12° SEMINÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DO MERCOSUL 23 DE ABRIL DE 2015 – FIERGS – PORTO ALEGRE - RS ENSAIOS DE MATERIAIS PARA A VERIFICAÇÃO DE PROPAGAÇÃO DE CHAMAS E GERAÇÃO DE FUMAÇA PALESTRANTE 1: Prof. Dario Lauro Klein LEME - Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais PPGEC - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil DECIV - Departamento de Engenharia Civil EE - Escola de Engenharia UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul 12° SEMINÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DO MERCOSUL 23 DE ABRIL DE 2015 – FIERGS – PORTO ALEGRE - RS ENSAIOS DE MATERIAIS PARA A VERIFICAÇÃO DE PROPAGAÇÃO DE CHAMAS E GERAÇÃO DE FUMAÇA PALESTRANTE 2: Eduardo Estevam Major do Corpo de Bombeiros Militar do RS Professor – Graduação e Pós-Graduação UNISINOS Pesquisador – Instituto Tecnológico em Desempenho da Construção Civil Doutorando – Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais - UFRGS 3º CONGRESSO IBERO-LATINO-AMERICANO SOBRE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Organização: 03 a 06 de Novembro de 2015 Local: Centro de Eventos do Barra Shopping Sul Porto Alegre - RS Inscrições e informações: 3cilasci.com Contato: [email protected] Apoio: 1. INTRODUÇÃO O QUE É REAÇÃO AO FOGO? 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS É a resposta de um produto ao contribuir pela própria decomposição para o início e o desenvolvimento do incêndio (Norma Européia). 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Comportamento característico de um material em sua aplicação final quando submetido a chama ou altas temperaturas nos instantes iniciais de um incêndio. No Brasil é conhecido pela regulamentação como “CONTROLE DOS MATERIAIS DE REVESTIMENTO E DE ACABAMENTO”. Visão sistêmica das medidas: Controle dos materiais de revestimento, controle de fumaça, compartimentação, ... 1. INTRODUÇÃO QUAIS SÃO OS OBJETIVOS? 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO QUAIS SÃO OS OBJETIVOS? 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS Desenvolvimento do incêndio (4 fases) 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Reação ao fogo Resistência ao fogo 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA POR QUE FAZER ENSAIOS DE MATERIAIS SUBMETIDOS A ALTAS TEMPERATURAS ? PARA ANALISAR O SEU COMPORTAMENTO QUANTO A: - Poder calorífico (não combustibilidade); - Ignitabilidade; - Propagação superficial das chamas; - Velocidade de liberação de calor; - Velocidade de geração de fumaça. 6. CONCLUSÕES OS ENSAIOS LABORATORIAIS ESTIPULAM CONDIÇÕES PADRONIZADAS QUE VISAM REPRODUZIR SITUAÇÕES CRÍTICAS QUE OCORREM NO INÍCIO DE UM INCÊNDIO, ANTES DA INFLAMAÇÃO GENERALIZADA; OS ENSAIOS PERMITEM CLASSIFICAR OS MATERIAIS DE REVESTIMENTO, ACABAMENTO E TERMO ACÚSTICOS, EM RELAÇÃO AO SEU COMPORTAMENTO QUANDO SUBMETIDOS A ALTAS TEMPERATURAS. 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO USO INADEQUADO DE MATERIAIS DE REVESTIMENTO, ACABAMENTO E TERMO ACÚSTICOS ? O CASO MAIS RECENTE E DE GRANDE REPERCUSSÃO FOI A TRAGÉDIA OCORRIDA NA BOITE KISS, EM SANTA MARIA/RS, ONDE NA MADRUGADA DO DIA 27 DE JANEIRO DE 2013 MORRERAM 242 PESSOAS; CAUSA: USO DE ARTEFATO PIROTÉCNICO ( SPUTNIK ) EM AMBIENTE FECHADO ( QUE É PROIBIDO ), SOLTA FAISCAS E LIBERA ALTA TEMPERATURA E CALOR; COMBATE AS CHAMAS NO MATERIAL DO FORRO: O EXTINTOR DE INCÊNDIO NÃO FUNCIONOU ( PODE TER SIDO USADO PARA OUTRO FIM ); MATERIAL DO FORRO: ESPUMA DE COLCHÃO APLICADA INDISCRIMINADAMENTE SOBRE O REVESTIMENTO ACÚSTICO; COMPORTAMENTO DO MATERIAL: PROPAGOU AS CHAMAS E EXALOU GASES TÓXICOS EM QUANTIDADE ( CIANETO ) 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DO USO INADEQUADO DE MATERIAIS DE REVESTIMENTO, ACABAMENTO E TERMO ACÚSTICOS ? GERAÇÃO DE FUMAÇA: 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES AFETA AS PESSOAS DEBILITANDO-AS; TIRA A VISIBILIDADE DOS SAÍDA, ROTAS DE FUGA; AVISOS LUMINOSOS DE PROPAGA MUITO RAPIDAMENTE NO AMBIENTE E PARA OUTROS AMBIENTES ADJACENTES 1. INTRODUÇÃO OS CASOS SE REPETEM ? E A DIVULGAÇÃO COMO FICA? 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO ALGUNS COMENTÁRIOS RELATIVOS AO INCÊNDIO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO A espuma usada em isolamento acústico na boate Kiss era de uso comum para aumentar a nitidez dos sons graves e agudos. 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS A legislação Estadual não tratava sobre o assunto e a Legislação Municipal era genérica quanto às exigências: 5. A FUMAÇA LEI MUNICIPAL DE SANTA MARIA nº 3301/91 – Código de Edificações 6. CONCLUSÕES Art. 17 - É vedado o emprego de material de fácil combustão e/ou que desprenda gases tóxicos em caso de incêndio, em divisórias, revestimento e acabamentos seguintes: I - estabelecimentos de reunião de público, cinemas, teatros, boates e assemelhados; [...] Os órgãos de fiscalização não eram treinados para exigirem estes materiais. Após o incêndio, os catadores de lixo da cidade encontravam enormes quantidades de espuma jogada fora pelas demais empresas que a adotavam. Dois deles disseram ter coletado cinquenta sacos para vender às recicladoras, era um símbolo de morte para o público. 1. INTRODUÇÃO ALGUNS COMENTÁRIOS RELATIVOS AO INCÊNDIO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES O CIANURETO , apontado por um laudo técnico como a causa da morte dos estudantes, é uma substância encontrada na natureza e também é um produto da atividade humana. Dentre seus usos caseiros e industriais, estão: fumigação de navios e edifícios, esterilização de solos, metalurgia, polimento de prata, inseticidas, venenos para ratos etc. A população está exposta por causa da fumaça dos automóveis, dos gases liberados pelas incineradoras e também por causa da fumaça resultante da combustão de materiais contendo cianetos, como os plásticos. As pessoas mais expostas são metalúrgicos, bombeiros, mineiros, operários de indústria de plásticos etc. 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO O QUE AS AUTORIDADES E A SOCIEDADE FIZERAM APÓS A TRAGÉDIA DA BOITE KISS ? 2. NORMATIZAÇÃO ANTES DA TRAGÉDIA: 3. ENSAIOS EXISTIA A LEGISLAÇÃO ESTADUAL DE 1997 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS EXISTIAM ALGUMAS LEIS MUNICIPAIS COMPLEMENTARES 5. A FUMAÇA ATUALIZAÇÃO DA LEI ESTADUAL: NA GAVETA DESDE 2009 6. CONCLUSÕES EXISTIAM NORMAS NACIONAIS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS DO CBM SP DEPOIS ? ELABORAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR 14376, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL EM 27 DE DEZEMBRO DE 2013 ( EXIGE PELA PRIMEIRA VEZ O CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO NAS EDIFICAÇÕES ) Em algumas situações exige o controle de fumaça, quando a lotação do lugar exceder 200 pessoas. ESTA LEI COMPLEMENTAR VEM SOFRENDO CONSTANTES COMPLEMENTAÇÕES DEVIDO AS LACUNAS DEIXADAS POR OCASIÃO DE SUA EDIÇÃO ORIGINAL. PERGUNTA: POR QUE DEVE OCORRER UMA TRAGÉDIA PARA QUE SEJAM PROVIDENCIADAS LEIS DE SEGURANÇA, PREVENÇÃO E PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS ? 2. NORMATIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES LEI ESTADUAL COMPLEMENTAR nº 14.376/2013 e DECRETO ESTADUAL nº 51.803/2014 2. NORMATIZAÇÃO DECRETO ESTADUAL nº 51.803/2014 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES INSTRUÇÃO NORMATIVA nº 001.1/2014 DO CBMRS 2. NORMATIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES FONTE: NORMA TÉCNICA 10/2011 – Controle de materiais de acabamento e revestimento CORPO DE BOMBEIROS MILITAR – ESTADO DE SÃO PAULO 2. NORMATIZAÇÃO NORMAS UTILIZADAS PARA A REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS DE MATERIAIS: 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES NORMA TÉCNICA 10/2014- CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO REVESTIMENTO- CORPO DE BOMBEIROS MILITAR – ESTADO DE GOIÁS E NBR 8660 - REVESTIMENTO DE PISO - DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE CRÍTICA DE FLUXO DE ENERGIA TÉRMICA – MÉTODO DE ENSAIO. NBR 9442 - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO - DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE PROPAGAÇÃO SUPERFICIAL DE CHAMA PELO MÉTODO DO PAINEL RADIANTEMÉTODO DE ENSAIO. ASTM E 662 – “STANDARD TEST METHOD FOR SPECIFIC OPTICAL DENSITY OF SMOKE GENERATED BY SOLID MATERIALS”. ISO 1182 – “BUILDINGS MATERIALS – NON – COMBUSTIBILITY TEST”. EN 13823:2002 – REACTION TO FIRE TESTS FOR BUILDING PRODUCTS – BUILDING PRODUCTS EXCLUDING FLOORINGS EXPOSED TO THE THERMAL ATTACK BY A SINGLE BURNING ITEM. ISO 11925-2 – REACTION TO FIRE TESTS – IGNITABILITY OF BUILDING PRODUCTS SUBJECTED TO DIRECT IMPINGEMENT OF FLAME – PART 2: SINGLE-FLAME SOURCE TEST. UNIFORM BUILDING CODE STANDARD 26-3 (UBC 26-3) – “ROOM FIRE TEST STANDARD FOR INTERIOR OF FOAM PLASTIC SYSTEMS”. 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES IMPORTÂNCIA DOS ENSAIOS: Determina o desempenho dos materiais durante o início do incêndio. Os materiais do forro estão numa situação mais crítica que os do piso pois os gases quentes acumulam-se na parte superior do ambiente sinistrado. Logo os materiais do forro devem apresentar um desempenho muito melhor em relação aos materiais do piso e paredes. A posição do material do forro é mais crítica próximo as aberturas ( janelas ) pois estas facilitam a propagação das chamas para o exterior e propiciam a propagação do incêndio de um pavimento a outro. FONTE : IT 02/2015 CBM SP 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS: segundo Norma Técnica 10/2011 2. NORMATIZAÇÃO PARA OS MATERIAIS 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES a) MATERIAIS DE REVESTIMENTO: todos os materiais ou conjunto de materiais empregados nas superfícies dos elementos construtivos das edificações, tanto nos ambientes internos como nos externos, com finalidade de atribuir características estéticas, de conforto e de durabilidade. São incluídos como materiais de revestimentos, os pisos, os forros e as proteções térmicas dos elementos estruturais. b) MATERIAIS DE ACABAMENTO: todo o material ou conjunto de materiais utilizados como arremates entre elementos construtivos ( rodapés, matajuntas, golas entre outros ). c) MATERIAIS TERMO ACÚSTICOS: todo o material ou conjunto de materiais utilizados para isolação térmica e/ou acústica. 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS: PARA OS ENSAIOS 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES a) INDICE DE PROPAGAÇÃO DE CHAMAS – Ip – é obtido no ensaio através da equação Ip = Pc.Q, isto é, corresponde ao produto entre o fator de propagação de chama desenvolvida na superfície do material ( Pc ) e o fator de evolução de calor ( Q ); b) FATOR DE PROPAGAÇÃO DE CHAMA – Pc - é medido no ensaio, através do tempo que a chama leva para percorrer distâncias padronizadas marcadas no suporte metálico que aloja o corpo de prova; c) FATOR DE EVOLUÇÃO DE CALOR – Q – é medido no ensaio, através de sensores de temperatura ( termopares ) localizados em uma chaminé situada sobre o painel radiante e o suporte com o corpo de prova; 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS: 2. NORMATIZAÇÃO PARA OS ENSAIOS 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES d) FLUXO CRÍTICO DE ENERGIA RADIANTE – é a densidade crítica de fluxo de energia térmica, determinada no ensaio, que corresponde ao menor nível de energia capaz de manter a propagação de chamas na superfície do material. O resultado deste ensaio é medido em quilowatt por metro quadrado ( kW/m² ); e) IGNITABILIDADE DE UM MATERIAL- ( Fs ) – indica o tempo em que a frente de chama leva para atingir a marca de 150 mm, medida a partir da extremidade inferior do corpo de prova, localizado dentro de uma câmara fechada, e submetido a chama de um queimador padrão; f) DENSIDADE ÓTICA ESPECÍFICA DA FUMAÇA GERADA PELO MATERIAL–(Dm ) é determinada através de ensaio realizado numa câmara de densidade ótica fechada, na qual, é medida a fumaça gerada por materiais sólidos. A medição é realizada através da atenuação de um raio de luz que resulta do acúmulo de fumaça resultante da decomposição pirolítica e na combustão com chama do material ensaiado. 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS: 2. NORMATIZAÇÃO PARA OS ENSAIOS 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES g) INFLAMABILIDADE DOS MATERIAIS – aplicado em materiais que não estão associados diretamente a sistemas construtivos de qualquer natureza ( veículos, edifícios, outros ). Este ensaio é aplicado em materiais poliméricos utilizados em equipamentos eletroeletrônicos, isolante elétricos sólidos, materiais plásticos empregados em móveis, estofados, colchões, etc; h) PRODUÇÃO DE CALOR E FUMAÇA EM 600 SEGUNDOS – São parâmetros verificados através do ensaio Single Burn Item (SBI), onde o material é caracterizado pela quantidade de calor e de fumaça desprendida nos instantes iniciais de um incêndio (10 minutos); i) NÃO COMBUSTIBILIDADE: Condição de pouca contribuição energética do material para um incêndio, em parâmetros estipulados por norma. 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO DE NÃO COMBUSTIBILIDADE 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Este ensaio é regido pela ISO 1182. É composto por um forno com temperatura estável em 750ºC, no qual é verificada a contribuição energética do material para um incêndio através da sua degradação (massa) e reação exotérmica da combustão (temperatura) e presença de chamas persistentes. Fonte: itt Performance UNISINOS 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO DE PROPAGAÇÃO SUPERFICIAL DE CHAMA PELO MÉTODO DO PAINEL RADIANTE ( para os materiais excluindo os do piso ) Este ensaio é regido pela NBR 9442 e utiliza corpos de prova com dimensões 150 ± 5 mm de largura e 460 ± 5 mm de comprimento, os quais são inseridos em um suporte metálico e colocados frente a um painel radiante poroso, com 300 mm da largura e 460 mm de comprimento. Este painel é alimentado por gás propano e ar. O suporte do CP é posicionado na frente do painel com uma inclinação de 60° de modo a expor o CP a um fluxo radiante padronizado. Uma chama piloto é aplicada na extremidade superior do corpo de prova. Fonte: IT 02/2015 SSP CBM SP 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO PARA A DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE CRÍTICA DE FLUXO DE ENERGIA TÉRMICA- MÉTODO DE ENSAIO PARA PISOS. Propagação de chamas nos materiais de piso. Este ensaio é regido pela NBR 8660/2013 e utiliza CPs com dimensões de 230 ± 5 mm de largura e 1050 ± 5 mm de comprimento. Eles são colocados, na posição horizontal, abaixo de um painel radiante poroso inclinado a 30° em relação a superfície, sendo expostos a um fluxo radiante padronizado. Na extremidade do CP, localizada junto ao painel radiante, é aplicada uma chama piloto e a propagação da chama desenvolvida na superfície do material é verificada, medindo-se o tempo para atingir as distâncias padronizadas indicadas no suporte metálico onde o CP é inserido. Fonte: IT 02/2015 SSP CBM SP 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO PARA DETERMINAR A IGNITABILIDADE DOS MATERIAIS. O ensaio concebido para determinar a ignitabilidade dos materiais é prescrito pela norma ISO 11925-2. O corpos de prova tem dimensões 250mm x 90 mm, para produtos normais e 250mm x 180mm para produtos que contraem ou derretem sem serem ignizados. Os CPs são presos no suporte, dentro da câmara do ensaio fechada, e colocados em contato com a chama de queimador padrão, com um filtro ( lenço ) de papel posicionado abaixo do CP. No ensaio é medido o tempo que a frente de chama leva para atingir a marca de 150 mm. Medida a partir da extremidade inferior do CP. São aplicados dois tipos de chama: de superfície e de borda. Fonte: IT 02/2015 SSP CBM SP Fonte: itt Performance UNISINOS 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO PARA DETERMINAR A DENSIDADE ÓTICA DOS MATERIAIS Norma utilizada neste ensaio é a ASTM E 662. Os corpos de prova utilizados medem 76 mm x 76 mm e são testados na posição vertical, sendo expostos a um fluxo radiante de calor de 2,5 W/cm². São realizados três ensaios com a aplicação da chama piloto, denominado “Ensaio com chama “ , para garantir a condição de combustão com chama, e outros três sem a chama piloto, denominado “Ensaio sem chama “, condição correspondente a decomposição pirolítica do material. Os CPs, em cada um dos ensaios, são colocados dentro da câmara fechada de densidade ótica, na qual é medida a fumaça gerada pelos materiais sólidos. A medição é feita pela atenuação de um raio de luz devido ao acúmulo de fumaça gerada em cada um dos dois tipos de ensaios, com e sem chamas. O resultado obtido corresponde a Densidade Ótica Específica do material- Ds- e não tem unidades. Fonte: IT 02/2015 SSP CBM SP 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ENSAIO PARA DETERMINAR A DENSIDADE ÓTICA DOS MATERIAIS 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA A Densidade Ótica Específica é calculada pela equação: 6. CONCLUSÕES Ds = V/AL { log ( 100/T ) + F } onde: V = volume da câmara fechada A = área exposta do corpo de prova L = é o comprimento do caminho de luz através da fumaça T = é a porcentagem de transmitância da luz F = é uma função da densidade ótica do filtro utilizado. 3. ENSAIOS: Determinar o comportamento dos materiais submetidos a altas temperaturas ENSAIOS ESPECÍFICOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS ENSAIO SINGLE BURN ITEM (SBI) Norma utilizada: EN 13823 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS Parâmetros obtidos: 5. A FUMAÇA • Propagação (LSF); 6. CONCLUSÕES Superficial de chama • Projeção de partículas inflamadas; • Velocidade (taxa) de liberação de calor (FIGRA e THR600s); • Densidade (SMOGRA); óptica de fumaça • Velocidade de geração de fumaça (TSP600s); • Análise de gases. Fonte: itt Performance UNISINOS 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 4. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS SEGUNDO NORMAS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 4. Laudos Técnicos de classificação de Reação ao Fogo 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 4. Laudos Técnicos de classificação de Reação ao Fogo 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES PÉSSIMOS EXEMPLOS ... 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES O incêndio em São Francisco do Sul ocorreu na noite do dia 24 de setembro de 2013 no município de São Francisco do Sul, localizado no Litoral Norte do estado de Santa Catarina, devido a uma explosão, em um armazém da empresa Global Logística num terminal marítimo. Desde a madrugada do dia 25 de setembro, quando os bombeiros foram acionados, foram usados mais de 200 mil litros de água. No depósito estavam armazenados 10 mil litros de fertilizante à base de nitrato de amônio, produto químico oxidante, que produz fumaça sem chamas. Muitas pessoas perderam e deixaram suas casas por causa da fumaça tóxica. O incêndio possivelmente iniciou em uma carga de fertilizante em um armazém da empresa Global Logística. O acontecimento é considerado grave já que o produto contém, de acordo com o Centro de Informações Toxicológicas do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, nitrato de amônio, difosfato de amônio e cloreto de potássio, considerados tóxicos. As pessoas foram levadas ao prontos-atendimentos do município. ESTE É UM INCÊNDIO SEM CHAMAS. PARA IDENTIFICAR O CENTRO DO INCÊNDIO FOI UTILIZADO FILMAGEM TERMOGRÁFICA. 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Um incêndio atingiu tanques de combustível localizados no pátio da empresa Ultracargo, no bairro Alemoa, em Santos no litoral sul de São Paulo. O fogo começou por volta 10h desta quinta-feira, dia 2 de abril de 2015 . A fumaça pode ser avistada de diversas cidades da Baixada Santista. Equipes do Corpo de Bombeiros de toda a região foram enviadas para o local. Por causa do incêndio, a entrada do Porto de Santos pela rodovia Anchieta precisou ser fechada. O fogo se propagou na tarde deste sábado, dia 4 de abril e atingiu o quarto reservatório, três deles contém gasolina e um, álcool. De acordo com o Corpo de Bombeiros, desde que o incêndio começou, na manhã de quinta-feira, dia 2, cinco tanques pegaram fogo — em dois deles, as chamas já foram extintas. Incêndio atinge tanques de combustível em Santos, no litoral de São Paulo (Foto: Sérgio Furtado/G1) 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES FUMAÇA DO INCÊNDIO: A fumaça é a mistura de gases, vapores e partículas sólidas finamente divididas. É o produto da combustão que mais afeta as pessoas por ocasião do abandono da edificação. A fumaça pode ser percebida visualmente ou pelo odor. A fumaça é definida como “uma concentração visível de partículas de sólidos e/ou líquidos em suspensão gasosa resultante de uma combustão ou pirólise” (ISO/GUIDE52/TAG5, 1990). Quanto mais completa for a combustão, mais vivas e claras serão as chamas, e a emissão de fumaça, nesse caso, é pequena. Quando se tem um suprimento de ar incompleto e uma temperatura mais baixa, haverá pouca ou nenhuma chama, porém a geração de fumaça será maior, e será escura e com teor de monóxido de carbono mais elevado. Os efeitos irritantes da fumaça freqüentemente causam sérias lesões, pois por meio de uma ação física ela atua sobre as mucosas, brônquios e particularmente sobre os olhos. A propagação da fumaça em um edifício é muito rápida. A fumaça é carreada com os gases quentes, fazendo com que várias áreas sejam permeadas em período muito reduzido, gerando pânico e intoxicando pessoas. 5. FUMAÇA QUAIS SÃO OS SEUS EFEITOS SOBRE AS PESSOAS? 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Os gases tóxicos provocam não só asfixia, intoxicação e lesões nas vias respiratórias, devido à sua composição, como também queimaduras, pois num incêndio eles se encontram em temperaturas elevadas. tira a visibilidade por provocar lacrimejamento, tosse e sufocação, provocando pânico nas pessoas; aumenta a palpitação devido à presença de gás carbono; tira a visibilidade das rotas de fuga; debilita a movimentação das pessoas pelo efeito tóxico de seus componentes; tem grande mobilidade podendo atingir ambientes distantes em poucos minutos. 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES A fumaça densa e opaca, muitas vezes rica em gases clorídricos e nitrosos (HCl e HCN) que se desprende principalmente da combustão de materiais sintéticos, provoca irritações nos olhos e dificulta a visibilidade das sinalizações e das saídas de emergência. Com isso, ocorrem quedas das pessoas em fuga e, conseqüentemente, amontoamentos nas rotas de fuga, produzindo uma maior porcentagem de vítimas. Observa-se, na literatura, que o número de mortes por asfixia vem aumentando nos últimos casos de incêndios. Deste modo é possível considerar que o aumento do número de vítimas por inalação está ligado ao grande volume de novos materiais sintéticos inseridos nas edificações, seja na forma de objetos de decoração (sofás, poltronas,colchões, tecidos), ou como materiais de acabamento incorporados à edificação (materiais de revestimentos de paredes, tetos e pisos). MAIS UMA VEZ OBSERVA-SE A NECESSIADE DE REALIZAR ENSAIOS DOS MATERIAIS. 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES TOXICIDADE DA FUMAÇA: A composição química da fumaça é altamente complexa e variável. Ela depende da composição química dos materiais em combustão, da oxigenação do ambiente e do nível de energia (calor) no processo. 5. FUMAÇA GASES TÓXICOS MAIS COMUNS NO INCÊNDIO 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Gás Carbônico- CO2: é o resultado da combustão completa dos materiais combustíveis a base de carbono. Alguns especialistas dizem que este gás não é tóxico e o que ocorre na sua presença é a diminuição do oxigênio do ar causando mal estar nas pessoas. O efeito nas pessoas se caracteriza pelo estímulo a respiração com dilatação dos pulmões e aumento da aceleração cardíaca. O limite tolerável é de 5000 ppm. Monóxido de carbono- CO: normalmente é o resultado da queima incompleta de materiais a base de carbono como madeiras, tecidos, plásticos, líquidos inflamáveis, gases combustíveis, entre outros. Este gás provoca asfixia das pessoas pois ele substitui o oxigênio no processo de oxigenação do cérebro efetuado pela hemoglobina. A concentração máxima de CO que uma pessoa pode se expor é de 50 ppm, sendo que acima deste valor os sintomas são dor de cabeça, fadiga e tonturas. 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA Gás Cianídrico, Cianeto, ou Cianureto de hidrogênio- HCN: é o resultado da combustão de materiais combustíveis a base de nitrogênio, tais como seda, náilon, orlon, poliuretano, uréiaformoldeido, acrilonitrila, butadieno e estireno. Este gás, quando inalado, provoca o bloqueio de todas as atividades do corpo humano pois inibe a oxigenação das células vivas do corpo. 6. CONCLUSÕES Gás Clorídrico- HCL: Este gás pertence a família dos halogenados. O cloro é o halogênio utilizado para inibir o fogo nos materiais sintéticos, sendo comum encontrá-lo nas estruturas dos diversos materiais de construção que sejam feitos de PVC(cloreto de polivinil). O efeito deste gás corresponde a lesão da mucosa do aparelho respiratório, provocando irritação, quando a concentração é pequena, tosse e ânsia de vômito em concentrações maiores e por fim lesões seguido de infecção. 5. FUMAÇA 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES Óxido de Nitrogênio- NOx: As formas mais comuns destes gases são: monóxido de dinitrogênio(N2O); óxido de nitrogênio (NO); dióxido de nitrogênio (NO2) e tetróxido de nitrogênio (N2O4).Esses óxidos são produzidos, principalmente, pela queima de materiais a base de nitrato de celulose e decomposição dos nitratos inorgânicos, produzindo, nas pessoas irritações e posteriormente efeito anestésico atacando o aparelho respiratório, formando ácidos nitrosos e nítrico, em contato com a mucosa. Gás Sulfídrico- H2S: é um gás comum em incêndios e resulta da queima de madeiras, alimentos, gorduras e produtos que contenham enxofre. Ele produz a paralisação do sistema respiratório e dano no sistema nervoso das pessoas. Gás Oxigênio- O2: O consumo de oxigênio na combustão dos materiais reduz a sua concentração no ambiente e isto se torna um risco para a vida das pessoas. 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS OS ENSAIOS DE MATERIAIS DE REVESTIMENTO, ACABAMENTO E TERMO ACÚSTICOS SÃO MUITO IMPORTANTES PARA DEFINIR O SEU COMPORTAMENTO A ALTAS TEMPERATURAS E, CONSEQUENTEMENTE, PODER CLASSSIFICÁ-LOS PARA USO ADEQUADO NAS EDIFICAÇÕES; 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES O USO INADEQUADO DOS MATERIAIS NAS EDIFICAÇÕES, PRINCIPALMENTE NAS ROTAS DE FUGA LOCAIS DE CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO, QUANDO SUBMETIDOS A ALTAS TEMPERATURAS, PODE PRODUZIR GRAVES PROBLEMAS AOS USUÁRIOS DEVIDO A SUA IGNITABILIDADE, PROPAGAÇÃO DE CHAMAS E GERAÇÃO DE FUMAÇA; AS NORMAS FAZEM DISTINÇÃO ENTRE O COMPORTAMENTO DE REVESTIMENTOS DE PISO E OS APLICADOS EM PAREDES E FORROS; 6. CONCLUSÕES 1. INTRODUÇÃO 2. NORMATIZAÇÃO 3. ENSAIOS 4. CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 5. A FUMAÇA 6. CONCLUSÕES OS MATERIAIS DO FORRO DEVEM TER UM COMPORTAMENTO MUITO MELHOR QUE OS EMPREGADOS EM PAREDES E PISOS POIS ESTÃO SUBMETIDOS A CONDIÇÕES MAIS RIGOROSAS DE INCÊNDIO DEVIDO A AÇÃO DOS GASES QUENTES QUE SE ACUMULAM NO FORRO; A MAIORIA DAS VÍTIMAS DE UM INCÊNDIO MORREM POR ASFIXIA, ANTES DE SEREM QUEIMADAS, PORQUE OS MATERIAIS GERAM GASES TÓXICOS MORTAIS; A FUMAÇA DIFICULTA A VISIBILIDADE DAS SINALIZAÇÕES E DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA, PRODUZINDO PÂNICO NAS PESSOAS E QUEDAS DAS MESMAS OCASIONANDO O SEU AMONTOAMENTO E ESMAGAMENTO NAS ROTAS DE FUGA, AUMENTANDO O NÚMERO DE VÍTIMAS; COMO VISUALIZAR A SINALIZAÇÃO COLOCADA NA PARTE SUPERIOR DAS PAREDES E PORTAS SE ESTÃO ENCOBERTAS PELA FUMAÇA? AS ROTAS DE FUGA DEVEM SER ISENTAS DE FUMAÇA !!!! 12 SEMINÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DO MERCOSUL 23 DE ABRIL DE 2015 – FIERGS – PORTO ALEGRE - RS ENSAIOS DE MATERIAIS PARA A VERIFICAÇÃO DE PROPAGAÇÃO DE CHAMAS E GERAÇÃO DE FUMAÇA OBRIGADO PELA ATENÇÃO Prof. Dario Lauro Klein [email protected] Maj Eduardo Estevam [email protected]