FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Disciplina: Bioestatística II Ano: Medicina 2013 Docente(s) Karina Perez Mokarzel Carneiro Série: 2ª Carga Horária: 54 hs EMENTA Probabilidade e propriedades epidemiológicas. Teoria da amostragem e teoria da estimação. Teoria dos testes de Hipóteses. Testes para dados categorizados. Testes de Normalidade. Testes paramétricos. Testes não-paramétricos. Teoria da regressão. Dimensionamento amostral para estimativas e testes. METODOLOGIA ( X ) Exposição ( ) Trabalho de grupo ( ) Discussão ( ) Estudo de Caso ( ) Seminário ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( X ) Computador ( ) Vídeos ( X ) Data show ( X ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ( ( ( ( ( AVALIAÇÃO ( X ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: ) Atividades Clínicas ) Lousa ) Internet ) Laboratório ) Vídeo Conferência ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Capacitar o aluno a analisar e comparar dados, além de dominar a linguagem relacionada com a pesquisa científica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de: 1. Trabalhar com métodos probabilísticos; 2. Efetuar estimativas; 3. Efetuar testes estatísticos para comparação de grupos; 4. Calcular correlações e efetuar regressões relacionando variáveis; 5. Determinar corretamente o dimensionamento das amostras em experimentos científicos. CONTEUDO PROGRAMÁTICO - Probabilidade. Eventos independentes e dependentes. Probabilidade condicionada. Avaliação da qualidade de um exame diagnóstico. Propriedades estáveis e instáveis. Coeficiente de Kappa. - Distribuições de probabilidade. Construção. Distribuição Binomial. Distribuição de Poisson. Distribuição de Gauss. Outras distribuições estatísticas. Student. Fisher. Quiquadrado. - Teoria da amostragem. DAM, DAP, DADS. Teoria da estimação. Conceitos básicos. Intervalo de confiança para a média populacional. - Intervalo de confiança para proporções populacionais. Intervalo de confiança para as diferenças e somas de médias populacionais. - Testes de hipóteses. Conceitos básicos. Testes unilaterais e bilaterais. Poder de um teste. - Testes para dados categorizados. Tabelas de contingência. Teste de qui-quadrado clássico. Correção de Yates. Teste exato de Fisher. - Testes paramétricos para comparação de duas populações. Teste de Student. Análise de variância, ANOVA. - Testes não-paramétricos. Teste dos sinais. Teste de Wilcoxon. Teste de Kruscal-Wallis. - Análise de regressão. Regressão simples. - Dimensionamento amostral. Conceitos. Dimensionamento para testes. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Os conteúdos da disciplina serão desenvolvidos por meio da exposição aberta, em que o professor orientador das atividades usará a estratégia para desencadear a participação da classe, podendo haver assim, contestação, debate e discussão sempre que oportuno e necessário. Será estimulada no aluno a realização de atividades individuais e grupais, para trabalho em classe e fora da classe. Sala de aula com projetor multimídia e microcomputador multimídia. - ATIVIDADES PRÁTICAS: Não há. - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga Horária Residual): Exercícios e trabalhos propostos. AVALIAÇÕES Serão realizadas as seguintes atividades avaliativas: - 3º bimestre: uma prova escrita e individual no valor de 100 pontos. - 4º bimestre: uma prova escrita e individual no valor de 100 pontos, com peso de 50% e um seminário no valor de 100 pontos com peso de 50%. A média final será a média aritmética simples das notas dos dois bimestres. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Arango HG. Bioestatística: teórica e computacional. 3ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011. 2. Sounis ELM. Bioestatística: princípios fundamentais, metodologia, estatística, aplicação as ciências biológicas. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill; 1975. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTARArango HG. Bioestatística: teórica e computacional. 2ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. Dawson B, Trapp D. Bioestatística clínica. 3ª ed. São Paulo: McGraw Hill; 2003. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO – 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Ética e Bioética II Prof. Carlos Alberto Benfatti Ano: 2013 Série: 2ª Carga Horária: 18 h EMENTA Estudo e reflexão da ética aplicados ao exercício profissional do médico, diante dos problemas e conflitos sempre presentes em sua área, orientando a sua ação e decisões de forma humanística, através do incremento e domínio de atitudes de valorização e respeito ao ser humano. ( x) Exposição ( x) Estudo de Caso METODOLOGIA ( x) Trabalho de grupo ( x) Seminário ( x) Discussão ( ) Outros RECURSOS AUXILIARES: ( x ) Computador ( x) Vídeos ( x) Data show ( x) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ) Atividades Clínicas ( x) Lousa ( x) Internet ( ) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( x ) Biblioteca: AVALIAÇÃO ( ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( x) Avaliaçao Dinâmica OBJETIVOS GERAIS Conhecer e identificar o ser humano e suas peculiaridades sócio-culturais como o principal objetivo de seu trabalho, agindo de forma respeitosa e amorosa para com todos os seres humanos, procurando entender e respeitar as diferentes culturas existentes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final da disciplina os alunos deverão ser capazes de: 1. Examinar a luz da ética, temas cruciais da ciência neste começo de século e que são herança dos acontecimentos dos séculos anteriores, principalmente o século XX; 2. Perceber a importância da relação médico-paciente numa época em que a tecnologia e a comercialização na medicina atropelam os princípios básicos da ética interpessoal; 3. Discutir com bom senso as questões básicas oriundas do desenvolvimento científicocultural da sociedade humana; 4. Conhecer os matizes culturais do desenvolvimento humano ao longo do tempo; 5. Demonstrar atitudes de valorização e respeito ao ser humano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - A sociedade atual. - Teorias ética e bioética. - O Principialismo. - A Beneficência e a Não Maleficência. - A Autonomia e a Justiça. - Bioética e diversidade cultural. - A ética na relação com as diversas culturas e etnias. - Religião e bioética. - Bioética e o meio ambiente. - Bioética e os animais. METODOLOGIA ATIVIDADES TEÓRICAS: Exposição oral dos temas, tanto pelo professor, quanto pelos alunos, intercalada por discussões com intensa participação dos alunos; conferências; mesas redondas; seminários; estudo de casos. ATIVIDADES PRÁTICAS: Não há. AVALIAÇÕES As avaliações serão feitas a cada atividade, cumulativa e continuamente, não havendo necessidade de uma prova bimestral clássica. A cada fim de bimestre serão somadas as notas das avaliações contínuas, compondo para cada aluno a nota bimestral. BIBLIOGRAFIA - BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. 2. 3. 4. 5. Beauchamp TL, Childress JF. Princípios de ética biomédica. São Paulo: Loyola; 2002. Engelhardt HT. Fundamentos da bioética. São Paulo: Loyola; 2008. Pessini, L. Problemas atuais de bioética. 6ª ed. Bioetica. São Paulo: Loyola; 2002. Post SG. Encyclopedia of bioethics. 3ª ed .New York: Macmillan; 2003. 5v. Ramos D. Bioética, pessoa e vida. São Caetano do Sul: Difusão; 2009. - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Conselho Federal de Medicina. Medicina para além das normas: reflexões sobre o novo código de ética médica. Brasilia: CFM;2010. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/44721354/Medicina-alem-das-normas Correia-Lima FG. Erro médico e responsabilidade civil. Brasília: CFM; 2012. Disponível em: http://portal.cfm.org.br/images/stories/biblioteca/erromedicoresponsabilidadecivil.pdf Costa SIF, Garrafa V, Oselka G. Iniciação à bioética. Brasília: CFM; 1998. Disponível em: http://www.cfm.org.br Palmer M. Problemas morais em medicina: curso prático. São Paulo: Loyola; 2002. Revista - Revista bioética. Disponível em: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica Silva AL. Médico: Profissional Diferente. Belo Horizonte: Folium; 2012. Vaz HCL. Escritos de filosofia IV: introdução à ética filosófica. 2ª ed. São Paulo: Loyola; 2002. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s): Farmacologia I Nilo César do Vale Baracho 2a Série Carga Horária: 72 horas EMENTA Estudo da Farmacologia Básica (ou geral). Farmacologia dos Autocóides. Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo. Farmacologia do Sistema Nervoso Central. Farmacologia do Sistema Nervoso Periférico. Ano: 2013 Série: METODOLOGIA ( x ) Exposição ( x ) Trabalho de grupo ( x ) Discussão ( ) Estudo de Caso ( ) Seminário ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( x ) Computador ( ) Vídeos ( x ) Data show ( x ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ) Atividades Clínicas ( x ) Lousa ( x ) Internet ( ) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( ) Outros: AVALIAÇÃO ( x ) Discursiva ( x ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Proporcionar ao aluno da segunda série do curso de medicina condições para o aprendizado dos fundamentos básicos de Farmacologia, criando assim, condições para que este aluno desenvolva o raciocínio clínico, utilizando estes conhecimentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ministrar em nível de graduação em Medicina, os conhecimentos fundamentais de Farmacologia Básica (ou geral), Farmacologia dos Autocóides e Farmacologia do Sistema Nervoso (Autônomo, Central e Periférico), através de aulas teóricas e grupos de discussão. CONTEUDO PROGRAMÁTICO Apresentação do Curso; Introdução ao estudo da Farmacologia; Conceitos básicos I; Conceitos básicos II; Vias de administração de drogas I; Vias de administração de drogas II; Absorção de drogas; Distribuição de drogas; Biotransformação de drogas I; Excreção de drogas; 1a Prova Introdução à Farmacodinâmica; Interação fármaco-receptor; Agonistas e antagonistas I; Mecanismos de transdução de sinais I; Mecanismos de transdução de sinais II; Doenças devido ao mau funcionamento de receptores; Introdução ao estudo das substâncias endógenas biologicamente ativas; Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA); 2a Prova Sistema Calicreína-Cininas; Peptídeos natriuréticos; Endotelinas e óxido nítrico; Histamina e Serotonina; Prostaglandinas; Leucotrienos; 3a Prova Analgésicos e anti-térmicos; Anti inflamatórios não hormonais; Hipnoanalgésicos; Introdução à Farmacologia do Sistema nervoso autônomo (SNA); SNA- Simpático I; SNA- Simpático II; SNA-parassimpático I; SNA-parassimpático II; 4a Prova Segunda Chamada; Prova Final; Segunda Época. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA RESIDUAL) Duração Da Atividade Estudo Dirigido em grupo sobre Vias de administração de drogas 2h Estudo Dirigido em grupo sobre Mecanismos de Transdução de Sinais 2h Estudo Dirigido em grupo sobre Substâncias biologicamente ativas 2h Estudo Dirigido em grupo sobre Anti inflamatórios 2h Estudo Dirigido em grupo sobre Anti hipertensivos 2h Estudo Dirigido em grupo sobre Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo 2h METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Serão ministradas aulas teóricas e serão apresentados problemas e casos clínicos para serem resolvidos através de grupos de discussão e/ou estudos dirigidos - ATIVIDADES PRÁTICAS: A disciplina não conta com atividades práticas. AVALIAÇÕES Serão realizadas quatro avaliações bimestrais, no valor de 100 pontos cada. A critério do professor poderão ser ministrados estudos dirigidos e grupos de discussão, sendo que o valor dessas atividades não poderão ultrapassar 20% do valor da nota bimestral. CALENDÁRIO DE PROVAS 2013 PROVA 1 : 16/04/2013 PROVA 2 : 25/06/2013 PROVA SEGUNDA CHAMADA 1:01/07/2013 PROVA 3 : 24/09/2013 PROVA 4 : 26/11/2013 PROVA SEGUNDA CHAMADA 2 : 02/12/2013 PROVA FINAL :05/12/2013 SEGUNDA ÉPOCA : 12/12/2013 BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Brunton LL. (org). Bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 2. Katzung BG. Farmacologia básica e clínica. 10ª ed. Porto Alegre: AMGH; 2010. 3. Rang HP, Dale MM, Ritter JM. Farmacologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2004. 4. Silva P. Farmacologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2010. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bochner F. Manual de farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1996. DEF- Dicionário de especialidades farmacêuticas. 32ª ed. São Paulo: Epuc; 2011/2012. Gillies HE. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998. Revista - Revista Brasileira de Farmacognosia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0102-695X&lng=pt&nrm=isso FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Disciplina: Medicina Docente(s) Dalmo Antonio Ribeiro Moreira Ronaldo Mourão Gontijo Fisiologia Humana Roseane de Souza Cândido Irulegui Ano: 2013 Série: 2ª Carga Horária: 300 h EMENTA Sistema nervoso autônomo. Fisiologia neuromuscular. Visão. Audição. Equilíbrio. Gustação e olfação. Sistema reticular e sono. Postura e movimento. Cerebelo. Comportamento e emoções. Funções neurais superiores. Reflexos condicionados. Regulação da temperatura. Eletrofisiologia do miocárdio. Regulação da pressão arterial e venosa. Pulso arterial. Microcirculação. Circulação em territórios especiais. Fisiologia do sangue. Fisiologia da água e eletrólitos. Diurese osmótica. Função renal. Regulação da pressão osmótica e volume extracelular. Regulação do pH. Fisiologia respiratória. Fisiologia gastrointestinal. Fisiologia endócrina. Fisiologia fetal e do recém-nascido. METODOLOGIA ( ) Exposição ( ) Trabalho de grupo ( ) Discussão ( ) Estudo de Caso ( ) Seminário ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( AVALIAÇÃO ( ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ) Computador ) Vídeos ) Data show ) Slides ) Manequins ) Retroprojetor ) Atividades Clínicas ) Lousa ) Internet ) Laboratório ) Vídeo Conferência ) Outros: ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Fornecer conhecimento sobre as funções e controle dos órgãos e sistemas do corpo humano, utilizando tais conhecimentos no raciocínio fisiopatológico, com base para o futuro aprendizado da clínica de sinais e sintomas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Após o estudo dos tópicos, o aluno deverá ser capaz de: MÓDULO NEUROFISIOLOGIA Sistema Nervoso Autônomo (SNA) 1- Conceituar SNA 2 - Descrever a anatomia dos sistemas simpático e parasimpático; 3 - Descrever e caracterizar os receptores adrenérgicos e colinérgicos; 4 - Citar as diferenças fisiológicas e farmacológicas entre os sistemas simpático e parasimpático; 5 - Definir adrenérgicos (simpaticomiméticos) e colinérgicos (parasimpaticomiméticos); 6 - Explicar os mecanismos de ação das catecolaminas sobre os receptores de acordo com a sua classificação; 7 - Explicar os mecanismos de ação da acetilcolina sobre os receptores colinérgicos; 8 - Conceituar ações muscarínicas e nicotínicas da acetilcolina; 9 - Conceituar bloqueadores adrenérgicos e colinérgicos, bem como, seus mecanismos de ação. Fisiologia Neuromuscular, Sinapses, Receptores 1 - Descrever as estruturas dos músculos esquelético e liso; 2 - Citar as características elétricas dos músculos liso e esquelético; 3 - Descrever as bases moleculares da contração muscular; 4 - Citar os tipos de contração; 5 - Conceituar: somação de contrações, tetania, contratura e tôno muscular; 6 - Descrever as fontes de energia da contração muscular; 7 - Definir placa motora; 8 - Citar as principais diferenças anátomo-funcionais entre os músculos estriados e lisos; 9 - Descrever a estrutura anatômica das sinapses; 10 - Conceituar: convergência, divergência; somação temporal e espacial; 11 - Descrever os eventos elétricos das sinapses; 12 - Conceituar potencial pós-sináptico excitatório e inibitório e retardo sináptico; 13 - Conceituar sinapse química; 14 - Descrever os mecanismos de inibição e facilitação das sinapses; 15 - Descrever a estrutura da junção mioneural; 16 - Descrever o mecanismo da hipersensibilidade por denervação; 17 - Conceituar receptor; 18 - Classificar os diversos tipos de receptores e suas características; 19 - Descrever o conceito de upregulation e downregulation dos receptores 20 - Citar as bases iônicas da excitação dos receptores 21 - Descrever os fenômenos de adaptação e codificação dos receptores; 22 - Definir arco reflexo; 23 - Descrever as etapas de um reflexo monosináptico; 24 - Descrever a estrutura e funções dos fusos musculares; 25 - Descrever as etapas do reflexo polisináptico; 26 - Citar as propriedades gerais dos reflexos; 27 - Classificar as sensações conforme as características; 28 - Descrever as representações corticais sensitivas; 29 - Descrever as vias aferentes do tato, propriocepção, temperatura, dor e pressão; 30 - Citar as principais diferenças entre sensação somática e visceral; 31 - Descrever os mecanismos da dor referida. Visão 1 - Reconhecer as estruturas anatômicas do olho; 2 - Descrever as camadas celulares da retina; 3 - Descrever o caminho seguido pelo estímulo desde o objeto até o centro da visão; 4 - Descrever o mecanismo de formação da imagem; 5 - Conceituar: nistagmo, acuidade visual, acomodação e campo visual; 6 - Descrever o mecanismo da visão em cores; 7 - Descrever os movimentos do olho, músculos e nervos responsáveis pelos mesmos; 8 - Descrever a alteração do campo visual após lesão em um ponto do trato óptico; 9 - Explicar as alterações que ocorrem no daltonismo; 10 - Descrever as funções adaptativas da inervação autônoma do olho. Audição 1 - Citar a estrutura anatômica do ouvido externo, médio e interno; 2 - Descrever a estrutura anatômica da cóclea e do órgão de Corti; 3 - Descrever as vias neurais auditivas; 4 - Definir bel e decibel; 5 - Descrever os mecanismos de transmissão do som; 6 - Descrever os fenômenos elétricos que ocorrem na transmissão do som; 7 - Descrever os mecanismos centrais de percepção do som; 8 - Citar os testes realizados para o diagnóstico da surdez e os tipos de surdez; 9 - Conceituar audiometria. Equilíbrio 1 - Descrever a estruturas macro e microscópica dos canais semicirculares e suas funções no equilíbrio; 2 - Descrever como é feita a orientação no espaço; 3 - Descrever os efeitos da labirintectomia; 4 - Citar as diferenças de estimulação dos receptores vestibulares pela aceleração linear e angular. 5 - Quais os testes neurológicos para o diagnóstico dos distúrbios do equilíbrio. Gustação e Olfação 1 - Descrever a estrutura dos receptores do olfato; 2 - Citar as vias neurais da olfação desde a estimulação dos receptores até o centro; 3 - Descrever o mecanismo de estimulação e de adaptação dos receptores olfativos; 4 - Descrever a estrutura dos receptores gustativos; 5 - Descrever o mecanismo de estimulação dos receptores gustativos; 6 - Citar as modalidades gustativas; 7 - Citar as vias neurais desde a estimulação dos receptores até o centro. Sistema Reticular e Sono 1 - Citar as funções da formação reticular; 2 - Citar os núcleos talâmicos; 3 - Descrever as principais ondas do eletroencefalograma (EEG); 4 - Descrever as bases fisiológicas do EEG e da consciência; 5 - Descrever a utilização clínica do EEG; 6 - Descrever os mecanismos e as alterações elétricas cerebrais que ocorrem durante o sono; 7 - Descrever os mecanismos de modulação do impulso sensitivo pelo córtex cerebral. Postura e Movimento 1 - Descrever a anatomia do sistema piramidal; 2 - Descrever as áreas motoras cerebrais; 3 - Descrever as áreas e funções do córtex pré-motor; 4 – Citar as funções do sistema extra-piramidal; 5 - Descrever as inter-relações entre sistema piramidal e o controle da postura; 6 - Citar os principais reflexos posturais, seus estímulos e receptores, a resposta e os centros de integração; 7 - Conceituar choque espinhal; 8 - Descrever as alterações que ocorrem nas porções inferiores ao nível da secção da medula espinhal; 9 - Descrever o mecanismo da rigidez de descerebração; 10 - Descrever os reflexos de endireitamento; 11 - Citar os efeitos da decorticação; 12 - Citar e descrever as funções dos gânglios da base; 13 - Descrever os efeitos dos distúrbios dos gânglios da base sobre o movimento; 14 - Correlacionar doença de Parkinson com as lesões dos gânglios da base; 15 - Correlacionar atetose, balismo e hemibalismo com as lesões dos gânglios da base Cerebelo 1 - Descrever as conexões aferentes e eferentes do cerebelo; 2 - Explicar as funções dos lobos cerebelares e descrever os efeitos de lesões e estimulação de cada um deles; 3 - Descrever as interrelações entre cerebelo, córtex cerebral e gânglios da base; 4 - Identificar e explicar as modificações posturais de uma cobaia, resultantes da anestesia do labirinto; 5 - Correlacionar as lesões cerebelares com os correspondentes quadros clínicos. Comportamento e Emoções 1 - Descrever a estrutura anatômica e funções do sistema límbico; 2 – Descrever as bases neurofisiológicas do comportamento sexual; 3 - Descrever as bases neurofisiológicas do medo e da ira; 4 - Descrever os mecanismos corticais inibitórios. Funções Neurais Superiores 1 - Descrever os mecanismos corticais do aprendizado, motivação, conhecimento e memória; 2 - Descrever os mecanismos corticais da fala e seus distúrbios; 3 - Conceituar afasia e citar seus tipos; 4 - Citar as principais funções do neocórtex e das áreas de associação; 5 - Conceituar dominância cerebral. Reflexos Condicionados 1 - Conceituar reflexo condicionado; 2 - Citar, explicar e exemplificar as propriedades dos reflexos condicionados; 3 - Descrever uma experiência de condicionamento; 4 - Citar as diferenças entre condicionamento clássico e operante; 5 - Descrever as aplicações dos reflexos condicionados. Regulação da Temperatura 1 - Descrever os mecanismos responsáveis pela regulação da temperatura corporal; 2 - Descrever os mecanismos responsáveis pela febre. Fisiopatologia do Sistema Nervoso 1 - Descrever as consequências de uma secção transversal e da secção incompleta da medula espinhal; 2 - Citas as diferenças entre lesões do neurônio motor superior e inferior; 3 - Descrever as alterações produzidas pela siringomielia; 4 - Descrever as alterações causadas pela tabes dorsalis; 5 - Descrever os mecanismos de rigidez por descerebração no homem; 6 - Descrever as consequências das lesões talâmicas; 7 - Descrever as manifestações clínicas dos distúrbios do hipotálamo e dos gânglios da base; 8 - Descrever as manifestações clínicas das lesões cerebelares; 9 - Conceituar epilepsia e seus tipos. MÓDULO FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR 1 - Fazer uma correlação anátomo-funcional do músculo cardíaco; 2 - Descrever as diferenças entre o potencial de ação do músculo cardíaco e do estriado esquelético; 3 - Descrever os eventos do ciclo cardíaco em seqüência temporal; 4 - Citar e explicar os tipos de regulação da função cardíaca; 5 - Explicar os efeitos do exercício sobre o coração; 6 - Descrever os efeitos do Ca, K, Na e Cl sobre o músculo cardíaco; 7 - Descrever os mecanismos de excitação do coração e explicar como o estímulo passa do átrio para o ventrículo e do sistema especializado de condução para o músculo cardíaco; 8 - Descrever como o sistema nervoso autônomo controla a atividade e a condução pela fibra cardíaca; 9 - Descrever e interpretar a experiência de Starling; 10 - Descrever os mecanismos na gênese das bulhas cardíacas; 11 - Identificar as diferentes bulhas no fonocardiograma; 12 - Citar os tipos de sopro e explicar os mecanismos que os produzem; 13 - Caracterizar o sopro cardíaco com o grau de lesão valvar. Eletrofisiologia do Miocárdio 1 - Citar os valores normais de frequência cardíaca, duração e magnitude da onda P, intervalo PR, complexos QRS, intervalo QT e onda T do ECG; 2 - Descrever as bases físicas da eletrocardiografia; 3 - Explicar o significado do triângulo de Einthoven, derivações bipolares e unipolares, e das centrais terminais de Wilson e Goldberger; 4 - Determinar o eixo elétrico no plano frontal em um traçado eletrocardiográfico; 5 - Descrever bradicardia sinusal, taquicardia sinusal, arritmia sinusal, bloqueio sino-atrial e atrioventricular, bloqueio de ramo, extra-sístoles, ritmo idioventricular, flutter e fibrilação ventricular; 6 - Obter o traçado eletrocardiográfico das 6 derivações do plano frontal e 6 derivações precordiais. Regulação da Pressão Arterial e Venosa, Pulso Arterial 1 - Saber aferir a pressão arterial, utilizando esfigmomanômetro e estetoscópio; 2 - Determinar a relação do tempo entre as bulhas cardíacas e os pulsos radial e carotídeo; 3 - Determinar a frequência, volume, tipo de onda, ritmicidade e tensão do pulso arterial; 4 - Descrever a regulação reflexa da pressão arterial; 5 - Explicar o papel da adrenalina, noradrenalina, acetilcolina, angiotensina, serotonina, histamina e bradicinina na regulação da pressão arterial; 6 - Conceituar pressão arterial normal e hipertensão; 7 - Descrever os fatores que regulam a pressão venosa; 8 - Descrever os mecanismos que regulam o retorno venoso ao coração; 9 - Descrever os mecanismos que regulam o débito cardíaco; 10 - Citar dois exemplos de arritmia cardíaca e conseqüente variação do pulso arterial. Microcirculação 1 - Conceituar microcirculação; 2 - Citar e explicar os fatores venosos que regulam o tôno arteriolar; 3 - Descrever: pressão hidrostática capilar e intersticial, pressão osmótica das proteínas do plasma e dos fluidos intersticiais; 4 - Descrever os mecanismos de produção do edema. Circulação em Territórios Especiais 1 - Citar os valores de pressão sistólica e diastólica na artéria pulmonar e a pressão nos capilares pulmonares; 2 - Explicar o mecanismo do edema pulmonar decorrente de insuficiência cardíaca; 3 - Descrever os fatores mecânicos, humorais e venosos que regulam o fluxo nas artérias coronárias; 4 - Explicar a diferença entre “angina pectoris” e infarto do miocárdio; 5 - Explicar o fato de um paciente com infarto apresentar, às vezes, dor no braço; 6 - Descrever a regulação da circulação cerebral. Fisiopatologia do Sistema Cardiovascular Descrever as conseqüências clínicas e a fisiopatologia de um indivíduo que apresenta: embolia pulmonar; choque circulatório; edema agudo de pulmão; insuficiência cardíaca congestiva; bloqueio atrioventricular total; hipertensão arterial; varizes de membros inferiores; comunicação interventricular e interatrial; cardiopatias congênitas cianogênicas (tetralogia de Fallot, transposição das grandes artérias; síndrome de Eisenmeiger) e transplante cardíaco. MÓDULO FISIOLOGIA DO SANGUE 1 - Citar as principais funções do sangue; 2 - Descrever as principais etapas do metabolismo do ferro; 3 - Descrever as principais etapas do metabolismo da hemoglobina; 4 - Citar os distúrbios fisiopatológicos da destruição das hemácias; 5 - Classificar uma anemia quanto a forma e o tamanho das hemácias, sabendo os valores do hemograma; 6 - Descrever as repercussões fisiopatológicas das anemias e policitemias; 7 - Citar os grupos sangüíneos e as diferenças entre eles; 8 - Conhecendo-se doador e receptor, avaliar a possibilidade de transfusão sangüínea; 9 - Citar as principais etapas da hematopoiese e leucopoiese; 10 - Citar as funções imunológicas do sangue; 11 - Dado um leucograma, saber se é normal ou não e classificar o tipo de desvio apresentado. MÓDULO FISIOLOGIA RENAL Fisiologia da Água e Eletrólitos 1 - Descrever a composição eletrolítica do compartimento intracelular, intersticial e plasmático; 2 - Explicar a importância da membrana celular e dos capilares na composição dos compartimentos intracelular, intersticial e plasmático; 3 - Descrever o princípio em que se baseiam os métodos usados para medir o volume dos compartimentos do organismo; 4 - Descrever os efeitos das proteínas plasmáticas sobre a distribuição dos cátions e ânions no plasma e interstício; 5 - Explicar o efeito do sódio sobre o volume do líquido extracelular; 6 - Descrever os fatores que afetam o potencial químico da água; 7 - Explicar a relação entre potencial químico da água e osmose; 8 - Citar e explicar as unidades usadas para medir a pressão osmótica; 9 - Descrever o mecanismo de ação da bomba de sódio e potássio; 10 - Descrever a gênese do potencial de membrana; 11- Calcular a osmolaridade orgânica total a partir das concentrações de sódio e potássio; 12 - Definir osmol, miliosmol, miliequivalente; 13 - Definir tonicidade dos líquidos orgânicos. Diurese Osmótica - Diurese Hídrica e Salina 1 - Demonstrar experimentalmente e, interpretar o efeito de solutos sobre o fluxo urinário; 2 - Demonstrar experimentalmente e interpretar os efeitos do hormônio antidiurético sobre a diurese hídrica e salina; 3 - Demonstrar experimentalmente, o papel do rim na regulação do volume e da pressão osmótica dos líquidos do organismo. Métodos de Estudo da Função Renal 1 - Descrever os princípios em que se baseia a técnica do “Clearance”; 2 - Descrever os tipos de alterações renais que podem ser resolvidas pela técnica do “Clearance” e os que necessitam outras técnicas; 3 - Citar os dados necessários para calcular o ritmo de filtração glomerular (RFG) e fluxo plasmático renal (FPR); 4 - Calcular quanto de uma substância é reabsorvida ou excretada pelas células tubulares, sendo dado o RFG, fluxo urinário e a concentração da substância no plasma e urina; 5 - Calcular, sendo fornecidos os dados necessários, o Tm de reabsorção ou secreção de uma substância; 6 - Explicar porque a concentração de uma substância presente no plasma não pode ser igual a zero no plasma que passa pela artéria eferente, enquanto pode ser no plasma que passa pela veia renal; 7 - Explicar porque a concentração de uréia aumenta duas vezes no plasma quando há uma redução de 50% do RFG, considerando constante a produção de uréia no organismo e a fração de uréia filtrada que é reabsorvida pelas células tubulares. Regulação da Pressão Osmótica/Regulação do Volume Extracelular 1 - Descrever o efeito que uma excreção urinária de maior ou menor concentração do que o plasma exerce sobre a pressão osmótica deste; 2 - Calcular o volume de água pura, livre de solutos, que é reabsorvida ou excretada pelos rins, sendo dados a pressão osmótica plasmática, da urina e o fluxo urinário; 3 - Descrever as alterações que ocorrem no organismo e os mecanismos desencadeados para compensar estas alterações, quando uma pessoa ingere um volume dado de água ou quando perde líquido por sudorese abundante; 4 - Descrever três possibilidades, baseado nos mecanismos de excreção da água, para explicar a queixa de um paciente que está eliminando uma média de 16 litros de água por dia; 5 - Explicar porque no diabetes mellitus (diurese osmótica), o rim perde a capacidade de excretar urina mais concentrada do que o plasma; 6 - Descrever a importância do sódio na determinação do volume líquido extracelular; 7 - Descrever os efeitos da diminuição ou aumento do RFG sobre o volume extracelular (VEC); 8 - Descrever o efeito do aumento ou diminuição na constante de reabsorção proximal de sódio sobre o VEC; 9 - Descrever o efeito do aumento ou diminuição do teor plasmático de aldosterona sobre o VEC; Regulação do pH dos Líquidos do Organismo/ Funcionamento do Reflexo de Micção. 1 - Explicar porque existe limite máximo de ácido na urina; 2 - Descrever os mecanismos pelos quais um inibidor da anidrase carbônica aumenta a quantidade excretada de sódio; 3 - Descrever o que ocorre com o pH do plasma, da urina e a concentração de K no plasma quando se injeta inibidor da anidrase carbônica em uma pessoa; 4 - Descrever a importância da acidez tubular e da secreção de amônia na regulação do equilíbrio ácido-básico; 5 - Descrever o efeito do CO2 sobre a excreção de H+; 6 - Descrever os mecanismos de eliminação da urina, explicar as conseqüências quando estes mecanismos estão alterados; 7 - Descrever que alterações ocorrem na micção quando é feita uma lesão em pontos específicos na inervação da bexiga. MÓDULO FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA 1 -- Citar os principais elementos que são importantes para a mecânica da respiração; 2 - Citar quais são e os valores dos volumes e capacidades pulmonares. Explicar os seus significados; 3 - Citar as funções das vias aéreas superiores; 4 - Descrever os reflexos que atuam no controle da respiração e a regulação humoral da atividade do centro respiratório; 5 - Explicar o efeito do CO2, ácido lático, carbonato de sódio, acetilcolina e adrenalina sobre a atividade do centro respiratório; 6 - Descrever as trocas gasosas nos alvéolos; 7 - Descrever e explicar as alterações nas atividades respiratórias de um indivíduo quando submetido à altas e baixas pressões e a descompressões súbitas; 8 - Demonstrar a importância da solubilidade, pressão parcial e difusão no mecanismo de transporte de gases respiratórios; 9 - Escrever e comparar os valores normais de pressão parcial e volume por cento para O2 e CO2 no ar inspirado, expirado e ar alveolar; 10 - Descrever o mecanismo pelo qual O2 é transportado do ar atmosférico às células; 11 - - Interpretar uma curva que mostre a relação entre PO2 e saturação de hemoglobina; 12 - Descrever os mecanismos pelos quais o CO2 formado nas células é eliminado do organismo; 13 – Conceituar troca isoídrica; 14 – Sumarizar a interrelação entre os transportes de CO2 e O2; 15 - Descrever os mecanismos de compensação do equilíbrio ácido-básico pelos pulmões. 16 - Descrever o papel dos pulmões no metabolismo de algumas substâncias vasoativas. MÓDULO FISIOLOGIA GASTROINTESTINAL 1 - Descrever os mecanismos de controle da ingestão de água e alimento; 2 - Descrever a inervação intrínseca e extrínseca do TGI; 3 - Citar os tipos de sensação visceral; 4 - Conceituar dor visceral e dor referida e descrever o mecanismo de percepção das mesmas; 5 - Citar os principais hormônios do TGI e suas funções; 6 - Descrever o volume, composição e as funções da saliva, bem como o controle de sua secreção; 7 - Descrever a estrutura e a função motora do esôfago; 8 - Citar as funções do estômago e sua estrutura anatômica; 9 - Descrever os mecanismos de digestão gástrica; 10 - Descrever os mecanismos das funções de armazenamento e esvaziamento gástricos; 11 - Descrever a origem e a composição do suco gástrico; 12 - Descrever o mecanismo de produção do fator intrínseco; 13 - Descrever a função hormonal do estômago; 14 - Descrever a função digestiva do duodeno e intestino delgado; 15 - Descrever os mecanismos pelos quais o duodeno regula o esvaziamento gástrico; 16 - Citar os hormônios do TGI e suas funções; 17 - Citar as funções do pâncreas e seu mecanismo de ação; 18 - Descrever a origem, composição e função da bile; 19 - Descrever as funções motoras dos intestinos delgado e grosso; 20 - Descrever os reflexos desencadeados pela presença de alimento no intestino; 21 - Descrever as funções dos esfíncteres do aparelho digestivo; 22 - Citar os receptores, vias aferentes, centros e vias eferentes do reflexo da defecação; 23 - Descrever os mecanismos de regulação e ação do suco pancreático; 24 - Descrever os princípios básicos para absorção do TGI (glicídios, lipídios, proteínas), água e eletrólitos. 25 - Explicar os mecanismos fisiopatológicos das seguintes condições clínicas: megaesôfago; ulcera péptica; cálculo biliar; síndrome de má absorção; pancreatite; diverticulose do cólon; megacólon; hemorróidas; cirrose hepática; hipertensão portal; hiperesplenismo MÓDULO FISIOLOGIA ENDÓCRINA Tireóide 1 - Descrever a estrutura anatômica macro e microscópica da tireóide; 2 - Descrever o metabolismo do iodo; 3 - Citar as etapas da formação dos hormônios tireoideanos; 4 - Citar os efeitos do TSH sobre a tireóide; 5 - Descrever os mecanismos de secreção dos hormônios tireoideanos; 6 - Descrever o mecanismo de transporte dos hormônios tireoideanos pelas proteínas; 7 - Citar as ações fisiológicas dos hormônios tireoideanos; 8 - Descrever as conseqüências para o organismo, da falta e excesso de hormônio tireoideano; 9 - Descrever o mecanismo de ação dos hormônios tireoideanos. Pâncreas 1 - Descrever a estrutura anatômica macro e microscópica do pâncreas; 2 - Descrever a estrutura química e ações metabólicas da insulina; 3 - Descrever as consequências do excesso e deficiência de insulina; 4 - Citar as alterações orgânicas de uma pessoa com diabetes mellitus e as diferenças entre diabetes mellitus e insípidus; 5 - Descrever os mecanismos que regulam a secreção de insulina; 6 - Descrever as funções fisiológicas do glucagon; 7 - Descrever os mecanismos que regulam a secreção de glucagon. Supra-Renais 1 - Descrever a estrutura anatômica macro e microscópica da supra-renal; 2 - Citar as diferenças entre córtex e medular da supra-renal; 3 - Descrever a estrutura e função dos hormônios da medula; 4 - Citar as principais ações da adrenalina e noradrenalina; 5 - Descrever as ações dos receptores alfa e beta; 6 - Descrever os mecanismos que regulam a secreção dos hormônios da medula da supra-renal; 7 - Descrever a estrutura dos hormônios da córtex da supra-renal 8 - Citar os hormônios produzidos pelas diversas camadas da córtex 9 - Citar as ações biológicas dos glicocorticóides; 10 - Citar as ações biológicas dos sexo-corticóides; 11 - Citar as ações biológicas dos mineralocorticóides; 12- Descrever os mecanismos que regulam a secreção dos hormônios da córtex da supra-renal; 13 - Descrever as alterações causadas pelo excesso de produção de glicocorticóides; 14 - Descrever as conseqüências da deficiência de glicocorticóides; 15 - Descrever as conseqüências do excesso e deficiência da produção de ACTH; 16 - Descrever as alterações fisiológicas que ocorrem no estresse; 17 - Descrever as conseqüências do excesso de produção de mineralocorticóides; 18 - Citar as vias metabólicas na síntese de hormônios da córtex da supra-renal; 19 - Citar as deficiências enzimáticas que ocorrem na síndrome adrenogenital; 20 - Descrever os mecanismos que regulam a secreção de aldosterona pelo sistema renina-angiotensina. Paratireóides 1 - Descrever a estrutura histológica das paratireóides; 2 - Citar as fases do cálcio total, não difusível, ionizado e sob a forma de sais; 3 - Descrever a estrutura do osso e a osteogênese; 4 - Citar as conseqüências da falta e excesso de cálcio para o organismo; 5 - Descrever o mecanismo de ação do paratorhormônio; 6 - Descrever o mecanismo de ação da calcitonina; 7 - Citar as alterações decorrentes do hiper e hipoparatireoidismo, pseudohiper e pseudohipoparatireoidismo. Hipófise 1 - Descrever a estrutura macro e microscópica da hipófise; 2 - Citar os hormônios produzidos pela adeno e neuro-hipófise; 3 - Conceituar e identificar os fatores liberadores hipotalâmicos; 4 - Descrever o mecanismo de ativação do AMP cíclico pelos hormônios; 5 - Descrever a estrutura química do hormônio de crescimento e suas ações metabólicas; 6 - Descrever as interrelações entre hormônio do crescimento e a insulina; 7 - Descrever os efeitos da falta e excesso de hormônio de crescimento; 8 - Descrever os mecanismos de controle de secreção dos hormônios da neurohipófise; 9 - Descrever os mecanismos de controle de secreção dos hormônios da adeno-hipófise; 10 - Descrever as ações biológicas do hormônio antidiurético; 11 - Descrever as ações biológicas da ocitocina 12 - Descrever as conseqüências da hiper e hipofunção da adeno-hipófise. Gônadas 1 - Citar as funções das gônadas masculinas e femininas; 2 - Definir cromatina sexual; 3 - Definir sexo genético, social e intersexo; 4 - Descrever as etapas do desenvolvimento das gônadas; 5 - Descrever as influências das gônadas sobre a formação da genitália externa; 6 - Citar as alterações cromossômicas que determinam: disgenesia gonadal; disgenesia dos túbulos seminíferos, “superfêmeas” e hermafroditismo verdadeiro; 7 - Descrever as alterações no desenvolvimento que determinam pseudohermafroditismo masculino e feminino; 8 - Definir puberdade, menopausa, andropausa; 9 - Citar os hormônios hipofisários que controlam a função gonadal e seus efeitos; 10 - Citar as etapas da gametogênese; 11 - Citar os componentes do sêmen; 12 - Citar os efeitos da função endócrina dos ovários, hormônios e testículos; 13 - Descrever as alterações mamárias, uterinas, ovarianas e vaginais que ocorrem durante o ciclo menstrual; 14 - Descrever as funções dos estrógenos, progesterona, testosterona e relaxina; 15 - Descrever as conseqüências da hiperfunção gonadal no adulto e na criança dos sexos masculino e feminino; 16 - Citar as etapas que ocorrem desde a formação do óvulo até a implantação uterina do ovo; 17 - Citar as alterações endócrinas durante a gravidez; 18 - Descrever as funções das gonadotropinas coriônicas; 19 - Descrever as alterações que induzem ao trabalho de parto; 20 - Descrever os mecanismos fisiológicos da secreção e ejeção do leite; 21 - Descrever a relação entre hormônios gonadais e câncer de mama e próstata; 22 - Saber realizar o diagnóstico de gravidez laboratorialmente. Funções Endócrinas de Outros Órgãos 1 - Citar as funções endócrinas do rim; 2 - Descrever o mecanismo de ação da angiotensina II sobre a pressão arterial; 3 - Descrever o mecanismo de ação da eritropoetina; 4 - Descrever a função endócrina da pineal; 5 - Descrever a função endócrina do timo. Fisiologia Fetal e do Recém-nascido 1 - Descrever a permeabilidade da placenta a substâncias orgânicas e inorgânicas; 2 - Descrever a circulação fetal; 3 - Descrever a respiração fetal; 4 - Citar as principais alterações fisiológicas que se processam no recém-nascido; 5 - Citar as diferenças entre o hemograma de um recém-nascido e de um adulto. CONTEUDO PROGRAMÁTICO Tema Apresentação do Curso. Introdução ao Estudo da Fisiologia Humana. Potencial de Ação Neural. Contração do músculo esquelético e liso. Placa motora. Excitabilidade Neuromuscular. Propriedades do Músculo Esquelético. Fisiologia das Sinapses/ Potencial Pós-Sináptico. Neurotransmissores. Fisiopatologia das Sinapses e placa motora. Miastenia gravis. Botulismo Tipos de Receptores e Mecanismos de Ação. Dor Professor Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Fisiopatologia da dor e sensibilidade Receptores cutâneos. Estudo dos reflexos no homem Funções motoras da medula espinhal Função Labiríntica em Cobaia. Postura e movimento. Formação reticular. Aparelho vestibular. Fisiopatologia das labirintopatias Controle das Funções Motoras pelo Cérebro. Ações reflexas no sapo Fisiopatologia do acidente vascular cerebral Controle das Funções Motoras pelo Cerebelo. Gânglios da Base. Fisiopatologia das lesões cerebelares e dos gânglios da base. Olfação. Gustação. Audição Fisiopatologia da audição. D. Parkinson Fisiologia da Visão I Dissecção do Olho Bovino Fisiologia da Visão II Fisiopatologia das lesões da lente ocular Sistema límbico. Fisiologia do comportamento. Fisiopatologia dos distúrbios do comportamento Atividade Elétrica Cerebral. Vigília. Sono. Formação Reticular. Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Fisiopatologia do ciclo vigília /sono Roseane/Dalmo Moreira Prova de Neurofisiologia Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo D Ciclo Cardíaco. O Coração como Bomba. Origem dos Batimentos Cardíacos. Dalmo Moreira/Pablo Atividade Elétrica Cardíaca. Potencial de Ação do Músculo Cardíaco. Eletrocardiograma. Eletrocardiograma no Homem. Fisiopatologia da atividade elétrica cardíaca. Fisiopatologia da Atividade Elétrica Cardíaca. Efeitos da Infusão de Íons sobre a Atividade Cardíaca. Circulação. Fluxo. Resistência e Complacência Vascular. Funções das Artérias, Veias e Capilares. Controle Local da Circulação Tecidual. Dinâmica Capilar. Fluido Intersticial. Fluxo Linfático. Fisiopatologia da circulação venosa e linfática. Circulação mesentérica no sapo Controle neural da pressão arterial Estudo do Pulso no Homem. Medida da Pressão Arterial. Ausculta Cardíaca. Fisiopatologia da hipertensão arterial. Dalmo Moreira/Pablo Ação dos Rins no Controle da Pressão Arterial. Ruídos Cardíacos. Doenças Valvares. Defeitos Congênitos do Coração. Fisiopatologia da hipertensão arterial: doenças renais. Circulação Pulmonar, Coronária, Circulação Fetal. Circulação no Músculo Durante Exercício. Circulação Cerebral, Esplâncnica e na Pele. Influência do Nervo Vago Sobre o Coração. Débito Cardíaco. Retorno Venoso e sua Regulação. Insuficiência cardíaca. Choque circulatório. 2º SEMESTRE Prova de Fisiologia Cardiovascular Hemácias. Glóbulos brancos. Anemias e policitemias Fisiopatologia do tromboembolismo sistêmico Uso de anticoagulantes Princípios Gerais da Função Gastrointestinal. Motilidade Esôfago-Gástrica Fisiopatologia da mastigação e deglutição Secreção no Trato Gastrointestinal Fisiopatologia das esofagites e úlcera péptica Digestão e Absorção no Trato Gastrointestinal. Fisiopatologia da má absorção Secreção e Motilidade do Intestino Grosso e Delgado. Fisiopatologia do megaesôfago e megacólom Fisiopatologia da diarréia e obstipação Fisiologia do Fígado e Vesícula Biliar. Pâncreas Exócrino. Fisiopatologia das colecistopatias e pancreatites Prova de Fisiologia Gastrointestinal Injeção de andrógino em pintos. Mecanismos de Ação dos Hormônios. Fisiologia da Hipófise. Fisiopatologia da acromegalia Fisiologia das Suprarenais. Glicocorticóides e Mineralocorticóides. Adrenalectomia em Ratos. Fisiopatologia da doença de Addison, S. Cushing e S. Adrenogenital Fisiologia da Tireóide. Fisiopatologia do hipotireoidismo e hipertireoidismo Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Fisiologia das Paratireóides. Metabolismo do Cálcio. Fisiopatologia da osteoporose e osteomalácia Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Insulina. Glucagon. Diabetes Fisiopatologia do Diabetes mellitus Diabetes e comprometimento vascular sistêmico Fisiologia do Ovário. Teste de Gravidez. Funções Reprodutivas na Mulher. Hormônios Femininos. Ciclo Menstrual. Dalmo Moreira/Pablo Roseane/Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Fisiopatologia da menopausa Consequências da deficiência hormonal na mulher Funções Reprodutivas no Homem. Hormônios Masculinos. Consequências da deficiência do hormônio masculino Roseane/Dalmo Moreira Roseane/Dalmo Moreira Dalmo Moreira/Pablo Roeane/DalmoMoreira Fisiologia da Gravidez e Lactação. Fisiologia do Recém-Nascido. Dalmo Moreira/Pablo Dalmo Moreira/Pablo Prova de Fisiologia Endócrina METODOLOGIA A turma de alunos do segundo ano 2012 será dividida em duas, denominadas respectivamente turmas A e B, contendo cada uma, subgrupos denominados A1, A2, A3, A4 e A5; B1, B2, B3, B4 e B5, na ordem de sequência da chamada. De acordo com o programa, haverá um mínimo de aulas teóricas a ser ministrado, somente para os tópicos em que a função do professor se faz necessária. A participação dos alunos durante o curso deverá ser direta, tanto nos grupos de discussão, grupos de estudo e aulas práticas. Aula Teórica Comentada (ATC) – nesta modalidade, aulas teóricas sobre determinados assuntos serão apresentadas pelos grupos de alunos do segundo ano. As aulas serão preparadas com slides e pelo menos dois alunos serão responsáveis pela apresentação. Ao final de cada aula serão feitos comentários e aberto um debate para discussão com toda a turma. Por esta razão, nas ATCs os alunos deverão ter estudado previamente o tópico a ser debatido. Nos grupos de discussão (GD), modalidade que virá logo após a ATC, cada aluno deverá estudar a matéria correspondente ao programa determinado para aquele dia quando serão abordadas as dúvidas que aparecerem. Na reunião, casos clínicos serão eventualmente lançados para serem utilizados os conhecimentos de fisiologia e fisiopatologia para sua resolução. Os casos, bem como as dúvidas, serão discutidos pelos próprios alunos dentro dos respectivos grupos, com o professor servindo apenas como orientador. Vale a pena frisar que os GDs visam aperfeiçoar e sedimentar conhecimentos obtidos através da leitura dos capítulos correspondentes nos livros indicados e também aqueles obtidos durante a ATC. A dedicação do aluno deverá ser total. Os temas de cada semana estão disponíveis nesta apostila e por esta razão a mesma deverá ser consultada sempre que possível. Só haverá alguma mudança no tópico quando for anunciado previamente pelo professor, do contrário o assunto será aquele descrito. Nos grupos de estudo (GE), serão resolvidos problemas de fisiopatologia clínica. Estes, na sua grande maioria, serão casos clínicos, a serem interpretados na biblioteca com auxílio dos livros. Tais livros incluem aqueles de fisiopatologia, clínica médica, patologia, semiologia etc. É importante lembrar que a utilização de vários livros tornar-se-á relevante visto que, as informações de um complementarão as informações de outros. Este método visa introduzir o conceito de que a pesquisa é a base para o aprendizado do aluno na ausência do professor ou orientador. Sempre que possível, deve ser estimulada a discussão do caso clínico entres os membros do grupo. Nos estudos dirigidos (ED) os grupos receberão questões a respeito dos tópicos abordados no período ou então que serão discutidos em GD. Tais questões deverão ser respondidas pelos alunos e entregues, por escrito na data estipulada. Esta atividade visa incrementar o interesse pelo assunto a ser abordado no GD e GE e, ao mesmo tempo, despertar em cada aluno, maior participação nas discussões. Videoconferência (VC) – esta modalidade será sempre realizada no período da manhã as segundas feiras, entre 11:30 e 12:30 h e servirá para discussão das questões relacionadas ao caso clínico apresentado no período da manhã. Neste ano de 2012 estão incorporadas aulas de fisiopatologia. Estas aulas serão ministradas na segunda feira pela manhã e estará relacionada com o tópico discutido na sexta feira anterior. Após a aula os alunos receberão um caso clínico a ser discutido entre os alunos dos diferentes grupos. Os tópicos serão aqueles relacionados com o que foi apresentado naquela manhã. As 11:30 h os alunos se reunirão em um auditório quando as questões do caso apresentado serão respondidas pelo professor por meio de videoconferência. Sobre as aulas práticas, estas serão complementadas com a elaboração de relatórios. Os mesmos deverão ser SEMPRE entregues DIGITADOS, na semana seguinte. O modelo do relatório obedecerá a seguinte seqüência: a) Nome da prática, seguido dos nomes dos componentes do grupo, número da equipe e data da realização do experimento (primeira página); b) Introdução, onde, em poucas palavras, serão escritas frases relacionadas ao experimento em si, finalizando sempre com “...O objetivo deste experimento foi....”; c) Material e Métodos. Neste caso, descrever os materiais utilizados, não por itens, mas em frases, de preferência sempre utilizando o verbo na terceira pessoa do singular ou plural e no particípio passado. Ex. usou-se..., pinçou-se..., anestesiou-se..., as artérias foram suturadas..., etc. A metodologia será aquela descrita no roteiro das aulas práticas; d) Resultados. Aqueles obtidos durante o experimento, sempre descrevendo com detalhes os fenômenos que foram observados. Poderão ser desenhados gráficos, utilizadas tabelas, quadros ou figuras, a critério do aluno; e) Discussão. Neste tópico, os resultados encontrados serão confrontados com as informações da literatura. É na discussão que as teorias que explicam os fenômenos, aparecem; f) Bibliografia. Citar as fontes da literatura consultadas para a realização da discussão. Regras para as Aulas As aulas e discussões são realizadas na sala Prof. Armando Ribeiro dos Santos, reservada para o segundo ano. A videoconferência será realizada no auditório Kleber L. Gomes. Não será admitida a entrada do aluno com bermudas, camiseta sem mangas ou calçando sandálias. È proibido fumar, beber ou comer na sala de aula. É expressamente proibido o uso de celular na sala de aula. Abaixo estão algumas regras a serem seguidas no laboratório de aulas práticas. De acordo com o estabelecido, o aluno não poderá frequentar as aulas quando tais normas não forem cumpridas: a) O uso de avental branco é obrigatório em todas as aulas, sem exceção; b) É terminantemente proibido fumar, comer lanche, ou ingerir refrigerantes durante as aulas; c) É obrigatório o uso de luvas durante qualquer procedimento que utilize animais (ratos, cobaias, coelhos, cães, etc); d) Após o término de cada aula, cada grupo ficará responsável pela limpeza e organização das bancadas. Não será admitida a saída dos grupos sem o cumprimento deste item; e) Todos os grupos deverão ter sempre a mão, material de dissecção cirúrgico para as aulas com animais, tais como: bisturi, pinças de dissecção ou dente de rato, tesoura, Kocher, Kelly, etc; Tanto o laboratório quanto as salas de aula e a biblioteca, são propriedades da Faculdade de Medicina de Itajubá, que dá direito ao aluno de usufruir destas instalações para o seu aprendizado. Sendo, portanto, bens comuns a todos, caberá também aos alunos a responsabilidade de mantê-los e preservá-los. O desaparecimento de qualquer livro da biblioteca ou qualquer tipo de material do laboratório de Fisiologia, desde que durante o período de uso dos alunos do segundo ano da faculdade (ano de 2012) deverá ser devidamente reposto através de rateio entre toda a turma, do valor da época, em dinheiro, correspondente ao objeto desaparecido. Outra solução poderá ser discutida entre o professor responsável e os alunos, sempre com objetivo de preservar o patrimônio do estabelecimento. O aluno que perder a prova sem uma justificativa oficial (atestado médico com carimbo e assinatura do médico responsável), ficará sem avaliação do módulo correspondente. AVALIAÇÕES As provas serão do tipo múltipla escolha, com 20 questões e 5 alternativas, com duração de 40 minutos. Serão realizadas em salas separadas e os alunos sentados na ordem sequencial da chamada. Os resultados, sempre que possível, serão liberados no mesmo dia. Os módulos de neurofisiologia e fisiologia cardiovascular, valerão 20 e 30 pontos cada respectivamente; os módulos de fisiologia respiratória, endócrina, gastrointestinal e renal, 10 pontos cada. Caberá ao professor a nota de conceito, equivalente a 10 pontos. Este conceito dependerá do desempenho do aluno nos GDs, aulas práticas, GEs, Discussões de Fisiopatologia e a frequência durante o curso. É importante salientar, o aluno estará automaticamente reprovado se não frequentar o mínimo de 75% das aulas durante o curso. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Beraldo WT. Fisiologia. Belo Horizonte: UFMG; 1978. 2. Bevilacqua F, Bensoussan E, Jansen JM. Fisiopatologia clínica. 5ª ed. São Paulo: Atheneu; 1998. 3. Ganong WF. Fisiologia médica. 17ª ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall; 1998. 4. Hall JE, Guyton AC. Tratado de fisiologia médica. 12ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan; 2011. 5. Machado ABM. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. rev. São Paulo: Atheneu; 2003. Porto CC. Semiologia médica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2009. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Doretto D. Fisiopatologia clínica do sistema nervoso. São Paulo: Atheneu; 1989. Heneine IF. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu; 1993. Houssay BA. Fisiologia humana. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1984. Malnic G, Marcondes M. Fisiologia renal. 2ª ed. São Paulo: EPU; 1983. Marcondes M, Sustovich DR, Ramos OL. Clínica médica: fisiopatologia e propedêutica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1984. Netter FH. The ciba collection of medical illustrations.New York: Ciba Geigy; 1978. 4v. Tavares P, Furtado M, Santos F. Fisiologia. São Paulo: Atheneu. 1984. Zarco P, Salmeron O. Exploração clínica do coração. 2ªed. Rio de Janeiro: Atheneu; 1987. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO – 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Fundamentos Carlos Alberto Benfatti Humanísticos II Ano: 2013 Série: 2ª Carga Horária: 18 h EMENTA O homem como um ser de relações. O ser-homem: cultura e humanização. Linguagem e comunicação humana. Ética e moral. Liberdade e determinismo. O amor e o mito de Eros. O corpo: do idealismo à fenomenologia. ( ) Exposição ( ) Estudo de Caso METODOLOGIA ( ) Trabalho de grupo ( ) Seminário ( ) Discussão ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( ( ( ( ( ( ) Computador ) Vídeos ) Data show ) Slides ) Manequins ) Retroprojetor AVALIAÇÃO ( ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ( ( ( ( ( ) Atividades Clínicas ) Lousa ) Internet ) Laboratório ) Vídeo Conferência ) Outros: ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Compreender a importância da formação humanista do médico através da elaboração de um pensamento crítico sobre si mesmo e sobre a realidade; Conhecer as diferentes concepções. Concepção de homem e de mundo e sua importância na construção de uma conduta moral e ética e sua atuação no sentido de manter ou modificar as maneiras de pensar e agir no seu tempo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de: 1. Refletir sobre a essencialidade do homem; 2. Reconhecer as diferentes formas de conhecer e se comunicar com os outros e o mundo; 3. Identificar o homem como um ser de ação e consciência; 4. Identificar a ação humana como capacidade de escolha; 5. Refletir sobre o homem como um ser-de-amor; 6. Reconhecer o homem como uma unidade integral: corpo-consciência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - O homem: um ser de relações. - Linguagem e comunicação: a linguagem como atividade humana. - Cultura e humanização. - O corpo: o idealismo; a dessacralização do corpo; a fenomenologia do corpo; integração corpo-consciência. - O fenômeno do poder e seus desdobramentos na sociedade. - A tecnologia a serviço da vida. - A liberdade: Os limites para o ser humano. - A normalidade: As diferenças no cotidiano. - O amor: de Eros ao mundo contemporâneo. - A morte: O ser e o não-ser. - A Espiritualidade como fenômeno universal. - A psicologia Junguiana como abordagem do homem. METODOLOGIA ATIVIDADES TEÓRICAS: A disciplina se desenvolverá de modo a permitir aos alunos um processo interativo para a sua aprendizagem (professor-aluno e aluno-aluno). As estratégias de ensino serão: aulas expositivas dialogadas, vídeos e discussões, leituras e debates, atividades em grupo. ATIVIDADES PRÁTICAS: Não há. AVALIAÇÕES As avaliações serão feitas a cada atividade, cumulativa e continuamente, não havendo necessidade de uma prova bimestral clássica. A cada fim de bimestre serão somadas as notas das avaliações contínuas, compondo para cada aluno a nota bimestral. BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Aranha MLA. Temas de filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna; 2005. 2. Arendt H. A condição humana. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense; 2010. 3. Chauí M. Convite à filosofia. 14ª ed. São Paulo: Ática; 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Foucault M. Microfísica do poder. 23ª ed. Rio de Janeiro: Graal; 2007. Revista - Philósophos Revista de filosofia. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/philosophos/issue/archive Revista - Revista de antropologia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7701&lng=pt&nrm=iso Silva AL. Médico: profissional diferente. Belo Horizonte: Folium; 2012. Souza SMR. Um outro olhar. São Paulo: FTD; 1995. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Medicina Comunitária II – Luiz Marcos Ribeiro Organização e Administração de Serviços de Saúde (OASS) Ano: 2013 Série: 2ª Carga Horária: 54 h EMENTA Organização, administração, legislação, políticas públicas, condições de saúde, instituições públicas e privadas, planos (e seguros) de saúde, mercado de trabalho, realidade e perspectivas da medicina. O processo administrativo; os principais elementos, instrumentos e processos relevantes para a gerência de ações e serviços de saúde; administração de recursos financeiros, humanos e materiais. Planejamento e programação estratégica em sistemas locais de saúde. ( ) Exposição ( ) Estudo de Caso METODOLOGIA ( ) Trabalho de grupo ( ) Seminário ( ) Discussão ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( ( ( ( ( ( ) Computador ) Vídeos ) Data show ) Slides ) Manequins ) Retroprojetor AVALIAÇÃO ( ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ( ( ( ( ( ) Atividades Clínicas ) Lousa ) Internet ) Laboratório ) Vídeo Conferência ) Outros: ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Propiciar aos alunos instrumentos para a reflexão sobre o Processo Saúde – Doença, entendendo saúde enquanto qualidade de vida, como resultante direta dos condicionantes e determinantes da realidade social, econômica, política e cultural de nossa sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de: 1. Compreender a importância do planejamento em serviços de saúde; 2. Conhecer a Legislação e compreender sua importância como ferramenta de transformação social; 3. Aprender sobre a importância da estruturação de programas específicos; 4. Conhecer as características técnicas e políticas dos diversos modelos de atenção á saúde, assim como seus condicionantes econômicos, sociais, tecnológicos e culturais; 5. Conhecer e manejar os conceitos orientadores e os princípios organizativos de um sistema de saúde voltado para as necessidades das pessoas, nos moldes propostos pelos SUS; 6. Reconhecer a importância dos processos de promoção, prevenção, educação em saúde como prioritários, sem detrimento dos processos assistenciais, curativos e de recuperação. 7. Conceituar alguns princípios organizativos dos modelos assistenciais: território, problemas e ação programática; 8. Apresentar uma visão global da situação da saúde e da medicina na atual conjuntura político-econômica e social. 9. Destacar a importância das inovações gerenciais na organização da atenção á Saúde CONTEUDO PROGRAMÁTICO 1- Sistemas de Informação em Saúde 2- Processo Saúde Doença 3- Concepções sobre Saúde-Doença 4- Tendências da questão social no Brasil 5- Saúde uma visão mundial 6- O Estado e a Saúde 7- Estado e Políticas Públicas 8- Reforma do Estado e o setor Saúde 9- Modelos de Atenção à Saúde 10- Estrutura e Organização da Atenção à Saúde no Brasil 11- Legislação a. Constituição b. Lei Orgânica da Saúde (8.080) c. Lei 8.142 12- Atenção Básica 13- Estratégia Saúde da Família 14- Atenção Secundária, Terciária 15- O SUS e a Vigilância da Saúde 16- Financiamento dos Sistemas de Saúde 17- O Financiamento do SUS 18- Mercado de Seguro/Planos de Saúde 19- Saúde Suplementar 20- Tendência do Sistema de Saúde no Brasil METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: O curso está estruturado em quatro tipos de atividades: aulas teóricas, estudos dirigidos, exercícios e aulas práticas. As aulas teóricas têm como objetivo apresentar, de maneira uniforme, os principais conceitos. A bibliografia referente a cada aula teórica será indicada no primeiro dia de aula e sua leitura deve ocorrer antes de cada aula. Os estudos dirigidos são atividades supervisionadas pelo professor, nas quais o aluno debaterá sobre o conteúdo de artigos científicos selecionados. Para isso, o aluno deverá ter respondido previamente o roteiro distribuído para cada estudo dirigido, após a leitura, em sala de aula, do artigo indicado. O objetivo é aprofundar conceitos e técnicas apresentadas em aulas teóricas a partir de suas aplicações, e iniciá-lo na leitura de artigos científicos na área da saúde. Apresentações pelos alunos de estudos, artigos e realização de debates Sempre ressaltando a importância da atenção básica e sua capacidade resolutiva que deve atingir em torno de 85%. Momento de prática da integralidade e de humanização. - ATIVIDADES PRÁTICAS: As aulas práticas no laboratório de informática têm como objetivo apresentar as bases de dados oficiais que compõem os Sistemas de Informações na Área da Saúde (mortalidade, nascidos vivos, notificação compulsória, internações etc.) e a forma de construção e interpretação dos principais indicadores de saúde. As aulas práticas em UBS, PSF, Policlínica Municipal, Hospital Filantrópico conveniado ao SUS e Entidade Privada Lucrativa não conveniada, têm como objetivo apresentar aos alunos a estruturação básica dos Serviços de Saúde existentes no Brasil, permitindo-lhes uma visão da hierarquização dos serviços e de seus dilemas e desafios. - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga Horária Residual): Realização de estudos e avaliação de Unidades de Saúde do Município. Estudo e apresentação de artigos relacionados aos tópicos do programa AVALIAÇÕES Serão avaliados: Assiduidade, participação, interesse, cooperação, integração, criatividade, iniciativa, espírito de grupo e conhecimento técnico-científico, além de teste escrito sobre todo conteúdo anteriormente estudado (50% da nota) BIBLIOGRAFIA - BIBLIOGRAFIA BÁSICA Bahia L, Costa AJL, Fernandes C. Segmentação da demanda dos planos e seguros privados de saúde: uma análise das informações da PNAD/98. Ciênc Saúde Coletiva. 2002;7(4):671-86. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232002000400006 Bahia L. Planos privados de saúde: luzes e sombras no debate setorial dos anos 90. Ciênc Saúde Coletiva. 2001;6(2): 329-39. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141381232001000200005&script=sci_abstract&tlng=pt Brasil. Ministério da Saúde. Lei Orgânica da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.htm Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da Família: um retrato. Brasilia: MS; 2009. Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde; 1998. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd09_16.pdf Camargo Júnior KR. Medicina, médicos, doenças e terapêutica: exame crítico de alguns conceitos. Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: UERJ; 1998. Disponível em; http://www.ims.uerj.br/downloads/publicacoes/serie/pdf/SESC170.pdf Canesqui AM. Saúde da família: modelos internacionais e a estratégia brasileira. Seminário Internacional de Experiências em Saúde da Família. Ministério da Saúde. Brasília; 2000. Cecílio LC. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cad Saúde Pública. 1997 jul./set.;13(3):469-78. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v13n3/0171.pdf Cohn A, Elias PE. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviço. São Paulo: Cortez; 2003. Conferência Nacional de Saúde on Line. www.datasus.gov.br/cns. Curso de formação dos facilitadores de educação permanente em saúde. Brasilia: Ministério da Saúde; 2005. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/curso_facilitadores_unidade_trabalho.pdf Czeresnia D, Freitas CM, organizadores. Promoção da saúde: reflexões, conceitos, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2003. Czeresnia D. O conceito de saúde e a diferença entre prevenção e promoção. In: Czeresnia D, Freitas CM, organizadores. Promoção da saúde: reflexões, conceitos, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2003. p.39-53. Franco T, Mehry EE. PSF: contradições e novos desafios. Disponível em: htpp://www.datasus.gov.br/cns/temas/ Tribu-buna/PSFTito.html Gentil DL. A política fiscal e a falsa crise do sistema de seguridade social no Brasil: análise financeira do período recente. In: Sicsú J, org. Arrecadação (de onde vem?) e gastos públicos (para onde vão?). Fundação Rosa Luxemburgo; 2007. Gestão em saúde: curso de aperfeiçoamento para dirigentes municipais de saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 1998. Merhy EE. Planejamento como tecnologia de gestão: tendências e debates do planejamento em saúde no Brasil. In:Gallo E, organizador. Razão e planejamento: reflexões sobre política, estratégia e liberdade. São Paulo: Hucitec; 1995. p.117-49. Minayo MCS. Tendências da questão social no Brasil: para onde caminham a saúde e a qualidade de vida? Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2004. Nunes ED, organizador. Medicina social: aspectos históricos e teóricos. São Paulo: Global; 1983. Pedroso ERP. Tendências atuais da assistência à saúde no Brasil. Rev Med Minas Gerais. 2000; 10(4): 249-54. Queiroz MS. Farmacêuticos e médicos: um enfoque antropológico sobre o campo de prestação de serviços de saúde em Paulínia. In: Alves P, Minayo MCS, organizadores. Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 1998. p.153-66. Revista - Cadernos de Saúde Pública. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0102-311X&lng=pt&nrm=iso Revista - Ciência & Saúde Coletiva. Dispoível em: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=14138123&nrm=iso&lng=pt Revista - Physis: Revista de Saúde Coletiva. IMS-UERJ. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-7331&nrm=iso&lng=pt Revista - Revista Brasileira de Epidemiologia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1415-790X Revista - Revista de Saúde Pública. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-8910&lng=en&nrm=iso Sabroza PC. Concepções sobre saúde e doença. Mimeo. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2004 Silva PLB. Serviços de saúde: o dilema do SUS na nova década. São Paulo Perspec. 2003; 17(1): 69-85. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/spp/v17n1/v17n1a07.pdf Teixeira CF. O SUS e a vigilância da saúde. Mimeo. 2003. Apresentado no XV Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde; 2003 jun; Belo Horizonte – MG; 2003. Viana ALD, Dal Poz MR. A reforma do sistema de saúde no Brasil e Programa de Saúde da Família. In. Série Didática, Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: UERJ; 1998. - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bahia L, Costa AJL, Fernandes C. Segmentação da demanda dos planos e seguros privados de saúde: uma análise das informações da PNAD/98. Ciênc. Saúde Coletiva. 2002; 7(4): 671-86. Bahia L. Planos privados de saúde: luzes e sombras no debate setorial dos anos 90. Ciênc. Saúde Coletiva. 2001; 6(2): 329-39. Brasil. Ministério da Saúde. Lei Orgânica da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 1991. Brasil. Ministério da Saúde. Saúde da família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde; 1998. Brasil. Senado Federal. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal; 1998. Buss PM. Uma introdução ao conceito de promoção da saúde. In: Czeresnia D, Freitas CM, organizadores. Promoção da saúde: reflexões, conceitos, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2003. p.15-38. Camargo Júnior KR. Medicina, médicos, doenças e terapêutica: exame crítico de alguns conceitos. Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: UERJ; 1998. Canesqui AM. Saúde da família: modelos internacionais e a estratégia brasileira. Seminário Internacional de Experiências em Saúde da Família. Ministério da Saúde. Brasília; 2000. Cecílio LC. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cad Saúde Pública. 1997 jul./set.; 13(3): 469-78. Conferência Nacional de Saúde on Line. www.datasus.gov.br/cns. 2002 Curso de Formação dos Facilitadores de Educação Permanente em saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde; Nov/2004(primeira versão), Czeresnia D. O conceito de saúde e a diferença entre prevenção e promoção. In: Czeresnia D, Freitas CM, organizadores. Promoção da saúde: reflexões, conceitos, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2003. p.39-53. Elias PE. Estrutura e organização da atenção à saúde no Brasil. In: Cohn A, Elias PE. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviço. São Paulo: Cortez; 2003. p.59-119. Franco T, Mehry EE. PSF: contradições e novos desafios. Disponível em: htpp://www.datasus.gov.br/cns/temas/ Tribu-buna/PSFTito.html Gentil DL. A política fiscal e a falsa crise do sistema de seguridade social no Brasil: análise financeira do período recente. In: Sicsú J.(org). Arrecadação (de onde vem?) e gastos públicos (para onde vão?). Editoras Boitempo e Fundação Rosa Luxemburgo, 2007. Gestão em saúde: curso de aperfeiçoamento para dirigentes municipais de saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 1998. Merhy EE. Planejamento como tecnologia de gestão: tendências e debates do planejamento em saúde no Brasil. In: Gallo E, organizador. Razão e planejamento: reflexões sobre política, estratégia e liberdade. São Paulo: Hucitec; 1995. p.117-49. Minayo MCS. Tendências da questão social no Brasil: para onde caminham a saúde e a qualidade de vida? Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2004 Pedroso ERP. Tendências atuais da assistência à saúde no Brasil. Rev. Med. Minas Gerais. 2000; 10(4): 249-54. Queiroz MS. Farmacêuticos e médicos: um enfoque antropológico sobre o campo de prestação de serviços de saúde em Paulínia. In: Alves P, Minayo MCS, organizadores. Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 1998. p.153-66. Rosen G. A evolução da medicina social. In: Nunes ED, organizador. Medicina social: aspectos históricos e teóricos. São Paulo: Global; 1983. Rouquarol MZ. Epidemiologia e saúde. 6ªed. Rio de Janeiro: MEDSI; 2003. Sabroza PC. Concepções sobre saúde e doença. Mimeo. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2004 Silva PLB. Serviços de saúde: o dilema do SUS na nova década. São Paulo Perspec. 2003; 17(1): 69-85. Teixeira CF. O SUS e a vigilância da saúde. Mimeo. 2003. Apresentado no XV Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde. BH – MG Julho/2003 Testa M. Ensinar medicina. In: Pensar em saúde. Porto Alegre: Artes Médicas; 1992 Viana ALD, Dal Poz MR. A reforma do sistema de saúde no Brasil e Programa de Saúde da Família. In. Série Didática, Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: UERJ; 1998. Boletins do CEBES. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de Estudos e Saúde. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública. Ciência e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: Abrasco. Revista Brasileira de Epidemiologia. São Paulo: Abrasco. Revista de Saúde Pública. São Paulo: Universidade de São Paulo. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2012 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Microbiologia Mariléia Chaves Andrade Ano: 2013 Série: 2ª Carga Horária: 90 h EMENTA Fundamentos da microbiologia. Principais infecções humanas de etiologias bacterianas, fúngicas e virais. Aspectos da morfologia, virulência, mecanismos de patogenicidade e resistência dos agentes etiológicos. Processos histopatológicos de cada doença e informações sobre seu tratamento e diagnóstico. METODOLOGIA ( X) Exposição ( X ) Trabalho de grupo ( X ) Discussão ( X ) Estudo de Caso ( X ) Seminário ( X ) Outros: Debates científicos RECURSOS AUXILIARES: ( X ) Computador ( X ) Vídeos ( X ) Data show ( X ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ) Atividades Clínicas ( X ) Lousa ( X ) Internet ( X ) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( ) Outros: AVALIAÇÃO ( X ) Discursiva ( X ) Múltipla Escolha ( X ) Oral ( ) Prática ( X ) Trabalho de pesquisa ( X ) Outros: Exercícios, Debate científico OBJETIVOS GERAIS Dar ao aluno elementos para compreensão da estrutura e funcionamento da célula bacteriana, viral e fúngica; Estudar os principais mecanismos de trocas de genes entre bactérias, suas consequências e sua utilização em técnicas de biologia molecular e genética; Conhecer os principais mecanismos de patogenicidade dos microrganismos; Conhecer os principais microrganismos patogênicos e as principais doenças humanas associadas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS MÓDULO I – INFECÇÕES BACTERIANAS 1. Estudar os principais grupos de bactérias patogênicas sob aspectos taxonômicos e morfológicos; 2. Ressaltar as funções diversas das diferentes estruturas bacterianas, as substâncias secretadas (toxinas, enzimas, etc...) e seu papel na infectividade do microrganismo, bem como sua ação no organismo hospedeiro; 3. Caracterizar as doenças associadas à infecção com determinado tipo de microrganismo; 4. Interpretar resultados laboratoriais quantitativos e qualitativos, dados epidemiológicos e realização da notificação de doenças; 5. Entender os métodos de exame em diagnóstico clínico-laboratorial; 6. Reconhecer os diversos grupos de fármacos empregados no tratamento do paciente e seu perfil de resistência e susceptibilidade; 7. Reconhecer a importância da integração do profissional médico com o profissional do laboratório. MÓDULO II- INFECÇÕES VIRAIS 1. Identificar as formas de replicação, taxonomia e classificação dos vírus, estrutura de virulência e patogenicidade; 2. Estudar as principais infecções virais e a evolução da doença; 3. Estudar os mecanismos de resolução das infecções virais; 4. Optar pelos métodos e técnicas mais adequados empregados no laboratório para fins de diagnóstico das infecções virais. MÓDULO III- INFECÇÕES FÚNGICAS 1. Entender características gerais relacionadas aos processos de classificação taxonômica, reprodução e distribuição dos principais fungos causadores de doenças em humanos; 2. Estudar os diferentes tipos de micoses (superficial, cutânea, subcutânea e sistêmicas); 3. Identificar os fatores de virulência dos fungos e a evolução das diferentes infecções fúngicas; 4. Interpretar os resultados laboratoriais das micoses; 5. Estudar diagnóstico diferencial, ação de antifúngicos, tratamento com antifúngicos específicos. CONTEUDO PROGRAMÁTICO TEÓRICA: MÓDULO I: - Introdução ao curso; Características gerais das bactérias; Morfologia bacteriana. - Crescimento e metabolismo bacterianos. - Mecanismos bacterianos de patogenicidade; - Comunicação bacteriana (Genética Bacteriana); - Princípio das doenças infecciosas e Etiologia; - Bactérias e o bem-estar humano; - Bactérias multirresistentes e infecção hospitalar; - Ações dos principais agentes antibacterianos; -Introdução ao estudo dos cocos piogênicos Gram-positivos. -Streptococcus e Enterococcus - Staphylococcus -Introdução ao estudo das enterobactérias; - Klebsiella - Salmonella - Shigella - Escherichia - Proteus - Clostridium botulinum. - Clostridium tetani. - Bacteróides. - Micobactérias. MÓDULO II: - Introdução à virologia. - Abordagem geral das doenças virais. - Hepatites virais. - Dengue e Febre amarela. - Varíola. -Vírus oncogênicos. -HIV e AIDS. - Influenza H1N1. - Rotavírus. MÓDULO III: -Introdução ao estudo de fungos. - Dermatofitoses e Micoses superficiais. - Micoses cutâneas. - Micoses sistêmicas. - Candidíase. PRÁTICA: - Apresentação do Laboratório de Microbiologia; Procedimentos Básicos de Segurança (EPIs, etc...); - Autoclavagem e preparo de meios de cultura; - Averiguação da presença de microrganismos no ambiente; - Métodos de desinfecção; - Coloração de Gram; - Isolamento de cultura pura; - Avaliação da Densidade populacional pelo Método Pour-plate; - Identificação fisiológica de bactérias; - Antibiograma; - Análise bacteriológica da água; - Averiguação da presença de fungos no ambiente; - Identificação macroscópica e microscópica de fungos – Coloração. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Aulas expositivas; Grupos de discussão de casos clínicos; Elaboração e apresentação de trabalhos; Exercícios complementares, entre outros. - ATIVIDADES PRÁTICAS: Atividades no laboratório de microbiologia da FMIt. - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga Horária Residual): Pesquisa: Tipos de meios de cultura e sua importância na identificação de bactérias Pesquisa: Política de antibioticoterapia empírica na prevenção de emergência de resistência bacteriana Pesquisa: Microbiologia Industrial e Aplicada (Biocombustíveis, microbiologia de alimentos, etc...) Pesquisa: Metodologias para diagnóstico de infecções virais Pesquisa: Fungos resistentes AVALIAÇÕES Provas teóricas; Trabalhos em grupo; Exercícios; Participação nas aulas teóricas e práticas; Auto-avaliação. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Brooks GF, Butel JS, Morse SA. Jawetz microbiologia médica. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan; 2000. 2. Murray PR. Microbiologia Médica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2009. 3. Walker TS. Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter; 2002. 4. Tortora GJ, Funke, BR, Case CL. Microbiologia. 10a. Edição. Porto Alegre, Artmed, 2012. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Black JG. Microbiologia: fundamentos e perspectivas 4ª ed. Rio Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Levinson W. Microbiologia médica e imunologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas; 1998. Murray PR. Microbiologia médica 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. Pelczar M, Chan ECS, Krieg N. Microbiologia : conceitos e aplicacoes 2ª ed. Sao Paulo: Makron; 1996. Revita - Revista de Microbiologia. Disponíve em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0001-3714&lng=pt&nrm=isso Schaechter M. Microbiologia: mecanismos das doenças infecciosas 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. Trabulsi LR. Microbiologia. 3ª ed. São Paulo: Atheneu; 2002. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Parasitologia Mariléia Chaves Andrade Ano: 2013 Série: 2ª. Carga Horária: EMENTA 36 h Introdução à parasitologia humana. Características biológicas dos parasitas e suas interações com os hospedeiros. Doenças associadas. OBJETIVOS GERAIS Fundamentar os alunos do curso de medicina nos aspectos biológicos dos parasitas humanos, identificando a importância da parasitologia dentro do contexto sócioeconômico atual. Estudar fatores relacionados com o desenvolvimento das parasitoses. METODOLOGIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS ( X ) Exposição ( X ) Trabalho de grupo ( X ) Discussão RECURSOS AUXILIARES: ( X ) Computador ( X ) Vídeos ( X ) Data show ( X ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor AVALIAÇÃO ( X ) Discursiva ( X ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ) Estudo de Caso (X ) Seminário ( ) Outros: Debate científico ( ) Atividades Clínicas ( X ) Lousa ( X ) Internet ( ) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( ) Outros: ( ) Prática ( X ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: Exercícios, Debate científico CONTEUDO PROGRAMÁTICO - Importância do estudo da parasitologia para o curso de medicina; - Conceitos epidemiológicos e principais métodos de diagnóstico laboratorial (parasitológico, molecular e imunológico); - Parasitas, parasitismo e a relação parasito-hospedeiro; - Enfermidades parasitárias entéricas e conceitos empregados em parasitologia; - Introdução ao estudo das protozooses; - Leishmania e Leishmanioses (Tegumentar e Visceral); - Tripanossoma cruzy; - Plasmodium falciparum; - Giardia lamblia; - Toxoplasma gondii; - Filariose; - Introdução ao estudo de helmintoses; - Schistosoma mansoni; - Fasciola hepática; - Hymenolepis nana; - Teníase e Cisticercose; - Larva migrans; - Trichuris trichiura. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Aulas expositivas; Grupos de discussão de casos clínicos; Elaboração e apresentação de trabalhos; Exercícios complementares, dentre outros. - ATIVIDADES PRÁTICAS: Não há - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga Horária Residual): Pesquisa: Índices epidemiológicos para medir saúde da população e distribuição de doenças; Pesquisa: Amebíase; Pesquisa: Parasitos que desenvolvem ciclo pulmonar. AVALIAÇÕES Provas teóricas; Trabalhos em grupo; Exercícios; Participação nas aulas teóricas; Autoavaliação. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Neves DP. Parasitologia humana. 12ª ed. São Paulo: Atheneu; 2011. 2. Rey L. Bases da parasitologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Cimerman B. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. São Paulo: Atheneu; 1999. Neves DP. Parasitologia humana 11ª ed. Sao Paulo: Atheneu; 2010. Pessoa SB, Martins AV. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Disciplina: Patologia I Medicina Ano: Carga Horária Docente(s) Roseane de Souza Cândido Irulegui 2013 72h Série: Carga Horária 2ª 72h Carga Horária 144h Teórica Prática Total: EMENTA Processos patológicos básicos, como lesões, adaptações celulares, armazenamentos anormais, cálculos e concreções, inflamações, distúrbios circulatórios e neoplasias. Reconhecimento macro e microscópicos dessas lesões enfocando as correlações morfofuncionais. METODOLOGIA (X) Exposição ( ) Trabalho de grupo (X) Discussão ( ) Estudo de Caso (X) Seminário ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: (X) Computador ( ) Vídeos (X) Data show ( ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ) Atividades Clínicas ( .) Lousa ( ) Internet (X) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( ) Outros: AVALIAÇÃO (X) Discursiva (X) Múltipla Escolha ( ) Oral (X) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Conhecer aspectos e segmentos da patologia que constituem ferramentas importantes para o entendimento de outras disciplinas do curso de medicina e da atividade profissional do médico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de: 1. Entender a doença como um processo dinâmico resultado da interação entre o organismo (sede, no sentido estrito, de mecanismo de defesa, da adaptação) e o ambiente (causas) no qual houve falhas na adaptação; 2. Apresentar ponto de vista crítico a propósito dos papéis desempenhados pela agressão, defesa e adaptação na produção da doença; 3. Prever alterações funcionais possíveis nos tecidos, órgãos, sistemas e no organismo como um todo, em decorrência da instalação neles de processos patológicos; 4. Reconhecer a inflamação como um processo ao mesmo tempo defensivo e agressivo ao organismo; 5. Apresentar critérios para avaliar o comportamento, o tratamento e a evolução das neoplasias; 6. Avaliar, em peças anatômicas, o comportamento benigno ou maligno de uma neoplasia; 7. Apresentar uma atitude de interesse, curiosidade e iniciativa diante de problemas médicos desconhecidos ou incertos. CONTEUDO PROGRAMÁTICO 1º SEMESTRE Apresentação da disciplina. Introdução ao estudo da patologia 05.02.2013 Métodos de Estudo em Patologia. 19.02.2013 GD: Exames citológicos. Exames anatomopatológicos. Análise morfológica de rotina. Necropsia. Imunohistoquímica. Imunofluorescência. Cultura celular. Citometria. Morfometria. Auto-radiografia. 26.02.2013 GD: Técnicas de biologia molecular. Aplicações Etiopatogênese geral das lesões. Introdução. Hipóxia e anóxia. Reperfusão. Radicais livres. 05.03.2013 Estudo de lesão produzida por hipóxia. GD: Respostas tissulares e gerais à lesão. Alterações metabólicas, do sono e apetite. Febre. Sensibilidade à dor. Atividade fagocitária. Modulação da resposta imunitária. Agentes físicos como causas de lesão.12.04.2013 Lesão produzida por radicais livres. GD: Radiações como causas de lesões Agentes biológicos e químicos como causas de lesão 20.03.2013 Lesões por agentes biológicos e químicos. 20.03.2013 Degenerações. Morte celular. Alterações do interstício. Disfunções devido a alterações nas mitocôndrias e outras subestruturas celulares. Degenerações 26.03.2013 Aula prática: Degenerações. GD: Esteatose Lipidoses. Glicogenoses. Mucopolissacaridoses. Morte celular. Necrose. Evolução 02.04.2013 Aula prática: Aterosclerose. GD: Apoptose Alterações do interstício. Composição. Alterações das fibras 09.04.2013 Aula prática: lâminas elastose 1ª AVALIAÇÃO TEÓRICA 16.04.2013 Semana de Avaliação Prática Alterações do interstício. Amiloidose. Cicatrização e distúrbios. Fibroses hepáticas 23.04.2013 GD: Alterações da Substância Fundamental. Aula prática: amiloidose ENTREGA E DISCUSSÂO DAS AVALIAÇÔES por TURMAS Outros pigmentos endógenos: Hematoidina, hemossiderina, hemossiderose/ hemocromatose. Ferritina. Hematina. Pigmento malárico. Melanina. Ácido Homogentísico. Lipofuscina. 30.04.203 Exercício de fixação Pigmentações exógenas. Calcificações. Cálculos. 07.05.2013 Alterações do interstício. GD: pigmentações. Calcificações. Pigmento biliar. Distúrbios da circulação. Introdução. Hiperemia. Síndrome de hiperviscosidade. Hemostasia. Hemorragia. Morfologia. 14.05.2013 Semana Médica Trombose. Embolia. Isquemia. Infarto. Choque. Morfologia. 21.05.2013 Edema. Distúrbios da osmolaridade. Morfologia. Inflamações. Introdução. Sinais cardinais. Modelos experimentais. 28.05.2013 GD: Inflamações. Fenômenos irritativos Inflamações. Fenômenos irritativos. Fenômenos Vasculares. Morfologia. 04.06.2013 Fenômenos exsudativos. Morfologia. GD: Fenômenos alterativos. Inflamação crônica. Fenômenos produtivos da inflamação. Inflamações granulomatosas. Morfologia. 11.06.2013 GD: Processos de cura espontânea das inflamações 2ª AVALIAÇÃO TEÓRICA 18.06.2013 2ª Avaliação Prática Modulação da reação inflamatória. Mediadores inflamatórios naturais. Medicamento antiinflamatórios. Morfologia. 25.06.2013 Prática: entrega e discussão das avaliações por turmas 1 a 5.07 Reposições 2º SEMESTRE Inflamações. Classificação, formas e tipos. Morfologia. 30.07.2013 Morfologia. Distúrbios do crescimento e da diferenciação celular. Introdução. 06.08.2013 Adesão e controle do crescimento celular. Células tronco e renovação dos tecidos. Distúrbios do crescimento e da diferenciação celular. Classificação. Nomenclatura. 13.08.2013 GD: Lesões e condições pré-cancerosas. Neoplasias. Introdução. Nomenclatura. Classificação. 20.08.2013 GD: Neoplasias benignas e malignas. Diferenças entre elas. Neoplasias. Aspectos morfológicos. Características e propriedades das células. Comportamento in vitro. 27.08.2013 Morfologia Neoplasias. Propagação e disseminação 03.09.2013 Exercícios de fixação Neoplasias. Carcinogênese.. 10.09.2013 GD: Vias de disseminação das neoplasias. 3ª AVALIAÇÃO TEÓRICA 17.09.2013 3 ª Avaliação Prática Neoplasias. Genes e neoplasias. Morfologia. 24.09.2013 Discussão e entrega das avaliações por turmas Neoplasias. Cooperação entre oncogenes. Genes supressores de tumor..01.10.2013 Morfologia: peças e laminas Genes de reparo de DNA. Genes para apoptose. Genes que regulam a desacetilação e a metilação. 08.10.2013 Morfologia: peças e laminas Neoplasias Mecanismos moleculares. Carcinogênese viral. Vírus de RNA. 15.10.2013 GE: Carcinogênese viral. Laminas: HPV Neoplasias. Carcinogênese viral. Vírus de DNA. , Carcinogênese química 22.10.2013 GE: Carcinogênese por agentes químicos. Carcinogênese por agentes físicos. 29.10.2013 GE: Carcinogênese por agentes físicos. Caquexia do câncer 05.11.2013 Morfologia Síndromes paraneoplásicas 12.11.2013 Exercício de fixação 4ª AVALIAÇÃO TEÓRICA 19.11.2013 4ª Avaliação Prática Graduação de malignidade e Estadiamento 26.11.2013 Discussão conteúdo avaliativo prático. Turmas separadas 02.11 -06.11 Reposição Professor Práticas e Teóricas 2ªs Chamadas e Exames Finais METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: As aulas teóricas ocorrerão às terças-feiras conforme horário definido A técnica adotada é a metodologia centrada no aluno com a intensa participação dos alunos e com a utilização de recursos audiovisuais. - ATIVIDADES PRÁTICAS: Para as aulas práticas a turma será dividida em 4 subturmas (A, B, C e D). Cada uma delas terá aulas em horários específicos, de acordo com a grade de horários publicada pela secretaria de ensino. As aulas práticas constarão do exame de preparados histológicos de casos ilustrativos e/ou exame de imagens digitalizadas em monitor, além de exame de peças anatômicas de patologias previamente fixadas. AVALIAÇÕES Os alunos serão avaliados através de 04 avaliações teórias individuais pontuadas de 0 a 70 versando sobre o conteúdo teórico e de 04 avaliações práticas de carater cumulativo. A chamada será feita nos primeiros 10 minutos após o início das aulas. Os alunos que não estiverem presentes receberão falta independente de chegarem posteriormente. Não será permitida a troca de turmas. Serão aprovados os alunos que obtiverem média de notas igual ou superior a 70 e com frequencia igual ou maior a 75% das aulas dadas. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Brasileiro Filho G. Bogliolo patologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011. 2. Franco M, Montenegro MR. Patologia – Processos Gerais. 4ª ed. São Paulo: Atheneu; 1999. 3. Kumar V, Abbas AK, Fausto N. Robbins & Cotran – Patologia: bases patológicas das doenças. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2010. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Brasileiro Filho Geraldo. Bogliolo patologia 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006. Krueger G, Buja LM. Atlas de patologia humana de Netter. São Paulo: Artmed; 2006. Kumar V, Abbas AK, Fausto N. Robbins & Cotran Patologia: bases patologicas das doenças. 7ª ed. Rio Janeiro: Elsevier; 2005. Revista - Jornal de Patologia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=16762444&lng=pt&nrm=isso Rubin E, Gorstein F, Schwarting R. Rubin Patologia: bases clinicopatológicas da medicina 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO Medicina Disciplina Docente (s) Prática Desportiva II Ano Enio Alves Capucho 2013 Série 2º ano Carga Horária 72h EMENTA Condicionamento físico, prática desportiva, jogos internos, intermed, jogos universitários e qualidade de vida. METODOLOGIA RECURSOS AUXILIARES: AVALIAÇÃO ( ) Exposição ( ) Estudo de Caso ( ) Trabalho de grupo ( ) Seminário ( ) Discussão (X) Outros: ( ) Computador ( ) Atividades Clínicas ( ) Vídeos ( ) Lousa ( ) Data show ( ) Internet ( ) Slides ( ) Laboratório ( ) Manequins ( ) Vídeo Conferência ( ) Retroprojetor (X) Outros: ( ) Discursiva (X) Prática ( ) Múltipla Escolha ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Oral ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Favorecer a pratica da atividade física, tendo em vista a conservação da saúde e melhoria do rendimento escolar, interagir a pratica de educação física com o curso médico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Aperfeiçoar técnicas e táticas nos esportes individuais e coletivos, para fins de competições externas e internas; Possibilitar a integração social do aluno. CONTEUDO PROGRAMÁTICO FEVEREIRO - Apresentação do curso; - Exame médico; - Caminhada – corrida; - Caminhada – corrida; - Caminhada – corrida; - Caminhada – corrida; - Exercícios localizados; - Exercícios localizados; MARÇO/ABRIL Revisão dos fundamentos básicos do Hand Ball. As aulas do bimestre serão ministradas como práticas desportivas e recreativa tendo como tema central a modalidade de Hand Ball. MAIO/JUNHO Revisão dos fundamentos básicos do futsal As aulas do bimestre serão ministradas como práticas desportivas e recreativas, tendo como tema central a modalidade de Futsal. No final de maio teremos o tradicional torneio Interclasse. AGOSTO/SETEMBRO Revisão dos fundamentos básicos do voleibol. Fundamentos básicos. As aulas do bimestre serão ministradas como práticas desportivas e recreativas, tendo como tema central a modalidade de voleibol. No mês de setembro teremos a tradicional competição denominada Intermed. Teremos também a 3ª edição do Torneio Integração de Futebol Society e voleibol OUTUBRO/NOVEMBRO Revisão dos fundamentos básicos do basquetebol. As aulas do bimestre serão ministradas como prática desportivsa e recreativas, tendo como tema central a modalidade de basquetebol. No final de novembro teremos avaliação física. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: As aulas teóricas serão ministradas quando fizer necessário alguns esclarecimentos aos alunos, no que se refere ao conteúdo programático. Os temas das aulas teóricas serão baseados em explicações de regras e parte dos esportes, neste plano citados. Os alunos que forem dispensados das atividades praticas de educação física, receberão orientação do Professor para realização de programas especiais de atividades ou trabalho de pesquisa, cujos os temas serão relacionados com a medicina desportiva. - ATIVIDADES PRÁTICAS: 72 h. As aulas práticas serão realizadas nas dependências do Diretório Acadêmico (Albatroz). Serão aplicadas várias formas de trabalho, visando colocar os alunos em boas condições físicas. As aulas práticas poderão ser em forma de prática desportiva (recreação) e jogos internos (interclasse) realizado anualmente. Os alunos que se destacarem nos jogos internos, passarão a integrar as equipes de treinamento para participarem dos jogos da comunidade (jogos universitários) - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga horária residual): AVALIAÇÕES A avaliação será feita através de nota. A nota será conferida ao aluno (a) de acordo com sua frequência e participação na aula: 16 aulas presentes nota 10 14 aulas presentes nota 09 12 aulas presentes nota 08 10 aulas presentes nota 07 08 aulas presentes nota 06 06 aulas presentes nota 05 04 aulas presentes nota 04 02 aulas presentes nota 03 01 aula presente nota 02 00 aula presente (com justificativa) nota 01 00 aula presente (sem justificativa) nota 00 Se realizar trabalho para justificar: Nota 08, no máximo (valorizar quem faz a prática da educação física) BIBLIOGRAFIA - BIBLIOGRAFIA BÁSICA Conselho Regional de Educação Física da 7ª Região. Educação Física – Fundamentos para Intervenção do Profissional Provisionado. Brasília: CREF7, 2006. Disponível em: http://www.cref7.org.br/Topicos/Publicacoes/PIPEF%20EAD%20CREF7.pdf 2. Herold Jr. C. A educação física na história do pensamento educacional: apontamentos. Guarapuava: UNICENTRO, 2008. Disponível em: http://www.fundacaoaraucaria.org.br/projetos/projetos07-2007/12405-Livro.pdf 3. Vilarta R, Gutierrez GL, Monteiro MI (orgs). Qualidade de vida: evolução dos conceitos e práticas no século XXI. Campinas: Ipes: 2010. Disponível em: http://www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/foruns_interdisciplinares_saud e/evolucao/evolucao_completo.pdf 1. - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Bello Jr. N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro: Sprint; 2000. Fernandes Filho J. A prática da avaliação física: testes, medidas avaliação física em escolares, atletas e academias de ginásticas. Rio de Janeiro: Shape; 2000. Fonseca GM. Futsal: treinamento para goleiros. Rio de Janeiro: Sprint; 2000. Gercia ES, Lemos KLM, Greco PJ. Temas atuais IV em educação física e esporte. Belo Horizonte: UFMG; 2011. Lur N. Tática de basquetebol. São Paulo: [S.n]; 2000. Revista - Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-3289&nrm=iso&lng=pt Revista - Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1807-5509&nrm=iso&lng=pt Revista - Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1517-8692&nrm=iso&lng=pt Ribeiro WCG. Manual de handebol. São Paulo: Leme; 2000. Salmusk D. Psicologia do esporte. São Paulo: Manole; 2002. Santos Filho JLA. A apresentação física no futebol de salão. Rio de Janeiro: Sprint; 2000. Teixeira VH. Aprenda a jogar voleibol. Belo Horizonte: Ícone; 2002. FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO – 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Docente(s) Procedimentos Básicos de Ligia Vieira Tenório Sales Enfermagem Andrezza Motta Ferraz Rodrigues Ano: 2013 Série: 2ª Carga 30h Horária Carga horária 18h Carga horária 12h Total: Teórica: Prática: EMENTA Sinais vitais. Oxigenação. Medicamentos por via oral, por sonda, via tópica, inalante, vias parenterais. Sondagens: gástrica e entérica. Feridas por úlceras de pressão; formas de prevenção e curativo. Eletrocardiograma. Biossegurança em enfermagem. (x) Exposição ( ) Estudo de Caso METODOLOGIA ( ) Trabalho de grupo ( ) Seminário ( ) Discussão ( ) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( ) Computador ( ) Vídeos (x) Data show ( ) Slides ( ) Manequins ( ) Retroprojetor ( ( ( ( ( ( ) Atividades Clínicas ) Lousa ) Internet ) Laboratório ) Vídeo Conferência ) Outros: AVALIAÇÃO (x) Discursiva (x) Múltipla Escolha ( ) Oral ( ) Prática ( ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Desenvolver as técnicas dos principais procedimentos básicos de enfermagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final da Disciplina os alunos deverão ser capazes de: 1. Verificar os sinais vitais. 2. Administrar a oxigenoterapia. 3. Administrar medicamentos nas diversas vias. 4. Conhecer os tipos de sondagens. 5. Conhecer as formas de prevenção e sinais clínicos das úlceras por pressão. 6. Montar e realizar o ECG. 7. Conhecer assuntos pertinentes sobre a biossegurança em enfermagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Sinais Vitais: 1.1 Recomendações para a medida dos sinais vitais. 1.2 Temperatura corporal. 1.3 Pulso. 1.4 Respiração. 1.5 Pressão sanguínea. 1.6 Dor. 2. Oxigenação: 2.1 Sinais comuns de oxigenação inadequada. 2.2 Oximetria de pulso. 2.3 Terapia com oxigênio. 3. Medicamentos: 3.1 Via oral. 3.2 Medicamentos por sonda. 3.3 Via tópica. 3.4 Via inalante. 3.5 Medicamentos parenterais. 3.5.1 Injeções intradérmicas. 3.5.2 Injeções subcutâneas. 3.5.3 Injeções intramusculares. 3.5.4 Injeções intravenosas. 4. Sondagens: 4.1 Sonda orogástrica. 4.2 Sonda nasogástrica. 4.3 Sonda nasoentérica. 4.4 Sonda vesical de demora. 5. Feridas por úlcera de pressão: 5.1 Úlcera de pressão e características. 5.2 Formas de prevenção. 6. Eletrocardiograma: 6.1 Noções básicas do eletrocardiograma. 6.2 Cuidados na execução do ECG. 7. Biossegurança em enfermagem: 7.1 Definição. 7.2 Infecção hospitalar: modo de transmissão, sintomas, profilaxia). 7.3 Educação dos acompanhantes e visitantes. 7.4 Classificação dos materiais e áreas hospitalares. 7.5 Principais doenças dos profissionais de saúde. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Aulas expositivas com utilização de recursos audiovisuais (Datashow, peças anatômicas, livros de enfermagem). - ATIVIDADES PRÁTICAS: Aulas dialogadas; demonstração prática; atuação em campo com pacientes internados. - ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Carga Horária Residual): Carga Horária: 5 horas Atividade Complementar: Busca bibliográfica sobre percepção ou sentimento do paciente ao ser submetido a qualquer um dos procedimentos de enfermagem. AVALIAÇÕES Formativa: 1ª nota: avaliação escrita; 2ª nota: síntese do artigo sobre percepção ou sentimento do paciente ao ser submetido a qualquer um dos procedimentos de enfermagem; 3ª e 4ª notas: freqüência e desempenho em campo. Obs.: Todas as notas terão valor de 100 pontos cada uma. BIBLIOGRAFIA - BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Kawamoto EE, Fortes JI . Fundamentos de Enfermagem. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2012. 2. Lima MVR. Condutas em controle de infecção hospitalar: uma abordagem simplificada. São Paulo: Iátria, 2007. Silva RCl, Figueiredo NMA, Meireles IB. Feridas: fundamentos e atualizações em enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis; 2007. Disponível em: http://bloggerenfermagem.blogspot.com.br/2010/05/feridas-fundamentos-eatualizacoes-em.html 4. Timby BK. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2007. 3. - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Brasil. Ministério Saúde. Acões de enfermagem para o controle do câncer: uma proposta de integração ensino serviço. 3ª ed. Rio Janeiro: INCA; 2008.Dispoível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acoes_enfermagem_controle_cancer.pdf Murta GF (org). Saberes e práticas: guia para ensino e aprendizado de enfermagem. 5ª ed. São Paulo: Difusão; 2009. Revista - Revista Brasileira de Enfermagem. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0034-7167&nrm=iso&lng=pt Revista - Revista da Escola de Enfermagem da USP. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0080-6234&nrm=iso&lng=pt Teixeira P, Valle S. Biossegurança uma abordagem multidisciplinar. 2ª ed. Rio de janeiro: Fiocruz; 2010 FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ PLANO DE ENSINO - 2013 CURSO: Medicina Disciplina: Técnica Operatória e Cirurgia Experimental Ano: 2013 Docente(s): José Hildoberto Colares José Marcos dos Reis Lybio Martire Junior Série: 2ª Carga Horária: 180 EMENTA Centro cirúrgico. Esterilização. Assepsia. Anti-sepsia. Cuidados com o paciente operado. Cicatrização. Tempos cirúrgico. Cirurgias dos diversos tecidos e dos Tumores. ( x ) Exposição ( ) Estudo de Caso METODOLOGIA ( x ) Trabalho de grupo ( x ) Seminário ( x ) Discussão ( x) Outros: RECURSOS AUXILIARES: ( x ) Computador ( x ) Vídeos ( x ) Data show ( x ) Slides ( ) Manequins ( x ) Retroprojetor ( ) Atividades Clínicas ( x ) Lousa ( x ) Internet ( x ) Laboratório ( ) Vídeo Conferência ( x ) Outros: AVALIAÇÃO (x ) Discursiva ( ) Múltipla Escolha ( ) Oral ( x ) Prática ( x ) Trabalho de pesquisa ( ) Outros: OBJETIVOS GERAIS Executar todas as manobras prévias de uma cirurgia; executar cirurgias elementares. OBJETIVOS EXPECÍFICOS Ao final da Disciplina os alunos deverão ser capazes de: 1. Descrever o ambiente cirúrgico ideal. 2. Comparar um ambiente cirúrgico dado com um convencionalmente considerado ideal. 3. Identificar e usar os instrumentos cirúrgicos mais comuns. 4. Montar os instrumentos cirúrgicos numa mesa para instrumentação 5. Esterilizar os instrumentos cirúrgicos. 6. Esterilizar um ambiente cirúrgico. 7. Esterilizar o vestuário cirúrgico. 8. Fazer corretamente a anti-sepsia das mãos, dos antebraços e do campo operatório. 9. Usar as posições cirúrgicas mais comuns e criticar as suas complicações. 10. Preparar um paciente para cirurgia. 11. Descrever a nomenclatura cirúrgica. 12. Executar os tipos mais comuns de diérese. 13. Executar os diversos tipos hemostasia. 14. Executar a síntese dos diversos tipos de tecidos. 15. Executar as cirurgias de: pele, músculos, tendões, vasos, nervos, ossos e articulações, amputações, punções e drenagens, traqueostomias, laparotomias, gastrostomias, apendicectomia ,entero-enteroanastomoses. 16. Descrever os dados básicos para a execução das cirurgias de: tórax, ncológicas, de hérnias, gastrointestinais. 17. Descrever a seqüência dos acontecimentos nas cicatrizações das feridas. 18. Executar diferentes tipos de curativos e bandagens. 19. Descrever os fatos importantes da História da cirurgia e sua contribuição no desenvolvimento da mesma bem como seus autores. CONTEUDO PROGRAMÁTICO - História da cirurgia. - Salas de cirurgia e iluminação das salas. - Instrumentos cirúrgicos e mesa de instrumentação. - Anti-sepsia e paramentação. - Anti-sépticos. - Esterilização. - Cicatrização das feridas. - Curativos, bandagens e nós cirúrgicos. - Posições cirúrgicas. - Preparo do paciente para cirurgia. - Nomenclatura cirúrgica. - Diérese. - Hemostasia. - Síntese. - Cirurgias dos tumores. - Rotina de tratamento dos ferimentos cutâneos. - Cirurgias da pele. - Cirurgia dos músculos. - Cirurgias dos tendões e das aponeuroses. - Cirurgias dos vasos. - Cirurgias dos nervos. - Traqueostomias. - Cirurgias dos ossos. - Amputações, punções e drenagens. - Cirurgias gastrointestinais-gastrostomias; apendicectomia e entero-entero-anastomoses. METODOLOGIA - ATIVIDADES TEÓRICAS: Seminário em que, num primeiro momento, os alunos preparam cada assunto consultando a bibliografia indicada; num segundo momento, discutem-nos - ATIVIDADES PRÁTICAS: Práticas em animais (cães) com funções de cirurgião, auxiliar, instrumentador e anestesista, precedidas de observação em vídeo. AVALIAÇÕES Quatro provas bimestrais discursivas. Avaliações práticas freqüentes. BIBLIOGRAFIA – BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Christmann FE, Ottolengui CE.Tecnica quirurgica 3ª ed. Buenos Aires: El Ateneo; 1935. 3v 2. Fuller JR. Tecnologia cirúrgica: princípios e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 3. Goffi FS. Técnica Cirúrgica – bases anatômicas, fisiopatológicas e técnicas de cirurgia. São Paulo: Atheneu; 2001. 4. Grey JM. Princípios de cirurgia. Rio de Janeiro: Fename; 1982. 5. Magalhães HP. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. São Paulo: Savier; 1983. 6. Nealon TFJ. Técnica cirúrgica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana; 1980. 7. Speranzini MB. Operações básicas em cirurgia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1986. 8. Townsend CM. Sabiston fundamentos de cirurgia. Rio de Janeiro: Elsevier; 2005. – BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Ferraz AAB, Ferraz EM. Bases da tecnica cirurgica. Rio Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. Haxton H. Técnicas cirúrgicas. Barcelona: Torey; 1972. Orr TG. Tática cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1946. Purita F. Manual de instrumentação cirúrgica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica; 1980. Spadafora A. Las maniobras quirurgicas: técnica operatória gerenal. 3ª ed. Buenos Aires: Interamericana; 1979. Teixeira A, Teixeira TM. Técnica cirúrgica. Porto Alegre: McGraw-Hill; 1973.