UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
RACHEL DOURADO DA SILVA
Mulheres em movimentos: Conselho Municipal de Políticas
Culturais de Rio Branco - Acre
Rio Branco-Acre
2012
RACHEL DOURADO DA SILVA
Mulheres em movimentos: Conselho Municipal de Políticas
Culturais de Rio Branco - Acre
Monografia apresentada ao Programa de PósGraduação em Educação para a Diversidade da
Universidade Federal de Ouro Preto, como
requisito parcial à obtenção do grau de
Especialista em Gestão de Políticas Públicas.
Orientador: Ms. Germano Moreira Campos
Rio Branco – Acre
2012
Agradecimentos
Agradeço a vida e as pessoas que dividem esse período de provas e expiações
na terra. Agradeço ao meu filho, Jean Felipe, meus sobrinhos, Kauã e Sarah
pela linda lição de amor, paciência, tolerância, humildade e solidariedade. A
minha mãe, Maria Sevy por sua perseverança em perdoar sempre. Agradeço a
Fundação Garibaldi Brasil, ao Centro dos Trabalhadores da Amazônia, Centro
de Defesa dos Direitos Humanos e Educação Popular pela disponibilidade em
trocar, e doar informação. Agradeço ao Conselho Municipal de Políticas
Culturais. Agradeço ao Polo de Apoio Presencial da Universidade Aberta do
Brasil em Rio Branco e aos amigos de curso que em diferentes momentos
estimularam a minha participação no curso, em especial a Suzanna Dourado,
Jaycelene Brasil, José Arimatéia e Lucia Ribeiro. Todos juntos contribuíram para
a conclusão deste trabalho.
Maria, Maria
Maria, Maria,
É um dom,
Uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta
Maria, Maria,
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força,
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria,
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha,
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida...
Milton Nascimento.
RESUMO
Essa pesquisa teve como objetivo investigar a atuação das mulheres nos
movimentos sociais e nas instâncias de participação e de consolidação de
políticas públicas, no âmbito do conselho Municipal de Políticas Culturais –
CMPC, no Município de Rio Branco-Acre. Verificar o que impulsionou as
mudanças no modelo de gestão colaborativa, sociedade e gestão pública,
analisando as memórias de reuniões, além de coletar com algumas mulheres
que são referências no processo o seu fazer cotidiano, o engajamento social e
suas praticas de cidadania, com recortes das motivações que impulsiona a luta
por direitos, negação de direitos, abusos físicos, psicológicos, violência sexual
entre outros. O recorte que será apresentando faz referência a mulher em sua
atuação na sociedade.
PALAVRAS-CHAVES: Mulheres; Movimentos e Conquista.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 7
2. BREVE HISTÓRICO: CONQUISTA DAS MULHERES NO BRASIL ..................... 10
3.
MULHERES DO ACRE ...................................................................................... 17
4.
CONSELHO MUNICIPAL DE POLITICAS CULTURAIS .................................... 20
5.
CONCLUSÃO .................................................................................................... 28
6.
ANEXOS ............................................................................................................ 29
7.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: .................................................................. 44
7
1. INTRODUÇÃO
A Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, junto com a sociedade
desde 2005, trabalhou na consolidação do Sistema Municipal de Cultura de Rio
Branco – SMC, Lei 1.676, instituído em 20 de dezembro 2007, marco que
estabelece diretrizes para as políticas de cultura do município. O sistema foi
elaborado por diversos atores, inserindo neste contexto não só artistas, como a
comunidade rio-branquense em seu fazer cultural e o cotidiano.
No fazer cotidiano, muitas mulheres foram excluídas ao longo do
processo político no Brasil. Na estrutura do SMC buscaram incluir também as
mulheres que em diversos momentos suas atividades não foram reconhecidas
como produção cultural, a exemplo as tacacazeiras, benzedeiras, rezadeiras,
artesãs entre outras. A concepção de Lúcia Avelar em Mulheres na Elite Política
Brasileira (2001, p.131), sobre a participação diferencial da mulher na política
afirma que:
Na maioria dos estudos e pesquisas sobre a participação das
mulheres na elite política, são enfatizados os aspectos
singulares do estilo feminino de fazer política. Apesar nas
múltiplas identidades femininas, das diferentes origens de
classe, de ideologia, falasse de uma “perspectivas social”
(YOUNG, 2000, MIGUEL, 2001) com um ponto de partida
comum, que caracteriza a contribuição da mulher na política.
O SMC institui instâncias de participação efetiva para controle social, em
uma de suas atribuições prevê “mobilizar a sociedade, mediante a adoção de
mecanismos que lhe permitam, por meio da ação comunitária, definir prioridades
e assumir co-responsabilidade no desenvolvimento e na sustentação das
manifestações e projetos culturais.” O Sistema Municipal de Cultura prevê um
Cadastro Cultural do Município - CCM, que é instrumento de reconhecimento da
cidadania cultural, as áreas estabelecidas do CCM foram defendidas e
aprovadas por maioria, que indicaram que seguissem as áreas de atuação da
Fundação Garibaldi Brasil, que são:
1.
Arte
a)
Artes visuais;
b)
Música;
8
c)
Artesanato e artes aplicadas;
d)
Artes Cênicas;
e)
Literatura;
f)
Culturas Urbanas;
g)
Audiovisual;
h)
Artes digitais;
i)
Agente cultural;
j)
Arte educação;
k)
Produtor Cultural;
l)
Cidadãos.
2.
Patrimônio Cultural
a)
Comunidades tradicionais;
b)
Tradições populares;
c)
Culturas ayahusqueiras;
d)
Culturas afrobrasileiras em suas diversas manifestações;
e)
Culturas populares;
f)
Arquivos, museus, salas de memória, centros culturais e coleções
particulares;
g)
Historiografia
acreana,
incluindo
produções
de
outro
conhecimento: hemerografia, antropologia, geografia, sociologia etc.
h)
Patrimônio material;
i)
Patrimônio imaterial;
j)
Turismo;
k)
Jornalismo;
l)
Movimentos sociais;
m)
Cidadãos.
3.
Esporte
a)
Futebol;
b)
Voleibol;
c)
Basquetebol;
d)
Handebol;
campo
9
e)
Esportes aquáticos;
f)
Atletismo;
g)
Ciclismo;
h)
Esportes radicais;
i)
Jogos de mesa;
j)
Artes marciais;
k)
Pessoas com necessidades especiais;
l)
Profissionais de educação física, do esporte, do lazer e suas
representações;
m)
Agentes comunitários do esporte e do lazer;
n)
Atividades físico-esportivas e de lazer para grupos especiais;
o)
Usuários do sistema.
O Sistema Municipal de Cultura - SMC prevê e estabelece o Conselho
Municipal de Políticas Culturais – CMPC, órgão de caráter normativo, consultivo,
deliberativo e fiscalizador, que institucionaliza e organiza a relação entre a
administração e a sociedade civil e integra o SMC. Está organizado em 4
instâncias de participação: Conferência, Comissão Executiva, Fóruns setoriais e
Câmaras temáticas. A participação da sociedade no Conselho Municipal de
Políticas Culturais tem como base as câmaras temáticas, momento em que
diferentes atores com interesses em uma temática mobilizam-se para proporem,
trabalhares, articularem as prioridades para a gestão pública, momento em que
a sociedade demanda para a gestão.
Nas instâncias de participação é notável o número significativo de
mulheres, na Câmara Temática Turismo, participam 77 mulheres e na Câmara
Temática de Culturas Afrobrasileiras 45, colaborando com o processo, bem
como o engajamento social destas, além disso, verificasse o número de
mulheres na gestão pública atuando de forma aberta junto com a sociedade.
Vale ressaltar que o esporte já desmembrou do Sistema de Cultura, atualmente
tem sistema próprio, aparece aqui para fazer contextualização histórica, porém
não será pesquisada a participação das mulheres da área de esporte. Em alguns
momentos da história as mulheres tiveram sua voz silenciada por opressão feita
por homens, essa ação realizada continuamente criou marcas e passou a ser
10
“cultural” a mulher permitir que a voz do homem a silencie, na atualidade
podemos verificar em alguns espaços de reunião diferentes mulheres discutindo
uma metodologia de abordagem e ao um homem interferir e opinar as mulheres
acatarem e silenciarem, muitas não percebem, porém essa prática arcaica ainda
é atual, mas o recorte que pretendo apresentar é o contrário, é o da mulher
discutindo,
debatendo,
propondo,
reconhecendo,
é
a
mulher
atual
desconstruindo essa marca “cultural” em que ela ouve e fala. Segundo o
pensamento de Lúcia Avelar, (2001,p.25), afirma que:
São, enfim, situações de “déficit de reconhecimento” que apenas
poderão ser superados coletivamente, por meio da estruturação
de identidades coletivas que possibilitam lutar contra essas
condições.
2. BREVE HISTÓRICO: CONQUISTA DAS MULHERES NO
BRASIL
Na atualidade é notada a participação das mulheres em diferentes
movimentos sociais e políticos, hora lutando por direito à educação, moradia,
segurança, ou por direitos específicos como o direito ao aborto, recente a
aprovação da lei em que da o direito a mulher do aborto ao feto anencefálico, ou
em causas como o fim da violência contra mulher. As mulheres estiveram e
estão liderando movimentos, na luta por direito e justiça, uma vez que, sempre
tiveram seus direitos violados. Não estamos mais na Idade Média, mas é comum
nas rodas de discussão, a revolta de homens ao perceberem que as mulheres
se posicionam no que pensam e propõe. Ainda podemos ouvir ecoar pelos
cantos o famoso “não é a caça as bruxas não”. Resistir às pressões diárias em
casa, no local de trabalho nos pontos de ônibus, nas escolas, ainda hoje, é
difícil, é “comum” escutar que “as mulheres gostam mesmo de apanhar, até
mesmo as letradas”. Maria Betânia Ávila, em O Brasil que temos e o Brasil que
queremos: uma reflexão feminista, (2000, p. 29) diz:
É comum se verificar que os homens despossuídos de
condições políticas e sociais exercem a violência na vida privada
sobre as mulheres e as crianças. Os homens de classe abastada
11
também exercem violência sexual e domestica. A diferença é
que nas classes média e alta, essa violência é mais encoberta
pelo circulo familiar. Sendo, portanto essa uma relação de
violência de gênero que atravessa as inserções de classe.
Nos locais de trabalho é “comum” homens e mulheres, com mesmo nível de
instrução e responsabilidades terem salários diferentes, é “comum” em rodadas
de trabalho diferentes mulheres divergindo e com o posicionamento de um
homem calarem-se e acatarem sem dar continuidade ao debate anterior. Na
página eletrônica “História Digital”, artigo intitulado “50 Conquistas Históricas das
Mulheres no Brasil e no Mundo” apresenta um apanhado dessas conquistas,
inicia com a data de 08 de março, em que diz:
A data foi escolhida a partir da manifestação de mulheres
operárias, nos Estados Unidos, por melhores condições de
trabalho. O movimento, ocorrido no dia em 8 de março de 1857,
foi duramente reprimido. Não bastasse a violência, ocorreu um
incêndio na fábrica que causou a morte de mais de 100
operárias que trabalhavam na fábrica. Décadas depois, o 08 de
março ficou reconhecido oficialmente como o dia da mulher.1
Quando há interesses, aliam-se às mulheres, quando não, às condenam antes
de julgar, porém é muito útil ter uma em casa, para lavar, passar, cuidar dos
meninos, ela só não pode pensar demais, se for letrada então o problema é
grave. No trabalho, na hora de dizer não, que elas digam, na hora das mídias
que apareçam os homens, no cotidiano, quando você se propõe a observar nota
em pequenos gestos grandes marcas entranhadas nos seres, gestos que vão
saindo em formatos de piadas, em avisos escolares “reunião de pais e mestres”.
As lutas não cessaram. Tomemos como exemplo as mães da Argentina, hoje
encontramos uma praça que as homenageiam, Praça das Mães de Maio, local
onde as mulheres encontravam-se para chorar pela volta dos filhos
desaparecidos durante a ditadura militar Argentina. No Brasil, tivemos a estilista
Zuzu Angel, mãe de Stuart Jones, filiado ao movimento MR-8, torturado, morto e
desaparecido, Zuzu é um icone na luta contra o regime militar, provocou através
da moda, não silenciou, “foi silenciada”. Outra mãe popular foi a mãe de Carlos
1
http://www.historiadigital.org/curiosidades/50-conquistas-historicas-das-mulheres-no-brasil-e-
no-mundo/
12
Prestes, que não cansou de lutar pela liberdade do filho, a de sua esposa Olga
Benário e de ter o direito a cuidar de sua neta, nascida na prisão alemã onde
estava Olga detida. O movimento da mãe de Prestes fez com que Olga vivesse
mais tempo com sua filha, todo o periodo da amamentação. Essas mulheres são
lembradas pois não perdemos essa memória, mas temos muitas em que seus
atos não foram mencionados na história. Na página eletrônica “História Digital”,
artigo intitulado “50 Conquistas Históricas das Mulheres no Brasil e no Mundo”
Maria Leopoldina Josefa Carolina, ao enviar uma carta no período em que
exerce a regência, na ausência de D. Pedro I, em que diz:
A imperatriz envia-lhe uma carta, juntamente com outra de José
Bonifácio, além de comentários a Portugal criticando a atuação
do marido e de dom João VI. Ela exige que D. Pedro proclame a
independência do Brasil e, na carta, adverte: “O pomo está
maduro, colhe-o já, senão apodrece.”2
Diante das desigualdades, as mulheres foram organizando-se e alcançando
algumas conquistas, como acesso à educação, o direito ao voto são entre
outros, mas outras não foram “digeridas”, mesmo com leis severas. É comum
encontrar mulheres com direitos violados, vivenciando as agressões físicas e
psicológicas em seus lares, nos ambientes de trabalho etc. A luta incansável por
direitos, tolerância e respeito são cotidianas. As mulheres, essa atuante, mesmo
envolvidas em movimentos e contribuindo com a consolidação de políticas,
criação de leis, esteve sempre a margem, sem visibilidade e esquecidas.
Michelle Perrot, em Os Excluídos da História, (2010, pg. 185) diz:
O positivismo opera um verdadeiro recalcamento do tema
feminino e, de modo mais geral, do cotidiano. O austero
Seignobos, grão-mestre dos estudos históricos na universidade,
põe Eva porta afora, enquanto as paredes da Sorbone se
recobrem de afrescos onde flutuam diáfanas alegorias femininas.
“Santa Genoveva vela por Paris”, “o Arqueólogo contempla a
Grécia”, ele abotoado até o colarinho justo do seu sobretudo, ela
vaporosa em seus véus... O “oficio do historiador” é um oficio de
homens que escrevem a história no masculino. Os campos que
abordam são os da ação e do poder masculino, mesmo quando
2
http://www.historiadigital.org/curiosidades/50-conquistas-historicas-das-mulheres-no-brasil-e-
no-mundo/
13
anexam novos territórios. Economia, a história ignora a mulher
improdutiva. Social, ela privilegia as classes e negligencia os
sexos.
Em diversos momentos da história tivemos o uso de uma representação
feminina, mas utilizada em algumas vezes de forma negativa. Publicações até a
década de 90, onde as campanhas em busca de combater a não exploração
sexual de mulheres e crianças não era tão efetiva, muitas publicações, em
especial as com foco para o turismo utilizavam mulheres seminuas ou nuas.
Uma imagem clássica são as garotas de Copacabana, quatro mulheres deitadas
de costas, utilizando biquíni na praia de Copacabana. Esse tipo de
comercialização “indireta” era uma pratica comum, em placas de motéis, hotéis,
manuais e guias de bolso turístico. Na atualidade é uma vitória do movimento
feminista o rompimento dessas publicações, mas os efeitos da divulgação
anterior ainda são “frutos” que coletamos, infelizmente falta muito para
combatermos a exploração sexual de mulheres e crianças. Maria Betânia Ávila,
em O Brasil que temos e o Brasil que queremos: uma reflexão feminista, (2000,
pg. 24) diz que “As mulheres que se destacaram na história pelo exercício do
poder político são, como raras exceções, tratadas geralmente como pessoas de
conduta desviante, ou uma excepcionalidade da condição feminina, e não como
excepcionalidade das possibilidades históricas”. A condição de produto foi dada
à mulher, mas a condição de ser protagonista de sua histórica é duvidosa para a
sociedade dos intolerantes.
As conquistas das mulheres ao longo de períodos históricos foram boas,
a exemplo direito a estudar conquistado somente em 1827, e somente em 1879
tiveram autorização para frequentar escolas de nível superior, mesmo assim
sofrendo manifestações preconceituosas e excludentes. Segundo publicado na
website da História Digital à mulher só teve direito de votar, que somente em
1927: O Governador do Rio Grande do Norte, Juvenal Lamartine, consegue uma
alteração da lei eleitoral dando o direito de voto às mulheres. O primeiro voto
feminino no Brasil – e na América Latina! – foi em 25 de novembro, no Rio
Grande do Norte. Quinze mulheres votaram, mas seus votos foram anulados no
ano seguinte. No entanto, foi eleita a primeira prefeita da História do Brasil:
Alzira Soriano de Souza, no município de Lages – RN.
14
A participação da mulher no movimento social é crescente, elas estão
em conselhos, organizações não governamentais, associações de classes, entre
outros. Lúcia Avelar, em Mulheres na elite política brasileira (2001, pg 58) Tabela
6, apresenta a evolução da participação das mulheres na Câmara dos
Deputados, Brasil, 1932 – 1998.
ANO
CANDIDATAS
ELEITAS
1932
1
1
1935
-
2
1946
18
0
1950
9
1
1954
13
3
1958
8
2
1962
9
2
1965
13
6
1970
4
1
1974
4
1
1978
-
4
1982
58
8
1986
166
26
1990
-
29
1994
189
32
1998
352
29
Apesar do número de mulheres candidatas ter evoluído, não é a mesa
proporção de eleitas. Lúcia Avelar aponta ainda que somente após o período
militar que tivemos no Brasil uma mulher chefiando um ministério, Esther de
Figueiredo Ferraz. Nesse processo a mulher vem ao longo desses períodos
construindo e colaborando com um verdadeiro processo participativo, junto a
isso trabalham continuam no exercício de informar quais não os seus direitos, e
as reivindicações são uma constante no processo de reconhecimento e
valorização da mulher.
Ao percorrer os livros de história, verificamos que as mulheres estão em
foco, em um dado momento pela opressão vida, já em outro pelo engajamento
por direitos, a exemplo de divorcio e voto, assim sendo capazes de reagir e
resistir as opressões. Na atualidade, infelizmente vivemos grandes conflitos de
15
violência contra a mulher, apesar de leis estruturadas que garantem o livre viver
e a punição dos violadores desses direitos. Na sociedade contemporânea ainda
é um exercício informar quais não nossos direitos, e as reivindicações são uma
constante no processo de reconhecimento e valorização da mulher. Segundo
Ana Alice Alcântara em A Mulher no Poder Político, afirma que:
O movimento feminista tem procurado demonstrar que a
mudança nas leis por si só não é suficiente para promover uma
mudança nos comportamentos, nas mentalidades e na estrutura
social e que mesmo com a conquista do sufrágio, as mulheres
permaneceram subjugadas à estrutura patriarcal da sociedade.
(COSTA, 1996, p.62)
As mulheres colaboram, regulam e criam marcos legais para a
reorganização da sociedade de forma justa e igualitária. No âmbito do Sistema
Municipal de Cultura de Rio Branco, nas instâncias de participação as mulheres
atuam de forma diferenciada, pensando e organizando o construto de idéias que
“abarquem” o todo, o fazer cultural e cotidiano de toda a comunidade RioBranquense, porém esse engajamento nem sempre foi reconhecido, o
movimento cultural por si só é excluído por ser reconhecido por “grandes
homens” como “a cereja do bolo” e o movimento cultural que tem como
protagonistas mulheres, mulheres que exercem diferentes funções no seu viver
diário, com dupla jornada de trabalho, acompanhamento da vida escolar,
manutenção das atividades domesticas. Ana Alice Alcântara, (1996, p.62) afirma
que:
Pode-se dizer que de um modo geral, mesmo quando as
mulheres, “remando contra a maré”, conseguem ultrapassar as
barreiras educacionais e os padrões de socialização existentes,
tornando-as profissionais especializadas e competentes,
raramente conseguem romper com a lógica patriarcal dominante
nas estruturas do Estado que privilegiam os homens e, com eles,
os acordos oligárquicos.
Após grandes batalhas travadas na luta por direitos, as mulheres
continuam excluídas, é constante e evidente o despreparo social para aceitar
mulheres no poder. São inúmeros os casos de preconceitos ao deparar-se com
mulheres dirigindo ônibus, caminhão, ou com mulheres no poder, é recente a
eleição da primeira mulher a presidir o Brasil, momento em que tivemos as
16
opções que contavam com o nome de duas mulheres, engajadas e militantes do
movimento social. Mesmo com todo engajamento e militância das mulheres, elas
ainda não são reconhecidas e valorizadas. Em diversas instâncias de
participação à mesma mulher que contribui e colabora é excluída, para servir de
base para um “bom nome”, masculino.
Em ambientes de trabalho é frequente ouvir piadinhas de homens ao
deparar-se com mulheres que se destacam, utilizam sempre a mesma
justificativa, “é apenas brincadeira” e dão as sugestões de que o lugar da mulher
é na cozinha, do tanque, entre outros absurdos usados em nome da brincadeira.
Além dos abusos de trabalho ocorrem com frequência os maus tratos a
mulheres em oficinas mecânicas, espaços “masculinos” excluidores de mulheres
que ao questionarem qualquer informação sobre o veiculo são ridicularizadas
com a resposta do valor a ser pago. Ana Alice Alcântara Costa, (1996, p.62)
afirma que:
Dessa maneira, se por um lado podemos dizer que já somos
cidadãs na grande maioria dos países, por outro, sabemos que
trata-se de uma cidadania formal e, assim mesmo conquistada
através de muitas batalhas em uma estrutura de poder onde as
tarefas e qualidades das mulheres não são valorizadas.
Conquistamos a igualdade jurídica, mas essa igualdade não
existe na prática. Seguimos fora das instâncias de decisão do
poder. Seguimos excluídas.
Na Amazônia, as mulheres aparecem em diferentes momentos liderando
processos ou escondidas por blocos masculinos, algumas entidades como o
Centro de Defesa dos Direitos Humanos e Educação Popular- CDDHEP e o
Centro dos Trabalhadores da Amazônia-CTA são as duas organizações não
governamentais de origem acreana e com maior tempo de atuação, com
destaque de atuação das mulheres é valoroso serviços prestados as mulheres
em situações de risco e mulheres na floresta, dentro dos seringais. Cristina
Scheibe Wolff, (1999, p.69) indica que:
Uma questão que chama atenção em todos os relatos sobre o
período é a acentuada diferença de número entre a população
masculina e a feminina na região dos altos rios. Os autores que
escreveram sobre o período de formação dos seringais e sobre a
vida dos seringueiros são unânimes em afirmar que a presença
feminina nos seringais era mínima ou então inexistente.
17
3.
MULHERES DO ACRE
Viver
nas
florestas da Amazônia requer aos habitantes certa
organização para minimizar as dificuldades e articular melhorias. No Acre da
década de 80 a pressão dos pecuaristas foi grande nos moradores da floresta,
que tiveram que se organizar para garantir a sua permanência da floresta, assim
junto com o Sindicato dos Trabalhares Rurais de Xapuri/Acre, fundaram o
Projeto Seringueiro, que tinha como objetivo formar politicamente os
trabalhadores do campo, extrativistas, e alfabetizar crianças, jovens e adultos,
assim foram aglutinando pessoas ao movimento, fortalecendo o “caldo” para os
famosos empates e vencendo a pressão do “desenvolvimento” que era utilizado
através de derrubadas. Durante esse período mulheres seringueiras, foram
fortalecendo a luta, a exemplo temos a senhora Marina Silva, nascida na capital,
Rio Branco e criada no seringal, trabalhando para ajudar na composição da
renda familiar. Mariana só foi alfabetizada aos 18 anos, assim como ela, mulher
de destaque e com sede por responsabilidade com os trabalhadores da floresta
outras mulheres anônimas contribuíram e ainda contribuem com os movimentos.
Nos diversos núcleos de reuniões (associação, cooperativas entre
outros) analisando os relatórios de campos do Centro dos Trabalhadores da
Amazônia – CTA verifica-se que a participação das mulheres é destacada.
Segue relato extraído da página do CTA, sessão artigos da técnica Maria da
Graça, abordando a participação feminina nas atividades do campo.3
Mulher extrativista: quebrando paradigmas, construindo o futuro
Maria da Graça
Nas comunidades extrativistas do Acre e em boa parte do meio rural de todo o Brasil observa-se
uma submissão histórica e cultural da mulher, diante da sociedade.
Muitas famílias que moram na floresta têm a figura da mulher muito alheia aos processos de
desenvolvimento da comunidade. A figura masculina ainda se sobressai e domina as decisões
na família e consequentemente na comunidade, visto que a cultura local ainda vê na mulher o
3
http://www.cta-acre.org/pg_artigo4.htm
18
ser indefeso e incapaz de galgar espaços sociais. Isso implica no pouco envolvimento das
mulheres residentes nessas comunidades em atividades produtivas coletivas ou participando dos
espaços de discussão e tomada de decisão na comunidade, visto que para essa prática é
necessário momentos “extra-casa”, o que ainda é um desafio moral pra muitas famílias.
Apesar das mulheres terem um papel importante na unidade familiar agroextrativista, como
esposas e mães, responsáveis pela saúde, bem estar de toda família e em algumas localidades
sendo responsáveis por 80 % da produção de alimentos da família, elas ainda participam pouco
da tomada de decisão. Em muitas iniciativas de desenvolvimento local elas não são consultadas
sobre suas necessidades, sobre os objetivos e sobre a visão de desenvolvimento.
Nos últimos anos CTA vem assumindo o compromisso de tratar as relações de gênero e o
empoderamento das mulheres em todos os seus trabalhos de desenvolvimento e assistência
técnica. O trabalho a partir do viés produtivo e econômico tem possibilitado a reflexão entre
homens e mulheres e o estabelecimento de novas relações sociais, com a valorização do
trabalho e opinião das mulheres.
Em todo este trabalho de base organizativa e de fomento, uma ideia que se formou e tomou
corpo ao longo do tempo foi a pratica de produção artesanal por parte deste grupo, ideia essa
que, apoiada pelo CTA, passou a tomar corpo e produzir resultados, ainda que discretos. Estes
resultados foram de significativa importância para estes grupos, seja de cunho econômico (pois
propiciou renda, ainda que pequena), seja de cunho social (com uma aproximação da mulher
nas discussões e decisões locais quanto a produção e gestão). Em algumas comunidades
grupos de artesãs foram formadas, iniciativa esta das próprias comunidades que viram este
caminho como forma de desenvolverem melhor suas atividades.
Por estes motivos assumimos o desafio de inserir a formação de gênero no nosso contexto para
propor e influenciar em políticas que levem à busca da igualdade de gênero, tanto em nossos
programas, como influenciando as políticas públicas do Estado, buscando por igualdade de
gênero e pelo direito das mulheres e homens.
Na atualidade analisando as atuais experiências de campo do CTA a
participação da mulher é outra, verificou-se também e em alguns casos, aquela
mulher “omissa” sempre foi a parte produtiva, porém pelo aspecto cultural os
homens, maridos, quem as representavam nas reuniões.
A autora Cristiana Wolf, desenvolveu uma pesquisa, intitulada Mulheres
da Floresta, uma história do alto Juruá no período de 1890 a 1945, em 1999
publicou a pesquisa realizada na região do vale do Juruá, focando a participação
da mulher na constituição do seringal, a mulher nordestina vindas do sertão com
as expectativas de uma vida na floresta. Cristina Scheibe Wolff indica que:
19
Quanto aos “motivos de expulsão”, não e pode deixar de
mencionar a trágica seca de 1877, que praticamente se
estendeu até 1880. Estima-se que só em 1878 que praticamente
emigraram para a Amazônia em torno de cinquenta mil homens,
mulheres e crianças, e outros tantos pereceram de fome, sede e
epidemias no Ceará. (Wolff, 1999, p. 47)
As relações entre mulheres nordestinas e as mulheres indígenas, a
mediação das dores, doenças e conflitos, a violência, resistência entre outros,
formaram esse cenário de luta e movimentos. Durante a pesquisa a autora
deparasse com a diversidade de brasis, na situação de ser estrangeira em sua
pátria. Rosali Scalabrin, (2006, p.22) diz que:
As mulheres do Acre sempre tiveram presentes nas lutas de
resistência contra todo tipo de opressão e maus tratos, desde as
correrias, em que as índias eram pegas à força, passando pela
luta da conquista do território, pelo período da borracha,
seguindo da resistência ao modelo de ocupação da década de
70, quando surgem os conflitos da luta pela terra.
Por meio da organização sindical, da luta constante que as tivemos
consolidada as Reservas Extrativistas, a primeira no território do Acre, além das
mulheres que já estavam na terra o Acre teve a participação de outras mulheres
ativistas como a Mary Alegrette, que foi presença significativa no movimento dos
trabalhadores da floresta na década de 80. Assim traçamos um cenário
conflituoso em que a mulher sempre esteve presente e nem sempre em
destaque.
Foto: Oficina – Intercâmbio – Santa Quitéria, 2008 – Assis Brasil/AC – Acervo CTA
20
4.
CONSELHO MUNICIPAL DE POLITICAS CULTURAIS
Em dezembro de 2007 foi criada a Lei nº1.676 de instituiu o Sistema
Municipal de Cultura – SMC, com a finalidade de “proporcionar efetivas
condições para o exercício da cidadania cultural a todos os rio-branquenses,
estabelece novos mecanismos de gestão pública das políticas culturais e cria
efetiva participação de todos os segmentos sociais atuantes no meio cultural
compreendido em seu sentido amplo”.
Na realização da pesquisa com mulheres que atuam no Conselho
Municipal de Cultura verificou-se o perfil da mulher casada, mãe, acompanha a
vida escolar dos filhos, com faixa etária de 23 a 48 anos com nível superior.
Mulheres com atuação em até duas Câmaras Temáticas do Conselho Municipal
de Políticas Culturais (CMPC) de Rio Branco desde 2008. Ao questionar a
atuação feminina, obtivemos a informação que a presença das mulheres é
marcante/participativa no CMPC. Acreditam que a participação feminina é ou
deveria ser uma preocupação para o conselho por diversas razões “a mulher
tem uma visão social mais ampliada também pelo motivo de que o mercado hoje
está cada vez mais presente a figura feminina sendo assim necessária para
contribuição em qualquer conselho”
O que as motivam a “participar é o desejo por viver em uma cidade boa para
morar e visitar”, além da “oportunidade de prestar contribuição cidadã para a
melhoria da política pública, troca de conhecimentos e participação social”.
As entrevistas acreditam que participar é um exercício de cidadania, e acredita
que colaboram com a consolidação de políticas públicas, enxergam avanços, e
reafirmam que estão em consolidação. “A política é do interesse do cidadão, não
pode ser delegada somente na mão de terceiros, ela tem que ser construída a
partir de um conjunto de pessoas.”
As entrevistadas atuam em outros espaços, como Conselho de Mulheres, atuam
em cooperativas, Grupos de Trabalho entre outros. E essa atuação feminina fora
do campo doméstico provoca da maioria dos familiares o descontentamento,
“poucos são os que nos elogiam, somos mais respeitados pelos de fora do que
pelos de nossa casa.”, outras já respondem que é uma relação positiva.
21
Questionando a mulher na atual sociedade brasileira e o espaço político e social
as entrevistadas responderam que a mulher não tem esse espaço, que apesar
dos avanços falta muito para a mulher ser respeitada efetivamente, “esse
espaço é um dos muitos leões que precisamos matar diariamente para continuar
nos mantendo nos locais já conquistados, alguns já garantido por lei através do
esforço de muitas mulheres aguerridas que já entenderam que a política que
queremos temos que arregaçar as mangas e ajudar a construir”
Na proposta do Plano Municipal de Cultura, deliberado e aprovado na III
Conferência Municipal de Cultura realizada em 2011 os segmentos que compõe
o CMPC elaboraram junto com aos gestores municipais textos de referência dos
segmentos, segue tabela para conhecimento com texto de dois segmentos para
conhecimento: Turismo e Culturas Afrobrasileiras.
Turismo
A região do Vale do Acre, onde o município de Rio Branco está localizado, possui enorme
potencial turístico, em razão da diversidade cultural e, principalmente, das belezas naturais de
seu território. Esse potencial, se utilizado de maneira equilibrada e consciente, com a
participação da comunidade receptora, poderá contribuir diretamente para o desenvolvimento
econômico e social da região, gerando receita e postos de trabalho, contribuindo com a
valorização e o fortalecimento das identidades culturais locais, estimulando a preservação do
meio ambiente.
O potencial turístico do Vale do Acre começou a ganhar destaque a partir de 2003, com a
criação da Secretaria de Estado de Esporte, Turismo e Lazer – SETUL e com a consolidação
das primeiras rotas turísticas. Nesse momento, teve início uma discussão no sentido de destacar
não apenas o ecoturismo, até então preponderante na Amazônia, mas também o turismo
cultural, dando ênfase aos “saberes e fazeres” dos povos da floresta.
No âmbito municipal, desde 2004 a gestão do turismo está a cargo da Fundação Garibaldi Brasil
– FGB, que também tem sob sua responsabilidade Arte, Esporte e Patrimônio Cultural. Dentro
da estrutura organizacional da FGB, o turismo possui uma coordenação, que até 2005
encontrava-se bastante enfraquecida no que se refere à implementação de ações e projetos que
visassem o desenvolvimento do setor.
Os profissionais do turismo também estavam pouco articulados. Não havia um espaço comum
onde gestores públicos, empresários, guias e turismólogos pudessem discutir seu fazer diário.
Destacam-se, nesse período, a atuação do Sindicato dos Guias de Turismo, com ações voltadas
para a valorização do trabalho dos guias e para a inserção dos profissionais no cadastro da
Embratur, e o Centro Acadêmico de Turismo Thomas Cook da Faculdade da Amazônia
22
Ocidental – FIRB/FAAO, com atuação mais voltada para os interesses dos estudantes, apesar
de realizar diálogos com a SETUL e com a Prefeitura. Cabe destacar que o primeiro curso de
bacharelado em Turismo do Acre teve início em 2003, na FIRB/FAAO.
Em 2005, momento em que a FGB realiza o I Fórum Municipal de Cultura de Rio Branco,
convidando os diversos “fazedores culturais” para discutir e planejar conjuntamente os rumos da
gestão, o turismo não aparece como um dos grupos convidados. No entanto, algumas de suas
demandas podem ser identificadas nas discussões do Artesanato e dos Centros de Preservação.
Observadas essas demandas e o gradativo espaço que começava a ocupar, contribuindo para o
desenvolvimento econômico, cultural e ambiental do município, o turismo foi incluído como um
dos segmentos da área de Patrimônio Cultural na minuta do Sistema Municipal de Cultura de Rio
Branco – SMC elaborada em 2006, em parceria com o movimento cultural rio-branquense. Ainda
no ano de 2006, destaca-se a criação da Cooperativa dos Profissionais de Turismo do Acre,
entidade formal que ampliou as possibilidades de captação de recursos.
Os Fóruns Preparatórios para a I Conferência Municipal de Cultura contaram com expressiva
participação de representantes do turismo. A principal demanda apresentada era que o turismo
passasse a se configurar como uma área, e não como um segmento dentro da área de
Patrimônio Cultural, conforme propunha a minuta do SMC. A justificativa se pautava no forte
potencial turístico de nossa região e no grande montante de recursos disponibilizados pelo
Governo Federal para ser aplicado especificamente em atividades turísticas. Nesse sentido,
segundo os defensores dessa proposta, o turismo mereceria tratamento diferenciado.
Foi somente durante a realização da I Conferência, em 2007, que houve a deliberação sobre
esse tema. Em um processo de votação bastante acirrado, os participantes optaram por manter
o turismo como um segmento da área de Patrimônio Cultural, entendendo que não havia
argumentos suficientes para transformá-lo em uma área.
O turismo começou a ganhar espaço mais amplo no âmbito da gestão municipal a partir da
criação do Conselho Municipal de Políticas Culturais - CMPC, uma das ferramentas previstas no
SMC. A partir de fevereiro de 2008 a Câmara Temática de Turismo inicia seu funcionamento,
reunindo empresários, gestores, guias, acadêmicos e turismólogos. Inicialmente, seu principal
objetivo era fortalecer o segmento em Rio Branco, identificando e desenvolvendo suas
potencialidades, e garantindo a criação de políticas públicas específicas. A Câmara participou
ativamente das pautas gerais do SMC, como a apresentação de propostas acerca do formato
dos mecanismos municipais de financiamento do SMC, e a elaboração do diagnóstico para a
organização do Plano Municipal de Cultura de Rio Branco – PMC.
Em 2008, o Ministério do Turismo iniciou a implantação do projeto “65 Destinos Indutores do
Desenvolvimento Turístico Regional”, através do Programa de Regionalização do Turismo. Rio
Branco está incluído nesse projeto, como destino indutor no estado do Acre, o que, na prática,
significaria a destinação de investimentos técnicos e financeiros para o município. Para garantir
esses investimentos, ainda em 2008 foi criado um “Grupo Gestor”, com a responsabilidade de
trabalhar para o fortalecimento do município como destino indutor, com a participação da FGB.
Em 2009 a Câmara Temática conquistou um assento no Grupo Gestor.
23
Também em 2008, a Fundação Getúlio Vargas – FGV realizou em Rio Branco, em parceria com
o Ministério do Turismo, a primeira pesquisa de campo do “Estudo de Competitividade Turística”.
Essa pesquisa gerou um relatório apontando as ações a serem priorizadas para fins de
investimento. A Câmara foi convidada a acompanhar e dar suas sugestões para esse estudo.
Outra ação de destaque levada a cabo no âmbito da Câmara Temática foi a organização e
publicação da revista “Uirapuru – Turismo & Cultura”, um instrumento estratégico para contribuir
com reflexões acerca das relações entre turismo e cultura. A primeira edição saiu em outubro de
2009, e hoje a revista já está no seu quarto número.
Os conselheiros participaram da avaliação do SMC, construíram um diagnóstico para o
segmento e apresentaram suas propostas para o formato dos mecanismos de financiamento.
Na realização da II Conferência Municipal de Cultura, em 2009, a Câmara Temática se articulou
e mais uma vez apresentou a proposta de transformar o Turismo em uma área dentro do SMC. A
justificativa se pautava em uma demanda do Ministério do Turismo, através de seu Projeto de
Municipalização e Regionalização, que exigia a ampliação dos mecanismos de participação,
incluindo um conselho e um cadastro específico. As discussões e deliberações da plenária
apontaram mais uma vez para a manutenção do turismo como segmento da área de Patrimônio
Cultural, mas com a ressalva de que o mesmo deveria possuir um cadastro específico.
Apesar de alguns conselheiros não terem se sentido contemplados com essa decisão, a Câmara
Temática prosseguiu os seus trabalhos. Em 2011 aprovou projeto na Lei Municipal de Incentivo
para a realização do “Seminário de Turismo: Construindo Políticas Públicas de Turismo para Rio
Branco” e iniciou, em parceria com o Ministério do Turismo, SETUL, FUNTAC, UFAC e Instituto
Dom Moacyr o projeto “Inventário de Oferta Turística”. O projeto foi lançado em Rio Branco no
mês de agosto e cabe ressaltar que todo o levantamento será inserido em um banco de dados,
que propiciará o nivelamento das informações entre empresários, governos estaduais e governo
federal. O Acre é o primeiro Estado brasileiro a implantar esse sistema de gestão otimizando
esforços feitos no setor turístico.
A Câmara Temática de Turismo, portanto, tem apresentado resultados positivos. Em seus
principais objetivos figura o desafio de fortalecimento da Câmara Temática de Turismo como
espaço de diálogo e de articulação entre os três níveis (municipal, estadual e federal), as
instâncias de representação regionais e macrorregionais e o setor privado, com vistas à
elaboração de políticas para o segmento. Coloca-se como necessária também a integração de
toda a cadeia produtiva, buscando a ampliação da visão de mercado e de negócios.
A regulamentação da atuação do profissional do turismo, a realização de pesquisas e estudos
acerca das atividades turísticas locais e a formatação de novos roteiros municipais também são
demandas apontadas como prioritárias. E por fim, com uma visão mais geral, existem
apontamentos para a elaboração do Plano de Marketing Turístico do Município, do Plano
Municipal de Turismo, e de um Cadastro Municipal de Turismo.
24
Culturas Afrobrasileiras
O estado do Acre foi constituído através da participação de diferentes grupos étnicos e sociais,
todos fundamentais para a construção de suas identidades culturais. Merece destaque a
importância e diversidade da cultura negra nessa construção, expressa na musicalidade, na
dança, na capoeira, na culinária e na religiosidade, entre outros aspectos.
Em Rio Branco, os grupos que atuam nas diversas manifestações que compõem a chamada
“Cultura Afro-Brasileira” sempre estiveram presentes no cenário cultural local, mas não
organizados em uma entidade que os reunisse e os representasse nos diálogos e articulações
junto aos órgãos públicos e à iniciativa privada. A Liga Acreana de Capoeira, por exemplo,
realizava seus batizados, encontros e rodas, sempre voltada para os interesses dos capoeiristas.
As diversas casas das religiões de matriz africana não dialogavam entre si com vistas a uma
ação sistematizada dentro do município, no sentido de ressaltar os valores da religiosidade de
matriz africana e alavancar a repercussão necessária para uma articulação política junto aos
poderes públicos. Desta forma, havia em Rio Branco e no Acre a forte presença da Cultura AfroBrasileira, mas era notória a falta de um espaço de diálogo e articulação, onde as demandas e
interesses comuns pudessem ser discutidos.
A realização das Conferências Municipal, em 2009, e Estadual, em 2003, pela Promoção da
Igualdade Racial, a qual abriu caminho para o início das articulações. Os debates iniciados no
âmbito da Secretaria Especial dos Direitos das Mulheres resultaram na organização de um grupo
que começa a debater a questão do negro no Acre e em Rio Branco, buscando superar a visão
folclórica, ainda bastante forte, do negro como “espetáculo”.
Em dezembro de 2005, após a participação de representantes do Acre e de Rio Branco na I
Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, foi criado o Centro de Estudos e
Referências da Cultura Afro-Brasileira do Acre – CERNEGRO/AC. A ideia era formar uma
entidade que produzisse e referenciasse os debates estadual e municipal articulados ao debate
nacional, e com isso, congregasse todo o movimento, pautando interesses gerais e comuns junto
ao poder público, nas suas diversas esferas, e a iniciativa privada.
Ainda em 2005, foi realizado o I Fórum Municipal de Cultura, coordenado pela FGB. As diversas
representações das culturas afro-brasileiras participaram do fórum, pautando demandas como a
necessidade de uma maior articulação entre as várias manifestações da Cultura Afro-Brasileira
em Rio Branco e a realização de pesquisas e mapeamentos sobre essa temática. Era esse o
embrião de um movimento novo, aglutinador, que reuniria todas as manifestações do movimento
negro no estado e no município, trazendo a oportunidade de um diálogo mais amplo.
A partir de então, ficou claro que a Cultura Afro-Brasileira deveria continuar a compor um grupo
próprio, o que foi contemplado na minuta de Sistema Municipal de Cultura de Rio Branco – SMC,
construída em 2006. Este grupo participou ativamente dos Fóruns Preparatórios e da I
Conferência Municipal de Cultura, pautando questões como o preconceito e a “invisibilidade” da
cultura negra no Acre.
25
Com a implementação do SMC em 2008, a Câmara Temática de Culturas Afro-Brasileiras iniciou
suas reuniões. A primeira missão de seus conselheiros foi justamente fazer com que as diversas
manifestações que a integravam (capoeira, religiosidade, música, entre outras), além de
representações de órgãos públicos, interagissem e dialogassem em prol de objetivos comuns.
Esse trabalho inicial, por si só, já representou seu primeiro avanço concreto.
Posteriormente, foram realizados debates acerca da implementação da Lei 10.639/2003, que
tornou obrigatória a temática "História e Cultura Afro-Brasileira" no currículo oficial da Rede de
Ensino. Partiu da Câmara Temática a iniciativa de abordar essa questão junto aos órgãos
públicos responsáveis pela educação e pela cultura, nos níveis municipal e estadual. E foi
também no âmbito desta Câmara Temática que surgiu a ideia da criação do Fórum Permanente
de Educação Étnico Racial e da Rede Amazônia Negra, além das várias articulações para a
aprovação do Estatuto da Igualdade Racial.
A Câmara Temática de Culturas Afro-Brasileiras também se tornou parceria, ao lado da FGB e
da FEM, na realização da Semana da Consciência Negra, culminando na realização de um
trabalho ao longo de todo o mês de novembro nas escolas e nos espaços públicos, com
debates, seminários e exposições sobre a Cultura Afro-Brasileira. A Semana da Consciência
Negra acontece desde 2006, e em 2008 a Câmara Temática de Culturas Afro-Brasileiras passou
a ser um dos parceiros envolvidos na elaboração e na execução das atividades.
Os conselheiros participaram da avaliação do SMC, da II Conferência Municipal de Cultura,
atualizaram seus diagnósticos e apresentaram suas propostas para o formato dos mecanismos
de financiamento.
Em 2010, por iniciativa do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN foi
realizado o Encontro Nacional Pró-Capoeira. O evento foi organizado de forma regional, onde
cada região sistematizou suas demandas e ações para o Programa Nacional de Salvaguarda e
Incentivo à Capoeira – Pró-Capoeira. Rio Branco realizou um encontro preparatório, o PróCapoeira Acre, que foi organizado pela Câmara Temática de Culturas Afro-Brasileiras em
parceria com a FEM e FGB. O encontro gerou um documento final contendo as propostas
acordadas, que foram encaminhadas, através de representantes, para o Encontro Pró-Capoeira
da Região Norte, realizado em Brasília.
Outro destaque é a criação, em maio de 2011, do Comitê Gestor de Políticas de Promoção da
Igualdade Racial, no âmbito da Prefeitura Municipal de Rio Branco. O Comitê tem a missão de
propor, articular e acompanhar atividades voltadas para a população negra e indígena, bem
como planejar e avaliar atividades executadas pelo Poder Público Municipal. A criação do
Comitê é fruto das articulações do movimento negro acreano e riobranquese, do qual a Câmara
Temática de Culturas Afro-Brasileiras é parte, e deu maior visibilidade para a causa e para as
demandas postas. Além disso, as articulações realizadas são permanentemente divulgadas
através da participação de representantes em encontros, fóruns e conferências, de âmbito
municipal, estadual e federal.
Entre os desafios colocados pelo segmento, figura como ponto estratégico a criação de um
órgão gestor municipal voltado especificamente para as questões relacionadas às populações
26
afro-descendentes, e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o combate ao
racismo, à discriminação e à intolerância religiosa. Além disso, os conselheiros destacam a
necessidade de criação de programas específicos para implementação das Leis 10.639/2003 e
11.645/2008.
O perfil das gestoras da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil,
que cederam entrevista são mulheres com faixa etária de 27 a 32 anos, com
nível superior, casadas, com média de dois filhos, acompanha a vida escolar dos
filhos e sem religião definida.
Para as gestora, trabalhar na consolidação de políticas públicas em um
conselho tão amplo é realizar um sonho de um processo participativo, e colher
frutos de um trabalho árduo, porem gratificante. Acreditam que a participação
feminina no CMPC é efetiva. Quando questionadas quando a participação da
mulher neste conselho é ou deveria ser uma preocupação importante?
Obtivemos a informação que “o CMPC tem como pilar a auto representação,
sendo homem ou mulher tem o mesmo peso, porém as políticas de formação a
serem trabalhadas junto com os conselheiros do CMPC podem ter um olhar
diferenciado para a atuação da mulher enquanto protagonista no processo de
implementação e gestão de políticas culturais”.
Como se dá a sua atuação enquanto gestora pública no processo de
consolidação de políticas públicas no âmbito do Municipal de Políticas Culturais
de Rio Branco?
“Atualmente trabalho mais internamente na produção de documentos que
venham subsidiar o andamento e deliberações do CMPC, da FGB e da gestão
em geral. Além disso, neste segundo semestre estarei no dia-a-dia direcionada a
trabalhar no funcionamento do CMPC.”
Você enxerga sua participação com prática de cidadania, e acredita que
colabora com a consolidação de políticas públicas?
“Sim, pois no meu caso buscar a consolidação dessas políticas é buscar pelo
olhar comum, construído coletivamente e colaborativo, é a implementação de um
novo jeito de fazer gestão pública.”
Ao questionar a atuação dessas gestoras em outro espaço, percebemos
que elas atuam em partidos, em conselhos no âmbito do estado e do município e
em fóruns. Relatam que a relação familiar quanto a participação é ótima e
27
acreditam que a mulher na atual sociedade brasileira estão com espaço político
e social, ressalta uma entrevistada que “dependendo da competência dela e se
ela não for estereotipada como sombra de terceiros, atualmente, essa questão
de gênero já está em processo de superação”
Você enquanto mulher e gestora sente que seu papel é importante no
processo participativo, sua atuação se equipara a participação masculina? “Sim.
Minha atuação profissional é igual. Talvez não seja única e exclusivamente no
momento em que minhas filhas ficam doente, pois aí não tem ninguém para
acompanhar, resta somente eu. Neste caso, tenho que me ausentar do trabalho
e isso difere de meus colegas/masculinos de trabalhos, pois quando isso
acontece suas esposas é que cuidam de seus filhos e os mesmos continuam
sua rotina.”
Foto: III Conferência Municipal de Cultura, 2011 – Acervo FGB
28
5.
CONCLUSÃO
Verificou-se que a mulher, as pesquisadas em questão, sabem da
importância dos processos participativos e atuam com intuito de consolidar
políticas de longo prazo, pensando num estado de bem estar social. Constatouse que essa mesma mulher que atua no âmbito do CMPC atua também em
outros espaços de discussão e deliberação, que são mães, trabalham em
expediente de dupla jornada e com atividades domésticas, além de acompanhar
o rendimento escolar dos filhos. Apesar da política especificas para as mulheres
essas atuam em diferentes segmentos, como artesanato, turismo, culturas
afrobrasileiras, literatura, movimento social entre outros. Ao longo da pesquisa
constatei o inconveniente de ouvir muitas piadas preconceituosas vindas de
homens e acredito que isso reflete os longos períodos em que as mulheres
viveram oprimidas. Percebesse que essa mulher atuante encontra obstáculo em
seu lar, mas mesmo assim atuam nos processos.
29
6.
ANEXOS
Relação de Mulheres Cadastradas no Sistema Municipal de Cultura
Nome completo
AUCIETE ROCHA CAMPOS
Segmento prioritário
Área prioritária
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
JANOA SUELA FERNANDES SILVA Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
DALVA DINIZ ROCHA AMARAL
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
MARISA BAPTISTA DE CARVALHO Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
NIVEA ANDREA DE ALMEIDA
COSTA
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
SILZETE LIMA TEIXERA
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
YASMIN LEMKULL DAMASCENO
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
DAIANE MACEDO DE MEDEIROS
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
DIANES DE MENEZES ALENCAR
Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
MAYARA DOS SANTOS SANTIAGO Cidadãos (Patrimônio Cultural)
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
IVONILDE BRANDAO BORGES
Comunidades Indígenas
ADRIANA DOS SANTOS FELIX
Comunidades Tradicionais /
APURINA
Comunidades Indígenas
MARINES FRANCISCA DOS
Comunidades Tradicionais /
SANTOS
Comunidades Indígenas
ANTONIA CALAZA DE MEDEIROS
Comunidades Tradicionais /
APURINA
Comunidades Indígenas
ALESSANDRA SEVERINO DA
Comunidades Tradicionais /
SILVA MANCHINERY
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
PATRICIA GERMANO DA SILVA
Comunidades Indígenas
MICHELE MATOS FERREIRA DE
Comunidades Tradicionais /
LIMA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
AUTUMN JOY FLORENCIO WAIN
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
IVONILDES BRANDAO BORGES
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
JOANA DARC VALENTE SANTANA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
GERMINA BRANDAO BORGES
Comunidades Tradicionais /
Patrimônio Cultural
30
Comunidades Indígenas
LAURITA MARQUES DA SILVA
Comunidades Tradicionais /
APURINA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
COSMA CRUZ
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
WILLIANE SILVA DE SOUZA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
DANIELLE MOREIRA BRASILEIRO
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
LETICIA LUIZA YAWANWA
Comunidades Indígenas
MARIA DAS GRAÇAS COSTA
Comunidades Tradicionais /
SILVA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
LETICIA LUIZA YANANAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
RUTHE GOLDSTEIN
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
MIRALDA DA SILVA LOPES
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
FRANCISCA YAWANAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
EDINA CARLOS BRANDAO
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
DALVANIR JUSTINO DE ARAUJO
Comunidades Indígenas
FRANCISCA OLIVEIRA DE LIMA
Comunidades Tradicionais /
COSTA
Comunidades Indígenas
FRANCISCA ALCIRENE
Comunidades Tradicionais /
NASCIMENTO DE OLIVEIRA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
ALDENIRA DE SOUZA CUNHA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
NEUZA AUGSTO JAMINAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
MARINA MARTINS JAMINAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
CARLINEIDE NUNES KAXINAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
EUCILENE PEREIRA KAXINAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
31
MARIA LIBIA ALBERTO PEREIRA
Comunidades Tradicionais /
KAXINAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
NEUZA BATISTA JAMINAWA
Comunidades Indígenas
LANA RODRIGUES DA SILVA
Comunidades Tradicionais /
JAMINAWA
Comunidades Indígenas
MARIA MADALENA DA SILVA
Comunidades Tradicionais /
JAMINAWA
Comunidades Indígenas
MARIA OCINEIDE BARBOSA
Comunidades Tradicionais /
APURINÃ
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Comunidades Tradicionais /
MARIA MEIRELES JAMINAWA
Comunidades Indígenas
IARA LEILA DA SILVA BRANDÃO
Comunidades Tradicionais /
CHANENAWA
Comunidades Indígenas
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ALCIONE RODRIGUES LOPES
diversas denominações
Patrimônio Cultural
MARIA DAS GRAÇAS RODRIGUES Culturas Afro-brasileiras em suas
DA CUNHA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
GARDENIA RODRIGUES
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
CAMILA BISPO DE LIMA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ELIENE OLIVEIRA DA SILVA
diversas denominações
ELIANE DE OLIVEIRA PERREIRA
Culturas Afro-brasileiras em suas
BONFANTI
diversas denominações
ELIZABETH CARRILHO DOS
Culturas Afro-brasileiras em suas
SANTOS
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
FATIMA MARIA DE LIMA BORGES
diversas denominações
FERNANDA MICHALCZUK DA
Culturas Afro-brasileiras em suas
SILVA
diversas denominações
EDILAURA APARECIDA R DA
Culturas Afro-brasileiras em suas
SILVA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
SANDRA DA SILVA FONTINELE
diversas denominações
Patrimônio Cultural
MARIA ALZENIRA MESQUITA DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
SOUZA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
MARIA CLEUNICE MARTINS
Culturas Afro-brasileiras em suas
Patrimônio Cultural
32
PEREIRA
diversas denominações
MARIA DELCIDES NOGUEIRA DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
QUEIROZ
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
MARIA DIANA ALENCAR DA SILVA diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ANA CLAUDIA DE OLIVEIRA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
MARIA DE FATIMA LIMA DA SILVA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
MARIA DE JESUS DOS SANTOS
diversas denominações
MARIA DANIELA FERREIRA
Culturas Afro-brasileiras em suas
MOURA
diversas denominações
MARIA FRANCISCA ALEXANDRE
Culturas Afro-brasileiras em suas
DOS SANTOS
diversas denominações
MARILENE RODRIGUES DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
SOUZA
diversas denominações
ROSIANE SILVA DE OLIVEIRA
Culturas Afro-brasileiras em suas
BANDEIRA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
SUEILA PINHEIRO DE ALMEIDA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
NEDIA SILVA LIMA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
NOEMI PORTO RODRIGUES
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
PATRICIA MARTINS FERREIRA
diversas denominações
SANDRA MARA CUNHA DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
OLIVEIRA
diversas denominações
ELANE CRISTINE ALMEIDA DA
Culturas Afro-brasileiras em suas
SILVA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
TATIANA DA SILVA MARTINS
diversas denominações
THAINA ALEXANDRE DOS
Culturas Afro-brasileiras em suas
SANTOS
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
LAURA SANTIAGO BARCELOS
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ALEXANDRA VIEIRA TORRES
diversas denominações
Patrimônio Cultural
33
Culturas Afro-brasileiras em suas
KETELIN DA SILVA ASSIS
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
SALIANE FRAGA DOS SANTOS
diversas denominações
MARIA LUCIA DO NASCIMENTO
Culturas Afro-brasileiras em suas
NEPOMUCENO
diversas denominações
ALCIONE RODRIGUES DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
MENDONÇA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ANA CLAUDIA DE OLIVEIRA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
ADRIANA ANDRADE GOMES
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
STEPHANIA GOMES DE MOURA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
DIANA AMUD DA COSTA
diversas denominações
PAULA MIRACELE FREITAS DE
Culturas Afro-brasileiras em suas
PAIVA
diversas denominações
ALMERINDA DE SOUZA CUNHA
Culturas Afro-brasileiras em suas
OLIVEIRA
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
NAYADE RODRIGUES LEITE
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
FABIANA GOMES PINHEIRO
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Afro-brasileiras em suas
AIARA ALEXANDRE VALENTE
diversas denominações
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
ALMEIDA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
EDENILCE DA SILVA DAMACENO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
REGINA COELI DE SOUZA ROCHA Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
RAQUEL FROTA RODRIGUES
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
LAUANA MARIA LIMA DO
NASCIMENTO
MARIA DE LOURDES SILVA DE
DEBORA SOUZA DO
NASCIMENTO
VANYA REGINA RODRIGUES DA
SILVA
FRANCISCA SANTIAGO DOS
SANTOS BRAZ
34
FRANCISCA CAMPOS DO
NASCIMENTO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
FLAVIA BURLAMAQUI MACHADO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
EDIANE DA CUNHA OLIVEIRA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
IRLLA NAREL LEAO OLIVEIRA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
LILIAN KRISTINA SALES AMIM
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
WALMICLEIA ALVES SENA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
CAVALCANTE BONIFACIO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
HELIDA RIBEIRO DE ANDRADE
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
NATALIA OLIVEIRA JUNG
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
MARIA CELESTE DA SILVA COSTA Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
VALDILENE ALVES SERRA
SAMPAIO
MARIA IRACILDA GOMES
ODAIZA ALEXANDRINA DE
OLIVEIRA CHAVES
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
ANTONIA ALVES NORONHA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
NATALIA OLIVEIRA JUNG
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
CORREA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
ATILA MARIA FARIAS RUFINO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
TANA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
GISELDA NUNES PRAZER
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
ANA ANGELICA DE LIMA E SILVA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
RAQUEL BORGES DA SILVA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
RAYANE DIAS DA SILVA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
RICARDO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
MARIA LUISA VIEIRA GALHARDO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
CINTYA MENDES CONDE
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
REZENDE
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
ROSANA MARTINS
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
RITA DE CASSIA ROCHA LESSA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
MARIA SOCORRO DE OLIVEIRA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
MARIA VASCONCELOS LIMA DO
NASCIMENTO
MARIA ELIETE DE SOUZA
ASSUNCAO
MARIA DAS DORES DA SILVA
EDITH DO NASCIMENTO
MARINA BRANDAO COUTINHO DE
35
ALENCAR
REJANE RIBEIRO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
JULIANA DA MATA CUNHA
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
HEROTILDES SALES AMIM
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
SILVANA CAMARGO DE CASTRO
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
NEUDA MUNIS GOMES
Culturas Ayahuasqueiras
Patrimônio Cultural
DOS SANTOS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
TUANNA MENEZES DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
DANIELE DA SILVA OLIVEIRA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
FRANCA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ROSANA DA SILVA RODRIGUES
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
VAZ
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
NADIA LOPES DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
LUCILENY LOPES FONTINELE
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
GUAJARINA LIMA MARGARIDO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MANUELA DA SILVA MAIA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
DE FREITAS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
SIRLANIA VIEIRA DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
LUIZA DE SOUZA NEPOMUCENO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO DE PAIVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
PRISCILA SILVA CORDEIRO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
FREITAS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
BISMARK DA COSTA MOURA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MOURA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
LUCELIA MARTINS PEREIRA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ARINETE DA SILVA ARAUJO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANA JOYCE VIEIRA DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
KELLYANE DOS SANTOS SOUSA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
FRANCILENE MARIA FIRMIANO
HELEN SANDRA SOMBRA DA
COSTA
MARIA SILENA DE FARIAS
SARA ANGELICA MARGARIDO
BYANCA ANDREIA NASCIMENTO
MARIA DO SOCORRO
ANA CAROLINA DA SILVA DE
VANUBIA MARIA DA COSTA
WENDERCLEIA TEIXEIRA DA
36
TAIANE BASTOS DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
KEDNA DAMASCENO MACHADO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANA MARIA DA CONCEIÇAO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
KELLYANE DOS SANTOS SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
GLEICIANI DA SILVA FELIX
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
OTAIRLIANE DA SILVA MOURA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
OLIVEIRA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
NAIARA SILVA PINHEIRO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
VANEYDE MIRANDA DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARIANA SILVA DO NASCIMENTO Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANDREIA VIEIRA DE PAIVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARIA SOCORRO DE OLIVEIRA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
CLAUDIA ANTONIA DE SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
VILCERLANDIA DE SOUZA LIMA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
GREYCE KELLY DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
LUANA QUARESMA DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARIA DA CONCEIÇAO FERREIRA Culturas Populares
Patrimônio Cultural
KEILA CRISTINA SILVA DO
NARRAIANE DUARTE DE
DAYANA ROSS SILVA DO
NASCIMENTO
SARAYANE DE OLIVEIRA DA
SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
TAYNA GOMES SILVA MORAIS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ELINE CRISTINA DA COSTA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANA JOICE VIERA DA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANDRESSA DE SOUZA SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARIA LEITE DA COSTA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MAYANE CARVALHO QUEIROZ
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
FONSECA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
INGRID BRAGA DE SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
BRUNA CASSILA DE SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
RAMOS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
SUSIE LAMAS
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARISA LIMA DE SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
RAQUEL CABRAL SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
LEILA MARIZA DOS SANTOS
MARIA DO SOCORRO PEREIRA
37
MARIA DE JESUS DA SILVA
ARAUJO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANDREIA DE ASSIS BORGES
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
JAIANA DE OLIVEIRA SALES
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
SILVA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ARINEIDE DA SILVA ARAUJO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
KAMILLA DOS ANJOS FERREIRA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
TATIANE OLIVEIRA QUEIROZ
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
VANESSA LIMA DE SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
ANDRESSA ARAUJO SOUZA
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO
Culturas Populares
Patrimônio Cultural
MARIA LEUDES DA SILVA SOUZA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ROQUE
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
VERONICA MOURA DA COSTA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
LIMA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
MANOELA COSTA DE ARAUJO
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
GEANIA ALVES DIAS
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
CLEUNILDE SILVA DOS SANTOS
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ANA PAULA SANTOS DE ARAUJO
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
FERNANDES DA COSTA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
LIDIANNE LIMA CABRAL
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
MARIA MATILDE MOLLINETTI
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
MENDES
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
VANGLEIA GERMANA COSTA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
DIANA DA SILVA DANTAS
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
WILCIENE CORDEIRO SANTOS
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ANA JASMINA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
JULLY JOICE SPECHT LEAL
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
GOMES
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
JULLY JOYCE SPECHT LEAL
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ANA CAROLINA SILVA DE
FREITAS
MARIA LUCIANA SALAZAR DA
JAMISSA VITORIA ALVES DO
MARIA DE LOURDES BANDEIRA
MARIA DAS GRAÇAS SILVA DE
ANA LUCIA REIS MELO
ANGELA MARISE BOTELHO
MARIA MARLUCIA FERREIRA
38
ALDERICE ROSAS DE LIMA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
VALDENIRA DA SILVA MORAES
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
GRACIENE MOURA LIMA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
BARROS
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
MARIA VALNISE SOUZA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ARRUDA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
LILIAN FERNANDA SOUZA
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ANA JASMINA GONDIM HILUEY
Espaços de Memória
Patrimônio Cultural
ANA MARIA GORETE DE SOUZA
LUCINEIDE ALENCAR DOS
SANTOS
MARIA ONEIDE DA COSTA
Humanidades e Historiografia
LUCINEIDE DA COSTA MIRANDA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
ROSANA SOUZA DE MESQUITA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
VERANILDE ALVES DE LIMA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
TALITA PAULA DE ALMEIDA
Acriana
SUZANA PATRICIA NOBREGA DE
Humanidades e Historiografia
MEDEIROS
Acriana
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
ROZAMELIA SOUZA DE MISQUITA
Acriana
ARETUZA BANDEIRA DE ARAUJO
Humanidades e Historiografia
BATISTA
Acriana
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
PEDRO BONIFACIO DE LIMA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
ERLENILCE LOPES FERREIRA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
KARINE LOPES NARAHARA
Acriana
ANA CRISTINA COSTA
Humanidades e Historiografia
GUILHERME
Acriana
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
MARIA LIZIANE SOUZA SILVA
Acriana
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
ELIZABETH MIRANDA DE LIMA
Acriana
Patrimônio Cultural
ANDREA MARIA LOPES DANTAS
Humanidades e Historiografia
Patrimônio Cultural
39
Acriana
Humanidades e Historiografia
GEORGIA PEREIRA LIMA
Acriana
LELCIA MARIA MONTEIRO DE
Humanidades e Historiografia
ALMEIDA
Acriana
FRANCEMILDA LOPES DO
Humanidades e Historiografia
NASCIMENTO
Acriana
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Patrimônio Cultural
Humanidades e Historiografia
CELY MELO DE ALMEIDA
Acriana
Patrimônio Cultural
SHAYENNA PERLA DE LIMA
Humanidades e Historiografia
GALVÃO SABOIA
Acriana
Patrimônio Cultural
LUCENA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
JAMILSSA DE ALMEIDA MELO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ROBERTA DA COSTA SILVA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
DAYANE DE LIMA LEITE
Jornalismo
Patrimônio Cultural
SACHA MONICA CANIZO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
PEDROSA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
DANIA DE OLIVEIRA MENDES
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ALETA TEREZA DREVES
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ILANA ZANNINI ALMADA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
JYALHA MAGDA ALMEIDA TOMAZ
Jornalismo
Patrimônio Cultural
JACIRA MARIA ABDON FERREIRA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ELEANE NASCIMENTO DE AS
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ARAUJO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
NATTERCIA LIMA DAMASCENO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
EDNILCE FERNANDES DE SOUZA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
EMANUELLY SILVA FALQUETO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ANDREIA ZILIO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
SOUZA
Jornalismo
Patrimônio Cultural
ANAIS CORDEIRO DE MEDEIRO
Jornalismo
Patrimônio Cultural
MARIA EUNICE BRAGA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA ELIANE LOPES DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
ROZA LUCIA LUCAS GOUVEIA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA DA CONCEICAO SOUSA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
GISELLE XAVIER D´AVILA
ANTONIA ANAILDA COELHO
RAYANE PRISCILA MARTINS DE
MARIA DE FATIMA BANDEIRA DE
40
DE FREITAS
ANTONIA HELENA DA SILVA
DUARTE
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
LIGIA KLOSTER APEL
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
DENISE CARVALHO DE SOUZA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
JANETE DE CASTRO FIGUEIREDO Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
ANNE VANESSA LEITAO DE
SOUZA
ELAIANE NUNES DO
NASCIMENTO
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
CUNHA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
SILVANIA OLIVEIRA DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
TEREZA PRUDENCIO DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
TEREZA DA SILVA DEGUIA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MIGUEIS
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
FRANCISCA SILVA DE SOUZA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MONICA CABRAL FERREIRA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
DE OLIVEIRA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
VILCYA FEITOSA DE CARVALHO
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
QUESIA DO NASCIMENTO LOPES
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA TAYRA LIMA FURTADO
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
ROSIANE NASCIMENTO DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
ANTONIA SOARES DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
FRANCISCA SOARES DA SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA DA CONCEIÇAO SOARES
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
SOUZA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
CLEICIANE CASTRO DA COSTA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA DE NAZARE DA SILVA
DELAGUILA
MARIA DO CARMO CAMPOS
GADELHA
MARIA DO CARMO FERREIRA DA
MAGDA ANAJARA BRANDAO DOS
SANTOS
MARIA GABRIELLE MARTINS
VALSILANDIA MARIA RODRIGUES
ARNALDA MARIA SOUZA DA
SILVA
JANE APARECIDA DA SILVA
41
NADIA FRANÇA DA COSTA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MARIA ZUILA DOS SANTOS SILVA
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
MACLANE PAULINO SOLON
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
Movimentos Sociais
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
KAMILE SANTOS SIQUEIRA
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
ALDENISSE SILVA DOS SANTOS
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
EUNA PAULA DANTAS DE FARIAS
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
GELIANE SANTOS DA COSTA
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
REINALDO
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
DEISE SALIM PINHEIRO DE LIMA
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
NORMELI DE ARAUJO
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
FREITAS
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
NORMELI DE ARAUJO
Tradições Populares
Patrimônio Cultural
VALMIRA ALVES DE ANDRADE
Turismo
Patrimônio Cultural
SOLEANE DE SOUZA BRASIL
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO
Turismo
Patrimônio Cultural
JANE LILIANE SILVA BRAGA
Turismo
Patrimônio Cultural
FERREIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
IZAELA ROMENIA DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
ADALGISA BANDEIRA DE ARAUJO Turismo
Patrimônio Cultural
GITANA ARAUJO BARBOZA
Turismo
Patrimônio Cultural
VERA LUCIA DA SILVA SANTOS
Turismo
Patrimônio Cultural
NASCIMENTO
Turismo
Patrimônio Cultural
TAYGRA DA SILVA DANTAS
Turismo
Patrimônio Cultural
VICTOR ADATIVA FERREIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
FELOMENA LEDUINO DO
NASCIMENTO
LARISSA OLIVEIRA DO
JOCINEIDE DO NASCIMENTO
MARIA LUDUINA RICARDO DE
SIMONE SANTOS DE OLIVEIRA
SILVA
VELISSA RACHID DO
JAQUELINE M RODRIGUES
IRLEIDE MARIA PORTELA DA
COSTA
TAYANE ARAUJO DO
ZAIDA FRANCESCA BARROSO
RODRIGUES
42
ALINE FELIPE DE SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
ANA LUCIA CUNHA E SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
SPINA
Turismo
Patrimônio Cultural
ANALU DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
SOUSA
Turismo
Patrimônio Cultural
COMILA ALMEIDA DE SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
CYNTHIA PINHEIRO DE ANDRADE Turismo
Patrimônio Cultural
DAMARIS MENDES DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
ERENICE GOMES PINHEIRO
Turismo
Patrimônio Cultural
FLAVIA INGRID DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
FRANCISMAY MOURA DA COSTA
Turismo
Patrimônio Cultural
GABRIELLE LIMA DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
GERIANES DAS CHAGAS
Turismo
Patrimônio Cultural
FRINEIDA NOBRE
Turismo
Patrimônio Cultural
ARINE MOURA DE ARAUJO
Turismo
Patrimônio Cultural
THALITA DA SILVA SANLOS
Turismo
Patrimônio Cultural
FRANCISCA PEREIRA DA COSTA
Turismo
Patrimônio Cultural
RACHEL DOURADO DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
KATIA NUBIA GUEDES DA COSTA
Turismo
Patrimônio Cultural
KETLLI ARAUJO ALMADA
Turismo
Patrimônio Cultural
FRANCIELIA OLIVEIRA DE SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
ANGREA GOULART SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
PATRICIA PAULA VIEIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
VICENTE
Turismo
Patrimônio Cultural
RAFFAELLE LIMA DA SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
D'ALBUQUERQUE BARBOSA
Turismo
Patrimônio Cultural
PAULA PITTA DE ANDRADE
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
ANA PAULA MACEDO FERREIRA
ANGELA MARIA DOS SANTOS
OLIVEIRA
BRUNA POLIANA GALDINO DE
SANDRA ALVES BARBOSA DE
MARIA ROSA DO NASCIMENTO
LOPES
MARIA DA LIBERDADE OLIVEIRA
MARIA DO PERPETUO SOCORRO
MARIA JUCILEIA FERREIRA DE
MOURA
43
MARIA TARGINO DO
SACRAMENTO
Turismo
Patrimônio Cultural
MICHELLE PONTES BARBOSA
Turismo
Patrimônio Cultural
KARINA CARNEIRO DE SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
OZENIRA BARBOSA MONTEIRO
Turismo
Patrimônio Cultural
SAFIRA SOPHIA SILVA MEDIM
Turismo
Patrimônio Cultural
RITERLANIA DA SILVA RAMOS
Turismo
Patrimônio Cultural
RISOLETA DE QUEIROZ COSTA
Turismo
Patrimônio Cultural
KATIANA COSTA LAMEIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
SILMARA LIMA ALVES
Turismo
Patrimônio Cultural
KRUSKAYA DIJSSELBLOEM
Turismo
Patrimônio Cultural
KARINA REZENDE SILVA
Turismo
Patrimônio Cultural
KARINE MARTINS TABORGA
Turismo
Patrimônio Cultural
NEILIANE BARBOSA
Turismo
Patrimônio Cultural
MIRYAN CRISTINA SALOMAO
Turismo
Patrimônio Cultural
LAIS DE SOUZA MARQUES
Turismo
Patrimônio Cultural
LIMA
Turismo
Patrimônio Cultural
MARCELA FIGUEIREDO RIBEIRO
Turismo
Patrimônio Cultural
LUZIMEIRE NOBRE DE SOUZA
Turismo
Patrimônio Cultural
LUCIENE HENRIQUE GALVAO
Turismo
Patrimônio Cultural
MARCIA FARIAS DE OLIVEIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
LIVIA MARIA OLIVEIRA NERIS
Turismo
Patrimônio Cultural
LIVIA MARCELY RAMOS
Turismo
Patrimônio Cultural
LARISSA DA SILVA RODRIGUES
Turismo
Patrimônio Cultural
ROSIMEIRE ROCHA DE ARAUJO
Turismo
Patrimônio Cultural
AZEVEDO
Turismo
Patrimônio Cultural
SANIELE SOUZA ALMEIDA
Turismo
Patrimônio Cultural
OLIVEIRA
Turismo
Patrimônio Cultural
VALDIRENE ALVES DE LIMA
Turismo
Patrimônio Cultural
Turismo
Patrimônio Cultural
MARIA APARECIDA TEIXEIRA
ANNA CAROLINE MESQUITA DE
PAULA FAGLIA ARAUJO DE
ROSICLEIA CAVALCANTE DE
SOUZA
44
7.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
AVELAR, Lúcia, Mulheres na elite política brasileira. São Paulo, Editora
UNESP, 2001.
ÁVILA, Maria Betânia O Brasil que temos e o Brasil que queremos: Um
reflexão feminista. Recife, Editora Ute Feldman, 2000.
45
AZERÊDO, Sandra. Preconceito contra a “Mulher”. São Paulo, Editora Cortez
2007.
BIROLO, Fernanda (Jornalista responsável). Acre das Mulheres. Produção
Governo do Estado do Acre – Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres
– Rio Branco, Gráfica Kaco Gráfica, 2006.
CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO POPULAR
DO ACRE – CDDHEP, Direitos Humanos: Caminhos para a cidadania. Rio
Branco, Editora CDDHEP, 2006.
FUJISAWA, Marie, Das Amélias às Mulheres Multifuncionais, São Paulo,
Editora Summus, 2006.
HISTÓRIA
DIGITAL,
www.historiadigital.org/curiosidades/50-conquistas-
historicas-das-mulheres-no-brasil-e-no-mundo/ Acessado em 08 de março
de 2012.
PERROT, Michelle: Os Excluídos da História: Operários, Mulheres e
Prisioneiros. São Paulo, Editora Paz e Terra, 2010.
PREFEITURA DE RIO BRANCO Rio Branco: O destino cultural da
Amazônia, Rio Branco, Publicação institucional, 2011.
PREFEITURA DE RIO BRANCO, Sistema Municipal de Cultura, Rio Branco,
Publicação institucional, 2007.
WOLFF, Cristina, Mulheres da Floresta – Uma história Alto Juruá, Acre
(1890-1945). São Paulo, Editora Hucitec, 1999.
XIII ENCONTRO NACIONAL FEMINISTA, Anais do XIII Encontro Nacional
Feminista – o feminismo nos 500 anos de dominação- São Paulo, anais de
encontro, 2000.
Download

Rachel Silva - Água, Mulheres e Desenvolvimento