Licenciatura em Pedagogia Projeto Pedagógico Santa Bárbara d’Oeste – SP Dezembro 2013 Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br Sumário 1. Apresentação...................................................................................................................... 3 2. Contextualização e inserção regional................................................................................... 5 2.1 Economia da Região Metropolitana de Campinas – RMC ............................................ 5 2.2 Sistema viário............................................................................................................ 6 2.3 Demografia e aspectos urbanos ................................................................................. 7 3. Dados gerais do curso ......................................................................................................... 9 3.1 Mantenedora ............................................................................................................ 9 3.2 Mantida .................................................................................................................... 9 3.3 Missão e Finalidade ..................................................................................................10 4. Caracterização geral do curso .............................................................................................10 4.1 Denominação ...........................................................................................................10 4.2 Vagas .......................................................................................................................10 4.3 Dimensionamento das turmas ..................................................................................10 4.4 Regime de matrícula.................................................................................................10 4.5 Turnos de funcionamento.........................................................................................10 4.6 Duração do curso - Integralização .............................................................................10 4.7 Base legal .................................................................................................................11 4.8 Requisitos e formas de acesso ..................................................................................11 5. Políticas institucionais........................................................................................................13 5.1 Políticas de Ensino....................................................................................................14 5.2 Política para Graduação............................................................................................14 5.3 Políticas de Pós-Graduação.......................................................................................16 5.4 Política para Extensão ..............................................................................................16 5.5 Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica ................................................................17 5.6 Monitoria .................................................................................................................18 5.7 Funcionamento da instância coletiva deliberativa.....................................................19 6. Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais .............................24 6.1 Objetivo Geral do Curso...........................................................................................25 6.2 Objetivos específicos ................................................................................................26 Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 6.3 Perfil desejado do Egresso ........................................................................................27 6.4 Habilidades e Competências ....................................................................................28 6.5 Áreas de atuação do Pedagogo .................................................................................30 6.6 Mercado de trabalho ................................................................................................30 7. Estratégias pedagógicas .....................................................................................................30 7.1 Nivelamento.............................................................................................................31 7.2 Núcleo de Atendimento Discente - NDI .....................................................................32 8. Currículo ............................................................................................................................33 8.1 Matriz curricular .......................................................................................................33 8.2 Atividades Complementares.....................................................................................65 8.3 Estágio Curricular .....................................................................................................68 8.4 Procedimentos de avaliação do processo ensino e aprendizagem .............................69 8.5 Aproveitamento de estudos e competências profissionais ........................................70 8.6 Trabalho de Conclusão de Curso ...............................................................................74 8.7 Coordenação de curso ..............................................................................................75 8.8 Perfil do Coordenador ..............................................................................................75 8.9 Núcleo docente estruturante ....................................................................................75 8.10 Colegiado de curso ...................................................................................................78 8.11 Corpo docente ..........................................................................................................81 8.12 Coordenação de Apoio Docente (COAD)....................................................................81 8.13 Estrutura física .........................................................................................................81 8.14 Biblioteca .................................................................................................................81 Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 3 1. Apresentação 1.1. Finalidade Esse documento representa a síntese do que se pretende alcançar, em termos de excelência, para com a FACULDADE POLITEC – FAP, de Santa Bárbara d’Oeste - SP. Sua abrangência vai além de uma abordagem técnica, chegando aos pressupostos sócio político e filosófico, que embasam as ações previstas, sempre condizentes com as diretrizes regentes da educação nacional expressas no texto constitucional e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de número 9.394/96. Sendo a educação prática social concreta e histórica e, ainda mais, atividade eminentemente humana, determinada no bojo das relações sociais, por isso mesmo – plásticas, não é este um documento rígido e inflexível, antes é sujeito às alterações que o momento histórico e o contexto social concreto requerem. Aqui estão previstas as linhas básicas das ações de desenvolvimento institucional da Faculdade Politec, visando auxiliar àquelas que estão voltadas para o fazer pedagógico, calcado no tripé ensino, pesquisa e extensão universitária, com ênfase num ensino qualitativo, porque sem ele inexistem a pesquisa e extensão. O ensino de qualidade requer, a priori, constante aperfeiçoamento e incentivo institucional ao corpo docente, bem como permanente atualização bibliográfica e melhora da infra-estrutura, pautadas pela política institucional que objetiva alcançar qualidade em todas as suas ações. Para que as propostas e intenções aqui anunciadas logrem êxito, é mister uma ação continuada de avaliação e atenção de todos aqueles envolvidos com a Ins tituição, pois a socialização dos objetivos desejados e elucidados nesse documento assim exige. A Faculdade Politec é uma instituição comprometida com o desenvolvimento da comunidade na qual está inserida e, cada vez mais, procura se firmar e afirmar atrav és da educação, buscando substancial produção de conhecimentos úteis para a sociedade. Na sociedade em que vivemos e para o desenvolvimento do conjunto das atividades humanas, faz-se necessária a difusão do conhecimento mediante uma circunstancial análise que tende a ser rigorosa, assumindo posições e compromissos. A Escola educa o homem contemporâneo para agir no seu tempo, preparando -o para intervir no processo histórico, matriz da evolução humana e social. A instituição de ensino não tem por função consumir idéias, mas produzi-las para colocá-las em prática junto à sociedade. Para isto, busca o domínio, numa perspectiva crítico-criativa, do conhecimento e das ciências, da visão globalizante das relações sócio-educacionais e situações que destas advêm; da conscientização profissional e da responsabilidade que a mesma impõe; da necessidade de ser um Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 4 agente de transformação social através da prática reflexiva. As constantes transformações que estão ocorrendo no mundo apontam para a necessidade de formação integral dos indivíduos. Nenhum conhecimento humano se desenvolve fora de um contexto social. Na sociedade regida pelo poder da ciência e da tecnologia, a instituição de ensino deve buscar sua identificação na dimensão da nova ordem, proporcionando ao profissional do futuro uma sólida formação acadêmica e geral, com raciocínios lógico, analítico e crítico suficientes para o levantamento e tratamento de informações que o levem a atingir os seus objetivos pessoais e de equipe. Os “produtos das faculdades” não se restringem ao conhecimento científico e tecnológico, vão além, ou seja, o homem, o profissional na sua área específica de atuação. Percebe-se que o desenvolvimento e o progresso precisam passar por uma escola que forma o cidadão para a vida. Assim, o Ensino Superior assume uma tríplice função: ensino, pesquisa e extensão. A Instituição de Ensino Superior de nossos dias, por força das contingências, efetivar-se-á através da interdisciplinaridade e até mesmo da transdisciplinaridade, podendo se configurar como uma instituição que participa de maneira ativa no planejamento e construção do futuro da sociedade contemporânea. O consumo, o culto à individualidade e à produção não garante o desenvolvimento da condição humana; somente o conhecimento, reflexão e crítica possibilitam a integração das dimensões individual e coletiva, gerando competência e criatividade e, portanto, desenvolvimentos humano, científico e tecnológico. Não é de interesse da Faculdade Politec o ensino decorativo, mas sim procurar ofere cer um ensino profissional que interaja teoria e prática, habilitando o ser humano a buscar sua sobrevivência através do trabalho de suas próprias atitudes, conseqüência de uma formação integral adquirida nos bancos escolares, decorrentes da relação harmoniosa entre professor/aluno. Nesta concepção e através do Projeto Pedagógico da Faculdade Politec, prolonga, reforça e amplia essa linha de ação. O Projeto Pedagógico da Faculdade Politec, portanto, consiste basicamente em proporcionar a formação profissional de nível superior a populações que buscam e precisam encontrar formas aptas de sobrevivência e convivência com dignidade e bem estar. Trata-se de recuperar e acionar a energia produtiva das camadas populares que têm papel decisivo na construção duma sociedade mais justa e humana. Nesta perspectiva, a Instituição apresenta e atua como uma Faculdade na busca da ciência através do ensino, da pesquisa e da extensão, a formação de profissionais; o diálogo entre as culturas e a inserção efetiva em seu meio, assumindo responsabilidade pelo seu desenvolvimento. Entre as finalidades precípuas contidas no seu Estatuto e Regimento Interno Unificado, evidenciamos o desenvolvimento das funções básicas de ensino, pesquisa e extensão, a difusão da Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 5 ciência e da cultura e a veiculação da concepção cristã e democrática do mundo e da vida. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade Politec – Santa Bárbara D’Oeste baseia-se no desenvolvimento de uma consciência humana, cristã, crítica, cidadã e democrática. 2. Contextualização e inserção regional Localizada na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, no Estado de São Paulo, uma das cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas. A Região Metropolitana de Campinas, constituída por dezenove municípios paulistas, foi criada pela lei complementar estadual 870, de 19 de junho de 2000. A região é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e, segundo dados do IBGE 2010, representa 2,7% do PIB (produto interno bruto) nacional e 7,83% do PIB paulista, ou seja, cerca de R$ 77,7 bilhões/ano. Além de possuir uma forte economia, a região também apresenta uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a área metropolitana. Conforme a Estimativa Populacional IBGE em 2011, a Região Metropolitana de Campinas possui 2.832.297 habitantes, distribuídos em 3.647 km². É a nona maior região metropolitana do Brasil. 2.1 Economia da Região Metropolitana de Campinas – RMC Nos últimos anos, a região de Campinas vem ocupando e consolidando uma importante posição econômica nos níveis estadual e nacional. Situada nas proximidades da Região Metropolitana de São Paulo, comporta um parque industrial abrangente, diversificado e composto por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial b astante significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização. Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e tecnológica, bem como do Aeroporto de Viracopos – o segundo maior terminal aéreo de cargas do País, localizado no município de Campinas, há 47km do município de Santa Bárbara d’Oeste. Em 2007, Viracopos registrou um fluxo de cargas embarcadas e desembarcadas em vôos internacionais de cerca de 228.239 toneladas. De cada três toneladas de mercadorias exportadas e importadas, uma passa pelo aeroporto de Viracopos, que também responde por 18,1% do fluxo aéreo total de cargas no Brasil. A REPLAN, maior refinaria da Petrobras em produção, encontra-se nessa região. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 6 Milhares de empresas nacionais e centenas de multinacionais estão sediadas nessa região e, juntamente com os diversos centros de pesquisas existentes, empregam/desenvolvem tecnologia de ponta e contribuem para o desenvolvimento regional e nacional. A produção industrial diversificada – com ênfase em setores dinâmicos e de alto input científico / tecnológico, notadamente nos municípios de Campinas, Paulínia, Sumaré, Indaiatuba, Santa Bárbara d'Oeste, Americana e Jaguariúna – vem resultando em crescentes ganhos de competitividade nos mercados interno e externo. Dados do IBGE 2010 apontam que a região exibe um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 77,7 bilhões/ano. Sua renda per capita é bastante significativa se comparada à do estado de São Paulo ou Brasil (Região Metropolitana de Campinas = R$ 19.822,97, Estado de São Paulo = R$ 17.977,00 e Brasil = R$ 11.658,00). A RMC também se destaca como Região do Polo Têxtil que compreende os municípios de Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Sumaré, Nova Odessa e Hortolândia sendo o maior polo têxti l do Brasil, responsável por 85% da produção nacional de tecidos. 2.2 Sistema viário A Região conta com amplo sistema viário, bastante ramificado, e que apresenta os seguintes eixos principais: a Rodovia dos Bandeirantes e a Rodovia Anhanguera, que ligam a cidade de São Paulo ao interior paulista, cortando RMC; a rodovia SP-304, rumo a Piracicaba, a Rodovia Santos Dumont, rumo a Sorocaba e a Rodovia Dom Pedro I, que faz a ligação com o Vale do Paraíba, entre outras. Dentre elas, Santa Bárbara d’Oeste é acessada pelas principais rodovias da região, Anhanguera, Bandeirantes e a SP-304, dentre outras vicinais. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 7 2.3 Demografia e aspectos urbanos A Região possui uma população de 2.798.477 habitantes, segundo dados do Censo IBGE 2011, o que corresponde a 1,46% da população nacional e a 6,8% da estadual. Deste total, Campinas abriga 38,62%. Santa Bárbara d'Oeste possui população superior a 180 mil habitantes. A malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, organizada em torno de algumas cidades de portes médio e grande, revelando processos de conturbação já consolidados ou emergentes. As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na Região provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centros de tecnologia, entre outros). Apesar dos problemas sociais, a Região Metropolitana de Campinas possui o melhor Índice de Desenvolvimento Humano entre as regiões metropolitanas do Brasil, segundo dados do PNUD. Área População (km²) (2011) PIB (2008) Americana 133,63 212.721 5.627.175.521 Artur Nogueira 177,752 45.025 434.440.560 Campinas 795,697 1.088.611 29.363.064.180 Cosmópolis 154,73 59.938 713.383.385 Engenheiro Coelho 109,798 16.158 214.691.296 Holambra 64,277 11.613 436.651.736 Hortolândia 62,224 195.775 4.712.864.745 Indaiatuba 310,564 205.808 4.596.426.564 Itatiba 517,504 103.027 2.549.778.357 Jaguariúna 142,437 45.440 1.937.262.365 Monte Mor 240,787 49.840 1.044.947.469 Município IDH-M (2000) 0,840 elevado 0,796 médio 0,852 elevado 0,799 médio 0,792 médio 0,827 elevado 0,790 médio 0,829 elevado 0,828 elevado 0,829 elevado 0,783 médio Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 8 Área População (km²) (2011) PIB (2008) Nova Odessa 73,298 51.946 1.102.289.693 Paulínia 139,332 84.512 6.734.450.216 Pedreira 109,71 42.045 557.386.265 Santa Bárbara d'Oeste 271,492 180.771 3.040.874.306 Santo Antônio de Posse 154,113 20.844 344.201.516 Sumaré 153,033 244.733 6.796.216.677 Valinhos 148,528 108.621 3.107.957.685 Vinhedo 81,742 64.869 4.441.696,125 Total da RMC 3.840,648 2.832.297 77,7 bilhões Município IDH-M (2000) 0,826 elevado 0,847 elevado 0,810 elevado 0,819 elevado 0,790 médio 0,801 elevado 0,842 elevado 0,857 elevado 0,835 elevado Tabela 1: Dados da RMC, IBGE 2011. Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros Universitários, Faculdades Integradas e outras. Na área de Saúde, a região dispõe de renomados Centros de Investigações Científicas; Hospitais de Clínicas, Centros de Investigações Clínicas, além de vários Clubes de Serviços. Um outro fator que devemos levar em consideração é a facilidade de locomoção por meio de rodovias estaduais, intermunicipais e interestaduais, facilitando o transporte de acesso ao local, além de outros fatores que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da região. Segundo dados do IBGE referentes a 2012, disponíveis em http://www.ibge.com.br/cidadesat/default.php acessado em 05/12/2013, a quantidade de alunos matriculados da Educação Infantil ao Ensino Médio, nos municípios de Região Metropolitana de Campinas, é bastante considerável. São, 162.601 alunos distribuídos em 638 escolas. Dessa forma, torna-se importante o investimento tanto na formação do ser humano quanto para a preparação de mão-de-obra qualificada para atuar nos diversos segmentos educacionais e, conseqüentemente, contribuir para um desenvolvimento regional mais aprimorado. No mapa, a seguir, observamos a localização de Santa Bárbara d´Oeste no Estado de São Paulo. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 9 3. Dados gerais do curso 3.1 Mantenedora Nome Endereço CNPJ Município UF 3.2 Mantida Nome Endereço da Sede Município UF Telefone Site Ato Legal Faculdades Integradas Politec Ltda Rua da Agricultura, no 4.000 06.538.925/0001-77 Santa Bárbara d’Oeste SP Faculdade Politec Rua da Agricultura, no 4.000 Santa Bárbara d’Oeste SP (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br Portaria de Credenciamento MEC nº 970 de 25/11/08, publicada no DOU em 27/11/2008 Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 10 3.3 Missão e Finalidade A Faculdade Politec deverá atender aos interesses das comunidades a que serve, dando formação profissional a seus alunos e buscando sempre, e cada vez mais, a melhoria da qualidade do ensino. A capacidade gerencial de organização, a inovação tecnológica, a interação com a comunidade e a riqueza da experiência acumulada ao longo dos anos nos ensinos Fundamental, Médio e Técnico e, principalmente, o elevado grau de comprometimento de seus dirigentes e funcionários, constituem sua força propulsora. Com isso, esta instituição espera inserir no mercado de trabalho profissionais conscientes e preparados para o acompanhamento do avanço da ciência e tecnologia, oferecendo formações humanísticas, participantes do processo de ação transformadora, proposta pela sociedade brasileira. Oferecer formação voltada para o tripé ensino-pesquisa-extensão, envolvendo padrões éticos, morais e cognitivos que atendam às necessidades do futuro profissional. Enfatizando o ensino, a Faculdade Politec visa formar profissionais com conhecimento técnicocientífico que os habilite a desempenhar com excelência suas funções no mercado de trabalho, integrando-se de forma harmônica nas empresas e na comunidade. 4. Caracterização geral do curso 4.1 Denominação Licenciatura em Pedagogia 4.2 Vagas 120 vagas anuais, sendo 60 para período diurno e 60 período noturno. 4.3 Dimensionamento das turmas Máximo de 60 alunos. 4.4 Regime de matrícula Semestral. 4.5 Turnos de funcionamento Matutino e Noturno. 4.6 Duração do curso - Integralização O Curso de Licenciatura em Pedagogia possui carga horária de 2666 horas-relógio, excetuando-se as horas de Práticas Curriculares, Estágio Supervisionado e Atividades Complementares que devem ser integralizadas no prazo mínimo de 8 semestres e no máximo 12 semestres. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 11 4.7 Base legal LDBN 9394/96 Art 64 Resoluções: Resolução CNE/CP nº1, 15 de maio de 2006 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. Pareceres: Parecer CNE/CP 5/2005 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Parecer CNE/CP 3/2006 - Reexame do Parecer CNE/CP 005/2005 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Atos normativos de autorização: Publicação da Portaria de Funcionamento Diário Oficial União 4.8 Requisitos e formas de acesso O acesso ao curso superior de Licenciatura em Pedagogia dar-se-á através de Processo seletivo aberto ao público (vestibular), para o primeiro período do curso, destinado a estudantes portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. Na existência de vagas remanescentes a partir do segundo período, são previstas as seguintes possibilidades de acesso: Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 12 Ingresso aos alunos aprovados no ENEM e que tenham obtido um rendimento mínimo de 50%. Transferência, na forma da lei, para alunos matriculados em cursos de graduação. Reingresso, para semestre compatível, para alunos que concluíram curso superior de tecnologia na área de informática, ou afim, na Faculdade Politec ou em outra IES, observados os requisitos curriculares. À luz da Legislação vigente e em consonância com o Regimento Interno da Faculdade Politec, o processo seletivo será realizado segundo diretrizes estabelecidas no Regimento Interno Unificado: Art. 71. O processo seletivo destina-se a classificar os inscritos dentro do limite de vagas oferecidas. § 1º. As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas e se encontram registradas no Plano de Desenvolvimento Institucional. § 2º. As inscrições para o processo seletivo são abertas em edital do qual constarão os cursos oferecidos, testes específicos, vagas, prazos, documentação, relação das provas, critérios de classificação e desempate e demais informações úteis, em especial as exigidas pela legislação pertinente. Art. 72. O processo seletivo, na forma da legislação vigente, abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio. Parágrafo único – Os Institutos poderão adotar para efeito do processo seletivo outros meios, associados ou não a provas, como rendimento escolar no ensino méd io, resultados de exames de avaliação promovidos pelo MEC, ou outros, regulamentados pelo Conselho Superior e previamente divulgados. Art. 73. A classificação faz-se pela ordem decrescente dos resultados obtidos. § 1º. Em caso de empate observar-se-á: a) Grau obtido na Redação; b) Grau obtido em Matemática. § 2º. A classificação obtida para a matrícula só é válida no período letivo para o qual se realiza o processo seletivo. § 3º. É nula a classificação do candidato que não efetivar a matrícula nos prazos fixados. § 4º. Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, após o primeiro processo seletivo, poderá realizar-se o segundo, terceiro etc, na forma da legislação vigente. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 13 5. Políticas institucionais A Faculdade Politec mantém como um dos elementos essenciais de sua política de ensino a elaboração e implantação de Projetos Pedagógicos de Curso pautados nos critérios e padrões de qualidade instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN’s e demais documentos legais pertinentes. Também busca o direcionamento de sua política institucional para o ensino nas aspirações, convicções e necessidades da comunidade interna e externa. A Faculdade Politec – FAP mantém como princípio que os projetos pedagógicos facilitem os processos de articulação e orientação para as ações institucionais; possibilitem definições, quanto às prioridades para a gestão acadêmica; e contribuam para o alcance de maior nível de coesão intra-institucional. Na construção dos projetos pedagógicos adota-se uma concepção que prioriza não só os conteúdos universais, mas também o desenvolvimento de competências e habilidades, na busca do aperfeiçoamento da formação cultural, técnica e científica do aluno. A participação dos docentes através do Núcleo Docente Estruturante, na elaboração dos projetos pedagógicos é condição primordial para a Faculdade Politec – FAP, uma vez que estará proporcionando a integração das equipes; efetivando a responsabilidade e o envolvimento de todos na consecução dos objetivos propostos; e caracterizando tanto o próprio projeto como as ações e metas neles contidas como parâmetro para o direcionamento de todas as atividades, como também para as necessárias avaliações dos respectivos cursos. O processo de elaboração do projeto pedagógico do curso permite a articulação das atividades acadêmicas da Instituição, direcionando objetivos e metas destinadas a promover o desenvolvimento integral do aluno, de maneira a conter núcleos inter e transdisciplinares predispostos à flexibilização e integração. A política de estágio curricular do curso é prevista no projeto pedagógico e, posteriormente, regulamentada pela instância competente, com a devida deliberação da coordenadoria respectiva, conforme a regulamentação e diretrizes próprias. Os projetos pedagógicos prevêem também a realização e articulação de propostas de monitorias, estudos independentes, atividades complementares, como também as atividades de pesquisa e iniciação científica. Outras atividades acadêmicas implementadas nos projetos pedagógicos dizem respeito à extensão e ação comunitária, cujo direcionamento busca identificar as necessidades sociais para a contextualização dos projetos e programas, bem como para intensificar e otimizar o ensino e a Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 14 pesquisa, para que possam proporcionar também a melhoria da qualidade de vida da comunidade. 5.1 Políticas de Ensino As políticas de ensino da Faculdade Politec – FAP incentivam a produção do conhecimento com qualidade, relacionado com o seu contexto regional e sem perder de vista a formação ética e humanizadora. Pode-se destacar a ênfase à formação generalista com caráter problematizador e continuado, que permite o desenvolvimento de seus discentes de modo criativo, multidirecional e engajado socialmente. Outro aspecto a ser ressaltado é a ênfase à integração durante o percurso da aprendizagem. Esta integração se configura a partir de inovações metodológicas, avaliação continuada, relações teoria-prática, interdisciplinaridade e o incentivo a percursos curriculares mais abertos, contemplando as atividades complementares. Desta forma, as políticas de ensino assumem os seguintes compromissos gerais: Ampliar o universo de atividades da Faculdade Politec – FAP nas suas várias frentes de atuação, mediante métodos inovadores de participação e aprendizagem. Priorizar ações acadêmicas relacionadas direta ou indiretamente aos problemas sociais da comunidade local. Incentivar o trabalho interdisciplinar. Desenvolver estudos voltados à integração dos diferentes níveis educacionais. Desenvolver estudos transdisciplinares que favoreçam a criação e a inovação no ambiente acadêmico. Estimular o desenvolvimento de ações relativas à educação inclusiva. 5.2 Política para Graduação A graduação na instituição é voltada para a formação de profissional generalista, dotado de referenciais teórico-básicos que possibilitem o trâmite em diversas direções e capacitado a atuar de forma criativa. Nos Cursos Superiores busca-se formação especialista, centrada na área de atuação do futuro profissional. Enfim, uma qualificação intelectual suficientemente ampla, base sólida para a aquisição de conhecimentos específicos ao longo do processo de educação continuada. A graduação, sintonizada com o Projeto Pedagógico Institucional - PPI, contempla o princípio integrador. Para efetivação desse princípio, a instituição conta com espaços educacionais Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 15 adequados, além da sala de aula, ambientes de aprendizagem coletiva, no qual o aluno constrói uma parte de sua formação, sustentado em valores que promovam seu raciocínio disciplinado e intuição criativa. Tais espaços compreendem laboratórios, biblioteca, e espaços de convivência em que o aluno frequenta coletivamente, mas, aprende, de modo individual, a fim de respeitar as diferenças de ritmo e a heterogeneidade que caracterizam nossos educandos. Enfim, a política de graduação Faculdade Politec – FAP contempla atividades complementares, definidas em cada curso, representadas por seminários de atualização ou de complementação, realização de visitas técnicas, estimulando os alunos a frequentar cursos na modalidade Ensino à Distância – EaD, projetos integrados, projetos de extensão, programas de iniciação científica, participação em congressos e outros eventos que asseguram a interdisciplinaridade e a articulação da academia com o mundo do trabalho. As políticas de graduação estão relacionadas, desta forma, às seguintes metas: Promover a integração articulando o desenvolvimento da graduação com as atividades da pós-graduação, pesquisa e extensão. Consolidar o processo de avaliação interna dos cursos de graduação e promover sua avaliação externa, a fim de contribuir para a elevação de sua qualidade. Prover revisão geral dos currículos tendo em conta sua contínua atualização, adequação e redimensionamento. Estimular a implementação de práticas pedagógicas inovadoras. Promover a realização de atividades complementares que propiciem maior articulação entre os cursos. Realizar estudos orientados para criação de novos cursos de graduação, inclusive superiores tecnológicos, direcionados ao desenvolvimento técnico-científico e social do estado. Ampliar e fortalecer os programas de iniciação científica e tecnológica, bem como outros programas especiais dirigidos ao aperfeiçoamento da graduação. Estimular a disseminação da cultura empreendedora no âmbito dos cursos de graduação. Implantar programa de ensino a distância, consideradas suas diversas modalidades. Articular a graduação com programas especiais destinados a contribuir para a melhoria do quadro da educação básica. Continuar o processo de melhoria das condições das instalações físicas, dos laboratórios e dos serviços especializados existentes e prover o material de apoio necessário. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 16 5.3 Políticas de Pós-Graduação Visando promover o avanço científico e social da região a Faculdade Politec – FAP propõe estimular a qualificação de seu corpo docente através da oferta de cursos de pós-graduação. Dentro do Projeto Pedagógico Institucional, a Pós-Graduação é o resultado do princípio integrador dos diversos níveis educacionais e representa o vértice dos estudos, constituindo -se num sistema especial de cursos que se propõem a atender as exigências mercadológicas, de investigação científica e de capacitação docente. 5.4 Política para Extensão A extensão universitária, como prática acadêmica, é instrumento de articulação com os diversos segmentos sociais, de forma programada e sistemática, envolvendo um processo orgânico que não se confunde com assistencialismo. É fator integrador do ensino e da pesquisa, objetivando responder à demanda social e representa um compromisso da instituição com a comunida de, visando: Implementar projetos, enquanto situa a extensão na linha pedagógica na qual os docentes desenvolvem ações que contribuam para as transformações sociais, econômicas e políticas, procurando instituir os valores da democracia e dos direitos humanos. Instituir a formação político-social, técnico-científica e prática profissional do corpo discente, sintonizada com as exigências atuais do mercado. Interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa e possibilitar a verdadeira associação da prática acadêmica como um todo na vida do estudante. A Faculdade Politec – FAP, ao desenvolver atividades de extensão, procura estabelecer espaços para parcerias comprometidas com a missão de formar cidadãos capazes de pensar, situarse diante de suas necessidades e ofertas, construir o seu conhecimento com qualidade e transformar as realidades negativas em oportunidades empreendedoras e de sucesso. As transformações, cada vez mais rápidas e emergentes dentro das organizações, tornamse, para o discente, aprendizado vivo, fazendo com que a dicotomia teoria-prática se transforme em vivência das reais oportunidades profissionais. A extensão, como lugar de prática na vida profissional do estudante, não pode priorizar um pequeno número e deixar à margem outros tantos merecedores da mesma oportunidade. Por isso, busca a ampliação do número de projetos e o seu auto-sustento, para que um número crescente de atividades seja desenvolvido e, como consequência, ocorra um envolvimento maior do corpo Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 17 discente articulado com o docente. Observou-se ao longo dos anos que uma das formas de aumentar a oferta de estágio é manter as atividades de extensão autônomas, através da prestação de serviços às instituições sociais, culturais, empresariais, governamentais e comunitárias como um todo, garantindo, assim, o índice qualitativo desejado pela Instituição. Nesse sentido, a Faculdade Politec assume compromissos que contribuem para a projeção de seus di scentes no mercado profissional comprometendo-se a: Formular novos programas de extensão com base na integração contínua ao ensino e pesquisa, considerada a responsabilidade social da Faculdade Politec – FAP; Expandir e consolidar programas de extensão existentes, buscando integração contínua ao ensino e à pesquisa e considerando o compromisso soci al da Faculdade Politec – FAP; Criar e fortalecer programas multidisciplinares e interinstitucionais permanentes; Ampliar ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida do cidadão; Implantar programas regulares direcionados à educação continuada; Acompanhar e avaliar sistematicamente as ações de extensão desenvolvidas na instituição; Promover a articulação das atividades artístico-culturais com as atividades acadêmicas dos cursos de graduação e com as ações extensionistas; Assegurar a Faculdade Politec – FAP como espaço de manifestações culturais e esportivas em suas diversas expressões e modalidades; Desenvolver mecanismos que viabilizem ações culturais e esportivas articuladas com instituições públicas e privadas, além de organizações informais. Difundir a produção artístico-cultural local e nacional, objetivando a formação de plateia e intercâmbio com instituições congêneres. Melhorar as condições de infraestrutura e apoio às atividades de extensão na instituição. 5.5 Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica As políticas de pesquisa e iniciação científica, sob a ótica de importância fundamental para a formação do profissional, são previstas nos projetos pedagógicos dos cursos da Faculdade Politec – FAP de modo a: Familiarizar o aluno com os procedimentos e técnicas da investigação acadêmica. Desenvolver competências e habilidades para realizar pesquisas na área de conhecimento de sua especialidade. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 18 Sustentar a formação do egresso de modo a favorecer o seu desenvolvimento profissional e dotá-lo da capacidade de manter-se atualizado, criticando e optando por métodos, práticas e conteúdos a serem socializados. Assimilar os processos de pesquisa como conteúdos a serem socializados pelos alunos e atores sociais. Com base nesses princípios, a Faculdade Politec – FAP instituirá nos próximos anos o Programa de Iniciação Científica, visando estimular o desenvolvimento de projetos tanto de alunos como de professores, buscando elevar o grau de qualificação de seu corpo docente, assim como propiciar condições para a produção do conhecimento científico de seu corpo discente. 5.6 Monitoria Instituída pelo Regimento Interno da Faculdade Politec e regulamentada por Resolução própria, é ofertada semestralmente no âmbito da Faculdade Politec. No início de cada s emestre o Coordenador de Curso encaminha à Diretoria Acadêmica o pedido para implantação do “Programa de Monitoria”. Esse programa deve conter: a) O número de Monitores necessários; b) As atividades previstas; c) A carga horária semanal desenvolvida. Segundo o Regimento Interno da Faculdade Politec, Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em cooperação com o corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado, não criando vínculo empregatício. § 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre os candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnico-didáticas em disciplinas já cursadas. § 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho Superior. A função de monitor tem como objetivo estreitar os vínculos entre professores e alunos e despertar, entre estes, vocações para o ensino e a pesquisa. Ao Monitor poderão ser atribuídas as seguintes atividades: a) Apoiar e orientar em experiências, projetos e coleta de dados. b) Ajudar os alunos em suas dificuldades de aprendizagem. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 19 c) Preparar o material didático necessário. d) Elaborar exercícios práticos. e) Colaborar na preparação e execução de seminários e outras atividades assemelhadas. Coordenador de Curso interessado na utilização dos serviços de Monitor deverá apresentar à Direção Geral um plano de trabalho no qual conste: O número de Monitores necessários; As atividades previstas; A carga horária semanal. A regulamentação n 02 do Conselho Superior. da função de Monitor está disciplinada na Resolução o 5.7 Funcionamento da instância coletiva deliberativa De acordo com o que prescreve o Regimento da Faculdade Politec são instâncias deliberativas: 1. Conselho Superior – CONSUP: órgão superior, de natureza deliberativa e normativa e de instância final para todos os assuntos acadêmico-administrativos. 2. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE: órgão central de supervisão das atividades de ensino, pesquisa e extensão, possuindo atribuições deliberativas, normativas e consultivas. 3. Colegiados de Curso: órgão deliberativo, normativo e consultivo das atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso, tem a sua composição, normas de funcionamento, atribuições e competências regulamentadas no Regimento Interno da Faculdade Politec – FAP. O Conselho Superior – CONSUP, conforme consta no Art. 14 do Regimento Interno, é composto: I. Pelo Diretor Geral, seu Presidente. II. Por um representante da Mantenedora, designado pela Diretoria Executiva em exercício, portador de diploma em nível superior. III. Pelo Diretor Geral do Instituto Superior de Educação. IV. Pelos Diretores de Área. V. Pelos Coordenadores de Cursos. VI. Pelo Coordenador de Pós-Graduação. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 20 VII. Pelo Coordenador de Pesquisa e Extensão. VIII. Por um representante do corpo discente, indicado pelo respectivo Diretório Acadêmico. IX. Por um representante do Corpo Docente eleito pelos seus pares com suplente. X. Pelo Assessor Chefe da Assessoria Técnica. XI. Por um representante do corpo técnico-administrativo, portador de diploma em nível superior, escolhido pelo Diretor Geral, de uma lista tríplice, eleito por seus pares. XII. Pelo Assessor da Diretoria Geral. XIII. Pela Secretária Acadêmica. Parágrafo Único. A Secretária Acadêmica integra o Conselho Superior exercendo a função de Secretária e, portanto, sem direito a voto. O Art. 17 do Regimento Interno define as competências do Conselho Superior: I. Exercer jurisdição superior em administração acadêmica, gestão do orçamento disponibilizado e de planejamento global da Faculdade Politec. II. Fixar a política geral da Faculdade Politec, apreciando os planos anuais de trabalho e as propostas orçamentárias correspondentes, para aprovação da Mantenedora. III. Deliberar sobre os recursos submetidos à sua consideração. IV. Zelar pelo patrimônio moral e material da Faculdade Politec, de acordo com o regime disciplinar aprovado. V. Aprovar preliminarmente, por proposta da Diretoria Geral, o Estatuto de sua mantenedora Faculdades Integradas Politec Ltda e suas modificações, para aprovação do órgão competente. VI. Elaborar, modificar, alterar e aprovar o Regimento Interno da Faculdade Politec. VII. Aprovar e reformular os Regulamentos da Diretoria Geral, bem como dos Órgãos de Apoio Logístico ou outros órgãos e programas. VIII. Decidir, à vista de planos sugeridos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, na forma da lei, sobre a criação, agregação, incorporação, modificação ou extinção de cursos e demais órgãos pertinentes. IX. Aprovar e homologar currículos plenos dos cursos e programas de graduação e pósgraduação. X. Aprovar e homologar o Calendário Escolar da Faculdade Politec. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 21 XI. Aprovar a realização de cursos de especialização, aperfeiçoamento e extensão, bem como respectivos planos. XII. Supervisionar os programas, planos e atividades dos cursos. XIII. Definir, diminuir ou aumentar o número de vagas oferecidas em cada curso, programa ou projeto, na forma da lei. XIV. Deliberar originariamente, ou em grau de recurso, sobre matéria de sua competência. XV. Decidir, dentro dos recursos orçamentários disponíveis, sobre a contratação e a dispensa de pessoal docente, técnico-administrativo e plano de carreira. XVI. Propor à Mantenedora a destinação ou remanejamentos de verbas adicionais e suplementares na vigência do exercício, para atendimento a eventuais necessidades. XVII. Deliberar sobre a concessão de dignidades universitárias e conferir prêmios e distinções como recompensa e estímulo às atividades acadêmicas e administrativas. XVIII. Aprovar e autorizar acordos ou convênios de interesse da Faculdade Politec, com instituições nacionais e estrangeiras, a serem firmados pelo Diretor Geral. XIX. Estabelecer o regime disciplinar da Faculdade Politec. XX. Solicitar à Diretoria Acadêmica e à Comissão Própria de Avaliação a realização anual da avaliação Institucional da Faculdade Politec. XXI. Instituir sistemática para realização anual de exames como elemento necessário para avaliação dos cursos de nível superior, conforme previsto na lei. XXII. Aprovar as normas de funcionamento dos estágios curriculares supervisionados. XXIII. Sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades dos cursos, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor Geral. XXIV. Apreciar e dar ciência dos resultados da avaliação Institucional. XXV. Exercer as demais atribuições de sua competência, por força de lei, do Estatuto e do Regimento Interno. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, segundo Art. 18 do Regimento Interno é composto por: I. Pelo Diretor Acadêmico, seu presidente. II. Diretoria do Instituto Superior de Educação. III. Pelos Diretores de Área. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 22 IV. Pelos Coordenadores de Cursos. V. Por um Professor portador do título de Doutor, escolhido pelo Diretor Geral, de uma lista tríplice, eleito por seus pares. VI. Por um Professor portador do título de Mestre, escolhido pelo Diretor Geral, de uma lista tríplice, eleito por seus pares. VII. Por dois representantes do corpo discente, indicados na forma da legislação vigente. Compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão: I. Estabelecer as diretrizes e as políticas do ensino. II. Fixar normas complementares às do Regimento sobre as matérias de sua competência. III. Propor ao Conselho Superior a criação, incorporação, suspensão ou extinção de cursos, ou o aumento, redistribuição ou redução do número de vagas, ouvindo o CONSUP. IV. Aprovar e expedir atos normativos referentes a assuntos acadêmicos. V. Emitir parecer sobre questões de pessoal docente. VI. Estabelecer normas sobre admissão, cancelamento e trancamento de matrícula, transferência de alunos, aproveitamento de estudos, concurso vestibular ou processo seletivo congênere para ingresso em seus cursos e programas. VII. Conferir graus, expedir diplomas e títulos profissionais. VIII. Propor o Plano anual de desenvolvimento acadêmico e atividades da Faculdade Politec à Diretoria Geral. IX. Encaminhar o Relatório Anual de Atividades Acadêmicas da Faculdade Politec à Diretoria Geral. X. Decidir sobre propostas, indicações ou representações, em assuntos de sua esfera de ação. XI. Deliberar, originariamente ou em grau de recurso, sobre qualquer matéria de sua competência, explícita ou implicitamente prevista no Estatuto ou neste Regimento. XII. Fixar normas que favoreçam a articulação entre quaisquer órgãos acadêmicos relativos ao ensino. XIII. Aprovar, para homologação do Conselho Superior, o Calendário Escolar da Faculdade Politec. XIV. Aprovar, para homologação do Conselho Superior, os currículos plenos, ouvidos os Diretores de Área e Coordenadorias. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 23 XV. Aprovar, no âmbito de sua competência, atos do Diretor Acadêmico praticados, sob a forma de ad referendum, deste Conselho. XVI. Exercer outras competências a ele atribuídas pela Lei, pelo Estatuto ou pelo Regimento. XVII.Propor ao Conselho Superior modificações no Regimento, quando necessário. O Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 34 do Regimento da Faculdade Politec – FAP, é composto: I. Presidente do colegiado, exercido pelo Coordenador, que presidirá o colegiado de curso; II. Por docentes que ministram disciplinas no referido curso; III. Por representantes do corpo discente do referido curso, eleitos entre seus pares, com suplentes; IV. Por um representante da biblioteca central; V. Por um representante dos Laboratórios; VI. Por um representante de Clínica-Escola e VII. Pelo Coordenador de Estágio. § 1º A duração do mandato dos senhores membros será estabelecida pelo colegiado. § 2º Diretoria Geral, Diretoria de Áreas e Diretoria Acadêmica terão livre assento quando solicitado, sem direito a voto. São atribuições do Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 36. do Regimento da Faculdade Politec: I. Elaborar o perfil do profissional a ser formado em plano filosófico de ação didático pedagógico para o ensino no curso coerente com esse perfil; II. Discutir o currículo pleno, em suas modalidades e/ou habilitação e bacharelado e as alterações curriculares em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais; III. Conhecer a necessidade de docentes para os cursos, incluindo suas atribuições de aulas; IV. Elaborar e aplicar o sistema de avaliação do curso; V. Aprovar o Calendário de Atividades destinadas à grade curricular de cada curso; VI. Em comum acordo com os alunos, tentar solucionar os problemas apresentados pelos mesmos através de seus representantes, especificamente aqueles que prejudicam a proposta pedagógica e o processo ensino-aprendizagem; Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 24 VII. Propor atualizações do acervo bibliográfico do curso; VIII. Votar as matérias colocadas em pauta. As atribuições do Presidente do Colegiado de Curso, segundo Art. 37 do Regimento Interno são: I. Convocar e presidir as reuniões, bem como receber a pauta 15 dias antes da reunião. II. Elaborar a pauta e enviar aos senhores membros do colegiado, no mínimo, 03 (três) dias antes da reunião sequente. III. Após a cada reunião, levar aos órgãos competentes o resultado da reunião do colegiado para providências cabíveis quando houver. IV. Elaborar a Ata da reunião anterior à sequente e apresentá-la aos senhores membros, efetuar as correções quando solicitadas e acordadas de acordo com as falas dos senhores membros. V. A Ata deverá ser assinada pelos senhores membros participantes da reunião e arquivada. VI. Representar o Colegiado junto aos órgãos dos Institutos. VII. Executar as deliberações do Colegiado. VIII. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado. IX. Elaborar os horários de aula, ouvidos os demais Colegiados dos quais exibam professores comuns entre si. X. Orientar os alunos quanto à matrícula e integralização do curso. XI. Verificar o cumprimento do currículo do curso e demais exigências para a concessão de grau acadêmico aos alunos concluintes. XII. Analisar e decidir sobre os pedidos de transferência, trancamento e retorno. XIII. Decidir nos termos da lei sobre pedidos referentes à matrícula, trancamento de matrícula no curso, cancelamento de matrícula em disciplinas, permanência, complementação pedagógica, exercícios domiciliares, expedição e dispensa de guia de transferência e colação de grau. 6. Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais O Currículo de um curso representa a proposta educacional por uma instituição de ensino que se responsabiliza por sua fundamentação, implementação e avaliação, observando os princípios e objetivos do ensino superior definidos pela Lei de Diretrizes de Bases da Educação - LDB 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 25 O Currículo como elemento que constitui o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, foi concebido em consonância com a Resolução CNE/CP Nº 1/ 2006. ao estabelecer o perfil do egresso, tendo como orientação básica as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s), cujo aperfeiçoamento implica a consideração constante dos resultados dos processos avaliativos. Como forma de garantir a permanente atualização do Projeto Pedagógico do Curso, provocando e estimulando o fazer pedagógico e científico e respondendo às necessidades regionais e nacionais, a estrutura curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia foi concebida de acordo com as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais. A organização curricular do curso de Pedagogia oferecerá um núcleo de estudos básicos, um de aprofundamentos e diversificação de estudos e outro de estudos integradores que propiciem, ao mesmo tempo, amplitude e identidade institucional, relativas à formação do licenciado. Compreenderá, além das aulas e dos estudos individuais e coletivos, práticas de trabalho pedagógico, as de monitoria, as de estágio curricular, as de pesquisa, as de extensão, as de participação em eventos e em outras atividades acadêmico-científicas, que alarguem as experiências dos estudantes e consolidem a sua formação. O Currículo do Curso de Licenciatura em Pedagogia e suas alterações são discutidos pelo Núcleo Docente Estruturante, aprovado em colegiado e homologado pelo Conselho Supe rior, observadas as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais- DCN’s. O que se propõe neste esforço de readequação da organização curricular é ofertar um curso moderno e dinâmico, para formar profissionais aptos a compreender e enfrentar as constantes mutações da realidade educacional e social que nos cerca, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de realidades educacionais,reflexões e ações críticas; estudo voltado às áreas de atuação profissional e enriquecimento curricular. 6.1 Objetivo Geral do Curso O curso da Faculdade Politec tem como objetivos gerais: Promover a formação de profissionais críticos que dominem o conteúdo científico, pedagógico e técnico. Formar profissionais aptos a atuar na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do En sino Fundamental, em disciplinas pedagógicas dos cursos de nível médio na modalidade normal e de educação profissional, na área de apoio escolar, no planejamento, execução e avaliação de programas e projetos pedagógicos escolares e não escolares. bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Desenvolver habilidades que garantam, em suas atividades profissionais, a participação consciente e ativa nas ações educacionais, identificando problemas e propondo políticas de Proporcionar e integralizar o desenvolvimento da aprendizagem dos educandos, ampliando suas capacidades de observação, criatividade, análise crítica, síntese e compreensão, para Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 26 viabilizar os processos de decisão e ação na esfera pessoal e intelectual, bem como, e m seu contexto de interação social, seja no ambiente escolar, comunitário ou familiar. Promover e difundir a cultura. Contribuir para o fortalecimento da solidariedade e da fraternidade entre os homens, na sua região de abrangência e além. Preparar os seus educandos para o domínio dos recursos socioculturais, científicos e tecnológicos, para que lhes permitam a participação profissional consciente e eficiente no seu projeto de vida; Promover na sua comunidade acadêmica a conscientização dos direitos e deveres da pessoa humana, do cidadão, do Estado, da família e dos demais grupos sociais que compõem a Sociedade; Fazer do curso de Licenciatura em Pedagogia um referencial de qualidade. 6.2 Objetivos específicos Proporcionar uma sólida fundamentação teórico-prática, buscando a ética profissional numa perspectiva contextualizada da educação formal, para a produção das bases do processo de desenvolvimento da cidadania. Aprofundar e ampliar os conhecimentos do aluno sobre as diferentes disciplinas e temas contemplado na grade curricular proposta por este curso, no sentido de que eles possam fundamentar teórica e metodologicamente sua prática docente na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, na Direção, Coordenação, Orientação e Supervisão Escolar. Promover, através de uma prática flexível e interdisciplinar, o desenvolvimento de habilidades que permitam ao aluno captar e interpretar a realidade educacional brasileira, fundamentandose teoricamente para elaborar soluções adequadas e inovadoras, visando a superação das dificuldades em seu campo de atuação profissional, elaborando atividades que lhes proporcionem participar ativamente do planejamento educacional de uma escola inovadora, com vistas à plena educação do ser humano em todas as suas dimensões de desenvolvimento; Formar profissionais comprometidos com as questões educacionais, representando um elemento integrador e facilitador do processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo nos profissionais em formação, habilidades para a pesquisa participativa, utilizando-a como forma necessária e alternativa para incremento de sua atividade docente, colaborando com a formação dos estudantes em sala de aula, inserindo-os numa sociedade em constante processo de desenvolvimento histórico e social. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 27 6.3 Perfil desejado do Egresso O curso está voltado a capacitar o corpo discente, visando a alcançar um perfil profissional segundo às exigências da sociedade.Com as mudanças estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 e também nas Novas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CP Nº 1/2006) para o Curso de Pedagogia, através do Parecer CNE/CP – 5/2005, novos conceitos foram incorporados, reestruturando o novo perfil do pedagogo. O docente agora concebe a aprendizagem como forma de modificação social. Seu trabalho está voltado para a formação integral do educando e para o incentivo da cidadania e da responsabilidade social. Ao longo do Curso são implementados conteúdos e metodologias voltados para que o egresso do curso de Pedagogia esteja apto a: atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,equânime, igualitária; compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir,para o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual,social; fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria; trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,emocionais, afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas; ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano; relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos didáticopedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas; promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,equânime, igualitária; identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras; demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões,necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras; desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 28 áreas do conhecimento; participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração,implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico; participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares; participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares; realizar pesquisas e promover conhecimentos, entre outros:sobre alunos e alun as e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não-escolares; sobre processos de ensinar e aprender em diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas; utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos; estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias competentes; promover diálogo entre conhecimentos, valores, modos de vida, orientações filosóficas, políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto a quem atuam e os proveni entes da sociedade majoritária. 6.4 Habilidades e Competências As habilidades e competências próprias do licenciado em Pedagogia, decorrentes do Projeto Pedagógico da Faculdade POLITEC, buscam credenciá-lo para o exercício profissional em áreas específicas de atuação, tais como: Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. A formação oferecida abrangerá, integralmente a docência, a participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a execução, o acompanhamento de programas e as atividades educativas. Como cidadão do mundo contemporâneo, o licenciado em pedagogia deverá ter competências e habilidades gerais, tais como: saber pensar, saber escutar, aprender a aprender, lidar com as alteridades, utilizar as novas tecnologias contemporâneas, ter iniciativa para resolver problemas, ter capacidade para tomar decisões, ser criativo, autônomo, estar em sintonia com a informação e a realidade contemporânea, ter responsabilidade social, utilizar a literatura em seu cotidiano profissional, as artes e a natureza. Além de propiciar o desenvolvimento desses conhecimentos e habilidades gerais acima Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 29 propostos, o currículo do Curso de Pedagogia da Faculdade POLITEC, desencadeia a construção de conhecimentos e habilidades específicas, tais como: Dominar princípios teóricos e metodológicos das áreas do conhecimento que se constituem objeto de sua prática pedagógica. Saber elaborar, executar e avaliar planos de ação pedagógica que expressem os processos de trabalho desenvolvidos na instituição. Compreender a necessidade e saber empreender avaliação permanente do desempenho dos alunos, da instituição e de seu próprio trabalho. Fazer uso das novas tecnologias, multimeios e processos de comunicação disponíveis como recurso básico para viabilizar a aprendizagem, desenvolvendo metodologias e mate riais pedagógicos adequados à utilização desses recursos em sua prática educativa. Desenvolver trabalho coletivo, em interação com alunos, pais e outros profissionais da instituição. Incorporar as ações pedagógicas à diversidade cultural, ética, sexual e religiosa da comunidade onde atua. Articular ações dos diversos setores da instituição em que participa, através de projetos coletivos com a comunidade. Assessorar professores, alunos e pais de alunos. Compreender o desenvolvimento de processos de investigação, incluindo a habilidade de selecionar abordagens, procedimentos e instrumentos de investigação e pesquisa. Articular conhecimentos teóricos e o uso de múltiplas teorias à sua prática cotidiana. Compreender o fenômeno e a prática educativa através dos diferentes âmbitos e especialidades. Compreender o processo de construção do conhecimento no indivíduo inserido em seu contexto social e cultural. Identificar problemas socioculturais e educacionais propondo respostas criativas às questões da qualidade do ensino, tomando medidas adequadas que visem superar a exclusão social. Compreender e valorizar as diferentes linguagens manifestas nas sociedades contemporâneas e de sua função na produção do conhecimento dos diversos padrões e das produções culturais existentes na sociedade contemporânea. Aprender a dinâmica cultural e atuar adequadamente em relação ao conjunto de significados que a constituem. Trabalhar em equipe, em diferentes níveis da organização escolar, assegurando os direitos de cidadania de todos os alunos. Atuar com jovens e adultos que apresentem defasagem no processo de escolarização. Estabelecer diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento. Articular ensino e pesquisa na produção do conhecimento e da prática pedagógica. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 30 Articular as diferentes atividades educacionais à sua forma de gestão educacional, na organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de propostas pedagógicas da escola. Atuar em escolas públicas e privadas de Educação Infanti l e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Autocrítica. 6.5 Áreas de atuação do Pedagogo Na sociedade contemporânea a escola já não é mais a única, nem mesmo a mais legítima fonte de formação e informação como temos apresentado em nossa proposta. O novo conceito de espaços de aprendizagem se ampliou, ultrapassou os limites das instituições escolares formais, passando a abranger em seu contexto instituições não-escolares (empresas, sindicatos, igrejas, meios de comunicação dentre outros.) e também os movimentos sociais democráticos organizados pela própria sociedade. O que tem permanecido como elemento definidor do processo educativo é a ação docente. O profissional licenciado em Pedagogia da Faculdade POLITEC poderá atuar na docência em Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de En sino Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. 6.6 Mercado de trabalho A formação oferecida abrangerá, integralmente a docência, a participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a execução, o acompanhamento de programas e as atividades educativas, habilitando o profissional a trabalhar como professor em creches e em instituições de ensino que oferecem cursos de Educação Infantil e Fundamental; como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino; em editoras e em órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e a distância. Além disso, atua em espaços de educação não-formal, como organizações não-governamentais, hospitais, asilos, movimentos sociais, associações e clubes; em empresas que demandem sua formação específica e em instituições que de senvolvem pesquisas educacionais. Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria. 7. Estratégias pedagógicas Para que o aluno atinja o perfil desejado, o docente do curso de Licenciatura em Pedagogia permite que ele tenha formação geral e especializada sem comprometer o espaço de atuação. Devido ao crescimento demográfico e exigências de melhor formação profissional em todos os Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 31 setores da sociedade, o mercado de trabalho do pedagogo, configura-se num dos setores em expansão, oferecendo ao egresso do curso de Pedagogia diversas perspectivas de trabalho, além da atuação em instituições escolares públicas e privadas, o mesmo encontra campo de trabalho nas empresas, desenvolvendo projetos de formação continuada e qualificação prof issional dos funcionários. Empresas, órgãos públicos e organizações não-governamentais são locais, hoje, considerados próprios para a atuação de pedagogos. Um dos pontos chaves para o sucesso na formação do profissional de Pedagogia é a motivação do estudante e de todos os participantes do processo. Entre os fatores que contribuem para a perda da motivação dos alunos, e consequentemente dos professores, está o desconhecimento dos conteúdos mínimos para a efetiva compreensão das matérias básicas do curso, de modo especial a competência escritora e leitura, requisito essencial para o avanço nos estudos e compreensão do processo de ensino e uma das ferramentas que o aluno dispõe para consolidação de suas ideias. Pensando em maneiras de resolver essa questão o Núcleo Docente Estruturante, juntamente com os professores, entendem que no início de pelo menos os três primeiros semestres do curso, haja a preocupação real com uma revisão e orientação efetiva do aluno que tem deficiências quanto ao andamento dos componentes curriculares e disponibiliza aos alunos mecanismos complementares de incentivo aos estudos, que englobam ações concretas a partir da observação do corpo docente. As ações imediatas envolvem a formação de grupos de estudo, encaminhamento de alunos para programa de monitoria, plantões tira-dúvidas em horário que antecede às aulas, entre outras formas que são empregadas pelo corpo docente. Temos convicção de que esse problema não é resolvido apenas com essas atitudes, mas queremos fazer aquilo que como escola temos possibilidade; para que a partir desses conhecimentos, os estudantes sejam capazes de abandonar uma postura passiva na construção dos conhecimentos básicos, assumindo um papel mais ativo no processo, tornando-se agente de sua aprendizagem. Esta mudança de postura decorre do conhecimento do conjunto de ferramentas disponíveis e suas aplicações. Por isso buscamos em sua jornada de aprendizado disponibilizar meios para que o estudante desenvolva sua capacidade de julgamento de forma suficiente para que ele próprio esteja apto a buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado. 7.1 Nivelamento Regulamentado pela Resolução CONSUP nº 23, o Núcleo de Nivelamento está vinculado à Diretoria Acadêmica e seu Coordenador por indicação da mesma. Tal Resolução estabelece: Art. 2º O Núcleo de Nivelamento, através de calendário pré-fixado pela Instituição, abrirá turmas e horários para que os alunos que encontrarem dificuldades em acompanhar o desenvolvimento dos conteúdos de disciplinas possam reforçar o conteúdo programático estudado. Parágrafo único. Para que o aluno possa se inscrever no Núcleo de Nivelamento e Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 32 fazer parte dos programas de nivelamento das disciplinas, é necessário o encaminhamento e solicitação por parte do professor, com anuência do Coordenador do curso. Art. 3º O aluno que se matricular em disciplinas do Núcleo de Nivelamento das FAP deverá seguir o Regimento Interno Unificado, conforme Artigo 73 §2º quanto à frequência . Art. 4º O aluno será encaminhado para o Núcleo de Nivelamento quando: O professor detectar deficiência na língua portuguesa (escrita e verbal); O professor detectar deficiência por parte do aluno em disciplina que ele ministra; O professor detectar deficiência de conceitos matemáticos elementares que dificultem a assimilação do conteúdo estudado. Parágrafo único. Após o professor detectar deficiência de conhecimentos por parte do aluno e encaminhá-lo ao núcleo de nivelamento, não se constitui obrigatoriedade por parte do aluno em efetuar sua matrícula. Art. 5º As disciplinas ministradas pelo Núcleo de Nivelamento não farão uso de notas para os alunos serem aprovados na conclusão da disciplina, porém, poderão se utilizar diversas formas de avaliação durante o decorrer da disciplina. Art. 6º O professor da disciplina de nivelamento, através da Coordenação do Núcleo, fará encontros quinzenais para discutir a evolução e progressão do aluno. 7.2 Núcleo de Atendimento Discente - NDI O Núcleo de Apoio Psicológico e Psicopedagógico tem por objetivo desenvo lver um trabalho de atendimento Psicológico e Psicopedagógico, direcionado ao corpo discente, Corpo Docente e Funcionários da Faculdade Politec. Contando com Resolução própria, essa estabelece: Art. 2º Fixa os objetivos do referido Núcleo: Acolher aos alunos em suas dificuldades, orientá-los e acompanhá-los em seu processo de desenvolvimento frente às grandes mudanças encontradas nas diversas faixas etárias, com a finalidade de levá-los a um maior conhecimento de si próprios para que possam ajustar-se harmoniosamente ao seu meio social, familiar, escolar e, assim, preparar-se para o exercício da profissão e de sua cidadania. Acolher e orientar o corpo discente sobre as dificuldades encontradas na área Psicopedagógica, tanto individual como em grupo. Acolher e orientar o corpo docente sobre as dificuldades encontradas na área Psicopedagógica, tanto individual como em grupo. Acolher e orientar os funcionários sobre as dificuldades encontradas nas funções desempenhadas por eles. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 33 Art. 3º Os atendimentos psicológicos e psicopedagógicos poderão ser realizados em grupo, com dinâmicas, e individualmente, e serão marcados alguns retornos conforme a necessidade de cada aluno, juntamente com a autorização dos pais, nos casos em que se fizer necessário. Tais atendimentos se caracterizarão por meio de: Atendimento individual com duração de 30 min. Trabalho em grupo. Dinâmicas abordando assuntos afins. Reuniões com professores. Reuniões com os pais. Art. 4º Os atendimentos psicológicos destinados aos corpos docente e admi nistrativo poderão ser realizados em grupo, com aplicação de dinâmicas, e individualmente, e serão marcados alguns retornos conforme a necessidade de cada sujeito. Tais atendimentos se caracterizarão por meio de: Atendimento individual com duração de 30 min. Trabalho em grupo. Dinâmicas abordando assuntos afins. Parágrafo Único. conforme o Art. 4º. 8. Os mesmos procedimentos serão aplicados aos funcionários Currículo 8.1 Matriz curricular 1º Período Disciplina Organização e Políticas da Educação Básica História da Educação Informática na Educação Comunicação e Expressão Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica Introdução à Psicologia Total -> CHS 4 4 2 4 C. H. Total 80 h/a 80 h/a 40 h/a 80 h/a 2 40 h/a 4 20 80 h/a 400 h/a CHS 4 4 4 2 C. H. Total 80 h/a 80 h/a 80 h/a 40 h/a 2º Período Disciplina Sociologia da Educação Filosofia da Educação Psicologia da Educação Produção Textual em Educação Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 34 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico Fundamentos da Didática Total -> 4 2 20 80 h/a 40 h/a 400 h/a 3º Período Disciplina Didática e Formação Docente Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil Educação na Diversidade Cultural Educação, Natureza e Sociedade Seminários sobre Jogos e Brincadeiras Educação, Espaço e Forma Fundamentos e Metodologia da Alfabetização CHS 4 4 2 2 2 2 4 C. H. Total 80 h/a 80 h/a 40 h/a 40 h/a 40 h/a 40 h/a 80 h/a Total -> 20 400 h/a Disciplina Metodologia e Prática da Alfabetização Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia Fundamentos e Práticas do Ensino da História Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem Didática e Prática Docente Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos CHS 2 2 2 C. H. Total 40 h/a 40 h/a 40 h/a 2 40 h/a 4 4 4 80 h/a 80 h/a 80 h/a Total -> 20 400 h/a 4º Período Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 35 5º Período Disciplina CHS Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e 4 Saúde Fundamentos e práticas do Ensino de Ciências 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes 2 Matemática 2 Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e 2 Adultos Currículos e Programas 4 Avaliação Educacional 4 Total -> 20 Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental I C. H. Total 80 h/a 40 h/a 40 h/a 40 h/a 40 h/a 80 h/a 80 h/a 400 h/a 150 h 6º Período Disciplina CHS Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática 4 Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa 4 Didática, Estratégias e Recursos da Educação de pessoas 2 com Necessidades Especiais Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 4 A inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na 4 Educação Básica Total -> 20 Práticas Curriculares I Estágio Supervisionado na Educação de jovens e Adultos na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais 7º Período Pesquisa Educacional Gestão Escolar na Educação Básica Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar Gestão da Educação Infantil Estatística Aplicada à Educação Legislação e Normas na Educação Nacional Total -> C. H. Total 40 h/a 80 h/a 80 h/a 40 h/a 80 h/a 80 h/a 400 h/a 50 h 100 h 4 4 4 2 2 4 20 80 h/a 80 h/a 80 h/a 40 h/a 40 h/a 80 h/a 400 h/a 50 h 50 h CHS 4 C. H. Total 80 h/a Práticas Curriculares II Estágio Supervisionado em Gestão Escolar 8º Período Disciplina Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 36 Políticas Públicas e Educação Corpo e Movimento Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Literatura Infantojuvenil Relações Sociais e Éticas Total -> Práticas Curriculares III Resumo do Curso Regime Escolar Integralização do Curso CH de Disciplinas Curriculares Presenciais 2 2 4 2 2 4 20 40 h/a 40 h/a 80 h/a 40 h/a 40 h/a 80 h/a 400 h/a 40 h Semestral Mínimo: Máximo: 08 semestres 12 semestres 3200 aulas 2.666 horas relógio CH de Estágio Supervisionado CH de Atividades Complementares CH de Atividades de Prática Curricular Carga Horária Total do Curso Número de vagas semestrais Número de vagas anuais 300 horas relógio 100 horas relógio 140 horas relógio 3.206 horas relógio 60 120 Turno de oferecimento Periodicidade das aulas Noturno De segunda à sexta-feira 1.1 Ementário Disciplina Organização e Políticas da Educação Básica Ementa Estudo do sistema educacional brasileiro, de seus aspectos organizacionais, de suas políticas e das variáveis intervenientes na gestão da educação básica. Análise teórico-prática da legislação vigente, aplicada á organização escolar em seus aspetos administrativo-pedagógicos na perspectiva da transformação da realidade social. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 37 Bibliografia Básica: COSTA, Josilene S. (Org.) Políticas Educacionais, Práticas Pedagógicas e Formação.Campinas: Alínea, 2013. LIBÂNEO, José Carlos, OLIVEIRA, João Ferreira de, TOSHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2012. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. São Paulo: Cengage. 2012. Bibliografia Complementar: JEFFREY, Debora C. (org.) Política Educacional Brasileira - análise e entraves. Campinas: Mercado de Letras, 2012. SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Campinas: Autores Associados. 2009. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Campinas: Papirus. 2009. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Campinas: Papirus, 2002. (VIRTUAL) Disciplina História da Educação Ementa Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo histórico. Estudo das abordagens do ensino da história da educação. Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade. Verificação dos condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticas da história da humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil. Bibliografia Básica: ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2008 MANACORDA, Maria A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2010. ROMANELLI, Otaíza de O. História da Educação no Brasil. 38. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. GHIRALDELLI Junior, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira: da colônia ao governo Lula. 2.ed. São Paulo: Manole, 2009. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: BRANDÃO, C. R. O Que é Educação? São Paulo: Brasiliense, 2004. GUIRALDELLI, Paulo. História da educação brasileira. 4ªed. Cortez. 2011 GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2014. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 38 Disciplina Informática na Educação Ementa Apresentação de novas tecnologias como ferramenta no desenvolvimento de atividades educacionais. Reflexão sobre a presença das tecnologias de informação e comunicação no cotidiano e seu impacto nos mais diversos aspectos cognitivos. Bibliografia Básica: ALMEIDA, F. J. Educação e Informática: os computadores na escola. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2012. BRITO, Glaucia da Silva. PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas Tecnologias: um (re)pensar. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) LEITE, Lígia S. Tecnologia Educacional – descubra suas possibilidades na sala de aula. 6. ed. Campinas:Vozes, 2011. TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação - Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. 9. ed. São Paulo: Érica, 2012. Bibliografia Complementar: DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. 2. ed. Campinas: Vozes, 2011. LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula.7ªed. Vozes. 2011. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2010. Disciplina Comunicação e Expressão Ementa Reflexão da linguagem oral e escrita. Estudos da norma padrão da língua portuguesa. Estudo das estruturas de coesão e coerência. Leitura, interpretação e análise de textos de diferentes gêneros. Instrumentalização para produção de textos acadêmicos. Bibliografia Básica: CUNHA, Celso; LINDLEY CINTRA. L. F. Nova Gramática do Português Contemporâneo. De acordo com a Nova Ortografia. 5.ed. Lexicon Editorial, 2013. SILVA, Mauricio. Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - o que muda, o que não muda. São Paulo: Contexto, 2008 NADÓLSKIS, Hendricas. Normas de comunicação em Língua Portuguesa. 27ªed. Saraiva. 2013. SILVA, Mauricio. Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - o que muda, o que não muda. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2009 (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010. NADOLSKIS, Hê ndri cas. Comunicação redacional . 13 e d. São Paul o: Sarai va, 2012. SEVERINO, Antonio M. B. Redação - escrever é desvendar o mundo. 21. ed. Campinas: Papirus, 2012. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 39 Disciplina Seminários sobre ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica Ementa Estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade envolvendo propostas didático -pedagógicas nas escolas de educação básica. Abordagem sobre a importância de fortalecimento da cidadani a e melhores condições de vida para as pessoas. Conceito de ética diferenciando -o do conceito de moral. Reflexão sobre a objetividade ética, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas feita. Estudo da ética e estética como relação indissociável. Estudo dos níveis e modalidades de artes e suas contribuições para formação das crianças e adolescentes da escola básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano. Bibliografia Básica: AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Rio de Janeiro: Wak, 2010. MIRANDA, Simão. Oficina de ludicidade na escola. Papirus. 2013. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e competência. (Questões da nossa época, v.7). 20ª Ed. Cortez. 2011 Bibliografia Complementar: DIAS, J. M. Barros. Ética e Educação. Curitiba: Juruá, 2013. PAGNI, Pedro Angelo. Experiência estética, formação humana e arte de viver. Loyola. 2014. ROSENAU, Luciana dos Santos. Diagnósticos do fazer docente na educação infantil. Curitiba: InterSaberes, 2013. (VIRTUAL) SANTOS, Santa M P. O Brincar na Escola – metodologia lúdico-vivencial, coletânea de jogos, brinquedos e dinâmicas. 2ªed.. Campinas: Vozes, 2011. Disciplina Introdução à Psicologia Ementa Abordagem do desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, objeto de estudo, métodos e campos de aplicação. Discussão das principais escolas da psicologia e estudo do contexto de surgimento. Introdução aos fundamentos da psicologia. Abordagem do comportamento humano em seus aspectos físicos, afetivo, emocional e cognitivo. Bibliografia Básica: BISI, Guy P. Psicologia Geral. 33ªed. Vozes. 2012. BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. GRIGGS, Richard. Psicologia – uma abordagem concisa. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar: CAMPOS, Dinah M. S. Psicologia e Desenvolvimento Humano. 6. ed. Campinas: Vozes. 2011. DAVIDOFF, Linda L. Introdução a Psicologia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010. GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações a prática pedagógica 17ªed. Campinas: Vozes, 2011. MORRIS, Charles G. MAISTO, Albert A. Introdução à Psicologia. São Paulo: Prentice Hall, 2004. (VIRTUAL) Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 40 Disciplina Sociologia da Educação Ementa Conceituação e delimitação do campo de estudo da sociologia da educação. Compreensão dos fundamentos da sociologia da educação tendo como base o discurso dos autores clássicos das ciências sociais e o discurso dos autores contemporâneos. Análise sociológica da dinâmica social e das relações entre educação e sociedade. Reflexão acerca da produção das desigualdades sociais e a desigualdade das oportunidades educacionais. Formas, processos e agentes educacionais: autonomia e heteronomia. Educação e sociedade. Bibliografia Básica: COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução a ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 2011. MARQUES, Silva. Sociologia da Educação. LTC, 2012. RODRIGUES, ALBERTO TOSI. Sociologia da educação. 6 ed. [S.l.]: Lamparina, 2007. 134p. Bibliografia Complementar: CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e praticas pedagógicas. Vozes. 2011. FORACCHI, Marialice M. e MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade: leituras de introdução à sociologia. LTC, 2007. MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia. 57. ed. São Paulo: Brasiliense, 2011. Disciplina Filosofia da Educação Ementa Reflexão da filosofia da educação como um campo do saber de construção e reconstrução de conceitos e suportes teóricos, discursivos e práticos. Reflexão sobre os conceitos de: autoridade, autonomia, sujeito, objeto, consciência, vontade, desejo, razão, liberdade, dialética e ética, fundamentais para a compreensão e apreensão do complexo campo pedagógico-educacional contemporâneo. Bibliografia Básica: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução a filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009. FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação - O ensino da filosofia na perspectiva freireana. 2. ed. Campinas: Vozes. 2011. LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. 26. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Bibliografia Complementar: NUNES, CÉSAR APARECIDO. Aprendendo filosofia. 16. ed. [S.l.]: Papirus, 2005. SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 18. ed. São Paulo: Autores Associados, 2009. SILVA, Divino José da. Introdução a Filosofia da Educação. Avercamp, 2007. Disciplina Psicologia da Educação Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 41 Estudos dos princípios e técnicas psicológicas aplicadas à compreensão e orientação do educando. Estudo do comportamento humano em situação educativa. Reflexão sobre o crescimento e o desenvolvimento do individuo. Abordagem dos conceitos de aprendizagem, personalidade e seu ajustamento. Análise sobre a avaliação e relativas medidas de orientação do processo ensino aprendizagem. Bibliografia Básica: GAMEZ, Luciano. Psicologia da educação. LTC. 2013. GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações a prática pedagógica 17ªed. Campinas: Vozes, 2011. SANTROCK, John. Psicologia educacional. Macgraw-hill. 2009. Bibliografia Complementar: CARRARA, Kester (org). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São Paulo: Avercamp, 2007. COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Porto Alegre: Artmed. 2005. FOULIN, JEAN-NÖEL. Psicologia da educação. [S.l.]: Artmed, 2000. Disciplina Produção Textual em Educação Ementa Estudo do texto como situação comunicativa. Apresentação dos tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Reflexão sobre a importância das práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. Bibliografia Básica: BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. 3. ed. Campinas: Vozes. 2011. DIONISIO, Angela Paiva. Gêneros Textuais e Ensino. Parábola, 2010. KOCH, I. V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2010. (VIRTUAL) KOCH, I. V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. São Paulo: Contexto. 2010. Bibliografia Complementar: DISCINI, Norma. A Comunicação nos Textos. Contexto, 2007. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para Entender o Texto: leitura e redação. 13. ed. São Paulo: Ática, 2007. KOCH, Ingedore. As Tramas do Texto. 2ªed. Contexto. 2014. Disciplina Metodologia da Pesquisa e do trabalho Científico Ementa: método de pesquisa científica. Tipos de pesquisa. A natureza da leitura, entendimento do significado do estudo, análise de textos, pesquisa bibliográfica. Método e técnicas de pesquisa empírica. A natureza do conhecimento científico. O método científico e suas aplicações na pesquisa. Estruturação de um projeto. Normas ABNT. Diretrizes para elaboração de seminários. Elementos constitutivos de uma monografia científica. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 42 Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10. ed. Atlas. 2010. LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa: Planejamento e Execução de Pesquisas. Atlas, 2009. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 3. ed. Atlas. 2012. Bibliografia Complementar: LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas, 2010. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. 3ªed. Atlas. 2012. PÁDUA, Elisabete, Matallo. Metodologia da pesquisa – abordagem teórico – pratica. 17ªed.Papirus. 2014. Disciplina Fundamentos da Didática Ementa Conceito histórico da didática. Concepções, de didática em diferentes abordagens. Habilidades e competências da profissão docente. Estudo dos métodos de ensino. Reflexão sobre a importância do planejamento na organização e sistematização do processo de ensino -aprendizagem. A relação professor-aluno. Princípios a avaliação da aprendizagem. Bibliografia Básica: CANDAU, Vera Maria. (org.) A didática em questão. 34 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. MALHEIROS, Bruno T. Didática Geral. LTC, 2012. PILLETI, Claudino. Didática Geral. São Paulo: Ática, 2004. Bibliografia Complementar: MARTINS, Pura Lúcia Oliver. Didática teórica/didática prática: para além do confronto. São Paulo: Edições Loyola, 1995. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a Didática. 29. ed. Campinas: Papirus, 2012. VEIGA, Ilma. (org). Lições de Didática. 5ªed.Papirus. 2013. Disciplina Didática e Formação Docente Ementa Estudo da escola como instituição que circunscreve a relação pedagógica. Reflexão sobre aspectos a considerar na relação cotidiana: diferenças individuais na aprendizagem. Discussão das características, atuação e formação docente. Análise da dimensão interpessoal professor-aluno. Estudo da relação ensino-aprendizagem: a questão do conhecimento. A aprendizagem como recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções. El aboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 43 Bibliografia Básica: PIMENTA, Selma G. Didática e Formação de Professores. 6. ed. São Paulo:Cortez, 2011. TARDIF, CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e praticas pedagógicas. Vozes. 2011. FORACCHI, Marialice M. e MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade: leituras de introdução à sociologia. LTC, 2007. MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia. 57. ed. São Paulo: Brasiliense, 2011. Maurice. Saberes Docentes e a formação profissional. 14ªed. Vozes. 2012. VARIOS AUTORES. Didática e Docência na Educação Superior - implicações para a formação de professores. Campinas: Papirus, 2012. Bibliografia Complementar: ARROYO, M. G. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. 13. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Campinas: Vozes, 2011. VEIGA, Lima Passos Alencastro. A Aventura de Formar Professores. Papirus, 2009. Disciplina Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil Ementa Abordagem das concepções de infância e educação infantil, construídas ao longo do tempo, tendo como pressupostos as diferentes correntes da psicologia e da sociologia. Discussão das principais metodologias e práticas que propiciem às crianças, no cotidiano das instituições destinadas à educação infantil, experiências enriquecedoras que possibilitem o desenvolvimento e garantam seu direito à infância. Bibliografia Básica: AYRES, Sonia N. Educação Infantil – teorias e práticas para uma proposta pedagógica. Vozes, 2012. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. MOYLES, Janet R. Fundamentos da Educação Infantil – enfrentando o desafio. Artmed, 2010. RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Educação infantil: práticas pedagógicas de ensino e aprendizagem. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: MÜLLER, Fernanda (Org); Infância em perspectiva: políticas, pesquisas e instituições. 1º Ed. Cortez. 2010. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil - muitos olhares. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. OSTETTO, Luciana Esmeralda. Educação Infantil – Saberes e Fazeres da Formação. Papirus, 2010. Disciplina Educação na Diversidade Cultural Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 44 Estudo da constituição da realidade social brasileira contemporânea, suas instabilidades, conflitos e poder. Abordagem das epistemologias mono e multicultural. Estudo da diversidade étnico-racial com ênfase nas histórias e culturas da África, dos africanos e dos indígenas. Reflexão sobre a presença da diversidade na formação da cultura negra e indígena brasileira. Análise das contribuições dos negros e indígenas na formação da sociedade nacional. Bibliografia Básica: CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 9ªed. Vozes. 2011. CHALUH, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Campinas: Alinea, 2013. GOBBI, Marcia Aparecida. Educação e diversidade cultural. Junqueira e Marin, 2012. MICHALISZYN, Mario Sergio. Educação e diversidade. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas, 2009. Bibliografia Complementar: GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e Estéticas. Belo Horizonte: Autentica, 2008. LIMA, Maria N. M. Escola Plural – a diversidade está na sala. 3ªed. Cortez, 2012. MATTOS, Regiane Augusto de Mattos. História e cultura afro-brasileira São Paulo: Contexto, 2012. Disciplina Educação, Natureza e Sociedade Ementa Estudo sobre a natureza e a sociedade na educação infantil. Análise dos objetivos, conteúdos, metodologias e avaliação dos conhecimentos relacionados a estas áreas, possibilitando uma interferência multidisciplinar a partir de aspectos geográficos, históricos, culturais e ambientais. Bibliografia Básica: BRANCO, Sandra. Meio Ambiente e Educação Ambiental – na educação infantil e no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2009. GUTIERREZ, Francisco. Ecopedagogia e Cidadania planetária. 3ªed. Cortez. 2013. LOREIRO, Carlos Federico. Sociedade e Meio ambiente – a educação ambiental em debate. Cortez. 2012. PHILIPPI Junior, Arlindo. PELICIONI, Maria Cecilía Focesi. Educação ambiental e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Manole, 2014 (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental - a formação do sujeito ecológico. 6. ed. São Paulo: Cortez. 2012. CURRIE, K.L. Meio Ambiente: Interdisciplinaridade na Prática. 12ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2014. MANSOLDO, Ana. Educação Ambiental na Perspectiva da Ecologia Integral. Belo Horizonte: Autentica, 2012. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 45 Disciplina Seminários sobre Jogos e Brincadeiras Ementa Apresentação conceitual de jogos e brincadeiras. Reflexão sobre o papel da comunicação infantil na construção do indivíduo. Instrumentalização do docente para atuar como brincante. Apresentação do jogo como instrumento de aprendizagem intelectual, física e motora. Elaboração e construção de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial. Bibliografia Básica: CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida; LUCENA, Regina Ferreira de. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 6. ed. Campinas: Papirus, 2013. FRIEDMAN, Adriana. A Arte de Brincar: Brincadeiras e Jogos Tradicionais. Vozes. 2011. KISHIMOTO, T. M.. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9 ed. [S.l.]: Cortez, 2006. 183p Bibliografia Complementar: AGUIAR, João. Educação inclusiva: jogos para o ensino de conceito. Campinas: Papirus, 2013. ANTUNES, C. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 19ed. Petrópolis: Vozes, 2009. OLIVEIRA, Vera Barros de (org). O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. 10ªed. Vozes. 2010. Disciplina Educação, Espaço e Forma Ementa Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem duvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias levando o docente a construção e ampliação de seu conhecimento. Bibliografia Básica: ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. 7.ed. Papirus. 2014. CARVALHO, Mercedes. Números: Conceitos e atividades para educação infantil e ensino fundamental I. Vozes. 2010. ALVES, Eva Maria. A Ludicidade e o ensino de matemática. 7ªed. Papirus. 2013. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Mercedes. Matemática e Educação Infantil. Campinas: Vozes, 2012. RAMOS, Luzia Faraco. Conversas sobre números, ações e operações: uma proposta criativa para o ensino da matemática nos primeiros anos. São Paulo: Ática, 2009. (Educação em Ação). KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2010. RAMOS, Luzia Faraco. Conversas sobre números, ações e operações: uma proposta criativa para o ensino da matemática nos primeiros anos. São Paulo: Ática, 2009. (Educação em Ação). ( VIRTUAL) Disciplina Fundamentos e Metodologia da Alfabetização Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 46 Ementa Analisar as concepções de alfabetização e as relações entre alfabetização e letramento, considerando-se as questões sócias históricas e linguísticas e também as concepções teórico metodológicas das práticas alfabetizadoras, incluindo adaptações curriculares do ensino d e Língua Portuguesa para o portador de necessidades especiais. Bibliografia Básica: BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. 3ªed. Cortez. 2013. FARACO, Carlos A. Linguagem Escrita e Alfabetização. Contexto, 2012. LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Summus, 2010. SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. 6.ed. São Paulo: Contexto, 2010. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Geraldo P. Práticas de Alfabetização e Letramento. São Paulo: Cortez, 2008. FERREIRO, Emilia. Alfabetização em Processo. 19. ed. São Paulo: Cortez, 2009. MENDONÇA, Onaide S. Alfabetização – método sociolingüístico. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. Disciplina Metodologia e Prática da Alfabetização Ementa Reflexão sobre a alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental. Apresentação da construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Orientações didáticas para o ensino da língua: leitura, escrita, oralidade. Apresentação dos gêneros textuai s na comunicação. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Geraldo Peçanha. Praticas de alfabetização e letramento. Cortez. 2007. BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. 3ªed. Cortez. 2013. HARTMANN, Schirley Horácio de Gois. Práticas de leitura para o letramento no ensino superior. Curitiba:InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) SMOLKA, Ana Luiza B. A criança na fase inicial da escrita – alfabetização como processo discursivo. 13ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Um diálogo entre teoria e prática. Vozes, 2010. COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. São Paulo: Summus, 2011. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 47 Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina geografia na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do en sino de geografia no contexto histórico e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos parâmetros curriculares nacionais – PCN. Aprofundamento do foco nos conceitos geográficos e desenvolvimento de práticas pedagógicas que possibilitem a contextualização do professor nos espaços geográficos. Bibliografia Básica: CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino de geografia na escola. Papirus. 2014. CAVALCANTI, Lana dos Santos. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 18ªed. Campinas: Papirus, 2014. SANTOS, Rosane Maria Rudnick dos. SOUZA, Sandra Mara Lopes de. O ensino de geográfia e suas linguagens. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) VESENTINI, José William. Ensino de geografia no século XXI. 7ªed. Papirus. 2014. Bibliografia Complementar: ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História: inteligências múltiplas, aprendizagem significativa e competência no dia-a-dia. Campinas: Ed. Papirus, 7ª Edição, 2010. CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2010. PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. 3ªed. Cortez. 2013. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino de História Ementa Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina história na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do ensino de história no contexto histórico e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN. Discussão da importância didática e pedagógica da pesquisa históricodocumental e crítica para o ensino de História para as séries iniciais do Ensino Fundamental. Bibliografia Básica: ADUB, Kátia Maia. Ensino de História. Cengage. 2011. LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011. MICELI, Paulo. História moderna. São Paulo: Contexto, 2013. (VIRTUAL) NIKITIUK, Sonia L. Repensando o ensino de história. 8ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História: inteligências múltiplas, aprendizagem significativa e competência no dia-a-dia. Campinas: Ed. Papirus, 7ª Edição, 2010. FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história. 13ªed. Papirus, 2013. SILVA, Marcos. História: que ensino é esse? Papirus. 2013. Disciplina Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica Ementa Estudo dos pressupostos clássicos, teóricos metodológicos na educação básica. Reflexão crítica às tendências teóricas metodológicas da contemporaneidade. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 48 Bibliografia Básica: BRUEL, Ana Lorena de Oliveira. Políticas e legislação da educação básica no Brasil. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) GIAMBIAGI, Fabio. Educação básica no Brasil – construindo o país do futuro. Elsevier. 2009. LIBÂNEO, José C.; OLIVEIRA, João F. de; TOSCHI, Mirza S. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 10ªed. São Paulo: Cortez, 2012. VASCONCELLOS, Maria L. Educação Básica: a formação do professor, relação professor-aluno, planejamento, mídia e educação. São Paulo: Contexto. 2012. Bibliografia Complementar: CORTELLA, Mario. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológico e políticos. São Paulo: Cortez, 2011. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender - Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Petrópolis: Vozes, 2009. GUIRALDELLI, Paulo. História da educação brasileira. São Paulo. Ed Cortez, 2010. Disciplina Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem Ementa Apresentação dos conceitos de desenvolvimento geral, da cognição humana e da aquisição d os saberes. Estudo sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem com prioridade no âmbito escolar. Reflexão sobre as diferentes visões de homem e mundo a partir das abordagens e práticas pedagógicas. Abordagem das teorias de Jean Piaget, Lev S. Vygotsky e Henry Wallon. Estudo das dificuldades de aprendizagem. Bibliografia Básica: CAMPOS, Dinah M. S. Psicologia da Aprendizagem. 37. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. CASTORINA, José Antonio. Desenvolvimento cognitivo e educação 1. Artmed, 2014. PILETTI, Nelson. Psicologia da Aprendizagem – da teoria do condicionamento ao construtivismo. São Paulo: Contexto, 2011. PILETTI, Nelson. Psicologia da Aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. 1.ed. São Paulo: Contexto, 2012. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas e seus estímulos. Campinas, Papirus, 2010. DAVIS, Claudia. Psicologia na educação. São Paulo; Cortez, 2010. LA TAILLE, Yves. Piaget, Vygotsky, Wallon: teoria psicogenética em discussão. São Paulo. Ed. Summus, 2002. Disciplina Didática e Prática Docente Ementa Estudos metodológicos da aula. Estudos das competências e habilidades fundamentais à docência humanizada. Apresentação das metodologias necessárias à execução de planejamento que reverta em um processo de ensino-aprendizagem. Conceito e execução do planejamento da ação didática. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 49 Bibliografia Básica: CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2011. CRUZ,C.H.C; GANDIM,D. Planejamento na sala de aula. 13ªed. São Paulo: Vozes, 2011. VEIGA, Ilma Passos Alencastro . (org). Lições de Didática. 5ªed. São Paulo: Papirus. 2006. (VIRTUAL) VEIGA, Ilma. (org). Lições de Didática. 5ªed. São Paulo: Papirus. 2013. Bibliografia Complementar: ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. Campinas: Papirus, 2008. PILETTI, Claudino. Didática Geral; (Série Educação), 24º Ed. Ática, 2005. POLITY, Elizabeth. Ensinando a ensinar: educação com afeto. São Paulo: Vetor, 2003. Disciplina Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos Ementa Compreensão e produção de textos acadêmicos na perspectiva da metodologia científica. Análise de artigos científicos. Produção de textos acadêmicos científicos. Bibliografia Básica: BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Petrópolis: Vozes, 2010. BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Manual de produção de textos acadêmicos e científicos. São Paulo: Atlas, 2013. SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008. Bibliografia Complementar: FIORIN, Jose Luis. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007. GUIMARÃES, ELISA. A articulação do texto. 9. ed. [S.l.]: Ática, 2006. OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico. 8ªed. Vozes. 2010. Disciplina Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde Ementa Estudo histórico da Educação Ambiental e suas relações interdisciplinares. Análise holística do meio ambiente. Apresentação e análise das políticas de Educação Ambiental. Estudo do meio enquanto componente curricular para o ensino de crianças. Reflexão de novos conceitos relativos à educação ambiental, nutrição, saúde e cidadania. Estratégias e ações para defesa do meio ambiente, educação ambiental, ética e historicidade. Bibliografia Básica: ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. BRANCO, Sandra. Meio ambiente e educação ambiental na educação infantil e no ensino fundamental. Cortez. 2007. MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de formação. Vozes. 2011. PINSKY, Jaime. Cidadania e educação. 10.ed. São Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL) Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 50 Bibliografia Complementar: CURRIE, K.L. Meio Ambiente: Interdisciplinaridade na Prática. 12ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2014. GUIMARAES, Mauro. A dimensão ambiental na educação. 11ªed. Papirus, 2014. MINC, CARLOS. Ecologia e cidadania. 2. ed. reform. [S.l.]: Moderna, 2005. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências Ementa Contextualização dos fundamentos e da metodologia do ensino de Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Estabelecimento de relações entre os saberes sistematizados e cotidianos por meio de experimentos que permitam o desenvolvimento e aprofundamento teórico -prático do conhecimento científico. Compreensão do ensino de ciências naturais como contribuição para reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento científico. Bibliografia Básica: ASTOLFI, Jean Pierre et alii. A didática das ciências. 16ªed. Papirus. 2013. ASTOLFI, Jean Pierrie et al. A didática das ciências. São Paulo: Papirus, 2014. (VIRTUAL) POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009. TRIVELATO, Silvia F. Ensino de Ciências. Col. idéias em aço. Cengage. 2012. Bibliografia Complementar: ASTOLFI, Jean-Pierre. A didática das ciências. 16ªed. Papirus. 2013. CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Ensino de ciências por investigação – condições para implementação em sala de aula. Cengage. 2014. SANTOS, César Sátiro. Ensino de ciências. 2ªed. Autores Associados. 2012. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes Ementa Vivência do lúdico na educação como um instrumento de aprendizagem. Identificação da importância do significado histórico e etimológico da arte-educação. Desenvolvimento de experiências criadoras em arte. Relação da arte com o processo de aprendizagem, comunicação e criatividade. Reconhecimento das diversas manifestações artísticas da cultura brasileira, em especial da cultura afro-brasileira e indígena. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 51 Bibliografia Básica: DÓRIA, Lílian Freury. Et al. Metodologia do ensino de arte. Curitiba: InterSaberes, 2013. ( VIRTUAL) FERREIRA, Sueli. Ensino das artes. 10ªed. Papirus. 2014. GONÇALVES, Tatiana F. Entre linhas, formas e cores: arte na escola. Campinas: Papirus, 2010. MOURÃO, Luciana. Ensino de arte. Cengage. 2006. Bibliografia Complementar: BUORO, A. B. Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte. 8ªed. Cortez. 2010. FRITZEN, Celdon. Educação e Arte – As linguagens artísticas na formação humana. 2ªed. Papirus, 2013. VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. São Paulo: Phorte, 2009. Disciplina Matemática Ementa Abordagem dos aspectos históricos da Matemática. Estudo dos conceitos básicos da matemática para formação do professor das séries iniciais. Bibliografia Básica: GUIMARÃES, Karina Perez. Desafios e perspectivas para o ensino da matemática. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) MACHADO, N. J. Matemática e realidade. 8ªed. Cortez. 2013. MOREIRA, Plinio Cavalcanti. Formação matemática do professor – licenciatura e pratica docente escolar. Autentica. 2005. NACARATO, Adair. Indagações, reflexões e práticas em leituras e escritas na educação matemática. Mercado de Letras. 2013. Bibliografia Complementar: D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática – da teoria à prática. Campinas: Papirus, 2007. KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2009. PAIVA, Maria Auxiliadora. A formação do professor que ensina matemática. Autentica. 2006. Disciplina Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos Ementa Estudo das concepções, métodos e formas de ensino na educação de jovens e adultos. Reflexão sobre o sentido social da educação de jovens e adultos. Estudo de propostas de alfabetização e de formas de avaliação para jovens e adultos. Reflexão sobre as políticas públicas de educação para jovens e adultos. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 52 Bibliografia Básica: BARCELOS, Valdo. Educação de jovens e adultos – curriculo e praticas pedagogicas. 3ªed. Vozes. 2010. GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Prática e Proposta. Cortez. 2011. PAULA, Claudia Regina de. Educação de jovens e adultos: a educação ao longo da vida. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. 2ªed.Vozes. 2012. Bibliografia Complementar: CAPUCHO, Vera. Educação de jovens e adultos – prática pedagógica e fortalecimento da cidadania. Cortez. 2012. FUCK, IRENE TEREZINHA. Alfabetização de adultos: relato de uma experiência construtivista. [S.l.]: Vozes, 2007. PICONEZ, Stela C. Bertholo. Educação escolar de jovens e adultos. 10ªed. Papirus. 2013. Disciplina Currículos e Programas Ementa Desenvolvimento histórico das teorias do currículo no Brasil. Reflexão do currículo como instrumento pedagógico de construção e reconstrução dos saberes. Articulação das diferentes concepções e organizações curriculares, seus fundamentos teórico-práticos e as relações para a implementação de propostas curriculares baseadas nas políticas educacionais e no multiculturalismo. Bibliografia Básica: GARCIA, Regina Leite; MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa (orgs.). Currículo na Contemporaneidade: incertezas e desafios. 4ª Ed. Cortez, 2012. MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa (Org); Currículo: políticas e práticas. 13ªed. Papirus, 2014. MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa (Org); Currículo: políticas e práticas. São Paulo: Papirus, 1999. (VIRTUAL) SACRISTAN, José Gimeno. Saberes e Incertezas sobre o Currículo. Penso, 2013. Bibliografia Complementar: MOREIRA, Antonio Flávio,SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo, cultura e sociedade. 8. ed. [S.l.]: Cortez, 2005. MOREIRA, Antonio Flavio. Currículos e programas no Brasil. 18ªed. Papirus. 2014. REGO, Teresa. Currículo e política educacional. Vozes. 2011. Disciplina Avaliação Educacional Ementa Estudo dos conceitos de avaliação educacional. Análise dos instrumentos de avaliação. Fundamentação dos critérios de avaliação. Estudo dos conceitos de avali ação institucional e externa (governamentais). Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 53 Bibliografia Básica: ARREDONDO, Castilho Santiago. Práticas de avaliação educacional: materiais e instrumentos. Curitiba: InterSaberes, 2013. (VIRTUAL) CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Curitiba: Ibpex, 2009. FALIVENE, Julia Maria. Avaliação Educacional: Da Teoria a Prática. LTC, 2013. FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Petrópolis: Vozes, 2012. Bibliografia Complementar: HOFFMANN, JUSSARA, Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. 36 ed. [S.l.]: Mediação, 2006. HOFFMANN, JUSSARA. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré -escola à universidade. 23. ed. [S.l.]: Mediação, 2004. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 2011. Disciplina Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental I Ementa Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áre as do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012. ARANTES, Ivani Catarina. FAZENDA et al. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. São Paulo: Papirus, 1991. (VIRTUAL) PICONEZ, Stela C Bertholo. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. Papirus, 2013. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Anna Maria Pessoa. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura. Cengage, 2012. MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades. Junqueira e Marin, 2008. PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012. Disciplina Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação Ementa Identificação dos processos de diferentes linguagens e mediações tecnológicas na educação no contexto escolar. Organização e oferecimento de propostas de formação continuada e para a produção de materiais educativos em diversos suportes. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 54 Bibliografia Básica: ALMEDINA, Fernando. Educação e informática: os computadores na escola. 5.ed. Cortez. 2012. CARVALHO, Fábio Câmara Araujo de. Tecnologias que educam: ensinar e aprender com tecnologias da informação e comunicação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ( VIRTUAL) LEITE, Ligia Silva. Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. Petropolis: Vozes, 2011. MORAM, J. M.; MASSETTO, M.; BEHRENS, M.A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 21ªed. São Paulo: Papirus. 2014. Bibliografia Complementar: FREIRE, Wendel. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. SP: WAK, 2009. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. São Paulo: Loyola, 2010. TAJRA, Samya. Informática na educação. São Paulo: Érica, 2008. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática Ementa Abordagem do conhecimento matemático com embasamento na visão histórico-cultural. Estudo das alternativas metodológicas para o ensino da matemática nas séries iniciais. Estudo das orientações curriculares contidas no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´s) para o ciclo I. Bibliografia Básica: BRAVO, J.A. Fernandez. O Ensino da Matemática: Fundamentos Teóricos e Bases Psicopedagógicas. Penso. 2005. FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. São Paulo: Cortez, 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. São Paulo: Edusc, 2009. SADOVSKY, Patricia. O ensino de matemática hoje: enfoques, sentidos e desafios. São Paulo: Ática, 2007. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: DANTE, Luiz R. Didática da matemática na Pré-escola. São Paulo: Atica, 2007. KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2009. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2006. Disciplina Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa Ementa Fundamentos e metodologia do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais. Estabelecimentos das relações entre leitura e escrita. Estudo das competências e habilidades da alfabetização e letramento. Apresentação dos gêneros discursivos. Estudo dos mecanismos de coesão e coerência nas diversas práticas textuais. Apresentação do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais por meio de contextos teórico-metodológicos, incluindo o portador de necessidades especiais. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 55 Bibliografia Básica: CANADAS, Marcos A. Ensino de língua portuguesa. Cengage. 2007. COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009. ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Escrita e Leitura. SP: Contexto, 2011. GOMES, Maria Lucia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar. Um diálogo entre teoria e prática. Vozes. 2010. RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. São Paulo: Contexto, 2008. SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. Contexto. 2003. Disciplina Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades Especiais Ementa Estudo da didática e estratégias para o acesso ao conhecimento e aos ambientes sociais e escolares de alunos com deficiência. Compreensão dos mecanismos que envolvem a educação inclusiva e de suas implicações na prática educacional como um todo. Bibliografia Básica: CAIADO, Kátia. Pratica Pedagógica na Educação Especial – multiplicidade do atendimento educacional especial. Junqueira & Marin. 2013. DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências, Formação. Junqueira & Marin. 2011. FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação especial. Curitiba: InterSaberes, 2013. (VIRTUAL) GAIO, Roberta. Caminhos pedagógicos da educação especial. 8ªed. Vozes. 2012. Bibliografia Complementar: SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. São Paulo: Cia dos Livros. 2010. SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed, 2009. PADILHA, Ana Maria. Práticas Pedagógicas na Educação Especial. 4ªed. Autores Associados. 2007. Disciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS Ementa Linguagem audiovisual características e propriedades. Libras e língua portuguesa. Estudo básico da estrutura e do funcionamento dessa linguagem. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 56 Bibliografia Básica GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009. KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Artmed, 2004. QUADROS, R.M. Lingua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011. QUADROS, R.M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Artmed, 2003. Bibliografia Complementar FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1. Ciranda Cultural, 2009. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012. PEREIRA, Maria Cristina. Libras – conhecimento alem dos sinais. Pearson. 2011. Disciplina A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica Ementa Estudo dos fundamentos históricos da política de educação de pessoas deficientes. Compreensão das transformações históricas da educação inclusiva, com vistas à construção de uma prática pedagógico-educacional inclusiva – favorecedora do acesso e permanência do aluno com deficiência. Reflexão dos princípios éticos e da aceitação da diversidade humana, em seus aspectos sociais. Bibliografia Básica: PACHECO, José. Caminhos para inclusão. Penso. 2007. PADILHA, Anna Maria Lunardi. OLIVEIRA, Ivone Martins de. (Orgs.) Educação para todos: as muitas faces da inclusão escolar. São Paulo: Papirus, 2014. (VIRTUAL) REILY, Lucia. Escola inclusiva: linguagem e mediação. 4ªed. Papirus. 2014. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010. Bibliografia Complementar: DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências, Formação. Junqueira & Marin. 2011. PADILHA, Ana Maria. Praticas Pedagógicas na Educação Especial. 4ªed. Autores Associados. 2007. STAINBACK, WILLIAN. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. Disciplina Práticas Curriculares I Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 57 Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. Bibliografia Básica: ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013. ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus. 2001. (VIRTUAL) GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 24. ed. Campinas: Papirus. 2013. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Vozes, 2011. Disciplina Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais. Ementa Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012. ORRU, Silvia Ester. Para Além da Educação Especial. WAK, 2014. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011. Bibliografia Complementar: MAIA, Heber. Necessidades Educacionais Especiais. WAK, 2011. MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades. Junqueira e Marin, 2008. PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012. Disciplina Pesquisa Educacional Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 58 Estudo da pesquisa como condição essencial para a produção de conhecimento. Reflexão sobre a pesquisa e a prática no cotidiano do educador. Reflexões referentes à produção do conhecimento científico, por meio das quais fornece subsídi os para que o aluno elabore o seu Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Análise da pesquisa como processo de tomada de decisões nas diferentes etapas da aprendizagem. Estudo dos princípios de formação profissional numa perspectiva crítica, teórica, ética e criativa. Bibliografia Básica: FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas; Papirus, SP. 2011. FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. São Paulo: Papirus, 1995. (VIRTUAL) FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. SP:Cortez, 2010. SANTOS FILHO, José. Pesquisa educacional – quantidade – qualidade. Cortez. 2013. Bibliografia Complementar: ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores.Campinas:Papirus, 2007. BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: Introdução a Metodologia Científica. São Paulo: Vozes, 2011. MALHEIROS, Bruno. Metodologia da pesquisa em educação. LTC. 2011. Disciplina Gestão Escolar na Educação Básica Ementa Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio -culturalhistórico-político e ético, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com especial ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios, aspectos que possam ser aplicados com êxito, na gestão. Estudo de gestão democrática. Bibliografia Básica: BARTINIK, Helena Leomir de Souza. Gestão educacional. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) CALDERON, Adolfo. Políticas e gestão da educação: desafios em tempos de mudanças. Autores Associados. 2013. LÜCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. 8 ed. Vozes. 2012. PARO, Vitor Henrique. Administração escolar – Introdução Crítica. 17ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: ANDROTTI, Azilde L. História da administração escolar no Brasil: do diretor ao gestor. 2ªed. Alínea. 2013. SALERNO, Soraia Chafic. Administração escolar e educacional: planejamento, política e gestão. Alínea. 2007. FRANCISCO FILHO, Geraldo. A administração escolar analisada no processo histórico. 2ªed. Alínea. 2013. Disciplina Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar Ementa Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 59 Estudo sobre a capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da escola básica. Elaboração de projetos educacionais voltados às dificuldades de aprendizado, de relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares e vocacionais. Bibliografia Básica: AMARAL, Josiane C. S. R. do. Fundamentos de Apoio Educacional. Penso, 2014. GIACAGLIA. Lia Renata A; PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática: princípios técnicas instrumentos. 6ªed. Cengage. 2011. GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A prática dos orientadores educacionais. 7. ed. SP: Cortez, 2012. Bibliografia Complementar: GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A orientação educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2011. VALENTINI, Deborah B. Orientação Vocacional - o que as escolas tema a ver com isso? Papirus, 2013. Disciplina Gestão da Educação Infantil Ementa Estudo sobre gestão sustentável de escolas de educação infantil e crech e. Estudo das ações específicas, competências e habilidades para gerir escolas e classes que atendam a Educação Infantil. Análise das políticas públicas e da legislação para a Educação Infantil. Bibliografia Básica: CORSINO, Patricia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2009. KRAMER, Sonia. Et al. Infância e educação infaltil. São Paulo: Papirus, 1999. (VIRTUAL) MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. OSTETTO, Luciana. Educação infantil – saberes e fazeres da formação de professores. 5ªed. Papirus. 2014. Bibliografia Complementar: ANTUNES, Celso. Educação Infantil - Prioridade Imprescindível. Vozes, 2011. ARCE, Alessandra. O trabalho pedagógica com crianças de até três anos. Alínea. 2014. MAROTZ, Lynn R. Gestão e motivação em educação infantil. Cengage. 2013. Disciplina Estatística Aplicada à Educação Ementa Introdução dos princípios básicos da estatística e suas variadas aplicações. Compreensão e utilização de seus principais instrumentos de análise. Aplicação de conceitos estatísticos no campo da educação. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 60 Bibliografia Básica: COSTA NETO, PEDRO LUIZ DE OLIVEIRA. Estatística. 2. ed. rev. e atual. [S.l.]: Edgard Blücher, 2005. MOORE, DAVID S. A estatística básica e sua prática. 3. ed. [S.l.]: LTC, 2005. MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011. Bibliografia Complementar: CASELA, George. Inferência Estatística. São Paulo:Cengage, 2010. CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009. ROSS, Sheldon. Probabilidade. São Paulo:Bookman, 2010. SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009. Disciplina Legislação e Normas na Educação Nacional Ementa Reflexão sobre o sistema educacional brasileiro e a organização formal da escola. Estudo sobre o ensino da Educação Básica na legislação educacional vigente. Reflexão as políticas de ações afirmativas da educação. Bibliografia Básica: DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. 23º Ed. Papirus. 2014. DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. São Paulo: Papirus, 1997. (VIRTUAL) LIBÂNEO, J. Carlos; OLIVEIRA, J. Ferreira; THSCHI, M. Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. 10ªed. Cortez. 2012. SANTOS, Pablo Silva Machado Bispo dos. Guia prático da política educacional no Brasil: ações, planos, programas e impactos. São Paulo: Cengage Learning. 2012. Bibliografia Complementar: SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória limites e perspectivas. 11. ed. (Coleção educação contemporânea). Autores Associados. 2008. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Papirus, 2011. VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar. Edipro, 2010. Disciplina Práticas Curriculares II Ementa Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 61 Bibliografia Básica: ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013. ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus. 2001. (VIRTUAL) GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2005. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Vozes, 2011. Disciplina Estágio Supervisionado em Gestão Escolar Ementa Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica: ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012. ARANTES, Ivani Catarina. FAZENDA et al. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. São Paulo: Papirus, 1991. (VIRTUAL) PICONEZ, Stela C Bertholo. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. Papirus, 2013. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Anna Maria Pessoa. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura. Cengage, 2012. MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades. Junqueira e Marin, 2008. PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012. Disciplina Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares Ementa Análise das políticas públicas e da gestão educacional com ênfase na identidade do pedagogo. Reflexão sobre conceitos e dimensões sócio-políticos da estrutura de espaços não escolares. Conhecimento de princípios e práticas pedagógicas no processo de estruturação e organização de ambientes socioeducativos em espaços não escolares. Gestão de programas e projetos educacionais voltados para pedagogia social de rua, em ambientes empresariais, hospitalares e da melhoria de qualidade de vida. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 62 Bibliografia Básica: BARTINIK, Helena Leomir de Souza. Gestão educacional. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012. GOHN, Maria da Gloria. Educação Não Formal e o Educador Social. Cortez. 2013. MARTINS, José Prado. Gestão Educacional. WAK, 2007. Bibliografia Complementar: CALDERON, Adolfo. Políticas e gestão da educação: desafios em tempos de mudanças. Autores Associados. 2013. MATOS, Elizete Moreira. Pedagogia Hospitalar: A Humanização Integrando Educação e Saúde. Vozes. 2012. MONTERIO, Eduardo. Gestão escolar – perspectivas, desafios e função social. LTC. 2013. Disciplina Políticas Públicas e Educação Ementa Abordagem, a partir de uma análise histórica conceitual e interdisciplinar, de aspectos referentes às relações entre políticas públicas, capitalismo e educação. Análise sobre a concep ção de Estado e da(s) ações governamentais e programas de intervenção historicamente implementadas na sociedade. Propostas de debates sobre as relações de produção e a função social da educação, considerando as contribuições da Filosofia, da Sociologia, da Antropologia e da Ciência Política. Identificação das problemáticas da racionalidade, do trabalho, do mundo simbólico, das instituições sociais e políticas em seus aspectos globais e locais. Bibliografia Básica: ALMEIDA, José Rubens Mascarenhas. Estado, Políticas Públicas e Capitalismo – Múltiplas Interpretações. Alínea, 2012. ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Públicas Educacionais. 2ªed. Alínea. 2011. GOMES, Alfredo Macedo. Políticas publicas e gestão da educação. Mercado de letras. 2012. VEIGA, Ilma Passos A. As dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola. São Paulo: Papirus. 2001. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar: CASTRO, Aldo Maria. Política educacional – contextos e perspectivas da educação Brasileira. Liber Livro. 2012. SACRISTAN, J. G. GOMES, A. Compreender e transformar o ensino. Artmed. 1998. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2012. Disciplina Corpo e Movimento Ementa Apresentação das diferentes linguagens corporais e artísticas em suas relações com o processo educacional. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 63 Bibliografia Básica: DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. 17ªed. Papirus. 2014. GONÇALVES, Maria L. M. Sentir, Pensar, Agir - corporeidade e educação. 15ªed. Papirus, 2014. MOREIRA, W. W. Corpo em Movimento na Educação infantil. 1 ed. Ed. Cortez, 2012. Bibliografia Complementar: DE MARCO, A. et al. Pensando a educação motora. Campinas, SP: Papirus, 1995. FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 2010. GONÇALVES, M.A.S. Sentir, pensar, agir. Campinas: Papirus, 1994. NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. São Paulo: Phorte, 2009. Disciplina Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade Ementa Discussão sobre os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualid ade da educação. Estudo do desenvolvimento sexual infantil, da educação sexual das famílias, do trabalho integrado família-escola na educação sexual das crianças, do tabu da sexualidade nas famílias e na escola. Construção do conceito da diversidade sexual. Bibliografia Básica: BONFIM, Cláudia. Desnudando a Educação Sexual. Papirus, 2012. LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo na Educação. 9ªed. Vozes. 2011. LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós Espiritualista. 14ªed. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar: EGYPTO, Antonio C. Orientação Sexual na Escola - um projeto apaixonante. 2ªed. Cortez, 2012. FURLANI, Jimena. Educação Sexual na Sala de Aula. Autêntica, 2011. TEIXEIRA, Adla B. M. Discutindo Relações de Gênero na Escola – reflexões e propostas para a ação docente. Junqueira e Marin, 2009. Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Ementa Aprofundamento das informações e referenciais teóricos e metodológicos para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Bibliografia Básica: FIALHO, Francisco Antonio. TCC – Métodos e técnicas. 2ªed. Visual Books. 2011. MANZANO, André Luiz. Trabalho de conclusão de curso utilizando o Microsoft Word 2013. Érica. 2013. MELO, Alessando de. Trabalho de conclusão de curso em pedagogia. Curitiba: Ibpex, 2012. (VIRTUAL) SANTOS, Clovis Roberto. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage, 2010. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 64 Bibliografia Complementar: GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática, (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico), 17º Ed. Papirus. 2011. REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática: o método educar pela pesquisa (MEP). Brasília-DF: Senac, 2010. Disciplina Literatura Infantojuvenil Ementa Reflexão sobre o papel da escola na formação do leitor. Estudo da origem, evolução e tendências da literatura infantil na Europa e no Brasil, tendo por foco as características dos contos de fadas tradicionais e modernos. Estudo da literatura infantil brasileira atual e suas características no contexto literário infantojuvenil: linguagem, conteúdo e forma. Critérios de seleção de tex to literários infantojuvenis. Análise de obras. Bibliografia Básica: FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. 5ª ed. São Paulo: Contexto, 2009. (VIRTUAL) GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Infantil: Multiplas Linguagens na Formação de Leitores. Melhoramentos, 2010. SILVA, Cleber F. Literatura Infantil Juvenil. Autêntica, 2013. SOUZA, Ana A. Arguelho de. Literatura infantil na escola: a leitura em sala de aula. São Paulo: Autores Associados, 2010. Bibliografia Complementar: ABRAMOVICH, FANNY. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5. ed. [S.l.]: Scipione, 2006. LAJOLO, MARISA. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed.. [S.l.]: Ática, 2005. MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a literatura infantil. Cortez. 2013. Disciplina Ementa: Relações Sociais e Éticas Reflexão sobre a função da escola enquanto espaço sociocultural. Estudo dos paradigmas da educação e da ética que permeia a cultura organizacional e as relações nos espaços escolares. Bibliografia Básica: ARROYO, Miguel. Educação e cidadania – quem educa o cidadão. Cortez. 2010. GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez. 2012. MACHADO, Nilson J. Ética e Educação - pessoalidade, cidadania didática, epistemologia. Ateliê, 2012. PINSKY, Jaime. Cidadania e educação. 10.ed. São Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL) .Bibliografia Complementar: CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 2ªed. Vozes. 2008. GRINSPUN, MIRIAN PAURA. Autonomia e ética na escola – o novo mapa da educação. Cortez. 2014. RIOS, Terezinha A. Ética e Competência. São Paulo, Cortez, 2011. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 65 Disciplina: Práticas Curriculares III Ementa: Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambient e escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. Bibliografia Básica: ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013. ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus. 2001. (VIRTUAL) GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012. Bibliografia Complementar: CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 24. ed. Campinas: Papirus. 2013. DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2005. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. 8.2 Atividades Complementares Contando com Resolução do Conselho Superior – CONSUP para regulamentar a temática, as atividades complementares correspondem às atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso. A realização da carga horária é de 100 horas sendo um dos requisitos para que o graduando em Licenciatura em Pedagogia cole grau. As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensino aprendizagem, privilegiando: a) a complementação da formação social e profissional; b) as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços; c) as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica; d) as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural As Atividades Complementares compreendem três categorias: Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 66 1. Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades: a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o aluno está matriculado. b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob a tutoria de docente da FAP. c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da Faculdade Politec. d) Realizar estágios extracurriculares. 2. Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades: a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes. b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes. c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especializadas. 3. Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades: a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não. b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades que tenham como finalidade criar condições para que a comunidade externa possa usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais, tais como, campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para conscientização social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios, conferências, congressos, encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns, jornadas, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua organização. c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento, que atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em espaços temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na própria IES ou em outras entidades oficiais que contribuam com sua formação. São considerados cursos: I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua área de formação. II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva ampliar sua formação complementar. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 67 III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação, geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional. d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela de docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral, tais como: I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders, cartazes, banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como meios de informação à comunidade em geral sobre a atividades extensionistas da faculdade, através de uma linguagem objetivas e direta. II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e outros meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho científico, técnico, cultural, entre outros. e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para os quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma alunos, atendendo as demandas da comunidade, tais como: I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de tomada de decisão na realização de ações com envolvimento em todas as etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados. II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema, projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e mesmo de sua própria utilização. III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou alternada. f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da FAP, abrange a organização, sistematização e disponibilização de informações institucionais e produção de materiais educativos, científicos, culturais, sociais, para veiculação nos variados meios de comunicação. g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de Rádio ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento produzido pela Faculdade. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 68 8.3 Estágio Curricular O Estágio Curricular é regulamentado pela Lei nº 11.788/2008 tem por objetivo colocar o estudante em contato com o ambiente real de trabalho, através da prática de atividades técnicas, pré-profissionais. Buscando a sólida formação de professores que tenham competências facilitadoras para a criação, planejamento, realização, gestão e avaliação de situações didáticas eficazes para a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos e estarem aptos a atuarem nas áreas de serviço e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos, o program a de estágio supervisionado visa minimizar a distância entre a teoria e a prática e a desarticulação entre os diferentes níveis de atuação dos professores, iniciando com a promoção do envolvimento do futuro docente no projeto educativo da escola, propiciando além de reflexão sobre os conteúdos da área, a análise dos contextos em que se inscrevem as temáticas sócias transversais. O estágio curricular pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente institucional de trabalho, reconhecido por um si stema de ensino, que se concretiza na relação interinstitucional, estabelecida entre um docente experiente e o aluno estagiário, com a mediação de um professor supervisor acadêmico. Deve proporcionar ao estagiário uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática, por meio da vivência institucional sistemática, intencional, norteada pelo projeto pedagógico da instituição formadora e da unidade campo de estágio. Durante o estágio, o licenciando deverá proceder ao estudo e interpretação da realidade educacional do seu campo de estágio, desenvolver atividades relativas à docência e à gestão educacional, em espaços escolares e não-escolares, produzindo uma avaliação desta experiência e sua auto-avaliação. O Estágio Curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia possui regulamento 1 próprio, e é um dos requisitos para a colação de grau no curso, devendo ser realizado a partir da segunda metade do curso, ou seja, a partir 4º período concluído, caracterizando que o aluno já possui conhecimentos básicos na área pedagógica. A carga horária mínima exigida é de 300 horas. Atendendo à Legislação vigente e ao Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Politec, seu acompanhamento sistemático é obrigatório, feito por um professor selecionado para Orientar os alunos no que diz respeito ao desenvolvimento teórico e prático do estágio; nos aspectos éticos de sua ação profissional; no planejamento, desenvolvimento, avaliação e elaboração do relatório final de estágio e zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas. Em observância à Legislação vigente o aluno elabora o Relatório Final de Estágio. Nesse 1 Anexo Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 69 documento relata e analisa sua experiência, tecendo suas considerações sobre o campo de atuação, objeto de estágio. Destaca-se que, diante de problemas detectados dentro da instituição, muitos alunos aproveitam a oportunidade para fazerem propostas para solução destes, aplicando e consolidando seus conhecimentos teóricos à vivência prática. Para a realização do estágio curricular do estudante da Faculdade Politec, deverá ser celebrado um termo de compromisso entre este e a empresa/instituição (CONCEDENTE), com a interveniência da Faculdade. 8.4 Procedimentos de avaliação do processo ensino e aprendizagem Levando-se em consideração que o curso prima a formação de profissionais capacitados para a (re)construção permanente do conhecimento, numa visão integral, interdisciplinar, crítica, criativa e ética, em sua dinâmica, a avaliação pedagógica deverá obedecer aos princípios de: Progressividade de dificuldades em cada etapa do Curso; Totalidade das atividades que compõem a formação, através da ação-reflexão-ação; Persistência na busca de objetivos, níveis de aprendizagem e saberes estabelecidos pela comunidade acadêmica. As avaliações feitas pelos professores deverão considerar o desenvolvimento acadêmico tanto teórico (processo) quanto prático (produto), tendo em vista sua futura ação como profissional. Nesse sentido, a avaliação deve prever: clareza e explicitação de critérios, critérios compatíveis com os objetivos, clareza e explicitação de parâmetros, instrumentos compatíveis com os objetivos, critérios e parâmetros. Uma vez que cada disciplina possui suas singularidades, cada professor terá garantido seu direito de optar pela forma de avaliação de seus alunos, desde que utilize o mesmo critério para todos os avaliados. Quanto aos critérios de avaliação, estes são elaborados pelo corpo docen te e permanentemente atualizados, com base nos princípios da avaliação mediadora, buscando evitar a avaliação de caráter finalista. Na verdade, a avaliação também deve seguir as tendências éticas, políticas, filosóficas e epistemológicas da Instituição e do Curso. Na busca de uma concepção histórico-crítica a avaliação, consequentemente, deve ser um processo construído na prática coletiva. O acompanhamento do processo ensino-aprendizagem prevê o atendimento ao aluno de forma individual ou coletiva através do Núcleo de Apoio ao Discente, de modo a proporcionar a retomada de conteúdos não alcançados, indispensáveis à assimilação do conhecimento em determinada disciplina. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 70 Estes princípios devem perpassar todos os atos avaliativos que poderão ser individuais ou coletivos. Dessa forma, a avaliação será realizada contemplando diferentes atividades em cada semestre, as quais podem acontecer em forma de seminários, apresentação de relatórios, realização de provas, avaliação das atividades práticas, exposição de trabalhos, apresentações, entre outros, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada avaliação bimestral. Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação escrita em cada disciplina no bimestre. Em observância ao Regulamento Geral do Instituto Educacional do Estado de São Paulo, a composição da média do aluno é assim obtida: Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário, no exame final. § 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual ou superior a sete (7,0) e freqüência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são considerados aprovados. § 4º - É considerado promovido ao semestre ou módulo subseqüente, o aluno que for aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no máximo, em três componentes que compõem a matriz curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais os mesmos estão inseridos. Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete (7,0), e não inferior a três (3,0). § 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), corre spondendo ao cálculo aritmético entre a média semestral e a nota do exame final. § 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que 5,0 (cinco) será reprovado. 8.5 Aproveitamento de estudos e competências profissionais O aproveitamento de estudos será executado à luz da Resolução CONSEPE que regulamenta sua prática na Faculdade Politec: Art. 1º O aluno regularmente matriculado em Curso de Graduação da FAP poderá obter aproveitamento de estudos dos componentes curriculares do currículo pleno de seu curso, desde que atenda aos requisitos estabelecidos nesta Resolução. Art. 2º Compete ao Coordenador do Curso deferir parecer acerca do aproveitamento de estudos mediante a análise dos componentes curriculares dos cursos de graduação quando se tratar de: Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 71 I. Transferência interna. II. Transferência externa. III. Retorno aos portadores de diploma em nível superior. IV. Reingresso após abandono. V. Mudança de currículo. VI. Disciplinas cursadas e/ou realização de estágios em outros Cursos ou Instituições de Ensino Superior nacional ou estrangeira, reconhecidas ou autorizadas. VII. Realização de estudos e/ou de trabalho de participação em programas de pesquisa ou de extensão. VIII. Participação em cursos, seminários ou congressos. IX. Disciplinas cursadas em Cursos Sequenciais, que conduzam a diploma. X. Disciplinas cursadas em Cursos de Extensão. XI. Aproveitamento de competências profissionais à luz da Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 23/12/2002, que versa sobre o aproveitamento das competências profissionais adquiridas pelo aluno no mercado de trabalho. Parágrafo único. Para as atividades previstas nos incisos VI, VII e VIII do “caput” deste artigo poderá ser autorizado o afastamento temporário do aluno do Curso de Graduação a que estiver vinculado na FAP. Art. 3º Caberá ao Coordenador de Curso efetuar a validação do(s) estudo(s), ouvindo, se necessário, Professor especialista na área específica a que estiver(em) vinculada(s) a(s) disciplina(s), estágio(s) ou estudo(s) para o(s) qual(is) esteja sendo solicitado aproveitamento. Art. 4º O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente, a integralização curricular do currículo pleno do curso de graduação. Parágrafo único. Quando na análise do aproveitamento de estudos for verificada não equivalência com o currículo da disciplina em questão, o pedido será indeferido. Art. 5º O aproveitamento de estudos por Disciplina e/ou Estágio será efetuado quando o programa da disciplina cursada na Instituição de origem corresponder a, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária da disciplina que o aluno deveria cumprir na FAP. Art. 6º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas, estágio(s) e/ ou estudo(s) cursados em outra instituição de ensino será apreciado pelo Coordenador do Curso, baseado, quando necessário, em parecer do professor responsável pela disciplina. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 72 § 1º O Coordenador de Curso encaminhará, quando necessário, a solicitação de análise da Disciplina a professor especialista, contendo a ementa, o conteúdo programático, a carga horária da disciplina e o desempenho obtido pelo aluno, o qual terá um prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis para emitir parecer e encaminhá-lo à Coordenação do Curso. § 2º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas só será aceito quando as disciplinas forem componentes do currículo pleno do curso e cursadas após a matrícula do aluno em curso superior (graduação e/ou sequencial que conduza a diploma). § 3° As disciplinas isoladas deverão ser cursadas, necessariamente, com frequência e aprovação devidamente documentadas na instituição de origem e o seu aproveitamento depende de apresentação comprobatória, acrescida do programa cursado. Art. 7º O aproveitamento de estudos por Atividades Complementares será efetuado de acordo com os critérios estabelecidos na Resolução que normatiza a matéria. Art. 8º O aluno poderá, durante seu curso na FAP, realizar estágio, estudo e/ou cursar disciplinas em outra instituição de ensino superior, de sde que obtenha aprovação de pedido de afastamento temporário encaminhado à Coordenação do Curso, mediante processo protocolado junto à Secretaria Acadêmica, contendo os seguintes documentos. I. Requerimento pedindo permissão de afastamento para realização de estágio e/ou estudo e/ou cursar disciplinas, especificando o período e a instituição. II. Carta de aceitação da instituição onde pretende estudar e/ou estagiar. III. Plano de ensino ou programa de estudos contendo a ementa, o conteúdo programático, a forma de avaliação e a carga horária. IV. Relação de disciplina(s) e/ou estágio(s) e/ou estudos para o(s) qual(is) solicitará aproveitamento. V. Histórico Escolar e comprovante de matrícula atualizada na FAP. Art. 9º A solicitação de afastamento do aluno deverá ser aprovada pelo Coordenador do Curso. § 1º O tempo de afastamento para estágio, estudo e/ou cursar disciplinas, com fins de aproveitamento, não poderá exceder de 1 (um) ano letivo, sendo vedada a renovação, sucessiva ou intercalada. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 73 § 2º Encerrado o período de seu afastamento, o aluno deverá apresentar, à Secretaria Acadêmica, documentação comprobatória de frequência com aproveitamento, para encaminhamento à Coordenação correspondente para fins de emissão de conceito e registro. Art. 10. Poderá pleitear afastamento para frequentar, realizar estudo e/ou cursar disciplinas, o aluno da FAP que tenha integralizado todas as disciplinas previstas para o primeiro ano (1o e 2o semestres) do curso. § 1º Durante o período de afastamento, no caso das situações previstas nos inci sos VI, VII e VIII do art.2º, desta Resolução, o aluno terá a garantia de sua vaga na FAP, devendo, para tanto, realizar matrícula normalmente, inclusive na(s) disciplina(s) para as quais pretende solicitar aproveitamento. § 2º A matrícula realizada nas condições expressas no § 1º, deste artigo, será efetivada como “Matrícula para Participação em Estudos em outra Instituição” e só será aceita mediante o atendimento do disposto no § 2º do art. 9º desta resolução. Art. 11. Para solicitar o aproveitamento de estudos por disciplina, estágio e/ou atividades complementares e o devido registro no histórico escolar, o aluno deverá apresentar requerimento à Coordenação do Curso de Graduação, através de processo protocolado junto à Secretaria Acadêmica, onde constem os seguintes documentos: I. Histórico Escolar ou certificado original que especifique a denominação da disciplina, número de créditos e respectiva carga horária total, nota e frequência obtidas, distribuídas nos respectivos períodos letivos em que foram cumpridas. II. Ementa e Conteúdo Programático da(s) disciplina(s) cursada(s) e/ou plano de estudo ou programa do estágio, autenticado(s) pela instituição de origem. III. Ter obtido média de aprovação no que está sendo pleiteado o aproveitamento. IV. Prova de autorização ou reconhecimento do curso, com a indicação de sua natureza (curta ou longa duração), quando o curso for realizado no Brasil, ou documento emitido por órgão competente do país de origem que comprove a realização do estudo em Instituição de Ensino Superior, com a indicação de sua natureza, quando o curso for realizado no exterior. Parágrafo Único. Quando se tratar de documentos oriundos de Instituições estrangeiras, estes deverão estar acompanhados das respectivas traduções oficiais, em português. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 74 Art. 12. Aproveitamento de estudos por competências profissionais, conforme preconiza o Art. 9º da Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 23/12/2002, será reconhecido mediante avaliação individual do aluno (§ 2º da referida Resolução). § 1º A avaliação contemplará as seguintes fases: a) análise de documentos comprobatórios de sua competência profissional; b) realização de avaliação teórica e/ou prática envolvendo todo o conteúdo ministrado na disciplina solicitada. § 2º Avaliações práticas serão aplicadas por uma comissão de, no mínimo, dois professores e a média final será computada levando-se em consideração criteriosos quesitos de análise que abordem todas as habilidades e competências do requerente. 8.6 Trabalho de Conclusão de Curso Em consonância com o Regimento Interno da Faculdade Politec - FAP, os cursos oferecidos pela Instituição incluem, como requisito para colação de grau, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profi ssionalizantes. A operacionalização do TCC conta com Resolução própria que regulamenta sua realização. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) envolve todas as competências e habilidades trabalhadas no decorrer do curso nas várias disciplinas que integram o currículo. Com a orientação de um professor, o processo de pesquisa, de formulação do problema e de especificação/projeto do Trabalho de Conclusão de Curso, inicia-se no 7º período a partir do protocolo de entrega do Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, em período constante no Calendário Acadêmico e, sob a orientação de um docente dará início ao processo de pesquisa para desenvolvimento do TCC. A conclusão do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se dará ao longo do 8º período do curso e, após aprovação do professor Orientador e deliberação para defesa em banca, o graduando o defenderá em banca avaliadora do TCC, em período constante no Calendário Acadêmico. Dentro da perspectiva no Trabalho de Conclusão de Curso, o aluno é levado a contribuir de forma empreendedora na avaliação investigativa do problema a ser resolvido, possibilitando ao aluno a aplicação dos seus conhecimentos na área de Administração e a busca de soluções criativas para os mesmos. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será submetido à Banca Avaliadora composta por três professores, sendo o orientador o Presidente da Banca e mais dois professores convidados. O período para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é estabelecido em Calendário Acadêmico e a sessão é aberta ao público. Recursos humanos e infraestrutura. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 75 8.7 Coordenação de curso Segundo Regimento Interno da Faculdade Politec, a Coordenação de curso é nomeada pelo Diretor Geral, mediante escolha de nomes de uma lista tríplice oriunda de eleição do corpo docente e discente do respectivo curso para mandato de 4 anos, podendo ser reeleito por mais um mandato de mesmo período. Consta no Regimento Interno as atribuições do Coordenador de Curso: I. Manter articulação permanente com o corpo docente do curso, co-responsáveis pela eficiência do ensino. II. Acompanhar e avaliar as atividades docentes e a execução curricular. III. Propor a revisão nos programas das disciplinas, objetivando compatibilizá-las. IV. Planejar a matrícula do curso. V. Acompanhar e controlar o cumprimento do regime escolar e a execução dos programas e horários do curso e execução do Calendário Acadêmico. VI. Zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito do curso. VII. Presidir o colegiado do curso sob sua coordenação. VIII. Apreciar a indicação de professor. IX. Conferir grau, assinar certificados escolares em conjunto com o Diretor Geral por delegação. IX. X. Cumprir e fazer cumprir disposições do colegiado do curso e demais normas pertinentes. Presidir o Núcleo Docente Estruturante – NDE. 8.8 Perfil do Coordenador Graduada em Pedagogia - UNISAL (2000), Mestre em Educação - UNISAL- (2005). Experiência com mais de 27 anos na área educacional, atuando como professora do Ens ino Fundamental- Anos Iniciais. Docente no curso de Licenciatura em Pedagogia há mais de três anos em diversas disciplinas, exercendo também a função de coordenador de curso. 8.9 Núcleo docente estruturante CAPÍTULO I - DA FINALIDADE E OBJETIVO DO NDE Art. 1º O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos Cursos Superiores da Faculdade Politec. Art. 2º O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo, formado por um conjunto de professores com a mais elevada formação e titulação, designados pelo Colegiado do Curso e que têm responsabilidade com a implantação do Projeto Pedagógico do Curso. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 76 Parágrafo Único. Conforme preconiza a Legislação Federal, cada curso possui seu próprio NDE. CAPÍTULO II - DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Art. 3º- São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: I. Discutir, elaborar e implantar o Projeto Pedagógico do Curso – PPC. II. Manter atualizado o PPC, considerando as particularidades regionais e o cumprimento da Legislação vigente. III. Definir o perfil do formando egresso/profissional de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais. IV. Conduzir os trabalhos de reestruturação dos projetos pedagógicos dos cursos, objetivando suas atualizações curriculares, quando necessárias, para aprovação pelo Conselho Superior – CONSUP. V. Avaliar os Planos de Ensino das disciplinas do curso, adequando-os ao PPC. VI. Acompanhar, atualizar, articular e adequar o PPC de acordo com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, o Projeto Pedagógico Institucional – PPI, os resultados obtidos na avaliação Institucional publicados pela Comissão Própria de Avaliação - CPA e a demanda de mercado. VII. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento dos cursos definidas pelo Conselho Superior - CONSUP e pelo Regimento Interno da Faculdade Politec. VIII. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades constantes nos projetos pedagógicos dos cursos. IX. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão que contribuam para a melhor formação dos integrantes dos cursos. X. Analisar o desempenho docente e oferecer formação pedagógica continuada de acordo com as dificuldades detectadas e as em sintonia com as modernas metodologias de ensino. XI. Exercer as demais atribuições que lhes são explícitas ou implícitas conferidas pelo Regimento da Faculdade Politec, bem como legislação e regulamentos a que se subordine. CAPÍTULO III - DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante será constituído: a) Pelo Coordenador do curso, membro nato e presidente do NDE. b) Por quatro docentes do curso, indicados pela Coordenação de curso e designados pelo Conselho Superior – CONSUP. Parágrafo Único. O Coordenador será substituído nas faltas e impedimentos pelo membro do Núcleo Docente Estruturante - NDE mais antigo no magistério, na Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 77 Instituição. Art. 5º. O período de permanência de cada participante no NDE, será de 4 (quatro) anos, enquanto o docente mantiver vínculo empregatício com a Faculdade Politec, devendo ser renovado, a cada 4 (quatro) anos, em no mínimo 40% (quarenta por cento) dos seus membros. Art. 6. Ocorrendo vacância de um ou mais membros antes dos 4 (quatro) anos previstos para a renovação do Núcleo, os membros do NDE por maioria, indicarão os substitutos ao CONSUP. Parágrafo Único: A ausência de membros do NDE a 2 (duas) reuniões consecutivas, implicará em sua substituição, devendo o NDE indicar novo membro para nomeação do Diretor Geral. CAPÍTULO IV - DA COMPOSIÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Art. 7º Os docentes que compõem o NDE devem pertencer ao corpo docente do curso e possuir titulação acadêmica de acordo com o estabelecido na Legislação vigente. Art. 8º Os critérios adotados quanto à titulação, formação acadêmica e regime de trabalho obedecem ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, do Ministério da Educação. CAPÍTULO V - DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Art. 9º Compete ao Presidente do Núcleo Docente Estruturante: 1. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade. 2. Representar o NDE junto aos órgãos da instituição. 3. Encaminhar as deliberações do NDE. 4. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo NDE e um representante do corpo docente para secretariar e lavrar as atas. 5. Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da instituição. 6. Resolver questões de ordem. CAPÍTULO VI - DAS REUNIÕES Art. 10. O NDE reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, e as reuniões extraordinárias, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros. Art. 11. As reuniões ordinárias ocorrerão preferencialmente na primeira semana de cada mês. Art. 12. O quórum mínimo para dar início à reunião é de 50% dos membros que integram o NDE. Art. 13. A pauta dos trabalhos das sessões ordinárias será obrigatoriamente a seguinte: Leitura e aprovação da Ata da sessão anterior. Avaliação das deliberações da última reunião. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 78 Assuntos da pauta. Outros assuntos de interesse geral. § 1º Podem ser submetidos à consideração do plenário, assuntos de urgência, a critério do Núcleo Docente Estruturante - NDE, que não constem da Ordem do Dia, se encaminhados por qualquer um de seus membros. § 2º Das reuniões, um dos membros do Núcleo Docente Estruturante - NDE, lavrará ata circunstanciada que, depois de lida e aprovada será assinada pelos presentes. Art. 14. As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes. Art. 15. Os membros do NDE farão jus ao pagamento, correspondente a 1 (uma) hora/aula, por hora de reunião realizada na Instituição. Art. 16. Cada reunião deverá ter uma duração máxima de 3 (três) horas. CAPÍTULO VIII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 17. Os casos omissos serão resolvidos pelo NDE ou por órgão superior, de acordo com a legislação vigente. Art. 18. O presente Regulamento entra em vigor após aprovação pelo Conselho Superior CONSUP. Membros do Núcleo Docente Estruturante NDE: DOCENTE Ana Maria Paes Leme Carrijo Abrahão Carlos Daniel Silva Conceição Aparecida Costa Azenha Francisco Carlos Mancin Maria de Fátima Piconi Depintor TITULAÇÃO Mestre Mestre Doutora Mestre Mestre REGIME DE TRABALHO Parcial Parcial Parcial Integral Integral 8.10 Colegiado de curso O Colegiado de Curso têm como competência básica decidir sobre as atividades didáticopedagógicas do curso de Administração, além de planejar, organizar, coordenar, superintender e fiscalizar o seu desenvolvimento, atuando em ação integrada com Departamentos e órgãos que integram a Faculdade Politec. É constituído pelos Docentes em efetivo exercício, um por matéria do currículo mínimo, e pela representação discente. A direção do Colegiado de Curso é exercida por um Coordenador. O Coordenador é nomeado pelo Diretor Geral, a partir de uma lista tríplice dentre os mais votados que compõem o corpo docente e que possuem, no mínimo, titulação de Mestre, conforme Regimento Interno da FAP. O mandato do Coordenador é de 04 anos, permitida uma recondução. O Colegiado de Curso é constituído por: Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 79 I. Presidente do colegiado, exercido pelo Coordenador, que presidirá o colegiado de curso. II. Por docentes que ministram disciplinas no referido curso. III. Por representantes do corpo discente do referido curso, eleitos entre seus pares, com suplentes. IV. Por um representante da biblioteca central. V. Por um representante dos Laboratórios. VI. Por um representante de Clínica-Escola. VII. Pelo Coordenador de Estágio. Parágrafo Único. Diretoria Geral, Diretoria de Áreas e Diretoria Acadêmica terão livre assento quando solicitado, sem direito a voto. São atribuições do colegiado dos cursos: I. Elaborar o perfil do profissional a ser formado em plano filosófico de ação didático pedagógico para o ensino no curso coerente com esse perfil. II. Discutir o currículo pleno, em suas modalidades e/ou habilitação e bacharelado e as alterações curriculares em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais. III. Conhecer a necessidade de docentes para os cursos, incluindo suas atribuições de aulas. IV. Elaborar e aplicar o sistema de avaliação do curso. V. Aprovar o Calendário de Atividades destinadas à grade curricular de cada curso. VI. Em comum acordo com os alunos, tentar solucionar os problemas apresentados pelos mesmos através de seus representantes, especificamente aqueles que prejudicam a proposta pedagógica e o processo ensino-aprendizagem. VII. Propor atualizações do acervo bibliográfico do curso. VIII. Votar as matérias colocadas em pauta. São atribuições do Presidente do Colegiado de Curso: I. Convocar e presidir as reuniões, bem como receber a pauta 15 dias antes da reunião. II. Elaborar a pauta e enviar aos senhores membros do colegiado, no mínimo, 03 (três) dias antes da reunião sequente. III. Após a cada reunião, levar aos órgãos competentes o resultado da reunião do colegiado para providências cabíveis quando houver. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 80 IV. Elaborar a Ata da reunião anterior à sequente e apresentá-la aos senhores membros, efetuar as correções quando solicitadas e acordadas de acordo com as falas dos senhores membros. V. A Ata deverá ser assinada pelos senhores membros participantes da reunião e arquivada. VI. Representar o Colegiado junto aos órgãos dos Institutos. VII. Executar as deliberações do Colegiado. VIII. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado. IX. Decidir, ad referendum, em caso de urgência, sobre matéria de competência do Colegiado. X. Elaborar os horários de aula, ouvidos os demais Colegiados dos quais exibam professores comuns entre si. XI. Orientar os alunos quanto à matrícula e integralização do curso. XII. Verificar o cumprimento do currículo do curso e demais exigências para a concessão de grau acadêmico aos alunos concluintes. XIII. Analisar e decidir sobre os pedidos de transferência, trancamento e retorno. XIV. Decidir nos termos da lei sobre pedidos referentes à matrícula, trancamento de matrícula no curso, cancelamento de matrícula em disciplinas, permanência, complementação pedagógica, exercícios domiciliares, expedição e dispensa de guia de transferência e colação de grau. XV. Promover a integração com os demais Colegiados de Curso. XVI. Superintender as atividades da secretaria do Colegiado do Curso. XVII.Exercer outras atribuições previstas em lei, neste Regimento e no Regimento Interno da Faculdade Politec. Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br 81 8.11 Corpo docente O curso conta com 75 % de mestres e doutores O O curso conta com 25 % de especialistas Professores Doutores: 01 (um) Conceição Aparecida Costa Azenha Professores Mestres: 11 (onze) Ana Maria Paes Leme Carrijo Abrahão Carlos Daniel Silva Carmelina de Toledo Piza Dione Rampazzo Felipe Guilherme Gava Cardoso Francisco Carlos Mancin Maria de Fátima Piconi Depintor Patrícia Fontoura Vidal Paula Ciol Bankoff Rafael Ferreira Pinto e Silva Regina Celi Gonçalves Pinto Professores Especialistas: 04 (quatro) Genilse Ciavareli Lucas Pimenta Marly Gerônimo Pinto Rosane Guedes Rosângela Fontes Nazatto 8.12 Coordenação de Apoio Docente (COAD) Sua responsabilidade é colaborar com os setores competentes para prover e disponibilizar aos corpos docente e discente recursos e materiai s destinados à realização das atividades acadêmicas. 8.13 Estrutura física A Faculdade POLITEC dispõe de 30 salas de aulas devidamente equipadas e 10 laboratórios. Dentre os laboratórios, dois são de informática que serão utilizados para aulas do curso de Administração e futuramente será construído e equipado um Laboratório de Controle de Qualidade (os equipamentos seguirão o padrão dos demais laboratórios, onde se prima pelo critério de modernidade, segurança e qualidade). 8.14 Biblioteca A biblioteca possui uma área de 207 m² e capacidade para atender até 60 usuários, computadores conectados à internet e um acervo que conta com aproximadamente 2.000 títulos totalizando aproximadamente 9.000 exemplares. Além dos exemplares disponíveis na biblioteca da IES, os títulos também estão disponibilizados dentro do site em uma Biblioteca Virtual . Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77 Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br