Licenciatura em Pedagogia
Projeto Pedagógico
Santa Bárbara d’Oeste – SP
Dezembro 2013
Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77
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Sumário
1.
Apresentação...................................................................................................................... 3
2.
Contextualização e inserção regional................................................................................... 5
2.1 Economia da Região Metropolitana de Campinas – RMC ............................................ 5
2.2 Sistema viário............................................................................................................ 6
2.3 Demografia e aspectos urbanos ................................................................................. 7
3.
Dados gerais do curso ......................................................................................................... 9
3.1 Mantenedora ............................................................................................................ 9
3.2 Mantida .................................................................................................................... 9
3.3 Missão e Finalidade ..................................................................................................10
4.
Caracterização geral do curso .............................................................................................10
4.1 Denominação ...........................................................................................................10
4.2 Vagas .......................................................................................................................10
4.3 Dimensionamento das turmas ..................................................................................10
4.4 Regime de matrícula.................................................................................................10
4.5 Turnos de funcionamento.........................................................................................10
4.6 Duração do curso - Integralização .............................................................................10
4.7 Base legal .................................................................................................................11
4.8 Requisitos e formas de acesso ..................................................................................11
5.
Políticas institucionais........................................................................................................13
5.1 Políticas de Ensino....................................................................................................14
5.2 Política para Graduação............................................................................................14
5.3 Políticas de Pós-Graduação.......................................................................................16
5.4 Política para Extensão ..............................................................................................16
5.5 Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica ................................................................17
5.6 Monitoria .................................................................................................................18
5.7 Funcionamento da instância coletiva deliberativa.....................................................19
6.
Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais .............................24
6.1 Objetivo Geral do Curso...........................................................................................25
6.2 Objetivos específicos ................................................................................................26
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6.3 Perfil desejado do Egresso ........................................................................................27
6.4 Habilidades e Competências ....................................................................................28
6.5 Áreas de atuação do Pedagogo .................................................................................30
6.6 Mercado de trabalho ................................................................................................30
7.
Estratégias pedagógicas .....................................................................................................30
7.1 Nivelamento.............................................................................................................31
7.2 Núcleo de Atendimento Discente - NDI .....................................................................32
8.
Currículo ............................................................................................................................33
8.1 Matriz curricular .......................................................................................................33
8.2 Atividades Complementares.....................................................................................65
8.3 Estágio Curricular .....................................................................................................68
8.4 Procedimentos de avaliação do processo ensino e aprendizagem .............................69
8.5 Aproveitamento de estudos e competências profissionais ........................................70
8.6 Trabalho de Conclusão de Curso ...............................................................................74
8.7 Coordenação de curso ..............................................................................................75
8.8 Perfil do Coordenador ..............................................................................................75
8.9 Núcleo docente estruturante ....................................................................................75
8.10 Colegiado de curso ...................................................................................................78
8.11 Corpo docente ..........................................................................................................81
8.12 Coordenação de Apoio Docente (COAD)....................................................................81
8.13 Estrutura física .........................................................................................................81
8.14 Biblioteca .................................................................................................................81
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3
1.
Apresentação
1.1. Finalidade
Esse documento representa a síntese do que se pretende alcançar, em termos de
excelência, para com a FACULDADE POLITEC – FAP, de Santa Bárbara d’Oeste - SP.
Sua abrangência vai além de uma abordagem técnica, chegando aos pressupostos sócio político e filosófico, que embasam as ações previstas, sempre condizentes com as diretrizes
regentes da educação nacional expressas no texto constitucional e na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, de número 9.394/96.
Sendo a educação prática social concreta e histórica e, ainda mais, atividade
eminentemente humana, determinada no bojo das relações sociais, por isso mesmo – plásticas, não
é este um documento rígido e inflexível, antes é sujeito às alterações que o momento histórico e o
contexto social concreto requerem.
Aqui estão previstas as linhas básicas das ações de desenvolvimento institucional da
Faculdade Politec, visando auxiliar àquelas que estão voltadas para o fazer pedagógico, calcado no
tripé ensino, pesquisa e extensão universitária, com ênfase num ensino qualitativo, porque sem ele
inexistem a pesquisa e extensão.
O ensino de qualidade requer, a priori, constante aperfeiçoamento e incentivo institucional
ao corpo docente, bem como permanente atualização bibliográfica e melhora da infra-estrutura,
pautadas pela política institucional que objetiva alcançar qualidade em todas as suas ações.
Para que as propostas e intenções aqui anunciadas logrem êxito, é mister uma ação
continuada de avaliação e atenção de todos aqueles envolvidos com a Ins tituição, pois a
socialização dos objetivos desejados e elucidados nesse documento assim exige.
A Faculdade Politec é uma instituição comprometida com o desenvolvimento da
comunidade na qual está inserida e, cada vez mais, procura se firmar e afirmar atrav és da educação,
buscando substancial produção de conhecimentos úteis para a sociedade.
Na sociedade em que vivemos e para o desenvolvimento do conjunto das atividades
humanas, faz-se necessária a difusão do conhecimento mediante uma circunstancial análise que
tende a ser rigorosa, assumindo posições e compromissos.
A Escola educa o homem contemporâneo para agir no seu tempo, preparando -o para
intervir no processo histórico, matriz da evolução humana e social. A instituição de ensino não tem
por função consumir idéias, mas produzi-las para colocá-las em prática junto à sociedade.
Para isto, busca o domínio, numa perspectiva crítico-criativa, do conhecimento e das
ciências, da visão globalizante das relações sócio-educacionais e situações que destas advêm; da
conscientização profissional e da responsabilidade que a mesma impõe; da necessidade de ser um
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agente de transformação social através da prática reflexiva.
As constantes transformações que estão ocorrendo no mundo apontam para a necessidade
de formação integral dos indivíduos. Nenhum conhecimento humano se desenvolve fora de um
contexto social. Na sociedade regida pelo poder da ciência e da tecnologia, a instituição de ensino
deve buscar sua identificação na dimensão da nova ordem, proporcionando ao profissional do
futuro uma sólida formação acadêmica e geral, com raciocínios lógico, analítico e crítico suficientes
para o levantamento e tratamento de informações que o levem a atingir os seus objetivos pessoais
e de equipe. Os “produtos das faculdades” não se restringem ao conhecimento científico e
tecnológico, vão além, ou seja, o homem, o profissional na sua área específica de atuação.
Percebe-se que o desenvolvimento e o progresso precisam passar por uma escola que
forma o cidadão para a vida. Assim, o Ensino Superior assume uma tríplice função: ensino, pesquisa
e extensão.
A Instituição de Ensino Superior de nossos dias, por força das contingências, efetivar-se-á
através da interdisciplinaridade e até mesmo da transdisciplinaridade, podendo se configurar como
uma instituição que participa de maneira ativa no planejamento e construção do futuro da
sociedade contemporânea.
O consumo, o culto à individualidade e à produção não garante o desenvolvimento da
condição humana; somente o conhecimento, reflexão e crítica possibilitam a integração das
dimensões individual e coletiva, gerando competência e criatividade e, portanto, desenvolvimentos
humano, científico e tecnológico.
Não é de interesse da Faculdade Politec o ensino decorativo, mas sim procurar ofere cer um
ensino profissional que interaja teoria e prática, habilitando o ser humano a buscar sua
sobrevivência através do trabalho de suas próprias atitudes, conseqüência de uma formação
integral adquirida nos bancos escolares, decorrentes da relação harmoniosa entre professor/aluno.
Nesta concepção e através do Projeto Pedagógico da Faculdade Politec, prolonga, reforça e amplia
essa linha de ação.
O Projeto Pedagógico da Faculdade Politec, portanto, consiste basicamente em
proporcionar a formação profissional de nível superior a populações que buscam e precisam
encontrar formas aptas de sobrevivência e convivência com dignidade e bem estar. Trata-se de
recuperar e acionar a energia produtiva das camadas populares que têm papel decisivo na
construção duma sociedade mais justa e humana.
Nesta perspectiva, a Instituição apresenta e atua como uma Faculdade na busca da ciência
através do ensino, da pesquisa e da extensão, a formação de profissionais; o diálogo entre as
culturas e a inserção efetiva em seu meio, assumindo responsabilidade pelo seu desenvolvimento.
Entre as finalidades precípuas contidas no seu Estatuto e Regimento Interno Unificado,
evidenciamos o desenvolvimento das funções básicas de ensino, pesquisa e extensão, a difusão da
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ciência e da cultura e a veiculação da concepção cristã e democrática do mundo e da vida.
O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade Politec – Santa Bárbara
D’Oeste baseia-se no desenvolvimento de uma consciência humana, cristã, crítica, cidadã e
democrática.
2.
Contextualização e inserção regional
Localizada na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, no Estado de São Paulo, uma das cidades
que compõem a Região Metropolitana de Campinas.
A Região Metropolitana de Campinas, constituída por dezenove municípios paulistas, foi
criada pela lei complementar estadual 870, de 19 de junho de 2000.
A região é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e, segundo dados do
IBGE 2010, representa 2,7% do PIB (produto interno bruto) nacional e 7,83% do PIB paulista, ou
seja, cerca de R$ 77,7 bilhões/ano. Além de possuir uma forte economia, a região também
apresenta uma infraestrutura que proporciona o desenvolvimento de toda a área metropolitana.
Conforme a Estimativa Populacional IBGE em 2011, a Região Metropolitana de Campinas
possui 2.832.297 habitantes, distribuídos em 3.647 km². É a nona maior região metropolitana do
Brasil.
2.1
Economia da Região Metropolitana de Campinas – RMC
Nos últimos anos, a região de Campinas vem ocupando e consolidando uma importante
posição econômica nos níveis estadual e nacional. Situada nas proximidades da Região
Metropolitana de São Paulo, comporta um parque industrial abrangente, diversificado e composto
por segmentos de natureza complementar. Possui uma estrutura agrícola e agroindustrial b astante
significativa e desempenha atividades terciárias de expressiva especialização.
Destaca-se ainda pela presença de centros inovadores no campo das pesquisas científica e
tecnológica, bem como do Aeroporto de Viracopos – o segundo maior terminal aéreo de cargas do
País, localizado no município de Campinas, há 47km do município de Santa Bárbara d’Oeste.
Em 2007, Viracopos registrou um fluxo de cargas embarcadas e desembarcadas em vôos
internacionais de cerca de 228.239 toneladas. De cada três toneladas de mercadorias exportadas e
importadas, uma passa pelo aeroporto de Viracopos, que também responde por 18,1% do fluxo
aéreo total de cargas no Brasil. A REPLAN, maior refinaria da Petrobras em produção, encontra-se
nessa região.
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Milhares de empresas nacionais e centenas de multinacionais estão sediadas nessa região e,
juntamente com os diversos centros de pesquisas existentes, empregam/desenvolvem tecnologia
de ponta e contribuem para o desenvolvimento regional e nacional.
A produção industrial diversificada – com ênfase em setores dinâmicos e de alto input
científico / tecnológico, notadamente nos municípios de Campinas, Paulínia, Sumaré, Indaiatuba,
Santa Bárbara d'Oeste, Americana e Jaguariúna – vem resultando em crescentes ganhos de
competitividade nos mercados interno e externo.
Dados do IBGE 2010 apontam que a região exibe um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 77,7
bilhões/ano. Sua renda per capita é bastante significativa se comparada à do estado de São Paulo
ou Brasil (Região Metropolitana de Campinas = R$ 19.822,97, Estado de São Paulo = R$ 17.977,00 e
Brasil = R$ 11.658,00).
A RMC também se destaca como Região do Polo Têxtil que compreende os municípios de
Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Sumaré, Nova Odessa e Hortolândia sendo o maior polo têxti l
do Brasil, responsável por 85% da produção nacional de tecidos.
2.2
Sistema viário
A Região conta com amplo
sistema
viário,
bastante
ramificado, e que apresenta os
seguintes
eixos
principais:
a
Rodovia dos Bandeirantes e a
Rodovia Anhanguera, que ligam a
cidade de São Paulo ao interior
paulista, cortando RMC; a rodovia
SP-304, rumo a Piracicaba, a
Rodovia Santos Dumont, rumo a
Sorocaba e a Rodovia Dom Pedro I,
que faz a ligação com o Vale do
Paraíba, entre outras. Dentre elas,
Santa Bárbara d’Oeste é acessada
pelas principais rodovias da região,
Anhanguera, Bandeirantes e a SP-304, dentre outras vicinais.
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2.3
Demografia e aspectos urbanos
A Região possui uma população de 2.798.477 habitantes, segundo dados do Censo IBGE
2011, o que corresponde a 1,46% da população nacional e a 6,8% da estadual. Deste total,
Campinas abriga 38,62%. Santa Bárbara d'Oeste possui população superior a 180 mil habitantes.
A malha viária permitiu uma densa ocupação urbana, organizada em torno de algumas
cidades de portes médio e grande, revelando processos de conturbação já consolidados ou
emergentes.
As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na Região
provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios
de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes
potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centros de
tecnologia, entre outros).
Apesar dos problemas sociais, a Região Metropolitana de Campinas possui o melhor Índice
de Desenvolvimento Humano entre as regiões metropolitanas do Brasil, segundo dados do PNUD.
Área
População
(km²)
(2011)
PIB
(2008)
Americana
133,63
212.721
5.627.175.521
Artur Nogueira
177,752
45.025
434.440.560
Campinas
795,697
1.088.611
29.363.064.180
Cosmópolis
154,73
59.938
713.383.385
Engenheiro Coelho
109,798
16.158
214.691.296
Holambra
64,277
11.613
436.651.736
Hortolândia
62,224
195.775
4.712.864.745
Indaiatuba
310,564
205.808
4.596.426.564
Itatiba
517,504
103.027
2.549.778.357
Jaguariúna
142,437
45.440
1.937.262.365
Monte Mor
240,787
49.840
1.044.947.469
Município
IDH-M
(2000)
0,840
elevado
0,796
médio
0,852
elevado
0,799
médio
0,792
médio
0,827
elevado
0,790
médio
0,829
elevado
0,828
elevado
0,829
elevado
0,783
médio
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Área
População
(km²)
(2011)
PIB
(2008)
Nova Odessa
73,298
51.946
1.102.289.693
Paulínia
139,332
84.512
6.734.450.216
Pedreira
109,71
42.045
557.386.265
Santa Bárbara d'Oeste
271,492
180.771
3.040.874.306
Santo Antônio de Posse
154,113
20.844
344.201.516
Sumaré
153,033
244.733
6.796.216.677
Valinhos
148,528
108.621
3.107.957.685
Vinhedo
81,742
64.869
4.441.696,125
Total da RMC
3.840,648
2.832.297
77,7 bilhões
Município
IDH-M
(2000)
0,826
elevado
0,847
elevado
0,810
elevado
0,819
elevado
0,790
médio
0,801
elevado
0,842
elevado
0,857
elevado
0,835
elevado
Tabela 1: Dados da RMC, IBGE 2011.
Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros
Universitários, Faculdades Integradas e outras. Na área de Saúde, a região dispõe de renomados
Centros de Investigações Científicas; Hospitais de Clínicas, Centros de Investigações Clínicas, além
de vários Clubes de Serviços. Um outro fator que devemos levar em consideração é a facilidade de
locomoção por meio de rodovias estaduais, intermunicipais e interestaduais, facilitando o
transporte de acesso ao local, além de outros fatores que são fundamentais para o crescimento e
desenvolvimento da região.
Segundo
dados
do
IBGE
referentes
a
2012,
disponíveis
em
http://www.ibge.com.br/cidadesat/default.php acessado em 05/12/2013, a quantidade de alunos
matriculados da Educação Infantil ao Ensino Médio, nos municípios de Região Metropolitana de
Campinas, é bastante considerável. São, 162.601 alunos distribuídos em 638 escolas. Dessa forma,
torna-se importante o investimento tanto na formação do ser humano quanto para a preparação
de mão-de-obra qualificada para atuar nos diversos segmentos educacionais e, conseqüentemente,
contribuir para um desenvolvimento regional mais aprimorado.
No mapa, a seguir, observamos a localização de Santa Bárbara d´Oeste no Estado de São
Paulo.
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3.
Dados gerais do curso
3.1 Mantenedora
Nome
Endereço
CNPJ
Município
UF
3.2 Mantida
Nome
Endereço da Sede
Município
UF
Telefone
Site
Ato Legal
Faculdades Integradas Politec Ltda
Rua da Agricultura, no 4.000
06.538.925/0001-77
Santa Bárbara d’Oeste
SP
Faculdade Politec
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Santa Bárbara d’Oeste
SP
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Portaria de Credenciamento MEC nº 970 de 25/11/08, publicada
no DOU em 27/11/2008
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3.3 Missão e Finalidade
A Faculdade Politec deverá atender aos interesses das comunidades a que serve, dando formação
profissional a seus alunos e buscando sempre, e cada vez mais, a melhoria da qualidade do ensino.
A capacidade gerencial de organização, a inovação tecnológica, a interação com a comunidade e a
riqueza da experiência acumulada ao longo dos anos nos ensinos Fundamental, Médio e Técnico e,
principalmente, o elevado grau de comprometimento de seus dirigentes e funcionários, constituem
sua força propulsora. Com isso, esta instituição espera inserir no mercado de trabalho profissionais
conscientes e preparados para o acompanhamento do avanço da ciência e tecnologia, oferecendo
formações humanísticas, participantes do processo de ação transformadora, proposta pela
sociedade brasileira. Oferecer formação voltada para o tripé ensino-pesquisa-extensão, envolvendo
padrões éticos, morais e cognitivos que atendam às necessidades do futuro profissional.
Enfatizando o ensino, a Faculdade Politec visa formar profissionais com conhecimento técnicocientífico que os habilite a desempenhar com excelência suas funções no mercado de trabalho,
integrando-se de forma harmônica nas empresas e na comunidade.
4.
Caracterização geral do curso
4.1
Denominação
Licenciatura em Pedagogia
4.2
Vagas
120 vagas anuais, sendo 60 para período diurno e 60 período noturno.
4.3
Dimensionamento das turmas
Máximo de 60 alunos.
4.4
Regime de matrícula
Semestral.
4.5
Turnos de funcionamento
Matutino e Noturno.
4.6
Duração do curso - Integralização
O Curso de Licenciatura em Pedagogia possui carga horária de 2666 horas-relógio,
excetuando-se as horas de Práticas Curriculares, Estágio Supervisionado e Atividades
Complementares que devem ser integralizadas no prazo mínimo de 8 semestres e no máximo 12
semestres.
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11
4.7
Base legal
LDBN 9394/96 Art 64
Resoluções:
Resolução CNE/CP nº1, 15 de maio de 2006 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura.
Pareceres:
Parecer CNE/CP 5/2005 - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia.
Parecer CNE/CP 3/2006 - Reexame do Parecer CNE/CP 005/2005 que trata das Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia.
Atos normativos de autorização:
Publicação da Portaria de Funcionamento Diário Oficial União
4.8 Requisitos e formas de acesso
O acesso ao curso superior de Licenciatura em Pedagogia dar-se-á através de Processo
seletivo aberto ao público (vestibular), para o primeiro período do curso, destinado a estudantes
portadores do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
Na existência de vagas remanescentes a partir do segundo período, são previstas as
seguintes possibilidades de acesso:
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
Ingresso aos alunos aprovados no ENEM e que tenham obtido um rendimento
mínimo de 50%.

Transferência, na forma da lei, para alunos matriculados em cursos de graduação.

Reingresso, para semestre compatível, para alunos que concluíram curso superior de
tecnologia na área de informática, ou afim, na Faculdade Politec ou em outra IES,
observados os requisitos curriculares.
À luz da Legislação vigente e em consonância com o Regimento Interno da Faculdade
Politec, o processo seletivo será realizado segundo diretrizes estabelecidas no Regimento Interno
Unificado:
Art. 71. O processo seletivo destina-se a classificar os inscritos dentro do limite de vagas
oferecidas.
§ 1º. As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas e se encontram registradas
no Plano de Desenvolvimento Institucional.
§ 2º. As inscrições para o processo seletivo são abertas em edital do qual constarão os
cursos oferecidos, testes específicos, vagas, prazos, documentação, relação das
provas, critérios de classificação e desempate e demais informações úteis, em
especial as exigidas pela legislação pertinente.
Art. 72. O processo seletivo, na forma da legislação vigente, abrange conhecimentos
comuns às diversas formas de escolaridade do ensino médio.
Parágrafo único – Os Institutos poderão adotar para efeito do processo seletivo outros
meios, associados ou não a provas, como rendimento escolar no ensino méd io,
resultados de exames de avaliação promovidos pelo MEC, ou outros,
regulamentados pelo Conselho Superior e previamente divulgados.
Art. 73. A classificação faz-se pela ordem decrescente dos resultados obtidos.
§ 1º. Em caso de empate observar-se-á:
a) Grau obtido na Redação;
b) Grau obtido em Matemática.
§ 2º. A classificação obtida para a matrícula só é válida no período letivo para o qual se
realiza o processo seletivo.
§ 3º. É nula a classificação do candidato que não efetivar a matrícula nos prazos fixados.
§ 4º. Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, após o primeiro processo seletivo,
poderá realizar-se o segundo, terceiro etc, na forma da legislação vigente.
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13
5.
Políticas institucionais
A Faculdade Politec mantém como um dos elementos essenciais de sua política de ensino a
elaboração e implantação de Projetos Pedagógicos de Curso pautados nos critérios e padrões de
qualidade instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN’s e demais documentos legais
pertinentes. Também busca o direcionamento de sua política institucional para o ensino nas
aspirações, convicções e necessidades da comunidade interna e externa.
A Faculdade Politec – FAP mantém como princípio que os projetos pedagógicos facilitem os
processos de articulação e orientação para as ações institucionais; possibilitem definições, quanto
às prioridades para a gestão acadêmica; e contribuam para o alcance de maior nível de coesão
intra-institucional.
Na construção dos projetos pedagógicos adota-se uma concepção que prioriza não só os
conteúdos universais, mas também o desenvolvimento de competências e habilidades, na busca do
aperfeiçoamento da formação cultural, técnica e científica do aluno.
A participação dos docentes através do Núcleo Docente Estruturante, na elaboração dos
projetos pedagógicos é condição primordial para a Faculdade Politec – FAP, uma vez que estará
proporcionando a integração das equipes; efetivando a responsabilidade e o envolvimento de todos
na consecução dos objetivos propostos; e caracterizando tanto o próprio projeto como as ações e
metas neles contidas como parâmetro para o direcionamento de todas as atividades, como também
para as necessárias avaliações dos respectivos cursos.
O processo de elaboração do projeto pedagógico do curso permite a articulação das
atividades acadêmicas da Instituição, direcionando objetivos e metas destinadas a promover o
desenvolvimento integral do aluno, de maneira a conter núcleos inter e transdisciplinares
predispostos à flexibilização e integração.
A política de estágio curricular do curso é prevista no projeto pedagógico e, posteriormente,
regulamentada pela instância competente, com a devida deliberação da coordenadoria respectiva,
conforme a regulamentação e diretrizes próprias.
Os projetos pedagógicos prevêem também a realização e articulação de propostas de
monitorias, estudos independentes, atividades complementares, como também as atividades de
pesquisa e iniciação científica.
Outras atividades acadêmicas implementadas nos projetos pedagógicos dizem respeito à
extensão e ação comunitária, cujo direcionamento busca identificar as necessidades sociais para a
contextualização dos projetos e programas, bem como para intensificar e otimizar o ensino e a
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pesquisa, para que possam proporcionar também a melhoria da qualidade de vida da comunidade.
5.1 Políticas de Ensino
As políticas de ensino da Faculdade Politec – FAP incentivam a produção do conhecimento
com qualidade, relacionado com o seu contexto regional e sem perder de vista a formação ética e
humanizadora.
Pode-se destacar a ênfase à formação generalista com caráter problematizador e
continuado, que permite o desenvolvimento de seus discentes de modo criativo, multidirecional e
engajado socialmente.
Outro aspecto a ser ressaltado é a ênfase à integração durante o percurso da aprendizagem.
Esta integração se configura a partir de inovações metodológicas, avaliação continuada, relações
teoria-prática, interdisciplinaridade e o incentivo a percursos curriculares mais abertos,
contemplando as atividades complementares. Desta forma, as políticas de ensino assumem os
seguintes compromissos gerais:
 Ampliar o universo de atividades da Faculdade Politec – FAP nas suas várias frentes de
atuação, mediante métodos inovadores de participação e aprendizagem.
 Priorizar ações acadêmicas relacionadas direta ou indiretamente aos problemas sociais da
comunidade local.
 Incentivar o trabalho interdisciplinar.
 Desenvolver estudos voltados à integração dos diferentes níveis educacionais.
 Desenvolver estudos transdisciplinares que favoreçam a criação e a inovação no ambiente
acadêmico.
 Estimular o desenvolvimento de ações relativas à educação inclusiva.
5.2
Política para Graduação
A graduação na instituição é voltada para a formação de profissional generalista, dotado de
referenciais teórico-básicos que possibilitem o trâmite em diversas direções e capacitado a atuar de
forma criativa. Nos Cursos Superiores busca-se formação especialista, centrada na área de atuação
do futuro profissional. Enfim, uma qualificação intelectual suficientemente ampla, base sólida para
a aquisição de conhecimentos específicos ao longo do processo de educação continuada.
A graduação, sintonizada com o Projeto Pedagógico Institucional - PPI, contempla o
princípio integrador. Para efetivação desse princípio, a instituição conta com espaços educacionais
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adequados, além da sala de aula, ambientes de aprendizagem coletiva, no qual o aluno constrói
uma parte de sua formação, sustentado em valores que promovam seu raciocínio disciplinado e
intuição criativa. Tais espaços compreendem laboratórios, biblioteca, e espaços de convivência em
que o aluno frequenta coletivamente, mas, aprende, de modo individual, a fim de respeitar as
diferenças de ritmo e a heterogeneidade que caracterizam nossos educandos.
Enfim, a política de graduação Faculdade Politec – FAP contempla atividades
complementares, definidas em cada curso, representadas por seminários de atualização ou de
complementação, realização de visitas técnicas, estimulando os alunos a frequentar cursos na
modalidade Ensino à Distância – EaD, projetos integrados, projetos de extensão, programas de
iniciação científica, participação em congressos e outros eventos que asseguram a
interdisciplinaridade e a articulação da academia com o mundo do trabalho.
As políticas de graduação estão relacionadas, desta forma, às seguintes metas:
 Promover a integração articulando o desenvolvimento da graduação com as atividades da
pós-graduação, pesquisa e extensão.
 Consolidar o processo de avaliação interna dos cursos de graduação e promover sua
avaliação externa, a fim de contribuir para a elevação de sua qualidade.
 Prover revisão geral dos currículos tendo em conta sua contínua atualização, adequação e
redimensionamento.
 Estimular a implementação de práticas pedagógicas inovadoras.
 Promover a realização de atividades complementares que propiciem maior articulação entre
os cursos.
 Realizar estudos orientados para criação de novos cursos de graduação, inclusive superiores
tecnológicos, direcionados ao desenvolvimento técnico-científico e social do estado.
 Ampliar e fortalecer os programas de iniciação científica e tecnológica, bem como outros
programas especiais dirigidos ao aperfeiçoamento da graduação.
 Estimular a disseminação da cultura empreendedora no âmbito dos cursos de graduação.
 Implantar programa de ensino a distância, consideradas suas diversas modalidades.
 Articular a graduação com programas especiais destinados a contribuir para a melhoria do
quadro da educação básica.
 Continuar o processo de melhoria das condições das instalações físicas, dos laboratórios e
dos serviços especializados existentes e prover o material de apoio necessário.
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5.3
Políticas de Pós-Graduação
Visando promover o avanço científico e social da região a Faculdade Politec – FAP propõe
estimular a qualificação de seu corpo docente através da oferta de cursos de pós-graduação.
Dentro do Projeto Pedagógico Institucional, a Pós-Graduação é o resultado do princípio
integrador dos diversos níveis educacionais e representa o vértice dos estudos, constituindo -se num
sistema especial de cursos que se propõem a atender as exigências mercadológicas, de investigação
científica e de capacitação docente.
5.4
Política para Extensão
A extensão universitária, como prática acadêmica, é instrumento de articulação com os
diversos segmentos sociais, de forma programada e sistemática, envolvendo um processo orgânico
que não se confunde com assistencialismo. É fator integrador do ensino e da pesquisa, objetivando
responder à demanda social e representa um compromisso da instituição com a comunida de,
visando:
 Implementar projetos, enquanto situa a extensão na linha pedagógica na qual os docentes
desenvolvem ações que contribuam para as transformações sociais, econômicas e políticas,
procurando instituir os valores da democracia e dos direitos humanos.
 Instituir a formação político-social, técnico-científica e prática profissional do corpo
discente, sintonizada com as exigências atuais do mercado.
 Interligar-se às áreas do ensino e da pesquisa e possibilitar a verdadeira associação da
prática acadêmica como um todo na vida do estudante.
A Faculdade Politec – FAP, ao desenvolver atividades de extensão, procura estabelecer
espaços para parcerias comprometidas com a missão de formar cidadãos capazes de pensar, situarse diante de suas necessidades e ofertas, construir o seu conhecimento com qualidade e
transformar as realidades negativas em oportunidades empreendedoras e de sucesso.
As transformações, cada vez mais rápidas e emergentes dentro das organizações, tornamse, para o discente, aprendizado vivo, fazendo com que a dicotomia teoria-prática se transforme em
vivência das reais oportunidades profissionais.
A extensão, como lugar de prática na vida profissional do estudante, não pode priorizar um
pequeno número e deixar à margem outros tantos merecedores da mesma oportunidade. Por isso,
busca a ampliação do número de projetos e o seu auto-sustento, para que um número crescente de
atividades seja desenvolvido e, como consequência, ocorra um envolvimento maior do corpo
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discente articulado com o docente.
Observou-se ao longo dos anos que uma das formas de aumentar a oferta de estágio é
manter as atividades de extensão autônomas, através da prestação de serviços às instituições
sociais, culturais, empresariais, governamentais e comunitárias como um todo, garantindo, assim, o
índice qualitativo desejado pela Instituição.
Nesse sentido, a Faculdade Politec assume
compromissos que contribuem para a projeção de seus di scentes no mercado profissional
comprometendo-se a:
 Formular novos programas de extensão com base na integração contínua ao ensino e
pesquisa, considerada a responsabilidade social da Faculdade Politec – FAP;
 Expandir e consolidar programas de extensão existentes, buscando integração contínua ao
ensino e à pesquisa e considerando o compromisso soci al da Faculdade Politec – FAP;
 Criar e fortalecer programas multidisciplinares e interinstitucionais permanentes;
 Ampliar ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida do cidadão;
 Implantar programas regulares direcionados à educação continuada;
 Acompanhar e avaliar sistematicamente as ações de extensão desenvolvidas na instituição;
 Promover a articulação das atividades artístico-culturais com as atividades acadêmicas dos
cursos de graduação e com as ações extensionistas;
 Assegurar a Faculdade Politec – FAP como espaço de manifestações culturais e esportivas
em suas diversas expressões e modalidades;
 Desenvolver mecanismos que viabilizem ações culturais e esportivas articuladas com
instituições públicas e privadas, além de organizações informais.
 Difundir a produção artístico-cultural local e nacional, objetivando a formação de plateia e
intercâmbio com instituições congêneres.
 Melhorar as condições de infraestrutura e apoio às atividades de extensão na instituição.
5.5
Políticas de Pesquisa e Iniciação Científica
As políticas de pesquisa e iniciação científica, sob a ótica de importância fundamental para a
formação do profissional, são previstas nos projetos pedagógicos dos cursos da Faculdade Politec –
FAP de modo a:
 Familiarizar o aluno com os procedimentos e técnicas da investigação acadêmica.
 Desenvolver competências e habilidades para realizar pesquisas na área de conhecimento
de sua especialidade.
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 Sustentar a formação do egresso de modo a favorecer o seu desenvolvimento profissional e
dotá-lo da capacidade de manter-se atualizado, criticando e optando por métodos, práticas
e conteúdos a serem socializados.
 Assimilar os processos de pesquisa como conteúdos a serem socializados pelos alunos e
atores sociais.
Com base nesses princípios, a Faculdade Politec – FAP instituirá nos próximos anos o
Programa de Iniciação Científica, visando estimular o desenvolvimento de projetos tanto de alunos
como de professores, buscando elevar o grau de qualificação de seu corpo docente, assim como
propiciar condições para a produção do conhecimento científico de seu corpo discente.
5.6
Monitoria
Instituída pelo Regimento Interno da Faculdade Politec e regulamentada por Resolução
própria, é ofertada semestralmente no âmbito da Faculdade Politec. No início de cada s emestre o
Coordenador de Curso encaminha à Diretoria Acadêmica o pedido para implantação do “Programa
de Monitoria”. Esse programa deve conter:
a) O número de Monitores necessários;
b) As atividades previstas;
c) A carga horária semanal desenvolvida.
Segundo o Regimento Interno da Faculdade Politec,
Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em cooperação com o
corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado, não
criando vínculo empregatício.
§ 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre os
candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnico-didáticas
em disciplinas já cursadas.
§ 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho
Superior.
A função de monitor tem como objetivo estreitar os vínculos entre professores e alunos e
despertar, entre estes, vocações para o ensino e a pesquisa.
Ao Monitor poderão ser atribuídas as seguintes atividades:
a) Apoiar e orientar em experiências, projetos e coleta de dados.
b) Ajudar os alunos em suas dificuldades de aprendizagem.
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c) Preparar o material didático necessário.
d) Elaborar exercícios práticos.
e) Colaborar na preparação e execução de seminários e outras atividades assemelhadas.
Coordenador de Curso interessado na utilização dos serviços de Monitor deverá apresentar
à Direção Geral um plano de trabalho no qual conste:
 O número de Monitores necessários;
 As atividades previstas;
 A carga horária semanal.
A regulamentação
n 02 do Conselho Superior.
da
função
de
Monitor
está
disciplinada
na
Resolução
o
5.7
Funcionamento da instância coletiva deliberativa
De acordo com o que prescreve o Regimento da Faculdade Politec são instâncias
deliberativas:
1. Conselho Superior – CONSUP: órgão superior, de natureza deliberativa e normativa e
de instância final para todos os assuntos acadêmico-administrativos.
2. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE: órgão central de supervisão das
atividades de ensino, pesquisa e extensão, possuindo atribuições deliberativas,
normativas e consultivas.
3. Colegiados de Curso: órgão deliberativo, normativo e consultivo das atividades de
ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso, tem a sua composição, normas de
funcionamento, atribuições e competências regulamentadas no Regimento Interno da
Faculdade Politec – FAP.
O Conselho Superior – CONSUP, conforme consta no Art. 14 do Regimento Interno, é
composto:
I.
Pelo Diretor Geral, seu Presidente.
II.
Por um representante da Mantenedora, designado pela Diretoria Executiva em
exercício, portador de diploma em nível superior.
III.
Pelo Diretor Geral do Instituto Superior de Educação.
IV.
Pelos Diretores de Área.
V.
Pelos Coordenadores de Cursos.
VI.
Pelo Coordenador de Pós-Graduação.
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VII.
Pelo Coordenador de Pesquisa e Extensão.
VIII. Por um representante do corpo discente, indicado pelo respectivo Diretório
Acadêmico.
IX.
Por um representante do Corpo Docente eleito pelos seus pares com suplente.
X.
Pelo Assessor Chefe da Assessoria Técnica.
XI.
Por um representante do corpo técnico-administrativo, portador de diploma em
nível superior, escolhido pelo Diretor Geral, de uma lista tríplice, eleito por seus
pares.
XII.
Pelo Assessor da Diretoria Geral.
XIII. Pela Secretária Acadêmica.
Parágrafo Único. A Secretária Acadêmica integra o Conselho Superior exercendo a função
de Secretária e, portanto, sem direito a voto.
O Art. 17 do Regimento Interno define as competências do Conselho Superior:
I.
Exercer jurisdição superior em administração acadêmica, gestão do orçamento
disponibilizado e de planejamento global da Faculdade Politec.
II.
Fixar a política geral da Faculdade Politec, apreciando os planos anuais de trabalho e
as propostas orçamentárias correspondentes, para aprovação da Mantenedora.
III. Deliberar sobre os recursos submetidos à sua consideração.
IV. Zelar pelo patrimônio moral e material da Faculdade Politec, de acordo com o regime
disciplinar aprovado.
V.
Aprovar preliminarmente, por proposta da Diretoria Geral, o Estatuto de sua
mantenedora Faculdades Integradas Politec Ltda e suas modificações, para aprovação
do órgão competente.
VI. Elaborar, modificar, alterar e aprovar o Regimento Interno da Faculdade Politec.
VII. Aprovar e reformular os Regulamentos da Diretoria Geral, bem como dos Órgãos de
Apoio Logístico ou outros órgãos e programas.
VIII. Decidir, à vista de planos sugeridos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, na
forma da lei, sobre a criação, agregação, incorporação, modificação ou extinção de
cursos e demais órgãos pertinentes.
IX. Aprovar e homologar currículos plenos dos cursos e programas de graduação e pósgraduação.
X.
Aprovar e homologar o Calendário Escolar da Faculdade Politec.
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XI. Aprovar a realização de cursos de especialização, aperfeiçoamento e extensão, bem
como respectivos planos.
XII.
Supervisionar os programas, planos e atividades dos cursos.
XIII. Definir, diminuir ou aumentar o número de vagas oferecidas em cada curso,
programa ou projeto, na forma da lei.
XIV. Deliberar originariamente, ou em grau de recurso, sobre matéria de sua
competência.
XV.
Decidir, dentro dos recursos orçamentários disponíveis, sobre a contratação e a
dispensa de pessoal docente, técnico-administrativo e plano de carreira.
XVI. Propor à Mantenedora a destinação ou remanejamentos de verbas adicionais e
suplementares na vigência do exercício, para atendimento a eventuais
necessidades.
XVII. Deliberar sobre a concessão de dignidades universitárias e conferir prêmios e
distinções como recompensa e estímulo às atividades acadêmicas e administrativas.
XVIII. Aprovar e autorizar acordos ou convênios de interesse da Faculdade Politec, com
instituições nacionais e estrangeiras, a serem firmados pelo Diretor Geral.
XIX. Estabelecer o regime disciplinar da Faculdade Politec.
XX.
Solicitar à Diretoria Acadêmica e à Comissão Própria de Avaliação a realização anual
da avaliação Institucional da Faculdade Politec.
XXI. Instituir sistemática para realização anual de exames como elemento necessário
para avaliação dos cursos de nível superior, conforme previsto na lei.
XXII. Aprovar as normas de funcionamento dos estágios curriculares supervisionados.
XXIII. Sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades
dos cursos, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos
pelo Diretor Geral.
XXIV. Apreciar e dar ciência dos resultados da avaliação Institucional.
XXV. Exercer as demais atribuições de sua competência, por força de lei, do Estatuto e do
Regimento Interno.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, segundo Art. 18 do Regimento
Interno é composto por:
I.
Pelo Diretor Acadêmico, seu presidente.
II.
Diretoria do Instituto Superior de Educação.
III. Pelos Diretores de Área.
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IV. Pelos Coordenadores de Cursos.
V.
Por um Professor portador do título de Doutor, escolhido pelo Diretor Geral, de uma
lista tríplice, eleito por seus pares.
VI. Por um Professor portador do título de Mestre, escolhido pelo Diretor Geral, de uma
lista tríplice, eleito por seus pares.
VII. Por dois representantes do corpo discente, indicados na forma da legislação vigente.
Compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão:
I.
Estabelecer as diretrizes e as políticas do ensino.
II.
Fixar normas complementares às do Regimento sobre as matérias de sua
competência.
III. Propor ao Conselho Superior a criação, incorporação, suspensão ou extinção de
cursos, ou o aumento, redistribuição ou redução do número de vagas, ouvindo o
CONSUP.
IV. Aprovar e expedir atos normativos referentes a assuntos acadêmicos.
V.
Emitir parecer sobre questões de pessoal docente.
VI. Estabelecer normas sobre admissão, cancelamento e trancamento de matrícula,
transferência de alunos, aproveitamento de estudos, concurso vestibular ou
processo seletivo congênere para ingresso em seus cursos e programas.
VII. Conferir graus, expedir diplomas e títulos profissionais.
VIII. Propor o Plano anual de desenvolvimento acadêmico e atividades da Faculdade
Politec à Diretoria Geral.
IX. Encaminhar o Relatório Anual de Atividades Acadêmicas da Faculdade Politec à
Diretoria Geral.
X.
Decidir sobre propostas, indicações ou representações, em assuntos de sua esfera de
ação.
XI. Deliberar, originariamente ou em grau de recurso, sobre qualquer matéria de sua
competência, explícita ou implicitamente prevista no Estatuto ou neste Regimento.
XII. Fixar normas que favoreçam a articulação entre quaisquer órgãos acadêmicos
relativos ao ensino.
XIII. Aprovar, para homologação do Conselho Superior, o Calendário Escolar da Faculdade
Politec.
XIV. Aprovar, para homologação do Conselho Superior, os currículos plenos, ouvidos os
Diretores de Área e Coordenadorias.
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XV. Aprovar, no âmbito de sua competência, atos do Diretor Acadêmico praticados, sob a
forma de ad referendum, deste Conselho.
XVI. Exercer outras competências a ele atribuídas pela Lei, pelo Estatuto ou pelo
Regimento.
XVII.Propor ao Conselho Superior modificações no Regimento, quando necessário.
O Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 34 do Regimento da Faculdade Politec – FAP, é
composto:
I.
Presidente do colegiado, exercido pelo Coordenador, que presidirá o colegiado de
curso;
II.
Por docentes que ministram disciplinas no referido curso;
III. Por representantes do corpo discente do referido curso, eleitos entre seus pares, com
suplentes;
IV. Por um representante da biblioteca central;
V.
Por um representante dos Laboratórios;
VI. Por um representante de Clínica-Escola e
VII. Pelo Coordenador de Estágio.
§ 1º A duração do mandato dos senhores membros será estabelecida pelo colegiado.
§ 2º Diretoria Geral, Diretoria de Áreas e Diretoria Acadêmica terão livre assento quando
solicitado, sem direito a voto.
São atribuições do Colegiado de Curso, de acordo com o Art. 36. do Regimento da
Faculdade Politec:
I.
Elaborar o perfil do profissional a ser formado em plano filosófico de ação didático pedagógico para o ensino no curso coerente com esse perfil;
II.
Discutir o currículo pleno, em suas modalidades e/ou habilitação e bacharelado e as
alterações curriculares em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais;
III. Conhecer a necessidade de docentes para os cursos, incluindo suas atribuições de
aulas;
IV. Elaborar e aplicar o sistema de avaliação do curso;
V.
Aprovar o Calendário de Atividades destinadas à grade curricular de cada curso;
VI. Em comum acordo com os alunos, tentar solucionar os problemas apresentados pelos
mesmos através de seus representantes, especificamente aqueles que prejudicam a
proposta pedagógica e o processo ensino-aprendizagem;
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VII. Propor atualizações do acervo bibliográfico do curso;
VIII. Votar as matérias colocadas em pauta.
As atribuições do Presidente do Colegiado de Curso, segundo Art. 37 do Regimento Interno
são:
I.
Convocar e presidir as reuniões, bem como receber a pauta 15 dias antes da reunião.
II.
Elaborar a pauta e enviar aos senhores membros do colegiado, no mínimo, 03 (três)
dias antes da reunião sequente.
III. Após a cada reunião, levar aos órgãos competentes o resultado da reunião do
colegiado para providências cabíveis quando houver.
IV. Elaborar a Ata da reunião anterior à sequente e apresentá-la aos senhores membros,
efetuar as correções quando solicitadas e acordadas de acordo com as falas dos
senhores membros.
V.
A Ata deverá ser assinada pelos senhores membros participantes da reunião e
arquivada.
VI. Representar o Colegiado junto aos órgãos dos Institutos.
VII. Executar as deliberações do Colegiado.
VIII. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado.
IX. Elaborar os horários de aula, ouvidos os demais Colegiados dos quais exibam
professores comuns entre si.
X.
Orientar os alunos quanto à matrícula e integralização do curso.
XI. Verificar o cumprimento do currículo do curso e demais exigências para a concessão
de grau acadêmico aos alunos concluintes.
XII. Analisar e decidir sobre os pedidos de transferência, trancamento e retorno.
XIII. Decidir nos termos da lei sobre pedidos referentes à matrícula, trancamento de
matrícula no curso, cancelamento de matrícula em disciplinas, permanência,
complementação pedagógica, exercícios domiciliares, expedição e dispensa de guia
de transferência e colação de grau.
6.
Coerência entre o PPC, o currículo e as diretrizes curriculares nacionais
O Currículo de um curso representa a proposta educacional por uma instituição de ensino
que se responsabiliza por sua fundamentação, implementação e avaliação, observando os princípios
e objetivos do ensino superior definidos pela Lei de Diretrizes de Bases da Educação - LDB 9.394 de
20 de dezembro de 1996.
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O Currículo como elemento que constitui o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em
Pedagogia, foi concebido em consonância com a Resolução CNE/CP Nº 1/ 2006. ao estabelecer o
perfil do egresso, tendo como orientação básica as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s), cujo
aperfeiçoamento implica a consideração constante dos resultados dos processos avaliativos.
Como forma de garantir a permanente atualização do Projeto Pedagógico do Curso,
provocando e estimulando o fazer pedagógico e científico e respondendo às necessidades regionais
e nacionais, a estrutura curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia foi concebida de acordo
com as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais.
A organização curricular do curso de Pedagogia oferecerá um núcleo de estudos básicos, um
de aprofundamentos e diversificação de estudos e outro de estudos integradores que propiciem, ao
mesmo tempo, amplitude e identidade institucional, relativas à formação do licenciado.
Compreenderá, além das aulas e dos estudos individuais e coletivos, práticas de trabalho
pedagógico, as de monitoria, as de estágio curricular, as de pesquisa, as de extensão, as de
participação em eventos e em outras atividades acadêmico-científicas, que alarguem as
experiências dos estudantes e consolidem a sua formação.
O Currículo do Curso de Licenciatura em Pedagogia e suas alterações são discutidos pelo
Núcleo Docente Estruturante, aprovado em colegiado e homologado pelo Conselho Supe rior,
observadas as respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais- DCN’s. O que se propõe neste esforço
de readequação da organização curricular é ofertar um curso moderno e dinâmico, para formar
profissionais aptos a compreender e enfrentar as constantes mutações da realidade educacional e
social que nos cerca, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de realidades
educacionais,reflexões e ações críticas; estudo voltado às áreas de atuação profissional e
enriquecimento curricular.
6.1 Objetivo Geral do Curso
O curso da Faculdade Politec tem como objetivos gerais:
 Promover a formação de profissionais críticos que dominem o conteúdo científico, pedagógico
e técnico.
 Formar profissionais aptos a atuar na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do En sino
Fundamental, em disciplinas pedagógicas dos cursos de nível médio na modalidade normal e de
educação profissional, na área de apoio escolar, no planejamento, execução e avaliação de
programas e projetos pedagógicos escolares e não escolares. bem como em outras áreas nas
quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.

Desenvolver habilidades que garantam, em suas atividades profissionais, a participação
consciente e ativa nas ações educacionais, identificando problemas e propondo políticas de
Proporcionar e integralizar o desenvolvimento da aprendizagem dos educandos, ampliando
suas capacidades de observação, criatividade, análise crítica, síntese e compreensão, para
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viabilizar os processos de decisão e ação na esfera pessoal e intelectual, bem como, e m seu
contexto de interação social, seja no ambiente escolar, comunitário ou familiar.
 Promover e difundir a cultura.

Contribuir para o fortalecimento da solidariedade e da fraternidade entre os homens, na sua
região de abrangência e além.

Preparar os seus educandos para o domínio dos recursos socioculturais, científicos e
tecnológicos, para que lhes permitam a participação profissional consciente e eficiente no seu
projeto de vida;

Promover na sua comunidade acadêmica a conscientização dos direitos e deveres da pessoa
humana, do cidadão, do Estado, da família e dos demais grupos sociais que compõem a
Sociedade;

Fazer do curso de Licenciatura em Pedagogia um referencial de qualidade.
6.2 Objetivos específicos
 Proporcionar uma sólida fundamentação teórico-prática, buscando a ética profissional numa
perspectiva contextualizada da educação formal, para a produção das bases do processo de
desenvolvimento da cidadania.
 Aprofundar e ampliar os conhecimentos do aluno sobre as diferentes disciplinas e temas
contemplado na grade curricular proposta por este curso, no sentido de que eles possam
fundamentar teórica e metodologicamente sua prática docente na Educação Infantil e nos Anos
Iniciais do Ensino Fundamental, na Direção, Coordenação, Orientação e Supervisão Escolar.
 Promover, através de uma prática flexível e interdisciplinar, o desenvolvimento de habilidades
que permitam ao aluno captar e interpretar a realidade educacional brasileira, fundamentandose teoricamente para elaborar soluções adequadas e inovadoras, visando a superação das
dificuldades em seu campo de atuação profissional, elaborando atividades que lhes
proporcionem participar ativamente do planejamento educacional de uma escola inovadora,
com vistas à plena educação do ser humano em todas as suas dimensões de desenvolvimento;
 Formar profissionais comprometidos com as questões educacionais, representando um
elemento integrador e facilitador do processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo nos
profissionais em formação, habilidades para a pesquisa participativa, utilizando-a como forma
necessária e alternativa para incremento de sua atividade docente, colaborando com a
formação dos estudantes em sala de aula, inserindo-os numa sociedade em constante processo
de desenvolvimento histórico e social.
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27
6.3 Perfil desejado do Egresso
O curso está voltado a capacitar o corpo discente, visando a alcançar um perfil profissional
segundo às exigências da sociedade.Com as mudanças estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases
9394/96 e também nas Novas Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CP Nº 1/2006) para
o Curso de Pedagogia, através do Parecer CNE/CP – 5/2005, novos conceitos foram incorporados,
reestruturando o novo perfil do pedagogo. O docente agora concebe a aprendizagem como forma
de modificação social. Seu trabalho está voltado para a formação integral do educando e para o
incentivo da cidadania e da responsabilidade social. Ao longo do Curso são implementados
conteúdos e metodologias voltados para que o egresso do curso de Pedagogia esteja apto a:
 atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,equânime,
igualitária;
 compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir,para o seu
desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual,social;
 fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental, assim
como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria;
 trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em
diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo
educativo;
 reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas,emocionais, afetivas
dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
 ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação Física, de
forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento humano;
 relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos didáticopedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação adequadas
ao desenvolvimento de aprendizagens significativas;
 promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, a família e a
comunidade; atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade
justa,equânime, igualitária;
 identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa e
propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação de
exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras;
 demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza ambiental ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais, religiões,necessidades
especiais, escolhas sexuais, entre outras;
 desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as demais
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áreas do conhecimento;
 participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração,implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
 participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando
projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
 participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e avaliando
projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
 realizar pesquisas e promover conhecimentos, entre outros:sobre alunos e alun as e a realidade
sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não-escolares; sobre processos de
ensinar e aprender em diferentes meios ambiental-ecológicos; sobre propostas curriculares; e
sobre organização do trabalho educativo e práticas pedagógicas;
 utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos
pedagógicos e científicos;
 estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que lhe
caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às instâncias
competentes;
 promover diálogo entre conhecimentos, valores, modos de vida, orientações filosóficas,
políticas e religiosas próprias à cultura do povo indígena junto a quem atuam e os proveni entes
da sociedade majoritária.
6.4 Habilidades e Competências
As habilidades e competências próprias do licenciado em Pedagogia, decorrentes do
Projeto Pedagógico da Faculdade POLITEC, buscam credenciá-lo para o exercício profissional em
áreas específicas de atuação, tais como: Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, nos cursos de Ensino Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação
Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam
previstos conhecimentos pedagógicos. A formação oferecida abrangerá, integralmente a docência,
a participação da gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a
execução, o acompanhamento de programas e as atividades educativas.
Como cidadão do mundo contemporâneo, o licenciado em pedagogia deverá ter
competências e habilidades gerais, tais como: saber pensar, saber escutar, aprender a aprender,
lidar com as alteridades, utilizar as novas tecnologias contemporâneas, ter iniciativa para resolver
problemas, ter capacidade para tomar decisões, ser criativo, autônomo, estar em sintonia com a
informação e a realidade contemporânea, ter responsabilidade social, utilizar a literatura em seu
cotidiano profissional, as artes e a natureza.
Além de propiciar o desenvolvimento desses conhecimentos e habilidades gerais acima
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29
propostos, o currículo do Curso de Pedagogia da Faculdade POLITEC, desencadeia a construção de
conhecimentos e habilidades específicas, tais como:
 Dominar princípios teóricos e metodológicos das áreas do conhecimento que se constituem
objeto de sua prática pedagógica.
 Saber elaborar, executar e avaliar planos de ação pedagógica que expressem os processos de
trabalho desenvolvidos na instituição.
 Compreender a necessidade e saber empreender avaliação permanente do desempenho dos
alunos, da instituição e de seu próprio trabalho.
 Fazer uso das novas tecnologias, multimeios e processos de comunicação disponíveis como
recurso básico para viabilizar a aprendizagem, desenvolvendo metodologias e mate riais
pedagógicos adequados à utilização desses recursos em sua prática educativa.
 Desenvolver trabalho coletivo, em interação com alunos, pais e outros profissionais da
instituição.
 Incorporar as ações pedagógicas à diversidade cultural, ética, sexual e religiosa da comunidade
onde atua.
 Articular ações dos diversos setores da instituição em que participa, através de projetos
coletivos com a comunidade.
 Assessorar professores, alunos e pais de alunos.
 Compreender o desenvolvimento de processos de investigação, incluindo a habilidade de
selecionar abordagens, procedimentos e instrumentos de investigação e pesquisa.
 Articular conhecimentos teóricos e o uso de múltiplas teorias à sua prática cotidiana.
 Compreender o fenômeno e a prática educativa através dos diferentes âmbitos e
especialidades.
 Compreender o processo de construção do conhecimento no indivíduo inserido em seu
contexto social e cultural.
 Identificar problemas socioculturais e educacionais propondo respostas criativas às questões da
qualidade do ensino, tomando medidas adequadas que visem superar a exclusão social.
 Compreender e valorizar as diferentes linguagens manifestas nas sociedades contemporâneas e
de sua função na produção do conhecimento dos diversos padrões e das produções culturais
existentes na sociedade contemporânea.
 Aprender a dinâmica cultural e atuar adequadamente em relação ao conjunto de significados
que a constituem.
 Trabalhar em equipe, em diferentes níveis da organização escolar, assegurando os direitos de
cidadania de todos os alunos.
 Atuar com jovens e adultos que apresentem defasagem no processo de escolarização.
 Estabelecer diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento.
 Articular ensino e pesquisa na produção do conhecimento e da prática pedagógica.
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30
 Articular as diferentes atividades educacionais à sua forma de gestão educacional, na
organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de
propostas pedagógicas da escola.
 Atuar em escolas públicas e privadas de Educação Infanti l e nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, nos cursos de Ensino Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação
Profissional, na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam
previstos conhecimentos pedagógicos.
 Autocrítica.
6.5 Áreas de atuação do Pedagogo
Na sociedade contemporânea a escola já não é mais a única, nem mesmo a mais legítima
fonte de formação e informação como temos apresentado em nossa proposta. O novo conceito de
espaços de aprendizagem se ampliou, ultrapassou os limites das instituições escolares formais,
passando a abranger em seu contexto instituições não-escolares (empresas, sindicatos, igrejas,
meios de comunicação dentre outros.) e também os movimentos sociais democráticos organizados
pela própria sociedade. O que tem permanecido como elemento definidor do processo educativo é
a ação docente. O profissional licenciado em Pedagogia da Faculdade POLITEC poderá atuar na
docência em Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de En sino
Médio de modalidade Normal e em cursos de Educação Profissional, na área de serviços e apoio
escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.
6.6 Mercado de trabalho
A formação oferecida abrangerá, integralmente a docência, a participação da gestão e
avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral, a elaboração, a execução, o
acompanhamento de programas e as atividades educativas, habilitando o profissional a trabalhar
como professor em creches e em instituições de ensino que oferecem cursos de Educação Infantil e
Fundamental; como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino; em
editoras e em órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos
para o ensino presencial e a distância. Além disso, atua em espaços de educação não-formal, como
organizações não-governamentais, hospitais, asilos, movimentos sociais, associações e clubes; em
empresas que demandem sua formação específica e em instituições que de senvolvem pesquisas
educacionais. Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando
consultoria.
7.
Estratégias pedagógicas
Para que o aluno atinja o perfil desejado, o docente do curso de Licenciatura em Pedagogia
permite que ele tenha formação geral e especializada sem comprometer o espaço de atuação.
Devido ao crescimento demográfico e exigências de melhor formação profissional em todos os
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setores da sociedade, o mercado de trabalho do pedagogo, configura-se num dos setores em
expansão, oferecendo ao egresso do curso de Pedagogia diversas perspectivas de trabalho, além da
atuação em instituições escolares públicas e privadas, o mesmo encontra campo de trabalho nas
empresas, desenvolvendo projetos de formação continuada e qualificação prof issional dos
funcionários. Empresas, órgãos públicos e organizações não-governamentais são locais, hoje,
considerados próprios para a atuação de pedagogos.
Um dos pontos chaves para o sucesso na formação do profissional de Pedagogia é a
motivação do estudante e de todos os participantes do processo. Entre os fatores que contribuem
para a perda da motivação dos alunos, e consequentemente dos professores, está o
desconhecimento dos conteúdos mínimos para a efetiva compreensão das matérias básicas do
curso, de modo especial a competência escritora e leitura, requisito essencial para o avanço nos
estudos e compreensão do processo de ensino e uma das ferramentas que o aluno dispõe para
consolidação de suas ideias.
Pensando em maneiras de resolver essa questão o Núcleo Docente Estruturante,
juntamente com os professores, entendem que no início de pelo menos os três primeiros semestres
do curso, haja a preocupação real com uma revisão e orientação efetiva do aluno que tem
deficiências quanto ao andamento dos componentes curriculares e disponibiliza aos alunos
mecanismos complementares de incentivo aos estudos, que englobam ações concretas a partir da
observação do corpo docente. As ações imediatas envolvem a formação de grupos de estudo,
encaminhamento de alunos para programa de monitoria, plantões tira-dúvidas em horário que
antecede às aulas, entre outras formas que são empregadas pelo corpo docente. Temos convicção
de que esse problema não é resolvido apenas com essas atitudes, mas queremos fazer aquilo que
como escola temos possibilidade; para que a partir desses conhecimentos, os estudantes sejam
capazes de abandonar uma postura passiva na construção dos conhecimentos básicos, assumindo
um papel mais ativo no processo, tornando-se agente de sua aprendizagem. Esta mudança de
postura decorre do conhecimento do conjunto de ferramentas disponíveis e suas aplicações. Por
isso buscamos em sua jornada de aprendizado disponibilizar meios para que o estudante
desenvolva sua capacidade de julgamento de forma suficiente para que ele próprio esteja apto a
buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado.
7.1 Nivelamento
Regulamentado pela Resolução CONSUP nº 23, o Núcleo de Nivelamento está vinculado à
Diretoria Acadêmica e seu Coordenador por indicação da mesma. Tal Resolução estabelece:
Art. 2º O Núcleo de Nivelamento, através de calendário pré-fixado pela Instituição, abrirá
turmas e horários para que os alunos que encontrarem dificuldades em acompanhar
o desenvolvimento dos conteúdos de disciplinas possam reforçar o conteúdo
programático estudado.
Parágrafo único. Para que o aluno possa se inscrever no Núcleo de Nivelamento e
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fazer parte dos programas de nivelamento das disciplinas, é
necessário o encaminhamento e solicitação por parte do
professor, com anuência do Coordenador do curso.
Art. 3º O aluno que se matricular em disciplinas do Núcleo de Nivelamento das FAP deverá
seguir o Regimento Interno Unificado, conforme Artigo 73 §2º quanto à frequência .
Art. 4º O aluno será encaminhado para o Núcleo de Nivelamento quando:
 O professor detectar deficiência na língua portuguesa (escrita e verbal);
 O professor detectar deficiência por parte do aluno em disciplina que ele
ministra;
 O professor detectar deficiência de conceitos matemáticos elementares que
dificultem a assimilação do conteúdo estudado.
Parágrafo único. Após o professor detectar deficiência de conhecimentos por parte
do aluno e encaminhá-lo ao núcleo de nivelamento, não se
constitui obrigatoriedade por parte do aluno em efetuar sua
matrícula.
Art. 5º As disciplinas ministradas pelo Núcleo de Nivelamento não farão uso de notas para
os alunos serem aprovados na conclusão da disciplina, porém, poderão se utilizar
diversas formas de avaliação durante o decorrer da disciplina.
Art. 6º O professor da disciplina de nivelamento, através da Coordenação do Núcleo, fará
encontros quinzenais para discutir a evolução e progressão do aluno.
7.2 Núcleo de Atendimento Discente - NDI
O Núcleo de Apoio Psicológico e Psicopedagógico tem por objetivo desenvo lver um trabalho
de atendimento Psicológico e Psicopedagógico, direcionado ao corpo discente, Corpo Docente e
Funcionários da Faculdade Politec. Contando com Resolução própria, essa estabelece:
Art. 2º Fixa os objetivos do referido Núcleo:
 Acolher aos alunos em suas dificuldades, orientá-los e acompanhá-los em seu processo de
desenvolvimento frente às grandes mudanças encontradas nas diversas faixas etárias, com
a finalidade de levá-los a um maior conhecimento de si próprios para que possam ajustar-se
harmoniosamente ao seu meio social, familiar, escolar e, assim, preparar-se para o exercício
da profissão e de sua cidadania.
 Acolher e orientar o corpo discente sobre as dificuldades encontradas na área
Psicopedagógica, tanto individual como em grupo.
 Acolher e orientar o corpo docente sobre as dificuldades encontradas na área
Psicopedagógica, tanto individual como em grupo.
 Acolher e orientar os funcionários sobre as dificuldades encontradas nas funções
desempenhadas por eles.
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Art. 3º Os atendimentos psicológicos e psicopedagógicos poderão ser realizados em grupo,
com dinâmicas, e individualmente, e serão marcados alguns retornos conforme a
necessidade de cada aluno, juntamente com a autorização dos pais, nos casos em
que se fizer necessário. Tais atendimentos se caracterizarão por meio de:
 Atendimento individual com duração de 30 min.
 Trabalho em grupo.
 Dinâmicas abordando assuntos afins.
 Reuniões com professores.
 Reuniões com os pais.
Art. 4º Os atendimentos psicológicos destinados aos corpos docente e admi nistrativo
poderão ser realizados em grupo, com aplicação de dinâmicas, e individualmente, e
serão marcados alguns retornos conforme a necessidade de cada sujeito. Tais
atendimentos se caracterizarão por meio de:
 Atendimento individual com duração de 30 min.
 Trabalho em grupo.
 Dinâmicas abordando assuntos afins.
Parágrafo Único.
conforme o Art. 4º.
8.
Os mesmos procedimentos serão aplicados aos funcionários
Currículo
8.1 Matriz curricular
1º Período
Disciplina
Organização e Políticas da Educação Básica
História da Educação
Informática na Educação
Comunicação e Expressão
Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na
Educação Básica
Introdução à Psicologia
Total ->
CHS
4
4
2
4
C. H. Total
80 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
2
40 h/a
4
20
80 h/a
400 h/a
CHS
4
4
4
2
C. H. Total
80 h/a
80 h/a
80 h/a
40 h/a
2º Período
Disciplina
Sociologia da Educação
Filosofia da Educação
Psicologia da Educação
Produção Textual em Educação
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34
Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico
Fundamentos da Didática
Total ->
4
2
20
80 h/a
40 h/a
400 h/a
3º Período
Disciplina
Didática e Formação Docente
Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil
Educação na Diversidade Cultural
Educação, Natureza e Sociedade
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras
Educação, Espaço e Forma
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
CHS
4
4
2
2
2
2
4
C. H. Total
80 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
Total ->
20
400 h/a
Disciplina
Metodologia e Prática da Alfabetização
Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia
Fundamentos e Práticas do Ensino da História
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação
Básica
Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem
Didática e Prática Docente
Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos
CHS
2
2
2
C. H. Total
40 h/a
40 h/a
40 h/a
2
40 h/a
4
4
4
80 h/a
80 h/a
80 h/a
Total ->
20
400 h/a
4º Período
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35
5º Período
Disciplina
CHS
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e
4
Saúde
Fundamentos e práticas do Ensino de Ciências
2
Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes
2
Matemática
2
Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e
2
Adultos
Currículos e Programas
4
Avaliação Educacional
4
Total ->
20
Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental I
C. H. Total
80 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
80 h/a
400 h/a
150 h
6º Período
Disciplina
CHS
Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação
2
Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática
4
Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa
4
Didática, Estratégias e Recursos da Educação de pessoas
2
com Necessidades Especiais
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
4
A inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na
4
Educação Básica
Total ->
20
Práticas Curriculares I
Estágio Supervisionado na Educação de jovens e Adultos na
Educação de Pessoas com Necessidades Especiais
7º Período
Pesquisa Educacional
Gestão Escolar na Educação Básica
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar
Gestão da Educação Infantil
Estatística Aplicada à Educação
Legislação e Normas na Educação Nacional
Total ->
C. H. Total
40 h/a
80 h/a
80 h/a
40 h/a
80 h/a
80 h/a
400 h/a
50 h
100 h
4
4
4
2
2
4
20
80 h/a
80 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
400 h/a
50 h
50 h
CHS
4
C. H. Total
80 h/a
Práticas Curriculares II
Estágio Supervisionado em Gestão Escolar
8º Período
Disciplina
Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares
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36
Políticas Públicas e Educação
Corpo e Movimento
Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Literatura Infantojuvenil
Relações Sociais e Éticas
Total ->
Práticas Curriculares III
Resumo do Curso
Regime Escolar
Integralização do Curso
CH de Disciplinas Curriculares Presenciais
2
2
4
2
2
4
20
40 h/a
40 h/a
80 h/a
40 h/a
40 h/a
80 h/a
400 h/a
40 h
Semestral
Mínimo:
Máximo:
08 semestres
12 semestres
3200 aulas
2.666 horas relógio
CH de Estágio Supervisionado
CH de Atividades Complementares
CH de Atividades de Prática Curricular
Carga Horária Total do Curso
Número de vagas semestrais
Número de vagas anuais
300 horas relógio
100 horas relógio
140 horas relógio
3.206 horas relógio
60
120
Turno de oferecimento
Periodicidade das aulas
Noturno
De segunda à sexta-feira
1.1 Ementário
Disciplina
Organização e Políticas da Educação Básica
Ementa
Estudo do sistema educacional brasileiro, de seus aspectos organizacionais, de suas políticas e das
variáveis intervenientes na gestão da educação básica. Análise teórico-prática da legislação
vigente, aplicada á organização escolar em seus aspetos administrativo-pedagógicos na
perspectiva da transformação da realidade social.
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37
Bibliografia Básica:
COSTA, Josilene S. (Org.) Políticas Educacionais, Práticas Pedagógicas e Formação.Campinas:
Alínea, 2013.
LIBÂNEO, José Carlos, OLIVEIRA, João Ferreira de, TOSHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas,
estrutura e organização. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos.
São Paulo: Cengage. 2012.
Bibliografia Complementar:
JEFFREY, Debora C. (org.) Política Educacional Brasileira - análise e entraves. Campinas: Mercado de
Letras, 2012.
SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Campinas: Autores Associados. 2009.
VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Campinas: Papirus. 2009.
VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Campinas: Papirus, 2002.
(VIRTUAL)
Disciplina
História da Educação
Ementa
Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo
histórico. Estudo das abordagens do ensino da história da educação. Compreensão sobre a
evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade. Verificação dos
condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticas da história da
humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil.
Bibliografia Básica:
ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2008
MANACORDA, Maria A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 13. ed. São Paulo:
Cortez, 2010.
ROMANELLI, Otaíza de O. História da Educação no Brasil. 38. ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
GHIRALDELLI Junior, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira: da colônia ao governo Lula.
2.ed. São Paulo: Manole, 2009. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
BRANDÃO, C. R. O Que é Educação? São Paulo: Brasiliense, 2004.
GUIRALDELLI, Paulo. História da educação brasileira. 4ªed. Cortez. 2011
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2014.
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38
Disciplina
Informática na Educação
Ementa
Apresentação de novas tecnologias como ferramenta no desenvolvimento de atividades
educacionais. Reflexão sobre a presença das tecnologias de informação e comunicação no cotidiano
e seu impacto nos mais diversos aspectos cognitivos.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, F. J. Educação e Informática: os computadores na escola. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
BRITO, Glaucia da Silva. PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas Tecnologias: um (re)pensar.
Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
LEITE, Lígia S. Tecnologia Educacional – descubra suas possibilidades na sala de aula. 6. ed.
Campinas:Vozes, 2011.
TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação - Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. 9.
ed. São Paulo: Érica, 2012.
Bibliografia Complementar:
DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. 2. ed. Campinas: Vozes, 2011.
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula.7ªed.
Vozes. 2011.
SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2010.
Disciplina
Comunicação e Expressão
Ementa
Reflexão da linguagem oral e escrita. Estudos da norma padrão da língua portuguesa. Estudo das
estruturas de coesão e coerência. Leitura, interpretação e análise de textos de diferentes gêneros.
Instrumentalização para produção de textos acadêmicos.
Bibliografia Básica:
CUNHA, Celso; LINDLEY CINTRA. L. F. Nova Gramática do Português Contemporâneo. De acordo
com a Nova Ortografia. 5.ed. Lexicon Editorial, 2013.
SILVA, Mauricio. Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - o que muda, o que não muda.
São Paulo: Contexto, 2008
NADÓLSKIS, Hendricas. Normas de comunicação em Língua Portuguesa. 27ªed. Saraiva. 2013.
SILVA, Mauricio. Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - o que muda, o que não muda.
2.ed. São Paulo: Contexto, 2009 (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
NADOLSKIS, Hê ndri cas. Comunicação redacional . 13 e d. São Paul o: Sarai va, 2012.
SEVERINO, Antonio M. B. Redação - escrever é desvendar o mundo. 21. ed. Campinas: Papirus,
2012.
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39
Disciplina
Seminários sobre ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica
Ementa
Estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade envolvendo propostas didático -pedagógicas nas
escolas de educação básica. Abordagem sobre a importância de fortalecimento da cidadani a e
melhores condições de vida para as pessoas. Conceito de ética diferenciando -o do conceito de
moral. Reflexão sobre a objetividade ética, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas
feita. Estudo da ética e estética como relação indissociável. Estudo dos níveis e modalidades de
artes e suas contribuições para formação das crianças e adolescentes da escola básica. O jogo, o
brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano.
Bibliografia Básica:
AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Rio de Janeiro: Wak, 2010.
MIRANDA, Simão. Oficina de ludicidade na escola. Papirus. 2013.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e competência. (Questões da nossa época, v.7). 20ª Ed. Cortez. 2011
Bibliografia Complementar:
DIAS, J. M. Barros. Ética e Educação. Curitiba: Juruá, 2013.
PAGNI, Pedro Angelo. Experiência estética, formação humana e arte de viver. Loyola. 2014.
ROSENAU, Luciana dos Santos. Diagnósticos do fazer docente na educação infantil. Curitiba:
InterSaberes, 2013. (VIRTUAL)
SANTOS, Santa M P. O Brincar na Escola – metodologia lúdico-vivencial, coletânea de jogos,
brinquedos e dinâmicas. 2ªed.. Campinas: Vozes, 2011.
Disciplina
Introdução à Psicologia
Ementa
Abordagem do desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, objeto de estudo, métodos e
campos de aplicação. Discussão das principais escolas da psicologia e estudo do contexto de
surgimento. Introdução aos fundamentos da psicologia. Abordagem do comportamento humano
em seus aspectos físicos, afetivo, emocional e cognitivo.
Bibliografia Básica:
BISI, Guy P. Psicologia Geral. 33ªed. Vozes. 2012.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma
introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
GRIGGS, Richard. Psicologia – uma abordagem concisa. Artmed. 2009.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, Dinah M. S. Psicologia e Desenvolvimento Humano. 6. ed. Campinas: Vozes. 2011.
DAVIDOFF, Linda L. Introdução a Psicologia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações a prática
pedagógica 17ªed. Campinas: Vozes, 2011.
MORRIS, Charles G. MAISTO, Albert A. Introdução à Psicologia. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
(VIRTUAL)
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40
Disciplina
Sociologia da Educação
Ementa
Conceituação e delimitação do campo de estudo da sociologia da educação. Compreensão dos
fundamentos da sociologia da educação tendo como base o discurso dos autores clássicos das
ciências sociais e o discurso dos autores contemporâneos. Análise sociológica da dinâmica social e
das relações entre educação e sociedade. Reflexão acerca da produção das desigualdades sociais e
a desigualdade das oportunidades educacionais. Formas, processos e agentes educacionais:
autonomia e heteronomia. Educação e sociedade.
Bibliografia Básica:
COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução a ciência da sociedade. São Paulo: Moderna,
2011.
MARQUES, Silva. Sociologia da Educação. LTC, 2012.
RODRIGUES, ALBERTO TOSI. Sociologia da educação. 6 ed. [S.l.]: Lamparina, 2007. 134p.
Bibliografia Complementar:
CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e praticas pedagógicas. Vozes. 2011.
FORACCHI, Marialice M. e MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade: leituras de introdução
à sociologia. LTC, 2007.
MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia. 57. ed. São Paulo: Brasiliense, 2011.
Disciplina
Filosofia da Educação
Ementa
Reflexão da filosofia da educação como um campo do saber de construção e reconstrução de
conceitos e suportes teóricos, discursivos e práticos. Reflexão sobre os conceitos de: autoridade,
autonomia, sujeito, objeto, consciência, vontade, desejo, razão, liberdade, dialética e ética,
fundamentais para a compreensão e apreensão do complexo campo pedagógico-educacional
contemporâneo.
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução a filosofia.
4. ed. São Paulo: Moderna, 2009.
FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação - O ensino da filosofia na perspectiva freireana. 2.
ed. Campinas: Vozes. 2011.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. 26. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
Bibliografia Complementar:
NUNES, CÉSAR APARECIDO. Aprendendo filosofia. 16. ed. [S.l.]: Papirus, 2005.
SAVIANI, Dermeval. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 18. ed. São Paulo: Autores
Associados, 2009.
SILVA, Divino José da. Introdução a Filosofia da Educação. Avercamp, 2007.
Disciplina
Psicologia da Educação
Ementa
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41
Estudos dos princípios e técnicas psicológicas aplicadas à compreensão e orientação do educando.
Estudo do comportamento humano em situação educativa. Reflexão sobre o crescimento e o
desenvolvimento do individuo. Abordagem dos conceitos de aprendizagem, personalidade e seu
ajustamento. Análise sobre a avaliação e relativas medidas de orientação do processo ensino
aprendizagem.
Bibliografia Básica:
GAMEZ, Luciano. Psicologia da educação. LTC. 2013.
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações a prática
pedagógica 17ªed. Campinas: Vozes, 2011.
SANTROCK, John. Psicologia educacional. Macgraw-hill. 2009.
Bibliografia Complementar:
CARRARA, Kester (org). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São Paulo:
Avercamp, 2007.
COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2.
Porto Alegre: Artmed. 2005.
FOULIN, JEAN-NÖEL. Psicologia da educação. [S.l.]: Artmed, 2000.
Disciplina
Produção Textual em Educação
Ementa
Estudo do texto como situação comunicativa. Apresentação dos tipos e os gêneros textuais e os
fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Reflexão sobre a importância das
práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da
linguagem escrita.
Bibliografia Básica:
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. 3. ed. Campinas: Vozes. 2011.
DIONISIO, Angela Paiva. Gêneros Textuais e Ensino. Parábola, 2010.
KOCH, I. V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2010.
(VIRTUAL)
KOCH, I. V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. São Paulo: Contexto. 2010.
Bibliografia Complementar:
DISCINI, Norma. A Comunicação nos Textos. Contexto, 2007.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para Entender o Texto: leitura e redação. 13. ed. São
Paulo: Ática, 2007.
KOCH, Ingedore. As Tramas do Texto. 2ªed. Contexto. 2014.
Disciplina
Metodologia da Pesquisa e do trabalho Científico
Ementa: método de pesquisa científica. Tipos de pesquisa. A natureza da leitura, entendimento do
significado do estudo, análise de textos, pesquisa bibliográfica. Método e técnicas de pesquisa
empírica. A natureza do conhecimento científico. O método científico e suas aplicações na
pesquisa. Estruturação de um projeto. Normas ABNT. Diretrizes para elaboração de seminários.
Elementos constitutivos de uma monografia científica.
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Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10. ed. Atlas.
2010.
LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa: Planejamento e Execução de Pesquisas. Atlas, 2009.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 3. ed. Atlas. 2012.
Bibliografia Complementar:
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas, 2010.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. 3ªed. Atlas. 2012.
PÁDUA, Elisabete, Matallo. Metodologia da pesquisa – abordagem teórico – pratica. 17ªed.Papirus.
2014.
Disciplina
Fundamentos da Didática
Ementa
Conceito histórico da didática. Concepções, de didática em diferentes abordagens. Habilidades e
competências da profissão docente. Estudo dos métodos de ensino. Reflexão sobre a importância
do planejamento na organização e sistematização do processo de ensino -aprendizagem. A
relação professor-aluno. Princípios a avaliação da aprendizagem.
Bibliografia Básica:
CANDAU, Vera Maria. (org.) A didática em questão. 34 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
MALHEIROS, Bruno T. Didática Geral. LTC, 2012.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. São Paulo: Ática, 2004.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, Pura Lúcia Oliver. Didática teórica/didática prática: para além do confronto. São Paulo:
Edições Loyola, 1995.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a Didática. 29. ed. Campinas: Papirus, 2012.
VEIGA, Ilma. (org). Lições de Didática. 5ªed.Papirus. 2013.
Disciplina
Didática e Formação Docente
Ementa
Estudo da escola como instituição que circunscreve a relação pedagógica. Reflexão sobre aspectos a
considerar na relação cotidiana: diferenças individuais na aprendizagem. Discussão das
características, atuação e formação docente. Análise da dimensão interpessoal professor-aluno.
Estudo da relação ensino-aprendizagem: a questão do conhecimento. A aprendizagem como
recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções. El aboração de
planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar.
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Bibliografia Básica:
PIMENTA, Selma G. Didática e Formação de Professores. 6. ed. São Paulo:Cortez, 2011.
TARDIF, CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e praticas pedagógicas. Vozes. 2011.
FORACCHI, Marialice M. e MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade: leituras de introdução
à sociologia. LTC, 2007.
MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia. 57. ed. São Paulo: Brasiliense, 2011.
Maurice. Saberes Docentes e a formação profissional. 14ªed. Vozes. 2012.
VARIOS AUTORES. Didática e Docência na Educação Superior - implicações para a formação de
professores. Campinas: Papirus, 2012.
Bibliografia Complementar:
ARROYO, M. G. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. 13. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Campinas: Vozes, 2011.
VEIGA, Lima Passos Alencastro. A Aventura de Formar Professores. Papirus, 2009.
Disciplina
Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil
Ementa
Abordagem das concepções de infância e educação infantil, construídas ao longo do tempo, tendo
como pressupostos as diferentes correntes da psicologia e da sociologia. Discussão das principais
metodologias e práticas que propiciem às crianças, no cotidiano das instituições destinadas à
educação infantil, experiências enriquecedoras que possibilitem o desenvolvimento e garantam seu
direito à infância.
Bibliografia Básica:
AYRES, Sonia N. Educação Infantil – teorias e práticas para uma proposta pedagógica. Vozes, 2012.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas.
Vozes. 2011.
MOYLES, Janet R. Fundamentos da Educação Infantil – enfrentando o desafio. Artmed, 2010.
RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. Educação infantil: práticas pedagógicas de ensino e
aprendizagem. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
MÜLLER, Fernanda (Org); Infância em perspectiva: políticas, pesquisas e instituições. 1º Ed. Cortez.
2010.
OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil - muitos olhares. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
OSTETTO, Luciana Esmeralda. Educação Infantil – Saberes e Fazeres da Formação. Papirus, 2010.
Disciplina
Educação na Diversidade Cultural
Ementa
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Estudo da constituição da realidade social brasileira contemporânea, suas instabilidades, conflitos e
poder. Abordagem das epistemologias mono e multicultural. Estudo da diversidade étnico-racial com
ênfase nas histórias e culturas da África, dos africanos e dos indígenas. Reflexão sobre a presença da
diversidade na formação da cultura negra e indígena brasileira. Análise das contribuições dos negros e
indígenas na formação da sociedade nacional.
Bibliografia Básica:
CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 9ªed. Vozes. 2011.
CHALUH, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Campinas:
Alinea, 2013.
GOBBI, Marcia Aparecida. Educação e diversidade cultural. Junqueira e Marin, 2012.
MICHALISZYN, Mario Sergio. Educação e diversidade. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas, 2009.
Bibliografia Complementar:
GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e Estéticas. Belo
Horizonte: Autentica, 2008.
LIMA, Maria N. M. Escola Plural – a diversidade está na sala. 3ªed. Cortez, 2012.
MATTOS, Regiane Augusto de Mattos. História e cultura afro-brasileira São Paulo: Contexto, 2012.
Disciplina
Educação, Natureza e Sociedade
Ementa
Estudo sobre a natureza e a sociedade na educação infantil. Análise dos objetivos, conteúdos,
metodologias e avaliação dos conhecimentos relacionados a estas áreas, possibilitando uma
interferência multidisciplinar a partir de aspectos geográficos, históricos, culturais e ambientais.
Bibliografia Básica:
BRANCO, Sandra. Meio Ambiente e Educação Ambiental – na educação infantil e no ensino
fundamental. São Paulo: Cortez, 2009.
GUTIERREZ, Francisco. Ecopedagogia e Cidadania planetária. 3ªed. Cortez. 2013.
LOREIRO, Carlos Federico. Sociedade e Meio ambiente – a educação ambiental em debate. Cortez.
2012.
PHILIPPI Junior, Arlindo. PELICIONI, Maria Cecilía Focesi. Educação ambiental e sustentabilidade.
2.ed. São Paulo: Manole, 2014 (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental - a formação do sujeito ecológico. 6. ed.
São Paulo: Cortez. 2012.
CURRIE, K.L. Meio Ambiente: Interdisciplinaridade na Prática. 12ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2014.
MANSOLDO, Ana. Educação Ambiental na Perspectiva da Ecologia Integral. Belo Horizonte:
Autentica, 2012.
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Disciplina
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras
Ementa
Apresentação conceitual de jogos e brincadeiras. Reflexão sobre o papel da comunicação infantil
na construção do indivíduo. Instrumentalização do docente para atuar como brincante.
Apresentação do jogo como instrumento de aprendizagem intelectual, física e motora. Elaboração e
construção de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial.
Bibliografia Básica:
CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida; LUCENA, Regina Ferreira de. Jogos e brincadeiras na educação
infantil. 6. ed. Campinas: Papirus, 2013.
FRIEDMAN, Adriana. A Arte de Brincar: Brincadeiras e Jogos Tradicionais. Vozes. 2011.
KISHIMOTO, T. M.. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 9 ed. [S.l.]: Cortez, 2006. 183p
Bibliografia Complementar:
AGUIAR, João. Educação inclusiva: jogos para o ensino de conceito. Campinas: Papirus, 2013.
ANTUNES, C. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 19ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
OLIVEIRA, Vera Barros de (org). O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. 10ªed. Vozes.
2010.
Disciplina
Educação, Espaço e Forma
Ementa
Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil. As
mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a
aprendizagem e sem duvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas
estratégias levando o docente a construção e ampliação de seu conhecimento.
Bibliografia Básica:
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. 7.ed. Papirus. 2014.
CARVALHO, Mercedes. Números: Conceitos e atividades para educação infantil e ensino
fundamental I. Vozes. 2010.
ALVES, Eva Maria. A Ludicidade e o ensino de matemática. 7ªed. Papirus. 2013.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Mercedes. Matemática e Educação Infantil. Campinas: Vozes, 2012.
RAMOS, Luzia Faraco. Conversas sobre números, ações e operações: uma proposta criativa para o
ensino da matemática nos primeiros anos. São Paulo: Ática, 2009. (Educação em Ação).
KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2010.
RAMOS, Luzia Faraco. Conversas sobre números, ações e operações: uma proposta criativa para o
ensino da matemática nos primeiros anos. São Paulo: Ática, 2009. (Educação em Ação). ( VIRTUAL)
Disciplina
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
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46
Ementa
Analisar as concepções de alfabetização e as relações entre alfabetização e letramento,
considerando-se as questões sócias históricas e linguísticas e também as concepções teórico metodológicas das práticas alfabetizadoras, incluindo adaptações curriculares do ensino d e Língua
Portuguesa para o portador de necessidades especiais.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. 3ªed. Cortez. 2013.
FARACO, Carlos A. Linguagem Escrita e Alfabetização. Contexto, 2012.
LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Summus, 2010.
SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. 6.ed. São Paulo: Contexto, 2010. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Geraldo P. Práticas de Alfabetização e Letramento. São Paulo: Cortez, 2008.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em Processo. 19. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
MENDONÇA, Onaide S. Alfabetização – método sociolingüístico. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
Disciplina
Metodologia e Prática da Alfabetização
Ementa
Reflexão sobre a alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental. Apresentação da
construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Orientações didáticas para o
ensino da língua: leitura, escrita, oralidade. Apresentação dos gêneros textuai s na comunicação.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Geraldo Peçanha. Praticas de alfabetização e letramento. Cortez. 2007.
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura. 3ªed. Cortez. 2013.
HARTMANN, Schirley Horácio de Gois. Práticas de leitura para o letramento no ensino superior.
Curitiba:InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
SMOLKA, Ana Luiza B. A criança na fase inicial da escrita – alfabetização como processo discursivo.
13ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Um diálogo entre teoria e prática. Vozes, 2010.
COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. São
Paulo: Summus, 2011.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia
Ementa
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47
Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina
geografia na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do en sino de geografia no
contexto histórico e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos
parâmetros curriculares nacionais – PCN. Aprofundamento do foco nos conceitos geográficos e
desenvolvimento de práticas pedagógicas que possibilitem a contextualização do professor nos
espaços geográficos.
Bibliografia Básica:
CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino de geografia na escola. Papirus. 2014.
CAVALCANTI, Lana dos Santos. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 18ªed. Campinas:
Papirus, 2014.
SANTOS, Rosane Maria Rudnick dos. SOUZA, Sandra Mara Lopes de. O ensino de geográfia e suas
linguagens. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
VESENTINI, José William. Ensino de geografia no século XXI. 7ªed. Papirus. 2014.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História: inteligências múltiplas, aprendizagem
significativa e competência no dia-a-dia. Campinas: Ed. Papirus, 7ª Edição, 2010.
CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2010.
PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. 3ªed. Cortez. 2013.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino de História
Ementa
Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina história
na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do ensino de história no contexto histórico
e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos Parâmetros
Curriculares Nacionais – PCN. Discussão da importância didática e pedagógica da pesquisa históricodocumental e crítica para o ensino de História para as séries iniciais do Ensino Fundamental.
Bibliografia Básica:
ADUB, Kátia Maia. Ensino de História. Cengage. 2011.
LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011.
MICELI, Paulo. História moderna. São Paulo: Contexto, 2013. (VIRTUAL)
NIKITIUK, Sonia L. Repensando o ensino de história. 8ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. A sala de aula de Geografia e História: inteligências múltiplas, aprendizagem
significativa e competência no dia-a-dia. Campinas: Ed. Papirus, 7ª Edição, 2010.
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história. 13ªed. Papirus, 2013.
SILVA, Marcos. História: que ensino é esse? Papirus. 2013.
Disciplina
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica
Ementa
Estudo dos pressupostos clássicos, teóricos metodológicos na educação básica. Reflexão crítica às
tendências teóricas metodológicas da contemporaneidade.
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Bibliografia Básica:
BRUEL, Ana Lorena de Oliveira. Políticas e legislação da educação básica no Brasil. Curitiba:
InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
GIAMBIAGI, Fabio. Educação básica no Brasil – construindo o país do futuro. Elsevier. 2009.
LIBÂNEO, José C.; OLIVEIRA, João F. de; TOSCHI, Mirza S. Educação Escolar: políticas, estrutura e
organização. 10ªed. São Paulo: Cortez, 2012.
VASCONCELLOS, Maria L. Educação Básica: a formação do professor, relação professor-aluno,
planejamento, mídia e educação. São Paulo: Contexto. 2012.
Bibliografia Complementar:
CORTELLA, Mario. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológico e políticos. São Paulo:
Cortez, 2011.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender - Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica.
Petrópolis: Vozes, 2009.
GUIRALDELLI, Paulo. História da educação brasileira. São Paulo. Ed Cortez, 2010.
Disciplina
Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem
Ementa
Apresentação dos conceitos de desenvolvimento geral, da cognição humana e da aquisição d os
saberes. Estudo sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem com prioridade no âmbito
escolar. Reflexão sobre as diferentes visões de homem e mundo a partir das abordagens e práticas
pedagógicas. Abordagem das teorias de Jean Piaget, Lev S. Vygotsky e Henry Wallon. Estudo das
dificuldades de aprendizagem.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Dinah M. S. Psicologia da Aprendizagem. 37. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
CASTORINA, José Antonio. Desenvolvimento cognitivo e educação 1. Artmed, 2014.
PILETTI, Nelson. Psicologia da Aprendizagem – da teoria do condicionamento ao construtivismo.
São Paulo: Contexto, 2011.
PILETTI, Nelson. Psicologia da Aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo.
1.ed. São Paulo: Contexto, 2012. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas e seus estímulos. Campinas, Papirus, 2010.
DAVIS, Claudia. Psicologia na educação. São Paulo; Cortez, 2010.
LA TAILLE, Yves. Piaget, Vygotsky, Wallon: teoria psicogenética em discussão. São Paulo. Ed.
Summus, 2002.
Disciplina
Didática e Prática Docente
Ementa
Estudos metodológicos da aula. Estudos das competências e habilidades fundamentais à docência
humanizada. Apresentação das metodologias necessárias à execução de planejamento que reverta
em um processo de ensino-aprendizagem. Conceito e execução do planejamento da ação didática.
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49
Bibliografia Básica:
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2011.
CRUZ,C.H.C; GANDIM,D. Planejamento na sala de aula. 13ªed. São Paulo: Vozes, 2011.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro . (org). Lições de Didática. 5ªed. São Paulo: Papirus. 2006. (VIRTUAL)
VEIGA, Ilma. (org). Lições de Didática. 5ªed. São Paulo: Papirus. 2013.
Bibliografia Complementar:
ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. Campinas: Papirus, 2008.
PILETTI, Claudino. Didática Geral; (Série Educação), 24º Ed. Ática, 2005.
POLITY, Elizabeth. Ensinando a ensinar: educação com afeto. São Paulo: Vetor, 2003.
Disciplina
Leitura, Interpretação e Produção de Textos
Acadêmicos
Ementa
Compreensão e produção de textos acadêmicos na perspectiva da metodologia científica. Análise
de artigos científicos. Produção de textos acadêmicos científicos.
Bibliografia Básica:
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Petrópolis: Vozes, 2010.
BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Manual de produção de textos acadêmicos e científicos. São Paulo:
Atlas, 2013.
SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008.
Bibliografia Complementar:
FIORIN, Jose Luis. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
GUIMARÃES, ELISA. A articulação do texto. 9. ed. [S.l.]: Ática, 2006.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico. 8ªed. Vozes. 2010.
Disciplina
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde
Ementa
Estudo histórico da Educação Ambiental e suas relações interdisciplinares. Análise holística do meio
ambiente. Apresentação e análise das políticas de Educação Ambiental. Estudo do meio enquanto
componente curricular para o ensino de crianças. Reflexão de novos conceitos relativos à educação
ambiental, nutrição, saúde e cidadania. Estratégias e ações para defesa do meio ambiente,
educação ambiental, ética e historicidade.
Bibliografia Básica:
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
BRANCO, Sandra. Meio ambiente e educação ambiental na educação infantil e no ensino
fundamental. Cortez. 2007.
MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de formação. Vozes.
2011.
PINSKY, Jaime. Cidadania e educação. 10.ed. São Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL)
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Bibliografia Complementar:
CURRIE, K.L. Meio Ambiente: Interdisciplinaridade na Prática. 12ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2014.
GUIMARAES, Mauro. A dimensão ambiental na educação. 11ªed. Papirus, 2014.
MINC, CARLOS. Ecologia e cidadania. 2. ed. reform. [S.l.]: Moderna, 2005.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências
Ementa
Contextualização dos fundamentos e da metodologia do ensino de Ciências nos anos iniciais do
Ensino Fundamental. Estabelecimento de relações entre os saberes sistematizados e cotidianos por
meio de experimentos que permitam o desenvolvimento e aprofundamento teórico -prático do
conhecimento científico. Compreensão do ensino de ciências naturais como contribuição para
reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento científico.
Bibliografia Básica:
ASTOLFI, Jean Pierre et alii. A didática das ciências. 16ªed. Papirus. 2013.
ASTOLFI, Jean Pierrie et al. A didática das ciências. São Paulo: Papirus, 2014. (VIRTUAL)
POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009.
TRIVELATO, Silvia F. Ensino de Ciências. Col. idéias em aço. Cengage. 2012.
Bibliografia Complementar:
ASTOLFI, Jean-Pierre. A didática das ciências. 16ªed. Papirus. 2013.
CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Ensino de ciências por investigação – condições para implementação
em sala de aula. Cengage. 2014.
SANTOS, César Sátiro. Ensino de ciências. 2ªed. Autores Associados. 2012.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes
Ementa
Vivência do lúdico na educação como um instrumento de aprendizagem. Identificação da
importância do significado histórico e etimológico da arte-educação. Desenvolvimento de
experiências criadoras em arte. Relação da arte com o processo de aprendizagem, comunicação e
criatividade. Reconhecimento das diversas manifestações artísticas da cultura brasileira, em
especial da cultura afro-brasileira e indígena.
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Bibliografia Básica:
DÓRIA, Lílian Freury. Et al. Metodologia do ensino de arte. Curitiba: InterSaberes, 2013. ( VIRTUAL)
FERREIRA, Sueli. Ensino das artes. 10ªed. Papirus. 2014.
GONÇALVES, Tatiana F. Entre linhas, formas e cores: arte na escola. Campinas: Papirus, 2010.
MOURÃO, Luciana. Ensino de arte. Cengage. 2006.
Bibliografia Complementar:
BUORO, A. B. Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte. 8ªed. Cortez. 2010.
FRITZEN, Celdon. Educação e Arte – As linguagens artísticas na formação humana. 2ªed. Papirus,
2013.
VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. São Paulo: Phorte, 2009.
Disciplina
Matemática
Ementa
Abordagem dos aspectos históricos da Matemática. Estudo dos conceitos básicos da matemática
para formação do professor das séries iniciais.
Bibliografia Básica:
GUIMARÃES, Karina Perez. Desafios e perspectivas para o ensino da matemática. Curitiba:
InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
MACHADO, N. J. Matemática e realidade. 8ªed. Cortez. 2013.
MOREIRA, Plinio Cavalcanti. Formação matemática do professor – licenciatura e pratica docente
escolar. Autentica. 2005.
NACARATO, Adair. Indagações, reflexões e práticas em leituras e escritas na educação
matemática. Mercado de Letras. 2013.
Bibliografia Complementar:
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática – da teoria à prática. Campinas: Papirus, 2007.
KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2009.
PAIVA, Maria Auxiliadora. A formação do professor que ensina matemática. Autentica. 2006.
Disciplina
Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos
Ementa
Estudo das concepções, métodos e formas de ensino na educação de jovens e adultos. Reflexão
sobre o sentido social da educação de jovens e adultos. Estudo de propostas de alfabetização e de
formas de avaliação para jovens e adultos. Reflexão sobre as políticas públicas de educação para
jovens e adultos.
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Bibliografia Básica:
BARCELOS, Valdo. Educação de jovens e adultos – curriculo e praticas pedagogicas. 3ªed. Vozes.
2010.
GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Prática e Proposta. Cortez. 2011.
PAULA, Claudia Regina de. Educação de jovens e adultos: a educação ao longo da vida. Curitiba:
InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. 2ªed.Vozes. 2012.
Bibliografia Complementar:
CAPUCHO, Vera. Educação de jovens e adultos – prática pedagógica e fortalecimento da cidadania.
Cortez. 2012.
FUCK, IRENE TEREZINHA. Alfabetização de adultos: relato de uma experiência construtivista. [S.l.]:
Vozes, 2007.
PICONEZ, Stela C. Bertholo. Educação escolar de jovens e adultos. 10ªed. Papirus. 2013.
Disciplina
Currículos e Programas
Ementa
Desenvolvimento histórico das teorias do currículo no Brasil. Reflexão do currículo como
instrumento pedagógico de construção e reconstrução dos saberes. Articulação das diferentes
concepções e organizações curriculares, seus fundamentos teórico-práticos e as relações para a
implementação de propostas curriculares baseadas nas políticas educacionais e no
multiculturalismo.
Bibliografia Básica:
GARCIA, Regina Leite; MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa (orgs.). Currículo na Contemporaneidade:
incertezas e desafios. 4ª Ed. Cortez, 2012.
MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa (Org); Currículo: políticas e práticas. 13ªed. Papirus, 2014.
MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa (Org); Currículo: políticas e práticas. São Paulo: Papirus, 1999.
(VIRTUAL)
SACRISTAN, José Gimeno. Saberes e Incertezas sobre o Currículo. Penso, 2013.
Bibliografia Complementar:
MOREIRA, Antonio Flávio,SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo, cultura e sociedade. 8. ed. [S.l.]:
Cortez, 2005.
MOREIRA, Antonio Flavio. Currículos e programas no Brasil. 18ªed. Papirus. 2014.
REGO, Teresa. Currículo e política educacional. Vozes. 2011.
Disciplina
Avaliação Educacional
Ementa
Estudo dos conceitos de avaliação educacional. Análise dos instrumentos de avaliação.
Fundamentação dos critérios de avaliação. Estudo dos conceitos de avali ação institucional e externa
(governamentais).
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Bibliografia Básica:
ARREDONDO, Castilho Santiago. Práticas de avaliação educacional: materiais e instrumentos.
Curitiba: InterSaberes, 2013. (VIRTUAL)
CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Curitiba: Ibpex, 2009.
FALIVENE, Julia Maria. Avaliação Educacional: Da Teoria a Prática. LTC, 2013.
FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Petrópolis: Vozes, 2012.
Bibliografia Complementar:
HOFFMANN, JUSSARA, Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. 36 ed. [S.l.]:
Mediação, 2006.
HOFFMANN, JUSSARA. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré -escola à
universidade. 23. ed. [S.l.]: Mediação, 2004.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 2011.
Disciplina
Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental I
Ementa
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões
teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de
ensino e pesquisa educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades
escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áre as do
conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012.
ARANTES, Ivani Catarina. FAZENDA et al. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. São Paulo:
Papirus, 1991. (VIRTUAL)
PICONEZ, Stela C Bertholo. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. Papirus, 2013.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Anna Maria Pessoa. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura. Cengage, 2012.
MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades.
Junqueira e Marin, 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012.
Disciplina
Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação
Ementa
Identificação dos processos de diferentes linguagens e mediações tecnológicas na educação no
contexto escolar. Organização e oferecimento de propostas de formação continuada e para a
produção de materiais educativos em diversos suportes.
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Bibliografia Básica:
ALMEDINA, Fernando. Educação e informática: os computadores na escola. 5.ed. Cortez. 2012.
CARVALHO, Fábio Câmara Araujo de. Tecnologias que educam: ensinar e aprender com tecnologias
da informação e comunicação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ( VIRTUAL)
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. Petropolis:
Vozes, 2011.
MORAM, J. M.; MASSETTO, M.; BEHRENS, M.A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 21ªed.
São Paulo: Papirus. 2014.
Bibliografia Complementar:
FREIRE, Wendel. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. SP: WAK, 2009.
SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. São Paulo: Loyola, 2010.
TAJRA, Samya. Informática na educação. São Paulo: Érica, 2008.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática
Ementa
Abordagem do conhecimento matemático com embasamento na visão histórico-cultural. Estudo
das alternativas metodológicas para o ensino da matemática nas séries iniciais. Estudo das
orientações curriculares contidas no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI)
e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´s) para o ciclo I.
Bibliografia Básica:
BRAVO, J.A. Fernandez. O Ensino da Matemática: Fundamentos Teóricos e Bases
Psicopedagógicas. Penso. 2005.
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. São Paulo: Cortez, 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. São Paulo: Edusc, 2009.
SADOVSKY, Patricia. O ensino de matemática hoje: enfoques, sentidos e desafios. São Paulo: Ática,
2007. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
DANTE, Luiz R. Didática da matemática na Pré-escola. São Paulo: Atica, 2007.
KAMI, Constance. A criança e o número. Campinas. Papirus, 2009.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2006.
Disciplina
Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa
Ementa
Fundamentos e metodologia do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais. Estabelecimentos
das relações entre leitura e escrita. Estudo das competências e habilidades da alfabetização e
letramento. Apresentação dos gêneros discursivos. Estudo dos mecanismos de coesão e coerência
nas diversas práticas textuais. Apresentação do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais por
meio de contextos teórico-metodológicos, incluindo o portador de necessidades especiais.
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Bibliografia Básica:
CANADAS, Marcos A. Ensino de língua portuguesa. Cengage. 2007.
COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009.
ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Escrita e Leitura. SP: Contexto, 2011.
GOMES, Maria Lucia de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. Curitiba:
InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar. Um diálogo entre teoria e prática. Vozes. 2010.
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. São Paulo:
Contexto, 2008.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. Contexto. 2003.
Disciplina
Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades
Especiais
Ementa
Estudo da didática e estratégias para o acesso ao conhecimento e aos ambientes sociais e escolares
de alunos com deficiência. Compreensão dos mecanismos que envolvem a educação inclusiva e de
suas implicações na prática educacional como um todo.
Bibliografia Básica:
CAIADO, Kátia. Pratica Pedagógica na Educação Especial – multiplicidade do atendimento
educacional especial. Junqueira & Marin. 2013.
DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências,
Formação. Junqueira & Marin. 2011.
FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação especial. Curitiba: InterSaberes, 2013. (VIRTUAL)
GAIO, Roberta. Caminhos pedagógicos da educação especial. 8ªed. Vozes. 2012.
Bibliografia Complementar:
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. São Paulo: Cia dos Livros. 2010.
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed, 2009.
PADILHA, Ana Maria. Práticas Pedagógicas na Educação Especial. 4ªed. Autores Associados. 2007.
Disciplina
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
Ementa
Linguagem audiovisual características e propriedades. Libras e língua portuguesa. Estudo básico da
estrutura e do funcionamento dessa linguagem.
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Bibliografia Básica
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009.
KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Artmed, 2004.
QUADROS, R.M. Lingua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011.
QUADROS, R.M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Artmed,
2003.
Bibliografia Complementar
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1. Ciranda
Cultural, 2009.
GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012.
PEREIRA, Maria Cristina. Libras – conhecimento alem dos sinais. Pearson. 2011.
Disciplina
A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica
Ementa
Estudo dos fundamentos históricos da política de educação de pessoas deficientes. Compreensão
das transformações históricas da educação inclusiva, com vistas à construção de uma prática
pedagógico-educacional inclusiva – favorecedora do acesso e permanência do aluno com
deficiência. Reflexão dos princípios éticos e da aceitação da diversidade humana, em seus aspectos
sociais.
Bibliografia Básica:
PACHECO, José. Caminhos para inclusão. Penso. 2007.
PADILHA, Anna Maria Lunardi. OLIVEIRA, Ivone Martins de. (Orgs.) Educação para todos: as muitas
faces da inclusão escolar. São Paulo: Papirus, 2014. (VIRTUAL)
REILY, Lucia. Escola inclusiva: linguagem e mediação. 4ªed. Papirus. 2014.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010.
Bibliografia Complementar:
DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências,
Formação. Junqueira & Marin. 2011.
PADILHA, Ana Maria. Praticas Pedagógicas na Educação Especial. 4ªed. Autores Associados. 2007.
STAINBACK, WILLIAN. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Disciplina
Práticas Curriculares I
Ementa
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Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente
escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da
realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de
caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção
em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de
trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento,
reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades.
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013.
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus.
2001. (VIRTUAL)
GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012.
PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 24. ed. Campinas: Papirus. 2013.
SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010.
TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Vozes, 2011.
Disciplina
Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na Educação de Pessoas
com Necessidades Especiais.
Ementa
Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de
sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa
educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região,
possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando
experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012.
ORRU, Silvia Ester. Para Além da Educação Especial. WAK, 2014.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011.
Bibliografia Complementar:
MAIA, Heber. Necessidades Educacionais Especiais. WAK, 2011.
MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades.
Junqueira e Marin, 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012.
Disciplina
Pesquisa Educacional
Ementa
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58
Estudo da pesquisa como condição essencial para a produção de conhecimento. Reflexão sobre a
pesquisa e a prática no cotidiano do educador. Reflexões referentes à produção do conhecimento
científico, por meio das quais fornece subsídi os para que o aluno elabore o seu Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC. Análise da pesquisa como processo de tomada de decisões nas
diferentes etapas da aprendizagem. Estudo dos princípios de formação profissional numa
perspectiva crítica, teórica, ética e criativa.
Bibliografia Básica:
FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas;
Papirus, SP. 2011.
FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. São Paulo:
Papirus, 1995. (VIRTUAL)
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. SP:Cortez, 2010.
SANTOS FILHO, José. Pesquisa educacional – quantidade – qualidade. Cortez. 2013.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores.Campinas:Papirus, 2007.
BASTOS, Cleverson. Aprendendo a aprender: Introdução a Metodologia Científica. São Paulo:
Vozes, 2011.
MALHEIROS, Bruno. Metodologia da pesquisa em educação. LTC. 2011.
Disciplina
Gestão Escolar na Educação Básica
Ementa
Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio -culturalhistórico-político e ético, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com especial
ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios, aspectos que possam
ser aplicados com êxito, na gestão. Estudo de gestão democrática.
Bibliografia Básica:
BARTINIK, Helena Leomir de Souza. Gestão educacional. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
CALDERON, Adolfo. Políticas e gestão da educação: desafios em tempos de mudanças. Autores
Associados. 2013.
LÜCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. 8 ed. Vozes. 2012.
PARO, Vitor Henrique. Administração escolar – Introdução Crítica. 17ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
ANDROTTI, Azilde L. História da administração escolar no Brasil: do diretor ao gestor. 2ªed. Alínea.
2013.
SALERNO, Soraia Chafic. Administração escolar e educacional: planejamento, política e gestão.
Alínea. 2007.
FRANCISCO FILHO, Geraldo. A administração escolar analisada no processo histórico. 2ªed. Alínea.
2013.
Disciplina
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar
Ementa
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59
Estudo sobre a capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da
escola básica. Elaboração de projetos educacionais voltados às dificuldades de aprendizado, de
relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares e vocacionais.
Bibliografia Básica:
AMARAL, Josiane C. S. R. do. Fundamentos de Apoio Educacional. Penso, 2014.
GIACAGLIA. Lia Renata A; PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática:
princípios técnicas instrumentos. 6ªed. Cengage. 2011.
GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A prática dos orientadores educacionais. 7. ed. SP: Cortez, 2012.
Bibliografia Complementar:
GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A orientação educacional: conflito de paradigmas e alternativas para
a escola. 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2011.
VALENTINI, Deborah B. Orientação Vocacional - o que as escolas tema a ver com isso? Papirus,
2013.
Disciplina
Gestão da Educação Infantil
Ementa
Estudo sobre gestão sustentável de escolas de educação infantil e crech e. Estudo das ações
específicas, competências e habilidades para gerir escolas e classes que atendam a Educação
Infantil. Análise das políticas públicas e da legislação para a Educação Infantil.
Bibliografia Básica:
CORSINO, Patricia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2009.
KRAMER, Sonia. Et al. Infância e educação infaltil. São Paulo: Papirus, 1999. (VIRTUAL)
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas.
Vozes. 2011.
OSTETTO, Luciana. Educação infantil – saberes e fazeres da formação de professores. 5ªed. Papirus.
2014.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Celso. Educação Infantil - Prioridade Imprescindível. Vozes, 2011.
ARCE, Alessandra. O trabalho pedagógica com crianças de até três anos. Alínea. 2014.
MAROTZ, Lynn R. Gestão e motivação em educação infantil. Cengage. 2013.
Disciplina
Estatística Aplicada à Educação
Ementa
Introdução dos princípios básicos da estatística e suas variadas aplicações. Compreensão e
utilização de seus principais instrumentos de análise. Aplicação de conceitos estatísticos no campo
da educação.
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60
Bibliografia Básica:
COSTA NETO, PEDRO LUIZ DE OLIVEIRA. Estatística. 2. ed. rev. e atual. [S.l.]: Edgard Blücher,
2005.
MOORE, DAVID S. A estatística básica e sua prática. 3. ed. [S.l.]: LTC, 2005.
MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011.
Bibliografia Complementar:
CASELA, George. Inferência Estatística. São Paulo:Cengage, 2010.
CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009.
ROSS, Sheldon. Probabilidade. São Paulo:Bookman, 2010.
SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009.
Disciplina
Legislação e Normas na Educação Nacional
Ementa
Reflexão sobre o sistema educacional brasileiro e a organização formal da escola. Estudo sobre o
ensino da Educação Básica na legislação educacional vigente. Reflexão as políticas de ações
afirmativas da educação.
Bibliografia Básica:
DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. 23º Ed. Papirus. 2014.
DEMO, Pedro. A nova LDB: Ranços e avanços. São Paulo: Papirus, 1997. (VIRTUAL)
LIBÂNEO, J. Carlos; OLIVEIRA, J. Ferreira; THSCHI, M. Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura e
organização. 10ªed. Cortez. 2012.
SANTOS, Pablo Silva Machado Bispo dos. Guia prático da política educacional no Brasil: ações,
planos, programas e impactos. São Paulo: Cengage Learning. 2012.
Bibliografia Complementar:
SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória limites e perspectivas. 11. ed. (Coleção educação
contemporânea). Autores Associados. 2008.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção
possível. Papirus, 2011.
VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar.
Edipro, 2010.
Disciplina
Práticas Curriculares II
Ementa
Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente
escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da
realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de
caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção
em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de
trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento,
reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades.
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61
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013.
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus.
2001. (VIRTUAL)
GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012.
PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010.
TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Vozes, 2011.
Disciplina
Estágio Supervisionado em Gestão Escolar
Ementa
Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de
sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa
educacional e os integrarão social e profissionalmente com as comunidades escolares da região,
possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando
experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica:
ANJOS, Cleriston Izidro. Estágio na Licenciatura em Pedagogia III. SP: Vozes, 2012.
ARANTES, Ivani Catarina. FAZENDA et al. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. São Paulo:
Papirus, 1991. (VIRTUAL)
PICONEZ, Stela C Bertholo. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. Papirus, 2013.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea, 2011.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Anna Maria Pessoa. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura. Cengage, 2012.
MIRANDA, Maria Irene. Estágio Supervisionado e Pratica de Ensino - Desafios e Possibilidades.
Junqueira e Marin, 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores. SP: Cortez, 2012.
Disciplina
Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares
Ementa
Análise das políticas públicas e da gestão educacional com ênfase na identidade do pedagogo.
Reflexão sobre conceitos e dimensões sócio-políticos da estrutura de espaços não escolares.
Conhecimento de princípios e práticas pedagógicas no processo de estruturação e organização de
ambientes socioeducativos em espaços não escolares. Gestão de programas e projetos
educacionais voltados para pedagogia social de rua, em ambientes empresariais, hospitalares e da
melhoria de qualidade de vida.
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62
Bibliografia Básica:
BARTINIK, Helena Leomir de Souza. Gestão educacional. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012.
GOHN, Maria da Gloria. Educação Não Formal e o Educador Social. Cortez. 2013.
MARTINS, José Prado. Gestão Educacional. WAK, 2007.
Bibliografia Complementar:
CALDERON, Adolfo. Políticas e gestão da educação: desafios em tempos de mudanças. Autores
Associados. 2013.
MATOS, Elizete Moreira. Pedagogia Hospitalar: A Humanização Integrando Educação e Saúde. Vozes. 2012.
MONTERIO, Eduardo. Gestão escolar – perspectivas, desafios e função social. LTC. 2013.
Disciplina
Políticas Públicas e Educação
Ementa
Abordagem, a partir de uma análise histórica conceitual e interdisciplinar, de aspectos referentes às
relações entre políticas públicas, capitalismo e educação. Análise sobre a concep ção de Estado e
da(s) ações governamentais e programas de intervenção historicamente implementadas na
sociedade. Propostas de debates sobre as relações de produção e a função social da educação,
considerando as contribuições da Filosofia, da Sociologia, da Antropologia e da Ciência Política.
Identificação das problemáticas da racionalidade, do trabalho, do mundo simbólico, das instituições
sociais e políticas em seus aspectos globais e locais.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, José Rubens Mascarenhas. Estado, Políticas Públicas e Capitalismo – Múltiplas
Interpretações. Alínea, 2012.
ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Públicas Educacionais. 2ªed. Alínea. 2011.
GOMES, Alfredo Macedo. Políticas publicas e gestão da educação. Mercado de letras. 2012.
VEIGA, Ilma Passos A. As dimensões do projeto político-pedagógico: novos desafios para a escola.
São Paulo: Papirus. 2001. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar:
CASTRO, Aldo Maria. Política educacional – contextos e perspectivas da educação Brasileira. Liber
Livro. 2012.
SACRISTAN, J. G. GOMES, A. Compreender e transformar o ensino. Artmed. 1998.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas,
Impactos. Cengage. 2012.
Disciplina
Corpo e Movimento
Ementa
Apresentação das diferentes linguagens corporais e artísticas em suas relações com o processo
educacional.
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63
Bibliografia Básica:
DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. 17ªed. Papirus. 2014.
GONÇALVES, Maria L. M. Sentir, Pensar, Agir - corporeidade e educação. 15ªed. Papirus, 2014.
MOREIRA, W. W. Corpo em Movimento na Educação infantil. 1 ed. Ed. Cortez, 2012.
Bibliografia Complementar:
DE MARCO, A. et al. Pensando a educação motora. Campinas, SP: Papirus, 1995.
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo:
Scipione, 2010.
GONÇALVES, M.A.S. Sentir, pensar, agir. Campinas: Papirus, 1994.
NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. São Paulo: Phorte, 2009.
Disciplina
Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade
Ementa
Discussão sobre os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na
escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualid ade da
educação. Estudo do desenvolvimento sexual infantil, da educação sexual das famílias, do trabalho
integrado família-escola na educação sexual das crianças, do tabu da sexualidade nas famílias e na
escola. Construção do conceito da diversidade sexual.
Bibliografia Básica:
BONFIM, Cláudia. Desnudando a Educação Sexual. Papirus, 2012.
LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo na Educação.
9ªed. Vozes. 2011.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós Espiritualista. 14ªed.
Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar:
EGYPTO, Antonio C. Orientação Sexual na Escola - um projeto apaixonante. 2ªed. Cortez, 2012.
FURLANI, Jimena. Educação Sexual na Sala de Aula. Autêntica, 2011.
TEIXEIRA, Adla B. M. Discutindo Relações de Gênero na Escola – reflexões e propostas para a ação
docente. Junqueira e Marin, 2009.
Disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Ementa
Aprofundamento das informações e referenciais teóricos e metodológicos para o desenvolvimento
do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Bibliografia Básica:
FIALHO, Francisco Antonio. TCC – Métodos e técnicas. 2ªed. Visual Books. 2011.
MANZANO, André Luiz. Trabalho de conclusão de curso utilizando o Microsoft Word 2013. Érica.
2013.
MELO, Alessando de. Trabalho de conclusão de curso em pedagogia. Curitiba: Ibpex, 2012.
(VIRTUAL)
SANTOS, Clovis Roberto. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage, 2010.
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64
Bibliografia Complementar:
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática,
(Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico), 17º Ed. Papirus. 2011.
REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática: o método educar pela pesquisa (MEP).
Brasília-DF: Senac, 2010.
Disciplina
Literatura Infantojuvenil
Ementa
Reflexão sobre o papel da escola na formação do leitor. Estudo da origem, evolução e tendências da
literatura infantil na Europa e no Brasil, tendo por foco as características dos contos de fadas
tradicionais e modernos. Estudo da literatura infantil brasileira atual e suas características no
contexto literário infantojuvenil: linguagem, conteúdo e forma. Critérios de seleção de tex to
literários infantojuvenis. Análise de obras.
Bibliografia Básica:
FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. 5ª ed. São Paulo: Contexto,
2009. (VIRTUAL)
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Infantil: Multiplas Linguagens na Formação de Leitores.
Melhoramentos, 2010.
SILVA, Cleber F. Literatura Infantil Juvenil. Autêntica, 2013.
SOUZA, Ana A. Arguelho de. Literatura infantil na escola: a leitura em sala de aula. São Paulo:
Autores Associados, 2010.
Bibliografia Complementar:
ABRAMOVICH, FANNY. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5. ed. [S.l.]: Scipione, 2006.
LAJOLO, MARISA. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed.. [S.l.]: Ática, 2005.
MORAES, Fabiano. Alfabetizar letrando com a literatura infantil. Cortez. 2013.
Disciplina
Ementa:
Relações Sociais e Éticas
Reflexão sobre a função da escola enquanto espaço sociocultural. Estudo dos paradigmas da
educação e da ética que permeia a cultura organizacional e as relações nos espaços escolares.
Bibliografia Básica:
ARROYO, Miguel. Educação e cidadania – quem educa o cidadão. Cortez. 2010.
GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez. 2012.
MACHADO, Nilson J. Ética e Educação - pessoalidade, cidadania didática, epistemologia. Ateliê,
2012.
PINSKY, Jaime. Cidadania e educação. 10.ed. São Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL)
.Bibliografia Complementar:
CANDAU, Vera. Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. 2ªed. Vozes. 2008.
GRINSPUN, MIRIAN PAURA. Autonomia e ética na escola – o novo mapa da educação. Cortez. 2014.
RIOS, Terezinha A. Ética e Competência. São Paulo, Cortez, 2011.
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Disciplina: Práticas Curriculares III
Ementa:
Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambient e
escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da
realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de
caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção
em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de
trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento,
reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades.
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 12ªed. Papirus. 2013.
ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus.
2001. (VIRTUAL)
GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012.
PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ªed. Cortez. 2012.
Bibliografia Complementar:
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 24. ed. Campinas: Papirus. 2013.
DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010.
8.2 Atividades Complementares
Contando com Resolução do Conselho Superior – CONSUP para regulamentar a temática, as
atividades complementares correspondem às atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno
adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, reconhecidos por
meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e
vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso. A realização da carga horária é de 100 horas
sendo um dos requisitos para que o graduando em Licenciatura em Pedagogia cole grau.
As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensino aprendizagem, privilegiando:
a)
a complementação da formação social e profissional;
b)
as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;
c)
as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
d)
as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural
As Atividades Complementares compreendem três categorias:
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1.
Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades:
a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na
organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino
Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o aluno
está matriculado.
b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob a
tutoria de docente da FAP.
c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da
Faculdade Politec.
d) Realizar estágios extracurriculares.
2.
Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades:
a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes.
b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes.
c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especializadas.
3.
Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades:
a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter
educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas
sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não.
b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades que
tenham como finalidade criar condições para que a comunidade externa possa
usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais, tais como,
campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para conscientização
social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios, conferências, congressos,
encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns, jornadas, mesas de debates,
palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua
organização.
c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento, que
atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em espaços
temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na própria IES ou em
outras entidades oficiais que contribuam com sua formação. São considerados
cursos:
I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das
pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua
área de formação.
II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a
formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a
aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de
graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva
ampliar sua formação complementar.
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III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação,
geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de
habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação
profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional.
d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela de
docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral, tais
como:
I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders, cartazes,
banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como meios de
informação à comunidade em geral sobre a atividades extensionistas da
faculdade, através de uma linguagem objetivas e direta.
II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e outros
meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela
faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho científico,
técnico, cultural, entre outros.
e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais
desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para os
quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma alunos, atendendo as
demandas da comunidade, tais como:
I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de tomada
de decisão na realização de ações com envolvimento em todas as
etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados.
II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema,
projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a
execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e
mesmo de sua própria utilização.
III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de
trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou
alternada.
f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da FAP,
abrange a organização, sistematização e disponibilização de informações
institucionais e produção de materiais educativos, científicos, culturais, sociais,
para veiculação nos variados meios de comunicação.
g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de Rádio
ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento produzido
pela Faculdade.
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68
8.3 Estágio Curricular
O Estágio Curricular é regulamentado pela Lei nº 11.788/2008 tem por objetivo colocar o
estudante em contato com o ambiente real de trabalho, através da prática de atividades técnicas,
pré-profissionais.
Buscando a sólida formação de professores que tenham competências facilitadoras para a
criação, planejamento, realização, gestão e avaliação de situações didáticas eficazes para a
aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos e estarem aptos a atuarem nas áreas de serviço e
apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos, o program a
de estágio supervisionado visa minimizar a distância entre a teoria e a prática e a desarticulação
entre os diferentes níveis de atuação dos professores, iniciando com a promoção do envolvimento
do futuro docente no projeto educativo da escola, propiciando além de reflexão sobre os conteúdos
da área, a análise dos contextos em que se inscrevem as temáticas sócias transversais.
O estágio curricular pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente
institucional de trabalho, reconhecido por um si stema de ensino, que se concretiza na relação
interinstitucional, estabelecida entre um docente experiente e o aluno estagiário, com a mediação
de um professor supervisor acadêmico. Deve proporcionar ao estagiário uma reflexão
contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática, por meio
da vivência institucional sistemática, intencional, norteada pelo projeto pedagógico da instituição
formadora e da unidade campo de estágio.
Durante o estágio, o licenciando deverá proceder ao estudo e interpretação da realidade
educacional do seu campo de estágio, desenvolver atividades relativas à docência e à gestão
educacional, em espaços escolares e não-escolares, produzindo uma avaliação desta experiência e
sua auto-avaliação.
O Estágio Curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia possui regulamento 1 próprio, e
é um dos requisitos para a colação de grau no curso, devendo ser realizado a partir da segunda
metade do curso, ou seja, a partir 4º período concluído, caracterizando que o aluno já possui
conhecimentos básicos na área pedagógica. A carga horária mínima exigida é de 300 horas.
Atendendo à Legislação vigente e ao Projeto Pedagógico Institucional da Faculdade Politec,
seu acompanhamento sistemático é obrigatório, feito por um professor selecionado para Orientar
os alunos no que diz respeito ao desenvolvimento teórico e prático do estágio; nos aspectos
éticos de sua ação profissional; no planejamento, desenvolvimento, avaliação e elaboração
do relatório final de estágio e zelar pelo cumprimento do termo de compromisso,
reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas.
Em observância à Legislação vigente o aluno elabora o Relatório Final de Estágio. Nesse
1
Anexo
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documento relata e analisa sua experiência, tecendo suas considerações sobre o campo de atuação,
objeto de estágio. Destaca-se que, diante de problemas detectados dentro da instituição, muitos
alunos aproveitam a oportunidade para fazerem propostas para solução destes, aplicando e
consolidando seus conhecimentos teóricos à vivência prática.
Para a realização do estágio curricular do estudante da Faculdade Politec, deverá ser
celebrado um termo de compromisso entre este e a empresa/instituição (CONCEDENTE), com a
interveniência da Faculdade.
8.4 Procedimentos de avaliação do processo ensino e aprendizagem
Levando-se em consideração que o curso prima a formação de profissionais capacitados
para a (re)construção permanente do conhecimento, numa visão integral, interdisciplinar, crítica,
criativa e ética, em sua dinâmica, a avaliação pedagógica deverá obedecer aos princípios de:

Progressividade de dificuldades em cada etapa do Curso;

Totalidade das atividades que compõem a formação, através da ação-reflexão-ação;
Persistência na busca de objetivos, níveis de aprendizagem e saberes estabelecidos pela
comunidade acadêmica. As avaliações feitas pelos professores deverão considerar o
desenvolvimento acadêmico tanto teórico (processo) quanto prático (produto), tendo em vista sua
futura ação como profissional. Nesse sentido, a avaliação deve prever:

clareza e explicitação de critérios,

critérios compatíveis com os objetivos,

clareza e explicitação de parâmetros,

instrumentos compatíveis com os objetivos, critérios e parâmetros.
Uma vez que cada disciplina possui suas singularidades, cada professor terá garantido seu
direito de optar pela forma de avaliação de seus alunos, desde que utilize o mesmo critério para
todos os avaliados.
Quanto aos critérios de avaliação, estes são elaborados pelo corpo docen te e
permanentemente atualizados, com base nos princípios da avaliação mediadora, buscando evitar a
avaliação de caráter finalista. Na verdade, a avaliação também deve seguir as tendências éticas,
políticas, filosóficas e epistemológicas da Instituição e do Curso. Na busca de uma concepção
histórico-crítica a avaliação, consequentemente, deve ser um processo construído na prática
coletiva. O acompanhamento do processo ensino-aprendizagem prevê o atendimento ao aluno de
forma individual ou coletiva através do Núcleo de Apoio ao Discente, de modo a proporcionar a
retomada de conteúdos não alcançados, indispensáveis à assimilação do conhecimento em
determinada disciplina.
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Estes princípios devem perpassar todos os atos avaliativos que poderão ser individuais ou
coletivos. Dessa forma, a avaliação será realizada contemplando diferentes atividades em cada
semestre, as quais podem acontecer em forma de seminários, apresentação de relatórios,
realização de provas, avaliação das atividades práticas, exposição de trabalhos, apresentações,
entre outros, cujos resultados podem culminar com atribuição de uma nota representativa de cada
avaliação bimestral. Dentre os trabalhos escolares de aplicação, há pelo menos uma avaliação
escrita em cada disciplina no bimestre.
Em observância ao Regulamento Geral do Instituto Educacional do Estado de São Paulo, a
composição da média do aluno é assim obtida:
Art. 71. O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e
dos resultados por ele obtidos nas provas, trabalhos, exercícios escolares e outros e, caso necessário,
no exame final.
§ 3º - Em qualquer disciplina, os alunos que obtiverem média semestral de aprovação igual
ou superior a sete (7,0) e freqüência igual ou superior a setenta e cinco por cento (75%) são
considerados aprovados.
§ 4º - É considerado promovido ao semestre ou módulo subseqüente, o aluno que for
aprovado em todos componentes curriculares ou que ficar reprovado, no máximo, em três
componentes que compõem a matriz curricular, independente dos semestres ou módulos nos quais
os mesmos estão inseridos.
Art. 72. O exame final será aplicado ao aluno que obtiver média semestral inferior a sete
(7,0), e não inferior a três (3,0).
§ 1º - O resultado final não poderá ser inferior a cinco (5,0), corre spondendo ao cálculo
aritmético entre a média semestral e a nota do exame final.
§ 2º - O aluno que obtiver média semestral menor que 3,0 (três) ou média final menor que
5,0 (cinco) será reprovado.
8.5 Aproveitamento de estudos e competências profissionais
O aproveitamento de estudos será executado à luz da Resolução CONSEPE que regulamenta
sua prática na Faculdade Politec:
Art. 1º O aluno regularmente matriculado em Curso de Graduação da FAP poderá obter
aproveitamento de estudos dos componentes curriculares do currículo pleno de seu curso, desde
que atenda aos requisitos estabelecidos nesta Resolução.
Art. 2º Compete ao Coordenador do Curso deferir parecer acerca do aproveitamento de
estudos mediante a análise dos componentes curriculares dos cursos de graduação quando se tratar
de:
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I.
Transferência interna.
II.
Transferência externa.
III. Retorno aos portadores de diploma em nível superior.
IV. Reingresso após abandono.
V.
Mudança de currículo.
VI. Disciplinas cursadas e/ou realização de estágios em outros Cursos ou Instituições
de Ensino Superior nacional ou estrangeira, reconhecidas ou autorizadas.
VII. Realização de estudos e/ou de trabalho de participação em programas de pesquisa
ou de extensão.
VIII. Participação em cursos, seminários ou congressos.
IX. Disciplinas cursadas em Cursos Sequenciais, que conduzam a diploma.
X.
Disciplinas cursadas em Cursos de Extensão.
XI. Aproveitamento de competências profissionais à luz da Resolução CNE/CP nº 3, de
18/12/2002, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 23/12/2002, que versa
sobre o aproveitamento das competências profissionais adquiridas pelo aluno no
mercado de trabalho.
Parágrafo único. Para as atividades previstas nos incisos VI, VII e VIII do “caput”
deste artigo poderá ser autorizado o afastamento temporário do
aluno do Curso de Graduação a que estiver vinculado na FAP.
Art. 3º Caberá ao Coordenador de Curso efetuar a validação do(s) estudo(s), ouvindo, se
necessário, Professor especialista na área específica a que estiver(em) vinculada(s) a(s) disciplina(s),
estágio(s) ou estudo(s) para o(s) qual(is) esteja sendo solicitado aproveitamento.
Art. 4º O aproveitamento de estudos será concedido tendo por objetivo, exclusivamente,
a integralização curricular do currículo pleno do curso de graduação.
Parágrafo único. Quando na análise do aproveitamento de estudos for verificada não
equivalência com o currículo da disciplina em questão, o pedido será
indeferido.
Art. 5º O aproveitamento de estudos por Disciplina e/ou Estágio será efetuado quando o
programa da disciplina cursada na Instituição de origem corresponder a, pelo menos, 75% (setenta
e cinco por cento) do conteúdo e da carga horária da disciplina que o aluno deveria cumprir na FAP.
Art. 6º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas, estágio(s) e/ ou estudo(s)
cursados em outra instituição de ensino será apreciado pelo Coordenador do Curso, baseado,
quando necessário, em parecer do professor responsável pela disciplina.
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§ 1º O Coordenador de Curso encaminhará, quando necessário, a solicitação de análise
da Disciplina a professor especialista, contendo a ementa, o conteúdo programático,
a carga horária da disciplina e o desempenho obtido pelo aluno, o qual terá um
prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis para emitir parecer e encaminhá-lo à
Coordenação do Curso.
§ 2º O aproveitamento de estudos de disciplinas isoladas só será aceito quando as
disciplinas forem componentes do currículo pleno do curso e cursadas após a
matrícula do aluno em curso superior (graduação e/ou sequencial que conduza a
diploma).
§ 3° As disciplinas isoladas deverão ser cursadas, necessariamente, com frequência e
aprovação devidamente documentadas na instituição de origem e o seu
aproveitamento depende de apresentação comprobatória, acrescida do programa
cursado.
Art. 7º O aproveitamento de estudos por Atividades Complementares será efetuado de
acordo com os critérios estabelecidos na Resolução que normatiza a matéria.
Art. 8º O aluno poderá, durante seu curso na FAP, realizar estágio, estudo e/ou cursar
disciplinas em outra instituição de ensino superior, de sde que obtenha aprovação de pedido de
afastamento temporário encaminhado à Coordenação do Curso, mediante processo protocolado
junto à Secretaria Acadêmica, contendo os seguintes documentos.
I.
Requerimento pedindo permissão de afastamento para realização de estágio e/ou
estudo e/ou cursar disciplinas, especificando o período e a instituição.
II. Carta de aceitação da instituição onde pretende estudar e/ou estagiar.
III. Plano de ensino ou programa de estudos contendo a ementa, o conteúdo
programático, a forma de avaliação e a carga horária.
IV. Relação de disciplina(s) e/ou estágio(s) e/ou estudos para o(s) qual(is) solicitará
aproveitamento.
V. Histórico Escolar e comprovante de matrícula atualizada na FAP.
Art. 9º A solicitação de afastamento do aluno deverá ser aprovada pelo Coordenador do
Curso.
§ 1º O tempo de afastamento para estágio, estudo e/ou cursar disciplinas, com fins de
aproveitamento, não poderá exceder de 1 (um) ano letivo, sendo vedada a
renovação, sucessiva ou intercalada.
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§ 2º Encerrado o período de seu afastamento, o aluno deverá apresentar, à Secretaria
Acadêmica, documentação comprobatória de frequência com aproveitamento, para
encaminhamento à Coordenação correspondente para fins de emissão de conceito e
registro.
Art. 10. Poderá pleitear afastamento para frequentar, realizar estudo e/ou cursar
disciplinas, o aluno da FAP que tenha integralizado todas as disciplinas previstas para o primeiro ano
(1o e 2o semestres) do curso.
§ 1º Durante o período de afastamento, no caso das situações previstas nos inci sos VI,
VII e VIII do art.2º, desta Resolução, o aluno terá a garantia de sua vaga na FAP,
devendo, para tanto, realizar matrícula normalmente, inclusive na(s) disciplina(s)
para as quais pretende solicitar aproveitamento.
§ 2º A matrícula realizada nas condições expressas no § 1º, deste artigo, será efetivada
como “Matrícula para Participação em Estudos em outra Instituição” e só será
aceita mediante o atendimento do disposto no § 2º do art. 9º desta resolução.
Art. 11. Para solicitar o aproveitamento de estudos por disciplina, estágio e/ou atividades
complementares e o devido registro no histórico escolar, o aluno deverá apresentar requerimento à
Coordenação do Curso de Graduação, através de processo protocolado junto à Secretaria
Acadêmica, onde constem os seguintes documentos:
I.
Histórico Escolar ou certificado original que especifique a denominação da
disciplina, número de créditos e respectiva carga horária total, nota e frequência
obtidas, distribuídas nos respectivos períodos letivos em que foram cumpridas.
II. Ementa e Conteúdo Programático da(s) disciplina(s) cursada(s) e/ou plano de estudo
ou programa do estágio, autenticado(s) pela instituição de origem.
III. Ter obtido média de aprovação no que está sendo pleiteado o aproveitamento.
IV. Prova de autorização ou reconhecimento do curso, com a indicação de sua natureza
(curta ou longa duração), quando o curso for realizado no Brasil, ou documento
emitido por órgão competente do país de origem que comprove a realização do
estudo em Instituição de Ensino Superior, com a indicação de sua natureza, quando
o curso for realizado no exterior.
Parágrafo Único. Quando se tratar de documentos oriundos de Instituições estrangeiras,
estes deverão estar acompanhados das respectivas traduções oficiais,
em português.
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Art. 12. Aproveitamento de estudos por competências profissionais, conforme preconiza
o Art. 9º da Resolução CNE/CP nº 3, de 18/12/2002, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em
23/12/2002, será reconhecido mediante avaliação individual do aluno (§ 2º da referida Resolução).
§ 1º A avaliação contemplará as seguintes fases: a) análise de documentos
comprobatórios de sua competência profissional; b) realização de avaliação teórica
e/ou prática envolvendo todo o conteúdo ministrado na disciplina solicitada.
§ 2º Avaliações práticas serão aplicadas por uma comissão de, no mínimo, dois
professores e a média final será computada levando-se em consideração criteriosos
quesitos de análise que abordem todas as habilidades e competências do
requerente.
8.6 Trabalho de Conclusão de Curso
Em consonância com o Regimento Interno da Faculdade Politec - FAP, os cursos oferecidos
pela Instituição incluem, como requisito para colação de grau, o Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profi ssionalizantes. A operacionalização do TCC
conta com Resolução própria que regulamenta sua realização.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) envolve todas as competências e habilidades
trabalhadas no decorrer do curso nas várias disciplinas que integram o currículo. Com a orientação
de um professor, o processo de pesquisa, de formulação do problema e de especificação/projeto do
Trabalho de Conclusão de Curso, inicia-se no 7º período a partir do protocolo de entrega do Projeto
de Trabalho de Conclusão de Curso, em período constante no Calendário Acadêmico e, sob a
orientação de um docente dará início ao processo de pesquisa para desenvolvimento do TCC. A
conclusão do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se dará ao longo do 8º período do curso e, após
aprovação do professor Orientador e deliberação para defesa em banca, o graduando o defenderá
em banca avaliadora do TCC, em período constante no Calendário Acadêmico.
Dentro da perspectiva no Trabalho de Conclusão de Curso, o aluno é levado a contribuir de
forma empreendedora na avaliação investigativa do problema a ser resolvido, possibilitando ao
aluno a aplicação dos seus conhecimentos na área de Administração e a busca de soluções criativas
para os mesmos.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será submetido à Banca Avaliadora composta por
três professores, sendo o orientador o Presidente da Banca e mais dois professores convidados. O
período para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é estabelecido em Calendário
Acadêmico e a sessão é aberta ao público. Recursos humanos e infraestrutura.
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8.7 Coordenação de curso
Segundo Regimento Interno da Faculdade Politec, a Coordenação de curso é nomeada pelo
Diretor Geral, mediante escolha de nomes de uma lista tríplice oriunda de eleição do corpo docente
e discente do respectivo curso para mandato de 4 anos, podendo ser reeleito por mais um mandato
de mesmo período. Consta no Regimento Interno as atribuições do Coordenador de Curso:
I.
Manter articulação permanente com o corpo docente do curso, co-responsáveis pela
eficiência do ensino.
II.
Acompanhar e avaliar as atividades docentes e a execução curricular.
III. Propor a revisão nos programas das disciplinas, objetivando compatibilizá-las.
IV. Planejar a matrícula do curso.
V.
Acompanhar e controlar o cumprimento do regime escolar e a execução dos
programas e horários do curso e execução do Calendário Acadêmico.
VI. Zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito do curso.
VII. Presidir o colegiado do curso sob sua coordenação.
VIII. Apreciar a indicação de professor.
IX. Conferir grau, assinar certificados escolares em conjunto com o Diretor Geral por
delegação.
IX.
X.
Cumprir e fazer cumprir disposições do colegiado do curso e demais normas
pertinentes.
Presidir o Núcleo Docente Estruturante – NDE.
8.8 Perfil do Coordenador
Graduada em Pedagogia - UNISAL (2000), Mestre em Educação - UNISAL- (2005).
Experiência com mais de 27 anos na área educacional, atuando como professora do Ens ino
Fundamental- Anos Iniciais. Docente no curso de Licenciatura em Pedagogia há mais de três anos
em diversas disciplinas, exercendo também a função de coordenador de curso.
8.9 Núcleo docente estruturante
CAPÍTULO I - DA FINALIDADE E OBJETIVO DO NDE
Art. 1º
O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos Cursos Superiores da Faculdade Politec.
Art. 2º
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo, formado por um conjunto de
professores com a mais elevada formação e titulação, designados pelo Colegiado do Curso
e que têm responsabilidade com a implantação do Projeto Pedagógico do Curso.
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Parágrafo Único. Conforme preconiza a Legislação Federal, cada curso possui seu próprio
NDE.
CAPÍTULO II - DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 3º- São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I. Discutir, elaborar e implantar o Projeto Pedagógico do Curso – PPC.
II. Manter atualizado o PPC, considerando as particularidades regionais e o cumprimento
da Legislação vigente.
III. Definir o perfil do formando egresso/profissional de acordo com as Diretrizes
Curriculares Nacionais.
IV. Conduzir os trabalhos de reestruturação dos projetos pedagógicos dos cursos,
objetivando suas atualizações curriculares, quando necessárias, para aprovação pelo
Conselho Superior – CONSUP.
V. Avaliar os Planos de Ensino das disciplinas do curso, adequando-os ao PPC.
VI. Acompanhar, atualizar, articular e adequar o PPC de acordo com o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES, o Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes – ENADE, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, o Projeto
Pedagógico Institucional – PPI, os resultados obtidos na avaliação Institucional
publicados pela Comissão Própria de Avaliação - CPA e a demanda de mercado.
VII. Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento dos cursos definidas pelo
Conselho Superior - CONSUP e pelo Regimento Interno da Faculdade Politec.
VIII. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
constantes nos projetos pedagógicos dos cursos.
IX. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão que
contribuam para a melhor formação dos integrantes dos cursos.
X. Analisar o desempenho docente e oferecer formação pedagógica continuada de acordo
com as dificuldades detectadas e as em sintonia com as modernas metodologias de
ensino.
XI. Exercer as demais atribuições que lhes são explícitas ou implícitas conferidas pelo
Regimento da Faculdade Politec, bem como legislação e regulamentos a que se
subordine.
CAPÍTULO III - DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante será constituído:
a) Pelo Coordenador do curso, membro nato e presidente do NDE.
b) Por quatro docentes do curso, indicados pela Coordenação de curso e designados pelo
Conselho Superior – CONSUP.
Parágrafo Único. O Coordenador será substituído nas faltas e impedimentos pelo membro
do Núcleo Docente Estruturante - NDE mais antigo no magistério, na
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Instituição.
Art. 5º. O período de permanência de cada participante no NDE, será de 4 (quatro) anos,
enquanto o docente mantiver vínculo empregatício com a Faculdade Politec, devendo ser
renovado, a cada 4 (quatro) anos, em no mínimo 40% (quarenta por cento) dos seus
membros.
Art. 6.
Ocorrendo vacância de um ou mais membros antes dos 4 (quatro) anos previstos para a
renovação do Núcleo, os membros do NDE por maioria, indicarão os substitutos ao
CONSUP.
Parágrafo Único:
A ausência de membros do NDE a 2 (duas) reuniões consecutivas,
implicará em sua substituição, devendo o NDE indicar novo membro para
nomeação do Diretor Geral.
CAPÍTULO IV - DA COMPOSIÇÃO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 7º
Os docentes que compõem o NDE devem pertencer ao corpo docente do curso e possuir
titulação acadêmica de acordo com o estabelecido na Legislação vigente.
Art. 8º
Os critérios adotados quanto à titulação, formação acadêmica e regime de trabalho
obedecem ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, do Ministério
da Educação.
CAPÍTULO V - DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Art. 9º
Compete ao Presidente do Núcleo Docente Estruturante:
1. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade.
2. Representar o NDE junto aos órgãos da instituição.
3. Encaminhar as deliberações do NDE.
4. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo NDE e um
representante do corpo docente para secretariar e lavrar as atas.
5. Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da instituição.
6. Resolver questões de ordem.
CAPÍTULO VI - DAS REUNIÕES
Art. 10. O NDE reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, e as
reuniões extraordinárias, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus
membros.
Art. 11. As reuniões ordinárias ocorrerão preferencialmente na primeira semana de cada mês.
Art. 12. O quórum mínimo para dar início à reunião é de 50% dos membros que integram o NDE.
Art. 13. A pauta dos trabalhos das sessões ordinárias será obrigatoriamente a seguinte:
 Leitura e aprovação da Ata da sessão anterior.

Avaliação das deliberações da última reunião.
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
Assuntos da pauta.

Outros assuntos de interesse geral.
§ 1º Podem ser submetidos à consideração do plenário, assuntos de urgência, a critério
do Núcleo Docente Estruturante - NDE, que não constem da Ordem do Dia, se
encaminhados por qualquer um de seus membros.
§ 2º Das reuniões, um dos membros do Núcleo Docente Estruturante - NDE, lavrará ata
circunstanciada que, depois de lida e aprovada será assinada pelos presentes.
Art. 14. As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de
presentes.
Art. 15. Os membros do NDE farão jus ao pagamento, correspondente a 1 (uma) hora/aula, por
hora de reunião realizada na Instituição.
Art. 16. Cada reunião deverá ter uma duração máxima de 3 (três) horas.
CAPÍTULO VIII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 17. Os casos omissos serão resolvidos pelo NDE ou por órgão superior, de acordo com a
legislação vigente.
Art. 18. O presente Regulamento entra em vigor após aprovação pelo Conselho Superior CONSUP.
Membros do Núcleo Docente Estruturante NDE:
DOCENTE
Ana Maria Paes Leme Carrijo Abrahão
Carlos Daniel Silva
Conceição Aparecida Costa Azenha
Francisco Carlos Mancin
Maria de Fátima Piconi Depintor
TITULAÇÃO
Mestre
Mestre
Doutora
Mestre
Mestre
REGIME DE TRABALHO
Parcial
Parcial
Parcial
Integral
Integral
8.10 Colegiado de curso
O Colegiado de Curso têm como competência básica decidir sobre as atividades didáticopedagógicas do curso de Administração, além de planejar, organizar, coordenar, superintender e
fiscalizar o seu desenvolvimento, atuando em ação integrada com Departamentos e órgãos que
integram a Faculdade Politec. É constituído pelos Docentes em efetivo exercício, um por matéria do
currículo mínimo, e pela representação discente. A direção do Colegiado de Curso é exercida por
um Coordenador. O Coordenador é nomeado pelo Diretor Geral, a partir de uma lista tríplice dentre
os mais votados que compõem o corpo docente e que possuem, no mínimo, titulação de Mestre,
conforme Regimento Interno da FAP. O mandato do Coordenador é de 04 anos, permitida uma
recondução. O Colegiado de Curso é constituído por:
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I.
Presidente do colegiado, exercido pelo Coordenador, que presidirá o colegiado de
curso.
II.
Por docentes que ministram disciplinas no referido curso.
III. Por representantes do corpo discente do referido curso, eleitos entre seus pares, com
suplentes.
IV. Por um representante da biblioteca central.
V.
Por um representante dos Laboratórios.
VI. Por um representante de Clínica-Escola.
VII. Pelo Coordenador de Estágio.
Parágrafo Único. Diretoria Geral, Diretoria de Áreas e Diretoria Acadêmica terão livre
assento quando solicitado, sem direito a voto.
São atribuições do colegiado dos cursos:
I.
Elaborar o perfil do profissional a ser formado em plano filosófico de ação didático pedagógico para o ensino no curso coerente com esse perfil.
II.
Discutir o currículo pleno, em suas modalidades e/ou habilitação e bacharelado e as
alterações curriculares em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
III. Conhecer a necessidade de docentes para os cursos, incluindo suas atribuições de
aulas.
IV. Elaborar e aplicar o sistema de avaliação do curso.
V.
Aprovar o Calendário de Atividades destinadas à grade curricular de cada curso.
VI. Em comum acordo com os alunos, tentar solucionar os problemas apresentados pelos
mesmos através de seus representantes, especificamente aqueles que prejudicam a
proposta pedagógica e o processo ensino-aprendizagem.
VII. Propor atualizações do acervo bibliográfico do curso.
VIII. Votar as matérias colocadas em pauta.
São atribuições do Presidente do Colegiado de Curso:
I.
Convocar e presidir as reuniões, bem como receber a pauta 15 dias antes da reunião.
II.
Elaborar a pauta e enviar aos senhores membros do colegiado, no mínimo, 03 (três)
dias antes da reunião sequente.
III. Após a cada reunião, levar aos órgãos competentes o resultado da reunião do
colegiado para providências cabíveis quando houver.
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80
IV. Elaborar a Ata da reunião anterior à sequente e apresentá-la aos senhores membros,
efetuar as correções quando solicitadas e acordadas de acordo com as falas dos
senhores membros.
V.
A Ata deverá ser assinada pelos senhores membros participantes da reunião e
arquivada.
VI. Representar o Colegiado junto aos órgãos dos Institutos.
VII. Executar as deliberações do Colegiado.
VIII. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado.
IX. Decidir, ad referendum, em caso de urgência, sobre matéria de competência do
Colegiado.
X.
Elaborar os horários de aula, ouvidos os demais Colegiados dos quais exibam
professores comuns entre si.
XI. Orientar os alunos quanto à matrícula e integralização do curso.
XII. Verificar o cumprimento do currículo do curso e demais exigências para a concessão
de grau acadêmico aos alunos concluintes.
XIII. Analisar e decidir sobre os pedidos de transferência, trancamento e retorno.
XIV. Decidir nos termos da lei sobre pedidos referentes à matrícula, trancamento de
matrícula no curso, cancelamento de matrícula em disciplinas, permanência,
complementação pedagógica, exercícios domiciliares, expedição e dispensa de guia
de transferência e colação de grau.
XV. Promover a integração com os demais Colegiados de Curso.
XVI. Superintender as atividades da secretaria do Colegiado do Curso.
XVII.Exercer outras atribuições previstas em lei, neste Regimento e no Regimento Interno
da Faculdade Politec.
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81
8.11 Corpo docente
O curso conta com 75 % de mestres e doutores O O curso conta com 25 % de especialistas
Professores Doutores: 01 (um)
Conceição Aparecida Costa Azenha
Professores Mestres: 11 (onze)
Ana Maria Paes Leme Carrijo Abrahão
Carlos Daniel Silva
Carmelina de Toledo Piza
Dione Rampazzo
Felipe Guilherme Gava Cardoso
Francisco Carlos Mancin
Maria de Fátima Piconi Depintor
Patrícia Fontoura Vidal
Paula Ciol Bankoff
Rafael Ferreira Pinto e Silva
Regina Celi Gonçalves Pinto
Professores Especialistas: 04 (quatro)
Genilse Ciavareli Lucas Pimenta
Marly Gerônimo Pinto
Rosane Guedes
Rosângela Fontes Nazatto
8.12 Coordenação de Apoio Docente (COAD)
Sua responsabilidade é colaborar com os setores competentes para prover e disponibilizar
aos corpos docente e discente recursos e materiai s destinados à realização das atividades
acadêmicas.
8.13 Estrutura física
A Faculdade POLITEC dispõe de 30 salas de aulas devidamente equipadas e 10 laboratórios.
Dentre os laboratórios, dois são de informática que serão utilizados para aulas do curso de
Administração e futuramente será construído e equipado um Laboratório de Controle de Qualidade
(os equipamentos seguirão o padrão dos demais laboratórios, onde se prima pelo critério de
modernidade, segurança e qualidade).
8.14 Biblioteca
A biblioteca possui uma área de 207 m² e capacidade para atender até 60 usuários,
computadores conectados à internet e um acervo que conta com aproximadamente 2.000 títulos
totalizando aproximadamente 9.000 exemplares. Além dos exemplares disponíveis na biblioteca da
IES, os títulos também estão disponibilizados dentro do site em uma Biblioteca Virtual .
Rua da Agricultura, 4000 – Jardim Souza Queiroz CEP 13454-005 – Santa Bárbara d’Oeste-SP | CNPJ 06.538.925/0001-77
Tel: (19) 3459.1000 www.faculdadepolitec.edu.br
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Licenciatura em Pedagogia Projeto Pedagógico