de uma
identidade caiçara para a inclusão social.
social Santos: Monografia
(Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo). Faculdade
de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos
- UNISANTOS.
DIÁRIO DO LITORAL. (2000). 08/01/2000.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1989a). 12/08/1989.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de
alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006a). 08/08/2006.
JORNAL DA TARDE. (2004b). 21/07/2004.
LAURINDO, Fabiana de Souza. (1999). Ilha Diana: enraizamento cultural
caiçara.
caiçara Santos: 91 fls. Monografia (Conclusão de Curso de
Arquitetura
e
Urbanismo).
Faculdade
de
Arquitetura
e
Urbanismo da Universidade Católica de Santos - UNISANTOS.
NASCIMENTO,
Daniela;
PEDRO,
Greicilene
Regina.
(2005).
Comunidade de Pescadores da Ilha Diana.
Diana Revista Patrimônio,
Lazer & Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de
Negócios
da
Unisantos).
Nov.
Disponível
em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em:
10 de julho de 2009.
Contatos
associativos
Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana
relacionados
Informações Técnicas
Designação
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/2009
nativa
preferencial
FESTA JUNINA DO MORRO
NOVA CINTRA
Outras nomenclaturas
Festa de São João Batista
Época de ocorrência
Junho (próximo ao dia 24/06, Dia de São João)
Locais de ocorrência
Igreja de São João Batista no Morro Nova Cintra
Informações Históricas
Os imigrantes portugueses oriundos da Ilha da Madeira que
ocuparam o Morro Nova Cintra trouxeram também seus costumes
e tradições. Muitos deles, devotos de São João Batista,
assumiram a tarefa de lhe construir um templo. A festa, que é
realizada desde 1947, tinha como objetivo primeiro arrecadar
fundos para a construção da igreja, obra realizada pela própria
comunidade. De acordo com o informativo Presença Diocesana,
no dia 26 de junho de 1960, após a missa celebrada na capela de
madeira por Dom Idílio José Soares, era lançada a pedra
fundamental da atual Igreja de São João Batista.
Depois de terminada a igreja, a festa junina dos portugueses
tornou-se tradicional (A TRIBUNA, 1982).
Informações descritivas
O tradicional festejo junino tem caráter religioso e social. Durantes
as comemorações, são realizadas missa campal e procissão, além
de novenas nos dias que antecedem o dia de São João.
A festa junina do Morro Nova Cintra tem como ponto alto a sua
quermesse,
VICENTINO,
guloseimas,
que
recebe
2006).
As
sanduíches,
milhares
de
barracas
ofereceram
petiscos
e
pessoas
bebidas.
(JORNAL
opções
Os
de
fundos
arrecadados são direcionados para atividades assistenciais. Em
2002, por exemplo, foram revertidos em parte para a manutenção
do Seminário Diocesano São José, a própria Matriz de São João,
a construção do Centro Comunitário Sant’Ana e São Joaquim, no
Morro Santa Maria, e a construção do salão da Capela Senhor
Bom Jesus, da Vila Progresso.
Condição Atual
Segundo informa o jornal Presença Diocesana (2009), vários
eventos religiosos, além da quermesse, fizeram parte das
comemorações em 2009: nos dias 21, 22 e 23/6, foi realizado o
Tríduo a São João Batista; no dia 24/6, foi propriamente realizada
a Festa de São João Batista e foi celebrada a Missa Campal com
a Benção do Mel.
Iconografia
Fontes
consultadas
IC_NOVA_CINTRA01
Registros
IC_NOVA_CINTRA02
fotográficos
Não
A TRIBUNA (1982). Um mundo diferente – é a Nova Cintra. 22 de
julho de 1982.
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002). Paróquia S. João
Batista – Nova Cintra - Santos. jun./2002. Disponível em
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/1
0-JUN-11-%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009.
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2009). É tempo de celebrar
os santos mais tradicionais da religiosidade popular.
Jun/2009.
Disponível
em:
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a
94_jun_2009_11.pdf. Acesso em 20 de julho de 2009.
JORNAL VICENTINO (2006). Festa Junina movimenta o Morro
Nova Cintra. 25 de junho de 2006. Disponível em
http://www.jornalvicentino.com.br/home/2006/05/25/festajunina-movimenta-morro-da-nova-cintra/). Acesso em 20
de julho 2009.
Contatos
associativos Paróquia São João Batista – Nova Cintra
relacionados
Informações Técnicas
Designação
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/072009
nativa
preferencial
PROCISSÃO DE IEMANJÁ
Outras nomenclaturas
Festa de Iemanjá
Época de ocorrência
Até 1992, no sábado mais próximo ao dia 15 de agosto. Desde
2002, o domingo mais próximo ao dia 02 de fevereiro
Locais de ocorrência
Praia do Gonzaga até 1992. Ponta da Praia desde 2002.
Informações históricas
Iemanjá, a orixá das águas e rainha do mar, é correspondente, no
sincretismo religioso, a uma série de outras entidades: Nossa
Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa
Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade, Nossa
Senhora da Glória e Virgem Maria. A cosmogonia relacionada à
Iemanjá revela a criação do mar: “Há quem diga que dos fartos
seios de Iemanjá fizeram-se dois rios que logo viriam a ser o mar,
sua morada. Há também quem acredite que foi de suas lágrimas
que ele surgiu quando Oxalá, ao beber vinho de palma em
demasia, quebrou a promessa de não caçoar dos enormes seios
dela” (KOSBY, 2009: 27).
A celebração de Iemanjá em Santos teve início em 1951, por
iniciativa da União Espírita Santista de Umbanda e Candomblé
com apoio da Secretaria de Turismo do município. Realizada em
15 de agosto ou no sábado mais próximo desta data, Iemanjá era
cultuada nesta data devido à sua identificação sincrética com
Nossa Senhora da Glória.
Em 1992, a União Espírita e a Secretaria Municipal de Turismo se
desentenderam sobre a forma como a festa de Iemanjá deveria
ser realizada e a celebração foi oficialmente paralisada por quase
uma década.
A Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Casa de
Candomblé Ilé Asé Sobo Oba Aryrá, retomou a tradição da
Procissão de Iemanjá em 2002. Uma das principais mudanças
desta nova fase da celebração é sua realização em 02 de
fevereiro, dia de Nossa Senhora dos Navegantes.
Informações descritivas
Entre 1951 e 1992, a procissão se iniciava na rua Pernambuco
(sede da União Espírita de Umbanda e Candomblé) e seguia até a
praia do Gonzaga, onde os balaios com oferendas eram levados
ao mar pelos salva-vidas da praia.
A partir de 2002, a celebração ganhou uma concentração em
frente ao Aquário Municipal, onde os participantes assistem a
apresentações de grupos de capoeira e outras manifestações da
cultura afro-brasileira. A procissão terrestre tem início às 16h00 e
vai do Aquário até a Ponte Edgard Perdigão, de onde sai o cortejo
marítimo.
Condição Atual
A procissão de Iemanjá faz parte do calendário oficial de eventos
da Secretaria Municipal de Cultura.
Iconografia
IC_IEMANJA01
Registros fotográficos
Não
IC_IEMANJA02
IC_IEMANJA03
IC_IEMANJA04
Fontes consultadas
A TRIBUNA (2008c) – Iemanjá era homenageada no Gonzaga. 19 de
agosto de 2008.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2009) – ‘Rainha do mar’ será
homenageada com procissão na Ponta da Praia. 07 de
fevereiro de 2009.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2002) Procissão de Iemanjá retoma
tradição afro-brasileira. 05 de fevereiro de 2002.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1989b). A noite de Iemanjá no
Gonzaga. 12 de agosto de 1989.
FEDERAÇÃO NACIONAL DA RELIGIÃO ORIXÁ (2009) Procissão de
Iemanjá
em
Santos
–
2009.
Disponível
em
http://fenorixa.zip.net. Acesso em 25 de julho de 2009.
KOSBI, Marília F. (2009) Cruzamentos, territórios e patrimônio
religioso In Revista Cadernos de Campos,
Campos São Paulo
Programa de Pós-graduação em Antropologia Social-USP, pp27-36.
SECRETARIA DA CULTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE
SANTOS
(2009).
Procissão
de
Iemanjá.
(Folheto
de
Divulgação)
Contatos
associativos
Casa de Utilidade Publica e de Culto Afro Brasileiro Ilê Asé Sobo
relacionados
Oba Aryrá
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 25/07/2009
Designação
nativa preferencial
PROCISSÃO DE NOSSA
SENHORA DAS NEVES
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
5 de agosto
Locais de ocorrência
Sítio Nossa Senhora das Neves, nas proximidades do rio
Jurubatuba e da enseada de Santa Rita.
Informações históricas
De acordo com SANTOS (1940) e SANTOS & LICHTI (1986), o
culto e a procissão de Nossa Senhora das Neves no município
tiveram início ainda em meados do século XVIII, por ocasião da
construção da capela em honra de Nossa Senhora das Neves
sobre as ruínas do Engenho da Madre de Deus. A primeira
referência ao topônimo data de 1702, ocasião em que as irmãs
Ambrósia, Ana e Catarina de Aguiar resolveram dedicar a Nossa
Senhora das Neves a capela erigida no local por Pero de Góis em
1532, em honra de Madre de Deus, próximo ao engenho de
mesmo nome. Entretanto, o culto à santa, que já detinha prestígio
entre os senhores, adquiriu relevo e difusão somente a partir da
devoção dos escravos.
Nas palavras de SANTOS & LICHTI (1986): “A devoção à Nossa
Senhora das Neves cresceu muito, principalmente a partir de
1730, e mais ainda entre os negros escravos de toda a região, que
a tomaram como protetora e padroeira, depois que o sargento-mor
Manoel Gonçalves e Aguiar conseguiu criar a sua procissão
aquática - uma festa notável e pitoresca, que se realizava desde
então, todos os anos, no dia da mesma santa, e de que participou
sempre toda a cidade” (SANTOS & LICHTI, 1986: 394).
Segundo MUNHOS (1992), a devoção à Nossa Senhora das
Neves constituía para os escravos da região uma estratégia de
sobrevivência de sua individualidade, ao mesmo tempo em que a
celebração dos cultos religiosos em homenagem à santa
representava uma sociabilidade autônoma e de escape à
opressão, na medida em que a amargura do eito e o horror do
tronco e da gargalheira eram substituídos pelos festejos realizados
pelos próprios negros para eles mesmos.
O culto e a procissão seguiram até meados do século XIX, quando
um incêndio criminoso (sobre o qual existe discordância em
relação à data - 1850 ou 1884) consumiu a capela, que não foi
mais reconstruída, e a imagem de madeira de Nossa Senhora das
Neves.
O historiador MUNHOS assim relata os fatos: “O feitor do
engenho, chamado Antônio Joaquim, teria prometido acabar ‘com
aquela regalia dos negros’ [os festejos em devoção à Nossa
Senhora das Neves]; com a provável cobertura dos senhores da
região, cumpriu a promessa. Ateou fogo à capela de Nossa
Senhora das Neves. Os escravos em vão tentaram salvá-la. O
fogo teria durado várias horas e a imagem da santa desaparecera.
Seus devotos queriam punição do culpado e a reconstrução da
capela, mas nada lhes foi reparado. Os escravos, então, iniciaram
a perseguição do feitor. Incendiaram as senzalas, a tulha, o paiol
das ferragens, as cocheiras e, por fim, a casa-grande do engenho.
O feitor conseguira escapar, mas foi perseguido e preso pelos
escravos, que o trouxeram amarrado para junto da capela
incendiada. Foi queimado vivo” (MUNHOS, 1992: 52).
Ainda de acordo com os memorialistas citados, esse fato foi o
estopim para que os negros da região (Morrão, Pedreira, Perutí e
Cabraiaquara) se rebelassem e fugissem, instalando-se nas
serras vizinhas ao sítio e formando um quilombo armado, dos
chamados “canhemboras”, sob o comando de “Pai Filipe”. Ao que
tudo indica, este foco de resistência está na origem da toponímia
da Serra do Quilombo, na parte continental do que é hoje o
município de Santos.
O início do século XX assistiu ao
esquecimento do prestígio outrora dedicado à devoção à Nossa
Senhora das Neves.
Informações descritivas
A procissão era acompanhada por dezenas de embarcações a
remo que formavam um cortejo, à frente do qual seguia uma
grande chata em quel estavam dispostos o pálio e o andor. Nesta
embarcação, acompanhando a imagem de Nossa Senhora das
Neves, seguiam o Presidente da Câmara e outras autoridades
seculares, além do vigário. Nas barcas da retaguarda do cortejo,
seguiam os escravos dos sítios vizinhos à Capela, que eram
acompanhados pelos feitores e cantavam velórios religiosos.
SANTOS (1940) descreve a forma e o trajeto da Procissão de
Nossa Senhora das Neves, no início do século XIX:
“A procissão original desfilava lentamente pelo estuário e levava
horas em seu trajeto; os aguardeiros, por isso mesmo, seguiamna, providos das águas puras das cachoeiras vizinhas, vendendo
aos participantes do cortejo, cada copo a vintém. A longa fila de
barcos de toda espécie passava junto aos navios, onde as
guarnições se perfilavam em continência, junto aos Fortes de
Itapema e Nossa Senhora do Monte Serrate, que salvavam em
honra da Santa, voltando finalmente à Capela tradicional
costeando a Bocaina” (SANTOS, 1940: 110-111).
Condição Atual
As fontes dos memorialistas locais fornecem indícios para a
hipótese de que o culto e a procissão foram extintos devido a dois
fatores: o incêndio criminoso da capela, já relatado, e a migração
dos negros sob o comando de “Pai Filipe” para a porção insular do
município de Santos, no atual bairro de Vila Mathias. Não foram
encontrados registros bibliográficos que fizessem referência à
atualidade da Procissão de Nossa Senhora das Neves no
município santista, nem referências de que os negros que
migraram para as proximidades do Quilombo do Jabaquara (no
que é hoje a Vila Matias) levaram consigo a devoção, o culto e a
procissão para o novo quilombo.
Iconografia
Iconografia
IC_NEVES01
Registros fotográficos
Não
IC_NEVES02
IC_NEVES03
Fontes consultadas
A TRIBUNA. (1992). Ilha das Neves – um morro azulado, onde um
homem mora sozinho há 29 anos. 28 de outubro de 1982.
A TRIBUNA. (2000). Lixão muda planos para Sítio das Neves. 23
de abril de 2000.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1997). Prefeitura quer preservar
Sítio das Neves. 1° de março de 1997.
DIÁRIO OFICIAL URGENTE (1996). Condepasa quer tombar Sítio
das Neves. 03 de dezembro de 1996.
MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação
circulação trágica ao mito da
irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880.
1880
Dissertação de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade
Católica.
RODRIGUES, Olao. (1980). Cartilha da História de Santos.
Santos
Santos: Gráfica ‘A Tribuna’.
SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de
uma velha cidade do Brasil.
Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da
‘Revista dos Tribunais’.
SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins.
(1986). História de Santos/Poliantéia Santista.
Santist São Vicente:
Caudex.
Contatos
associativos Não
relacionados
Informações Técnicas
Designação
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 21/07/09
nativa
preferencial
PROCISSÃO DE SÃO PEDRO
Outras nomenclaturas
Procissão Marítima de São Pedro Pescador
Época de ocorrência
ocorrência
Final de semana mais próximo do dia 29 de junho, dia de São
Pedro
Locais de ocorrência
Ponta da Praia/Embaré
Informações Históricas
Os festejos de São Pedro Pescador foram iniciados em 29 de
junho de 1959, depois que a família de Constabile de Gregório,
um dos integrantes do sindicato dos Armadores de Pesca do
Estado de São Paulo, trouxe uma imagem do santo da Itália. Esta
foi levada para a Capela de Nossa Senhora dos Navegantes.
Desde então, vários fiéis, principalmente italianos que possuíam
barcos pesqueiros e eram devotos de Nossa Senhora de Santa a
Mare passaram a visitar a imagem e agradecer por pesca farta
(ASSUMPÇÃO, 2004). O dia 29 de junho também marca o fim da
pesca da tainha (HANAZAKI, 2001).
Informações descritivas
Esta tradição contava, além da procissão marítima, com uma
procissão terrestre e uma missa campal. Durante os meses que
antecediam a festa, eram coletadas doações financeiras junto aos
armadores e pescadores artesanais que contribuíam com a
decoração dos barcos e todos os detalhes para a realização do
festejo. Estes valores eram registrados em Livros de Ouro para
que a contabilidade pudesse ser feita posteriormente. Os barcos
enfeitados saíam da Ponte dos Práticos, na Ponta da Praia, e
seguiam até a frente da Igreja de Santo Antônio do Embaré, onde
posteriormente era realizada a missa campal. Ali, as embarcações
faziam um círculo e havia a benção dos anzóis para uma boa
temporada de pesca. Também era designada uma madrinha que,
junto ao padre, a imagem e autoridades, seguia a barcaça da
Capitania dos Portos em uma escuna.
Com a retomada dos festejos após 13 anos de interrupção (ver
detalhamento no campo ‘Condição atual’), essa tradição foi
mantida, agora com uma procissão terrestre que se inicia com a
chegada da imagem do santo trazida pela balsa da travessia
Santos/Guarujá até a frente da Igreja do Apostolado do Mar, onde
é celebrada uma missa campal.
A procissão tem início na Ponte Edgar Perdigão, com a bênção
das redes e anzóis. Na seqüência, os fiéis acompanham o cortejo
terrestre, até a Rua Ministro Daniel de Carvalho (ao lado da
Capela Nossa Senhora dos Navegantes), onde é realizada a
missa campal.
O público envolvido compreende desde moradores do bairro,
moradores da cidade e de cidades vizinhas, além de pescadores,
com o apoio do Sindicato dos Armadores de Pesca.
Condição Atual
A celebração voltou a fazer parte do calendário da cidade em
Junho de 2002, depois de uma interrupção de 13 anos. A crença
no "protetor das águas" pela comunidade pesqueira foi a causa da
mobilização na retomada de uma dos mais importantes cultos
religiosos e que não vinha sendo realizado há 13 anos, tendo
continuidade apenas no interior do Estado de São Paulo em
comunidades ribeirinhas. Segundo o presidente da Federação dos
Pescadores do Estado de São Paulo, Sr. Tsuneo Okida,
(entrevistado por ASSUMPÇÃO, 2004) depois do acidente com o
barco Bateau Mouche IV, no Rio de Janeiro, a Marinha Mercante
passou a exigir maior segurança dos barcos participantes de
procissões marítimas, o que prejudicou os pescadores mais
humildes. Outro fator que marcou o fim das comemorações foi a
extinção da Superintendência de Desenvolvimento da Pesca do
Ministério da Agricultura à época (ASSUMPÇÃO, 2004).
Iconografia
IC_SAO_PEDRO01
Registros fotográficos
Não
IC_SAO_PEDRO02
IC_SAO_PEDRO03
IC_SAO_PEDRO04
Fontes consultadas
ASSUMPÇÃO, Lilian (2004). O pescador de almas: descrição
crítica da Procissão marítima de São Pedro na cidade de
Santos, à luz da folkmídia. Trabalho apresentado na 7ª
Conferência Brasileira de Folkcomunicação, LageadoRS.
Disponível
em
http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/9/96/O_
Pescador_de_Almas.pdf. Acesso em 17 de julho de 2009.
HANAZAKI, Natalia (2001). Ecologia de Caiçaras – uso de
recursos e dieta.
dieta Campinas: Tese (Doutorado). Instituto
de
Biologia-Unicamp,
Disponível
em
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871.
Acesso em 20 de julho de 2009.
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002b) Procissão de São
Pedro volta a ser realizada em Santos. jun./2002. Disp.
Em
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/1
0-JUN-11-%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009.
JORNAL BAIXADA SANTISTA (2009b). Procissão de São Pedro
atrai muitos fiéis. Disp. em
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/sao_
pedro_fieis2009%20.asp. Publicado em 30 de junho
2009. Acesso em 20 de julho 2009.
Contatos
associativos Apostolado do Mar da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes;
relacionados
Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado de São Paulo
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
2. OFÍCIOS E SABERES
Designação nativa
preferencial
CAPOEIRA
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
O ano todo
Locais de ocorrência
Disseminada em todo o município
Informações históricas
É praticamente inexistente a menção à capoeira antes da segunda
metade do século XX no município santista. A única passagem um
pouco mais explícita a este respeito pôde ser encontrada em SANTOS &
LICHTI (1986), quando descrevem o resgate de escravos promovido por
membros do movimento abolicionista. Tais escravos eram escoltados
por capitães-do-mato e pela força policial paulistana no bairro do
Paquetá e foram libertados por um grande número de pessoas, entre
eles o “cidadão Fortes, um santista de Sergipe e excelente capoeira,
como dezenas de outros que existiam entre os abolicionistas da linha de
frente (...)” (SANTOS & LICHTI, 1986: 225). O trecho denota a
disseminação da prática, no último quartel do século XIX, mesmo entre
os membros das classes médias santistas, que compunham ampla
parcela dos partidários do abolicionismo. Uma ex-moradora do Quilombo
do Jabaquara informa, em entrevista datada de 1931 e recuperada por
MUNHOS (1992:56), que seu marido Manoel Leocadio era um ‘capoeira
destemido’, o que pode indicar que tal prática era disseminada no
quilombo.
Todavia, a difusão da capoeira como esporte e como arte na cidade de
Santos só parece ocorrer após a segunda metade do século XX e é
atribuída à atuação de dois mestres pioneiros: Mestre Corisco e Mestre
Sombra. José Lailton dos Santos, o Mestre Corisco, natural de Sergipe,
criou em Santos a Associação Santista de Capoeira de Areia Branca
(ASCAB) em 1965. Já Mestre Sombra, ou Roberto Teles de Oliveira,
também natural de Sergipe, chegou a Santos em 1941 e começou a
organizar rodas de capoeira de natureza informal. Reiteradas vezes,
Mestre Sombra tentou fundar uma academia de capoeira: instalou-se em
Vicente de Carvalho entre os anos de 1966 e 1968, posteriormente criou
a Academia Zumbi no Guarujá, em 1972 e, finalmente, fundou a
Associação de Capoeira Senzala, em Santos, no ano de 1978. Estes
mestres foram os responsáveis pela formação de vários discípulos, que
por sua vez auxiliaram na difusão da prática, fundando suas próprias
academias. Entre os mais citados pelas fontes, podem ser destacados
Mestre Valtinho da Senzala, Mestre Bandeira e Mestre Bahia.
Informações descritivas
A capoeira é uma prática que mistura esporte, arte, dança e música. No
século XX, configuraram-se duas maneiras distintas de jogá-la: a
denominada “capoeira Angola” e a chamada “Capoeira Regional”. A
difusão de cada uma dessas modalidades é atribuída à influência
decisiva de um mestre: respectivamente, Mestre Pastinha e Mestre
Bimba.
O aprendizado da capoeira envolve a “transmissão oral de suas práticas,
rituais e herança cultural” (IPHAN, 2008a). A dinâmica desta iniciação é
centrada na relação entre o mestre e seu discípulo, mediada pela roda
de capoeira. Na roda “se expressam simultaneamente o canto, o toque
dos instrumentos, a dança, os golpes, o jogo, a brincadeira, os símbolos
e os rituais de herança africana – notadamente banto – recriados no
Brasil” (IPHAN, 2008b). Entre os principais movimentos corporais desta
prática encontram-se a ‘ginga’, o ‘aú’, a ‘benção’, o ‘martelo’ e a
‘armada’. Tanto os toques de berimbau como os cânticos entoados
durante a execução de uma roda têm como função ditar o ritmo do jogo
e marcar o início, o revezamento e o seu final. Entre os toques de
berimbau podem ser citados o ‘São Bento Grande’, o ‘São Bento
Pequeno’, o ‘Angola’ e o ‘Cavalaria’. Os tipos de cânticos podem ser
diferenciados em ‘ladainha’, ‘chulas’ e ‘corridos’. Os instrumentos
utilizados durante a roda de capoeira são o berimbau, o atabaque, o
pandeiro, o agogô e o reco-reco.
Condição Atual
A Capoeira foi contemplada simultaneamente com duas inscrições nos
Livros de Registro do Patrimônio Cultural do Brasil: como ofício, o Ofício
dos Mestres, e como forma de expressão, a roda de capoeira. Entre as
propostas para sua salvaguarda, incluem-se a criação de um Centro
Nacional de Referências da Capoeira, o reconhecimento de notório
saber do mestre de capoeira pelo Ministério da Educação e a proposta
de criação de um Plano de previdência especial para os velhos mestres
de capoeira (acima de 65 anos).
Em Santos, a capoeira encontra-se amplamente difundida. Não somente
existem incontáveis associações e academias de mestres renomados
local, regional, nacional e inclusive internacionalmente, como também
são inúmeros os projetos sociais e as ações do poder público municipal
que fomentam a difusão da prática.
Iconografia
IC_CAPOEIRA01
Registros fotográficos
Não
IC_CAPOEIRA02
IC_CAPOEIRA03
Fontes consultadas
ENTREVISTA. (1998). No ritmo da capoeira. Novembro.
JORNAL LOCAL (1997). Capoeira. 2 de agosto de 1997.
SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986).
História de Santos/Poliantéia Santista.
Santist São Vicente: Caudex.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
(2008a). Certidão de Registro do Ofício dos Mestres de Capoeira
no Livro de Registro dos Saberes.
Saberes 21 de outubro de 2008.
Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=960.
Acesso
em: 3 de julho de 2009.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
(2008b). Certidão de Registro da Roda de Capoeira no Livro de
Registro das Formas de Expressão.
Expressão 21 de outubro de 2008.
Disponível
em:
http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=961. Acesso
em: 3 de julho de 2009.
MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação trágica ao mito da
irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880.
1880
Dissertação de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade
Católica.
CAPOEIRA (2009a). http://www.capoeirasantista.com.br . Acesso em
04 de julho de 2009.
CAPOEIRA (2009b). http://www.unidadecapoeira.net . Acesso em 04 de
julho de 2009.
Contatos
associativos Associação de Capoeira Senzala de Santos; Associação Santista de
relacionados
Capoeira de Areia Branca (Mestre Corisco e Mestre Bandeira); Grupo
Capoeira Santista (Mestre Ribas).
Informações Técnicas
Designação
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 02/08/09
nativa
preferencial
CULINÁRIA CAIÇARA
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
Sazonal (a ocorrência dos pratos da culinária caiçara é determinada
pelos ciclos da natureza)
Locais de ocorrência
Ilha Diana
Informações históricas
É possível afirmar que os pratos tipicamente caiçaras revelam os traços
multiculturais originados das heranças étnicas que conformaram o
caboclo
brasileiro,
designadamente
as
tradições
indígenas
e
portuguesas e, em menor proporção, as tradições africanas. A herança
indígena pode ser encontrada, sobretudo, nos produtos básicos,
enquanto que a herança portuguesa pode ser identificada nos
temperos e nos modos de preparo dos alimentos. De acordo com
DIEGUES (2007): “A culinária caiçara apresenta uma grande influência
indígena seja na preparação de pratos baseados na farinha de
mandioca, seja naqueles em que entram os peixes, carnes de caça. A
influência portuguesa também aparece no uso de alguns condimentos
de origem ibérica e, sobretudo, na introdução da cana-de-açúcar, da
banana (de origem africana)” (DIEGUES, 2007: 2).
A história da culinária caiçara em Santos está por ser feita: não foram
encontradas referências historiográficas explícitas a este respeito.
Porém, há de se notar que, na circunscrição municipal de Santos, as
fontes jornalísticas consultadas aludem à existência atual da culinária
caiçara tradicional entre povoamentos de sua parte continental,
nomeadamente na Ilha Diana. Neste caso específico, se, por um lado,
não há como determinar, a partir exclusivamente das fontes, a origem
histórica da prática, por outro lado pode-se conjecturar, a partir do
histórico de sua ocupação e do modo de vida ali desenvolvido
(baseado na pesca artesanal), que remonta a meados da década de
1940.
Informações descritivas
Os ciclos da natureza são determinantes para a compreensão da
culinária caiçara, uma vez que ela se conecta estreitamente com as
atividades de reprodução material e simbólica desse tipo de
comunidade. Segundo DIEGUES (2007): “Isso se deve ao fato de, ao
contrário das sociedades urbano-industriais que importam alimentos de
longa distância, uma parte considerável dos alimentos é produzida
pelos próprios caiçaras seja através da pequena agricultura seja da
pesca, da caça e do extrativismo de produtos da mata. Uma vez que
essas atividades primárias estão fortemente ligadas aos ciclos naturais
como a pesca de determinadas espécies no verão e inverno e as
atividades agrícolas sazonais, a disponibilidade de alimentos, em
quantidade e qualidade está ligada a esses ciclos” (DIEGUES, 2007:
1). Em Santos, a tainha, por exemplo, é abundante no inverno e por
isso os pratos feitos à base deste peixe são prioritariamente
preparados nesta época. Na Ilha Diana, a tainha com farofa é servida
na Festa do Bom Jesus, celebrada em 06 de agosto, próximo ao fim da
safra da tainha.
A conexão entre a dimensão simbólica e a dimensão material pode
ainda ser compreendida a partir da relação entre o mundo do trabalho e
o mundo religioso: “as datas religiosas antes eram parâmetros para
atividades agrícolas e de pesca. Por exemplo, o dia de São Pedro
indicava o final da safra da tainha (29 de junho); o dia de São Paulo (25
de janeiro) marcava o início da safra de camarão; o dia de São Tomé
(21 de dezembro) indicava a ata de plantio da banana da variedade
São Tomé (...)” (HANAZAKI, 2001: 69).
Tradicionalmente, os modos de preparo dos produtos da atividade
pesqueira, da coleta de frutos do mar, da caça e da agricultura de
subsistência são variados, envolvendo técnicas de assar, de cozimento
e de fritura em utensílios de barro ou de ferro. A mandioca é um dos
ingredientes basilares desse tipo de culinária. Seus diversos tipos são
utilizados diferencialmente no preparo de variados tipos de farinha e de
pirão. A título de exemplo, são típicos desse tipo de culinária o Azul
Marinho (peixe cozido com banana verde), o Lambe-Lambe (marisco
com arroz), o risoto de camarão e pernil de paca.
Condição Atual
A pesquisa indicou que a Ilha Diana é o reduto da culinária caiçara
tradicional no município de Santos. A culinária caiçara não somente faz
parte da dieta cotidiana como é também um atrativo turístico do local.
Nesse sentido, o Festival de Culinária Caiçara vem sendo realizado –
como evento integrante da Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – desde
2002.
Iconografia
IC_CULINARIA_CAICARA01 Registros
Não
IC_CULINARIA_CAICARA02 fotográficos
Fontes consultadas
A TRIBUNA (2008b) Ilha Diana preserva a cultura caiçara no litoral. 04
de Fevereiro de 2008.
A TRIBUNA (2002a). Ilha Diana festeja o Bom Jesus até sábado. 07 de
agosto de 2002.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de
alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003.
DIEGUES, Antônio Carlos (2007) Culinária e cultura caiçara,
caiçara artigo
eletrônico. Disponível em
http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf . Acesso em 28/07/2009.
HANAKAZI, Natalia (2001) Ecologia de Caiçaras – uso de recursos e
dieta.
dieta Dissertação de Mestrado em Biologia, Unicamp, Campinas,
SP.
Disponível
em
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871 . Acesso
em 29/07/2009.
NASCIMENTO,
Daniela.
PEDRO,
Greicilene
Regina.
(2005).
Comunidade de Pescadores da Ilha Diana.
Diana Revista Patrimônio,
Lazer & Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de
Negócios da Unisantos). Nov. Disponível em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em:
10 de julho de 2009.
Contatos
associativos Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana
relacionados
Informações Técnicas
Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 03/08/2009
Clayton Peron Franco de Godoy
Designação
nativa
preferencial
FUTEBOL DE PRAIA
Outras
Futebol de areia
nomenclaturas
Época de ocorrência
O ano todo
Locais de ocorrência
Orla de Santos
Informações
O futebol de praia em Santos é praticado desde a década de 1960. Esses
históricas
clubes são agremiações ao mesmo tempo “informais e tradicionais, fundados
há 15, 20 ou 30 anos” (NORI, 1998: 18); ocupam sempre o mesmo lugar na
praia e tem cerca de 50 a 60 membros cada um. Não há torcedores, nem
campeonato, pois o a prática do esporte é um fim em si mesmo; não há um
sentido de competição, mas da prática pela prática. A prática do esporte, no
entanto, nem sempre se deu dessa forma. A Federação Paulista de Futebol de
Praia foi fundada em 1967 e existiu por dez anos; o esporte cresceu e as
competições atraiam esportistas famosos, como Rivelino e Clodoaldo. O
crescimento atraiu também times de outras cidades. Porém, havia muitas
brigas e disputas, chegando ao limite da violência, como o caso de um jogador
atingido com um tiro (que ficou conhecido depois pelo apelido de Miguel Bala)
(NORI, 1998).
Por volta de 1975, o caráter mais competitivo do esporte entrou em
decadência, dando lugar a uma prática mais recreativa, declinando também as
brigas e disputas. Essa prática mais recreativa não tem como objetivo a
organização de campeonatos entre times, mas pura e simplesmente, a prática
do esporte.
Informações
As características da orla marítima de Santos favorecem a prática dos
descritivas
esportes de areia, com seus sete quilômetros de extensão e uma faixa extensa
de areia (em média, mais de 100 metros). A presença de barracas de praia na
orla, que representam diversas associações também é característica da
cidade; dentre essas associações, encontram-se os clubes de praia.
A prática do futebol de praia na orla de Santos não é uniforme, sendo realizada
com mais ou menos formalidade. Há formas menos organizadas, como as
“peladas”, que são jogadas por um número indefinido de jogadores, sem
uniforme, juiz ou demarcação de campo. Numa forma intermediária, há o jogo
denominado “gol caixote”, que conta com pequenos pares de traves de
madeira ou de canos plásticos. Não há goleiros, e os times tem número
variável de jogadores, a partir de 05 jogadores. No caso do bem que tratamos
nessa ficha, enfocaremos a sua forma mais organizada, que são os clubes de
futebol de praia. Atualmente, há mais ou menos vinte clubes atuantes na orla
de Santos. Quatro agremiações foram destacadas por Nori (1998): Clube da
Ponta, Democrático, Igaratá e Alvorada. De acordo com a pesquisa desse
autor, cerca de 50% dos associados desses clubes estão na faixa etária de 35
e 50 anos, com dedicação média de 20 anos ao esporte.
Segundo Nori (1998), os participantes começavam a chegar aos pontos de
encontro por volta das 13h, para começar a prática por volta das 16h. Os
pontos de encontro costumam ser as próprias barracas dos clubes de praia.
Os jogadores assinam uma lista até o 22º jogador. A partir do 23º, entram na
reserva dos times. Ao diretor do clube cabe a escalação dos times; espera-se
dele manter o equilíbrio técnico entre os dois times, para que não seja perdida
a “graça” do jogo, tornando um time superior ao outro.
Os clubes quase não têm patrimônio, nem sede social formal. Às vezes, seu
único patrimônio é a barraca de praia. Alguns se constituem como pessoa
jurídica apenas para que a licença das barracas possa ser renovada junto à
Prefeitura. O caráter mais informal não prescinde, no entanto, de um processo
autônomo de organização, contando com regras, escritas ou não, adotadas
por todos. A prática autogestionária dos clubes contrasta, porém, com a
seletividade em relação a novos membros: é preciso ter relações de amizade
com os sócios, além de um nível técnico adequado, para ser convidado a
participar do clube.
Apesar de a prática ser exclusivamente recreativa, há um árbitro profissional
contratado e são seguidas as regras oficiais da prática profissional, como
tempo de jogo e número de jogadores. Os clubes não se vinculam à estrutura
institucional do esporte, em qualquer nível, e não organizam campeonatos e
nem disputam jogos entre si. Formam equipes somente entre seus próprios
sócios, que se modificam a cada semana conforme a escalação do diretor do
clube.
Condição Atual
A prática do futebol de praia encontra-se em plena atividade. Esses clubes
também significam um importante espaço de sociabilidade entre os sócios,
as suas respectivas famílias e demais simpatizantes, que se reúnem em
bares próximos, para conversar, antes e depois da prática do esporte;
também são promovidas festas e churrascos com o mesmo intuito. “Os
valores e significados próprios que identificam o futebol de praia santista
configuram, assim, uma prática de lazer esportivo que, ao longo de mais de
trinta anos, vem construindo e consolidando uma cultura esportiva fundada
essencialmente em aspectos de ludicidade e sociabilidade, que superam
amplamente a prevalência do espírito competitivo presente quase sempre
de forma exacerbada em outros cenários dessa modalidade e do esporte
em geral” (NORI, 1998: 32).
A regulamentação da prática esportiva na orla é anual. A última edição do
decreto foi publicada em 09 de dezembro de 2008 no Diário Oficial do
Município de Santos (2008), ficando a prática de futebol de praia assim
regulamentada: a) de janeiro a dezembro, restrita aos sábados, domingos
e feriados, até às 9h, entre as áreas distantes 150 m ao lado de cada
canal; b) de março a novembro, liberada todos os dias, excetuando-se
sábados, domingos e feriados, até às 10h, na área distante 150m de cada
canal e liberada em toda a extensão da praia após às 16h; c) de dezembro
a fevereiro, liberada todos os dias até às 9h, na área distante 150 m de
cada canal e liberada todos os dias após às 17h30, em toda a extensão da
praia.
Iconografia
IC_FUTEBOL_PRAIA01 Registros
RF_FUTEBOL_PRAIA01
IC_FUTEBOL_PRAIA02 fotográficos
RF_FUTEBOL_PRAIA02
IC_FUTEBOL_PRAIA03
RF_FUTEBOL_PRAIA03
IC_FUTEBOL_PRAIA04
Fontes consultadas
NORI, Celio (1998). O esporte como manifestação de cultura e cidadania: o
futebol de praia em Santos. Campinas: Dissertação (Mestrado em
Estudos
do
Lazer).
Faculdade
de
Educação
Física
da
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP.
NORI. Celio (2002). Boleiros da areia – o esporte como expressão da
cultura e cidadania. São Paulo : Sesc.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto nº 5.229, de 08 de
dezembro de 2008, p.8, 09/12/2008.
Contatos
Clube da Ponta; Clube Igaratá; Clube Democrático
associativos
relacionados
Informações
Informações técnicas
Designação
Arlene Martinez Ricoldi
Data: 27/07/09
nativa
preferencial
JOGO DO TAMBORÉU
Outras nomenclaturas
Tamborete; Tamburello
Época de ocorrência
O ano todo
Locais de ocorrência
Orla de Santos
Informações históricas
Existe uma polêmica em torno do surgimento do jogo do tamboréu. A
Liga Paulista de Tamboréu, fundada em 1968, defende que em 1904 o
tamboréu já era praticado na “Societá Canottieri Esperia” (hoje clube
Esperia – São Paulo-SP). Por sua vez, a Liga Santista de Tamboréu,
fundada em 1965, assevera que é um esporte genuinamente santista.
De acordo com esta última versão, o jogo surgiu em Santos, em 1937,
na praia do Gonzaga. Dois irmãos italianos, Bruno (ou Joseph) e Luigi
Donadelli, comerciantes de roupa radicados em Santos desde 1911
foram responsáveis pela criação do esporte. Era chamado por eles de
tamburello, palavra oriunda do italiano que significa tambor pequeno.
A partir de 1942, o esporte se popularizou e surgiram os times. O Tupis
foi o primeiro time de destaque e ganhou o bicampeonato da cidade
em 1947-48. Outros times importantes foram o Banco do Brasil, o
Graussás, o Fri-Kik, o Estudantes e o Fluminense.
Os campeonatos oficiais começaram em 1954. Nesta época, os times
fortes eram o Banespa e o Brahm's. Nas quadras de saibro, as equipes
dominantes nos anos 80 eram a do Atlético Santista, a do Tamoios e a
do Portuários.
Informações descritivas
O tamboréu é um esporte jogado por atletas colocados em posições
opostas em cada uma das metades de uma quadra (qualquer tipo de
solo) dividida por uma rede. Há jogos de simples e duplas. O objetivo
de cada jogador ou dupla é enviar a bola ao campo adversário por
cima da rede sem que haja devolução, utilizando para isso o tamboréu.
O pandeiro-raquete que dá nome ao jogo é um instrumento composto
de um aro e de uma tampa de qualquer material com diâmetro máximo
de 26 centímetros. São usadas as mesmas bolas oficiais dos jogos de
tênis.
A duração do jogo varia de acordo com o tipo de torneio e a
composição das equipes.
Condição
Condição Atual
O tamboréu é jogado por atletas amadores em torneios organizados
pela Liga Santista e por aqueles que o praticam como diversão na orla
santista. A regulamentação do tamboréu na orla segue as seguintes
regras: é liberado em toda a extensão da praia até às 11h e após às
16h, segundo o decreto municipal n° 5.229, de 09 de dezembro de
2008.
Iconografia
IC_TAMBOREU01
Registros
RC_TAMBOREU01
IC_TAMBOREU02
fotográficos
RC_TAMBOREU02
IC_TAMBOREU03
RC_TAMBOREU03
RC_TAMBOREU04
Fontes consultadas
A TRIBUNA (2008a) Esporte genuinamente santista. 26 de janeiro de
2008.
A TRIBUNA (2006b) Tamboréu mostra que é um esporte democrático.
27 de outubro de 2006.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2004) Memória santista – Tamboréu.
26 de novembro de 2004.
EXPRESSO POPULAR (2008) – Uma história santista. 16 de agosto
de 2008.
JORNAL DO BOQUEIRÃO (1990) Tamboréu – o esporte que Santos
deu ao Brasil. Junho de 1990.
NOVO MILÊNIO (2009a). ABREU, Sônia Mateu L. Tamboréu, um
esporte
santista.
Disponível
em
http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em 20 de julho de
2009.
Site
da
Liga
Santista
de
Tamboréu.
Disponível
em
http://www.tamboreu.com.br . Acesso em 20/07/2009.
Site
da
Liga
Paulista
de
Tamboréu.
Disponível
em
http://www.tamboreu.esp.br/ . Acesso em 20/07/2009
Contatos
associativos Liga Santista de Tamboréu
relacionados
Informações Técnicas
Designação
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 20/07/2009
nativa
preferencial
MODO ARTESANAL DE FAZER
AGUARDENTE DO MORRÃO NOVA CINTRA
Outras nomenclaturas
Modo artesanal de fazer Pinga Morrão
Época de ocorrência
De agosto a dezembro
Locais de ocorrência
Morro Nova Cintra
Informações históricas
O Nova Cintra é um bairro situado num vale alto, entre os Morros de
Santa Terezinha, Voturá Cutupé, Marapé, São Jorge e Saboó. Seus
primeiros habitantes foram imigrantes portugueses, mais precisamente
da Ilha da Madeira. O nome Morro da Nova Cintra foi dado pelo
português Luís Matos, que ali construiu um sítio no qual morou até o
final do século XIX. Mas os ilhéus originários chamavam o bairro
também de Morrão da Nova Cintra, como forma de se lembrarem de
Sintra, em Portugal, que, assim como o morro, tem uma vasta área
verde.
No morro são encontrados rústicos alambiques que produzem cachaça
de alta qualidade, disputada por apreciadores e colecionadores. Há
quem defenda a tese de que a cachaça nasceu na Baixada Santista,
mais precisamente no sopé do Morro da Nova Cintra, antigo caminho de
ligação entre as vilas de Santos e de São Vicente. Ali foi levantado o
primeiro engenho de cana-de-açúcar do Brasil, o de São Jorge dos
Erasmos. Por certo, foi ali também que se preparou a aguardente de
cana pela primeira vez em terras do Novo Mundo. Mas há também os
que acreditam que a cachaça começou a ser produzida mais tarde, no
Nordeste, e há aqueles que acham que os portugueses já a traziam a
bordo das naus. Mas ninguém duvida que a Baixada Santista teve uma
cultura
canavieira
muito
importante
nos
primeiros
séculos
da
colonização, com vários engenhos funcionando.
O fabrico da pinga no Morro Nova Cintra foi iniciado por Francisco
Gomes de Barros, no ano de 1915. Segundo FRUTUOSO (1989: 147), a
cana-de-açúcar foi o maior investimento dos portugueses, pois, ainda
que criassem gado leiteiro (cuja produção era vendida para a cidade
baixa), suínos e galinhas para a venda de ovos, a fabricação de pinga
era “bem lucrativa, já que bastante consumida na cidade, sendo a
principal atividade econômica dos morros”
Até o início dos anos 50 chegaram a funcionar 38 alambiques, sendo os
mais famosos os do Morro da Nova Cintra, que em seu cume tem uma
grande área, mais plana, com lagoa, cachoeira, clareira e um bosque.
Esses estabelecimentos pertenciam em sua maioria aos ‘ilhéus’
responsáveis pela conhecida pinga Morrão da Nova Cintra. Havia outro
no Marapé, a Gota do Marapé, e o de Antonio Relva, no Morro da
Caneleira, este no caminho para São Vicente, próximo ao antigo
matadouro Municipal, na linha do bonde (FRUTUOSO: 1995).
Informações descritivas
Os alambiques ficavam próximos às bicas d’água devido à necessidade
de resfriar as serpentinas. Para o transporte de cana morro abaixo, era
utilizada a “zorra”, espécie de trenó. Depois de pronta, a aguardente era
acondicionada em grandes garrafões que seguiam em carroças até a
cidade, onde a pinga era então comercializada. (FRUTUOSO: 1989).
A produção da pinga morrão de qualidade exige um trabalho de
paciência que começa com o plantio da cana, no início do ano, até sua
colheita em julho. A cana utilizada para o fabrico passa por uma moenda
e, neste processo, é obtida a garapa, que por sua vez é despejada em
cochos de madeira. Ali, permanece durante 48 horas, se estiver calor,
ou 72 horas, se estiver frio, até azedar por completo. Após essa fase, a
garapa é colocada em uma caldeira para ser esquentada. A temperatura
da caldeira tem que estar no ponto ideal, caso contrário, o morrão acaba
ficando com gosto ruim. Todo o processo demora em média 5 horas,
desde a saída da caldeira até passar por uma serpentina, onde
acontecerá a destilação. Todo o produto é acondicionado em bombas de
vidro e permanece em descanso durante seis meses, pois o vidro
conserva melhor a pureza, ao contrário dos tonéis de madeira, que
acabam mudando o gosto e até mesmo a coloração do morrão (com o
tempo a bebida fica amarela). O melhor morrão é aquele que atinge a
graduação alcólica de 19,5º.
Condição Atual
A arte de fabricar pinga ainda resiste no Morro da Nova Cintra. Dos doze
alambiques que abasteciam os comerciantes da cidade alta na década
de 70, restam apenas dois. A pinga ainda é feita de forma artesanal,
apenas de cana-de-açúcar, sem nenhum produto químico. Arlindo
Gomes Barros, dono do Alambique Engenho Leal, na Avenida Santista,
84, defronte do pronto-socorro, garante que só continua produzindo
morrão para manter a tradição deixada pelo seu pai. Uma tradição de
mais 60 anos também é mantida por Eduardo Francisco, que tem seu
alambique na Rua Maria Reis, 91.
Tanto o Engenho Leal como o
alambique de Eduardo Francisco só produzem a pinga, atualmente, para
amigos e familiares.
Iconografia
Fontes consultadas
IC_AGUARDENTE01
Registros
IC_AGUARDENTE02
fotográficos
Não
FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995).O café e a imigração em Santos. In
Pereira, M. A. F et al. Santos, café & história.
história Santos:
Leopoldianum,. pp. 41-54.
FRUTUOSO, Maria S. G. (1989). A Emigração Portuguesa e sua
Influência no Brasil: o caso de Santos – 1850 a 1950.
1950
Dissertação (Mestrado). São Paulo: Departamento de História,
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP.
Site da Associação Brasileira de Organização de Festas Folclóricas e
Artes Populares – AbrasOFFA. Disponível em:
www.abrasoffa.org.br. Acesso em 02 de agosto de 2009.
Contatos
associativos Sociedade de Melhoramentos do Morro Nova Cintra
relacionados
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data: 03/08/2009
Designação
nativa
preferencial
preferencial
OFÍCIO DE BORDADEIRA
NOS MORROS SANTISTAS
Outras nomenclaturas
Bordadeiras da Ilha da Madeira em Santos
Época de ocorrência
O ano todo
Locais de ocorrência
Morro São Bento; Morro Nova Cintra.
Informações históricas
históricas
De acordo com FRUTUOSO (1995), o ofício de bordadeira nos morros
de Santos constitui-se como uma herança da leva de imigrantes da Ilha
da Madeira que se instalaram na cidade por volta de 1885. Devido à
similitude entre o relevo da Ilha da Madeira e o relevo da cidade de
Santos, esses imigrantes optaram por construir suas residências nos
morros da cidade, com destaque para o São Bento e o Nova Cintra.
O reconhecimento da atividade e dos produtos do trabalho das
bordadeiras remonta ao inicio do século XX. A função deste artesanato
para a economia doméstica dos imigrantes e descendentes de
imigrantes madeirenses instalados no município não era desprezível. Na
organização
familiar,
enquanto
os
homens
empregavam-se
principalmente nos ramos da construção civil e das atividades portuárias
(nomeadamente, trabalhando nos armazéns de estocagem de café), as
mulheres incumbiam-se das atividades domésticas e da produção
artesanal de bordados. As peças resultantes da atividade eram feitas
sob encomenda e vendidas diretamente para as famílias da aristocracia
santista e para os comerciantes locais. Seu apogeu deu-se por volta dos
anos 1950 e 1960, logo após a fixação de uma nova leva de imigrantes
madeirenses na cidade (entre 1945 e 1950).
Em
meados
dos
anos
1960
“os
bordados passaram a ser
comercializados através de intermediários (agenciadores) das grandes
lojas e oficinas de São Paulo-Capital e Santos. Eles traziam e ainda
trazem as encomendas já definidas: tipos de ponto, tecido, linha, riscado
e com preço de mão-de-obra pré-estabelecido” (NASCIMENTO, 1992:
16). Simultaneamente, as peças produzidas artesanalmente pelas
bordadeiras
passaram
a
concorrer
com
aquelas
produzidas
industrialmente com máquinas de costura. Como resultado, para além
da depreciação crescente do preço de suas peças, a adaptação às
demandas
comerciais
e
à
concorrência
gerou
mudanças
que
impactaram a criatividade inerente à atividade. Se inicialmente o ofício
lidava com temas folclóricos alusivos à Ilha da Madeira, tramas e
padrões de bordado elaborados e materiais nobres para a produção das
peças, a partir dessa conjuntura os temas passaram a ser ditados pela
demanda, os materiais utilizados foram escolhidos entre aqueles de
qualidade inferior e os padrões das tramas foram simplificados.
O ofício artesanal entrou então em um ciclo de declínio, o que prejudicou
sua transmissão intergeracional e, portanto, a decorrente manutenção
como atividade aprendida no domínio doméstico.
Segundo KODJA
(2004) e ANGELO (2004), isso se deveu a três processos associados:
perda de interesse na compra das peças mais elaboradas – e mais
caras – pelo público com maior poder aquisitivo, decadência do uso e do
valor ornamental de peças em bordado manual e perda de interesse
pela assimilação das técnicas de bordar ‘para fora’, já que as filhas das
bordadeiras optaram pela busca de colocações com maior rentabilidade.
Em 1982, a Paróquia de Nossa Senhora Assunção, no Morro São Bento,
promoveu, juntamente com a colaboração da comunidade e das
bordadeiras, um conjunto de reuniões, no qual foi amadurecida a idéia
de criar a União das Bordadeiras do Morro São Bento, um grupo
autônomo de artesãs que tinha como principais objetivos a preservação
das técnicas de bordado da Ilha da Madeira trazidas para Santos e a
eliminação
dos
intermediários
entre
as
bordadeiras
e
seus
consumidores. A União foi finalmente fundada em 1985, contando
inicialmente com cerca de 20 participantes (em 1992, já eram mais de
100), sendo a entidade desde então a responsável pelo ministério de
cursos e oficinas desse tipo de bordado, promovidas pelo poder público,
além de participar de uma série de oficinas e feiras de artesanato em
todo o território nacional, mas com maior incidência no estado de São
Paulo (SOUZA & MUNIZ, 1999).
Informações descritivas
A arte de bordar na cidade de Santos é uma ocupação tipicamente
feminina. A transmissão dos saberes relacionados a esta prática ocorria
principalmente no ambiente doméstico, sendo ensinados de mãe para
filha, que treinavam em “simples pedaços de tecido até estarem
habilitadas a bordar uma peça” (FRUTUOSO, 1995: 44). Atualmente,
também existe um interesse maior no aprendizado da técnica, o que
ampliou o espaço de sua transmissão para oficinas e cursos promovidos
em ambientes públicos.
Este artesanato é realizado por meio do uso de dedais, linhas, tesouras
e tecidos (linho, tergal ou percal) e inclui uma série de ‘pontos’, que é
como são denominados os modos de trabalhar o tecido a fim de criar as
‘tramas’ dos bordados. Sua especificidade decorre do fato de que é um
bordado ‘sem fios contados’, ou seja, é um tipo de técnica que
proporciona maior liberdade criativa para a artesã.
Os ‘pontos’ utilizados, além do principal, denominado de ‘cheio’, podem
ser classificados em básicos (o ‘caseado’, o ‘bastido’ e o ‘cordão’),
derivados (o ‘ilhó’, o ‘ponto oficial’ e o ‘folha aberta’) e especiais (o ‘Ana’,
o ‘cruz’ e o ‘bainha’, entre outros). Cada uma dessas categorias possui
um amplo espectro de variações, tais como o ‘cheio fechado’, o ‘cheio
‘aberto’, o ‘caseado fechado’, o ‘caseado aberto’, o ‘ponto sombra’, o
‘matiz’, o ‘bolinha de areia’ e o ‘ponto corda’ (ou ‘haste’). A combinação
entre vários pontos dá origem a um tipo de ‘trama’ ou a um novo ponto,
tais como o ‘crivo’, o ‘caseado recortado’ e o ‘ponto-atrás’. A associação
entre os pontos e tipos de trama, de temática livre ou alusiva a temas
folclóricos, é empregada para dar relevo ou orlar os tecidos, originando
as ‘peças’. Estas, que são os produtos da atividade, vão desde lenços
de bolso e caminhos de mesa até toalhas de banquete e enxovais.
Condição Atual
Essa atividade artesanal é detentora de grande destaque na hierarquia dos
bens culturais do município santista. Segundo KODJA (2004), as bordadeiras
são costumeiramente chamadas para participar de feiras e eventos, e é grande
o assédio em torno de seu trabalho na mídia impressa e televisiva da cidade (O
ESTADO DE SÃO PAULO, 1992).
À menção da existência da atividade também no Morro Nova Cintra, nas fontes
consultadas, não corresponde uma descrição ou acompanhamento do
desenvolvimento, permanência e extensão desse ofício neste local. Por outro
lado, as fontes não são taxativas quanto ao seu desaparecimento no Nova
Cintra. O que foi possível averiguar é que, atualmente, o poder público
municipal, por meio da Secretaria da Cultura e da Secretaria da Assistência
Social, promove duas oficinas para o aprendizado das técnicas relacionadas a
este artesanato: uma no próprio Morro São Bento, na sede do Centro Turístico,
Esportivo e Cultural do Morro São Bento e outra no centro da cidade – ambas
sob os cuidados da União das Bordadeiras do Morro São Bento.
As fontes consultadas, no entanto, não esclarecem se o esforço da União das
Bordadeiras e as iniciativas do poder público foram capazes de compensar as
dificuldades de transmissão intergeracional – ou seja, a continuidade
propriamente patrimonial da atividade – e se criaram as condições necessárias
para o livre exercício da criatividade das artesãs, haja vista que os
condicionantes sociais deste último (a perda de interesse e do valor ornamental
de tais peças na sociedade) são complexos e de difícil resolução.
Iconografia
IC_BORDADOS01
Registros
RF_BORDADOS01
IC_BORDADOS02
fotográficos
RF_BORDADOS02
IC_BORDADOS03
Fontes consultadas
RF_BORDADOS03
ANGELO, Elis Regina Barbosa. (2004). Turismo e Artesanato: os bordados de
Santos em perspectiva. Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista
Eletrônica). Nov. Disponível em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18.
Acesso em 11 julho 2009.
FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995). O café e a imigração em Santos. In
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KODJA, Gisela. (2004). Bordadeiras do Morro São Bento: memória, trabalho e
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Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Departamento de
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SOUZA, Alaíde Vicente de; MUNIZ, Fernanda da Silva. (1999). Participação
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Bento Santos: 79 fls. Monografia (Trabalho de
Conclusão do Curso de Serviço Social). Universidade Católica de Santos
– UNISANTOS.
Contatos
associativos União das Bordadeiras do Morro de São Bento; Paróquia Nossa
relacionados
Senhora da Assunção; Sociedade de Melhoramentos do Morro São
Bento
Informações Técnicas
Designação
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 22/07/09
nativa
preferencial
PESCA ARTESANAL
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
Sazonal, de acordo com as safras de cada produto pescado.
Locais de ocorrência
Estuário de Santos
Informações históricas
A pesca artesanal, voltada para a subsistência ou para a atividade
mercantil, se define em oposição à pesca industrial (ADAMS, 2000). A
população rural e ribeirinha da Baixada Santista sempre combinou a
agricultura com as atividades de pesca e de coleta de produtos do
mangue. Embora a bibliografia consultada não permita fixar com precisão
o início da atividade pesqueira desse porte no estuário de Santos, é
razoável supor que a pesca artesanal no local tenha se desenvolvido
simultaneamente à fixação de núcleos populacionais pós-coloniais em
seu
entorno.
A
este
respeito,
TULIK
(2005),
ao
estudar
o
estabelecimento da comunidade da Praia do Góis, no Guarujá,
reconhece que sua ocupação remonta ao final do século XIX: “são,
portanto, núcleos populacionais espontâneos e modernos, embora
localizados numa área de colonização antiga” (TULIK, 2005: 258).
Associados à baixa produtividade agrícola da região, RIBEIRO NETO &
OLIVEIRA (1989) reconhecem a coexistência de dois processos que
teriam contribuído para o estabelecimento da pesca artesanal na Baixada
Santista: “a existência de um contingente de trabalhadores que
conheciam as artes de pesca e que estavam liberados de outras
atividades econômicas; e a formação de um mercado consumidor para o
pescado capturado, representado pela população urbana de Santos e
São Vicente e até mesmo São Paulo, que estava ligada à Baixada
Santista por um bom sistema de circulação” (RIBEIRO NETO &
OLIVEIRA, 1989: 70). Tais
condições
favoreceram a
paulatina
profissionalização da pesca artesanal nessa região, enquanto que a
permanência da atividade nos dias atuais pode ser atribuída tanto ao
volume
dos
recursos
estuarinos
(ainda
consideráveis,
embora
decrescentes ao longo do tempo) como ao número relativamente
pequeno de indivíduos devotados ao mister. Os mesmos autores
destacam ainda a coexistência de duas situações sociais dependentes
desse tipo de atividade: a de núcleos populacionais estabelecidos com
anterioridade à fase do alto crescimento demográfico que teve início na
década de 1940 e a de núcleos populacionais que se formaram a partir
do estabelecimento de migrantes – em sua maior parte, nordestinos, - a
partir desse surto de crescimento.
Por sua vez, GEFE, AMORIM et alli (2004) indicam a coexistência de
várias comunidades de pescadores que desenvolveram, ao longo dos
anos, as atividades de pesca artesanal na região do estuário santista:
colônias de pescadores situadas nas circunscrições dos municípios de
Bertioga, São Vicente, Santos, Guarujá e Cubatão. Foi possível auferir, a
partir de fontes jornalísticas, que moradores de pelo menos dois dos
bairros mais populosos da área continental de Santos – Ilha Diana (cuja
ocupação remonta à década de 1940) e Monte Cabrão (habitado desde
1910) – praticam atividades de pesca artesanal desde as primeiras
décadas do século XX.
A pesca artesanal, enquanto atividade mercantil e de subsistência,
adaptou-se dinamicamente aos acelerados processos sociais de
modernização de seu entorno imediato. Se antigamente os indivíduos
podiam dedicar-se integralmente à atividade, ou associá-la a outras
atividades agrícolas e de coleta, a influência da economia monetizada e
da urbanização de Santos, em especial o crescimento do turismo,
impuseram novos condicionantes. Dessa maneira, “as estratégias de
sobrevivência organizam-se através da combinação dos ciclos biológicos
e de ciclos econômicos representados pelo turismo. Nos finais de
semana e nas temporadas, a demanda por produtos originados da
explotação dos recursos aquáticos e da mata aumenta sobremaneira,
bem como o setor de serviços passa a necessitar em maior escala da
mão-de-obra local” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 14). Assim,
atualmente, os indivíduos dedicados à pesca artesanal dividem o seu
tempo entre a atividade e a alocação temporária ou sazonal de sua força
de trabalho nos setores da indústria e de serviços. Paralelamente,
durante a década de 1950, assistiu-se ao ingresso de certo contingente
da população empobrecida da cidade na atividade, em especial
migrantes que não obtiveram empregos formais ou não se adaptaram
aos padrões de trabalho urbano. A entrada desses migrantes na
atividade foi fortemente dependente dos laços sociais estabelecidos com
os pescadores artesanais tradicionais, sejam tais laços de compadrio, de
vizinhança ou de parentesco decorrentes de casamentos (RIBEIRO
NETO & OLIVEIRA, 1989).
Dois outros fatores interferiram sobejamente na manutenção da pesca
artesanal, obrigando-a a adaptar-se, seja em termos de técnicas, seja em
termos de instrumentos utilizados, seja ainda ao volume e à qualidade
dos recursos estuarinos disponíveis. São eles a poluição do estuário de
Santos (que, embora monitorada, contribui para a diminuição do volume
dos recursos do estuário e torna muitas vezes o produto da atividade
impróprio para o consumo) e a concorrência com a pesca esportiva e a
pesca artesanal.
Todos os processos descritos replicaram-se nas comunidades cujo
território está circunscrito ao município de Santos. Monte Cabrão, por
exemplo, viu muitos de seus moradores trocarem a pesca pelas
oportunidades abertas pelo ecoturismo e, dada a proximidade com
Bertioga, pela prestação de serviços domésticos para a estrutura turística
de luxo presente na Riviera de São Lourenço. Com efeito, em 1983,
pescadores da comunidade já reclamavam que o estuário não fornecia a
mesma quantidade de robalo, pescada, tainha e parati e, logo, este tipo
de pescado já não garantia uma boa receita. Em substituição, surgia a
venda de camarão vivo para os pescadores esportivos que acorriam ao
bairro (A TRIBUNA, 1983). Nesta época, apenas um pescador possuía
barco a motor; os demais seguiam com suas canoas a remo para o Poço
da Cecília, o Poço do Coelho ou o Poço do Caraú, os melhores pontos
para a pesca nas cercanias do Monte Cabrão.
Já a Ilha Diana é proclamada como a “ilha dos pescadores”, “lugar onde
a pesca é o sustento da vida”, segundo os jornais A Tribuna (1981),
Expresso Popular (2001) e Jornal da Tarde (2004c). Em 1981, os
pescadores declaravam ser a pesca uma profissão ainda rentável. O
principal produto era o camarão, embora os pescadores reclamassem
que a existência de atravessadores comprometia o seu lucro. Terminada
a safra do camarão, entravam em cena a captura de ostras, mariscos,
siris e a pesca de tainhas, corvinas e bagres (A TRIBUNA, 1981). Em
2004, um morador antigo da Ilha lamentava o fim da fartura de peixes,
argumentado que a grande quantidade de pescadores esportivos fez o
peixe desaparecer no estuário. Dizia não haver se adaptado ao barco a
motor e voltado para o remo, mas pescava pouco. Sua atividade principal
era a captura de caranguejo, produto também escasso devido à troca da
técnica tradicional de ‘enfiar’ o braço no barro para pegar o crustáceo
pelo uso da ‘redinha’ e ao fato de que os pescadores novatos pegavam a
fêmea mesmo que ela não fosse apreciada para a venda (é muito
pequena) e, com isso, prejudicavam a reprodução do caranguejo
(JORNAL DA TARDE, 2004c).
Apesar de todas as dificuldades, a pesca artesanal mantém-se como
uma atividade de subsistência para as comunidades que a praticam no
estuário de Santos. O estudo de GEFE, AMORIM et alli (2004) detectou
que 90% dos 2.731 pescadores artesanais que compuseram sua
amostra consomem o produto de sua atividade e que 40% do total
pescam praticamente todos os dias da semana (entre 6 e 7 dias por
semana), apesar de a maioria (52,2%) ter outra profissão.
Informações descritivas
A pesca artesanal é uma atividade complexa, que envolve uma série de
conhecimentos: destacadamente, ciência dos ciclos de vida dos recursos
biológicos disponíveis e expertise na confecção e uso dos instrumentos e
artes e técnicas de pesca. Dessa maneira, é uma atividade cuja
aprendizagem é dependente da transmissão oral e por imitação. GEFE,
AMORIM et alli (2004), em seu estudo a respeito dos pescadores
artesanais da Baixada Santista, destacam que 76% da amostra de 2.731
pescadores entrevistados declararam que aprenderam a pescar com
familiares ou amigos, o que indica a persistência desse tipo de
transmissão de conhecimento ao longo das décadas. Todavia, o mesmo
estudo indica uma retração da profissão de pescador artesanal entre os
jovens, o que pode denotar dificuldades crescentes na transmissão
intergeracional da atividade, decorrentes principalmente dos processos
apontados anteriormente (baixa rentabilidade em comparação com
outras profissões urbanas, baixa rentabilidade derivada da diminuição
dos estoques e da depreciação da qualidade dos recursos biológicos
devido à poluição do estuário, necessidade de recursos financeiros
iniciais para inversão na aquisição de equipamentos necessários à
atividade).
Do ponto de vista da distribuição de tarefas por gênero, há
tradicionalmente uma predominância masculina na atividade: as
mulheres dedicam-se à coleta de moluscos e às atividades informais
derivadas da pesca artesanal, tais como descascar e limpar camarão,
lavar ostras e encapar siris.
Os principais recursos explotados no estuário santista são os moluscos
(ostras e mariscos), os crustáceos (camarão-branco, caranguejos e siris)
e os peixes (parati, tainha, manjuba e bagres e, em menor escala, devido
à raridade, robalos, pescada-branca e pescada-amarela). Sua captura
está sujeita a ciclos climáticos: no período de tempo frio (junho a
setembro), diminui a coleta de ostras e siris, a pesca de camarão se
restringe ao uso como isca-viva e os peixes mais abundantes são a
tainha e o parati; no primeiro ciclo de tempo quente (outubro a janeiro),
caranguejos e siris tornam-se os principais produtos; e, finalmente, o
segundo ciclo quente (janeiro a maio) corresponde à safra do camarão
(DIEGUES, 2007; RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989). As técnicas e
instrumentos empregados variam, conforme o tipo de recurso a ser
explotado, mas as principais são, pela ordem, as redes (de caceio, de
espera, arrasto e cerco), a tarrafa, os aparelhos com linha e a captura
manual (GEFE, AMORIM et alli, 2004). Parece haver uma hierarquia, no
interior das comunidades, que forja um gradiente de status entre as
atividades, devido à complexidade envolvida e à dotação de instrumental
necessário. Assim, a pesca de peixes, por envolver barcos e demais
instrumentos mais caros, é a mais valorizada e indicativa do status
superior do indivíduo na comunidade, ao passo que a coleta manual de
crustáceos (siris e caranguejos), por ser exercida de maneira mais
rudimentar, corresponde a um status inferior no interior da comunidade.
A coleta de ostras e de mariscos ocorre utilizando-se a técnica de
mergulho. É uma prática arriscada, que envolve o conhecimento sobre o
estuário e o domínio sobre técnicas de natação. Os mariscos também
são coletados no mangue. Porém, este tipo de explotação exige um outro
tipo de conhecimento, mais específico, para encontrar os moluscos no
manguezal.
Por sua vez, a coleta do caranguejo tem seu auge no mês de dezembro,
quando o animal está se reproduzindo. O coletor pode capturá-lo dentro
de sua toca no mangue, esperar que ele saia quando chove ou forçar a
sua saída cobrindo a toca com folhas. A comercialização é feita às
margens das rodovias e, como não há necessidade de grandes
habilidades ou equipamentos específicos para coletar o caranguejo,
muitos moradores que não vivem da exploração do mangue praticam-na
no verão. (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989).
A pesca do siri é realizada com espinhel, um bambu em que se prende
uma linha de náilon de cerca de 250 metros de comprimento e cerca de
150 iscas feitas com vísceras de bovinos (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA,
1989).
O camarão-branco é o produto comercialmente mais valioso do
complexo estuarino da Baixada Santista. A pesca é feita com tarrafas de
baixo custo e fácil manejo. A citação a seguir é longa, mas extremamente
esclarecedora a respeito do processo: “Durante a safra do camarão, a
pesca é realizada principalmente no inicio da manhã porque o camarão,
segundo os pescadores, passa a noite nos baixios deslocando-se para
os poços e áreas profundas, onde a pesca fica mais difícil durante o dia.
Antigamente a captura era feita à noite, mas atualmente a maior parte
dos pescadores prefere pescar no início da manhã. Além disso, o uso da
tarrafa é eficiente somente quando ela se mantém no prumo enquanto é
operada por isto, deve ser usada enquanto a maré está parada e a
velocidade da corrente é pequena. Por estes motivos o período diário de
trabalho durante a pesca do camarão é relativamente pequeno, indo das
5 ou 6 da manhã até as 10 ou 11 horas. No início da safra do camarão,
os pescadores tendem a procurar o pescado mais próximo ao alto
estuário e vão acompanhando os estoques em sua migração rumo à
costa. No estuário de São Vicente, quando a captura começa a declinar,
os pescadores se deslocam para o alto estuário de Santos e o Canal da
Bertioga. A pesca pode se destinar à venda para o consumo ou para a
venda de ‘iscas vivas’, utilizadas pelos pescadores amadores para a
pesca com anzol. Neste segundo caso, o pescador captura menos
indivíduos, procurando deixá-los vivos para a venda. A pesca de “iscas
vivas" é realizada durante todo o ano, e não apenas na safra do
camarão, pois baseia-se na captura de pequenas quantidades de
camarão, que são sempre encontradas no estuário. No caso da captura
para o consumo, o camarão só começa a ter um tamanho de interesse
comercial a partir de março, mês no qual a pesca se iniciava
tradicionalmente” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 45-46).
Em relação à pesca de peixes, ocorre no estuário santista a associação
entre um sistema multi-específico (pesca de várias espécies) e multiinstrumental (uso de várias técnicas e instrumentos). A pesca de peixes
possui dois períodos bastante distintos, vinculados ao ciclo da
comunidade de peixes: a de inverno (que corresponde aos ciclos de maio
e julho e de agosto e setembro) e a de verão (cujos dois ciclos são os de
outubro a novembro e de janeiro a fevereiro). O primeiro período
corresponde à captura de paratis e tainhas, enquanto que o segundo
oportuniza uma maior diversidade de pescados: além da tainha e do
parati, compõem a captura robalos, bagres, tainhas, espadas e
carapebas, entre outros. Os instrumentos empregados são, geralmente,
a tarrafa e a rede (esta última, implicando na adoção das técnicas de
cerco fixo, de lanço, de espera ou de caceio e, em menor medida, de
jaú).
Os barcos predominantemente utilizados são os de casco de alumínio,
tendo presença minoritária as canoas de um tronco só, com motor de
popa. De acordo com RIBEIRO & NETO (1989): “Os peixes de interesse
comercial são um recurso menos abundante no estuário que os siris e
camarões, obrigando o pescador a percorrer uma área maior para obter
uma produção economicamente significativa. Assim, o tipo de
embarcação e a potência do motor de popa são muito mais importantes
neste tipo de pesca que nas demais” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA,
1989: 52).
Condição Atual
Do exposto, pode-se afirmar que várias comunidades, situadas dentro e
fora da circunscrição do território municipal de Santos, realizam em seu
estuário as atividades de pesca artesanal (incluídas aí a coleta de
crustáceos e moluscos). É possível sustentar que, muito provavelmente,
cada uma dessas comunidades possui uma configuração e uma
dinâmica próprias. Isto significa que foram atingidas diferencialmente e
continuam a formular respostas diferenciadas ao desafio da adaptação
aos processos sociais nos quais estiveram e estão implicadas.
Especificamente em relação às comunidades que praticam a pesca
artesanal e que têm seu território na circunscrição do município de
Santos (Monte Cabrão e Ilha Diana), a pesquisa bibliográfica aponta para
a existência unicamente de formas mais tradicionais de pesca artesanal
(sendo até o barco a motor de pequeno porte um artigo raro) e tendo
como finalidade a subsistência e a diversificação do cardápio doméstico
(A TRIBUNA, 2001).
Frente aos processos em curso na região, autores como GEFE,
AMORIM et alli (2004) e RIBEIRO NETO & OLIVEIRA (1989) alertam
que a mudança na composição social e morfológica das comunidades
em questão e o declínio da transmissão intergeracional dos saberes
relacionados à prática da pesca artesanal estão provocando a
descaracterização dessas comunidades e uma transfiguração da tradição
da qual constituem referência: “A atividade de pesca, tão importante
outrora, onde Santos ficou conhecida como a principal cidade pesqueira
do país, hoje encontra-se reduzida e desarticulada, em fase de
desaparecimento” (GEFE, AMORIM et alli, 2004: 16).
Iconografia
IC_PESCA_ARTESANAL01 Registros fotográficos
Não
IC_PESCA_ARTESANAL02
IC_PESCA_ARTESANAL03
IC_PESCA_ARTESANAL04
Fontes consultadas
ADAMS, Cristina (2000) Caiçaras na Mata Atlântica – pesquisa
pesquisa científica
versus
planejamento
e
gestão
ambiental.
ambiental
São
Paulo,
FAPESP/AnnaBlume.
A TRIBUNA (1981). Na Ilha Diana ainda se vive de pesca. 21 de maio de
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EXPRESSO POPULAR (2001) Lugar onde a pesca é o sustento da vida.
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Paulo: Hucitec/Nupaub. pp. 255-271.
RIBEIRO NETO, Francisco Borba; OLIVEIRA, Mônica Fleury de. (1989).
Estratégias de sobrevivência de comunidades litorâneas em
regiões ecologicamente degradadas: o caso da Baixada
Santista.
Santista São Paulo: Universidade de São Paulo/Programa de
Pesquisa e Conservação de Áreas Úmidas no Brasil. Série
Estudos
de
Caso,
n°
1.
Agosto.
Disponível
em
http://www.usp.br/nupaub/ . Acesso em 20 de julho de 2009.
Contatos
associativos Colônia de Pescadores Z-1 (José Bonifácio); Colônia de Pescadores Z-3
relacionados
(Floriano Peixoto); Colônia de Pescadores Z-4 (André Rebouças);
Federação dos Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo;
Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana; Capatazia da Colônia de
Pescadores Z-1 - José Bonifácio (Monte Cabrão); Capatazia da Colônia
de Pescadores Z-1 - José Bonifácio (Vila dos Pescadores).
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 29/07/2009
Designação
nativa
preferencial
REMO
Outras nomenclaturas
Regata, canoagem
Época de ocorrência
ocorrência
Não há
Locais de ocorrência
Ponta da Praia
Informações históricas
O remo é um esporte muito tradicional em Santos. Segundo publicação
da Secretaria Municipal de Esportes de Santos (SEMES, 1995), os
primeiro clubes de regatas surgiram no final do século XIX. Em 1893,
ocorreu a primeira regata de Santos, na raia do Valongo, retratada em
obra de Benedito Calixto.
Há controvérsias se o primeiro clube de regatas foi fundado em Santos
ou em Porto Alegre. Isso porque o Clube de Regatas Santista, o mais
antigo de Santos, foi fundado em 1893, resultado da fusão do Clube de
Regatas Nacional e do Clube Internacional de Regatas; o problema é
que não se sabe a data de fundação dos seus antecessores. Assim,
oficialmente, o clube de regatas mais antigo do país fica sendo o
Guaíba de Porto Alegre, resultado da fusão do Clube Guaíba (1892) e
do Clube Porto Alegre (1888).
Mas certamente o Regatas Santista foi o mais antigo do Estado de São
Paulo. O primeiro ancoradouro do clube foi no bairro Bocaina, hoje
ocupado pela Base Aérea de Santos. Em 1898, foi fundado o Clube
Internacional de Regatas em Itapema (atual Vicente de Carvalho), a
partir de uma dissidência do Clube de Regatas Santista.
Alguns
meses depois, transferiram-se para a Ponta da Praia, em terreno
alugado. Outro clube de regatas, o Saldanha da Gama, foi fundado em
1903, tendo sua sede instalada no centro e seu barracão na Ponta da
Praia, alugado à Companhia Docas de Santos, onde posteriormente
ficaria sua sede.
O esporte foi conquistando adeptos e suas competições, cada vez
mais populares, tinham lugar na raia do Valongo, que se iniciava no
Largo do Canéu (braço de mar que entra para a Cosipa, em Cubatão)
e terminava no Valongo, bairro considerado área nobre da cidade no
início do século XX e onde o público se concentrava à espera dos
vencedores
Para melhor tentar organizar as regatas foi fundada, em 1904, a União
Paulista das Sociedades de Remo que, no entanto, só durou um ano;
entre as maiores dificuldades para a organização de regatas pode ser
destacada a diferença entre os tipos de embarcações dos clubes. Em
1907, é fundada a Federação Paulista das Sociedades de Remo. No
mesmo ano, a Associação Protetora dos Homens do Mar inaugura sua
prova mais tradicional, considerada a prova máxima do remo em São
Paulo.
Em 1908, foi realizada a primeira prova individual de remo, o
“Campeonato Paulista do Remador”. Edgar Perdigão foi o primeiro
campeão (1908), tornando-se depois tricampeão (1909 e 1910). O
esporte era tão popular na cidade nessa época que, nos dias de
competição, os bondes elétricos contavam com linhas especiais até o
Valongo, para facilitar o acesso do público (SEMES, 1995: 15).
Em 1911, foi fundado o Clube de Regatas Vasco da Gama, último
clube de remo a ser constituído na cidade. Sua primeira instalação foi
na Ilha do Barnabé, próximo à raia de competições. Posteriormente,
transferiu-se para a Ponta da Praia, como os outros clubes.
O período de 1915 a 1925 marcou a hegemonia santista no remo em
relação aos clubes da capital e do restante do estado de São Paulo.
Os clubes eram, além disso, espaço de intensa vida social das classes
médias e abastadas, que para lá se dirigiam todos os domingos para
passar o dia (GONÇALVES, 2005).
Em 1921, o clube Saldanha da Gama promoveu pela primeira vez o
“banho de mar à fantasia”, denominado “Da... Dorotéia”, que se tornou
um festejo tradicional em Santos (SEMES, 1995: 15). Até as décadas
de 1920 e 1930, o remo era um esporte bastante popular entre os
jovens. As embarcações, muito caras no princípio por serem
importadas da Inglaterra, logo começaram a ser fabricadas nas
garagens dos clubes, fato que ajudou a popularizar o esporte.
Contudo, a crise econômica de 1929 e a Revolução Constitucionalista
de 1932 fizeram com que o remo não fosse muito ativo nesses anos.
Ainda assim, nesse período o clube Saldanha da Gama inaugurou sua
sede social na avenida de mesmo nome, na Ponta da Praia.
A partir de 1933, começou a ser disputado o Campeonato Acadêmico
do Estado de São Paulo, destinado a universitários. No ano seguinte,
organizou-se, a pedido do Centro de Estudantes de Santos, o
Campeonato Colegial do Estado de São Paulo.
Em 1934, as competições foram transferidas para a Ponta da Praia,
que não apresentava condições ideais, em razão das curvas e das
marolas provocadas pelos navios.
As competições voltaram à raia do Valongo no biênio de 1936/37.
Nessa época, a Federação Paulista das Sociedades do Remo contava
com 09 associados: Clube de Regatas Santista, Tumiaru, Vasco da
Gama, Clube Internacional de Regatas, Saldanha da Gama, Tietê e
Espéria.
O declínio do remo como esporte popular data do final dos anos 1930
e 1940, com o surgimento de outros esportes mais baratos e mais
fáceis de praticar, como a natação, o futebol e o vôlei. Em 1941, foi
experimentada uma nova raia, de nome oficial “Dr. Ismael de Souza”,
mas que ficou conhecida como “Pau Grande”, localizada no cais, na
altura do Macuco. Em 1942, o Clube de Regatas Santista mudou-se
para a Ponta da Praia já que, durante a Segunda Guerra Mundial, o
governo sentiu a necessidade de ampliar as dependências de sua
Base Aérea Naval.
Os problemas econômicos foram se acumulando e a participação dos
santistas no remo declinando sensivelmente. A transferência de provas
para a capital, na represa do Guarapiranga, assim como a da sede da
Federação, contribuiu para o declínio do remo em Santos. Em fins dos
anos 1940, as regatas realizadas na cidade possuíam um caráter
comemorativo e não mais competitivo.
Campanhas em favor do remo ainda foram feitas, mas o esporte
deixou de ser popular na cidade, embora ainda esteja na memória
santista por seu um dos esportes que mais trouxe vitórias ao município
(BAIXADA SANTISTA, 2009). Isso fica claro na notícia do jornal A
Tribuna, de 25/01/1997, que saúda a volta da prática do remo “com
força total”. Segundo a notícia, o esporte tinha caído no esquecimento
total na década de 1980, mas um trabalho desenvolvido em parceria
com a Prefeitura e os Clubes de Regatas Santista e Vasco da Gama
estava sendo iniciado com o objetivo de resgatar o esporte. Outros
projetos, como o “Remo para a Terceira Idade”, resultaram de parceria
da Prefeitura de Santos com a Escola Canoa Brasil, do esportista
Fábio Paiva, 17 vezes campeão brasileiro de canoagem (CANOAGEM
& REMO, 2008).
Informações descritivas
Conforme
informações
do
site
UOL
sobre
os
Jogos
Panamericanos de 2007 (UOL, 2007), o remo é um esporte
praticado em barcos nos quais os atletas utilizam remos para a
impulsão. As regatas são realizadas em linha reta, em raias com
2.000 m de distância com de largura de 13,5 m, com distâncias
delimitadas por bóias coloridas. A profundidade mínima da raia é
de 3 m. Normalmente o local de disputa tem nove raias, das
quais apenas seis são utilizadas. Após o árbitro gritar a palavra
"atenção", acende-se um sinal vermelho e, logo depois, o verde,
acompanhado de um toque de campainha que sinaliza a largada.
Se acontecer uma "queimada" (quando se larga antes do aviso),
é realizada uma nova largada. Se o mesmo barco queimar
novamente, é desclassificado.
Os barcos variam de acordo com a prova a ser disputada, com
embarcações para um, dois, quatro remadores. Existem também
as provas com timoneiro e mais dois, quatro ou oito remadores.
Os clubes de regatas de Santos situam-se todos, atualmente, na
Ponta da Praia.
Condição Atual
Os clubes que originariamente se dedicavam ao remo e permanecem
em atividade, como o Clube Internacional de Regatas e o Clube de
Regatas Saldanha da Gama, ostentam sua atividade inspiradora no
nome, mas o remo não é mais uma de suas modalidades esportivas.
Estes
e
outros
clubes
remanescentes
investiram
em
outras
modalidades esportivas, mais baratas e populares, como o vôlei e o
futebol, a exemplo do Clube de Regatas Santista. Eventualmente, no
entanto, promovem eventos ligados aos esportes náuticos, como a
Regata Marinha do Brasil, promovido pelo Internacional em dezembro
de 2008.
Hoje, com exceção do Internacional, os clubes náuticos da Ponta da
Praia passam por problemas financeiros, com risco de fechamento.
Iconografia
IC_REMO01
Registros fotográficos
Não
IC_REMO02
IC_REMO03
IC_REMO04
Fontes consultadas
A TRIBUNA (1997). Remo volta a ser praticado.. 25 de janeiro de 1997.
Disponível
em
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm.
Acesso em 27 de julho de 2009.
A TRIBUNA (2008f). Regatas já são uma tradição. 05 de dezembro de 2008.
Disponível
em
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr=
454. Acesso em 25 de julho de 2009.
A TRIBUNA (2009). Acordo impede que sede vá a leilão.. 05 de março de
2009. Disponível em
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr=
103. Acesso em 26 de julho de 2009.
BAIXADA SANTISTA. (s/d). Esportes tradicionais na orla. Disp. em
http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_M
ENU=73. Acesso em 26 de julho/ 2009.
CANOAGEM&REMO. (2008) Fábio Paiva conta sua história na canoagem..
Disponível em
http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp
. Acesso em 26 de julho de 2009.
GONÇALVES, Alcindo (2005). A saga dos clubes em Santos. Revista
Patrimônio, Lazer e Turismo (Revista eletrônica). Maio. Disponível
em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=29.
Acesso em 11 de julho 2009.
SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS (1995). História do
Remo em Santos.
Santos Santos: SEMES/Prefeitura Municipal de Santos.
UOL.
Remo.
O
esporte
–
Regras.
Disponível
em
http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm.
Acesso em 27 de julho de 2009.
Contatos
associativos Clube Internacional de Regatas; Clube de Regatas Santista; Clube de
relacionados
Regatas Vasco da Gama; Clube de Regatas Saldanha da Gama
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data: 30/07/2009
Designação
nativa
preferencial
SURFE
Outras nomenclaturas
nomenclaturas
Surf
Época de ocorrência
O ano todo
Locais de ocorrência
Orla de Santos, mas tradicionalmente no “Quebra-mar” (Emissário
Submarino) da praia do José Menino e na Praia do Gonzaga.
Informações históricas
A cidade de Santos é tida como o berço do surfe no Brasil. De acordo
com as fontes consultadas, durante muito tempo a introdução da prática
foi atribuída a Osmar Gonçalves, Silvio Manzoni e João Roberto Suplicy
Haffers (Juá Haffers), que teriam construído a primeira prancha, de
madeira oca, em 1938, com a qual teriam surfado na praia do Gonzaga
até 1944. Todavia, em 2002, essa versão sofreu uma revisão: a
introdução do surfe passou a ser atribuída a Thomas Rittscher Júnior,
norte-americano morador de Santos que, em 1934, construiu a primeira
prancha em madeira oca, que foi utilizada até 1941.
Inicialmente restrita a poucos adeptos, o uso das “tábuas havaianas”
(como eram denominadas as primeiras pranchas) começou a granjear
adeptos após a substituição da madeira oca pelo madeirite na confecção
das pranchas. Essa substituição tornou-as menores (até essa
substituição, as pranchas tinham em média três metros e setenta
centímetros de comprimento) e mais leves (as “tábuas havaianas”
chegavam a pesar 80 quilos), facilitando o seu transporte e
proporcionando melhor mobilidade no mar. Desde logo, além da praia do
Gonzaga, a região da praia do José Menino, em Santos, e da praia do
Itararé, em São Vicente, tornaram-se pontos referencias para a prática
do surfe, transformando-se, com o tempo, nos lugares tradicionais para
a prática.
Seguindo a tendência internacional, a importação da fibra de vidro para
a confecção das pranchas possibilitou que seu design fosse diminuído e
modificado (com a introdução de quilhas que garantiam maior
estabilidade às manobras), o que as deixou ainda mais leves. Essa
adaptação foi acompanhada pela profusão, entre os anos de 1964 e
1966, de pequenas oficinas dedicadas ao mister de “shapear” as
pranchas.
Todavia, a popularização da prática e a multiplicação de oficinas de
confecção de pranchas não corresponderam à ampliação de espaços e
ao reconhecimento da prática. Pelo contrário, ela chegou a ser proibida
pelo poder público municipal, entre 1969 e meados dos anos 1970,
justamente entre as praias do José Menino e o Canal 2. Tal proibição
não inibiu a multiplicação de oficinas de pranchas na cidade e nem de
surfistas santistas, que passaram a praticar o surfe nas praias de São
Vicente e do Guarujá. O 1° Torneio Santista de Surfe foi inclusive
realizado na praia de Itararé, em São Vicente, no ano de 1970. Neste
mesmo ano, foram criadas as primeiras grandes fábricas de produtos
relacionados à atividade, tais como lojas de roupas de mergulho e da
moda associada à “cultura do surfe”.
No final dos anos 1970, o surfe se profissionalizou como esporte, em
âmbito nacional, o que impulsionou ainda mais, devido à visibilidade
adquirida, a disseminação de sua prática amadora e informal. Também
os materiais para a fabricação de pranchas (plástico e fibras leves) e o
design das mesmas sofreram ininterrupta inovação tecnológica, o que
incidiu sobre a criação de novas técnicas e estilos de manobras.
Informações descritivas
De maneira similar à capoeira, o surfe, além de um esporte, pode ser
considerado um fenômeno cultural, na medida em que sua prática está
associada à produção e reprodução de uma série de elementos
simbólicos e materiais. A comunidade de praticantes é detentora de
técnicas específicas – que vão desde a fabricação de pranchas
(“shapear”) até modos de executar manobras sobre as ondas -, de um
linguajar
particular
e
de
vestimentas
características,
além
de
compartilhar a freqüência a locais pré-determinados, podendo ser
classificada como uma ‘tribo’ moderna.
São inúmeros os tipos de prancha utilizados. Entre os mais importantes,
podem ser destacados: longboard (pranchas grandes, que tiveram seu
apogeu
até
a
década
de
1970),
gun
(modelo
havaiano,
preferencialmente utilizado para realizar manobras em ondas grandes) e
as pranchinhas (modelo mais disseminado entre profissionais e
amadores que, devido à sua leveza, permite maior velocidade e
mobilidade). As técnicas para as manobras dentro da água também
foram sendo aperfeiçoadas com o tempo. As manobras básicas podem
ser exemplificadas pela rasgada (em que o surfista inverte a prancha e
se posiciona de frente para a onda), pelo floater (o surfista desliza sobre
a crista da onda) e pelo tubo (o praticamente desliza dentro da onda). As
manobras se adaptam às diferentes condições do mar (tamanho,
quantidade e força das ondas) e do vento, o que pressupõe um
conhecimento prático adquirido.
Tradicionalmente, seu aprendizado ocorre de maneira informal; mas,
atualmente, existem várias escolas de surfe na cidade de Santos.
Apesar de historicamente ter-se constituído como uma prática
eminentemente masculina, o surfe nunca excluiu a participação das
mulheres, o que pode ser percebido pela profissionalização também de
circuitos femininos do esporte.
Condição Atual
Nos últimos anos, o surfe em Santos tem sido cada vez mais
reconhecido como “referência cultural” da cidade. Cronologicamente,
pode-se destacar: a criação, em 1992, da Escola de Esportes Radicais,
pública e gratuita, para o ensino da prática; a construção, em 2001, de
uma estátua em homenagem a Osmar Gonçalves, um dos pioneiros do
surfe, nas proximidades do Canal 1; a instituição, no calendário oficial da
cidade, do “Dia do Surfista” (21 de janeiro), através da Lei Municipal
2.172, de 19 de dezembro de 2003; e, finalmente, a criação do Museu
do Surf no Emissário Submarino (“Quebra-Mar”), inaugurado em janeiro
de 2009. A prática também tem sido utilizada para a promoção de
projetos de inclusão social com crianças, idosos e deficientes físicos.
A prática do surfe é sujeita a regulamentação municipal, de caráter
anual. O Decreto Municipal n°5.229, de 09 de dezembro de 2008, é a
versão mais atualizada dessa regulamentação. Ele torna livre o horário e
os dias para a atividade, mas limita sua circunscrição territorial da
seguinte maneira: entre os meses de dezembro a fevereiro, o surfe pode
ser praticado do Canal 2 até a divisa com São Vicente; nos demais
meses, do Canal 6 até a divisa com São Vicente (DIÁRIO OFICIAL DE
SANTOS, 2008b).
Iconografia
IC_SURFE01
IC_SURFE02
IC_SURFE03
Registros fotográficos
Não
IC_SURFE04
IC_SURFE05
IC_SURFE06
IC_SURFE07
Fontes consultadas
consultadas
SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1996). A
história do surfe.
surfe Cadernos SEMES 3. Santos: Prefeitura Municipal
de Santos.
A TRIBUNA. (2002b). Surf – Pioneiro da modalidade no país recebe
homenagem. 16 de janeiro de 2002.
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto n° 5.229, 09/12/2008.
Regulamenta a prática desportiva nas praias de Santos, e adota
providências correlatas. Santos: Diário Oficial de Santos, pág. 8.
ENTREVISTA. (2002). A história do surf paulista. Novembro de 2002.
JORNAL DA TARDE. (2004a). Em Santos, uma escola de surfe só para
mulheres. 10 de fevereiro de 2004.
O GLOBO. (2004). Surfe para prego entender. 28 de outubro de 2004.
A TRIBUNA. (2005b). Santos conta com Associação de Surf. 12 de
março de 2005.
METRÓPOLE. (2008). Surfe Raízes vê o esporte com olhar históricocultural. 7 de junho de 2008.
JORNAL DA ORLA. (2008a). Cidade do Surfe. 19 de janeiro de 2008.
Contatos
associativos Associação Santos de Surfe; Museu do Surf; Escola Radical
relacionados
Informações Técnicas
Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
3. FORMAS DE EXPRESSÃO
Designação
nativa
preferencial
LENDAS E NARRATIVAS DE SANTOS
Outras nomenclaturas
Lendas e folclore santista
Época de ocorrência
Ano Todo
Locais de ocorrência
Disseminadas em todo o município
Informações históricas
As primeiras manifestações folclóricas de que se tem notícia em
Santos datam no século XVI, na época da colonização do Brasil.
Seus principais agentes foram os índios, jesuítas, colonizadores e
tropeiros.
Desde esse período foram-se somando lendas ao folclore de
Santos, cuja origem é de difícil estabelecimento. De maneira
aproximada e de acordo com as fontes consultadas, tais lendas
começaram a ser sistematizadas pelos folcloristas a partir da
década de 1940, sobretudo a partir do trabalho de SANTOS
(1940).
Informações descritivas
As lendas constituem fontes importantes para a constituição da
identidade local, na medida em que configuram uma apropriação
simbólica do município, demarcando locais que permanecem
associados às histórias e fatos que povoam o imaginário santista.
Três dessas lendas destacam-se na expressão deste simbolismo:
Fantasma de Paquetá. Durante o mês de julho de 1900, um
fantasma aparecia cotidianamente no portão do Cemitério do
Paquetá, na Rua Dr. Cochrane. Surgia à meia-noite, rondava o
local por espaço de meia hora e retirava-se a passos lentos pela
Rua Bittencourt. Era mulher, ora trajada de preto, ora de branco.
Vinha pelos lados da Rua S. Francisco, quedava-se diante do
portão do campo santo, acenava com lenço branco para seu
interior e colocava a peça retangular de tecido nos olhos, por
baixo do véu que lhe cobria a cabeça, como a enxugar uma
lágrima. Boa parte dos que haviam afluído às imediações do
Cemitério do Paquetá jurava de pés juntos haver visto o fantasma,
enquanto outras pessoas atribuíam o fato à imaginação, cisma ou
superstição. Certo é que as queixas aumentavam na repartição
policial, cujo chefe, major Evangelista de Almeida, decidiu
instaurar uma caça ao fantasma, ordenando que um pelotão de
praças da Cavalaria permanecesse durante toda a noite diante do
portão do Cemitério. O povo acorreu com curiosidade para
apreciar o inusitado espetáculo: conseguiria a polícia prender uma
‘alma-do-outro-mundo’?. Nessa noite, porém, o fantasma não se
dignou
a
aparecer.
Em
compensação,
os
cavalarianos
proporcionaram outro tipo de espetáculo, bastante grotesco:
dispersaram brutalmente o povo, agredindo-o com chicote e
espada. O jornal A TRIBUNA, em sua edição de 28 de julho de
1900 lançou enérgica nota de protesto contra tal ato de selvageria
da polícia. Ninguém mais quis ir às imediações do Cemitério do
Paquetá, temendo novos golpes de violência dos cavalarianos. O
fantasma também não fez novas aparições, mas a lenda
permaneceu.
Fonte do Itororó. RODRIGUES (s/d:138), conta que a fonte,
situada no sopé do Monte Serrate, era "servida por água límpida e
cristalina, que brotava da rocha a meio caminho do lendário
morro" e "muita gente para lá acorria a fim de saborear o bom
líquido, com ou sem sede, pois dizia-se que quem dela sorvesse,
não mais deixaria a cidade”. E a lenda fez fama. Ao contrário das
lendas sobre fantasmas e bruxas santistas, a história da Fonte do
Itororó é verdadeira. Imortalizada na canção que diz “Fui ao Itororó
beber água e não achei/Achei bela morena que no Itororó deixei”,
a Biquinha, que no começo era chamada de Tororó, ainda está lá
no sopé do Monte Serrat, mas não tem mais água límpida, pura e
cristalina como antigamente. Em anos recentes, a segunda
Biquinha do Itororó foi recuperada pela administração municipal,
recebendo placa alusiva à origem da lenda. Situa-se no início da
escadaria que dá acesso ao alto do Monte Serrat, no final da Rua
Itororó. A primeira bica fica atrás da atual e, sob o telheiro de uma
garagem, pode ser vista ainda a antiga placa indicativa "Águas do
Itororó".
Pedra da Feiticeira. A chácara de Dona Angelina era o derradeiro
reduto da cidade, há 130 anos, o resto não passava de mato
selvagem que afluía ao Monte Serrate. A chamada Pedra da
Feiticeira fica justamente nesse ponto, na junção da barreira
formada pela chácara, hoje Rua Tiro Naval, pouco aquém das
Duas Pedras, onde havia pequena cachoeira. O Buraco da Velha
ficava na altura do local agora ocupado pelo Depósito de Obras da
Prefeitura Municipal, no Largo 7 de Setembro. Diz a lenda que ali
vivia uma velha horrenda, segregada de qualquer contato social.
Mulher idosa, sempre envergando uma bata de algodão com uma
cobertura de palha à guisa de chapéu amarrado à cabeça. Quem
era ela ninguém sabia, porque ninguém dela se aproximava. Não
saía durante o dia, somente tarde da noite, arrastando-se com
seus mulambos, sempre desacompanhada, sempre misteriosa.
Parecia ente fantástico. Quem porventura lhe cruzasse o caminho,
fugia espavorido ante a deformidade do seu aspecto físico.
Condição
Condição Atual
As lendas acima mencionadas, bem como outras de menor
difusão e amplitude, estão presentes na memória santista, nos
livros de curiosidade do município e nos folhetos turísticos de
divulgação sendo, portanto, parte viva da cultura local. O Centro
de Estudos Folclóricos Professor Albino Caldas, pertencente à
Universidade Católica de Santos, possui um acervo organizado
sobre as lendas, sendo um dos responsáveis pela sua coleta e
documentação.
O Centro foi fundado em 1984, com material doado à
Universidade pela família do professor e folclorista Albino que,
antes de falecer, mantinha o Museu do Folclore. Desde então, é
feito um trabalho de estímulo à pesquisa, sob coordenação da
professora do Departamento de História da Unisantos, Yza Fava
de Oliveira.
Iconografia
IC_LENDAS01
Registros fotográficos
Não
IC_LENDAS02
IC_LENDAS03
Fontes consultadas
SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de
uma velha cidade do Brasil. São Paulo: Empresa Gráfica da
Revista dos Tribunais.
RODRIGUES, Olao. (s/d). Cartilha da História de Santos. Santos:
Gráfica A Tribuna.
SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins.
(1986). História de Santos/Poliantéia Santista.
Santista São Vicente:
Caudex.
NOVO MILÊNIO (2009b). O fantasma do Paquetá. Disponível em:
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0014f.htm. Acesso em:
22 de julho de 2009.
A TRIBUNA (1994). Folclore santista inspira lendas e grandes
histórias. 31 de julho de 1994.
Contatos
associativos
associativos Centro de Estudos Folclóricos Prof. Albino Luiz Caldas –
relacionados
Universidade Católica de Santos/UNISANTOS
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
4. LUGARES
Designação
nativa
nativa
preferencial
BARRACAS DE PRAIA DE
ASSOCIAÇÕES DE SANTOS
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
Todos os finais de semana ao longo do ano
Locais de ocorrência
Orla de Santos
Informações históricas
Com o desenvolvimento econômico acelerado proporcionado pelo ciclo
do café, a cidade de Santos apresentou um enorme crescimento urbano
(ARAUJO FILHO, 1969; ANDRADE, 1989). Antes restrito ao centro
histórico, o núcleo urbano começou a se expandir em direção à orla
marítima (ANDRADE, 1989; MELLO, 2008). Com o saneamento da
cidade devido à construção dos canais de drenagem idealizados por
Saturnino de Brito, a expansão urbana em direção às praias pôde se
consolidar (FRIGERIO, ANDRADE, OLIVEIRA, 1992). A partir de então,
a sociabilidade santista tem se voltado mais para a orla do que para o
porto, o que caracteriza a relação conflituosa entre porto-cidade
(SALES, 1999; SOUZA, 2006; ORNELAS, 2008).
A expansão em direção à orla teve início nas primeiras décadas do
século XX e se completou na década de 1940 (SOUZA, 2006).
A
abertura das avenidas Ana Costa e Conselheiro Nébias foi essencial
para que a cidade alcançasse a região da orla: “Tais fatos marcaram a
definição de uma rede geográfico-social de produção do espaço, que
influiu na formação de ‘linhas de força’ da paisagem, caracterizadas por
essas localizações residenciais de alta renda, que acabaram por
orientar o vetor de expansão da cidade em direção à orla” (MELLO,
2008: 137). Essa região, habitada pelas classes mais abastadas a partir
da década de 1930, foi posteriormente chamada de Vila Rica (SEABRA
apud OLIVEIRA, 2006: 84).
Atualmente, a orla santista é um lugar de intensa circulação e
sociabilidade,
com
importante
concentração
de
aposentados
(OLIVEIRA, 2006). A prática do trekking e de diversos outros esportes é
comum e institucionalizada na orla de Santos (MELLO, 2008; NORI,
1998). As características da orla, com sua extensa faixa de areia (cerca
de 100 metros de extensão) possibilitam a ocupação para a prática
esportiva, assim como para a montagem das barracas associativas nos
finais de semana.
As barracas de praia montadas na parte do “areião” (areia fofa) são uma
criação própria da cidade de Santos, segundo NORI (1998). Mais de
duzentas barracas de inúmeros tipos de associações se alinham na
orla: são sindicatos, associações profissionais e classistas, clubes, de
serviços, de filantropia, hotéis, condomínios residenciais, escolas e
universidades, empresas, associações de moradores e clubes de praia
(NORI, 1998). Para esse mesmo autor, a presença e o funcionamento
das barracas revela a maneira peculiar de apropriação das praias pela
população santista, assim como o elevado espírito de associativismo de
seu povo.
De fato, essa característica esteve presente na história da cidade de
Santos, notadamente no âmbito político, conforme outros trabalhos
apontam. Não por acaso a cidade recebeu a alcunha de “Moscouzinha
brasileira” (TAVARES, 2007; GONÇALVES, 1995).
Há notícias de que clubes de futebol de praia, e provavelmente outras
associações, já possuíam barracas de praia no final da década de 1960,
como o Democrático Atlético Clube. Fundado em 1936, tem a sua
barraca de praia montada desde 1969 no mesmo local (entre o Canal 6
e o Aquário) (GIGI NA REDE, 2008). A bibliografia a respeito do início
da montagem das barracas, no entanto, é praticamente inexistente.
Informações
Anualmente, as organizações que possuem barracas de praia devem
descritivas
renovar a concessão para montagem, sempre nos mesmos pontos da
praia, que não numerados e pintados no meio-fio do calçadão que
separa a praia do jardim. Normalmente, possuem aproximadamente 100
metros quadrados, dispondo de bar, cadeiras e sacolas para a guarda
de objetos pessoais; No interior e ao redor dessas barracas “cultivam-se
longas conversas, joga-se dominó, baralho e outros jogos de mesa,
consomem-se bebidas e comestíveis, promovem-se churrascos, rodas
de samba e muitas outras atividades” (NORI, 1998: 16). Sua primeira
regulamentação ocorreu por meio da Lei complementar n. 107, de
20/12/1993 (NORI, 1998). Outras leis foram editadas desde então nesse
sentido: Lei Complementar n. 314/1998 e Lei Complementar 569/2006.
Condição Atual
A montagem de barracas de praia de associações é institucionalizada e
encontra-se em pleno vigor. As barracas podem ser montadas e
funcionar apenas mediante obtenção de alvará. A renovação dos
alvarás está a cargo da Secretaria Municipal de Esportes, Departamento
de Equipamentos (Dequip), conforme noticiado pelo Jornal Baixada
Santista em 08/07/09.
Iconografia
IC_BARRACAS01
Registros fotográficos
RF_BARRACAS01
IC_BARRACAS02
IC_BARRACAS03
Fontes relacionadas
ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de (1989). O discurso do progresso :
a evolução urbana de Santos – 18701870-1930. São Paulo : Tese
(Doutorado em História Social), Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP.
ARAÚJO FILHO, José Ribeiro (1969). Santos, o porto do café. Rio de Janeiro :
Fundação IBGE.
FRIGERIO, Angela Maria. ANDRADE, Wilma Therezinha. OLIVEIRA, Yza Fava
de (1992). Santos : um encontro com a história e a Geografia. Santos
: UniSantos, Editora Universitária Leopoldianum.
GIGI NA REDE (2008). Futebol de praia – Democrático Atlético Clube.
Disponível em
http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp. Acesso em 25
de julho de 2009.
GONÇALVES, Alcindo (1995). Lutas e sonhos: cultura política e hegemonia
progressista em Santos, 19451945-1962. São Paulo, SP; Santos, SP:
Editora UNESP, Fundação para o Desenvolvimento da UNESP:
Prefeitura Municipal de Santos (Coleção Prismas).
JORNAL BAIXADA SANTISTA (2009a). Clubes e associações têm que renovar
alvará de barracas de praia. 02 de fevereiro de 2009. Disp. em
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_ren
ovar2009.asp. Acesso em 08 de julho de 2009.
MELLO, Gisele Homem de (2008). Expansão e estrutura urbana em Santos
(SP); aspectos
aspectos da periferização, da deterioração, da intervenção
urbana, da verticalização e da sociabilidade. São Paulo Dissertação
(Mestrado em Sociologia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP.
NORI, Celio (1998). O esporte como manifestação de cultura e cidadania: o
futebol de praia em Santos.
Santos Campinas: Dissertação (Mestrado em
Estudos do Lazer). Faculdade de Educação Física da Universidade
Estadual de Campinas - UNICAMP.
OLIVEIRA,
Juliana
Andrade
(2006).
“Terceira
Terceira
idade”
e
cidade
:
o
envelhecimento populacional no espaço intraintra-urbano de Santos. São
Paulo : Dissertação (Mestrado em Sociologia), Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCHUSP.
ORNELAS, Ronaldo dos Santos. (2008). Relação porto/cidade: o caso de
Santos.
Santos São Paulo: Dissertação (Mestrado em Geografia Humana),
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade
de São Paulo – FFLCH-USP.
SALES, Pedro Manuel Rivaben de (1999). Santos : a relação
relação entre o porto e a
cidade e sua (re)valorização no território macrometropolitano de São
Paulo. São Paulo: Tese (Doutorado), Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP.
SOUZA, Clarissa Duarte de Castro (2006). Planejamento
Planejamento urbano e políticas
públicas em projetos de requalificação de áreas portuárias – porto de
Santos – desafio deste novo século. São Paulo : Dissertação
(Mestrado), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de
São Paulo – FAU-USP.
TAVARES,
Rodrigo
(2007).
A
"Moscouzinha"
brasileira:
cenários
e
personagens do cotidiano operário de Santos (1930(1930-1954).
1954) São Paulo:
Associação Editorial Humanitas (Histórias da Repressão e da
Resistência, v. 6).
Contatos associativos Secretaria de Esportes/Departamento de Equipamentos da Prefeitura de
relacionados
Santos – (DEQUIP); Centro Espanhol e Repatriação de Santos;
Sindicato dos Empregados no Comércio de Santos; Associação de
Base do Servidores e Funcionários do Poder Judiciário do Estado de
São Paulo/ASSOJUBS – Sede Santos; SESC Santos
Informações Técnicas
Designação
Arlene Martinez Ricoldi
Data: 25/07/2009
nativa
preferencial
CANAIS DE SANTOS
Outras nomenclaturas
Canais de drenagem de Santos
Época de ocorrência
Não se aplica
Locais de ocorrência
Porção insular do município
Informações históricas O crescimento urbano da cidade de Santos está intrinsecamente
associado com as atividades do porto de Santos e sua constante
expansão (ARAUJO FILHO, 1969, ANDRADE, 1989, TRIGUEIROS,
1998). E foi em razão do rápido crescimento urbano associado ao
crescimento da produção do café no Estado de São Paulo que os
famosos canais de drenagem de Santos foram construídos.
No final do século XIX, o café torna-se o principal produto de exportação
brasileiro, e seu principal produtor, o estado de São Paulo. O porto de
Santos, com sua localização privilegiada, torna-se o principal canal de
escoamento da produção cafeeira. A atividade portuária e de
comercialização do café dá lugar a inúmeras instituições, como a Bolsa
do Café, a figura do comissário de café, as casas comissárias, casas de
exportação e importação e inúmeros bancos (TRIGUEIROS, 1998). A
cidade atrai migrantes europeus, na sua maioria, portugueses e
espanhóis, e um número significativo de italianos. O centro da cidade,
área que se estendia do Outeiro de Santa Catarina até o Valongo, sofreu
com o “inchaço” populacional; usava–se cavalos, burros, mulas para
fazer o transporte das sacas de café, vindas da estação do Valongo até
os vastos armazéns, para depois serem embarcadas (ANDRADE, 1989).
Por esse motivo, são criadas numerosas cocheiras, onde os animais são
alimentados com milho, alfafa e feno, alimentos que também atraem os
ratos e transmitem a peste bubônica. A cidade torna-se poluída.
O clima da cidade de Santos, quente e úmido, associado a sua geografia
plana, foi também ambiente para a proliferação da febre amarela. Além
da peste bubônica e das sucessivas epidemias de febre amarela, a
população também sofreu com a tuberculose, a varíola e a difteria. Entre
as medidas de saneamento, aquelas tomadas pelo engenheiro Saturnino
de Brito ficaram conhecidas como a “salvação” da cidade (FRIGERIO,
ANDRADE, OLIVEIRA, 1992). No cargo de chefe da Comissão de
Saneamento, ele projetou e executou a construção de um moderno
sistema de esgotos: foi construída uma rede subterrânea para receber a
água da chuva e um sistema de nove canais de drenagem que cortam a
planície de mar a mar. A força das marés foi aproveitada para renovar as
águas dos canais.
A execução do projeto foi iniciada em 1905, pelo Canal 1, inaugurado em
27 de agosto de 1907. Este fato simbolizou o início de uma nova imagem
para a cidade, - que já estava se tornando um “porto maldito”, tal era o
índice de mortalidade da população; na época das epidemias, foi preciso
criar um novo cemitério (Saboó), pois o de Paquetá não conseguia dar
conta da demanda. Em 1908, já havia 45.000 metros de canais; no
entanto, o projeto só foi concluído em 1927 (FRIGERIO, ANDRADE,
OLIVEIRA, 1992).
A abertura dos canais de drenagem, na primeira metade do século XX
consolida a expansão urbana para a orla. A planície santista, que devido
ao clima quente e úmido era considerada insalubre, após o saneamento
torna-se a principal morada das classes abastadas (MELLO, 2008).
Ademais, os canais tornaram-se, na geografia santista, a principal forma
de orientação espacial na cidade. “Por sua utilidade e beleza, os canais
são uma marca registrada da cidade” (FRIGERIO, ANDRADE,
OLIVEIRA, 1992: 63).
Informações
O projeto de Saturnino de Brito idealizou oito canais aos quais foi
descritivas
acrescentado mais um. O Canal 1 constituiu a linha mestra de um
conjunto com outros cinco canais: o Canal 2 (Av. Bernadino de Campos);
o Canal 3 (Av. Washington Luiz); o Canal 7 (Av. Francisco Manoel); o
Canal 8 (Av. Moura Ribeiro) e o Canal 9 (Av. Barão de Penedo). Estes
três últimos recolhem as águas dos morros do Jabaquara; Marapé e José
Menino. O Canal 4 (Av. Siqueira Campos), o Canal 5 (Av. Almirante
Cochrane) e o Canal 6 (Av. cel. Joaquim Montenegro) vão de mar a mar,
independentes do conjunto formado pelo Canal 1 (ANDRADE, 2005).
São os canais que orientam espacialmente os moradores da cidade de
Santos e seus visitantes. Hoje, pouca gente sabe, mas há mais de 20
canais na cidade de Santos (VILAS BOAS, 2005). Porém, os que detêm
maior importância simbólica para a cidade são os canais acima citados,
que são marcadores espaciais tanto para a ocupação da orla (que é
totalmente regulamentada por legislação municipal) como para orientar
os caminhos da cidade em relação ao centro histórico assim como para
as cidades vizinhas. Morar próximo a um ou outro canal pode significar
morar nos locais mais ou menos abastados. Hoje, os canais que cortam
a cidade de Santos são a principal referência espacial do santista: são
eles que definem os bairros, demarcam territórios e orientam os
caminhos. GONÇALVES (2009) assim se refere ao significado dos
canais para a cidade: “os canais continuam a definir e referenciar tua
paisagem mais do que qualquer outro marco ou símbolo urbano. Eles
delimitam teus bairros e são quais bússolas para os que te visitam”
(GONÇALVES, 2009).
Condição Atual
Os canais foram tombados pela Condepasa/Conselho de Defesa do
Patrimônio Histórico de Santos e pelo Condephaat/Conselho de Defesa
do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de
São Paulo. Em alusão ao centenário dos canais, foi inaugurado um
pórtico de 12x4 metros, com estrutura metálica, na ponte sobre o canal 1
(lado dos jardins), com fotos antigas. (CONDEPASA DEFINE..., 2009). A
partir das discussões iniciadas em 2004 pela Comissão Especial de
Vereadores (CEV) para tratar dos 100 anos da obra de Saturnino de
Brito,
foi
criada,
em
2005,
a
Comissão
Coordenadora
das
Comemorações do 1º Centenário dos Canais de Santos (CONHEÇA A
COMISSÃO..., 2009).
Iconografia
IC_CANAIS01
Registros fotográficos
Não.
IC_CANAIS02
IC_CANAIS03
IC_CANAIS04
IC_CANAIS05
Fontes consultadas
ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de (1989). O discurso do
progresso :
a evolução urbana de Santos – 18701870-1930. São
Paulo : Tese (Doutorado em História Social), Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo – FFLCH-USP.
ARAÚJO FILHO, José Ribeiro (1969). Santos, o porto do café. Rio de
Janeiro : Fundação IBGE.
FRIGERIO, Angela Maria. ANDRADE, Wilma Therezinha. OLIVEIRA,
Yza Fava de (1992). Santos: um encontro com a história e a
Geografia.
Santos,
UniSantos,
Editora
Universitária
Leopoldianum.
GONÇALVES, Adilson. (s/d). Santos: quem te viu e quem te vê.... Disp.
em http://www.canaisdesantos.com.br/artigos.asp. Acesso em
20 de julho de 2009.
CONDEPASA DEFINE tombamento dos canais de Santos. Disp. em
http://www.canaisdesantos.com.br/noticias.asp. Acesso em 20
de julho de 2009.
CONHEÇA A COMISSÃO que coordena as comemorações. Disp. em
http://www.canaisdesantos.com.br/comissao.htm. Acesso em 19
de julho de 2009.
VILAS BOAS, Sérgio (2005). Santos – o centro histórico, o porto e a
cidade. São Paulo, Audicromo Editora (Fotografias de João
Correia Filho).
Contatos associativos Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU)
relacionados
Informações Técnicas
Designação
Arlene Martinez Ricodli
Data 22/07/09
nativa
preferencial
PORTO DE SANTOS
Outras nomenclaturas
Não há
Época de ocorrência
Não se aplica
Locais de ocorrência
Margem esquerda do estuário de Santos
Informações
Informações históricas A história da cidade de Santos confunde-se com a do Porto de Santos.
Segundo VILAS BOAS (2005), Brás Cubas foi decisivo para a instalação
do Porto de Santos em seu local atual. Os portugueses descobriram a
ilha de São Vicente um ano depois de Pedro Álvares Cabral avistar o
Monte Pascoal e Porto Seguro, na Bahia. Foi a expedição de Américo
Vespúcio que descobriu um canal marítimo na região da atual baixada
santista em 1502. As caravelas e as naus aportaram em um porto
primitivo, chamado de Porto das Naus, local hoje tombado pelo
Condephaat, próximo à Ponte Pênsil e à Biquinha, em São Vicente.
Havia um pequeno povoado na região, mas até 1532, não havia
presença oficial da Coroa Portuguesa; um dos que ocupavam a região
extra-oficialmente era o chamado Mestre Fernandes, expulso em 1532;
foi ele que iniciou um porto primitivo na Ponta da Praia (VILAS BOAS,
2005).
A expedição de Martim Afonso de Souza chega em 1532 para regularizar
e oficializar essas ocupações. Um dos integrantes da comitiva de Martim
Afonso era Brás Cubas, um dos comandantes da sua flotilha e que se
estabeleceu na região. Brás Cubas foi quem teve a idéia de transferir o
porto da Ponta da Praia para o Enguaguaçu, em frente ao povoado que
existia nos arredores do que hoje é a Praça Rio Branco ou da República.
A instalação do Porto ensejou a criação, em 1543, da Santa Casa de
Misericórdia, a primeira do país, para atender os inúmeros marinheiros
que, após uma longa e penosa travessia, desembarcavam doentes.
(VILAS BOAS, 2005).
Até o final do século XVI, a produção de açúcar na região abastecia o
movimento do porto. Com o predomínio do açúcar produzido no
Nordeste, o porto manteve alguma importância como escoadouro do ouro
de Minas Gerais durante o século XVIII, mas logo foi marginalizado em
razão da abertura do Caminho Novo, ligando Ouro Preto ao Rio de
Janeiro.
O porto e a cidade de Santos voltariam a ter importância somente no
século XIX, por dois motivos: a chegada da família real (1808), que abre
os portos às nações amigas, em 1810, e o início do ciclo do café,
produzido predominantemente pela Província de São Paulo (ARAÚJO,
PEREIRA, 2007; GONÇALVES, 1995).
O café muda os destinos do Império, em especial da Província de São
Paulo. Seu cultivo foi tentando em diversas partes do país (o primeiro
lugar foi o Pará), encontrando solo e clima favoráveis no Sudeste. A partir
de 1880, São Paulo se tornou o maior produtor de café do país, e
Santos, seu principal escoadouro. Em decorrência, cresce a importância
do centro histórico, quartel-general de exportação do café. Diversas
atividades econômicas surgem em torno do café: comisssários,
ensacadores, exportadores, classificadores (dos tipos e qualidades do
café), provadores, torrefadores, carregadores, catadeiras, costureiras de
sacaria de café (ARAÚJO, PEREIRA, 2007).
Em 1870, a vila de Santos tinha 10 mil habitantes; nessa época, o
espaço entre a vila e os morros, antes vazio, já estava totalmente
habitado. A intensificação das atividades do porto facultou este intenso
crescimento urbano e populacional, bem como a instalação de ferrovias.
(LANNA, 1995).
A Associação Comercial de Santos foi fundada em 1870, adquirindo
grande importância política. O enorme crescimento da atividade
portuária, os constantes atrasos, furtos e roubos, fizeram com que a
Associação Comercial pressionasse o Governo Imperial para melhorias
no porto (TRIGUEIROS, 1998).
Na virada do século XIX para o século XX, há uma “explosão” econômica
e demográfica em Santos: em apenas vinte e três anos (1890-1913), a
população tem um acréscimo de 584%, passando de 13.012 para 88.967
habitantes. O perfil de “centro de serviços”, a predominância urbana e o
enorme crescimento a partir do ciclo do café, criaram, em Santos, uma
classe média urbana significativa, na opinião de GONÇALVES (1995).
Houve ainda a formação de uma numerosa classe operária a partir do
desenvolvimento do porto. A cidade também atrai uma “elite intelectual,
formada por médicos, engenheiros e professores, não confundidos
necessariamente com as famílias tradicionais” (GONÇALVES, 1995. p.
41). Silvério Fontes, médico estabelecido em Santos, foi o fundador do
jornal socialista A Ação Social em 1892, sendo também considerado um
dos precursores do socialismo no país. Em Santos ocorreu a primeira
comemoração do Dia do Trabalho no Brasil, em 1º de maio de 1894.
As primeiras organizações sindicais santista surgem no início do século
XX, sendo a primeira a “Sociedade Primeiro de Maio”, fundada em abril
de 1904 por operários da construção civil. Dois meses depois, surge a
“Sociedade Internacional União dos Operários” criada por trabalhadores
do café. Em 1907, surge a Federação Operária Local de Santos (FOLS),
composta de sindicatos de operários de construção civil, carregadores de
café e tecelões, com orientação anarco-sindical.
A influência dos trabalhadores do porto na cena de agitação política é
enorme: composto por grande parcela de imigrantes europeus, estes
trazem novas idéias anarquistas e socialistas em voga nos países de
origem. Na Santos do início do século XX, encontram péssimas
condições de trabalho e uma cidade insalubre. Para sobreviverem, criam
inúmeras sociedades de ajuda mútua, organizadas por nacionalidades.
Na primeira metade do século XX, Santos é a segunda cidade mais
populosa do estado, perdendo apenas para a capital (GONÇALVES,
1995).
O senso comum eternizou a imagem do trabalho na estiva portuária
como atividade simples realizada por operários rudes, que não precisam
de nada mais além da força física. Contudo, a atividade portuária é
bastante complexa: “Trata-se de uma indústria cuja peculiaridade é a
existência dos mais variados interesses de uma miríade de patrões, de
diversas condições de trabalho e de inúmeras categorias profissionais
submetidas a diferentes horários, regimes salariais, entidades da
administração pública e organizações de classe” (SILVA, 1995: 3).
O período varguista institucionaliza a maior parte dos sindicatos
santistas, incluindo o Sindicato dos Estivadores de Santos, o mais
importante deles. Data da década de 1930 a fundação dos principais
sindicatos santistas (dos Estivadores, em 1930; dos Operários Portuários
e dos Trabalhadores na Administração Portuária, em 1933, entre outros.
(GONÇALVES, 1995:77). Neste mesmo período, a Companhia Docas de
Santos perde para o Sindicato dos Estivadores de Santos as operações
de estivagem e desestivagem das cargas no porão e no convés dos
navios, passando a administrar somente as operações “em terra”
(docas), isto é, o transporte das mercadorias na faixa do cais, armazéns,
depósitos, pátios, vagões e caminhões (SILVA, 1995). Os estivadores
eram
os
chamados
consertadores,
vigias,
“avulsos”
(que
ensacadores,
também
entre
outros),
compreendiam
empregados
contratados pelo sindicato e cujos salários eram administrados pelo
governo em consórcio com a Entidade Estivadora, agência intermediária
que representava os armadores; daí a idéia de “operários sem patrão”
(SILVA, 1995).
Na década de 1960, mais precisamente em 1965, no início da ditadura
militar, foram editadas leis que retiraram uma série de direitos dos
trabalhadores conquistados ao longo de anos, resultando em cortes
salariais e profundas alterações na jornada de trabalho (SILVA, 1995, p.
206). Além disso, inicia-se, com a ditadura, um período de repressão e
perseguição política. “Desde 1964 e, sobretudo, a partir de 1969, o porto
sofreu importantes reformulações em tamanho e inovações tecnológicas”
(SILVA, 1995: 209).
O fim da fase de predomínio agroexportador do café faz com que o porto
de Santos deixe de ser o “porto do café” e passe a ser o “porto da
indústria” (ARAÚJO FILHO, 1969; ORNELAS, 2008). Entre 1950 e 1960,
ocorre um acelerado crescimento da movimentação do porto em razão
da industrialização da região do Grande ABC e da instalação da indústria
petroquímica em Cubatão, forçando a realização de uma série de
melhoramentos técnicos. Nos últimos anos, a entrada em funcionamento
de terminais privativos intensificou a ampliação do porto, acompanhada
de diversas medidas de modernização.
Informações
Um dos aspectos que caracterizam a importância do porto na
descritivas
constituição de uma identidade santista é a sua centralidade como
espaço incentivador da criação de uma sociedade civil eivada de
sentimentos e práticas progressistas, conformando uma cultura política
em que vicejam “o predomínio do social e do coletivo, a idéia de
fraternidade e solidariedade, a busca da igualdade, a valorização do
associativismo (sindicatos e associações), o espírito voltado a mudanças
e
transformações”
(GONÇALVES,
1995:
18).
Esta
cultura
de
combatividade remontaria aos séculos XVI e XVII, quando a população
teve que se defender de inúmeros ataques de corsários, cobiçosos das
riquezas que passavam pelo porto.
SILVA (1995) aponta para a constituição de uma “cultura portuária”,
decorrente de alguns fatores prevalecentes no trabalho portuário: “a
natureza ocasional do trabalho; o serviço árduo e perigoso; o modelo de
‘cooperação simples’ na execução de tarefas em turmas e a
comunicação horizontal entre diversas categorias de trabalhadores; a
falta de associação regular a um único patrão; os contatos freqüentes
com
mercadorias,
navios,
marinheiros,
idéias
e
experiências
estrangeiras; a moradia próxima ao proto e a crença partilhada pelos
portuários de que os ‘outros da sociedade’ os consideram um grupo de
‘status baixo’” (SILVA, 1995: 11-12).
A imigração teve influência ideológica fundamental. Na primeira
república, a principal influência ideológica era o anarco-sindicalismo e a
cidade de Santos era conhecida como “Barcelona brasileira”; entre os
anos 1930 e 1960, Santos foi chamada de “Porto Vermelho” ou de
“Moscou brasileira” (TAVARES, 2007), devido principalmente às
sucessivas vitórias do PCB entre 1945 e 1962 (GONÇALVES, 1995).
Eram freqüentes as greves e agitações políticas, nas quais o trabalho no
porto era paralisado não somente em razão de reivindicações próprias ao
trabalho portuário, mas em solidariedade às categorias de menor
expressão.
A diminuição da necessidade de mão-de-obra reduzia a importância e o
poder dos trabalhadores portuários, cujos principais instrumentos de luta
estavam nas paralisações e nas “operações tartaruga”. Nesse sentido, a
importância atribuída ao porto como lugar de produção de significados
culturais manifesta-se no discurso de um ex-trabalhador de armazém da
Companhia Docas de Santos: “a força mesmo maior era o cais, era o
cais, o cais é que estava com a força ali, o cais e o transporte porque
parou o transporte, parou o cais, a cidade praticamente estava parada
(...)” (apud SILVA, 1995: 18). Outro ex-trabalhador e ex-dirigente sindical,
afirma “é a mola propulsora desta cidade. A cidade morre se um dia esse
porto morrer” (apud SILVA, 1995: 19).
Condição Atual
O porto de Santos ainda hoje é o principal exportador mundial,
movimentando 80% da safra nacional (VILAS BOAS, 2005). Atualmente,
possui cerca de 13 km, que se estendem da Ponta da Praia até a
Alemoa, a Ilha de Barnabé e o Guarujá.
A Companhia Docas de Santos manteve o monopólio privado sobre as
operações do porto durante 92 anos. Em 1980 foi criada a Companhia
Docas do Estado de São Paulo (Codesp), órgão estatal que passou a ter
o monopólio público das operações do porto de Santos (AGUIAR,
JUNQUEIRA, FREDDO, 2006).
Em 1993, o monopólio público foi revogado com a Lei de Modernização
dos Portos (no 8.630), que instituiu o Conselho de Autoridade Portuário
(CAP), constituído por representantes do governo federal; dos municípios
de Santos, Guarujá e Cubatão; dos operadores; dos trabalhadores
portuários e do governo do estado de São Paulo. A função do CAP é
legislativa e a função administrativa passou a ser exercida pela Codesp
(Companhia Docas de São Paulo).
Em relação aos trabalhadores, a mudança mais importante foi a criação
do Órgão Gestor de Mão-de-obra, que eliminou o controle de mão-deobra avulsa pelos sindicatos.
As novas formas de gerir as operações do porto e a mão-de-obra
acarretaram o surgimento de novos atores sociais e novas relações
institucionais, dando ao porto uma nova dinâmica.
Apesar da perda de poder dos sindicatos dos trabalhadores portuários, a
área do porto e seu entorno continuam a ter a sua importância discutida
e re-significada. Áreas do centro histórico e do porto de Santos tem sido
alvo de projetos de revitalização por parte do Poder Público. Um desses
projetos é o “Alegra Centro” criado pela Prefeitura Municipal de Santos
por meio da Lei Complementar nº 448/2001, que define as Zonas
Centrais I e II e a Zona Portuária, entre o Valongo e o Paquetá, como
Áreas de Proteção Cultural – APC. As várias ações compreendem
revitalização, requalificação e recuperação de locais e edifícios históricos,
entre os quais, o aproveitamento dos armazéns 01 ao 08 para uso
cultural, turístico e de lazer. Esse projeto, denominado “Marina Porto de
Santos – Complexo Náutico e Empresarial”, propõe a construção de uma
marina, terminal de cruzeiros, restaurantes, espaços para eventos e
feiras, estaleiro, serviços de apoio náutico, Escola de Navegação e
Centro Oceanográfico, e visa, entre outros objetivos, ao resgate da
identidade santista, a uma maior integração entre o porto e a cidade, à
qualificação do município para o turismo internacional, à migração de
empresas para o centro histórico, à melhoria da qualidade de vida e ao
incentivo de esportes náuticos (NEVES et.al., 2009). Projetos de
requalificação de áreas degradadas e abandonadas também são objeto
do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Santos,
desenvolvido pela administração do porto em parceria com a prefeitura
municipal e com empresas privadas. (NEVES et.al, 2009).
Iconografia
IC_PORTO01
IC_PORTO02
IC_PORTO03
IC_PORTO04
Registros fotográficos
Não
IC_PORTO05
Fontes consultadas
ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de (1989). O discurso do
progresso :
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ARAÚJO, Hilda Pereira Prado de. PEREIRA, José Alberto. (2007) Santos
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futebol Santos, Realejo.
ARAÚJO FILHO, José Ribeiro (1969). Santos, o porto do café. Rio de
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1913 São Paulo, Santos, SP, Hucitec, Prefeitura
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NEVES, Maria Fernanda Britto et.al (2009). Reconversão de áreas
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OLIVEIRA, Juliana Andrade (2006). “Terceira
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TRIGUEIROS, Nanci Novo e (1998). As intersindicais
intersindicais de trabalhadores
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TAVARES, Rodrigo (2007). A "Moscouzinha"
"Moscouzinha" brasileira:
brasileira: cenários e
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1954) São
Paulo, Associação Editorial Humanitas (Histórias da Repressão e
da Resistência, v. 6).
Contatos associativos Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão
relacionados
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
FICHAS CATALOGRÁFICAS DAS ASSOCIAÇÕES
Data: 30/07/2009
Instituição
Apostolado do Mar da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes
Endereço
Av.
Almirante
Saldanha
da
Fone
(13) 3261-4076
e-mail
Não possui
Gama, 114. Ponta da Praia –
Santos/SP. CEP 11030-400
Endereço na web (site)
www.diocesedesantos.com.br
Contatos dentro da instituição
Padre Rovílio
Bens culturais com os quais
Procissão Marítima de São Pedro
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Associação de Base dos Servidores e Funcionários do Poder
Judiciário do Estado de São Paulo/ASSOJUBS - Sede Santos
Endereço
Av.
São
Francisco,
276/278
Fone
(13)
Centro – Santos/SP
3223-2377
(13) 3223-1158
CEP 11013-202
Endereço na web (site)
http://www.assojubs.com.br
e-mail
Não possui
Contatos dentro da instituição
instituição
Hugo Rogerio Nicodemos Coviello (Presidente)
Bens culturais com os quais
Barracas de praia de associações de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Associação de Capoeira Senzala de Santos
Endereço
Rua Joaquim Távora, 424. Vila
Fone
(13) 3326-9953
e-mail
[email protected]
Matias - Santos/SP
CEP 11075-301
Endereço na web (site)
www.valtinhodasenzala.org.br
r
Contatos dentro da instituição
Roberto Teles de Oliveira (Mestre Sombra); Mestre Valtinho da
Senzala e contramestre Ydilio.
Bens culturais com os quais
Capoeira
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Associação Santista de Capoeira de Areia Branca
Endereço
Alameda
Marechal
Floriano
Data 14/07/09
Fone
Peixoto, 45 – sala 5. Gonzaga –
(13) 3028-7305
(13) 9108-0087
Santos/SP
Endereço na web (site)
www.capoeirasantista.com.br
e-mail
capoeirasantista
@capoeirasantist
a.com.br
Contatos dentro da instituição
Mestre Ribas
Bens culturais com os quais
Capoeira
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Associação Santos de Surfe
Endereço
Rua Luis de Camões, 110 – Sala
5.
Encruzilhada
–
Data 14/07/09
Fone
Santos/SP.
(13) 3273-4319
(13) 9764-2705
CEP 11015-400
Endereço na web (site)
www.santossurf.com.br
e-mail
contato@santoss
urf.com.br
Contatos dentro da instituição
Herbert Passos Neto
Bens culturais com os quais
Surfe
tem relação
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Clayton Perón Franco de Godoy
Instituição
Casa de Utilidade Publica e de Culto Afro Brasileiro Ilê Asé
Sobo Oba Aryrá
Endereço
Rua Octavio Correa, 64. Estuário
Fone
(13) 3271-7051
e-mail
fomodelogunede
- Santos/SP.
CEP 11025-230
Endereço
Endereço na web (site)
Não possui
@ig.com.br
Contatos dentro da instituição
Babalorixá Marcelo Fomo de Logunédé
Bens culturais com os quais
Procissão de Iemanjá
tem relação
Informações Técnicas
Técnicas
Instituição
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 01/08/09
Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio
(Monte Cabrão)
Endereço
Rua Principal, n° 08. Monte
Fone
(13) 32682114
Cabrão – Santos/SP
(13) 96093085
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
Contatos dentro da instituição
Lilia Vasques Britez da Silva (capataz)
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara
Não possui
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 13/08/2009
Instituição
Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 José Bonifácio
(Vila dos Pescadores)
Endereço
Rua Amaral Neto, n° 320. Vila
Fone
(13)3363 4891
e-mail
Não possui
dos Pescadores – Cubatão/SP.
CEP 11531-070
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
instituição
Santina Gonçalves Barros (coordenadora)
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara
tem relação
Informações Técnicas
Instituição
Wilson Mesquita de Almeida
Data 13/08/2009
Centro de Estudos Folclóricos Prof. Albino Luiz Caldas –
Universidade Católica de Santos/UNISANTOS
Endereço
Campi Dom Idílio José Soares.
Fone
(13) 3205-5555
e-mail
Não possui
Rua Conselheiro Nébias, 300.
Centro – Santos/SP
CEP 11015-002
Endereço na web (site)
http://www.unisantos.br/conteudo.
php?area=8&subarea=5
Contatos dentro da instituição
Professora Yza Fava de Oliveira (coordenadora)
Bens culturais com os quais
Lendas e folclore do município de Santos
tem relação
Informações
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
Instituição
Centro Espanhol e Repatriação de Santos
Endereço
Av. Ana Costa, 286.
Fone
(13) 3223-1182
Campo Grande - Santos/SP
(13) 3233-2797
CEP: 11060-000
Endereço na web (site)
http://www.centroespanholdesant
e-mail
Não possui
os.com.br/conteudo.php?cod=3
Contatos dentro da instituição
José Faustino F. Barral (Presidente)
Bens culturais com os quais
Barracas de praia de associações de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube da Ponta
Endereço
Referência
de
localização:
Data 20/07/09
Fone
Não possui
e-mail
Não possui
Aquário; Barraca de Praia
Endereço na web (site)
Em construção
Contatos dentro da instituição
Não encontrado
Bens culturais com os quais
Futebol de Praia
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube Internacional de Regatas
Endereço
Av. Alm. Saldanha da Gama, 05.
Data 20/07/09
Fone
(13) 3269-6900
(13) 3269-6909
Ponta da Praia - Santos/SP. CEP
11030-400
Endereço na web (site)
http://www.inter.org.br/
e-mail
presidente@inter.
org.br
Contatos dentro da instituição
José Augusto Cintra Mathias (presidente)
Bens culturais com os quais
Remo
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube de Regatas Santista
Endereço
Av. Alm. Saldanha da Gama, 23
Data 30/07/09
3
Fone
– Ponta da Praia - Santos/SP.
(13)3261-7112
(13)3261-6373
CEP 11030-400
Endereço na web (site)
www.clubederegatassantista.com
e-mail
Não fornecido
.br
Contatos dentro da instituição
instituição
Ari Castro (presidente)
Bens culturais com os quais
Remo
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube de Regatas Vasco da Gama
Endereço
Av. Alm. Saldanha da Gama, 33.
Ponta da Praia - Santos/SP. CEP
Data 30/07/09
Fone
(13) 3322-7891
11030-400
Endereço na web (site)
Não há
e-mail
Contatos dentro da instituição
Claudio de Matheus Júnior
Bens culturais com os quais
Remo
Não há
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Instituição
Clube de Regatas Saldanha da Gama
Endereço
Av. Alm. Saldanha da Gama, 44
Fone
. Ponta da Praia - Santos/SP.
(13)3261-1898
(13)3261-2600
CEP 11030-400
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
Contatos dentro da instituição
Wladimir dos Santos Matos (presidente)
Bens culturais com os quais
Remo
Não possui
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube Igaratá
Endereço
Referência
de
localização:
Data 30/07/09
3
Fone
Não possui
e-mail
Não possui
Pinacoteca; Barraca de Praia
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Não encontrado
Bens culturais com os quais
Futebol de Praia
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
Clube Democrático
Endereço
Referência
de
localização:
Data 20/07/09
Fone
Não possui
e-mail
Não possui
Canal 6; Barraca de Praia
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Não encontrado
Bens culturais com os quais
Futebol de Praia
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio
Endereço
Rua Dino Bueno114. Ponta da
Fone
(13) 32612992
e-mail
Não possui
Praia - Santos/SP
CEP1103-350
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Tsuneo Okida (presidente)
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 13/08/2009
Instituição
Colônia de Pescadores Z-3 -Floriano Peixoto
Endereço
Rua Itapema n° 15. Vicente de
Fone
(13)3352 6820
e-mail
Não possui
Carvalho – Guarujá/SP
CEP 11450-530
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Edson dos Santos Cláudio (presidente)
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara; Procissão de São Pedro
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 13/08/2009
Instituição
Colônia de Pescadores Z-4 - André Rebouças
Endereço
Av. Newton Prado, 503. Parque
Fone
(13)3468 6939
e-mail
Não possui
Bitaru - São Vicente/SP. CEP:
11.310-160
Endereço
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Maria Aparecida Nobre da Silva (presidente)
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Instituição
Cúria Diocesana de Santos
Endereço
Av.
Conselheiro
Rodrigues
Data 13/08/2009
Fone
(13)3228 8888
Alves,
254.
Macuco
-
Santos/SP. CEP 11015-200
Endereço na web (site)
www.diocesedesantos.com.br
e-mail
Contatos dentro da instituição
Fábio
Bens culturais com os quais
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Não possui
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Escola Radical
Endereço
Av. Presidente Wilson, s/n° -
Data 14/07/09
Fone
(13) 32519838
e-mail
Não possui
Posto 2 - Praia do José Menino.
José Menino – Santos/SP. CEP
11065-200
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Cisco Araña
Bens culturais com os quais
Surfe
tem relação
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Instituição
Federação dos Pescadores Artesanais do Estado de São
Paulo
Endereço
Rua Dino Bueno114. Ponta da
Fone
(13) 32612992
e-mail
Não possui
Praia – Santos/SP
CEP 1103-350
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Presidente: Tsuneo Okida
Bens culturais com os quais
Pesca Artesanal; Culinária Caiçara; Procissão de São Pedro
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Instituição
Instituição
Grupo Capoeira Santista
Endereço
Av. Marechal Floriano Peixoto
Data 13/08/2009
Fone
(13)30287305
45.-
sala
5.
Gonzaga.
-
(13)91080087
Santos/SP. CEP 11060-301
Endereço na web (site)
http://www.capoeirasantista.com
e-mail
.br/
capoeirasantist
a@capoeirasan
tista.com.br
Contatos dentro da instituição
Mestre Ribas
Bens culturais com os quais
Capoeira
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Liga Santista de Tamboréu
Endereço
Rua Constituição, 431 - fundos.
Data 14/07/09
Fone
(13) 32237568
e-mail
tamboreu@tam
Vila Matias - Santos/SP
CEP: 11015-473
Endereço na web (site)
http://www.tamboreu.com.br
boreu.com.br
Contatos dentro da instituição
Nilton Ramos Augusto (presidente)
Bens culturais com os quais
Jogo do tamboréu
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Museu do Surfe
Endereço
Parque Municipal Roberto Mário
Data 14/07/09
Fone
(13) 32698080
e-mail
Não possui
Santini, s/n. José Menino –
Santos/SP
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Herbert Passos Neto (presidente)
Bens culturais com os quais
Surfe
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Instituição
Paróquia Nossa Senhora da Assunção
Endereço
Largo do São Bento, s/n. Morro
Fone
(13) 3235-1277
do São Bento - Santos/SP. CEP:
11082-310
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
Não possui
Contatos dentro da instituição
Frei Valdemiro Wastechuk
Bens culturais com os quais
Ofício das bordadeiras dos morros santistas; Festa de Nossa
tem relação
Senhora da Assunção
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat
Endereço
Caminho
Data 20/07/09
Monsenhor Moreira,
Fone
(13) 32352295
e-mail
Não disponível
33. Monte Serrat - Santos/SP.
CEP: 11013-760
Endereço na web (site)
(site)
http://www.paroquiamonteserrat.
com.br
Contatos dentro da instituição
Monsenhor João Joaquim Vicente Leite
Bens culturais com os quais
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Instituição
Paróquia São João Batista – Nova Cintra
Endereço
Praça
Guadalajara,
Data 14/07/09
Fone
(13)3258-6464
e-mail
[email protected]
s/nº. Morro da Nova
Cintra – Santos/SP
CEP: 11080-200
Endereço na web (site)
(site)
www.diocesedesantos
.com.br
m.br
Contatos dentro da instituição
Padre Valfran dos Santos
Bens culturais com os quais
quais
Festa Junina do Morro Nova Cintra
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Instituição
Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de Santos
Endereço
Av. Pinheiro Machado, 48. Vila
Fone
(13) 3226-8000
Mathias – Santos/SP
CEP 11075-000
Endereço na web (site)
http://www.santos.sp.gov.br/fra
e-mail
gabinete-
mes.php?pag=/cultura/cultura.
[email protected]
php
.gov.br
Contatos dentro da instituição
Carlos Pinto (secretário)
Bens culturais com os quais
Carnaval
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Secretaria de Esportes/Departamento de Equipamentos da
Prefeitura Municipal de Santos (DEQUIP)
Endereço
Praça
Engenheiro
José
Fone
(13) 3269-8084
e-mail
gab.semes@sant
Rebouças s/nº - Ponta da
Praia – Santos.
CEP 11030-000
Endereço na web (site)
http://www.santos.sp.gov.br/fra
mes.php?pag=/esportes/esport
os.sp.gov.br
es.php
Contatos dentro da instituição
Paulo Roberto Paes Musa (secretário)
Bens culturais com os quais
Barracas de praia de associações de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Instituição
SESC Santos
Endereço
Rua Conselheiro Ribas, 136.
Data 20/07/09
Fone
Aparecida – Santos/SP
(13) 3278-9800
(13)3227-5252
CEP 11040-050
Endereço na web (site)
http://www.sescsp.net/sesc/bu
sca/index.cfm?UnidadesDirect
e-mail
[email protected]
scsp.org.br
or=73&inslog=129
Contatos dentro da instituição
Hugo Rogerio Nicodemos Coviello (Presidente)
Bens culturais com os quais
Barracas de praia de associações de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado de São
Paulo/SAPESP
Endereço
Rua Vereador Henrique Soler,
Fone
(13) 3261-5380
e-mail
[email protected]
258. Ponta da Praia – Santos –
SP
CEP 11030-010
Endereço na web (site)
Não possui
m.br
Contatos dentro da instituição
Antonio Carlos Simões
Bens culturais com os quais
Procissão Marítima de São Pedro
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Sindicato dos Empregados no Comércio de Santos
Endereço
Rua Itororó, 79 - 7o/8o
Fone
(13) 2138-6060
e-mail
secretaria@comerci
andar. Centro – Santos/SP
Cep 11010-071
Endereço na web (site)
http://www.comerciarios.co
m.br/
arios.com.br
Contatos dentro da instituição
Arnaldo Azevedo Biloti (Presidente)
Bens culturais com os quais
Barracas de praia de associações de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e
Cubatão
Endereço
Endereço na web (site)
Rua dos Estivadores, 101.
Fone
(13) 3223-2327
Paquetá - Santos/SP.
(13) 3223-1802
CEP 11015-907
(13) 3222-7898
http://www.federacaodoses
e-mail
tivadores.org.br
Contatos dentro da instituição
Rodnei Oliveira da Silva (presidente)
Bens culturais com os quais
Porto de Santos
estivasantos@yahoo
.com.br
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
3
Instituição
Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana
Endereço
Casa 06. Ilha Diana – Santos-
Fone
SP – Cx. Postal 381
(13) 9761-1201
(13) 9708-8453
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
Contatos dentro da instituição
Evaldo da Silva (presidente)
Bens culturais com os quais
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana; Pesca Artesanal; Culinária
tem relação
Caiçara.
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Instituição
Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat
Endereço
Caminho
Monsenhor
Não possui
Data 22/07/09
Fone
(13) 3019-6683
Moreira L.E, 3811. Monte
(13) 9111-5742
Serrat - Santos/SP
(13) 3019-6683
CEP: 11030-760.
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
[email protected]
m.br
Contatos dentro da instituição
João Benício da Silva
Bens culturais com os quais
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 14/07/09
Instituição
Sociedade de Melhoramentos do Morro São Bento
Endereço
Largo do São Bento
Fone
(13) 3224-9268
(13) 9173-1594
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
toncavalcanti@y
ahoo.com.br
Contatos dentro da instituição
Cleidon (representante)
Bens culturais com os quais
Ofício das bordadeiras dos morros santistas; Festa de Nossa
tem relação
Senhora da Assunção
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data
Data 22/07/09
Instituição
Sociedade de Melhoramentos do Morro Nova Cintra
Endereço
Av. Santista, 114. Morro de
Fone
(13) 3258-6898
e-mail
Não possui
Nova Cintra - Santos/SP
CEP 11080-000
Endereço na web (site)
Não possui
Contatos dentro da instituição
Adelaide Pereira
Bens culturais com os quais
Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra
tem relação
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
Instituição
Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU)
Endereço
Endereço
Pça dos Expedicionários, n°10
Fone
(13) 3228-8800
e-mail
[email protected]
– 7°, 10° e 11° andares. (sede)
Gonzaga - Santos/SP.
Endereço na web (site)
http://www.santos.sp.gov.br/fra
.gov.br
mes.php?pag=/planejamento/p
lanejamento.php
Contatos dentro da instituição
Bechara Abdalla Pestana Neves (Secretário)
Bens culturais com os quais
Canais de Santos
tem relação
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Instituição
União das Bordadeiras do Morro São Bento
Endereço
Rua São Luiz s/n°. Morro de
Fone
(13) 3233-9143
São Bento – Santos-SP
(13) 3223-7970
Endereço na web (site)
Não possui
e-mail
Não possui
Contatos dentro da instituição
Maria Tereza Gonçalves Pestana
Bens culturais com os quais
Ofício das bordadeiras dos morros santistas
tem relação
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 20/07/09
FICHAS CATALOGRÁFICAS DA ICONOGRAFIA
Classificação
Classificação
IC_AGUARDENTE01
Autor/Título
Sergio Eluf. Sem título
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pinga; Cachaça; alambique; fabricação
Assunto
Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra –
Santos/SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0039.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_AGUARDENTE02
Autor/Título
Sergio Eluf. Extraído da publicação Comunidade é onde nos
Data: 18/07/2009
sentimos bem, livrete especial da Mobil Oil do Brasil em
comemoração ao 25º aniversário de sua Usina de Lubrificantes em
Santos, 1982. Textos de Sônia Mateu L. de Abreu, fotografias pretoe-branco de Sérgio Eluf.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pinga; Cachaça; alambique; fabricação
Assunto
Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra –
Santos/SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0039.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_ASSUNCAO01
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de
Data: 20/07/2009
Nossa Senhora da Assunção em 2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/2009
Classificação
IC_ASSUNCAO02
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de
Nossa Senhora da Assunção em 2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_ASSUNCAO03
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de
Data 22/07/2009
Nossa Senhora da Assunção em 2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção
Localização
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/2009
Classificação
IC_ASSUNCAO04
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de
Nossa Senhora da Assunção em 2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/2009
Classificação
IC_ASSUNCAO05
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de
Nossa Senhora da Assunção em 2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_BARRACAS01
Autor/Título
Sem crédito. Clube do Conteiner promoveu ampla churrascada em
Data 22/07/2009
sua nova barraca de praia, inaugurada pela diretoria presidida por
Fernando Nunes Cunha - Foto publicada com a matéria (O Estado
de S. Paulo, 22/04/1986, Cad. Marinha Mercante).
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima
Assunto
Barracas de Praia
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0151c1.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_BARRACAS02
Autor/Título
Sem crédito. Sem título
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima
Assunto
Barracas de Praia
Localização
http://www.comerciarios.com.br/barraca_de_praia.htm
Informações
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_BARRACAS03
Autor/Título
Sem crédito. Sem título
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima
Assunto
Barracas de Praia
Data 31/07/2009
Data 31/07/2009
Localização
www.sescsp.org.br
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_BOM_JESUS01
Autor/Título
NASCIMENTO, Tadeu. FÉ – A festa do Bom Jesus da Ilha Diana,
Data 31/07/2009
que teve início ontem com missa seguida de procissão, prossegue
neste final de semana; comidas típicas são atração à parte.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana
Assunto
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_BOM_JESUS_02
Autor/Título
NASCIMENTO, Tadeu. Fé e emoção movimentaram o primeiro dia
Data 23/07/2009
dos festejos deste ano.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana
Assunto
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_BOM_JESUS_03
Autor/Título
PONTES; Benê. Procissão (ao alto e ao lado) foi completada pelo
Data 23/07/2009
Festival de Comidas Típicas, especializado em comida caiçara
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana
Assunto
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm
Informações
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/2009
Classificação
IC_BORDADOS01
Autor/Título
“... cheio, crivo, haste, bola e viúvas”.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; tipos de ponto
Assunto
Assunto
Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros
santistas
Localização
Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco
Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos morros de Santos.
Santos
Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan.
pp. 26.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 21/07/09
Classificação
IC_BORDADOS02
Autor/Título
“Ferramentas de trabalho das bordadeiras”
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; utensílios e
materiais de bordado
Assunto
Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros
santistas
Localização
Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco
Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos morros de Santos.
Santos
Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan.
pp. 28.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 21/07/09
Classificação
IC_BORDADOS03
Autor/Título
“Motivo para jogo de cama: pontos crivo, bola, viúva e recheio”
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; tramas e temas
Assunto
Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros
santistas
Localização
Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco
Ribeiro do. (1992). Bordados da
da Madeira nos morros de Santos.
Santos
Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan.
pp. 24.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 21/07/09
Classificação
IC_CANAIS01
Autor/Título
Site Canais de Santos. Marco na praia.
Tipo
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pórtico; inauguração; Comemoração; Centenário; Canais de Santos
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.canaisdesantos.com.br/evento.htm.
Informações Técnicas
Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CANAIS02
Autor/Título
PEREIRA, José M. Inauguração do Canal 1 (Trecho Vila Nova)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Canais de Drenagem; História de Santos; Canal 1
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.canaisdesantos.com.br/postal.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CANAIS03
Autor/Título
PEREIRA, José M. Vista do Canal 1, altura da Vila Mathias
Tipo
Fotografia
Data 20/07/09
Data 20/07/09
PalavrasPalavras-chave
Canais de Drenagem; História de Santos; Canal 1
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.canaisdesantos.com.br/postal.asp
Informações
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CANAIS04
Autor/Título
De Paoli.Canal 1 Santos SP
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Canais de Drenagem; História de Santos; Canal
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.panoramio.com/photo/18681289
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CANAIS05
Autor/Título
CARVALHO, José Carlos. Canal dois, visão da Avenida.
Data 20/07/09
Data 30/07/09
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Canais de Drenagem; História de Santos
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.panoramio.com/photo/19910199
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CAPOEIRA01
Autor/Título
Sem crédito. O Grande encerramento (à direita, os atores Alexandre
Data 30/07/09
Borges, Sérgio Mamberti e Júlia Lemmertz)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Capoeira, Esporte, Evento
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.capoeirasantista.com.br/
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CAPOEIRA02
Data 30/07/09
Autor/Título
Sem crédito. CURSO COM MESTRE PARADA - MAIO 2003.
Tipo
Fotografia
Palavras
Palavrasvras-chave
Capoeira, Esporte, Evento
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.capoeirasantista.com.br/
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CAPOEIRA03
Autor/Título
Sem crédito. DIVERSAS - CONTRAMESTRE KALED
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Capoeira, Esporte, Evento
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.capoeirasantista.com.br/
Informações Técnicas
Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Data 30/07/09
Classificação
IC_CARNAVAL01
Autor/Título
Arquivo. "Durante muitos anos, o tradicional desfile das escolas de
samba manteve a alegria do Carnaval na cidade"
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Carnaval, História, Evento
Assunto
Carnaval
Localização
A TRIBUNA, 04/02/2001. Arquivo, foto de 26/02/1968 (Biblioteca
Municipal Alberto Sousa – Santos/SP)
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_CARNAVAL02
Autor/Título
Sem crédito. Sem título
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Carnaval, História, Evento
Assunto
Carnaval
Localização
http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1892
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_CARNAVAL03
Autor/Título
Sem crédito. Sem título
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Carnaval, Sambódromo
Assunto
Carnaval
Localização
http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1892
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CARNAVAL04
Autor/Título
LOPES, Antonio José. Sambódromo
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Carnaval, Sambódromo
Assunto
Carnaval
Localização
http://www.panoramio.com/photo/19706121
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Data 30/07/09
Classificação
Classificação
IC_CARNAVAL05
Autor/Título
LOPES, Antonio José. Bonde turístico
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Carnaval, Sambódromo
Assunto
Carnaval
Localização
http://www.panoramio.com/photo/19706324
Informações
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_CULINARIA_CAICARA01
Autor/Título
HANAZAKI, N. A limpeza do pescado para consumo local é
Data 30/07/09
geralmente feita pelas mulheres. Ocasionalmente, o pescado é
secado ao sol, como no caso das tainhas na foto à direita
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Culinária, cultura caiçara
Assunto
Culinária caiçara
Localização
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871
(HANAZAKI, 2001, p. 74)
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_CULINARIA_CAICARA02
Autor/Título
PERONI, N. O peixe seco e defumado, a "coruja" e o beiju de
mandioca são alimentos costumeiros entre os caiçaras
Tipo
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Culinária, cultura caiçara
Assunto
Culinária caiçara
Localização
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871
(HANAZAKI, 2001, p. 96)
Informações
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_FUTEBOL_PRAIA01
Autor/Título
Sem Crédito. Foto extraída do livro "Boleiros da Areia" (NORI, 2002)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Futebol de Praia, Equipe
Assunto
Futebol de Praia
Localização
http://www.giginarede.com.br/praia/clube-da-ponta.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_FUTEBOL_PRAIA02
Autor/Título
Foto publicada no Jornal A Tribuna -Foto do Passado - dia
Data 30/07/09
24/05/2009
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Futebol de Praia, Equipe
Assunto
Futebol de Praia
Localização
http://www.giginarede.com.br/praia/igarata.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_FUTEBOL_PRAIA03
Autor/Título
Assessoria de Imprensa do ECA e site oficial do Alvorada. Sem
Título.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Futebol de Praia, Equipe, Barraca de Praia
Assunto
Futebol de Praia
Localização
http://www.giginarede.com.br/praia/alvorada_ec.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_FUTEBOL_PRAIA04
Autor/Título
Foto extraída do livro "Boleiros da Areia" (NORI, 2002)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Futebol de Praia, Equipe
Assunto
Futebol de Praia
Localização
http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Data 30/07/09
Classificação
IC_IEMANJA01
Autor/Título
JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá
em 2009.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá
Localização
http://fenorixa.zip.net
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_IEMANJA02
Autor/Título
JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá
em 2009.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá
Data 23/07/2009
Localização
http://fenorixa.zip.net
Informações Técnicas
Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_IEMANJA03
Autor/Título
JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá
Data 23/07/2009
em 2009.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá
Localização
http://fenorixa.zip.net
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_IEMANJA04
Autor/Título
JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá
em 2009.
Tipo
Fotografia
Data 23/07/2009
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá
Localização
http://fenorixa.zip.net
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_LENDAS01
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Através de instalações de um depósito
Data 23/07/2009
do setor de Obras Municipais, com acesso proibido ao público, no
Largo Sete de Setembro (formado pelo encontro das ruas Andrade
Neves e Sete de Setembro com a Avenida Senador Feijó), é
possível ver ao fundo o local citado nesta história (17/06/2007)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pedra da Feiticeira, Lendas; Santos
Assunto
Lendas de Santos-SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0002.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/2009
Classificação
IC_LENDAS02
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Em janeiro de 2009, a gruta aparece
desaparelhada e a garagem municipal foi retirada, em preparativos
para as futuras obras de transformação do Castelinho dos
Bombeiros em sede da Câmara Municipal de Santos (7/1/2009)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pedra da Feiticeira, Lendas; Santos
Assunto
Lendas de Santos-SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0002.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_LENDAS03
Autor/Título
MENDES, Carlos Pimentel. Fonte atual, no início do Caminho
Data 30/07/2009
Monsenhor Moreira, a escadaria do Monte Serrat – ( 23/6/2000)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Fonte do Itororó, Folclore, Santos-SP
Assunto
Lendas de Santos-SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_MONTE_SERRAT01
Autor/Título
PONTES, M. Uma festa no Monte Serrate – 1901.
Tipo
Cartão Postal
PalavrasPalavras-chave
Monte Serrat; Festa de Monte Serrat; religiosidade popular
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 30/07/2009
Data 20/07/09
Classificação
IC_MONTE_SERRAT02
Autor/Título
Rogério Bomfim/Decom-PMS. Procissão leva a imagem do Monte
Serrat para a Catedral, em 26/8/2002.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Religiosidade popular; Festa da Padroeira; trajeto da Procissão de
Nossa Senhora do Monte Serrat
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 20/07/09
Classificação
IC_MONTE_SERRAT03
Autor/Título
A procissão de Nossa Senhora do Monte Serrat – Padroeira de
Santos – Uma tradição de fé (1989).
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Religiosidade popular; Festa da Padroeira; trajeto da Procissão de
Nossa Senhora do Monte Serrat
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Reproduzido de SANTOS (1986, p. 394)
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 20/07/09
Classificação
IC_NEVES01
Autor/Título
FERRIGNO, Reinaldo/Decom-Prefeitura Municipal de Santos).O
Sítio das Neves, em 2002, após ser explorado como pedreira
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Procissão, Religiosidade Popular, História
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_NEVES02
Autor/Título
O incêndio, em bico-de-pena de J.Watson Rodrigues, reproduzido
Data 30/07/09
de Olao Rodrigues, em sua Cartilha da História de Santos (Gráfica
A Tribuna, 1980, Santos/SP)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Procissão, Religiosidade Popular, História, Ilustração
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_NEVES03
Autor/Título
A Tribuna, 28/10/1982. Em 1850, atearam fogo na igreja, e hoje
Data 30/07/09
restam apenas ruínas
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Procissão, Religiosidade Popular, História, Ruínas
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_NOVA_CINTRA01
Autor/Título
GUERRA, José. Paróquia São João Batista - Nova Cintra
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Morro Nova Cintra, Igreja São João Batista
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Citnra
Localização
http://www.panoramio.com/photo/12353770
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_NOVA_CINTRA02
Autor/Título
Divulgação. Muita música anima festa do morro da Nova Cintra.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Morro Nova Cintra, Igreja São João Batista
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Citnra
Localização
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/pagode_forro_a
nimam_festa_junina2008.asp#
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_PESCA_ARTESANAL01
Autor/Título
Pescando com rede nas praias santistas, na década de 1950 Foto: Poliantéia Santista, de Fernando Martins Lichti, 3º vol., 1996,
Gráfica Prodesan, Santos/SP
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pesca Artesanal, Orla Marítma
Assunto
Pesca Artesanal
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0371a.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_PESCA_ARTESANAL02
Autor/Título
Autor/Título
HENRIQUE, Ademir (A Tribuna, 31/5/1981). Na Ilha Diana, a
tranqüilidade é característica predominante
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pesca Artesanal, Ilha Diana, Barco
Assunto
Pesca Artesanal
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_PESCA_ARTESANAL03
Autor/Título
Figura 1. Embarcações (canoas) utilizadas pela pesca artesanal na
Data 30/07/09
captura de “siris” no Estuário de Santos/São Vicente
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pesca Artesanal, Siri, Estuário, Canoa
Assunto
Pesca Artesanal
Localização
Boletim do Instituto da Pesca, São Paulo, 27 (1): 7 - 19, 2001
(Disponível em ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/arq_27_art_02.pdf )
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_PESCA_ARTESANAL04
Autor/Título
Figura 3. Detalhes da arte de pesca (cabos com as chumbadas
espaçadas, cabos com iscas, puçá) utilizada pela pesca, artesanal
na captura de “siris” no Estuário de Santos/São Vicente
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Pesca Artesanal, Siri, Estuário, equipamento
Assunto
Pesca Artesanal
Localização
Boletim do Instituto da Pesca, São Paulo, 27 (1): 7 - 19, 2001
(Disponível em ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/arq_27_art_02.pdf )
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
Classificação
IC_PORTO01
Autor/Título
Docas, embarque de café a bordo do “Prinz Sigismund”. (LO). Autor
e data desconhecidos
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Porto; Santos; Estiva; Estivador
Assunto
Porto de Santos
Localização
Reproduzido de ARAÚJO, PEREIRA (2007, p. 150).
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_PORTO02
Autor/Título
Arquivo Museu do Porto, CODESP. Descarregador pneumático de
trigo da primeira seção do cais. A vastidão do cais possibilita a
existência de um relativo anonimato dos trabalhadores diante dos
diferentes mecanismos de supervisão e vigilância, facilitando a
criação de grupos e comunicações informais, além do aprendizado
de formas secretas de resistência coletiva e de solidariedade.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Porto; Santos; Descarregador; Desestivagem
Assunto
Porto de Santos
Localização
Reproduzido de SILVA (1995, anexo fotos, sem número de página)
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_PORTO03
Autor/Título
Arquivo Centro de Memória e Arquivos de Santos. Embarque de
Data 30/07/09
café por meio de lingada, 1960.
“Há sempre uma afinidade entre os componentes das turmas (...). É
de
imaginar
que
homens
trabalhando
juntos,
por
tempo
indeterminado, comecem a tomar sentimentos de amigos” (Celso de
Lima, Navegar é preciso, p. 31)
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Porto; Santos; Lingada
Assunto
Porto de Santos
Localização
http://www.panoramio.com/photo/8171941
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_PORTO04
Autor/Título
CARVALHO, RT. Cais
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Porto; Santos; Guindaste
Assunto
Porto de Santos
Localização
http://www.panoramio.com/photo/8171941
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Data 30/07/09
Classificação
IC_PORTO05
Autor/Título
Prefeitura Municipal de Santos: Secretaria do Planejamento;
Secretaria de Assuntos Portuários. Oito armazéns que fazem parte
do complexo a ser revitalizado no Porto de Santos. “Marina Porto de
Santos – Complexo Turístico, Náutico e Empresarial”, mai-2007.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Porto; Santos; Vista aérea; Revitalização
Assunto
Assunto
Porto de Santos
Localização
Retirado de NEVES et al. (2009, p. 109)
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_REMO01
Autor/Título
Regata na Ponta da Praia no início da década de 80
Tipo
Fotografia
Palavras
Palavras-chave
Remo (Esporte), Regata, Competição
Data 30/07/09
Assunto
Remo
Localização
Reproduzido de SEMES (1995, p. 34)
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_REMO02
Autor/Título
A Tribuna, 26/03/1944 (Foto e legenda publicadas com a matéria -
Data 30/07/09
grafia atualizada). Grupo de remadores de há 40 anos atrás, do
Internacional, na Ponta da Praia, em frente à fortaleza velha
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Remo (Esporte), Regata, Competição
Assunto
Remo
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276r.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_REMO03
Data 30/07/09
Autor/Título
A Tribuna, 26/03/1944 (Foto e legenda publicadas com a matéria grafia atualizada). Um auterrigue a 8, o barco de classe
internacional, usado nas mais famosas competições e adotado
também nas olimpíadas. Os dois primeiros remadores são Edgard
Perdigão e Luís Soveral.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Remo (Esporte), Regata, Competição
Assunto
Remo
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276r.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_REMO04
Autor/Título
Autor/Título
A Tribuna. Detalhe da foto publicada com a matéria d'A Tribuna, no
Data 30/07/09
caderno Porto & Mar/Náutica, em 25 de janeiro de 1997
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Remo (Esporte), Regata, Competição
Assunto
Remo
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_SAO_PEDRO01
Autor/Título
VARGAS, Antônio /PMS. Após intervalo de dez anos, evento foi
realizado, com sucesso, na Ponta da Praia. Procissão Marítima de
São Pedro; 29/06/1981
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo;
São Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d6.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_SAO_PEDRO02
Autor/Título
Em direção ao alto mar; 29/06/1981
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo;
Data 25/07/09
São Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d2.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Classificação
IC_SAO_PEDRO03
Autor/Título
Sem título, 30/06/2003.
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo;
São Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d7.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_SAO_PEDRO04
Autor/Título
Sem título, 30/06/2003
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo;
Data 25/07/09
São Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d7.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Classificação
IC_SURFE01
Autor/Título
DELMONICO, Sergio. “Tributo ao Pai do Surf’
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; Escultura
Assunto
Surfe
Localização
http://www.panoramio.com/photo/1419401
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Classificação
IC_SURFE02
Autor/Título
“Quebra-mar em Santos”
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos
Assunto
Surfe
Localização
http://xpressurf.wordpress.com/2008/12/23/ii-santos-surf-art/
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 26/07/09
Data 26/07/09
Classificação
IC_SURFE03
Autor/Título
“Quebra-mar em Santos é o ponto de encontro dos surfistas”
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos
Assunto
Surfe
Localização
http://santos.globo.com/2014/stexto.php?cod=14874&sec=172
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Classificação
IC_SURFE04
Autor/Título
Criss Cristina. Surfe
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos
Assunto
Surfe
Localização
http://www.panoramio.com/photo/23772675
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_SURFE05
Autor/Título
Rosemari Andrzejewska. "Vista de Santos, onde se pratica o Surf",
Data 26/07/09
Data 30/07/09
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos
Assunto
Surfe
Localização
http://www.panoramio.com/photo/21408540
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
IC_SURFE06
Autor/Título
Acervo da família. "Osmar Gonçalves - 1938"
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; História
Assunto
Surfe
Localização
http://360graus.terra.com.br/surf/default.asp?did=6808&action=histó
Data 30/07/09
ria
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_SURFE07
Autor/Título
Arquivo pessoal. "Osmar Gonçalves e Jua com as primeiras
pranchas feitas no Brasil".
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos
Assunto
Surfe
Localização
http://waves.terra.com.br/novo/layout4.asp?id=8079&sessao=novida
de
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 30/07/09
Classificação
IC_TAMBOREU01
Autor/Título
ELUF, Sérgio – Jogadores praticando tamboréu, 1982.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Prática do tamboréu, esportes e jogos
Assunto
Jogo do Tamboréu
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Classificação
IC_TAMBOREU02
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS - Jogadores praticando tamboréu em
Data 23/07/2009
2002.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Prática do tamboréu
Assunto
Prática do tamboréu, esportes e jogos
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/2009
IC_TAMBOREU03
Autor/Título
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS - Jogadores praticando
tamboréu em 2002.
Tipo
Fotografia
PalavrasPalavras-chave
Prática do tamboréu, esportes e jogos
Assunto
Jogo do Tamboréu
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/2009
FICHAS CATALOGRÁFICAS DOS REGISTROS FOTOGRÁFICOS
Classificação
RF_BARRACAS01
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. 18/07/09
PalavrasPalavras-chave
Barracas de Praia; Assojubs; Associativismo
Assunto
Barracas de Praia
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_BORDADOS01
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Peças de bordado produzidas no
Data 25/07/09
Morro São Bento. 18/07/09
PalavrasPalavras-chave
Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira
Assunto
Ofício de bordadeira nos morros santistas
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Classificação
RF_BORDADOS02
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Bordadeira do Morro São Bento
expondo suas peças. 18/07/09
PalavrasPalavras-chave
Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira
Assunto
Ofício de bordadeira nos morros santistas
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Classificação
RF_BORDADOS03
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Detalhes de lenços bordados
produzidos no Morro São Bento. 18/07/09
PalavrasPalavras-chave
Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira
Assunto
Ofício de bordadeira nos morros santistas
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_FUTEBOL_PRAIA01
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia.
Data 25/07/09
19/07/09
PalavrasPalavras-chave
Esporte;
expressão
Futebol
de
praia;
sociabilidade;
formas
de
Assunto
Futebol de Praia
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_FUTEBOL_PRAIA02
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia.
Data 25/07/09
19/07/09
PalavrasPalavras-chave
Esporte;
Futebol
de
praia;
sociabilidade;
formas
expressão
Assunto
Futebol de Praia
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_FUTEBOL_PRAIA03
Data 25/07/09
de
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia.
19/07/09
PalavrasPalavras-chave
Esporte;
Futebol
de
praia;
sociabilidade;
formas
expressão
Assunto
Futebol de Praia
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_TAMBOREU01
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esporte santista
Assunto
Jogo do Tamboréu
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Data 25/07/09
de
Classificação
RF_TAMBOREU02
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esporte santista
Assunto
Jogo do Tamboréu
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Classificação
RF_TAMBOREU03
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esporte santista
Assunto
Jogo do Tamboréu
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Classificação
RF_TAMBOREU04
Autor/Título
RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09
Palavras
Palavras-chave
Tamboréu, jogos, esporte santista
Assunto
Jogo do Tamboréu
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 25/07/09
Data 25/07/09
FICHAS CATALOGRÁFICAS DA BIBLIOGRAFIA UTILIZADA
Fontes Consultadas
Livros, teses, dissertações e monografias:
Livros
Autor/Título
ADAMS, Cristina. (2000). Caiçaras na Mata Atlântica: pesquisa científica
versus
planejamento
e
gestão
ambiental.
São
Paulo:
FAPESP/AnnaBlume.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional, agricultura tradicional,
Gestão ambiental.
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Biblioteca do Instituto de Biologia da Universidade de São Paulo – IB –
USP – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/09
Autor/Título
ARAÚJO, Hilda Pereira Prado de; PEREIRA, José Alberto. (2007).
Santos – Uma história de pioneiros, piratas, revoltas, epidemias,
carnaval e futebol. Santos: Realengo.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos (SP)
Assunto
Porto de Santos
Localização
Biblioteca Municipal Mario de Andrade – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
ARAÚJO FILHO, José Ribeiro. (1969). Santos, o porto do café. Rio de
Data 30/07/09
Janeiro: Fundação IBGE.
Tipo de texto
texto
Livro (resultante de Tese de Livre-Docência em Geografia pela FFLCHUSP)
PalavrasPalavras-chave
Desenvolvimento Econômico, Urbanismo, Santos (SP); Orla Marítima
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
BANDEIRA JR. (s/d).História do Carnaval Santista. Santos, SP:Tribuna
de Santos Jornal Editora.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Memória carnavalesca; história do carnaval santista
Assunto
Carnaval em Santos
Localização
Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica
de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
Autor/Título
FRIGERIO, Ângela Maria.; ANDRADE, Wilma Therezinha.; OLIVEIRA,
Yza Fava de. (1992). Santos : um encontro com a história e a Geografia..
Santos: UniSantos/ Leopoldianum.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; Geografia; topografia
Assunto
Canais de Santos; Barracas de praia de associações de Santos; Porto
de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 22/07/09
Autor/Título
GONÇALVES, Alcindo. (1995). Lutas e sonhos: cultura política e
hegemonia progressista em Santos, 1945-1962.. SP: UNESP; Prefeitura
Municipal de Santos. (Coleção Prismas)
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos, Expansão Urbana de Santos, Cultura política em
Santos; movimentos sociais.
Assunto
Porto de Santos
Localização
Biblioteca da Sociedade Humanitária – Santos/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 22/07/09
Autor/Título
LANNA, Ana Lúcia Duarte. (1996). Uma cidade na transição – Santos:
1870-1913. São Paulo: Hucitec; Prefeitura Municipal de Santos. (Estudos
Históricos).
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Porto de Santos, História de Santos; Expansão Urbana de Santos
Assunto
Porto de Santos
Localização
Biblioteca da Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio de
Santos – Santos/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
MUNIZ
JR,
J.
(1976).
Data 22/07/09
Panorama do
samba santista.
santista
Santos:
Impres/Ypiranga.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Memória carnavalesca; história do carnaval santista
Assunto
Carnaval em Santos
Localização
Acervo pessoal da pesquisadora
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos
Data 05/08/2009
morros de Santos.
Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa
Santos/Prodesan..
Tipo
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Bordados da Ilha da Madeira, Morro São Bento; ofícios populares;
cultura popular
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP
Localização
FAMS – Fundação Arquivo e Memória de Santos – Santos/SP
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
NORI. Célio. (2002). Boleiros da areia : o esporte como expressão da
Data 21/07/09
cultura e cidadania.. São Paulo: SESC, 2002.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Esporte; Futebol de praia; sociabilidade; formas de expressão
Assunto
Futebol de praia
Localização
Biblioteca da Faculdade de Educação Física e Esporte da Universidade
de São Paulo – EEFE-USP - São Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
RIBEIRO NETO, Francisco Borba; OLIVEIRA, Mônica Fleury de. (1989).
Estratégias de sobrevivência de comunidades litorâneas em regiões
ecologicamente degradadas: o caso da Baixada Santista. São Paulo:
Universidade de São Paulo/Programa de Pesquisa e Conservação de
Áreas Úmidas no Brasil. Série Estudos de Caso, n° 1. Agosto.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras na Baixada Santista, pesca tradicional, agricultura tradicional,
gestão ambiental.
Assunto
Pesca artesanal.
Localização
http://www.usp.br/nupaub/
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/09
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
RODRIGUES, Olao. (1980). Cartilha da História de Santos.
Santos Santos:
Gráfica A Tribuna.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; memórias de Santos; lendas populares
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves; Lendas e folclore do município
de Santos
Localização
Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica
de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 16/07/09
Autor/Título
SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de uma
velha cidade do Brasil.
Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos
Tribunais.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; memórias de Santos; lendas populares
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves; Milagres de Nossa Senhora do
Monte Serrat; Lendas e folclore do município de Santos
Localização
Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica
de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 16/07/09
Autor/Título
SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986).
História de Santos/Poliantéia Santista
Santista.
tista São Vicente: Caudex.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; memórias de Santos; toponímia dos distritos
santistas;
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves; Festa de Nossa Senhora do
Monte Serrat; Capoeira; Lendas e folclore do município de Santos
Localização
Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica
de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 16/07/09
Autor/Título
SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1995).
História do Remo em Santos.
Santos Santos: SEMES/Prefeitura Municipal de
Santos.
Tipo de texto
Livro – Publicação Oficial
PalavrasPalavras-chave
História do Remo; Remo em Santos;
Assunto
Remo
Localização
Biblioteca da Sociedade Humanitária – Santos/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1996). A
Data 23/07/09
história do surfe.
surfe Cadernos SEMES, n. 3, Santos: Prefeitura Municipal de
Santos, 1996.
Tipo de texto
Livro – Publicação Oficial
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe; Surfe em Santos;
Assunto
Surfe
Localização
Acervo do Centro de Memória Esportiva Museu De Vaney – Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
SILVA, Fernando Teixeira (1995). A carga e a culpa – os operários das
Data 23/07/09
Docas de Santos: Direitos e Cultura de Solidariedade 1937-1968. São
Paulo; Santos, Hucitec e Prefeitura Municipal de Santos.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento operário
Assunto
Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
SILVA, Fernando Teixeira (1995). SILVA, Fernando Teixeira (2003).
Operários sem patrões – os trabalhadores da cidade de Santos no
entreguerras. Campinas, Unicamp.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento
operário
Assunto
Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
TAVARES, Rodrigo. (2007). A "Moscouzinha" brasileira: cenários e
personagens do cotidiano operário de Santos (1930-1954). São Paulo:
Associação Editorial Humanitas. (Histórias da
Repressão e da
Resistência, v. 6).
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento
operário
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
VILAS BOAS, Sergio. (2005). Santos: o Centro Histórico, o Porto e a
Cidade/ Santos: the Historical Center, the Port and the City. São Paulo:
Horizonte Geográfico.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; Imigração em Santos; Pontos Turísticos de Santos.
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat; Canais de Santos
Localização
Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 05/07/09
Capítulos de Livro
Autor/Título
FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995). O café e a imigração em Santos.
In Pereira, Maria Aparecida Franco et al.
Santos, café & história.
história
Santos: Ed. Leopoldianum/Universidade Católica de Santos. pp. 41-54.
Tipo de texto
Artigo de livro
PalavrasPalavras-chave
Imigração madeirense no Brasil; História de Santos; Morro São Bento;
ofícios populares
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP; Modo Artesanal
de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra – Santos/SP
Localização
Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 06/07/09
Teses, Dissertações e Monografias
Autor/Título
ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de. (1989). O discurso do
progresso: a evolução urbana de Santos – 1870-1930.. São Paulo. Tese
(Doutorado), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo – FFLCH, USP.
Tipo de texto
Tese de Doutorado
PalavrasPalavras-chave
Desenvolvimento Econômico, Urbanismo, Santos (SP); Orla Marítima
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
COSTA, Vanessa Fernandes da. (2007). Ilha Diana: Preservação de uma
identidade caiçara para a inclusão social.
social Monografia (Conclusão de Curso de
Arquitetura e Urbanismo). Santos. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade Católica de Santos - UNISANTOS.
Tipo de texto
Monografia de Conclusão de Curso
PalavrasPalavras-chave
Ilha Diana, cultura caiçara
Assunto
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – Santos/SP
Localização
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de
Santos – UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/09
Autor/Título
DIÉGUEZ, Carla. (2007). De OGMO (Operário Gestor de MãoMão-dede-Obra)
para OGMO (Órgão Gestor de MãoMão-dede-Obra): modernização e cultura do
trabalho no Porto de Santos.. São Paulo, Dissertação (Mestrado). São
Paulo. Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Santos, Urbanismo, Sociabilidade, Desenvolvimento econômico; Orla
Marítima; Relações de Trabalho; Modernização
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP, São
Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em
10 de julho de 2009
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
COUTO, Rubia Mara Gois. (1998). “Carnaval Santista”: diversão e arte.
Santos. TGI (Trabalho de Graduação Interdisciplinar). Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos –
UNISANTOS. Dezembro.
Tipo de texto
Livro
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
Biblioteca Pública Municipal Alberto Sousa – Santos/SP
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Autor/Título
FRUTUOSO, Maria S. G. A Emigração Portuguesa e sua Influência no
Data 02/08/09
Brasil: o caso de Santos – 1850 a 1950. Dissertação (Mestrado). São
Paulo, 1989. Departamento de História, Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, USP.
Tipo de texto
Dissertação de mestrado
PalavrasPalavras-chave
Emigração portuguesa; município de Santos; associações portuguesas;
Assunto
Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra –
Santos/SP; Associações Portuguesas em Santos.
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP.
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
Autor/Título
GEFE, Wanderley; AMORIM, Luís Felipe Carrari de et alli (2004).
Aspectos sócio-econômicos da pesca artesanal na região da Baixada
Santista. Anais do IV Congresso Brasileiro de Pesquisas Ambientais e
Saúde.
Saúde Santos/São Vicente: CBPAS, 18 a 21 jul. pp. 13-21.
Tipo de texto
Artigo apresentado em congresso
PalavrasPalavras-chave
Pesca artesanal, comunidades caiçaras
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Biblioteca do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo –
IGC-USP – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 28/07/09
Autor/Título
HANAZAKI, Natalia. (2001). Ecologia de Caiçaras
Caiçaras – uso de recursos e
dieta. Campinas. Tese (Doutorado). Campinas. Instituto de BiologiaUnicamp.
Tipo de texto
Tese de Doutorado
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São
Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
Disponível em
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871. Acesso em 20
de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
KODJA, Gisela. (2004). Bordadeiras do Morro São Bento: memória,
trabalho e identidade. Dissertação (Mestrado). São Paulo. Departamento
de Gerontologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo –
PUC/SP.
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Morro São Bento, história oral, bordados da Ilha da Madeira, ofícios
populares, memórias de imigrantes
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP
Localização
Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 06/07/09
Autor/Título
LAURINDO, Fabiana de Souza. (1999). Ilha Diana: enraizamento cultural
caiçara. Monografia (Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo).
Santos, 91 fls. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Católica de Santos - UNISANTOS.
Tipo de texto
Monografia
PalavrasPalavras-chave
Ilha Diana, Cultura caiçara
Assunto
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – Santos/SP
Localização
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Católica de Santos – UNISANTOS – Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 22/07/09
Autor/Título
MELLO, Gisele Homem de. (2008). Expansão e estrutura
estrutura urbana em
Santos (SP): aspectos da periferização, da deterioração, da intervenção
urbana, da verticalização e da sociabilidade. Dissertação (Mestrado em
Sociologia). São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP.
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Santos, Urbanismo, Sociabilidade, Desenvolvimento econômico; Orla
Marítima
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em
10 de julho de 2009
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação trágica ao mito da
irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880.
1880 Dissertação
de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade Católica.
Tipo de texto
texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
História dos quilombos em Santos, ocupação populacional de Santos
Assunto
Capoeira, Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
NORI, Célio. (1998). O esporte como manifestação de cultura e
cidadania: o futebol de praia em Santos. Dissertação (Mestrado).
Campinas. Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de
Campinas.
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Esporte; associativismo; sociabilidade; formas de expressão
Assunto
Futebol de praia; Barracas de praia de associações de Santos
Localização
Biblioteca da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual
de Campinas – Unicamp – Campinas/SP. Disponível também em
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000188263. Acesso em 16
de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
OLIVEIRA, Juliana Andrade. (2006). “Terceira
Terceira idade” e cidade : o
envelhecimento populacional no espaço
Data 20/07/09
intra-urbano de Santos..
Dissertação (Mestrado). São Paulo. Departamento de Sociologia da
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de
São Paulo – FFLCH, USP.
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Santos, Urbanismo, Sociabilidade, envelhecimento; Orla marítima
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em
10 de julho de 2009
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
ORNELAS, Ronaldo dos Santos. (2008). Relação porto/cidade : o caso de
Santos. São Paulo,: Dissertação (Mestrado em Geografia Humana). São Paulo.
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo – FFLCH-USP.
Tipo de texto
Dissertação de mestrado
PalavrasPalavras-chave
Porto,
Santos
(SP),
Urbanismo,
Desenvolvimento
econômico,
Conteinerização
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP.
Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
SALES, Pedro Manuel Rivaben de. (1999). Santos : a relação entre o
porto e a cidade e sua (re)valorização no território macrometropolitano
de São Paulo.. Tese (Doutorado). São Paulo. Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP.
Tipo de texto
Tese de Doutorado
PalavrasPalavras-chave
Porto, Santos (SP), Urbanismo, Requalificação Urbana
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de
São Paulo – FAU-USP - São Paulo/SP. Disponível também em
http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
SOUZA, Alaíde Vicente de; MUNIZ, Fernanda da Silva. (1999).
Participação social no Morro São Bento.
Bento Santos. Monografia (Conclusão
do Curso de Serviço Social). Universidade Católica de Santos –
UNISANTOS.
Tipo de texto
Monografia de Conclusão de Curso
PalavrasPalavras-chave
Morro São Bento, Bordados da Ilha da Madeira, Ofícios populares,
Participação popular, Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa,
Morro do São Bento.
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas; Santos/SP.
Localização
Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica
de Santos – UNISANTOS - Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 20/07/09
Autor/Título
SOUZA, Clarissa Duarte de Castro. (2006). Planejamento urbano e
políticas públicas em projetos de requalificação de áreas portuárias –
porto de Santos:
Santos desafio deste novo século... Dissertação (Mestrado).
São Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de
São Paulo – FAU-USP.
Tipo de texto
Dissertação de Mestrado
PalavrasPalavras-chave
Porto, Santos (SP), Urbanismo, Requalificação Urbana
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de
São Paulo – FAU-USP - São Paulo/SP. Disponível também em
http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
TRIGUEIROS, Nanci Novo e. (1998). As intersindicais de trabalhadores
da baixada santista : o forum sindical de debates e a união dos
sindicatos da orla marítima de Santos.. São Paulo, Tese (Doutorado).
São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo, FFLCH-USP
Tipo de texto
Tese de Doutorado
PalavrasPalavras-chave
Santos, Sindicalismo, Porto; Relações de Trabalho
Assunto
Canais de Santos; Porto de Santos
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Artigos de periódicos:
Autor/Título
AGUIAR, Maria Aparecida (2006). O Sindicato dos Estivadores do Porto
de Santos e o processo de modernização portuária. Revista de
Administração Pública Rio de Janeiro. Nov.-dez./2006, v. 40, n.6, p. 9971017 Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rap/v40n6/04.pdf. Acesso
em 01 de agosto de 2009.
Tipo de texto
Artigo de revista científica
PalavrasPalavras-chave
Santos; Porto; Sindicato; Operário; Portuário
Assunto
Porto de Santos
Localização
Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rap/v40n6/04.pdf
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
ANGELO, Elis Regina Barbosa. (2004). Turismo e Artesanato: os
Data 01/08/09
bordados de Santos em perspectiva. Revista Patrimônio, Lazer &
Turismo (Revista Eletrônica). Nov. Disponível em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18.
Acesso em 11 julho 2009.
Tipo de texto
Artigo de revista eletrônica
PalavrasPalavras-chave
Artesanato ornamental, bordados da Ilha da Madeira, turismo e ofícios
populares
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP
Localização
Disponível em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18.
Acesso em 11 julho 2009.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 12/07/09
Autor/Título
ASSUMPÇÃO, Lilian (2004). O pescador de almas: descrição crítica da
Procissão marítima de São Pedro na cidade de Santos, à luz da
folkmídia.. Trabalho apresentado na 7ª Conferência Brasileira de
Folkcomunicação, Lageado-RS.
Tipo de texto
Artigo apresentado em evento científico.
Palavrasalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São
Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
Disponível em
http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/9/96/O_Pescador_de_Al
mas.pdf. Acesso em 17 de julho de 2009
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
DIEGUES, Antônio Carlos (2007) Culinária e cultura caiçara,
caiçara artigo
eletrônico. Disponível em
http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf. Acesso em 28 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Culinária caiçara, cultura litorânea
Assunto
Culinária caiçara
Localização
Disponível em http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf. Acesso em 28 de
julho 2009.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 28/07/09
Autor/Título
GONÇALVES, Alcindo. (2005). A saga dos clubes em Santos. Revista
Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista eletrônica). Mai. Disponível em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=29.
Acesso em 11 julho 2009.
Tipo de texto
Artigo de revista eletrônica
PalavrasPalavras-chave
História dos clubes de Santos, ocupação da orla
Assunto
Remo
Localização
Disponível em
http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18.
Acesso em 11 julho 2009.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 12/07/09
Autor/Título
KOSBI, Marília F. (2009). Cruzamentos, territórios e patrimônio religioso..
In:: Revista Cadernos de Campos,
Campos Programa de Pós-graduação em
Antropologia Social da USP, São Paulo, p. 27-36.
Tipo de texto
Artigo de revista acadêmica
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, Nossa Senhora dos Navegantes, procissão.
Assunto
Cosmogonia e representação simbólica de Iemanjá.
Localização
Acervo pessoal da pesquisadora
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
NASCIMENTO,
Daniela;
Data 22/07/09
PEDRO,
Greicilene
Regina.
(2005).
Comunidade de Pescadores da Ilha Diana. Revista Patrimônio, Lazer &
Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da
Unisantos). Nov. Disponível em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio.
Acesso em: 10 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de revista eletrônica
PalavrasPalavras-chave
Ilha Diana, Cultura caiçara
Assunto
Caracterização histórica e sócio-econômica da Ilha Diana – Santos/SP,
Festa do Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Revista Patrimônio, Lazer & Turismo.
Turismo Revista Eletrônica do Mestrado em
Gestão de Negócios da Unisantos. Disponível em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio.
Acesso em: 10 de julho de 2009.
Informações
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 13/07/09
Autor/Título
NEVES, Maria Fernanda Britto et.al. (2009). Reconversão de áreas
portuárias abandonadas e atividades terciárias: casos das cidades de
Santos e de Belém. Revista Patrimônio: Lazer & Turismo,
Turismo v. 6, n. 5, p.
95-112.
Disponível em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio.
Acesso em: 20 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de revista eletrônica
PalavrasPalavras-chave
Porto de Santos
Assunto
Poeto de Santos, atividades terciárias, Santos.
Localização
Revista Patrimônio, Lazer & Turismo.
Turismo Revista Eletrônica do Mestrado em
Gestão
de
Negócios
da
Unisantos.
Disponível
em
http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio.
Acesso em: 10 de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
TULIK, Olga. (2005). Caiçaras na Baixada Santista: Praia do Góes e
Prainha
Branca.
In:
Data 20/07/2009
DIEGUES,
Antonio
Carlos
(org).
(2005).
Enciclopédia Caiçara, Volume 4: história e memória caiçara. São Paulo:
Hucitec/Nupaub. pp. 255-271.
Tipo de texto
Artigo de livro
PalavrasPalavras-chave
Pesca artesanal, comunidades caiçaras
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São
Paulo/SP.
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 27/07/09
Artigos de jornal:
Autor/Título
A TRIBUNA (1981) Na Ilha Diana ainda se vive de pesca. 21 de maio de
1981.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (1982) Um mundo diferente – é a Nova Cintra. 22 de julho
de 1982.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
Palavras
Palavrasavras-chave
Festa Junina em Santos, morros santistas
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Cintra
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
Autor/Título
A TRIBUNA (1983) Conheça seu bairro – Monte Cabrão. 10 de março de
1983.
Data 23/07/09
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional, Monte Cabrão.
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA. (1992). Ilha das Neves – um morro azulado, onde um
homem mora sozinho há 29 anos. 28 de outubro de 1982.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 17/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (1994). Folclore santista inspira lendas e grandes histórias.
31 de julho de 1994.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Lendas, folclore, história
Assunto
Histórias santistas
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Data 02/08/2009
Autor/Título
A TRIBUNA (1997). Remo volta a ser praticado.. 25 de janeiro de 1997.
Disponível em http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm. Acesso
em 27 de julho de 2009. .
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História da remo; canoagem
Assunto
Remo
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 27/07/2009
Autor/Título
A TRIBUNA. (2000). Lixão muda planos para Sítio das Neves. 23 de abril
de 2000.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos;
patrimônio cultural
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 17/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2001) Área continental ainda é o oposto da cidade. 03 de
janeiro de 2001.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional.
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
Autor/Título
A TRIBUNA. (2002a). Ilha Diana festeja o Bom Jesus até sábado. 07 de
agosto de 2002
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Culinária caiçara; Ilha Diana, Festa do Bom Jesus
Assunto
Culinária Caiçara
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA. (2002b). Surf – Pioneiro da modalidade no país recebe
homenagem. 16 de janeiro de 2002.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do surfe em Santos; surfe, manobras
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA. (2004). Imagem é levada de volta para o Santuário. 9 de
setembro de 2004.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA. (2005a). Dia da Padroeira: a santa de Santos. 8 de
setembro de 2005.
Tipo
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA. (2005b). Santos conta com Associação de Surf. 12 de
março de 2005.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
A TRIBUNA. (2005c). 18 de setembro de 2005
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
Data 23/07/09
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2006a). 06 de agosto de 2006
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2006b) Tamboréu mostra que é um esporte democrático.
27 de outubro de 2006.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
A TRIBUNA (2007a). Missas em homenagem à padroeira prosseguem
neste feriado. 07 de setembro de 2007.
Tipo de texto
Artigo de jornal
Data 18/07/09
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2007b). Fiéis renovam a fé na procissão da Padroeira. 07
de setembro de 2007.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008a) Esporte genuinamente santista. 26 de
janeiro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 18/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008b). Ilha Diana preserva a cultura caiçara no litoral. 04
de fevereiro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008c) – Iemanjá era homenageada no Gonzaga. 19 de
agosto de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008d). Missa, procissão e shows marcam Festa da
Padroeira. 07 de setembro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008e). Moradores celebram o dia da padroeira de Santos.
08 de setembro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
Palavras
Palavrasras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
A TRIBUNA (2008f). Padroeira teve procissão imponente.
09 de
setembro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
A TRIBUNA (2008f). Regatas já são uma tradição. 05 de dezembro de
2008.
Data 24/07/09
Disponível
em
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr=454.
Acesso em 25 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História da remo; canoagem
Assunto
Remo
Localização
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr=454.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
A TRIBUNA (2009). Acordo impede que sede vá a leilão.. 05 de março
Data 25/07/2009
de 2009. Disponível em
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr=103.
Acesso em 26 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História da remo; canoagem
Assunto
Remo
Localização
http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr=103
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
BAIXADA SANTISTA. (s/d). Esportes tradicionais na orla. Disp. em
Data 26/07/2009
http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_MENU
=73. Acesso em 26 de julho/ 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História da remo; canoagem
Assunto
Remo
Localização
http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_MENU
=73
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 26/07/2009
Autor/Título
CANOAGEM&REMO. (2008) Fábio Paiva conta sua história na
canoagem. Disponível em
http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp.
Acesso em 26 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História da remo; canoagem
Assunto
Remo
Localização
http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
CIDADE DE SANTOS. (1982). 30 de março de 1982.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Data 26/07/2009
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
CLICK LITORAL (2009). Passarela do samba é aberta para os desfiles
do Carnaval 2009.
Disponível em http://www.clicklitoral.com.br/11595-passarela-do-sambae-aberta-para-os-desfiles-do-carnaval-2009/ . Acesso em 12 de agosto
de 2009.
Tipo de texto
texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
http://www.clicklitoral.com.br/
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 13/08/09
Autor/Título
DIÁRIO DO LITORAL. (2000). 08 de janeiro de 2000.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
DIÁRIO DO LITORAL. (2008). Mais de 4.000 fiéis celebram Dia da
Padroeira. 9 de setembro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1989a). 12 de agosto de 1989.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1989b) A noite de Iemanjá no Gonzaga.
12 de agosto de 1989.
Data 17/07/09
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1997). Prefeitura quer preservar Sítio
das Neves. 1 de março de 1997.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 17/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1998). Milhares de fiéis homenageiam a
padroeira. 9 de setembro de 1998.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2002) Procissão de Iemanjá retoma
tradição afro-brasileira. 05 de fevereiro de 2002.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de
alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
Palavras
Palavrasavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2004) Memória santista – Tamboréu. 26
de novembro de 2004
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 18/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006a). 08 de agosto de 2006.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 17/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006b) Alegria e segurança marcam
retomada dos desfiles.
Disponível em
https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2006/do01032006.pdf
Acesso em 12 de agosto de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
https://www.egov.santos.sp.gov.br/
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (2008a). Shows em homenagem à
Data 13/08/09
padroeira da cidade. 3 de setembro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto nº 5.229, de 08 de
dezembro de 2008, p.8, 09 de dezembro de 2008.
Tipo de texto
Lei Municipal
PalavrasPalavras-chave
Esporte, Futebol de praia, Prática, Horário
Assunto
Futebol de praia
Localização
https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2008/do09122008.pdf.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2009) – ‘Rainha do mar’ será
homenageada com procissão na Ponta da Praia. 07 de fevereiro de
2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão.
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
DIÁRIO OFICIAL URGENTE (1996). Condepasa quer tombar Sítio das
Neves. 3 de dezembro de 1996.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Sítio Nossa Senhora das Neves; memória de Santos; patrimônio cultural
santista
Assunto
Procissão de Nossa Senhora das Neves
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data
Data 17/07/09
Autor/Título
EXPRESSO POPULAR (2001) Lugar onde a pesca é o sustento da vida.
14 de dezembro de 2001.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
EXPRESSO POPULAR. (2007). Nichos ajudam fiéis a entender a via-
crúcis de Jesus Cristo. 6 de setembro de 2007.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da
Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 24/07/09
Autor/Título
EXPRESSO POPULAR (2008) – Uma história santista. 16 de agosto de
2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 18/07/09
Autor/Título
JORNAL BAIXADA SANTISTA. (2009a). Clubes e associações têm que
renovar alvará de barracas de praia. 02 de fevereiro de 2009. Disp. em
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_renov
ar2009.asp Acesso em 08 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de imprensa – reportagem
PalavrasPalavras-chave
Barraca de praia; sociabilidade; formas de expressão; associativismo
Assunto
Barracas de praia de associações de Santos
Localização
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_renov
ar2009.asp
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
JORNAL BAIXADA SANTISTA. (2009b). Procissão de São Pedro atrai
muitos fiéis. Disponível em
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/sao_pedro_fieis2009
%20.asp. Publicado em 30 de junho 2009. Acesso em 20 de julho 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São
Pedro; Pescador
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
Localização
http://santos.jornalbaixadasantista.com.br
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
JORNAL DO BOQUEIRÃO (1990) Tamboréu – o esporte que Santos
Data 20/07/09
deu ao Brasil. Junho de 1990.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 18/07/09
Autor/Título
JORNAL DA ORLA. (2008a). Cidade do Surfe. 19 de janeiro de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Autor/Título
JORNAL DA ORLA (2008b). Memórias do carnaval santista. 03 de
agosto de 2008.
Tipo de texto
Artigo de Jornal
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
Biblioteca Pública Municipal Alberto Sousa – Santos/SP
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Autor/Título
JORNAL LOCAL (1997). Capoeira. 2 de agosto de 1997.
Data: 02/08/2009
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Capoeira; história da capoeira em Santos; biografia de Mestre Sombra
Assunto
Capoeira
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 17/07/09
Autor/Título
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002a) Paróquia São João Batista
– Nova Cintra – Santos. jun./2002. Disp. em
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Nova Cintra; Festa Junina
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Cintra
Localização
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002b) Procissão de São Pedro
volta a ser realizada em Santos.. jun./2002. Disp. em
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São
Pedro; Pescador
Assunto
Assunto
Procissão marítima de São Pedro
Localização
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2009) É tempo de celebrar os
santos mais tradicionais da religiosidade popular. Jun/2009. Disponível
em:
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a94_jun_2009_1
1.pdf. Acesso em 20 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Nova Cintra; Festa Junina
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Cintra
Localização
Cúria Diocesana de Santos.
Também em arquivo digital em
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a94_jun_2009_1
1.pdf.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
JORNAL DA TARDE. (2004a). Em Santos, uma escola de surfe só para
mulheres. 10 de fevereiro de 2004.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Autor/Título
JORNAL DA TARDE. (2004b). 21 de julho de 2004
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Festas religiosas, Ilha Diana
Assunto
Festa de Bom Jesus da Ilha Diana
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
JORNAL DA TARDE (2004c) Na paz da ilha dos pescadores. 21 de
novembro de 2004.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
Data 17/07/09
PalavrasPalavras-chave
Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana
Assunto
Pesca artesanal
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
JORNAL VICENTINO. (2006) Festa Junina movimenta o Morro Nova
Cintra. 25 de junho de 2006.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
Festa Junina; Morros Santistas
Assunto
Festa Junina do Morro Nova Cintra
Localização
http://www.jornalvicentino.com.br/home/2006/05/25/festa-juninamovimenta-morro-da-nova-cintra/).
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
METRÓPOLE. (2008). Surfe Raízes vê o esporte com olhar históricocultural. 7 de junho de 2008.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
O ESTADO DE SÃO PAULO (1992).
Data 23/07/09
“Bordadeiras preservam
tradições”. 12 de julho de 1992.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Tradição popular; Morro São Bento; bordados da Ilha da Madeira
Assunto
Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 16/07/09
Autor/Título
O GLOBO. (2004). Surfe para prego entender. 28 de outubro de 2004.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Documentos Oficiais
Autor/Título
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
(2008a). Certidão de Registro do Ofício dos Mestres de Capoeira no
Livro de Registro dos Saberes. 21 de outubro de 2008. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=960. Acesso em: 3
de julho de 2009.
Tipo de texto
Certidão pública
PalavrasPalavras-chave
História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.iphan.gov.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
Data 06/07/09
(2008b). Certidão de Registro da Roda de Capoeira no Livro de Registro
das Formas de Expressão. 21 de outubro de 2008. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=961. Acesso em: 3
de julho de 2009.
Tipo de texto
Certidão pública
PalavrasPalavras-chave
História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.iphan.gov.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 06/07/09
Outros
Autor/Título
CAPOEIRA (2009a). http://www.capoeirasantista.com.br. Acesso em 04
de julho de 2009.
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.capoeirasantista.com.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
CAPOEIRA (2009b). http://www.unidadecapoeira.net. Acesso em 04 de
Data 10/07/09
julho de 2009.
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira
Assunto
Capoeira
Localização
http://www.unidadecapoeira.net
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
CONDEPASA DEFINE tombamento dos canais de Santos
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Canais de drenagem; História de Santos; Patrimônio Histórico
Assunto
Canais de Santos
Localização
Disp. em http://www.canaisdesantos.com.br/noticias.asp. Acesso em 20
Data 10/07/09
de julho de 2009.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 20/07/09
Autor/Título
CONHEÇA A COMISSÃO que coordena as comemorações.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Canais de drenagem; História de Santos; Comemoração; Centenário
Assunto
Canais de Santos
Localização
http://www.canaisdesantos.com.br/comissao.htm.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
DIOCESSE DE SANTOS (2008) Calendário de eventos.
Data 20/07/09
Tipo de texto
Informativo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção – Santos/SP
Localização
http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_84/a84_ago_11_200
8.pdf . Acesso em 22 de julho de 2009.
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 22/07/09
Autor/Título
ENTREVISTA. (1998). No ritmo da capoeira. Novembro.
Tipo de texto
Artigo de jornal – Reportagem
PalavrasPalavras-chave
Capoeira; história da capoeira em Santos; biografia de Mestre Sombra
Assunto
Capoeira
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 17/07/09
Autor/Título
ENTREVISTA. (2002). A história do surf paulista. Novembro de 2002.
Tipo de texto
Artigo de jornal
PalavrasPalavras-chave
História do Surfe
Assunto
Surfe
Localização
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 23/07/09
Autor/Título
FEDERAÇÃO NACIONAL DA RELIGIÃO ORIXÁ (2009) Procissão de
Iemanjá em Santos – 2009.
Tipo de
de texto
Artigo eletrônico.
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
http://fenorixa.zip.net
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
GIGI NA REDE (2008). Futebol de praia – Democrático Atlético Clube.
Data 23/07/09
Disponível em
http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp. Acesso em 25 de
julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; esportes; barracas de praia; associações
Assunto
Barracas de Praia de Associações de Santos
Localização
http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Autor/Título
GONÇALVES, Adilson. (s/d). Santos: quem te viu e quem te vê....
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
História de Santos; Canais de drenagem; símbolo
Assunto
Canais de Santos
Localização
Data 26/07/09
http://www.canaisdesantos.com.br/artigos.asp.
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 08/07/09
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (1982). Conheça seu bairro: Monte Serrate..
Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de
junho de 2009.
Tipo de texto
Trecho de artigo de jornal – Texto da web
PalavrasPalavras-chave
Monte Serrat; Festa da Padroeira; religiosidade popular
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
http://www.novomilenio.inf.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (2004) Carnabonde 2004 atrai multidões de foliões ao
Data 08/07/09
centro.
Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 05 de
agosto de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
http://www.novomilenio.inf.br
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 05/08/09
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (2007)) Procissão de Nossa Senhora da Assunção.
Tipo de texto
Informativo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento
Assunto
Festa de Nossa Senhora da Assunção – Santos/SP
Localização
http://www.novomilenio.inf.br/santos/
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (2009a). ABREU, Sônia Mateu L. A. Tamboréu, um
Data 22/07/09
esporte santista. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos.
Acesso em: 18 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
Tamboréu, jogos, esportes santistas
Assunto
Tamboréu
Localização
http://www.novomilenio.inf.br
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (2009b). O fantasma do Paquetá. Disponível em:
Data 18/07/09
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0014f.htm.
Acesso em: 22 de julho de 2009.
Tipo de texto
Trecho de artigo de jornal – Texto da web
PalavrasPalavras-chave
Lendas populares; folclore de Santos
Assunto
Lendas e folclore do município de Santos
Localização
http://www.novomilenio.inf.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
NOVO MILÊNIO (2009c). Os milagres no Monte Serrat. Disponível em:
Data 08/07/09
http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de junho de 2009.
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
Monte Serrat; Festa da Padroeira
Assunto
Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat
Localização
http://www.novomilenio.inf.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Data 10/07/09
Autor/Título
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS (2009) Santos – Carnaval
2009. Disponível em http://www.santos.sp.gov.br/carnaval09/
Acesso em 12 de agosto de 2009.
Tipo de texto
Informações site oficial
PalavrasPalavras-chave
Carnaval Santista, história do carnaval em Santos
Assunto
Carnaval Santista
Localização
http://www.santos.sp.gov.br
Informações
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Autor/Título
SECRETARIA DA CULTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE
Data 13/08/09
SANTOS (2009) – Procissão de Iemanjá
Tipo de texto
Folheto de divulgação
PalavrasPalavras-chave
Iemanjá, festa religiosa, procissão.
Assunto
Procissão de Iemanjá em Santos
Localização
Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão –
Santos/SP
Informações Técnicas
Maria Cecília Manzoli Turatti
Data 23/07/09
Autor/Título
SITE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORGANIZAÇÃO DE FESTAS
FOLCLÓRICAS E ARTES POPULARES – AbrasOFFA. Disponível em:
www.abrasoffa.org.br. Acesso em 02 de agosto de 2009.
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
Festas folclóricas; Modo artesanal de fazer aguardente do Morrão Nova
Cintra
Assunto
Modo artesanal de fazer aguardente do Morrão Nova Cintra
Localização
www.abrasoffa.org.br
Informações Técnicas
Wilson Mesquita de Almeida
Autor/Título
Autor/Título
SITE
DA
LIGA
SANTISTA
Data 02/08/09
DE
TAMBORÉU.
Disponível
em
http://www.tamboreu.com.br . Acesso em 20/07/2009
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
História do Tamboréu; Jogo do Tamboréu
Assunto
Jogo do Tamboréu
Localização
http://www.tamboreu.com.br
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
SITE
DA
LIGA
PAULISTA
Data 20/07/09
DE
TAMBORÉU.
Disponível
em
http://www.tamboreu.esp.br/ . Acesso em 20/07/2009
Tipo de texto
Texto da web
PalavrasPalavras-chave
História do Tamboréu; Jogo do Tamboréu
Assunto
Jogo do Tamboréu
Localização
http://www.tamboreu.esp.br/
Informações
Informações Técnicas
Clayton Peron Franco de Godoy
Autor/Título
UOL.
Remo.
O
esporte
Data 20/07/09
–
Regras.
Disponível
http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm.
em 27 de julho de 2009.
Tipo de texto
Artigo eletrônico
PalavrasPalavras-chave
História do Remo; Regras do remo;
Assunto
Remo
Localização
http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm
Informações Técnicas
Arlene Martinez Ricoldi
Data 27/07/09
em
Acesso
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anexo 2 - fichas catalográficas das referências culturais do