ANEXO 2 - FICHAS CATALOGRÁFICAS DAS REFERÊNCIAS CULTURAIS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP 1. CELEBRAÇÕES Designação nativa preferencial CARNAVAL Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência Fevereiro Locais de ocorrência Disseminado em toda porção insular do município Informações históricas De acordo com a bibliografia encontrada, diversas manifestações carnavalescas sucederam-se na história de Santos. O entrudo foi a primeira delas, vigorando de meados do século XVIII até 1850, quando foi proibido na cidade (BANDEIRA JÚNIOR, s/d: 16). No início do século XX, os desfiles de automóveis e os bailes de máscara assumiram lugar de destaque nas comemorações do carnaval. Já nas décadas de 1940 a 1960, as escolas de samba, os blocos, as bandas e os cordões dominaram o cenário carnavalesco. As informações sobre as décadas de 1970 a 2000 são escassas e, por isso, levam a inferir que neste período houve certo arrefecimento destas comemorações. Desde 2001, são realizadas as edições do Carnabonde e da Carnabanda e, a partir de 2006, houve a retomada oficial dos desfiles das escolas de samba, paralisados desde 2001. Informações descritivas O entrudo era um jogo de origem portuguesa, sem música ou dança, que acontecia no início da quaresma e durava três dias. Foliões saiam às ruas com bisnagas d’água disparando-as contra os transeuntes desavisados. Participavam do entrudo, indistintamente, nobres, plebeus e escravos – D. Pedro I foi o seu mais notório defensor. Entretanto, nem toda a população santista via o folguedo com bom humor: em 1850, diante de processo em que um membro da alta sociedade santista exigia de outro cidadão de mesma patente social uma indenização por ter sido atacado durante o entrudo, o subdelegado de polícia da época declarou proibido o entrudo. Em 1857, foi fundada a Sociedade Carnavalesca Santista para promover os novos divertimentos de carnaval, com o claro propósito de civilizar e elitizar as comemorações carnavalescas. Os bailes e desfiles de máscaras, restritos à alta sociedade, marcaram esse período pós-entrudo. (BANDEIRA JR, s/d) Os desfiles de automóveis consistiam em cortejos de carros enfeitados que conduziam famílias ou grupos de foliões dispostos a brincar com os ocupantes dos veículos próximos ou pedestres. Tais desfiles ocorriam nas ruas do centro. As três primeiras escolas de samba de Santos surgiram em meados dos anos 1940: a X-9 (1944), a Vitória (1946) e a Brasil (1949), todas elas nos arredores da Rua Almirante Tamandaré, no bairro Macuco (MUNIZ, 1976: 32). Em 06 de fevereiro de 1954, o jornal A Tribuna publicou o anúncio do I Carnaval Oficial em Santos, organizado pela Secretaria Municipal de Turismo. Realizado na Praia do Gonzaga, esta edição oficial contou com desfile e julgamento das sociedades carnavalescas previamente inscritas, sagrando-se campeã a Escola de Samba Brasil (MUNIZ, 1976: 77). A despeito da instituição do carnaval oficial, a década de 50 foi marcada por tempos mais vibrantes e bem mais inocentes nas ruas e salões. Não faltava diversão para o folião, participando ou assistindo aos desfiles de blocos, ranchos, cordões, corsos, escolas de samba. A folia começava semanas antes, com as famosas batalhas de confete, cada semana em um bairro. Até a década de 60, os blocos carnavalescos, com seus luxuosos carros alegóricos, eram a atração do carnaval santista. O memorialista J. MUNIZ relata fatos que marcaram a década de 60: "Até os anos sessenta a meca do carnaval era a praça José Bonifácio, que ficava rodeada de barraquinhas vendendo comida e bebida e no centro tinha roda de samba. Dali saíam os blocos de sujos, na base do vai quem quer e como puder. Na General Câmara e praça Mauá eram feitos a apoteose e os concursos oficiais" (apud RIBEIRO, 2008). Em contraposição à falta de informações sobre as três décadas finais do século XX no que diz respeito ao carnaval em Santos, encontramos informações jornalísticas e oficiais profícuas sobre a retomada das celebrações carnavalescas no início do século XXI. As edições da Carnabanda expressaram uma volta ao carnaval de rua santista, com foliões de todas as idades brincando ao som das bandas que cantam marchinhas antigas homenageando os antigos desfiles de carros e os blocos e cordões dos anos 50 e 60 (NOVO MILÊNIO, 2004). O evento cobre praticamente todos os bairros do município durante os quatro dias de folia. (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS, 2009). Por sua vez, as edições do Carnabonde - realizadas na Praça Mauá, no centro histórico, representam uma novidade no carnaval santista, tendo em vista que são inspiradas no carnaval baiano e seguem a receita ‘trio elétrico e música do estilo axé (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS, 2009). Os dois eventos são organizados pela Secretaria Municipal de Cultura de Santos. A inauguração do ‘sambódromo’ santista – a Passarela do Samba Dráusio da Cruz – em fevereiro de 2006, e a volta dos desfiles das escolas de samba, foram assim anunciados na imprensa local: “Uma festa marcada pela alegria dos sambistas e do público, realizada num clima de tranqüilidade e segurança. Foi assim a volta dos desfiles de escolas de samba em Santos, após cinco anos de paralisação. Na Passarela do Samba Dráusio da Cruz, construída pela Prefeitura na Zona Noroeste, 12 agremiações se apresentaram nas noites de domingo e segunda-feira, resgatando uma das tradições mais populares da cidade” (DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS, 2006). A Passarela do Samba Dráusio da Cruz fica situada entre as avenidas Afonso Schmidt e Nossa Senhora de Fátima, na Areia Branca, Zona Noroeste de Santos (CLICK LITORAL, 2009). Condição atual No ano de 2009, foram realizados o Carnabonde, a Carnabanda e o desfile das escolas de samba na ‘Passarela do Samba Dráusio da Cruz’. Uma inovação foi o Carnaval nas Tendas: a orla santista recebeu cinco tendas (Pompéia, Gonzaga, Boqueirão, Embaré e Aparecida) em que bandas de estilos musicais variados tocavam das 20h às 01h, reunindo os foliões praianos (PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS, 2009). Iconografia IC_CARNAVAL01 Registros fotográficos Não IC_CARNAVAL02 IC_CARNAVAL03 IC_CARNAVAL04 IC_CARNAVAL05 Fontes consultadas BANDEIRA JR. (s/d). História do Carnaval Santista. Santos, SP: Tribuna de Santos Jornal Editora. COUTO, Rubia Mara Gois. (1998). “Carnaval Santista”: diversão e arte. Santos: TGI (Trabalho de Graduação Interdisciplinar). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos – UNISANTOS. Dezembro. CLICK LITORAL (2009) Passarela do samba é aberta para os desfiles do Carnaval 2009. Disponível em http://www.clicklitoral.com.br/11595-passarela-do-samba-eaberta-para-os-desfiles-do-carnaval-2009/ . Acesso em 12 de agosto de 2009. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006b) Alegria e segurança marcam retomada dos desfiles. Disponível em https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2006/do01032006. pdf . Acesso em 12 de agosto de 2009. JORNAL DA ORLA (2008b). RIBEIRO, Mirian. Memórias do carnaval santista. In: Jornal da Orla, 03 de agosto de 2008. MUNIZ JR, J. (1976) Panorama do samba santista. Santos, Impres/Ypiranga. NOVO MILÊNIO (2004) Carnabonde 2004 atrai multidões de foliões ao centro. Disponível em www.novomilenio.inf.br. Acesso em 05 de agosto de 2009. PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS (2009) Santos – Carnaval 2009. Disponível em http://www.santos.sp.gov.br/carnaval09/ . Acesso em 12 de agosto de 2009. Contatos associativos Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de Santos relacionados Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Maria Cecília Manzoli Turatti Data 08/08/2009 Designação nativa preferencial FESTA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência 15 de agosto Locais de ocorrência Morro São Bento Informações históricas Segundo SOUZA&MUNIZ (1999), a ocupação dos morros de Santos remonta ao século XVIII, mas a imigração ibérica ocorreu a partir das duas últimas décadas do século XIX. Portugueses e espanhóis chegaram ao porto de Santos para posteriormente serem empregados na lavoura do café no interior do estado de São Paulo, mas boa parte desta mão-de-obra se estabeleceu ali mesmo em Santos, trabalhando nas obras do cais e dos armazéns de café e na construção civil. Os imigrantes oriundos das Ilhas Atlânticas (Açores e da Madeira) conheciam as práticas arquitetônicas necessárias para ocupar o relevo acidentado dos morros santistas e se fixaram nos terrenos inclinados tal qual em seus lugares de origem. Nossa Senhora da Assunção, padroeira da Ilha da Madeira, foi escolhida pelos imigrantes para também proteger sua comunidade em Santos. Em meados de 1940, migrantes nordestinos e mineiros vindos a Santos para trabalhar em atividades portuárias passaram a dividir os morros com os descendentes da imigração ibérica e também adotaram Nossa Senhora da Assunção como santa de devoção. A Festa de Nossa Senhora da Assunção reflete esta mistura de traços culturais ao celebrar a convivência harmoniosa do ‘vira’ português com o forró nordestino. Informações descritivas Festa religiosa paroquial típica, a de Nossa Senhora da Assunção realiza quermesse e executa músicas portuguesas e nordestinas durante vários dias. No encerramento há missa campal, queima de fogos e procissão percorrendo as ruas do Morro São Bento até voltar ao largo onde se situa a igreja de Nossa Senhora da Assunção. Condição atual A Festa de Nossa Senhora da Assunção faz parte do calendário oficial de celebrações da Diocese de Santos. Iconografia IC_ASSUNÇÃO01 Registros fotográficos Não IC_ASSUNÇÃO02 IC_ASSUNÇÃO03 IC_ASSUNÇÃO04 IC_ASSUNÇÃO05 Fontes consultadas DIOCESE DE SANTOS (2008). Calendário de eventos. eventos Disponível em http://www.diocesedesantos.com.br . Acesso em 22 de julho de 2009. NOVO MILÊNIO (2007) Procissão de Nossa Senhora da Assunção. Assunção Disponível em http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em 22 de julho de 2009. SOUZA, Alaíde V. & MUNIZ, Fernanda S. (1999) Participação social no Morro de São Bento, Bento Monografia, Faculdade de Serviço Social, Unisantos, Santos-SP. Contatos associativos Paróquia Nossa Senhora da relacionados Melhoramentos do Morro São Bento Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Assunção; Sociedade de Data 20/07/2009 Designação nativa preferencial FESTA DE NOSSA SENHORA DO MONTE SERRAT Outras Procissão de Monte Serrat nomenclaturas Festa da Padroeira de Santos Época de De fins de agosto a 8 de setembro ocorrência Locais de de Catedral de Santos; Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat ocorrência Informações O culto a Nossa Senhora do Monte Serrat, de origem catalã, foi históricas introduzido em Santos por D. Francisco de Sousa e pelos monges beneditinos portugueses, ainda em fins do século XVI. Segundo SANTOS & LICHTI (1986), D. Francisco de Sousa, governador geral durante o período colonial, já havia erigido capelas em louvor a Nossa Senhora de Monte Serrat em suas passagens pela Bahia e Rio de Janeiro. A data de construção da capela em Santos não é precisa, podendo ser situada entre os anos de 1598 e 1609. Tradicionalmente, são atribuídos diversos milagres à santa. O principal deles, que parece estar na origem da explicação para a procissão (conforme se verá mais adiante), é aquele que narra a intercessão de Nossa Senhora do Monte Serrat em favor dos habitantes da Vila do Porto de Santos, no ano de 1615. De acordo com a tradição, naquele ano a Ilha de São Vicente teria sido invadida por corsários holandeses, sob o comando de Joris van Spilbergen. Os habitantes de São Vicente e da Vila do Porto de Santos abrigaram-se no antigo Morro de São Jerônimo (Monte Serrat). Os corsários holandeses subiram então o Morro, em perseguição aos refugiados que a esta altura já se reuniam no interior da Capela de Monte Serrat. Os presentes clamaram pela proteção de Nossa Senhora do Monte Serrat. Foi então que, subitamente, ocorreu um estrondo e um estremecimento de terras que causou o desabamento de pedras sobre os perseguidores, massacrando muitos deles. O restante bateu em retirada e a população pôde então retomar sua Vila (SANTOS, 1940). Ao longo dos séculos, a devoção à Nossa Senhora do Monte Serrat foi tão persistente e intensa na cidade de Santos que ela veio, finalmente, a substituir Santa Catarina de Alexandria como padroeira da cidade, já em meados do século XX (esta última fora a padroeira desde 1540) (VILAS BOAS, 2005). De acordo com o jornal A Tribuna, de 08/09/05: “Em 1954, por deliberação da Câmara Municipal, foi declarada oficialmente, Padroeira da Cidade, título concedido pelo Papa Pio XI, em 03 de dezembro de 1954, mediante pedido de Dom Idílio José Soares, bispo de Santos. Já em 08 de setembro de 1955, a virgem foi coroada padroeira da cidade” (A TRIBUNA, 2005a). Todavia, a festa em louvor a Nossa Senhora de Monte Serrat como Padroeira da Cidade de Santos, já com a configuração contemporânea, passou a ser realizada somente no ano de 1962. Informações Com base nas fontes consultadas, é possível discernir duas descritivas configurações principais para a Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat: uma antes de ser proclamada padroeira da cidade de Santos, e outra após. Esta última, no entanto, parece também ter sofrido inflexões nos últimos 47 anos, o que denota sua plasticidade e adaptabilidade às condições contemporâneas para sua continuidade. De acordo com a reportagem d’A Tribuna, de 03/06/1982, no período anterior à proclamação como padroeira de Santos, a festa de Nossa Senhora do Monte Serrat possuía a seguinte configuração: “no dia 5 de setembro, o povo subia o morro e, durante os dias de festejos, ficava vigiando Santos. Por quê? Ora, à espera do desembarque dos holandeses. A vigília continuava até o momento da oração e do milagre, no dia 8. Aí, todos explodiam em festa, havia queima de fogos e repique de sinos’ (A TRIBUNA, 1982). Faziam parte da festa várias manifestações de caráter não-religioso, dentre as quais se destacavam o cortejo de batuqueiros, chamados de “Embaixada’. Munidos de pandeiros, cuícas e surdos, subiam o morro e lá realizavam rodas de samba, regadas a dança e aguardente. As famílias dos devotos também faziam piqueniques no alto do morro durante os três dias da festa, cujo cardápio continha, tradicionalmente, o vinho, o cabrito e o leitão. SANTOS & LICHTI (1986) corroboram essa versão para a antiga configuração da festa, ao afirmar que, no decorrer do século XIX, “a festa do Monte Serrat reunia multidão que rezava e se divertia barulhentamente. Havia reclamações sobre aspectos da festa, considerados demasiado lúdicos. Nessa época, só a festa no Monte Serrat durava três dias” (SANTOS & LICHTI, 1986: 391). A partir de 1962, a Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat teve sua configuração modificada. A imagem deixa seu Santuário na capela do Monte Serrat e segue para a Catedral no início dos festejos, que se iniciam ainda no final de agosto, quando é realizada uma missa solene de acolhida. O ciclo da novena, com início no dia 30 de agosto, também ocorre na Catedral. No período em que a imagem se encontra na Catedral, são realizadas paralelamente missas comunitárias no Santuário do Monte Serrat. No dia 8 de setembro, Dia da Padroeira, a imagem da santa deixa a Catedral após uma missa, realizada entre as 6h00 e 7h00, acompanhada por uma procissão pelo Centro Histórico da cidade. A procissão se detém nas escadarias da Prefeitura, na Praça José Bonifácio, onde é realizada uma missa campal e ocorre a “Cerimônia de Renovação da Consagração da Cidade” a Nossa Senhora do Monte Serrat. De lá, a imagem segue para o Santuário, acompanhada pelos fiéis. Durante a procissão, os fiéis, portando flores e bandeiras, entoam cânticos em coro que celebram a santa, além de músicas de conotação religiosa de cantores populares. Muitos dos devotos acompanham a procissão com a finalidade de pagar promessas e agradecer a intercessão da Santa, depositando seus louvores na sala de ex-votos contígua ao Santuário, no alto do Monte Serrat. Aos pés do morro, a imagem é recebida com shows e fogos de artifício. A subida do monte é realizada pelos cerca de 400 degraus da escadaria denominada “Caminho Monsenhor Moreira”, ao longo da qual estão locados 14 nichos em bronze que representam a Via-Sacra. Tais quadros, de autoria de Meleto Benedetti, foram introduzidos entre os anos de 1939 e 1941. O caminho é enfeitado com bandeiras e flores em todo o percurso das escadarias. À frente do Santuário é realizada nova missa campal, entre as 18h00 e 19h00, para a recepção da imagem. Nesta nova configuração, nota-se a dilatação temporal da festa, já que os festejos chegam a durar cerca de 10 dias. No decorrer desse período, além da novena, são realizadas diversas missas na Catedral e no Santuário, além de quermesses e shows musicais com artistas populares de renome nacional. Condição Atual As fontes pesquisadas afirmam que a Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat é considerada uma das maiores festas religiosas do estado de São Paulo. Ela atrai romeiros de todo o país e, em média, é acompanhada por cerca de 10.000 (dez mil) pessoas. Goza de apoio e prestígio do poder público municipal, devido à condição de Festa da Padroeira, e apresenta traços tradicionais de envolvimento comunitário: são os membros da comunidade do Monte Serrat que confeccionam as bandeiras e enfeitam o caminho das escadarias com flores. Nos últimos anos, além de movimentos reivindicatórios acompanharem a procissão, cabos eleitorais de políticos locais têm sido alocados no trajeto da procissão do dia 8 de setembro, a fim de abordar os participantes. Ambos os acontecimentos indicam a importância da Festa como evento significativo também para o mundo político. Do exposto, conclui-se que o entrecruzamento entre o sagrado e o profano, entre o religioso e o laico, é característico da Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat e que tal conjunção denota sua adaptabilidade e continuidade. Iconografia IC_MONTE SERRAT01 Registros fotográficos Não IC_MONTE SERRAT02 IC_MONTE SERRAT03 Fontes consultadas NOVO MILÊNIO (1982). Conheça seu bairro: Monte Serrate. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de junho de 2009. A TRIBUNA (2004). Imagem é levada de volta para o Santuário. 9 de setembro de 2004. A TRIBUNA. (2005a). Dia da Padroeira: a santa de Santos. 8 de setembro de 2005. A TRIBUNA (2007a). Missas em homenagem à padroeira prosseguem neste feriado. 07 de setembro de 2007. A TRIBUNA (2007b). Fiéis renovam a fé na procissão da Padroeira. 07 de setembro de 2007. A TRIBUNA (2008d). Missa, procissão e shows marcam Festa da Padroeira. 07 de setembro de 2008. A TRIBUNA (2008e). Moradores celebram o dia da padroeira de Santos. 08 de setembro de 2008. A TRIBUNA (2008f). Padroeira teve procissão imponente. 09 de setembro de 2008. DIÁRIO DO LITORAL (2008). Mais de 4.000 fiéis celebram Dia da Padroeira. 9 de setembro de 2008. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1998). Milhares de fiéis homenageiam a padroeira. 9 de setembro de 1998. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008a). Shows em homenagem à padroeira da cidade. 3 de setembro de 2008. EXPRESSO POPULAR (2007). Nichos ajudam fiéis a entender a via-crúcis de Jesus Cristo. 6 de setembro de 2007. NOVO MILÊNIO (2009c). Os milagres no Monte Serrat. Serrat Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de junho de 2009. SANTOS, Francisco Martins dos (1940). Lendas e tradições de uma velha cidade do Brasil. Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da ‘Revista dos Tribunais’. SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986). História de Santos/Poliantéia Santos/Poliantéia Santista. Santist São Vicente: Caudex. VILAS BOAS, Sergio (2005). Santos: o Centro Histórico, o Porto e a Cidade/ Santos: the Historical Center, the Port and the City. City São Paulo: Horizonte Geográfico. Contatos associativos Cúria Diocesana de Santos; Paróquia Nossa Senhora do Monte relacionados Serrat; Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 25/07/09 Designação nativa preferencial FESTA DO BOM JESUS DA ILHA DIANA Outras Não há nomenclaturas Época de 06 de agosto ocorrência Locais de Ilha Diana ocorrência Informações A ilha Diana - comunidade localizada na área continental do históricas município de Santos - é um braço de mar e não uma ilha, como o nome parece indicar. Seus primeiros ocupantes estabeleceram-se às margens do Rio Diana, nos anos 1940, após serem desalojados dos bairros Bocaina, em Santos, e Saco de Embira, no Guarujá, para a construção da Base Aérea de Santos. Como sua origem primeira era o município de Iguape, esses pioneiros trouxeram consigo a devoção ao Bom Jesus de Iguape (também chamado Santo Antônio de Iguape). A história que dá origem ao culto ao Bom Jesus de Iguape conta que, no século XVII, um senhor de engenho pernambucano encomendou uma imagem de Jesus a escultores portugueses. Na travessia Portugal-Brasil, o navio que trazia a peça foi atacado por piratas e a tripulação, temendo ter seus objetos sagrados profanados, achou por bem lançar o santo ao mar. Dois índios encontraram a escultura na praia do Una (no atual município de Peruíbe, no estado de São Paulo) e a colocaram repousando com a face voltada para Itanhaém. No dia seguinte, a imagem estava com a face voltada para Iguape. Ao tentar transportá-la para Itanhaém, a escultura parecia se tornar mais pesada; rumando para a direção de Iguape, tornava-se mais leve. Os índios acharam, então, que o santo havia feito sua escolha e o encaminharam para Iguape. Ali, tornou-se santo de devoção dos munícipes. Ao ser proclamado também protetor da Ilha Diana, o santo deixou de ser Bom Jesus de Iguape e passou a ser chamado de Bom Jesus da Ilha Diana. A partir de 1954, os habitantes da Ilha Diana passaram a realizar anualmente a Festa do Bom Jesus da Ilha Diana. Informações descritivas descritivas A Festa do Bom Jesus da Ilha Diana contou com algumas variações em suas edições. Inicialmente, havia apenas novenas e terços entre os moradores. Em 1989, o Diário Oficial de Santos assim descreve a festa: “Os moradores da Ilha Diana promovem hoje (...) mais uma festa em Louvor de Bom Jesus, com procissão, missa, quermesse, futebol, capoeira, show musical e o tradicional Baile dos Cravos, no qual o cavalheiro só entra ou dança se trouxer um cravo na lapela” (DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS, 1989a). A atual configuração da festa inclui missa, procissão marítima, Festival de Culinária Caiçara – com pratos como o lambe-lambe (arroz com mariscos), tainha com farofa e peixe com banana -, música, jogos de futebol e bailes. Condição Atual Nos últimos anos, a festa passou a ser considerada um atrativo turístico da Ilha Diana e foi incluída pela Prefeitura Municipal no calendário oficial de eventos culturais em 2006, ano em que a festa teve cerca de 5000 visitantes. As edições de 2007 e 2008 também foram bem sucedidas, embora com menor número de participantes. Iconografia IC_BOM_JESUS01 IC_BOM_JESUS02 IC_BOM_JESUS03 Registros fotográficos Não Fontes consultadas A TRIBUNA. (2005c). 18/09/2005. A TRIBUNA (2006a). 06/08/2006. A TRIBUNA (2008b). 04/02/2008. CIDADE DE SANTOS. (1982). 30/03/1982. COSTA, Vanessa Fernandes da. (2007). Ilha Diana: Preservação de uma identidade caiçara para a inclusão social. social Santos: Monografia (Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos - UNISANTOS. DIÁRIO DO LITORAL. (2000). 08/01/2000. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1989a). 12/08/1989. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006a). 08/08/2006. JORNAL DA TARDE. (2004b). 21/07/2004. LAURINDO, Fabiana de Souza. (1999). Ilha Diana: enraizamento cultural caiçara. caiçara Santos: 91 fls. Monografia (Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos - UNISANTOS. NASCIMENTO, Daniela; PEDRO, Greicilene Regina. (2005). Comunidade de Pescadores da Ilha Diana. Diana Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da Unisantos). Nov. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 10 de julho de 2009. Contatos associativos Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana relacionados Informações Técnicas Designação Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/2009 nativa preferencial FESTA JUNINA DO MORRO NOVA CINTRA Outras nomenclaturas Festa de São João Batista Época de ocorrência Junho (próximo ao dia 24/06, Dia de São João) Locais de ocorrência Igreja de São João Batista no Morro Nova Cintra Informações Históricas Os imigrantes portugueses oriundos da Ilha da Madeira que ocuparam o Morro Nova Cintra trouxeram também seus costumes e tradições. Muitos deles, devotos de São João Batista, assumiram a tarefa de lhe construir um templo. A festa, que é realizada desde 1947, tinha como objetivo primeiro arrecadar fundos para a construção da igreja, obra realizada pela própria comunidade. De acordo com o informativo Presença Diocesana, no dia 26 de junho de 1960, após a missa celebrada na capela de madeira por Dom Idílio José Soares, era lançada a pedra fundamental da atual Igreja de São João Batista. Depois de terminada a igreja, a festa junina dos portugueses tornou-se tradicional (A TRIBUNA, 1982). Informações descritivas O tradicional festejo junino tem caráter religioso e social. Durantes as comemorações, são realizadas missa campal e procissão, além de novenas nos dias que antecedem o dia de São João. A festa junina do Morro Nova Cintra tem como ponto alto a sua quermesse, VICENTINO, guloseimas, que recebe 2006). As sanduíches, milhares de barracas ofereceram petiscos e pessoas bebidas. (JORNAL opções Os de fundos arrecadados são direcionados para atividades assistenciais. Em 2002, por exemplo, foram revertidos em parte para a manutenção do Seminário Diocesano São José, a própria Matriz de São João, a construção do Centro Comunitário Sant’Ana e São Joaquim, no Morro Santa Maria, e a construção do salão da Capela Senhor Bom Jesus, da Vila Progresso. Condição Atual Segundo informa o jornal Presença Diocesana (2009), vários eventos religiosos, além da quermesse, fizeram parte das comemorações em 2009: nos dias 21, 22 e 23/6, foi realizado o Tríduo a São João Batista; no dia 24/6, foi propriamente realizada a Festa de São João Batista e foi celebrada a Missa Campal com a Benção do Mel. Iconografia Fontes consultadas IC_NOVA_CINTRA01 Registros IC_NOVA_CINTRA02 fotográficos Não A TRIBUNA (1982). Um mundo diferente – é a Nova Cintra. 22 de julho de 1982. JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002). Paróquia S. João Batista – Nova Cintra - Santos. jun./2002. Disponível em http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/1 0-JUN-11-%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009. JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2009). É tempo de celebrar os santos mais tradicionais da religiosidade popular. Jun/2009. Disponível em: http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a 94_jun_2009_11.pdf. Acesso em 20 de julho de 2009. JORNAL VICENTINO (2006). Festa Junina movimenta o Morro Nova Cintra. 25 de junho de 2006. Disponível em http://www.jornalvicentino.com.br/home/2006/05/25/festajunina-movimenta-morro-da-nova-cintra/). Acesso em 20 de julho 2009. Contatos associativos Paróquia São João Batista – Nova Cintra relacionados Informações Técnicas Designação Arlene Martinez Ricoldi Data 30/072009 nativa preferencial PROCISSÃO DE IEMANJÁ Outras nomenclaturas Festa de Iemanjá Época de ocorrência Até 1992, no sábado mais próximo ao dia 15 de agosto. Desde 2002, o domingo mais próximo ao dia 02 de fevereiro Locais de ocorrência Praia do Gonzaga até 1992. Ponta da Praia desde 2002. Informações históricas Iemanjá, a orixá das águas e rainha do mar, é correspondente, no sincretismo religioso, a uma série de outras entidades: Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Glória e Virgem Maria. A cosmogonia relacionada à Iemanjá revela a criação do mar: “Há quem diga que dos fartos seios de Iemanjá fizeram-se dois rios que logo viriam a ser o mar, sua morada. Há também quem acredite que foi de suas lágrimas que ele surgiu quando Oxalá, ao beber vinho de palma em demasia, quebrou a promessa de não caçoar dos enormes seios dela” (KOSBY, 2009: 27). A celebração de Iemanjá em Santos teve início em 1951, por iniciativa da União Espírita Santista de Umbanda e Candomblé com apoio da Secretaria de Turismo do município. Realizada em 15 de agosto ou no sábado mais próximo desta data, Iemanjá era cultuada nesta data devido à sua identificação sincrética com Nossa Senhora da Glória. Em 1992, a União Espírita e a Secretaria Municipal de Turismo se desentenderam sobre a forma como a festa de Iemanjá deveria ser realizada e a celebração foi oficialmente paralisada por quase uma década. A Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com a Casa de Candomblé Ilé Asé Sobo Oba Aryrá, retomou a tradição da Procissão de Iemanjá em 2002. Uma das principais mudanças desta nova fase da celebração é sua realização em 02 de fevereiro, dia de Nossa Senhora dos Navegantes. Informações descritivas Entre 1951 e 1992, a procissão se iniciava na rua Pernambuco (sede da União Espírita de Umbanda e Candomblé) e seguia até a praia do Gonzaga, onde os balaios com oferendas eram levados ao mar pelos salva-vidas da praia. A partir de 2002, a celebração ganhou uma concentração em frente ao Aquário Municipal, onde os participantes assistem a apresentações de grupos de capoeira e outras manifestações da cultura afro-brasileira. A procissão terrestre tem início às 16h00 e vai do Aquário até a Ponte Edgard Perdigão, de onde sai o cortejo marítimo. Condição Atual A procissão de Iemanjá faz parte do calendário oficial de eventos da Secretaria Municipal de Cultura. Iconografia IC_IEMANJA01 Registros fotográficos Não IC_IEMANJA02 IC_IEMANJA03 IC_IEMANJA04 Fontes consultadas A TRIBUNA (2008c) – Iemanjá era homenageada no Gonzaga. 19 de agosto de 2008. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2009) – ‘Rainha do mar’ será homenageada com procissão na Ponta da Praia. 07 de fevereiro de 2009. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2002) Procissão de Iemanjá retoma tradição afro-brasileira. 05 de fevereiro de 2002. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1989b). A noite de Iemanjá no Gonzaga. 12 de agosto de 1989. FEDERAÇÃO NACIONAL DA RELIGIÃO ORIXÁ (2009) Procissão de Iemanjá em Santos – 2009. Disponível em http://fenorixa.zip.net. Acesso em 25 de julho de 2009. KOSBI, Marília F. (2009) Cruzamentos, territórios e patrimônio religioso In Revista Cadernos de Campos, Campos São Paulo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social-USP, pp27-36. SECRETARIA DA CULTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS (2009). Procissão de Iemanjá. (Folheto de Divulgação) Contatos associativos Casa de Utilidade Publica e de Culto Afro Brasileiro Ilê Asé Sobo relacionados Oba Aryrá Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 25/07/2009 Designação nativa preferencial PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DAS NEVES Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência 5 de agosto Locais de ocorrência Sítio Nossa Senhora das Neves, nas proximidades do rio Jurubatuba e da enseada de Santa Rita. Informações históricas De acordo com SANTOS (1940) e SANTOS & LICHTI (1986), o culto e a procissão de Nossa Senhora das Neves no município tiveram início ainda em meados do século XVIII, por ocasião da construção da capela em honra de Nossa Senhora das Neves sobre as ruínas do Engenho da Madre de Deus. A primeira referência ao topônimo data de 1702, ocasião em que as irmãs Ambrósia, Ana e Catarina de Aguiar resolveram dedicar a Nossa Senhora das Neves a capela erigida no local por Pero de Góis em 1532, em honra de Madre de Deus, próximo ao engenho de mesmo nome. Entretanto, o culto à santa, que já detinha prestígio entre os senhores, adquiriu relevo e difusão somente a partir da devoção dos escravos. Nas palavras de SANTOS & LICHTI (1986): “A devoção à Nossa Senhora das Neves cresceu muito, principalmente a partir de 1730, e mais ainda entre os negros escravos de toda a região, que a tomaram como protetora e padroeira, depois que o sargento-mor Manoel Gonçalves e Aguiar conseguiu criar a sua procissão aquática - uma festa notável e pitoresca, que se realizava desde então, todos os anos, no dia da mesma santa, e de que participou sempre toda a cidade” (SANTOS & LICHTI, 1986: 394). Segundo MUNHOS (1992), a devoção à Nossa Senhora das Neves constituía para os escravos da região uma estratégia de sobrevivência de sua individualidade, ao mesmo tempo em que a celebração dos cultos religiosos em homenagem à santa representava uma sociabilidade autônoma e de escape à opressão, na medida em que a amargura do eito e o horror do tronco e da gargalheira eram substituídos pelos festejos realizados pelos próprios negros para eles mesmos. O culto e a procissão seguiram até meados do século XIX, quando um incêndio criminoso (sobre o qual existe discordância em relação à data - 1850 ou 1884) consumiu a capela, que não foi mais reconstruída, e a imagem de madeira de Nossa Senhora das Neves. O historiador MUNHOS assim relata os fatos: “O feitor do engenho, chamado Antônio Joaquim, teria prometido acabar ‘com aquela regalia dos negros’ [os festejos em devoção à Nossa Senhora das Neves]; com a provável cobertura dos senhores da região, cumpriu a promessa. Ateou fogo à capela de Nossa Senhora das Neves. Os escravos em vão tentaram salvá-la. O fogo teria durado várias horas e a imagem da santa desaparecera. Seus devotos queriam punição do culpado e a reconstrução da capela, mas nada lhes foi reparado. Os escravos, então, iniciaram a perseguição do feitor. Incendiaram as senzalas, a tulha, o paiol das ferragens, as cocheiras e, por fim, a casa-grande do engenho. O feitor conseguira escapar, mas foi perseguido e preso pelos escravos, que o trouxeram amarrado para junto da capela incendiada. Foi queimado vivo” (MUNHOS, 1992: 52). Ainda de acordo com os memorialistas citados, esse fato foi o estopim para que os negros da região (Morrão, Pedreira, Perutí e Cabraiaquara) se rebelassem e fugissem, instalando-se nas serras vizinhas ao sítio e formando um quilombo armado, dos chamados “canhemboras”, sob o comando de “Pai Filipe”. Ao que tudo indica, este foco de resistência está na origem da toponímia da Serra do Quilombo, na parte continental do que é hoje o município de Santos. O início do século XX assistiu ao esquecimento do prestígio outrora dedicado à devoção à Nossa Senhora das Neves. Informações descritivas A procissão era acompanhada por dezenas de embarcações a remo que formavam um cortejo, à frente do qual seguia uma grande chata em quel estavam dispostos o pálio e o andor. Nesta embarcação, acompanhando a imagem de Nossa Senhora das Neves, seguiam o Presidente da Câmara e outras autoridades seculares, além do vigário. Nas barcas da retaguarda do cortejo, seguiam os escravos dos sítios vizinhos à Capela, que eram acompanhados pelos feitores e cantavam velórios religiosos. SANTOS (1940) descreve a forma e o trajeto da Procissão de Nossa Senhora das Neves, no início do século XIX: “A procissão original desfilava lentamente pelo estuário e levava horas em seu trajeto; os aguardeiros, por isso mesmo, seguiamna, providos das águas puras das cachoeiras vizinhas, vendendo aos participantes do cortejo, cada copo a vintém. A longa fila de barcos de toda espécie passava junto aos navios, onde as guarnições se perfilavam em continência, junto aos Fortes de Itapema e Nossa Senhora do Monte Serrate, que salvavam em honra da Santa, voltando finalmente à Capela tradicional costeando a Bocaina” (SANTOS, 1940: 110-111). Condição Atual As fontes dos memorialistas locais fornecem indícios para a hipótese de que o culto e a procissão foram extintos devido a dois fatores: o incêndio criminoso da capela, já relatado, e a migração dos negros sob o comando de “Pai Filipe” para a porção insular do município de Santos, no atual bairro de Vila Mathias. Não foram encontrados registros bibliográficos que fizessem referência à atualidade da Procissão de Nossa Senhora das Neves no município santista, nem referências de que os negros que migraram para as proximidades do Quilombo do Jabaquara (no que é hoje a Vila Matias) levaram consigo a devoção, o culto e a procissão para o novo quilombo. Iconografia Iconografia IC_NEVES01 Registros fotográficos Não IC_NEVES02 IC_NEVES03 Fontes consultadas A TRIBUNA. (1992). Ilha das Neves – um morro azulado, onde um homem mora sozinho há 29 anos. 28 de outubro de 1982. A TRIBUNA. (2000). Lixão muda planos para Sítio das Neves. 23 de abril de 2000. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1997). Prefeitura quer preservar Sítio das Neves. 1° de março de 1997. DIÁRIO OFICIAL URGENTE (1996). Condepasa quer tombar Sítio das Neves. 03 de dezembro de 1996. MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação circulação trágica ao mito da irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880. 1880 Dissertação de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade Católica. RODRIGUES, Olao. (1980). Cartilha da História de Santos. Santos Santos: Gráfica ‘A Tribuna’. SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de uma velha cidade do Brasil. Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da ‘Revista dos Tribunais’. SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986). História de Santos/Poliantéia Santista. Santist São Vicente: Caudex. Contatos associativos Não relacionados Informações Técnicas Designação Clayton Peron Franco de Godoy Data 21/07/09 nativa preferencial PROCISSÃO DE SÃO PEDRO Outras nomenclaturas Procissão Marítima de São Pedro Pescador Época de ocorrência ocorrência Final de semana mais próximo do dia 29 de junho, dia de São Pedro Locais de ocorrência Ponta da Praia/Embaré Informações Históricas Os festejos de São Pedro Pescador foram iniciados em 29 de junho de 1959, depois que a família de Constabile de Gregório, um dos integrantes do sindicato dos Armadores de Pesca do Estado de São Paulo, trouxe uma imagem do santo da Itália. Esta foi levada para a Capela de Nossa Senhora dos Navegantes. Desde então, vários fiéis, principalmente italianos que possuíam barcos pesqueiros e eram devotos de Nossa Senhora de Santa a Mare passaram a visitar a imagem e agradecer por pesca farta (ASSUMPÇÃO, 2004). O dia 29 de junho também marca o fim da pesca da tainha (HANAZAKI, 2001). Informações descritivas Esta tradição contava, além da procissão marítima, com uma procissão terrestre e uma missa campal. Durante os meses que antecediam a festa, eram coletadas doações financeiras junto aos armadores e pescadores artesanais que contribuíam com a decoração dos barcos e todos os detalhes para a realização do festejo. Estes valores eram registrados em Livros de Ouro para que a contabilidade pudesse ser feita posteriormente. Os barcos enfeitados saíam da Ponte dos Práticos, na Ponta da Praia, e seguiam até a frente da Igreja de Santo Antônio do Embaré, onde posteriormente era realizada a missa campal. Ali, as embarcações faziam um círculo e havia a benção dos anzóis para uma boa temporada de pesca. Também era designada uma madrinha que, junto ao padre, a imagem e autoridades, seguia a barcaça da Capitania dos Portos em uma escuna. Com a retomada dos festejos após 13 anos de interrupção (ver detalhamento no campo ‘Condição atual’), essa tradição foi mantida, agora com uma procissão terrestre que se inicia com a chegada da imagem do santo trazida pela balsa da travessia Santos/Guarujá até a frente da Igreja do Apostolado do Mar, onde é celebrada uma missa campal. A procissão tem início na Ponte Edgar Perdigão, com a bênção das redes e anzóis. Na seqüência, os fiéis acompanham o cortejo terrestre, até a Rua Ministro Daniel de Carvalho (ao lado da Capela Nossa Senhora dos Navegantes), onde é realizada a missa campal. O público envolvido compreende desde moradores do bairro, moradores da cidade e de cidades vizinhas, além de pescadores, com o apoio do Sindicato dos Armadores de Pesca. Condição Atual A celebração voltou a fazer parte do calendário da cidade em Junho de 2002, depois de uma interrupção de 13 anos. A crença no "protetor das águas" pela comunidade pesqueira foi a causa da mobilização na retomada de uma dos mais importantes cultos religiosos e que não vinha sendo realizado há 13 anos, tendo continuidade apenas no interior do Estado de São Paulo em comunidades ribeirinhas. Segundo o presidente da Federação dos Pescadores do Estado de São Paulo, Sr. Tsuneo Okida, (entrevistado por ASSUMPÇÃO, 2004) depois do acidente com o barco Bateau Mouche IV, no Rio de Janeiro, a Marinha Mercante passou a exigir maior segurança dos barcos participantes de procissões marítimas, o que prejudicou os pescadores mais humildes. Outro fator que marcou o fim das comemorações foi a extinção da Superintendência de Desenvolvimento da Pesca do Ministério da Agricultura à época (ASSUMPÇÃO, 2004). Iconografia IC_SAO_PEDRO01 Registros fotográficos Não IC_SAO_PEDRO02 IC_SAO_PEDRO03 IC_SAO_PEDRO04 Fontes consultadas ASSUMPÇÃO, Lilian (2004). O pescador de almas: descrição crítica da Procissão marítima de São Pedro na cidade de Santos, à luz da folkmídia. Trabalho apresentado na 7ª Conferência Brasileira de Folkcomunicação, LageadoRS. Disponível em http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/9/96/O_ Pescador_de_Almas.pdf. Acesso em 17 de julho de 2009. HANAZAKI, Natalia (2001). Ecologia de Caiçaras – uso de recursos e dieta. dieta Campinas: Tese (Doutorado). Instituto de Biologia-Unicamp, Disponível em http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871. Acesso em 20 de julho de 2009. JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002b) Procissão de São Pedro volta a ser realizada em Santos. jun./2002. Disp. Em http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/1 0-JUN-11-%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009. JORNAL BAIXADA SANTISTA (2009b). Procissão de São Pedro atrai muitos fiéis. Disp. em http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/sao_ pedro_fieis2009%20.asp. Publicado em 30 de junho 2009. Acesso em 20 de julho 2009. Contatos associativos Apostolado do Mar da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes; relacionados Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado de São Paulo Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 2. OFÍCIOS E SABERES Designação nativa preferencial CAPOEIRA Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência O ano todo Locais de ocorrência Disseminada em todo o município Informações históricas É praticamente inexistente a menção à capoeira antes da segunda metade do século XX no município santista. A única passagem um pouco mais explícita a este respeito pôde ser encontrada em SANTOS & LICHTI (1986), quando descrevem o resgate de escravos promovido por membros do movimento abolicionista. Tais escravos eram escoltados por capitães-do-mato e pela força policial paulistana no bairro do Paquetá e foram libertados por um grande número de pessoas, entre eles o “cidadão Fortes, um santista de Sergipe e excelente capoeira, como dezenas de outros que existiam entre os abolicionistas da linha de frente (...)” (SANTOS & LICHTI, 1986: 225). O trecho denota a disseminação da prática, no último quartel do século XIX, mesmo entre os membros das classes médias santistas, que compunham ampla parcela dos partidários do abolicionismo. Uma ex-moradora do Quilombo do Jabaquara informa, em entrevista datada de 1931 e recuperada por MUNHOS (1992:56), que seu marido Manoel Leocadio era um ‘capoeira destemido’, o que pode indicar que tal prática era disseminada no quilombo. Todavia, a difusão da capoeira como esporte e como arte na cidade de Santos só parece ocorrer após a segunda metade do século XX e é atribuída à atuação de dois mestres pioneiros: Mestre Corisco e Mestre Sombra. José Lailton dos Santos, o Mestre Corisco, natural de Sergipe, criou em Santos a Associação Santista de Capoeira de Areia Branca (ASCAB) em 1965. Já Mestre Sombra, ou Roberto Teles de Oliveira, também natural de Sergipe, chegou a Santos em 1941 e começou a organizar rodas de capoeira de natureza informal. Reiteradas vezes, Mestre Sombra tentou fundar uma academia de capoeira: instalou-se em Vicente de Carvalho entre os anos de 1966 e 1968, posteriormente criou a Academia Zumbi no Guarujá, em 1972 e, finalmente, fundou a Associação de Capoeira Senzala, em Santos, no ano de 1978. Estes mestres foram os responsáveis pela formação de vários discípulos, que por sua vez auxiliaram na difusão da prática, fundando suas próprias academias. Entre os mais citados pelas fontes, podem ser destacados Mestre Valtinho da Senzala, Mestre Bandeira e Mestre Bahia. Informações descritivas A capoeira é uma prática que mistura esporte, arte, dança e música. No século XX, configuraram-se duas maneiras distintas de jogá-la: a denominada “capoeira Angola” e a chamada “Capoeira Regional”. A difusão de cada uma dessas modalidades é atribuída à influência decisiva de um mestre: respectivamente, Mestre Pastinha e Mestre Bimba. O aprendizado da capoeira envolve a “transmissão oral de suas práticas, rituais e herança cultural” (IPHAN, 2008a). A dinâmica desta iniciação é centrada na relação entre o mestre e seu discípulo, mediada pela roda de capoeira. Na roda “se expressam simultaneamente o canto, o toque dos instrumentos, a dança, os golpes, o jogo, a brincadeira, os símbolos e os rituais de herança africana – notadamente banto – recriados no Brasil” (IPHAN, 2008b). Entre os principais movimentos corporais desta prática encontram-se a ‘ginga’, o ‘aú’, a ‘benção’, o ‘martelo’ e a ‘armada’. Tanto os toques de berimbau como os cânticos entoados durante a execução de uma roda têm como função ditar o ritmo do jogo e marcar o início, o revezamento e o seu final. Entre os toques de berimbau podem ser citados o ‘São Bento Grande’, o ‘São Bento Pequeno’, o ‘Angola’ e o ‘Cavalaria’. Os tipos de cânticos podem ser diferenciados em ‘ladainha’, ‘chulas’ e ‘corridos’. Os instrumentos utilizados durante a roda de capoeira são o berimbau, o atabaque, o pandeiro, o agogô e o reco-reco. Condição Atual A Capoeira foi contemplada simultaneamente com duas inscrições nos Livros de Registro do Patrimônio Cultural do Brasil: como ofício, o Ofício dos Mestres, e como forma de expressão, a roda de capoeira. Entre as propostas para sua salvaguarda, incluem-se a criação de um Centro Nacional de Referências da Capoeira, o reconhecimento de notório saber do mestre de capoeira pelo Ministério da Educação e a proposta de criação de um Plano de previdência especial para os velhos mestres de capoeira (acima de 65 anos). Em Santos, a capoeira encontra-se amplamente difundida. Não somente existem incontáveis associações e academias de mestres renomados local, regional, nacional e inclusive internacionalmente, como também são inúmeros os projetos sociais e as ações do poder público municipal que fomentam a difusão da prática. Iconografia IC_CAPOEIRA01 Registros fotográficos Não IC_CAPOEIRA02 IC_CAPOEIRA03 Fontes consultadas ENTREVISTA. (1998). No ritmo da capoeira. Novembro. JORNAL LOCAL (1997). Capoeira. 2 de agosto de 1997. SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986). História de Santos/Poliantéia Santista. Santist São Vicente: Caudex. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. (2008a). Certidão de Registro do Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro de Registro dos Saberes. Saberes 21 de outubro de 2008. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=960. Acesso em: 3 de julho de 2009. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. (2008b). Certidão de Registro da Roda de Capoeira no Livro de Registro das Formas de Expressão. Expressão 21 de outubro de 2008. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=961. Acesso em: 3 de julho de 2009. MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação trágica ao mito da irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880. 1880 Dissertação de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade Católica. CAPOEIRA (2009a). http://www.capoeirasantista.com.br . Acesso em 04 de julho de 2009. CAPOEIRA (2009b). http://www.unidadecapoeira.net . Acesso em 04 de julho de 2009. Contatos associativos Associação de Capoeira Senzala de Santos; Associação Santista de relacionados Capoeira de Areia Branca (Mestre Corisco e Mestre Bandeira); Grupo Capoeira Santista (Mestre Ribas). Informações Técnicas Designação Clayton Peron Franco de Godoy Data 02/08/09 nativa preferencial CULINÁRIA CAIÇARA Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência Sazonal (a ocorrência dos pratos da culinária caiçara é determinada pelos ciclos da natureza) Locais de ocorrência Ilha Diana Informações históricas É possível afirmar que os pratos tipicamente caiçaras revelam os traços multiculturais originados das heranças étnicas que conformaram o caboclo brasileiro, designadamente as tradições indígenas e portuguesas e, em menor proporção, as tradições africanas. A herança indígena pode ser encontrada, sobretudo, nos produtos básicos, enquanto que a herança portuguesa pode ser identificada nos temperos e nos modos de preparo dos alimentos. De acordo com DIEGUES (2007): “A culinária caiçara apresenta uma grande influência indígena seja na preparação de pratos baseados na farinha de mandioca, seja naqueles em que entram os peixes, carnes de caça. A influência portuguesa também aparece no uso de alguns condimentos de origem ibérica e, sobretudo, na introdução da cana-de-açúcar, da banana (de origem africana)” (DIEGUES, 2007: 2). A história da culinária caiçara em Santos está por ser feita: não foram encontradas referências historiográficas explícitas a este respeito. Porém, há de se notar que, na circunscrição municipal de Santos, as fontes jornalísticas consultadas aludem à existência atual da culinária caiçara tradicional entre povoamentos de sua parte continental, nomeadamente na Ilha Diana. Neste caso específico, se, por um lado, não há como determinar, a partir exclusivamente das fontes, a origem histórica da prática, por outro lado pode-se conjecturar, a partir do histórico de sua ocupação e do modo de vida ali desenvolvido (baseado na pesca artesanal), que remonta a meados da década de 1940. Informações descritivas Os ciclos da natureza são determinantes para a compreensão da culinária caiçara, uma vez que ela se conecta estreitamente com as atividades de reprodução material e simbólica desse tipo de comunidade. Segundo DIEGUES (2007): “Isso se deve ao fato de, ao contrário das sociedades urbano-industriais que importam alimentos de longa distância, uma parte considerável dos alimentos é produzida pelos próprios caiçaras seja através da pequena agricultura seja da pesca, da caça e do extrativismo de produtos da mata. Uma vez que essas atividades primárias estão fortemente ligadas aos ciclos naturais como a pesca de determinadas espécies no verão e inverno e as atividades agrícolas sazonais, a disponibilidade de alimentos, em quantidade e qualidade está ligada a esses ciclos” (DIEGUES, 2007: 1). Em Santos, a tainha, por exemplo, é abundante no inverno e por isso os pratos feitos à base deste peixe são prioritariamente preparados nesta época. Na Ilha Diana, a tainha com farofa é servida na Festa do Bom Jesus, celebrada em 06 de agosto, próximo ao fim da safra da tainha. A conexão entre a dimensão simbólica e a dimensão material pode ainda ser compreendida a partir da relação entre o mundo do trabalho e o mundo religioso: “as datas religiosas antes eram parâmetros para atividades agrícolas e de pesca. Por exemplo, o dia de São Pedro indicava o final da safra da tainha (29 de junho); o dia de São Paulo (25 de janeiro) marcava o início da safra de camarão; o dia de São Tomé (21 de dezembro) indicava a ata de plantio da banana da variedade São Tomé (...)” (HANAZAKI, 2001: 69). Tradicionalmente, os modos de preparo dos produtos da atividade pesqueira, da coleta de frutos do mar, da caça e da agricultura de subsistência são variados, envolvendo técnicas de assar, de cozimento e de fritura em utensílios de barro ou de ferro. A mandioca é um dos ingredientes basilares desse tipo de culinária. Seus diversos tipos são utilizados diferencialmente no preparo de variados tipos de farinha e de pirão. A título de exemplo, são típicos desse tipo de culinária o Azul Marinho (peixe cozido com banana verde), o Lambe-Lambe (marisco com arroz), o risoto de camarão e pernil de paca. Condição Atual A pesquisa indicou que a Ilha Diana é o reduto da culinária caiçara tradicional no município de Santos. A culinária caiçara não somente faz parte da dieta cotidiana como é também um atrativo turístico do local. Nesse sentido, o Festival de Culinária Caiçara vem sendo realizado – como evento integrante da Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – desde 2002. Iconografia IC_CULINARIA_CAICARA01 Registros Não IC_CULINARIA_CAICARA02 fotográficos Fontes consultadas A TRIBUNA (2008b) Ilha Diana preserva a cultura caiçara no litoral. 04 de Fevereiro de 2008. A TRIBUNA (2002a). Ilha Diana festeja o Bom Jesus até sábado. 07 de agosto de 2002. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003. DIEGUES, Antônio Carlos (2007) Culinária e cultura caiçara, caiçara artigo eletrônico. Disponível em http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf . Acesso em 28/07/2009. HANAKAZI, Natalia (2001) Ecologia de Caiçaras – uso de recursos e dieta. dieta Dissertação de Mestrado em Biologia, Unicamp, Campinas, SP. Disponível em http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871 . Acesso em 29/07/2009. NASCIMENTO, Daniela. PEDRO, Greicilene Regina. (2005). Comunidade de Pescadores da Ilha Diana. Diana Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da Unisantos). Nov. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 10 de julho de 2009. Contatos associativos Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana relacionados Informações Técnicas Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 03/08/2009 Clayton Peron Franco de Godoy Designação nativa preferencial FUTEBOL DE PRAIA Outras Futebol de areia nomenclaturas Época de ocorrência O ano todo Locais de ocorrência Orla de Santos Informações O futebol de praia em Santos é praticado desde a década de 1960. Esses históricas clubes são agremiações ao mesmo tempo “informais e tradicionais, fundados há 15, 20 ou 30 anos” (NORI, 1998: 18); ocupam sempre o mesmo lugar na praia e tem cerca de 50 a 60 membros cada um. Não há torcedores, nem campeonato, pois o a prática do esporte é um fim em si mesmo; não há um sentido de competição, mas da prática pela prática. A prática do esporte, no entanto, nem sempre se deu dessa forma. A Federação Paulista de Futebol de Praia foi fundada em 1967 e existiu por dez anos; o esporte cresceu e as competições atraiam esportistas famosos, como Rivelino e Clodoaldo. O crescimento atraiu também times de outras cidades. Porém, havia muitas brigas e disputas, chegando ao limite da violência, como o caso de um jogador atingido com um tiro (que ficou conhecido depois pelo apelido de Miguel Bala) (NORI, 1998). Por volta de 1975, o caráter mais competitivo do esporte entrou em decadência, dando lugar a uma prática mais recreativa, declinando também as brigas e disputas. Essa prática mais recreativa não tem como objetivo a organização de campeonatos entre times, mas pura e simplesmente, a prática do esporte. Informações As características da orla marítima de Santos favorecem a prática dos descritivas esportes de areia, com seus sete quilômetros de extensão e uma faixa extensa de areia (em média, mais de 100 metros). A presença de barracas de praia na orla, que representam diversas associações também é característica da cidade; dentre essas associações, encontram-se os clubes de praia. A prática do futebol de praia na orla de Santos não é uniforme, sendo realizada com mais ou menos formalidade. Há formas menos organizadas, como as “peladas”, que são jogadas por um número indefinido de jogadores, sem uniforme, juiz ou demarcação de campo. Numa forma intermediária, há o jogo denominado “gol caixote”, que conta com pequenos pares de traves de madeira ou de canos plásticos. Não há goleiros, e os times tem número variável de jogadores, a partir de 05 jogadores. No caso do bem que tratamos nessa ficha, enfocaremos a sua forma mais organizada, que são os clubes de futebol de praia. Atualmente, há mais ou menos vinte clubes atuantes na orla de Santos. Quatro agremiações foram destacadas por Nori (1998): Clube da Ponta, Democrático, Igaratá e Alvorada. De acordo com a pesquisa desse autor, cerca de 50% dos associados desses clubes estão na faixa etária de 35 e 50 anos, com dedicação média de 20 anos ao esporte. Segundo Nori (1998), os participantes começavam a chegar aos pontos de encontro por volta das 13h, para começar a prática por volta das 16h. Os pontos de encontro costumam ser as próprias barracas dos clubes de praia. Os jogadores assinam uma lista até o 22º jogador. A partir do 23º, entram na reserva dos times. Ao diretor do clube cabe a escalação dos times; espera-se dele manter o equilíbrio técnico entre os dois times, para que não seja perdida a “graça” do jogo, tornando um time superior ao outro. Os clubes quase não têm patrimônio, nem sede social formal. Às vezes, seu único patrimônio é a barraca de praia. Alguns se constituem como pessoa jurídica apenas para que a licença das barracas possa ser renovada junto à Prefeitura. O caráter mais informal não prescinde, no entanto, de um processo autônomo de organização, contando com regras, escritas ou não, adotadas por todos. A prática autogestionária dos clubes contrasta, porém, com a seletividade em relação a novos membros: é preciso ter relações de amizade com os sócios, além de um nível técnico adequado, para ser convidado a participar do clube. Apesar de a prática ser exclusivamente recreativa, há um árbitro profissional contratado e são seguidas as regras oficiais da prática profissional, como tempo de jogo e número de jogadores. Os clubes não se vinculam à estrutura institucional do esporte, em qualquer nível, e não organizam campeonatos e nem disputam jogos entre si. Formam equipes somente entre seus próprios sócios, que se modificam a cada semana conforme a escalação do diretor do clube. Condição Atual A prática do futebol de praia encontra-se em plena atividade. Esses clubes também significam um importante espaço de sociabilidade entre os sócios, as suas respectivas famílias e demais simpatizantes, que se reúnem em bares próximos, para conversar, antes e depois da prática do esporte; também são promovidas festas e churrascos com o mesmo intuito. “Os valores e significados próprios que identificam o futebol de praia santista configuram, assim, uma prática de lazer esportivo que, ao longo de mais de trinta anos, vem construindo e consolidando uma cultura esportiva fundada essencialmente em aspectos de ludicidade e sociabilidade, que superam amplamente a prevalência do espírito competitivo presente quase sempre de forma exacerbada em outros cenários dessa modalidade e do esporte em geral” (NORI, 1998: 32). A regulamentação da prática esportiva na orla é anual. A última edição do decreto foi publicada em 09 de dezembro de 2008 no Diário Oficial do Município de Santos (2008), ficando a prática de futebol de praia assim regulamentada: a) de janeiro a dezembro, restrita aos sábados, domingos e feriados, até às 9h, entre as áreas distantes 150 m ao lado de cada canal; b) de março a novembro, liberada todos os dias, excetuando-se sábados, domingos e feriados, até às 10h, na área distante 150m de cada canal e liberada em toda a extensão da praia após às 16h; c) de dezembro a fevereiro, liberada todos os dias até às 9h, na área distante 150 m de cada canal e liberada todos os dias após às 17h30, em toda a extensão da praia. Iconografia IC_FUTEBOL_PRAIA01 Registros RF_FUTEBOL_PRAIA01 IC_FUTEBOL_PRAIA02 fotográficos RF_FUTEBOL_PRAIA02 IC_FUTEBOL_PRAIA03 RF_FUTEBOL_PRAIA03 IC_FUTEBOL_PRAIA04 Fontes consultadas NORI, Celio (1998). O esporte como manifestação de cultura e cidadania: o futebol de praia em Santos. Campinas: Dissertação (Mestrado em Estudos do Lazer). Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. NORI. Celio (2002). Boleiros da areia – o esporte como expressão da cultura e cidadania. São Paulo : Sesc. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto nº 5.229, de 08 de dezembro de 2008, p.8, 09/12/2008. Contatos Clube da Ponta; Clube Igaratá; Clube Democrático associativos relacionados Informações Informações técnicas Designação Arlene Martinez Ricoldi Data: 27/07/09 nativa preferencial JOGO DO TAMBORÉU Outras nomenclaturas Tamborete; Tamburello Época de ocorrência O ano todo Locais de ocorrência Orla de Santos Informações históricas Existe uma polêmica em torno do surgimento do jogo do tamboréu. A Liga Paulista de Tamboréu, fundada em 1968, defende que em 1904 o tamboréu já era praticado na “Societá Canottieri Esperia” (hoje clube Esperia – São Paulo-SP). Por sua vez, a Liga Santista de Tamboréu, fundada em 1965, assevera que é um esporte genuinamente santista. De acordo com esta última versão, o jogo surgiu em Santos, em 1937, na praia do Gonzaga. Dois irmãos italianos, Bruno (ou Joseph) e Luigi Donadelli, comerciantes de roupa radicados em Santos desde 1911 foram responsáveis pela criação do esporte. Era chamado por eles de tamburello, palavra oriunda do italiano que significa tambor pequeno. A partir de 1942, o esporte se popularizou e surgiram os times. O Tupis foi o primeiro time de destaque e ganhou o bicampeonato da cidade em 1947-48. Outros times importantes foram o Banco do Brasil, o Graussás, o Fri-Kik, o Estudantes e o Fluminense. Os campeonatos oficiais começaram em 1954. Nesta época, os times fortes eram o Banespa e o Brahm's. Nas quadras de saibro, as equipes dominantes nos anos 80 eram a do Atlético Santista, a do Tamoios e a do Portuários. Informações descritivas O tamboréu é um esporte jogado por atletas colocados em posições opostas em cada uma das metades de uma quadra (qualquer tipo de solo) dividida por uma rede. Há jogos de simples e duplas. O objetivo de cada jogador ou dupla é enviar a bola ao campo adversário por cima da rede sem que haja devolução, utilizando para isso o tamboréu. O pandeiro-raquete que dá nome ao jogo é um instrumento composto de um aro e de uma tampa de qualquer material com diâmetro máximo de 26 centímetros. São usadas as mesmas bolas oficiais dos jogos de tênis. A duração do jogo varia de acordo com o tipo de torneio e a composição das equipes. Condição Condição Atual O tamboréu é jogado por atletas amadores em torneios organizados pela Liga Santista e por aqueles que o praticam como diversão na orla santista. A regulamentação do tamboréu na orla segue as seguintes regras: é liberado em toda a extensão da praia até às 11h e após às 16h, segundo o decreto municipal n° 5.229, de 09 de dezembro de 2008. Iconografia IC_TAMBOREU01 Registros RC_TAMBOREU01 IC_TAMBOREU02 fotográficos RC_TAMBOREU02 IC_TAMBOREU03 RC_TAMBOREU03 RC_TAMBOREU04 Fontes consultadas A TRIBUNA (2008a) Esporte genuinamente santista. 26 de janeiro de 2008. A TRIBUNA (2006b) Tamboréu mostra que é um esporte democrático. 27 de outubro de 2006. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2004) Memória santista – Tamboréu. 26 de novembro de 2004. EXPRESSO POPULAR (2008) – Uma história santista. 16 de agosto de 2008. JORNAL DO BOQUEIRÃO (1990) Tamboréu – o esporte que Santos deu ao Brasil. Junho de 1990. NOVO MILÊNIO (2009a). ABREU, Sônia Mateu L. Tamboréu, um esporte santista. Disponível em http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em 20 de julho de 2009. Site da Liga Santista de Tamboréu. Disponível em http://www.tamboreu.com.br . Acesso em 20/07/2009. Site da Liga Paulista de Tamboréu. Disponível em http://www.tamboreu.esp.br/ . Acesso em 20/07/2009 Contatos associativos Liga Santista de Tamboréu relacionados Informações Técnicas Designação Maria Cecília Manzoli Turatti Data 20/07/2009 nativa preferencial MODO ARTESANAL DE FAZER AGUARDENTE DO MORRÃO NOVA CINTRA Outras nomenclaturas Modo artesanal de fazer Pinga Morrão Época de ocorrência De agosto a dezembro Locais de ocorrência Morro Nova Cintra Informações históricas O Nova Cintra é um bairro situado num vale alto, entre os Morros de Santa Terezinha, Voturá Cutupé, Marapé, São Jorge e Saboó. Seus primeiros habitantes foram imigrantes portugueses, mais precisamente da Ilha da Madeira. O nome Morro da Nova Cintra foi dado pelo português Luís Matos, que ali construiu um sítio no qual morou até o final do século XIX. Mas os ilhéus originários chamavam o bairro também de Morrão da Nova Cintra, como forma de se lembrarem de Sintra, em Portugal, que, assim como o morro, tem uma vasta área verde. No morro são encontrados rústicos alambiques que produzem cachaça de alta qualidade, disputada por apreciadores e colecionadores. Há quem defenda a tese de que a cachaça nasceu na Baixada Santista, mais precisamente no sopé do Morro da Nova Cintra, antigo caminho de ligação entre as vilas de Santos e de São Vicente. Ali foi levantado o primeiro engenho de cana-de-açúcar do Brasil, o de São Jorge dos Erasmos. Por certo, foi ali também que se preparou a aguardente de cana pela primeira vez em terras do Novo Mundo. Mas há também os que acreditam que a cachaça começou a ser produzida mais tarde, no Nordeste, e há aqueles que acham que os portugueses já a traziam a bordo das naus. Mas ninguém duvida que a Baixada Santista teve uma cultura canavieira muito importante nos primeiros séculos da colonização, com vários engenhos funcionando. O fabrico da pinga no Morro Nova Cintra foi iniciado por Francisco Gomes de Barros, no ano de 1915. Segundo FRUTUOSO (1989: 147), a cana-de-açúcar foi o maior investimento dos portugueses, pois, ainda que criassem gado leiteiro (cuja produção era vendida para a cidade baixa), suínos e galinhas para a venda de ovos, a fabricação de pinga era “bem lucrativa, já que bastante consumida na cidade, sendo a principal atividade econômica dos morros” Até o início dos anos 50 chegaram a funcionar 38 alambiques, sendo os mais famosos os do Morro da Nova Cintra, que em seu cume tem uma grande área, mais plana, com lagoa, cachoeira, clareira e um bosque. Esses estabelecimentos pertenciam em sua maioria aos ‘ilhéus’ responsáveis pela conhecida pinga Morrão da Nova Cintra. Havia outro no Marapé, a Gota do Marapé, e o de Antonio Relva, no Morro da Caneleira, este no caminho para São Vicente, próximo ao antigo matadouro Municipal, na linha do bonde (FRUTUOSO: 1995). Informações descritivas Os alambiques ficavam próximos às bicas d’água devido à necessidade de resfriar as serpentinas. Para o transporte de cana morro abaixo, era utilizada a “zorra”, espécie de trenó. Depois de pronta, a aguardente era acondicionada em grandes garrafões que seguiam em carroças até a cidade, onde a pinga era então comercializada. (FRUTUOSO: 1989). A produção da pinga morrão de qualidade exige um trabalho de paciência que começa com o plantio da cana, no início do ano, até sua colheita em julho. A cana utilizada para o fabrico passa por uma moenda e, neste processo, é obtida a garapa, que por sua vez é despejada em cochos de madeira. Ali, permanece durante 48 horas, se estiver calor, ou 72 horas, se estiver frio, até azedar por completo. Após essa fase, a garapa é colocada em uma caldeira para ser esquentada. A temperatura da caldeira tem que estar no ponto ideal, caso contrário, o morrão acaba ficando com gosto ruim. Todo o processo demora em média 5 horas, desde a saída da caldeira até passar por uma serpentina, onde acontecerá a destilação. Todo o produto é acondicionado em bombas de vidro e permanece em descanso durante seis meses, pois o vidro conserva melhor a pureza, ao contrário dos tonéis de madeira, que acabam mudando o gosto e até mesmo a coloração do morrão (com o tempo a bebida fica amarela). O melhor morrão é aquele que atinge a graduação alcólica de 19,5º. Condição Atual A arte de fabricar pinga ainda resiste no Morro da Nova Cintra. Dos doze alambiques que abasteciam os comerciantes da cidade alta na década de 70, restam apenas dois. A pinga ainda é feita de forma artesanal, apenas de cana-de-açúcar, sem nenhum produto químico. Arlindo Gomes Barros, dono do Alambique Engenho Leal, na Avenida Santista, 84, defronte do pronto-socorro, garante que só continua produzindo morrão para manter a tradição deixada pelo seu pai. Uma tradição de mais 60 anos também é mantida por Eduardo Francisco, que tem seu alambique na Rua Maria Reis, 91. Tanto o Engenho Leal como o alambique de Eduardo Francisco só produzem a pinga, atualmente, para amigos e familiares. Iconografia Fontes consultadas IC_AGUARDENTE01 Registros IC_AGUARDENTE02 fotográficos Não FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995).O café e a imigração em Santos. In Pereira, M. A. F et al. Santos, café & história. história Santos: Leopoldianum,. pp. 41-54. FRUTUOSO, Maria S. G. (1989). A Emigração Portuguesa e sua Influência no Brasil: o caso de Santos – 1850 a 1950. 1950 Dissertação (Mestrado). São Paulo: Departamento de História, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. Site da Associação Brasileira de Organização de Festas Folclóricas e Artes Populares – AbrasOFFA. Disponível em: www.abrasoffa.org.br. Acesso em 02 de agosto de 2009. Contatos associativos Sociedade de Melhoramentos do Morro Nova Cintra relacionados Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data: 03/08/2009 Designação nativa preferencial preferencial OFÍCIO DE BORDADEIRA NOS MORROS SANTISTAS Outras nomenclaturas Bordadeiras da Ilha da Madeira em Santos Época de ocorrência O ano todo Locais de ocorrência Morro São Bento; Morro Nova Cintra. Informações históricas históricas De acordo com FRUTUOSO (1995), o ofício de bordadeira nos morros de Santos constitui-se como uma herança da leva de imigrantes da Ilha da Madeira que se instalaram na cidade por volta de 1885. Devido à similitude entre o relevo da Ilha da Madeira e o relevo da cidade de Santos, esses imigrantes optaram por construir suas residências nos morros da cidade, com destaque para o São Bento e o Nova Cintra. O reconhecimento da atividade e dos produtos do trabalho das bordadeiras remonta ao inicio do século XX. A função deste artesanato para a economia doméstica dos imigrantes e descendentes de imigrantes madeirenses instalados no município não era desprezível. Na organização familiar, enquanto os homens empregavam-se principalmente nos ramos da construção civil e das atividades portuárias (nomeadamente, trabalhando nos armazéns de estocagem de café), as mulheres incumbiam-se das atividades domésticas e da produção artesanal de bordados. As peças resultantes da atividade eram feitas sob encomenda e vendidas diretamente para as famílias da aristocracia santista e para os comerciantes locais. Seu apogeu deu-se por volta dos anos 1950 e 1960, logo após a fixação de uma nova leva de imigrantes madeirenses na cidade (entre 1945 e 1950). Em meados dos anos 1960 “os bordados passaram a ser comercializados através de intermediários (agenciadores) das grandes lojas e oficinas de São Paulo-Capital e Santos. Eles traziam e ainda trazem as encomendas já definidas: tipos de ponto, tecido, linha, riscado e com preço de mão-de-obra pré-estabelecido” (NASCIMENTO, 1992: 16). Simultaneamente, as peças produzidas artesanalmente pelas bordadeiras passaram a concorrer com aquelas produzidas industrialmente com máquinas de costura. Como resultado, para além da depreciação crescente do preço de suas peças, a adaptação às demandas comerciais e à concorrência gerou mudanças que impactaram a criatividade inerente à atividade. Se inicialmente o ofício lidava com temas folclóricos alusivos à Ilha da Madeira, tramas e padrões de bordado elaborados e materiais nobres para a produção das peças, a partir dessa conjuntura os temas passaram a ser ditados pela demanda, os materiais utilizados foram escolhidos entre aqueles de qualidade inferior e os padrões das tramas foram simplificados. O ofício artesanal entrou então em um ciclo de declínio, o que prejudicou sua transmissão intergeracional e, portanto, a decorrente manutenção como atividade aprendida no domínio doméstico. Segundo KODJA (2004) e ANGELO (2004), isso se deveu a três processos associados: perda de interesse na compra das peças mais elaboradas – e mais caras – pelo público com maior poder aquisitivo, decadência do uso e do valor ornamental de peças em bordado manual e perda de interesse pela assimilação das técnicas de bordar ‘para fora’, já que as filhas das bordadeiras optaram pela busca de colocações com maior rentabilidade. Em 1982, a Paróquia de Nossa Senhora Assunção, no Morro São Bento, promoveu, juntamente com a colaboração da comunidade e das bordadeiras, um conjunto de reuniões, no qual foi amadurecida a idéia de criar a União das Bordadeiras do Morro São Bento, um grupo autônomo de artesãs que tinha como principais objetivos a preservação das técnicas de bordado da Ilha da Madeira trazidas para Santos e a eliminação dos intermediários entre as bordadeiras e seus consumidores. A União foi finalmente fundada em 1985, contando inicialmente com cerca de 20 participantes (em 1992, já eram mais de 100), sendo a entidade desde então a responsável pelo ministério de cursos e oficinas desse tipo de bordado, promovidas pelo poder público, além de participar de uma série de oficinas e feiras de artesanato em todo o território nacional, mas com maior incidência no estado de São Paulo (SOUZA & MUNIZ, 1999). Informações descritivas A arte de bordar na cidade de Santos é uma ocupação tipicamente feminina. A transmissão dos saberes relacionados a esta prática ocorria principalmente no ambiente doméstico, sendo ensinados de mãe para filha, que treinavam em “simples pedaços de tecido até estarem habilitadas a bordar uma peça” (FRUTUOSO, 1995: 44). Atualmente, também existe um interesse maior no aprendizado da técnica, o que ampliou o espaço de sua transmissão para oficinas e cursos promovidos em ambientes públicos. Este artesanato é realizado por meio do uso de dedais, linhas, tesouras e tecidos (linho, tergal ou percal) e inclui uma série de ‘pontos’, que é como são denominados os modos de trabalhar o tecido a fim de criar as ‘tramas’ dos bordados. Sua especificidade decorre do fato de que é um bordado ‘sem fios contados’, ou seja, é um tipo de técnica que proporciona maior liberdade criativa para a artesã. Os ‘pontos’ utilizados, além do principal, denominado de ‘cheio’, podem ser classificados em básicos (o ‘caseado’, o ‘bastido’ e o ‘cordão’), derivados (o ‘ilhó’, o ‘ponto oficial’ e o ‘folha aberta’) e especiais (o ‘Ana’, o ‘cruz’ e o ‘bainha’, entre outros). Cada uma dessas categorias possui um amplo espectro de variações, tais como o ‘cheio fechado’, o ‘cheio ‘aberto’, o ‘caseado fechado’, o ‘caseado aberto’, o ‘ponto sombra’, o ‘matiz’, o ‘bolinha de areia’ e o ‘ponto corda’ (ou ‘haste’). A combinação entre vários pontos dá origem a um tipo de ‘trama’ ou a um novo ponto, tais como o ‘crivo’, o ‘caseado recortado’ e o ‘ponto-atrás’. A associação entre os pontos e tipos de trama, de temática livre ou alusiva a temas folclóricos, é empregada para dar relevo ou orlar os tecidos, originando as ‘peças’. Estas, que são os produtos da atividade, vão desde lenços de bolso e caminhos de mesa até toalhas de banquete e enxovais. Condição Atual Essa atividade artesanal é detentora de grande destaque na hierarquia dos bens culturais do município santista. Segundo KODJA (2004), as bordadeiras são costumeiramente chamadas para participar de feiras e eventos, e é grande o assédio em torno de seu trabalho na mídia impressa e televisiva da cidade (O ESTADO DE SÃO PAULO, 1992). À menção da existência da atividade também no Morro Nova Cintra, nas fontes consultadas, não corresponde uma descrição ou acompanhamento do desenvolvimento, permanência e extensão desse ofício neste local. Por outro lado, as fontes não são taxativas quanto ao seu desaparecimento no Nova Cintra. O que foi possível averiguar é que, atualmente, o poder público municipal, por meio da Secretaria da Cultura e da Secretaria da Assistência Social, promove duas oficinas para o aprendizado das técnicas relacionadas a este artesanato: uma no próprio Morro São Bento, na sede do Centro Turístico, Esportivo e Cultural do Morro São Bento e outra no centro da cidade – ambas sob os cuidados da União das Bordadeiras do Morro São Bento. As fontes consultadas, no entanto, não esclarecem se o esforço da União das Bordadeiras e as iniciativas do poder público foram capazes de compensar as dificuldades de transmissão intergeracional – ou seja, a continuidade propriamente patrimonial da atividade – e se criaram as condições necessárias para o livre exercício da criatividade das artesãs, haja vista que os condicionantes sociais deste último (a perda de interesse e do valor ornamental de tais peças na sociedade) são complexos e de difícil resolução. Iconografia IC_BORDADOS01 Registros RF_BORDADOS01 IC_BORDADOS02 fotográficos RF_BORDADOS02 IC_BORDADOS03 Fontes consultadas RF_BORDADOS03 ANGELO, Elis Regina Barbosa. (2004). Turismo e Artesanato: os bordados de Santos em perspectiva. Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista Eletrônica). Nov. Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18. Acesso em 11 julho 2009. FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995). O café e a imigração em Santos. In Pereira, M.A.F. et al. (1995) Santos, café & história. história Santos: Ed. Leopoldianum/Universidade Católica de Santos. pp. 41-54. KODJA, Gisela. (2004). Bordadeiras do Morro São Bento: memória, trabalho e identidade. identidade São Paulo: 139 Fls. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Departamento de Gerontologia. NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos morros de Santos. Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan. O ESTADO DE SÃO PAULO (1992). “Bordadeiras preservam tradições”. 12 de julho. SOUZA, Alaíde Vicente de; MUNIZ, Fernanda da Silva. (1999). Participação social no Morro São Bento. Bento Santos: 79 fls. Monografia (Trabalho de Conclusão do Curso de Serviço Social). Universidade Católica de Santos – UNISANTOS. Contatos associativos União das Bordadeiras do Morro de São Bento; Paróquia Nossa relacionados Senhora da Assunção; Sociedade de Melhoramentos do Morro São Bento Informações Técnicas Designação Clayton Peron Franco de Godoy Data 22/07/09 nativa preferencial PESCA ARTESANAL Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência Sazonal, de acordo com as safras de cada produto pescado. Locais de ocorrência Estuário de Santos Informações históricas A pesca artesanal, voltada para a subsistência ou para a atividade mercantil, se define em oposição à pesca industrial (ADAMS, 2000). A população rural e ribeirinha da Baixada Santista sempre combinou a agricultura com as atividades de pesca e de coleta de produtos do mangue. Embora a bibliografia consultada não permita fixar com precisão o início da atividade pesqueira desse porte no estuário de Santos, é razoável supor que a pesca artesanal no local tenha se desenvolvido simultaneamente à fixação de núcleos populacionais pós-coloniais em seu entorno. A este respeito, TULIK (2005), ao estudar o estabelecimento da comunidade da Praia do Góis, no Guarujá, reconhece que sua ocupação remonta ao final do século XIX: “são, portanto, núcleos populacionais espontâneos e modernos, embora localizados numa área de colonização antiga” (TULIK, 2005: 258). Associados à baixa produtividade agrícola da região, RIBEIRO NETO & OLIVEIRA (1989) reconhecem a coexistência de dois processos que teriam contribuído para o estabelecimento da pesca artesanal na Baixada Santista: “a existência de um contingente de trabalhadores que conheciam as artes de pesca e que estavam liberados de outras atividades econômicas; e a formação de um mercado consumidor para o pescado capturado, representado pela população urbana de Santos e São Vicente e até mesmo São Paulo, que estava ligada à Baixada Santista por um bom sistema de circulação” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 70). Tais condições favoreceram a paulatina profissionalização da pesca artesanal nessa região, enquanto que a permanência da atividade nos dias atuais pode ser atribuída tanto ao volume dos recursos estuarinos (ainda consideráveis, embora decrescentes ao longo do tempo) como ao número relativamente pequeno de indivíduos devotados ao mister. Os mesmos autores destacam ainda a coexistência de duas situações sociais dependentes desse tipo de atividade: a de núcleos populacionais estabelecidos com anterioridade à fase do alto crescimento demográfico que teve início na década de 1940 e a de núcleos populacionais que se formaram a partir do estabelecimento de migrantes – em sua maior parte, nordestinos, - a partir desse surto de crescimento. Por sua vez, GEFE, AMORIM et alli (2004) indicam a coexistência de várias comunidades de pescadores que desenvolveram, ao longo dos anos, as atividades de pesca artesanal na região do estuário santista: colônias de pescadores situadas nas circunscrições dos municípios de Bertioga, São Vicente, Santos, Guarujá e Cubatão. Foi possível auferir, a partir de fontes jornalísticas, que moradores de pelo menos dois dos bairros mais populosos da área continental de Santos – Ilha Diana (cuja ocupação remonta à década de 1940) e Monte Cabrão (habitado desde 1910) – praticam atividades de pesca artesanal desde as primeiras décadas do século XX. A pesca artesanal, enquanto atividade mercantil e de subsistência, adaptou-se dinamicamente aos acelerados processos sociais de modernização de seu entorno imediato. Se antigamente os indivíduos podiam dedicar-se integralmente à atividade, ou associá-la a outras atividades agrícolas e de coleta, a influência da economia monetizada e da urbanização de Santos, em especial o crescimento do turismo, impuseram novos condicionantes. Dessa maneira, “as estratégias de sobrevivência organizam-se através da combinação dos ciclos biológicos e de ciclos econômicos representados pelo turismo. Nos finais de semana e nas temporadas, a demanda por produtos originados da explotação dos recursos aquáticos e da mata aumenta sobremaneira, bem como o setor de serviços passa a necessitar em maior escala da mão-de-obra local” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 14). Assim, atualmente, os indivíduos dedicados à pesca artesanal dividem o seu tempo entre a atividade e a alocação temporária ou sazonal de sua força de trabalho nos setores da indústria e de serviços. Paralelamente, durante a década de 1950, assistiu-se ao ingresso de certo contingente da população empobrecida da cidade na atividade, em especial migrantes que não obtiveram empregos formais ou não se adaptaram aos padrões de trabalho urbano. A entrada desses migrantes na atividade foi fortemente dependente dos laços sociais estabelecidos com os pescadores artesanais tradicionais, sejam tais laços de compadrio, de vizinhança ou de parentesco decorrentes de casamentos (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989). Dois outros fatores interferiram sobejamente na manutenção da pesca artesanal, obrigando-a a adaptar-se, seja em termos de técnicas, seja em termos de instrumentos utilizados, seja ainda ao volume e à qualidade dos recursos estuarinos disponíveis. São eles a poluição do estuário de Santos (que, embora monitorada, contribui para a diminuição do volume dos recursos do estuário e torna muitas vezes o produto da atividade impróprio para o consumo) e a concorrência com a pesca esportiva e a pesca artesanal. Todos os processos descritos replicaram-se nas comunidades cujo território está circunscrito ao município de Santos. Monte Cabrão, por exemplo, viu muitos de seus moradores trocarem a pesca pelas oportunidades abertas pelo ecoturismo e, dada a proximidade com Bertioga, pela prestação de serviços domésticos para a estrutura turística de luxo presente na Riviera de São Lourenço. Com efeito, em 1983, pescadores da comunidade já reclamavam que o estuário não fornecia a mesma quantidade de robalo, pescada, tainha e parati e, logo, este tipo de pescado já não garantia uma boa receita. Em substituição, surgia a venda de camarão vivo para os pescadores esportivos que acorriam ao bairro (A TRIBUNA, 1983). Nesta época, apenas um pescador possuía barco a motor; os demais seguiam com suas canoas a remo para o Poço da Cecília, o Poço do Coelho ou o Poço do Caraú, os melhores pontos para a pesca nas cercanias do Monte Cabrão. Já a Ilha Diana é proclamada como a “ilha dos pescadores”, “lugar onde a pesca é o sustento da vida”, segundo os jornais A Tribuna (1981), Expresso Popular (2001) e Jornal da Tarde (2004c). Em 1981, os pescadores declaravam ser a pesca uma profissão ainda rentável. O principal produto era o camarão, embora os pescadores reclamassem que a existência de atravessadores comprometia o seu lucro. Terminada a safra do camarão, entravam em cena a captura de ostras, mariscos, siris e a pesca de tainhas, corvinas e bagres (A TRIBUNA, 1981). Em 2004, um morador antigo da Ilha lamentava o fim da fartura de peixes, argumentado que a grande quantidade de pescadores esportivos fez o peixe desaparecer no estuário. Dizia não haver se adaptado ao barco a motor e voltado para o remo, mas pescava pouco. Sua atividade principal era a captura de caranguejo, produto também escasso devido à troca da técnica tradicional de ‘enfiar’ o braço no barro para pegar o crustáceo pelo uso da ‘redinha’ e ao fato de que os pescadores novatos pegavam a fêmea mesmo que ela não fosse apreciada para a venda (é muito pequena) e, com isso, prejudicavam a reprodução do caranguejo (JORNAL DA TARDE, 2004c). Apesar de todas as dificuldades, a pesca artesanal mantém-se como uma atividade de subsistência para as comunidades que a praticam no estuário de Santos. O estudo de GEFE, AMORIM et alli (2004) detectou que 90% dos 2.731 pescadores artesanais que compuseram sua amostra consomem o produto de sua atividade e que 40% do total pescam praticamente todos os dias da semana (entre 6 e 7 dias por semana), apesar de a maioria (52,2%) ter outra profissão. Informações descritivas A pesca artesanal é uma atividade complexa, que envolve uma série de conhecimentos: destacadamente, ciência dos ciclos de vida dos recursos biológicos disponíveis e expertise na confecção e uso dos instrumentos e artes e técnicas de pesca. Dessa maneira, é uma atividade cuja aprendizagem é dependente da transmissão oral e por imitação. GEFE, AMORIM et alli (2004), em seu estudo a respeito dos pescadores artesanais da Baixada Santista, destacam que 76% da amostra de 2.731 pescadores entrevistados declararam que aprenderam a pescar com familiares ou amigos, o que indica a persistência desse tipo de transmissão de conhecimento ao longo das décadas. Todavia, o mesmo estudo indica uma retração da profissão de pescador artesanal entre os jovens, o que pode denotar dificuldades crescentes na transmissão intergeracional da atividade, decorrentes principalmente dos processos apontados anteriormente (baixa rentabilidade em comparação com outras profissões urbanas, baixa rentabilidade derivada da diminuição dos estoques e da depreciação da qualidade dos recursos biológicos devido à poluição do estuário, necessidade de recursos financeiros iniciais para inversão na aquisição de equipamentos necessários à atividade). Do ponto de vista da distribuição de tarefas por gênero, há tradicionalmente uma predominância masculina na atividade: as mulheres dedicam-se à coleta de moluscos e às atividades informais derivadas da pesca artesanal, tais como descascar e limpar camarão, lavar ostras e encapar siris. Os principais recursos explotados no estuário santista são os moluscos (ostras e mariscos), os crustáceos (camarão-branco, caranguejos e siris) e os peixes (parati, tainha, manjuba e bagres e, em menor escala, devido à raridade, robalos, pescada-branca e pescada-amarela). Sua captura está sujeita a ciclos climáticos: no período de tempo frio (junho a setembro), diminui a coleta de ostras e siris, a pesca de camarão se restringe ao uso como isca-viva e os peixes mais abundantes são a tainha e o parati; no primeiro ciclo de tempo quente (outubro a janeiro), caranguejos e siris tornam-se os principais produtos; e, finalmente, o segundo ciclo quente (janeiro a maio) corresponde à safra do camarão (DIEGUES, 2007; RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989). As técnicas e instrumentos empregados variam, conforme o tipo de recurso a ser explotado, mas as principais são, pela ordem, as redes (de caceio, de espera, arrasto e cerco), a tarrafa, os aparelhos com linha e a captura manual (GEFE, AMORIM et alli, 2004). Parece haver uma hierarquia, no interior das comunidades, que forja um gradiente de status entre as atividades, devido à complexidade envolvida e à dotação de instrumental necessário. Assim, a pesca de peixes, por envolver barcos e demais instrumentos mais caros, é a mais valorizada e indicativa do status superior do indivíduo na comunidade, ao passo que a coleta manual de crustáceos (siris e caranguejos), por ser exercida de maneira mais rudimentar, corresponde a um status inferior no interior da comunidade. A coleta de ostras e de mariscos ocorre utilizando-se a técnica de mergulho. É uma prática arriscada, que envolve o conhecimento sobre o estuário e o domínio sobre técnicas de natação. Os mariscos também são coletados no mangue. Porém, este tipo de explotação exige um outro tipo de conhecimento, mais específico, para encontrar os moluscos no manguezal. Por sua vez, a coleta do caranguejo tem seu auge no mês de dezembro, quando o animal está se reproduzindo. O coletor pode capturá-lo dentro de sua toca no mangue, esperar que ele saia quando chove ou forçar a sua saída cobrindo a toca com folhas. A comercialização é feita às margens das rodovias e, como não há necessidade de grandes habilidades ou equipamentos específicos para coletar o caranguejo, muitos moradores que não vivem da exploração do mangue praticam-na no verão. (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989). A pesca do siri é realizada com espinhel, um bambu em que se prende uma linha de náilon de cerca de 250 metros de comprimento e cerca de 150 iscas feitas com vísceras de bovinos (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989). O camarão-branco é o produto comercialmente mais valioso do complexo estuarino da Baixada Santista. A pesca é feita com tarrafas de baixo custo e fácil manejo. A citação a seguir é longa, mas extremamente esclarecedora a respeito do processo: “Durante a safra do camarão, a pesca é realizada principalmente no inicio da manhã porque o camarão, segundo os pescadores, passa a noite nos baixios deslocando-se para os poços e áreas profundas, onde a pesca fica mais difícil durante o dia. Antigamente a captura era feita à noite, mas atualmente a maior parte dos pescadores prefere pescar no início da manhã. Além disso, o uso da tarrafa é eficiente somente quando ela se mantém no prumo enquanto é operada por isto, deve ser usada enquanto a maré está parada e a velocidade da corrente é pequena. Por estes motivos o período diário de trabalho durante a pesca do camarão é relativamente pequeno, indo das 5 ou 6 da manhã até as 10 ou 11 horas. No início da safra do camarão, os pescadores tendem a procurar o pescado mais próximo ao alto estuário e vão acompanhando os estoques em sua migração rumo à costa. No estuário de São Vicente, quando a captura começa a declinar, os pescadores se deslocam para o alto estuário de Santos e o Canal da Bertioga. A pesca pode se destinar à venda para o consumo ou para a venda de ‘iscas vivas’, utilizadas pelos pescadores amadores para a pesca com anzol. Neste segundo caso, o pescador captura menos indivíduos, procurando deixá-los vivos para a venda. A pesca de “iscas vivas" é realizada durante todo o ano, e não apenas na safra do camarão, pois baseia-se na captura de pequenas quantidades de camarão, que são sempre encontradas no estuário. No caso da captura para o consumo, o camarão só começa a ter um tamanho de interesse comercial a partir de março, mês no qual a pesca se iniciava tradicionalmente” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 45-46). Em relação à pesca de peixes, ocorre no estuário santista a associação entre um sistema multi-específico (pesca de várias espécies) e multiinstrumental (uso de várias técnicas e instrumentos). A pesca de peixes possui dois períodos bastante distintos, vinculados ao ciclo da comunidade de peixes: a de inverno (que corresponde aos ciclos de maio e julho e de agosto e setembro) e a de verão (cujos dois ciclos são os de outubro a novembro e de janeiro a fevereiro). O primeiro período corresponde à captura de paratis e tainhas, enquanto que o segundo oportuniza uma maior diversidade de pescados: além da tainha e do parati, compõem a captura robalos, bagres, tainhas, espadas e carapebas, entre outros. Os instrumentos empregados são, geralmente, a tarrafa e a rede (esta última, implicando na adoção das técnicas de cerco fixo, de lanço, de espera ou de caceio e, em menor medida, de jaú). Os barcos predominantemente utilizados são os de casco de alumínio, tendo presença minoritária as canoas de um tronco só, com motor de popa. De acordo com RIBEIRO & NETO (1989): “Os peixes de interesse comercial são um recurso menos abundante no estuário que os siris e camarões, obrigando o pescador a percorrer uma área maior para obter uma produção economicamente significativa. Assim, o tipo de embarcação e a potência do motor de popa são muito mais importantes neste tipo de pesca que nas demais” (RIBEIRO NETO & OLIVEIRA, 1989: 52). Condição Atual Do exposto, pode-se afirmar que várias comunidades, situadas dentro e fora da circunscrição do território municipal de Santos, realizam em seu estuário as atividades de pesca artesanal (incluídas aí a coleta de crustáceos e moluscos). É possível sustentar que, muito provavelmente, cada uma dessas comunidades possui uma configuração e uma dinâmica próprias. Isto significa que foram atingidas diferencialmente e continuam a formular respostas diferenciadas ao desafio da adaptação aos processos sociais nos quais estiveram e estão implicadas. Especificamente em relação às comunidades que praticam a pesca artesanal e que têm seu território na circunscrição do município de Santos (Monte Cabrão e Ilha Diana), a pesquisa bibliográfica aponta para a existência unicamente de formas mais tradicionais de pesca artesanal (sendo até o barco a motor de pequeno porte um artigo raro) e tendo como finalidade a subsistência e a diversificação do cardápio doméstico (A TRIBUNA, 2001). Frente aos processos em curso na região, autores como GEFE, AMORIM et alli (2004) e RIBEIRO NETO & OLIVEIRA (1989) alertam que a mudança na composição social e morfológica das comunidades em questão e o declínio da transmissão intergeracional dos saberes relacionados à prática da pesca artesanal estão provocando a descaracterização dessas comunidades e uma transfiguração da tradição da qual constituem referência: “A atividade de pesca, tão importante outrora, onde Santos ficou conhecida como a principal cidade pesqueira do país, hoje encontra-se reduzida e desarticulada, em fase de desaparecimento” (GEFE, AMORIM et alli, 2004: 16). Iconografia IC_PESCA_ARTESANAL01 Registros fotográficos Não IC_PESCA_ARTESANAL02 IC_PESCA_ARTESANAL03 IC_PESCA_ARTESANAL04 Fontes consultadas ADAMS, Cristina (2000) Caiçaras na Mata Atlântica – pesquisa pesquisa científica versus planejamento e gestão ambiental. ambiental São Paulo, FAPESP/AnnaBlume. A TRIBUNA (1981). Na Ilha Diana ainda se vive de pesca. 21 de maio de 1981. A TRIBUNA (1983) Conheça seu bairro – Monte Cabrão. 10 de março de 1983. A TRIBUNA (2001) Área continental ainda é o oposto da cidade. 03 de janeiro de 2001. EXPRESSO POPULAR (2001) Lugar onde a pesca é o sustento da vida. 14 de dezembro de 2001. GEFE, Wanderley; AMORIM, Luís Felipe Carrari de et alli (2004). Aspectos sócio-econômicos da pesca artesanal na região da Baixada Santista. Anais do IV Congresso Brasileiro de Pesquisas Ambientais e Saúde. Saúde Santos/São Vicente: CBPAS, 18 a 21 jul. pp. 13-21. JORNAL DA TARDE (2004c) Na paz da ilha dos pescadores. 21 de novembro de 2004. TULIK, Olga. (2005). Caiçaras na Baixada Santista: Praia do Góes e Prainha Branca. In: DIEGUES, Antonio Carlos (org). (2005). Enciclopédia Caiçara, Volume 4: história e memória caiçara. São Paulo: Hucitec/Nupaub. pp. 255-271. RIBEIRO NETO, Francisco Borba; OLIVEIRA, Mônica Fleury de. (1989). Estratégias de sobrevivência de comunidades litorâneas em regiões ecologicamente degradadas: o caso da Baixada Santista. Santista São Paulo: Universidade de São Paulo/Programa de Pesquisa e Conservação de Áreas Úmidas no Brasil. Série Estudos de Caso, n° 1. Agosto. Disponível em http://www.usp.br/nupaub/ . Acesso em 20 de julho de 2009. Contatos associativos Colônia de Pescadores Z-1 (José Bonifácio); Colônia de Pescadores Z-3 relacionados (Floriano Peixoto); Colônia de Pescadores Z-4 (André Rebouças); Federação dos Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo; Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana; Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio (Monte Cabrão); Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio (Vila dos Pescadores). Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Clayton Peron Franco de Godoy Data 29/07/2009 Designação nativa preferencial REMO Outras nomenclaturas Regata, canoagem Época de ocorrência ocorrência Não há Locais de ocorrência Ponta da Praia Informações históricas O remo é um esporte muito tradicional em Santos. Segundo publicação da Secretaria Municipal de Esportes de Santos (SEMES, 1995), os primeiro clubes de regatas surgiram no final do século XIX. Em 1893, ocorreu a primeira regata de Santos, na raia do Valongo, retratada em obra de Benedito Calixto. Há controvérsias se o primeiro clube de regatas foi fundado em Santos ou em Porto Alegre. Isso porque o Clube de Regatas Santista, o mais antigo de Santos, foi fundado em 1893, resultado da fusão do Clube de Regatas Nacional e do Clube Internacional de Regatas; o problema é que não se sabe a data de fundação dos seus antecessores. Assim, oficialmente, o clube de regatas mais antigo do país fica sendo o Guaíba de Porto Alegre, resultado da fusão do Clube Guaíba (1892) e do Clube Porto Alegre (1888). Mas certamente o Regatas Santista foi o mais antigo do Estado de São Paulo. O primeiro ancoradouro do clube foi no bairro Bocaina, hoje ocupado pela Base Aérea de Santos. Em 1898, foi fundado o Clube Internacional de Regatas em Itapema (atual Vicente de Carvalho), a partir de uma dissidência do Clube de Regatas Santista. Alguns meses depois, transferiram-se para a Ponta da Praia, em terreno alugado. Outro clube de regatas, o Saldanha da Gama, foi fundado em 1903, tendo sua sede instalada no centro e seu barracão na Ponta da Praia, alugado à Companhia Docas de Santos, onde posteriormente ficaria sua sede. O esporte foi conquistando adeptos e suas competições, cada vez mais populares, tinham lugar na raia do Valongo, que se iniciava no Largo do Canéu (braço de mar que entra para a Cosipa, em Cubatão) e terminava no Valongo, bairro considerado área nobre da cidade no início do século XX e onde o público se concentrava à espera dos vencedores Para melhor tentar organizar as regatas foi fundada, em 1904, a União Paulista das Sociedades de Remo que, no entanto, só durou um ano; entre as maiores dificuldades para a organização de regatas pode ser destacada a diferença entre os tipos de embarcações dos clubes. Em 1907, é fundada a Federação Paulista das Sociedades de Remo. No mesmo ano, a Associação Protetora dos Homens do Mar inaugura sua prova mais tradicional, considerada a prova máxima do remo em São Paulo. Em 1908, foi realizada a primeira prova individual de remo, o “Campeonato Paulista do Remador”. Edgar Perdigão foi o primeiro campeão (1908), tornando-se depois tricampeão (1909 e 1910). O esporte era tão popular na cidade nessa época que, nos dias de competição, os bondes elétricos contavam com linhas especiais até o Valongo, para facilitar o acesso do público (SEMES, 1995: 15). Em 1911, foi fundado o Clube de Regatas Vasco da Gama, último clube de remo a ser constituído na cidade. Sua primeira instalação foi na Ilha do Barnabé, próximo à raia de competições. Posteriormente, transferiu-se para a Ponta da Praia, como os outros clubes. O período de 1915 a 1925 marcou a hegemonia santista no remo em relação aos clubes da capital e do restante do estado de São Paulo. Os clubes eram, além disso, espaço de intensa vida social das classes médias e abastadas, que para lá se dirigiam todos os domingos para passar o dia (GONÇALVES, 2005). Em 1921, o clube Saldanha da Gama promoveu pela primeira vez o “banho de mar à fantasia”, denominado “Da... Dorotéia”, que se tornou um festejo tradicional em Santos (SEMES, 1995: 15). Até as décadas de 1920 e 1930, o remo era um esporte bastante popular entre os jovens. As embarcações, muito caras no princípio por serem importadas da Inglaterra, logo começaram a ser fabricadas nas garagens dos clubes, fato que ajudou a popularizar o esporte. Contudo, a crise econômica de 1929 e a Revolução Constitucionalista de 1932 fizeram com que o remo não fosse muito ativo nesses anos. Ainda assim, nesse período o clube Saldanha da Gama inaugurou sua sede social na avenida de mesmo nome, na Ponta da Praia. A partir de 1933, começou a ser disputado o Campeonato Acadêmico do Estado de São Paulo, destinado a universitários. No ano seguinte, organizou-se, a pedido do Centro de Estudantes de Santos, o Campeonato Colegial do Estado de São Paulo. Em 1934, as competições foram transferidas para a Ponta da Praia, que não apresentava condições ideais, em razão das curvas e das marolas provocadas pelos navios. As competições voltaram à raia do Valongo no biênio de 1936/37. Nessa época, a Federação Paulista das Sociedades do Remo contava com 09 associados: Clube de Regatas Santista, Tumiaru, Vasco da Gama, Clube Internacional de Regatas, Saldanha da Gama, Tietê e Espéria. O declínio do remo como esporte popular data do final dos anos 1930 e 1940, com o surgimento de outros esportes mais baratos e mais fáceis de praticar, como a natação, o futebol e o vôlei. Em 1941, foi experimentada uma nova raia, de nome oficial “Dr. Ismael de Souza”, mas que ficou conhecida como “Pau Grande”, localizada no cais, na altura do Macuco. Em 1942, o Clube de Regatas Santista mudou-se para a Ponta da Praia já que, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo sentiu a necessidade de ampliar as dependências de sua Base Aérea Naval. Os problemas econômicos foram se acumulando e a participação dos santistas no remo declinando sensivelmente. A transferência de provas para a capital, na represa do Guarapiranga, assim como a da sede da Federação, contribuiu para o declínio do remo em Santos. Em fins dos anos 1940, as regatas realizadas na cidade possuíam um caráter comemorativo e não mais competitivo. Campanhas em favor do remo ainda foram feitas, mas o esporte deixou de ser popular na cidade, embora ainda esteja na memória santista por seu um dos esportes que mais trouxe vitórias ao município (BAIXADA SANTISTA, 2009). Isso fica claro na notícia do jornal A Tribuna, de 25/01/1997, que saúda a volta da prática do remo “com força total”. Segundo a notícia, o esporte tinha caído no esquecimento total na década de 1980, mas um trabalho desenvolvido em parceria com a Prefeitura e os Clubes de Regatas Santista e Vasco da Gama estava sendo iniciado com o objetivo de resgatar o esporte. Outros projetos, como o “Remo para a Terceira Idade”, resultaram de parceria da Prefeitura de Santos com a Escola Canoa Brasil, do esportista Fábio Paiva, 17 vezes campeão brasileiro de canoagem (CANOAGEM & REMO, 2008). Informações descritivas Conforme informações do site UOL sobre os Jogos Panamericanos de 2007 (UOL, 2007), o remo é um esporte praticado em barcos nos quais os atletas utilizam remos para a impulsão. As regatas são realizadas em linha reta, em raias com 2.000 m de distância com de largura de 13,5 m, com distâncias delimitadas por bóias coloridas. A profundidade mínima da raia é de 3 m. Normalmente o local de disputa tem nove raias, das quais apenas seis são utilizadas. Após o árbitro gritar a palavra "atenção", acende-se um sinal vermelho e, logo depois, o verde, acompanhado de um toque de campainha que sinaliza a largada. Se acontecer uma "queimada" (quando se larga antes do aviso), é realizada uma nova largada. Se o mesmo barco queimar novamente, é desclassificado. Os barcos variam de acordo com a prova a ser disputada, com embarcações para um, dois, quatro remadores. Existem também as provas com timoneiro e mais dois, quatro ou oito remadores. Os clubes de regatas de Santos situam-se todos, atualmente, na Ponta da Praia. Condição Atual Os clubes que originariamente se dedicavam ao remo e permanecem em atividade, como o Clube Internacional de Regatas e o Clube de Regatas Saldanha da Gama, ostentam sua atividade inspiradora no nome, mas o remo não é mais uma de suas modalidades esportivas. Estes e outros clubes remanescentes investiram em outras modalidades esportivas, mais baratas e populares, como o vôlei e o futebol, a exemplo do Clube de Regatas Santista. Eventualmente, no entanto, promovem eventos ligados aos esportes náuticos, como a Regata Marinha do Brasil, promovido pelo Internacional em dezembro de 2008. Hoje, com exceção do Internacional, os clubes náuticos da Ponta da Praia passam por problemas financeiros, com risco de fechamento. Iconografia IC_REMO01 Registros fotográficos Não IC_REMO02 IC_REMO03 IC_REMO04 Fontes consultadas A TRIBUNA (1997). Remo volta a ser praticado.. 25 de janeiro de 1997. Disponível em http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm. Acesso em 27 de julho de 2009. A TRIBUNA (2008f). Regatas já são uma tradição. 05 de dezembro de 2008. Disponível em http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr= 454. Acesso em 25 de julho de 2009. A TRIBUNA (2009). Acordo impede que sede vá a leilão.. 05 de março de 2009. Disponível em http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr= 103. Acesso em 26 de julho de 2009. BAIXADA SANTISTA. (s/d). Esportes tradicionais na orla. Disp. em http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_M ENU=73. Acesso em 26 de julho/ 2009. CANOAGEM&REMO. (2008) Fábio Paiva conta sua história na canoagem.. Disponível em http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp . Acesso em 26 de julho de 2009. GONÇALVES, Alcindo (2005). A saga dos clubes em Santos. Revista Patrimônio, Lazer e Turismo (Revista eletrônica). Maio. Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=29. Acesso em 11 de julho 2009. SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS (1995). História do Remo em Santos. Santos Santos: SEMES/Prefeitura Municipal de Santos. UOL. Remo. O esporte – Regras. Disponível em http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm. Acesso em 27 de julho de 2009. Contatos associativos Clube Internacional de Regatas; Clube de Regatas Santista; Clube de relacionados Regatas Vasco da Gama; Clube de Regatas Saldanha da Gama Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data: 30/07/2009 Designação nativa preferencial SURFE Outras nomenclaturas nomenclaturas Surf Época de ocorrência O ano todo Locais de ocorrência Orla de Santos, mas tradicionalmente no “Quebra-mar” (Emissário Submarino) da praia do José Menino e na Praia do Gonzaga. Informações históricas A cidade de Santos é tida como o berço do surfe no Brasil. De acordo com as fontes consultadas, durante muito tempo a introdução da prática foi atribuída a Osmar Gonçalves, Silvio Manzoni e João Roberto Suplicy Haffers (Juá Haffers), que teriam construído a primeira prancha, de madeira oca, em 1938, com a qual teriam surfado na praia do Gonzaga até 1944. Todavia, em 2002, essa versão sofreu uma revisão: a introdução do surfe passou a ser atribuída a Thomas Rittscher Júnior, norte-americano morador de Santos que, em 1934, construiu a primeira prancha em madeira oca, que foi utilizada até 1941. Inicialmente restrita a poucos adeptos, o uso das “tábuas havaianas” (como eram denominadas as primeiras pranchas) começou a granjear adeptos após a substituição da madeira oca pelo madeirite na confecção das pranchas. Essa substituição tornou-as menores (até essa substituição, as pranchas tinham em média três metros e setenta centímetros de comprimento) e mais leves (as “tábuas havaianas” chegavam a pesar 80 quilos), facilitando o seu transporte e proporcionando melhor mobilidade no mar. Desde logo, além da praia do Gonzaga, a região da praia do José Menino, em Santos, e da praia do Itararé, em São Vicente, tornaram-se pontos referencias para a prática do surfe, transformando-se, com o tempo, nos lugares tradicionais para a prática. Seguindo a tendência internacional, a importação da fibra de vidro para a confecção das pranchas possibilitou que seu design fosse diminuído e modificado (com a introdução de quilhas que garantiam maior estabilidade às manobras), o que as deixou ainda mais leves. Essa adaptação foi acompanhada pela profusão, entre os anos de 1964 e 1966, de pequenas oficinas dedicadas ao mister de “shapear” as pranchas. Todavia, a popularização da prática e a multiplicação de oficinas de confecção de pranchas não corresponderam à ampliação de espaços e ao reconhecimento da prática. Pelo contrário, ela chegou a ser proibida pelo poder público municipal, entre 1969 e meados dos anos 1970, justamente entre as praias do José Menino e o Canal 2. Tal proibição não inibiu a multiplicação de oficinas de pranchas na cidade e nem de surfistas santistas, que passaram a praticar o surfe nas praias de São Vicente e do Guarujá. O 1° Torneio Santista de Surfe foi inclusive realizado na praia de Itararé, em São Vicente, no ano de 1970. Neste mesmo ano, foram criadas as primeiras grandes fábricas de produtos relacionados à atividade, tais como lojas de roupas de mergulho e da moda associada à “cultura do surfe”. No final dos anos 1970, o surfe se profissionalizou como esporte, em âmbito nacional, o que impulsionou ainda mais, devido à visibilidade adquirida, a disseminação de sua prática amadora e informal. Também os materiais para a fabricação de pranchas (plástico e fibras leves) e o design das mesmas sofreram ininterrupta inovação tecnológica, o que incidiu sobre a criação de novas técnicas e estilos de manobras. Informações descritivas De maneira similar à capoeira, o surfe, além de um esporte, pode ser considerado um fenômeno cultural, na medida em que sua prática está associada à produção e reprodução de uma série de elementos simbólicos e materiais. A comunidade de praticantes é detentora de técnicas específicas – que vão desde a fabricação de pranchas (“shapear”) até modos de executar manobras sobre as ondas -, de um linguajar particular e de vestimentas características, além de compartilhar a freqüência a locais pré-determinados, podendo ser classificada como uma ‘tribo’ moderna. São inúmeros os tipos de prancha utilizados. Entre os mais importantes, podem ser destacados: longboard (pranchas grandes, que tiveram seu apogeu até a década de 1970), gun (modelo havaiano, preferencialmente utilizado para realizar manobras em ondas grandes) e as pranchinhas (modelo mais disseminado entre profissionais e amadores que, devido à sua leveza, permite maior velocidade e mobilidade). As técnicas para as manobras dentro da água também foram sendo aperfeiçoadas com o tempo. As manobras básicas podem ser exemplificadas pela rasgada (em que o surfista inverte a prancha e se posiciona de frente para a onda), pelo floater (o surfista desliza sobre a crista da onda) e pelo tubo (o praticamente desliza dentro da onda). As manobras se adaptam às diferentes condições do mar (tamanho, quantidade e força das ondas) e do vento, o que pressupõe um conhecimento prático adquirido. Tradicionalmente, seu aprendizado ocorre de maneira informal; mas, atualmente, existem várias escolas de surfe na cidade de Santos. Apesar de historicamente ter-se constituído como uma prática eminentemente masculina, o surfe nunca excluiu a participação das mulheres, o que pode ser percebido pela profissionalização também de circuitos femininos do esporte. Condição Atual Nos últimos anos, o surfe em Santos tem sido cada vez mais reconhecido como “referência cultural” da cidade. Cronologicamente, pode-se destacar: a criação, em 1992, da Escola de Esportes Radicais, pública e gratuita, para o ensino da prática; a construção, em 2001, de uma estátua em homenagem a Osmar Gonçalves, um dos pioneiros do surfe, nas proximidades do Canal 1; a instituição, no calendário oficial da cidade, do “Dia do Surfista” (21 de janeiro), através da Lei Municipal 2.172, de 19 de dezembro de 2003; e, finalmente, a criação do Museu do Surf no Emissário Submarino (“Quebra-Mar”), inaugurado em janeiro de 2009. A prática também tem sido utilizada para a promoção de projetos de inclusão social com crianças, idosos e deficientes físicos. A prática do surfe é sujeita a regulamentação municipal, de caráter anual. O Decreto Municipal n°5.229, de 09 de dezembro de 2008, é a versão mais atualizada dessa regulamentação. Ele torna livre o horário e os dias para a atividade, mas limita sua circunscrição territorial da seguinte maneira: entre os meses de dezembro a fevereiro, o surfe pode ser praticado do Canal 2 até a divisa com São Vicente; nos demais meses, do Canal 6 até a divisa com São Vicente (DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS, 2008b). Iconografia IC_SURFE01 IC_SURFE02 IC_SURFE03 Registros fotográficos Não IC_SURFE04 IC_SURFE05 IC_SURFE06 IC_SURFE07 Fontes consultadas consultadas SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1996). A história do surfe. surfe Cadernos SEMES 3. Santos: Prefeitura Municipal de Santos. A TRIBUNA. (2002b). Surf – Pioneiro da modalidade no país recebe homenagem. 16 de janeiro de 2002. DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto n° 5.229, 09/12/2008. Regulamenta a prática desportiva nas praias de Santos, e adota providências correlatas. Santos: Diário Oficial de Santos, pág. 8. ENTREVISTA. (2002). A história do surf paulista. Novembro de 2002. JORNAL DA TARDE. (2004a). Em Santos, uma escola de surfe só para mulheres. 10 de fevereiro de 2004. O GLOBO. (2004). Surfe para prego entender. 28 de outubro de 2004. A TRIBUNA. (2005b). Santos conta com Associação de Surf. 12 de março de 2005. METRÓPOLE. (2008). Surfe Raízes vê o esporte com olhar históricocultural. 7 de junho de 2008. JORNAL DA ORLA. (2008a). Cidade do Surfe. 19 de janeiro de 2008. Contatos associativos Associação Santos de Surfe; Museu do Surf; Escola Radical relacionados Informações Técnicas Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 3. FORMAS DE EXPRESSÃO Designação nativa preferencial LENDAS E NARRATIVAS DE SANTOS Outras nomenclaturas Lendas e folclore santista Época de ocorrência Ano Todo Locais de ocorrência Disseminadas em todo o município Informações históricas As primeiras manifestações folclóricas de que se tem notícia em Santos datam no século XVI, na época da colonização do Brasil. Seus principais agentes foram os índios, jesuítas, colonizadores e tropeiros. Desde esse período foram-se somando lendas ao folclore de Santos, cuja origem é de difícil estabelecimento. De maneira aproximada e de acordo com as fontes consultadas, tais lendas começaram a ser sistematizadas pelos folcloristas a partir da década de 1940, sobretudo a partir do trabalho de SANTOS (1940). Informações descritivas As lendas constituem fontes importantes para a constituição da identidade local, na medida em que configuram uma apropriação simbólica do município, demarcando locais que permanecem associados às histórias e fatos que povoam o imaginário santista. Três dessas lendas destacam-se na expressão deste simbolismo: Fantasma de Paquetá. Durante o mês de julho de 1900, um fantasma aparecia cotidianamente no portão do Cemitério do Paquetá, na Rua Dr. Cochrane. Surgia à meia-noite, rondava o local por espaço de meia hora e retirava-se a passos lentos pela Rua Bittencourt. Era mulher, ora trajada de preto, ora de branco. Vinha pelos lados da Rua S. Francisco, quedava-se diante do portão do campo santo, acenava com lenço branco para seu interior e colocava a peça retangular de tecido nos olhos, por baixo do véu que lhe cobria a cabeça, como a enxugar uma lágrima. Boa parte dos que haviam afluído às imediações do Cemitério do Paquetá jurava de pés juntos haver visto o fantasma, enquanto outras pessoas atribuíam o fato à imaginação, cisma ou superstição. Certo é que as queixas aumentavam na repartição policial, cujo chefe, major Evangelista de Almeida, decidiu instaurar uma caça ao fantasma, ordenando que um pelotão de praças da Cavalaria permanecesse durante toda a noite diante do portão do Cemitério. O povo acorreu com curiosidade para apreciar o inusitado espetáculo: conseguiria a polícia prender uma ‘alma-do-outro-mundo’?. Nessa noite, porém, o fantasma não se dignou a aparecer. Em compensação, os cavalarianos proporcionaram outro tipo de espetáculo, bastante grotesco: dispersaram brutalmente o povo, agredindo-o com chicote e espada. O jornal A TRIBUNA, em sua edição de 28 de julho de 1900 lançou enérgica nota de protesto contra tal ato de selvageria da polícia. Ninguém mais quis ir às imediações do Cemitério do Paquetá, temendo novos golpes de violência dos cavalarianos. O fantasma também não fez novas aparições, mas a lenda permaneceu. Fonte do Itororó. RODRIGUES (s/d:138), conta que a fonte, situada no sopé do Monte Serrate, era "servida por água límpida e cristalina, que brotava da rocha a meio caminho do lendário morro" e "muita gente para lá acorria a fim de saborear o bom líquido, com ou sem sede, pois dizia-se que quem dela sorvesse, não mais deixaria a cidade”. E a lenda fez fama. Ao contrário das lendas sobre fantasmas e bruxas santistas, a história da Fonte do Itororó é verdadeira. Imortalizada na canção que diz “Fui ao Itororó beber água e não achei/Achei bela morena que no Itororó deixei”, a Biquinha, que no começo era chamada de Tororó, ainda está lá no sopé do Monte Serrat, mas não tem mais água límpida, pura e cristalina como antigamente. Em anos recentes, a segunda Biquinha do Itororó foi recuperada pela administração municipal, recebendo placa alusiva à origem da lenda. Situa-se no início da escadaria que dá acesso ao alto do Monte Serrat, no final da Rua Itororó. A primeira bica fica atrás da atual e, sob o telheiro de uma garagem, pode ser vista ainda a antiga placa indicativa "Águas do Itororó". Pedra da Feiticeira. A chácara de Dona Angelina era o derradeiro reduto da cidade, há 130 anos, o resto não passava de mato selvagem que afluía ao Monte Serrate. A chamada Pedra da Feiticeira fica justamente nesse ponto, na junção da barreira formada pela chácara, hoje Rua Tiro Naval, pouco aquém das Duas Pedras, onde havia pequena cachoeira. O Buraco da Velha ficava na altura do local agora ocupado pelo Depósito de Obras da Prefeitura Municipal, no Largo 7 de Setembro. Diz a lenda que ali vivia uma velha horrenda, segregada de qualquer contato social. Mulher idosa, sempre envergando uma bata de algodão com uma cobertura de palha à guisa de chapéu amarrado à cabeça. Quem era ela ninguém sabia, porque ninguém dela se aproximava. Não saía durante o dia, somente tarde da noite, arrastando-se com seus mulambos, sempre desacompanhada, sempre misteriosa. Parecia ente fantástico. Quem porventura lhe cruzasse o caminho, fugia espavorido ante a deformidade do seu aspecto físico. Condição Condição Atual As lendas acima mencionadas, bem como outras de menor difusão e amplitude, estão presentes na memória santista, nos livros de curiosidade do município e nos folhetos turísticos de divulgação sendo, portanto, parte viva da cultura local. O Centro de Estudos Folclóricos Professor Albino Caldas, pertencente à Universidade Católica de Santos, possui um acervo organizado sobre as lendas, sendo um dos responsáveis pela sua coleta e documentação. O Centro foi fundado em 1984, com material doado à Universidade pela família do professor e folclorista Albino que, antes de falecer, mantinha o Museu do Folclore. Desde então, é feito um trabalho de estímulo à pesquisa, sob coordenação da professora do Departamento de História da Unisantos, Yza Fava de Oliveira. Iconografia IC_LENDAS01 Registros fotográficos Não IC_LENDAS02 IC_LENDAS03 Fontes consultadas SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de uma velha cidade do Brasil. São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais. RODRIGUES, Olao. (s/d). Cartilha da História de Santos. Santos: Gráfica A Tribuna. SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986). História de Santos/Poliantéia Santista. Santista São Vicente: Caudex. NOVO MILÊNIO (2009b). O fantasma do Paquetá. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0014f.htm. Acesso em: 22 de julho de 2009. A TRIBUNA (1994). Folclore santista inspira lendas e grandes histórias. 31 de julho de 1994. Contatos associativos associativos Centro de Estudos Folclóricos Prof. Albino Luiz Caldas – relacionados Universidade Católica de Santos/UNISANTOS Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 4. LUGARES Designação nativa nativa preferencial BARRACAS DE PRAIA DE ASSOCIAÇÕES DE SANTOS Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência Todos os finais de semana ao longo do ano Locais de ocorrência Orla de Santos Informações históricas Com o desenvolvimento econômico acelerado proporcionado pelo ciclo do café, a cidade de Santos apresentou um enorme crescimento urbano (ARAUJO FILHO, 1969; ANDRADE, 1989). Antes restrito ao centro histórico, o núcleo urbano começou a se expandir em direção à orla marítima (ANDRADE, 1989; MELLO, 2008). Com o saneamento da cidade devido à construção dos canais de drenagem idealizados por Saturnino de Brito, a expansão urbana em direção às praias pôde se consolidar (FRIGERIO, ANDRADE, OLIVEIRA, 1992). A partir de então, a sociabilidade santista tem se voltado mais para a orla do que para o porto, o que caracteriza a relação conflituosa entre porto-cidade (SALES, 1999; SOUZA, 2006; ORNELAS, 2008). A expansão em direção à orla teve início nas primeiras décadas do século XX e se completou na década de 1940 (SOUZA, 2006). A abertura das avenidas Ana Costa e Conselheiro Nébias foi essencial para que a cidade alcançasse a região da orla: “Tais fatos marcaram a definição de uma rede geográfico-social de produção do espaço, que influiu na formação de ‘linhas de força’ da paisagem, caracterizadas por essas localizações residenciais de alta renda, que acabaram por orientar o vetor de expansão da cidade em direção à orla” (MELLO, 2008: 137). Essa região, habitada pelas classes mais abastadas a partir da década de 1930, foi posteriormente chamada de Vila Rica (SEABRA apud OLIVEIRA, 2006: 84). Atualmente, a orla santista é um lugar de intensa circulação e sociabilidade, com importante concentração de aposentados (OLIVEIRA, 2006). A prática do trekking e de diversos outros esportes é comum e institucionalizada na orla de Santos (MELLO, 2008; NORI, 1998). As características da orla, com sua extensa faixa de areia (cerca de 100 metros de extensão) possibilitam a ocupação para a prática esportiva, assim como para a montagem das barracas associativas nos finais de semana. As barracas de praia montadas na parte do “areião” (areia fofa) são uma criação própria da cidade de Santos, segundo NORI (1998). Mais de duzentas barracas de inúmeros tipos de associações se alinham na orla: são sindicatos, associações profissionais e classistas, clubes, de serviços, de filantropia, hotéis, condomínios residenciais, escolas e universidades, empresas, associações de moradores e clubes de praia (NORI, 1998). Para esse mesmo autor, a presença e o funcionamento das barracas revela a maneira peculiar de apropriação das praias pela população santista, assim como o elevado espírito de associativismo de seu povo. De fato, essa característica esteve presente na história da cidade de Santos, notadamente no âmbito político, conforme outros trabalhos apontam. Não por acaso a cidade recebeu a alcunha de “Moscouzinha brasileira” (TAVARES, 2007; GONÇALVES, 1995). Há notícias de que clubes de futebol de praia, e provavelmente outras associações, já possuíam barracas de praia no final da década de 1960, como o Democrático Atlético Clube. Fundado em 1936, tem a sua barraca de praia montada desde 1969 no mesmo local (entre o Canal 6 e o Aquário) (GIGI NA REDE, 2008). A bibliografia a respeito do início da montagem das barracas, no entanto, é praticamente inexistente. Informações Anualmente, as organizações que possuem barracas de praia devem descritivas renovar a concessão para montagem, sempre nos mesmos pontos da praia, que não numerados e pintados no meio-fio do calçadão que separa a praia do jardim. Normalmente, possuem aproximadamente 100 metros quadrados, dispondo de bar, cadeiras e sacolas para a guarda de objetos pessoais; No interior e ao redor dessas barracas “cultivam-se longas conversas, joga-se dominó, baralho e outros jogos de mesa, consomem-se bebidas e comestíveis, promovem-se churrascos, rodas de samba e muitas outras atividades” (NORI, 1998: 16). Sua primeira regulamentação ocorreu por meio da Lei complementar n. 107, de 20/12/1993 (NORI, 1998). Outras leis foram editadas desde então nesse sentido: Lei Complementar n. 314/1998 e Lei Complementar 569/2006. Condição Atual A montagem de barracas de praia de associações é institucionalizada e encontra-se em pleno vigor. As barracas podem ser montadas e funcionar apenas mediante obtenção de alvará. A renovação dos alvarás está a cargo da Secretaria Municipal de Esportes, Departamento de Equipamentos (Dequip), conforme noticiado pelo Jornal Baixada Santista em 08/07/09. Iconografia IC_BARRACAS01 Registros fotográficos RF_BARRACAS01 IC_BARRACAS02 IC_BARRACAS03 Fontes relacionadas ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de (1989). O discurso do progresso : a evolução urbana de Santos – 18701870-1930. São Paulo : Tese (Doutorado em História Social), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. ARAÚJO FILHO, José Ribeiro (1969). Santos, o porto do café. Rio de Janeiro : Fundação IBGE. FRIGERIO, Angela Maria. ANDRADE, Wilma Therezinha. OLIVEIRA, Yza Fava de (1992). Santos : um encontro com a história e a Geografia. Santos : UniSantos, Editora Universitária Leopoldianum. GIGI NA REDE (2008). Futebol de praia – Democrático Atlético Clube. Disponível em http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp. Acesso em 25 de julho de 2009. GONÇALVES, Alcindo (1995). Lutas e sonhos: cultura política e hegemonia progressista em Santos, 19451945-1962. São Paulo, SP; Santos, SP: Editora UNESP, Fundação para o Desenvolvimento da UNESP: Prefeitura Municipal de Santos (Coleção Prismas). JORNAL BAIXADA SANTISTA (2009a). Clubes e associações têm que renovar alvará de barracas de praia. 02 de fevereiro de 2009. Disp. em http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_ren ovar2009.asp. Acesso em 08 de julho de 2009. MELLO, Gisele Homem de (2008). Expansão e estrutura urbana em Santos (SP); aspectos aspectos da periferização, da deterioração, da intervenção urbana, da verticalização e da sociabilidade. São Paulo Dissertação (Mestrado em Sociologia). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. NORI, Celio (1998). O esporte como manifestação de cultura e cidadania: o futebol de praia em Santos. Santos Campinas: Dissertação (Mestrado em Estudos do Lazer). Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. OLIVEIRA, Juliana Andrade (2006). “Terceira Terceira idade” e cidade : o envelhecimento populacional no espaço intraintra-urbano de Santos. São Paulo : Dissertação (Mestrado em Sociologia), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCHUSP. ORNELAS, Ronaldo dos Santos. (2008). Relação porto/cidade: o caso de Santos. Santos São Paulo: Dissertação (Mestrado em Geografia Humana), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. SALES, Pedro Manuel Rivaben de (1999). Santos : a relação relação entre o porto e a cidade e sua (re)valorização no território macrometropolitano de São Paulo. São Paulo: Tese (Doutorado), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. SOUZA, Clarissa Duarte de Castro (2006). Planejamento Planejamento urbano e políticas públicas em projetos de requalificação de áreas portuárias – porto de Santos – desafio deste novo século. São Paulo : Dissertação (Mestrado), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. TAVARES, Rodrigo (2007). A "Moscouzinha" brasileira: cenários e personagens do cotidiano operário de Santos (1930(1930-1954). 1954) São Paulo: Associação Editorial Humanitas (Histórias da Repressão e da Resistência, v. 6). Contatos associativos Secretaria de Esportes/Departamento de Equipamentos da Prefeitura de relacionados Santos – (DEQUIP); Centro Espanhol e Repatriação de Santos; Sindicato dos Empregados no Comércio de Santos; Associação de Base do Servidores e Funcionários do Poder Judiciário do Estado de São Paulo/ASSOJUBS – Sede Santos; SESC Santos Informações Técnicas Designação Arlene Martinez Ricoldi Data: 25/07/2009 nativa preferencial CANAIS DE SANTOS Outras nomenclaturas Canais de drenagem de Santos Época de ocorrência Não se aplica Locais de ocorrência Porção insular do município Informações históricas O crescimento urbano da cidade de Santos está intrinsecamente associado com as atividades do porto de Santos e sua constante expansão (ARAUJO FILHO, 1969, ANDRADE, 1989, TRIGUEIROS, 1998). E foi em razão do rápido crescimento urbano associado ao crescimento da produção do café no Estado de São Paulo que os famosos canais de drenagem de Santos foram construídos. No final do século XIX, o café torna-se o principal produto de exportação brasileiro, e seu principal produtor, o estado de São Paulo. O porto de Santos, com sua localização privilegiada, torna-se o principal canal de escoamento da produção cafeeira. A atividade portuária e de comercialização do café dá lugar a inúmeras instituições, como a Bolsa do Café, a figura do comissário de café, as casas comissárias, casas de exportação e importação e inúmeros bancos (TRIGUEIROS, 1998). A cidade atrai migrantes europeus, na sua maioria, portugueses e espanhóis, e um número significativo de italianos. O centro da cidade, área que se estendia do Outeiro de Santa Catarina até o Valongo, sofreu com o “inchaço” populacional; usava–se cavalos, burros, mulas para fazer o transporte das sacas de café, vindas da estação do Valongo até os vastos armazéns, para depois serem embarcadas (ANDRADE, 1989). Por esse motivo, são criadas numerosas cocheiras, onde os animais são alimentados com milho, alfafa e feno, alimentos que também atraem os ratos e transmitem a peste bubônica. A cidade torna-se poluída. O clima da cidade de Santos, quente e úmido, associado a sua geografia plana, foi também ambiente para a proliferação da febre amarela. Além da peste bubônica e das sucessivas epidemias de febre amarela, a população também sofreu com a tuberculose, a varíola e a difteria. Entre as medidas de saneamento, aquelas tomadas pelo engenheiro Saturnino de Brito ficaram conhecidas como a “salvação” da cidade (FRIGERIO, ANDRADE, OLIVEIRA, 1992). No cargo de chefe da Comissão de Saneamento, ele projetou e executou a construção de um moderno sistema de esgotos: foi construída uma rede subterrânea para receber a água da chuva e um sistema de nove canais de drenagem que cortam a planície de mar a mar. A força das marés foi aproveitada para renovar as águas dos canais. A execução do projeto foi iniciada em 1905, pelo Canal 1, inaugurado em 27 de agosto de 1907. Este fato simbolizou o início de uma nova imagem para a cidade, - que já estava se tornando um “porto maldito”, tal era o índice de mortalidade da população; na época das epidemias, foi preciso criar um novo cemitério (Saboó), pois o de Paquetá não conseguia dar conta da demanda. Em 1908, já havia 45.000 metros de canais; no entanto, o projeto só foi concluído em 1927 (FRIGERIO, ANDRADE, OLIVEIRA, 1992). A abertura dos canais de drenagem, na primeira metade do século XX consolida a expansão urbana para a orla. A planície santista, que devido ao clima quente e úmido era considerada insalubre, após o saneamento torna-se a principal morada das classes abastadas (MELLO, 2008). Ademais, os canais tornaram-se, na geografia santista, a principal forma de orientação espacial na cidade. “Por sua utilidade e beleza, os canais são uma marca registrada da cidade” (FRIGERIO, ANDRADE, OLIVEIRA, 1992: 63). Informações O projeto de Saturnino de Brito idealizou oito canais aos quais foi descritivas acrescentado mais um. O Canal 1 constituiu a linha mestra de um conjunto com outros cinco canais: o Canal 2 (Av. Bernadino de Campos); o Canal 3 (Av. Washington Luiz); o Canal 7 (Av. Francisco Manoel); o Canal 8 (Av. Moura Ribeiro) e o Canal 9 (Av. Barão de Penedo). Estes três últimos recolhem as águas dos morros do Jabaquara; Marapé e José Menino. O Canal 4 (Av. Siqueira Campos), o Canal 5 (Av. Almirante Cochrane) e o Canal 6 (Av. cel. Joaquim Montenegro) vão de mar a mar, independentes do conjunto formado pelo Canal 1 (ANDRADE, 2005). São os canais que orientam espacialmente os moradores da cidade de Santos e seus visitantes. Hoje, pouca gente sabe, mas há mais de 20 canais na cidade de Santos (VILAS BOAS, 2005). Porém, os que detêm maior importância simbólica para a cidade são os canais acima citados, que são marcadores espaciais tanto para a ocupação da orla (que é totalmente regulamentada por legislação municipal) como para orientar os caminhos da cidade em relação ao centro histórico assim como para as cidades vizinhas. Morar próximo a um ou outro canal pode significar morar nos locais mais ou menos abastados. Hoje, os canais que cortam a cidade de Santos são a principal referência espacial do santista: são eles que definem os bairros, demarcam territórios e orientam os caminhos. GONÇALVES (2009) assim se refere ao significado dos canais para a cidade: “os canais continuam a definir e referenciar tua paisagem mais do que qualquer outro marco ou símbolo urbano. Eles delimitam teus bairros e são quais bússolas para os que te visitam” (GONÇALVES, 2009). Condição Atual Os canais foram tombados pela Condepasa/Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico de Santos e pelo Condephaat/Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo. Em alusão ao centenário dos canais, foi inaugurado um pórtico de 12x4 metros, com estrutura metálica, na ponte sobre o canal 1 (lado dos jardins), com fotos antigas. (CONDEPASA DEFINE..., 2009). A partir das discussões iniciadas em 2004 pela Comissão Especial de Vereadores (CEV) para tratar dos 100 anos da obra de Saturnino de Brito, foi criada, em 2005, a Comissão Coordenadora das Comemorações do 1º Centenário dos Canais de Santos (CONHEÇA A COMISSÃO..., 2009). Iconografia IC_CANAIS01 Registros fotográficos Não. IC_CANAIS02 IC_CANAIS03 IC_CANAIS04 IC_CANAIS05 Fontes consultadas ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de (1989). O discurso do progresso : a evolução urbana de Santos – 18701870-1930. São Paulo : Tese (Doutorado em História Social), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. ARAÚJO FILHO, José Ribeiro (1969). Santos, o porto do café. Rio de Janeiro : Fundação IBGE. FRIGERIO, Angela Maria. ANDRADE, Wilma Therezinha. OLIVEIRA, Yza Fava de (1992). Santos: um encontro com a história e a Geografia. Santos, UniSantos, Editora Universitária Leopoldianum. GONÇALVES, Adilson. (s/d). Santos: quem te viu e quem te vê.... Disp. em http://www.canaisdesantos.com.br/artigos.asp. Acesso em 20 de julho de 2009. CONDEPASA DEFINE tombamento dos canais de Santos. Disp. em http://www.canaisdesantos.com.br/noticias.asp. Acesso em 20 de julho de 2009. CONHEÇA A COMISSÃO que coordena as comemorações. Disp. em http://www.canaisdesantos.com.br/comissao.htm. Acesso em 19 de julho de 2009. VILAS BOAS, Sérgio (2005). Santos – o centro histórico, o porto e a cidade. São Paulo, Audicromo Editora (Fotografias de João Correia Filho). Contatos associativos Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) relacionados Informações Técnicas Designação Arlene Martinez Ricodli Data 22/07/09 nativa preferencial PORTO DE SANTOS Outras nomenclaturas Não há Época de ocorrência Não se aplica Locais de ocorrência Margem esquerda do estuário de Santos Informações Informações históricas A história da cidade de Santos confunde-se com a do Porto de Santos. Segundo VILAS BOAS (2005), Brás Cubas foi decisivo para a instalação do Porto de Santos em seu local atual. Os portugueses descobriram a ilha de São Vicente um ano depois de Pedro Álvares Cabral avistar o Monte Pascoal e Porto Seguro, na Bahia. Foi a expedição de Américo Vespúcio que descobriu um canal marítimo na região da atual baixada santista em 1502. As caravelas e as naus aportaram em um porto primitivo, chamado de Porto das Naus, local hoje tombado pelo Condephaat, próximo à Ponte Pênsil e à Biquinha, em São Vicente. Havia um pequeno povoado na região, mas até 1532, não havia presença oficial da Coroa Portuguesa; um dos que ocupavam a região extra-oficialmente era o chamado Mestre Fernandes, expulso em 1532; foi ele que iniciou um porto primitivo na Ponta da Praia (VILAS BOAS, 2005). A expedição de Martim Afonso de Souza chega em 1532 para regularizar e oficializar essas ocupações. Um dos integrantes da comitiva de Martim Afonso era Brás Cubas, um dos comandantes da sua flotilha e que se estabeleceu na região. Brás Cubas foi quem teve a idéia de transferir o porto da Ponta da Praia para o Enguaguaçu, em frente ao povoado que existia nos arredores do que hoje é a Praça Rio Branco ou da República. A instalação do Porto ensejou a criação, em 1543, da Santa Casa de Misericórdia, a primeira do país, para atender os inúmeros marinheiros que, após uma longa e penosa travessia, desembarcavam doentes. (VILAS BOAS, 2005). Até o final do século XVI, a produção de açúcar na região abastecia o movimento do porto. Com o predomínio do açúcar produzido no Nordeste, o porto manteve alguma importância como escoadouro do ouro de Minas Gerais durante o século XVIII, mas logo foi marginalizado em razão da abertura do Caminho Novo, ligando Ouro Preto ao Rio de Janeiro. O porto e a cidade de Santos voltariam a ter importância somente no século XIX, por dois motivos: a chegada da família real (1808), que abre os portos às nações amigas, em 1810, e o início do ciclo do café, produzido predominantemente pela Província de São Paulo (ARAÚJO, PEREIRA, 2007; GONÇALVES, 1995). O café muda os destinos do Império, em especial da Província de São Paulo. Seu cultivo foi tentando em diversas partes do país (o primeiro lugar foi o Pará), encontrando solo e clima favoráveis no Sudeste. A partir de 1880, São Paulo se tornou o maior produtor de café do país, e Santos, seu principal escoadouro. Em decorrência, cresce a importância do centro histórico, quartel-general de exportação do café. Diversas atividades econômicas surgem em torno do café: comisssários, ensacadores, exportadores, classificadores (dos tipos e qualidades do café), provadores, torrefadores, carregadores, catadeiras, costureiras de sacaria de café (ARAÚJO, PEREIRA, 2007). Em 1870, a vila de Santos tinha 10 mil habitantes; nessa época, o espaço entre a vila e os morros, antes vazio, já estava totalmente habitado. A intensificação das atividades do porto facultou este intenso crescimento urbano e populacional, bem como a instalação de ferrovias. (LANNA, 1995). A Associação Comercial de Santos foi fundada em 1870, adquirindo grande importância política. O enorme crescimento da atividade portuária, os constantes atrasos, furtos e roubos, fizeram com que a Associação Comercial pressionasse o Governo Imperial para melhorias no porto (TRIGUEIROS, 1998). Na virada do século XIX para o século XX, há uma “explosão” econômica e demográfica em Santos: em apenas vinte e três anos (1890-1913), a população tem um acréscimo de 584%, passando de 13.012 para 88.967 habitantes. O perfil de “centro de serviços”, a predominância urbana e o enorme crescimento a partir do ciclo do café, criaram, em Santos, uma classe média urbana significativa, na opinião de GONÇALVES (1995). Houve ainda a formação de uma numerosa classe operária a partir do desenvolvimento do porto. A cidade também atrai uma “elite intelectual, formada por médicos, engenheiros e professores, não confundidos necessariamente com as famílias tradicionais” (GONÇALVES, 1995. p. 41). Silvério Fontes, médico estabelecido em Santos, foi o fundador do jornal socialista A Ação Social em 1892, sendo também considerado um dos precursores do socialismo no país. Em Santos ocorreu a primeira comemoração do Dia do Trabalho no Brasil, em 1º de maio de 1894. As primeiras organizações sindicais santista surgem no início do século XX, sendo a primeira a “Sociedade Primeiro de Maio”, fundada em abril de 1904 por operários da construção civil. Dois meses depois, surge a “Sociedade Internacional União dos Operários” criada por trabalhadores do café. Em 1907, surge a Federação Operária Local de Santos (FOLS), composta de sindicatos de operários de construção civil, carregadores de café e tecelões, com orientação anarco-sindical. A influência dos trabalhadores do porto na cena de agitação política é enorme: composto por grande parcela de imigrantes europeus, estes trazem novas idéias anarquistas e socialistas em voga nos países de origem. Na Santos do início do século XX, encontram péssimas condições de trabalho e uma cidade insalubre. Para sobreviverem, criam inúmeras sociedades de ajuda mútua, organizadas por nacionalidades. Na primeira metade do século XX, Santos é a segunda cidade mais populosa do estado, perdendo apenas para a capital (GONÇALVES, 1995). O senso comum eternizou a imagem do trabalho na estiva portuária como atividade simples realizada por operários rudes, que não precisam de nada mais além da força física. Contudo, a atividade portuária é bastante complexa: “Trata-se de uma indústria cuja peculiaridade é a existência dos mais variados interesses de uma miríade de patrões, de diversas condições de trabalho e de inúmeras categorias profissionais submetidas a diferentes horários, regimes salariais, entidades da administração pública e organizações de classe” (SILVA, 1995: 3). O período varguista institucionaliza a maior parte dos sindicatos santistas, incluindo o Sindicato dos Estivadores de Santos, o mais importante deles. Data da década de 1930 a fundação dos principais sindicatos santistas (dos Estivadores, em 1930; dos Operários Portuários e dos Trabalhadores na Administração Portuária, em 1933, entre outros. (GONÇALVES, 1995:77). Neste mesmo período, a Companhia Docas de Santos perde para o Sindicato dos Estivadores de Santos as operações de estivagem e desestivagem das cargas no porão e no convés dos navios, passando a administrar somente as operações “em terra” (docas), isto é, o transporte das mercadorias na faixa do cais, armazéns, depósitos, pátios, vagões e caminhões (SILVA, 1995). Os estivadores eram os chamados consertadores, vigias, “avulsos” (que ensacadores, também entre outros), compreendiam empregados contratados pelo sindicato e cujos salários eram administrados pelo governo em consórcio com a Entidade Estivadora, agência intermediária que representava os armadores; daí a idéia de “operários sem patrão” (SILVA, 1995). Na década de 1960, mais precisamente em 1965, no início da ditadura militar, foram editadas leis que retiraram uma série de direitos dos trabalhadores conquistados ao longo de anos, resultando em cortes salariais e profundas alterações na jornada de trabalho (SILVA, 1995, p. 206). Além disso, inicia-se, com a ditadura, um período de repressão e perseguição política. “Desde 1964 e, sobretudo, a partir de 1969, o porto sofreu importantes reformulações em tamanho e inovações tecnológicas” (SILVA, 1995: 209). O fim da fase de predomínio agroexportador do café faz com que o porto de Santos deixe de ser o “porto do café” e passe a ser o “porto da indústria” (ARAÚJO FILHO, 1969; ORNELAS, 2008). Entre 1950 e 1960, ocorre um acelerado crescimento da movimentação do porto em razão da industrialização da região do Grande ABC e da instalação da indústria petroquímica em Cubatão, forçando a realização de uma série de melhoramentos técnicos. Nos últimos anos, a entrada em funcionamento de terminais privativos intensificou a ampliação do porto, acompanhada de diversas medidas de modernização. Informações Um dos aspectos que caracterizam a importância do porto na descritivas constituição de uma identidade santista é a sua centralidade como espaço incentivador da criação de uma sociedade civil eivada de sentimentos e práticas progressistas, conformando uma cultura política em que vicejam “o predomínio do social e do coletivo, a idéia de fraternidade e solidariedade, a busca da igualdade, a valorização do associativismo (sindicatos e associações), o espírito voltado a mudanças e transformações” (GONÇALVES, 1995: 18). Esta cultura de combatividade remontaria aos séculos XVI e XVII, quando a população teve que se defender de inúmeros ataques de corsários, cobiçosos das riquezas que passavam pelo porto. SILVA (1995) aponta para a constituição de uma “cultura portuária”, decorrente de alguns fatores prevalecentes no trabalho portuário: “a natureza ocasional do trabalho; o serviço árduo e perigoso; o modelo de ‘cooperação simples’ na execução de tarefas em turmas e a comunicação horizontal entre diversas categorias de trabalhadores; a falta de associação regular a um único patrão; os contatos freqüentes com mercadorias, navios, marinheiros, idéias e experiências estrangeiras; a moradia próxima ao proto e a crença partilhada pelos portuários de que os ‘outros da sociedade’ os consideram um grupo de ‘status baixo’” (SILVA, 1995: 11-12). A imigração teve influência ideológica fundamental. Na primeira república, a principal influência ideológica era o anarco-sindicalismo e a cidade de Santos era conhecida como “Barcelona brasileira”; entre os anos 1930 e 1960, Santos foi chamada de “Porto Vermelho” ou de “Moscou brasileira” (TAVARES, 2007), devido principalmente às sucessivas vitórias do PCB entre 1945 e 1962 (GONÇALVES, 1995). Eram freqüentes as greves e agitações políticas, nas quais o trabalho no porto era paralisado não somente em razão de reivindicações próprias ao trabalho portuário, mas em solidariedade às categorias de menor expressão. A diminuição da necessidade de mão-de-obra reduzia a importância e o poder dos trabalhadores portuários, cujos principais instrumentos de luta estavam nas paralisações e nas “operações tartaruga”. Nesse sentido, a importância atribuída ao porto como lugar de produção de significados culturais manifesta-se no discurso de um ex-trabalhador de armazém da Companhia Docas de Santos: “a força mesmo maior era o cais, era o cais, o cais é que estava com a força ali, o cais e o transporte porque parou o transporte, parou o cais, a cidade praticamente estava parada (...)” (apud SILVA, 1995: 18). Outro ex-trabalhador e ex-dirigente sindical, afirma “é a mola propulsora desta cidade. A cidade morre se um dia esse porto morrer” (apud SILVA, 1995: 19). Condição Atual O porto de Santos ainda hoje é o principal exportador mundial, movimentando 80% da safra nacional (VILAS BOAS, 2005). Atualmente, possui cerca de 13 km, que se estendem da Ponta da Praia até a Alemoa, a Ilha de Barnabé e o Guarujá. A Companhia Docas de Santos manteve o monopólio privado sobre as operações do porto durante 92 anos. Em 1980 foi criada a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), órgão estatal que passou a ter o monopólio público das operações do porto de Santos (AGUIAR, JUNQUEIRA, FREDDO, 2006). Em 1993, o monopólio público foi revogado com a Lei de Modernização dos Portos (no 8.630), que instituiu o Conselho de Autoridade Portuário (CAP), constituído por representantes do governo federal; dos municípios de Santos, Guarujá e Cubatão; dos operadores; dos trabalhadores portuários e do governo do estado de São Paulo. A função do CAP é legislativa e a função administrativa passou a ser exercida pela Codesp (Companhia Docas de São Paulo). Em relação aos trabalhadores, a mudança mais importante foi a criação do Órgão Gestor de Mão-de-obra, que eliminou o controle de mão-deobra avulsa pelos sindicatos. As novas formas de gerir as operações do porto e a mão-de-obra acarretaram o surgimento de novos atores sociais e novas relações institucionais, dando ao porto uma nova dinâmica. Apesar da perda de poder dos sindicatos dos trabalhadores portuários, a área do porto e seu entorno continuam a ter a sua importância discutida e re-significada. Áreas do centro histórico e do porto de Santos tem sido alvo de projetos de revitalização por parte do Poder Público. Um desses projetos é o “Alegra Centro” criado pela Prefeitura Municipal de Santos por meio da Lei Complementar nº 448/2001, que define as Zonas Centrais I e II e a Zona Portuária, entre o Valongo e o Paquetá, como Áreas de Proteção Cultural – APC. As várias ações compreendem revitalização, requalificação e recuperação de locais e edifícios históricos, entre os quais, o aproveitamento dos armazéns 01 ao 08 para uso cultural, turístico e de lazer. Esse projeto, denominado “Marina Porto de Santos – Complexo Náutico e Empresarial”, propõe a construção de uma marina, terminal de cruzeiros, restaurantes, espaços para eventos e feiras, estaleiro, serviços de apoio náutico, Escola de Navegação e Centro Oceanográfico, e visa, entre outros objetivos, ao resgate da identidade santista, a uma maior integração entre o porto e a cidade, à qualificação do município para o turismo internacional, à migração de empresas para o centro histórico, à melhoria da qualidade de vida e ao incentivo de esportes náuticos (NEVES et.al., 2009). Projetos de requalificação de áreas degradadas e abandonadas também são objeto do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Santos, desenvolvido pela administração do porto em parceria com a prefeitura municipal e com empresas privadas. (NEVES et.al, 2009). 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São Francisco, 276/278 Fone (13) Centro – Santos/SP 3223-2377 (13) 3223-1158 CEP 11013-202 Endereço na web (site) http://www.assojubs.com.br e-mail Não possui Contatos dentro da instituição instituição Hugo Rogerio Nicodemos Coviello (Presidente) Bens culturais com os quais Barracas de praia de associações de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Associação de Capoeira Senzala de Santos Endereço Rua Joaquim Távora, 424. Vila Fone (13) 3326-9953 e-mail [email protected] Matias - Santos/SP CEP 11075-301 Endereço na web (site) www.valtinhodasenzala.org.br r Contatos dentro da instituição Roberto Teles de Oliveira (Mestre Sombra); Mestre Valtinho da Senzala e contramestre Ydilio. Bens culturais com os quais Capoeira tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Associação Santista de Capoeira de Areia Branca Endereço Alameda Marechal Floriano Data 14/07/09 Fone Peixoto, 45 – sala 5. Gonzaga – (13) 3028-7305 (13) 9108-0087 Santos/SP Endereço na web (site) www.capoeirasantista.com.br e-mail capoeirasantista @capoeirasantist a.com.br Contatos dentro da instituição Mestre Ribas Bens culturais com os quais Capoeira tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Associação Santos de Surfe Endereço Rua Luis de Camões, 110 – Sala 5. Encruzilhada – Data 14/07/09 Fone Santos/SP. (13) 3273-4319 (13) 9764-2705 CEP 11015-400 Endereço na web (site) www.santossurf.com.br e-mail contato@santoss urf.com.br Contatos dentro da instituição Herbert Passos Neto Bens culturais com os quais Surfe tem relação Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Clayton Perón Franco de Godoy Instituição Casa de Utilidade Publica e de Culto Afro Brasileiro Ilê Asé Sobo Oba Aryrá Endereço Rua Octavio Correa, 64. Estuário Fone (13) 3271-7051 e-mail fomodelogunede - Santos/SP. CEP 11025-230 Endereço Endereço na web (site) Não possui @ig.com.br Contatos dentro da instituição Babalorixá Marcelo Fomo de Logunédé Bens culturais com os quais Procissão de Iemanjá tem relação Informações Técnicas Técnicas Instituição Maria Cecília Manzoli Turatti Data 01/08/09 Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio (Monte Cabrão) Endereço Rua Principal, n° 08. Monte Fone (13) 32682114 Cabrão – Santos/SP (13) 96093085 Endereço na web (site) Não possui e-mail Contatos dentro da instituição Lilia Vasques Britez da Silva (capataz) Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara Não possui tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 13/08/2009 Instituição Capatazia da Colônia de Pescadores Z-1 José Bonifácio (Vila dos Pescadores) Endereço Rua Amaral Neto, n° 320. Vila Fone (13)3363 4891 e-mail Não possui dos Pescadores – Cubatão/SP. CEP 11531-070 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição instituição Santina Gonçalves Barros (coordenadora) Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara tem relação Informações Técnicas Instituição Wilson Mesquita de Almeida Data 13/08/2009 Centro de Estudos Folclóricos Prof. Albino Luiz Caldas – Universidade Católica de Santos/UNISANTOS Endereço Campi Dom Idílio José Soares. Fone (13) 3205-5555 e-mail Não possui Rua Conselheiro Nébias, 300. Centro – Santos/SP CEP 11015-002 Endereço na web (site) http://www.unisantos.br/conteudo. php?area=8&subarea=5 Contatos dentro da instituição Professora Yza Fava de Oliveira (coordenadora) Bens culturais com os quais Lendas e folclore do município de Santos tem relação Informações Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 Instituição Centro Espanhol e Repatriação de Santos Endereço Av. Ana Costa, 286. Fone (13) 3223-1182 Campo Grande - Santos/SP (13) 3233-2797 CEP: 11060-000 Endereço na web (site) http://www.centroespanholdesant e-mail Não possui os.com.br/conteudo.php?cod=3 Contatos dentro da instituição José Faustino F. Barral (Presidente) Bens culturais com os quais Barracas de praia de associações de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube da Ponta Endereço Referência de localização: Data 20/07/09 Fone Não possui e-mail Não possui Aquário; Barraca de Praia Endereço na web (site) Em construção Contatos dentro da instituição Não encontrado Bens culturais com os quais Futebol de Praia tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube Internacional de Regatas Endereço Av. Alm. Saldanha da Gama, 05. Data 20/07/09 Fone (13) 3269-6900 (13) 3269-6909 Ponta da Praia - Santos/SP. CEP 11030-400 Endereço na web (site) http://www.inter.org.br/ e-mail presidente@inter. org.br Contatos dentro da instituição José Augusto Cintra Mathias (presidente) Bens culturais com os quais Remo tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube de Regatas Santista Endereço Av. Alm. Saldanha da Gama, 23 Data 30/07/09 3 Fone – Ponta da Praia - Santos/SP. (13)3261-7112 (13)3261-6373 CEP 11030-400 Endereço na web (site) www.clubederegatassantista.com e-mail Não fornecido .br Contatos dentro da instituição instituição Ari Castro (presidente) Bens culturais com os quais Remo tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube de Regatas Vasco da Gama Endereço Av. Alm. Saldanha da Gama, 33. Ponta da Praia - Santos/SP. CEP Data 30/07/09 Fone (13) 3322-7891 11030-400 Endereço na web (site) Não há e-mail Contatos dentro da instituição Claudio de Matheus Júnior Bens culturais com os quais Remo Não há tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Instituição Clube de Regatas Saldanha da Gama Endereço Av. Alm. Saldanha da Gama, 44 Fone . Ponta da Praia - Santos/SP. (13)3261-1898 (13)3261-2600 CEP 11030-400 Endereço na web (site) Não possui e-mail Contatos dentro da instituição Wladimir dos Santos Matos (presidente) Bens culturais com os quais Remo Não possui tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube Igaratá Endereço Referência de localização: Data 30/07/09 3 Fone Não possui e-mail Não possui Pinacoteca; Barraca de Praia Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Não encontrado Bens culturais com os quais Futebol de Praia tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição Clube Democrático Endereço Referência de localização: Data 20/07/09 Fone Não possui e-mail Não possui Canal 6; Barraca de Praia Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Não encontrado Bens culturais com os quais Futebol de Praia tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Colônia de Pescadores Z-1 - José Bonifácio Endereço Rua Dino Bueno114. Ponta da Fone (13) 32612992 e-mail Não possui Praia - Santos/SP CEP1103-350 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Tsuneo Okida (presidente) Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 13/08/2009 Instituição Colônia de Pescadores Z-3 -Floriano Peixoto Endereço Rua Itapema n° 15. Vicente de Fone (13)3352 6820 e-mail Não possui Carvalho – Guarujá/SP CEP 11450-530 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Edson dos Santos Cláudio (presidente) Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara; Procissão de São Pedro tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 13/08/2009 Instituição Colônia de Pescadores Z-4 - André Rebouças Endereço Av. Newton Prado, 503. Parque Fone (13)3468 6939 e-mail Não possui Bitaru - São Vicente/SP. CEP: 11.310-160 Endereço Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Maria Aparecida Nobre da Silva (presidente) Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Instituição Cúria Diocesana de Santos Endereço Av. Conselheiro Rodrigues Data 13/08/2009 Fone (13)3228 8888 Alves, 254. Macuco - Santos/SP. CEP 11015-200 Endereço na web (site) www.diocesedesantos.com.br e-mail Contatos dentro da instituição Fábio Bens culturais com os quais Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Não possui tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Escola Radical Endereço Av. Presidente Wilson, s/n° - Data 14/07/09 Fone (13) 32519838 e-mail Não possui Posto 2 - Praia do José Menino. José Menino – Santos/SP. CEP 11065-200 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Cisco Araña Bens culturais com os quais Surfe tem relação Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Instituição Federação dos Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo Endereço Rua Dino Bueno114. Ponta da Fone (13) 32612992 e-mail Não possui Praia – Santos/SP CEP 1103-350 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Presidente: Tsuneo Okida Bens culturais com os quais Pesca Artesanal; Culinária Caiçara; Procissão de São Pedro tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Instituição Instituição Grupo Capoeira Santista Endereço Av. Marechal Floriano Peixoto Data 13/08/2009 Fone (13)30287305 45.- sala 5. Gonzaga. - (13)91080087 Santos/SP. CEP 11060-301 Endereço na web (site) http://www.capoeirasantista.com e-mail .br/ capoeirasantist a@capoeirasan tista.com.br Contatos dentro da instituição Mestre Ribas Bens culturais com os quais Capoeira tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Liga Santista de Tamboréu Endereço Rua Constituição, 431 - fundos. Data 14/07/09 Fone (13) 32237568 e-mail tamboreu@tam Vila Matias - Santos/SP CEP: 11015-473 Endereço na web (site) http://www.tamboreu.com.br boreu.com.br Contatos dentro da instituição Nilton Ramos Augusto (presidente) Bens culturais com os quais Jogo do tamboréu tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Museu do Surfe Endereço Parque Municipal Roberto Mário Data 14/07/09 Fone (13) 32698080 e-mail Não possui Santini, s/n. José Menino – Santos/SP Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Herbert Passos Neto (presidente) Bens culturais com os quais Surfe tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Instituição Paróquia Nossa Senhora da Assunção Endereço Largo do São Bento, s/n. Morro Fone (13) 3235-1277 do São Bento - Santos/SP. CEP: 11082-310 Endereço na web (site) Não possui e-mail Não possui Contatos dentro da instituição Frei Valdemiro Wastechuk Bens culturais com os quais Ofício das bordadeiras dos morros santistas; Festa de Nossa tem relação Senhora da Assunção Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat Endereço Caminho Data 20/07/09 Monsenhor Moreira, Fone (13) 32352295 e-mail Não disponível 33. Monte Serrat - Santos/SP. CEP: 11013-760 Endereço na web (site) (site) http://www.paroquiamonteserrat. com.br Contatos dentro da instituição Monsenhor João Joaquim Vicente Leite Bens culturais com os quais Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Instituição Paróquia São João Batista – Nova Cintra Endereço Praça Guadalajara, Data 14/07/09 Fone (13)3258-6464 e-mail [email protected] s/nº. Morro da Nova Cintra – Santos/SP CEP: 11080-200 Endereço na web (site) (site) www.diocesedesantos .com.br m.br Contatos dentro da instituição Padre Valfran dos Santos Bens culturais com os quais quais Festa Junina do Morro Nova Cintra tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Instituição Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de Santos Endereço Av. Pinheiro Machado, 48. Vila Fone (13) 3226-8000 Mathias – Santos/SP CEP 11075-000 Endereço na web (site) http://www.santos.sp.gov.br/fra e-mail gabinete- mes.php?pag=/cultura/cultura. [email protected] php .gov.br Contatos dentro da instituição Carlos Pinto (secretário) Bens culturais com os quais Carnaval tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Secretaria de Esportes/Departamento de Equipamentos da Prefeitura Municipal de Santos (DEQUIP) Endereço Praça Engenheiro José Fone (13) 3269-8084 e-mail gab.semes@sant Rebouças s/nº - Ponta da Praia – Santos. CEP 11030-000 Endereço na web (site) http://www.santos.sp.gov.br/fra mes.php?pag=/esportes/esport os.sp.gov.br es.php Contatos dentro da instituição Paulo Roberto Paes Musa (secretário) Bens culturais com os quais Barracas de praia de associações de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Instituição SESC Santos Endereço Rua Conselheiro Ribas, 136. Data 20/07/09 Fone Aparecida – Santos/SP (13) 3278-9800 (13)3227-5252 CEP 11040-050 Endereço na web (site) http://www.sescsp.net/sesc/bu sca/index.cfm?UnidadesDirect e-mail [email protected] scsp.org.br or=73&inslog=129 Contatos dentro da instituição Hugo Rogerio Nicodemos Coviello (Presidente) Bens culturais com os quais Barracas de praia de associações de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado de São Paulo/SAPESP Endereço Rua Vereador Henrique Soler, Fone (13) 3261-5380 e-mail [email protected] 258. Ponta da Praia – Santos – SP CEP 11030-010 Endereço na web (site) Não possui m.br Contatos dentro da instituição Antonio Carlos Simões Bens culturais com os quais Procissão Marítima de São Pedro tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Sindicato dos Empregados no Comércio de Santos Endereço Rua Itororó, 79 - 7o/8o Fone (13) 2138-6060 e-mail secretaria@comerci andar. Centro – Santos/SP Cep 11010-071 Endereço na web (site) http://www.comerciarios.co m.br/ arios.com.br Contatos dentro da instituição Arnaldo Azevedo Biloti (Presidente) Bens culturais com os quais Barracas de praia de associações de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão Endereço Endereço na web (site) Rua dos Estivadores, 101. Fone (13) 3223-2327 Paquetá - Santos/SP. (13) 3223-1802 CEP 11015-907 (13) 3222-7898 http://www.federacaodoses e-mail tivadores.org.br Contatos dentro da instituição Rodnei Oliveira da Silva (presidente) Bens culturais com os quais Porto de Santos estivasantos@yahoo .com.br tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 3 Instituição Sociedade de Melhoramentos da Ilha Diana Endereço Casa 06. Ilha Diana – Santos- Fone SP – Cx. Postal 381 (13) 9761-1201 (13) 9708-8453 Endereço na web (site) Não possui e-mail Contatos dentro da instituição Evaldo da Silva (presidente) Bens culturais com os quais Festa de Bom Jesus da Ilha Diana; Pesca Artesanal; Culinária tem relação Caiçara. Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Instituição Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat Endereço Caminho Monsenhor Não possui Data 22/07/09 Fone (13) 3019-6683 Moreira L.E, 3811. Monte (13) 9111-5742 Serrat - Santos/SP (13) 3019-6683 CEP: 11030-760. Endereço na web (site) Não possui e-mail [email protected] m.br Contatos dentro da instituição João Benício da Silva Bens culturais com os quais Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 14/07/09 Instituição Sociedade de Melhoramentos do Morro São Bento Endereço Largo do São Bento Fone (13) 3224-9268 (13) 9173-1594 Endereço na web (site) Não possui e-mail toncavalcanti@y ahoo.com.br Contatos dentro da instituição Cleidon (representante) Bens culturais com os quais Ofício das bordadeiras dos morros santistas; Festa de Nossa tem relação Senhora da Assunção Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data Data 22/07/09 Instituição Sociedade de Melhoramentos do Morro Nova Cintra Endereço Av. Santista, 114. Morro de Fone (13) 3258-6898 e-mail Não possui Nova Cintra - Santos/SP CEP 11080-000 Endereço na web (site) Não possui Contatos dentro da instituição Adelaide Pereira Bens culturais com os quais Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra tem relação Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 Instituição Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU) Endereço Endereço Pça dos Expedicionários, n°10 Fone (13) 3228-8800 e-mail [email protected] – 7°, 10° e 11° andares. (sede) Gonzaga - Santos/SP. Endereço na web (site) http://www.santos.sp.gov.br/fra .gov.br mes.php?pag=/planejamento/p lanejamento.php Contatos dentro da instituição Bechara Abdalla Pestana Neves (Secretário) Bens culturais com os quais Canais de Santos tem relação Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Instituição União das Bordadeiras do Morro São Bento Endereço Rua São Luiz s/n°. Morro de Fone (13) 3233-9143 São Bento – Santos-SP (13) 3223-7970 Endereço na web (site) Não possui e-mail Não possui Contatos dentro da instituição Maria Tereza Gonçalves Pestana Bens culturais com os quais Ofício das bordadeiras dos morros santistas tem relação Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 20/07/09 FICHAS CATALOGRÁFICAS DA ICONOGRAFIA Classificação Classificação IC_AGUARDENTE01 Autor/Título Sergio Eluf. Sem título Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pinga; Cachaça; alambique; fabricação Assunto Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra – Santos/SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0039.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_AGUARDENTE02 Autor/Título Sergio Eluf. Extraído da publicação Comunidade é onde nos Data: 18/07/2009 sentimos bem, livrete especial da Mobil Oil do Brasil em comemoração ao 25º aniversário de sua Usina de Lubrificantes em Santos, 1982. Textos de Sônia Mateu L. de Abreu, fotografias pretoe-branco de Sérgio Eluf. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pinga; Cachaça; alambique; fabricação Assunto Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra – Santos/SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0039.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_ASSUNCAO01 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de Data: 20/07/2009 Nossa Senhora da Assunção em 2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/2009 Classificação IC_ASSUNCAO02 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de Nossa Senhora da Assunção em 2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_ASSUNCAO03 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de Data 22/07/2009 Nossa Senhora da Assunção em 2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção Localização Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/2009 Classificação IC_ASSUNCAO04 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de Nossa Senhora da Assunção em 2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/2009 Classificação IC_ASSUNCAO05 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Imagem da celebração da Festa de Nossa Senhora da Assunção em 2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144j.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_BARRACAS01 Autor/Título Sem crédito. Clube do Conteiner promoveu ampla churrascada em Data 22/07/2009 sua nova barraca de praia, inaugurada pela diretoria presidida por Fernando Nunes Cunha - Foto publicada com a matéria (O Estado de S. Paulo, 22/04/1986, Cad. Marinha Mercante). Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima Assunto Barracas de Praia Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0151c1.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_BARRACAS02 Autor/Título Sem crédito. Sem título Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima Assunto Barracas de Praia Localização http://www.comerciarios.com.br/barraca_de_praia.htm Informações Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_BARRACAS03 Autor/Título Sem crédito. Sem título Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Barracas de Praia, Associativismo, Orla Marítima Assunto Barracas de Praia Data 31/07/2009 Data 31/07/2009 Localização www.sescsp.org.br Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_BOM_JESUS01 Autor/Título NASCIMENTO, Tadeu. FÉ – A festa do Bom Jesus da Ilha Diana, Data 31/07/2009 que teve início ontem com missa seguida de procissão, prossegue neste final de semana; comidas típicas são atração à parte. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana Assunto Festa do Bom Jesus da Ilha Diana Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_BOM_JESUS_02 Autor/Título NASCIMENTO, Tadeu. Fé e emoção movimentaram o primeiro dia Data 23/07/2009 dos festejos deste ano. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana Assunto Festa do Bom Jesus da Ilha Diana Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_BOM_JESUS_03 Autor/Título PONTES; Benê. Procissão (ao alto e ao lado) foi completada pelo Data 23/07/2009 Festival de Comidas Típicas, especializado em comida caiçara Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bom Jesus; Celebração religiosa; Ilha Diana Assunto Festa do Bom Jesus da Ilha Diana Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232f.htm Informações Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/2009 Classificação IC_BORDADOS01 Autor/Título “... cheio, crivo, haste, bola e viúvas”. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; tipos de ponto Assunto Assunto Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros santistas Localização Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos morros de Santos. Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan. pp. 26. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 21/07/09 Classificação IC_BORDADOS02 Autor/Título “Ferramentas de trabalho das bordadeiras” Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; utensílios e materiais de bordado Assunto Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros santistas Localização Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos morros de Santos. Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan. pp. 28. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 21/07/09 Classificação IC_BORDADOS03 Autor/Título “Motivo para jogo de cama: pontos crivo, bola, viúva e recheio” Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Bordados da Ilha da Madeira; Morro São Bento; tramas e temas Assunto Historiografia de Santos; ofício das bordadeiras dos morros santistas Localização Arquivo D. O. Urgente. Coletada em: NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da da Madeira nos morros de Santos. Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan. pp. 24. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 21/07/09 Classificação IC_CANAIS01 Autor/Título Site Canais de Santos. Marco na praia. Tipo Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pórtico; inauguração; Comemoração; Centenário; Canais de Santos Assunto Canais de Santos Localização http://www.canaisdesantos.com.br/evento.htm. Informações Técnicas Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CANAIS02 Autor/Título PEREIRA, José M. Inauguração do Canal 1 (Trecho Vila Nova) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Canais de Drenagem; História de Santos; Canal 1 Assunto Canais de Santos Localização http://www.canaisdesantos.com.br/postal.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CANAIS03 Autor/Título PEREIRA, José M. Vista do Canal 1, altura da Vila Mathias Tipo Fotografia Data 20/07/09 Data 20/07/09 PalavrasPalavras-chave Canais de Drenagem; História de Santos; Canal 1 Assunto Canais de Santos Localização http://www.canaisdesantos.com.br/postal.asp Informações Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CANAIS04 Autor/Título De Paoli.Canal 1 Santos SP Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Canais de Drenagem; História de Santos; Canal Assunto Canais de Santos Localização http://www.panoramio.com/photo/18681289 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CANAIS05 Autor/Título CARVALHO, José Carlos. Canal dois, visão da Avenida. Data 20/07/09 Data 30/07/09 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Canais de Drenagem; História de Santos Assunto Canais de Santos Localização http://www.panoramio.com/photo/19910199 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CAPOEIRA01 Autor/Título Sem crédito. O Grande encerramento (à direita, os atores Alexandre Data 30/07/09 Borges, Sérgio Mamberti e Júlia Lemmertz) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Capoeira, Esporte, Evento Assunto Capoeira Localização http://www.capoeirasantista.com.br/ Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CAPOEIRA02 Data 30/07/09 Autor/Título Sem crédito. CURSO COM MESTRE PARADA - MAIO 2003. Tipo Fotografia Palavras Palavrasvras-chave Capoeira, Esporte, Evento Assunto Capoeira Localização http://www.capoeirasantista.com.br/ Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CAPOEIRA03 Autor/Título Sem crédito. DIVERSAS - CONTRAMESTRE KALED Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Capoeira, Esporte, Evento Assunto Capoeira Localização http://www.capoeirasantista.com.br/ Informações Técnicas Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Data 30/07/09 Classificação IC_CARNAVAL01 Autor/Título Arquivo. "Durante muitos anos, o tradicional desfile das escolas de samba manteve a alegria do Carnaval na cidade" Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Carnaval, História, Evento Assunto Carnaval Localização A TRIBUNA, 04/02/2001. Arquivo, foto de 26/02/1968 (Biblioteca Municipal Alberto Sousa – Santos/SP) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_CARNAVAL02 Autor/Título Sem crédito. Sem título Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Carnaval, História, Evento Assunto Carnaval Localização http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1892 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_CARNAVAL03 Autor/Título Sem crédito. Sem título Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Carnaval, Sambódromo Assunto Carnaval Localização http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=1892 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CARNAVAL04 Autor/Título LOPES, Antonio José. Sambódromo Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Carnaval, Sambódromo Assunto Carnaval Localização http://www.panoramio.com/photo/19706121 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Data 30/07/09 Classificação Classificação IC_CARNAVAL05 Autor/Título LOPES, Antonio José. Bonde turístico Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Carnaval, Sambódromo Assunto Carnaval Localização http://www.panoramio.com/photo/19706324 Informações Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_CULINARIA_CAICARA01 Autor/Título HANAZAKI, N. A limpeza do pescado para consumo local é Data 30/07/09 geralmente feita pelas mulheres. Ocasionalmente, o pescado é secado ao sol, como no caso das tainhas na foto à direita Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Culinária, cultura caiçara Assunto Culinária caiçara Localização http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871 (HANAZAKI, 2001, p. 74) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_CULINARIA_CAICARA02 Autor/Título PERONI, N. O peixe seco e defumado, a "coruja" e o beiju de mandioca são alimentos costumeiros entre os caiçaras Tipo Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Culinária, cultura caiçara Assunto Culinária caiçara Localização http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871 (HANAZAKI, 2001, p. 96) Informações Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_FUTEBOL_PRAIA01 Autor/Título Sem Crédito. Foto extraída do livro "Boleiros da Areia" (NORI, 2002) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Futebol de Praia, Equipe Assunto Futebol de Praia Localização http://www.giginarede.com.br/praia/clube-da-ponta.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_FUTEBOL_PRAIA02 Autor/Título Foto publicada no Jornal A Tribuna -Foto do Passado - dia Data 30/07/09 24/05/2009 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Futebol de Praia, Equipe Assunto Futebol de Praia Localização http://www.giginarede.com.br/praia/igarata.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_FUTEBOL_PRAIA03 Autor/Título Assessoria de Imprensa do ECA e site oficial do Alvorada. Sem Título. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Futebol de Praia, Equipe, Barraca de Praia Assunto Futebol de Praia Localização http://www.giginarede.com.br/praia/alvorada_ec.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_FUTEBOL_PRAIA04 Autor/Título Foto extraída do livro "Boleiros da Areia" (NORI, 2002) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Futebol de Praia, Equipe Assunto Futebol de Praia Localização http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Data 30/07/09 Classificação IC_IEMANJA01 Autor/Título JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá em 2009. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá Localização http://fenorixa.zip.net Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_IEMANJA02 Autor/Título JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá em 2009. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá Data 23/07/2009 Localização http://fenorixa.zip.net Informações Técnicas Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_IEMANJA03 Autor/Título JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá Data 23/07/2009 em 2009. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá Localização http://fenorixa.zip.net Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_IEMANJA04 Autor/Título JORNAL TRIBUNA AFROBRASILEIRA - Celebração de Iemanjá em 2009. Tipo Fotografia Data 23/07/2009 PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá Localização http://fenorixa.zip.net Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_LENDAS01 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Através de instalações de um depósito Data 23/07/2009 do setor de Obras Municipais, com acesso proibido ao público, no Largo Sete de Setembro (formado pelo encontro das ruas Andrade Neves e Sete de Setembro com a Avenida Senador Feijó), é possível ver ao fundo o local citado nesta história (17/06/2007) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pedra da Feiticeira, Lendas; Santos Assunto Lendas de Santos-SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0002.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/2009 Classificação IC_LENDAS02 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Em janeiro de 2009, a gruta aparece desaparelhada e a garagem municipal foi retirada, em preparativos para as futuras obras de transformação do Castelinho dos Bombeiros em sede da Câmara Municipal de Santos (7/1/2009) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pedra da Feiticeira, Lendas; Santos Assunto Lendas de Santos-SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0002.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_LENDAS03 Autor/Título MENDES, Carlos Pimentel. Fonte atual, no início do Caminho Data 30/07/2009 Monsenhor Moreira, a escadaria do Monte Serrat – ( 23/6/2000) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Fonte do Itororó, Folclore, Santos-SP Assunto Lendas de Santos-SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_MONTE_SERRAT01 Autor/Título PONTES, M. Uma festa no Monte Serrate – 1901. Tipo Cartão Postal PalavrasPalavras-chave Monte Serrat; Festa de Monte Serrat; religiosidade popular Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 30/07/2009 Data 20/07/09 Classificação IC_MONTE_SERRAT02 Autor/Título Rogério Bomfim/Decom-PMS. Procissão leva a imagem do Monte Serrat para a Catedral, em 26/8/2002. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Religiosidade popular; Festa da Padroeira; trajeto da Procissão de Nossa Senhora do Monte Serrat Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 20/07/09 Classificação IC_MONTE_SERRAT03 Autor/Título A procissão de Nossa Senhora do Monte Serrat – Padroeira de Santos – Uma tradição de fé (1989). Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Religiosidade popular; Festa da Padroeira; trajeto da Procissão de Nossa Senhora do Monte Serrat Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Reproduzido de SANTOS (1986, p. 394) Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 20/07/09 Classificação IC_NEVES01 Autor/Título FERRIGNO, Reinaldo/Decom-Prefeitura Municipal de Santos).O Sítio das Neves, em 2002, após ser explorado como pedreira Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Procissão, Religiosidade Popular, História Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_NEVES02 Autor/Título O incêndio, em bico-de-pena de J.Watson Rodrigues, reproduzido Data 30/07/09 de Olao Rodrigues, em sua Cartilha da História de Santos (Gráfica A Tribuna, 1980, Santos/SP) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Procissão, Religiosidade Popular, História, Ilustração Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_NEVES03 Autor/Título A Tribuna, 28/10/1982. Em 1850, atearam fogo na igreja, e hoje Data 30/07/09 restam apenas ruínas Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Procissão, Religiosidade Popular, História, Ruínas Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0092.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_NOVA_CINTRA01 Autor/Título GUERRA, José. Paróquia São João Batista - Nova Cintra Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Morro Nova Cintra, Igreja São João Batista Assunto Festa Junina do Morro Nova Citnra Localização http://www.panoramio.com/photo/12353770 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_NOVA_CINTRA02 Autor/Título Divulgação. Muita música anima festa do morro da Nova Cintra. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Morro Nova Cintra, Igreja São João Batista Assunto Festa Junina do Morro Nova Citnra Localização http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/pagode_forro_a nimam_festa_junina2008.asp# Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_PESCA_ARTESANAL01 Autor/Título Pescando com rede nas praias santistas, na década de 1950 Foto: Poliantéia Santista, de Fernando Martins Lichti, 3º vol., 1996, Gráfica Prodesan, Santos/SP Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pesca Artesanal, Orla Marítma Assunto Pesca Artesanal Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0371a.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_PESCA_ARTESANAL02 Autor/Título Autor/Título HENRIQUE, Ademir (A Tribuna, 31/5/1981). Na Ilha Diana, a tranqüilidade é característica predominante Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pesca Artesanal, Ilha Diana, Barco Assunto Pesca Artesanal Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0232.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_PESCA_ARTESANAL03 Autor/Título Figura 1. Embarcações (canoas) utilizadas pela pesca artesanal na Data 30/07/09 captura de “siris” no Estuário de Santos/São Vicente Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pesca Artesanal, Siri, Estuário, Canoa Assunto Pesca Artesanal Localização Boletim do Instituto da Pesca, São Paulo, 27 (1): 7 - 19, 2001 (Disponível em ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/arq_27_art_02.pdf ) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_PESCA_ARTESANAL04 Autor/Título Figura 3. Detalhes da arte de pesca (cabos com as chumbadas espaçadas, cabos com iscas, puçá) utilizada pela pesca, artesanal na captura de “siris” no Estuário de Santos/São Vicente Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Pesca Artesanal, Siri, Estuário, equipamento Assunto Pesca Artesanal Localização Boletim do Instituto da Pesca, São Paulo, 27 (1): 7 - 19, 2001 (Disponível em ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/arq_27_art_02.pdf ) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação Classificação IC_PORTO01 Autor/Título Docas, embarque de café a bordo do “Prinz Sigismund”. (LO). Autor e data desconhecidos Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Porto; Santos; Estiva; Estivador Assunto Porto de Santos Localização Reproduzido de ARAÚJO, PEREIRA (2007, p. 150). Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_PORTO02 Autor/Título Arquivo Museu do Porto, CODESP. Descarregador pneumático de trigo da primeira seção do cais. A vastidão do cais possibilita a existência de um relativo anonimato dos trabalhadores diante dos diferentes mecanismos de supervisão e vigilância, facilitando a criação de grupos e comunicações informais, além do aprendizado de formas secretas de resistência coletiva e de solidariedade. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Porto; Santos; Descarregador; Desestivagem Assunto Porto de Santos Localização Reproduzido de SILVA (1995, anexo fotos, sem número de página) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_PORTO03 Autor/Título Arquivo Centro de Memória e Arquivos de Santos. Embarque de Data 30/07/09 café por meio de lingada, 1960. “Há sempre uma afinidade entre os componentes das turmas (...). É de imaginar que homens trabalhando juntos, por tempo indeterminado, comecem a tomar sentimentos de amigos” (Celso de Lima, Navegar é preciso, p. 31) Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Porto; Santos; Lingada Assunto Porto de Santos Localização http://www.panoramio.com/photo/8171941 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_PORTO04 Autor/Título CARVALHO, RT. Cais Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Porto; Santos; Guindaste Assunto Porto de Santos Localização http://www.panoramio.com/photo/8171941 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Data 30/07/09 Classificação IC_PORTO05 Autor/Título Prefeitura Municipal de Santos: Secretaria do Planejamento; Secretaria de Assuntos Portuários. Oito armazéns que fazem parte do complexo a ser revitalizado no Porto de Santos. “Marina Porto de Santos – Complexo Turístico, Náutico e Empresarial”, mai-2007. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Porto; Santos; Vista aérea; Revitalização Assunto Assunto Porto de Santos Localização Retirado de NEVES et al. (2009, p. 109) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_REMO01 Autor/Título Regata na Ponta da Praia no início da década de 80 Tipo Fotografia Palavras Palavras-chave Remo (Esporte), Regata, Competição Data 30/07/09 Assunto Remo Localização Reproduzido de SEMES (1995, p. 34) Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_REMO02 Autor/Título A Tribuna, 26/03/1944 (Foto e legenda publicadas com a matéria - Data 30/07/09 grafia atualizada). Grupo de remadores de há 40 anos atrás, do Internacional, na Ponta da Praia, em frente à fortaleza velha Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Remo (Esporte), Regata, Competição Assunto Remo Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276r.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_REMO03 Data 30/07/09 Autor/Título A Tribuna, 26/03/1944 (Foto e legenda publicadas com a matéria grafia atualizada). Um auterrigue a 8, o barco de classe internacional, usado nas mais famosas competições e adotado também nas olimpíadas. Os dois primeiros remadores são Edgard Perdigão e Luís Soveral. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Remo (Esporte), Regata, Competição Assunto Remo Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276r.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_REMO04 Autor/Título Autor/Título A Tribuna. Detalhe da foto publicada com a matéria d'A Tribuna, no Data 30/07/09 caderno Porto & Mar/Náutica, em 25 de janeiro de 1997 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Remo (Esporte), Regata, Competição Assunto Remo Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_SAO_PEDRO01 Autor/Título VARGAS, Antônio /PMS. Após intervalo de dez anos, evento foi realizado, com sucesso, na Ponta da Praia. Procissão Marítima de São Pedro; 29/06/1981 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d6.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_SAO_PEDRO02 Autor/Título Em direção ao alto mar; 29/06/1981 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; Data 25/07/09 São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d2.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Classificação IC_SAO_PEDRO03 Autor/Título Sem título, 30/06/2003. PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d7.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_SAO_PEDRO04 Autor/Título Sem título, 30/06/2003 PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; Data 25/07/09 São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0144d7.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Classificação IC_SURFE01 Autor/Título DELMONICO, Sergio. “Tributo ao Pai do Surf’ Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; Escultura Assunto Surfe Localização http://www.panoramio.com/photo/1419401 Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Classificação IC_SURFE02 Autor/Título “Quebra-mar em Santos” Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos Assunto Surfe Localização http://xpressurf.wordpress.com/2008/12/23/ii-santos-surf-art/ Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 26/07/09 Data 26/07/09 Classificação IC_SURFE03 Autor/Título “Quebra-mar em Santos é o ponto de encontro dos surfistas” Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos Assunto Surfe Localização http://santos.globo.com/2014/stexto.php?cod=14874&sec=172 Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Classificação IC_SURFE04 Autor/Título Criss Cristina. Surfe Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos Assunto Surfe Localização http://www.panoramio.com/photo/23772675 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_SURFE05 Autor/Título Rosemari Andrzejewska. "Vista de Santos, onde se pratica o Surf", Data 26/07/09 Data 30/07/09 Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos Assunto Surfe Localização http://www.panoramio.com/photo/21408540 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação IC_SURFE06 Autor/Título Acervo da família. "Osmar Gonçalves - 1938" Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; História Assunto Surfe Localização http://360graus.terra.com.br/surf/default.asp?did=6808&action=histó Data 30/07/09 ria Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_SURFE07 Autor/Título Arquivo pessoal. "Osmar Gonçalves e Jua com as primeiras pranchas feitas no Brasil". Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Surfe; Esportes; locais de prática do surfe em Santos Assunto Surfe Localização http://waves.terra.com.br/novo/layout4.asp?id=8079&sessao=novida de Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 30/07/09 Classificação IC_TAMBOREU01 Autor/Título ELUF, Sérgio – Jogadores praticando tamboréu, 1982. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Prática do tamboréu, esportes e jogos Assunto Jogo do Tamboréu Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Classificação IC_TAMBOREU02 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS - Jogadores praticando tamboréu em Data 23/07/2009 2002. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Prática do tamboréu Assunto Prática do tamboréu, esportes e jogos Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/2009 IC_TAMBOREU03 Autor/Título PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS - Jogadores praticando tamboréu em 2002. Tipo Fotografia PalavrasPalavras-chave Prática do tamboréu, esportes e jogos Assunto Jogo do Tamboréu Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/2009 FICHAS CATALOGRÁFICAS DOS REGISTROS FOTOGRÁFICOS Classificação RF_BARRACAS01 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. 18/07/09 PalavrasPalavras-chave Barracas de Praia; Assojubs; Associativismo Assunto Barracas de Praia Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_BORDADOS01 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Peças de bordado produzidas no Data 25/07/09 Morro São Bento. 18/07/09 PalavrasPalavras-chave Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira Assunto Ofício de bordadeira nos morros santistas Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Classificação RF_BORDADOS02 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Bordadeira do Morro São Bento expondo suas peças. 18/07/09 PalavrasPalavras-chave Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira Assunto Ofício de bordadeira nos morros santistas Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Classificação RF_BORDADOS03 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Detalhes de lenços bordados produzidos no Morro São Bento. 18/07/09 PalavrasPalavras-chave Bordados do Morro São Bento; Ofício de bordadeira Assunto Ofício de bordadeira nos morros santistas Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_FUTEBOL_PRAIA01 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia. Data 25/07/09 19/07/09 PalavrasPalavras-chave Esporte; expressão Futebol de praia; sociabilidade; formas de Assunto Futebol de Praia Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_FUTEBOL_PRAIA02 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia. Data 25/07/09 19/07/09 PalavrasPalavras-chave Esporte; Futebol de praia; sociabilidade; formas expressão Assunto Futebol de Praia Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_FUTEBOL_PRAIA03 Data 25/07/09 de Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. Prática de futebol de praia. 19/07/09 PalavrasPalavras-chave Esporte; Futebol de praia; sociabilidade; formas expressão Assunto Futebol de Praia Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_TAMBOREU01 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09 PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esporte santista Assunto Jogo do Tamboréu Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Data 25/07/09 de Classificação RF_TAMBOREU02 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09 PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esporte santista Assunto Jogo do Tamboréu Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Classificação RF_TAMBOREU03 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09 PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esporte santista Assunto Jogo do Tamboréu Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Classificação RF_TAMBOREU04 Autor/Título RICOLDI, Arlene Martinez. 21/07/09 Palavras Palavras-chave Tamboréu, jogos, esporte santista Assunto Jogo do Tamboréu Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 25/07/09 Data 25/07/09 FICHAS CATALOGRÁFICAS DA BIBLIOGRAFIA UTILIZADA Fontes Consultadas Livros, teses, dissertações e monografias: Livros Autor/Título ADAMS, Cristina. (2000). Caiçaras na Mata Atlântica: pesquisa científica versus planejamento e gestão ambiental. São Paulo: FAPESP/AnnaBlume. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional, agricultura tradicional, Gestão ambiental. Assunto Pesca artesanal Localização Biblioteca do Instituto de Biologia da Universidade de São Paulo – IB – USP – São Paulo/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/09 Autor/Título ARAÚJO, Hilda Pereira Prado de; PEREIRA, José Alberto. (2007). Santos – Uma história de pioneiros, piratas, revoltas, epidemias, carnaval e futebol. Santos: Realengo. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos (SP) Assunto Porto de Santos Localização Biblioteca Municipal Mario de Andrade – São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título ARAÚJO FILHO, José Ribeiro. (1969). Santos, o porto do café. Rio de Data 30/07/09 Janeiro: Fundação IBGE. Tipo de texto texto Livro (resultante de Tese de Livre-Docência em Geografia pela FFLCHUSP) PalavrasPalavras-chave Desenvolvimento Econômico, Urbanismo, Santos (SP); Orla Marítima Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título BANDEIRA JR. (s/d).História do Carnaval Santista. Santos, SP:Tribuna de Santos Jornal Editora. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Memória carnavalesca; história do carnaval santista Assunto Carnaval em Santos Localização Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 Autor/Título FRIGERIO, Ângela Maria.; ANDRADE, Wilma Therezinha.; OLIVEIRA, Yza Fava de. (1992). Santos : um encontro com a história e a Geografia.. Santos: UniSantos/ Leopoldianum. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; Geografia; topografia Assunto Canais de Santos; Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 22/07/09 Autor/Título GONÇALVES, Alcindo. (1995). Lutas e sonhos: cultura política e hegemonia progressista em Santos, 1945-1962.. SP: UNESP; Prefeitura Municipal de Santos. (Coleção Prismas) Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos, Expansão Urbana de Santos, Cultura política em Santos; movimentos sociais. Assunto Porto de Santos Localização Biblioteca da Sociedade Humanitária – Santos/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 22/07/09 Autor/Título LANNA, Ana Lúcia Duarte. (1996). Uma cidade na transição – Santos: 1870-1913. São Paulo: Hucitec; Prefeitura Municipal de Santos. (Estudos Históricos). Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Porto de Santos, História de Santos; Expansão Urbana de Santos Assunto Porto de Santos Localização Biblioteca da Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio de Santos – Santos/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título MUNIZ JR, J. (1976). Data 22/07/09 Panorama do samba santista. santista Santos: Impres/Ypiranga. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Memória carnavalesca; história do carnaval santista Assunto Carnaval em Santos Localização Acervo pessoal da pesquisadora Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título NASCIMENTO, Francisco Ribeiro do. (1992). Bordados da Madeira nos Data 05/08/2009 morros de Santos. Santos Santos: D.O. Urgente/Tudo da Cidade/Pesquisa Santos/Prodesan.. Tipo Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Bordados da Ilha da Madeira, Morro São Bento; ofícios populares; cultura popular Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP Localização FAMS – Fundação Arquivo e Memória de Santos – Santos/SP Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título NORI. Célio. (2002). Boleiros da areia : o esporte como expressão da Data 21/07/09 cultura e cidadania.. São Paulo: SESC, 2002. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Esporte; Futebol de praia; sociabilidade; formas de expressão Assunto Futebol de praia Localização Biblioteca da Faculdade de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo – EEFE-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título RIBEIRO NETO, Francisco Borba; OLIVEIRA, Mônica Fleury de. (1989). Estratégias de sobrevivência de comunidades litorâneas em regiões ecologicamente degradadas: o caso da Baixada Santista. São Paulo: Universidade de São Paulo/Programa de Pesquisa e Conservação de Áreas Úmidas no Brasil. Série Estudos de Caso, n° 1. Agosto. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Caiçaras na Baixada Santista, pesca tradicional, agricultura tradicional, gestão ambiental. Assunto Pesca artesanal. Localização http://www.usp.br/nupaub/ Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/09 Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título RODRIGUES, Olao. (1980). Cartilha da História de Santos. Santos Santos: Gráfica A Tribuna. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Tradição popular; memórias de Santos; lendas populares Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves; Lendas e folclore do município de Santos Localização Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 16/07/09 Autor/Título SANTOS, Francisco Martins dos. (1940). Lendas e tradições de uma velha cidade do Brasil. Brasil São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Tradição popular; memórias de Santos; lendas populares Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves; Milagres de Nossa Senhora do Monte Serrat; Lendas e folclore do município de Santos Localização Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 16/07/09 Autor/Título SANTOS, Francisco Martins dos; LICHTI, Fernando Martins. (1986). História de Santos/Poliantéia Santista Santista. tista São Vicente: Caudex. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; memórias de Santos; toponímia dos distritos santistas; Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves; Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat; Capoeira; Lendas e folclore do município de Santos Localização Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica de Santos –– UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 16/07/09 Autor/Título SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1995). História do Remo em Santos. Santos Santos: SEMES/Prefeitura Municipal de Santos. Tipo de texto Livro – Publicação Oficial PalavrasPalavras-chave História do Remo; Remo em Santos; Assunto Remo Localização Biblioteca da Sociedade Humanitária – Santos/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE SANTOS. (1996). A Data 23/07/09 história do surfe. surfe Cadernos SEMES, n. 3, Santos: Prefeitura Municipal de Santos, 1996. Tipo de texto Livro – Publicação Oficial PalavrasPalavras-chave História do Surfe; Surfe em Santos; Assunto Surfe Localização Acervo do Centro de Memória Esportiva Museu De Vaney – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título SILVA, Fernando Teixeira (1995). A carga e a culpa – os operários das Data 23/07/09 Docas de Santos: Direitos e Cultura de Solidariedade 1937-1968. São Paulo; Santos, Hucitec e Prefeitura Municipal de Santos. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento operário Assunto Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título SILVA, Fernando Teixeira (1995). SILVA, Fernando Teixeira (2003). Operários sem patrões – os trabalhadores da cidade de Santos no entreguerras. Campinas, Unicamp. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento operário Assunto Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título TAVARES, Rodrigo. (2007). A "Moscouzinha" brasileira: cenários e personagens do cotidiano operário de Santos (1930-1954). São Paulo: Associação Editorial Humanitas. (Histórias da Repressão e da Resistência, v. 6). Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; associativismo; movimentos sociais; movimento operário Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título VILAS BOAS, Sergio. (2005). Santos: o Centro Histórico, o Porto e a Cidade/ Santos: the Historical Center, the Port and the City. São Paulo: Horizonte Geográfico. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave História de Santos; Imigração em Santos; Pontos Turísticos de Santos. Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat; Canais de Santos Localização Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 05/07/09 Capítulos de Livro Autor/Título FRUTUOSO, Maria Suzel Gil. (1995). O café e a imigração em Santos. In Pereira, Maria Aparecida Franco et al. Santos, café & história. história Santos: Ed. Leopoldianum/Universidade Católica de Santos. pp. 41-54. Tipo de texto Artigo de livro PalavrasPalavras-chave Imigração madeirense no Brasil; História de Santos; Morro São Bento; ofícios populares Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP; Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra – Santos/SP Localização Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 06/07/09 Teses, Dissertações e Monografias Autor/Título ANDRADE, Wilma Therezinha Fernandes de. (1989). O discurso do progresso: a evolução urbana de Santos – 1870-1930.. São Paulo. Tese (Doutorado), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH, USP. Tipo de texto Tese de Doutorado PalavrasPalavras-chave Desenvolvimento Econômico, Urbanismo, Santos (SP); Orla Marítima Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título COSTA, Vanessa Fernandes da. (2007). Ilha Diana: Preservação de uma identidade caiçara para a inclusão social. social Monografia (Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo). Santos. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos - UNISANTOS. Tipo de texto Monografia de Conclusão de Curso PalavrasPalavras-chave Ilha Diana, cultura caiçara Assunto Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – Santos/SP Localização Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos – UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/09 Autor/Título DIÉGUEZ, Carla. (2007). De OGMO (Operário Gestor de MãoMão-dede-Obra) para OGMO (Órgão Gestor de MãoMão-dede-Obra): modernização e cultura do trabalho no Porto de Santos.. São Paulo, Dissertação (Mestrado). São Paulo. Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Santos, Urbanismo, Sociabilidade, Desenvolvimento econômico; Orla Marítima; Relações de Trabalho; Modernização Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP, São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título COUTO, Rubia Mara Gois. (1998). “Carnaval Santista”: diversão e arte. Santos. TGI (Trabalho de Graduação Interdisciplinar). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos – UNISANTOS. Dezembro. Tipo de texto Livro PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização Biblioteca Pública Municipal Alberto Sousa – Santos/SP Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Autor/Título FRUTUOSO, Maria S. G. A Emigração Portuguesa e sua Influência no Data 02/08/09 Brasil: o caso de Santos – 1850 a 1950. Dissertação (Mestrado). São Paulo, 1989. Departamento de História, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. Tipo de texto Dissertação de mestrado PalavrasPalavras-chave Emigração portuguesa; município de Santos; associações portuguesas; Assunto Modo Artesanal de Fazer Aguardente do Morrão Nova Cintra – Santos/SP; Associações Portuguesas em Santos. Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 Autor/Título GEFE, Wanderley; AMORIM, Luís Felipe Carrari de et alli (2004). Aspectos sócio-econômicos da pesca artesanal na região da Baixada Santista. Anais do IV Congresso Brasileiro de Pesquisas Ambientais e Saúde. Saúde Santos/São Vicente: CBPAS, 18 a 21 jul. pp. 13-21. Tipo de texto Artigo apresentado em congresso PalavrasPalavras-chave Pesca artesanal, comunidades caiçaras Assunto Pesca artesanal Localização Biblioteca do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo – IGC-USP – São Paulo/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 28/07/09 Autor/Título HANAZAKI, Natalia. (2001). Ecologia de Caiçaras Caiçaras – uso de recursos e dieta. Campinas. Tese (Doutorado). Campinas. Instituto de BiologiaUnicamp. Tipo de texto Tese de Doutorado PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização Disponível em http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000222871. Acesso em 20 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título KODJA, Gisela. (2004). Bordadeiras do Morro São Bento: memória, trabalho e identidade. Dissertação (Mestrado). São Paulo. Departamento de Gerontologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Morro São Bento, história oral, bordados da Ilha da Madeira, ofícios populares, memórias de imigrantes Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP Localização Biblioteca Nadir Gouveia Kfouri da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP – São Paulo/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 06/07/09 Autor/Título LAURINDO, Fabiana de Souza. (1999). Ilha Diana: enraizamento cultural caiçara. Monografia (Conclusão de Curso de Arquitetura e Urbanismo). Santos, 91 fls. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos - UNISANTOS. Tipo de texto Monografia PalavrasPalavras-chave Ilha Diana, Cultura caiçara Assunto Festa do Bom Jesus da Ilha Diana – Santos/SP Localização Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos – UNISANTOS – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 22/07/09 Autor/Título MELLO, Gisele Homem de. (2008). Expansão e estrutura estrutura urbana em Santos (SP): aspectos da periferização, da deterioração, da intervenção urbana, da verticalização e da sociabilidade. Dissertação (Mestrado em Sociologia). São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Santos, Urbanismo, Sociabilidade, Desenvolvimento econômico; Orla Marítima Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título MUNHOS, Wilson Toledo (1992). Da circulação trágica ao mito da irradiação liberal: negros e imigrantes em Santos de 1880. 1880 Dissertação de Mestrado, São Paulo, Pontifícia Universidade Católica. Tipo de texto texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave História dos quilombos em Santos, ocupação populacional de Santos Assunto Capoeira, Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título NORI, Célio. (1998). O esporte como manifestação de cultura e cidadania: o futebol de praia em Santos. Dissertação (Mestrado). Campinas. Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas. Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Esporte; associativismo; sociabilidade; formas de expressão Assunto Futebol de praia; Barracas de praia de associações de Santos Localização Biblioteca da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp – Campinas/SP. Disponível também em http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000188263. Acesso em 16 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título OLIVEIRA, Juliana Andrade. (2006). “Terceira Terceira idade” e cidade : o envelhecimento populacional no espaço Data 20/07/09 intra-urbano de Santos.. Dissertação (Mestrado). São Paulo. Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH, USP. Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Santos, Urbanismo, Sociabilidade, envelhecimento; Orla marítima Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título ORNELAS, Ronaldo dos Santos. (2008). Relação porto/cidade : o caso de Santos. São Paulo,: Dissertação (Mestrado em Geografia Humana). São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP. Tipo de texto Dissertação de mestrado PalavrasPalavras-chave Porto, Santos (SP), Urbanismo, Desenvolvimento econômico, Conteinerização Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título SALES, Pedro Manuel Rivaben de. (1999). Santos : a relação entre o porto e a cidade e sua (re)valorização no território macrometropolitano de São Paulo.. Tese (Doutorado). São Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. Tipo de texto Tese de Doutorado PalavrasPalavras-chave Porto, Santos (SP), Urbanismo, Requalificação Urbana Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP - São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título SOUZA, Alaíde Vicente de; MUNIZ, Fernanda da Silva. (1999). Participação social no Morro São Bento. Bento Santos. Monografia (Conclusão do Curso de Serviço Social). Universidade Católica de Santos – UNISANTOS. Tipo de texto Monografia de Conclusão de Curso PalavrasPalavras-chave Morro São Bento, Bordados da Ilha da Madeira, Ofícios populares, Participação popular, Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento. Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas; Santos/SP. Localização Biblioteca do campus Dom Idílio José Soares da Universidade Católica de Santos – UNISANTOS - Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 20/07/09 Autor/Título SOUZA, Clarissa Duarte de Castro. (2006). Planejamento urbano e políticas públicas em projetos de requalificação de áreas portuárias – porto de Santos: Santos desafio deste novo século... Dissertação (Mestrado). São Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP. Tipo de texto Dissertação de Mestrado PalavrasPalavras-chave Porto, Santos (SP), Urbanismo, Requalificação Urbana Assunto Barracas de praia de associações de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP - São Paulo/SP. Disponível também em http://www.teses.usp.br/. Acesso em 10 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título TRIGUEIROS, Nanci Novo e. (1998). As intersindicais de trabalhadores da baixada santista : o forum sindical de debates e a união dos sindicatos da orla marítima de Santos.. São Paulo, Tese (Doutorado). São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP Tipo de texto Tese de Doutorado PalavrasPalavras-chave Santos, Sindicalismo, Porto; Relações de Trabalho Assunto Canais de Santos; Porto de Santos Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Artigos de periódicos: Autor/Título AGUIAR, Maria Aparecida (2006). O Sindicato dos Estivadores do Porto de Santos e o processo de modernização portuária. Revista de Administração Pública Rio de Janeiro. Nov.-dez./2006, v. 40, n.6, p. 9971017 Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rap/v40n6/04.pdf. Acesso em 01 de agosto de 2009. Tipo de texto Artigo de revista científica PalavrasPalavras-chave Santos; Porto; Sindicato; Operário; Portuário Assunto Porto de Santos Localização Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rap/v40n6/04.pdf Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título ANGELO, Elis Regina Barbosa. (2004). Turismo e Artesanato: os Data 01/08/09 bordados de Santos em perspectiva. Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista Eletrônica). Nov. Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18. Acesso em 11 julho 2009. Tipo de texto Artigo de revista eletrônica PalavrasPalavras-chave Artesanato ornamental, bordados da Ilha da Madeira, turismo e ofícios populares Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP Localização Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18. Acesso em 11 julho 2009. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 12/07/09 Autor/Título ASSUMPÇÃO, Lilian (2004). O pescador de almas: descrição crítica da Procissão marítima de São Pedro na cidade de Santos, à luz da folkmídia.. Trabalho apresentado na 7ª Conferência Brasileira de Folkcomunicação, Lageado-RS. Tipo de texto Artigo apresentado em evento científico. Palavrasalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização Disponível em http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/9/96/O_Pescador_de_Al mas.pdf. Acesso em 17 de julho de 2009 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título DIEGUES, Antônio Carlos (2007) Culinária e cultura caiçara, caiçara artigo eletrônico. Disponível em http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf. Acesso em 28 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Culinária caiçara, cultura litorânea Assunto Culinária caiçara Localização Disponível em http://www.usp.br/nupaub/culinaria.pdf. Acesso em 28 de julho 2009. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 28/07/09 Autor/Título GONÇALVES, Alcindo. (2005). A saga dos clubes em Santos. Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista eletrônica). Mai. Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=29. Acesso em 11 julho 2009. Tipo de texto Artigo de revista eletrônica PalavrasPalavras-chave História dos clubes de Santos, ocupação da orla Assunto Remo Localização Disponível em http://www.unisantos.br/pos/revistapatrimonio/artigos.php?cod=18. Acesso em 11 julho 2009. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 12/07/09 Autor/Título KOSBI, Marília F. (2009). Cruzamentos, territórios e patrimônio religioso.. In:: Revista Cadernos de Campos, Campos Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da USP, São Paulo, p. 27-36. Tipo de texto Artigo de revista acadêmica PalavrasPalavras-chave Iemanjá, Nossa Senhora dos Navegantes, procissão. Assunto Cosmogonia e representação simbólica de Iemanjá. Localização Acervo pessoal da pesquisadora Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título NASCIMENTO, Daniela; Data 22/07/09 PEDRO, Greicilene Regina. (2005). Comunidade de Pescadores da Ilha Diana. Revista Patrimônio, Lazer & Turismo (Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da Unisantos). Nov. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 10 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de revista eletrônica PalavrasPalavras-chave Ilha Diana, Cultura caiçara Assunto Caracterização histórica e sócio-econômica da Ilha Diana – Santos/SP, Festa do Bom Jesus da Ilha Diana Localização Revista Patrimônio, Lazer & Turismo. Turismo Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da Unisantos. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 10 de julho de 2009. Informações Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 13/07/09 Autor/Título NEVES, Maria Fernanda Britto et.al. (2009). Reconversão de áreas portuárias abandonadas e atividades terciárias: casos das cidades de Santos e de Belém. Revista Patrimônio: Lazer & Turismo, Turismo v. 6, n. 5, p. 95-112. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 20 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de revista eletrônica PalavrasPalavras-chave Porto de Santos Assunto Poeto de Santos, atividades terciárias, Santos. Localização Revista Patrimônio, Lazer & Turismo. Turismo Revista Eletrônica do Mestrado em Gestão de Negócios da Unisantos. Disponível em http://www.unisantos.com.br/pos/revistapatrimonio. Acesso em: 10 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título TULIK, Olga. (2005). Caiçaras na Baixada Santista: Praia do Góes e Prainha Branca. In: Data 20/07/2009 DIEGUES, Antonio Carlos (org). (2005). Enciclopédia Caiçara, Volume 4: história e memória caiçara. São Paulo: Hucitec/Nupaub. pp. 255-271. Tipo de texto Artigo de livro PalavrasPalavras-chave Pesca artesanal, comunidades caiçaras Assunto Pesca artesanal Localização Biblioteca Florestan Fernandes – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP - São Paulo/SP. Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 27/07/09 Artigos de jornal: Autor/Título A TRIBUNA (1981) Na Ilha Diana ainda se vive de pesca. 21 de maio de 1981. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana Assunto Pesca artesanal Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (1982) Um mundo diferente – é a Nova Cintra. 22 de julho de 1982. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem Palavras Palavrasavras-chave Festa Junina em Santos, morros santistas Assunto Festa Junina do Morro Nova Cintra Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título Autor/Título A TRIBUNA (1983) Conheça seu bairro – Monte Cabrão. 10 de março de 1983. Data 23/07/09 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional, Monte Cabrão. Assunto Pesca artesanal Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título A TRIBUNA. (1992). Ilha das Neves – um morro azulado, onde um homem mora sozinho há 29 anos. 28 de outubro de 1982. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 17/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (1994). Folclore santista inspira lendas e grandes histórias. 31 de julho de 1994. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Lendas, folclore, história Assunto Histórias santistas Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Data 02/08/2009 Autor/Título A TRIBUNA (1997). Remo volta a ser praticado.. 25 de janeiro de 1997. Disponível em http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm. Acesso em 27 de julho de 2009. . Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História da remo; canoagem Assunto Remo Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0276d.htm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 27/07/2009 Autor/Título A TRIBUNA. (2000). Lixão muda planos para Sítio das Neves. 23 de abril de 2000. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos; patrimônio cultural Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 17/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2001) Área continental ainda é o oposto da cidade. 03 de janeiro de 2001. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional. Assunto Pesca artesanal Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título Autor/Título A TRIBUNA. (2002a). Ilha Diana festeja o Bom Jesus até sábado. 07 de agosto de 2002 Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Culinária caiçara; Ilha Diana, Festa do Bom Jesus Assunto Culinária Caiçara Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA. (2002b). Surf – Pioneiro da modalidade no país recebe homenagem. 16 de janeiro de 2002. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do surfe em Santos; surfe, manobras Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/09 Autor/Título A TRIBUNA. (2004). Imagem é levada de volta para o Santuário. 9 de setembro de 2004. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA. (2005a). Dia da Padroeira: a santa de Santos. 8 de setembro de 2005. Tipo Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA. (2005b). Santos conta com Associação de Surf. 12 de março de 2005. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título A TRIBUNA. (2005c). 18 de setembro de 2005 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem Data 23/07/09 PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2006a). 06 de agosto de 2006 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2006b) Tamboréu mostra que é um esporte democrático. 27 de outubro de 2006. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título A TRIBUNA (2007a). Missas em homenagem à padroeira prosseguem neste feriado. 07 de setembro de 2007. Tipo de texto Artigo de jornal Data 18/07/09 PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2007b). Fiéis renovam a fé na procissão da Padroeira. 07 de setembro de 2007. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008a) Esporte genuinamente santista. 26 de janeiro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 18/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008b). Ilha Diana preserva a cultura caiçara no litoral. 04 de fevereiro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008c) – Iemanjá era homenageada no Gonzaga. 19 de agosto de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008d). Missa, procissão e shows marcam Festa da Padroeira. 07 de setembro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008e). Moradores celebram o dia da padroeira de Santos. 08 de setembro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal Palavras Palavrasras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título A TRIBUNA (2008f). Padroeira teve procissão imponente. 09 de setembro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título A TRIBUNA (2008f). Regatas já são uma tradição. 05 de dezembro de 2008. Data 24/07/09 Disponível em http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr=454. Acesso em 25 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História da remo; canoagem Assunto Remo Localização http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=387327&opr=454. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título A TRIBUNA (2009). Acordo impede que sede vá a leilão.. 05 de março Data 25/07/2009 de 2009. Disponível em http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr=103. Acesso em 26 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História da remo; canoagem Assunto Remo Localização http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=400989&opr=103 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título BAIXADA SANTISTA. (s/d). Esportes tradicionais na orla. Disp. em Data 26/07/2009 http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_MENU =73. Acesso em 26 de julho/ 2009. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História da remo; canoagem Assunto Remo Localização http://www.baixadasantista.com.br/noticia.asp?codigo=395&COD_MENU =73 Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 26/07/2009 Autor/Título CANOAGEM&REMO. (2008) Fábio Paiva conta sua história na canoagem. Disponível em http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp. Acesso em 26 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História da remo; canoagem Assunto Remo Localização http://oradical.uol.com.br/conteudo/fabio_paiva_canoagem_2008.asp. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título CIDADE DE SANTOS. (1982). 30 de março de 1982. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Data 26/07/2009 Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título CLICK LITORAL (2009). Passarela do samba é aberta para os desfiles do Carnaval 2009. Disponível em http://www.clicklitoral.com.br/11595-passarela-do-sambae-aberta-para-os-desfiles-do-carnaval-2009/ . Acesso em 12 de agosto de 2009. Tipo de texto texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização http://www.clicklitoral.com.br/ Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 13/08/09 Autor/Título DIÁRIO DO LITORAL. (2000). 08 de janeiro de 2000. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título DIÁRIO DO LITORAL. (2008). Mais de 4.000 fiéis celebram Dia da Padroeira. 9 de setembro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1989a). 12 de agosto de 1989. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (1989b) A noite de Iemanjá no Gonzaga. 12 de agosto de 1989. Data 17/07/09 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1997). Prefeitura quer preservar Sítio das Neves. 1 de março de 1997. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Sítio Nossa Senhora das Neves; distritos santistas; memória de Santos Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 17/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (1998). Milhares de fiéis homenageiam a padroeira. 9 de setembro de 1998. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2002) Procissão de Iemanjá retoma tradição afro-brasileira. 05 de fevereiro de 2002. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa – Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2003). Festa do Bom Jesus dá clima de alegria à Ilha Diana. 05 de agosto de 2003. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem Palavras Palavrasavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2004) Memória santista – Tamboréu. 26 de novembro de 2004 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 18/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006a). 08 de agosto de 2006. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 17/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2006b) Alegria e segurança marcam retomada dos desfiles. Disponível em https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2006/do01032006.pdf Acesso em 12 de agosto de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização https://www.egov.santos.sp.gov.br/ Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS. (2008a). Shows em homenagem à Data 13/08/09 padroeira da cidade. 3 de setembro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2008b). Decreto nº 5.229, de 08 de dezembro de 2008, p.8, 09 de dezembro de 2008. Tipo de texto Lei Municipal PalavrasPalavras-chave Esporte, Futebol de praia, Prática, Horário Assunto Futebol de praia Localização https://www.egov.santos.sp.gov.br/do/0508/2008/do09122008.pdf. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL DE SANTOS (2009) – ‘Rainha do mar’ será homenageada com procissão na Ponta da Praia. 07 de fevereiro de 2009. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão. Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título DIÁRIO OFICIAL URGENTE (1996). Condepasa quer tombar Sítio das Neves. 3 de dezembro de 1996. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Sítio Nossa Senhora das Neves; memória de Santos; patrimônio cultural santista Assunto Procissão de Nossa Senhora das Neves Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data Data 17/07/09 Autor/Título EXPRESSO POPULAR (2001) Lugar onde a pesca é o sustento da vida. 14 de dezembro de 2001. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana Assunto Pesca artesanal Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título EXPRESSO POPULAR. (2007). Nichos ajudam fiéis a entender a via- crúcis de Jesus Cristo. 6 de setembro de 2007. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Homenagens à Padroeira; memória de Santos; trajeto da procissão da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 24/07/09 Autor/Título EXPRESSO POPULAR (2008) – Uma história santista. 16 de agosto de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 18/07/09 Autor/Título JORNAL BAIXADA SANTISTA. (2009a). Clubes e associações têm que renovar alvará de barracas de praia. 02 de fevereiro de 2009. Disp. em http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_renov ar2009.asp Acesso em 08 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de imprensa – reportagem PalavrasPalavras-chave Barraca de praia; sociabilidade; formas de expressão; associativismo Assunto Barracas de praia de associações de Santos Localização http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/praia_barraca_renov ar2009.asp Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título JORNAL BAIXADA SANTISTA. (2009b). Procissão de São Pedro atrai muitos fiéis. Disponível em http://santos.jornalbaixadasantista.com.br/conteudo/sao_pedro_fieis2009 %20.asp. Publicado em 30 de junho 2009. Acesso em 20 de julho 2009. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização Localização http://santos.jornalbaixadasantista.com.br Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título JORNAL DO BOQUEIRÃO (1990) Tamboréu – o esporte que Santos Data 20/07/09 deu ao Brasil. Junho de 1990. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 18/07/09 Autor/Título JORNAL DA ORLA. (2008a). Cidade do Surfe. 19 de janeiro de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Autor/Título JORNAL DA ORLA (2008b). Memórias do carnaval santista. 03 de agosto de 2008. Tipo de texto Artigo de Jornal PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização Biblioteca Pública Municipal Alberto Sousa – Santos/SP Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Autor/Título JORNAL LOCAL (1997). Capoeira. 2 de agosto de 1997. Data: 02/08/2009 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Capoeira; história da capoeira em Santos; biografia de Mestre Sombra Assunto Capoeira Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 17/07/09 Autor/Título JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002a) Paróquia São João Batista – Nova Cintra – Santos. jun./2002. Disp. em http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Nova Cintra; Festa Junina Assunto Festa Junina do Morro Nova Cintra Localização http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2002b) Procissão de São Pedro volta a ser realizada em Santos.. jun./2002. Disp. em http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Acesso em 20 julho 2009. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Procissão Marítima; Igreja Católica; Culto; Santo; São Pedro; Pescador Assunto Assunto Procissão marítima de São Pedro Localização http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_10/10-JUN-11%20PB.pdf. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título JORNAL PRESENÇA DIOCESANA. (2009) É tempo de celebrar os santos mais tradicionais da religiosidade popular. Jun/2009. Disponível em: http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a94_jun_2009_1 1.pdf. Acesso em 20 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Nova Cintra; Festa Junina Assunto Festa Junina do Morro Nova Cintra Localização Cúria Diocesana de Santos. Também em arquivo digital em http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_94/a94_jun_2009_1 1.pdf. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título JORNAL DA TARDE. (2004a). Em Santos, uma escola de surfe só para mulheres. 10 de fevereiro de 2004. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Autor/Título JORNAL DA TARDE. (2004b). 21 de julho de 2004 Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Festas religiosas, Ilha Diana Assunto Festa de Bom Jesus da Ilha Diana Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título JORNAL DA TARDE (2004c) Na paz da ilha dos pescadores. 21 de novembro de 2004. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem Data 17/07/09 PalavrasPalavras-chave Caiçaras, pesca tradicional, Ilha Diana Assunto Pesca artesanal Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título JORNAL VICENTINO. (2006) Festa Junina movimenta o Morro Nova Cintra. 25 de junho de 2006. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave Festa Junina; Morros Santistas Assunto Festa Junina do Morro Nova Cintra Localização http://www.jornalvicentino.com.br/home/2006/05/25/festa-juninamovimenta-morro-da-nova-cintra/). Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título METRÓPOLE. (2008). Surfe Raízes vê o esporte com olhar históricocultural. 7 de junho de 2008. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título O ESTADO DE SÃO PAULO (1992). Data 23/07/09 “Bordadeiras preservam tradições”. 12 de julho de 1992. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Tradição popular; Morro São Bento; bordados da Ilha da Madeira Assunto Ofício de bordadeiras nos morros santistas – Santos/SP Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 16/07/09 Autor/Título O GLOBO. (2004). Surfe para prego entender. 28 de outubro de 2004. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Documentos Oficiais Autor/Título INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. (2008a). Certidão de Registro do Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro de Registro dos Saberes. 21 de outubro de 2008. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=960. Acesso em: 3 de julho de 2009. Tipo de texto Certidão pública PalavrasPalavras-chave História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira Assunto Capoeira Localização http://www.iphan.gov.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Data 06/07/09 (2008b). Certidão de Registro da Roda de Capoeira no Livro de Registro das Formas de Expressão. 21 de outubro de 2008. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=961. Acesso em: 3 de julho de 2009. Tipo de texto Certidão pública PalavrasPalavras-chave História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira Assunto Capoeira Localização http://www.iphan.gov.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 06/07/09 Outros Autor/Título CAPOEIRA (2009a). http://www.capoeirasantista.com.br. Acesso em 04 de julho de 2009. Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira Assunto Capoeira Localização http://www.capoeirasantista.com.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título CAPOEIRA (2009b). http://www.unidadecapoeira.net. Acesso em 04 de Data 10/07/09 julho de 2009. Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave História da Capoeira em Santos; Associações de Capoeira Assunto Capoeira Localização http://www.unidadecapoeira.net Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título CONDEPASA DEFINE tombamento dos canais de Santos Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Canais de drenagem; História de Santos; Patrimônio Histórico Assunto Canais de Santos Localização Disp. em http://www.canaisdesantos.com.br/noticias.asp. Acesso em 20 Data 10/07/09 de julho de 2009. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 20/07/09 Autor/Título CONHEÇA A COMISSÃO que coordena as comemorações. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Canais de drenagem; História de Santos; Comemoração; Centenário Assunto Canais de Santos Localização http://www.canaisdesantos.com.br/comissao.htm. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título DIOCESSE DE SANTOS (2008) Calendário de eventos. Data 20/07/09 Tipo de texto Informativo eletrônico PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção – Santos/SP Localização http://www.diocesedesantos.com.br/bb_jornal/jornal_84/a84_ago_11_200 8.pdf . Acesso em 22 de julho de 2009. Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 22/07/09 Autor/Título ENTREVISTA. (1998). No ritmo da capoeira. Novembro. Tipo de texto Artigo de jornal – Reportagem PalavrasPalavras-chave Capoeira; história da capoeira em Santos; biografia de Mestre Sombra Assunto Capoeira Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 17/07/09 Autor/Título ENTREVISTA. (2002). A história do surf paulista. Novembro de 2002. Tipo de texto Artigo de jornal PalavrasPalavras-chave História do Surfe Assunto Surfe Localização Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 23/07/09 Autor/Título FEDERAÇÃO NACIONAL DA RELIGIÃO ORIXÁ (2009) Procissão de Iemanjá em Santos – 2009. Tipo de de texto Artigo eletrônico. PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização http://fenorixa.zip.net Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título GIGI NA REDE (2008). Futebol de praia – Democrático Atlético Clube. Data 23/07/09 Disponível em http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp. Acesso em 25 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave História de Santos; esportes; barracas de praia; associações Assunto Barracas de Praia de Associações de Santos Localização http://www.giginarede.com.br/praia/democratico.asp. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Autor/Título GONÇALVES, Adilson. (s/d). Santos: quem te viu e quem te vê.... Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave História de Santos; Canais de drenagem; símbolo Assunto Canais de Santos Localização Data 26/07/09 http://www.canaisdesantos.com.br/artigos.asp. Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 08/07/09 Autor/Título NOVO MILÊNIO (1982). Conheça seu bairro: Monte Serrate.. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de junho de 2009. Tipo de texto Trecho de artigo de jornal – Texto da web PalavrasPalavras-chave Monte Serrat; Festa da Padroeira; religiosidade popular Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização http://www.novomilenio.inf.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título NOVO MILÊNIO (2004) Carnabonde 2004 atrai multidões de foliões ao Data 08/07/09 centro. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 05 de agosto de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização http://www.novomilenio.inf.br Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 05/08/09 Autor/Título NOVO MILÊNIO (2007)) Procissão de Nossa Senhora da Assunção. Tipo de texto Informativo eletrônico PalavrasPalavras-chave Nossa Senhora da Assunção, Festa religiosa, Morro do São Bento Assunto Festa de Nossa Senhora da Assunção – Santos/SP Localização http://www.novomilenio.inf.br/santos/ Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título NOVO MILÊNIO (2009a). ABREU, Sônia Mateu L. A. Tamboréu, um Data 22/07/09 esporte santista. Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 18 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave Tamboréu, jogos, esportes santistas Assunto Tamboréu Localização http://www.novomilenio.inf.br Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título NOVO MILÊNIO (2009b). O fantasma do Paquetá. Disponível em: Data 18/07/09 http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0014f.htm. Acesso em: 22 de julho de 2009. Tipo de texto Trecho de artigo de jornal – Texto da web PalavrasPalavras-chave Lendas populares; folclore de Santos Assunto Lendas e folclore do município de Santos Localização http://www.novomilenio.inf.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título NOVO MILÊNIO (2009c). Os milagres no Monte Serrat. Disponível em: Data 08/07/09 http://www.novomilenio.inf.br/santos. Acesso em: 26 de junho de 2009. Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave Monte Serrat; Festa da Padroeira Assunto Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat Localização http://www.novomilenio.inf.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Data 10/07/09 Autor/Título PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS (2009) Santos – Carnaval 2009. Disponível em http://www.santos.sp.gov.br/carnaval09/ Acesso em 12 de agosto de 2009. Tipo de texto Informações site oficial PalavrasPalavras-chave Carnaval Santista, história do carnaval em Santos Assunto Carnaval Santista Localização http://www.santos.sp.gov.br Informações Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Autor/Título SECRETARIA DA CULTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE Data 13/08/09 SANTOS (2009) – Procissão de Iemanjá Tipo de texto Folheto de divulgação PalavrasPalavras-chave Iemanjá, festa religiosa, procissão. Assunto Procissão de Iemanjá em Santos Localização Hemeroteca Roldão Mendes Rosa - Centro Cultural Patrícia Galvão – Santos/SP Informações Técnicas Maria Cecília Manzoli Turatti Data 23/07/09 Autor/Título SITE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORGANIZAÇÃO DE FESTAS FOLCLÓRICAS E ARTES POPULARES – AbrasOFFA. Disponível em: www.abrasoffa.org.br. Acesso em 02 de agosto de 2009. Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave Festas folclóricas; Modo artesanal de fazer aguardente do Morrão Nova Cintra Assunto Modo artesanal de fazer aguardente do Morrão Nova Cintra Localização www.abrasoffa.org.br Informações Técnicas Wilson Mesquita de Almeida Autor/Título Autor/Título SITE DA LIGA SANTISTA Data 02/08/09 DE TAMBORÉU. Disponível em http://www.tamboreu.com.br . Acesso em 20/07/2009 Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave História do Tamboréu; Jogo do Tamboréu Assunto Jogo do Tamboréu Localização http://www.tamboreu.com.br Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título SITE DA LIGA PAULISTA Data 20/07/09 DE TAMBORÉU. Disponível em http://www.tamboreu.esp.br/ . Acesso em 20/07/2009 Tipo de texto Texto da web PalavrasPalavras-chave História do Tamboréu; Jogo do Tamboréu Assunto Jogo do Tamboréu Localização http://www.tamboreu.esp.br/ Informações Informações Técnicas Clayton Peron Franco de Godoy Autor/Título UOL. Remo. O esporte Data 20/07/09 – Regras. Disponível http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm. em 27 de julho de 2009. Tipo de texto Artigo eletrônico PalavrasPalavras-chave História do Remo; Regras do remo; Assunto Remo Localização http://pan.uol.com.br/pan/2007/modalidades/remo/regras.jhtm Informações Técnicas Arlene Martinez Ricoldi Data 27/07/09 em Acesso