A BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL DE ALAGOAS: ACESSO À INFORMAÇÃO AOS MOVIMENTOS SOCIAIS DE ALAGOAS Márcio Adriano C. dos Santos Graduando do curso de Biblioteconomia da UFAL [email protected] Zayr Cláudio Gomes da Silva Graduando do curso de Biblioteconomia da UFAL [email protected] Eixo Livre Resumo: Historicamente vem se discutindo acerca da importância da Biblioteca Pública, como fonte de acesso à informação a qualquer indivíduo. Pois, entende-se que os movimentos sociais se caracterizam como tal, e têm indivíduos com necessidades de informações, pertinentes as suas reivindicações. O trabalho tem objetivo de analisar a importância da Biblioteca Pública de Alagoas para os movimentos sociais. Portanto, a metodologia elegeu três etapas para sistematizar a pesquisa, na primeira etapa, faz um mapeamento do acervo bibliográfico disponível pela referida biblioteca e oferecido a sua comunidade, a segunda etapa, mapea os serviços proporcionados pela mesma, a terceira etapa, mapea os projetos desenvolvidos, com um recorte na literatura de cordel. Palavras-chave: Biblioteca Pública Estadual de Alagoas. Movimentos Sociais - Biblioteca Pública. Acesso à Informação. 1 INTRODUÇÃO De acordo com a história ter a acesso à informação no Brasil sempre foi um sinônimo de poder aquisitivo, tal marco se deu na Família Real, no período de colonização deste país – Brasil. Nesse sentido, a Família Real trouxe para a sua colônia a riquíssima biblioteca. Assim, nota-se que a informação era monopolizada pela aquela elite, já naquela época, conforme nas palavras de (SUAIDEN, 2000, p.1) afirmando que: “a vinda da Biblioteca e da Imprensa Real também não representou indicadores efetivos do acesso e da disponibilidade de informação para toda a sociedade.” e segundo o mesmo autor, foi no dia 5 de fevereiro de 1811, que Pedro Gomes Ferrão de Castello Branco, encaminhou um projeto ao governador da Capitania da Bahia, solicitando a aprovação do plano para a fundação da Biblioteca. Esse documento, que historicamente é o primeiro projeto na história do Brasil com o objetivo de facilitar o acesso ao livro, mostrava grande preocupação com a área da educação. O plano foi aprovado, e a Biblioteca inaugurada no Colégio dos Jesuítas em 4 de agosto de 1811. Posteriormente, todas as providências para a fundação de bibliotecas partiram sempre da iniciativa governamental. Posteriormente, a este período foram implantadas novas bibliotecas estaduais em todas as colônias da Família Real, a biblioteca era vista legalmente criado por um decreto estadual, porém alguns administradores não tinham uma visão de como administrar essas bibliotecas. Contudo, nota-se a ausência de profissionais bibliotecários para criar novos meio de subsidiar a informação aos indivíduos, no entanto diríamos hoje a informação para os movimentos sociais em alagoanos, assim podendo se inserissem na chamada Sociedade da Informação, que se caracteriza pelo uso e manipulação da informação e, sobretudo, gerando conhecimento para a tomada de decisão. Portanto, o objetivo principal deste trabalho é discutir a importância da BPEAL para os movimentos sociais em alagoas, no sentido de observar como estar à estrutura informacional: o seu acervo, os serviços e os projetos desenvolvidos pela Biblioteca Pública Estadual de Alagoas, no sentido de suprir as lacunas de informação para o fomento da cidadania como um todo. 2 A BIBLIOTECA PÚBLICA A informação é considerada por alguns especialistas da érea, como uma matéria prima do processo de desenvolvimento da sociedade como um todo. Gerando assim, grandes potenciais para o crescimento pessoal e, sobretudo, coletivo; o fato é que, a informação é um sinônimo de poder e de riqueza numa sociedade individualista e cada vez mais capitalista. Isso significa que, a biblioteca pública tem a missão e objetivo, de diminuir essas discrepâncias, de ausência de informação na atual conjuntura. Ora segundo, as palavras de Suaiden (1995) diz que: [...] Objetivo da biblioteca pública é melhorar a qualidade de vida da comunidade; a biblioteca pública é a base fundamental do sistema educacional e cultural; seu objetivo principal é a formação do hábito da leitura; sua missão é assistir os usuários através de um acervo compatível com as necessidades da população. Nota-se a grande importância desta instituição para a sociedade contemporânea e, sobretudo, para os movimentos sociais manter-se em seu pleno desenvolvimento. Falando nisso, Suaiden (1995) apud Manifesto da UNESCO (1994) diz que: [...] A biblioteca pública e uma mostra da fé que tem a democracia na educação de todos como um processo continuo ao longo da vida, assim como na atitude de todo o mundo para conhecer as conquistas da humanidade no campo do saber e da cultura. A biblioteca pública é o principal meio de dar a todo mundo livre acesso à soma dos conhecimentos e das idéias do homem às criações de sua imaginação. Sua missão consiste em renovar o espírito do homem, suprindo-o de livros. Nesse contexto, de livre acesso à informação, a biblioteca pública pode nortear os cidadãos que estão desprovidos de acesso à informação propriamente dita. Assim sendo, deverá desenvolver métodos que viabilizem de forma geral um serviço de informação para todos os seguimentos da chamada Sociedade da Informação. Uma vez que, existe uma necessidade de informação por parte de vários movimentos sociais, de Maceió – Alagoas – Brasil. Contudo, a (BPE-AL), em quanto um real difusor da cultura e do conhecimento registrado pode minimizar as disparidades entre as comunidades do chamado subúrbio, ou seja, da periferia. Assim, vale chamar a atenção para alguns pontos que estão relacionados como os objetivos mais complexos da biblioteca pública. Segundo Cunha (2003) afirmar que: A idade contemporânea favorece essa evolução com a consolidação dos ideais democráticos baseados na filosofia da educação para todos, o que pode explicar a proliferação de criação de bibliotecas públicas, no século XIX quando esse ideal ganha força e se propaga. O fenômeno também mostra a razão da estreita relação entre a biblioteca pública e a educação, seja no apoio à educação formal, seja, sobretudo, como espaço de aprendizagem contínua. Para Cunha (2003) o momento é oportuno de se criar processo para dar suporte, ou seja, da informação porque tradicionalmente, como funções básicas da biblioteca pública: educação, informação, cultura e lazer. Funções que permanecem inerentes à instituição, sendo alteradas em conteúdo, formando estratégias, na media em que se modifica o contexto social onde se situam. Na sociedade contemporânea, com outras demandas da sociedade e com a presença marcante das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – (NTIC’s), há que se promover à atualização contínua dos recursos humanos, para que possam melhorá e, desempenhar essas funções básicas, que para alguns são consideradas tradicionais, mas em sintonia com o novo modelo social. Nesse sentido, (MANIFESTO DA UNESCO, 1994). Discorre felizmente sobre as missões da biblioteca pública relacionada com a informação, a alfabetização, a educação e a cultura são as seguintes: • Criar e fortalecer os hábitos de leitura nas crianças desde a primeira infância; • Apoiar a educação individual e a auto-formação, assim como a educação formal a todos os níveis; • Assegurar a cada pessoa os meios para evoluir de forma criativa; • Estimular a imaginação e criatividade das crianças e dos jovens; • Promover o conhecimento sobre a herança cultural, o apreço pelas artes e pelas realizações e inovações científicas; • Possibilitar o acesso a todas as formas de expressão cultural, das artes e do espetáculo; • Fomentar o diálogo intercultural e a diversidade cultural; • Apoiar a tradição oral; • Assegurar o acesso dos cidadãos a todos os tipos de informação da comunidade local; • Proporcionar serviços de informação adequados às empresas locais, associações e grupos de interesse; • Facilitar o desenvolvimento da capacidade de utilizar a informação e a informática; • .Apoiar, participar e, se necessário, criar programas e atividades de alfabeti- zação para os diferentes grupos etários. No tocante, entende-se que os serviços da biblioteca pública devem ser, gratuitos para todos os seus usuários, potências e não potências e, sobretudo, os usuários que em hipóteses alguma freqüenta a mesma. Portanto, deve ser formulada uma política clara, definindo objetivos, prioridades e serviços, relacionados com as necessidades da comunidade local, especifica- mente os movimentos sociais. A biblioteca pública estadual de alagoas deve ser um lugar eficazmente organizado e mantido padrões profissionais de funcionamento para o uso. 3 O QUE SÃO MOVIMENTOS SOCIAIS? Para maiores esclarecimentos a cerca do sejam movimentos sociais na atual conjuntura, de acesso à informação para todos sem discriminação e, sobretudo, para a conquista da plena cidadania dos indivíduos dos movimentos sociais, que é o sujeito desta pesquisa. Nesse sentido Gohn (2003) diz que os movimentos sociais são: Para nós, desde logo é preciso demarcar nosso entendimento sobre o que são movimentos sociais: nós os vemos como ações sociais coletivas de caráter sócio-político e cultural que viabilizam distintas formas da população se organizar e expressar suas demandas. Na atualidade os principais movimentos sociais atuam por meio de redes sociais, locais, regionais, nacionais e internacionais, e utilizam-se muitos dos novos meios de comunicação e informação, como a internet. [...] Os movimentos sempre existiram e cremos que sempre existirão. Para Gohn (2003) os movimentos sociais representam forças sociais que por meio das redes sociais e das reivindicações conseguem resistir às lacunas dessa sociedade hipócrita massificadora dos menos abastados no nosso Brasil, principalmente no Estado de Alagoas, onde alguns têm um discurso de dizer que o Estado é pobre, porém toda via, sabemos que a riqueza de alagoas esta centrada na elite – canavieira. Assim sendo, precisamos mudar na medida do possível esse paradoxo no que diz respeito, a centralização dos bens e serviços disponíveis em alagoas, pelas palas bibliotecas públicas de alagoas; no tocante o da igualdade de acesso à informação para todos e assim, os movimentos sociais necessitam de uma participação maior dos bibliotecários nessa transformação. Contudo, Participar de movimentos sociais, independentemente da idade possibilita uma formação educativa. Gohn (2003) elucida sobre este aspecto educativo dos movimentos sociais afirmando que: [...] todos os processos que envolvem a aprendizagem de novas informações referentes a novos hábitos, valores, atitudes e comportamentos. Este conjunto, depois de sistematizado, codificado e assimilado pelos indivíduos e grupos sociais, constitui elementos fundamentais para a geração de novas mentalidades e novas práticas sociais, fundamentais para a formação dos indivíduos enquanto cidadãos. Segundo GOHN (2003) é especificamente os movimentos sociais pertence uma formação educativa tanto formal, quanto informal, pois de um lado as canções, a dança e o próprio convívio entre os membros são experiências educativas informais que contribuem para uma conscientização política e, sobretudo, na formação de um modo de ser no mundo; por outro lado, os membros dos movimentos, trazem a intencionalidade desta educação, que muitas vezes é concretizada, inclusive por meio de projetos desenvolvidos em instituições como escolas e os próprios movimentos sociais. 4 A BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL DE ALAGOAS: contexto histórico O prédio onde hoje é a Biblioteca Pública Estadual, foi construído por José Antonio de Mendonça, o então conhecido “Barão de Jaraguá”. Durante os anos de 1844 a 1849, chamado PALACETE “BARÃO DE JARAGUÁ”, que está localizado no largo da Matriz, na atual Praça do Dom Pedro ΙΙ, que foi por muito tempo à residência daquele Titular do Império, agraciada com o título de Babão em março de 1860. Como o Barão era membro da presidência da comissão da Igreja da Catedral e, naquela época e trouxe como seu convidado de honra o Imperador Dom Pedro ΙΙ e a Imperatriz Tereza Cristina, para uma solene inauguração da Catedral, fato este em 31 de dezembro de 1859, numa visita que durou 11 (onze) dias em vários pontos da província. No tocante, este importante monumento só foi declaro como biblioteca, a partir do Decreto de nº 6219, de 01 abril de 1985; falando nisso, foi em 26 de junho de 1865, que o presidente da Província de Alagoas, o Desembargador João Gonçalves Campos, assinou a Resolução 453, que criou a Biblioteca Pública Estadual de Alagoas em 1941, foi incorporada ao Estado. Portanto, em dezembro de 1989, é criada a Secretaria de Cultura a qual hoje a (BPE-AL), passa a ser subordinada. Finalmente, discutiremos as questões, metodológica desta discussão sobre a Biblioteca Pública Estadual de Alagoas. Portanto, estão abaixo todo o método usado no estudo são eles: 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A pesquisa adotou técnicas quantitativas, usando como suporte a Web. Assim, elegeram-se três etapas para sistematizar a referida metodologia, a primeira etapa, faz o mapeamento do acervo bibliográfico disponível a sua comunidade a quem está unidade informacional serve a segunda etapa, mapea os serviços oferecidos por tal biblioteca, a terceira etapa, mapea os projetos desenvolvidos pela Biblioteca Pública Estadual de Alagoas, assim, faz-se saber tais etapas. 5.1 O ACERVO O acervo da (BPE-AL) possui mais de 93 (noventa e três mil), livros de diversas áreas do conhecimento, segundo as informações disponíveis no site da Secretaria de Estado da Cultura – SECULT. Nesse sentido, a atualização do acervo é feita através de doações que a comunidade alagoana e o Ministério da Cultura, faz mediante os projetos e pelo Sistema de Estadual de Bibliotecas Públicas. Porém toda via percebe-se que a BPE-AL, não possui uma política de desenvolvimento de coleções, que possa subsidiar a aquisição de materiais de informação e, sobretudo, desenvolver seus projetos sem depender de doações feitas pela comunidade como um todo. Portanto, vale salientar que as doações são bem vindas, e deve ser usado como mais uma forma de adquirir novos materiais informacional. 5.2 OS SERVIÇOS Os serviços fornecidos pela Biblioteca Pública Estadual de Alagoas são sistemáticos e atualmente está dividida conforme foi encontrado na página da SECULTAL. Portanto, veja no quadro abaixo esses serviços. Quadro 01: Serviços disponíveis pela BPE-AL Serviços: Atendimento ao público Atendimento as escolas com visitas programadas Atendimentos aos turistas em visitação Exposições diversas Comemorações de datas festivas significativas Contação de histórias Oficinas de incentivo à leitura e sessão de vídeos Lançamentos de livros Empréstimo - SI* Fonte: SECULT-AL / 2008 Além desses serviços são oferecidos outros como, pesquisas, exposições de livros, tudo agendadas por interessados. Ora a BPE-AL disponibiliza no seu prédio o Acervo Público Estadual; onde ficam todas as informações referentes ao desenvolvimento que o Estado teve durante a sua história. Portanto, SI* significa serviço não identificado no estudo feito a partir da Web. Logo, percebe-se que é muito importante fazer uma pesquisa em in loco, para mais elucidação a respeito desses serviços que a Biblioteca Pública Estadual de Alagoas nos dispõe. 6 OS PROJETOS No tocante, são desenvolvidos pela Biblioteca Pública Estadual de Alagoas são 5 (cinco) tipos de projetos, segundo essa pesquisa. Assim, esses projetos seguem uma agenda de eventos que acontecem no Estado o ano todo e, alguns desses exclusivamente como é o caso do PROLER. Portanto, segue abaixo os projetos da BPE-AL, são: Quadro 02: Projetos Desenvolvidos pela BPE-AL Projetos: Sorria, você está com a biblioteca Sorria, você está com a biblioteca Cordel Conservação Conservação Fonte: SECULT-AL / 2008 No entanto, fica claro que BPE-AL, não possui um coeficiente suficiente dos respectivos projetos. Assim, a pesquisa só conseguiu identificar esses tipos de projetos; que são encontrados na página da Secretaria de Cultura de Alagoas – SECULT-AL. Desta forma, a referida biblioteca precisa desenvolver algum urgente no que diz respeito, a acessibilidade de informação, para haver emancipação dos indivíduos que representam os movimentos sociais em alagoas. Contudo, vale salientar que à Biblioteca Pública Estadual de Alagoas, vem fomentando um relevante trabalho de difusão da literatura de cordel, como fonte de informação e principalmente na preservação da cultura popular do Estado de Alagoas. Portanto, tenta-se delinear a referida literatura. 6.1 LITERATURA DE CORDEL 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante dos dados adquiridos pelas etapas dos procedimentos metodológicos. Pode-se inferir que, o quantitativo encontrado nas referidas etapas, evidencia que, a Biblioteca Pública de Alagoas, necessita de investimentos: de recursos informacionias em diversas áreas do conhecimento, cabe também sinalizar acerca de se ter uma agenda especifica por parte da para atender as reais necessidades que a biblioteca tem, sobretudo, um quadro de profissionais que fomentem projetos para este segmento, isto é, os movimentos sociais. Assim sendo, nota-se que a BPE-AL, tem o objetivo de melhorar a qualidade informacional de toda população alagoana, uma vez que a mesma deve constituirse, cada vez mais, em um centro convergente das aspirações comunitárias, ou seja, deve ter uma identificação extremamente adequada à comunidade e contribuir para resolver os problemas que são próprios à mesma. Por conseguinte, para isso, entendo que deve haver bibliotecário técnico, mas, com uma visão mais humanista em relação à disseminação da informação, que tanto discorremos nas Universidades Brasileiras. Precisamos para com essa falácia e, sermos mais éticos com os indivíduos menos abastadas de informação especificamente os movimentos sociais, que podem ficar à margem da Era da Informação, caso os gestores de bibliotecas públicas, bibliotecários, entre outros profissionais da informação nada faça para tentar mudar esta realidade no Estado de Alagoa. Em fim, este estudo chama a atenção dos Bibliotecários gestores de Bibliotecas Públicas do Estado de Alagoas, para uma reflexão acerca do comprometimento do acesso à informação, garantida pela constituição brasileira de 1988. REFERÊNCIAS AFFONSO. Rui de Britto Álvares; SILVA, Pedro Luiz Barros (org.). Desigualdades regionais e desenvolvimento. São Paulo: Fundap/Unesp, 1995. ALVAREZ, Sonia; DAGNINO, Evelina; ESCOBAR, Arturo (org). Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000. CUNHA, Vanda Angélica. A biblioteca pública no cenário da sociedade da informação. Biblios. Ano 4, n.15, p. 1-10, abril./junho 2003. Disponível em: < http://eprints.rclis.org/archive/00002418/>. Acesso em: 16 de out. 2008. GENTILI, Pablo, (org.). Globalização excludente. Desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. Petrópolis: Vozes / CLACSO, 1999. GOHN, Maria da Glória. História dos Movimentos e lutas sociais. A construção da cidadania dos brasileiros. São Paulo: Loyola, 1995. ________. Movimentos sociais no início do século XXI: antigos e novos atores sociais. Petrópolis; Rio de Janeiro: Vozes, 2003. ________. Reivindicações populares urbanas: um estudo sobre as associações de moradores em São Paulo. São Paulo: Cortez, 1982. * p. 270. ________. Teorias dos movimentos sociais. Paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 1997. IFLA/UNESCO. Manifesto bibliotecas públicas. 1995. Disponível em:<http://www.ifla.org/VII/s8/unesco/port.htm>. Acesso em: 16 de out. 2008. CASTELLS, Manuel. Movimientos sociales urbanos. 4ª edição. Mexico: Siglo Veiteiuno, 1997. SUAIDEN, Emir José. A biblioteca pública no contexto da sociedade da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 2, p. 52-60, mai./ago. 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n2/a07v29n2.pdf/ >. Acesso em: 19 de outubro de 2008. SUAIDEN, Emir José. Biblioteca pública e informação à comunidade. São Paulo: Global, 1995. TARGINO, M. G. Conceito de biblioteca. Brasília: Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal, 1984.