NOTAS DE PRODUÇÃO
apresenta
Site oficial do filme: http://www.47ronins.com.br/
Para mais informações sobre outros lançamentos:
/UniversalPicturesBR
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• ELENCO
KEANU REEVES..............................................................................KAI
HIROYUKI SANADA . .................................................................. OISHI
TADANOBU ASANO .......................................................LORDE KIRA
RINKO KIKUCHI .............................................................A FEITICEIRA
KO SHIBASAKI ............................................................................MIKA
• EQUIPE
CARL RINSCH . .....................................................................DIRETOR
CHRIS MORGAN.............................................. ROTEIRO ADAPTADO
HOSSEIN AMINI ................................................................... ROTEIRO
WALTER HAMADA . .................. ROTEIRO/PRODUÇÃO EXECUTIVA
PAMELA ABDY, P.G.A. . ...................................................PRODUÇÃO
ERIC MCLEOD .................................................................PRODUÇÃO
SCOTT STUBER .........................................PRODUTOR EXECUTIVO
CHRIS FENTON ..........................................PRODUTOR EXECUTIVO
JOHN MATHIESON, BSC ...................... DIRETOR DE FOTOGRAFIA
JAN ROELFS . .................................. PLANEJADOR DE PRODUÇÃO
STUART BAIRD, ACE ......................................................MONTAGEM
PENNY ROSE ................................................................. FIGURINISTA
ILAN ESHKERI ........................................................................MÚSICA
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INFORMAÇÕES SOBRE A PRODUÇÃO
KEANU REEVES é o astro principal do elenco internacional de 47 Ronins, filme de
ação e aventura. Após um guerreiro traiçoeiro matar seu mestre e expulsar seu povo, 47 samurais
autônomos partem em busca de vingança e restauração da honra de sua gente. Expulsos de suas
casas e espalhados pelo país, esse bando de ronins busca a ajuda de Kai (interpretado por Keanu
Reeves), um meio-sangue que eles haviam rejeitado no passado. Em seu caminho, existe um
mundo selvagem de monstros mitológicos, bruxaria e terrores impressionantes.
O marginal que vivia exilado passa a ser a arma mais potente dos ronins, e se
transforma em um herói que inspira o pequeno bando a enfrentar as forças do mal que tomaram
suas terras, e a conquistar a eternidade.
É uma história extraordinária de coragem inigualável, baseada em uma das mais
antigas lendas do Japão. Sua origem remonta ao início do século 18, quando 47 nobres samurais
vingaram a morte do seu mestre.
Nesta inovadora reinvenção da lenda nacional japonesa, uma história fascinante que
sobrevive há gerações através de muitas versões, interpretações e veículos de comunicação, a
lenda dos ronins, seu supremo sacrifício e eterna honra será contada agora para uma geração
inteiramente nova.
Além de Keanu Reeves, o elenco deste épico em 3D conta com superastros japoneses
que são adorados em seu país e já demonstraram seus talentos por todo o mundo. Entre eles
estão HIROYUKI SANADA (que também atuou em Sunshine – Alerta Solar e O Último Samurai)
no papel de Oishi, indiscutivelmente o líder dos samurais, TADANOBU ASANO (que também atuou
em Wolverine: Imortal e Thor: O Mundo Sombrio) no papel do Lorde Kira, traiçoeiro vilão que faz de
tudo para destruir seus inimigos, a atriz RINKO KIKUCHI (indicada para o Oscar®, também atuou
em Babel e Círculo de Fogo) no papel da Feiticeira, feiticeira metamórfica que executa todas as
ordens de Kira em sua conquista do poder absoluto, e Ko Shibasaki (que também atuou em The
Lady Shogun and Her Men e Uma Chamada Perdida) no papel de Mika, filha do mestre e eterno
amor impossível de Kai.
Em 47 Ronins, o diretor CARL RINSCH (que também dirigiu O Dom da Premonição)
dá vida a paisagens deslumbrantes e batalhas ferozes que contam a história atemporal de uma
forma inédita. Também fazem parte da produção os produtores PAMELA ABDY (de Uma Ladra
Sem Limites e Amor Sem Fim) e ERIC MCLEOD (de Sr. & Sra. Smith e Incontrolável), trabalhando
a partir do roteiro de CHRIS MORGAN (da série Velozes e Furiosos e de O Procurado) e HOSSEIN
AMINI (de Drive e Asas do Amor), adaptado por Chris Morgan e WALTER HAMADA (de Invocação
do Mal e Premonição 4).
Carl Rinsch lidera a equipe de produção, que também conta com o diretor de fotografia
JOHN MATHIESON (duas vezes indicado para o Oscar®, Gladiador e Robin Hood), o planejador
de produção JAN ROELFS (duas vezes indicado para o Oscar®, Velozes e Furiosos 6 e As Torres
Gêmeas), o montador STUART BAIRD (de 007 – Operação Skyfall e 007 – Cassino Royale), a
figurinista PENNY ROSE (de Evita e da série Piratas do Caribe), o supervisor de efeitos especiais
PAUL CORBOULD (de Capitão América: O Primeiro Vingador e Mamma Mia! – O Filme),
o supervisor de efeitos visuais CHRISTIAN MANZ (indicado para o Oscar®, Harry Potter e as
Relíquias da Morte: Parte 1 e Nanny McPhee e as Lições Mágicas) e o compositor ILAN ESHKERI
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(de Stardust - O Mistério da Estrela e Kick-Ass – Quebrando Tudo).
47 Ronins tem produção executiva de SCOTT STUBER, da Bluegrass Films (trabalhou
em Ted e Uma Ladra Sem Limites), de CHRIS FENTON (de Reféns do Mal e The Vatican Tapes)
e de Walter Hamada.
Entre bastardos e criaturas mitológicas:
Quem é quem em 47 Ronins:
Kai é um marginal no Japão etéreo do século 19: um mundo de brutalidade intensa
e beleza inegável, um tempo que reúne história e fantasia. Seu amor proibido lhe é roubado, e
ele fica inconsolável e sem rumo. Atravessando terras habitadas por bruxas sedutoras, poderes
sombrios, feras mitológicas e uma sociedade secreta mortal de monges malignos, Kai tem que se
unir a uma irmandade de marginais em missão de vingança. Veja, abaixo, um breve resumo dos
personagens desta fantástica recriação de um mundo muito antigo:
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Kai (interpretado por Keanu Reeves) é órfão e cresceu na vila de Ako, onde foi rejeitado
por ser bastardo. Desde criança, foi treinado por criaturas sobrenaturais chamadas
Tengu, e fugiu quando percebeu que não queria tornar-se como elas. Resgatado da
floresta pelo Lorde Asano, Kai é um lutador ágil que se apaixona secretamente por
Mika, filha de Asano. Seu mestre é traído e assassinado, então Kai se une a Oishi e
aos ronins (samurais sem mestre) para executar vingança contra o traiçoeiro Lorde
Kira. Mal sabem eles que esse novo líder luta com a força de um demônio e tem
segredos que mudarão seus destinos.
•
Lorde Asano (interpretado por MIN TANAKA) é um senhor feudal que governa a
província de Ako com rigor, mas também com justiça. Ele e seus samurais encontraram
Kai com 13 anos de idade na floresta e o acolheram. Asano observou a atração
crescente entre Kai e sua filha, mas a tradição determina que essa união jamais deve
acontecer nesta vida.
•
Mika (interpretada por Ko Shibasaki) é filha do Lorde Asano e apaixonada por Kai
desde quando se conheceram, ainda na infância. Ela faz de tudo para proteger o
forasteiro que é rejeitado por quase todos os habitantes da vila, mesmo se for preciso
casar-se com o Lorde Kira para salvar a vida de Kai.
•
Oishi (interpretado por Hiroyuki Sanada) é o samurai de mais alto escalão do Lorde
Asano. Asano é falsamente acusado de atacar outro senhor feudal, Lorde Kira, e por
isso é forçado a cometer suicídio. A partir daí, Oishi e seus companheiros samurais são
obrigados a viver como ronins. Oishi passa vários anos viajando pelo país e reunindo
•
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os ronins para que o ajudem a vingar a morte do seu mestre. Ao se dar conta da missão
que tem nas mãos, Oishi percebe que o guerreiro de quem ele mais precisa é Kai,
também a última pessoa que ele gostaria de ter ao seu lado.
Lorde Kira (interpretado por Tadanobu Asano) teve ancestrais que sacrificaram suas
vidas para que a família do Xogum subisse ao trono. Kira tem seu lugar ao lado do
Xogum, mas tem muita inveja de seu mestre por ele ter sido escolhido para governar
a província de Ako do Lorde Asano. Com ajuda da Feiticeira, Kira planeja depor
Asano, casar-se com sua filha (Mika), controlar a província de Ako... e ver seu império
•
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usurpado crescer pouco a pouco.
A Feiticeira (interpretada por Rinko Kikuchi) é uma criatura antiga, maligna e
metamórfica que obedece as ordens de Lorde Kira e manipula a realidade da forma
que quiser. Kira ordena que a feiticeira sedutora use seus poderes de transformar em
outras pessoas e criaturas e o ajude a derrubar o Lorde Asano, para que possa assim
atingir seu objetivo de dominar o país. Seu olho azul cintilante permanece na forma
que ela assumir.
Chikara (interpretado por JIN AKANISHI) é filho de Oishi e tem 16 anos de idade. É
um jovem que sonha em ser um honrado samurai, como o seu pai. Kai treina Chikara
em segredo e ensina-lhe o estilo Tengu e as técnicas de luta de rua que um dia vão
salvar sua vida. O jovem Chikara acompanha o pai para ajudar os ronins a vingar a
morte do seu mestre.
Xogum Tokugawa Tsunayoshi (interpretado por CARY-HIROYUKI TAGAWA) é
o senhor das províncias e governa todo o Japão. O Lorde Asano recebe o Xogum
juntamente com os outros (senhores feudais) em Ako e promove uma reunião para
demonstrar solidariedade entre os clãs. Em homenagem à visita do Xogum, Asano
realiza um torneio entre os melhores lutadores dos clãs. Mas a desgraça logo se
abaterá sobre Asano, e o preço terá que ser pago.
Brute (interpretado por NEIL FINGLETON) é um gigante que veste uma armadura
de batalha e luta para o Lorde Kira. Sua aparência é assustadora. Esse guerreiro
praticamente indestrutível tem 2,30 metros de altura com armadura, cavalga um
cavalo de batalha monstruoso e maneja uma espada preta com a rapidez de um raio.
Acredita-se que ninguém na face da Terra seja capaz de detê-lo... nem mesmo Kai.
Sob o comando do Lorde Tengu (interpretado por TOGO IGAWA), os monges Tengu
são criaturas sobrenaturais que vivem na Floresta Tengu, também conhecida como
“mar de árvores”. Foram eles que criaram Kai depois que sua mãe o abandonou,
quando ele ainda era um bebê, e o ensinaram a lutar na velocidade da luz. Quando os
ronins partem em busca de vingança pela morte do mestre, os Tengu são as criaturas
detêm as únicas armas capazes de derrotar o enorme e invencível exército de Kira.
O torturado Ogro (interpretado por Neil Fingleton) faz sua casa em uma ilha holandesa
artificial, que contém navios europeus e um entreposto que é um labirinto de vícios
e iniquidade. É um demônio enorme de corpo vermelho que luta contra prisioneiros
indefesos em uma arena da ilha. Seu próximo adversário na arena de combates será...
Kai.
O Capataz (interpretado por RICK GENEST) é dono do circo de horrores, e o seu
corpo é todo tatuado com arte gótica. É um fora-da-lei subversivo e detém um circo
de lutas de homens contra monstros só para entretenimento. Terá uma bela surpresa
quando Kai entrar no ringue e enfrentar o Ogro.
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SOBRE A PRODUÇÃO
Vivenciando a eternidade:
O renascimento dos ronins
Quando o diretor Carl Rinsch leu a primeira versão do roteiro, ele admite que ficou
intrigado com a história de amor, cenários elaborados e criaturas fantásticas que acontecem em
um momento histórico e verdadeiro. Ele relembra: “Eu sabia um pouco da história dos ronins, a
história tradicional, mas é claro que essa versão é fantasiosa.” Depois de uma reunião com a
Universal, Carl Rinsch decidiu que queria realizar o projeto, que seria sua estreia como diretor de
longa-metragem.
Para a produtora Pamela Abdy, o roteiro conta uma história única de um mundo
selvagem e um homem disposto a sacrificar tudo para salvá-lo. Ela reflete: “Os temas de honra,
vingança e amor da história são ideias universais, e a gente se identifica com esses personagens
e suas emoções, seus anseios e injustiças. Através da jornada do herói da história, vivenciamos
uma aventura de fantasia cheia de imaginação. Mas, no fundo, o filme explora um desejo básico
do ser humano, que é reparar uma injustiça sofrida.”
Os cineastas não queriam só realizar uma produção que divertisse as plateias;
estavam também determinados a honrar a história nacional de um país. A lenda dos 47 Ronins é
muito cultuada no Japão. Na verdade, bancos e escolas deixam de funcionar uma vez por ano em
homenagem aos homens que sacrificaram suas vidas pelo país. A história vem sendo transmitida
através das gerações, e a tradição não só permite, mas até incentiva que a história dos ronins seja
recontada de diversas formas, em relatos criativos chamados de Chūshingura. A cada vez que
ela é contada, mantém-se o fundamento histórico dos ronins, e a tradição sugere que mudanças
artísticas sejam acrescentadas a ela.
Ao conversar sobre esse método tão antigo, Carl Rinsch conta: “A tradição do
Chūshingura é a forma de se recontarem os eventos históricos dos 47 Ronins. Quisemos preservar
e respeitar as emoções e os temas fundamentais da história verdadeira, mas contá-la de uma
forma que fosse interessante para o público contemporâneo. A plateia do cinema mundial de hoje
fala um dialeto que mistura fantasia, ficção científica e super-heróis. Da minha parte, a intenção
foi aplicar o Chūshingura japonês com um toque internacional por meio do estilo moderno de
Hollywood.”
O produtor Eric McLeod concorda com Pamela Abdy e Carl Rinsch: também é fascinado
pela ideia de uma história ser contada através das gerações e honrar a história coletiva de um país.
Ele observa: “O que me inspirou a trabalhar em 47 Ronins foi não só o aspecto histórico do filme,
mas também o aspecto da fantasia, o escopo e a criação de um mundo.”
Enquanto fazia pesquisa para o filme, o diretor obteve inspiração da arte de mestres
como Miyazaki, Hokusai e Hiroshige. Carl Rinsch comenta: “Quando estudei esses quadros, vi que
havia um mundo inteiro de fantasia neles. Então pensei: ‘Se posso expressar esse mundo, temos
algo de muito interessante nas mãos.’”
A partir daí, Carl Rinsch e sua equipe começaram a investigar os aspectos de fantasia
de 47 Ronins, inclusive criaturas que fazem parte do folclore japonês há muito tempo. Ficaram
espantados com a quantidade de informação que encontraram. Carl Rinsch observa: “Existe o
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Yōkai; o Oni, que é um grande ogro japonês; os guerreiros Tengu, que são guerreiros pássaros.
Existe uma galeria de personagens de fantasia que nos deram muito que explorar.”
Quando os cineastas encerraram as alterações do roteiro e começaram a fase de
pré-produção, descobriram que o segredo era buscar um equilíbrio entre os acontecimentos e os
personagens. Pamela Abdy comenta: “A história conta as emoções do amor, dor e sofrimento, e
tem que ficar quieta nesses momentos. E, quando for preciso, ela também tem que ser grande e
ousada. Tentamos equilibrar as doses de ação e espetáculo com personagens que se unem e se
relacionam.”
Descobrindo Kai:
Keanu Reeves entra no elenco
Um dos primeiros desafios da formação do elenco de 47 Ronins foi encontrar um ator
que tivesse a presença, a constituição física e o vigor necessários para interpretar o difícil papel do
herói do filme: Kai, uma figura de dois mundos. Keanu Reeves, admirado por plateias do mundo
todo por seu trabalho em épicos de grande sucesso de bilheteria como a trilogia Matrix, no qual ele
faz o componente humano central de um mundo de fantasia complexo e imaginativo, foi a escolha
ideal e um verdadeiro parceiro durante a produção.
“Procuramos o Keanu logo no início da produção”, conta Pamela Abdy. “Ele aceitou
quase dois anos e meio antes de começarmos a filmagem, e sempre ajudou muito durante todo o
processo. Ele não só é o ator ideal, mas também contribui em muitos aspectos da produção com
entusiasmo.”
“Fiquei atraído pelo mundo que o filme cria”, revela Keanu Reeves. “Gostei do filme
pelo ponto de vista de um ocidental. É um filme de temas grande, universais, como honra, vingança
e amor.” Na verdade, Keanu Reeves trabalhou do desenvolvimento do roteiro com os roteiristas
Chris Morgan e Hossein Amini, antes mesmo de conversar com Carl Rinsch pela primeira vez. Ele
conta: “O Chris e o Hossein têm uma incrível capacidade de dar vida a essa versão fantástica que
transita entra o mundo e a fantasia ao contar a história dos ronins.”
Ao conversar com Carl Rinsch, Keanu Reeves ficou impressionado com sua visão
do projeto e sua fluência na linguagem visual necessária para contar a história. O ator elogia: “O
Carl sempre teve uma ligação com o filme que se baseia na emoção, e sempre esteve disposto
a compartilhar e trabalhar em equipe. Ele tem um tremendo senso de estilo, e fez um excelente
trabalho ao transformar o mundo fictício em um mundo real.”
Carl Rinsch ficou igualmente entusiasmado por trabalhar com Keanu Reeves. Ele diz:
“O Keanu é mais do que um ator. Ele participa em todos os aspectos. Posso procurar por ele e
fazer-lhe uma pergunta, receber uma resposta atenciosa, e o assunto não precisa necessariamente
ter relação com o papel que ele interpreta.”
Para realizar essa concepção da história dos 47 Ronins, e para se manter fiel ao
Chūshingura, o personagem de Kai foi criado. Kai é um órfão mestiço que não confia em ninguém,
e simboliza o eterno marginal que luta para se adequar a uma cultura que preza muito pelo senso
de nacionalidade. Keanu Reeves diz que a história de Kai é familiar para muita gente: “Nessa
jornada, o Kai luta para ser incluído e aceito; muita gente vai se identificar com essa história.
Esse tipo de história de imigrante é bastante comum: ansiar por aceitação e, ao mesmo tempo,
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preservar a individualidade.” Para o ator, é uma honra apresentar a história para o público mundial.
Ele reflete: “Como toda excelente história, esta funciona no sentido de sua universalidade.”
Um elenco internacional:
os atores coadjuvantes
Carl Rinsch, os produtores e Keanu Reeves sabiam que, para formar o elenco, era
preciso escolher os melhores e mais brilhantes atores do cinema asiático. De veteranos de filmes
de ação e celebrados concorrentes do Oscar® a astros em ascensão na cena da música pop, os
cineastas selecionaram um empolgante grupo de atores para o longa-metragem.
Hiroyuki Sanada é uma figura muito presente em filmes japoneses e, recentemente,
atuou em Wolverine: Imortal, grande sucesso de bilheteria no mundo todo. Também já recebeu
seis indicações para o prêmio da Academia Japonesa de Cinema, o qual ganhou duas vezes. Para
o elenco e a equipe de produção, a escolha de Hiroyuki Sanada para o papel de Oishi, líder dos
samurais, era uma garantia de que essa versão ocidental da história dos 47 Ronins teria o selo
de aprovação da população japonesa. Hiroyuki Sanada tinha a responsabilidade de garantir que
essa nova versão da cultuada história permanecesse fiel à sua origem, mesmo com elementos
novos e fantásticos.
Hiroyuki Sanada cresceu já familiarizado com a lenda, e apreciou a oportunidade de
explorar uma nova forma de contá-la. Ele relembra: “Vi essa história pela primeira vez na televisão,
quando eu tinha uns sete anos. Meu irmão e eu fingíamos que éramos os personagens. Quando
me tornei um ator, e ainda era criança, sempre imaginei quando interpretaria o Oishi. Esperei por
muito tempo, e ser convidado para interpretar esse papel em um filme americano foi uma surpresa
muito boa!
“Foi muita responsabilidade para mim porque o Oishi já foi interpretado muitos atores
que eu admiro”, acrescenta ele. “Mas esta versão tem muitas diferenças da versão tradicional. A
emoção e a intenção são as mesmas, mas nesta o Oishi é muito mais humano; tem fraquezas,
dúvidas e derrotas. Existe um equilíbrio entre autenticidade e fantasia, e é uma oportunidade
maravilhosa de apresentar a história para uma plateia japonesa mais jovem, e apresentar a cultura
japonesa para o mundo. A história tem algo de interessante para pessoas de qualquer país. Não é
só uma história japonesa. Tem a ver com respeito, amizade e amor.”
Hiroyuki Sanada já trabalhou em vários filmes ocidentais, com vários cineastas
americanos, e reflete sobre a experiência de filmar com Carl Rinsch: “No primeiro dia de trabalho
com o Carl, percebi que ele não só ouvia e observava, mas tem também uma grande capacidade
de sentir a emoção de uma cena.”
Carl Rinsch esclarece por que Hiroyuki Sanada foi escolhido para interpretar o guerreiro
que luta ao lado de Kai: “O personagem do Oishi é uma lâmpada na luz do dia. Só percebemos
o quanto ele é forte depois que escurece. Acho que ele é um ator forte e estoico, e explode de
energia quando as coisas ficam difíceis. Ele luta como ninguém mais.”
Hiroyuki Sanada também tem muito entusiasmo pela experiência de trabalhar com o
ator principal. “Desde o período dos ensaios, passamos muito tempo juntos, cerca de seis meses”,
relembra. “Preparamos diálogos e praticamos muitas cenas de luta, então convivemos muito em
situações de trabalho físico e mental. O Keanu é sempre muito calmo e respeitoso. Tenho muito
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respeito por ele, como ator e como pessoa.”
Keanu Reeves retribui as palavras gentis de forma concisa: “Não tinha um irmão antes,
mas agora tenho.”
A produtora Pamela Abdy avalia até que Hiroyuki Sanada foi um mentor durante as
filmagens: “O Hiroyuki vive o papel de Oishi. É um ator incrivelmente generoso, e nos ajudou
imensamente a mergulhar nesse mundo e compreender a cultura. Ele faz tudo com graça, estilo e
elegância, e isso se reflete na sua atuação.”
Para interpretar Mika, amor proibido de Kai, os cineastas queriam uma atriz que
pudesse encarnar uma princesa majestosa e disposta a desafiar a tradição. Escalaram um dos
fenômenos da música japonesa: Ko Shibasaki, mulher de muitos talentos. Carl Rinsch reflete: “Eu
não conhecia a Ko antes de começar a fazer o filme. Ela tem uma carreira de enorme importância
como cantora e muita facilidade para atuar. Ela fez um trabalho incrível, prevejo que deixará
marcas ainda mais profundas em toda empreitada que buscar.”
Keanu Reeves resume assim o relacionamento entre Kai e Mika: “O marginal e a
princesa: um amor impossível. Ameaçado e frustrado, o sentimento de Kai por Mika é o que move
uma boa parte desta história.” Trabalhar com Ko Shibasaki foi um ponto alto das filmagens para
Keanu Reeves. Ele conta: “Ela é uma estrela do rock. Pode fazer o que quiser. Mas transmite muita
vulnerabilidade, beleza e elegância quando está atuando.”
Ao assumir o papel, Ko Shibasaki viu uma oportunidade para Hollywood contar ao
mundo uma história japonesa sob um ponto de vista inovador. Afirma: “Os japoneses tendem a ser
tímidos, nem sempre expressam suas opiniões abertamente. O Carl sempre me incentivou a sentir
e expressar mais coisas, e exercer minha expressão natural. Ele é gentil, tem uma mente aberta,
e acho que por isso foi tão fácil mergulhar nessa aventura e correr os riscos.”
Mika é cobiçada não só por Kai, mas também pelo vilão Lorde Kira, que quer tomar
todas as terras que pertencem ao Lorde Asano. Para interpretar esse inimigo, os cineastas
escalaram Tadanobu Asano, conhecido no mundo por uma de suas mais notáveis atuações em
Ichi – O Assassino, e atingiu fama internacional ao interpretar Hogun em Thor e em Thor: O Mundo
Sombrio.
Tadanobu Asano fala um pouco sobre a motivação do seu personagem: “A Mika é uma
pessoa muito importante em Ako. Se ele controlar a princesa, poderá obter Ako, que ele sempre
quis dominar. Em nível mais pessoal, ele vê em Mika uma espécie de amor que não possui; ele
quer, de alguma forma, controlar essa força de amor que ela simboliza.”
Tadanobu Asano tem uma antiga ligação com a história dos 47 Ronins. Na verdade,
ele tem o mesmo nome de um senhor feudal que faz parte da história. O ator analisa: “Quando eu
era criança, essa história aparecia com frequência na televisão ou no cinema, e a minha avó dizia:
‘Você também é um Asano.’ É irônico ver que acabei interpretando o papel oposto!”
Mas, ao interpretar o vilão Lorde Kira, Tadanobu Asano diz que encontrou uma
maneira simples de se identificar com sua sina sombria. Explica: “Ele pode parecer bem louco
e arrogante, mas se o examinarmos por outra perspectiva, veremos que ele tem muito charme.
Existe, evidentemente, algo de muito errado com ele, mas isso o torna um personagem muito
interessante.”
Tadanobu Asano acredita que o filme deve ser levado em consideração por si só,
separado das muitas interpretações japonesas. Ele explica: “Pois é uma história extremamente
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popular da cultura japonesa, já foi contada em muitos meios de comunicação e em muitas versões.
Todas elas seguiram uma série de regras não escritas sobre a história. O Carl é de uma cultura
diferente, e assim dá uma perspectiva completamente nova à história, e sabe explorar bem os
seus temas universais. Ele criou uma coisa original que é fiel aos temas da história e, ao mesmo
tempo, dá vida nova a ela.”
Embora Tadanobu Asano e Keanu Reeves não apareçam juntos em nenhuma cena,
Keanu gostou de vê-lo trabalhar. Ele ri: “O Tadanobu é um malvado muito bom. Ele age como se
tudo fosse dele. Vi uma cena que mostra bem o rosto dele enquanto as dançarinas se apresentam,
e parece que ele está dizendo: ‘É claro que vocês dançam para mim. Tudo é para mim: a lua, o sol,
tudo é meu.’”
Rinko Kikuchi já foi indicada para o Oscar® e chamou atenção do mundo todo com
sua incrível atuação em Babel. Mais recentemente, atuou em Círculo de Fogo. Ela fala sobre
sua experiência com a velha lenda: “Conheço essa história desde que a aprendi na escola,
mas este filme é bem diferente das versões já vistas no Japão. As criaturas, os cenários e os
personagens são inteiramente novos.” A atriz interpreta a Feiticeira, e sabia que seria um desafio.
“Minha personagem não existe na versão original, mas acrescenta um elemento de fantasia a essa
história, e eu me diverti um bocado com ela.”
Rinko Kikuchi ficou empolgada por interpretar um papel tão forte. Resume: “É divertido
interpretar uma mulher selvagem. O Carl me disse que o meu papel seria provocante, sexy e
selvagem. A Feiticeira é capaz de alterar sua forma e aparência, é clarividente e prega peças
nas pessoas, mas não é uma bruxa típica. Ela tem coração de mulher, mas segue apenas seus
instintos.”
O objetivo de Carl Rinsch tem sido mostrar ao público um lado do Japão nunca visto
antes, e ao mesmo tempo prestar homenagem às tradições culturais do país. “Os japoneses
também querem ver uma coisa nova”, acrescenta Rinko Kikuchi. “Em vez de uma história
tradicional interpretada e criada só para os japoneses, adoraríamos ver essa história tradicional
contada de outra forma. Este filme produz um perfeito equilíbrio entre algo que é universal e uma
coisa que é inteiramente nova e criativa.”
Jin Akanishi também é um fenômeno no Japão, seu país natal. É um astro da música
pop, muito conhecido. Ele interpreta Chikara, filho de Oishi. Pamela Abdy fala sobre o personagem:
“O Chikara teve que virar adulto muito cedo. O Oishi, como qualquer pai, quer apenas protegêlo.” “O Jin fez um trabalho excelente nesse papel”, acrescenta a produtora. Ele aprendeu muito
durante o filme, e eu fiquei muito satisfeita por tê-lo no elenco.”
Jin Akanishi gostou muito da chance de participar do filme. Ele fala sobre a história do
seu personagem, que aprende com Kai o estilo Tengu de luta: “No começo, o Chikara é um menino
que quer ser samurai. No decorrer da história, ele vai crescendo. Ele é o único que realmente
entende o Kai, e o trata como amigo.”
Pamela Abdy lembra que perguntou ao jovem ator se ele e seus amigos conheciam
a história dos 47 Ronins: “Ele disse que não, que isso era um assunto dos pais e avós dele.’
Mas, enquanto descrevíamos todo o universo do filme, ele disse: ‘Muito legal, meus amigos vão
adorar essa história.’ Temos a oportunidade de ensinar à geração mais jovem do Japão sobre essa
história porque a estamos apresentando de uma forma com a qual eles se identificam.”
Os membros mais jovens do elenco tiveram muito o que aprender com seus colegas
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durante as filmagens. “Sanada-san é diligente”, elogia Jin Akanishi. “Ele cuida de todo mundo e de
cada detalhe. Ele repara nas nossas roupas e nos nossos movimentos, pois sabe muito sobre a
cultura japonesa. Ele nos ajudou e apoiou muito.”
Jin Akanishi interpreta o mais jovem dos marginais. Os outros guerreiros samurais
principais são interpretados pelos atores japoneses MASAYOSHI HANEDA (interpreta Yasuno),
HIROSHI SOGABE (interpreta Hazama), TAKATO YONEMOTO (interpreta Basho), HIROSHI
YAMADA (interpreta Hara) e SHU NAKAJIMA (interpreta Horibe). MASAYUKI DEAI interpreta
Isogai, YORICK VAN WAGENINGEN interpreta o Capitão da Ilha Holandesa, e GEDDE
WATANABE interpreta o Líder da Trupe, que ajuda os homens de Oishi a atacar os soldados de
Kira. Riku, que é esposa de Oishi e mãe de Chikara, é interpretada por NATSUKI KUNIMOTO.
E, além do muito respeitado Min Tanaka, que interpreta Lorde Asano, o experiente ator
e especialista em artes marciais Cary-Hiroyuki Tagawa interpreta o Xogum Tsunayoshi, que tem
sempre a última palavra nesse mundo de terras feudais.
De Budapeste a Londres:
Cenários, Locação e Planejamento de Produção
A filmagem de 47 Ronins foi dividida entre o trabalho de estúdio em Budapeste e a
filmagem nos cenários amplos dos Estúdios Shepperton, perto de Londres. De fato, o objetivo
da equipe de produção era criar uma concepção romântica do Japão. O produtor Eric McLeod
resume: “Muita gente que nunca esteve no Japão tem uma ideia pré-concebida do aspecto visual
do Japão. Este filme explora isso e extrapola: é mais verde e mais iluminado.”
Pamela Abdy fala sobre os desafios que foram enfrentados desde o primeiro dia: “É
uma mistura do roteiro do Chris e do Hossein com filmagens em Londres e Budapeste, que tenta
recriar o Japão feudal. Foi um processo complexo que só foi possível com o trabalho de muita
gente talentosa.”
Os cineastas sabiam que, para que o resultado fosse bom, seria preciso trabalhar em
grande escala. Ao mesmo tempo, era preciso capturar as idiossincrasias da vida no Japão no
século 18 e cumprir o objetivo de realizar uma abordagem inteiramente inédita da história do país
no cinema.
Carl Rinsch fala sobre o que foi necessário: “Fizemos uma pesquisa incrivelmente
minuciosa, para que soubéssemos como era realmente a cultura e homenageá-la através do
nosso próprio ponto de vista de uma forma que fizesse sentido em qualquer cultura. Mas os
japoneses codificaram a lógica em tarefas cotidianas; um ocidental sempre tem que ter cuidado
para não ofender. Coisas simples como cuidar para que todos os quimonos sejam usados com a
parte esquerda sobre a direita são de extrema importância. Só se usa com a parte direita por cima
depois que morre. Se a gente não tomar cuidado, acaba tendo um elenco inteiro de defuntos.”
“Nossos cenários são grandes”, revela Pamela Abdy. “São elaborados. Têm
complementos de efeitos visuais. Então tem também o detalhe da cenografia, que procura ser
o mais autêntico possível, inclusive detalhes menores como o chá, os aposentos e os tatames.
Tem a cena em que a Mika aplica maquiagem e se apronta para o casamento com Lorde Kira. Os
detalhes de tudo, desde os pincéis e a maneira de armazenar a maquiagem nos recipientes, como
eles são transportados, as cores, a maneira de aplicar sobre o rosto, até a estrutura do batom...
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são inúmeros elementos que precisam ser tratados com muita atenção.”
O planejador de produção Jan Roelfs, que já foi indicado duas vezes para o Oscar®
e projetou o sucesso mundial Velozes e Furiosos 6, criou os cenários de 47 Ronins com a sua
equipe. Em Budapeste, a equipe construiu cenários enormes para o pátio Ako, a Ilha Dejima e a
Floresta Tengu. Em Shepperton, construíram a parte externa de Ako e a fortaleza de Kira para o
grandioso final do filme.
Eric McLeod elogia o trabalho da equipe: “O nível de detalhe é extraordinário. No
cenário de Ako, as árvores estavam repletas de flores de cereja. Isso, por si só, é uma imagem
muito emblemática do Japão. O contraste pungente entre a fortaleza de Ako e a beleza singela das
flores, com a escuridão da fortaleza de Kira, forma o clima perfeito para todo o trajeto da história,
do início ao fim.”
Ao todo, 15.000 flores de cerejeira artificiais foram presas manualmente a cada árvore,
e as próprias árvores eram tão grandes que tiveram de ser desmanteladas no lugar de origem e
enviadas para o Reino Unido em pedaços. Os cenários foram também complementados com pés
de bambu, um total de 300, cada um com 15 metros de altura, todos provenientes da Itália, além
de árvores bonsai de apenas um metro, algumas delas com mais de 100 anos de idade.
Para ilustrar o trabalho da equipe de Jan Roelfs, Keanu Reeves nos mostra o final
do filme, um cerco em volta da fortaleza de Kira que foi filmado nos Estúdios Shepperton: “Os 47
Ronins conseguiram a cooperação do grupo de teatro que deveria se apresentar para o Lorde Kira
naquela noite. Conseguimos entrar no castelo e começamos a nos posicionar estrategicamente
dentro dele. Então vem o momento preparado, em que vamos tentar matar o Lorde Kira e libertar
a princesa.”
O cenário estava absolutamente ideal, diz Tadanobu Asano. “Era perfeito: feio, frio e
desolado. Ou seja, exatamente apropriado para a personalidade do Kira.”
Keanu Reeves admite que ficou extremamente impressionado com o nível de detalhe
do trabalho dos cenários, principalmente na fortaleza de Kira. “Os cenários eram fantásticos”, diz
ele, orgulhoso. “E fizemos cenas espetaculares durante as filmagens. Havia extensões de cenário,
efeitos especiais e criaturas, mas também tínhamos cenários bem grandes. É a forma antiga de
se fazer cinema: cenários enormes, muitos figurantes, figurinos, luzes, câmeras, ação. A gente
vê como uns poucos homens—os ronins—se divertem enfrentando muitos. Há flechas, lutas e
espadas, tudo acontecendo em vários pátios.”
Na nossa versão da história, o Kai cresceu na Floresta Tengu, um cenário construído
em Budapeste por Jan Roelfs e sua equipe. Pamela Abdy ficou especialmente impressionada
com esse cenário. Elogia: “A Floresta Tengu é espetacular. Provavelmente, é o elemento mais
fantástico do filme em termos de cenário, e é bem detalhado. Faz com que a plateia mergulhe
nesse lugar misterioso que é a origem do Kai.”
Akanishi concorda e diz que a primeira cena de batalha do seu personagem foi
muito assustadora: “A caverna, principalmente, era muito estranha e assustadora, e eu fiquei
impressionado com tanto detalhe que a equipe de cenografia confeccionou. Era incrivelmente
elaborado. Foi o primeiro cenário em que trabalhei, e fiquei espantado quando o vi pela primeira vez.”
Em Budapeste, a produção construiu a área em torno da Ilha Dejima, um entreposto
holandês que, depois, foi retomado junto com as terras na baía de Nagasaki. É aqui que a relação
comercial entre Kai e Oishi não dá mais certo, quando Oshi tenta libertar Kai do cativeiro.
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Eric McLeod acredita que ninguém é melhor que Jan Roelfs para visualizar o mundo de
47 Ronins. Descreve: “O processo de pensamento do Jan, não só na concepção do filme mas na
forma de planejar as complexidades do trabalho dos dublês e dos efeitos visuais, englobou tudo.”
Aves de rapina:
dublês e artes marciais
O coordenador de dublês GARY POWELL, que atuou nessa função nos filmes 007 –
Operação Skyfall, 007 – Quantum of Solace, Incontrolável e O Ultimato Bourne, ficou encarregado
de providenciar as equipes de luta. Carl Rinsch diz: “O Gary fez um trabalho incrível. Queríamos
aproveitar ao máximo as filmagens das cenas de luta, e com a coordenação dele, a equipe de
dublês fez um trabalho incrível.”
Keanu Reeves já sabia um pouco de artes marciais orientais, pois aprendeu vários
estilos para interpretar seu papel na trilogia Matrix e no filme que marca sua estreia como diretor:
Man of Tai Chi. Mas o treinamento para 47 Ronins teve que incluir o manuseio de armas. Ele conta:
“Comecei com treinamento básico de katana (espada) antes da produção. Foram seis semanas
de trabalho básico.”
O estilo de luta do Kai mistura elementos básicos e tradicionais com um estilo fictício
de luta característico dos mestres Tengu. Isso é mostrado enquanto ele está preso na Ilha Dejima,
onde ele se torna o que Keanu Reeves chama de “cão de briga”. O ator explica mais: “O Kai reúne
todos os elementos de técnicas samurai, espada Tengu e briga de rua.”
Keanu Reeves divide uma cena crucial na Ilha Dejima contra Oishi, onde o mestre de
cerimônia observa tudo: “Durante essa luta, um fica estudando os estilos e a intenção do outro.
O Kai enlouqueceu porque passou um ano na sala da morte e transformou-se em um animal
assassino. Mas o Oishi resgata sua sanidade mental.”
Hiroyuki Sanada também é um tanto hábil com a espada, e lembra que ensaiou essa
cena específica durante várias semanas. Ele explica: “O Oishi é um mestre espadachim, mas o
Japão não estava em guerra nessa época, então muitos samurais jamais usaram a espada. O
Kai foi criado em Tengu, e seu estilo de luta era menos refinado. Durante sua jornada, Kai e Oishi
aprendem com os estilos de luta um do outro.”
Keanu Reeves diz que Hiroyuki Sanada ajudou no aprendizado da arte da espada
samurai. “Sanada-san luta com grande estilo”, elogia. “Ele teve treinamento clássico com a
espada. Para ele, tudo tem que ter um significado. Entrar em ação só pela ação não basta para
ele. Cada manobra tem continuidade na próxima, e ele é muito consciente.”
Na ilha holandesa de Dejima, Kai encontra outra criatura fantástica, o Oni (ogro),
interpretado por Neil Fingleton, que atuou em X-Men: Primeira Classe e também interpreta o
soldado gigante de Kira no início do filme; por isso, Fingleton luta duas vezes contra Keanu Reeves
durante o filme. Neil Fingleton tem 2,31 metros de altura. É o homem mais alto da Inglaterra.
Keanu Reeves avalia que essa foi uma das lutas mais difíceis da sua carreira de ator:
“O desafio é esse. Como lutar com alguém tão alto? Em termos de ataque, tenho que trabalhar
movimentos altos e baixos. Atacar os pés, tentar passar a guarda. O Neil é um atleta profissional e
tem habilidade física, mesmo que tenha começado sem muita experiência em coreografia marcial.
Neil Fingleton fala sobre a sua experiência de ser o homem mais alto das filmagens:
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“Sempre tive muito orgulho da minha altura. O Keanu é um cara legal, gostei muito de conhecê-lo.
Nas lutas, tivemos que entender os movimentos de cada um, e acho que foi mais difícil para ele,
porque ele teve que lutar olhando para cima.” Ele faz uma pausa. “Eu fiquei olhando para baixo,
mas já estou acostumado!”
Os samurais proscritos não foram os únicos homens a entrar em ação. Akanishi
admite que achou emocionante aprender o aspecto físico do seu papel. “Pratiquei luta de espada
e montaria, e nunca tinha feito nada disso”, diz entusiasmado. “Foi divertido, é bom saber essas
coisas.”
Sonhar com o Japão antigo:
efeitos visuais de 47 Ronins
Christian Manz, supervisor de efeitos visuais indicado para o Oscar®, e a firma
FRAMESTORE foram encarregados de criar as criaturas fantásticas que aparecem em 47 Ronins,
além das extensões de cenário do filme.
Christian Manz diz que a abordagem de Carl Rinsch foi artística. Ele conta: “Nas
primeiras conversas com o Carl, falamos mais sobre a confecção e criatividade do que sobre o
aspecto técnico. Fiquei fascinado ao ver todas as belas fotos que ele me mostrou. Ele tinha muito
interesse em ouvir a opinião dos outros, e queria que tudo ficasse incrível.”
Carl Rinsch é um diretor que começou sua carreira fazendo comerciais e tem diversas
influências. Mesmo assim, os dois profissionais citaram várias vezes o mesmo nome. “Falávamos
que o resultado deveria ser, em filme, como uma animação do Miyazaki”, lembra Christian Manz.
“O desafio era fazer tudo parecer que era real naquele mundo. Queríamos um conceito realista,
mas com um toque de fantasia fantástica. É um Japão que todo mundo pensa que existiu, mas
provavelmente só existiu em desenhos do Hokusai.”
Christian Manz trabalhou muito com Jan Roelfs e sua equipe para melhorar o trabalho
prático que o planejador de produção realizou. Desde a extensão dos muitos pátios e campos
de arroz de Ako até a criação de um cenário escuro e dramático para a fortaleza de Kira, em
cima de montanhas nevadas e entre precipícios profundos, tudo isso exigiu que o departamento
trabalhasse muito, sem parar.
Sem dúvida, o trabalho mais óbvio da equipe de Christian Manz está nas criaturas
fantásticas do filme: o dragão da Feiticeira, o Oni da Ilha e a terrível criatura chamada Kirin. Uma
das sequências mais espetaculares do filme—uma caçada eletrizante a Kirin em uma floresta—é
a que abre o filme. Pamela Abdy se diverte comparando: “É como uma grande perseguição de
carros. Obviamente, não existem carros nesse filme, então a melhor maneira de criar esse tipo de
ação foi com uma criatura gigante no meio da floresta. O Kirin tem energia, força e movimento.”
Christian Manz acha que essa cena foi a mais complexa de toda a produção. Ele
explica: “Toda a ideia é de uma fera majestosa que foi envenenada e enlouqueceu. Esse foi um
dos maiores desafios: projetar a criatura e trabalhar com os dublês e equipe do planejamento de
produção para fazer tudo se encaixar na cena.”
Para que a sequência funcionasse, todo o ritmo da ação teve que ser executado com
precisão. Christian Manz completa: “Temos que planejar o trajeto do Kirin, garantir que os atores
estejam olhando para ele e garantir a interação do mundo real com a criatura física. Tivemos que
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fazer isso depois, quando foi adicionado à cena e as pessoas reagem a ele, então passa a ser um
elemento convincente.”
Hiroyuki Sanada diz que a cena é um momento essencial da aventura. “Ela estabelece
que é um filme de samurai, mas com grandes elementos de fantasia”, explica. “Com o monstro
Kirin, explica-se que tipo de filme estamos vendo. Também vamos conhecer o Kai, que tem força
espiritual e sabe lutar. Foi muito difícil para todos os atores, porque nós nunca víamos o Kirin. Só
nos restava imaginar e atuar, e fazer a plateia acreditar que aquilo estava acontecendo.”
Neil Fingleton, que interpreta o Oni na importante cena de luta com Kai na Ilha Dejima,
teve que aceitar a realidade de contracenar com efeitos visuais. “Passei uma semana dentro de
uma fantasia cenoura, e não foi divertido”, ele brinca. “O Oni tem uma foice, bola e corrente, e ele
é um grande monstro. Foi uma bela luta, se bem que o Keanu corta a minha cabeça no fim, dessa
parte eu não gostei.”
Christian Manz explica o trabalho prático que foi necessário para se realizar a cena
fundamental entre Kai e o Oni: “Gary Powell criou a luta entre o Keanu e o Neil. No geral, Carl
dirigiu a luta com os homens de verdade, e nós pusemos o Neil com a criatura por cima dele.”
Com o trabalho da equipe de efeitos visuais de Christian Manz na pós-produção, o Oni
tornou-se um ogro gigante, vermelho e lutador. Carl Rinsch descreve melhor o processo: “O Neil
vestiu uma malha de corrida vermelha, e nós o usamos como base. Em seguida, construímos o
personagem de animação por cima dele, então ele parece estar lutando com o Keanu, que teve
a vantagem de lutar com uma pessoa de verdade. Nós tivemos a vantagem de compreender a
iluminação e o movimento de um corpo de verdade, e fizemos o personagem parecer real.”
Vestir a fantasia:
figurino elaborado
A confecção dos figurinos desse épico de ação e aventura exigiu não apenas
o emprego das práticas e estilos rigorosos do Japão do século 18, mas também a criação de
figurinos para 900 figurantes além do elenco principal. A maioria das roupas extravagantes foi feita
à mão, e o departamento de figurinos se empenhou muito para fazer quimonos bonitos e coloridos,
e armaduras complexas para os muitos soldados.
O maior desafio trabalhar com um período da história e uma paisagem montanhosa que
o público ocidental em geral desconhece. Para a figurinista Penny Rose, que fez trajes históricos e
fantásticos em todos os quatro filmes da série Piratas do Caribe, e também de Príncipe da Pérsia –
As Areias do Tempo, Rei Arthur e Terra das Sombras, a primeira etapa foi, naturalmente, pesquisar.
Ela conta: “Sabíamos muito pouco sobre o Japão do século 18, então mandamos duas pessoas
ao Japão para visitar todos os museus em Tóquio e dar início à pesquisa. Não queríamos fazer
réplicas da realidade, pois estávamos criando um mundo de fantasia. Mas queríamos começar
com uma base, para depois construir por cima disso.”
Carl Rinsch descreve essa parceria: “A Penny é minha amiga, eu já a conhecia antes
do filme. No início, conversamos sobre pegar alguns dos desenhos originais e dar vida nova a
eles, dar-lhes um charme e um estilo inéditos. Ela criou silhuetas fortes para cada personagem, e
concentrou-se em cores e texturas específicas.”
Trabalhar com Carl Rinsch foi um sucesso, diz Penny Rose. “Ele tem um senso
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visual muito forte, muita imaginação e inteligência, e sempre enxerga o conceito todo. Ele aceita
experimentar coisas que nunca havia imaginado, e também tem ideias infinitamente geniais por
conta própria. Trabalhar com ele é maravilhoso porque ele se empolga com o trabalho visual do
filme.”
Uma das ideias mais marcantes de Carl Rinsch foi a de recriar o aspecto de uma tela
japonesa em forma de figurino. “Para as criadas de Mika, fizemos uma capa com uma árvore
bordada nas costas”, descreve a figurinista. “Quando elas estão juntas, vemos a árvore inteira.
Ficou muito bonito.”
Hiroyuki Sanada, pilar de autenticidade do filme, elogia o grande esforço de Penny
Rose e sua equipe: “Foi muito árduo para ela devido à profunda diferença entre as culturas oriental
e ocidental. Mas ela se saiu incrivelmente bem. Não havia ninguém melhor que ela para este
filme.”
O trabalho intenso começou com a criação de mais de 1.000 simples bases de quimono
brancas, a base de cada figurino do filme. “Seguimos a tradição na formação básica do figurino, e
então inovamos um pouco com os tecidos”, diz Penny Rose.
Como em todos os departamentos, os figurinistas tiveram que trabalhar em sincronia
com o grupo do planejador de produção Jan Roelfs. Penny Rose conta: “Foi uma honra trabalhar
com o Jan, pois os cenários são magníficos. Juntos, criamos formas e cores que se harmonizam
com os desenhos dele, e cuidamos para que tudo combinasse bem.”
Os elementos do conceito visual estão em todo o mundo de 47 Ronins. Seja na
armadura dos cavaleiros ou nos trajes aparentemente simples da população do vilarejo, é fácil para
a plateia identificar as poderosas alianças de cada personagem. “Ako, o lugar feliz, é vermelho”,
explica Penny Rose. “O mundo do vilão Kira, é roxo, e o mundo do Xogum é dourado com um
toque de turquesa.”
Cerca de 400 conjuntos de armadura foram confeccionados à mão, feitos de plástico
em uma oficina em Budapeste. O plástico fez com que tudo ficasse bem leve para as várias
sequências de batalha. Assim, os atores não sofreram tanto com o calor. Um único protótipo
foi feito com couro—o material tradicional usado nas armaduras de verdade—e, graças a um
revolucionário processo de replicação, é impossível distinguir as versões em plástico do protótipo
de couro. Penny Rose fala disso com entusiasmo: “O acabamento das réplicas é o melhor que eu
já vi.”
Ela explorou intencionalmente o contraste dos figurinos de Kai e Oishi. Sobre a
inspiração do desenho, ela explica: “O Kai é um menino sem berço, sem criação. Sempre se veste
com roupas velhas, rasgadas e confortáveis. O Oishi é o contrário: seu figurino é incrivelmente
glamouroso. Cada um de seus trajes é muito complexo, com quatro ou cinco componentes, e ele
usa cerca de 10 ao longo do filme. Trabalhamos muito com o Hiroyuki, e ele ficou muito interessado
nos detalhes.”
Para fazer o figurino de Mika (interpretada por Ko Shibasaki), Penny Rose se baseou
na alta costura. Ela conta: “Estudamos todas as casas de moda que tiveram coleções inspiradas no
oriente, como a Dior nos anos 90, Givenchy nos anos 60 e, evidentemente, Alexander McQueen.
Usamos elementos desses desenhos e os misturamos com o tradicional. A Mika tem sua própria
escolha de cores, como pêssego, tangerina e pastéis muito suaves. Tudo é feito em seda e tem
gola alta.”
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Penny Rose diz que Kira é o dândi do grupo. “Ele usa cristais e joias e muitos adornos,
mas sempre com a mesma silhueta de ombros largos”, ela explica. “Sem dúvida, ele se veste
bem.”
Rinko Kikuchi fala com entusiasmo sobre os desenhos que Penny Rose fez para a sua
personagem. Ela avalia: “Os figurinos que a Penny fez para mim me fizeram entender a Feiticeira.
Eles me ajudaram muito a entender o papel. Posso até dizer que o papel só ganhou vida depois
que vesti o figurino. A Penny me ajudou imensamente.”
O conceito visual da Feiticeira se completa com um par de lentes de contato de cores
diferentes. “As lentes me fazem parecer louca e assustadora”, ri a atriz. “Só de usá-las já pareço
misteriosa o suficiente para ter poderes mágicos.” Penny Rose teve que levar em consideração
o trabalho da equipe de efeitos visuais quando desenhou as roupas da Feiticeira. Rinko Kikuchi
acrescenta: “A Feiticeira pode mudar de forma e transformar-se em qualquer coisa.”
Pamela Abdy ficou encantada com o trabalho da equipe de Rose. Elogia: “Fico
fascinada com o que fizeram nas roupas das mulheres. A Penny foi além do que se imaginava;
suas roupas são como alta costura. Posso até imaginar aquelas mulheres desfilando em uma
passarela em Paris! Ela pegou a autenticidade do mundo real e deu a ela o seu próprio estilo,
então ficou bem moderno. Ela tem o dom.”
Christian Manz diz que o figurino da Feiticeira é quase uma criatura do filme. “Sua roupa
se transforma, a Feiticeira também se transforma”, revela. “Fizemos isso de um jeito interessante
em vez daquelas transformações antigas que têm sido feitas desde os anos 80. A roupa dela é algo
jamais visto antes.”
****
A Universal Pictures apresenta—em parceria com a Relativity Media—Keanu Reeves
em 47 Ronins, estrelado por Hiroyuki Sanada, Tadanobu Asano, Rinko Kikuchi, Ko Shibasaki.
Música de Ilan Eshkeri e figurinos de Penny Rose. 47 Ronins tem montagem de Stuart Baird,
ACE, e planejamento de produção de Jan Roelfs. Direção de fotografia: John Mathieson, BSC.
Produção executiva: Scott Stuber, Chris Fenton e Walter Hamada. 47 Ronins é produzido por
Pamela Abdy e Eric McLeod. Roteiro original de Chris Morgan e Hossein Amini, adaptado por
Chris Morgan e Walter Hamada. 47 Ronins é dirigido por Carl Rinsch. © 2013 Universal Studios.
www.47roninmovie.com
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SOBRE O ELENCO
KEANU REEVES (Kai) é um dos atores principais mais requisitados de Hollywood.
Recentemente, estreou como diretor, em Man of Tai Chi, inteiramente filmado na China. Keanu
Reeves dirigiu e estrela o filme. Man of Tai Chi estreou na China em junho e será lançado no
mundo todo este ano.
Em 2012, Side by Side, documentário produzido por Keanu Reeves, fez a sua estreia
e recebeu elogios da crítica. O documentário conta a história do cinema e o impacto das novas
tecnologias digitais, e estreou no Festival Internacional de Cinema de Berlim. A direção é de Chris
Kenneally. Keanu Reeves entrevistou algumas das personalidades mais importantes de Hollywood,
como James Cameron, David Fincher, David Lynch, George Lucas, Danny Boyle, Martin Scorsese,
Christopher Nolan, Steven Soderbergh, Lars von Trier e os irmãos Wachowski. Entre seus trabalhos recentes no cinema estão Sem Destino... (de Mark Mann), A
Ocasião Faz o Ladrão (que ele estrelou e produziu), A Vida Íntima de Pippa Lee (de Rebecca
Miller, contracenando com Robin Wright), O Dia em que a Terra Parou (da 20th Century Fox,
contracenando com Jennifer Connelly), Os Reis da Rua (suspense policial, contracena com Forest
Whitaker), A Casa do Lago (drama romântico, contracenando com Sandra Bullock) e O Homem
Duplo (mistura de filme com animação). Também estrelou Constantine, adaptação dos quadrinhos
em que contracena com Rachel Weisz, o filme independente Impulsividade, a comédia romântica
Alguém Tem Que Ceder (contracenando com Jack Nicholson e Diana Keaton) e a incrivelmente
popular série Matrix.
No extenso currículo de Keanu Reeves também estão Hardball – O Jogo da Vida,
O Dom da Premonição (contracenando com Cate Blanchett), Doce Novembro, Virando o Jogo,
Caminhando nas Nuvens, Advogado do Diabo (suspense de grande sucesso, contracenando
com Al Pacino e Charlize Theron), O Pequeno Buda e Muito Barulho por Nada (contracenando
com Denzel Washington, Emma Thompson e Michael Keaton). Também atuou em Drácula de
Bram Stoker, Garotos de Programa, Caçadores de Emoção, o sucesso Bill & Ted: Uma Aventura
Fantástica e sua continuação, Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo. Keanu Reeves cresceu em Toronto e atuou em várias produções de teatro locais e na
televisão antes de mudar-se para Los Angeles. Sua primeira atuação a receber elogios foi em Matar
Para Viver (de Tim Hunter). Em seguida, estrelou Para Sempre na Memória (de Marisa Silver) e em
O Príncipe da Pennsylvania (contracenando com Amy Madigan e Fred Ward). Chamou novamente
atenção quando interpretou o inocente Danceny em Ligações Perigosas (grande sucesso de
Stephen Frears, contracenando com Glenn Close, John Malkovich e Michelle Pfeiffer). Participou
de outros elencos notáveis naquele mesmo ano: na comédia Parenthood – O Tiro Que Não Saiu
pela Culatra (de Ron Howard) e Te Amarei Até te Matar (de Lawrence Kasdan). Atuou pela primeira
vez como par romântico ao contracenar com Barbara Hershey em A Paixão de Júlia (de Jon Amiel),
também estrelado por Peter Falk. Outros filmes de destaque são Johnny Mnemonic – O Cyborg
do Futuro (suspense e ficção científica da TriStar), Reação em Cadeia (filme de ação de Andrew
Davis) e Paixão Bandida (comédia de humor negro de Steve Baigelman).
HIROYUKI SANADA (interpreta Oishi) é um dos atores mais talentosos e mais
respeitados de sua geração no Japão, e chamou a atenção do público americano e estrangeiro
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com mais de 50 filmes e um prêmio japonês equivalente ao Oscar®. Hiroyuki Sanada atua em The Railway Man, contracenando com Colin Firth e Nicole
Kidman. Esse filme é um épico verídico baseado na autobiografia de Eric Lomax, sobre dois
homens que vivem atormentados por suas experiências na famosa Ferrovia da Morte na Segunda
Guerra Mundial e são reunidos para um último e devastador confronto. Hiroyuki Sanada interpreta
Nagase, que trabalha como intérprete no campo de concentração japonês durante a guerra, onde
Eric Lomax (interpretado por Colin Firth) é mantido preso. O filme estreou no Festival de Cinema
de Toronto. Foi escolhido para distribuição nacional pela The Weinstein Company e será lançado
nos EUA em 2014. A Lionsgate International estabeleceu acordos para lançamento internacional
em dezembro de 2013, inclusive na Austrália, Japão, Espanha e Reino Unido Atualmente, Hiroyuki Sanada participa da produção da série original Helix (canal SyFy),
na qual integra uma equipe de elite de pesquisadores que investiga uma misteriosa epidemia de
vírus no Círculo Ártico. Essa epidemia põe em risco toda a humanidade. A série vai estrear em
janeiro de 2014.
Antes disso, Hiroyuki Sanada contracenou com Hugh Jackman no longa-metragem
de ação Wolverine: Imortal (de James Mangold, lançamento da 20th Century Fox). Nesse filme,
Hiroyuki Sanada interpreta Shingen, chefão do crime e inimigo do Wolverine (interpretado por
Hugh Jackman). O filme foi lançado em 2013.
Hiroyuki Sanada iniciou sua carreira no cinema quando tinha cinco anos de idade.
Depois disso, ganhou o prêmio da Academia Japonesa de Cinema por seu papel em O Samurai
do Entardecer, no qual interpretou um samurai de baixo escalão do século 19 que trabalha como
burocrata. O filme também foi indicado para o Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro. Logo após
esse sucesso, Hiroyuki Sanada impressionou o público americano ao contracenar com Tom Cruise
em O Último Samurai (de Ed Zwick). Desde então, atuou em vários longas-metragens notáveis, como Em Busca do Amor
(de James Ivory, contracenando com Anthony Hopkins), A Condessa Branca (contracenando com
Ralph Fiennes), Sunshine – Alerta Solar (suspense e ficção científica de Danny Boyle com Chris
Evans e Rose Byrne), Speed Racer (contracenando com Susan Sarandon e Emile Hirsch), A Hora
do Rush 3 (de Brett Ratner), A Promessa (de Chen Kaige, romance épico chinês de fantasia, e a
aterrorizante série Ringu.
Na televisão, foi astro convidado de vários episódios da primeira temporada de
Revenge (canal ABC), no qual interpretou Kiyoshi Takeda, mentor e conselheiro espiritual de
Emily (interpretada por Emily Van Camp) que oferece a ela o manual da vida e suas advertências. Também estrelou vários episódios da série Lost, premiada com o Emmy®, no qual interpretou
Dogen na última temporada. Além de trabalhar na televisão, Hiroyuki Sanada foi um dos poucos
atores estrangeiros que viajaram com a Companhia Real de Shakespeare, na produção de Rei
Lear, com Nigel Hawthorne.
Hiroyuki Sanada é faixa preta de caratê, é treinado dança tradicional japonesa e
técnicas de espada. Atualmente, ele mora em Los Angeles.
TADANOBU ASANO (interpreta Lorde Kira) nasceu em Yokohama-shi, Kanagawa,
Japão, em 27 de novembro de 1973.
Entre os longas-metragens de sua carreira estão Ichi – O Assassino (de Takashi Miike,
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2001), The Blind Swordsman: Zatochi (de Takeshi Kitano, 2003), A Última Vida no Universo (de
Caneta-Ek Ratanaruanng, 2004), Mongol: The Rise of Genghis Khan (de Sergei Bodrov, 2007,
indicado para o Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro). Tadanobu Asano estreou em Hollywood em
Thor (de Kenneth Branagh, 2011), depois atuou em Battleship – A Batalha dos Mares (de Peter
Berg, 2012) e em Thor: O Mundo Sombrio (de Alan Taylor, 2013).
Ganhou o prêmio Upstream de Melhor Ator no Festival de Cinema de Veneza em 2003
pelo papel que fez em A Última Vida no Universo.
Tadanobu Asano tem uma presença marcante. É um dos mais importantes atores do
cinema japonês e é elogiado no mundo todo.
RINKO KIKUCHI (interpreta a Feiticeira) é natural do Japão, e demonstra amplitude e
profundidade em todos os papéis que interpreta. Mais recentemente, atuou no filme de suspense
e ficção científica Círculo de Fogo.
Teve seu primeiro papel profissional no filme japonês Ikitai, em 1999. Desde então, tem
demonstrado talento como atriz de filmes japoneses elogiados pela crítica, como Hole in the Sky
(2001) e The Taste of Tea (2004), e continua aumentando sua popularidade no cinema japonês.
Conquistou espaço no cinema internacional com o papel que fez em Babel (de Alejandro
González Iñárritu, 2006), pelo qual foi indicada para o Oscar® de Melhor Atriz Coadjuvante. Rinko
Kikuchi interpretou uma jovem surda cheia de energia e dedicação, e adquiriu excelente reputação
mundial por sua atuação dramática. O filme foi indicado para o Oscar® em sete categorias, e
Kikuchi tornou-se uma das mais importantes atrizes jovens de Hollywood.
Em seguida, ela atuou em vários filmes de sucesso internacional, como Vigaristas (de
Rian Johnson, 2008, com Adrien Brody e Rachel Weisz), Mapa dos Sons de Tóquio (de Isabel
Coixet, 2009, com Serge Lopez), Conspiração Xangai (de Mikael Håfström, 2010, com John
Cusack e Ken Watanabe), e Como na Canção dos Beatles: Norwegian Wood (de Anh Hung Tran,
2010, adaptação do romance de Haruki Murakami, um sucesso internacional.
Rinko Kikuchi é natural de Hadano, Japão, e é uma exímia espadachim além de
motociclista e amazona. Em 2007, foi apontada como um dos “10 Atores Mais Promissores” pela
revista Variety.
KO SHIBASAKI (interpreta Mika) nasceu em Tóquio em 1981. Sua carreira de atriz
decolou com Batalha Real em 2000 e Go em 2001. Foi muito elogiada por sua excelente atuação
em Go, pelo qual ganhou vários prêmios, inclusive o de Melhor Atriz Coadjuvante da Academia
de Cinema do Japão. Logo tornou-se uma das atrizes principais mais lucrativas do cinema, com
muitos sucesso de bilheteria, como Yomigaeri, Crying Out Love in the Center of the World, Japan
Sinks, Shaolin Girl, Suspect X, Rinco’s Restaurant e The Lady Shogun and Her Man. 47 Ronins é
a estreia dela em Hollywood.
Ko Shibasaki é uma estrela da música japonesa há muitos anos. Sua carreira de
cantora começou com seu primeiro single, em 2002, “Trust My Feelings”, mas sua competência
teve grande reconhecimento com o lançamento do segundo single, “Tsuki no shizuku”, canção que
foi usada no filme Yomigaeri, e também um dos melhores sucessos da música pop japonesa de
2003. Sua primeira canção de Natal, “Actuality”, foi lançada em dezembro de 2006, e “At Home”
foi lançada em fevereiro de 2007. Nenhuma dessas duas esteve entre as 10 melhores da parada
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Oricon. Seu próximo single, “Hito Koi Meguri”, foi lançado em março de 2007 e chegou ao 8º
lugar nas paradas. Foi seu primeiro single entre as 10 melhores colocadas desde “Invitation”. Seu
terceiro álbum foi “KiKi”. Foi lançado em abril de 2007 e chegou imediatamente ao primeiro lugar
nas paradas. Em agosto, realizou suas primeiras apresentações ao vivo, Ko Shibasaki Premium
Live, em Osaka e Tóquio. As 2.400 pessoas da plateia foram escolhidas entre mais de 30.000
interessados em adquirir os ingressos (vendidos junto com o disco).
Em abril de 2008, Ko Shibasaki lançou duas coletâneas de seus maiores sucessos:
“The Single Best” e “The Back Best”. O primeiro chegou ao topo da parada Oricon (foi a primeira
vez que Ko Shibasaki chegou ao primeiro lugar da parada semanal), e “The Back Best” ficou em
terceiro lugar.
Ela mesma compõe a letra da maioria de suas canções. Muitos dos seus singles
tornaram-se tema de filmes e comerciais.
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SOBRE A EQUIPE DE PRODUÇÃO
CARL RINSCH (diretor) é conhecido por suas soluções inovadoras para problemas
de criação e produção. Tem também a reputação de ser pródigo em ideias e excelente contador
de histórias. Nos últimos dez anos, definiu sua própria estética e produziu coisas da mais alta
qualidade em vários projetos.
Começou a dirigir ainda jovem. Quando tinha apenas 14 anos de idade, teve seu
primeiro filme exibido nos festivais de cinema de Nova York e Telluride. Mesmo antes de se
formar pela Universidade Brown, onde se especializou em letras e artes, trabalhou como fotógrafo
da revista Rolling Stone, onde fez ensaios com músicos como Chrissie Hynde, Sheryl Crow, Devo,
Sarah McLachlan e The Violent Femmes.
Depois que ganhou o prêmio D&AD/Campaign Screen na categoria de Melhor Diretor
Estreante e foi apontado por Saatchi e Saatchi entre a nova geração de diretores no Festival
Internacional de Criatividade de Cannes Lions em 2001, Carl Rinsch continuou sendo reconhecido
por seu trabalho. Em 2009, ganhou o Clio de Prata com “Intelligently Combined”, da Audi, que
dramatiza a criação de um A4 por meio de um balé de engrenagens e peças que se encaixam
dentro de um cubo transparente.
No ano seguinte, seu épico de espionagem The Gift, feito para a Philips Parallel Lines,
ganhou o Grande Prêmio de Melhor Direção do Festival Internacional de Criatividade Cannes
Lions e o Grande Prêmio do Festival Ciclope de Publicidade. Em 2012, Carl Rinsch dirigiu uma
peça publicitária sombria para a Mercedes chamada “Escape the Map”, em que uma mulher
sedutora e seu misterioso motorista escapam de um cenário do Google Maps. O prêmio Kinsale
Shark de Publicidade reconheceu o legado de histórias interessantes e efeitos visuais magníficos
de Carl Rinsch, e concedeu a ele o ouro na categoria de Animação.
Além de dirigir comerciais e seu trabalho em 47 Ronins, Carl Rinsch atualmente
trabalha em uma plataforma móvel virtual interativa.
CHRIS MORGAN (roteiro adaptado) tem uma longa sequência de parcerias
consecutivas em longas-metragens com a Universal Pictures. 47 Ronins é o sétimo filme dessa
parceria, que começou com Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (de Justin Lin), em seguida
Chris Morgan adaptou O Procurado, estrelado por Angelina Jolie. Depois disso, escreveu a
parceria de Vin Diesel e Paul Walker em Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio
e Velozes e Furiosos 6.
Atualmente, Chris Morgan trabalha na produção do filme The Legend of Conan (da
Universal Pictures, estrelado por Arnold Schwarzenegger) e no roteiro do sétimo filme da série
Velozes e Furiosos.
HOSSEIN AMINI (roteiro) é um roteirista iraniano. Foi indicado para os prêmios BAFTA
e Oscar® em 1998 por sua adaptação do clássico romance Wings of a Dove, de Henry James,
estrelado por Helena Bonham Carter, Linus Roach e Alison Elliott.
Escreveu o roteiro de Paixão Proibida, lançamento de 1996 estrelado por Kate Winslet
e Christopher Ecclestone que ganhou o prêmio de Melhor Filme Britânico do Festival de Cinema
de Edimburgo. Entre outros filmes do seu currículo estão As Quatro Plumas (de 2002, com Heath
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Ledger) e Tiro Certo (de 2008).
Em 2011, Hossein Amini escreveu o roteiro de Drive, estrelado por Ryan Gosling e
Carey Mulligan. Drive foi indicado para a Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes e para
o prêmio BAFTA de Melhor Filme de 2012.
Mais recentemente, Amini ajudou a escrever Branca de Neve e o Caçador (lançamento
da Universal Pictures), e estreou na direção com o suspense As Duas Faces de Janeiro, estrelado
por Viggo Mortensen, Kirsten Dunst e Oscar Isaac, baseado no romance homônimo de Patricia
Highsmith. WALTER HAMADA (roteiro/produção executiva) é vice-presidente sênior de produção
da New Line Cinema. Entre os longas-metragens que ele produziu estão Premonição 5, A Hora
do Pesadelo e Sexta-feira 13. Seu lançamento mais recente é o sucesso de bilheteria Invocação
do Mal, estrelado por Patrick Wilson e Vera Farmiga, baseado nos arquivos verídicos dos
investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Seu próximo projeto é o suspense Into the
Storm, com lançamento previsto para meados de 2014.
Durante quatro anos, Walter Hamada foi sócio da H2F Entertainment, firma de gestão e
produção que ele ajudou a fundar antes de trabalhar na New Line, em 2007. Nesse período, ajudou
a lançar as carreiras de roteiristas como Chris Morgan (que trabalhou em O Procurado, Velozes
e Furiosos 6), Brad Gann (trabalhou em Invencível) e Matt Allen e Caleb Wilson (trabalharam em
Surpresas do Amor). Também produziu o filme de terror independente Reféns do Mal.
Walter Hamada é formado pela UCLA e começou sua carreira como assistente na
TriStar Pictures, onde foi promovido com rapidez e acabou sendo vice-presidente de produção da
Columbia Pictures. Na Columbia Pictures, supervisionou desenvolvimento e produção de vários
filmes, como Tiro e Queda, Limite Vertical, Godzilla e S.W.A.T. – Comando Especial.
PAMELA ABDY, p.g.a. (produção) é presidente de Bluegrass Films e produtora,
também chefia desenvolvimento diário e produção de lugares para longas-metragens. Entre os
muitos filmes da Bluegrass Films, ela produziu a comédia de sucesso Uma Ladra Sem Limites,
terminou recentemente a produção da refilmagem de Amor Sem Fim, dirigido por Shana Feste, e
fez a produção executiva de Kill the Messenger, dirigido por Michael Cuesta. Antes de trabalhar na Bluegrass Films, foi vice-presidente executiva da Paramount
Pictures, onde chefiou desenvolvimento e produção de vários filmes, como Ilha do Medo (de Martin
Scorsese), Guru do Amor (estrelado por Mike Myers), A Lei da Guerra (dirigido por Kimberly Peirce
e estrelado por Ryan Phillippe), Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor (produzido por Judd Apatow e
estrelado por Owen Wilson), As Torres Gêmeas (dirigido por Oliver Stone e estrelado por Nicolas
Cage), Aeon Flux (dirigido por Karyn Kusama e estrelado por Charlize Theron), Escritores da
Liberdade (dirigido por Richard LaGravenese e estrelado por Hilary Swank), e Babel (ganhador
do Globo de Ouro, estrelado por Brad Pitt e dirigido por Alejandro González Iñárritu). Além disso,
chefiou a produção de Meninas Malvadas (dirigido por Mark Waters, estrelado por Lindsay Lohan). Passou a trabalhar na Paramount Pictures em janeiro de 2003. Antes disso,
foi presidente da Jersey Films, onde produziu o filme Hora de Voltar, que ganhou um
prêmio Independent Spirit de Melhor Longa-Metragem de Estreia e um Grammy® de
Melhor Álbum Coletânea de Trilha Sonora de Filme, Televisão ou Outra Mídia Visual.
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ERIC MCLEOD (produção) é um produtor experiente, tem mais de 30 filmes no
currículo. Com sua ampla experiência em produção, tem a capacidade rara de administrar a
logística complicada de produção de qualquer filme.
Iniciou sua carreira em 1988 como coordenador de produção em A Hora do Pesadelo
4 – O Mestre dos Sonhos, e nunca mais parou. Trabalhou com alguns dos cineastas mais
importantes, como Michael Mann, Gore Verbinski, Tony Scott e Doug Liman.
Entre os longas-metragens do seu currículo estão Untitled Michael Mann Film (de
Michael Mann), O Cavaleiro Solitário (de Gore Verbinski), Incontrolável (de Tony Scott), Príncipe
da Pérsia – As Areias do Tempo (de Mike Newell), Trovão Tropical (de Ben Stiller), Piratas do
Caribe: No Fim do Mundo e Piratas do Caribe: O Baú da Morte (de Verbinski), Os Gatões – Uma
Nova Balada (de Jay Chandrasekhar), Sr. & Sra. Smith (de Doug Liman), O Gato (de Bo Welch), a
série Austin Powers (de Jay Roach), Showtime (de Tom Dey), A Cela (de Tarsem Singh), Inimigo
do Estado (de Tony Scott), Volta Por Cima (de Richard LaGravenese), Mera Coincidência (de Barry
Levinson), Agora e Sempre (de Lesli Linka Glatter), Corina, Uma Babá Perfeita (de Jessie Nelson)
e 8 Segundos (de John G. Avildsen).
SCOTT STUBER (produtor executivo) é fundador e CEO da Bluegrass Films, que está
sediada na Universal Pictures desde 2006.
Entre lançamentos recentes da Bluegrass Films estão Uma Ladra Sem Limites
(estrelado por Melissa McCarthy e Jason Bateman e dirigido por Seth Gordon), Ted (escrito e
dirigido por Seth MacFarlane e estrelado por Mark Wahlberg, Mila Kunis e Seth MacFarlane), e
Protegendo o Inimigo (estrelado por Denzel Washington e Ryan Reynolds e dirigido por Daniel
Espinosa).
Recentemente, Scott Stuber terminou a produção de Kill the Messenger, suspense
dramático verídico de Michael Cuesta estrelado por Jeremy Renner, com roteiro de Peter Landesman.
Está cuidando da pós-produção do drama romântico Amor Sem Fim, dirigido por Shana Feste e
estrelado por Alex Pettyfer e Gabriella Wilde, com lançamento previsto para fevereiro de 2014, e a
comédia de faroeste A Million Ways to Die in the West, de Seth MacFarlane, estrelada por Charlize
Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried e Seth MacFarlane, com lançamento em maio de 2014.
Por meio da sua firma Bluegrass Television, também fez a comédia Whitney (canal
NBC), criada e estrelada pelo comediante Whitney Cummings.
Sua primeira produção foi a romântica comédia de 2006 Separados Pelo Casamento
(estrelada por Vince Vaughn e Jennifer Aniston). No mesmo ano, lançou Dois é Bom, Três é Demais
(estrelado por Owen Wilson e Kate Hudson). Depois, vieram O Reino (sucesso de crítica de Peter
Berg), a comédia O Bom Filho à Casa Torna (de Martin Lawrence), Modelos Nada Corretos (de
David Wain, estrelado por Paul Rudd e Seann William Scott) e Encontro de Casais (estrelado por
Vince Vaughn e Jon Favreau).
Durante os oito anos que passou na Universal, cinco dos quais fazendo produção
com Mary Parent, Scott Stuber foi responsável por muitos dos filmes de sucesso de público e
de crítica, como King Kong, Soldado Anônimo, Uma Mente Brilhante, Alma de Herói, A Luta Pela
Esperança, Munique, Entrando Numa Fria, Entrando Numa Fria Maior Ainda, A Identidade Bourne,
A Supremacia Bourne, Um Grande Garoto, O Virgem de 40 Anos, 8 Mile – Rua das Ilusões, Jogo
de Espiões, Um Homem de Família, O Professor Aloprado, O Professor Aloprado 2 – A Família
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Klump, a franquia A Múmia, a franquia American Pie, a franquia Velozes e Furiosos, Friday Night
Lights, Teenagers – As Apimentadas e muitos outros.
CHRIS FENTON (produtor executivo) é presidente do DMG Entertainment Motion
Picture Group e gerente geral da DMG na América do Norte. Foi agente de cinema da Agência
William Morris de 1994 a 2002. Desde então, foi arquiteto chefe na criação de novas oportunidades
de negócios da DMG com sócios da América do Norte, concentrando seus esforços na formação
de parcerias com vários estúdios de Hollywood para desenvolvimento, financiamento, produção,
marketing e distribuição de várias formas de conteúdo internacional na China.
É gerente geral de operações da DMG América do Norte desde 2002, e foi nomeado
presidente do DMG Entertainment Motion Picture Group em 2011. Seu relacionamento com a
DMG e o CEO da DMG, Dan Mintz, começou com seu período de oito anos trabalhando como
agente na Agência William Morris. Logo no início, como gerente geral, concentrou-se na criação
de novos negócios para as operações de publicidade e marketing da DMG e assinou contratos
com empresas baseadas nos EUA como Fruit of the Loom, Behr Paint, Spalding, Under Armour
e bebida energética King 888. Mas, ao longo dos anos, suas atribuições cresceram, e hoje ele
cria e adquire conteúdo e propriedade intelectual para cinema e televisão, estabelece alianças
com parceiros de marketing americanos, negocia contratos de publicação de música, obtém
oportunidades de patrocínio, consultoria de produção física, coprodução, distribuição criativa e
questões de cofinanciamento na China, produção de cinema e televisão, representa artistas e
criadores de conteúdo, forma estratégias e alianças de distribuição de mídia, contrata executivos
e outras pessoas para várias divisões da DMG, cultiva relações comerciais, educacionais
e governamentais fundamentais, e orienta a imprensa, mídia, universidades e entidades
governamentais sobre várias questões sobre a DMG e a China.
Fez produção executiva do suspense de ação Códigos de Defesa. Além disso, foi
um dos principais produtores executivos e principal negociador da coprodução DMG/Endgame
de Looper – Assassinos do Futuro, estrelado por Bruce Willis e Joseph Gordon-Levitt. Looper –
Assassinos do Futuro foi lançado pela Sony em setembro de 2012.
Durante grande parte de 2012 e 2013, organizou o acordo de coprodução e
financiamento entre DMG, Marvel e Disney para realização de Homem de Ferro 3, que arrecadou
1,2 bilhões de dólares no mundo todo e 125 milhões só na China. Produziu mais oito filmes e
uma série de televisão e tem vários outros projetos em andamento, inclusive The Vatican Tapes,
lançamento da Lionsgate.
Entre realizações específicas do seu período na DMG, estão o maior contrato de
publicidade com celebridades dos EUA para a China de todos os tempos, uma cifra de sete dígitos
e um ano para o atleta olímpico Michael Phelps com a Mazda, cliente da DMG, uma parceria da
Summit Entertainment com a DMG para distribuir vários filmes nos cinemas da China, e o primeiro
deles é Presságio, estrelado por Nicolas Cage, cujo sucesso resultou na distribuição pela DMG
das séries Crepúsculo e Red na China, e obtenção de acesso da DMG a propriedade intelectual
de valor a ser explorada na China. A primeira incursão da DMG na produção de conteúdo da região
do Pacífico foi em 2005, uma parceria entre IMG/TWI e DMG, que levou a competição O Homem
Mais Forte do Mundo para Chengdu.
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JOHN MATHIESON, BSC (diretor de fotografia) nasceu na Inglaterra e faz parte
de um grupo de cineastas que surgiu na indústria de vídeos musicais nas décadas de 1980 e
1990. Trabalhou em funções tradicionais de câmera e foi assistente de câmera de Gabriel Beristáin
por vários anos. Teve seu trabalho reconhecido pela primeira vez em 1998, pelo vídeo musical
“Peek-A-Boo” do grupo Siouxsie and the Banshees. Entre seus colegas estão os cineastas Tim
Maurice Jones (de Kick-Ass – Quebrando Tudo 2) e Seamus McGarvey, B.S.C. (de Desejo e
Reparação), e os diretores Michel Gondry (de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças) e
David Fincher (de A Rede Social). Mathieson aperfeiçoou seu trabalho durante a década de 1990,
quando fez vários comerciais de televisão e vídeos musicais para artistas como Madonna, Prince
e Massive Attack.
Trabalhou com John Maybury, diretor do vídeo musical “Nothing Compares 2 U” de
Sinead O’Connor. Depois, fez a fotografia do premiado filme Love Is the Devil: Study for a Portrait
of Francis Bacon, também de John Maybury, em 1998.
Em meados da década de 1990, trabalhou em dois longas-metragens do
diretor Karim Dridi, pelos quais recebeu a honra de ser nomeado Cavaleiro do governo francês.
Chamou a atenção de Tony Scott quando fazia comerciais de televisão com a empresa RSA
Films, de Londres. Depois de trabalhar com efeitos visuais em Inimigo do Estado para Tony Scott
em 1998, trabalhou no filme Os Saqueadores (1999), de Jake Scott. Ao ver seu trabalho em Os
Saqueadores, Ridley Scott o convidou para trabalhar em seu próximo projeto, e assim começou
uma longa parceria entre os dois.
John Mathieson fez a fotografia de quatro filmes de Ridley Scott: Gladiador, Hannibal,
Cruzada e Robin Hood. Em 2001, foi indicado para um Oscar® pelo trabalho que fez em Gladiador
e ganhou o BAFTA de Melhor Fotografia no mesmo ano. Teve sua segunda indicação para o
Oscar® em 2004, por O Fantasma da Ópera, dirigido por Joel Schumacher. Entre outros filmes do seu currículo estão Trauma (de Marc Evans), Stoned – A
História Secreta dos Rolling Stones (de Stephen Woolley), K-Pax – O Caminho da Luz, O Pior
dos Pecados, Bourke and Hare, X-Men: Primeira Classe e Grandes Esperanças (de Mike Newell).
John Mathieson mora no Reino Unido.
JAN ROELFS (planejador de produção) já foi indicado duas vezes para o Oscar® por
seu suntuoso trabalho, em Gattaca – Experiência Genética (de Andrew Niccol) e em Orlando, A
Mulher Imortal (de Sally Potter). Mais recentemente, trabalhou em Velozes e Furiosos 6, enorme
sucesso da Universal Pictures.
Nasceu e cresceu na Holanda, e chamou a atenção em Hollywood logo no início da
carreira com os cenários extremamente elaborados e meticulosos que fez para o cineasta Peter
Greenaway. Os dois trabalharam juntos em cinco filmes, entre eles A Última Tempestade e O
Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante, pelo qual Jan Roelfs foi indicado para um prêmio
do cinema europeu na categoria de Melhor Planejador de Produção em 1990. Também trabalhou
com o diretor Oliver Stone em Alexandre e em As Torres Gêmeas, pelo qual Roelfs recebeu elogios
da crítica por recriar em Los Angeles o cenário do famoso atentado.
Entre outros filmes notáveis da sua carreira estão Simone (seu segundo filme com
Andrew Niccol), a comédia O Pior Trabalho do Mundo (produção de Judd Apatow), Em Má
Companhia (de Joel Schumacher), A Minha Canção de Amor (estrelado por Renée Zellweger e
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Forest Whitaker), Adoráveis Mulheres, e Leões e Cordeiros (dirigido por Robert Redford). Entre
um e outro longa-metragem, Jan Roelfs trabalha em comerciais, e recebeu uma indicação para
o prêmio do Art Directors Guild em 2009 na categoria Excelência em Planejamento de Produção,
pelo comercial da Capital One.
STUART BAIRD, ACE (montagem) foi indicado duas vezes para o Oscar® de Melhor
Montagem: por seu trabalho em Superman – O Filme (de Richard Donner) e Nas Montanhas dos
Gorilas (de Michael Apted).
Foi montador dos longas-metragens do espião James Bond 007 – Operação Skyfall
e 007 – Cassino Royale, e por ambos recebeu indicações para o prêmio BAFTA e prêmio ACE.
Entre seus outros trabalhos estão A Profecia, Máquina Mortífera e Máquina Mortífera 2, Viagens
Alucinantes, Outland – Comando Titânio, Duro de Matar II, O Demolidor, Maverick, A Lenda do
Zorro e Salt.
Também é conhecido por seu trabalho como diretor. Dirigiu Momento Crítico, U.S.
Marshals – Os Federais e Nêmesis.
PENNY ROSE (figurinista) trabalha no cinema desde a década de 1970. Foi indicada
para o prêmio BAFTA três vezes: por Evita, Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra e
Piratas do Caribe – O Baú da Morte. Em 2010, foi indicada para o prêmio Emmy® Primetime por seu
trabalho na minissérie The Pacific (canal HBO). Rose e sua equipe tiveram grandes dificuldades
para encontrar uniformes originais da Segunda Guerra Mundial. Para criar 3.000 uniformes, os
figurinistas usaram o equivalente a 100 quadras de tênis em tecido, feito especialmente na Índia
em teares antigos que replicassem o material usado na década de 1940.
Entre outros filmes do seu currículo estão O Cavaleiro Solitário (de Gore Verbinski),
Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas (de Rob Marshall), Piratas do Caribe –
No Fim do Mundo (de Gore Verbinski), O Sol de Cada Manhã (de Gore Verbinski), Príncipe da
Pérsia – As Areias do Tempo (de Mike Newell), Terra das Sombras (de Richard Attenborough),
Incontrolável (de Tony Scott), O Melhor Amigo da Noiva (de Paul Weiland), Escola para Garotas
Bonitas e Piradas (de Oliver Parker e Barnaby Thompson), Rei Arthur (de Antoine Fuqua), Missão
Impossível (de Brian de Palma), Armadilha (de Jon Amiel), The Commitments – Loucos Pela Fama
(de Alan Parker) e Momento Inesquecível (de Bill Borsyth).
ILAN ESHKERI (música) é um compositor britânico, mais conhecido pelas trilhas
sonoras de O Mistério da Estrela, A Jovem Rainha Vitória e Kick-Ass – Quebrando Tudo, além de
dos trabalhos que fez com Coldplay, Annie Lennox e Take That.
A diversidade é uma característica notável de sua carreira. Recentemente, fez a trilha
sonora de Coriolano (estreia de Ralph Fiennes como diretor em obra de Shakespeare), a comédia
O Retorno de Johnny English (de Rowan Atkinson), uma parceria ao vivo com a lenda da música
eletrônica Amon Tobin, e foi contratado para compor para o pianista mundialmente famoso Lang
Lang.
No início da carreira, Ilan Eshkeri compôs a trilha sonora do filme cult britânico Nem
Tudo É O Que Parece, pelo qual foi indicado para o prêmio World Soundtrack de Revelação do
Ano. Sua trilha sonora de O Mistério da Estrela ganhou prêmio de Melhor Trilha Sonora Original
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de Comédia da Associação Internacional de Críticos de Música de Cinema. Sua trilha sonora
de A Jovem Rainha Vitória esteve no topo das paradas de música clássica por várias semanas
e foi indicada para um prêmio Ivor Novello. Ilan Eshkeri também foi indicado para três prêmios
mundiais de melhor trilha sonora. Entre suas parcerias com bandas e artistas solo estão arranjos
das canções mais conhecidas de Annie Lennox para o concerto que ela fez com a Orquestra
Sinfônica da BBC, arranjos para o álbum mais recente de David Gilmour, On An Island, e parceria
de composição com The Cinematic Orchestra e Tim Wheeler, do Ash. Também compôs a canção
“Only You” para Sinead O’Connor e trabalhou com o grupo Take That em Stardust - O Mistério da
Estrela.
Ilan Eshkeri nasceu em Londres de uma família de músicos e cresceu tocando violino
e violão. Estudou música e literatura inglesa na Universidade de Leeds. Depois, aprendeu a arte
de compor para filmes ao trabalhar com Michael Kamen, Edward Shearmur e Steve McLaughlin. É
apaixonado por música ao vivo e gosta de morar e trabalhar em Londres, onde suas composições
são executadas por alguns dos melhores músicos do mundo.
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