FUNDAÇÃO EDUCACIONAL LUIZ REID Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé Relatório do Processo de Avaliação Institucional 2013 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA Março/2014 SUMÁRIO 1. Dados da Instituição 2. Avaliação Institucional 2.1 Introdução 2.2 Objetivo Geral 2.3 Objetivos Específicos 2.4 Metodologia 3. Dimensões 3.1 Dimensão 1: A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional 3.1.1 Curso de Pedagogia 3.1.2 Curso de Letras 3.1.3 Curso de História 3.1.4 Curso de Tecnólogo em Segurança no Trabalho 3.1.5 Curso de Geografia 3.1.6 Curso de Matemática 3.2 Dimensão 2: Ensino, a pesquisa e a extensão 3.3 Dimensão 3: Responsabilidade social da IES 3.4 Dimensão 4: Comunicação com a sociedade 3.5 Dimensão 5: Políticas de pessoal, carreira, aperfeiçoamento, condições de trabalho 3.6 Dimensão 6- Organização e gestão da Instituição 3.7 Dimensão 7- Infraestrutura física e recursos de apoio 3.8 Dimensão 8- Planejamento e avaliação 3.8.1 Processos, resultados e eficácia da autoavaliação 3.8.2 Síntese dos Resultados da Avaliação de 2010/11 3.9 Dimensão 9- Políticas de atendimento aos estudantes 3.10 Dimensão 10- Sustentabilidade financeira 4. Considerações Finais 5. Referências Bibliográficas Apêndices I - Programa FAFIMA Social 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé - FAFIMA Código da IES: MANT 084 Caracterização das IES: Instituição privada, sem fins lucrativos. Estado: Rio de Janeiro Município: Macaé - RJ Composição da CPA (membros designados conforme Portaria nº. 04 de 17 de setembro de 2013) I. Presidente Prof. Alfredo Manhães - RG n° 04752562-1 (IFP) II - Representantes Docentes Profª Sandra Matsumura Profª Fernanda Antunes Gomes da Costa III - Representantes Discentes Fernando Carone Bodard Thiago Tomaz Domingues IV - Representantes Técnico- administrativos Denise Manhães de Moura Sônia Ferreira de Marins V - Representantes da Sociedade Civil Márcia Franco de Azevedo Curvello Cláudia Maria Damasceno Peixoto Duração do mandato: 01 (um) ano. 2. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2.1. Introdução A expansão das Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil é para a sociedade em geral um importante elemento de reflexão, haja vista a necessidade da aquisição do conhecimento nas mais diversas áreas e sua posterior aplicação em iniciativas que promovam o bem comum. Reis (2003) trata dessa realidade e enfatiza que um dos papéis mais importantes do gestor universitário é entender como funciona esse mecanismo de expansão, representado pelo aumento na oferta de instituições e cursos, e definir (ou redefinir) qual é o real papel da IES no cenário no qual ela está inserida. O atual contexto das IES vem influenciando os seus gestores no sentido de desenvolver planos estratégicos que as viabilizem de modo que haja qualidade em suas atividades, haja vista o acirrado nível de competição decorrente deste processo expansionista. Os efeitos deste cenário aparecem sob as mais variadas formas, como por exemplo, a evasão de alunos, o incentivo crescente ao ensino à distância, o fechamento de instituições e cursos, dentre outros, os quais precisam ser analisados e tratados. A avaliação institucional é uma das maneiras de se realizar a análise de aspectos relevantes para a gestão de uma IES, embora receba críticas que a apontem, em alguns casos, como medida quantitativa e não qualitativa (Boclin, 2005). Embora questionada em diversos aspectos a avaliação institucional vem a contribuir na identificação de pontos positivos e negativos da IES, servindo como um dos instrumentos para que gestor possa entender a realidade de sua instituição e tomar decisões que dêem a ela condição necessária para desempenhar seu papel no contexto no qual está inserida. O presente relatório apresenta o resultado da avaliação institucional realizado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da FAFIMA no ano de 2013. Contando com a participação de funcionários, professores e alunos, procurou-se promover a discussão sobre diversos aspectos da instituição e levar à reflexão sobre o papel da FAFIMA na região de Macaé e seu entorno. Os apontamentos feitos pelos participantes servirão de base para a tomada de decisão da Direção, apoiando estrategicamente a gestão da instituição. A CPA, instituída pelo Ministério da Educação (MEC), procura contribuir com a IES no sentido de viabilizar a reflexão sobre as instâncias e relações complexas que existem entre as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. Os dados coletados durante o trabalho da CPA no processo de avaliação institucional permitem o apontamento de fragilidades e potencialidades da IES, como se poderá constatar nas colocações que seguem. 2.2. A FAFIMA A FAFIMA é uma IES que em 2014 completa 40 anos, tendo iniciado suas atividades em 1974 com os cursos de Pedagogia e Letras. À época matricularam-se inicialmente cerca de 200 alunos. É uma instituição de tradição na formação de educadores, reconhecida pela comunidade loco-regional e que gradualmente tem ampliado a oferta de cursos e vagas. Além dos cursos já citados, ambos reconhecidos pelo MEC e em pleno funcionamento, estão em andamento os cursos de Licenciatura em Geografia, História, Matemática e Tecnólogo em Segurança do Trabalho, contando atualmente com cerca de 346 alunos. Muitas são as dificuldades de uma instituição privada, principalmente numa região que é fomentada pela extração do petróleo e em uma cultura que a formação na área da educação cede lugar àquela voltada à formação do profissional específico da área petrolífera. No entanto, seguimos com o mesmo compromisso de oferecer uma educação superior de qualidade e acreditamos que a educação é o portal para dias melhores. Por ocasião das crises visualizamos oportunidades de crescimento. Esta avaliação está servindo para rever e reajustar diversos aspectos, como se poderá constatar na leitura do presente relatório. 2.3. A CPA A avaliação permanente de todas as atividades desenvolvidas pela FAFIMA, sejam estas realizadas pelos docentes, discentes ou técnico-administrativos, emerge como uma atividade de corresponsabilidade. Uma ação pedagógica integrada, que contribuirá para o redirecionamento das ações desenvolvidas por todos, na intenção de minimizar fragilidades e descobrir potencialidades. A CPA é responsável pela coordenação, condução e articulação do processo interno de Avaliação Institucional da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé. Sua função é coordenar e articular tal processo em todas as suas modalidades de ação, de modo a fornecer à comunidade acadêmica e à sociedade uma visão sobre o desenvolvimento da instituição, sua qualidade educativa e sua contribuição para o desenvolvimento da Região Norte-Fluminense. A lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004, relativa à criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES institucionaliza a criação da CPA no contexto das universidades brasileiras. O presente Relatório de Avaliação Institucional, organizado pela Comissão Própria de Avaliação institucional, num trabalho de interlocução da atual comissão e da anterior, apresentará, de forma sucinta e conforme anexos, a leitura dos questionários aplicados e das ações realizadas durante o ano de 2013. Mais que atender à orientação legislativa, a FAFIMA compreende que a realização dessa tarefa permite o conhecimento amplo do interior institucional, com o levantamento de dados e informações que contribuirão para o planejamento e a gestão da instituição. Assim pensando, há que se considerar que a autoavaliação não deixa de ser um trabalho permeado de aspectos ideológicos, políticos e culturais entre outros e que, ao ser iniciado, gerará sempre mais reflexões na intencionalidade maior que é a busca pela excelência pedagógica. 2.4. Objetivo Geral Apresentar os resultados da avaliação institucional referentes ao ano de 2013, atendendo o que propõe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). 2.5. Objetivos Específicos Sensibilizar a comunidade acadêmica da FAFIMA para a construção de um processo permanente e participativo de auto-avaliação; Disponibilizar dados e informações sobre os vários aspectos da IES; Promover uma maior integração entre os vários segmentos da instituição, com vistas à implementação e efetivação do processo auto-avaliativo; Elaborar metodologias de coleta e análise dos dados da avaliação da IES; Identificar pontos fortes e fragilidades da IES; Estimular o contato com o ambiente externo à academia para, por meio do diálogo e reflexão, elaborar e reelaborar as suas ações institucionais; Difundir na Instituição a cultura da avaliação permanente como meio de informações para pensar e planejar as atividades de ensino, iniciação a pesquisa e extensão; Incentivar um processo permanente de autocrítica da Instituição, fortalecendo as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais; Fornecer dados objetivos e instrumentos para a verificação da eficiência e da eficácia, referenciada no principio de relevância social e científica; Prestar contas à sociedade das ações da instituição, tornando mais efetiva a vinculação entre elas; Possibilitar a reflexão e revisão das políticas, programas e projetos institucionais, referenciados na missão, de acordo com as características loco-regionais. 2.6. Metodologia O processo de avaliação foi dividido nas seguintes etapas: a) Planejamento do processo com a Direção da IES. b) Definição do formato dos questionários. c) Elaboração dos questionários em ambiente virtual contendo questões para avaliar a IES, corpo docente e técnico-administrativo, e serviços oferecidos em geral. d) Recadastramento de e–mails de do corpo docente, discente e técnico-administrativo. e) Divulgação do processo de avaliação em quadros de aviso e por e–mail. f) Visita às dependências da IES (departamentos, salas de aula etc) em período anterior à aplicação dos questionários como forma de sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a importância da avaliação. g) Envio de e-mail para o corpo discente, contendo orientações de preenchimento e o link das questões para (1) avaliar aspectos diversos da IES e (2) o desempenho dos docentes. h) Envio de e-mail para o corpo docente, contendo orientações de preenchimento e o link das questões para (1) avaliar aspectos diversos da IES e (2) autoavaliação. i) Envio de e-mail para o corpo técnico-administrativo, contendo orientações de preenchimento e o link das questões para (1) avaliar aspectos diversos da IES e (2) autoavaliação. j) Apuração dos resultados obtidos e divulgação dos mesmos junto à Direção. k) Produção do relatório final do processo de avaliação e divulgação junto à comunidade acadêmica. Os questionários são divididos em três grupos: Corpo Técnico-Administrativo, Corpo Docente e Corpo Discente, sendo que este último separado por curso. As questões estiveram disponíveis em ambiente digital online pela internet com uso do serviço gratuito Google Documents até o dia 11 de dezembro de 2013. Foi considerada desnecessária a identificação de cada participante. É importante ressaltar que: a) O processo contemplou a participação dos vários segmentos institucionais, de forma que toda a comunidade acadêmica pudesse opinar e oferecer propostas de solução que possam viabilizar ações interventivas. b) Os computadores da Biblioteca e do Laboratório de Informática ficaram disponíveis durante o período da avaliação para possibilitar a maior participação da comunidade acadêmica. A tabela 1 apresenta o total de participantes, o total de questionários respondidos e o percentual de participação de cada grupo. TABELA 1 – TOTALIZAÇÃO DE RESPOSTAS NA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2013 Participantes Corpo Técnico-Administrativo Corpo Docente Corpo Discente Total de Pessoas 17 35 300 Total de Questionários Respondidos 16 21 87 Percentual 94 % 60 % 29 % Os resultados da avaliação institucional foram organizados na forma de planilhas, sendo que os resultados referentes aos discentes foram organizados de forma separada por curso. Para cada grupo foram gerados gráficos que estão relacionados às principais fragilidades acompanhadas de algumas sugestões de melhoria, a partir de comentários dos participantes. Estes resultados estão apresentados no item 3.8.2.3. 3. DIMENSÕES Dimensão 1: A missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional Inicialmente foi realizada a leitura e análise dos Projetos Pedagógicos da IES. A FAFIMA apresenta pontos de relevância no que se refere a essa dimensão, dentro de cada um dos seus cursos. Isso foi verificado por meio de uma avaliação dos Projetos Pedagógicos dos Cursos e a sua articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional. A análise dos documentos legais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé – FAFIMA (PDI, PPI e Regimento Interno) permitem o conhecimento dos elementos destacados acima. A seguir as considerações dos aspectos analisados de cada um dos documentos. 1) REGIMENTO INTERNO - Nossa Faculdade possui esse documento, o qual foi estudado e reformulado no ano de 2008. Direção, coordenações e professores discutiram e aprovaram alterações. 2) PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2011-2015 – Documento que planeja e concebe todas as atividades da instituição. Inicia por refletir sobre os desafios de uma Faculdade privada, com o objetivo de oferecer educação superior de qualidade. Destaca a produção de conhecimentos como atividade precípua, apresenta algumas ações públicas no âmbito da educação, apresenta dados históricos do município, destacando alguns órgãos públicos cujas relações vinculam-se à Faculdade, dados de sua mantenedora, a fundação Educacional Luiz Reid, caracteriza a mantida e aspectos relevantes de sua inserção na comunidade local e de seu entorno. Percebemos, pela leitura reflexiva empreendida, que a missão da Faculdade está bem circunscrita àquilo que se concebe para a educação superior e que se tem envidado esforços para atingir as proposições. Pautada pelos princípios da Ética, do Pluralismo e da Participação, compromete-se como crescimento da região. Observa-se a necessidade de que os colegiados se reúnam e o documento seja discutido e socializado com os demais professores, para que, tendo conhecimento da política mais ampla que os sustenta possam melhor comprometer-se com seus respectivos cursos e projetos pedagógicos. Ao focar os documentos dos cursos oferecidos pela IES destacam-se as informações: 3.1.1. Curso de Pedagogia Observando-se a integração do Curso de Pedagogia com as balizas orientadoras que se centram na missão da IES e em seus documentos norteadores, temos pontos interessantes que demonstram o seu potencial. Entre eles: a) Por meio da realização dos Estágios Supervisionados, os alunos e docentes do Curso têm detectado problemas sócio-culturais que podem ser solucionados, ou, pelo menos, amenizados, com a ajuda da IES; b) Há projetos de intervenção pedagógica que trabalham a teoria e a prática numa relação unívoca; c) O Curso oferta minicursos (Alfabetização, Ação continuada), em algumas escolas; d) Reformulação da matriz curricular, repensando pressupostos éticos e filosóficos; e) Disponibilidade de um laboratório de informática, com livre acesso à Internet; Para a implementação das ações propostas e um trabalho mais proveitoso junto à comunidade acadêmica e extra-acadêmica faz-se necessário considerar com mais rigor alguns pontos, como: a) Continuar o processo de implementação de políticas de incentivo à leitura e conhecimento do acervo da biblioteca da IES, com vistas à importância da participação na atualização das literaturas de todas as áreas ali existentes; b) Realização de Simpósios de Educação. 3.1.2. Curso de Letras O Curso de Letras apresenta como forças potencializadoras: a) Desenvolvimento de projetos de extensão para o atendimento à comunidade acadêmica e não-acadêmica; b) Desenvolvimento de atividades interdisciplinares; c) As disciplinas que compõem a matriz curricular buscam atender o objetivo geral, bem como o perfil do egresso proposto; d) O corpo docente referente às disciplinas que compõem a formação básica na área de letras tem conhecimentos e experiência profissional capazes de promover a articulação entre os conteúdos desenvolvidos em suas disciplinas e a aplicação de novas tecnologias; e) Disponibilidade de um laboratório de informática, com livre acesso à internet; f) A biblioteca dispõe de um acervo que contempla os títulos adotados da bibliografia básica. Alguns pontos ainda requerem atenção. Dentre eles: a) A criação da escola de idiomas, necessidade e anseio da comunidade macaense; b) Implementação de projetos que promovam a integração entre os diferentes cursos da ies, assim como de outras instituições de ensino; c) Necessidade de implementação de atividades extracurriculares e/ou complementares capazes de oferecer maiores informações a respeito das atividades exercidas na atuação do profissional em letras. d) Projetos que envolvam visitas a possíveis locais de atuação do graduado em letras, tais como : centrais de jornalismo, gráficas, editoras, etc. Por sugestão de alguns professores a Direção está buscando credenciamento junto aos órgãos competentes para atuar na prestação de serviços de tradução (língua inglesa) de publicações, palestras, etc, para atender a empresas da região e comunidade em geral. 3.1.3. Curso de História Considerando os eixos norteadores da IES e sua missão institucional, o Curso de História apresenta potencialidades significativas. Apontamos algumas a seguir: a) A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso contou com a participação do Colegiado de Curso e demais professores, permitindo que todos tivessem conhecimento de suas metas e ações; b) Há uma política definida de reflexão e análise dos Planos de Ensino, com vistas a sua reelaboração, quando for necessário; c) A estrutura curricular do Curso fundamenta-se numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar, favorecendo um alinhamento das disciplinas, de acordo com as Diretrizes Curriculares dos Cursos de História; Fragilidades do Curso: a) Implementar e incentivar a iniciação à pesquisa; b) Há necessidade de novas aquisições para o acervo bibliográfico; 3.1.4. Curso de Tecnólogo em Segurança no Trabalho Os pontos referenciais de forças no Curso de Tecnólogo são: a) Continuidade do convênio firmado em 2008 com a Westgroup, empresa especializada em Cursos referentes à segurança no trabalho; b) O Curso realiza palestras para a comunidade com assuntos da sua área e que são de interesse público; c) O Curso dispõe de um convênio com CIEE – Centro de Integração Empresa/ Escola, d) A maioria dos docentes possuem formação na área específica e atuam em empresas de grande porte como a Petrobras, Acergy. Dentre outras. Alguns pontos precisam ser fortalecidos, para que o Curso continue desenvolvendo melhor as suas proposições educativas. Citamos a seguir: a) Estabelecer mais parcerias com empresas que favoreçam o acesso dos discentes ao mercado de trabalho; b) Criar parcerias que estabeleçam a interlocução teoria-prática; c) Implementar projetos interdisciplinares, já previstos na matriz do curso, voltados para o atendimento à sociedade civil. 3.1.5. Curso de Geografia A IES assumiu seu compromisso com a comunidade macaense e mesmo com um número abaixo do esperado manteve o Curso de Geografia. O Curso passa por um momento de fortalecimento e a FAFIMA, entendendo sua relevância na área educacional, investe neste campo. Pontos que poderiam contribuir para o crescimento do Curso são atividades intercursos. Entendemos que o Curso é um parceiro interessante nas discussões relativas às áreas de Turismo, atividades auto-sustentáveis, dentre outras. Enfim, são potencialidades do Curso de Geografia da FAFIMA um currículo moderno e atividades extracurriculares que contemplam: compreensão e análise crítica atualizada sobre transformações mundiais; interações entre local/global e realidade dinâmica sócio-ambiental; articulação entre conceitos e práticas dos processos de ocupação/produção espacial, geração de novos conhecimentos resultantes das dimensões social, política, econômica, cultural, capacitação dos acadêmicos para intervirem pedagogicamente na sociedade; desenvolvimento de interpretações de interfaces da Geografia como outros saberes científicos; promoção de trabalhos de campo investigativos partindo da escala local para mais abrangentes. 3.1.6. Curso de Matemática A área de formação de professores passa por um período difícil, são poucos aqueles que se candidatam a abraçar a carreira do magistério. No campo da matemática percebe-se um número ainda menor de acadêmicos. A FAFIMA investe também nessa área e acredita no potencial de seus alunos. Uma matriz curricular que contempla a parte teórica e a possibilidade da prática são os diferenciais deste Curso. Está pautada no incentivo ao desenvolvimento de capacidades de aprender matemática como ciência e aplicar o raciocínio lógico-exato de forma criativa para a resolução de problemas. O Curso de Licenciatura em Matemática da FAFIMA tem a intenção de formar professores que vivenciem na escola a produção de conhecimento, a investigação científica, fornecendo sólida formação teórica. Preocupa-se em subsidiar atividades que possibilitem o domínio dos conteúdos básicos de áreas afins, articulando e construindo conhecimentos que contribuam para a formação de profissionais qualificados que atendam às demandas do mercado de trabalho. A grande fragilidade do curso é não possuir um número significativo de interessados em concluir essa licenciatura. A IES tem investido na divulgação para alcançar os objetivos propostos. 3.2. Dimensão 2: Perspectiva científica e pedagógica formadora: políticas, normas e estímulos para o ensino, a pesquisa e a extensão. A Política para o Ensino, a Pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa de monitoria e demais modalidades. (INEP) O projeto político pedagógico da Faculdade concebe o currículo como um conjunto de conhecimentos a serem construídos pela comunidade acadêmica. Nesse sentido as diretrizes curriculares dos cursos têm como objetivo propiciar uma formação geral, humana e profissional. Dentro desse contexto, as práticas pedagógicas na instituição estão voltadas para o estabelecimento de relações necessárias entre a teoria e a prática, favorecendo a construção de conhecimentos que permitam ao acadêmico perceber e vivenciar o aprender a conviver, aprender a aprender, aprender a ser, tendo em vista também o atendimento às demandas sociais (científicas, econômicas, culturais e necessidades individuais). Para que seja possível uma aproximação dessas intenções propostas em seu projeto pedagógico, são realizadas pela Direção, junto às coordenações e estas, ao corpo docente, reuniões periódicas para discussão e estudo de temas relacionados às necessidades e fragilidades detectadas no decorrer dos trabalhos pedagógicos em torno dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu. Ainda em relação aos cursos de graduação, são oferecidos subsídios pedagógicos e leituras sobre temas relacionados a questões metodológicas e didático-pedagógicas, bem como de reflexão sobre a prática docente no decorrer do semestre, via assessoria pedagógica. Os coordenadores de cursos realizam uma reunião semestral com todos os professores dos cursos, assim como reuniões no decorrer do semestre letivo de acordo com a especificidade e necessidade de cada curso. Em relação à formação continuada dos professores a instituição ainda não tem nenhuma política mais consistente. O trabalho pedagógico voltado para uma prática interdisciplinar ainda é desafio ao corpo pedagógico da instituição, ressalvando-se as iniciativas já realizadas entre professores que desenvolvem alguns projetos integradores entre duas ou três disciplinas no interior dos Cursos e intercursos. Como é o caso de disciplinas de Fundamentos da Língua Portuguesa, do Curso de Pedagogia, que desenvolve atividades de iniciação científica integrando disciplinas como Metodologia da Pesquisa e Ensino e Aprendizagem em LP, do Curso de Letras, quando os acadêmicos realizam um projeto de teatro e encenação de textos clássicos. O Curso de História desenvolve a pesquisa e estrutura uma parceria com a municipalidade (alunos bolsistas que atuam na recuperação de documentos históricos do município). No curso de Segurança do Trabalho, houve a participação dos acadêmicos em atividades referentes à prevenção de doenças ocupacionais. No curso de Geografia, os alunos continuam a desenvolvem pesquisas sobre o potencial turístico da região, organizam pesquisa de levantamento (inventário das potencialidades turísticas), desenvolvem projetos para sensibilização turística com a comunidade. A partir da prática curricular, os cursos de Letras e Pedagogia vêm promovendo a interdisciplinaridade entre as áreas que trabalham nos semestres letivos, o estudo é desenvolvido pelos grupos de alunos, que têm os professores como orientadores, ressalvando-se que há um orientador que fica responsável pela discussão em torno do ajuste de temas, foco da pesquisa, encaminhamento de leituras e outros para cada linha de pesquisa. O momento da socialização é muito rico e compartilhado com todos, trata-se da Semana Acadêmica, realizada no segundo semestre. Estes são alguns exemplos, há outras atividades dessa natureza que também são desenvolvidas, mas ainda são ações pontuais na instituição. A partir de 2010 foi instituída a Semana Acadêmica, com participação de todos os cursos oferecidos pela IES. Quanto à política de pesquisa, a Faculdade oferece Bolsas de Monitoria, projeto esse idealizado e em fase de implementação. Essas bolsas foram direcionadas para acadêmicos dos Cursos de Graduação oferecidos pela instituição, visando à inserção do acadêmico na área de pesquisa, que não deve estar dissociada com as áreas de ensino e extensão. Foram selecionados, para atividades de monitoria no ano de 2013, 02 acadêmicos dos Cursos de Letras e Pedagogia. A Faculdade pretende dar continuidade em outros cursos, identificando acadêmicos com potencial em áreas como Matemática, Língua Portuguesa e outras, a fim de oferecer um número igual desse tipo de bolsa em cada um dos cursos da instituição. Em relação à pós-graduação, a instituição oferece cursos próprios apenas nas áreas de Letras e Pedagogia, embora haja a uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) que oferece cursos em outras áreas, como Gestão de Projetos e MBA. No ano de 2013, os Cursos de Pós-Graduação oferecidos pela IES foram os seguintes: Psicopedagogia e Língua Portuguesa Contemporânea. Em relação aos cursos de extensão, estes são oferecidos de acordo com as áreas dos cursos, atendendo a comunidade acadêmica e comunidade em geral, todavia é necessário que haja rigor quanto à regularidade nesse oferecimento. Outro aspecto que ainda apresenta fragilidades é a produção acadêmica tanto dos discentes como dos docentes, os entraves podem estar relacionados à falta de um programa melhor estruturado de iniciação científica. A Revista AO PÉ DA LETRA está em fase de fechamento de novo número, atendendo a necessidade de haver uma publicação que contemplasse os trabalhos de iniciação científica dos acadêmicos. Enfim, as Instituições que trabalham com o ensino orientam as suas ações dentro de um contexto social, a partir de uma concepção de Educação, de homem e de vida. Considerando essas questões, consequentemente, planejam e executam suas metas e objetivos norteadores de seus trabalhos com o ensino, a pesquisa e a extensão. Dessa maneira, a FAFIMA, que é uma IES que trabalha com cursos de licenciatura na sua maioria, apresenta, quanto a essa dimensão, pontos de grande relevância: concepção de currículo que orienta com base numa visão reflexiva, interpretativa e crítica, que deve considerar a historicidade e a cultura da região e dos indivíduos que compõem a sociedade. A IES entende a Extensão como fator de inserção da comunidade acadêmica na sociedade; portanto, estimula a participação da comunidade interna em projetos sociais, em parceria com a comunidade externa; desenvolve, por meio das Coordenações, projetos que visam ao atendimento da comunidade regional em termos sociais, culturais e outros. Contudo, há necessidade de desenvolver e implantar instrumentos que permitam verificar se as ações de extensão nas diferentes áreas estão alcançando o impacto proporcional ao apoio da IES e fortalecer, assim, as atividades de extensão, bem com as do ensino. A Coordenação de Pós-Graduação tem como objetivo principal ampliar e consolidar o trabalho pedagógico desenvolvido nos cursos de graduação, de forma a responder às exigências do desenvolvimento regional, articulando ensino, pesquisa e extensão. 3.3. Dimensão 3: Responsabilidade social da IES Em relação aos elementos centrais dessa dimensão – inclusão social, desenvolvimento econômico e social, meio-ambiente e preservação da memória e do patrimônio cultural, a IES apresenta os seguintes pontos fortes: a) Implementação de um projeto de responsabilidade social voltado a proporcionar acesso às pessoas com menor poder aquisitivo ao ensino superior (FAFIMA SOCIAL - projeto em anexo). b) O Curso de História participa com monitores de um Projeto Municipal desenvolvido no Centro de memórias. c) O Curso de Pedagogia desenvolve, no estágio supervisionado, atividades voltadas à discussão de temas referentes à docência. d) Há projetos de estágio interdisciplinar, com atividades em escolas públicas do município, sob a supervisão dos professores da IES. 3.4. Dimensão 4: Comunicação com a sociedade Embora possamos considerar como razoável a comunicação da FAFIMA com a sociedade, foi apontado no relatório anterior que seria interessante trabalhar mais sua imagem institucional, de forma estratégica, incorporando mensagens com conteúdos sobre a visão a missão e valores. A instituição está desenvolvendo uma maior veiculação de informações utilizando meios de comunicação local (rádios e jornais), não tão somente para as ocasiões de abertura de inscrições para vestibulares (propaganda). O informativo mensal sugerido desde 2009 para circulação interna e externa ainda não foi criado. A Instituição poderia estender suas atividades no campo da linguística, criando um Centro de Assessoria nas questões relativas à produção e revisão textual devidamente estruturado para atendimento nos diversos segmentos com apoio do governo Municipal. Tal iniciativa, se colocada em prática, permitirá uma maior identificação com a comunidade local, serviço de extensão do ensino aprendizagem, entre outros ganhos com reflexos positivos em sua imagem. Salientamos que a instituição goza de uma boa imagem nos meios de comunicação social face aos profissionais que formou na área educacional e o fato de ser a primeira faculdade da cidade. São pontos positivos: a) Existem canais de comunicação entre a comunidade externa e a academia que são representados por informativo da imprensa escrita (Jornal O Debate) e por informativos da imprensa falada e televisionada; b) Os coordenadores de curso atendem a comunidade acadêmica no período noturno e por meio de seus endereços eletrônicos. c) Existem murais disponíveis no pátio e nos corredores da Instituição para a comunicação e a manifestação dos discentes, docentes e funcionários da IES; d) A IES disponibiliza os projetos pedagógicos dos cursos, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o Projeto Pedagógico da Instituição na Biblioteca, para consulta do público interessado; e) A secretaria acadêmica oferece um serviço de atendimento ao estudante (ouvidoria), possibilitando o envio de sugestões e questionamentos e retornando as respostas aos interessados; f) A IES disponibiliza aos acadêmicos um manual que os orienta quanto aos seus deveres e direitos, normas e legislação. g) “Ao pé-da-letra” é a revista científica da IES, indexada pelo ISSN, com edição anual, apresenta à comunidade loco-regional os resultados das pesquisas e atividades de iniciação científica realizadas e transformadas em artigos pelos docentes. Sabemos que essa dimensão é de extrema relevância uma vez que se faz necessário: Levantamento das expectativas de cidadãos, comunidades e sociedade civil organizada em termo de comunicação com a faculdade. Avaliar todos os meios factíveis de comunicação com a sociedade, referindo as formas de viabilização, incluindo canais de comunicação permanente, no âmbito de influência da instituição, com associações, ONGs¸ poderes constituídos, Igrejas, Instituições de Ensino, Sindicatos e Conselhos Municipais. Verificar a viabilidade de implantação de programas formais de divulgação de atividades da instituição junto à mídia estabelecida (jornais e emissoras de rádio e televisão) e divulgação permanente em páginas eletrônicas. (INEP) Desde 2010 foram realizadas iniciativas no sentido de melhorar alguns aspectos da IES, como o site da instituição, que passou a funcionar adequadamente e é um instrumento de apoio à gestão, fornecendo informações à comunidade acadêmica e ao público em geral. A página da CPA existente no site passará por modificações para atender melhor seus objetivos e facilitar o acesso aos resultados do processo de avaliação institucional. A Direção organizou a publicação do jornal interno e foram retomadas as parcerias com os jornais locais dando visibilidade às atividades desenvolvidas na faculdade. A Revista Científica também recebeu atenção e um dois novos números foram disponibilizados. O ato de avaliar deve ser um procedimento sistêmico e rotineiro dentro das IES de forma a visualizar as situações de erros/acertos que ocorrem e propor soluções. Assim, concluída a avaliação institucional, os seus gestores terão um banco de dados (os dados trabalhados estatisticamente), informações estas capazes de subsidiar decisões, sejam elas de melhoria dos aspectos negativos, ou continuidade de ações avaliadas de forma positiva. Eis o intuito maior da avaliação institucional. 3.5. Dimensão 5: Políticas de pessoal, carreira, aperfeiçoamento, condições de trabalho A FAFIMA conta com um quadro de professores, em sua maioria, mestres e doutores. Com relação ao desenvolvimento pessoal, é necessária a reunião dos professores para troca de conhecimentos científicos e pedagógicos, a efetivação de convênios para capacitação em forma de pós-graduação e mestrado, a institucionalização de projetos de extensão envolvendo o professor e a elaboração do Plano de Cargos, Carreira e Salário para os professores. Consideramos a necessidade de qualificação do corpo técnico- administrativo, visando melhorar o desenvolvimento das funções e consequentemente agilizar os serviços prestados. Em especial, cursos sobre gestão de pessoas e atendimento ao público, tendo em vista a baixa pontuação observada na avaliação dos serviços da secretaria. Em relação à coerência entre os objetivos e compromissos institucionais e políticas de admissão, acompanhamento e desenvolvimento profissional dos docentes e técnico- administrativos, a IES apresenta os seguintes pontos de relevância: a) O quadro docente da Instituição em 2013 como descrito na tabela 2. TABELA 2 - QUADRO DOCENTE TITULAÇÃO DOCENTES Graduação - Especialista 13 Mestre 20 Doutor 06 Total 39 OBS.: Vale ressaltar que 08 especialistas cursam o mestrado e 04 mestres cursam o doutorado, observando dessa forma um aumento substancial na formação dos seus docentes. b) Atualmente, há no quadro de professores da Instituição as seguintes distinções quanto à carreira do Magistério Superior, que estão em funcionamento: Professor Titular – constituído por aqueles remanescentes do reconhecimento da Instituição e por aqueles que, com o passar do tempo, atingiram especialização, mestrado ou doutorado, e foram automaticamente elevados pela instituição à classe de Titular; esse professor tem uma hora/aula 5% maior do que o professor Adjunto. Professor Adjunto – constituído por aqueles que possuem mestrado; Professor Assistente – constituído por aqueles que apenas apresentam graduação ou titulações de pós-graduação incompleta. Na IES, não há profissionais com essas características. Em relação à valorização salarial por titulação, é estabelecido que o professor com Doutorado recebe 15% a mais sobre o salário bruto, o professor com Mestrado recebe a mais 10% sobre o salário bruto, o professor com Especialização não recebe nenhum acréscimo. c) Sobre as políticas de carreira do corpo docente, o plano de carreira da IES tem como fundamento: I – a exigência de titulação específica e processo seletivo para o ingresso nas diversas categorias funcionais (tal processo é realizado pela Direção e coordenação de área); II – estímulo ao aperfeiçoamento continuado, com ênfase na titulação adquirida pelo docente; III – estímulo à produção acadêmica; d) A carreira de professor do ensino superior da IES é constituída por três categorias funcionais que são subdivididas em classe, conforme apresentado na tabela 3. TABELA 3 - CATEGORIAS FUNCIONAIS CATEGORIAS CLASSE Professor Titular Doutorado Professor Adjunto Mestrado Professor Assistente Especialista e) A promoção e a evolução do docente na carreira se dá por titulação acadêmica formal e por avaliação de desempenho; f) Os critérios de admissão do corpo docente são os seguintes: ocorre por processo seletivo, utilizando as técnicas de seleção, análise de currículo documentado e entrevista em banca; g) O quadro técnico-administrativo da IES apresenta-se conforme a tabela 4. TABELA 4 – QUADRO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO FORMAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS 2013 Ensino Fundamental 05 Ensino Médio 12 Ensino Superior 07 Pós-Graduação 04 Total 28 h) Para a admissão do pessoal técnico-administrativo ocorre um processo seletivo, utilizandose as técnicas de seleção: análise do currículo, entrevista, checagem de referências. Com relação à algumas questões que precisavam ser revistas, foi desenvolvido um plano de cargos e carreira para os profissionais da área técnica-administrativa. Também foram implementadas reuniões pedagógicas bimestrais entre coordenadores de cursos e docentes. A implantação da ficha de desempenho funcional está em estudo. Atendendo uma necessidade apontada no relatório anterior, os quadros negros de giz foram substituídos por quadro branco com pincel marcador. 3.6. Dimensão 6: Organização e gestão da Instituição No que se refere à organização e gestão da IES, é importante ressaltar que ela ocorre da seguinte forma: a) A Instituição está estruturada de maneira simples, eficiente, dirigida por um Mantenedor que agrega à Fundação o Diretor, Vice-Diretor, os coordenadores de curso e o colegiado; b) A gestão está orientada por um trabalho que se processa, visando resultados. Como processo, entende-se um ato contínuo, que revela necessidade de momentos reflexivos para que se possa replanejar as ações; c) A Diretoria é o órgão executivo máximo da faculdade, e é exercida por um Diretor e ViceDiretor; d) Na IES existem órgãos responsáveis pela tomada de decisões, como por exemplo: a) o Conselho Acadêmico; b) o Conselho Superior ; c) o Conselho Diretor; e) As Coordenações de Pós-graduação, iniciação científica e extensão são responsáveis por atividades de pesquisa, por meio da concessão de auxílios a projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos, intercâmbios com outras instituições, divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros meios a seu alcance; f) Existem na IES órgãos de apoio que são os seguintes: I– Secretaria – órgão de assessoria técnico-administrativa; II – Tesouraria e Contabilidade – responsável pelos recebimentos e pagamentos, prestações de contas à Mantenedora; III – Biblioteca – órgão responsável pela conservação e controle, divulgação e atualização do acervo bibliográfico; g) Todos os órgãos de execução e apoio da IES são regulamentados pelo Regimento Interno da Instituição. Embora contando com os órgãos responsáveis pela execução e apoio ao desenvolvimento de todas as atividades da IES, observa-se que: a) Há necessidade de maior participação e envolvimento da comunidade acadêmica; b) É necessário desenvolver estratégias de documentação, que visem ao conhecimento e divulgação dos documentos oficiais no meio acadêmico, no que se refere ao PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) e os Projetos Pedagógicos dos Cursos. Estão em funcionamento, a partir de sugestões apresentadas pela CPA no ano anterior, o Núcleo de comunicação, responsável pelo setor comunicacional da IES (marketing institucional, vestibular, jornal e revista eletrônica dos cursos e demais atividades pertinentes à área) e a Assessoria Psicopedagógica. 3.7. Dimensão 7: Infraestrutura física e recursos de apoio Para a concretização de todos os seus objetivos e metas, a infraestrutura física da IES é ponto de essencial. Mediante isso, temos pontos potenciais que favorecem o desenvolvimento pedagógico, político e administrativo da Instituição. Enumeramos a seguir: a) Manutenção constante das instalações: o que alonga a vida útil da estrutura física da Instituição; b) As dependências, como um todo, são cedidas constantemente à comunidade externa (Prefeitura, sindicato, escolas) para realização de palestras, cursos, conferências, etc.; c) As salas pedagógico-administrativas da Faculdade são adequadas, oferecendo conforto necessário para desenvolvimento de trabalhos inerentes aos respectivos setores; d) Há estacionamento para docentes e administrativos; e) Há estacionamento com sinalização para portadores de necessidades especiais; f) Há rampa com acesso ao prédio central; g) Há instalações sanitárias especiais; h) Os equipamentos existentes no Laboratórios de Informática atendem às configurações mínimas exigidas para o aprendizado acadêmico; i) 08 aparelhos de datashow para atendimento dos cursos e aluguel de equipamentos sempre que necessário. j) 02 aparelhos de retroprojetor e 02 rádio-cd; k) 02 aparelhos de TV de 29 polegadas, 01 de 42 polegadas e 02 vídeos cassetes, 03 DVD; l) Há a aquisição de equipamentos e softwares conforme a necessidade do momento; m) A Biblioteca possui uma área total de 156,48m², bem iluminada e com boa distribuição interna; n) O atendimento ao público, interno e externo, ocorre no período da tarde e noite; o) Existem normas de orientação ao usuário da Biblioteca; p) A conservação das instalações está a cargo de um encarregado da infraestrutura e sua equipe. Quando é necessária uma reforma mais ampla ou técnica, esse serviço é terceirizado; q) A expansão do espaço físico obedece ao planejamento das Mantenedoras da Instituição e às legislações vigentes sobre o assunto (registro no CREA, normas de seguranças, etc); r) A Instituição está se adequando à nova Legislação de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Rio de janeiro, participando inclusive de palestras sobre o assunto, junto à empresa parceira - Westgroup; A solicitação dos alunos para a melhor distribuição dos bebedouros nos blocos foi atendida, assim como a instalação de ar-condicionado em algumas salas. O planejamento de 2012 prevê a substituição dos ventiladores por ares-condicionados nas salas restantes e a troca das carteiras de madeira por estofadas. 3.7.1. Biblioteca Um dos espaços mais importantes de uma instituição de ensino certamente é sua biblioteca, que tem acompanhado as necessidades de comunidade acadêmica e vem adquirindo itens para seu acervo, como mostrado na tabela 5. TABELA 1 – ACERVO NO PERÍODO DE 18/11/2010 À 30/12/2013 A biblioteca está informatizada, tendo todo seu acervo catalogado em base de dados, permitindo agilidade e precisão nos serviços de catalogação, consulta, empréstimo, devolução e reserva de materiais. O software gerenciador do acervo disponibiliza diversas opções que atuam como aspectos fundamentais para o dinamismo da gestão da Biblioteca, dentre as quais, citamos: controle de empréstimo e devolução; consulta por título, autor e assunto; consulta por CDD, relatórios estatísticos, histórico de empréstimo e devolução, ampla planilha de catalogação que segue os padrões da Biblioteconomia, cujos itens estão de acordo com a AACR2 (Código de Catalogação Anglo-Americano). A Biblioteca está ligada ao IBCT através do sistema COMUT (Comut on line), que possibilita a consulta à base de dados do CCN (Catálogo Coletivo Nacional), localizando assim em qual biblioteca o documento pode ser encontrado para que possa ser feita a solicitação de cópias de artigos publicados em periódicos técnico-científicos, teses e anais de congressos. Oferece recursos de acesso à Internet, além de indicação e orientação para pesquisa em bibliotecas virtuais e bases de dados. 3.7.1.1. Jornais e revistas Dispõe da assinatura dos principais jornais regionais (modo impresso) e em razão da localização regional, permite o acesso aos principais jornais nacionais e internacionais através do modo on line (via Internet). Gazeta Jornal O Globo Jornal Le Monde Jornais locais: O Debate e Folha da Manhã 3.7.1.2. Política de aquisição, expansão e atualização A política de aquisição, expansão e atualização do acervo visa à evolução quantitativa e qualitativa deste acervo, além de objetivar a facilitação no acesso às fontes de informação. Todo início de semestre são adquiridos livros. Esta política leva em conta os seguintes critérios: título condizente com a proposta pedagógica dos cursos oferecidos, demanda, relação de quantidade de títulos e volumes por quantidade de alunos, condições físicas dos materiais, solicitação de alunos, professores e coordenação, atualizações através de datas de publicações e lançamentos de novas edições. A política de aquisição aplicada prevê uma concentração maior de aquisições no início de cada semestre, entretanto, isto não impede que sejam efetuadas aquisições esporádicas mensais em decorrência de demanda, indicação de professores/alunos e lançamentos de novas edições. Esta política é discutida durante reuniões de colegiado e reuniões de coordenações de cursos que contam com a participação da bibliotecária responsável. 3.7.1.3. Serviços Dentre os serviços oferecidos pela Biblioteca da FAFIMA, destacamos: Pesquisa Bibliográfica Levantamento de bibliografias/informações solicitadas por usuários. Orientação para pesquisa em bibliotecas virtuais Orientação e indicação de bibliotecas virtuais, periódicos eletrônicos, sites, bases de dados via Internet. Serviço de referência Atendimento ao usuário, prestando informações e auxiliando-o na recuperação de informações, inclusive, com orientação em referenciação bibliográfica. Intercâmbio entre bibliotecas Efetua intercâmbio de informações e até mesmo de materiais com outras bibliotecas, auxiliando ainda mais o usuário na recuperação da informação. Comutação Bibliográfica Pesquisa e obtenção de materiais bibliográficos ou cópias junto a outras instituições de ensino. A Comutação Bibliográfica pode ser feita através do COMUT (via IBICT). 3.8. Dimensão 8: Planejamento e avaliação A autoavaliação deve ser vista como positiva e precisa ser incentivada no âmbito da FAFIMA, no sentido de identificar fragilidades e potencialidades, na própria revisão de critérios utilizados. Entre 2012 e 2013, a Direção observou as dez dimensões, bem como diversos dados relevantes coletados. Toda essa documentação será disponibilizada à comunidade interna e externa na página web da FAFIMA, dando transparência ao processo de autoavaliação e apoiando alguns pontos importantes: a) Há necessidade de maior implementação e fortalecimento no que tange ao trabalho com os resultados obtidos por meio da autoavaliação e com a divulgação desses dados coletados, tendo em vista uma melhor socialização dos mesmos e promoção de momentos reflexivos para toda a comunidade acadêmica; b) Replanejamento contínuo das ações avaliativas, para que o próprio processo de autoavaliação tome de fato um caráter formativo e não, apenas, diagnóstico. c) Criação de um calendário próprio para as atividades de autoavaliação, mas que esteja vinculado ao calendário pedagógico. 3.8.1. Processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional Planejamento e avaliação, especialmente resultados e eficácia da auto-avaliação. os processos, Propostas de formulários e roteiros para levantamento de dados quantitativos e qualitativos universais e amostrais. Tratamento e estudo dos resultados quantitativos e qualitativos de auto-avaliação através de métodos estatísticos. Organização de dados e resultados. A avaliação interna da FAFIMA foi organizada inicialmente com a discussão sobre as dimensões, em seguida, a composição de comissões que observassem essas dimensões. Como resultado dessas atividades, construir o documento final sobre as dimensões avaliadas e as atividades envolvidas nesse processo. Os grupos que formaram as comissões foram formados de modo a ter representações de toda a comunidade acadêmica, elegendo-se dentre eles um responsável pela elaboração do documento final. Quando se pensa em avaliar, pensa-se em planejar e executar, e devem-se criar mecanismos para tanto, a FAFIMA executa sua atividade avaliadora contando com um direcionamento do MEC, o que nos facilita o trabalho de pensar em quais critérios e atividades avaliar. A partir das dimensões colocadas pelo sistema nacional de avaliação, foi possível andar por caminhos desconhecidos de modo mais seguro e aprender no processo o como fazer. Como resultado final podemos avaliar que muito há que se fazer. Documentos de base devem ser revistos, repensados e reformulados, outros devem ser construídos, de modo a registrar atividades desenvolvidas e que não estão clarificadas para a comunidade como um todo. A compreensão das competências internas de cada setor, da missão, dos objetivos da instituição, dos seus desafios e vitórias, torna possível retomar os trabalhos numa perspectiva de futuro, o que acaba por motivar a comunidade. Foi possível com esse trabalho de autoavaliação identificar pontos frágeis na estrutura institucional em várias áreas: física, organizacional, pessoal, mercadológica, dentre outras. Foi possível também trazer o professor, principalmente àqueles que participaram das comissões e se envolveram com a avaliação, para contribuir com a reflexão sobre o trabalho que se desenvolveu até agora. A FAFIMA tem esse perfil quando percebe a grande responsabilidade que assumiu e todos os compromissos que advém do fato de ter escolhido o ensino como produto mercadológico. Não podemos mais agir como empresa que visa apenas o movimento de entrada de mensalidades e saída de serviço numa relação custo x beneficio isenta de responsabilidades sócio-políticas num sentido ampliado. Estamos construindo profissionais, formas de agir, formas de atuar social e individualmente, estamos contribuindo com a construção de seres humanos e isso faz com que nos preocupemos para além do movimento do lucro material. Todas as políticas de ensino e todas as ações envidadas a partir desse momento autoavaliador terão, como fundamento, as experiências que esse processo desencadeou. Portanto, a partir da autoavalição, cada segmento envolvido parece ter sentido o peso da responsabilidade por executar um trabalho unificador que deve girar em torno da proposta e da missão institucional. Assim esta comissão entende de fundamental importância a construção de uma ferramenta, utilizando softwares, que possa otimizar os trabalhos futuros de avaliação, agregando seus vários setores, evitando o desperdício de papéis e pessoas. Essa ferramenta já existe no mercado e poderá ser adequada às nossas necessidades, tendo a característica de flexibilizar-se para ampliar as ações demandadas pelo natural crescimento da instituição e as atividades que desenvolve. Assim, sugerimos à instituição que estabeleça parceria com empresas que lidam com Tecnologia da Informática para dar conta do processo avaliador de modo mais sistematizado e facilitado. 3.8.2. Síntese do Processo Avaliatório 2013 O processo avaliatório de 2013 foi desenvolvido em etapas, como mostrado a seguir: Revisão da composição da Comissão Própria de Avaliação – CPA. Análise dos questionários dos semestres anteriores. Definição das questões a serem avaliadas e os grupos. Montagem dos questionários em ambiente digital. Comunicação interna (setores e salas de aula) para todos os envolvidos no processo de avaliação. Coleta dos emails de todos os envolvidos junto à Secretaria. Envio dos questionários por email. Comunicação do término da Avaliação Institucional. Compilação dos resultados para apresentação à Direção. Redação do Relatório do Processo de Avaliação Institucional. 3.8.2.1. Questionários Cada grupo recebeu um questionário contendo questões compatíveis com suas atribuições e competências. 3.8.2.2. Resultados dos Questionários A seguir são apresentados os dados do PAI 2013 organizados em tabelas e gráficos. TABELA 7 – TOTAL DE PARTICIPANTES ORIGEM Corpo Técnico-Administrativo Corpo Docente Corpo Discente Total TOTAL 16 21 87 124 Dados relativos à avaliação realizada pelo Corpo Discente TABELA 7 – CORPO DISCENTE – NÚMERO DE PARTICIPANTES POR CURSO Curso Geografia História Letras Matemática Pedagogia Tecn. Seg. do Trabalho CND* Total Número de Participantes 7 13 25 9 25 1 7 87** % 8,0 14,9 28,7 10,3 28,7 1,1 8,0 100,0 ** CND – curso não definido GRÁFICO 1 – CORPO DISCENTE – PERCENTUAL DE PARTICIPANTES POR CURSO 1% 8% 8% 15% 29% 29% 10% Geografia Matem ática CND* História Pedagogia Letras Tecn. Seg. do Trabalho Obs: * CND – curso não definido. ** O PAI 2013 contou com as opiniões de 87 alunos. A edição anterior do processo (2012) teve a participação de 77 alunos. Corpo Discente – Média das Notas da IES por Curso TABELA 8A – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO A. Qual é seu curso? 1. Direção 2. Secretaria 3. Coordenação 4. CPA 5. Biblioteca Geografia 8,0 7,9 8,3 7,7 7,9 História 7,9 7,2 8,1 7,2 7,8 Letras 8,4 8,6 8,5 8,1 9,0 Matemática 8,3 8,1 8,7 7,0 7,2 Pedagogia 5,9 7,1 6,2 6,0 8,0 Tecn. em Segurança do Trabalho 9,0 9,0 10,0 9,0 6,0 CND* 6,7 7,3 7,0 6,9 9,1 *CND – curso não definido. GRÁFICO 2A – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO 10 9 1. Direção 8 2. Secretaria 7 6 3. Coordenação 5 4 4. CPA 3 2 5. Biblioteca 1 CND* Tecn. em Seg. do Trabalho Pedagogia Matemática Letras História Geografia 0 TABELA 8B – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO A. Qual é seu curso? 6. Tesouraria 8,3 8,5 8,6 8,0 7,6 Geografia História Letras Matemática Pedagogia Tecn. em Segurança do 10,0 Trabalho CND* 7,7 *CND – curso não definido. 7. Mecanografia (xerox) 8,9 7,8 9,3 8,8 8,3 8. Pós-Graduação 7,1 7,2 8,0 6,3 6,9 9. Extensão 8,1 7,2 7,8 6,4 6,6 10. DAC 6,1 6,2 6,8 6,9 5,1 7,0 10,0 5,0 8,0 7,6 6,9 6,1 5,7 GRÁFICO 2B – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO 10 6. Tesouraria 9 8 7. Mecanografia (xerox) 7 6 8. PósGraduação 5 4 9. Extensão 3 2 10. DAC 1 CND* Tecn. em Seg. do Trabalho Pedagogia Matemática Letras História Geografia 0 TABELA 8C – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO A. Qual é seu curso? 11. Laboratório de Informática 12. Cantina 13. Salas de aula 14. Recursos multimídia 6,4 5,4 6,8 7,3 5,2 8,0 6,8 8,6 8,2 7,1 5,7 5,8 6,6 5,6 4,4 7,3 6,5 6,9 6,7 5,2 15. Iluminação (interna e externa) 7,3 7,3 7,3 6,1 5,9 5,0 7,0 5,0 7,0 7,0 7,0 7,1 4,7 6,0 5,0 Geografia História Letras Matemática Pedagogia Tecn. em Segurança do Trabalho CND* * CND – curso não definido GRÁFICO 2C – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO 10 11. Laboratório de Inform ática 9 8 12. Cantina 7 6 13. Salas de aula 5 4 14. Recursos m ultim ídia 3 2 15. Ilum inação 1 CND* Tecn. em Segurança do Trabalho Pedagogia Matemática Letras História Geografia 0 * CND – curso não definido TABELA 8D – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO A. Qual é seu curso? 16. Segurança 17. Áreas de convivência 18. Acessibilidade para deficientes 5,7 7,4 7,4 7,1 6,6 5,7 6,8 6,4 6,2 5,4 2,1 1,7 4,0 3,4 1,4 19. Imagem institucional da FAFIMA 5,6 5,3 6,2 7,2 4,8 8,0 6,0 1,0 7,0 5,7 4,6 2,3 3,9 Geografia História Letras Matemática Pedagogia Tecn. em Segurança do Trabalho CND* * CND – curso não definido GRÁFICO 2D – CORPO DISCENTE – MÉDIA DAS NOTAS DA IES POR CURSO 10 16. Segurança 9 8 6 17. Áreas de convivência 5 18. Acessibilidade 7 4 3 19. Im agem institucional da FAFIMA 2 1 CND* Tecn. em Segurança do Trabalho Pedagogia Matemática Letras História Geografia 0 Dados relativos ao Corpo Técnico Administrativo Participantes: 16 pessoas. - Autoavaliação 1. Procura conduzir suas funções com responsabilidade e senso de cooperação? 2. É assíduo e pontual? 3. Tem boas relações interpessoais com os colegas de equipe? 4. Tem iniciativa e está sempre pronto para executar as tarefas que lhe são propostas? 5. Sente-se bem em relação ao seu superior dentro da equipe? 6. Sente que a instituição oferece condições para que você desenvolva seu trabalho e cresça (profissional e pessoalmente) utilizando todas as suas potencialidades? 7. No seu setor, o clima de trabalho é agradável? 8. Envolve-se com a instituição e com o desenvolvimento de seus eventos? 9. Está satisfeito com sua remuneração? 10. Procura conduzir suas funções com responsabilidade e senso de cooperação 11. Que nota daria a você como funcionário? TABELA 10 – RESULTADO DA AUTOAVALIAÇÃO 1. S S S S S S S S S S S S S S S S 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. S S S S S S S S S QS AV N. QS QS S S S AV N. AV S S S S QS QS S QS QS QS QS QS QS QS S S QS S QS AV QS S S S S S QS S S S S QS S S S QS QS S S S N. QS QS QS S S QS QS S S QS S QS S AV S S S S S QS S QS QS S S S S QS S S S S S S QS S S S QS S S AV QS QS S S S AV N. AV S Legenda: S - Sempre QS - Quase Sempre AV - Algumas Vezes. R - Raramente. N - Nunca. - Avaliação da IES 12. Que nota daria à FAFIMA? 13. Equipamentos para a realização do seu trabalho. 14. Disponibilidade de materiais de consumo. 15. Mobiliário 16. Climatização e circulação de ar no ambiente 17. Iluminação interna 18. Iluminação externa 19. Manutenção dos equipamentos 20. Segurança no trabalho 21. Serviço de limpeza 9. 10. 11. AV S 9 N. S 7 N. S 9 QS S 9 QS S 9 R. S 9 QS S 9 S S 8 N. S 9 QS S 8 N. S 8 AV S 8 AV S 9 QS S 9 QS QS 9 N. S 8 22. Áreas de convivência 23. Acessibilidade para deficientes 24. Segurança interna 25. Serviços de alimentação 26. Imagem da FAFIMA veiculada em meios externos de comunicação (jornal impresso, TV, rádio, internet etc). TABELA 11 - RESULTADO DA AVALIAÇÃO DA IES 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 9 9 9 8 7 9 7 7 8 9 9 7 8 9 9 3 5 10 1 5 4 5 3 1 6 3 3 2 3 3 7 9 9 10 7 10 9 10 5 10 5 6 5 4 8 8 8 8 8 8 9 8 7 9 9 9 8 9 1 8 7 10 10 10 10 10 10 10 10 7 10 10 10 10 7 8 1 5 5 1 4 1 5 5 8 5 1 3 5 3 8 8 8 7 7 7 6 7 7 5 6 6 7 7 7 8 8 10 9 8 10 8 9 7 8 7 5 9 9 8 5 6 7 8 3 8 5 8 7 6 3 6 7 7 7 5 8 8 8 2 8 3 8 6 4 6 3 6 1 4 8 5 8 9 8 9 10 5 10 8 1 5 7 6 8 7 6 6 5 9 8 8 7 8 7 4 7 9 6 6 8 8 7 3 10 4 9 10 8 8 4 10 9 9 9 10 7 8 8 7 9 8 8 6 9 9 7 7 10 8 8 7 8 8 9 9 8 8 7 8 7 6 6 6 6 7 8 10 10 10 10 8 10 7 10 10 9 7 5 9 * Destaque em vermelho para nota menor ou igual a 5. Dados relativos ao Corpo Docente Participantes: 21 pessoas. - Avaliação da IES - Autoavaliação 3.8.2.3. Críticas ao Processo Avaliatório O PAI passou pela revisão e modificação do questionário, de forma a agilizar o processo de resposta e tabulação de resultados. A participação do corpo discente foi um pouco melhor que a avaliação realizada em 2012 (aumento de 12%). Houve um número expressivo de mensagens que retornaram como conta inexistente ou com erro (128 mensagens), embora tenha sido realizado um recadastramento de emails. Observou-se que há um número considerável de alunos que não utilizam à internet com freqüência ou a utilizam com dificuldades. O corpo docente não teve o mesmo nível de participação que o processo de 2012, ao passo que o corpo técnico-administrativo participou em sua totalidade. Sugere-se à Direção para o próximo semestre: a) Analisar todos os comentários recebidos. b) Promover novo cadastramento de endereços eletrônicos de toda a comunidade acadêmica, se possível com criação de email no domínio fafima.br. c) Verificar as razões pelas quais alguns alunos ainda não utilizam internet, de maneira a promover a inclusão digital desses alunos. d) Sugerir aos professores que participem mais ativamente do PAI. Com estas ações espera-se que a participação de discentes seja estimulada e que os resultados sejam mais significativos. 3.9. Dimensão 9: Políticas de atendimento aos estudantes Quanto às formas de atendimento ao corpo discente e a sua vivência acadêmica, constatamos as potencialidades a seguir: a) Os cursos oferecidos pela IES incentivam os discentes à participação em eventos científicos, culturais, de estágios, apresentações públicas, com vistas ao desenvolvimento intelectual; b) Os critérios de admissão aos cursos são divulgados e conhecidos por meio de portarias fixadas em locais públicos e de fácil acesso à comunidade; c) O acadêmico pode usufruir de tecnologias em seu processo de ensino-aprendizagem, por meio de laboratórios de informática, datashow e outros; d) Há programas de apoio (PROUNI, FIES e bolsas institucionais) ao aluno, por meio de bolsas que facilitem o seu ingresso e permanência no ensino de graduação; e) Há políticas de incentivo à participação dos estudantes em projetos com os docentes, por meio da bolsa-monitoria; f) Há política de educação continuada por meio de cursos de extensão e de pósgraduação em nível de especialização; É interessante, porém, que alguns pontos das políticas de atendimento aos estudantes e aos egressos sejam fortalecidos: a) Implementação de uma política de desenvolvimento e acompanhamento dos egressos no que se refere à sua educação permanente; b) Incentivo por parte das coordenações de curso da IES para a participação mais efetiva do diretório dos estudantes; c) Fortalecer o desenvolvimento de trabalhos de iniciação científica, para formar futuros pesquisadores e incentivar a publicação de trabalhos acadêmico-científicos produzidos por alunos e professores; 3.10. Dimensão 10: Sustentabilidade financeira No ano de 2013, a tesouraria da instituição forneceu os seguintes dados a fim de que se tenha um melhor retrato financeiro1: a) Receitas (+) = R$ 4.274.524,15 C b) Despesas (-) = R$ 3.130.094,61 D c) Resultado do período = R$ 1.144.429,54 C Diante dos dados apresentados, alguns aspectos devem ser considerados. A instituição recebeu ajuda de custo da Prefeitura municipal de Macaé no ano de 2013 no valor de R$170.517,85. Trata-se de um incentivo significativo que auxilia a instituição frente à inadimplência e atraso no reembolso de convênios firmados com outras prefeituras. A inadimplência no ano de 2013 foi, em média, 10% .R$ Tendo em vista o exposto, registra-se a dificuldade de investimentos, porém salientam-se ações como atendimento aos alunos através de bolsas da instituição, do Prouni e FIES. A tabela 12 traz esta descrição, de um total de 100 alunos beneficiados com bolsa da própria instituição. TABELA 12 – BOLSAS OFERECIDAS Percentual 10% 12% 15% 20% 25% 30% 50% 100% Total Acadêmicos 02 01 05 27 09 05 02 01 52 Ainda, registra-se: a) Bolsa do Educa+ Brasil – 25 alunos com 50%; b) Bolsa do FAFIMA Social – 10 alunos com 41% do Salário Mínimo; c) Bolsa do ProUni – 05 alunos com 50% e 26 com 100%; 1 Os valores referentes às despesas e receitas poderão sofrer algum ajuste após auditoria do Ministério Público. Diante do exposto, caracteriza-se na instituição um perfil filantrópico e humanitário. A importância de participação mais efetiva, no que se refere à parte social na Região do Norte Fluminense, denota a necessidade da IES redefinir-se quanto aos aspectos financeiros e orçamentários, para que estes possam ter a flexibilidade necessária a maiores investimentos. 3.11. Ações recomendadas A CPA, com base nos dados presentes neste relatório, verificou que diversas ações recomendadas no relatório anterior foram realizadas: A cantina passou por reforma, alterando o layout, instalações e cardápio, que foram vistas de forma extremamente positiva pela comunidade acadêmica. O currículo de cada curso foi revisto pelo respectivo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e atualizado. O acervo bibliográfico foi revisto e ampliado de acordo com as necessidades dos cursos. O Laboratório de Informática recebeu 8 computadores novos. A produção de trabalhos de pesquisa por parte de alunos e professores para publicação na revista acadêmica Ao Pé da Letra reforça a ideia de formar futuros pesquisadores e incentivar a publicação de trabalhos acadêmicocientíficos. Seguem algumas sugestões que devem ser analisadas pela Direção da instituição: Priorizar a contratação de um profissional de arquitetura para replanejar o espaço ocupado pela IES, adequando-a as reais necessidades do momento. Sugere-se dar prioridade aos seguintes aspectos: segurança, rampas de acesso, elevadores, guarita, áreas de convivência, jardins, espaço cultural e laboratórios. Estabelecer novas parcerias com empresas que tenham interesse em realizar investimentos na FAFIMA. Priorizar o desenvolvimento de um ambiente virtual para ensino à distância (EAD) de forma a oferecer serviços educacionais com maior abrangência. Favorecer a capacitação e valorização dos docentes em função das necessidades da instituição. Viabilizar a participação do corpo discente em atividades envolvendo a FAFIMA e sociedade local. Estabelecer uma linha de comunicação efetiva com órgãos regulamentadores profissionais, como CREA e CBO. Estimular a participação de alunos no Diretório Acadêmico. Aperfeiçoar o sistema acadêmico associando-o ao processo de avaliação institucional. Verificar junto à comunidade local e região, a necessidade de criação de novos cursos. Criar alternativas para fomentar a inclusão social. As ações decorrentes destas recomendações deverão estar, logicamente, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, estabelecendo uma relação coerente entre os diversos instrumentos utilizados pela FAFIMA em sua busca pela excelência do ensino. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A avaliação institucional é um instrumento para auxiliar os gestores universitários na avaliação da eficácia e eficiência institucional, de forma promover a melhoria da qualidade das atividades da IES. É um trabalho que deve ter a participação de todos os integrantes da comunidade FAFIMA, pois cada um pode contribuir com sua visão particular da instituição, obedecendo as dimensões indicadas pelo SINAES. O processo de avaliação realizado pela CPA da FAFIMA contou com a participação de funcionários, professores e alunos que puderam externar suas impressões sobre a instituição, buscando fomentar a discussão sobre seu funcionamento e levar à reflexão sobre o papel da FAFIMA no Município de Macaé e seu entorno. Observou-se que o engajamento no processo de avaliação por parte do corpo discente foi mais expressivo que no ano anterior. Este fato demonstra que mais pessoas sentem a necessidade de participar da avaliação, que é um processo contínuo onde todos devem se envolver. A CPA percebe os esforços da Direção da IES no sentido de realizar a gestão com eficiência e eficácia, buscando associar agilidade com seriedade. Todas as questões discutidas ao longo do processo, assim como as respostas dos questionários, servirão de base para a observação dos pontos fortes e frágeis, orientando a análise de desvios e a tomada de decisão. Embora muito tenha sido conquistado pela FAFIMA em seus anos de existência, os resultados da avaliação apontam diversos pontos que precisam ser tratados, o que demonstra a importância da realização deste trabalho pela CPA. Espera-se ainda, nos próximos semestres, que a avaliação conquiste mais elementos do corpo discente e docente, e os resultados sejam ainda mais significativos que no semestre atual. A excelência no ensino é fruto da dedicação de todos, e a FAFIMA demonstra, a partir da análise criteriosa de sua estrutura, das pessoas e dos cursos e serviços oferecidos, que a avaliação institucional é um instrumento importante para se atingir uma posição de destaque entre as IES brasileiras. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOCLIN, Roberto. Avaliação Institucional: Quem Acredita? Rio de Janeiro: Espaço do Saber, 2005. BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2004, relativa à criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Disponível http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.861.htm REIS, Fábio José Garcia dos. Perspectivas da Gestão Universitária. Taubaté: Cabral, 2003. em Apêndice I – Programa FAFIMA Social Programa FAFIMA SOCIAL MACAÉ-RJ 2009 1. APRESENTAÇÃO O Programa FAFIMA SOCIAL trata-se de um projeto de Inclusão Social destinado às pessoas menos favorecidas economicamente. Pretende-se, por intermédio deste programa, possibilitar àquelas pessoas o acesso ao ensino superior, oportunizando situações de aprendizagem significativa, de melhoria da qualidade de vida e melhor inserção no mercado de trabalho. A democratização do Ensino Superior é um direito de todos, assim ampliar e criar condições para o acesso à Faculdade torna-se cada dia mais importante em nossa sociedade. A FAFIMA, consciente de sua responsabilidade social no contexto da Região Norte Fluminense, apresenta este programa de incentivo à comunidade loco - regional. A faculdade de que precisamos é uma escola centrada no desenvolvimento de competências e de habilidades, na inclusão social, na aprendizagem e no aluno - o ator, o protagonista de sua própria educação, de sua vida. 1.1 Justificativa Os homens almejam ser incluídos e aguardam ter assegurado seus direitos básicos, sobretudo direito à educação. Faz-se necessário tratar, assim, a educação dos ângulos que mais a dignificam: (1) o de direito social e da democratização de um ensino de qualidade; (2) o da pesquisa qualificada e comprometida com os problemas sociais; (3) o da organização de homens e instituições a serviço da reinvenção da ciência, da cultura, da política, da própria sociedade brasileira. A ideia de que a educação e a cultura são direitos da cidadania é recente, datando dos meados do século XIX e vindo a consolidar-se universalmente apenas em 1948, quando da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU. No caso das universidades, a ideia da formação superior como um direito do cidadão é ainda mais recente. O direito à educação faz parte dos chamados direitos sociais, que têm como inspiração o valor da igualdade entre as pessoas. O Sistema Educacional é estruturado através de três níveis: o Sistema Federal de Ensino, que congrega as unidades de ensino mantidas pela União e as instituições de ensino superior vinculadas a mantenedoras particulares, os Sistemas Estaduais (onde se inclui o do Distrito Federal) e os Sistemas Municipais, aos quais se subordinam as demais casas de ensino. As universidades e os centros universitários, estatais ou privados, gozam de autonomia administrativa, didática e financeira. Já as faculdades não possuem essa prerrogativa e seus atos são mais dependentes do Poder Público. Porém, todos repensam a democratização do acesso ao ensino superior. Dos 27 milhões de jovens entre 18 e 24 anos, apenas cerca de 4 milhões estão inseridos no contexto do ensino superior. O número de excluídos fica ainda maior se forem consideradas as demais faixas etárias: adultos e melhor idade. Hoje, as instituições públicas e privadas concentram esforços a fim de traçar caminhos de inclusão para todas as pessoas com menor poder aquisitivo, estejam elas em qualquer faixa etária. Rever paradigmas, ir além dos muros da faculdade tornou-se situação sine qua non no processo que se inicia no interior das faculdades. Uma revolução silenciosa, empreendida por aqueles que entendem sua responsabilidade social frente a esse novo quadro da educação brasileira. Muitas instituições particulares criam seus próprios programas de incentivo, sejam eles financeiros, ou não. São programas facilitadores, ações e estágios. Espera-se que tal projeto contribua para a superação das lacunas herdadas de um contexto social excludente e ajude as pessoas menos favorecidas economicamente a realizar um curso superior de qualidade na FAFIMA. 1.2 Objetivo geral O Programa FAFIMA SOCIAL objetiva: Oferecer aos estudantes menos favorecidos economicamente de Macaé e Região Norte-Fluminense a possibilidade de ingressar em um curso de graduação mediante um programa de bolsa-incentivo. 1.3 Objetivos Específicos Ainda, são objetivos dos proponentes do Projeto (Direção e Comissão Própria de Avaliação da FAFIMA), docentes responsáveis por esse Programa: Possibilitar às pessoas com menor poder aquisitivo crescimento cultural e inclusão social, ratificando a responsabilidade social da IES. Estabelecer relações interdisciplinares e transdisciplinares, cujo caráter dinamizador estimulará a compreensão do conhecimento através da leitura e produção de texto, auxiliando-os na sua inserção social; Promover um espaço de desenvolvimento interpessoal e de incentivo à busca pelo conhecimento; Disponibilizar aos participantes do programa conhecimentos necessários para fins de melhorar as suas competências e estimular as suas habilidades. 2. METODOLOGIA O Programa apresentará como perspectiva principal a inclusão social. Para tanto, as etapas de implementação serão assim desenvolvidas: Apresentação do programa ao corpo docente e discente da IES; Marketing institucional a ser realizado nas empresas locais e regionais; Aprovação dos interessados no processo seletivo 2009; Inscrição dos interessados a participar do Programa; Entrevista com assistente social e averiguação dos documentos; Seleção e efetivação da matrícula dos aprovados no programa; Acompanhamento do rendimento escolar destes alunos e levantamento de expectativas no final de cada semestre. Assim, a FAFIMA pretende disponibilizar as ferramentas necessárias para que os novos acadêmicos concluam este Programa e terminem o Curso Superior pretendido. 3. CRITÉRIOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA Aprovação no processo seletivo da FAFIMA. Comprovação de renda per capita de um salário mínimo e meio. Apresentação de documentos do grupo familiar. Assinatura de termo de aceitação dos critérios definidos pela IES para participação do programa. 4. AVALIAÇÃO Avaliar é um processo que implica em observação, diagnóstico e intervenção. O Programa a ser desenvolvido pautar-se-á nesta tríade, em consequência, como produto final, apresentará um resultado dos progressos obtidos pelos participantes. Trata-se de uma avaliação complementar que será integralizada às demais realizadas pelos acadêmicos, isto porque, tal processo vincular-se-á as áreas de conhecimento específico de cada curso e à avaliação institucional. A coordenação de curso apresentará à Direção uma relação dos acadêmicos que participarão do programa. Isso, para fins de encaminhamento destes, se necessário, ao acompanhamento da equipe multidisciplinar formada por pedagogo, psicólogo, gestor financeiro e assistente social. Para documentar tal atividade, esse projeto constará no regimento interno da instituição. 5. BIBLIOGRAFIA FREIRE, P. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 1982. PDI – Projeto de Desenvolvimento Institucional - 2006/2010. PERRENOUD, Philippe. 10 Novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas do Sul, 2000. SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2006. Proponentes do Projeto: Cláudia de Magalhães Bastos Leite - Diretora da FAFIMA Cremilda Barreto Couto -Vice-diretora Rosemari Glowacki - Coordenadora da CPA Márcia Franco Azevedo Curvello – Diretora Executiva da Fundação Educacional Luiz Reid