MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
Diretoria de Estatísticas e Avaliação do Ensino Superior
Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Avaliação Externa do Curso de Graduação
O Curso foi submetido ao ENADE 2005, avaliando os alunos ingressantes em
Engenharia Agrícola, e obtiveram a nota de Formação Geral 65,5 e Componente
Específico de 38,4, obtendo Média Geral de 38,4, ficando em segundo lugar
geral entre os cursos de Engenharia Agrícola no Brasil, ficando inferior
apenas a máxima de 38,5 .
No período no qual realizou a avaliação o curso ainda não havia alunos
concluintes.
Dessa forma, os concluintes serão avaliados no próximo ENADE.
1 - Organização didático-pedagógico
O curso de Engenharia Agrícola da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
foi criado no Departamento de Engenharia, após apreciação do Colegiado do
Departamento. Depois, o processo de criação do curso passou pelo Conselho
Departamental do Instituto de Tecnologia. No próximo passo, pelo Conselho de
Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE), sendo apreciado pelo conselho em sua 168ª
reunião ordinária realizada em 11/08/1999, conforme Deliberação nº 137 de 11
de agosto de 1999 e, finalmente, no Conselho Universitário, em sua 108ª
reunião extraordinária realizada em 17 de agosto de 1999, conforme deliberação
nº 19 de 17 de agosto de 1999, que consta no processo nº 23083.004705/99-4
(Anexos Deliberações e Projeto do Curso). O curso teve início com a entrada da
primeira turma no 1º semestre letivo de 2000, com vinte alunos selecionados
pelo exame vestibular. A partir daí, passou a ter uma entrada anual, sempre no
1º semestre, sendo 20 alunos no ano de 2001 e 25 alunos nos anos de 2002,
2003, 2004, 2005 e 2006.O curso conta com 76 alunos com matrícula ativa, bem
como 7 formados, 4 formandos, nos quais: 5 já estão selecionados em
programas de pós-graduação(ESALQ/USP,FEAGRI/UNICAMP, UFSM/RS eUFRRJ); 2 estão
atuando na iniciativa privada (Industria de Máquinas- ProtonPrimus e
Agronegócio - Fundação Mokiti Okada), no qual realizaram o Estágio
Supervisionado; 1 está se preparando para concurso de professor na área de
Máquinas e Mecanização Agrícola e, os demais, estão terminando o estágio
supervisionado. O Curso de Engenharia Agrícola está vinculado ao Departamento
de Engenharia da UFRRJ/ Instituto de Tecnologia, que atende a vários cursos da
Instituição, que é dividido em cinco áreas de ensino: Área de Recursos
Hídricos, Área de Máquinas e Mecanização Agrícola, Área de Armazenamento de
Grãos e Energia na Agricultura, Área de Informática e Área de Cartografia, na
qual são áreas diretamente relacionadas ao Projeto Pedagógico do Curso. Assim
como, as disciplinas existentes no Instituto de Tecnologia (Cursos de
Agrimensura, Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Arquitetura e
Urbanismo) favorecem a disponibilidade de docentes e técnicos para as
disciplinas do ciclo profissionalizante. Da mesma forma, os outros Institutos
da Universidade (Agronomia, Ciências Exatas,Biologia, Floresta, Zootecnia e o
de Ciências Humanas e Sociais) completam a necessidade do curso quanto às
disciplinas básicas e optativas.O curso é oferecido pelo sistema de créditos
semestral, em horário integral e o controle acadêmico é definido e coordenado
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Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
pelo Decanato de Ensino de Graduação para todos os cursos da Universidade.
De acordo com o Artigo 65 do Regimento Geral da UFRRJ, aprovado pela Portaria
n. 3716/74, do Conselho Federal de Educação e publicado no DOU de 02 de
dezembro de 1974, a coordenação didática dos cursos de graduação e pósgraduação ministrados na UFRRJ, está submetida a:
1)no plano deliberativo, aos colegiados de curso;
2)no plano executivo e a nível de Unidade, aos Diretores e Chefes de
Departamento;
3)no âmbito da Universidade, no plano deliberativo ao Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão;
4)no âmbito da Universidade e a nível de execução, ao Decano a cuja área
pertencer, no caso ao Decano de Ensino de Graduação.
1.1 Administração acadêmica: coordenação do curso
Todos os cursos de graduação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
estão subordinados ao Decanato de Ensino de Graduação, ao qual compete
coordenar, supervisionar e responsabilizar-se pelas atividades relativas ao
ensino de graduação, tais como: matrícula, controle acadêmico, freqüência e
espaço acadêmico. A coordenação didática dos cursos da UFRRJ está subordinada
ao Decanato de Ensino de Graduação e, em cada unidade, ao Diretor de
Instituto, segundo o artigo 67 do estatuto. O colegiado de curso é presidido
pelo coordenador na forma do artigo 52 do estatuto. Segundo o artigo 64 do
regimento da Universidade cabe ao coordenador:
a) coordenar e presidir as reuniões do Colegiado;
b) comunicar todas as deliberações do Colegiado ao Departamento e Decanato de
Ensino de Graduação;
c) supervisionar e avaliar periodicamente o desenvolvimento do curso;
d) emitir parecer em processos de adaptação e aproveitamento de estudos;
e) adotar medidas de urgência, "ad referendum" do Colegiado.
. . . 1.1.1 Atuação do coordenador
É função da coordenação realizar a intermediação com professores e alunos,
conduzindo a execução do planejamento acadêmico do curso e esclarecendo
dúvidas sobre questões pertinentes ao acompanhamento didático pedagógico.
Cabe ainda à coordenação garantir a rotina burocrática de funcionamento do
curso.
O coordenador preside o Colegiado do curso, composto de um professor para cada
cinco disciplinas oferecidas por cada departamento, sendo:
1 representante do Departamento de Solos, 1 representante do Departamento de
Fitotecnia, 1 representante do Departamento de Biologia Animal, 1
representante do Departamento de Botânica, 1 representante do Departamento de
Física, 2 representantes do Departamento de Matemática, 1 representante do
Departamento de Química, 1 representante do Departamento Ciências
Administrativas e Contábeis, 1 representante do Departamento Ciências
Econômicas, 1 representante do Departamento Letras e Ciências Sociais, 1
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Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
representante do Departamento Ciências Ambientais, 6 representante do
Departamento de Engenharia, 1 representante do Departamento de Engenharia
Química, 2 representantes do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e 1
representante dos discentes para cada cinco representantes dos professores,
num total de 4 discentes.
Em todas as reuniões realizadas até o presente, o Colegiado tem se dedicado a
discutir o projeto pedagógico do curso, ultimamente, com base na RESOLUÇÃO Nº
2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006, CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO / CÂMARA DE
EDUCAÇÃO SUPERIOR, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Engenharia Agrícola, publicada no DOU de 03/02/2006, Seção I,
pág. 32-33.
Além das atividades relacionadas diretamente à coordenação do curso, o
coordenador leciona 3 disciplinas: IT 102 - Introdução à Engenharia Agrícola
(peiordo I), IT 139 Elementos de Máquinas(Período I); IT 140 Projeto de
Máquinas Agrícolas (Período II), coordena as Atividades acadêmicas Estágio
Supervisionado em Engenharia Agrícola e Atividade Acadêmica Científico
Cultural e, na Pós-Graduação, leciona a Disciplina Estatística Multivariada
Aplicada a Ciências Agrárias.
. . . 1.1.2 Formação do coordenador
Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa
(1990), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa
(2000) e doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa
(2004). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal Rural do Rio de
Janeiro. Atua na área de Máquinas e Mecanização Agrícola, com concentração em
Projetos de Máquinas, simulação, visão artificial, processamento de imagem,
agricultura de precisão, redes neurais e classificação de madeira.
. . . 1.1.3 Experiência do coordenador (acadêmica e profissional)
De 1996 a 1997 trabalhou como professor de Matemática na Prefeitura Municipal
de Viçosa.
De 1998 a 2004, no período da pós-graduação (Mestrado e doutorado) lecionou as
disciplinas Mecanização Agrícola, Máquinas Agrícola e Elementos de Máquinas no
Departamento de Engenharia Agrícola.
De 2004 a 2006, após o doutoramento foi contratado como professor pela UFV e
coordenou e lecionou as disciplinas Transferência de Calor e Massa, Mecânica
dos Fluidos e Fenômenos de Transporte, sendo as duas primeiras oferecias
somente para alunos de Engenharia de Alimentos e, a última, para todos os
cursos de Engenharia da UFV, inclusive Engenharia Agrícola. Neste mesmo
período, participou como Professor no curso de curta duração sobre Redes
Neurais no Ambiente Computacional MatLab e orientou um aluno de iniciação
científica no projeto ¿Desenvolvimento e Teste de Redes Neuroniais Artificiais
para. Identificação de Defeitos de Tábuas de Eucaliptos em Imagens Digitais¿
assim como, um aluno de doutorado no projeto ¿Desenvolvimento de um
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Engenharia Agrícola
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Informações fornecidas pela IES
Protótipo para Classificação de Tábuas de Eucalipto¿.
Em 2006 foi contratado como professor efetivo para a área de Máquinas e
Mecanização Agrícola do Departamento de Engenharia. Desde então, tem
coordenado e lecionado as disciplinas para os cursos de Engenharia Agrícola,
Agronomia, Engenharia Florestal e Licenciatura em Ciências Agrícolas.
As disciplinas que coordena e leciona são: Projeto de Máquinas Agrícolas,
Elementos de Máquinas e, na pós-graduação do departamento de Solos, participa
da disciplina Análise Multivariada Aplicada às Ciências Agrárias.
A partir de 05/2006, iniciou a fase de transição do cargo de Coordenador de
Curso, na qual tem participado e elaborado, juntamente com a coordenadoria de
estágio e o coordenador anterior, as disciplinas: Introdução a Engenharia
Agrícola, Estágio Supervisionado em Engenharia Agrícola e Atividade Acadêmica
Científico Cultural. Desde então, tem participado na elaboração do projeto
pedagógico do Curso de Engenharia Agrícola, na adequação da grade curricular
às diretrizes do Curso de Engenharia Agrícola e na estruturação dos
laboratórios ligados ao Curso de Engenharia Agrícola.
Sendo nomeado no diário oficial como coordenador em 08/2006. Todavia, o
Colegiado do Departamento de Engenharia designou uma comissão de professores,
presidida pelo coordenador anterior, Prof. Roberto Lopes Precci, para auxiliar
à coordenação nesta fase de transição, tendo apoio dos professores na
adequação do curso às diretrizes curriculares nacionais do curso.
O coordenador tem participado de pesquisas e de publicações de trabalhos
científicos; orientação em iniciação cientifica e estágios supervisionados,
participação de bancas de defesa de teses de mestrado e doutorado, consultor
da revista científica na área de Engenharia Agrícola, conforme pode ser
comprovado no currículo acadêmico do coordenador(Anexo Currículo Lattes).
No período de 1990 à 1997, antes de retornar à vida acadêmica, teve
experiência profissional em administração e projetos de industria de
alimentos, na qual atuou como consultor da Empresa Trigoleve Indústria e
Comércio Ltda.
. . . 1.1.4 Efetiva dedicação à administração e à condução do curso
O coordenador é responsável e se dedica às seguintes atividades:
-Montagem da grade curricular do curso;
-Solicitar criação de disciplinas a outros departamentos da Universidade;
-Solicitar o oferecimento de vagas em disciplinas para os alunos do curso;
-Planejar oferta de disciplinas e vagas a cada período;
-Executar a matrícula dos alunos a cada período;
-Convocar, presidir, redigir atas das reuniões de Colegiado do curso;
-Conduzir a disciplina de Introdução a Engenharia Agrícola, agendando visitas
técnicas a vários órgãos públicos e privados, orientando a turma nessas
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visitas;
-Participar das reuniões diversas, em várias instâncias, no sentido de
favorecer a visibilidade do curso no setor acadêmico como na própria
sociedade.
-Resolução de problemas de cotidiano junto às chefias de outros departamentos
e ao Decanato de Graduação;
-Propor assinatura de convênios com outras instituições visando a participação
de estudantes através de estágios.
. . . 1.1.5 Articulação da gestão do curso com a gestão institucional
Os cursos de graduação da UFRRJ são supervisionados pelo Decanato de Ensino de
Graduação. A matrícula e a orientação do plano de estudos dos alunos são de
responsabilidade da Coordenação do Curso.
A Instituição oferece apoio a gestão do curso da seguinte forma:
1) Pessoal
A coordenação do curso tem apoio técnico e administrativo com o seguinte
quadro de funcionários de administração e apoio:
- Secretaria do Decanato de Graduação- 9 funcionários;
- Divisão de Matrícula - 7 funcionários;
- Divisão de Registros Acadêmicos - 14 funcionários;
- Secretaria do Departamento de Engenharia - 1 funcionário;
- Coordenação do Curso de Engenharia Agrícola- 1 funcionário;
- Secretaria da Diretoria do Instituto de Tecnologia - 2 funcionários;
2) Atenção aos discentes
-Alojamento
O setor de residência estudantil, administrado pelo Decanato de Assuntos
Estudantis é responsável pela organização e manutenção dos alojamentos,
estabelecendo critérios para a concessão de vagas. Os alojamentos, seis
masculinos e cinco femininos, têm capacidade para 1.800 alunos.
-Restaurante Universitário (RU)
O RU está capacitado para atender a 2200 estudantes/dia em dois refeitórios.
-Ambulatório Médico
Oferece assistência médico-ambulatorial e odontológica. Mantém convênio com
outros hospitais para o caso de remoções, emergência e internações, e interage
com os serviços de assistência social e orientação psicológica.
- Atividaes desportivas
Todos os alunos podem dedicar-se ao exercício de atividades desportivas,
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devendo, para isso, procurar orientação na praça de desportos, subordinada ao
Decanato de Extensão.
-Atividades de extensão
Com o apoio do Decanato de Extensão os estudantes formaram grupos de expressão
regional e associações de alunos.
-Apoio à participação em eventos
A reitoria apóia a participação dos estudantes em eventos científicos e
culturais, a coordenação do curso tem se esforçado para conseguir viabilizar a
ida de um maior número possível de estudantes a esses eventos, os dois últimos
foram: Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola-2006 e Feira de Máquinas
Agrícolas - AGRISHOW 2006 (Anexo outros
eventos)
A UFRRJ dispõe de ônibus próprios, servindo de apoio às disciplinas nas
visitas técnicas à Instituições públicas e privadas no estado do Rio de
Janeiro.
-Apoio pedagógico
Para o acompanhamento psicopedagógico a UFRRJ dispõe de uma psicóloga, a qual
atende aos alunos no ambulatório médico. Existe também um apoio religioso
oferecido por religiões e grupos católicos.
-Bolsas de estudo
Bolsas de trabalho ou de administração da UFRRJ são oferecidas aos alunos
carentes, possibilitando condições financeiras de estudos.
-Apoio aos estágios
A UFRRJ conta com um setor de integração Escola-Empresa-Governo (SINTEEG),
vinculado ao Decanato de Extensão, que coordena as atividades administrativas
referentes aos estágios internos e externos à Universidade, possibilitando o
aluno da Engenharia Agrícola de realizar o Estágio Supervisionado.
-Biblioteca central
A Biblioteca Central possui um vasto acervo e extenso horário de funcionamento
e promove semanalmente a exibição de filmes técnicos e científicos.
-Monitoria
A UFRRJ disponibiliza bolsas de monitoria e, o Departamento de Engenharia,
possui cinco monitores para as disciplinas do curso;
-Atividade acadêmicas complementar
Devido constar na Grade do Curso, Atividades Científica - Cultural, a
coordenadoria regulamentou essas atividades de modo que a estrutura física e
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política da Instituição ofereça condições ao aluno de realizar a maior parte
dessas atividades no próprio campus da Instituição (ANEXO REGULAMENTAÇÃO).
. . . 1.1.6 Implementação das políticas institucionais constantes no PDI e no PPI, no
âmbito do curso
Na elaboração do PDI foram levantadas, em cada departamento, as propostas ao
longo de 2006. Após o levantamento das propostas nas bases, iniciou-se o
processo de reuniões conjuntas no sentido de coordenar as propostas.
Uma comissão especial está em fase de elaboração do documento final para
aprovação pelo Conselho Universitário da UFRRJ.
Em função disso, não há um documento final, e sim, algumas considerações
preliminares relativas ao PDI e ao PPI (DOCUMENTOS ANEXOS).
Porém, as Propostas apresentadas pelo Departamento de Engenharia ao PDI
(DOCUMENTO ANEXO) foram direcionadas no sentido de acompanhar e adequar a
estrutura do Departamento às necessidades dos Cursos de Graduação, como
descrito a seguir na proposta do Departamento:
"A evolução constante e dinâmica do conhecimento técnico nos leva à
necessidade de uma análise de cada disciplina oferecida, de modo a permitir o
acompanhamento destes avanços e sua difusão, prática constante e necessária
para a adequação ao desenvolvimento tecnológico. Assim, a Chefia do
Departamento pretende criar uma comissão especial para análise da grade
curricular dos cursos de Engenharia Agrícola e de Engenharia de Agrimensura,
para aperfeiçoamento e adaptações ".
A principal meta no plano do Departamento é a ampliação, atualização e para
equipar os Laboratórios (Energia e Armazenamento, Hidráulica e Irrigação,
Máquinas e Mecanização Agrícola, Cartografia e Sistemas e Computação), que
pretende-se melhorar a qualidade do ensino, no que diz a infra-estrutura.
Outra importante meta é a criação da pós-graduação em Engenharia Agrícola e
Agrimensura. Com isto, incentivara o corpo docente, técnico-administrativo e
discentes do Departamento ao desenvolvimento de projetos de pesquisa que
contribuirá na atualização e para equipar os Laboratórios.
As considerações preliminares do PPI da UFRRJ fazem uma análise da evolução do
ensino de graduação no período de 1994 a 2006, mostrando um forte crescimento
do ensino de graduação, tanto em oferta de vagas quanto em aumento do número
de concluintes.
No que diz respeito à melhoria do Ensino de Graduação deve-se destacar que
medidas tais como:
-o aumento no número de Monitorias, representando um percentual de 26,5 % em
relação ao número existente em 2004;
- a implementação de uma nova componente curricular para os cursos de
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graduação denominada Atividades Acadêmicas, que contempla um conjunto de
atividades extra-classe que garantem a participação ativa dos discentes em
ensino, pesquisa e extensão (estágio supervisionado, monografias, trabalho de
conclusão de curso, tutoria em prática de ensino, prática e pesquisa
pedagógica, prática de ensino).
Concomitantemente, o Curso de Engenharia Agrícola incluiu na grade curricular,
a disciplina Atividade Acadêmica Científico-Cultural, estando de acordo com as
diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em Engenharia
Agrícola, publicado na Resolução nº 2, de 2 de fevereiro de 2006 (DOU de
03/02/2006, Seção I)
Destaque-se ainda a atuação da Instituição no ensino de graduação nos anos de
2005 e 2006 como:
- aquisição de equipamentos de informática para melhor viabilizar o
funcionamento de laboratórios aos estudantes de graduação em todos os
Institutos que compõem a estrutura universitária;
- a valorização das Coordenações de Cursos de Graduação, inserindo-as
concretamente no planejamento, acompanhamento e avaliação da vida acadêmica da
instituição;
- a criação de novas oportunidades de bolsas de extensão, com recursos da
própria universidade, institucionalização de 36 grupos culturais, de estudos
temáticos em diferentes áreas do conhecimento;
- o incremento, em 50 %, às bolsas de Iniciação Científica, com recursos da
própria universidade;
- ações voltadas para a melhoria das instalações físicas das salas de aula e
laboratórios e;
- aquisição em 2006 e implementação em 2007, de um sistema informatizado que
deve permitir, além do controle, a gestão de toda a estrutura acadêmica.
1.2 - Administração acadêmica: colegiado de curso
A administração acadêmica do Colegiado do Curso é realizada pela Coordenação
do Curso de Engenharia Agrícola, na gerência do coordenador: convoca, coordena
e presidi as reuniões do Colegiado, bem como comunica todas as deliberações
aos Colegiado ao Departamento e Decanato de Ensino de Graduação.
As informações cadastrais junto ao MEC: Instituição; Curso de Engenharia
Agrícola e Protocolo Reconhecimento do Curso estão anexos (ANEXOS CADASTROS)
. . . 1.2.1 Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
O coordenador preside o Colegiado do curso, composto de um professor para cada
cinco disciplinas oferecidas por cada departamento, sendo o colegiado composto
de 21 membros definido na ATA de 28/09/2000 do colegiado do curso e um
discente para cada docente - 4(quatro) discentes(ANEXO ATA):
DEPARTAMENTO DE SOLOS IA (Instituto de Agronomia) - 1(um)
Nome: Alexandre Ravelli Neto
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Nome: Adelson Paulo de Araújo (suplente)
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA - IA 1(um)
Nome: Luis Beja Moreira
DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA ANIMAL -IB(Inst. de Biologia) 1(um)
Nome: Nedda Garcia Rosa Mizuguchi
Nome: Pedro Germano Filho (suplente)
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA- IB 1(um)
Nome: Marilena de Menezes Silva Conde
Nome: Denise Monte Braz (suplente)
DEPARTAMENTO DE FÍSICA - ICE(Inst. Ciências Exatas) -1(um)
Nome: Ernesto Sá
Nome: Gentil Pires de Oliveira (suplente)
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA - ICE -2(dois)
Nome: Rosane Nora Castro
Nome: Eulina C. do Nascimento (suplente)
Nome: Paulo César Parga Rodrigues
Nome: Celso Guimarães Barbosa (suplente)
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA - ICE -1(um)
Nome: Antonia Gonçalvez Diniz
Nome: Otávio Raymundo Lã (suplente)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINIST.E CONTÁBEIS -ICHS(Inst. de Ciências Humanas
e Sociais) 1(um)
Nome: Edival Dan
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS - ICHS -1(um)
Nome: Renata Bastos da Silva
Nome: Roberto de Souza Rodrigues (suplente)
DEPARTAMENTO DE LETRAS E CIÊNCIAS SOCIAIS - ICHS - 1(um)
Nome: Luciana de Amorim Nóbrega
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS - IF(Instit. de Floresta) - 1(um)
Nome: Marcos Antonio Rodrigues da Silva
Nome: Marlene Nobre de Oliveira(suplente)
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA -IT(Inst.de Tecnologia) -6(seis)
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Informações fornecidas pela IES
Nome:
Nome:
Nome:
Nome:
Nome:
Nome:
João Gonçalves Bahia
Daniel Fonseca de Carvalho
Luis Otávio Nunes da Silva
Gilson Cândido Santana
Leonardo Duarte Batista da Silva
Roberto Precci Lopes
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA - IT 1(um)
Nome: Maurício Mancini
DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO - IT 2(dois)
Nome: Edna das Graças Assunção Freitas
Discentes
Um discente para cada cinco professores
4(quatro) discentes indicados pelo diretório acadêmico do curso.
As reuniões são realizadas no mínimo uma vez por ano. Dependendo da dinâmica
de assuntos. Porém, como constam nas atas, até o presente, basicamente o
Colegiado tem se dedicado a discutir o projeto pedagógico do curso e adequação
dos programas analíticos das disciplinas e problemas específicos do curso de
Engenharia
Agrícola.
. . . 1.2.2 Articulação do colegiado do curso com os colegiados superiores da
instituição
Os colegiados superiores ao colegiado do Curso são os da Câmera de
Graduação,Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho
Universitário. Dessa forma, seguem os membros do colegiado do curso que tem
representação,
atualmente, em colegiados superiores:
Prof. Paulo Cesar Parga Rodrigues - Câmera de Graduação
Prof. Paulo Cesar Parga Rodrigues - CEPE
Prof. João Gonçalves Bahia - CEPE
Profa. Rosane Nora Castro - CEPE.
Além de que, alguns membros do Colegiado já participaram, recentemente, do
CEPE, com o Prof.Alexandre Ravelli Neto.
Os cursos de graduação têm acento no CEPE através de um representante por
grande área de conhecimento (Básicas, Humanas, Tecnológicas e Agrárias). O
curso de Engenharia Agrícola faz parte da área de tecnologia, com o
coordenador tendo acento em rodízio com os demais cursos da área da área.
Tendo o ex-coordenador do curso de Engenharia Agrícola, Prof. Gilson Cândido
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Informações fornecidas pela IES
Santana, menbro efetivo do CEPE no período de 2001 a 2003.
Embora os informes de interesse da coordenação sejam enviados para as
secretarias das Coordenações e pelo fato de termos representantes nesses
colegiados superiores, o colegiado do curso fica ciente e atualizado com as
decisões e tendências dos colegiados superiores, facilitando a consonância dos
mesmos. Além de que, o coordenador é convidado, e tem participado, às reuniões
dos colegiados superiores para esclarecer, defender e acompanhar os processos
relacionados ao curso.
1.3 - Projeto Pedagógico do Curso - PPC: concepção do curso
Quando da Reforma Universitária promovida no país no início da década de
setenta, a Universidade Rural, na reformulação de seu currículo para o cursos
de Engenharia Agronômica, implantou um curso diversificado em três
modalidades: Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Engenharia Agrícola.
Nesta ocasião, estavam se iniciando os primeiros cursos de Engenharia Agrícola
no país, experiência que resolvemos não adotar, inicialmente.
As razões que levaram a Universidade a não partir diretamente para a criação
do curso de Engenharia Agrícola foram várias e, dentre elas, talvez a que mais
tenha pesado, foi sua tradição no curso de Engenharia Agronômica.
No início da década de oitenta as discussões voltadas à reformulação dos
currículos dos cursos das Ciências Agrárias culminaram a definição por parte
do Conselho Federal de Educação dos currículos mínimos para estes cursos,
direcionando a discussão do currículo de Agronomia para a formação de um
profissional dito eclético, derrubando a visão de modalidades adotada na
Universidade Rural.
A saída natural para o Departamento de Engenharia, dado o seu potencial
acumulado, resultante de um esforço de qualificação de seu quadro docente,
seria partir para a criação do curso de Engenharia Agrícola. Esta proposta foi
encaminhada pelo Departamento, de modo informal, não encontrando receptividade
dentro da instituição.
Em seu Plano Departamental apresentado em 1992, o Departamento apontou para a
necessidade de aprofundar as discussões para a criação do curso, caso
considerasse viável ou, partir para usar todo o seu potencial de formação em
Engenharia Agrícola para a pós-graduação que estava se iniciando. Por diversas
razões este estudo não foi feito, e a pós-graduação foi interrompida.
No seu Plano Departamental apresentado em 1994, o Departamento direcionou seus
objetivos para o fortalecimento do curso de Agronomia, no tocante à sua
formação em Engenharia.
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Um dos grandes problemas relacionados ao curso de Engenharia Agrícola no
Brasil, desde o início da formação desse profissional, foi a falta de
aceitação do mercado de trabalho. Considerando-se que as suas atribuições
profissionais são comuns ao Engenheiro Agrônomo, a tradição do Engenheiro
Agrônomo e a sua formação mais diversificada, sempre foram favoráveis a este
profissional na disputa do mercado.
O processo de modernização esperado para a Agricultura Brasileira não se deu
no ritmo projetado ao longo dos anos setenta, quando foram introduzidas
políticas públicas direcionadas para a auto-suficiência da Economia Nacional.
A produção de grãos estacionou na casa das setenta milhões de toneladas, o
nível cultural dos agricultores era baixo, não absorvendo adequadamente as
novas tecnologias que vinham sendo apresentadas. Além disso, falhou o Sistema
Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural em seu trabalho de difusão
tecnológica, que, na verdade, gerou um nível de endividamento elevado para o
aumento de produtividade obtido.
Equacionada ao longo dos anos noventa a crise de endividamento e, com a
chamada estabilização econômica, a Agricultura Brasileira iniciou um processo
de recuperação, que vem proporcionando ao Setor do Agronegócio um destaque
acentuado no conjunto da Economia. Em paralelo a isso, o processo de melhoria
na formação educacional do agricultor brasileiro, com a entrada das novas
gerações no controle do processo produtivo, a absorção das novas tecnologias
passou a produzir resultados mais acentuados no aumento da produtividade e na
expansão da produção agrícola. A barreira das cem milhões de toneladas foi
rompida.
O novo contexto que foi se formando ao final dos anos noventa, e vem se
concretizando nos anos dois mil, coloca o Engenheiro Agrícola num novo patamar
de colocação no mercado.
Neste contexto que se avizinhou, o Departamento de Engenharia da UFRRJ, que
era a chegada a hora da criação do curso de Engenharia Agrícola.
. . . 1.3.1 Articulação do PPC com o Projeto Pedagógico Institucional - PPI e PDI
A UFRRJ iniciou tardiamente o desenvolvimento de seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PPI), em função do processo de transição na administração
superior. O mesmo ocorrendo com o Projeto Pedagógico Institucional, PPI e o
processode auto-avaliação . tanto no PPI quanto na Auto-Avaliação, ao iniciarse a discussão, foi identificada a necessidade de conclusão do PDI, uma vez
que ambos são parte integrante do PDI. Nesse sentido, foi da dadad prioridade
à elaboração do PDI.
Na elaboração do PDI foram lavantados, as propastas ao longo de 2006. Após
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essa fase, uma comissão especial está em fase de elaboração do documento
finalpara aprovação pelo Conselho Universitário.
Em função disso, não há um documento final e, sim, algumas considerações
preliminares relativas ao PDI e ao PPI (documentos anexos).
As considerações preliminares do PPI da UFRRJ fazem uma análise da evolução do
ensino de graduação no período de 1994 a 2006, mostrando um forte crescimento
de ensino de graduação, tanto em oferta de vagas quanto em aumento do número
de concluintes.
Dentro desse aspecto, o curso de Engenharia Agrícola é um dos componentes
importantes para o processo de expansão.
Além da análise histórica o PPI apresenta uma visão do ensino de graduação
voltada para a construção/produção do conhecimento, tornando o estudante um
agente do processo de formação profissional. Nesse contexto, a proposta
curricular do curso de Engenharia Agrícola, aliada à metodologia de ensino/
avaliação adotada nas disciplinas, principalmente as de formação profissional
específica, estão perfeitamente enquadradas a essa filosofia.
. . . 1.3.3 Objetivos do curso
Com a consolidação do processo de modernização da Agricultura Brasileira, o
mercado de trabalho para o Engenheiro Agrícola se abre a e projeta este
profissional como um dos que deverão apresentar mais destaque no cenário das
profissões do futuro.
O aumento ainda mais acentuado da importância do Agronegócio na Economia
Nacional projeta o momento do Engenheiro Agrícola como profissional de
importância na Sociedade Brasileira.
A tarefa de formar um profissional de Engenharia Agrícola para o mercado atual
e futuro deve estar pautada em um conjunto de habilidades e competências que
estejam associadas, não só a um discurso vazio, mas em uma tradição
prática demonstrada através do tempo.
Um profissional de Engenharia Agrícola para o momento deve desenvolver, dentre
outras, o seguinte conjunto de habilidades:
* Capacidade de comunicação;
* Raciocínio lógico;
* Capacidade de análise e síntese;
* Capacidade de investigação;
* Posicionamento claro nas relações interpessoais;
* Capacidade de convivência coletiva;
* Capacidade de organização;
* Posicionamento de liderança;
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* Flexibilidade de adaptação;
* Certo grau de independência;
* Respeito à hierarquia.
O alcance deste conjunto de habilidades não se dá somente em um discurso, mas,
sim, a partir de um conjunto de experiências e vivências desenvolvidas durante
o processo de formação deste profissional. Para tal, o ambiente de
formação deve ser rico, principalmente em proporcionar uma maior vivência
coletiva e participação ativa na vida da instituição.
A UFRRJ é um ambiente rico de experiências pessoais. Devido ao próprio
processo que gerou a sua criação no início do século vinte, a sua localização
proporciona um convívio ativo entre os colegas durante a vida estudantil.
Além do conjunto de habilidades, é necessário ao profissional do futuro um
conjunto de competências para o exercício pleno de suas atividades, adaptandose aos diferentes problemas e novas tecnologias que se apresentam a cada
momento para garantir estas competências é necessário um ambiente adequado e
orientado, baseado em uma experiência e não em um discurso.
Um profissional de Engenharia Agrícola para o momento deve possuir, dentre
outras, o seguinte conjunto de competências:
* Domínio da língua;
* Domínio das ferramentas matemáticas;
* Capacidade de modelar os diferentes problemas utilizando ferramentas
matemáticas de análise;
* Conhecimento dos modelos físicos da natureza que o cerca;
* Conhecimento dos princípios tecnológicos atuais e em formação;
* Conhecimento da complexidade da organização social;
* Conhecimento da complexidade da estrutura econômica nacional e
internacional;
* Posicionamento claro dos problemas no contexto social e econômico;
* Capacidade de liderança e administração de conflitos profissionais e
sociais;
* Capacidade de transferir os seus conhecimentos;
* Visão clara de futuro;
* Posicionamento claro dos fatores de produção e sua importância ambiental.
Alcançar este conjunto de competências só é possível, no campo técnico com uma
sólida formação teórica, preparando o profissional não somente para o momento
atual, mas para o futuro que se avizinha. Formar um profissional para
um nível tecnológico atual é confiná-lo a um mercado estático, obrigando-o a
buscar processos constantes de reciclagem sem sucesso, uma vez que os
princípios básicos teóricos não estariam sedimentados na formação deste
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profissional.
Neste sentido, a UFRRJ tem como objetivo formar um profissional de sólida
formação teórica, com experiências de convívio social que lhe proporcione
melhor adaptação à complexidade de nossa estrutura social.
. . . 1.3.4 Perfil do egresso
Baseado no conjunto de habilidades e competências necessárias ao profissional
de Engenharia Agrícola e, em particular ao profissional formado pela UFRRJ,
podemos resumir seu perfil em quatro pontos básicos:
1. Domínio de bagagem teórica, com isso o profissional tem condições de
exercer sua função conhecendo os problemas, as possíveis soluções e suas
conseqüências, adotando sempre posições conscientes e se adaptando aos avanços
futuros;
2. Compromisso Social, a partir da consciência de seu papel social e da
complexidade de sua interferência na estrutura social, este profissional terá
condições de exercício com menor grau de conflitos;
3. Compromisso com a preservação ambiental, consciente de seu papel e da
complexidade de suas interferências no ambiente, este profissional estará apto
a buscar as soluções que envolvem o equilíbrio e a menor interferência no
ambiente que o cerca;
4. Atividade empreendedora, diante de sua formação teórica sólida e de sua
consciência da complexidade social, este profissional está apto a encontrar
formas de alcançar soluções inovadoras e socialmente mais aceitáveis,
construindo
um ambiente mais adaptado aos avanços sociais e tecnológicos.
Com base nesses quatro pontos, podemos estabelecer um perfil profissional
dinâmico e ativo na sua atuação profissional.
1.4 - Projeto Pedagógico do Curso - PPC:
currículo
A grade curricular proposta para o Curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ foi
elaborada com o intuito de balancear a distribuição das atividades didáticas
de forma equilibrada, permitindo, ao final do curso, a liberação para as
disciplinas de projeto e o estágio supervisionado. A grade curricular vem
passando por várias alterações desde a criação do curso, visando adequar-se a
cada momento às necessidades do curso e particularidades institucionais,
culminando com a proposta de grade que entra em execução no primeiro período
letivo de 2007.
Para a integralização curricular os discentes deverão cursar, além do elenco
de disciplinas obrigatórias um total mínimo de 10 créditos em disciplinas
optativas, de um elenco disponível de disciplinas em diferentes áreas do
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conhecimento, divididas em nove grupos.
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
Grupo
1 - Avaliação, Conservação e Meio Ambiente
2 - Economia, Gestão Empresarial, Política e Pesquisa
3 - Ciência e Tecnologia de Pós-Colheita
4 - Desenho, Construções Rurais, Ambiência e Energia
5 - Topografia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto
6 - Máquinas e Mecanização Agrícola
7 - Solos, Água e Planta
8 - Ciências Sociais
9 - Modelagem e Informática
10 - Formação Geral
Integralização Curricular
* Disciplinas obrigatórias: 247 créditos
* Disciplinas optativas : 10 créditos
* Total de créditos : 256 créditos
* Carga Horária Total : 3.840 horas
* Estágio Supervisionado: mínimo de 180 horas
* Atividades Acadêmico Cientifico-Cultural : mínimo de 200 horas
Resumo
NÚCLEOS DE CONTEÚDOS CRÉDITOS CARGA HORÁRIA PERCENTUAL Básicos
88
1320
34,38
Profissionais Essenciais 156
2340
60,94
Profissionais Específicos 2
30
0,78
Disciplinas Optativas
10
150
3,90
TOTAL
256
3840
100,00
Estágio Supervisionado
180
Atividades Acad-Cientif-Cult
200
. . . 1.4.1 Coerência do currículo com os objetivos do curso
A estrutura curricular do curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ contempla um
percentual grande de disciplinas com conteúdo prático regular, além de estarem
inseridas, principalmente nas disciplinas de conteúdo profissional, a
elaboração de trabalhos acadêmicos a serem apresentados na forma de defesa
pública ou individual. Através dessa metodologia são desenvolvidas habilidades
como: capacidade de comunicação, de investigação, enriquecimento das relações
interpessoais, organização e liderança, além do enriquecimento das
competências de domínio da língua e das ferramentas matemáticas na modelagem
dos problemas.
O forte embasamento teórico, caracterizado pelo percentual relativamente
elevado da carga horária dos conteúdos básicos, associado ao desenvolvimento
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teórico dedutivo das disciplinas profissionalizantes, reforça o trabalho de
formação de profissionais com raciocínio lógico, capacidade de análise e
síntese e conhecimento dos modelos físicos da natureza habilitados a resolver
mais adequadamente os problemas atuais e adaptado aos avanços futuros do
conhecimento e da tecnologia, através de uma formação continuada, requesito
fundamental para os dias atuais.
. . . 1.4.2 Coerência do currículo com o perfil do egresso
Um profissional de Engenharia Agrícola adequado aos tempos atuais deve possuir
quatro condições essenciais, que são:
* Domínio de bagagem teórica;
* Compromisso social;
* Compromisso com a preservação ambiental e
* Atividade empreendedora
A partir dessas condições, estará apto a interferir nos meios de produção de
forma ambientalmente adequada, socialmente justa e buscando formas inovadoras
na solução dos problemas.
Atender a essa formação exige uma bagagem teórica sólida e profunda para
entender a complexidade dos sistemas sociais, ambientais e de produção, o que
está dimensionado na grade curricular do curso de Engenharia Agrícola da
UFRRJ. Em nossa formação, diferentemente do que foi apregoado recentemente de
que um profissional deveria ter sua formação reduzida, reportando a correção
de sua formação a uma formação continuada, é nosso entendimento de que a
formação inicial é fundamental para toda a vida profissional do individuo. Não
há aproveitamento de uma formação continuada se o embasamento inicial não
tiver sido atingido. Baseados nesse preceito, mantivemos uma formação básica
ampla e consistente com a necessidade do profissional em toda a sua carreira.
Além da formação teórica são requisitos fundamentais a visão social do
Profissional, de forma a compreender sua influência no conjunto da Sociedade.
Atingir essa compreensão, no nosso caso, se dá pelo elenco de disciplinas de
formação na área de humanidades, incluídas aí, Economia Agrária, Administração
da Empresa Agrícola, Extensão Rural, Legislação Profissional, Direito Agrário
e Legislação e Marketing Básico.
O compromisso com a preservação ambiental se dá, não só pelo conhecimento
específico na área, através das disciplinas de Fundamentos dos Sistemas
Naturais e Antropizados e Saneamento Básico, mas, também, através do estudo
das diferentes disciplinas que tratam da formação técnica e social que, de uma
forma ou de outra, interferem nos ambientes naturais, tratando-as
adequadamente no que se refere à mínima influência nesses ambientes. Aqui
podem ser citados os conhecimentos de Solos, Mecanização, Energias
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Alternativas, Hidrologia, Irrigação e Drenagem, dentre outras.
Alcançar uma formação empreendedora, tão necessária aos dias atuais acontece
através de um processo natural de formação dentro da UFRRJ, reforçado pela
característica de forte convivência interpessoal, principalmente distante dos
familiares, forçando nossos jovens a tomarem decisões constantes na sua rotina
diária. Aliado a isso o próprio processo de condução didática das disciplinas,
principalmente profissionalizantes, na condução de trabalhos acadêmicos e
desenvolvimento de projetos e análises de situações.
. . . 1.4.3 Coerência do currículo com às Diretrizes Curriculares Nacionais
Considerando-se que o Curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ é um curso novo,
elaborado na era da transição entre o "Currículo Mínimo" da profissão e as
"Diretrizes Curriculares", pudemos acompanhar o processo de gestação das
diretrizes nacionais, inclusive as diferentes versões, até a última versão
aprovada em 2006. Desde a sua concepção a grade curricular foi elaborada com
base nas diretrizes nacionais, de forma que podemos identificar cada
disciplina em termos de adequação, como segue abaixo:
Núcleo de Conteúdos Básicos
Biologia
IB 157 - Introdução à Biologia
IB 602 - Botânica Básica
Estatística
IC 280 - Estatística Básica
Expressão Gráfica
IT 459 - Desenho Técnico
Física
IC 106 - Física I (Mecânica)
IC 107 - Física II (Mecânica)
IC 108 - Física III (Eletricidade e Magnetismo)
IC 109 - Física IV (Mecânica Ondulatória)
IC 131 - Termodinâmica
IC 132 - Física Experimental
Informática
IT 103 - Técnicas Computacionais em Engenharia
Matemática
IC 239 - Álgebra Linear II
IC 241 - Cálculo I
IC 242 - Cálculo II
IC 243 - Cálculo III
IC 244 - Cálculo IV
IC 279 - Cálculo Numérico
Metodologia Científica e Tecnológica
IH 427 - Metodologia da Ciência
Química
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IC
IC
IC
IC
310
343
607
609
-
Química
Química
Química
Química
Geral
Orgânica
Analítica
Analítica Experimental I
Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais
Avaliação e Perícias Rurais
IT 188 - Avaliações e Perícias
Automação e Controle de Sistemas Agrícolas
IT 406 - Eletrotécnica
Cartografia e Geoprocessamento
IT 104 - Levantamentos Topográficos Planimétricos
IT 117 - Levantamentos Topográficos Altimétricos
IT 127 - Cartografia I
IT 177 - Sensoriamento Remoto
IT 189 - Geoprocessamento I
Comunicação e Extensão Rural
IH 447 - Extensão Rural
Economia e Administração Agrária
IH 210 - Economia Agrária
IH 101 - Administração da Empresa Agrícola
Eletricidade, Energia e Energização em Sistemas Agrícolas
IT 137 - Energia na Agricultura II
IT 163 - Eletrificação Rural
Estrutura e Edificações Rurais e Agroindustriais
IT 462 - Construções Rurais I
IT 822 - Estudo dos Solos
IT 823 - Projeto Estrutural em Concreto Armado I
IT 823 - Projeto Estrutural em Concreto Armado II
IT 147 - Projeto de Construções Rurais
Ética e Legislação
IH 437 - Legislação Profissional
IH 403 - Direito Agrário e Legislação
Fenômenos de Transportes
IT 394 - Princípios dos Fenômenos de Transporte
Gestão Empresarial e Marketing
IH 154 - Marketing Básico
Hidráulica
IT 144 - Hidráulica Aplicada
IT 135 - Estruturas Hidráulicas
Hidrologia
IT 113 - Hidrologia
Meteorologia e Bioclimatologia
IF 111 - Meteorologia Básica
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Motores, Máquinas, Mecanização e Transporte Agrícola
IT 154 - Motores e Tratores
IT 155 - Máquinas Agrícolas
IT 139 - Elementos de Máquinas
IT 140 - Projeto de Máquinas Agrícolas
Mecânica
IT 132 - Mecânica dos Materiais
Otimização de Sistemas Agrícolas
IT 172 - Modelamento e Otimização de Sistemas em Engenharia
Processamento de Produtos Agrícolas
IT 138 - Propriedades Físicas dos Materiais Biológicos
IT 164 - Pré-Processamento e Armazen. de Produtos Agrícolas I
IT 165 - Pré-Processamento e Armazen. de Produtos Agrícolas II
Saneamento e Gestão Ambiental
IF 134 - Fundamentos dos Sistemas Naturais e Antropizados
IT 179 - Saneamento Básico
Sistema de Produção Agropecuário
IA 126 - Técnicas Agrícolas Aplicadas às Grandes Culturas I
IA 127 - Técnicas Agrícolas Aplicadas às Grandes Culturas II
Sistemas de Irrigação e Drenagem
IT 157 - Irrigação
IT 134 - Drenagem
IT 176 - Projetos de Irrigação e Drenagem
Solos
IA 320 - Pedologia
IA 302 - Física do Solo
Técnicas e Análises Experimentais
IC 284 - Estatística Experimental
Tecnologia e Resistências dos Materiais
IT 409 - Resistência dos Materiais
Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos
IT 102 - Introdução à Engenharia Agrícola
. . . 1.4.4 Adequação da metodologia de ensino à concepção.
A criação do Curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ não se deu no momento em
que foi proliferada a criação do curso no Brasil. A situação de mercado do
Engenheiro Agrícola no Brasil passou por muitas dificuldades, tanto do
entendimento do que era esse profissional, como da existência do Engenheiro
Agrônomo com atribuições semelhantes. Aliado, ainda, ao próprio processo de
estagnação da Agricultura Brasileira nos anos setenta e oitenta.
Equacionada ao longo dos anos noventa a crise de endividamento e com a chamada
estabilização econômica, a Agricultura Brasileira iniciou um processo de
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recuperação que vem proporcionando ao Setor do Agronegócio um destaque
acentuado no conjunto da Economia. Em paralelo a isso, o processo de melhoria
na formação educacional do agricultor brasileiro, com a entrada das novas
gerações no controle do processo produtivo, a absorção das novas tecnologias
passou a produzir resultados mais acentuados no aumento da produtividade e na
expansão da produção agrícola. A barreira das cem milhões de toneladas foi
rompida e entramos em um processo de franco crescimento da produção.
Para o novo modelo de Agricultura mais tecnificada, o Engenheiro Agrônomo não
se coloca como o profissional mais adequado, abrindo espaço para um
profissional com formação mais sólida em Engenharia, capaz de analisar e
adequar as tecnologias existentes para alcançar resultados mais adequados na
atividade de produção.
Nesse contexto, a formação do profissional deverá se dar no sentido de
preparar o profissional para os desafios de um mercado dinâmico e competitivo,
onde a capacidade de decisão é fundamental.
Na montagem do currículo do curso foram considerados, em cada disciplina, a
adequação dos conteúdos e necessidades ao balanço entre carga teórica e carga
prática, aliada a mecanismos de avaliação que contemplem provas individuais,
provas coletivas, elaboração de trabalhos individuais, elaboração de trabalhos
em grupo, defesa pública de trabalhos e visitas técnicas para, com isso,
contemplar uma formação mais próxima da necessidade de um profissional atual.
. . . 1.4.5 Inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo
Na composição da grade curricular e sua organização proposta ao longo do
processo de formação buscou encaminhar o processo de forma gradual e encadeada
em termos de seqüência lógica de conhecimentos, aliado à estratégia de
prérequisitos em cada disciplina, de modo a que o aluno só possa seguir em
frente
a partir do cumprimento de requisitos prévios de conhecimentos atestados
através das avaliações nas disciplinas. Dessa forma, podemos identificar em
cada período as características entre as disciplinas no nível de formação.
* Primeiro período- destina-se à formação teórica básica.
* Segundo período - destina-se à formação teórica básica.
* Terceiro período - são aprofundados os conhecimentos teóricos básicos, assim
como o início da formação teórica intermediária.
* Quarto período- nesse período são tratados os conteúdos intermediários e o
início da formação profissional essencial.
* Quinto período - são tratados os conteúdos profissionais essenciais e o
início da formação nas grandes áreas da Engenharia Agrícola.
* Sexto período - caracteriza-se pela formação nas grandes áreas da Engenharia
Agrícola.
* Sétimo período- o conhecimento nas grandes áreas se intensifica, assim como
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Informações fornecidas pela IES
a formação em Humanidades.
* Oitavo período- complementam-se nesse período o conhecimento das grandes
áreas da Engenharia Agrícola.
* Nono período - encerra-se a formação profissional em Humanidades e em
Engenharia Agrícola.
* Décimo período - destinado às atividades de projeto e finalização do curso
através da defesa dos projetos e do estágio curricular obrigatório.
. . . 1.4.6 Dimensionamento da carga horária das unidades de estudo
No tocante à carga horária de cada unidade de estudo, foram dimensionadas
disciplinas que contemplem cargas horárias semanais pares, visando enquadrar
melhor as atividades ao longo do dia e, excepcionalmente, disciplina de três
horas semanais, quando o conteúdo a ser passado não contempla uma carga
horária de duas horas, também não é necessária uma carga horária de quatro
horas.
Outro fator a considerar é a existência de disciplinas comuns a vários cursos,
principalmente nas disciplinas básicas e intermediárias, além da área de
Humanidades. Nesses casos, o dimensionamento não foi executado de forma
específica para o curso. No tocante às disciplinas da área profissional,
principalmente nas grandes áreas da Engenharia Agrícola, algumas são tratadas
juntamente com o curso de Engenharia Agronômica, quando ainda em nível
superficial, sendo aprofundadas com disciplinas específicas para o curso.
. . . 1.4.7 Adequação e atualização das ementas e programas das unidades de estudo
Cada disciplina que compõe a grade do curso tem sua regulamentação através de
deliberação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CEPE da UFRRJ. Na sua
regulamentação são estabelecidas a denominação, carga horária semanal e
ementa. Dessa forma, a atualização da ementa só se dá através de uma nova
deliberação. A cada reforma curricular, novas disciplinas são criadas ou
alteradas de modo a permitir sua inclusão nas grades curriculares dos cursos
de graduação.
Quanto ao conteúdo programático e à bibliografia, esses estão em constante
reformulação e adequação à realidade de cada momento, permitindo a condução
dos conteúdos mais adequada. Não há periodicidade para o processo nesse
aspecto, ocorrendo livremente a cada momento em função da evolução do
conhecimento, das tecnologias, e das correntes de pensamento
. . . 1.4.8 Adequação e atualização da bibliografia
Da mesma forma que o conteúdo programático é atualizado a qualquer momento, a
bibliografia também pode ser atualizada pelos departamentos que as lecionam.
Algumas das áreas de conhecimento contemplam, ainda, bibliografias clássicas,
tanto pela qualidade das mesmas quanto pela metodologia utilizadas. A
atualização depende de cada momento em função da evolução do conhecimento, das
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
tecnologias, e das correntes de pensamento.
. . . 1.4.9 Coerência do corpo docente e do corpo técnico-administrativo com a
proposta curricular.
A composição do corpo docente da UFRRJ atingiu nos últimos anos um alto grau
de qualificação, notadamente o departamento de Engenharia, responsável pelo
curso de Engenharia Agrícola que conta hoje com 15 professores efetivos, sendo
10 doutores (66%), 3 mestres (20%), 1 especialista (7%) e 1 graduado (7%).
No conjunto da Universidade são 53 professores atuando no curso, sendo 38
doutores (72%), 12 mestres (23%), 1 especialista (2%) e 2 graduados (3%).
Desse total 32 doutores e 10 mestres são titulados em suas áreas de
atuação,representando 79% do total. Muitos dos quais com titulação obtida nos
últimos anos.
Com esses indicadores, podemos perceber o alto grau de adequação do corpo
docente à proposta curricular, uma vez que estão perfeitamente enquadrados nas
disciplinas que lecionam.
Quanto ao corpo técnico disponível diretamente no Departamento de de nível
médio com formação técnica ou superior, atuando em apoio às aulas práticas e
teóricas nas diferentes áreas do departamento. Além disso, nos diversos
departamentos que lecionam disciplinas para o curso, em cada
departamento há um corpo técnico de apoio treinado atuando nas diferentes
disciplinas.
. . . 1.4.10 Coerência dos recursos materiais específicos do curso (laboratórios e
instalações específicas, equipamentos e materiais) com a proposta curricular
Conforme pode ser observado nas informações relativas às instalações físicas,
especificamente as instalações especiais de laboratório, o curso conta com
instalações adequadas ao desenvolvimento das disciplinas específicas do curso,
de modo a atender à proposta curricular no que se refere aos conteúdos
práticos, sejam eles de natureza demonstrativa, atividades de campo ou de
desenvolvimento de práticas individuais ou em grupo.
. . . 1.4.12. Estratégias de flexibilização curricular
Além da grade curricular contemplando o elenco de disciplinas obrigatórias à
formação, os estudantes contam com elenco de disciplinas optativas, divididas
em dez grandes grupos. Para conclusão do curso o aluno deverá cursar, no
mínimo dez créditos em disciplinas optativas.
Como alternativa adicional, recentemente implantada, todo estudante pode
pleitear a matrícula em disciplinas de livre escolha dentro do elenco de
disciplinas de toda a Universidade, buscando uma formação mais particular,
segundo suas necessidades ou vocações.
Independente das condições atuais, a Universidade tem adotado em seus
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INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Colegiados de Curso uma dinâmica mais acentuada, produzindo reformas
curriculares com maior freqüência, adaptando-se às situações atuais de
conhecimentos, tecnologias e correntes de pensamento.
1.5 - Projeto pedagógico do curso - PPC: avaliação
O projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola da UFRRJ
inicia-se com o documento elaborado em 1999 como Projeto de criação do curso
(documento anexo).
Em 2002 a UFRRJ organizou um evento intitulado ¿Seminário de Auto-Avaliação
dos Cursos de Graduação¿, onde, todos os cursos de graduação pararam suas
atividades para discutir aspectos relacionados ao curso. Neste evento o curso
de Engenharia Agrícola tinha a sua primeira turma ainda cursando o quarto
período, de modo que o Seminário a nível de curso se pautou na discussão dos
documentos de criação do curso, das diretrizes curriculares e de grade
curricular em andamento.
Em 2006 foi aprovada a primeira versão do Projeto Pedagógico como se apresenta
hoje, passando por uma adequação em 2007 para contemplar a nova grade
curricular aprovada para entrar em vigor no primeiro período letivo de 2007.
. . . 1.5.1 Coerência dos procedimentos de avaliação dos processos de ensino e
aprendizagem com a concepção do curso
No contexto atual, a formação do profissional deverá se dar no sentido de
preparar um profissional para os desafios de um mercado dinâmico e
competitivo, onde a capacidade de decisão é fundamental.
No conjunto das disciplinas que compõem a grade curricular do curso de
Engenharia Agrícola, espalhadas pelos diferentes Institutos que compõem a
UFRRJ, os processo de ensino aprendizagem são variados sendo utilizados
diversos mecanismos de avaliação do tipo: provas individuais; provas
coletivas; elaboração de trabalhos individuais; elaboração de trabalhos em
grupo; elaboração de projetos aplicados; defesa pública de trabalhos e visitas
técnicas. Cada disciplina adota seu mecanismo em função das características
próprias da disciplina e do conteúdo sendo tratado.
Nas disciplinas profissionalizantes específicas os mecanismos de avaliação
alternativos às provas são utilizados com maior freqüência, principalmente a
elaboração de projetos e trabalhos acadêmicos para defesa. Dessa forma, buscase uma formação profissional mais adequada às necessidades de um profissional
crítico e consciente de seu papel.
. . . 1.5.2 Articulação da auto-avaliação do curso com a auto-avaliação institucional
O processo de avaliação dentro da UFRRJ vem se desenrolando a muito tempo
através de iniciativas isoladas vinculadas aos diferentes departamentos
acadêmicos e cursos de graduação. Algumas iniciativas podem ser relacionadas
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
aqui.
1983
1988
1989
1990
-
Avaliação das disciplina do Departamento de Engenharia
Avaliação das disciplinas do Curso de Agronomia
Avaliação das disciplinas do Curso de Agronomia
Avaliação das disciplinas do Curso de Agronomia
(desenvolvido um software específico ¿ ambiente DOS)
1999 - Avaliação das disciplinas do Departamento de Engenharia (desenvolvido
um software específico ambiente Windows)
Considerando-se o processo de progressão funcional do quadro docente a
partir de um processo de avaliação a nível departamental, a administração
superior iniciou um trabalho de institucionalização da avaliação através de
várias iniciativas, que foram:
1989 - CEPE - Projeto de Avaliação Docente
1990 - Seminário sobre Política de Pessoal Docente
1993 - Resgate dos Relatórios do Seminário de 1990 - Projeto PAIUB-MEC
1995 - Elaboração do Projeto de Avaliação Institucional da UFRRJ
* Avaliação dos Cursos de Graduação
* Avaliação dos Curso de Pós-Graduação
* Avaliação das Unidades Acadêmicas
* Avaliação dos Órgãos Administrativos
* Avaliações Externas
1996 - Inicio das avaliações de disciplinas de Graduação (1996 a 1998)
1998 - Criação da Comissão Permanente de Avaliação Institucional - COPAVI,
vinculada ao Decanato de Planejamento.
1999 - I Seminário de Auto-Avaliação dos Cursos de Graduação da UFRRJ
2001 - Extinção do Decanato de Planejamento.
2002 - Resgate dos Relatórios do Seminário de 1999 pelo Decanato de Ensino de
Graduação
2002 - II Seminário de Auto-Avaliação dos Curso de Graduação da UFRRJ
2004 - Lei n° 10.861 - Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior ¿ SINAES
2005 - Criação da Comissão Interna de Avaliação
2006 - Comissão aguarda a elaboração do PDI
Em paralelo às iniciativas institucionais, o Departamento de Engenharia vem
desenvolvendo desde 1999 seu processo interno de avaliação de disciplinas,
onde os alunos ao final de cada período letivo preenchem um questionário
(documento anexado) para cada disciplina do departamento avaliando a
disciplina e sua inserção no currículo e na realidade atual, as condições
físicas, o desempenho docente e a sua atuação pessoal na disciplina. Os
resultados desse processo estão armazenados em meio digital e são processados
por um software específico desenvolvido no próprio departamento.
1.6 - Atividades acadêmicas articuladas à formação: prática profissional e/ou estágio
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
No projeto pedagógico do curso de Engenharia Agrícola as atividades acadêmicas
fazem parte da grade curricular obrigatória. Pelo fato de a Instituição dispor
de, ampla área agricultável, 12 programas de pós-graduação
(www.ufrrj.br/posgrad), localização no próprio campus de três centros de
pesquisa (EMBRAPA Agrobiologia, PESAGRO e Fazenda Agrobiológica), bem como
estar em um estado no qual encontra-se um pólo agroindustrial, duas
siderúrgicas, dois portos, EMATER-RJ, Secretaria de Agricultura, Abastecimento
e Pesca do RJ, dentre outras, num raio máximo de 80 km, tem facilitado aos
alunos as práticas profissionais e estágios nas áreas afins do curso de
Engenharia Agrícola. Além da Instituição dispor de órgãos dedicados para
fomentar e administrar os convênios, que tornam estas atividades viáveis, como
os seguintes orgãos: FAPUR/UFRRJ, SINTEEG/UFRRJ, CNPQ, FAPERP/RJ, Decano de
Graduação e Extensão e a Reitoria da UFRRJ.
A seguir, são listadas as atividades acadêmicas realizadas pelos alunos nos
últimos anos:
- Curso de Colhedoras-SENAI (Ribeirão Preto/SP, 2003)
- Jornada de Iniciação Científicas(UFRRJ, 2003, 2004, 2005 e 2006);
- Estágios Internos nos Departamentos da UFRRJ;
- Semanas Acadêmicas de Agronômia, Agrimensura, Engenharia de Alimentos e
Engenharia Agrícola;
- Estágios em Empresas de Pesquisa: EMBRAPA Agrobiologia (2005, 2006 e 2007),
EMBRAPA Solos (Jardim Botânico-RJ,2006), EMBRAPA Mandioca e Fruticultura
Tropical (BA,2006); IRD/ CNEN-RJ (2004 a 2007);
- Estágios em Empresas Privadas: Proton Tratores(Mesquita,RJ,2007), Fundação
Mokiti Okada (RJ,2006); Meta Comércio de Produtos Agrícolas Ltda (Passo FundoRS,2006); Agrocafé Comércio e Representação Ltda (Monte Carmelo-MG,2006), CRV
¿ Industrial Ltda.( Carmo do Rio Verde / GO, 2007).
- Cursos na Fábrica da John Deere (Horizontina, RS,2004);
- Participação no III Congresso Brasileiro de Extensão Universitária
(Florianópolis, 2006);
- Semana Acadêmica de Engenharia Agrícola (UFRRJ,2006);
- Participação Feira de Máquinas -Agrishow - (Ribeirão Preto - SP, 2002, 2003,
2004 e 2006);
- Publicação e Participação no XXXIV Congresso Brasileiro de Engenharia
Agrícola (Canoas,RJ, 2005);
- Publicação no Journal Enviromental Agrncy ¿ Inglateraa, 2005e;Espanha,2003);
- Palestra de operação e manutenção de tratores John Deere, (Departamento de
Engenharia, UFRRJ/RJ, 2004);
- Visita à Usina de Álcool e Açúcar (Campos dos Goyatacazes,RJ, 2000 a 2006);
- Visita a Beltec (Revendedora da Massey Fergusson), Tanguá-RJ
- Visita a propriedade do Engº Agrônomo Otávio Yukio (Santa Cruz, RJ);
- XV CONIRD - CONGRESSO NACIONAL DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM(Teresina -Pi,2005);
- XXXI,XXXIV e XXXV Congresso Brasileiro de Engenhariagrícola ( Salvador-Ba/
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Dados Originais fornecidos pela IES
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Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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2002; Canos-Rs/ 2004 e João Pessoa -PB,2006);
- Concurso de redação e poesia (Coordenação Eng. Agrícola,
- Para 2007 está liberado o transporte para os alunos participarem do XXXVI
Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Bonito,MS, 2007).
. . . 1.6.1 Mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento das atividades
A UFRRJ dispõe e incentiva os seguintes meios para realização de atividades
acadêmicas:
1) O Núcleo de Apoio e Administração da Pesquisa (NAAP) vinculada ao Decanato
de Pesquisa e Pós-Graduação é um programa de fomento à atividade de pesquisa.
Fazem parte das atribuições do NAAP: proporcionar apoio aos pesquisadores para
a realização dos projetos de pesquisa; elaborar o orçamento anual da pesquisa;
elaborar e emitir parecer sobre os projetos; realização de congressos e
seminários de divulgação da produção científica, como o Congresso de Pesquisa
Científica e as Jornada de Iniciação Científica, apresentar e divulgar os
programa de fomento em iniciação científica disponivies na UFRRJ, que são:
I - Bolsa de Iniciação Científica PIBIC/CNPq
II - Bolsa de Iniciação Científica - CNPq - Balcão do pesquisador.
III - Bolsa de Iniciação Científica do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PROIC-DPPG), financiado com
recursos institucionais da UFRRJ.
IV - Bolsas de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado
do RJ- FAPERJ - A bolsa tem por objetivo incentivar alunos de graduação com
vocação para a pesquisa científica e tecnológica e treinar alunos de graduação
em unidades de pesquisa, sob a supervisão de orientador.
2)O Decanato de Graduação e Reitoria disponibilizam verbas destinadas apoiar a
participação e realização de eventos acadêmicos e científicos. Na participação
de eventos a UFRRJ tem financiado o transporte dos discentes aos eventos
culturais e científicos. Na realização de eventos,principalmente Semanas
Acadêmicas, tem participado como um dos patrocinadores e disponibilizado a
estrutura física e recursos humanos do campus.
3)A UFRRJ por meio da prefeitura do campus dispõe de transporte próprio
(Ônibus e Micro-Ônibus) para alunos e professores a centros de pesquisas,
fazendas e indústrias na região e em outros estados, permitindo aos docentes e
alunos conhecer e praticar os seus conhecimentos.
4) O Setor de Integração Escola/Empresa/Governo (SINTEEG) vinculado ao
Decanato de Extensão da UFRRJ realiza programas de estágio interno e externo à
Universidade. Na qual dispõe de seguro de vida aos estagiários e emite
convênios com as empresas para legalização dos estágios. Os estágios internos
são realizados junto aos Departamentos didáticos científicos e demais órgãos
da Universidade no qual sob orientação de professores, os estagiários realizam
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Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
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atividades nas diversas áreas específicas do curso. Os estágios externos são
realizados principalmente juntos à empresas e órgãos públicos.
5)Acompanhamento
O acompanhamento dos estágios é realizado por professores orientadores, para
os alunos do curso de Engenharia Agrícola são geralmente professores do
Departamento de Engenharia, no qual os alunos são envolvidos nos projetos de
pesquisa e nas aulas realizadas nos laboratórios do departamento.
Para bolsista de iniciação científica fomentados são exigidos relatórios,
publicações em anais de congressos e/ou jornadas científicas e, também,
relatório semestral que, são avaliados por comissão do Decanato de PósGraduação. O aluno que não cumprir os objetivos dos estágios ou projetos são
desligados dos mesmos ou substituidos.
Os estágios internos e externos cadastrados no SINTEEG, também responsável
pela emissão de certificados, exige parecer do orientador do resultado do
acompanhamento do estágio do aluno.
6)O Estágio Supervisionado em Engenharia Agrícola é uma disciplina obrigatória
da grade do curso de Engenharia Agrícola e deverá ser cumprida em uma das
áreas de conhecimento do Engenheiro Agrícola, dependendo da aptidão do aluno.
A regulamentação, avaliação, formulários de avaliação e instituições de
pesquisas e empresas cadastradas estão disponíveis na Coordenação do Curso
(ANEXOS) ou no site da Coordenação (www.ufrrj.br/agricola), sendo o
coordenador responsável pela disciplina.
. . . 1.6.2 Formas de apresentação dos resultados parciais e finais
- A atividade acadêmica obrigatória da grade do curso, Estágio Supervisionado
em Engenharia Agrícola (AA 221), é avaliada de acordo com as normas
estabelecidas pela
Coordenação do Curso (Norma Anexa);
- As atividades Acadêmicas Científico-Cultural (AA222) obrigatórias são
regulamentadas pela coordenadoria (ANEXO NORMA)
- As demais atividades acadêmicas, estágios internos, iniciação científica,
visitas técnicas, atividades culturais estão regulamentadas pelo Decanato de
Extensão ou Departamentos que promovem o evento, sendo que o
deferimento/indeferimento de certificados está sob tutoria de professores.
. . . 1.6.3 Relação aluno/orientador
-Prof. Daniel Fonseca de Carvalho
Wanderley de Jesus Souza / CNPQ/PIBIC
Conan Ayade Salvador /CNPQ/PIBIC
Adilson Pacheco de Souza /CNPQ / BALCAO
Marinaldo Ferreira Pinto/FAPERJ
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Vinicius Rios Barros / CNPQ/PIBIC
Alexandre Alcantra Costa / monitoria
Alexandre Augusto de Souza / estágio supervisionado
-Prof.Joseph Kalil Khoury Junior
Jacqueline Zardo Giori / CNPQ/PROIC
André Kirmse Chagas / estágio supervisionado
Alunos da disciplina Estágio Supervisionado em Eng. Agrícola
Alunos da disciplina Atividades Acadêmicas Científico-Cultural
-Prof.Carlos Alves Varella
Evandro Zanatta / CNPQ/PROIC
Eliandro da Silva / monitoria
-Prof. Alexandre Ravelli Neto
Sandro Luis da Costa Alves / Monitoria
-Prof. Edmundo Henrique Ventura Rodrigues
Vânia Rosal Guimarães / Monitoria
-Prof.Gilson Cândido Santana
Danielle Machado Mattar / estágio supervisionado
Eliandro da Silva / estágio supervisionado
Ana Caroline Pitzer Jacob / monitoria
Abel Fonseca / estágio supervisionado
Alunos da Semana Acadêmica I
Alunos da Semana Acadêmica II
-Prof. Leonardo Duarte da Silva
Conan Ayade salvador / estágio supervisionado
Vânia Rosal Guimarães / estágio supervisionado
Glória M. dos Santos Furtado / estagio interno
Andressa Cabral Cintra / estagio interno
Meriney dos Santos Horta / estagio interno
Clooer Costa de Oliveira/ estagio interno
Renata Magalhães Jou/ estagio interno
Sandro Luis da Costa Alves / estagio supervisionado
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Rute Quelvia de Faria / estagio supervisionado
Alunos na Semana Acadêmica II
-Prof. Roberto Precci Lopes
Arthur Macedo M. da Silva/ estagio externo
Mariana Padilha / estagio interno
Alunos da disciplina Estágio Supervisionado em Eng. Agrícola
Alunos da disciplina Atividades Acadêmicas Científico-Cultural
-Engenheiro Ivo Mariano de Oliveira
Wanderley de Jesus da Silva/ estágio supervisionado
-Prof. José Claudio Souza Alves
Iuri Neumann / estágio interno
-Prof. Luis Otávio Nunes
Keilla Biehler Ferreira / estagio interno
Eneas das Virgens Santos / estagio interno
-Dr. Luis Tauhata / IRD/ CNEN
Rute Quelvia de Faria / CNPQ/PIBIC
-Decanato de Graduação- Profa Nidia Majeriwicz
Suelen Carvalho dos Reis
Mateus Concolato
-Dra.Maria Cristina Prata Neves/Embrapa Agrobiologia
Sandro Luis da Costa Val / Iniciação Científica.
. . . 1.6.4 Participação em atividades internas
-ESTÁGIO NOS LABORATÓRIOS E AUXILIO AO PROFESSOR NO DEP. DE ENGENHARIA / BOLSA
ALIMENTAÇÃO:
Gloria Michelle dos Santos Furtado
Abel Rodrigues da Fonseca
Alexandre Alcantra Costa
Andressa Cabral Cintra
Arthur Macedo Maduro da Silva
Keilla Boehler Ferreira
Mariana Padilha Campos Lopes
Clooer Costa de Oliveira
Ana Caroline Pitzer Jacob
Renata Magalhaes Jou
Sandro Luis da Costa Alves
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Eneas Das Virgens Santos
-ESTÁGIO NA ADMINSTRAÇÃO / BOLSA TRABALHO
Iuri Neumann (Decanato de Extensão)
Suelen Carvalho Dos Reis (Decanato de Graduação)
Mateus Concolato (Decanato de Graduação)
-INICIAÇÃO CIENTÍFICA EMBRAPA AGROBIOLOGIA / DEP. ENGENHARIA/ FOMENTO
Wanderley de Jesus Souza / CNPQ/PIBIC
Conan Ayade Salvador /CNPQ/PIBIC
Adilson Pacheco de Souza /CNPQ / BALCAO
Marinaldo Ferreira Pinto/FAPERJ
Vinicius Rios Barros / CNPQ/PIBIC
Sandro Luis da Costa Val / EMBRAPA Agrobiologia
-INICIAÇÃO CIENTÍFICA DEP. ENGENHARIA/ FOMENTO
Evandro Zanatta / CNPQ/PROIC
Jacqueline Zardo Giori / CNPQ/PROIC
-MONITORES / FOMENTO -DECANATO DE GRADUAÇÃO
Alexandre Alcantra Costa / Dep.Eng.
Sandro Luis da Costa Alves/Dep. Solos
Ana Caroline Pitzer Jacob/ Dep. Eng
André Kirmse Chagas /Dep. Eng
Vânia Rosal Guimarães / Dep. Arquitetura e Urbanismo
Eliandro Da Silva / Dep. Eng.
-PUBLICAÇÃO NA JORNADA CIÊNTÍFICA
Wanderley de Jesus Souza
Marinaldo Ferreira Pinto
Wanderley de Jesus Souza
Conan Ayade Salvador
Adilson Pacheco de Souza
Marinaldo Ferreira Pinto
Rute Quelvia de Faria
-SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA I SEMEAGRI (Semana Acadêmica de
Engenharia Agrícola da UFRRJ)- Relação de
Alunos da Engenharia Agrícola (ANEXO RELAÇÃO)
-CONCURSO DE REDAÇÃO E POESIA
Promoção Coordenação Eng Agrícola
Alunos - Todos
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
-PALESTRA: OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE TRATORES JOHN DEERE
Local: Departamento de Engenharia - Instituto de Tecnologia - UFRRJ/RJ
Período: 18 de março de 2004.
Objetivo: Semana de mecanização da UFRRJ;
Todos os alunos matriculados no presente ano.
Patrocínio: Dep. de Engenharia e John Deere.
-E demais Eventos internos científico-cultural tiveram participação de alunos
do curso como:
Semana Acadêmica de Agronomia
Semana Acadêmica de Engenharia de Agrimensura
Semana Acadêmica de Engenharia de Alimentos
Interagri (Inter-períodos de Campeonato de futebol do curso de Eng. Agrícola)
Coral UFRRJ
Teatro UFRRJ
Semana de Extensão - Decanato de Extensão da UFRRJ
Semana de Esperança ¿ Identidade e Responsabilidade Social/ ABUB e Decanato de
Extensão da UFRRJ.
. . . 1.6.5 Participação em atividades externas
-Conhecimento de Produtos Tratores
Local: Fabrica John Deere - Horizontina/RS
Período: 4 a 8 de Outubro de 2004;
Objetivo: Conhecimento em sistema de transmissão de tratores:
Paulo Roberto Vicente;
Eliandro da Silva;
André Kirmse Chagas;
Patrocínio: Decanato de graduação (passagem)
-Conhecimento de Colheitadeiras STS
Local: Fabrica John Deere - Horizontina/RS
Período: 15 a 19 de Outubro de 2004.
Danielle Machado Pacheco Mattar;
Hudson de Souza Nardi;
Abel Rodrigues da Fonseca ;
Patrocínio: Decanato de Extensão e Dep. de Engenharia (passagem).
-Conhecimento de Produtos Tratores John Deere e Colhedoras series 1450
Local: SENAI -Ribeirão Preto/SP
Período: 2003;
Matheus Congolato;
Eliandro da Silva;
André K. Chagas;
Danielle M. P. Mattar;
Hudson de S. Nardi;
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
-Participação no III Congresso Brasileiro de Extensão Universitária
Local: UFSC -Florianópolis SC.
Período: 22 a 25 de Outubro de 2006.
Paulo Roberto Vicente (apresentação de trabalho);
Jacqueline Z. Giori (apresentação de trabalho).
Patrocínio: Decanato de extensão.
-Participação Feira de Máquinas Agrícolas -Agrishow 2001/2002/2004 e 2006:
-Em 2006:
Local: Ribeirão Preto - SP.
Período: Maio de 2006
Objetivo: Avanço na Tecnologia Agrícola.
Abaixo alunos do ano de 2006.
Paulo Roberto Vicente;
Hudson de S. Nardi;
Danielle M. P. Mattar;
Adilson P. de Souza;
Patrocínio: Reitoria (ônibus)
-Participação no XXXI Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola
Local: Salvador - BA
Período: 29 de julho a 02 de agosto de 2002
Patrocínio ¿ 10 passagens - Reitoria
-Participação no XXXIV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola
Local: ULBRA -Canoas RS
Período: 25 a 29 de julho de 2005
Objetivo: Construindo Tecnologia para o agronegócio.
Paulo R. Vicente;
Hudson de S. Nardi;
Danielle M.P. Mattar;
João Paulo B. Cunha;
Maria Clara A. Moreira;
Patrocínio: Decanato de assuntos Estudantis (passagem).
-Visita a Usina de Álcool e Açucar (Campos dos Goitacazes-RJ)
Todos os alunos da disciplina Práticas de Máquinas
Patrocínio: Decanato de extensão.
e
Paulo Roberto Vicente;
Hudson de Souza Nardi;
Danielle M. P. Mattar;
João Paulo B. Cunha;
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Abel R. da Fonseca;
Marcus V. Atoé;
Rute Q. Faria;
Eliandro da Silva;
Vânia Roasal Guimarães.
Patrocínio: Reitoria
-Visita a Beltec (Revendedora Autorizada da Massey Fergusson)
Local: Tanguá-RJ
Todos os alunos cursantes da disciplina Prática de Máquinas
Patrocínio: Decanato de extensão.
-Visita a propriedade do Engº Agrônomo Otávio Yukio
Local: Tanguá-RJ
Todos os alunos cursantes da disciplina Prática de Máquinas
Patrocínio: Decanato de extensão.
-Participação no XV CONIRD - CONGRESSO NACIONAL DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
Local: TERESINA, PI
Período: 16 a 21 de julho de 2005
Adilson P. de Souza
Conan A. Salvador
Sandro L. da C. Alves
João P. B. Cunha
Jacqueline Z. Giori
Maria Clara A. Moreira
-Participação no XXXV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola
Local: João Pessoa - PB
Tema: Agroenergia e Desenvolvimento Tecnológico
Período: 31 de julho a 04 de agosto de 2006
Objetivo: Construindo Tecnologia para o Agronegócio;
Abel R. da Fonseca;
Adilson P. de Souza - apresentação de trabalho
Evandro Zanatta - apresentação de trabalho
Marinaldo F. Pinto - apresentação de trabalho
João Paulo B. Cunha
Vânia R. Guimarães
Rute Q. Faria
Janaina de S. M. da Silva
Arthur M. M. da Silva
Maria Clara A. Moreira.
. . . 1.6.6 Participação em atividades simuladas
Não há conhecimento de atividades simuladas
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
. . . 1.6.7 Abrangência das atividades e áreas de formação
Dentre as atividades, citadas no item 1.6 realizadas pelos alunos (monitorias;
visitas técnicas; cursos; estágios em fazendas, agroindústrias, indústrias de
máquinas, visitas em representações de máquinas e produtos agrícolas, estágio
em centros de pesquisa da EMBRAPA Agrobiologia, EMBRAPA Solos e IRD/ CNEN;
nos Departamentos de Solos, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia e na
Administração da Instituição) os mesmos foram selecionados para estes estágios
devido à afinidade do curso com as área Agrária e de Tecnologia, em função
disso pode-se verificar que as atividades estão em conformidade com o campo de
atuação do curso, que são, dentre outras:
Empresas de Produção Agrícola em larga escala;
Cooperativas de Produção Agrícola;
Propriedades Agrícolas Diversas;
Instituições Públicas ou Privadas;
Instituições de Ensino;
Instituições de Pesquisa;
Empresas de Extensão Rural;
Prestador de Serviços;
Empresas de Consultoria de Serviços.
. . . 1.6.8 Adequação da carga horária
Faz parte da grade curricular do curso de Engenharia Agrícola duas atividades
acadêmicas obrigatórias (AA221- Estágio Supervisionado em Engenharia Agrícola
e AA222 - Atividades Acadêmicas Científico-Cultural), sendo AA 221 realizada,
preferencialmente, no último período letivo da grade, além do aluno poder
fazer este estágio durante o período de férias. Quanto à AA 222 tem carga
horária de 200 h, podendo ser desenvolvida durante todos os períodos do curso
(20 h por período), em diversas atividades científicas culturais definidas e
regulamentadas pela coordenação do curso.
1.7 Atividades acadêmicas articuladas à formação: trabalho de conclusão de curso (TCC)
O último período da grade do curso de Engenharia Agrícola compreende
seguintes disciplinas:
IT 147 Projeto de Construções Rurais;
IT 176 Projetos de Irrigação e Drenagem;
IT 140 Projeto de Máquinas Agrícolas;
Embora a grade curricular do curso não inclua TCC, as disciplinas do
período são exigidos dos alunos trabalhos e/ou projetos que envolvem
conhecimentos adquiridos anteriormente, reunindo o conteúdo em forma
projetos, nos quais entende-se como TCC. Anexos programas analíticos
disciplinas.
as
último
os
de
das
. . . 1.7.1 Mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do trabalho de
conclusão de curso
As disciplinas de projetos são coordenadas por um professor especialista de
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
cada área. No programa analítico das disciplinas constam projetos finais e,
dependendo do projeto final do aluno, o professor tem auxilio de um orientador
externo especialista na área específica do projeto. Desta forma, o aluno terá
acompanhamento do professor coordenador da disciplina e um orientador externo.
. . . 1.7.2. Meios de divulgação de trabalhos de
conclusão de curso
Os trabalhos finais das disciplinas de Projetos são acompanhadas de
seminários. Estes seminários são abertos ao público e aos alunos, bem como os
interessados no tema. Uma banca examinadora, composta de professores ligados à
área do projeto, avaliam os alunos quanto ao conteúdo e apresentação
do seminário do trabalho, fazendo parte do cômputo do conceito final.
. . . 1.7.3 Relação aluno/professor na orientação de trabalho de conclusão de curso
-Projeto de Irrigação e Drenagem- IT 176
Prof. Daniel Fonseca de Carvalho(Coordenador da disciplina)
Prof Leonardo Duarte Batista da Silva (Orientador)
Prof. Jorge Luiz Pimenta Mello(orientador)
Total de alunos 2006 / II- 08 alunos
-Projeto de Construções Rurais -IT 147
Prof. Edmundo Henrique Ventura Rodrigues(Coordenador)
Profa. Edna das Graças Assunção Freitas(orientador)
Prof. Roberto Precci Lopes (orientador)
Prof.Luis OtávioNunes da Silva(orientador)
Total de alunos 2006/ II- 08 alunos
Projeto de Máquinas Agrícolas - IT 140
Prof. Joseph Kalil Khoury Junior (Coordenador)
Prof.Carlos Alberto Alves Varella(orientador)
Prof. José Luiz Jacintho(orientador)
Prof.Gilson Cândido Santana (orientador)
Total de alunos 2006/ II - 11 alunos.
1.8 Atividades acadêmicas articuladas à formação: atividades complementares
As atividades acadêmicas complementares fazem parte da grade curricular
obrigatória, AA222-Atividades Acadêmicas Científico Cultural, que tem como
objetivo proporcionar ao aluno a oportunidade de desenvolver atividades
científicas e culturais nas diversas áreas do conhecimento. Essas atividades
são estabelecidas pelo regulamento da coordenação do curso. Durante as
atividades o aluno deverá manter contato com a coordenadoria de estágio, para
acompanhar e validar as atividades aos objetivos científico-culturais. A
metodologia de avaliação será feita por meio de comprovantes das atividades
desenvolvidas, que será julgada pela coordenadoria do curso, conforme
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
regulamento das normas. No cômputo da avaliação o aluno será aprovado com o
conceito S(suficiente) ou reprovado com o conceito I (insuficiente).
. . . 1.8.1 Existência de mecanismos efetivos de planejamento e acompanhamento das
atividades complementares
A UFRRJ dispõe e incentiva os seguintes meios para realização de atividades
acadêmicas complementares:
- Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação fomenta programas de atividade de
pesquisa, no qual o aluno tem oportunidade de submeter projetos de pesquisa no
sentido de complementar suas atividades acadêmicas.
- O Decanato de Graduação e Reitoria disponibilizam verbas destinadas a apoiar
a participação e realização de eventos acadêmicos e científicos. Na
participação de eventos a UFRRJ tem financiado o transporte dos discentes aos
eventos culturais e científicos. Na realização de eventos, principalmente,
Semanas Acadêmicas, no qual a Instituição reserva uma verba destinada a este
fim. Além de disponibilizar a estrutura física e recursos humanos da
instituição para realização dos eventos.
- A UFRRJ por meio da prefeitura do campus dispõe de transporte próprio
(Ônibus e Micro-Ônibus) no qual são disponibilizados para eventos científicos
culturais.
- O Setor de Integração Escola/Empresa/Governo (SINTEEG) vinculado ao Decanato
de Extensão realiza programas de estágio interno e externo à Universidade. No
qual dispõe de seguro de vida aos estagiários e emite convênios com as
empresas para legalização dos estágios. Os estágios internos
são realizados junto aos Departamentos didáticos científicos e demais órgãos
da Universidade. Sob orientação de professores os estagiários realizam
atividades nas diversas áreas específicas do curso. Os estágios externos são
realizados principalmente juntos à empresas e órgãos públicos.
- Acompanhamento
O acompanhamento dos estágios é realizado por professores orientadores ou por
emissão de certificados da comissão organizadora. O SINTEEG/ UFRRJ, também
responsável pela emissão de certificados na UFRRJ, exige parecer do orientador
sobre o resultado e acompanhamento do estágio do aluno.
No Curso de Engenharia agrícola o estágio complementar faz parte da grade
Curricular, na qual o acompanhamento e validação das atividades está sob o
regimento da coordenação do curso. Anexo a regulamentação da Atividade
Acadêmica Científico Cultural (ANEXO NORMAS) ou no site
www.ufrrj.br/agricola).
. . . 1.8.2
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Oferta regular de atividades pela própria IES
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Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Pelo fato de a Instituição disponibilizar de ampla área agricultável, 12
programas de pós-graduação (www.ufrrj.br/posgrad), localizados no próprio
campus de três centros de pesquisa (EMBRAPA Agrobiologia, PESAGRO e Fazenda
Agrobiológica) têm facilitado aos alunos a estagiarem nas áreas culturais e
científicas. Além da Instituição ter os órgãos dedicados para incentivar
atividades complementares como SINTEEG, Decanato de Extensão e Graduação. A
seguir as atividades acadêmicas realizadas pelos alunos do curso de Engenharia
Agrícola nos últimos anos, seguem Empresas, local e ano de atividade:
- Jornada de Iniciação Científicas(UFRRJ, 2002, 2004, 2005,e 2006);
- Estágios Internos nos Departamentos da UFRRJ;
- Semanas Acadêmicas de Agronomia, Agrimensura, Engenharia de Alimentos e
Engenharia Agrícola;
- Estágios em Empresas de Pesquisa: EMBRAPA Agrobiologia (UFRRJ, 2005, 2006 e
2007); EMBRAPA Solos (2007) e IRDCNEN(2003 a 2007) ;
- Palestra de operação e manutenção de tratores John Deere, (Departamento de
Engenharia, UFRRJ/RJ, 2004);
- Concurso de redação e poesia (Coordenação Eng. Agrícola, 2005)
- I Semana Acadêmica de Engenharia Agrícola (Dep. Engenharia /2006)
- II Semana Acadêmica de Engenharia Agrícola (UFRRJ,previsto para maio/2007);
- O Decanato de Extensão tem um portal (www.ufrrj.br/extensao) que publica
o cronograma de atividades de extensão fora e dentro da instituição, como:
Semana de Extensão, promovida regularmente. No ano de 2007 será realizada a VI
Semana, no qual o aluno pode participar gratuitamente e publicar resumos e
apresentar seminários das atividades acadêmicas;
- I Semana da Educação Ambiental, 2006, UFRRJ, Seropédica,RJ
- A UFRRJ disponibiliza para os discentes diversas atividades culturais
gratuitamente como:
Oficina de teatro - oferecida 4 horas semanais
Sessões de Cinema - oferecida 2 vezes por semana
Oficina de música
Centro Esportivo (Piscina, Campo de Futebol, Quadras de Vôlei, Basquete, Tênis
e
Ginásio Poliesportivo coberto);
- Aulas de práticas de esporte(cobrança de valores simbólicos.
. . . 1.8.3 Incentivo à realização de atividades fora da IES.
A UFRRJ através do Decanato de Graduação, Decanato de
Pesquisa e Pós-Graduação e Reitoria têm incentivado e
fora da instituição por meio de transporte por ônibus
podemos relacionar algumas participações de discentes
Extensão, Decanato de
fomentado atividades
ou passagens, como
e docentes:
- Curso de Colhedoras-SENAI (Ribeirão Preto/SP, 2003)
- Cursos na Fábrica da John Deere (Horizontina, RS,2004);
- Participação no III Congresso Brasileiro de Extensão Universitária
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
(Florianópolis, 2006);
- Participação na Feira de Máquinas - Agrishow (2002, 2003, 2004 e 2006);
- Participação no XXXIV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola
(Canoas,RS, 2005);
- Visita à Usina de Álcool e Açúcar (Campos dos Goyatacazes, RJ, 2000 a 2006);
- Visita a Beltec (Revendedora da Massey Fergusson) (Tanguá, RJ, 2000 a 2006);
- Visita a propriedade do Engº Agrônomo Otávio Yukio (Santa Cruz, RJ, 2000 a
2006);
- XV Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem - CONIRD- Teresina - Pi,
2005);
- XXXI Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Salvador, PB,2002);
-XXXIV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Canoas, RS, 2005);
- XXXV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (João Pessoa, PB,2006);
- Bolsas de Intercâmbio na Alemanha / Departamento de Engenharia;
- Projeto Rondon realizado na Amazônia Oriental em 2007;
- Os Convênios que a UFRRJ tem com Prefeituras, Instituições de Pesquisa e
Iniciativa Privada regulares, o Decanato de Extensão abre editais para vagas
para estagiários.
1.9 ENADE
O Curso foi submetido ao ENADE 2005, avaliando os alunos ingressantes em
Engenharia Agrícola. No período no qual realizou a avaliação ainda não tinha
alunos concluintes.
Anexo relatório do Curso ENADE 2005 das notas dos alunos ingressantes. Porém a
nota funal do ENADE está sem conceito( sem concluintes).
. . . 1.9.1 Diferença de desempenho
Como os concluintes do curso ainda não foram avaliados e o cálculo do
IDD(índice de diferença entre os desempenhos observados e esperados) é
necessário este valor, não temos IDD.
. . . 1.9.2 Média dos conceitos de todas as participações
Resultado do ENADE ingressantes:
Nota de Formação Geral - 65,5
Componente Específico - 29,3
Média Geral - 38,4 (segundo lugar dentre os cursos de Engenharia Agrícola)
Resultado do ENADE concluintes:
não haviam discentes com mais de 80% da grade concluída na ocasião do ENADE
2005.
. . . 1.9.3 Planejamento e execução de ações em função dos resultados obtidos
Pelo fato do curso ter
ENADE suficientes para
planejamento do curso.
promissores, pelo fato
Engenharia Agrícola do
Relatório concluído em:
sido criado há poucos anos, não temos resultados do
serem utilizados como ferramenta para inferir ações de
Porém, os resultados dos ingressantes foram
da nota ter sido a segunda maior dentre os cursos de
Brasil.
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Instrumento da Avaliação:
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Embora, não temos ainda resultados do ENADE para concluintes, estes alunos têm
se colocado no mercado de trabalho com facilidade, dos formados até o momento,
7 alunos no total(2006-I e II):
-4 foram selecionados em cursos de Pós-graduação ESALQ/USP,FEAGRI/UNICAMP,
UFRRJ, UFSM);
-2 estão atuando na iniciativa privada (Industria de Máquinas- ProtonPrimus e
Agronegócio - Fundação Mokiti Okada) e
-1 está se preparando para concurso de professor substituto na área de
Máquinas e Mecanização Agrícola.
2 - Corpo docente, corpo discente e corpo técnico-administrativo
O corpo docente do curso de Engenharia Agrícola é composto por 53 professores,
sendo 50 em regime de tempo integral com dedicação exclusiva (DE) - 94,3% - e
03 professores no regime de 20 horas semanais - 5,7% -, não havendo, portanto,
a contratação de horistas. O corpo docente do curso é composto por professores
de (06) seis Unidades de ensino da UFRRJ, a saber: Instituto de Agronomia,
através do Departamento de Solos com 02 e do Departamento de Fitotecnia com
02; Instituto de Biologia, através do Departamento de Botânica com 01 e o de
Biologia Animal com 01; Instituto de Ciências Exatas, através do Departamento
de Física com 06, Matemática com 07 e Química com 04; Instituto de Ciências
Humanas e Sociais, através do Departamento de Ciência Administrativas e
Contábeis com 02, Departamento de Ciências Econômicas 01, Departamento de
Letras e Ciências Sociais, 4; Instituto de Florestas, através do Departamento
de Ciências Ambientais 02 e Instituto de Tecnologia, através do Departamento
de Engenharia com 15, Departamento de Engenharia Química com 01, Departamento
de Arquitetura e Urbanismo com 05. Os arquivos em anexo (Relação de
Professores por Disciplina.xls e Relação de Professores por Disciplina,
Departamento e Instituto.doc) lista os professores e as disciplinas por eles
ministradas.
Corpo Discente
O corpo discente ainda é pequeno, composto por 76 discentes (arquivo em anexo
- Relação de alunos matriculados.txt), tendo, a primeira turma, iniciado no 2º
período letivo de 2000. De um total de 19 alunos matriculados na 1ª turma, do
total de 20 vagas disponíveis, apenas 03 alunos continuam no curso.
A 2ª turma, ingressa em 2001/1º, preencheu as 20 vagas oferecidas. Desse
total, 04 concluíram o curso e 1 forma no período corrente(200122001-2 Alexandre Augusto Monteiro de Souza; 200122002-1 - André Kirmse Chagas;
200122003-9 - André Luís Martinelli Real dos Santos; 200122006-3 - Danielle
Machado Pacheco Mattar; 200122008-0 - Eliandro da Silva e 200122019-5 - Rute
Quélvia Faria - formanda) e outros 02 continuam cursando.
A partir do terceiro Vestibular (2002/1º), houve aumento do número de vagas,
passando de 20 p/ 25, tendo sido preenchidas 20 delas. Desse total, 03 deles
concluíram o curso e 1 forma no período corrente (200222023-7 Wanderley de
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Instrumento da Avaliação:
Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Jesus Souza, 200222021-1 Vânia Rosal Guimarães, 200222005-9 Conan Ayade
Salvador, 200222001-6 Abel Rodrigues da Fonseca - formando), e 11 continuam
matriculados.
A 4ª turma (2003/1º) preencheu as 25 vagas e 16 alunos encontram-se
matriculados.
A 5ª turma (2004/1º) preencheu 24 vagas, estando matriculados 10 alunos.
A 6ª turma, ingressa em 2005/1º, preencheu as 25 vagas, estando com 18 alunos
matriculados.
A 7ª turma, ingressa em 2006/1º, preencheu apenas 19 vagas das 25
disponibilizadas, estando com 16 alunos matriculados.
Corpo Técnico-Administrativo
O corpo técnico-administrativo é constituído por um quadro de funcionários da
administração direta e indireta de apoio ao Curso, quais sejam:
a) Secretaria do Departamento de Engenharia - 01 secretária administrativa;
b) Departamento de Engenharia - 01 Engenheiro Civil;
01 Servidor Técnico-Adminstrativo;
02 Técnicos de nível médio em Agrimensura;
c) Coordenação do Curso de Engenharia Agrícola - 01 técnico de nível superior
com formação em Ciências Agrárias;
d) Lab. de Máq. Agrícolas - 01 tratorista e 01 técnico em mecânica;
e) Lab. de Pré-Processamento e Armaz. de Produtos Agrícolas - 01 servidor.
f) Laboratório de Informática - 01 servidor;
g) Pavilhão de Aulas - 02 servidores;
h) Secretaria do Curso de Engenharia de Agrimensura - 01 servidor;
i) Secretaria do Departamento de Arquitetura e Urbanismo - 01 servidor
j) Limpeza e Manutenção - 03 funcionários;
k) Divisão de Matrícula - 07 servidores;
l) Divisão de Registros Acadêmicos - 14 servidores;
A Relação dos nomes dos Servidores Técnico-Administrativos e de Apoio
encontram no arquivo em anexo (Relação do Corpo Técnico e de Apoio.doc).
2.1 - Corpo docente: perfil docente
2.1. Corpo Docente: Titulação
A Universidade Rural vem se dedicando à sistemática de selecionar professores
qualificados e treinar o corpo docente já existente. O Programa de Capacitação
Docente e Técnica - PICDT - criado há 33 anos contribuiu decisivamente para o
alto índice de qualificação do quadro de docentes da UFRRJ.
O corpo docente do Curso de Engenharia Agrícola é constituído de 38 doutores,
sendo 32 com doutorado na área de atuação, 06 com doutorado em outras áreas e
de 12 mestres, sendo 11 docentes com mestrado na área, 01 com mestrado fora da
área, 01 docente com especialização fora da área e 02 graduados.
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Instrumento da Avaliação:
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Relação dos docentes com doutorado na área da disciplina em que atua:
Adelson Paulo de Araújo
Afrânio Faustino de Paula Filho
Alexandre de Sousa Soares
Alexandre Ravelli Neto
Carlos Alberto Alves Varella
Carlos Domingos da Silva
Carlos Rodrigues Pereira
Celso Guimarães Barbosa
Daniel Fonseca de Carvalho
Edmundo Henrique Ventura Rodrigues
Edna das Graças Assunção Freitas
Edson de Pinho da Silva
Elisa Guaraná de Castro
Everton Murilo Carvalho de Abreu
Fábio Ricardo Reis de Macedo
Francisco de Assis da Silva
Gentil Oliveira Pires
João Sebastião de Paula Araújo
Jorge Luiz Pimenta Mello
Joseph Kalil Khoury Junior
Leila Martins da Costa Quinteiro
Leonardo Duarte Batista da Silva
Luís Otávio Nunes da Silva
Luiz Beja Moreira
Luiz Carlos de Oliveira Lima
Marilena de Menezes Silva Conde
Mauro Antônio Homem Antunes
Nedda Garcia Rosa Mizuguchi
Roberto Precci Lopes
Silas Varella Fraiz Junior
Valter Corrêa Luiz
Wellington Ferreira Chaves
Relação dos docentes com doutorado em outras áreas
Carlos Andrés Reyna Tudela
Cristina Maria Barra
Emerson Silva Guerra
Elisabeth Bernardo Ballesteiro Pereira
Gilson Cândido Santana
Heloísa Guimarães Peixoto Nogueira
Relação dos docentes com mestrado na área
Alexandre José de Athayde Guimarães
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Aloizio Lunga
Benaia Sobreira de Jesus Lima
Ernesto de Sá Pinheiro
Erica Cupertino Gomes
Joanes de Oliveira Dias
João Gonçalves Bahia
Jorge José Avena
Juliana Moulin Fosse
Marlene Saleti Uberti
Raffi Vahé Vahram Avakian
Mestrado fora da área
Walmir José Vieira
Docentes com especialização na área
No corpo docente do curso de Engenharia Agrícola, não há professor com título
de especialização (lato sensu) na área.
Docentes com especialização em outras áreas
José Luiz Jacintho.
Docentes com graduação:
Deumara Gaudino de Oliveira
Fernando Carneiro Peixoto de Oliveira
. . . 2.1.1 Formação
2.1.1 - Formação
Constitui uma preocupação da UFRRJ contratar profissionais com habilidades
específicas para atuarem nas grandes áreas do conhecimento da Engenharia
Agrícola, o que tem levado à contratação de docentes qualificados para
exercerem a docência. Isso se verifica tanto nos profissionais que atuam em
áreas específicas da Engenharia Agrícola (profissionalizante), quanto nas
básicas e complementares. Portanto, todos os docentes vinculados ao Curso de
Engenharia Agrícola possuem formação adequada para atuarem na formação do
profissional de Engenharia Agrícola, conforme previsto no Projeto PolíticoPedagógico do Curso.
Apresentamos, em anexo, o arquivo Formação de Docentes.xls.
. . . 2.1.2 Experiência (acadêmica e profissional)
Neste item são apresentados em anexo (arquivo Experiência Acadêmico
Profissional.doc), listas nominais dos docentes com o tempo de exercício no
magistério superior, no ensino fundamental e médio, e o tempo de exercício
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Dados Originais fornecidos pela IES
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
profissional fora do magistério.
Tempo de experiência no magistério superior
De todos os docentes que lecionam disciplinas para o curso de Engenharia
Agrícola, 31 professores (58,5 %) possuem experiência de 10 ou mais anos no
magistério superior, conforme pode ser observado na relação em anexo.
Tempo de magistério no ensino fundamental e médio
Geralmente não constitui uma característica marcante de professores que atuam
em cursos de engenharia, possuírem curso de graduação em licenciatura que os
capacitam exercer o magistério de primeiro e segundo grau. Desta forma, por
ser o curso de Engenharia Agrícola não ligado ao magistério, o número de
professores que atuaram no ensino fundamental e médio é pouco expressivo. De
todos os docentes que lecionam disciplinas para o curso de Engenharia
Agrícola, apenas 6 professores (11,3 %) possuem experiência de 5 ou mais anos
no ensino médio conforme pode ser observado em arquivo anexo.
Tempo de exercício profissional fora do magistério
De todos os docentes que lecionam disciplinas para o curso de Engenharia
Agrícola, 12 professores (22,6 %) possuem experiência de 10 ou mais anos fora
do magistério superior, conforme pode ser observado em arquivo anexo.
. . . 2.1.3 Implementação das políticas de
capacitação no âmbito do curso
A carreira docente da UFRRJ segue as recomendações contidas no Artigo 6º e no
parágrafo único do Decreto 94.664 de 10 de abril de 1987 que estabelece que a
carreira do magistério superior compreende as classes de Professor Auxiliar,
Professor Assistente, Professor Adjunto e Professor Titular. Recentemente o
Ministério da Educação ampliou a carreira do professor no magistério superior
criando a categoria Professor Associado. Cada uma destas classes corresponde a
quatro níveis, designados pelos números de I a IV, exceto o de Titular que
contém um só nível.
Ações de capacitação
Visando uma política institucional, a UFRRJ dedicou-se à sistemática de
recrutamento de professores com qualificação e de treinamento de seu corpo
docente já existente. Esse treinamento abriu margens para que o Programa da
Comissão Permanente do Programa Institucional de Capacitação Docente (PICD)
fosse implementado em condições favoráveis, para que seus docentes pudessem se
engajar na pós-graduação sem necessariamente terem que se afastar da
Instituição, exceto no caso de cursos não oferecidos pela Universidade. Nesse
caso, haveria a liberação do docente em tempo integral para se qualificar em
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Dados Originais fornecidos pela IES
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
outros centros de ensino no País ou no Exterior. Com a procura em outros
centros de ensino, surgiu a necessidade de se buscar fontes de financiamento,
tais como: CAPES/PICD, CNPq, FAPERJ.
O Programa Institucional de Capacitação Docente e Técnica da UFRRJ tem como
objetivo promover a melhoria das atividades de ensino, pesquisa e extensão,
apoiando os esforços de departamentos e setores na capacitação e aprimoramento
de seus recursos humanos, na busca do atendimento das prioridades
institucionais.
Dentre suas atividades, podemos enumerar as seguintes:
- Elaborar programação anual e calendário operativo, com base nas informações
mantidas entre os departamentos e setores afins da UFRRJ objetivando, dentro
das prioridades institucionais, a capacitação de seu quadro docente/técnico em
escalas proporcionais, sem que haja prejuízo das atividades
acadêmicas/administrativas;
- Atender ao público interessado quanto à capacitação institucional no país e
no exterior, bem como fornecer material de esclarecimento quanto ao assunto;
- Pleitear, junto aos órgãos de fomento, bolsas para subsidiar os afastamentos
de docentes/técnicos fora do estado do Rio de Janeiro e do País;
- Acompanhar e relatar, aos órgãos de fomento, o desempenho dos bolsistas
durante o período de duração da bolsa;
- Exercer outras atividades correlatas, dentro do âmbito de sua competência.
Critérios de admissão e de progressão na carreira
Com relação à admissão na carreira, de acordo com o art. Art. 12 do Decreto
n°94.664, o ingresso na carreira do Magistério Superior dar-se-á mediante
habilitação em concurso público de provas e títulos.
Para inscrição no concurso a que se refere este artigo, é exigido:
1º) Título de Doutor. É tolerável a inscrição de portadores de diploma de
mestrado, somente nos casos em que na especialidade há limitação de candidatos
com doutorado.
2º) O ingresso na classe de Professor Titular dar-se-á unicamente mediante
habilitação em concurso público de provas e títulos, na qual somente poderão
inscrever-se portadores do título de Doutor ou de Livre-Docente, Professores
Adjuntos, bem como pessoas de notório saber, reconhecido pelo conselho
superior competente da IFE.
3º) A instituição pode prescindir da observância dos pré-requisitos previstos
no § 1º, em relação a áreas de conhecimento cuja excepcionalidade seja
reconhecida pelo conselho superior competente da IFE.
Capacitação em educação
A Universidade Rural, visando melhorar a qualidade de ensino ministrado por
seus docentes, oferece regularmente cursos na área de educação, como
metodologia do ensino, para professores recém contratados que não possuem
formação na área de educação. O curso é oferecido pelo Instituto de Educação
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Dados Originais fornecidos pela IES
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
por meio do Departamento de Teoria e Planejamento do Ensino DTPE.
. . . 2.1.4 Publicações e produções
Publicações e produção
A Universidade Rural oferece oportunidades para que seus docentes tornem
públicos os trabalhos produzidos. As publicações são feitas através de
revistas científicas nacionais e internacionais, através de anais de simpósios
e congressos e através de livros. Na UFRRJ existe a Imprensa Universitária
(EDUR), vinculada ao Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação, que tem por missão
estimular a publicação de livros, a reedição de títulos já publicados,
apostilas, além da publicação de revistas científicas. A revista Universidade
Rural séries Ciências da Vida (ISSN.0l04-7264), Ciências Humanas (ISSN 0104 9259) e Ciências Exatas e da Terra (ISSN 1414-0578), são veículos de
divulgação amplamente utilizada pelos docentes.
A relação nominal dos professores que apresentaram artigos publicados em
periódicos científicos, livros ou capítulos de lvro, trabalhos publicados em
anais, produção didática pedagógica e produção técnica, pode ser visto no
arquivo em anexo Publicações e produção.doc.
2.2 - Corpo Docente:
atuação nas atividades acadêmicas
O corpo docente do curso de Engenharia Agrícola por ser constituído por 94,3 %
dos professores em regime de dedicação exclusiva, permite que o profesor
dedique totalmente seu tempo às atividades acadêmicas exercidas na
universidade como preparação de aulas teóricas e práticas, realização de
pesquisas, elaboração e correção de provas, atendimento a alunos, participação
em reuniões, enfim, que exerça bem suas atividades de modo a concretizar as
ações preconizadas no projeto pedagógico do curso.
Os professores substitutos contratados em regime parcial de 20 horas, têm como
atividade principal a lecionação e o atendimento aos alunos, sendo as outras
atividades facultativas.
. . . 2.2.1 Dedicação ao curso
Todos os professores que lecionam disciplinas para o curso de Engenharia
Agrícola dedicam parte de seu tempo ao curso. O número de horas de dedicação é
variável em função do envolvimento do professor com o curso. Como a quase
totalidade dos professores (94,3 %) que lecionam para o curso de Engenharia
Agrícola, possui regime de trabalho de 40 horas semanais em regime de
dedicação exclusiva, e como nenhum professor leciona 40 horas de aula por
semana, todos apresentam condições de dedicarem pelo menos 10 % do tempo
equivalente gasto com lecionação, para exercerem atividades complementares ao
ensino. A seguir é apresentada a relação de docentes do curso de Engenharia
Agrícola, em regime de trabalho de dedicação exclusiva, e que, portanto,
apresentam condições de dedicarem pelo menos 10 % do tempo equivalente de
lecionação para dedicação ao curso.
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Dados Originais fornecidos pela IES
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Adelson Paulo de Araújo
Afrânio Faustino de Paula Filho
Alexandre de Souza Soares
Alexandre Ravelli Neto
Aloízio Lunga
Benaia Sobreira de Jesus Lima
Carlos Alberto Alves Varella
Carlos Andrés Reyna Tudela
Carlos Domingos da Silva
Carlos Rodrigues Pereira
Celso Guimarães Barbosa
Cristina Maria Barra
Daniel Fonseca de Carvalho
Deumara Galdino de Oliveira
Emerson Silva Guerra
Edmundo Henrique Ventura Rodrigues
Edna das Graças Assunção Freitas
Edson de Pinho da Silva
Elisa Guaraná de Castro
Elizabeth Bernardo Balesteiro Pereira
Ernesto de Sá Pinheiro
Érica Cupertino Gomes
Everton Murilo Carvalho de Abreu
Fábio Ricardo Reis de Macedo
Fernando Carneiro Peixoto de Oliveira
Francisco de Assis da Silva
Gentil Oliveira Pires
Gilson Cândido Santana
Heloisa Guimarães Peixoto Nogueria
Joanes de Oliveira Dias
João Gonçalves Bahia
João Sebastião de Paula Araújo
Jorge Luís Pimenta Mello
José Luiz Jacintho
Joseph Kalil Khoury Junior
Juliana Moulin Fosse
Leila Martins da Costa Quinteiro
Leonardo Duarte Batista da Silva
Luís Otávio Nunes da Silva
Luis Beja Moreira
Luis Carlos de Oliveira Lima
Marilena de Menezes Silva Conde
Marlene Salete Urberti
Mauro Antonio Homem Antunes
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Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Nedda Garcia Rosa Mizuguchi
Raffi Vahé Vahran Avakian
Roberto Precci Lopes
Silas Varella Fraiz Junior
Valter Corrêa Luiz
Walmir José Vieira
. . . 2.2.2 Docentes com formação adequada às unidades de estudo e atividades
desenvolvidas no curso
Dos 53 docentes que atuam no curso de Engenharia Agrícola, 50 possuem formação
compatível com as unidades de estudo e atividades que desenvolvem no curso, o
que permite o cumprimento dos objetivos previstos no projeto pedagógico do
curso em consonância com as diretrizes curriculares. O porcentual de
compatibilidade de docentes com a área em que atuam é 94,3 %. O arquivo
Docente com formação adequada.xls, lista os docentes com os cursos de formação
na graduação, no mestrado e no doutorada bem como as disciplinas por eles
lecionadas.
2.3 - Corpo discente: atenção aos discentes
A UFRRJ oferece vários mecanismos efetivos de apoio sistemático à promoção dos
estudantes como alojamentos, sala de estudos e de televisão, restaurante,
ambulatório médico, teatro e música, biblioteca, atividades desportivas e
cinema.
ALOJAMENTOS
Na UFRuralRJ o Setor de Residência Estudantil (SERE) é o responsável pela
organização e manutenção dos alojamentos, estabelecendo critérios para
concessão de vagas. A administração é feita pelo Decanato de /assuntos
Estudantis. A inscrição para vagas nos alojamentos geralmente acontece na
primeira semana do período letivo. Os alojamentos, seis masculinos e cinco
femininos, têm capacidade para 1.800 alunos, em acomodações de um a oito
ocupantes em cada quarto.
RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO
Com seus dois refeitórios, o RU da UFRuralRJ (apelidado de Bandejão) está
capacitado a atender 2.200 estudantes/dia, em três refeições diárias:
desjejum, almoço e jantar servidas de segunda a sexta-feira e duas refeições
aos sábados e domingos (desjejum e almoço). O cardápio é variado e balanceado
de acordo com as necessidades nutricionais levando em consideração a faixa
etária do consumidor e suas atividades (jovens).
AMBULATÓRIO MÉDICO
Oferece assistência médico-ambulatorial e odontológica em caráter gratuito.
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Mantém convênios com outros hospitais para o caso de remoções, emergências e
internações e interage com os serviços de assistência social e orientação
psicológica. o atendimento é de 24 horas.
ATIVIDADES DESPORTIVAS
Todos os alunos podem dedicar-se ao exercício de atividades desportivas. As
atividades desportivas são coordenadas pelo Departamento de Educação Física e
Desportos do Instituto de Educação. Eventos dos mais variados campeonatos,
exibições, torneios envolvendo diversas modalidades desportivas, são
realizadas interna e externamente, congregando a comunidade acadêmica da
UFRRJ. A praça de desportos oferece a infra-estrutura necessária à realização
dos eventos desportivos, estando também a ela subordinado o parque aquático,
com um conjunto de piscinas uma delas olímpica e com trampolim. Os estudantes
do curso de Engenharia Agrícola promovem, semestralmente, juntamente com os
estudantes do curso de Engenharia Agrimensura o INTERAGRI, campeonato de FutSal, onde os alunos de cada período de um curso jogam contra os alunos do
mesmo período do outro curso. A Atlética Central dos estudantes (ACUR) promove
anualmente os "Jogos da Primavera", competições esportivas envolvendo todos os
cursos da Universidade e Comunidade. Os alunos da Engenharia Agrícola
participam em várias modalidades esportivas.
BIBLIOTECA CENTRAL
A Biblioteca Central possui um vasto acervo, amplo horário de funcionamento e
promove a exibição de filmes técnicos e científicos. Maiores detalhes sobre a
biblioteca será apresentado no item 3.1 Biblioteca.
TEATRO E MÚSICA
A UFRRJ dispõe de grupos de teatro e um coral. Os ensaios do coral são
realizados semanalmente no Pavilhão Central. São oferecidas também aulas de
diversos instrumentos.
ATENÇÃO AOS DISCENTES
Além do atendimento aos alunos no horário das aulas, normalmente são
utilizados outros horários para conversa com os estudantes para os mais
diversos assuntos ligados ao curso, e até mesmo para o aconselhamento em
situações pessoais. Os professores do Departamento de Engenharia têm por
tradição a prática de estarem sempre de portas abertas para receber os alunos
em suas salas.
ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO
A Universidade Rural oferece acompanhamento psicopedagógico com psicóloga, a
qual atende aos alunos no ambulatório médico a critério de uma comissão de
sindicância quando o aluno comente alguma irregularidade, ou a critério do
aluno quando este sente a necessidade de apoio. Existe também apoio religioso
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IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
oferecido por religiões cristãs presentes na UFRRJ. A Universidade
disponibiliza um espaço para que o Pároco da UFRRJ atenda os alunos na
Pastoral Universitária.
. . . 2.3.1 Apoio à promoção de eventos internos
A universidade Rural apoia inúmeras iniciativas dos estudantes em eventos
científicos e culturais realizados no campus da universidade. Existem várias
agremiações de estudantes como os grupos Mineiro, Capixaba, Nordestinos,
Paraenses e outros, que promovem cada ano eventos culturais regionais, sendo a
mais conhecida a festa junina "reza para casar".
O último evento cultural de relevância realizado no campus da UFRRJ foi a
Semana de Arte e Cultura - Voltando a brincar de circo, que aconteceu nos dias
5, 6, 7 e 8 de fevereiro de 2007 com realização do Diretório central dos
Estudantes.
A Semana Acadêmica da Engenharia Agrícola constitui outra atividade de
destaque que se realiza anualmente. A próxima Semana Acadêmica cujo tema é a
Engenharia Agrícola e o Agronegócio está marcada para os dias 21 a 25 de maio
de 2007. Além de apoiar estas atividades, a universidade incentiva a
participação dos alunos nas Jornadas Científicas, na realização de estágios
internos nos departamentos por meio de bolsas, e na vinda de palestrantes em
mini cursos e ciclo de debates promovidos pelos estudantes.
A coordenação com o apoio do Instituto de Tecnologia, promoveu um
Concurso de Redação e Poesia para os estudantes do curso de Engenharia
Agrícola.
. . . 2.3.2 - Apoio à participação em eventos
A participação de alunos em eventos externos a universidades é uma constante
no curso de Engenharia Agrícola, o que tem motivados nossos estudantes e dado
oportunidade para o intercambio com alunos de outras instituições que se
reunem em congressos e seminários na área da Engenharia Agrícola. Desde a
criação do curso de Engenharia Agrícola na Universidade Rural, os alunos
participaram dos seguintes eventos:
- III Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (Florianópolis, 2006);
- Participação em Feira de Máquinas -Agrishow - (Ribeirão Preto - SP);
- Publicação e Participação no XXXIV Congresso Brasileiro de Engenharia
Agrícola (Canoas,RJ, 2005);
- Visita à Usina de Álcool e Açúcar (Campos dos Coyatacazes,RJ, 2000 a 2006);
- Visita a Beltec (Revendedora da Massey Fergusson), Tanguá-RJ
- Visita a propriedade do Engº Agrônomo Otávio Yukio (Santa Cruz, RJ);
- XV CONIRD - CONGRESSO NACIONAL DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM ( Teresina -Pi,
2005);
- XXXV Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (João Pessoa, PB,2006);
E para 2007 está previsto o transporte para os alunos participarem do XXXVI
Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (Bonito,MS, 2007).
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
. . . 2.3.3 - Mecanismos de nivelamento
Em geral, as dificuldades que os alunos apresentam ao entrarem na universidade
aparecem nos primeiros períodos quando cursam as disciplinas básicas das
engenharias: física e matemática (cálculo). Vários fatores, desde a formação e
qualificação dos professores, passando pela situação de muitos alunos que vem
de lugares longínquos, a baixa qualidade do nosso Ensino Médio, contribuem
para o desânimo do aluno. Visando sanar estas dificuldades, as monitorias tem
sido muito procurada e contribuído substancialmente para o melhor desempenho
dos estudantes.
2.4 - Corpo técnico-administrativo: atuação no âmbito do curso
A seguir é apresentado o corpo técnico administrativo que atuam diretamente no
curso de Engenharia Agrícola, bem como as funções desempenhadas.
Secretaria do Departamento de Engenharia
Secretaria: Rosana Mello e Silva
Função
Organiza toda a documentação do Departamento de Engenharia, relativo a
ofícios, memorandos, conceitos, aquisição de materiais de consumo e permanente
(de escritório, informática, laboratório), preenchimento de formulários de
segunda chamada de provas, confecção de ata de reunião de colegiado e outros.
Engenheiro Civil ¿ Ivo Mariano de Oliveira;
O Departamento possui no seu quadro de técnicos administrativos um engenheiro
civil, com experiência na área de projetos de estradas, loteamento, desenho
assistido por computador. O Engenheiro Ivo auxilia os professores dos cursos
de Engenharia Agrícola e de Agrimensura na área de projetos e supervisiona
obras civis e de reformas no Departamento
Engenheiro Agrônomo
O Departamento de Engenharia conta com dois Agrônomos: Alessandro Wallace
Barros dos Santos, e Roberto de Oliveira Costa. O Sr. Alessandro possui
experiência na área de topografia, auxiliando, portanto, nos trabalhos
relativos a levantamentos topográficos. O Sr. Roberto colabora com os
professores do curso de Engenharia Agrícola, na organização de trabalhos de
campo com participação de alunos. Atualmente tem colaborado com o coordenador
do curso de Engenharia Agrícola, na administração da coordenação.
Técnicos de nível médio em Agrimensura
O Departamento de Engenharia conta com dois técnicos de nível médio em
Topografia, os srs Marcos Brito Pita do Carmo, e Vitor Fraga Santos de Souza,
este último formado pelo Curso Técnico de Agrimensura oferecido pelo
Departamento de Engenharia até o ano de 2005. Estes profissionais auxiliam os
professores nas aulas práticas de topografia, laboratório de topografia e
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Dados Originais fornecidos pela IES
Instrumento da Avaliação:
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Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
geodésia, laboratório de fotointerpretação e no escritório de agrimensura.
Tratorista
Renildo Marvilla de Campos
Opera os tratores do Departamento nas aulas práticas.
Mecânico de área
Luiz Alberto Pereyra.
Auxilia os professores nas aulas práticas de mecânicas ¿ máquinas e motores.
Possui grande experiência em motores, caixa de marcha e diferenciais. Possui
curso de máquinas agrícolas e tratores, tornearia mecânica e ferramentaria.
Armazenista
Pedro Celestino P. Gomes
Atua no laboratório de pré-processsamento de produtos agrícolas, auxiliando os
professores no preparo de aulas práticas e na realização de pesquisas.
Laboratório de informática.
Telmo Soares Pacheco.
Possui curso técnico em montagem de computadores. Atua no laboratório de
informática do Instituto de Tecnologia, que atende aos alunos dos cursos de
Engenharia Agrícola, Agrimensura, Alimentos e Engenharia Química.
Pavilhão de aulas
O pavilhão de aulas é o recinto onde se situam as salas de aula, laboratórios,
banheiros, auditório e uma saleta com os materiais de apoio didático
(retroprojetores, projetores de slides, videocassete, aparelhos de televisão e
mapa das salas com os horários de ocupação. Conta com os funcionários José
Carlos Gonçalves e Josué Marçal da Silva, que revezam em dois turnos de
trabalho.
. . . 2.4.1 Adequação da formação e experiência profissional
Conforme relatado no item anterior, nomes dos servidores e suas funções,
observa-se que todos possuem formação e experiência profissional nas áreas que
atuam.
A seguir é relatado a formação e o tempo de serviço dos servidores em suas
funções.
Secretaria do Departamento de Engenharia
Rosana Mello e Silva
Curso: Técnico em Secretariado.
Tempo de experiência: 20 anos
Ivo Mariano de Oliveira
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Cursos: Engenharia Civil
Tempo de experiência: 25 anos
Engenheiro Agrônomo
Roberto de Oliveira Costa.
Curso: Agronomia
Tempo de experiência: 25 anos
Técnicos de nível médio em Agrimensura
Marcos Brito Pita do Carmo
Curso: Tecnico em Agrimensura
Tempo de experiência: 3 anos
Vitor Fraga Santos de Souza
Curso: Tecnico em Agrimensura
Tempo de experiência: 8 anos
Tratorista
Renildo Marvilla de Campos
Curso: Tratorista
Tempo de experiência:25 anos
Mecânico de área
Luiz Alberto Pereyra.
Tempo de experiência em mecânica geral: 30 anos
Armazenista
Pedro Celestino P. Gomes
Tempo de experiência: 19 anos
Laboratório de informática.
Telmo Soares Pacheco.
Tempo de experiência: 10 anos
Curso: Manutenção e montagem de computadores
. . . 2.4.2 Adequação da quantidade de profissionais às necessidades do curso
Adequação de quantidade de profissionais às necessidades do curso
O corpo técnico-administrativo que atende diretamente ao Curso de Engenharia
Agrícola, apesar de pequeno (10 servidores), atende satisfatoriamente às
necessidades do Curso, sendo que apenas a área de Recursos Hídricos não possui
Técnico de Laboratório. Essa carência tem sido suprida, momentaneamente, com o
auxílio de monitores e bolsistas, que estagiam no laboratório.
A coordenação do curso de Engenharia Agrícola, embora possua um auxiliar de
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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nível superior, este não possui o curso de Secretariado Executivo. Atualmente,
esta carência tem sido suprida, em caráter provisório, por uma secretária
executiva ¿ Denise Senna de Souza - cedida pela Diretoria do Instituto de
Tecnologia, que vem colaborando com a Coordenação do Curso de Engenharia
Agrícola desde a gestão do Coordenador anterior.
É interessante para o bom andamento dos trabalhos da chefia do Departamento e
das coordenações dos Cursos de Engenharia Agrícola, Engenharia de Agrimensura
a contratação de um técnico de nível médio ¿ Contínuo -.
. . . 2.4.3 Implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso
Constitui uma preocupação da administração superior e da chefia do
Departamento de Engenharia, o treinamento e a qualificação do corpo técnico
adminstrativo. O servidores técnicos e adminstrativos demonstrando interesse
ou o Departamento sentindo a necessidade de dar treinamento ao seu pessoal
para atualização, envia relação de nomes de candidatos a cursos de
aperfeiçoamento para o PICDT - Programa de Capacitação Docente e Técnica, que
se encarregará das formalidades necessárias ao afastamento.
3 - Instalações físicas
A seguir serão apresentadas as informações sobre a infra-estrutura da UFRRJ
utilizada pelo Curso de Engenharia de Agrícola. Fazem parte desta infraestrutura as instalações referentes à Biblioteca, Instalações especiais e
laboratórios destinados à formação geral/básica, Instalações especiais e
laboratórios destinados à formação profissionalizante/específica, Instalações
especiais e laboratórios destinados à prática profissional e prestação de
serviços à comunidade. Em anexo, se encontra a planta baixa do prédio
denominado Pavilhão de Aulas do IT (Pavilhao de aulas IT.dwg), contendo as
salas de aula e laboratórios que serão apresentados de forma detalhada a
posteriori.
3.1 - Biblioteca: adequação do acervo à proposta do curso
A Biblioteca Central da UFRRJ possui um acervo composto por livros,
periódicos, teses, dissertações, vídeos, CD's e obras de referência. O sistema
de busca às publicações (livros) pode ser feito por meio do computador ou de
catálogos tradicionais "in loco". O acesso aos periódicos é feito somente
através de fichários. O acervo de livros está acondicionado em 226 estantes
próprias, assim como a coleção de periódicos que ocupa 304 estantes,
distribuídas entre os salões e os depósitos. Em anexo, está apresentado um
breve histórico da Biblioteca Central da UFRRJ e a sua adequação à proposta do
curso de Engenharia Agrícola (Bibliografia do Curso de Engenharia Agricola da
UFRRJ.doc). Também em anexo se encontra a planta completa da Biblioteca
Central da UFRRJ (Biblioteca Central.dwg)
. . . 3.1.1 Livros - formação geral
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Avaliação: 22008
Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
A Biblioteca Central da UFRRJ (BC) possui um acervo composto por 84 títulos
para atender a grade de formação geral, conforme bibliografia recomendada nos
programas analíticos das disciplinas (Bibliografia do Curso de Engenharia
Agrícola da UFRRJ - geral.doc). No entanto, o acervo da BC contém outros
títulos relacionados com os temas das disciplinas, embora não citados pelos
professores responsáveis. Esses títulos juntamente com os já citados no
arquivo anterior, compõe o acervo da Biblioteca Central da UFRRJ, que atende o
Curso de Engenharia Agrícola e também estão listados em anexo (Bibliografia
complementar do Curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ - geral.doc)
. . . 3.1.2 Livros - FORMAÇÃO ESPECÍFICA
A Biblioteca Central da UFRRJ possui um acervo composto por 72 títulos para
atender a grade de formação geral, conforme bibliografia recomendada nos
programas analíticos das disciplinas (Bibliografia do Curso de Engenharia
Agrícola da UFRRJ - específica.doc). No entanto, da mesma forma que no item
anterior (Livros - formação geral), o acervo da BC contém outros títulos
relacionados com os temas das disciplinas, embora não citados pelos
professores responsáveis. Todo o acervo que atende o Curso de Engenharia
Agrícola, incluindo a literatura complementar, está apresentado em anexo
(Bibliografia Complementar do Curso de Engenharia Agrícola da UFRRJ específica.doc). Por fim, está anexado um arquivo contendo os títulos
adquiridos recentemente, e ainda não catalogados, embora disponíveis para
consulta (livros_comprados.PDF).
. . . 3.1.3 Periódicos, bases de dados específicas, jornais e revistas
O setor de periódicos da Biblioteca Central apresenta diversos títulos
relacionados à área de Engenharia Agrícola. Além desses, estão também à
disposição dos alunos os periódicos disponibilizados pela CAPES
(http://www.periodicos.capes.gov.br). A listagem completa de todos os títulos
está apresentada em anexo (Listagem de periódicos BC e CAPES relacionados ao
Curso de E A da UFRRJ.doc)
. . . 3.1.4 Implementação das políticas institucionais de atualização do acervo no
âmbito do curso
Quanto à política de aquisição e expansão do acervo, a Reitoria da UFRRJ
procurou nos últimos anos priorizar os cursos novos quanto à aquisição de
títulos para a expansão do acervo. Neste sentido o Curso de Engenharia
Agrícola recebeu de dotação para a compra de livros os valores da ordem de
R$5.000,00. Além disso, anualmente a Reitoria tem consultado a Coordenação do
Curso, solicitando sugestões para aquisição de novos títulos correlacionados
com as respectivas disciplinas do curso, sendo alguns de autores nacionais e
outros de autores internacionais. Mais informações a respeito da ampliação do
acervo da BC estão apresentadas em anexo (Implementação das políticas
institucionais de atualização do acervo no âmbito do curso.doc)
3.2 Instalações especiais e laboratórios específicos: cenários/ambientes/laboratórios
para a formação geral/básica
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Serão listadas as Instalações e Laboratórios utilizados pelo Curso de
Engenharia Agrícola da UFRRJ, para a formação geral/básica, por Instituto e
por Departamento, conforme as disciplinas oferecidas por estas unidades para o
respectivo Curso.
. . . 3.2.1 - Tipos de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
O curso de Engenharia Agrícola dispõe em seu núcleo de conteúdos básicos os
laboratórios de Biologia, Desenho Técnico, Botânica, Química Analítica, Física
Experimental I, Meteorologia Básica, Geoprocessamento e Informática, os quais
atendem as disciplinas do ciclo básico, a seguir:
- IB 157: Introdução à Biologia
- IT 459: Desenho Técnico
- IB 602: Botânica Básica
- IC 609: Química Analítica Experimental I
- IC 132: Física Experimental I
- IF 111: Meteorologia Básica
- IT 103: Técnicas Computacionais em Engenharia
O Laboratório de Informática atende muitas outras disciplinas oferecidas no
âmbito do Instituto de Tecnologia.
. . . 3.2.2 - Quantidade de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
Conforme listado anteriormente, o Curso de Engenharia Agrícola conta com 7
Laboratórios para atendimento às Disciplinas do ciclo básico. O Laboratório de
Geoprocessamento se enquadra no elenco de Laboratórios do ciclo profissional,
embora atenda a disciplina de Técnicas Computacionais em Engenharia.
. . . 3.2.3 Espaço físico (adequação às especificidades, dimensões, mobiliário,
iluminação, etc)
Os laboratórios do ciclo básico estão adequados às necessidades do Curso de
Engenharia Agrícola e estão localizados nas seguintes unidades de ensino:
Laboratório de Biologia e Botânica - Instituto de Biologia;
Laboratório de Desenho Técnico, Geoprocessamento e Informática - Instituto de
Tecnologia;
Laboratório de Química Analítica e Física Experimental I - Instituto de
Ciências Exatas
Laboratório de Meteorologia Básica - Instituto de Floresta.
Informações adicionais das edificações estão contempladas em anexo (Espaco
fisico - laboratorios da area basica.doc)
. . . 3.2.4 Equipamentos (tipos, quantidade, e condições de uso)
Os equipamentos pertencentes aos laboratórios do ciclo básico estão em
consonância com as necessidades das disciplinas do Curso de Engenharia
Agrícola, em quantidades e condições de uso adequadas. A relação dos
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Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
equipamentos por laboratório encontra-se no arquivo em anexo (Equipamentos laboratorios da area basica.doc)
. . . 3.2.5 Condições de conservação das instalações
Os laboratórios que atendem o Curso de Engenharia Agrícola apresentam boas
condições de conservação e adequações favoráveis.
. . . 3.2.6 - Materiais
Normalmente as aulas práticas do ciclo básico tem sido desenvolvidas
utilizando materiais de consumo do tipo:
- reagentes;
- toalhas de papel;
- vidrarias;
- lâminas e lamínulas;
- estiletes;
- álcool;
- sabão e detergente.
. . . 3.2.7 Normas e procedimentos de segurança
As Normas e os Procedimentos de Seguranca sao discutidas com os alunos no
desenvolvimento das Disciplinas práticas evidenciando os equipamentos
existentes nos laboratórios e os procedimentos no manuseio dos equipamentos e
na operação do maquinário em uso.
. . . 3.2.8 Equipamentos de segurança
Os Equipamentos de Segurança existentes nos Laboratórios que podem ser
utilizados em caso de necessidade, são expostos aos alunos e explicados a sua
operação em caso de necessidade, como por exemplo:
- extintores de incêndio, que estão dispostos nos prédios e muitos
precisamente nos laboratórios;
- óculos de proteção nas aulas práticas nos laboratórios de químicas;
- chuveiro e as duchas com áqua para banhos e jatos na face em caso de
exposição por contato com a pele de soluções de modo acidental, nos
laboratórios de química.
. . . 3.2.9 Atividades de ensino (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade, etc)
As aulas planejadas pelos professores visam adaptar os conteúdos às
necessidades do Curso, procurando sempre exemplificar com estudos de caso
correlacionados com a Engenharia Agrícola. Dessa forma, essas atividades de
ensino da área básica preparam os alunos para o ciclo profissionalizante.
. . . 3.2.10 Serviços prestados (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade, etc)
Em nenhum dos laboratório da área geral/básica utilizados para o Curso de
Enbgenharia Agrícola são executados prestação de serviço.
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
. . . 3.2.11 Orientação de alunos
Normalmente os alunos do Curso de Engenharia Agrícola não participam de
nenhuma atividade extra-curricular nos laboratórios do ciclo básico.
. . . 3.2.12 Protocolos de experimentos
Não se aplica (NSA)
. . . 3.2.13 Comitê de Ética em Pesquisa
Não se aplica (NSA)
. . . 3.2.14 Implementação das políticas institucionais de atualização de equipamentos
e materiais no âmbito do curso
A atual administração superior da UFRRJ tem se preocupado em promover a
atualização dos equipamentos de laboratórioo em todo o âmbito da Universidade,
no sentido de melhor desempenho da relação ensino-aprendizado. Somado a isto,
recentemente a Universidade recebeu diversos equipamentos obtidos do "Programa
de Modernização e Consolidação da Infra-estrutura Acadêmica das IFES".
3.3 Instalações especiais e laboratórios específicos:cenários/ambientes/laboratórios
para a formação profissionalizante/específica
Serão listadas as Instalações e Laboratórios utilizados pelo Curso de
Engenharia Agrícola da UFRRJ, para a formação profissionalizante/específica,
por Instituto e por Departamento, conforme as disciplinas oferecidas por estas
unidades para o respectivo Curso.
. . . 3.3.1 Tipos de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
O curso de Engenharia Agrícola dispõe em seu núcleo de conteúdos
profissionalizantes/específico os laboratórios de Máquinas e Mecanização
Agrícola, Pré-processamento e Propriedades Físicas dos Materiais Biológicos,
Energização Rural, Tecnologia da Construção, Física do Solo, Hidráulica e
Geoprocessamento. Além desses, existem o Campo Experimental do Instituto de
Agronomia, a Fazendinha Agroecológica e uma sala de equipamentos da área de
Cartografia e Topografia.
Os laboratórios citados atendem as disciplinas do ciclo
profissionalizante/específico, a seguir:
- IT 154: Motores e Tratores
- IT 104: Levantamento Topográficos Planimétricos
- IT 132: Mecânica dos Materiais
- IT 155: Máquinas Agrícolas
- IT 462: Construções Rurais
- IT 117: Levantamento Topográfico Altimétrico
- IT 144: Hidráulica Aplicada
- IT 127: Cartografia I
- IT 177: Sensoriamento Remoto
- IT 406: Eletrotécnica
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Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
-
IT
IT
IT
IA
IA
IA
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
IT
823:
824:
822:
126:
127:
302:
137:
139:
157:
164:
179:
188:
189:
138:
163:
165:
140:
147:
176:
Projeto Estrutural em Conc. Armado I
Projeto Estrutural em Conc. Armado II
Estudos dos Solos
Técnicas Agrícolas Aplicadas as Grandes Culturas I
Técnicas Agrícolas Aplicadas as Grandes Culturas II
Física do Solo
Energia na Agricultura II
Elementos de Máquinas
Irrigação
Pré-Processamento e Armazenamento de Produtos Agrícolas
Saneamento Básico
Avaliações e Perícias
Geoprocessamento I
Propriedades Físicas dos Materiais Biológicos
Eletrificação Rural
Pré-Processamento e Armazenamento de Produtos Agrícolas II
Projeto de Máquinas Agrícolas
Projeto de Construções Rurais
Projetos de Irrigação e Drenagem
. . . 3.3.2 Quantidade de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
Conforme listado anteriormente, o Curso de Engenharia Agrícola conta com 7
Laboratórios para atendimento às Disciplinas do ciclo
profissionalizante/específico. Além disso, existe o Campo Experimental do
Instituto de Agronomia, a Fazendinha Agroecológica e a sala de equipamentos da
área de cartografia e topografia, cujas aulas práticas são realizadas em
ambiente aberto, no Campus da UFRRJ e em área conveniada com a EMBRAPA e
PESAGRO.
. . . 3.3.3 Espaço físico (adequação as especificidades, dimensões, mobiliário,
iluminação etc)
Os laboratórios do ciclo profissionalizante/específico estão adequados às
necessidades do Curso de Engenharia Agrícola e estão localizados nas seguintes
unidades de ensino:
- Laboratório de Máquinas e Mecanização Agrícola - Instituto de Tecnologia
- Laboratório de Pré-processamento e Propriedades Físicas dos Materiais
Biológicos - Instituto de Tecnologia
- Laboratório de Energização Rural - Instituto de Tecnologia
- Laboratório de Tecnologia da Construção - Instituto de Tecnologia
- Laboratório de Física do Solo - Instituto de Agronomia
- Laboratório de Hidráulica - Instituto de Tecnologia
- Laboratório de Geoprocessamento - Instituto de Tecnologia
- Campo Experimental do IA - Instituto de Agronomia
- Sala de equipamentos da área de Cartografia e Topografia - Instituto de
Tecnologia
- Fazendinha Agroecológica
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Instrumento de avaliação para fins de Reconh
Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
Informações adicionais das edificações estão contempladas em anexo (Espaco
fisico - laboratorios da area profissionalizante.doc)
. . . 3.3.4 Equipamentos (tipos, quantidade, e condições de uso)
Os equipamentos pertencentes aos laboratórios do ciclo
profissionalizante/específico estão em consonância com as necessidades das
disciplinas do Curso de Engenharia Agrícola, em quantidades e condições de uso
adequadas. A relação dos equipamentos por laboratório encontra-se no arquivo
em anexo (Equipamentos - laboratorios da area profissionalizante.doc).
. . . 3.3.5 Condições de conservação das instalações
Os laboratórios que atendem o Curso de Engenharia Agrícola apresentam boas
condições de conservação e adequações favoráveis. Além disso, alguns
laboratórios encontram-se em fase de montagem ou reforma, propiciando melhoria
nas condições de ensino/aprendizagem.
. . . 3.3.6 Materiais
Para as aulas práticas do ciclo profisionalizante/específico, são normalmente
utilizados os seguintes materiais:
- óleo combustível;
- óleo lubrificante;
- graxa;
- filtros de motor;
- sementes;
- adubos orgânicos e minerais;
- corretivos de solo.
. . . 3.3.7 Normas e procedimentos de segurança
Dentre os Laboratórios da área profissionalizante/específica, o de Máquinas e
Mecanização Agrícola enfatiza os procedimentos de segurança no trabalho, tanto
sob ponto de vista da máquina, como dos equipamentos de proteção individuais.
. . . 3.3.8 Equipamentos de segurança
Para uso nas aulas práticas que envolve o ensino
profissionalizante/específico, destacam-se os equipamentos de proteção
individuais:
- óculos;
- luvas;
- máscara de proteção.
. . . 3.3.9 Atividades de ensino (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade etc)
As aulas práticas na área profissionalizante/específica são planejadas pelos
professores buscando simular condições reais de trabalho do Engenheiro
Agrícola, nas suas diversas atribuições profissionais.
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Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
. . . 3.3.10 Serviços prestados (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade etc)
Alguns laboratórios da área profissionalizante/específica utilizados para o
Curso de Engenharia Agrícola executam algum tipo de prestação de serviço:
- Física do Solo: confecção de curva de retenção da água no solo;
- Máquinas e Mecanização: já executou treinamento de operadores de máquinas
agrícolas e manutenção junto ao FAT - Ministério do Trabalho;
- Laboratório de Hidráulica: em breve estará executando testes de aspersores
para a Indústria FABRIMAR S/A, localizada no Rio de Janeiro.
. . . 3.3.11 Orientação de alunos
Vários são os laboratório que orientam alunos de Engenharia Agrícola, na forma
de estágios, monitorias e iniciação científica. Podem ser citados:
Estágio:
Gloria Michelle dos Santos Furtado
Abel Rodrigues da Fonseca
Alexandre Alcantra Costa
Andressa Cabral Cintra
Arthur Macedo Maduro da Silva
Keilla Boehler Ferreira
Mariana Padilha Campos Lopes
Clooer Costa de Oliveira
Ana Caroline Pitzer Jacob
Renata Magalhaes Jou
Sandro Luis da Costa Alves
Eneas Das Virgens Santos
Iniciação Científica
Wanderley de Jesus Souza / CNPq/PIBIC
Conan Ayade Salvador /CNPq/PIBIC
Adilson Pacheco de Souza /CNPq / BALCAO
Marinaldo Ferreira Pinto/FAPERJ
Vinicius Rios Barros / CNPq/PIBIC
Sandro Luis da Costa Val / EMBRAPA Agrobiologia
Jacqueline Zardo Giorgi / CNPq/PROIC
Evandro Zanatta / CNPq/PROIC
Monitoria:
Alexandre Alcantra Costa / Dep.Eng.
Sandro Luis da Costa Alves/Dep. Solos
Ana Caroline Pitzer Jacob/ Dep. Eng
André Kirmse Chagas /Dep. Eng
Vânia Rosal Guimarães / Dep. Arquitetura e Urbanismo
Eliandro Da Silva / Dep. Eng.
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Avaliação: 22008
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Curso: 21594
Engenharia Agrícola
IES: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Informações fornecidas pela IES
. . . 3.3.12 Protocolos de experimentos
Vários são os projetos e experimentos realizados e em fase de execução nas
diferentes áreas da Engenharia Agrícola/Laboratórios. Dentre eles destacam-se:
Prof. Daniel Fonseca De Carvalho / Prof. Leonardo D. B. Silva
- Perdas de água, solo e nutrientes em um Argissolo, sob chuva simulada,
considerando diferentes padrões de precipitação e condições de cobertura;
- Otimização do uso da água em cultivo orgânico utilizando lisímetros de
pesagem e parcelas experimentais de perda de solo;
- Avaliação da evapotranspiração de referência na região de Seropédica-RJ,
utilizando lisímetros de pesagem e modelos matemáticos;
- Evapotranspiração, coeficientes de cultivo e produtividade da cultura da
berinjela (solanum melongena l.) sob diferentes coberturas do solo e lâminas
de irrigação;
- Análise de crescimento e eficiência do uso da água da cultura da berinjela
(solanum melongena l.) para diferentes coberturas do solo;
- Avaliação do cultivo orgânico da alface (Lactuca sativa l.) sob diferentes
lâminas de irrigação e em diferentes coberturas de solo;
Prof. Joseph Kalil Khoury Júnior
- Estimativa da erosividade das chuvas no Estado do Rio de Janeiro por Redes
Neurais Artificiais;
Prof. Carlos Alberto Varella
- Implementação de um algoritimo de análise econômica no programa
computacional SOMA.
. . . 3.3.13 Comitê de Ética em Pesquisa
Não se aplica (NSA)
. . . 3.3.14 Implementação das políticas institucionais de atualização de equipamentos
e materiais no âmbito do curso
Da mesma forma como citado no item 3.2.14, a administração superior da UFRRJ
tem se preocupado em promover a atualização dos equipamentos de laboratórioo
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Informações fornecidas pela IES
em todo o âmbito da Universidade. Quanto ao ciclo
profissionalizante/específico, o Departamento de Engenharia tem sido
contemplado com recursos internos destinados à reforma dos laboratórios de
Energização, Máquinas e Mecanização (licitado), Hidráulica (licitado) e Préprocessamento e Propriedades Físicas dos Materiais Biológicos (em andamento).
Com relação ao supracitado "Programa de Modernização e Consolidação da Infraestrutura Acadêmica das IFES", vários foram os equipamentos recebidos por esta
Unidade, os quais estão sendo efetivamente utilizados nas aulas práticas
destinadas ao Curso de Engenharia Agrícola e outros.
3.4 Instalações especiais e laboratórios específicos: cenários/ambientes/laboratórios
para a prática profissional e prestação de serviços à comunidade
As informações referentes a este item nos levam a concluir, que o mesmo não se
aplica (NSA), pois as instalações foram dimensionadas levando em considerações
as necessidades acadêmicas(ensino e pesquisa) sem levar em conta os aspectos
referentes ao cumprimento das legislações específicas e necessárias às
práticas profissionais e prestações de serviços de ensaios, análises e
atendimento ao público.
. . . 3.4.1 Tipos de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
Não se aplica (NSA)
. . . 3.4.2 Quantidade de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do curso
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.3 Espaço físico (adequação às especificidades, dimensões, mobiliário,
iluminação etc)
Não se aplica (NSA)
. . . 3.4.4 Equipamentos (tipos, quantidade, e condições de uso)
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.5 Condições de conservação das instalações
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.6 Materiais
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.7 Normas e procedimentos de segurança
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.8 Equipamentos de segurança
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.9 Atividades de ensino (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade etc)
O referido item já está contemplado em itens anteriores nos aspectos relativos
ao ensino, não se aplicando nos aspectos relativos ao item 3.4.
. . . 3.4.10 Serviços prestados (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
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atendidas, qualidade etc)
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.11 Orientação de alunos
Não se aplica(NSA) para o referido item
. . . 3.4.12 Protocolos de experimentos
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.13 Comitê de Ética em Pesquisa
Não se aplica(NSA)
. . . 3.4.14 Implementação das políticas institucionais de atualização de equipamentos
e materiais no âmbito do curso
Não se aplica(NSA)
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