UFMG EM NÚMEROS Prédio da Reitoria UFMG, Belo Horizonte, MG - Foto: Foca Lisboa CAMPI UFMG ESTRUTURA CAMPUS PAMPULHA Administração Central e maioria das Unidades Acadêmicas CAMPUS SAÚDE Complexo Hospital da Clinicas, Faculdade de Medicina e Escola de Enfermagem CAMPUS MONTES CLAROS Instituto de Ciências Agrárias TERRITÓRIO UNIDADES ADMINISTRATIVAS 03 HOSPITAIS 02 NÚMERO DE BIBLIOTECAS 27 123.181 usuários inscritos ACERVO GERAL Cerca de 1 milhão Periódicos: 16.057 Empréstimos: 1.193.446 CORPO DOCENTE ÁREA TOTAL 8.769.690 m DOCENTES ATIVOS 2.819 ÁREA CONSTRUÍDA 639.777 m2 DOUTORES E LIVRE DOCENTES 2.461 UNIDADES ACADÊMICAS 20 MESTRES 284 UNIDADES ESPECIAIS 05 ESPECIALISTAS 40 GRADUADOS 34 REGIME DE TRABALHO (N) Dedicação exclusiva: 2.488 Quarenta horas: 126 Vinte horas: 205 2 Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012 COMPLEXO HOSPITAL DAS CLÍNICAS ÁREA FÍSICA 63.400 m2 NÚMERO DE LEITOS (capacidade total instalada) 505 ATENDIMENTO AMBULATORIAL 313 consultórios POPULAÇÃO ATENDIDA/ANO 600.000 ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA/ANO 24.000 INTERNAÇÕES/ANO 20.400 EXAMES AMBULATORIAIS/ANO 254.000 HOSPITAL RISOLETA TOLENTINO NEVES NÚMERO DE LEITOS (capacidade instalada) 357 ATENDIMENTO AMBULATORIAL/ANO 23.172 Foto: Foca Lisboa Complexo Hospital das Clínicas UFMG, Belo Horizonte, MG ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA/EMERGÊNCIA/ANO (incluindo atendimentos na Maternidade) 107.992 INTERNAÇÕES/ANO 17.144 EXAMES LABORATORIAIS/ANO 623.238 ATENÇÃO ODONTOLÓGICA CONSULTÓRIOS 210 CONSULTAS NOVAS/ANO 1.675 PROCEDIMENTOS/ANO 14.213 Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012 Campus UFMG Pampulha, Belo Horizonte, MG - Foto: Foca Lisboa VESTIBULAR 2012 CANDIDATOS INSCRITOS 61.578 TREINEIROS INSCRITOS 62.501 TOTAL 124.079 GRADUAÇÃO 31.775 ALUNOS MATRICULADOS EM 75 CURSOS DE GRADUAÇÃO BACHARELADO 57 cursos LICENCIATURA 4 cursos BACHARELADO E LICENCIATURA 13 cursos CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA 1 curso EDITORA UFMG LANÇAMENTOS 38 NOVAS EDIÇÕES 09 REIMPRESSÕES 07 TOTAL DE PUBLICAÇÕES 54 PÓS-GRADUAÇÃO 14.782 ALUNOS MATRICULADOS EM 250 CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DOUTORADO 62 cursos; 4.163 alunos (1.056 bolsistas) MESTRADO 72 cursos; 4.044 alunos (1.266 bolsistas) ESPECIALIZAÇÃO 76 cursos; 6.154 alunos RESIDÊNCIA MÉDICA 40 cursos; 421 alunos Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012 AVALIAÇÃO CAPES (2007-2009) PROGRAMAS COM CONCEITO 6 (N= 16) PROGRAMAS COM CONCEITO 7 (N= 9) ADMINISTRAÇÃO BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA BIOINFORMÁTICA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIA ANIMAL FISIOLOGIA E FARMACOLOGIA CIÊNCIA POLÍTICA INFECTOLOGIA E MEDICINA TROPICAL ENGENHARIA ELÉTRICA DEMOGRAFIA ESTUDOS LINGUÍSTICOS EDUCAÇÃO: CONHECIMENTO E INCLUSÃO SOCIAL FILOSOFIA ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MINAS GENÉTICA ESTUDOS LITERÁRIOS HISTÓRIA FÍSICA MATEMÁTICA MICROBIOLOGIA ODONTOLOGIA PARASITOLOGIA QUÍMICA SANEAMENTO, MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS SAÚDE PÚBLICA 35% DA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG É DE EXCELÊNCIA INTERNACIONAL Foca Lisboa Foca Lisboa EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA - EAD UFMG E O MUNDO 16 CURSOS EAD OFERECIDOS EM 2012, COM 6.457 ALUNOS MATRICULADOS E 212 DOCENTES A UFMG ASSINA ACORDOS E PARCERIAS CALCADOS NOS PRINCÍPIOS DE MULTILATERALIDADE E RECIPROCIDADE, COM INSTITUIÇÕES DO TERRITÓRIO NACIONAL E DE TODOS OS CONTINENTES CURSO BACHARELADO 01 CURSOS LICENCIATURA 04 CURSOS ESPECIALIZAÇÃO 04 CURSOS APERFEIÇOAMENTO/EXTENSÃO 03 VAGAS PARA GRADUAÇÃO 1.150 VAGAS PARA PÓS-GRADUAÇÃO 400 VAGAS PARA EXTENSÃO 1.333 VAGAS PARA ATUALIZAÇÃO/EXTENSÃO 105 EXTENSÃO AS ATIVIDADES DE EXTENSÃO, EM 2012, BENEFICIARAM UM PÚBLICO TOTAL DE 14.804.765 PROGRAMAS 204 PROJETOS 1.151 CURSOS 406 PROMOÇÃO DE EVENTOS 329 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 431 REGISTROS DE EXTENSÃO 2.521 BOLSISTAS DE EXTENSÃO 1.463 CONVÊNIOS COM INSTITUIÇÕES NO EXTERIOR 332 NÚMERO DE ESTUDANTES ENVIADOS PARA INTERCÂMBIO (GRADUAÇÃO), 2012 890 NÚMERO DE ESTUDANTES RECEBIDOS EM INTERCÂMBIO (GRADUAÇÃO), 2012 297 5.680 PUBLICAÇÕES EM CO-AUTORIA COM DOCENTES DE 234 DAS MELHORES UNIVERSIDADES DO MUNDO (2001 A 2011) Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012 ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL FUNDAÇÃO MENDES PIMENTEL (FUMP) TOTAL DE ESTUDANTES ASSISTIDOS 4.413 ORÇAMENTO EXECUTADO R$ 9.380.202,86 MORADIA UNIVERSITÁRIA BELO HORIZONTE 632 VAGAS MONTES CLAROS 108 VAGAS RESTAURANTES NÚMERO DE RESTAURANTES UNIVERSITÁRIOS 4 CAPACIDADE (REFEIÇÕES/DIA) 10.124 REFEIÇÕES SERVIDAS AOS ESTUDANTES ASSISTIDOS 332.949 Foto: www.fump.ufmg.br ESTUDANTES ASSISTIDOS PELA FUMP PAGAM R$ 0,75 POR REFEIÇÃO ASSISTÊNCIA À SAÚDE CONSULTAS MÉDICAS GRATUITAS 3.075 EXAMES GRATUITOS REALIZADOS NA REDE CONVENIADA 2.617 Assistência Odontológica ESTUDANTES ATENDIDOS NO SERVIÇO PRÓPRIO 1.626 REDE CONVENIADA 1.332 Assistência Psicológica ESTUDANTES ATENDIDOS NO SERVIÇO PRÓPRIO 586 Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012 Foto: www.facebook.com/pages/Fump-UFMG Blitz da Saúde - Campus Pampulha INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INCT’s DENGUE A UFMG SEDIA 9 DOS 13 INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (INCT) NO ESTADO DE MINAS GERAIS INFORMAÇÃO GENÉTICO-SANITÁRIA DA PECUÁRIA BRASILEIRA MEDICINA MOLECULAR NANOMATERIAIS DE CARBONO NANOBIOFARMACÊUTICA RECURSOS MINERAIS, ÁGUA E BIODIVERSIDADE WEB VACINA Fonte: http://estatico.cnpq.br/programas/inct/_apresentacao/institutos.html PARQUE TECNOLÓGICO: BH-TEC PARCERIA ENTRE UFMG, GOVERNOS ESTADUAL E MUNICIPAL, E EMPRESAS PRIVADAS. INAUGURADO EM MAIO DE 2012, ABRIGA E FOMENTA: EMPRESAS DEDICADAS À CRIAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS CENTROS PÚBLICOS E PRIVADOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO SUPORTE TÉCNICO NECESSÁRIO PARA A MANUTENÇÃO DE ATIVIDADES LIGADAS À CRIAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS Foto: Gil Leonardi BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA VIGENTES BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA PROVENIENTES DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (CONTRAPARTIDA INSTITUCIONAL) TIPO DE BOLSA NÚMERO DE BOLSAS VALOR MENSAL (R$) TOTAL (R$) BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA* 200 400,00 960.000,00 BOLSAS DE APOIO CIENTÍFICO I 27 500,00 162.000,00 BOLSAS DE APOIO CIENTÍFICO II 9 600,00 64.800,00 TOTAL 1.186.800,00 Tabela 1 *Estimativa prevista para 2013 BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DE APOIO DIRETO AOS PESQUISADORES (BOLSAS BALCÃO) TIPO DE BOLSA NÚMERO DE BOLSAS INICIAÇÃO CIENTÍFICA – CNPQ 188 INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO - CNPQ 66 INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR - CNPQ 7 APOIO TÉCNICO - CNPQ 97 TOTAL 358 Tabela 2 BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA PROVENIENTES DE AGÊNCIAS DE FOMENTO E OUTROS FINANCIADORES TIPO DE BOLSA AGÊNCIAS FINANCIADORAS COTA TOTAL (R$) PIBIC CNPq 620 PIBIC-AÇÕES AFIRMATIVAS CNPq 17 FAPEMIG 470 PIBITI CNPq 68 PIBIC JR CNPq 39 FAPEMIG 140 CAPES 188 INICIAÇÃO À PESQUISA EM ARTES Itaú Cultural 10 INICIAÇÃO À PESQUISA EM SAÚDE Caixa de Assistência à Saúde 10 PROBIC BIC JR BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A JOVENS TALENTOS TOTAL Tabela 3 O PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOULNTÁRIA DA UFMG, INSTITUCIONALIZADO PELA RESOLUÇÃO CEPE N0 13/2011, DE 17 DE MAIO DE 2011, POSSUI 108 ALUNOS CADASTRADOS 1.562 PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO GRÁFICOS EVOLUTIVOS ILUSTRANDO A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA UFMG, POR ANO, NAS BASES WEB OF SCIENCE E SCOPUS, NO PERÍODO DE 2005 A 2012. SCOPUS WEB OF SCIENCE Total Acumulado: Total Acumulado: 13.523 1.791 1.811 1.982 2.140 952 Gráfico 1 – Produção científica da UFMG na base Web of Science por ano, entre os anos de 2005 e 2012, e total acumulado 2.909 2.535 2.248 2.028 1.639 1.501 1.098 16.407 2.229 2.007 1.770 1.290 Gráfico 2 – Produção científica da UFMG na base Scopus por ano, entre os anos de 2005 e 2012, e total acumulado GRANT PESQUISADOR MINEIRO FAPEMIG BOLSAS DE PRODUTIVIDADE (CNPQ) GRÁFICO ILUSTRANDO A DISTRIBUIÇÃO DAS BOLSAS DE PRODUTIVIDADE EM PESQUISA DA UFMG, POR GRANDE ÁREA DE CONHECIMENTO EM 2012, A UFMG FOI CONTEMPLADA COM 109 GRANTS DO PROGRAMA PESQUISADOR MINEIRO DA FAPEMIG. UM CRESCIMENTO DE 12% COM RELAÇÃO AO ANO DE 2011, QUANDO A UFMG FOI CONTEMPLADA COM 97 GRANTS. Ciências Humanas: 12% Ciências Sociais Aplicadas: 8% 81 Ciências Exatas e da Terra: 16% 56 110 BOLSAS DE PRODUTIVIDADE EM PESQUISA POR ÁREA Ciências da Saúde: 11% 80 TOTAL: 120 116 56 17 Lingüística, Letras e Artes: 8% Outras: 1% PQ-Tecnológica: 2% Ciências Biológicas: 17% Ciências Agrárias : 8% Gráfico 3 – Gráfico ilustrando a distribuição das bolsas de produtividade em pesquisa da UFMG, por grande área de conhecimento 35,5% DO TOTAL DE GRANTS DISTRIBUÍDOS. 697 54 Engenharias: 17% NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS, A UFMG FOI CONTEMPLADA COM CRESCENTE PARTICIPAÇÃO DOCENTE NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG (2008-2013) ENTRE OS ANOS DE 2008 E 2013 HOUVE UM CRESCIMENTO DE MAIS DE 25% NO NÚMERO DE DOCENTES ATIVOS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG. 1800 1.649 1.545 1600 1400 1.367 2008 1.720 1.556 1.410 2009 Gráfico 4 – Número de docentes da UFMG participantes de programas de Pós-Graduação, entre os anos de 2012 e 2013 Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG 2010 2011 2012 2013 CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO CURSOS DE MESTRADO POR ANO CURSOS DE DOUTORADO POR ANO NÚMERO DE CURSOS SEGUNDO A GRANDE ÁREA DE CONHECIMENTO E NÍVEL DE PG NÚMERO DE CURSOS SEGUNDO A GRANDE ÁREA DE CONHECIMENTO E NÍVEL DE PG 64 64 4 4 4 4 9 8 9 8 65 65 4 4 4 4 10 8 10 8 8 8 8 8 6 6 6 6 13 13 12 8 8 4 4 67 68 4 4 4 10 8 8 4 72 4 4 Multidisciplinar Lingüística, Letras e Artes 10 Engenharias 10 8 8 8 8 6 50 3 9 9 10 11 Ciências Biológicas 4 4 4 4 4 Ciências Agrárias Engenharias 7 7 7 Ciências Sociais Aplicadas 7 7 7 Ciências Humanas 6 6 6 Ciências Exatas e da Terra 14 14 15 Ciências da Saúde 10 10 Ciências Biológicas 3 3 Ciências Agrárias 7 7 6 6 6 13 12 12 9 9 9 9 9 2 3 3 3 3 Ciências da Saúde 12 Gráfico 5 – Número de Cursos de Mestrado na UFMG, entre os anos de 2006 e 2012, segundo a Grande Área de Conhecimento e Nível de PG Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG 8 6 5 9 8 7 6 17 8 6 Ciências Exatas e da Terra 14 3 Multidisciplinar Lingüística, Letras e Artes 6 6 14 3 2 4 7 Ciências Humanas 12 3 3 2 4 58 7 7 6 54 62 8 Ciências Sociais Aplicadas 6 54 56 61 Gráfico 6 – Número de Cursos de Doutorado na UFMG, entre os anos de 2006 e 2012, segundo a Grande Área de Conhecimento e Nível de PG Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO 3.775 3.782 3.735 3.775 2.450 2.450 2.569 2.751 3.836 4.028 4.044 4.163 3.836 NÚMERO DE ALUNOS MATRICULADOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO 4.044 4.163 EMMestrado Mestrado Doutorado 3.439 2.987 2.751 2.569 3.936 3.439 3.824 3.782 3.735 4.028 3.936 3.824 Doutorado 2.987 TOTAL DE ALUNOS MATRICULADOS EM 2012: 2006 2006 2007 2007 2008 2008 2009 2009 2010 2010 20112011 8.207 O NÚMERO DE DOUTORANDOS ULTRAPASSOU O NÚMERO DE MESTRANDOS EM 2012 2012 2012 Gráfico 7 – Evolução do Número de Discentes Matriculados e Nível de PG, entre os anos de 2006 e 2012 Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG 1.505 163 225 178 231 151 268 175 114 1.661 219 1.606 188 269 222 160 162 206 250 1.694 1.719 165 167 228 241 184 145 278 266 175 1.857 195 254 175 263 199 1.937 198 Multidisciplinar Lingüística, Letras e Artes 245 Engenharias 194 Ciências Sociais Aplicadas 248 Ciências Humanas 181 Ciências Exatas e da Terra 373 Ciências da Saúde 153 178 174 304 269 282 296 340 228 223 231 224 230 246 Ciências Biológicas 122 110 113 158 149 182 Ciências Agrárias NÚMERO DE ALUNOS DIPLOMADOS EM CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO TOTAL DE ALUNOS DIPLOMADOS EM PG EM 2012: 1.937 Gráfico 8 – Número de Discentes Diplomados (Mestrado e Doutorado) segundo a Grande Área de Conhecimento, entre os anos de 2006 e 2012 Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG EVOLUÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO (14%) 4 9 (41%) 27 (6%) (13%) 9 Conceito Capes 7 (22%) 16 Conceito Capes 6 (26%) 19 Conceito Capes 5 (24%) 16 (29%) 21 Conceito Capes 4 (15%) 10 (10%) 7 Conceito Capes 3 TRIÊNIO 2004-2006 PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO CONCEITO CAPES 4 21 (29%) CONCEITO CAPES 5 19 (26%) CONCEITO CAPES 7 9 (13%) CONCEITO CAPES 6 16 (22%) 35% TRIÊNIO 2007-2009 E RECOMENDAÇÕES POSTERIORES - 2013 Gráfico 8 – Número de Programas de Pós-Graduação segundo o Conceito Capes, por triênio CONCEITO CAPES 3 7 (10%) Gráfico 9 – Número de Programas de Pós-Graduação segundo o Conceito Capes, triênio 2007-2009 e recomendações posteriores DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG SÃO DE EXCELÊNCIA APOIO À MELHORIA QUALITATIVA DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA CONSIDERANDO QUE A PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS EM PERIÓDICOS INTERNACIONAIS DE ELEVADO IMPACTO É ESTRATÉGICO PARA VISIBILIDADE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA UFMG, A PRÓ-REITORIA DE PESQUISA LANÇOU, EM 2011, EDITAL DE FLUXO CONTÍNUO DE APOIO PARA TRADUÇÃO E/OU REVISÃO DE MANUSCRITOS EM INGLÊS, VISANDO A PUBLICAÇÃO EM PERIÓDICOS DE ESTRATO QUALIS IGUAL OU SUPERIOR A B1. 43 DE 2011 A 2013 JÁ FORAM PAGOS 309 AUXÍLIOS TOTALIZANDO R$ 151.141,23 NÚMERO DE AUXÍLIOS FORNECIDOS EM 2012 POR UNIDADE ACADÊMICA 26 Total em 2012: 20 16 15 14 12 177 11 5 4 3 2 2 1 1 1 1 PROPRIEDADES INDUSTRIAIS DA UFMG O GRÁFICO 1 MOSTRA O NÚMERO DE PROPRIEDADES INDUSTRIAIS SOLICITADOS AO INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL – INPI PELA UFMG, ENTRE OS ANOS DE 1992 E 2012 A UFMG tem mantido uma tendência de aumento consistente, principalmente nos últimos 5 anos (2008 a 2012), o que reflete, entre outras coisas, o trabalho da CTIT na disseminação da cultura de proteção da propriedade intelectual no âmbito acadêmico e a profissionalização de sua gestão. A UFMG já fez 643 solicitações de propriedades intelectuais, dentre elas 529 pedidos de patentes (dos quais 18 foram concedidos), 79 registros de marcas, 11 desenhos industriais, e 24 programas de computador. 96 84 PROPRIEDADES INDUSTRIAIS UFMG Programas de Computador Desenhos Industriais Marcas Patentes Total Acumulado: 75 24 11 79 529 64 56 51 643 29 20 20 10 2 0 0 2 5 39 35 1 3 Gráfico 1 – Propriedades Industriais da UFMG por ano, entre os anos de 1992 e 2012, e total acumulado 25 26 PEDIDOS DE PATENTES DA UFMG Outros: 9 Coltec: 10 O GRÁFICO 2 MOSTRA O NÚMERO DE PEDIDOS DE PATENTES DEPOSITADOS PELA UFMG POR ANO NOS ÚLTIMOS 21 ANOS Medicina: 14 Educação Física: 14 Odontologia: 17 Analisando os últimos 9 anos, observa-se que houve aumento substancial deste número entre os triênios 2004-2006 (78 pedidos), 2007-2009 (129 pedidos) e 2010-2012 (211 pedidos). Comparando-se os triênios 2004-2006 e 2007-2009, nota-se um aumento percentual no número de depósitos de pedidos de patentes de aproximadamente 65%. Já entre 2007-2009 e 2010-2012 este aumento foi de 64%. Estes números mostram uma tendência consistente de crescimento no número de pedidos de patente requeridos pela UFMG no longo prazo. Veterinária: 23 Farmácia: 65 PATENTES POR UNIDADE 75 76 Engenharia: 155 63 50 PEDIDOS DE PATENTES DA UFMG Total Acumulado: 45 544 44 Gráfico 3 – Patentes por área Tecnologias Ambientais: 19 27 20 0 0 5 1 Energia: 11 Engenharia: 164 32 27 22 Química: 69 21 PATENTES POR ÁREA 10 2 Instituto de Ciências Exatas: 163 Outros: 32 20 1 Instituto de Ciências Biológicas: 176 3 Gráfico 2 – Número de pedidos de patentes depositados pela UFMG por ano, entre os anos de 1992 e 2012, e total acumulado Farmácia: 111 Gráfico 4 – Patentes por unidade Biotecnologia: 137 PROPRIEDADES INDUSTRIAIS LICENCIADAS E CONTRATOS ASSINADOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA O Gráfico 5 mostra o número de propriedades industriais licenciadas pela CTIT por ano, entre 2003 e 2012, e o total acumulado. A UFMG já licenciou 96 objetos de propriedade industrial (PI) e tem mantido tendência de crescimento. Com a consolidação do Setor de Transferência de Tecnologia da CTIT, espera-se que estes números aumentem consideravelmente nos próximos anos. PROPRIEDADES INDUSTRIAIS LICENCIADAS PELA CTIT Total Acumulado: O Gráfico 6 mostra o número de contratos de transferência de tecnologia (TT) assinados pela UFMG por ano, entre 2003 e 2012, e o total acumulado, que foi de 39 contratos. No triênio 2010-2012 este número subiu para 20, o que representa 100% de aumento em relação ao triênio anterior (20072009). Estes indicadores demonstram o sucesso crescente na finalização de negociações conduzidas pela CTIT para o licenciamento de objetos de propriedade intelectual com titularidade da UFMG em forma de contratos. 8 22 96 CONTRATOS ASSINADOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA 18 Total Acumulado: 15 39 6 4 8 9 8 9 4 4 3 7 2 0 0 Gráfico 5 – Número de propriedades industriais licenciadas pela CTIT por ano, entre os anos de 2003 em 2012, e total acumulado 0 0 Gráfico 6 – Número de contratos de Transferência de Tecnologia assinados pela CTIT por ano, entre os anos de 2003 e 2012, e total acumulado 8 LICENCIAMENTOS SEM ÔNUS JÁ FORAM FEITOS DOIS LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIA SEM ÔNUS, POR SE TRATAREM DE TECNOLOGIAS DE INTERESSE PARA A SAÚDE PÚBLICA Opinião start-up: modelo inédito de transferência de tecnologia * Nivio Ziviani A FUNED CÃes e HumanOs agradecem Foca Lisboa Em modelo inédito de contrato, UFMG transfere, sem ônus, tecnologia para fabricação de diagnóstico da leishmaniose canina Ana Rita Araújo A UFMG assina, nesta quarta-feira, dia 28, contrato de licenciamento de tecnologia que permitirá à Fundação Ezequiel Dias (Funed) produzir kit para diagnóstico de leishmaniose visceral canina a ser utilizado no Sistema Único de Saúde (SUS). Para a Universidade trata-se de modelo inédito de transferência, porque não estabelece previsão de remuneração pelo uso da tecnologia, desenvolvida por grupo de pesquisadores coordenado pelo professor Wilson Mayrink, aposentado do Instituto de Ciências Biológicas (ICB). Segundo a pró-reitora adjunta de Pesquisa da UFMG, professora Marisa Mancini, a decisão pelo licenciamento não oneroso justifica-se pelo fato de a tecnologia estar relacionada ao diagnóstico de doença negligenciada e de grande impacto sobre a saúde pública. “Nossa grande satisfação é ter criado algo que vai beneficiar a população”, afirma a professora Norma Melo, que compõe a equipe de inventores. Ao destacar que a doença está em expansão no Brasil e em várias áreas do mundo, a pesquisadora reitera: “É um dever da Universidade transferir o método sem ônus para um órgão público e assim beneficiar a sociedade”. Ela assegura que a aplicação prática do invento deixa felizes todos da UFMG, principalmente o professor Wilson Mayrink, que desde o início dos anos 1970 realiza pesquisas na área, bem como seus colaboradores. E acrescenta: “Saber que nosso trabalho serve para a população é o nosso grande triunfo”. O presidente da Funed, Augusto Monteiro Guimarães, comenta que a leishmaniose visceral não desperta interesse da indústria farmacêutica privada para investimento em soluções para diagnóstico, prevenção ou tratamento. “Participar dessa parceria com a UFMG para produzir em nosso estado um kit potencialmente mais sensível de diagnóstico da doença não só é motivo de satisfação como também contribui para que a Funed cumpra seu papel social enquanto laboratório público de saúde”, diz. Prevenção Desenvolvido em laboratórios do ICB, o kit que será produzido pela Fundação baseia-se na padronização de antígeno obtido a partir de promastigotes Norma: fabricação do kit contribuirá para a prevenção da doença de Leishmania infantum, utilizando a técnica de Elisa (teste imunoenzimático), que permite a detecção de anticorpos espeEnquanto a leishmaniose tegumentar cíficos no soro ou plasma sanguíneo de cães tem diagnóstico mais fácil, a versão visceinfectados. “O Elisa é usado para diagnóstico ral é a mais grave, podendo levar à morte de várias outras doenças que produzem quando não tratada adequadamente. Se imunoglobulinas, cada uma com antígenos detectada precocemente, o tratamento no específicos”, explica Norma Melo. Para realihomem é eficaz. Já os cães devem ser subzar o protocolo definido nos laboratórios da metidos a exames periódicos, e os soropoUFMG, o kit contém placa sensibilizada pelo sitivos sacrificados, pois se o flebotomíneo antígeno e outros componentes. Segundo picar o cão positivo – que funciona como os inventores, para alcançar o resultado, foi reservatório do protozoário –, o parasita selecionado um tipo de cepa de Leishmania pode ser transmitido ao homem. “As formas infantum (BH400) que permitiu a obtenção de controle são o tratamento da pessoa de antígenos “que conferiram maior especidoente, o uso de inseticida no vetor adulficidade e sensibilidade nos testes de Elisa”. to e o sacrifício dos cães sorologicamente positivos”, ensina Norma Melo, ao lembrar Norma Melo comenta que a fabricação do que a gravidade da doença, assim como sua kit por um laboratório público e sua utilização condição zoonótica, fazem do diagnóstico massiva pelo SUS tende a contribuir para a ponto essencial. prevenção da leishmaniose visceral, porque o cão é o principal reservatório doméstico O próximo passo da parceria é a transda odoença, sobretudo em áreas urbanas. “A ferência da tecnologia para produção e N 1.768 Ano 38 26 de março de 2012 doença no cão sempre precede a humana, distribuição da vacina humana desenvolque pode se tornar endêmica nos locais onde vida pelo mesmo grupo de pesquisadores. houver o vetor, o flebotomíneo ou mosquito O processo será realizado no mesmo forpalha (Lutzomyia longipalpis)”, explica. mato, sem previsão de remuneração para a Universidade. Incidência Causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida pelo mosquito palha, a leishmaniose apresenta-se nas formas cutânea, caracterizada por lesões na pele; cutaneomucosa, com lesões na pele e mucosas; e visceral, que atinge principalmente vísceras como baço, fígado e medula óssea. A forma visceral está distribuída em países tropicais e subtropicais da Europa, África, Ásia e América. No Brasil, atinge praticamente todos os estados, com média de três mil novos casos por ano. Compostagem faz “lixo verde” retornar aos parques e jardins do campus Tecnologia licenciada: Método e kit para diagnóstico de leishmaniose visceral, protegida junto ao INPI por meio do pedido de patente PI1000664-8. Inventores: Wilson Mayrink, Maria Norma Melo, Marilene Suzan Marques Michalick, Eloisa de Freitas e Soraia Oliveira Silva. A UFMG assinou, em 2012, contrato de licenciamento que permitirá à Fundação Ezequiel Dias (FUNED) produzir kit para diagnóstico de leishmaniose visceral canina a ser utilizado no Sistema Único de Saúde (SUS). Para a Universidade trata-se de modelo inédito de licenciamento, porque não estabelece previsão de remuneração pelo uso da tecnologia. O kit foi desenvolvido no setor de leishmaniose do Departamento de Parasitologia do ICB e envolveu os laboratórios de Biologia da Leishmania, de Sorologia e de Leishmanioses. Página 4 Boletim uFmG 26.3.2012 5 FIOCRUZ Kit é produzido a partir da técnica de Elisa Foca Lisboa Transferência sem ônus Pela primeira vez, a UFMG recorre a um modelo de transferência de tecnologia que não remunera a Instituição. Acordo firmado com a Fundação Ezequiel Dias (Funed) prevê a produção de kit para diagnóstico de leishmaniose visceral canina a ser usado por hospitais do SUS. A Universidade optou por tal modalidade de cessão de tecnologia porque o projeto diz respeito a uma doença negligenciada. O kit foi desenvolvido pela equipe do professor Wilson Mayrink, do ICB. Página 5 A UFMG assinou, em 2012, contrato de transferência de tecnologia a título não oneroso para a Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz. O produto consiste em um medicamento à base de paramomicina em gel para o tratamento tópico da leishmaniose cutânea. O medicamento será fornecido pela Fiocruz para distribuição gratuita pelo Sistema Único de Saúde - SUS. produção científica brasileira vem crescendo nos últimos 15 anos, e é responsável hoje por 2,7% da produção mundial, mas não gera riqueza na proporção que deveria se comparada com o que ocorre em países desenvolvidos. Além disso, de acordo com Brito Cruz (A Universidade, a pesquisa e a empresa, 2003), o percentual de realização de pesquisa e desenvolvimento no Brasil é de aproximadamente 75% nas universidades e centros de pesquisa do governo e de 25% na indústria, enquanto nos Estados Unidos a proporção é praticamente oposta: 30% nas universidades e centros de pesquisa do governo e 70% na indústria. Esse pode ser um dos principais fatores da baixa transferência de resultados de pesquisa para a nossa sociedade. Uma forma importante de geração de riqueza nos países desenvolvidos é a criação de empresas start-up a partir de resultados de pesquisa. Uma start-up nasce a partir de ideia ou resultado de pesquisa gerada em um laboratório universitário que pode então ser transformada em protótipo de tecnologia e, eventualmente, em tecnologia. A diferença básica aqui é que uma tecnologia inclui todo um “empacotamento” envolvendo testes de robustez e estabilidade, escalabilidade, documentação, manutenção e suporte técnicos e evolução continuada. Um protótipo de tecnologia, hardware ou software, no caso de um departamento universitário, limita-se a uma prova de conceito. É na fase de desenvolvimento do protótipo de tecnologia que a universidade exibe maior desenvoltura e competência. Com a tecnologia validada em laboratório, partese para a fase seguinte, o empreendimento de criação de uma empresa start-up. Essa tarefa requer, de início, o aporte de capital externo, que se baseia, essencialmente, em grande crença no potencial criativo dos empreendedores. Também é prática comum a confecção de plano de negócios por parte dos empreendedores. Deve-se ter em mente, entretanto, que o modelo de negócio de uma empresa nascente nem sempre é claro e que, muitas vezes, tal modelo somente aparece dois ou três anos mais tarde. Existem diversos exemplos de empreendimentos que surgiram a partir da universidade, o que sugere um padrão de criação de empresas intensivas em conhecimento. Nos Estados Unidos, as universidades de ponta incentivam o aparecimento de empresas de alta tecnologia na área de tecnologia da informação. Esse incentivo tem levado à criação de várias empresas de sucesso, tais como Google (criada em 1998 por alunos de doutorado em ciência da computação na Universidade de Stanford, cujo valor atual é de US$201 bilhões) e Facebook (criada em 2004 por alunos de graduação na Universidade de Harvard, que vale US$100 bilhões). O artigo de E. Roberts e C. Eesley, Entrepeneurial Impact: The Role of MIT, MIT Sloan School of Management (fevereiro de 2009), relata que alunos e professores do MIT criaram 25.800 empresas ainda em atividade, empregam 3,3 milhões de pessoas e têm faturamento anual de US$2 trilhões. No Departamento de Ciência da Computação da UFMG, podemos citar dois exemplos: a Miner Technology Group, fundada em abril de 1998 a partir de dissertação de mestrado e vendida para o grupo Folha de São Paulo/UOL em junho de 1999, e a Akwan Information Technologies, nascida em abril de 2000 e vendida para a Google Inc. em julho de 2005. A partir da Akwan, a Google criou em Belo Horizonte seu centro de pesquisa e desenvolvimento para a América Latina, empregando mais de 130 pessoas. Em 2011, a UFMG desenvolveu modelo inédito na América Latina que facilita a transferência do conhecimento gerado na Universidade para empresas start-up. A Lei de Inovação de 2004, em seu artigo 5º, prevê que instituições públicas possam participar de empreendimentos inovadores de forma minoritária. A partir desse artigo, a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), órgão filiado à Pró-reitoria de Pesquisa, desenvolveu, com a Procuradoria Federal, contrato que permite a transferência dos direitos de comercialização de produtos e serviços relacionados a um conhecimento (know-how) gerado em um departamento da Universidade para uma empresa start-up. Nesse caso, a remuneração da UFMG ocorre por meio de usufruto sobre 5% das ações ordinárias nominativas da start-up. Um aspecto importante é que a start-up detém amplos poderes para alienar as ações, não cabendo à Universidade qualquer poder de decisão nesta hipótese. Mais ainda, no caso de aumento de capital, não é estendido o usufruto em relação às novas ações. Em novembro de 2011, a UFMG assinou o primeiro contrato dentro deste novo modelo com uma das start-ups que irão inaugurar o Parque Tecnológico de Belo Horizonte, o BH-TEC. A assinatura do contrato abre um caminho importante para que a nossa Universidade possa ter uma participação efetiva neste processo. No momento em que a sociedade passa a enxergar a Universidade como geradora de riqueza, além de formadora de recursos humanos, os ganhos potenciais podem ser enormes. Esperamos que essa experiência estimule outras iniciativas que poderão ser desenvolvidas em curto prazo nas diversas áreas em que a UFMG tem competência e reconhecimento internacional. É nosso desejo contribuir para a criação de jurisprudência e de um paradigma que possam ser seguidos por muitos outros grupos de pesquisa. * Professor emérito do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Esta página é reservada a manifestações da comunidade universitária, através de artigos ou cartas. Para ser publicado, o texto deverá versar sobre assunto que envolva a Universidade e a comunidade, mas de enfoque não particularizado. Deverá ter de 5.000 a 5.500 caracteres (com espaços) e indicar o nome completo do autor, telefone ou correio eletrônico de contato. A publicação de réplicas ou tréplicas ficará a critério da redação. São de responsabilidade exclusiva de seus autores as opiniões expressas nos textos. Na falta destes, o BOLETIM encomenda textos ou reproduz artigos que possam estimular o debate sobre a universidade e a educação brasileira. 2 Foto: Foca Lisboa 26.3.2012 Boletim uFmG TRANSFERÊNCIA DO KNOW-HOW “SISTEMA DE RECOMENDAÇÃO” PARA A EMPRESA SPINOFF ZUNNIT TECHNOLOGIES. A UFMG será remunerada por meio do usufruto de 5% das ações da empresa licenciada, ao invés de auferir royalties sobre a comercialização da tecnologia. Trata-se de um modelo de transferência inédito no país e na América Latina, que viabilizou o nascimento de uma start-up de alunos da área de Tecnologia da Informação. ASSINATURA DO SEGUNDO CONTRATO DE LICENCIAMENTO SEM EXCLUSIVIDADE DE UMA MESMA TECNOLOGIA PARA EMPRESAS DISTINTAS. O “Processo de Pirólise de Biomassa e Resíduos Sólidos em Múltipos Estágios” foi licenciado para a empresa Lunasa, em 2012. O primeiro licenciamento desta tecnologia havia sido realizado para a empresa Ecobras, em 2009. A transferência sem exclusividade maximiza os ganhos da Universidade com a tecnologia. CONVÊNIOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CONTRATOS DE COTITULARIDADE DE PROPRIEDADES INTELECTUAIS O GRÁFICO 6 MOSTRA O NÚMERO DE CONVÊNIOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CAPTADOS PELA CTIT ANUALMENTE DESDE 2003 E O TOTAL ACUMULADO, QUE É DE 54 CONVÊNIOS ATÉ O FINAL DE 2012 O GRÁFICO 7 MOSTRA O NÚMERO DE CONTRATOS DE COTITULARIDADE DE PROPRIEDADES INTELECTUAIS FIRMADOS PELA UFMG POR ANO, ENTRE 2003 E 2012, E O TOTAL ACUMULADO QUE É DE 45 CONTRATOS Esta atividade começou a acelerar em 2007, mantendo uma média de 6 convênios anuais até 2011. Em 2012 este número deu um salto significativo para 23 convênios. Este resultado é fruto da intensa atuação da CTIT na sensibilização para a formalização de parcerias entre grupos de pesquisa, ou entre estes e o setor empresarial, desde o início da pesquisa por desenvolvimentos tecnológicos. Este indicador demonstra, entre outras coisas, a atuação da CTIT no fomento à parcerias de grupos de pesquisa com setor empresarial para geração de novas tecnologias. CONVÊNIOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CAPTADOS PELO CTIT* 6 0 0 1 A comparação entre os últimos três triênios revela um forte aumento do número de contratos assinados entre 2004-2006 e 2007-2009. A tendência de crescimento, embora não tão acentuada, permaneceu para o último triênio 2010-2012. Destaca-se que o maior número de contratos assinados da história da CTIT foi no último ano, 2012, com 11 contratos assinados. 23 Total Acumulado: 54 6 6 11 CONTRATOS DE COTITULARIDADE DE PROPRIEDADES INTELECTUAIS Total Acumulado: 7 5 45 3 Gráfico 7 – Convênios de pesquisa e desenvolvimento tecnológico captados pela CTIT por ano, entre os anos de 2003 e 2012, e total acumulado *Não estão incluídos os convênios captados diretamente pelo Setor de Convênios da UFMG 0 7 3 2 0 8 7 3 1 Gráfico 8 – Número de contratos de cotitularidade de propriedades intelectuais firmados pela UFMG por ano, entre os anos de 2003 e 2012, e total acumulado RECURSOS RECEBIDOS DO LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS O GRÁFICO 5 APRESENTA OS VALORES EM DOWN PAYMENT E ROYALTIES RECEBIDOS PELA UFMG COMO RESULTADO DO LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS, POR ANO, ENTRE 2004 E 2012, NUM TOTAL ACUMULADO DE R$ 1.761.786 RECURSOS RECEBIDOS DO LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS Down Payment R$ 427.719 400.000,00 Total Acumulado: 350.000,00 Royalties Analisando os indicadores do Gráfico 9, nota-se uma variação dos recursos recebidos pela UFMG e nenhuma tendência de crescimento, diminuição ou estabilização desses valores. Isso de deve aos vários modelos e configurações de licenciamentos praticados pela UFMG, o que depende de vários fatores, tais como o tipo de negociação, a natureza da tecnologia, a estratégia da empresa licenciada, dentre outros. O valor recebido em down payment pode ser em parcela única ou várias parcelas. Além disso, o ano do recebimento do recurso pode estar desvinculado ao ano da celebração do contrato, o que impossibilita relacionar este gráfico 9 ao gráfico 8 anterior, referente ao número de contratos assinados por ano. De qualquer forma, pode-se observar uma média de R$ 128.705 de recursos recebidos em royalties anuais para os últimos 4 anos. R$ 1.761.786 R$ 285.346 300.000,00 R$ 261.535 250.000,00 R$ 200.000 R$ 168.436 200.000,00 R$ 192.096 R$ 136.383 150.000,00 R$ 90.271 100.000,00 50.000,00 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Gráfico 9 – Recursos Recebidos pela UFMG em downpayment e royalties por ano, resultados do licenciamento de tecnologias, entre os anos de 2004 e 2012, e total acumulado PRO ATIVIDADE NA PROSPECÇÃO POR PARCERIAS PROGRAMA NATURA CAMPUS VISITA DA EMPRESA ASTRAZENECA À UFMG Realizada em 28/01/2011 na Faculdade de Medicina, com visita ao Centro de Pesquisas Clínicas do Hospital das Clínicas e à Escola de Farmácia. A CTIT organizou uma reunião (24/08/2012) com 26 pesquisadores da UFMG e representantes da empresa. PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE IDEIAS E PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO – FURNAS ELETROBRAS Posteriormente, a CTIT organizou uma reunião com pesquisadores da Escola de Farmácia, do Instituto de Ciências Exatas e do Departamento de Química. PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS E EVENTOS A BIO International Convention é um evento anual promovido pela Biotechnology Industry Organization (BIO), organização que representa mais de 1.100 empresas de biotecnologia, instituições acadêmicas, centros de biotecnologia de mais de 30 países. Os membros da BIO estão envolvidos na pesquisa e desenvolvimento de cuidados de saúde, produtos de biotecnologia agrícola, industrial e ambiental. A BIO é um dos maiores eventos de Biotecnologia e Negócios no cenário mundial. A UFMG participou de três edições da BIO: Apresentação realizada (12/03/2012) na Escola de Engenharia pelo então Vice-Diretor da CTIT, prof. Pedro Vidigal. 2011: Foram realizadas reuniões com 23 empresas. Entre as empresas estão Sigma-Aldrich Corportation, Merck, Johnson & Johnson. Foram enviados 10 projetos por meio da CTIT, dos quais 3 foram aprovados. 2012: Foram realizadas reuniões com 11 empresas. Entre as empresas estão Abbott, Lilly e GlaxoSmithKline. 2013: Foram realizadas 8 reuniões com empresas e instituições, entre elas estão Galderma International, Austrian Federal Economic Chamber, e Norgine. INOVA, A INCUBADORA DE EMPRESAS DA UFMG AÇÕES DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO PROGRAMAS DE INCENTIVO Á INOVAÇÃO - PII PROGRAMA SEBRAETEC DE INCENTIVO À INOVAÇÃO PROGRAMA PRIME - PRIMEIRA EMPRESA A INOVA-UFMG TEM APOIADO EMPRESAS DE SUCESSO E PROJETOS COM GRANDES POTENCIALIDADES DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NAS ÁREAS DE INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA COMPUTACIONAIS, BIOTECNOLOGIA, ENGENHARIAS E MICROELETRÔNICA. O Gráfico 10 mostra os indicadores das ações de apoio a programas de incubação realizadas por meio da INOVA, a Incubadora de Empresas da UFMG. Este gráfico apresenta os números anuais de projetos e empresas pré-incubados, empresas incubaNÚMERO DE EMPRESAS PRÉ-INCUBADAS, INCUBADAS E GRADUADAS DA INOVA Pré-incubadas Incubadas Graduadas 27 25 das e graduadas, de 2000 a 2013. O ano de 2012 destaca-se com o maior número de empresas ou projetos pré-incubados. Ao todo graduaram 53 empresas pela INOVA. 25 25 20 20 20 20 20 20 15 12 7 8 6 2004 12 60 111 53 10 10 10 10 10 10 7 12 2005 12 2006 9 9 9 8 8 7 6 5 5 4 4 5 5 2007 6 4 7 6 5 4 3 3 2 0 2 0 Gráfico 10 – Número de empresas e projetos pré-incubados, empresas incubadas e graduadas na INOVA, por ano, entre 2000 e 2013 2008 2009 Gráfico 11 – Outras ações de Empreendedorismo 11 10 4 0 0 25 15 6 0 25 28 22 10 6 0 0 20 8 7 3 25 23 28 27 0 2010 2011 2012 Oficinas Palestras Cursos Consultorias 25 O SOMOS UFMG FOI DESENVOLVIDO PELA CTIT PARA FACILITAR O MAPEAMENTO DAS COMPETÊNCIAS DA UFMG, COM O OBJETIVO DE INCREMENTAR A INTERAÇÃO DA UNIVERSIDADE EM ÁREAS DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA COM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS. Através do Somos UFMG é possível identificar os pesquisadores, suas especialidades e produção científica, além de informações sobre Unidades, Departamentos, ativos de propriedade intelectual, infraestrutura instalada nos laboratórios, dentre outras informações. As competências podem ser encontradas de maneira simples e organizada, de acordo com a área de interesse do usuário. O SOMOS ESTÁ DISPONÍVEL PARA ACESSO PÚBLICO ATRAVÉS DO ENDEREÇO: WWW.SOMOS.UFMG.BR SISTEMA FOMENTO O SISTEMA ONLINE DE FOMENTO FOI DESENVOLVIDO PARA GERENCIAMENTO INSTITUCIONAL DAS AÇÕES DE FOMENTO À PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA UFMG, COM O OBJETIVO DE AGILIZAR E FACILITAR O PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIOS E BOLSAS NA INSTITUIÇÃO. O Sistema Online de Fomento permite a avaliação online de todos os processos de apoio e bolsas previstas em Editais da PRPq, inteiramente realizada por Comitês Assessores das diferentes áreas de conhecimento, extraindo e analisando os dados de produção científica a partir do Currículo Lattes do solicitante. Com este Sistema, o gerenciamento de bolsas (incluindo implementação, controle de freqüência, emissão de certificados, substituição de bolsistas, e relatório online) e das informações referentes à ações de fomento torna-se sistematizado e agilizado.