UFMG EM
NÚMEROS
Prédio da Reitoria UFMG, Belo Horizonte, MG - Foto: Foca Lisboa
CAMPI UFMG
ESTRUTURA
CAMPUS PAMPULHA
Administração Central e maioria das Unidades
Acadêmicas
CAMPUS SAÚDE
Complexo Hospital da Clinicas, Faculdade de
Medicina e Escola de Enfermagem
CAMPUS MONTES CLAROS
Instituto de Ciências Agrárias
TERRITÓRIO
UNIDADES ADMINISTRATIVAS
03
HOSPITAIS
02
NÚMERO DE BIBLIOTECAS
27
123.181 usuários inscritos
ACERVO GERAL
Cerca de 1 milhão
Periódicos: 16.057
Empréstimos: 1.193.446
CORPO DOCENTE
ÁREA TOTAL
8.769.690 m
DOCENTES ATIVOS
2.819
ÁREA CONSTRUÍDA
639.777 m2
DOUTORES E LIVRE DOCENTES
2.461
UNIDADES ACADÊMICAS
20
MESTRES
284
UNIDADES ESPECIAIS
05
ESPECIALISTAS
40
GRADUADOS
34
REGIME DE TRABALHO (N)
Dedicação exclusiva: 2.488
Quarenta horas: 126
Vinte horas: 205
2
Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012
COMPLEXO HOSPITAL DAS CLÍNICAS
ÁREA FÍSICA
63.400 m2
NÚMERO DE LEITOS
(capacidade total instalada)
505
ATENDIMENTO AMBULATORIAL
313 consultórios
POPULAÇÃO ATENDIDA/ANO
600.000
ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA/ANO
24.000
INTERNAÇÕES/ANO
20.400
EXAMES AMBULATORIAIS/ANO
254.000
HOSPITAL RISOLETA TOLENTINO NEVES
NÚMERO DE LEITOS
(capacidade instalada)
357
ATENDIMENTO AMBULATORIAL/ANO
23.172
Foto: Foca Lisboa
Complexo Hospital das Clínicas UFMG, Belo Horizonte, MG
ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA/EMERGÊNCIA/ANO
(incluindo atendimentos na Maternidade)
107.992
INTERNAÇÕES/ANO
17.144
EXAMES LABORATORIAIS/ANO
623.238
ATENÇÃO ODONTOLÓGICA
CONSULTÓRIOS
210
CONSULTAS NOVAS/ANO
1.675
PROCEDIMENTOS/ANO
14.213
Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012
Campus UFMG Pampulha, Belo Horizonte, MG - Foto: Foca Lisboa
VESTIBULAR 2012
CANDIDATOS INSCRITOS
61.578
TREINEIROS INSCRITOS
62.501
TOTAL
124.079
GRADUAÇÃO
31.775 ALUNOS MATRICULADOS EM 75 CURSOS DE GRADUAÇÃO
BACHARELADO
57 cursos
LICENCIATURA
4 cursos
BACHARELADO E LICENCIATURA
13 cursos
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
1 curso
EDITORA UFMG
LANÇAMENTOS
38
NOVAS EDIÇÕES
09
REIMPRESSÕES
07
TOTAL DE PUBLICAÇÕES
54
PÓS-GRADUAÇÃO
14.782 ALUNOS MATRICULADOS EM 250 CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
DOUTORADO
62 cursos;
4.163 alunos (1.056 bolsistas)
MESTRADO
72 cursos;
4.044 alunos (1.266 bolsistas)
ESPECIALIZAÇÃO
76 cursos; 6.154 alunos
RESIDÊNCIA MÉDICA
40 cursos; 421 alunos
Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012
AVALIAÇÃO CAPES (2007-2009)
PROGRAMAS COM CONCEITO 6 (N= 16)
PROGRAMAS COM CONCEITO 7 (N= 9)
ADMINISTRAÇÃO
BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
BIOINFORMÁTICA
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
CIÊNCIA ANIMAL
FISIOLOGIA E FARMACOLOGIA
CIÊNCIA POLÍTICA
INFECTOLOGIA E MEDICINA TROPICAL
ENGENHARIA ELÉTRICA
DEMOGRAFIA
ESTUDOS LINGUÍSTICOS
EDUCAÇÃO: CONHECIMENTO E INCLUSÃO SOCIAL
FILOSOFIA
ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MINAS
GENÉTICA
ESTUDOS LITERÁRIOS
HISTÓRIA
FÍSICA
MATEMÁTICA
MICROBIOLOGIA
ODONTOLOGIA
PARASITOLOGIA
QUÍMICA
SANEAMENTO, MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS
SAÚDE PÚBLICA
35%
DA PÓS-GRADUAÇÃO
DA UFMG É DE
EXCELÊNCIA
INTERNACIONAL
Foca Lisboa
Foca Lisboa
EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA - EAD
UFMG E O MUNDO
16 CURSOS EAD OFERECIDOS EM 2012,
COM 6.457 ALUNOS MATRICULADOS E 212 DOCENTES
A UFMG ASSINA ACORDOS E PARCERIAS CALCADOS NOS PRINCÍPIOS DE
MULTILATERALIDADE E RECIPROCIDADE, COM INSTITUIÇÕES DO TERRITÓRIO
NACIONAL E DE TODOS OS CONTINENTES
CURSO BACHARELADO
01
CURSOS LICENCIATURA
04
CURSOS ESPECIALIZAÇÃO
04
CURSOS APERFEIÇOAMENTO/EXTENSÃO
03
VAGAS PARA GRADUAÇÃO
1.150
VAGAS PARA PÓS-GRADUAÇÃO
400
VAGAS PARA EXTENSÃO
1.333
VAGAS PARA ATUALIZAÇÃO/EXTENSÃO
105
EXTENSÃO
AS ATIVIDADES DE EXTENSÃO, EM 2012,
BENEFICIARAM UM PÚBLICO TOTAL DE 14.804.765
PROGRAMAS
204
PROJETOS
1.151
CURSOS
406
PROMOÇÃO DE EVENTOS
329
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
431
REGISTROS DE EXTENSÃO
2.521
BOLSISTAS DE EXTENSÃO
1.463
CONVÊNIOS COM INSTITUIÇÕES NO EXTERIOR
332
NÚMERO DE ESTUDANTES ENVIADOS PARA
INTERCÂMBIO
(GRADUAÇÃO), 2012
890
NÚMERO DE ESTUDANTES RECEBIDOS EM
INTERCÂMBIO
(GRADUAÇÃO), 2012
297
5.680 PUBLICAÇÕES EM
CO-AUTORIA COM DOCENTES DE 234 DAS
MELHORES UNIVERSIDADES DO MUNDO
(2001 A 2011)
Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012
ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL
FUNDAÇÃO MENDES PIMENTEL (FUMP)
TOTAL DE ESTUDANTES ASSISTIDOS
4.413
ORÇAMENTO EXECUTADO
R$ 9.380.202,86
MORADIA UNIVERSITÁRIA
BELO HORIZONTE
632 VAGAS
MONTES CLAROS
108 VAGAS
RESTAURANTES
NÚMERO DE RESTAURANTES UNIVERSITÁRIOS
4
CAPACIDADE (REFEIÇÕES/DIA)
10.124
REFEIÇÕES SERVIDAS AOS ESTUDANTES
ASSISTIDOS
332.949
Foto: www.fump.ufmg.br
ESTUDANTES ASSISTIDOS PELA FUMP PAGAM R$ 0,75 POR REFEIÇÃO
ASSISTÊNCIA À SAÚDE
CONSULTAS MÉDICAS GRATUITAS
3.075
EXAMES GRATUITOS REALIZADOS NA REDE
CONVENIADA
2.617
Assistência Odontológica
ESTUDANTES ATENDIDOS NO SERVIÇO PRÓPRIO
1.626
REDE CONVENIADA
1.332
Assistência Psicológica
ESTUDANTES ATENDIDOS NO SERVIÇO PRÓPRIO
586
Fonte: Encarte Apresentação UFMG, DRI/CEDECOM, 2012
Foto: www.facebook.com/pages/Fump-UFMG
Blitz da Saúde - Campus Pampulha
INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
INCT’s
DENGUE
A UFMG SEDIA
9 DOS 13
INSTITUTOS NACIONAIS
DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
(INCT) NO ESTADO DE
MINAS GERAIS
INFORMAÇÃO GENÉTICO-SANITÁRIA DA PECUÁRIA BRASILEIRA
MEDICINA MOLECULAR
NANOMATERIAIS DE CARBONO
NANOBIOFARMACÊUTICA
RECURSOS MINERAIS, ÁGUA E BIODIVERSIDADE
WEB
VACINA
Fonte: http://estatico.cnpq.br/programas/inct/_apresentacao/institutos.html
PARQUE TECNOLÓGICO: BH-TEC
PARCERIA ENTRE UFMG, GOVERNOS ESTADUAL E
MUNICIPAL, E EMPRESAS PRIVADAS.
INAUGURADO EM MAIO DE 2012, ABRIGA E FOMENTA:
EMPRESAS DEDICADAS À CRIAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS
CENTROS PÚBLICOS E PRIVADOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
SUPORTE TÉCNICO NECESSÁRIO PARA A MANUTENÇÃO DE ATIVIDADES LIGADAS
À CRIAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS
Foto: Gil Leonardi
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA VIGENTES
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA PROVENIENTES DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (CONTRAPARTIDA INSTITUCIONAL)
TIPO DE BOLSA
NÚMERO DE BOLSAS
VALOR MENSAL (R$)
TOTAL (R$)
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA*
200
400,00
960.000,00
BOLSAS DE APOIO CIENTÍFICO I
27
500,00
162.000,00
BOLSAS DE APOIO CIENTÍFICO II
9
600,00
64.800,00
TOTAL
1.186.800,00
Tabela 1
*Estimativa prevista para 2013
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DE APOIO DIRETO AOS PESQUISADORES (BOLSAS BALCÃO)
TIPO DE BOLSA
NÚMERO DE BOLSAS
INICIAÇÃO CIENTÍFICA – CNPQ
188
INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO - CNPQ
66
INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR - CNPQ
7
APOIO TÉCNICO - CNPQ
97
TOTAL
358
Tabela 2
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA PROVENIENTES DE AGÊNCIAS DE FOMENTO E OUTROS FINANCIADORES
TIPO DE BOLSA
AGÊNCIAS FINANCIADORAS
COTA TOTAL (R$)
PIBIC
CNPq
620
PIBIC-AÇÕES AFIRMATIVAS
CNPq
17
FAPEMIG
470
PIBITI
CNPq
68
PIBIC JR
CNPq
39
FAPEMIG
140
CAPES
188
INICIAÇÃO À PESQUISA EM ARTES
Itaú Cultural
10
INICIAÇÃO À PESQUISA EM SAÚDE
Caixa de Assistência à Saúde
10
PROBIC
BIC JR
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A JOVENS TALENTOS
TOTAL
Tabela 3
O PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOULNTÁRIA
DA UFMG, INSTITUCIONALIZADO PELA RESOLUÇÃO
CEPE N0 13/2011, DE 17 DE MAIO DE 2011, POSSUI
108 ALUNOS CADASTRADOS
1.562
PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
GRÁFICOS EVOLUTIVOS ILUSTRANDO A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA UFMG, POR
ANO, NAS BASES WEB OF SCIENCE E SCOPUS, NO PERÍODO DE 2005 A 2012.
SCOPUS
WEB OF SCIENCE
Total Acumulado:
Total Acumulado:
13.523
1.791
1.811
1.982
2.140
952
Gráfico 1 – Produção científica da UFMG na base Web of Science
por ano, entre os anos de 2005 e 2012, e total acumulado
2.909
2.535
2.248
2.028
1.639
1.501
1.098
16.407
2.229
2.007
1.770
1.290
Gráfico 2 – Produção científica da UFMG na base Scopus por ano,
entre os anos de 2005 e 2012, e total acumulado
GRANT PESQUISADOR
MINEIRO FAPEMIG
BOLSAS DE PRODUTIVIDADE (CNPQ)
GRÁFICO ILUSTRANDO A DISTRIBUIÇÃO DAS BOLSAS DE PRODUTIVIDADE
EM PESQUISA DA UFMG, POR GRANDE ÁREA DE CONHECIMENTO
EM 2012, A UFMG FOI CONTEMPLADA COM 109 GRANTS
DO PROGRAMA PESQUISADOR MINEIRO DA FAPEMIG. UM
CRESCIMENTO DE 12% COM RELAÇÃO AO ANO DE 2011,
QUANDO A UFMG FOI CONTEMPLADA COM 97 GRANTS.
Ciências
Humanas: 12%
Ciências Sociais Aplicadas: 8%
81
Ciências Exatas e
da Terra: 16%
56
110
BOLSAS DE
PRODUTIVIDADE
EM PESQUISA
POR ÁREA
Ciências da Saúde: 11%
80
TOTAL:
120
116
56
17
Lingüística, Letras e Artes: 8%
Outras: 1%
PQ-Tecnológica: 2%
Ciências Biológicas: 17%
Ciências Agrárias : 8%
Gráfico 3 – Gráfico ilustrando a distribuição das
bolsas de produtividade em pesquisa da UFMG,
por grande área de conhecimento
35,5%
DO TOTAL DE GRANTS
DISTRIBUÍDOS.
697
54
Engenharias: 17%
NOS ÚLTIMOS DOIS
ANOS, A UFMG FOI
CONTEMPLADA COM
CRESCENTE PARTICIPAÇÃO DOCENTE NA
PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG (2008-2013)
ENTRE OS ANOS DE 2008 E 2013 HOUVE UM
CRESCIMENTO DE MAIS DE 25%
NO NÚMERO DE DOCENTES ATIVOS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFMG.
1800
1.649
1.545
1600
1400
1.367
2008
1.720
1.556
1.410
2009
Gráfico 4 – Número de docentes da UFMG participantes de
programas de Pós-Graduação, entre os anos de 2012 e 2013
Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG
2010
2011
2012
2013
CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO
CURSOS DE MESTRADO POR ANO
CURSOS DE DOUTORADO POR ANO
NÚMERO DE CURSOS SEGUNDO A GRANDE ÁREA DE
CONHECIMENTO E NÍVEL DE PG
NÚMERO DE CURSOS SEGUNDO A GRANDE ÁREA DE
CONHECIMENTO E NÍVEL DE PG
64
64
4
4
4
4
9
8
9
8
65
65
4
4
4
4
10
8
10
8
8
8
8
8
6
6
6
6
13
13
12
8
8
4
4
67
68
4
4
4
10
8
8
4
72
4
4
Multidisciplinar
Lingüística, Letras e Artes
10
Engenharias
10
8
8
8
8
6
50
3
9
9
10
11
Ciências Biológicas
4
4
4
4
4
Ciências Agrárias
Engenharias
7
7
7
Ciências Sociais Aplicadas
7
7
7
Ciências Humanas
6
6
6
Ciências Exatas e da Terra
14
14
15
Ciências da Saúde
10
10
Ciências Biológicas
3
3
Ciências Agrárias
7
7
6
6
6
13
12
12
9
9
9
9
9
2
3
3
3
3
Ciências da Saúde
12
Gráfico 5 – Número de Cursos de Mestrado na UFMG, entre os anos de
2006 e 2012, segundo a Grande Área de Conhecimento e Nível de PG
Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG
8
6
5
9
8
7
6
17
8
6
Ciências Exatas e da Terra
14
3
Multidisciplinar
Lingüística, Letras e Artes
6
6
14
3
2
4
7
Ciências Humanas
12
3
3
2
4
58
7
7
6
54
62
8
Ciências Sociais Aplicadas
6
54
56
61
Gráfico 6 – Número de Cursos de Doutorado na UFMG, entre os anos de
2006 e 2012, segundo a Grande Área de Conhecimento e Nível de PG
Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG
FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
3.775
3.782
3.735
3.775
2.450
2.450
2.569
2.751
3.836
4.028
4.044 4.163
3.836
NÚMERO DE ALUNOS MATRICULADOS
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
4.044 4.163 EMMestrado
Mestrado
Doutorado
3.439
2.987
2.751
2.569
3.936
3.439
3.824
3.782
3.735
4.028
3.936
3.824
Doutorado
2.987
TOTAL DE ALUNOS
MATRICULADOS
EM 2012:
2006
2006 2007
2007
2008
2008
2009 2009
2010 2010
20112011
8.207
O NÚMERO DE
DOUTORANDOS
ULTRAPASSOU
O NÚMERO DE
MESTRANDOS
EM 2012
2012
2012
Gráfico 7 – Evolução do Número de Discentes Matriculados e Nível de PG, entre os anos de 2006 e 2012
Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG
1.505
163
225
178
231
151
268
175
114
1.661
219
1.606
188
269
222
160
162
206
250
1.694
1.719
165
167
228
241
184
145
278
266
175
1.857
195
254
175
263
199
1.937
198
Multidisciplinar
Lingüística, Letras e Artes
245
Engenharias
194
Ciências Sociais Aplicadas
248
Ciências Humanas
181
Ciências Exatas e da Terra
373
Ciências da Saúde
153
178
174
304
269
282
296
340
228
223
231
224
230
246
Ciências Biológicas
122
110
113
158
149
182
Ciências Agrárias
NÚMERO DE ALUNOS DIPLOMADOS EM
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
TOTAL DE ALUNOS
DIPLOMADOS
EM PG EM 2012:
1.937
Gráfico 8 – Número de Discentes Diplomados (Mestrado e Doutorado)
segundo a Grande Área de Conhecimento, entre os anos de 2006 e 2012
Fonte: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, UFMG
EVOLUÇÃO DOS PROGRAMAS
DE PÓS-GRADUAÇÃO
(14%)
4
9
(41%)
27
(6%)
(13%)
9
Conceito Capes 7
(22%)
16
Conceito Capes 6
(26%)
19
Conceito Capes 5
(24%)
16
(29%)
21
Conceito Capes 4
(15%)
10
(10%)
7
Conceito Capes 3
TRIÊNIO 2004-2006
PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
CONCEITO CAPES 4
21 (29%)
CONCEITO CAPES 5
19 (26%)
CONCEITO CAPES 7
9 (13%)
CONCEITO CAPES 6
16 (22%)
35%
TRIÊNIO 2007-2009 E
RECOMENDAÇÕES
POSTERIORES - 2013
Gráfico 8 – Número de Programas de Pós-Graduação
segundo o Conceito Capes, por triênio
CONCEITO CAPES 3
7 (10%)
Gráfico 9 – Número de Programas
de Pós-Graduação segundo o
Conceito Capes, triênio 2007-2009 e
recomendações posteriores
DOS PROGRAMAS
DE PÓS-GRADUAÇÃO
DA UFMG SÃO DE
EXCELÊNCIA
APOIO À MELHORIA QUALITATIVA DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
CONSIDERANDO QUE A PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS EM PERIÓDICOS INTERNACIONAIS
DE ELEVADO IMPACTO É ESTRATÉGICO PARA VISIBILIDADE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DA UFMG,
A PRÓ-REITORIA DE PESQUISA LANÇOU, EM 2011, EDITAL DE FLUXO CONTÍNUO DE APOIO
PARA TRADUÇÃO E/OU REVISÃO DE MANUSCRITOS EM INGLÊS, VISANDO A PUBLICAÇÃO EM
PERIÓDICOS DE ESTRATO QUALIS IGUAL OU SUPERIOR A B1.
43
DE 2011 A 2013
JÁ FORAM PAGOS
309 AUXÍLIOS
TOTALIZANDO
R$ 151.141,23
NÚMERO DE AUXÍLIOS
FORNECIDOS EM 2012
POR UNIDADE ACADÊMICA
26
Total em 2012:
20
16
15
14
12
177
11
5
4
3
2
2
1
1
1
1
PROPRIEDADES INDUSTRIAIS DA UFMG
O GRÁFICO 1 MOSTRA O NÚMERO DE PROPRIEDADES INDUSTRIAIS SOLICITADOS AO INSTITUTO
NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL – INPI PELA UFMG, ENTRE OS ANOS DE 1992 E 2012
A UFMG tem mantido uma tendência de aumento
consistente, principalmente nos últimos 5 anos (2008 a
2012), o que reflete, entre outras coisas, o trabalho da CTIT
na disseminação da cultura de proteção da propriedade
intelectual no âmbito acadêmico e a profissionalização de
sua gestão. A UFMG já fez 643 solicitações de propriedades
intelectuais, dentre elas 529 pedidos de patentes (dos
quais 18 foram concedidos), 79 registros de marcas, 11
desenhos industriais, e 24 programas de computador.
96
84
PROPRIEDADES INDUSTRIAIS UFMG
Programas de Computador
Desenhos Industriais
Marcas
Patentes
Total Acumulado:
75
24
11
79
529
64
56
51
643
29
20
20
10
2
0
0
2
5
39
35
1
3
Gráfico 1 – Propriedades Industriais da UFMG por ano, entre os anos de 1992 e 2012, e total acumulado
25
26
PEDIDOS DE PATENTES DA UFMG
Outros: 9
Coltec: 10
O GRÁFICO 2 MOSTRA O NÚMERO DE PEDIDOS DE PATENTES DEPOSITADOS
PELA UFMG POR ANO NOS ÚLTIMOS 21 ANOS
Medicina: 14
Educação Física: 14
Odontologia: 17
Analisando os últimos 9 anos, observa-se que houve aumento substancial deste número entre os triênios 2004-2006 (78 pedidos), 2007-2009
(129 pedidos) e 2010-2012 (211 pedidos). Comparando-se os triênios
2004-2006 e 2007-2009, nota-se um aumento percentual no número de
depósitos de pedidos de patentes de aproximadamente 65%. Já entre
2007-2009 e 2010-2012 este aumento foi de 64%. Estes números mostram uma tendência consistente de crescimento no número de pedidos
de patente requeridos pela UFMG no longo prazo.
Veterinária: 23
Farmácia: 65
PATENTES
POR
UNIDADE
75
76
Engenharia: 155
63
50
PEDIDOS DE PATENTES DA UFMG
Total Acumulado:
45
544
44
Gráfico 3 – Patentes por área
Tecnologias
Ambientais: 19
27
20
0
0
5
1
Energia: 11
Engenharia: 164
32
27
22
Química: 69
21
PATENTES
POR
ÁREA
10
2
Instituto de
Ciências
Exatas: 163
Outros: 32
20
1
Instituto de
Ciências
Biológicas: 176
3
Gráfico 2 – Número de pedidos de patentes depositados pela UFMG por ano, entre os anos de 1992 e 2012, e total acumulado
Farmácia: 111
Gráfico 4 – Patentes por unidade
Biotecnologia: 137
PROPRIEDADES INDUSTRIAIS LICENCIADAS E
CONTRATOS ASSINADOS DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA
O Gráfico 5 mostra o número de propriedades industriais licenciadas
pela CTIT por ano, entre 2003 e 2012, e o total acumulado. A
UFMG já licenciou 96 objetos de propriedade industrial (PI) e tem
mantido tendência de crescimento. Com a consolidação do Setor de
Transferência de Tecnologia da CTIT, espera-se que estes números
aumentem consideravelmente nos próximos anos.
PROPRIEDADES INDUSTRIAIS
LICENCIADAS PELA CTIT
Total Acumulado:
O Gráfico 6 mostra o número de contratos de transferência de tecnologia
(TT) assinados pela UFMG por ano, entre 2003 e 2012, e o total acumulado,
que foi de 39 contratos. No triênio 2010-2012 este número subiu para 20,
o que representa 100% de aumento em relação ao triênio anterior (20072009). Estes indicadores demonstram o sucesso crescente na finalização
de negociações conduzidas pela CTIT para o licenciamento de objetos de
propriedade intelectual com titularidade da UFMG em forma de contratos.
8
22
96
CONTRATOS ASSINADOS DE
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA
18
Total Acumulado:
15
39
6
4
8
9
8
9
4
4
3
7
2
0
0
Gráfico 5 – Número de propriedades industriais licenciadas pela
CTIT por ano, entre os anos de 2003 em 2012, e total acumulado
0
0
Gráfico 6 – Número de contratos de Transferência de Tecnologia assinados
pela CTIT por ano, entre os anos de 2003 e 2012, e total acumulado
8
LICENCIAMENTOS SEM ÔNUS
JÁ FORAM FEITOS DOIS LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIA SEM ÔNUS, POR
SE TRATAREM DE TECNOLOGIAS DE INTERESSE PARA A SAÚDE PÚBLICA
Opinião
start-up: modelo inédito de
transferência de tecnologia
* Nivio Ziviani
A
FUNED
CÃes e HumanOs agradecem
Foca Lisboa
Em modelo inédito de contrato, UFMG transfere, sem
ônus, tecnologia para fabricação de diagnóstico da
leishmaniose canina
Ana Rita Araújo
A
UFMG assina, nesta quarta-feira,
dia 28, contrato de licenciamento
de tecnologia que permitirá à Fundação Ezequiel Dias (Funed) produzir kit
para diagnóstico de leishmaniose visceral
canina a ser utilizado no Sistema Único de
Saúde (SUS). Para a Universidade trata-se de
modelo inédito de transferência, porque não
estabelece previsão de remuneração pelo uso
da tecnologia, desenvolvida por grupo de
pesquisadores coordenado pelo professor
Wilson Mayrink, aposentado do Instituto de
Ciências Biológicas (ICB).
Segundo a pró-reitora adjunta de Pesquisa da UFMG, professora Marisa Mancini,
a decisão pelo licenciamento não oneroso
justifica-se pelo fato de a tecnologia estar
relacionada ao diagnóstico de doença negligenciada e de grande impacto sobre a
saúde pública.
“Nossa grande satisfação é ter criado
algo que vai beneficiar a população”, afirma a professora Norma Melo, que compõe
a equipe de inventores. Ao destacar que a
doença está em expansão no Brasil e em
várias áreas do mundo, a pesquisadora reitera: “É um dever da Universidade transferir
o método sem ônus para um órgão público
e assim beneficiar a sociedade”. Ela assegura
que a aplicação prática do invento deixa
felizes todos da UFMG, principalmente o
professor Wilson Mayrink, que desde o início
dos anos 1970 realiza pesquisas na área,
bem como seus colaboradores. E acrescenta: “Saber que nosso trabalho serve para a
população é o nosso grande triunfo”.
O presidente da Funed, Augusto Monteiro Guimarães, comenta que a leishmaniose
visceral não desperta interesse da indústria
farmacêutica privada para investimento em
soluções para diagnóstico, prevenção ou
tratamento. “Participar dessa parceria com
a UFMG para produzir em nosso estado
um kit potencialmente mais sensível de
diagnóstico da doença não só é motivo de
satisfação como também contribui para que
a Funed cumpra seu papel social enquanto
laboratório público de saúde”, diz.
Prevenção
Desenvolvido em laboratórios do ICB, o kit que
será produzido pela Fundação baseia-se na padronização de antígeno obtido
a partir de promastigotes Norma: fabricação do kit contribuirá para a prevenção da doença
de Leishmania infantum,
utilizando a técnica de Elisa
(teste imunoenzimático),
que permite a detecção de anticorpos espeEnquanto a leishmaniose tegumentar
cíficos no soro ou plasma sanguíneo de cães
tem diagnóstico mais fácil, a versão visceinfectados. “O Elisa é usado para diagnóstico
ral é a mais grave, podendo levar à morte
de várias outras doenças que produzem
quando não tratada adequadamente. Se
imunoglobulinas, cada uma com antígenos
detectada precocemente, o tratamento no
específicos”, explica Norma Melo. Para realihomem é eficaz. Já os cães devem ser subzar o protocolo definido nos laboratórios da
metidos a exames periódicos, e os soropoUFMG, o kit contém placa sensibilizada pelo
sitivos sacrificados, pois se o flebotomíneo
antígeno e outros componentes. Segundo
picar o cão positivo – que funciona como
os inventores, para alcançar o resultado, foi
reservatório do protozoário –, o parasita
selecionado um tipo de cepa de Leishmania
pode ser transmitido ao homem. “As formas
infantum (BH400) que permitiu a obtenção
de controle são o tratamento da pessoa
de antígenos “que conferiram maior especidoente, o uso de inseticida no vetor adulficidade e sensibilidade nos testes de Elisa”.
to e o sacrifício dos cães sorologicamente
positivos”, ensina Norma Melo, ao lembrar
Norma Melo comenta que a fabricação do
que a gravidade da doença, assim como sua
kit por um laboratório público e sua utilização
condição zoonótica, fazem do diagnóstico
massiva pelo SUS tende a contribuir para a
ponto essencial.
prevenção da leishmaniose visceral, porque
o cão é o principal reservatório doméstico
O próximo passo da parceria é a transda odoença, sobretudo em áreas urbanas. “A
ferência da tecnologia para produção e
N
1.768
Ano
38
26
de
março
de
2012
doença no cão sempre precede a humana,
distribuição da vacina humana desenvolque pode se tornar endêmica nos locais onde
vida pelo mesmo grupo de pesquisadores.
houver o vetor, o flebotomíneo ou mosquito
O processo será realizado no mesmo forpalha (Lutzomyia longipalpis)”, explica.
mato, sem previsão de remuneração para
a Universidade.
Incidência
Causada por protozoários do gênero
Leishmania e transmitida pelo mosquito palha, a leishmaniose apresenta-se nas formas
cutânea, caracterizada por lesões na pele;
cutaneomucosa, com lesões na pele e mucosas; e visceral, que atinge principalmente
vísceras como baço, fígado e medula óssea.
A forma visceral está distribuída em países
tropicais e subtropicais da Europa, África,
Ásia e América. No Brasil, atinge praticamente todos os estados, com média de três
mil novos casos por ano.
Compostagem faz
“lixo verde” retornar
aos parques e jardins
do campus
Tecnologia licenciada: Método e kit para
diagnóstico de leishmaniose visceral,
protegida junto ao INPI por meio do pedido
de patente PI1000664-8.
Inventores: Wilson Mayrink, Maria Norma
Melo, Marilene Suzan Marques Michalick,
Eloisa de Freitas e Soraia Oliveira Silva.
A UFMG assinou, em 2012, contrato de
licenciamento que permitirá à Fundação
Ezequiel Dias (FUNED) produzir kit para
diagnóstico de leishmaniose visceral canina
a ser utilizado no Sistema Único de Saúde
(SUS). Para a Universidade trata-se de modelo inédito de licenciamento, porque não
estabelece previsão de remuneração pelo
uso da tecnologia.
O kit foi desenvolvido no setor de leishmaniose
do Departamento de Parasitologia do ICB
e envolveu os laboratórios de Biologia da
Leishmania, de Sorologia e de Leishmanioses.
Página 4
Boletim uFmG
26.3.2012
5
FIOCRUZ
Kit é produzido a partir
da técnica de Elisa
Foca Lisboa
Transferência sem ônus
Pela primeira vez, a UFMG recorre a um modelo de transferência de
tecnologia que não remunera a Instituição. Acordo firmado com a
Fundação Ezequiel Dias (Funed) prevê a produção de kit para diagnóstico
de leishmaniose visceral canina a ser usado por hospitais do SUS. A
Universidade optou por tal modalidade de cessão de tecnologia porque o
projeto diz respeito a uma doença negligenciada. O kit foi desenvolvido
pela equipe do professor Wilson Mayrink, do ICB.
Página 5
A UFMG assinou, em 2012, contrato de
transferência de tecnologia a título não
oneroso para a Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz. O produto consiste em um medicamento à base de paramomicina em gel
para o tratamento tópico da leishmaniose
cutânea. O medicamento será fornecido
pela Fiocruz para distribuição gratuita pelo
Sistema Único de Saúde - SUS.
produção científica brasileira vem
crescendo nos últimos 15 anos, e
é responsável hoje por 2,7% da
produção mundial, mas não gera riqueza
na proporção que deveria se comparada
com o que ocorre em países desenvolvidos. Além disso, de acordo com Brito Cruz
(A Universidade, a pesquisa e a empresa,
2003), o percentual de realização de
pesquisa e desenvolvimento no Brasil é de
aproximadamente 75% nas universidades
e centros de pesquisa do governo e de
25% na indústria, enquanto nos Estados
Unidos a proporção é praticamente oposta: 30% nas universidades e centros de
pesquisa do governo e 70% na indústria.
Esse pode ser um dos principais fatores
da baixa transferência de resultados de
pesquisa para a nossa sociedade.
Uma forma importante de geração de
riqueza nos países desenvolvidos é a criação
de empresas start-up a partir de resultados
de pesquisa. Uma start-up nasce a partir de
ideia ou resultado de pesquisa gerada em um
laboratório universitário que pode então ser
transformada em protótipo de tecnologia e,
eventualmente, em tecnologia. A diferença
básica aqui é que uma tecnologia inclui todo
um “empacotamento” envolvendo testes de
robustez e estabilidade, escalabilidade, documentação, manutenção e suporte técnicos
e evolução continuada. Um protótipo de
tecnologia, hardware ou software, no caso
de um departamento universitário, limita-se
a uma prova de conceito.
É na fase de desenvolvimento do protótipo de tecnologia que a universidade exibe
maior desenvoltura e competência. Com a
tecnologia validada em laboratório, partese para a fase seguinte, o empreendimento
de criação de uma empresa start-up. Essa
tarefa requer, de início, o aporte de capital
externo, que se baseia, essencialmente, em
grande crença no potencial criativo dos empreendedores. Também é prática comum a
confecção de plano de negócios por parte
dos empreendedores. Deve-se ter em mente,
entretanto, que o modelo de negócio de
uma empresa nascente nem sempre é claro
e que, muitas vezes, tal modelo somente
aparece dois ou três anos mais tarde.
Existem diversos exemplos de empreendimentos que surgiram a partir da universidade, o que sugere um padrão de criação de
empresas intensivas em conhecimento. Nos
Estados Unidos, as universidades de ponta
incentivam o aparecimento de empresas
de alta tecnologia na área de tecnologia
da informação. Esse incentivo tem levado à
criação de várias empresas de sucesso, tais
como Google (criada em 1998 por alunos
de doutorado em ciência da computação
na Universidade de Stanford, cujo valor
atual é de US$201 bilhões) e Facebook
(criada em 2004 por alunos de graduação na
Universidade de Harvard, que vale US$100
bilhões). O artigo de E. Roberts e C. Eesley,
Entrepeneurial Impact: The Role of MIT, MIT
Sloan School of Management (fevereiro de
2009), relata que alunos e professores do
MIT criaram 25.800 empresas ainda em
atividade, empregam 3,3 milhões de pessoas
e têm faturamento anual de US$2 trilhões.
No Departamento de Ciência da Computação da UFMG, podemos citar dois exemplos: a Miner Technology Group, fundada
em abril de 1998 a partir de dissertação de
mestrado e vendida para o grupo Folha de
São Paulo/UOL em junho de 1999, e a Akwan
Information Technologies, nascida em abril
de 2000 e vendida para a Google Inc. em
julho de 2005. A partir da Akwan, a Google criou em Belo Horizonte seu centro de
pesquisa e desenvolvimento para a América
Latina, empregando mais de 130 pessoas.
Em 2011, a UFMG desenvolveu modelo
inédito na América Latina que facilita a
transferência do conhecimento gerado na
Universidade para empresas start-up. A Lei
de Inovação de 2004, em seu artigo 5º, prevê
que instituições públicas possam participar
de empreendimentos inovadores de forma
minoritária. A partir desse artigo, a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), órgão filiado à Pró-reitoria de
Pesquisa, desenvolveu, com a Procuradoria
Federal, contrato que permite a transferência
dos direitos de comercialização de produtos
e serviços relacionados a um conhecimento
(know-how) gerado em um departamento
da Universidade para uma empresa start-up.
Nesse caso, a remuneração da UFMG
ocorre por meio de usufruto sobre 5% das
ações ordinárias nominativas da start-up. Um
aspecto importante é que a start-up detém
amplos poderes para alienar as ações, não
cabendo à Universidade qualquer poder de
decisão nesta hipótese. Mais ainda, no caso
de aumento de capital, não é estendido o
usufruto em relação às novas ações.
Em novembro de 2011, a UFMG assinou
o primeiro contrato dentro deste novo modelo com uma das start-ups que irão inaugurar o Parque Tecnológico de Belo Horizonte,
o BH-TEC. A assinatura do contrato abre
um caminho importante para que a nossa
Universidade possa ter uma participação
efetiva neste processo. No momento em
que a sociedade passa a enxergar a Universidade como geradora de riqueza, além de
formadora de recursos humanos, os ganhos
potenciais podem ser enormes. Esperamos
que essa experiência estimule outras iniciativas que poderão ser desenvolvidas em curto
prazo nas diversas áreas em que a UFMG
tem competência e reconhecimento internacional. É nosso desejo contribuir para a
criação de jurisprudência e de um paradigma
que possam ser seguidos por muitos outros
grupos de pesquisa.
* Professor emérito do Departamento
de Ciência da Computação da UFMG
e membro da Academia Brasileira de
Ciências (ABC)
Esta página é reservada a manifestações da comunidade universitária, através de artigos ou cartas. Para ser publicado, o texto deverá versar sobre assunto
que envolva a Universidade e a comunidade, mas de enfoque não particularizado. Deverá ter de 5.000 a 5.500 caracteres (com espaços) e indicar o nome
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exclusiva de seus autores as opiniões expressas nos textos. Na falta destes, o BOLETIM encomenda textos ou reproduz artigos que possam estimular o
debate sobre a universidade e a educação brasileira.
2
Foto: Foca Lisboa
26.3.2012
Boletim uFmG
TRANSFERÊNCIA DO KNOW-HOW “SISTEMA
DE RECOMENDAÇÃO” PARA A EMPRESA SPINOFF ZUNNIT TECHNOLOGIES.
A UFMG será remunerada por meio do usufruto de
5% das ações da empresa licenciada, ao invés de
auferir royalties sobre a comercialização da tecnologia.
Trata-se de um modelo de transferência inédito no
país e na América Latina, que viabilizou o nascimento de uma start-up de alunos da área de Tecnologia da Informação.
ASSINATURA DO SEGUNDO CONTRATO DE
LICENCIAMENTO SEM EXCLUSIVIDADE DE
UMA MESMA TECNOLOGIA PARA EMPRESAS
DISTINTAS.
O “Processo de Pirólise de Biomassa e Resíduos
Sólidos em Múltipos Estágios” foi licenciado
para a empresa Lunasa, em 2012. O primeiro
licenciamento desta tecnologia havia sido realizado
para a empresa Ecobras, em 2009.
A transferência sem exclusividade maximiza os ganhos da Universidade com a tecnologia.
CONVÊNIOS DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
CONTRATOS DE COTITULARIDADE DE
PROPRIEDADES INTELECTUAIS
O GRÁFICO 6 MOSTRA O NÚMERO DE CONVÊNIOS DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CAPTADOS PELA CTIT ANUALMENTE
DESDE 2003 E O TOTAL ACUMULADO, QUE É DE 54 CONVÊNIOS ATÉ O
FINAL DE 2012
O GRÁFICO 7 MOSTRA O NÚMERO DE CONTRATOS DE COTITULARIDADE
DE PROPRIEDADES INTELECTUAIS FIRMADOS PELA UFMG POR ANO, ENTRE
2003 E 2012, E O TOTAL ACUMULADO QUE É DE 45 CONTRATOS
Esta atividade começou a acelerar em 2007, mantendo uma média
de 6 convênios anuais até 2011. Em 2012 este número deu um
salto significativo para 23 convênios. Este resultado é fruto da
intensa atuação da CTIT na sensibilização para a formalização
de parcerias entre grupos de pesquisa, ou entre estes e o setor
empresarial, desde o início da pesquisa por desenvolvimentos
tecnológicos. Este indicador demonstra, entre outras coisas, a
atuação da CTIT no fomento à parcerias de grupos de pesquisa
com setor empresarial para geração de novas tecnologias.
CONVÊNIOS DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
CAPTADOS PELO CTIT*
6
0
0
1
A comparação entre os últimos três triênios revela um forte aumento
do número de contratos assinados entre 2004-2006 e 2007-2009. A
tendência de crescimento, embora não tão acentuada, permaneceu
para o último triênio 2010-2012. Destaca-se que o maior número de
contratos assinados da história da CTIT foi no último ano, 2012,
com 11 contratos assinados.
23
Total Acumulado:
54
6
6
11
CONTRATOS DE COTITULARIDADE
DE PROPRIEDADES INTELECTUAIS
Total Acumulado:
7
5
45
3
Gráfico 7 – Convênios de pesquisa e desenvolvimento tecnológico captados pela CTIT por ano, entre
os anos de 2003 e 2012, e total acumulado
*Não estão incluídos os convênios captados diretamente pelo Setor de Convênios da UFMG
0
7
3
2
0
8
7
3
1
Gráfico 8 – Número de contratos de cotitularidade de propriedades intelectuais firmados pela
UFMG por ano, entre os anos de 2003 e 2012, e total acumulado
RECURSOS RECEBIDOS DO
LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS
O GRÁFICO 5 APRESENTA OS VALORES EM DOWN PAYMENT
E ROYALTIES RECEBIDOS PELA UFMG COMO RESULTADO DO
LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS, POR ANO, ENTRE 2004 E 2012,
NUM TOTAL ACUMULADO DE R$ 1.761.786
RECURSOS RECEBIDOS DO LICENCIAMENTO DE TECNOLOGIAS
Down Payment
R$ 427.719
400.000,00
Total Acumulado:
350.000,00
Royalties
Analisando os indicadores do Gráfico 9, nota-se uma variação dos recursos recebidos pela UFMG e nenhuma tendência de crescimento, diminuição ou estabilização desses valores. Isso de deve aos vários modelos e configurações de licenciamentos praticados pela UFMG, o que depende de vários fatores, tais como o
tipo de negociação, a natureza da tecnologia, a estratégia da empresa licenciada,
dentre outros. O valor recebido em down payment pode ser em parcela única
ou várias parcelas. Além disso, o ano do recebimento do
recurso pode estar desvinculado ao ano da celebração
do contrato, o que impossibilita relacionar este gráfico 9 ao gráfico 8 anterior, referente ao número de
contratos assinados por ano. De qualquer forma,
pode-se observar uma média de R$ 128.705 de
recursos recebidos em royalties anuais para os
últimos 4 anos.
R$ 1.761.786
R$ 285.346
300.000,00
R$ 261.535
250.000,00
R$ 200.000
R$ 168.436
200.000,00
R$ 192.096
R$ 136.383
150.000,00
R$ 90.271
100.000,00
50.000,00
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Gráfico 9 – Recursos Recebidos pela UFMG em downpayment e royalties por ano, resultados do licenciamento de
tecnologias, entre os anos de 2004 e 2012, e total acumulado
PRO ATIVIDADE NA PROSPECÇÃO POR PARCERIAS
PROGRAMA NATURA CAMPUS
VISITA DA EMPRESA ASTRAZENECA À UFMG
Realizada em 28/01/2011 na Faculdade de Medicina, com visita ao Centro de Pesquisas Clínicas
do Hospital das Clínicas e à Escola de Farmácia.
A CTIT organizou uma reunião (24/08/2012) com
26 pesquisadores da UFMG e representantes da
empresa.
PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE
IDEIAS E PROJETOS DE PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO – FURNAS ELETROBRAS
Posteriormente, a CTIT organizou uma reunião
com pesquisadores da Escola de Farmácia, do
Instituto de Ciências Exatas e do Departamento
de Química.
PARTICIPAÇÃO EM FEIRAS E EVENTOS
A BIO International Convention é um evento anual promovido pela Biotechnology Industry Organization (BIO), organização que representa mais
de 1.100 empresas de biotecnologia, instituições
acadêmicas, centros de biotecnologia de mais de
30 países. Os membros da BIO estão envolvidos
na pesquisa e desenvolvimento de cuidados de
saúde, produtos de biotecnologia agrícola, industrial e ambiental. A BIO é um dos maiores eventos
de Biotecnologia e Negócios no cenário mundial.
A UFMG participou de três edições da BIO:
Apresentação realizada (12/03/2012) na Escola
de Engenharia pelo então Vice-Diretor da CTIT,
prof. Pedro Vidigal.
2011: Foram realizadas reuniões com 23 empresas. Entre as empresas estão Sigma-Aldrich Corportation, Merck, Johnson & Johnson.
Foram enviados 10 projetos por meio da CTIT,
dos quais 3 foram aprovados.
2012: Foram realizadas reuniões com 11 empresas. Entre as empresas estão Abbott, Lilly e GlaxoSmithKline.
2013: Foram realizadas 8 reuniões com empresas e instituições, entre elas estão Galderma International, Austrian Federal Economic Chamber,
e Norgine.
INOVA, A INCUBADORA DE
EMPRESAS DA UFMG
AÇÕES DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO
PROGRAMAS DE INCENTIVO Á INOVAÇÃO - PII
PROGRAMA SEBRAETEC DE INCENTIVO À INOVAÇÃO
PROGRAMA PRIME - PRIMEIRA EMPRESA
A INOVA-UFMG TEM APOIADO EMPRESAS DE SUCESSO E PROJETOS COM GRANDES
POTENCIALIDADES DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NAS ÁREAS DE INFORMAÇÃO E
TECNOLOGIA COMPUTACIONAIS, BIOTECNOLOGIA, ENGENHARIAS E MICROELETRÔNICA.
O Gráfico 10 mostra os indicadores das
ações de apoio a programas de incubação
realizadas por meio da INOVA, a Incubadora de Empresas da UFMG. Este gráfico
apresenta os números anuais de projetos e
empresas pré-incubados, empresas incubaNÚMERO DE EMPRESAS
PRÉ-INCUBADAS,
INCUBADAS E
GRADUADAS DA INOVA
Pré-incubadas
Incubadas
Graduadas
27
25
das e graduadas, de 2000 a 2013. O ano
de 2012 destaca-se com o maior número
de empresas ou projetos pré-incubados. Ao
todo graduaram 53 empresas pela INOVA.
25
25
20
20
20
20
20
20
15
12
7
8
6
2004
12
60
111
53
10
10
10
10
10
10
7
12
2005
12
2006
9
9
9
8
8
7
6
5 5
4
4
5
5
2007
6
4
7
6
5
4
3
3
2
0
2
0
Gráfico 10 – Número de empresas e projetos pré-incubados, empresas incubadas e graduadas na INOVA, por ano, entre 2000 e 2013
2008
2009
Gráfico 11 – Outras ações de
Empreendedorismo
11
10
4
0 0
25
15
6
0
25
28
22
10
6
0 0
20
8
7
3
25
23
28
27
0
2010
2011
2012
Oficinas
Palestras
Cursos
Consultorias
25
O SOMOS UFMG FOI DESENVOLVIDO PELA CTIT PARA FACILITAR O MAPEAMENTO
DAS COMPETÊNCIAS DA UFMG, COM O OBJETIVO DE INCREMENTAR A INTERAÇÃO DA
UNIVERSIDADE EM ÁREAS DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA COM INSTITUIÇÕES
PÚBLICAS E PRIVADAS.
Através do Somos UFMG é possível identificar os pesquisadores,
suas especialidades e produção científica, além de informações
sobre Unidades, Departamentos, ativos de propriedade intelectual,
infraestrutura instalada nos laboratórios, dentre outras informações.
As competências podem ser encontradas de maneira simples e
organizada, de acordo com a área de interesse do usuário.
O SOMOS ESTÁ DISPONÍVEL
PARA ACESSO PÚBLICO
ATRAVÉS DO ENDEREÇO:
WWW.SOMOS.UFMG.BR
SISTEMA FOMENTO
O SISTEMA ONLINE DE FOMENTO FOI DESENVOLVIDO PARA
GERENCIAMENTO INSTITUCIONAL DAS AÇÕES DE FOMENTO
À PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA UFMG, COM
O OBJETIVO DE AGILIZAR E FACILITAR O PROCESSO DE
SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIOS E BOLSAS NA INSTITUIÇÃO.
O Sistema Online de Fomento permite a avaliação online
de todos os processos de apoio e bolsas previstas em
Editais da PRPq, inteiramente realizada por Comitês
Assessores das diferentes áreas de conhecimento,
extraindo e analisando os dados de produção científica a
partir do Currículo Lattes do solicitante.
Com este Sistema, o gerenciamento de bolsas (incluindo
implementação, controle de freqüência, emissão de
certificados, substituição de bolsistas, e relatório online) e
das informações referentes à ações de fomento torna-se
sistematizado e agilizado.
Download

Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação na UFMG