Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento I Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento 2 Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento 3 Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 2 - QUEM SOU EU? Documento 1 Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 3 - O MEU CORPO E OS MEUS SENTIDOS Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 3 - O MEU CORPO E OS MEUS SENTIDOS Documento 2 Assinala a letra: A nas partes ou aspectos do próprio corpo com as quais nos sentimos satisfeitos e que nos agradam; a letra B nas partes do corpo pelas quais não sentimos nada de especial, pelo que, na maioria das vezes, não damos por elas; a letra C nas partes do corpo com as quais temos dificuldade em nos relacionar ou das quais não gostamos mesmo. Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 3 - O MEU CORPO E OS MEUS SENTIDOS Documento 3 (Depois de terem lido e analisado os textos, os catequizandos são convidados a preencher a tabela que se encontra no catecismo.) QUESTÕES SOBRE OS TEXTOS: Mt 9, 2-7 (paralítico) Mt 9, 18-19; 23-26 (filha de Jairo) Lc 7, 37-39. 44-48 (pecadora-unção) 1 – Quem é a pessoa que se encontra com Jesus? Um homem enfermo; Homem e uma menina; Mulher. 2 – Caracteriza essa pessoa. Paralítico; Pai aflito, triste, angustiado; menina - doente, morta; Mulher com má fama. 3 – Que gestos tem Jesus para com essa pessoa? O perdão, a cura; Vai a casa, chama e pega na mão da menina; Aceita o gesto terno da unção. 4 – Que gestos tem essa pessoa para com Jesus? Obedecendo a Jesus, levantou-se e foi para casa; Obedecendo a Jesus, levantou-se; Recebe a palavra de perdão de Jesus. CATEQUESE 4 - ABERTOS À VIDA Documento 1 “A nossa vida é como uma comédia: ninguém repara se foi longa, e sim se foi bem representada.” Sêneca “Viver é fazer e fazer-se.” J. Debruynne “Para viver é preciso criar o mundo.” J. Debruynne “Viver não está entalado entre o “Nascer” e o “Morrer”. É o seu fruto.” Anónimo “Viver é um caminho que se faz a pé...” J. Debruynne “Enquanto se vive é necessário aprender a viver.” Séneca “A vida é um círculo de acções, e o interesse é o seu centro.” Orlandi “Viver e morrer são actos solitários.” Anónimo “A vida que é vida só se consegue com a realização pessoal.” Anónimo ”Viver é correr em direcção à morte.” Dante “A vida é um permanente sofrimento.” Anónimo “A vida não é um dom, é um empréstimo.” Theuriet “A vida é uma teimosa caçada à felicidade, que não existe.” Anónimo “A vida é um cântico onde toda a alma é uma voz.” Lamartine Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 4 - ABERTOS À VIDA Documento 2 ESTRANHA DOENÇA Uma estranha doença começou a espalhar-se por todo o mundo. Os que sofriam dela notavam que o seu coração se ia tornando cada vez mais pequeno. Iam perdendo as forças e a alegria. Só tinham vontade de estar deitados. Os médicos não percebiam como isto era possível. Por mais medicamentos que receitassem, não conseguiam curá-los. Alguns tentaram fazer transplantes de coração, mas este voltava novamente a ficar pequeno. Já não sabiam o que fazer. Entretanto, a doença ia contagiando rapidamente mais pessoas. Os hospitais já estavam cheios e continuamente iam aparecendo novos doentes. Todo o mundo ficou doente do coração. Todos estavam deitados nas suas camas, esperando o fim. Ou melhor, quase todos. Havia uma pessoa que não tinha sido contagiada. Era um velhinho que, ao contrário de todos, tinha um coração grande. O seu coração era maior que o normal. Dedicou-se a cuidar dos doentes. Deu-se conta de que, se pegasse na mão do doente, lhe sorrisse ou o levasse a ver a natureza, o seu coração pequeno começava a crescer. E quando deixava a mão do doente, o coração deixava de crescer. Depressa descobriu o que ninguém tinha conseguido descobrir: essa estranha doença, que encolhia os corações, era provocada pela falta de interesse pela vida, falta de atenção, de carinho e amor. Pôs mãos à obra: começou a cuidar doente por doente. Pegava-lhes na mão, sorria-lhes, e convidavaos a um passeio pelos jardins, aldeias, cidades, etc. Quando tinham o coração grande para ver e apreciar a vida, já se podiam levantar da cama e ajudar a curar outros doentes. Rapidamente foi-se espalhando por todo o mundo este novo medicamento, desconhecido por muitos. Começaram a aparecer em todas as partes pessoas de grande coração. Toda a gente se curou e os seus corações voltaram a bater com força. Desde então, se alguém voltava a sofrer daquela estranha doença, bastava pegar na mão e sorrir. Algumas questões: - Quais eram os sintomas daquela doença? - Quem foi o único que não se contagiou? Porquê? - Qual foi o medicamento que o velhinho descobriu para curar a doença? - Que faziam os que se curavam? Porquê? - O que acontece quando ninguém se interessa por nós? Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 5 - JESUS TORNOU-SE UM DE NÓS Documento 1 MENSAGEM DE NATAL «Não temais. Eis que vos anuncio uma grande alegria: Hoje nasceu para nós, na cidade de David, um Salvador que é Cristo Senhor!» (Lc 2, 10-11). Estas foram as palavras do primeiro anúncio do Natal, como acontecimento de «grande alegria» para a humanidade. Desde a noite de Belém até hoje, o Natal continua a suscitar hinos de alegria que exprimem a ternura de Deus semeada no coração dos homens. Em todos os lugares e em todas as línguas do mundo, celebra-se o acontecimento mais importante e mais humilde: Jesus Cristo, o Emanuel, Deus connosco! Sim, é o maior prodígio realizado por Deus. Ele mesmo se fez homem e veio habitar entre nós, entrou nos nossos caminhos para nos abrir um caminho novo de luz, de fraternidade, de esperança. A alegria do Natal tornou-se património de inumeráveis povos. Todos somos chamados a participar nela e a partilhá-la. Inundou os corações dos homens e conhece múltiplas expressões na história e na cultura das nações cristãs: tradições e cânticos, representações sagradas, a reunião de famílias na Ceia de Natal, votos recíprocos de paz e felicidade, gestos de partilha generosa com os necessitados, etc. Entre todas estas manifestações continua a sobressair o presépio, que nos ajuda a não esquecer Aquele que realmente festejamos! Junto ao presépio coloquemos as ânsias e as esperanças, as de cada um, de cada família e do nosso mundo; pois o Natal de Cristo é fonte de uma cultura de comunhão, de paz e de alegria. Que a todos os corações e a todas as casas cheguem os votos de um Natal vivido no amor verdadeiro, que gera fraternidade!». (D. António Marto, Viseu, 2005) - Acontecimento celebrado; - Principais símbolos e tradições do Natal; - Atitudes de quem celebra o Natal; - Principais valores de Natal. CATEQUESE 5 - JESUS TORNOU-SE UM DE NÓS Documento 2 CARTA A JESUS Sempre gostei muito do Natal. Mesmo com frio eu gosto do Natal. As pessoas crescidas dizem que há Natal por causa de Ti. É assim como que a tua festa de anos. No Natal há muitas luzes, as pessoas fazem doces, compram-se muitas prendas... Eu acho tudo isso muito bom, mas parece-me que, às vezes, as pessoas já só pensam nelas e se esquecem de Ti. Eu sei que Tu nasceste pobrezinho, mas havia anjos para te fazer uma festa. Diziam umas palavras muito bonitas: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”. Olha, eu ainda não sei muito bem o que essas palavras querem dizer, mas devem ser importantes. Nessas palavras todas, há uma que se ouve muitas vezes - a palavra PAZ. Mas tu deves estar muito triste e admirado, porque as pessoas grandes só usam essa palavra para dizerem que a paz não existe. Hoje só se fala de guerra. As pessoas andam sempre à bulha. Nas aldeias e ruas das nossas terras, as pessoas não são muito amigas. Às vezes, nas casas das pessoas fala-se muito alto e faz-se muito barulho, sinal de que não estão em paz. Mas o que mais me admira é as pessoas dizerem que gostam muito de Ti. Não sei bem!... Se gostassem como dizem, acho que deviam mesmo fazer paz. Olha, Menino Jesus, vou-te prometer uma coisa: como sei que gostas das pessoas que vivem em paz, vou fazer tudo para me dar com os meus colegas e dizer às pessoas crescidas que devem fazer o mesmo. (Ana – J.A.)