UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE ARQUITETURA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RECURSOS HÍDRICOS EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNO ESPECIAL Período 2015/1 O Programa de Pós-graduação em Recursos Hídricos informa que estarão abertas as inscrições para Aluno Especial para o período 2015/1, de acordo com o calendário abaixo: Descrição Data Inscrição de Aluno Especial Local: Secretaria do Programa de Pósgraduação em Recursos Hídricos/ FAET Horário: 08h às 12h e 13h30 às 16h30min 24 e 25/03 Divulgação das Inscrições Deferidas 26/03 Interposição de Recursos 27/03 Análise dos Recursos 30/03 Matrícula de Aluno Especial 01 e 02/04 DISCIPLINAS OFERTADAS – 2015/1 Estatística Aplicada aos Recursos Hídricos (carga horária 60h) - Prof. Dr. Gilson Alberto Rosa Lima, de 02/04 a 16/07 (quinta-feira das 09h30min às 11h30min e das 14h30min às 16h30min); Disponibilidade de 05 vagas. Mofopedologia Aplicada aos Recursos Hídricos (carga horária 75h) - Prof. Dr. Fernando Ximenes Tavares de Salomão, de 07/04 a 14/07 (terça-feira das 08h00min às 11h30min); Disponibilidade de 05 vagas. Modelagem Matemática Aplicada aos Recursos Hídricos (carga horária 60h) - Prof. Dr. Weliton Ttatom Pereira da Silva, de 07/04 a 14/07 (terça-feira das 13h30min às 17h30min); Disponibilidade de 05 vagas. Tópicos Especiais em Recursos Hídricos I– Gestão de Águas Urbanas (carga horária 15h) - Prof. Dr. Alexandre Silveira, de 28 a 29/05 (período integral); Disponibilidade de 05 vagas. Os documentos exigidos para a solicitação de vaga são: a) Formulário de inscrição (Anexo 1) e Declaração (Anexo 2) devidamente preenchidos; b) Fotocópia autenticada de documento de identidade (RG, carteira de motorista ou carteira de conselhos profissionais) e do CPF ou documento de identidade oficial onde conste o número de CPF. Trazer originais para autenticação ou cópia autenticada em cartório; c) Uma fotografia 3x4 recente; d) Fotocópia de diploma de graduação devidamente registrado (trazer original para autenticação ou cópia autenticada em cartório); e) Histórico escolar do curso de graduação (trazer original para autenticação ou cópia autenticada em cartório); f) Curriculum vitae (modelo Lattes/CNPq). g) Comprovante de que é aluno regular de programa de pós-graduação stricto sensu de outra universidade, se for o caso. De acordo com a Decisão nº. 7 de 13 de dezembro de 2007 do Colegiado de Curso do PPGRH serão adotados os seguintes critérios de prioridade de seleção dos interessados em cursar disciplinas como aluno especial: Alunos regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu de outras instituições de ensino superior; Candidatos aprovados nos processos de seleção do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos, porém não classificados; Outros, cuja ordem de classificação levará em consideração o curriculum vitae. O requerimento e os respectivos documentos serão recebidos pela Secretaria do Programa de Pós-graduação em Recursos Hídricos, no período de 24 e 25 de março de 2015, das 08h às 12h e 13h30 às 16h30min. O Colegiado de Curso, em concordância com os docentes responsáveis pelas disciplinas, fará a análise e homologação das inscrições. O resultado será divulgado no dia 26 de Março de 2015 no site da UFMT www.ufmt.br (link editais), no site do PPGRH e no quadro de avisos da secretaria do programa. Critérios para aprovação da inscrição: afinidades entre áreas de conhecimento apresentadas no curriculum vitae e a(s) disciplina(s) indicada (s). A justificativa (anexo1) deverá endossar tais afinidades, o interesse e o compromisso em cursar a disciplina. Existe a possibilidade de o candidato, não aprovado na disciplina para a qual se inscreveu ter a sua inscrição avaliada numa outra disciplina que ainda disponha de vagas, desde que assinale no requerimento de inscrição a concordância em ser remanejado para outra disciplina. Caberá recurso em relação ao resultado no prazo de 24 horas a contar da data de publicação do resultado. A solicitação deverá ser dirigida à Coordenação do Programa de Pós-graduação em questão, por meio de processo instruído e protocolado junto ao Setor de Protocolo Central da UFMT. O candidato cujo requerimento for aprovado deverá efetivar sua matrícula de Aluno Especial nos dias 01 e 02 de abril de 2015 na Secretaria do Programa, mediante apresentação de comprovante de pagamento da Taxa Matrícula de R$ 145,37 (cento e quarenta e cinco reais e trinta e sete centavos) por disciplina, em favor da Fundação de Apoio e Desenvolvimento da UFMT (Fundação UNISELVA), exclusivamente através de boleto bancário a ser emitido neste site: http://www.fundacaouniselva.org.br/. Somente será aceito como comprovante de pagamento o Boleto Bancário com autenticação de pagamento original ou o Boleto Bancário com o comprovante de pagamento original emitido pelos caixas eletrônicos (não serão aceitas cópias), Não serão aceitos comprovantes de agendamento de pagamento emitidos pelos caixas eletrônicos. O aluno Especial poderá cursar no máximo duas disciplinas optativas no Programa, e poderá frequentar unicamente as aulas das disciplinas nas quais estiver matriculado. Para a aprovação em cada disciplina, deverá submeter-se a todas as avaliações aplicadas aos alunos regulares, assim como alcançar a frequência mínima exigida de 75%. As atividades realizadas por aluno especial não lhe conferem qualquer direito a uma vaga como aluno regular do programa de Pós-graduação. As vagas para aluno regular somente poderão ser preenchidas por candidatos aprovados no processo seletivo específico. Em caso de aprovação em processo seletivo futuro para o Programa de Pós-graduação em Recursos Hídricos/UFMT, o aluno poderá solicitar o aproveitamento dos créditos realizados, no Programa, como Aluno Especial. Nesse caso, cabe ao Colegiado de Curso a análise dessa solicitação. O Programa se reserva no direito de não preencher todas as vagas oferecidas neste processo seletivo. Casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso do Programa. Este edital foi aprovado na reunião do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos realizada no dia 24/02/2015. Atenção: Não haverá devolução de taxa de inscrição em caso de desistência. Cuiabá, 17 de março de 2015. Prof.ª Dr.ª Zoraidy Marques de Lima Coordenadora do Programa de Pós- Graduação em Recursos Hídricos PLANOS DE ENSINO DAS DISCIPLINAS OFERTADAS – 2015/1 PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Estatística Aplicada a Recursos Hídricos Carga horária: 60 horas Período letivo: 2015/1 Créditos: 04 Professor: Gilson Alberto Rosa Lima Curso: Mestrado em Recursos Hídricos Departamento de origem: Engenharia Sanitária 2) EMENTA Distribuição Amostral, Tratamento Estatístico de Variáveis Ambientais. Regressão e Correlação. Análise de Séries Temporais. Software Estatístico. 3) PROGRAMA Funções de distribuição, medidas de tendência central e dispersão, matriz de correlação, modelos lineares e não lineares, tendências e variações em séries temporais, modelos estocásticos e estacionários. Aplicações dos modelos em variáveis ambientais. 4) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas expositivas Leitura de artigos em sala e extraclasse Solução de exercícios 5) RECURSOS Microcomputador Projetor multimídia Lousa BIBLIOGRAFIA BÁSICA DICK R. WITTINK, The Application of Regression Analysis, Allyn and Bacon, 1988. JUAN CARLOS LAPPONI, Estatística Usando Excel 40 edição, Editora Campus, 2005. HIDROLOGIA ESTATÍSTICA ; http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=981&sid=36 Notas de aula Acesso ao material bibliográfico no Ambiente Virtual de Aprendizagem; http://ava.gcabrasil.info/ 7) AVALIAÇÃO Atividades práticas de Solução de problemas propostos; Uma prova com conteúdo teórico. PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Morfopedologia Aplicada aos Recursos Hídricos Carga Horária: 75 horas Período Letivo: 2015/1 Créditos: 4 Professor Coord.: Fernando Ximenes de Curso: Mestrado em Recursos Hídricos Tavares Salomão, Antonio Brandt Vecchiato, Oscarlina Lucia dos Santos Weber, Prudêncio Rodrigues de Castro Junior, Ricardo Santos Silva Amorim. Departamentos de Origem: Geologia Geral 2) EMENTA Parte I: Embasamento Teórico e Metodológico O que é morfopedologia, importância/ aplicações. Influência das rochas: conceitos/ tipos litológicos; relações das rochas com o relevo e solo Influência das formas e feições do relevo: conceitos/ formas e feições do relevo; relações do relevo com a rocha e solo Influência do solo: conceitos/ características morfológicas e físico-hídricas/ principais tipos pedológicos; relações do solo com rocha e relevo Processos do meio físicoAbordagem morfopedológica: compartimentação morfopedológica; toposseqüência/ dedução do funcionamento hídrico Parte II: Exemplos de Aplicação Comportamento físico e químico do solo Contaminação do solo e água por agrotóxico Controle preventivo da erosão Parte III: Aulas/ trabalhos de campo e de laboratório de uma bacia hidrográfica Reconhecimento de compartimentos morfopedológicos e discussão de critérios de delimitação Elaboração de toposseqüência em vertente selecionada Dedução do funcionamento hídrico Interpretação dos processos da dinâmica superficial Prova de avaliação Execução de ensaios físico-hídricos em amostras de solo (deformadas e indeformadas): granulometria/ densidade/ argila dispersa/ macro e micro porosidade/ condutividade hidráulica/ capacidade de campo 3) OBJETIVOS Transmitir as bases conceituais e metodológicas da morfopedologia, e demonstrar sua aplicação em estudo dos processos da dinâmica superficial e de impactos nos recursos hídricos. 4) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas expositivas Leitura de artigos em sala de aula Solução de exercícios 5) RECURSOS Aulas teóricas, práticas de campo, laboratório, exercícios de avaliação. 6) BIBLIOGRAFIA CASTRO, S.S., SALOMÃO, F.X.T. 2000. Compartimentação Morfopedológica e Suas Aplicações: Consideração Metodológica. GEOUSP Espaço e Tempo, nº 7, p. 27 – 37. GUERRA, A.S.T., SILVA,A.S., BOTELHO, R.G.M. (Org.). 2007. Erosão e Conservação dos Solos: Conceitos, Temas e Aplicações. Bertrand Brasil. Rio de Janeiro. 3ª Ed. 339p. OLIVEIRA, A.M.S., BRITO, S.N.A. 1998 (Ed.). Geologia de Engenharia – ABGE. São Paulo. 576 p. OLIVEIRA, J.B. 2005. Pedologia Aplicada. Piracicaba – SP:FEALQ. 574p. OLIVEIRA, J.B.; JACOMINE, P.K.T.; CAMARGO, M.N. 1992. Classes Gerais de Solos do Brasil: guia auxiliar para seu reconhecimento. Jaboticabal, FUNEP. 201p. PENTEADO, M.M. Fundamentos de Geomorfologia.1974. IBGE, Biblioteca Geográfica Brasileira, Série D, Publicação n°3. 158p. Ilustr. RESENDE, M.; CURI, N. e LANI, J.L. 2002. Reflexões Sobre os Solos Brasileiros. In: RESENDE, M; CURI, N. e LANI, J.L. Tópicos em Ciência do Solo. Vol. II, Viçosa, Sociedade Brasileira De Ciência do Solo, p. 593-645. RESENDE, M.; CURI, N.; SANTANA, D.P.1988. Pedologia e Fertilidade do Solo: interações e aplicações. Piracicaba, MEC/ESAL/POTAFOS. 81p. RESENDE,M.;CURI,;RESENDE,S.B.;CORRÊA, G. G. Pedologia, base para distinção de ambientes. 3ª ed. Viçosa, NEPUT, 1999. 338p. SALOMÃO, F.X.T. Processos erosivos lineares em Bauru (SP): regionalização cartográfica Aplicada ao controle preventivo urbano e rural. São Paulo, 1994. (Tese de Doutoramento FFLCH-USP Departamento de Geografia). 7) AVALIAÇÃO: Prova escrita, freqüência, desempenho em aulas práticas. PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Modelagem Matemática Aplicada aos Recursos Hídricos Carga Horária: 60 horas Período Letivo: 2015/1 Créditos: 4 Professor Coord.: Welitom Ttatom Pereira da Curso: Mestrado em Recursos Hídricos Silva Departamentos de Origem: Engenharia Sanitária e Ambiental 2) EMENTA 1. INTRODUÇÃO À MODELAGEM MATEMÁTICA: modelo, modelo matemático, procedimento para modelagem, definição de objetivos do modelo, concepção do modelo. 2. FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE SISTEMAS AMBIENTAIS: filosofia dos sistemas ambientais, técnicas de otimização, formulação de Lagrange, método de Newton Raphson, Programação Linear, método Simplex, Programação Não-linear, condições de KuhnTucker, função Dual, algoritmos. 3. MÉTODOS DE PESQUISA OPERACIONAL: programação matemática, otimização, análise de decisão com múltiplos objetivos e múltiplos critérios, sistemas especialistas. 3) OBJETIVOS Abordar os principais aspectos referentes modelagem matemática para recursos hídricos. Possibilitar aos alunos um contato com exemplos de aplicação em situações reais (possibilidades de aplicações no ambiente profissional e acadêmico). 4) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Para o desenvolvimento do tema realizar-se-á aula expositiva com auxílio de projetor multimídia e lousa. São previstas também a realização de experimentos no laboratório de Hidráulica, no Centro Experimental de Hidráulica e Sanaeamento Ambiental (CEHISA/DESA) e a utilizando softwares. 5) RECURSOS Para realização das aulas serão necessários equipamentos do laboratório de hidráulica (conexões, tubulações, bombas, piezômetros, outros), computadores e equipamento do CEHISA (estação de tratamento de efluentes e respectivos equipamentos). 6) BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGUIRRE, L. A. (2007). Introdução a identificação de sistemas – Técnicas lineares e nãolineares aplicadas a sistemas reais. 3. 130e., Belo Horizonte, Ed. Universitária UFMG, 728p. GIARRATANO, J. C.; RILEY, G. D. (2004). Expert system: principles and programming. 4 ed., PWS Publishing Company, Boston, 842p. GOICOECHEA, A.; HANSEN, D. R.; DUCKSTEIN, L. (1982). Multiobjective Decision Analysis with Engineering and Business Applications. John Wiley & Sons, New York, 519p. PORTO, A. L. L.; LANNA, A. E. L.; BRAGA Jr., B. P. F.; CIRILO, J. A.; JAHED Filho, K.; GOBETTI, L.; AZEVEDO, L. G. T.; BARROS, M. T. L.; BARBOSA, P. S. F. (2002). Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos. UFRGS/ABRH, Porto Alegre, 420p. RESENDE, S. O.; EVSUKOFF, A. G.; GARCIA, A. C. B.; CARVALHO, A. C. P. L. F.; BRAGA, A. P.; MONARD, M. C.; EBECKEN, N. F. F.; ALMEIDA, P. E. M.; LUDERMIR, T. B. (2005). Sistemas inteligentes: fundamentos e aplicações. Barueri, Malone, 525p. TAHA, H. A. (2008). Pesquisa operacional: uma revisão geral. Tradução Arlete Simille Marques, revisão técnica Rodrigo Amaro Scarpel, 8. ed., Pearson Prentice Hall, São Paulo, 359p. TUCCI, C. E. M. Modelos Hidrológicos. Editora da Universidade UFRGS/ABRH, 1998, 669p. 7) AVALIAÇÃO: Será feita de avaliação de conhecimento, cujo tema permite que seja observado o entendimento do aluno acerca dos conteúdos apresentados. Serão aprovados os alunos que obtiverem: (1) Frequência às aulas igual ou superior a 75%. (2) Média ponderada de trabalhos e avaliações (MP) igual ou superior a 6,0 pontos. Em que: AV é a média de notas de avaliações (verificação de aprendizagem); TA é a nota média dos trabalhos de apoio; e, TM é a média dos trabalhos de modelagem matemática. PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Gestão de Águas Urbanas Carga horária: 15 horas Período letivo: 2015/1 Créditos: 1 Professor: Alexandre Silveira Curso: Mestrado em Recursos Hídricos Departamento de origem: Instituto de Ciência e Tecnologia - Universidade Federal de Alfenas – Campus Avançado de Poços de Caldas 2) EMENTA Efeitos da urbanização sobre o ciclo Hidrológico. Drenagem urbana convencional e alternativa. Técnicas compensatórias em drenagem urbana. Medidas estruturais e não estruturais. Amortecimento de ondas de cheia em reservatórios. Estudo de Caso: “Piscinão”. 3) PROGRAMA UNIDADE I MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS URBANAS Introdução Práticas de manejo Controle na fonte Urbanização e drenagem A água pluvial como recurso hídrico Urbanização e drenagem Sustentabilidade do sistema de drenagem no ambiente urbano Sistema de alerta, de prevenção e acionamento da defesa civil Aspectos legais e regulatórios da drenagem urbana UNIDADE II CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE DRENAGEM URBANA COM USO DE TÉCNICAS COMPENSATÓRIAS Tipos de técnicas compensatórias Concepção dos sistemas de drenagem Viabilidade técnica Avaliação de sistemas de drenagem UNIDADE III TÉCNICAS COMPENSATÓRIAS Bacias de detenção Técnicas compensatórias lineares Técnicas compensatórias localizadas UNIDADE IV ESTUDO DE CASO Exemplo de dimensionamento de bacia de detenção (piscinão). 4) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas expositivas Leitura de artigos em sala e extraclasse Solução de exercícios 5) RECURSOS Microcomputador Projetor multimídia Lousa Laboratório de informática 6) BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAPTISTA, M. B.; NASCIMENTO, N. O.; BARRAUD, S. Técnicas Compensatórias em Drenagem Urbana. 1º Edição. Porto Alegre: ABRH, 2005. 266p. CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. Editora: Oficina de Textos, 2005. RIGHETTO, A. M. (Org.). Manejo de Águas Pluviais Urbanas. Projeto Prosab, Editora ABES, Rio de Janeiro, 2009. TUCCI, C. E. M. (Org.). Hidrologia – Ciência e Aplicação, Editora da UFRGS/ Coleção ABRH Volume 4, 3a Edição, 943 p., 2004. TUCCI, C. E. M. Gestão de Águas Pluviais. Série Saneamento para Todos, Vol. 4, Ministério das Cidades, 2006 TUCCI, C. E. M. Inundações Urbanas. Associação Brasileira de Recursos Hídricos, vol. 11, 2007. 7) AVALIAÇÃO Projeto: dimensionamento de um reservatório de detenção (piscinão) . Solução em planilha eletrônica.